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UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA - LICENCIATURA

ROGÉRIO COSTA DA PAIXÃO

PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR – PCC


GESTÃO ESCOLAR: TEORIA E PRÁTICA

Local
2022
SUMÁRIO

1.INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 3

2. DESENVOLVIMENTO .................................................................................................................... 3

2.1 TEXTO I ...................................................................................................................................... 3

2.2 META 4........................................................................................................................................ 4

2.3 TEXTO II ..................................................................................................................................... 4

2.4 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI).......................................... 4

2.5 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI) EM NOVA IGUAÇU ..... 5

2.6 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL ESCOLA MUNICIPAL MENINOS DE DEUS ............ 8

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................................ 9

4. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................... 10
1.INTRODUÇÃO

Este trabalho tem a finalidade de apresentar Prática como Componente Curricular da Disciplina
Gestão Escolar: Teoria e Prática. A disciplina tem como objetivo promover a observância da prática
profissional crítica com o intuito de unir as teorias do curso e o cotidiano de um ambiente educativo,
propondo maior contato com a equipe gestora para promover uma visão prática da realidade da gestão
escolar, objetivando contribuir para a formação de futuros professores com maior capacidade para
analisar as questões que se apresentam no cotidiano da gestão escolar em toda sua complexidade.
Cabe, então, aqui uma diferenciação entre gestão escolar e gestão educacional. Para Lück (2006)

A gestão educacional corresponde à área de atuação responsável por estabelecer


o direcionamento e a mobilização capazes de sustentar e dinamizar o modo de
ser e de fazer dos sistemas de ensino e das escolas, para realizar ações conjuntas,
associadas e articuladas, visando o objetivo comum da qualidade do ensino e
seus resultados. Objetiva promover a organização, a mobilização e a articulação
de todas as condições estruturais, funcionais, materiais e humanas necessárias
para garantir o avanço dos processos socioeducacionais (p. 25-26).

Para compor esta atividade, foi realizado um breve estudo da política pública implementada
pela cidade de Nova Iguaçu, nominada como Planejamento Educacional Individualizado (PEI), na
unidade educacional Escola Municipal Meninos de Deus, localizada na cidade já citada, situada na
Rua Carlos Ribeiro Costa, 112, bairro da Prata. As informações foram fornecidas pelos elementos da
equipe gestora desta unidade, assim como as observações das práticas, fazendo um paralelo com o
conhecimento teórico. Esta atividade está organizada em torno das questões já propostas e das
informações dadas sobre a política pública implementada na unidade educacional citada. Tal
conhecido pode ser afirmado como um período que contribuiu de maneira muito positiva o
desenvolvimento da prática do profissional que aqui escreve.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 TEXTO I

O Plano Nacional de Educação (PNE) 2014–2024 busca, predominantemente em sua Meta 4,


universalizar o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação de preferência na rede regular de ensino. Os
resultados da Meta revelaram, em diferentes faixas etárias, discrepâncias no acesso e na taxa de
escolarização, de alfabetização e de analfabetismo entre a população com e sem deficiência. As
diferenças observadas se acentuam na população com deficiência intelectual e motora. Tais dados
corroboram a necessidade de reconstrução do modelo educativo escolar para a efetiva inclusão de
pessoas com deficiência.

2.2 META 4

Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos


globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao
atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia
de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços
especializados, públicos ou conveniados

2.3 TEXTO II

A educação especial na perspectiva da inclusão concebe o espaço escolar como ambiente de


realização de propostas à luz da igualdade, no qual todos têm assegurado o direito de aprender,
considerando-se as especificidades dos sujeitos, projetando-se atendimentos adequados às
necessidades motoras, visuais, linguísticas e cognitivas dos alunos matriculados na escola regular.

