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Indice

Capitulo I.........................................................................................................................................3

1. Introdução.................................................................................................................................3

1.2. Problematização....................................................................................................................4

1.3. Justificativa da escolha do tema...........................................................................................5

1.4. Objectivos.............................................................................................................................5

1.4.1. Geral..................................................................................................................................5

1.4.2. Especificos........................................................................................................................5

1.5. Hipóteses principal...............................................................................................................5

1.5.1. Hipoteses Secundárias.......................................................................................................6

1.6. Delimitação do estudo..........................................................................................................6

Capitulo II:.......................................................................................................................................7

2. Fundamentação Teórica...........................................................................................................7

2.1. Demografia...........................................................................................................................7

2.2. Crescimento Populacional....................................................................................................7

2.3. Explosão Demográfica..........................................................................................................7

2.3.1. As Consequências da Explosão Demográfica Mundial sobre o Meio Ambiente..............7

2.4. Problemas Demográficos.....................................................................................................8

2.4.1. Consequências da explosão demográfica mundial sobre o meio ambiente......................8

2.5. O que é transporte ?............................................................................................................10

2.5.1. Influências das condições naturais sobre os transportes.................................................10

2.5.2. Evolução do homem em relação aos transportes terrestres.............................................10

2.5.2.1. Rodoviário...................................................................................................................10

2.5.2.2. Transporte Ferroviário.................................................................................................11


2.6. Mobilidade..........................................................................................................................11

2.7. A acessibilidade..................................................................................................................12

Capitulo III.....................................................................................................................................13

3. Metodologias de Estudo.........................................................................................................13

3.1. Método Qualitativo.............................................................................................................13

3.2. Pesquisa bibliográfica.........................................................................................................13

3.3. Método de observação........................................................................................................13

Capitulo IV....................................................................................................................................14

4. Apresentação e análise de dados............................................................................................14

Capitulo V......................................................................................................................................15

5. Discussão de dados.................................................................................................................15

Capitulo VI:...................................................................................................................................16

6. Conclusão...............................................................................................................................16

Referências Bibliográficas.............................................................................................................17
Capitulo I
1. Introdução

O presente trabalho é referente a uma pesquisa com tema: A problemática de crescimento


Demográfico nas princípais cidades ou vilas em Moçambique e desafios criado ao sector de
transporte – Estudo de caso na Vila Municipal do Distrito de Marromeu.

À medida que o tempo passa, os antecedentes remotos perdem-se no tempo, fazendo parecer a
utilidade de retrospectivas de longo prazo irrelevante. Todavia, para perceber bem a relevância
do actual crescimento populacional em Moçambique, principalmente a sua aceleração no último
meio século, é importante inserir este último período no contexto da evolução populacional de
mais longa duração.
Pretende-se fazer um estudo exploratorio sobre o crescimento demografico da populacao reside
no distrito de Marromeu, em particular na vila sede do Distrito e os desafios de mobilidade e
acessibilidade de transporte no distrito.

Porem, sabe-se que os transportes rodoviários enfrentam muitas dificuldade de acesso ao distrito
devido as condições da estrada que acesso ao distrito que por ventura é a unica. Pois na época
chuvosa a estrada fica intrasintavel dificultando deste modo a circulação de pessoas para
diferentes locais do distrito e outros locais fora do distrito.

A acessibilidade e a mobilidade na vila sede de Marromeu são ainda muito reduzidas, pois sofre
com a falta de investimentos de infraestruturas (asfaltagem de estrada).
1.2. Problematização

A vila de Marromeu tem cerca de 52.000 habitantes, situa-se na província do Sofala tendo como
limites as margens do Rio Zambeze, a leste; a Sul o distrito de Cheringoma; a Oeste, o rio
Cúncue; e a Norte o posto administrativo de Chupanga. Com uma superfície de 144 km 2, a vila
está estruturada em 7 bairros.

Do ponto de vista económico, a Vila de Marromeu depende, em grande parte, das actividades
agrícolas da monocultura da cana de sacarina. Um grande complexo industrial açucareiro, a
Companhia de Sena, emprega quase um terço das famílias residentes na vila e limítrofes e marca
o ritmo económico da vila, dinamizado recentemente com a abertura da linha férrea que
estabelece a ligação com a Cidade da Beira.

