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9/9/2020 MedQ

UERJ - 2017
1) Homem de 32 anos, com retocolite ulcerativa diagnosticada há oito anos, em tratamento com
mesalamina, comparece para avaliação com hepatologista em razão de elevação persistente dos
níveis séricos de fosfatase alcalina. Nega prurido, mas queixa-se de fadiga e mal-estar geral. O exame
físico é inexpressivo, e o restante das provas bioquímicas hepáticas revelam elevação leve das
aminotransferases e hipoalbuminemia. A colangiopancreatogra a retrógrada endoscópica revela
estenoses localizadas — com curtas dilatações a montante — da árvore biliar intra e extra-hepática. A
pesquisa de ANCA revela-se positiva em padrão "p". A análise histopatológica de fragmento de
biópsia identi ca colangite obliterativa com in ltrado in amatório crônico e brose periductular em
"anel de cebola". O diagnóstico apropriado para o caso é:

A. Granulomatose com poliangeíte restrita ao fígado.


B. Colangite esclerosante primária.
C. Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis.
D. Cirrose biliar primária.

2) Uma paciente jovem queixa-se de fraqueza muscular proximal nos últimos quatro meses. À
avaliação, apresenta fraqueza muscular proximal nos membros superiores (força muscular grau 4-) e
inferiores (força muscular grau 3). À ectoscopia, apresenta pápulas acastanhadas sobre algumas
articulações metacarpofalangeanas das mãos. A dosagem de creatinofosfoquinase (CK-T) revela
níveis superiores a 6.000U/L. É indicada biópsia muscular, que revela in ltrado in amatório
perivascular e perimisial, com evidências de atro a perifascular, o que indica o diagnóstico de:

A. Miopatia dos corpúsculos de inclusão.


B. Doença de Pompe.
C. Dermatomiosite.
D. Polimiosite.

3) Paciente do sexo masculino, 55 anos, apresenta esplenomegalia e pancitopenia, com intensa


monocitopenia. O sangue periférico revela população monoclonal de linfócitos atípicos, que se coram
à imuno-histoquímica para Fosfatase Ácida Tartarato Resistente (TRAP). O mielograma é seco, mas a
biópsia de medula óssea identi ca a mesma expansão clonal. É iniciado tratamento com cladribina em
função do diagnóstico de:

A. Tricoleucemia.
B. Leucemia linfoblástica.
C. Linfoma angioimunoplástico.
D. Doença de Castleman Multicêntrica.

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4) Uma paciente de 25 anos, com síndrome de Turner e hipertensão arterial sistêmica, apresenta
assimetria de pulsos arteriais nos segmentos corporais, tendo níveis tensionais mais elevados no
membro superior direito e pulsos arteriais nos membros inferiores com amplitude reduzida. A
telerradiogra a de tórax em PA revela "sinal do 3" e erosões unilaterais, apenas à direita, das bordas
inferiores da 3ª à 8ª costelas, posteriormente. Acerca da condição da paciente, é CORRETO a rmar
que o(a):

A. Melhor exame complementar para avaliar a anatomia da aorta descendente é o


ecocardiograma transtorácico.
B. Localização da coarctação da aorta se encontra em posição distal à origem da artéria subclávia
esquerda.
C. Orovalvopatia congênita mais provavelmente associada é a degeneração mixomatosa da valva
mitral.
D. Hipertensão arterial tem relação com ativação do eixo renina-angiotensina-aldosterona.

5) Um paciente de 40 anos apresenta queixa de disfagia de condução intermitente, restrita a sólidos.


Ao exame físico, o estado geral é bom, sem evidências de desnutrição, nem pistas diagnósticas para a
etiologia do quadro. A endoscopia digestiva alta não revela anormalidades estruturais do esôfago,
enquanto o esofagograma contrastado sugere disfagia lusória. Para con rmação do diagnóstico,
deve-se solicitar:

A. Angiotomogra a computadorizada de tórax.


B. Ressonância magnética de encéfalo.
C. Estudo esofagomanométrico.
D. Questionário psicopatológico.

6) Paciente procura assistência médica relatando ter sentido um "estalo na coluna" ao tentar levantar
um refrigerador, sendo diagnosticada lombociatalgia à direita. O exame de ressonância magnética
revela hérnia de disco L5-S1 posterolateral direita. Ao exame neurológico, deve ser observada, à
direita:

A. Incapacidade para andar apoiado nos calcâneos.


B. Espasticidade no trajeto da raiz afetada.
C. Hipoestesia na superfície plantar.
D. Hiporre exia patelar.

7) Paciente de 25 anos, com espondilite anquilosante, relata episódios de "olho vermelho". Queixa-se
de dor ocular à esquerda, de intensidade moderada e severa, fotofobia local e leve diminuição da
acuidade visual. À inspeção simples do olho esquerdo, é possível observar miose e hiperemia
conjuntival predominantemente pericerática, sem secreção ocular. A investigação oftalmológica deve
levar ao diagnóstico de:

A. Glaucoma agudo em ângulo estreito.


B. Retinocoroidite autoimune.
C. Uveíte anterior aguda.
D. Ceratite dendrítica.

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8) Paciente de 58 anos, com hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e


hipercolesterolemia, é admitido na unidade de emergência em função de dor precordial típica
(isquêmica), de forte intensidade, com cerca de 30 minutos de duração. O eletrocardiograma revela
supradesnivelamento do segmento ST nas derivações D2, D3, AVF, V7 e V8, além de imagem em
espelho na parede anterosseptal (V2 a V4). Administrada tenecteplase, não apresenta critérios
compatíveis com reperfusão coronariana. O paciente é tratado de forma conservadora na unidade de
tratamento intensivo. No terceiro dia de evolução, apresenta deterioração hemodinâmica grave, com
hipotensão arterial severa e congestão pulmonar. Um sopro sistólico intenso é audível sobre o
precórdio. A grave deterioração clínica do paciente deve-se à:

A. Rotura de músculo papilar.


B. Rotura de septo interventricular.
C. Insu ciência valvar aórtica aguda.
D. Rotura de parede livre de ventrículo esquerdo.

9) Uma paciente de 47 anos teve o diagnóstico de úlcera péptica gástrica tipo 2, com pesquisa de
Helicobacter pylori positiva, sendo recomendado tratamento com omeprazol, claritromicina e
metronidazol. Cerca de seis semanas depois, ela comparece ao ambulatório para reavaliação,
referindo melhora clínica, mas informa que continua utilizando inibidor de bomba de prótons, em
função da ocorrência intermitente de sintomas de re uxo gastroesofageano. A conduta a ser
instituída, nesse momento, é:

A. Suspender omeprazol, trocando o esquema para ranitidina e bismuto.


B. Manter omeprazol e solicitar nova endoscopia digestiva alta diagnóstica.
C. Manter omeprazol e veri car a erradicação do H. pylori com teste com C¹³.
D. Suspender omeprazol e realizar teste respiratório da ureia após uma semana.