2.4 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI)

O Plano de Ensino Individual (PEI) é um instrumento do planejamento pedagógico a ser realizado


pelo professor regente, com o suporte dos professores do SAEE (Serviço de Atendimento Educacional
Especializado) e do SAEE-BS (Serviço de Atendimento Educacional Especializado Bilíngue de
Surdos), e se refere às adaptações feitas para que seja garantida a qualidade na formação escolar,
atinente às singularidades dos educandos. O PEI deve ser estruturado a partir da observação e
articulação entre conteúdos, processos e produtos que garantam a acessibilidade curricular e a equidade
nas oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento (BRASIL, 2020. p. 72).
Devido à necessidade de observar tempos pedagógicos diferenciados, o professor da classe
especializada pode flexibilizar aspectos no planejamento e na organização das atividades curriculares
de cada estudante, estendendo ou abreviando os prazos previstos no plano didático, de acordo com o
percurso escolar (ibidem).
Os educandos matriculados em classes especializadas devem ser avaliados periodicamente por
equipe multidisciplinar e equipe escolar, com o acompanhamento e a participação da família. Esse
processo de avaliação deve servir tanto para o acompanhamento dos avanços dos educandos, quanto
para o estudo de suas condições de aprendizagem com vistas à inserção ou reinserção em classes
regulares inclusivas; para reclassificação escolar ou aceleração de estudos, de acordo com o
aproveitamento efetivo no processo de ensino-aprendizagem (ibidem).

2.5 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI) EM NOVA IGUAÇU

A rede municipal de ensino de Nova Iguaçu, segundo dados fornecidos pela Secretaria
Municipal de Educação (SEMED/NI), presta serviços a cerca de 61.139 (sessenta e um mil, cento e
trinta e nove) alunos no Ensino Fundamental, em 134 (cento e trinta e quatro) instituições de ensino,
que estão distribuídas em 116 (cento e dezesseis) escolas de ensino fundamental e 18 (dezoito) creches,
mais conhecidas como Escolas Municipais de Educação Infantil. A Educação Especial foi instituída
pelo município em 2003, a partir da criação de um setor específico na Secretaria Municipal de
Educação- SEMED, para lidar com os temas relacionados ao atendimento e inclusão, em sua rede
regular, de pessoas com necessidades educacionais especiais. Antes da instituição destes
procedimentos específicos na rede municipal, estes alunos eram conduzidos à escolas da rede estadual
de educação, a fim de receberem atendimento educacional especializado. Com a instituição, em 2008,
do Sistema Municipal de Educação, através da Lei nº 3.881, ocorreu o início da normatização da
Educação Especial (NOVA IGUAÇU, 2008).
Os artigos 24 e 25 da lei supracitada tratam sobre como entendimento do município as
demandas Educação Especial é realizado, definindo-a como modalidade de ensino. Abaixo se reproduz
os artigos citados, primeiro o artigo 24:
Entende-se por Educação Especial, para efeitos desta Lei, a modalidade
de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para
educandos com necessidades especiais.
§1º. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na
escola regular, para atender às peculiaridades;
§2º. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou
serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos
alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

E, continuando, no artigo 25

O sistema de educação assegurará aos educandos com necessidades especiais:


I. currículo, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica,
para atender às suas necessidades;
II. terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido
para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e
aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar, para os
superdotados;
III. professores com especialização adequada, bem como professores de ensino
regular capacitados para a integração desses a educandos nas classes comuns.
IV. acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares
disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.

Atualmente, a estrutura oferecida para a escolarização desses alunos conta com as seguintes
modalidades de atendimento: classes 77 especiais, classe hospitalar, núcleo de cegueira, polo de
surdez, salas de recursos multifuncionais, professores itinerantes e núcleos de apoio à inclusão. O
quadro a seguir explica cada uma das modalidades citadas:

Modalidade de Atendimento Descrição


Classes Especiais As classes funcionam com um número reduzido
de alunos e com professores especializados,
dentro de escolas regulares. O trabalho é voltado
aos alunos com alguma necessidade educacional
especial específica. O mesmo se aplica as classes
de ensino de jovens e adultos (EJA) especiais.
Classe Hospitalar Tem como objetivo dar continuidade ao ensino
de crianças e adolescentes internados em
unidades hospitalares estaduais presentes no
município, como o Hospital Geral da Posse, em
convênio com a SEMED/NI.
Núcleo de cegueira Esses espaços funcionam em quatro unidades
escolares, com o objetivo de atender aos alunos
com deficiência visual e fornecimento de suporte
aos professores que com eles atuam.
Polo de Surdez O pólo de surdez conta com professores de
Português-Libras, turmas multisseriadas e salas
de recursos Português-Libras, para o
atendimento, fora das escolas, aos alunos com
deficiência auditiva matriculados na rede
municipal de ensino de Nova Iguaçu.
Salas de Recursos Multifuncionais Estas salas, em número de cento e vinte e nove,
funcionam em sessenta e seis escolas da rede, e
seu objetivo é oferecer um ensino especializado
aos alunos de acordo com as suas necessidades
educacionais especiais.
Professores Itinerantes São professores especializados, que trabalham
em regime de visitação às escolas da rede,
oferecendo suporte aos alunos com necessidades
educacionais especiais e prestando orientação ao
professor regente e à equipe pedagógica.
Núcleos de Apoio à Inclusão O trabalho desenvolvido nestes locais
caracteriza-se pela multidisciplinaridade, a fim
de atender às necessidades de alunos que estejam
incluídos na rede, estão localizados nas Unidades
Regionais de Governo (URG) de Austin e
Centro.
Fonte: Dados fornecidos pela Secretaria Municipal de Educação SEMED/NI- Departamento de Educação Inclusiva (2015).