A problemática dos transportes nos países em desenvolvimento é, na sua maioria,


diametralmente oposta à encontrada nos países desenvolvidos. Para começar, a larga maioria da
população não tem veículo de transporte próprio. Nas grandes cidades isto significa que, ou as
pessoas vivem perto dos locais onde realizam as suas actividades diárias e podem deslocar-se
livremente a pé, ou então estão cativas dos transportes públicos. As próprias deslocações a pé são
largamente superiores. Armstrong-Wright (1986) considera uma situação discriminatória quando
mais de 10% dos agregados familiares gastam mais de 15% dos seus rendimentos em
transportes. Esta máxima tem servido de referência, principalmente em recomendações e estudos
realizados pelo Banco Mundial (Gwilliam, 2002).
Os transportes rodoviários enfrentam muitas dificuldade de acesso ao distrito devido as
condições da estrada que acesso ao distrito que por ventura é a unica. Pois na época chuvosa a
estrada fica intrasintavel dificultando deste modo a circulação de pessoas para diferentes locais
do distrito e outros locais fora do distrito.

Olhando para a situação actual do crescimento demográfico e da mobilidadee acessibilidade dos


transportes na vila de Marromeu, coloca-se a seguinte questão:

Qual o impacto do crescimento Demográfico e desafios criado ao sector de transporte na Vila


Municipal do Distrito de Marromeu?
1.3. Justificativa da escolha do tema

A vila de Marromeu tem cerca de 52.000 habitantes, se analisarmos o crescimento populacional


mundial, observa-se que o acréscimo da população do distrito de Marromeu. Esse crescimento
populacional deu-se por vários factores, dentre eles os avanços da medicina, da produção de
alimentos, da melhora das condições de higiene, dentre outros factores que buscam explicar esse
fenómeno.
Os transportes rodoviários enfrentam muitas dificuldade de acesso ao distrito devido as
condições da estrada que acesso ao distrito que por ventura é a unica. Pois na época chuvosa a
estrada fica intrasintavel dificultando deste modo a circulação de pessoas para diferentes locais
do distrito e outros locais fora do distrito.

1.4. Objectivos
1.4.1. Geral

Analisar a problemática de crescimento Demográfico e desafios criado ao sector de transporte na


Vila Municipal do Distrito de Marromeu.

1.4.2. Especificos
 Descrever o crescimento demografico da vila sede do distrito de Marromeu;
 Identificar os desafios criado ao sector de transporte na Vila Municipal do Distrito de
Marromeu.

1.5. Hipóteses principal

Os desafios criado ao sector de transporte na Vila Municipal do Distrito de Marromeu por um


lado tem haver com o crescimento demográfico e por outro lado com as condicoes precárias da
via rodoviária de acesso ao distrito.
1.5.1. Hipoteses Secundárias
 Será que o crescimento demográfico na vila sede de Marromeu faz com que haja muita
demanda no sector de transporte.
 Os condições precárias da estrada que da acesso a vila sede do distrito de Marromeu é o
principal factor de desafios no sector de transporte.

1.6. Delimitação do estudo

A pesquisa com tema: A problemática de crescimento Demográfico nas princípais cidades ou


vilas em Moçambique e desafios criado ao sector de transporte – Estudo de caso na Vila
Municipal do Distrito de Marromeu.

Será feito no distrito de Marromeu na vila sede, situa-se na província do Sofala tendo como
limites as margens do Rio Zambeze, a leste; a Sul o distrito de Cheringoma; a Oeste, o rio
Cúncue; e a Norte o posto administrativo de Chupanga. Com uma superfície de 144 km 2, a vila
está estruturada em 7 bairros.
Capitulo II:
2. Fundamentação Teórica
2.1. Demografia

A demografia, a ciência da população interessa-se pelas dinâmicas do crescimento demográfico e


procura analisar as transformações do tamanho, composição e estrutura da população. Nesse
contexto, os demógrafos criaram e desenvolveram as teorias de transição demográfica. De
acordo com estas teorias, no processo da sua evolução, as sociedades passam de um regime de
elevada natalidade e mortalidade para um outro onde ambas taxas de natalidade e mortalidade
são baixas.