10) Mulher de 78 anos, fumante, com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, foi
internada em unidade de terapia intensiva apresentando dor torácica e hipertensão arterial. Foi feita
investigação diagnóstica, inclusive com cateterismo cardíaco e coronariogra a. Alguns dias após, já na
enfermaria, ela evoluiu com injúria renal aguda. Ao exame físico observa-se livedo reticularis e
cianose xa de dois de seus pododáctilos e, no fundo de olho, foram notados êmbolos de aspecto
amarelado em arteríolas retinianas (placas de Hollenhorst). O hemograma revelou eosino lia. Nesse
caso, a causa mais provável de deterioração da função renal é:

A. Nefrotoxicidade por contraste iodado.


B. Nefrite intersticial aguda por droga.
C. Necrose tubular aguda.
D. Ateroembolismo.

11) Durante a avaliação de um paciente com doença de Parkinson que se queixa de palpitações, é
detectado ritmo cardíaco irregular, sendo suspeitado o diagnóstico de brilação atrial paroxística.
Realizado eletrocardiograma de superfície, há dúvida quanto ao ritmo de base, uma vez que os
tremores em repouso causam um tremulado na linha de base do registro grá co. O dado que
permitiria afastar o diagnóstico de brilação atrial é:

A. Ausência de choque valvar em foco aórtico.


B. Presença de 4ª bulha à ausculta cardíaca.
C. Ausência de onda "a" no pulso venoso.
D. Presença de anisocardios gmia.

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12) Paciente de 53 anos, em avaliação para início de tratamento de hepatite crônica pelo HCV, queixa-
se de bulose cutânea e hipertricose lanuginosa, afetando face e mãos, tendo a forma de pequenas
bolhas e vesículas, que logo se rompem deixando pequenas erosões e crostas. O quadro passou a
ocorrer nas duas últimas semanas, dias após ter sido iniciada terapia de reposição hormonal com
estrógeno sintético, prescrito pelo ginecologista. A de ciência enzimática que justi ca a evolução
atual afeta:

A. Uropor rinogênio descarboxilase.


B. Copropor rinogênio oxidase.
C. Hidrometilbilane sintase.
D. Ferroquelatase.

13) Um paciente crítico de 42 anos, internado na Unidade de Tratamento Intensivo há quatro semanas
por pneumonia comunitária grave que evoluiu com insu ciência respiratória aguda, necessitando
intubação orotraqueal e ventilação mecânica, além da abordagem padrão da sepse, apresenta
gasometria arterial com acidemia metabólica signi cativa. Analisando o quadro, observa-se hiato
aniônico normal (10 mmoI/L). No prontuário, estão registradas diversas complicações apresentadas
durante a internação, destacando-se quadro atual de colite pseudomembranosa, injúria renal aguda
(que exigiu cinco sessões de diálise três semanas antes), quadros recorrentes de síndrome da
resposta in amatória sistêmica e sepse por cateter tratada. A explicação mais provável da acidemia
metabólica apresentada é:

A. Cetoacidose de jejum.
B. Acidose lática decorrente de sepse.
C. Diarreia provocada pelo Clostridium di cile.
D. Acúmulo de ácidos inorgânicos pela injúria renal.

14) Homem de 45 anos é atendido em função da intensa sinovite no joelho direito. Com hipertensão
arterial sistêmica e obesidade centrípeta, relata episódios de podagra. Em função da existência de
danos articulares crônicos e do intenso rubor local, a dúvida diagnóstica reside entre artrite séptica e
artrite gotosa aguda. A investigação complementar permitirá de nir de forma patognomônica o
diagnóstico de gota, caso haja:

A. Cristais com birrefringência negativa, fagocitados por neutró los no líquido sinovial.
B. Contagens de leucócitos polimorfonucleares acima de 50.000/uL no líquido sinovial.
C. Cistos ósseos de paredes nas no osso justa-articular, detectados na radiogra a simples do
esqueleto.
D. Concentrações séricas de ácido úrico em níveis superiores ao percentil 95 da distribuição
populacional.

15) Paciente de 62 anos com diabetes mellitus tipo 2, em tratamento com metformina e glimepirida,
queixa-se de otalgia e diminuição da acuidade auditiva à direita na última semana. Ao exame físico, há
sinais evidentes de otite externa, com intensa dor à compressão do tragus e presença de tecido de
granulação no canal auditivo. A velocidade de hemossedimentação é de 104 mm na 1° hora e a
cintilogra a óssea com tecnécio-99m revela captação do radiotraçador na mastoide direita. O
tratamento da otite desse paciente pode ser feito com:

A. Amoxicilina.
B. Ceftazidima.
C. Vancomicina.
D. Metronidazol.

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16) Após anos da existência de dermatose caracterizada por máculas com aspecto enrugado, tipo
"papel de cigarro", seguidas pelo aparecimento de placas hipercrômicas no dorso, um indivíduo de 58
anos desenvolve eritrodermia esfoliativa difusa. A biópsia de pele revela aglomerados de linfócitos T
CD4+ atípicos na derme e epiderme, sendo estabelecido o diagnóstico de:

A. Histiocitose X.
B. Micose fungoide.
C. Síndrome de Sweet.
D. Imunode ciência comum variável.

17) A maioria dos sarcomas de partes moles que afetam a população adulta é encontrada:

A. No pescoço.
B. No retroperitoneo.
C. Nas extremidades.
D. Na parede torácica.

18) Paciente de 35 anos é atendido no pronto-socorro com ferida incisa no antebraço direito, causada
por acidente com faca. O fato ocorreu há uma hora, tendo sido o ferimento lavado com água corrente
pelo próprio paciente. O exame da lesão mostra ferida incisa de 8 cm de extenção, não revela
contaminação grosseira e envolve pele e subcutâneo. A ferida é suturada usando o de vicril 000 no
tecido subcutâneo e o de nylon mono lamentar 0000 na pele. Espera-se que o processo de
epitelização se inicie no período de:

A. Vinte e quatro horas.


B. Uma semana.
C. Três dias.
D. Um mês.

19) Na avaliação geral de um paciente com queimadura elétrica, deve-se considerar que os tecidos
com menor resistência à corrente elétrica são:

A. Pele e gordura.
B. Ossos e tendões.
C. Músculos e fáscias.
D. Nervos e vasos sanguíneos.

20) Paciente de 62 anos apresenta quadro súbito de dor intensa localizada no andar superior do
abdome, seguida de tentativas recorrentes de vômito, porém com eliminação de pouca quantidade
de secreção gástrica. A palpação abdominal é dolorosa em epigástrio, sem dor à descompressão.
Várias tentativas de introduzir um cateter nasogástrico além do nível inferior do esôfago foram mal-
sucedidas. O diagnóstico mais provável nesse caso é:

A. Volvo gástrico.
B. Esofagite aguda.
C. Úlcera perfurada.
D. Laceração esofagiana.

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21) Paciente do sexo feminino, 33 anos, no sexto mês pós-parto, foi encaminhada ao ambulatório de
cirurgia geral por apresentar tumoração 4 x 4 cm na parede abdominal, sugestiva de tumor desmoide.
Foi indicado tratamento cirúrgico com ressecção ampla da lesão devido ao alto potencial de:

A. Recidiva.
B. Metastização.
C. Invasão local.
D. Contaminação.

22) Paciente do sexo masculino, 55 anos, com história de laparotomia há 15 anos devido à úlcera
péptica perfurada, deu entrada na emergência com quadro de suboclusão intestinal. A radiogra a do
abdome demonstrou distensão de alças do delgado com níveis hidroaéreos, cólon de diâmetro
normal e gás no reto. Além de reposição hidroeletrolítica, a conduta mais adequada, neste momento
é:

A. Clister glicerinado.
B. Aspiração naso gástrica.
C. Laparotomia exploradora.
D. Laparoscopia diagnóstica.

23) O abscesso esplênico é uma condição rara, porém potencialmente fatal. Na maioria das vezes, a
contaminação esplênica se faz pela via:

A. Linfática.
B. Intestinal.
C. Celômica.
D. Hematogênica.

24) Um paciente cirrótico devido a consumo excessivo de álcool deu entrada no ambulatório de
cirurgia apresentando colelitíase associada a crises de cólica biliar. Ao exame, apresentava-se
emagrecido, ictérico (++/4) e sem evidência clínica de ascite. Trouxe exames laboratoriais recentes
que demonstraram albumina sérica = 2,6 g/I; INR = 2,8 e bilirrubina total = 3,4 mg/dl. Diante desse
quadro, espera-se mortalidade cirúrgica com percentual em torno de:

A. 40 a 50.
B. 50 a 60.
C. 60 a 70.
D. 70 a 80.

25) Paciente refere dor constante na região inguinal direita, associada a náuseas nas últimas 24 horas.
Ao exame físico, apresenta tumoração inguinal irredutível, distensão abdominal discreta e irritação
peritoneal. Nessas circunstâncias, a conduta mais indicada consiste em realizar:

A. Cirurgia.
B. Tomogra a computadorizada de abdome.
C. Repouso absoluto e hidratação hidroeletrolítica.
D. Sedação inicial seguida de tentativa de redução da tumoração.

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26) Mulher de 59 anos, branca, queixa-se de dor na barriga há dois meses. A dor era difusa na região
abdominal, tipo cólica e sem atenuantes. No momento, ela apresenta dor na fossa ilíaca esquerda e
hipogástrio, parada de eliminação de gases e fezes e febre com calafrios. Ao exame físico, observou-
se distensão abdominal com peristalse diminuída e descompressão dolorosa na área da dor, sem
massas palpáveis. Foi feito o diagnóstico de diverticulite e, por isso, a cirurgia de Hartmann foi
indicada. Esse procedimento consiste em uma sigmoidectomia e:

A. Anastomose primária.
B. Colostomia de proteção.
C. Colostomia proximal e fechamento do coto distal.
D. Colostomia proximal e realização de fístula mucosa.

27) No sexto dia de pós-operatório, paciente apresenta febre de 38°C, dor e sinais ogísticos na
ferida operatória, com aumento do volume local e utuação. Nesse caso, a primeira medida a ser
tomada deve ser:

A. Manter observação clínica.


B. Colher material para cultura.
C. Realizar desbridamento local.
D. Ministrar antibioticoterapia de amplo espectro.

28) A CONTRAINDICAÇÃO ABSOLUTA para a cirurgia bariátrica ocorre quando o paciente apresenta:

A. Dependência de álcool e drogas.


B. Incapacidade para deambular.
C. Idade superior a 70 anos.
D. Síndrome de Prader-Willi.

29) Mulher de 53 anos foi submetida à paratireoidectomia total com reimplante em membro superior
direito devido a hiperparatireoidismo terciário. O histopatológico evidenciou três glândulas
hiperplasiadas e a quarta glândula era um linfonodo. No segundo mês de pós-operatório, apresentou
elevação do PTH de 61 ng/dl para 123 ng/dl e do cálcio de 9 mcg/dl para 11 mcg/dl. Os exames
complementares e a suspeita diagnóstica que deve ser aventada, respectivamente, são:

A. Cintigra a com MIBI e ultrassonogra a cervical / persistência da doença.


B. PET-scan com 18-FDG e ultrassom endoscópico / recorrência da doença.
C. Tomogra a computadorizada de abdome e raio X de corpo inteiro / síndrome secretiva do
peptídeo Y-Y.
D. Ressonânica magnética de corpo inteiro com contraste gadolíneo e ecocardiograma / síndrome
secretiva de PTH-like.

30) Homem de 34 anos fez uso de anabolizantes para concurso de haltero lismo há cinco anos. Em
consulta atual, apresentou, ao exame físico, massa indolor em hipocôndrio direito e realizou
tomogra a computadorizada de abdome com contraste venoso, o qual evidenciou massa de 12 cm
com captação de contraste periférico assimétrico no segmento posterolateral inferior direito
hepático. O segmento pela classi cação de Couinaud e a hipótese diagnóstica mais provável para esse
caso, respectivamente, são:

A. V / metástese de tumor neuroendócrino.


B. VI / hemangioma.
C. VII / hiperplasia nodular focal.
D. VII / adenoma.

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31) Homem de 45 anos foi submetido à adrenalectomia à direita devido a tumor não funcionante de 7
cm. O histopatológico evidenciou adenocarcinoma metastático. Os sítios primários mais prováveis da
referida metástase são:

A. Estômago e rim .
B. Pulmão e mama.
C. Pâncreas e linfoma.
D. Ovário e melanoma.

32) No segundo dia de pós-operatório, um paciente foi submetido à reabordagem cirúrgica por
deiscência de anastomose intratorácica após ressecção de tumor de junção esofagogástrica. Por isso,
foram realizadas esofagostomia cervical e resseção de segmento anastomosado do tubo alimentar
gástrico, o qual estava isquêmico, com confecção de jejunostomia alimentar e drenagem do tórax
bilateralmente. Os sintomas mais prováveis apresentados por esse paciente e que justi caram a
reabordagem descrita foram:

A. Saída de 400 ml de secreção tipo leite gorduroso pelo dreno de Blake intra-abdominal em 24h,
murmúrio vesicular com estertores crepilantes e macicez à percussão torácica no 1/3 superior
bilateralmente.
B. Dispneia, murmúrio vesicular inaudível e hipertimpanismo à percussão torácica no 1/3 inferior
bilateralmente.
C. Saída de 400 ml de secreção sanguinolenta pelo dreno de Blake intra-abdominal em 24h, dor
torácica e taquicardia.
D. Febre, instabilidade hemodinâmica e en sema subcutâneo cervical/tórax superior.