Dessa maneira, procede o arcabouço legal para universalizar o atendimento escolar aos
estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento na rede municipal de Nova
Iguaçu. Sobre as questões relativas à superdotação e altas habilidade, essa rede, através da Resolução
SEMED/NI nº 009 de 02 de dezembro de 2020, fixa normas para o processo destinados aos alunos
compreendidos nessas categorias citadas. A Resolução é composta de 12 (doze) artigos que dispõem
sobre a identificação desses alunos, seu acompanhamento educacional, sua inclusão e formação dos
professores que atuem durante esse processo. Cabendo a unidade escolar, no seu artigo 11:

I – Identificar os alunos com altas habilidades ou superdotação através das


avaliações de desempenho e pedagógica, com base na lista de indicadores de
altas habilidades ou superdotação;
II – Após identificação do aluno com altas habilidades ou superdotação, de
forma imediata, deverá ocorrer a comunicação junto à família do mesmo, para
as devidas orientações;
III – informar a matrícula dos alunos com altas habilidades ou superdotação no
Sistema do Cadastro Nacional e Municipal;
IV– Garantir ao Conselho de Classe a elaboração de parecer conclusivo que
deverá ser apresentado à direção da unidade escolar para manifestação e
aprovação da própria escola, do responsável pela Gerência da Educação
Especial Inclusiva e da Supervisão Escolar, para fins de escrituração, com
homologação da Secretaria Municipal de Educação;
V – Matricular o aluno acelerado no ano de escolaridade indicado no parecer
devidamente homologado pela Secretária Municipal de Educação, em até, no
máximo, 10 (dez) dias úteis após a conclusão do processo de avaliação;
VI - Atualizar os dados no Sistema de Cadastro de Alunos do Município, bem
como no Cadastro Nacional de Alunos com altas habilidades ou superdotação.
Mediante a efetivação de aceleração; Parágrafo único – Tanto os profissionais
quanto as famílias dos alunos com altas habilidades ou superdotação, deverão
acompanhar todo o processo pedagógico desenvolvido junto ao mesmo.

E as equipes da Secretaria Municipal de Educação cabem, segundo o artigo 12:


I – Orientar e acompanhar o processo de atendimento educacional e regularizar
a vida escolar do aluno com altas habilidades e superdotação;
II – Acompanhar e orientar os estabelecimentos de ensino a fim de aplicar as
diretrizes constantes na presente resolução.
III - examinar e deliberar os casos não previstos na presente resolução.