2.2. Crescimento Populacional


O Crescimento populacional é caracterizado como o aumento do número de habitantes no
planeta. Esse fenómeno é consequência do crescimento vegetativo, obtido através do saldo entre
as taxas de natalidade (nascimentos) e de mortalidade (mortes). Quando a taxa de natalidade é
superior à taxa de mortalidade, temos um crescimento vegetativo positivo, caso contrário, a taxa
é negativa. Somente no final do século XVII e início do século XVIII, o crescimento
populacional no mundo se intensificou, visto que antes desse período a expectativa de vida era
muito baixa, fato que elevava as taxas de mortalidade.

2.3. Explosão Demográfica


Explosão demográfica : é o aumento elevado e repentino da população de seres humanos. É
frequentemente associada a avanços tecnológicos, tendo a maior delas ocorrido no século XX da
era cristã.O aumento brusco da população leva a um aumento também brusco do território
ocupado, e tem alguns efeitos ambientais e económico-sociais catastróficos, daí a comparação
com uma explosão.
2.3.1. As Consequências da Explosão Demográfica Mundial sobre o Meio
Ambiente
Os dados apontados à verificação das consequências do crescimento demográfico mundial são
alarmantes. Revelam as pesquisas que o crescimento da população mundial deverá permanecer
em crescente evolução até o ano de 2050, quando as projecções são de que a população mundial
possa atingir a marca de 11 biliões de habitantes (COHEN, 2005, p. 43)
Essas consequências do crescimento populacional já estão sendo sofridas pela humanidade
actualmente e sobretudo pela natureza. A retirada de matéria-prima do meio ambiente
desencadeou uma grave crise ecológica promovida por conta do crescimento da população
mundial. Nesse sentido, LEFF (2001, p. 296), assevera que “a crise actual foi concebida em
diversos círculos científicos e académicos, no discurso político e na prática ecologista, como um
problema de desajuste entre uma crescente população humana e os recursos limitados do
planeta”. O crescimento demográfico atingiu sobremaneira o ambiente natural, fazendo com que
inúmeras espécimes animais desaparecessem e outras tantas ficassem ameaçadas de extinção. O
homem por onde passa destrói e polui o meio ambiente.
Contextualizando o que acima foi exposto, a explosão demográfica é sem dúvida, factor
relevante para o desencadeamento da crise ecológica mundial.
Ou seja, trás seus efeitos no meio ambiente através da degradação ambiental pelo desmatamento,
desertificação, erosão do solo e outros factores que serão analisados.
No que concerne ao desflorestamento, o mundo assistiu a uma assustadora destruição das
florestas mundiais, sobretudo aquelas situadas em países tropicais. Dados revelam que países que
detém o maior número de elevação na população, chegam ao desflorestamento de 0,6% das áreas
tropicais a cada ano. Parafraseando CORSON (2002, p. 28), tem-se que na África Ocidental, por
exemplo, a área desmatada é de 3,4% considerando o crescimento populacional de 2,9% a cada
ano.
2.4. Problemas Demográficos
Se analisarmos o crescimento populacional mundial, observa-se que o acréscimo da população
mundial passou justamente a dar-se após o período de revolução industrial, sendo que os índices
de duplicação dessa população total acentuaram ainda mais no século XX. Esse crescimento
populacional deu-se por vários factores, dentre eles os avanços da medicina, da produção de
alimentos, da melhora das condições de higiene, dentre outros factores que buscam explicar esse
fenómeno.
Portanto, partindo de uma análise histórica acerca do crescimento populacional, facilmente
percebe-se que esse passou a ser vastamente incrementado no mundo a partir da revolução
industrial, pelos motivos mencionados acima.
2.4.1. Consequências da explosão demográfica mundial sobre o meio ambiente
Os dados apontados à verificação das consequências do crescimento demográfico mundial são
alarmantes. Revelam as pesquisas que o crescimento da população mundial deverá permanecer
em crescente evolução até o ano de 2050, quando as projecções são de que a população mundial
possa atingir a marca de 11 biliões de habitantes. Essas consequências do crescimento
populacional já estão a ser sofridas pela humanidade actualmente e sobretudo pela natureza. A
retirada de matéria-prima do meio ambiente desencadeou uma grave crise ecológica
promovida por conta do crescimento da população mundial. O crescimento demográfico atingiu
demasiado o ambiente natural, fazendo com que inúmeras espécies animais desaparecessem e
outras tantas ficassem ameaçadas de extinção. O Homem por onde passa destrói e polui o meio
ambiente. No que concerne ao desflorestamento, o mundo assistiu a uma assustadora destruição
das florestas mundiais, sobretudo aquelas situadas em países tropicais. Dados revelam que países
que detêm o maior numero de elevação na população, chegam ao desflorestamento de 0,6% das
áreas tropicais a cada ano. Já no que se refere aos impactos causados pela população mundial
quanto a desertificação, é de ser esclarecido que o crescimento da população tem grande parcela
de ónus neste processo. Isso porque, as actividades agrícolas são factores que contribuem à
formação de desertos, principalmente pelas práticas de pastoreio, em que inicialmente é realizado
desmatamento para posterior exploração do solo. O contexto actual dos modelos agrícolas
somente serviram para propiciar uma destruição ainda maior da natureza em face da
mecanização agrícola que possui a necessidade de aumentar a produção em face do alto número
de habitantes existentes no planeta e que precisam de alimentos para se manterem. Fungicidas,
pesticidas, herbicidas, produtos fitossanitários, adubos diversos e máquinas pesadas são
actualmente os instrumentos de uma agricultura conquistadora de altos rendimentos por hectare e
geradora de poluições particularmente perversas que juntam os seus efeitos directos
(empobrecimento e erosão do solo, destruição dos relevos naturais, poluição das águas de
superfície e dos lençóis freáticos) a efeitos indirectos, tais como a perda da diversidade genética
de muitas espécies vegetais e animais.
Observando ainda a questão relacionada a agricultura, é necessário alertar que esta é responsável
não somente pelo desencadeamento de perda da diversidade de espécies ou pela destruição das
paisagens e relevos naturais, mas também pelo aumento dos desertos em face do uso
irresponsável dos solos através das monoculturas que retiram as suas propriedades, fazendo com
que outros problemas decorram deste uso indevido do solo pelos modelos agrícolas modernos.
Outro factor relacionado ao tema é o da explosão da área das cidades e seus reflexos negativos.