33) Mulher de 60 anos, na menopausa, apresenta pápulas atró cas esbranquiçadas, que coalescem
em determinadas regiões com formação de placas de "porcelana" e distorcem a anatomia normal.
Após biópsia da área em questão e con rmação da hipótese diagnóstica, o médico deve iniciar o
tratamento com:

A. Metronidazol gel a 0,75%, com aplicação uma vez ao dia, durante uma semana.
B. Clindamicina creme 2%, com aplicação com aplicação uma vez ao dia, durante quatro semanas.
C. Testosterona gel 12,5 mg, com aplicação na lesão duas vezes ao dia, durante uma semana.
D. Propionato de clobetasol a 0,05%, com aplicação na lesão duas vezes ao dia, durante quatro
semanas.

34) Paciente lúpica de 21 anos, com anticorpos antifosfolipídeos positivos, procura o ambulatório
para orientações em relação aos métodos contraceptivos, após ter tido sua primeira gravidez e não
estar mais amamentando. Nesse caso, o médico deve prescrever:

A. Anticoncepcional oral combinado com baixas doses de hormônios.


B. Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel.
C. Anticoncepcional injetável mensal.
D. Anel transvaginal.

35) O primeiro exame a ser solicitado para uma paciente com sangramento uterino anormal no
menacme deve ser:

A. Hemograma completo.
B. TSH e T4 livre sérico.
C. Beta HCG sérico.
D. Coagulograma.

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36) Uma paciente no menacme, com queixa de dismenorreia leve e diagnóstico de endometriose, não
deseja ter mais lhos. Ao exame sico, foi identi cado aumento do volume ovariano que, por
ultrassonogra a, sugere ser um endometrioma de 2 cm. Visando melhorar o sintoma, o médico deve
optar por:

A. Cipionato de testosterona oral.


B. Contraceptivo oral contínuo.
C. Citrato de clomifeno oral.
D. Tibolona oral.

37) Ao ser examinada, paciente apresenta rash eczematoso focal do mamilo direito. Nesse caso, a
principal hipótese diagnóstica é de:

A. Tumor lodes.
B. Fibroadenoma.
C. Doença de Paget.
D. Carcinoma lobular in situ.

38) Paciente de 36 anos, com citologia indicando alterações benignas, queixa-se de desconforto
pélvico e aumento do volume abdominal. A avaliação ultrassonográ ca evidenciou miomatose
múltipla e, por isso, a paciente foi submetida à histerectomia total abdominal, sendo con rmado o
diagnóstico de miomatose uterina pelo exame histopatológico. Nesse caso, a conduta quanto à
realização do exame preventivo (citologia oncótica) é orientar que:

A. Não há mais necessidade de realizar o preventivo.


B. Há necessidade de realizar o preventivo anualmente.
C. Há necessidade realizar o preventivo a cada três anos.
D. Há necessidade realizar o preventivo a cada cinco anos.

39) Paciente de 29 anos de idade, com marido de 36 anos, relatando ciclos menstruais regulares e
frequência de duas relações sexuais por semana, procura o ambulatório de ginecologia referindo
estar tentando engravidar há três anos, sem sucesso. Visando avaliar a principais causas de
infertilidade conjugal, nesta faixa etária, a conduta inicial com esse casal consiste em:

A. Orientar o casal a tentar engravidar por cerca de 12 meses, no mínimo, e a aumentar a


frequência semanal de relações sexuais.
B. Iniciar a investigação de infertilidade conjugal, solicitando espermograma, dosagens hormonais
e histerossalpingogra a.
C. Solicitar dosagens hormonais (FSH, LH estradiol, prolactina e profesterona) e USG transvaginal
seriada.
D. Solicitar espermograma e dosagens hormonais (FSH, LH estradiol, prolactina e progesterona).

40) Paciente de 47 anos procura o ambulatório de ginecologia, referindo amenorreia há 15 meses e


queixando-se de fogachos, dispareunia super cial e ressecamento da pele e vagina. Com a nalidade
de con rmar sua hipótese diagnóstica e iniciar um tratamento efetivo para suas queixas, é necessário
que o médico solicite:

A. Mamogra a, USG mamária e densitometria óssea.


B. Mamogra a, hemograma completo e RNM da sela turca.
C. Dosagens hormonais (FSH, LH, estradiol e prolactina), mamogra a e USG transvaginal.
D. Dosagens hormonais (FSH, LH, estradiol e prolactina), USG mamária e vídeo-histeroscopia
diagnóstica.

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41) Gestante de 20 anos, primigesta, é atendida em consulta pré-natal com 35 semanas de gestação,
assistomática, apresentando PA = 150 x 90 mmHg. Exames laboratoriais de rotina realizados na
véspera indicam hematócrito = 37%; hemoglobina = 11,0 g/dl; plaquetometria = 152.000; TGO = 12;
TGP = 14; LDH = 754; bilirrubina total = 0,5; creatinina = 0,8 e proteinúria de 24 horas = 550 mg.
Ultrassonogra a realizada no mesmo dia indica feto único, cefálico, normodramnia, peso estimado de
2.800 g, placenta corporal anterior grau III, biometria de 35/36 semanas e doppler uxometria com
relação umbílico-cerebral menos que 1,0. A conduta que deve ser adotada, inicialmente, para esse
caso é:

A. Avaliação materno-fetal e acompanhamento pré-natal semanal em caso de condições estáveis.


B. Indicação de internação para início de sulfato de magnésio e hidralazina venosa.
C. Indicação de indução imediata do parto.
D. Início de metildopa.

42) Paciente portadora de lúpus eritematoso sistêmico é admitida na primeira consulta de pré-natal
com nove semanas de gestação. Refere diagnóstico da doença há seis anos, com quadro de rash
malar, anemia e nefrite. Encontra-se em remissão há dez meses, fazendo uso de prednisona 20 mg/dia
e hidroxicloroquina 400 mg/dia. Entre os anticorpos apresentados, nota-se positividade para anti-
DNA dupla hélice e anti-RO, com anticorpos antifosfolipídeos negativos. Diante desse caso, é
CORRETO a rmar que o(a):

A. Uso de hidroxicloroquina deve ser suspenso em função do risco de teratogenicidade.


B. Remissão da doença há mais de seis meses está associada a menor incidência de reativação da
doença.
C. Uso de prednisona em altas doses anula a necessidade da ultilização de betametasona para
amadurecimento pulmonar fetal.
D. Recém-nascido não apresenta qualquer risco de complicações relacionadas ao lúpus materno
em função da ausência de anticorpos antifosfolipídeos.

