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TREINAMENTO

IOPM SINV - SPLITÃO INVERTER

SPLITÃO INVERTER
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 4
1.1. DIPOSIÇÕES INICIAIS ........................................................................................................ 4
1.1.1. ASSUNTOS ABORDADOS .......................................................................................... 4
1.1.2. AULA PRÁTICA ............................................................................................................ 4
2. APRESENTAÇÃO DA LINHA DE EQUIPAMENTOS ............................................................... 5
2.1. LINHA SPLITÃO FIXO ......................................................................................................... 5
2.1.1. FAIXAS DE CAPACIDADES ........................................................................................ 5
2.2. LINHA SPLITÃO INVERTER ............................................................................................... 6
2.3. CONTROLE REMOTO DIGITAL COM FIO. ........................................................................ 6
2.3.1. AJUSTE DE HORÁRIO LIGA/DESLIGA ...................................................................... 7
2.3.2. CUSTO OERACIONAL................................................................................................. 7
3. CONCEITO DE SIMULTANEIDADE .......................................................................................... 8
4. CAMPO DE APLICAÇÃO .......................................................................................................... 9
5. FERRAMENTAS ....................................................................................................................... 10
6. CODIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO ...................................................................................... 12
6.1. UNIDADE EXTERNA (CONDENSADOR) ......................................................................... 12
6.2. UNIDADE INTERNA (EVAPORADOR) ............................................................................. 12
7. MODELOS ................................................................................................................................ 13
7.1. MODELOS DE UNIDADES EXTERNAS (CONDENSADORES) ....................................... 13
7.2. MODELOS DE UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES) ........................................... 13
7.3. CONTROLE REMOTO ...................................................................................................... 14
7.4. KIT ACIONAMENTO .......................................................................................................... 14
7.5. UNIDADES EXTERNAS (CONDENSADORES)................................................................ 14
8. INSTALAÇÃO DAS UNIDADES CONDENSADORAS ........................................................... 16
8.1. SUPRESSOR DE VIBRAÇÃO ........................................................................................... 16
8.2. DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS .............................................................................. 17
8.3. CONEXÕES FRIGORÍGENAS .......................................................................................... 19
8.4. VÁLVULA SOLENÓIDE / FILTRO SECADOR/ VISOR DE LÍQUIDO ................................ 21
8.5. DESNÍVEL ENTRE UNIDADE CONDENSADORA E EVAPORADORA ........................... 22
8.6. COMPRIMENTOS MÁXIMOS PERMITIDOS .................................................................... 22
8.7. TESTE DE ESTANQUEIDADE .......................................................................................... 23
8.8. DESIDRATAÇÃO DO SISTEMA (VÁCUO) ........................................................................ 24
8.9. CARGA DE REFRIGERANTE INICIAL (UNIDADE CONDENSADORA FIXO) ................. 24
8.10. CARGA ADICIONAL DE ÓLEO LUBRIFICANTE ........................................................... 26
8.11. FUNCIONAMENTO E VERIFICAÇÃO ........................................................................... 27
9. LÓGICA DE AQUECIMENTO DE CÁRTER ............................................................................ 28
10. LÓGICA DE FUNCIONAMENTO ............................................................................................. 29
10.1. TERMOSTATO TH TUNE .............................................................................................. 29
10.2. ENTRADAS DIGITAIS DO CLP. .................................................................................... 29
10.3. ENTRADAS ANALÓGICAS DO CLP. ............................................................................ 29
10.4. SAÍDAS DIGITAIS .......................................................................................................... 30
10.5. SAÍDAS ANALÓGICAS .................................................................................................. 30

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11. OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO ........................................................................................... 30
11.1. ACIONAMENTO DAS UNIDADES EVAPORADORA E CONDENSADORAS ............... 30
12. ALARMES................................................................................................................................. 31
12.1. DESCRIÇÃO E CORREÇÃO ......................................................................................... 31
13. AJUSTES DE PARÂMETROS ................................................................................................. 36
13.1. AJUSTE DE SET POINT ................................................................................................ 36
13.2. PARÂMETROS DE OPERAÇÃO ................................................................................... 36
14. CONTROLADOR KCO-0054.................................................................................................... 40
14.1. MÉTODO PARA ACESSAR PARÂMETROS ................................................................. 40
...................................................................................................................................................... 40
15. TROUBLESHOOTING.............................................................................................................. 41
15.1. ANÁLISE DE FALHAS NA PARTIDA. ............................................................................ 41
15.1.1. PRIMEIRA SITUAÇÃO “EQUIPAMENTO NÃO ENTRA EM OPERAÇÃO”. .............. 41
15.1.2. SEGUNDA SITUAÇÃO “EQUIPAMENTO NÃO ENTRA EM OPERAÇÃO”. ............. 42
15.1.3. TERCEIRA SITUAÇÃO “EQUIPAMENTO INTERROMPER OPERAÇÃO”. .............. 43
15.2. ALRAME A-18 ................................................................................................................ 43
15.2.1. CAUSAS MECÂNICAS QUE GERAM A18. ............................................................... 43
15.2.2. CAUSAS ELÉTRICAS QUE GERAM A18. ................................................................ 44
15.3. ALARME A-49 ................................................................................................................ 44
15.3.1. CAUSAS PROVÁVEIS “IDEM ALARME A-18”. ......................................................... 44
15.4. ALARMES A-30, A-31, A-32 ........................................................................................... 44
15.4.1. CAUSAS PROVÁVEIS DO ALARME A-30, A-31, A-32. ............................................ 44
15.5. ALARME A-36 ................................................................................................................ 44
15.5.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-36. ................................................................. 44
15.6. ALARME A-13 “SOBRECORRENTE” ............................................................................ 45
15.6.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-13. ................................................................. 45
15.7. ALARME A-14 “FALHA DE ATERRAMENTO” ............................................................... 45
15.7.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-14. ................................................................. 45
16. INFORMAÇÕS ADICIONAIS ................................................................................................... 45