2.5. O que é transporte ?


De aordo com Silva et al, a palavra transporte tem origem no latim e significa mudança de
lugar.
Assim, transportar é conduzir, levar pessoas ou cargas de um lugar para outro.
Para Monterey, Transporte é meio de translação de pessoas ou bens a partir de um lugar para
outro. O tal meio pode ser bicicleta, carro, barco e avião.
2.5.1. Influências das condições naturais sobre os transportes

De acordo com Juliano (2011), muitas limitações condicionavam os primeiros sistemas de


transportes. Além das dificuldades naturais, com os caminhos intransitáveis em determinados
períodos do ano, a navegação fluvial ou marítima tinha de escolher as melhores épocas para os
seus carregamentos.
Os transportes terrestres, sobretudo as rodovias, em períodos chuvosos, as vias tornam – se
intransitáveis. Enquanto que os transportes aquáticos (barcos à vela), seguem direcção dos
ventos, e os transportes aéreos são influenciados pelas condições de mau tempo.
2.5.2. Evolução do homem em relação aos transportes terrestres
2.5.2.1. Rodoviário
Rodoviário: também é uma forma de transporte terrestre, sendo responsável pelo transporte de
pessoas e mercadorias em carros, caminhões ou ônibus, que se deslocam em ruas, rodovias ou
estradas.
Desde os primeiros tempos da sua existência que o homem reconheceu a necessidade de se
deslocar entre variados lugares.
Durante séculos, os tradicionais meios de transporte usavam como principal forma de deslocação
a tracção animal.
Com a evolução natural, necessitou de meios que lhe permitissem deslocar-se entre dois lugares
de forma cada vez mais rápida.
Graças à revolução industrial, surgem os primeiros engenhos com motores a vapor.
Com a invenção de Rudolf Diesel, os motores de explosão, deu-se um enorme incremento no
transporte rodoviário.
Com o desenvolvimento da rede de estradas, os transportes rodoviários de passageiros
começaram a ganhar terreno face ao seu mais directo concorrente, o comboio.
Hoje em dia, com uma rede de auto-estradas bastante desenvolvida, as redes de transportes
rodoviários chegam a todos os pontos do país.