43) Paciente GIII PII encontra-se em acompanhamento pré-natal de alto risco por gestação gemelar
dicoriônica diamniótica. Entre as complicações com as quais o pré-natalista deve se preocupar,
encontra-se:

A. Transfusão feto-fetal.
B. Gemelidade imperfeita.
C. Trabalho de parto prematuro.
D. Sequência de perfusão arterial reversa gemelar.

44) Mulher de 28 anos, primigesta, está realizando acompanhamento pré-natal em unidade de saúde
da família com gestação de baixo risco. Apresenta várias dúvidas em função de modi cações que nota
em seu organismo e que seus familiares dizem ser "devido à gravidez". Nesse cenário, o médico tem
papel importante em conhecer as modi cações siológicas da gestação e distingui-las dos estados
patológicos. Entre as modi cações ocorridas no organismo materno, é CORRETO citar:

A. Diminuição do hematócrito e da concentração de hemoglobina por queda na produção de


eritrócitos.
B. Aumento do débito cardíaco e diminuição da resistência vascular periférica.
C. Diminuição da concentração de brinogênio e da contagem de plaquetas.
D. Aumento do peristaltismo esofagiano, levando a náuseas e vômitos.

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45) Mulher de 45 anos, GV PIV, dá entrada na emergência na 34ª semana de gestação com quadro de
sangramento vaginal moderado de início há 40 minutos. Relata já ter apresentado episódios
anteriores de sangramento vaginal em menor volume desde a 24ª semana de gestação. Nega
comorbidades ou qualquer outra queixa. Ao exame, apresenta PA = 100 x 60 mmHg; AFU = 35 cm; BCF
= 152 bpm; tônus uterino normal; metrossístoles ausentes e feto em situação transversa. O exame
especular evidencia sangramento vermelho vivo em moderada quantidade, colo fechado.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para este caso, o método de escolha para elucidação
diagnóstica é:

A. Exame clínico.
B. Ultrassonogra a.
C. Cardiotocogra a.
D. Doppler uxometria.

46) Paciente GII P0 AI encontra-se em trabalho de parto com 38 semanas de gravidez, apresentando o
seguinte exame obstétrico: AFU = 36 cm; metrossístoles 3/10‘/50‘‘; BCF = 145 bpm; colo centralizado;
80% apagado; 4 cm de dilatação; bolsa íntegra e apresentação em plano -1 De Lee. Analise o traçado
intraparto realizado: (VER IMAGEM) Esse traçado é sugestivo de:

A. Boa vitalidade fetal.


B. Manobra vagal.
C. Oligodramnia.
D. Acidose fetal.

47) Paciente de 31 anos, GII PI AI, comparece à consulta pré-natal com dez semanas de gestação,
apresentando rotina laboratorial que revela sorologia para HTLV positiva. Com base nesse dado,
recomenda-se como pro laxia da transmissão vertical:

A. Suspender a amamentação.
B. Iniciar TARV com 14 semanas.
C. Realizar cesariana eletiva com 38 semanas.
D. Manter o pré-natal sem medidas especí cas.

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48) Gestante de 28 anos realizou TOTG com 26 semanas, que apresentou o seguinte resultado: jejum
= 97; 1h = 190; 2h = 167. Uma complicação esperada durante o período grávido-puerperal (gravidez,
parto e puerpério) é:

A. Morte fertal súbita.


B. Malformação fetal.
C. Distócia de espáduas.
D. Restrição de Crescimento Intrauterino.

49) Recém-nascido a termo, com boas condições de vitalidade, passa por exame físico na sala de
parto. Apresenta-se em bom estado geral, ativo, chorando, fáscies atípica, ausculta cardíaca e
respiratória normais e abdome sem alterações. A genitália tem aparência masculina, porém há
presença de hipospádia e criptorquídia bilateral. A conduta quanto à determinação do sexo pelo
médico e a principal hipótese diagnóstica, respectivamente, são:

A. Não determinar o sexo / disgenesia gonadal pura.


B. Determinar o sexo masculino / disgenesia gonadal pura .
C. Não determinar o sexo / hiperplasia adrenal congênita.
D. Determinar o sexo masculino / hiperplasia adrenal congênita.

50) Recém-nacido a termo, de parto cesáreo, lho de mãe diabética, três horas de vida, está no
alojamento conjunto, sendo monitorado para episódios de hipoglicemia. Recebeu alimentação na
primeira hora de vida e não apresentou hipoglicemia até então. A segunda dosagem capilar periférica
de glicose foi de 30mg/dl, con rmada pela glicemia. Ao exame, a criança está assintomática. A
conduta adequada para o caso é:

A. Infundir glicose venosa e realizar dosagem glicêmica horária.


B. Alimentar a criança e realizar nova dosagem glicêmica em uma hora.
C. Infundir glicose venosa e realizar nova dosagem glicêmica em 15 minutos.
D. Alimentar a criança e realizar nova dosagem glicêmica antes da próxima dieta.

51) Lactente de 18 meses é trazida ao pediatra pois a mãe acha que a criança parou de crescer. Na
anamnese dirigida, refere que a criança apresenta episódios de distenção abdominal e diarreia
frequentes e intermitentes, sem a presença de sangue. Segundo a mãe, o quadro de diarreia se iniciou
por volta dos nove meses após a introdução completa da dieta complementar. Ao exame, nota-se a
criança hipocorada, com abdome distendido, porém sem sinal de irritação peritoneal, com restante do
exame físico sem alterações. À avaliação nutricional, apresenta-se abaixo do escore z -3 em estatura
para a idade e entre os escores z -2 e -3 peso para a estatura e IMC para a idade. Tem hemograma
recente que mostra anemia ferropriva. A principal hipótese diagnóstica e a classi cação nutricional
para esse caso, respectivamente, são:

A. Giardíase / baixa estatura para a idade e eutró ca.


B. Intolerância à lactose / baixa estatura para a idade e eutró ca.
C. Doença celíaca / muito baixa estatura para a idade e magreza.
D. Síndrome do intestino irritável / muito baixa estatura para a idade e magreza.

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52) Criança de dois anos chega ao pronto-atendimento trazida pela mãe com história de ter ingerido
uma pequena lanterna. Após algumas pesquisas, o pediatra chega à conclusão de que a lanterna
possuía uma bateria de lítio, que media em torno de 16 mm. Ao exame, a criança está em bom estado
geral e assintormática. O objeto é visualizado no estômago da criança por meio de radiogra as de
tórax e abdome. A conduta adequada para esse caso é indicar:

A. Expectante, uma vez que o objeto já passou pelo esôfago.


B. Lavagem estomacal, uma vez que há risco de intoxicação por lítio.
C. Endoscopia digestiva alta para a remoção do objeto, uma vez que há risco de perfuração.
D. Radiogra as semanais para acompanhamento do objeto, uma vez que há risco de obstrução
intestinal.