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LISTA DE FIGURAS

Figura 2.1.1 CAPACIDADES ............................................................................................................. 5


Figura 2.3.1 CUSTO OPERACIONAL ............................................................................................... 7
Figura 2.3.1 SIMULTANEIDADE........................................................................................................ 8
Figura 2.3.1 GRÁFICO DE APLICAÇÃO ........................................................................................... 9
Figura 2.3.1 FERRAMENTAS DE USO GERAL .............................................................................. 11
Figura 7.3.1 CONTROLE REMOTO "LINHA FIXO E INVERTER" .................................................. 14
Figura 8.1.1 UNIDADE CONDENSADORA RCC050 / RCC075 / RCC110 .................................... 17
Figura 8.2.2 UNIDADE CONDENSADORA RAP050 / RAP60 / RAP075 / RAP080 (FIXO) ........... 17
Figura 8.2.3 UNIDADE CONDENSADORA RAP110 / RAP120 / RAP150 / RAP200 ..................... 18
Figura 8.4.1 INSTALAÇÃO DA VÁLVULA SOLENOIDE ................................................................. 21

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1. INTRODUÇÃO

Esse treinamento é recomendado à instaladores e/ou mantenedores com experiência em equipa-


mentos de pequeno e médio porte ou que já tenham participado do treinamento FUNDAMENTAL.

1.1. DIPOSIÇÕES INICIAIS

É proibida a gravação de áudio, vídeo e geração de imagens (fotos) em nossos treinamentos, o


aluno que cometer este ato será convidado a sair da sala imediatamente terá seu aparelho retido e
devolvido logo após a exclusão das imagens.
O treinamento será dividido em duas partes sendo: 1ª Teórica e a 2ª Prática, os alunos serão avali-
ados em ambas as partes devendo este ter um aproveitamento ≥70% para dar-lhe direito ao certifi-
cado de aproveitamento técnico, aproveitamentos ≤69% será emitido certificado insatisfatório.
No, entanto, o Certificado por si só não o credencia, é somente um comprovante afim de confirmar
o interesse do profissional em obter conhecimento técnico do respectivo equipamento HITACHI.
Pedimos gentilmente que ajustem vossos celulares para modo Vibra Call para não atrapalhar o bom
andamento do treinamento.

1.1.1. Assuntos Abordados

Apresentação da Linha de Produtos; Transporte; Instalação; Local de Instalação; Posicionamento


dos Equipamentos; Fixação das Unidades (Internas e Externas); Tubulação; Diâmetro X Capaci-
dade; Espessura X Diâmetro; Distribuição da Tubulação; Comprimento Linear e Equivalente (Per-
das de Carga); Brasagem (Solda); Isolação; Estanqueidade “Teste de Vazamento com Pressão de
N2”; Desidratação do Ciclo Frigorígeno “Vácuo”; Carga de Gás Refrigerante (R-410A); Cálculo de
Carga Adicional; Interligações Elétricas; Elétrica de Potência; Interligação Entre as Unidades;

1.1.2. Aula Prática

Apresentação de Ferramentas Utilizadas em Instalação e Manutenção de Equipamentos (Condici-


onadores de Ar); Desidratação do Ciclo Frigorígeno, Carga de Gás Refrigerante, Ajuste de Supera-
quecimento e Subresfriamento; Navegação e Anotação de Dados Via Controlador Th-Tune; Rendi-
mento do Equipamento; Ruídos Anormais; Verificação de Nível de Óleo em Frequências de 30Hz e
90Hz; Avarias Causadas por Panes Elétricas; Periodicidade de Manutenções Preventivas e Prediti-
vas; Orientações e Cuidados; Navegação no Display do Inversor de Frequência (Acesso à parâme-
tros “Giga de Treinamento”); Estudo Detalhado de Possíveis Alarmes (Os mais frequentes); Com-
ponentes e Materiais de Marcas Duvidosas, Principalmente Fluídos Refrigerantes, Soldas, Tubos
de Cobre, Etc....

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2. APRESENTAÇÃO DA LINHA DE EQUIPAMENTOS

2.1. LINHA SPLITÃO FIXO

A linha Split Modular foi desenvolvida para oferecer maior versatilidade nos projetos que envolvem
sistemas de ar condicionado, principalmente para climatização de grandes áreas como supermer-
cados, lojas e bancos.
Seus módulos trocadores de calor e ventilador são mais leves e funcionais. Com a linha de conden-
sadores Scroll com fluído refrigerante amigável R-410A, ficaram ainda mais econômicos e eficientes.
A linha Split Modular apresenta a disponibilidade de modelos de 5 a 50 TR.
A linha SPLITOP Modular Fixa e Inverter apresenta a disponibilidade entre 20 e 40 TR.
O sistema necessita de rede de dutos para distribuição do ar.
Diversificando ainda mais sua linha, a Hitachi disponibiliza a linha Leve - L, um equipamento simples
e econômico, a linha High - H com vários opcionais e a linha Super - S, com uma série de opcionais
incorporados que melhoram seu rendimento, operação e manutenção.
Nas linhas de Unidades Externas Fixas de modelos “S e HIGH” o controle de condensação já vem
incorporado.
Com o controle de condensação o equipamento trabalha com uma pressão constante na descarga,
ou seja, o inversor de frequência reduz ou aumenta a troca de calor no condensador em baixas
temperaturas buscando a pressão pré-definida.
Esse valor é verificado dentro do envelope de operação do compressor como o melhor ponto (efici-
ência energética e segurança) de operação.
Exemplo de Modelo: RAP050/075ES
O controle de condensação é feito através de um variador de tensão que opera em função da tem-
peratura da linha de líquido, controle linear da velocidade do motor.