2.5.2.2. Transporte Ferroviário

É uma modalidade de transporte terrestre, em que o deslocamento é feito em trens que se movem
sobre trilhos. Ele é muito vantajoso para o transporte de cargas pesadas, sobretudo de matérias-
primas.
2.6. Mobilidade
O conceito de mobilidade é na maioria das vezes confundido com acessibilidade. Sendo que,
apesar de se parecer tratar da mesma coisa são realidades diferentes. Neste ponto é abordada a
mobilidade e no ponto seguinte fala-se da acessibilidade. Alves e Júnior (s.d, p. 4) referem que o
conceito de mobilidade está relacionado com os deslocamentos diários (viagens) de pessoas no
espaço urbano. Não apenas a sua efetiva ocorrência, mas também a facilidade e a possibilidade
de ocorrência.
Para Brandão (2012), “a noção de mobilidade está relacionada com o grau de liberdade com que
nos podemos movimentar em determinado espaço (capacidade de deslocação); é assim um
conceito que traduz o modo e a intensidade em que se desloca”, e que está na base da construção
de sistemas urbanos, com três subsistemas principais (transporte público, transporte individual e
deslocação pedonal). Para muitos autores, como Alves e Júnior (s.a.) Teles et al., (2013) falar de
mobilidade é falar de fluxos de movimentos e fluxos, é desencadear em cada um de nós, uma
forma diferente de abordagem, é definir conceitos diversos, é participar num processo de
conhecimento multifacetado, ou não fosse este ser um dos temas de maior transversalidade
disciplinar, é compreender as novas realidades urbanas e sociais, é incluir nessa representação de
fluxos, as formas e modos de ir de um lugar a outro, é saber quem os faz, quais os motivos e
quando são feitos, é perceber os novos ritmos de vida que hoje desenham os territórios (sociais)
da mobilidade.
2.7. A acessibilidade

O termo acessibilidade etimologicamente deriva do latim accessiblitas, que significa “livre


acesso, possibilidade de aproximação” (Houaiss, 2001). Para Magalhães et al (2013) deve-se
entender que o conceito de acessibilidade não está limitado apenas às pessoas que apresentam
algum tipo de limitação de movimento, e sim, aquelas pessoas que não possuem acesso ou
apresentam restrições às infraestruturas urbanas no sistema viário (ausência de calçadas ou essas
estão em condições precárias, vias em péssimas condições de operação, falta de segurança para
os deslocamentos a pé ou por bicicleta, aumento do risco de acidentes de trânsito) e no transporte
público (linhas deficientes, tarifas elevadas, operação precária, veículos velhos, etc.). Um meio
acessível representa um elemento muito importante, base para o funcionamento e
desenvolvimento de uma sociedade baseada nos direitos à igualdade, facultando aos seus
cidadãos autonomia e meios para a prossecução de uma vida social e económica, dinâmica e
ativa. Constitui a base de uma sociedade inclusiva, com base na não discriminação. Uma
sociedade acessível assenta na diversidade, que obriga a construção de um meio físico sem
barreiras e que não crie deficiências e incapacidades. Para o Conceito Europeu de Acessibilidade
(CEA, 2003) a acessibilidade é uma preocupação de todos, não só de uma minoria com
necessidades especiais. Assim como a mobilidade, a acessibilidade também comporta muitas
definições e de diferentes autores mas, também, é muitas vezes confundida com a mobilidade.
Contudo Júnior (2000), citado por Alves, ( s.a., p. 6) “acessibilidade pode ser entendida como
sendo a distância percorrida por um indivíduo, ou usuário, para utilizar o transporte a fim de
realizar uma determinada viagem, que compreende distância da origem da viagem até o local de
embarque e, do local de embarque até o destino final”. Enquanto Brandão (Teles 2005) defende
que “ acessibilidade é a facilidade com que podemos circular numa área e aceder a determinado
lugar ou equipamento. Incluindo os idosos, os deficientes, aqueles com carrinhos de bebé ou que
transportam bagagens, pressupõe uma adequação específica aos diferentes utilizadores e
conectividade intensa com os demais elementos pertencentes ao mesmo sistema, considerando as
variáveis: tempo, custo, modo de transporte e conforto. A acessibilidade é geralmente medida
pelo tempo necessário para uma determinada deslocação”.
Capitulo III
3. Metodologias de Estudo