53) Criança de quatro anos é trazida ao ambulatório com queixa de dor abdominal há três meses. O
avô relata que a criança, em geral, evacua duas vezes na semana e em forma de cíbalos. Há uma
semana, iniciou quadro de evacuação líquida, em pequenas quantidades, uma a duas vezes ao dia.
Como o avô não cuida da criança desde o nascimento, não sabe relatar sobre dados da história
neonatal. Ao exame físico, a criança se apresenta em bom estado geral, sem alterações à ausculta
cardíaca e respiratória. O exame do abdome mostra dor à palpação profunda, sem sinal de irritação
peritoneal, com massa palpável em fossa ilíaca esquerda, em formato cilíndrico. O exame que pode
ajudar no diagnóstico diferencial entre constipação funcional e doença de Hirschprung para esse caso
é:

A. Inspeção da região perineal e lombar para avaliar presença de anomalias congênitas.


B. Tomogra a de abdome para avaliar presença de má formações instestinais.
C. USG de abdome para avaliar presença de má rotação intestinal.
D. Toque retal para avaliar presença de fezes na ampola retal.

54) Lactente de dois meses, iniciou há três dias quadro de febre baixa, coriza discreta, tosse seguida
de vômitos e episódios de apneia. Os achados clínicos e as alterações do hemograma, nos quais o
pediatra se baseou para considerar a coqueluche como diagnóstico mais provável, respectivamente,
foram:

A. Ausência de esforço respiratório, ausculta pulmonar normal, frequência respiratória de 50 ipm


e Sat O2 95% em ar ambiente / hemograma com leucocitose e linfocitose.
B. Esforço respiratório leve, ausculta pulmonar com sibilos bilaterais, frequência respiratória de
70 ipm e Sat O2 95% em ar ambiente / hemograma com leucocitose e eosino lia.
C. Esforço respiratório moderado, ausculta pulmonar com crepitação difusa, frequência
respiratória de 60 ipm e Sat O2 92% em ar ambiente / hemograma com leucopenia e
neutro lia.
D. Esforço respiratório grave, ausculta pulmonar com redução do murmúrio vesicular
bilateralmente, frequência respiratória de 65 ipm e Sat O2 93% em ar ambiente / hemograma
com leucopenia e neutropenia.

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55) Menina de quatro anos, há cerca de 20 dias, iniciou claudicação devido a fortes dores em joelhos,
febre diária em torno de 37,8 a 38°C, astenia e equimoses em membros inferiores. Não há história de
trauma e a história patológica pregressa não apresenta nenhum dado relevante. Os achados no
exame físico e no hemograma que sugerem o diagnóstico de leucemia nessa criança,
respectivamente, seriam:

A. Icterícia, linfonodomegalia cervical, ascite, joelhos com muitos sinais in amatórios /


hemograma com trombocitose e leucocitose.
B. Exantema petequial, linfonodomegalia cervical, esplenomegalia, joelhos sem sinais
in amatórios / hemograma com anemia, trombocitose e leucocitose.
C. Palidez, linfonodomegalia generalizada, hepatoesplenomegalia, joelhos com poucos sinais
in amatórios / hemograma com anemia, trombocitopenia e leucopenia.
D. Exantema róseo, linfonodomegalia generalizada, hepatoesplenomegalia, joelhos com muitos
sinais in amatórios / hemograma com anemia, trombocitopenia e leucocitose.

56) Menina de 11 anos apresenta, há cerca de quatro dias, quadro de febre alta, descarga nasal
purulenta e tosse persistente. Evoluiu com cefaleia frontal, edema palpebral e hiperemia em olho
esquerdo. Após o pediatra realizar o exame físico, o diagnóstico mais provável era de celulite orbitária
ou pós-septal. Os dados clínicos encontrados para esta hipótese, compatíveis com esse diagnóstico, e
o exame para sua con rmação, respectivamente, são:

A. Anisocoria, hiperemia conjuntival e opacidade em vítreo / ressonância magnética.


B. Paralisia do V par craniano, opacidade de córnea e proptose / ultrassonogra a de órbita.
C. Paralisia do VI par craniano, diminuição da acuidade visual e coriorretinite / exame de lâmpada
de fenda.
D. Proptose, diminuição da acuidade visual e alteração de movimento ocular / tomogra a
computadorizada.

57) Menina de três anos com otite média aguda, há dois dias em tratamento, persiste com febre alta e
otalgia à esquerda. Retorna para atendimento médico, está em bom estado geral e recebe o
diagnóstico provável de mastoidite. Os achados do exame físico e a conduta recomendada para essa
criança, respectivamente, são:

A. Edema e eritema atrás do pavilhão auricular esquerdo, que tem a sua parte inferior deslocada
para frente e para baixo / antibioticoterapia parenteral.
B. Edema e abaulamento da região submaxilar esquerda com apagamento do ângulo da
mandíbula e elevação da parte inferior do pavilhão auricular / antibioticoterapia oral.
C. Edema, dor e eritema do pavilhão auricular cartilaginoso auricular / antibioticoterapia
parenteral.
D. Massa retroauricular bem delimitada, doloroso edema e eritema da pele / antibioticoterapia
oral.

58) Escolar apresenta celulite em tornozelo esquerdo, após história de trauma. Manteve claudicação
do membro após dez dias de tratamento com clindamicina. O VHS era de 100 mm na primeira hora. A
hemocultura foi positiva para Staphylococcus aureus que era resistente à meticilina (MRSA), sensível à
clindamicina, macrolídeo, sulfametoxazol-trimetoprim, gentamicina e vancomicina. Em relação ao
caso apresentado, a etiologia, a causa da evolução desfavorável e a conduta imediata,
respectivamente, são:

A. CA-MRSA / infecção osteoarticular / exame de imagem.


B. HA-MRSA / resistência bacteriana / troca de antibiótico.
C. CA-MRSA / abscesso / drenagem e suspensão do antibiótico.
D. HA-MRSA / duração curta do tratamento / manutenção do esquema antibiótico.

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59) Lactente de 12 meses, com história de sí lis congênita, apresentou VDRL de 1:8 no nascimento,
tratado a partir do 2° dia de vida com penicilina cristalina por dez dias, assintomático desde o
nascimento. A criança vem sendo acompanhada no ambulatório e o VDRL periódico apresenta os
seguintes resultados: primeiro mês VDRL 1:8; terceiro mês VDRL 1:8; sexto mês VDRL 1:8; e décimo-
segundo mês VDRL 1:16. A conduta adequada nesse momento é:

A. Aguardar 18 meses de idade para novo VDRL e avaliar se novo tratamento é necessário.
B. Tratar novamente com penicilina cristalina e reinvestigar comprometimento ósseo e
neurológico por exames complementares.
C. Tratar com penicilina procaína sem necessidade de reinvestigar comprometimento ósseo e
neurológico por exames complementares.
D. Reinvestigar comprometimento ósseo e neurológico por exames complementares e avaliar se
novo tratamento é necessário segundo resultados.