2.1.1. FAIXAS DE CAPACIDADES

FIGURA 2.1.1 CAPACIDADES

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2.2. LINHA SPLITÃO INVERTER

Com a busca constante da melhoria de seus produtos, a Hitachi Ar Condicionado desenvolveu uma
nova série do SPLITÃO INVERTER.
A nova série recebeu aperfeiçoamentos que possibilitam uma maior proteção contra oscilações de
energia na rede que possam danificar o equipamento.
A aplicação de um novo CLP proporciona diversos benefícios, como por exemplo, o funcionamento
das unidades fixas independe do inversor de frequência do compressor da unidade inverter.
A utilização de acumulador de sucção em seu ciclo proporciona uma proteção ainda maior para o
compressor.
Comparado com modelos não inverter (fixos), os modelos Inverter da Hitachi proporcionam até 30%
de economia de energia.
Essa economia vem em grande parte nas cargas parciais, onde evita-se o liga-desliga, aumentando
ou diminuindo a rotação do compressor para um modo econômico de consumo.
O conversor controla as velocidades do compressor inverter, em função da variação de frequência
de trabalho que vai de 30 até 90 Hz (de acordo com a capacidade do equipamento).
O SPLITÃO INVERTER traz alta eficiência e economia em uma linha completa de 10 a 50 TR.
A unidade condensadora RAP-FIV Inverter possui uma partida suave, reduzindo a corrente de par-
tida quando operando em conjunto com a condensadora fixa.
Ela reduz sua carga antes de partir a condensadora fixa e reduz também a corrente de partida.

2.3. CONTROLE REMOTO DIGITAL COM FIO.

O novo controle inverter KCO0081 possibilita o monitoramento de


funcionamento do equipamento através do display (sem necessidade
de abertura dos painéis do condensador).
Com ele, é possível monitoramento de funções como:
• Temperatura de sucção;
• Pressão de sucção;
• Valor de superaquecimento;
• Pressão de descarga;
• Temperatura no Carter do compressor, frequência de
funcionamento do compressor inverter;
• Acionamento das unidades fixa.

FIGURA 2.3 TH-TUNE

O maior benefício do sistema Inverter é a economia de energia proporcionada. O sistema


Inverter da Hitachi Ar Condicionado minimiza a perda de energia durante o funcionamento
para assegurar uma alta eficiência energética.
O resultado é a alta performance de resfriamento com o mínimo de consumo, além de um
controle de temperatura mais preciso, garantindo conforto ao ambiente.

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2.3.1. AJUSTE DE HORÁRIO LIGA/DESLIGA

Permite programação horária semanal, com ajuste de liga e desliga e set point.

IMAGEM: 2.3.1 PROGRAMAÇÃO HORÁRIA

2.3.2. CUSTO OERACIONAL

FIGURA 2.3.1 CUSTO OPERACIONAL

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3. CONCEITO DE SIMULTANEIDADE

FIGURA 2.3.1 SIMULTANEIDADE

O equipamento “SPLITÃO INVERTER” opera no sistema de simultaneidade, ou seja, a tecnologia


permite um funcionamento estabilizado sem, contudo, perder eficiência e não gera nenhum descon-
forto térmico.
A capacidade do equipamento é controlada em função da carga térmica requerida no determinado
instante de operação.
O compressor opera em velocidades/rotações variáveis tendendo a manter a temperatura estabili-
zada no SET POINT ora ajustado. A variação da rotação controla o deslocamento volumétrico de
fluido refrigerante, o que garante que o calor removido não seja nem maior e nem menor que o
necessário para atingir a temperatura desejada mantendo a temperatura uniforme.
A rotação do compressor dar-se pela variação da frequência num range de trabalho variando entre
30Hz e 90 Hz (dependendo do modelo) ao longo do período de operação, isso promove uma redu-
ção do consumo de energia em torno de 30% comparado com um condicionador ON/OFF (conven-
cional).
Um dos fatores que contribuem de forma negativa na carga térmica são os fatores externos (vide
Imagem 2.3.1), a insolação agrega muito calor quando incidido nas paredes, dependendo da posi-
ção geográfica do ambiente climatizado isso pode incorrer em deficiência de resfriamento se não
for levado em consideração.

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4. CAMPO DE APLICAÇÃO

Este condicionador de ar foi projetado para operar nas seguintes faixas de temperaturas:

MÁXIMO MÍNIMO
TEMPERATURAS
EVAPORADOR 32ºC BS / 22,5ºC BU 20ºC BS
OPERAÇÃO DE
CONDICIONA- 10ºC BS (Linha "S" e "IV")
MENTO CONDENSADOR 43ºC BS
20ºC BS (Linha "L" e "H")

FIGURA 2.3.1 GRÁFICO DE APLICAÇÃO

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5. FERRAMENTAS

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FIGURA 2.3.1 FERRAMENTAS DE USO GERAL

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6. CODIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO

6.1. UNIDADE EXTERNA (CONDENSADOR)

6.2. UNIDADE INTERNA (EVAPORADOR)

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7. MODELOS

7.1. MODELOS DE UNIDADES EXTERNAS (CONDENSADORES)

7.2. MODELOS DE UNIDADES INTERNAS (EVAPORADORES)

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7.3. CONTROLE REMOTO

FIGURA 7.3.1 CONTROLE REMOTO "LINHA FIXO E INVERTER"

7.4. KIT ACIONAMENTO

7.5. UNIDADES EXTERNAS (CONDENSADORES)

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CONDENSADOR FIXO

CONDENSADOR “SPLITÃO FIXO E INVERTER”

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8. INSTALAÇÃO DAS UNIDADES CONDENSADORAS

8.1. SUPRESSOR DE VIBRAÇÃO

Para o início do trabalho de instalação das Unidades Condensadoras, orientamos sempre acomodar
a base do equipamento (através de todos os seus pontos de apoio) sobre sapatas ou calços de
borracha, para evitar a propagação de vibrações excessivas para a estrutura do aparelho causando
possíveis danos.