3.1. Método Qualitativo


Preocupa-se em analisar e interpretar os dados em seu conteúdo psicossocial. Considera que há
uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o
mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. Na pesquisa
qualitativa, a interpretação dos fenômenos e a atribuição de significados são fundamentais. É
descritiva e não requer utilização de métodos e técnicas estatísticas. O pesquisador, considerado
instrumento chave, tende a analisar seus dados indutivamente, no ambiente natural. O processo e
seu significado são os focos principais de abordagem.

3.2. Pesquisa bibliográfica


Segundo (LAKATOS 1991:98) abrange toda literatura já tornada publica em relação ao tema em
estudo.

A pesquisa bibliográfica consistira basicamente na recolha de informações sobre o crescimento


demografico e desafios no sector de transporte. Estas informações deverão ser adquiridas em
artigos científicos, livros e publicações da internet.

3.3. Método de observação


Este método é uma técnica de colecta de dados para conseguir informações e utilizar na
obtenção de determinados aspectos da realidade (LAKATOS-1991:98). Pois, para este projecto
de pesquisa vai impulsionar na observação directa da problemática.
Capitulo IV

4. Apresentação e análise de dados

De acordo com dados do Censo Populacional e da Habitação de 2007, apurados pelo Instituto
Nacional de Estatística (INE), a vila de Marromeu tem cerca de 52.000 habitantes, isso mostra
que houve um crescimento populacional na Vila sede de Marromeu, porém, a população de
Marromeu, depende, em grande parte, das actividades agrícolas da monocultura da cana de
sacarina. Um grande complexo industrial açucareiro, a Companhia de Sena, emprega quase um
terço das famílias residentes na vila e limítrofes e marca o ritmo económico da vila, dinamizado
recentemente com a abertura da linha férrea que estabelece a ligação com a Cidade da Beira.

O transporte rodoviário de passageiro em Marromeu é praticamente excasso, a população muitas


das vezes para deslocar para outro ponto fora do distrito recorrem aos transportes de caixa aberta
de particulares usados para o transporte de produtos comerciais do Distrito de Caia para
Marromeu e Vice -Versa.

Para a circulação interna, de localidade para localidade, os municipes recorrem ao transporte


motorizado e bicicletas, cujos os valores cobrados para o deslocamento são elevados isso devido
as condições de via de acesso e quando chove, todo o distrito fica praticamente intransitavel
porque a terra é argilosa e faz muita lama, dificultando o transporte de pessoas e outros bens por
via rodoviária.

A pandemia da COVID-19 trouxe muitos desafios no sector de transporte em Marromeu, quando


em 2019 á 2021, o transporte ferroviário foi interropido, o único meio pelo qual a população
recorria para viajar a vários destinos, principalmente para a cidade da Beira.