60) A infeção urinária em lactentes apresenta-se frequentemente com sintomas inespecí cos, como
vômitos, dor abdominal e, por vezes, apenas febre como única manifestação clínica. Nesse caso, são
considerados fatores de risco para infecção urinária na infância:

A. Sexo feminino e aleitamento arti cial.


B. Re uxo vesicureteral e vacinação incompleta.
C. Meninos não circuncisados e constipação intestinal.
D. Criança em fase de desfralde e febre menor que 38°C.

61) Durante a consulta de puericultura de um recém-nascido de 25 dias de vida, a mãe da criança


apresenta febre, prostração e dor em seios. Ao exame da mãe, a mama direita está hiperemiada e
quente, sem outras alterações. As condutas adequadas para esse caso são:

A. Antibiótico oral, interrupção do aleitamento pelo seio afetado e extração manual do leite.
B. Antibiótico oral, manutenção do aleitamento materno e extração manual do leite, se
necessário.
C. Anti-in amatório oral e compressa quente, interrupção do aleitamento pelo seio afetado e
extração manual do leite.
D. Anti-in amatório oral e compressa quente, manutenção do aleitamento materno e extração
manual do leite, se necessário.

62) Escolar de seis anos é trazido à consulta ambulatorial, com história de febre diária e tosse há 16
dias. Há 12 dias, foi levado ao pronto-atendimento onde realizaram radiogra a de tórax que
evidenciou in ltrado em lobo hemitórax direito, sendo iniciado tratamento com amoxicilina oral. Não
houve melhora dos sintomas após curso de dez dias de antibiótico. Ao exame, paciente em bom
estado geral, eupneico, com discreta diminuição do murmúrio vesicular em hemitórax direito, sem
outras alterações. Nova radiogra a de tórax mostra aumento da área de in ltrado pulmonar. Mãe
relata que o pai está tossindo há dois meses. Foi iniciada a investigação da criança com duas amostras
de escarro induzido com BAAR negativo e PPD de 6 mm. O diagnóstico e conduta para esse caso,
respectivamente, são:

A. Tuberculose latente / iniciar isoniazida.


B. Tuberculose pulmonar / iniciar esquema RIP.
C. Pneumonia por germe atípico / iniciar azitromicina.
D. Pneumonia por germe resistente / iniciar amoxicilina + clavulanato.

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63) Lactente de um ano e dois meses, previamente hígido, é levado ao pronto-atendimento com febre
há quatro dias de até 38,5ºC, prostrado, choroso, com relato de dois episódios de vômitos. A mãe
nega sintomas respiratórios ou diarreia. Ao exame físico, está prostrado, porém interagindo com o
examinador; FC = 115 bpm; FR = 32 irp; PA = 85 x 50 mmHg. Ausência de demais alterações. Foram
realizados hemograma e EAS com os seguintes resultados: hematócrito = 36%; hemoglobina = 12
g/dl; leucócitos totais = 3500/mm³; plaquetas = 95.000/mm³. EAS = ph 7,0; densidade urinária 1010;
piócitos 6/campo; nitrito negativo. Diante da principal hipótese diagnóstica, o estadiamento clínico e
a conduta adequada para o paciente, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde,
respectivamente, são:

A. Grupo C / hidratação venosa / internação na unidade hospitalar.


B. Grupo B / hidratação oral em domicílio / retorno em 24h para reavaliação.
C. Grupo A / hidratação oral em domicílio / retorno no primeiro dia afebril ou em caso de piora.
D. Grupo D / etapa de expansão com 20 ml/kg de soro siológico IV / internação em unidade
hospitalar.

64) Recém-nascido com cinco dias de vida é levado ao pronto-atendimento porque a mãe está
percebendo a "pele amarelada" há dois dias, sem outros sintomas. Nascido de parto vaginal, com 40
semanas, sem intercorrências, Apgar 8/9, peso de nascimento 2.800 g, com alta em 48h de vida. Em
aleitamento materno exclusivo, sugando bem o seio materno e com eliminações vesicointestinais
presentes. Ao exame físico, apresenta icterícia em face, tórax e abdome. Restante do exame sem
alterações. Peso na consulta: 2.700 g; tipagem sanguínea: mãe O+ e bebê A+. A dosagem de
bilirrubina total foi de 18 mg/ dl; bilirrubina indireta de 16,4 mg/dl e bilirrubina direta de 1,6 mg/dl. O
hematócrito é 29%; hemoglobina 9 g/dl e reticulócitos 6%. A hipótese diagnóstica mais provável e a
conduta adequada, respectivamente, são:

A. Infecção congênita / solicitar sorologias.


B. Baixa ingestão calórica / introduzir de fórmula láctea.
C. Fisiológica / manter o aleitamento materno e a reavaliação.
D. Incompatibilidade ABO / solicitar teste de Coombs e iniciar fototerapia.

65) O conceito de "primeiro não causar danos" é um dos fundamentos centrais de prevenção:

A. Primária.
B. Secundária.
C. Terciária.
D. Quaternária.

66) Após a seleção do tratamento medicamentoso, o médico precisa ater-se a uma boa prescrição
médica, devendo:

A. Escolher a droga mais e caz, independente do custo-benefício do tratamento.


B. Comentar brevemente sobre as medidas não farmacológicas.
C. Procurar sempre evidências de uso da droga escolhida.
D. Receitar todas as medicações solicitadas pelo paciente.

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67) No método centrado na pessoa, são utilizadas técnicas de comunicação que permitem diminuir os
vícios de uma coleta super cial de dados e facilitam a realização de uma boa consulta. Uma dessas
técnicas determina que:

A. O médico deve sempre exprimir suas emoções.


B. A consulta deve ser iniciada com o uso de perguntas diretas.
C. Quanto maior o tempo da consulta, maior resolutividade e produtividade.
D. O contato visual exclusivo deve acontecer nos primeiros segundos da consulta.