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8.2. DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

FIGURA 8.1.1 UNIDADE CONDENSADORA RCC050 / RCC075 / RCC110

FIGURA 8.2.2 UNIDADE CONDENSADORA RAP050 / RAP60 / RAP075 / RAP080 (FIXO)

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FIGURA 8.2.3 UNIDADE CONDENSADORA RAP110 / RAP120 / RAP150 / RAP200

FLEXIBILIDADE NA INSTALAÇÃO

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OBSERVAÇÕES:

1). Pressão estática do ventilador é considerada somente para Grade do Ventilador. Aplicações com
duto na descarga de Ar do Condensador deverão operar com ambiente no máximo até 38°C.
2). Para evitar curto circuito de ar, e consequentemente baixo rendimento do equipamento, certifi-
que-se de que as grelhas de insuflação e retorno tenham direções opostas.
3). A grade de descarga de ar deve ser removida para instalação do duto. Deve ser aplicada uma
tela ou grade na saída do duto, afim de evitar lesões e/ou acidentes.
4). Duto de ar não fornecido.

8.3. CONEXÕES FRIGORÍGENAS

Segue abaixo tabelas orientativas com a indicação dos diâmetros e o tipo de conexão para cada
interligação frigorígena.

A tubulação de interligação dos equipamentos está dividida como linha de sucção e linha de líquido.
O diâmetro a ser utilizado está indicado na tabela abaixo em função do comprimento equivalente.

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Tabela de espessura da tubulação de cobre e tipo de têmpera para condição de trabalho com
refrigerante R-410A.

NOTAS:
A) Critério de Espessura Mínima: se refere à mínima espessura necessária para que o tubo a ser
utilizado na interligação entre as unidades (evaporadoras e condensadoras) e que suporte os esfor-
ços mecânicos resultantes da pressão de trabalho presentes nas linhas, em sua condição crítica.
B) Espessura de Mercado: são espessuras com maior volume disponível no mercado nacional e
que podem ser utilizadas como tubulação de interligação alternativa.
C) Conversão: as tubulações alternativas de mercado podem ser encontradas nas seguintes es-
pessuras (tabela abaixo).

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8.4. VÁLVULA SOLENÓIDE / FILTRO SECADOR/ VISOR DE LÍQUIDO

Em algumas condições especificas para todos os condensadores inverter (RAP...EIV), se faz ne-
cessário a instalação da válvula solenoide. Para as condensadoras (RAP...EIV) as válvulas são
fornecidas avulsa com o equipamento, e devem ser instaladas conforme demonstrado a seguir.
O filtro secador e visor de líquido são outros componentes importantes do ciclo também fornecidos.

Cuidados
Deve-se tomar um cuidado especial com o filtro secador, o qual recomendamos que seja o último
item a ser instalado antes de fechar o ciclo frigorígeno e iniciar o vácuo. Este não deve ser deixado
aberto ao ambiente pois retém umidade facilmente e mesmo após o vácuo poderá apresentar pro-
blemas de saturação.
OBSERVAÇÃO: Se a válvula solenoide não for instalada próximo a Evaporadora, Perde-se a GARANTIA do compres-
sor.

FIGURA 8.4.1 INSTALAÇÃO DA VÁLVULA SOLENOIDE

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8.5. Desnível entre Unidade Condensadora e Evaporadora

Campo de Aplicação:
Conforme demonstrativo do gráfico acima, é possível fazer a instalação para:
15 m: Evaporadora abaixo da Condensadora
25 m: Evaporadora acima da Condensadora (Vide Campo Especial)

Campo Especial:
É possível fazer a instalação com desnível de até 25 m, para quando a Unidade Evaporadora estiver
acima da Unidade Condensadora. Contudo deve-se instalar uma válvula solenoide na linha de lí-
quido (próximo a saída desta Condensadora), que feche com o desligamento do compressor.

8.6. COMPRIMENTOS MÁXIMOS PERMITIDOS

Denominasse comprimento linear (real) o trajeto pelo qual a linha frigorígena percorre em relação
aos seus trocadores (evaporador / condensador).
As curvas, válvulas e demais singularidades existentes no sistema também representam uma
grande parcela da perda de carga, e representaremos como se ela fosse um tubo reto (comprimento
linear), e qual seria a perda de carga que ela causaria se ela fosse um tubo reto. Esta representação
de uma singularidade como se fosse um tubo reto é conhecida como “Comprimento Equivalente”.
Por exemplo, a instalação abaixo contempla a distribuição das linhas frigorígenas (linha de Líquido
e Linha de Sucção) com seus respectivos valores tanto em comprimento linear quanto comprimento
equivalente.

Nota: Cada curva de 90° equivale a 1,10 m em comprimento linear.

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EXEMPLO DE UMA INSTALAÇÃO TÍPICA CONTEMPLANDO COMPRIMENTO LINEAR E
COMPRIMENTO EQUIVALENTE

Comprimento Linear: 2,3 + 15m + 5,4m + 1m = 23,7m (C.lliq)


Utiliza-se o comprimento linear para determinar a quantidade de complemento de fluido refrigerante
a ser carregada caso o comprimento ultrapasse 7m.
Comprimento Equivalente: 2,3 + 15m + 5,4m + 1m + 3 x 1,10m (curvas de 90 º) = 27m (C.eq.lliq)
Utiliza-se o comprimento equivalente para determinar o diâmetro das tubulações a ser utilizado na
interligação entre as unidades evaporadora e condensadora.

8.7. TESTE DE ESTANQUEIDADE

Verifique eventual vazamento nas tubulações de interligação utilizando gás nitrogênio na pressão
de 30 kgf/cm².
Execute teste de estanqueidade pela junta de inspeção da válvula da linha de sucção e líquido.
Pressurize com 25 kgf/cm² e verifique se o ciclo está estanque (pelo manômetro), somente depois
eleve a pressão de teste até o ponto de 30 kgf/cm².
ATENÇÃO: Utilize gás Nitrogênio.