Durante esse período, os transportes de passageiro procuraram fazer o transporte de pessoas e


outros bens, mais devido as condições da estrada levavam entre dois (2) a três dias da cidade da
Beira a Marromeu.
Capitulo V

5. Discussão de dados

De acordo com os dados do INE, em 2016, foi estimado um número de 26 milhões de habitantes
(16 milhões em 1997), facto que revela um crescimento demográfico de cerca de 64% desde
1997 até 2016.
A população, como podemos observar, tem uma distribuição relativamente uniforme ao nível da
maioria das províncias, excetuando Zambézia e Nampula que são as províncias mais populosas.
Os indicadores demográficos do INE revelam que a população do país é bastante jovem, mais de
metade da população (64,5%) tem uma idade inferior a 25 anos, sendo de apenas 3% a população
com 65 ou mais anos de idade.
A esperança de vida passou de 52 anos em 2009 para 54,1 anos em 2016. O nível educacional é
ainda baixo, agravando-se nas zonas rurais. A taxa de alfabetização situa-se em 55%, sendo mais
elevada nas faixas etárias mais jovens e relativamente aos homens. A população é
predominantemente rural e a grande maioria da população ativa (75,2% em 2007) está ligada às
atividades agrícolas, pecuárias, caça, pesca e silvicultura.
O Distrito de Marromeu nos ultimos anos tem registrado um crescimento rapido da popolução. O
Crescimento populacional é caracterizado como o aumento do número de habitantes no Distrito.
Esse fenómeno é consequência do crescimento vegetativo, obtido através do saldo entre as taxas
de natalidade (nascimentos) e de mortalidade (mortes). Quando a taxa de natalidade é superior à
taxa de mortalidade, temos um crescimento vegetativo positivo, caso contrário, a taxa é negativa.
Porem, esse crescimento populacional trouxe consigo enumeros desafios no sector de
Transportes . As pessimas condições da estrada que da acesso a Distrito de Marromeu
influenciou e continua a ser um grande desafio para o secto de transporte a nivel do distrito. De
acordo com Juliano (2011), muitas limitações condicionavam os primeiros sistemas de
transportes. Além das dificuldades naturais, com os caminhos intransitáveis em determinados
períodos do ano,os transportes terrestres, sobretudo as rodovias, em períodos chuvosos, as vias
tornam – se intransitáveis.
É uma modalidade de transporte terrestre, em que o deslocamento é feito em trens que se movem
sobre trilhos. Ele é muito vantajoso para o transporte de cargas pesadas, sobretudo de matérias-
primas.
Capitulo VI:
6. Conclusão

Feito o trabalho, conclui-se que a vila de Marromeu tem cerca de 52.000 habitantes, isso mostra
que houve um crescimento populacional na Vila sede de Marromeu, porém, a população de
Marromeu, depende, em grande parte, das actividades agrícolas da monocultura da cana de
sacarina. Um grande complexo industrial açucareiro, a Companhia de Sena, emprega quase um
terço das famílias residentes na vila e limítrofes e marca o ritmo económico da vila, dinamizado
recentemente com a abertura da linha férrea que estabelece a ligação com a Cidade da Beira

Porem, esse crescimento populacional trouxe consigo enumeros desafios no sector de


Transportes . As pessimas condições da estrada que da acesso a Distrito de Marromeu
influenciou e continua a ser um grande desafio para o secto de transporte a nivel do distrito. O
transporte rodoviário de passageiro em Marromeu é praticamente excasso, a população muitas
das vezes para deslocar para outro ponto fora do distrito recorrem aos transportes de caixa aberta
de particulares usados para o transporte de produtos comerciais do Distrito de Caia para
Marromeu e Vice -Versa. Além das dificuldades naturais, com os caminhos intransitáveis em
determinados períodos do ano,os transportes terrestres, sobretudo as rodovias, em períodos
chuvosos, as vias tornam – se intransitáveis.
Referências Bibliográficas
Manual de Curso de licenciatura em Ensino de Geografia. Geografia da População e
Povoamentos-3º ano.
JULIANO, kim (2011). Condições naturais e satisfação do cliente. Disponível em:
http://g1.globo.com/rio-dejaneiro/ noticia/2011/05/passageiros-esperam-mais-de-5- horas-por-
voos-no-santos-dumont.html
BARAT, Josef (1972). Corredores de transporte e desenvolvimento regional

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