68) Para o rastreamento de uma doença, na atenção primária à saúde, deve-se utilizar um teste
diagnóstico com:

A. Alta sensibilidade.
B. Alta especi cidade.
C. Valor preditivo negativo.
D. Razão de verossimilhança < 1.

69) O modelo de estudo necessário para responder a uma questão clínica é determinado pelo tipo de
enfoque clínico-epidemiológico. Considerando o estudo de coorte, o enfoque deve ser:

A. Etiológico.
B. Preventivo.
C. Terapêutico.
D. Diagnóstico.

70) Durante consulta com médico de família, idosa de 78 anos refere cansaço e ganho de peso. O
exame físico apresenta resultado normal, com exceção de IMC = 27. Os exames revelam: hemograma
normal; TSH= 8,5 mU/L; T4 livre= 1,2 ng/dl. Nesse caso, a melhor conduta consiste em:

A. Realizar ultrassonogra a de tireoide.


B. Iniciar tratamento com levotiroxina.
C. Repetir oTSH e avaliar o anti-TPO.
D. Solicitar cintilogra a de tireoide.

71) Homem de 50 anos, negro, diabético desde 2013, época em que começou tratamento com
metformina. Em 2014, abandonou o tratamento após se separar da esposa. Em 2015, procurou uma
unidade de saúde, deprimido, emagrecido e com úlcera no pododáctilo esquerdo. Questionado sobre
o abandono do tratamento, ele relatou que: "Os remédios fazem mal e eu me sinto doente por causa
deles. Minha mulher me deixou por causa da bebida, mas eu tenho fé em Jesus, vou largar a bebida e
car curado." Para a aplicação da competência cultural, nesse caso, é CORRETO a rmar que:

A. A biomedicina é su ciente para controlar as variáveis relacionadas à illness.


B. A adesão ao tratamento é in uenciada por crenças sobre o adoecimento.
C. O acesso facilitado do usuário não in uencia na adesão ao tratamento.
D. As pessoas negras têm maior propensão a não adesão ao tratamento.

72) Para se avaliar a efetividade de medidas de tratamento, o médico de família precisa se familiarizar
com alguns conceitos da Medicina Baseada em Evidências. Em estudos de tratamento experimental, a
medida associada ao aumento da probabilidade de desfecho negativo é:

A. RAR.
B. AAR.
C. NNH.
D. NNT.

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9/9/2020 MedQ

73) No campo da violência contra a criança e o adolescente, as de nições e situações importantes a


serem conhecidas são:

A. A violência física em crianças e adolescentes é, em geral, associada à disciplina e à punição,


sendo uma causa de menor importância de morbimortalidade.
B. A negligência ou abandono estão presentes nas classes sociais mais baixas e são importantes
na noti cação para os conselhos tutelares e Ministério Público.
C. A violência psicológica é toda ação e omissão que coloca em risco ou causa danos à autoestima,
à identidade e ao desenvolvimento da criança e do adolescente.
D. Entre os sinais de alarme para o diagnóstico da Síndrome de Münchhausen por procuração, é
comum os sinais e sintomas ocorrerem principalmente na presença dos pais.

74) A população adolescente tem características especiais. Para o acolhimento adequado do


desenvolvimento do adolescente, o pro ssional de saúde deve estar atento aos focos contextuais das
especi cidades da demanda, que são:

A. Psicossocial, físico, mental e hábitos de vida.


B. Mental, uso de álcool e funcionamento familiar.
C. Casamento, hábitos alimentares e desempenho sexual.
D. Físico, uso de academias, desempenho escolar e sexual.

75) Na atenção primária à saúde, é muito comum o atendimento de crianças com febre. Para as
crianças entre um e três meses que apresentem síndrome febril, deve-se observar que:

A. É comum que a criança tenha maior facilidade em localizar os sintomas, sendo o exame físico
mais efetivo.
B. A maioria das crianças de baixo risco se bene cia com acompanhamento ambulatorial com
seguimento.
C. Na maioria dos casos, a febre nessas crianças se relaciona à infecção bacteriana do trato
urinário.
D. Essas crianças geralmente apresentam exames radiológicos físicos e laboratoriais com
alterações.

76) No nível ambulatorial, os elementos importantes para a construção do per l de desenvolvimento


para o acompanhamento das crianças são:

A. Exame clínico e exames laboratorial completos.


B. Anamnese de fatores de risco pessoais e ambientais.
C. Exame clínico de re exos primitivos e situação vacinal.
D. Escuta das opiniões dos professores e familiares não cuidadores.

77) Homem de 50 anos está muito preocupado porque seu vizinho teve câncer de próstata e está
morrendo. Ele nega sintomas de prostatismo ou outra enferrmidade. Apresenta história familiar de
diabetes. Não vai à consulta médica há anos. Quanto à prevenção, para o rastreamento de doenças na
Atenção Primária à Saúde, embasadas no impacto de morbimortalidade, as condutas necessárias são:

A. PSA, cálculo do índice de massa corporal e níveis de TSH.


B. PSA, nível de colesterol total e frações e aferição de pressão arterial.
C. Níveis de TSH, cálculo do índice de massa corporal e glicemia de jejum.
D. Glicemia de jejum, colesterol total e frações e aferição de pressão arterial.

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78) Mulher de 55 anos, negra, natural de Sergipe, casada, mãe de três lhos, é a segunda lha de uma
prole de seis lhos. Pai e mãe já faleceram, ele por AVC e ela por câncer. Seu marido, com 58 anos, é
lho único do terceiro casamento de seu pai. A paciente vem à unidade com frequência, com
múltiplas queixas e com diferentes repercussões. No último ano, teve uma frequência semanal na
unidade primária à saúde, e a equipe decidiu compreender melhor as circunstâncias que envolvem sua
família. Para a aplicabilidade da técnica do genograma, deve-se considerar o(a):

A. Ciclo de vida e os eventos estressores.


B. Trigeracionalidade e a dinâmica afetiva.
C. Uso de medicação e a estrutura familiar.
D. Relação de poder e os eventos previsíveis.

79) Adolescente de 18 anos, sexo feminino, foi à unidade de atenção primária, alegando sentir algo
estranho na barriga, enjoo e vômito. Atendida pela enfermeira, a paciente disse que estava muito
nervosa porque mora em área de risco e largou a escola este ano. Após consulta médica, foi
diagnosticada com verminose e foi prescrito um antiemético. Não foi agendado retorno e ela não
voltou à unidade. Após três meses, a comissão da mortalidade infantil do território identi cou relato
de criança natimorta, afogada na privada, cuja mãe era a mesma adolescente que havia procurado o
serviço de saúde. As ações desencadeadas nesse caso estão con guradas na seguinte situação:

A. A grande extensão territorial brasileira determina ações de vigilância à saúde.


B. A alta violência nas grandes cidades determina ações de promoção à saúde e vigilância.
C. A vigilância da população desfavorecida é resultado de uma produção da equipe de saúde.
D. A identi cação do processo territorial permite organização e planejamento em vigilância à
saúde.

80) Para detectar o uso nocivo e dependência ao álcool, pode-se utilizar alguns instrumentos, sendo
um deles o questinário CAGE, sobre o qual é CORRETO a rmar que:

A. Duas ou mais respostas positivas indicam a necessidade de abordagem mais detalhada.


B. O "A" corresponde à abordagem de "Agressão" a alguém sob efeito de álcool.
C. É o mais usado porque é mais sensível e especí co do que o AUDIT.
D. São utilizadas cinco perguntas simples e rápidas para avaliação.

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