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8.8. DESIDRATAÇÃO DO SISTEMA (VÁCUO)

O vácuo é um procedimento feito nos sistemas de refrigeração para retirar umidade e gases incon-
densáveis de dentro do sistema.

Antes de iniciar o vácuo, a bomba, as mangueiras ou


tubos de cobre deverão ser devidamente testados, a
bomba devendo atingir valor máximo (150µHg).
Caso contrário, o óleo contido na bomba poderá estar
contaminado e, portanto, deverá ser trocado. Para
andamento, consulte o óleo especificado pelo fabri-
cante no manual da bomba.
Conecte a bomba nas tomadas de pressão das vál-
vulas de sucção e líquido, fazer vácuo até atingir a
pressão ≤ 66,7 PA (500 µHg) no vacuômetro com a
bomba de vácuo isolada, isto é, colocar um registro
entre a bomba e o circuito frigorígeno.
A leitura deverá ser efetuada no vacuômetro eletrô-
nico após este registro estar totalmente fechado e
posterior ao tempo de estabilização (20 min).

ATENÇÃO:
VACUÔMETRO ELETRÔNICO
É um dispositivo obrigatório para a operação, pois ele tem a capacidade de ler os baixos níveis de
vácuo, exigidos pelo sistema.
Um mono-vacuômetro (Manifold) não substitui o vacuômetro eletrônico, pois este não permite uma
leitura adequada, devido a sua escala ser imprecisa e grosseira.
Só é permitido a liberação do fluido refrigerante, complemento ou a realização da carga de fluido
refrigerante quando o vácuo estabilizar na pressão de 500 µHg.
Caso o vácuo não atinja os valores recomendados poderá causar danos irreversíveis ao equipa-
mento podendo levar a quebra e/ou queima do compressor.
Nota: Se constatado em análise técnica que o motivo da quebra e/ou queima foi proveniente de um
ciclo com vestígios de umidade ou acides a garantia será negada.

8.9. CARGA DE REFRIGERANTE INICIAL (UNIDADE CONDENSADORA FIXO)

Utilize sempre a Válvula de Serviço da Linha de Líquido para o abastecimento da Carga de Refrige-
rante no Sistema. A Válvula de Esfera da Descarga deve permanecer fechada no sentido que im-
possibilite o retorno de Fluído Refrigerante no estado Líquido para o Compressor, logo após a carga
de fluido refrigerante deve-se abri-la totalmente.
Não utilize a Linha de Sucção para adicionar Carga de Fluído de Refrigerante, pois pode ocorrer o
travamento do compressor por calço hidráulico (Golpe de líquido).
Atenção: A carga de adicional de fluido refrigerante deve ser calculada conforma equação e tabelas
abaixo.

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SPLITÃO FIXO
A. Para linhas menores ou iguais 7.5m. A= VALOR DE REFERÊNCIA TABELA 1
C.T= A+(7,5 - L.L)XB L.L= COMPRIMENTO LINEAR LINHA DE LÍ-
QUIDO
B. Para linhas maiores que 7.5m.
B= VALOR ( kg/m ) DA TABELA 2
C.T= A+(L.L - 7,5)xB

TABELAS

Carga de refrigerante para modelos de equipamentos "INVERTER"


Não execute nenhum serviço de instalação frigorígena antes de verificar o conteúdo deste manual.
Em função do equipamento estar com fluído refrigerante HFC R-410A na sua carga total (para ins-
talação de até 7,5m de comprimento) a instalação deverá seguir os procedimentos descritos nesse
manual para evitar possíveis acidentes devido a alta pressão no ciclo do equipamento
No Start-Up ou sempre que o equipamento permanecer sem energia elétrica por mais de 1h30min,
este entrará em lógica de aquecimento e somente funcionará quando não houver mais presença de
fluído de refrigerante no cárter, ou seja, quando houver somente óleo no cárter prevenindo assim
partidas inundadas.
IMPORTANTE:
A Johnson Controls Hitachi utiliza somente o fluido R-410A de marcas de boa procedência, como a
Chemours (DuPont) e Honeywell.

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8.10. CARGA ADICIONAL DE ÓLEO LUBRIFICANTE

1° PASSO: CARGA COMPLEMENTAR DE ÓLEO.


Inicialmente para instalações com comprimentos lineares iguais ou acima de 15 metros, deve-se
adicionar carga complementar de óleo lubrificante no compressor, para qualquer tipo e característica
de instalação.
2° PASSO: VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE ÓLEO COM COMPRESSOR A 30Hz. ( Somente para
Inverter )
Para qualquer tipo de instalação deve-se verificar o nível do óleo do compressor em movimento, até
mesmo para as instalações nas quais foram adicionadas cargas complementares de óleo do com-
pressor.
NOTA: (SOMENTE PARA INVERTER)
É obrigatório verificar o nível de óleo do compressor inverter na frequência de 30Hz, por no mínimo
30 minutos após estabilizar o valor de superaquecimento a 30Hz. Com o compressor funcionando
na frequência de 30Hz o nível de óleo observado não deve ser inferior que 1/4 do visor, ou seja, não
deve ser menor que 6mm do visor em hipótese alguma.
Se o nível a 30Hz for inferior a 6mm do visor, deve-se complementar o óleo independente do com-
primento de interligação e do desnível entre as Unidades Condensadoras e Evaporadoras.
* Se o comprimento linear for menor que 15 metros e o nível de óleo ficar baixo, verificar a instalação
(Ø tubo, sifões, comprimento da tubulação.)
Especificação do óleo: ......................................................... Óleo Sintético POE160SZ
Código do óleo p/ compressor Danfoss = 7754023.............Código do óleo Hitachi = 04SZ0160
Código do óleo p/ compressor Emerson = 998-E022-00......Código do óleo Hitachi = 04SZ0156
Atenção: A carga complementar de óleo deve ser adicionada em uma razão de 2% (peso) da carga
total de Refrigerante abastecido no sistema. Considerar 1 g = 1 ml para o cálculo.
Fórmula para equipamento INVERTER: CAO={[( comp. L. Liq-7,5) * A ] + F } * 0,02
Fórmula para equipamento FIXO CAO = (carga total de refrigerante) * 0,02
CAO= Carga Adicional de Óleo
A= Carga de Fábrica
F= Carga Adicional Conforme Comprimento de Linha de Líquido

EXEMPLO 1: INVERTER EXEMPLO 2: FIXO

Tabela de Carga de Refrigerante Adicional para Tubulação da Linha de Líquido por Metro Linear
(kg/m).