2.6 PLANEJAMENTO EDUCACIONAL ESCOLA MUNICIPAL MENINOS DE DEUS

Os dados abaixo foram fornecidos pela professora Selma Moura Sobrinho, professora de
Matemática das turmas de 7º, 8º e 9º anos de Escola Municipal Meninos de Deus, uma escola pública
em Nova Iguaçu/RJ, bairro Prata e essa escola oferece educação especial, ensino fundamental, ensino
fundamental - anos finais 6ᵒ ao 9ᵒ e ensino fundamental - anos iniciais 1ᵒ ao 5ᵒ. Localizada na Rua
Carlos Ribeiro Costa, 112, possui aparelho de dvd, banda larga, copiadora, cozinha, impressora,
internet, quadra de esportes, sala da diretoria, sala de leitura, sala de professores, banheiros e outras
dependências
O que condiciona a inclusão de um aluno no PEI nessa unidade é:
• A informação da necessidade especial no ato da matrícula;
• Informação vinculada na transferência entre escolas
O PEI é o relatório anual de acompanhamento do desenvolvimento do aluno na escola,
considerando aspectos cognitivos, psicomotores e atitudinais. Quando no preenchimento do PEI os
professores descrevem as atividades propostas em acordo com as necessidades individuais de cada
estudante e realizadas pelos alunos com suas considerações. No geral, os alunos têm promoção
automática amparada por determinações do próprio Ministério da Educação e Cultura (MEC)
Nas turmas de 7°, 8° e 9° ano, do corrente ano de 2022, há 6 alunos em acompanhamento, o que
corresponde a 4%. Uma avaliação apurada do programa dependerá de uma série histórica,
especialmente devido aos 2 últimos anos terem sido período de pandemia, uma avaliação especifica
do programa fica comprometida.
Quanto aos aspectos negativos, apontamos a dificuldade dos professores em elaborar e
acompanhar atividades diferenciadas, o que é minimizado através de trocas de experiências e
capacitações no tema. Quanto aos aspectos positivos, destacamos o instrumento em si (o plano), com
suas possibilidades de acolher a necessidade do aluno de modo singular e adaptado as suas
características. Uma outra dificuldade é que a carga horária regular e sem um tempo diferenciado para
o planejamento das atividades e a carência de recursos (didáticos e estruturais) para atender as
demandas dos alunos do PEI.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir do material que foi ao longo deste trabalho, se espera que o plano municipal para a
inclusão do município de Nova Iguaçu continue a sua implementação, sendo avaliado e acompanhado
de perto pela sociedade civil local, qualificando ainda mais essas políticas de educação inclusiva e o
ensino público na região. Todavia, fica mais evidente a necessidade da ampliação do debate para
políticas que politicas como essa garantam, de fato e de direito, o acesso de todos os alunos com e sem
deficiências aos processos de ensino e aprendizagem, a fim de universalizar o que há de melhor na
educação brasileira, como mencionado na meta 4, citada no texto I. Cabe ainda mencionar que os
questões educacionais na microrregião analisada são extensivos às redes educacionais em geral, na sua
dificuldade em universalizar o seu atendimento ao público em geral.
Sendo assim, não basta apenas implementar diretrizes políticas, é preciso também melhorar e
ampliar o investimento financeiro na educação, para que este possa promover a igualdade de
oportunidades no desenvolvimento de seus educandos, como demandada no texto II. Se faz necessário
também ampliar o volume de pesquisas que tratem dos processos de escolarização voltados para os
alunos com deficiências. Não se pode negar os avanços legais e sociais que ocorreram nesses últimos
anos no Brasil, mas ainda há muito que se caminhar até que o país e suas redes de ensino estejam
suficientemente capacitadas para assim garantir mudanças que possam ser sentidas com mais
intensidade no cotidiano de grande parcela da população. Dessa maneira, no que se trata da educação,
a implementação dos Planos Municipais de Educação, que mesmo com um modesto, porém inegável
avanço, se torna muito necessário para o pleno desenvolvimento do potencial do aluno e do seu senso
de dignidade e estima, além da consolidação do respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades
fundamentais e pela diversidade humana, como anunciado na meta já citada.
4. REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação


– Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação. PNEE:


Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida/
Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação – Brasília; MEC. SEMESP. 2020. p. 72.
Disponível em https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/mec-lanca-documento-sobre-
implementacao-da-pnee-1/pnee-2020.pdf . Acesso em 03 de abril de 2022.

MORAES, L. A educação especial no contexto do Plano Nacional de Educação. Brasília, DF: Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2017 (adaptado).

NOVA IGUAÇU. Lei municipal nº 3.881 de 05 de novembro de 2008. Institui o Sistema Municipal
de Educação, 2008.

______________. Resolução SEMED/NI nº 009 de 02 de dezembro de 2020. Disponível em: <


https://www.novaiguacu.rj.gov.br/wp/wp-
content/uploads/2020/12/diariooficial_02_12_2020_16069541907.pdf> . Acesso em 14 de abril de
2022.

SOUSA, I. V. de. Educação especial no Brasil: percursos e avanços. In: SOUSA, I. V. de. (org.).
Educação Inclusiva no Brasil: história, gestão e políticas. Jundiaí: Paco Editorial, 2019, p. 16

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