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 26


Para tanto, uma carga adicional será necessária para se completar a massa de refrigerante do sis-
tema, incluindo as tubulações de interligação entre a Unidade Condensadora e Evaporadora.
Desse Modo: A massa adicional de refrigerante a ser inserida, será igual ao comprimento total do
tubo da linha de líquido, multiplicado pela quantidade de massa de refrigerante a ser abastecido por
metro linear de tubo.

Exemplo:
Para se completar a massa de refrigerante adicional para um equipamento com capacidade igual a
20 TR, prosseguir da seguinte forma:

Procedimento para adicionar carga complementar:


1. Retire a energia elétrica do equipamento;
2. É necessário manter a válvula solenoide da linha de líquido aberta, para isto, a seguinte ligação:
Remova o cabo do NO7 no CLP e ligue o mesmo no NC7, dessa forma a válvula ficará energi-
zada mesmo que o equipamento não opere, desde de que a alimentação de comando esteja
energizada.
3. ATENÇÃO: Logo após o complemento de fluido refrigerante deve-se retornar à ligação original,
se não, quando o equipamento entrar em operação vai desligar a bobina solenoide e o equipa-
mento desligará por baixa pressão de sucção.
Nota: É possível que nem toda a quantidade de fluido refrigerante necessária entre no circuito,
caso isso aconteça deve-se seguir o seguinte procedimento:
a) Ligue o equipamento e deixe funcionar por uns 5min, passado esse tempo feche a válvula de
serviço da linha de líquido, feito isso o equipamento desligará por baixa pressão de sucção.
b) Com a válvula ainda fechada adicione fluido refrigerante pela linha de líquido sempre obser-
vando a quantidade (balança) para não ultrapassar o valor determinado no cálculo de carga
adicional.
c) Após confirmado a quantidade correta de fluido adicional deve-se fazer um teste de balance-
amento termodinâmico do equipamento, para essa etapa faz-se necessário as medições de
superaquecimento e subresfriamento. Vide procedimento abaixo.

8.11. FUNCIONAMENTO E VERIFICAÇÃO

Ao colocar o equipamento instalado em funcionamento, é importantíssimo efetuar a verificação do


seu regime de trabalho através dos parâmetros de Superaquecimento "SH" e Subresfriamento "SC"
indicados pelo fabricante, conforme orientação abaixo:

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 27


Superaquecimento alto “Maior que 15°C” pode ocasionar a queima do compressor com funciona-
mento contínuo nesta condição.
Superaquecimento baixo “Menor que 12°C” pode ocasionar a quebra de componentes internos do
compressor com funcionamento contínuo nesta condição.
Atenção:
Em alguns casos pode e deve-se alterar a regulagem de fábrica da válvula de expansão, para que
os valores de superaquecimento e subresfriamento fiquem entre os intervalos aceitáveis especifica-
dos.
Porém, deve-se tentar primeiro ajustar estes valores através da alteração da carga de refrigerante.
Tabela orientativa para ajuste do Superaquecimento e Subresfriamento:

IMPORTANTE: Estas regulagens e ajustes devem ser feitas somente por pessoas qualificadas.

9. LÓGICA DE AQUECIMENTO DE CÁRTER

 A nova linha dos Splitões Inverter série “F” contam com um sistema de proteção contra parti-
das do compressor com fluido refrigerante no Carter, ou seja, os equipamentos se protegem
contra “partidas inundadas” reduzindo assim o risco de quebra ou danos aos compressores por
esse motivo.
 Sempre que o equipamento permanecer por mais do que 90 minutos ininterruptos sem energia
ou com alarme no inversor de frequência do compressor ele deverá entrar em modo aquecimento
para assegurar que o compressor não funcione com fluido refrigerante misturado ao óleo.
 Este aquecimento consiste em deixar o Carter a uma temperatura 8°C maior do que a tempera-
tura de evaporação (pressão de sucção convertida pela tabela do R-410 A) por um determinado
período (uma, duas ou três horas).
 Este período adicional será determinado pela temperatura em que o condensador estará durante
o aquecimento, abaixo estão os valores aproximados que o equipamento levará para ligar desde
o instante em que o mesmo fora energizado:

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 28


Tempo Total = Tempo para atingir os 8°C + tempo relacionado à Pressão de sucção
Pressão de sucção menor do que 12 bar = período adicional de 3h;
Pressão de sucção maior do que 12 bar e menor do que 19 bar = período adicional de 2h;
Pressão de sucção maior do que 19 bar = período adicional de 1h.

10. LÓGICA DE FUNCIONAMENTO

10.1. Termostato TH tune

Funções:
Indicação do modo de operação: Habilitado no pro-
grama somente funcionamento da refrigeração
(floco de neve) e desligado, devido a limitações do
termostato foi feito no programa uma lógica para
apagar a indicação de refrigeração.
Esta lógica funciona da seguinte maneira:
 Pressionada a tecla Mode é alterada a in-
dicação de “resfria” para “aquece” e depois de 1
segundo é apagada a indicação de “aquece”.
 No campo principal fica indicando constan-
temente a temperatura ambiente, quando girado o botão de seleção do Set Point a informação
fica no campo principal por 3 segundos e depois é atualizada no campo secundário;
 A velocidade do ventilador é a fixa, portanto no programa está habilitada somente a opção de
Auto (Todos os segmentos acesos) ou totalmente apagado, indicando evaporador desligado;
 Ajustado como padrão à unidade de temperatura Graus Celsius °C no programa do equipamento;
 No campo secundário do termostato fica o valor ajustado de Set Point;

10.2. Entradas digitais do CLP.

O CLP da unidade condensadora Splitão Inverter Série E, é dotada de 7 entradas digitais, as quais
tem as seguintes funções dentro do programa:
1) DI 1 – Selo do evaporador;
2) DI 2 – Alarme no inversor do condensador ou abertura do protetor térmico do motor do conden-
sador;
3) DI 3 – Alarme no inversor do compressor;
4) DI 4 – Acionamento dos protetores de surtos elétricos;
5) DI 5 – Controle de demanda da refrigeração;
6) DI 6 – Controle de demanda da ventilação;
7) DI 7 – Não utilizada;
DI (Digital Input)

10.3. Entradas analógicas do CLP.

Funções das 7 entradas analógicas:


1) AI 1 – Sensor remoto (habilitado no programa para utilização do sensor NTC10K);
2) AI 2 – Sensor de temperatura (NTC10K) da linha de sucção;
3) AI 3 – Não utilizada;
4) AI 4 – Sensor de temperatura (NTC10K) do Carter do compressor;

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 29


5) AI 5 – Feedback de rotação do compressor inverter (4~20mA);
6) AI 6 – Transdutor de baixa pressão;
7) AI 7 – Transdutor de alta pressão.
AI (Analogic Input)

10.4. Saídas Digitais

1) DO 1 – Liga o evaporador;
2) DO 2 – Liga fixa 1;
3) DO 3 – Liga fixa 2;
4) DO 4 – Liga compressor inverter;
5) DO 5 – Liga inversor do condensador;
6) DO 6 – Não utilizada;
7) DO 7 – Liga bobina da válvula solenoide.
DO (Digital Output)

10.5. Saídas Analógicas

1) AO 1 – Rotação do compressor inverter;


2) AO 2 – Rotação do motor do condensador;
3) AO 3 – Não utilizada.
AO (Analogic Output)

11. OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO

11.1. Acionamento das unidades evaporadora e condensadoras

Unidade Evaporadora:
O evaporador somente é acionado por um comando do termostato.
Unidades Condensadoras:
Unidade Inverter:
Para o funcionamento da unidade condensadora inverter, o evaporador precisa estar funcionando,
deve estar ajustado o termostato na função “refrigerar”, nenhum alarme pode estar acionado e a
temperatura ambiente precisa estar 1°C maior do que o valor ajustado no Set Point do termostato.
Esta unidade desligará se a temperatura ambiente for 1,5°C menor do que a temperatura ajustada
no Set Point da unidade acrescido de 5min de funcionamento nessa condição.
Unidade Fixa 1:
A unidade fixa 01 entrará em operação caso a unidade inverter atinja 90Hz e não consiga sozinha
remover o calor a ponto de atingir a temperatura de STE POINT, a temperatura ambiente deve estar
1,0°C maior do que a temperatura ajustada no Set Point do termostato. Esta unidade desligará
quando a temperatura ambiente estiver entre o SET POINT mais 1,0°C.
Unidade Fixa 2:
A unidade fixa 02 entrará em operação se a função refrigeração estiver acionada no termostato, se
o evaporador estiver ligado, e se a temperatura ambiente estiver 1,5°C maior do que a temperatura
ajustado no Set Point do termostato. Esta unidade desligará quando a temperatura ambiente estiver
entre o SET POINT mais 1,0°C..

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 30


Controle de Demanda
As entradas digitais DI 5 e DI 6 tem a função de “Pontos para controle de demanda”, pois são
entradas habilitadas no programa para desligar o equipamento se o cliente tiver alguma automação
através de sinais discretos. As unidades saem de fábrica com um “jumper” para que esta função
não interfira nas lógicas de funcionamento dos equipamentos.
A função demanda funciona da seguinte maneira:
 DI 5 Refrigeração Jumper fechado ► Funcionamento normal;
Jumper aberto ► Desliga todos os condensadores.

 DI 6 Ventilação Jumper fechado ► Funcionamento normal;


Jumper aberto ► Desliga unidade evaporadora e condensadores.

11.2. ACESSA ÀS VARIÁVEIS DO EQUIPAMENTO

12. ALARMES

Após verificar que o equipamento realmente está em alarme (veja notas) pressione simultanea-
mente os 2 botões th-Tune.
Aguarde por 5 segundos até aparecer o N° do alarme na tela.
Nota 1: Quando a máquina está em alarme, aparece um ícone fixo na forma de “no canto
inferior direito do visor’’
Nota 2: Quando aparece um ícone “piscante” na forma de , então ocorrerá reset automático
em até 30 minutos.

12.1. DESCRIÇÃO E CORREÇÃO

Alarme AL 01:
Abertura do contato de selo do evaporador (AL 01):
Se o comando de ligar o evaporador estiver acionado e os contatos 13 e 14 da chave contactora do
evaporador não enviarem um sinal para a entrada DI1 de selo para o CLP no período máximo de 5
segundos, será desligado o equipamento sob o risco de funcionamento das unidades condensado-
ras sem o correto funcionamento da unidade evaporadora.

Ação corretiva:

a) Verificar se o relê de sobrecarga da unidade evaporadora não foi acionado ou se não existe
interrupção no contato de acionamento da chave contactora da unidade evaporadora.
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 01 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Reset” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 31


Alarme AL 02:
Alarme no inversor de frequência do motor do condensador (AL 02):
Caso ocorra alarmes no inversor de frequência do motor do condensador este acionará seu rele
N°2 que está ajustado com a função de sinalizar este alarme para o CLP. O condensador permane-
cerá desligado até que o alarme seja corrigido.

Ação corretiva:

a) Ação de correção: Verificar diretamente no inversor de frequência do motor do condensador qual


o alarme indicado e corrigi-lo.
Reset do alarme: Este alarme será resetado automaticamente pelo CLP quando o inversor de
frequência for resetado. Não permite reset pelo termostato.
Alarme AL 03:

Alarme no inversor de frequência do compressor (AL 03):


Caso ocorra alarmes no inversor de frequência do compressor este acionará seu rele N°2 que está
ajustado com a função de sinalizar este alarme para o CLP. O condensador permanecerá desligado
até que o alarme seja corrigido.

Ação corretiva:

a) Verificar diretamente no inversor de frequência do compressor qual o alarme indicado e corrigi-


lo.
b) Reset do alarme: Este alarme será resetado automaticamente pelo CLP quando o inversor de
frequência for resetado. Não permite reset pelo termostato.

Alarme AL 04:

Acionamento do protetor de surtos elétricos (AL 04):


Se ocorrer acionamento de qualquer um dos protetores de surtos instalados nas fases R, S e T, este
comutará um contato enviando a indicação para o CLP de que o equipamento não está mais prote-
gido contra surtos elétricos.

Ação corretiva:

a) Trocar protetor (es) acionado (s).


Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 04 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Reset” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido.

Alarme AL 05:
Alto valor de superaquecimento (AL 05):
O superaquecimento do fluido refrigerante é monitorado constantemente, para isso foi desenvolvido
uma lógica para evitar que o equipamento (compressor) trabalhe com temperaturas acima do reco-
mendado pelo fabricante DANFOSS. O funcionamento em condições extremas de temperatura pode
ocasionar a degradação do óleo lubrificante e consequentemente a quebra do compressor;
Lógica de controle de superaquecimento

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 32


Pontos 1, 3 e 5:
Nestes pontos o equipamento entra em alarme, neste momento é possível visualizar no controlador
Th-Tune que o ícone fica constantemente piscando (indicação de alarme auto-resetável),
mantém o compressor desligado por um período de 30min e após esse período o mesmo entra
novamente em operação. Na quarta tentativa se o equipamento ainda estiver em condição de
alarme será gerado o alarme fixo AL 05 sendo necessário a rearme manual.
Pontos 0, 2 e 4:
Nestes pontos o equipamento entra em operação, seja pela primeira vez ou seja pelo retorno do
alarme auto-resetável, se o equipamento entrar em condição de alarme o mesmo irá desarmar após
um tempo de operação de acordo com a tabela abaixo.

Tempo de operação Auto-reset entre Alarme fixo


Faixa de SH - Superaquecimento
até o alarme 0min a 120min “AL 05”
20ºC a 24ºC 30 min X3 Quarta tentativa
24,1ºC a 27ºC 15 min X3 Quarta tentativa
Maior que 27ºC 10 Seg X3 Quarta tentativa

Ação corretiva:
a) Conferir a tubulação de interligação entre as unidades Evaporadora e Condensadora;
b) Confirmar se não há vestígios de gases incondensáveis no circuito;
c) Verificar se não há sujeira em excesso no trocador de calor impedindo a troca de calor;
d) Regular o valor de superaquecimento através da carga de fluido refrigerante;
e) Se necessário ajustar a válvula de expansão termostática;
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 05 é possível realizar o RESET
bastando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais
de 3s, feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer
“Reset” e em seguida pressione-o para habilitar a função.
O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido.

Nota: Durante o período da lógica de auto-reset também é possível realizar o reset manual.

Alarme AL 06:
Baixo valor de superaquecimento (AL 06):
O superaquecimento do fluido refrigerante é monitorado constantemente, para isso foi desenvolvido
uma lógica para evitar que o equipamento (compressor) trabalhe com temperaturas abaixo do reco-
mendado pelo fabricante DANFOSS. O funcionamento em condições de temperaturas muito baixas
pode ocasionar a quebra ou o travamento do compressor por calço hidráulico (golpe de liquido) e,
nessa condição o sistema de lubrificação fica comprometido;

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 33


Pontos 1, 3 e 5:
Nestes pontos o equipamento entra em alarme, neste momento é possível visualizar no controla-
dor Th-Tune que o ícone fica constantemente piscando (indicação de alarme auto-resetável),
mantém o compressor desligado por um período de 30min e após esse período o mesmo entra
novamente em operação. Na quarta tentativa se o equipamento ainda estiver em condição de
alarme será gerado o alarme fixo AL 06 sendo necessário a rearme manual.
Pontos 0, 2 e 4:
Nestes pontos o equipamento entra em operação, seja pela primeira vez ou seja pelo retorno do
alarme auto-resetável, se o equipamento entrar em condição de alarme o mesmo irá desarmar após
um tempo de operação de acordo com a tabela abaixo.

Tempo de operação Auto-reset entre Alarme fixo


Faixa de SH - Superaquecimento
até o alarme 0min a 120min “AL 06”
3ºC a 1ºC 5min X3 Quarta tentativa
Menor que 1ºC 1min X3 Quarta tentativa

Ação de correção:
a) Verificar e se necessário ajustar vazão de ar;
b) Verificar tensionamento das correias;
c) Verificar e se necessário executar limpeza no trocador de calor;
d) Verificar e se necessário ajustar carga de fluido refrigerante;
e) Conferir o ajuste da válvula de expansão termostática.

Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 06 é possível realizar o RESET bas-


tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Reset” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido.

Alarme AL 07
Defeito no transdutor de alta pressão (AL 07):
Se o valor medido pelo transdutor de alta pressão instalado na linha de descarga for menor do que
0 bar ou maior que 50 bar, o CLP entenderá que existe um erro no valor e desligará o equipamento
para evitar que alguns sistemas fiquem operando com risco de danos à máquina;
Ação de correção:
a) Verificar se o transdutor não está danificado ou se alguma conexão elétrica não foi interrompida
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 07 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se as pressões estiverem dentre os
valores mínimo e máximo esperado.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 34


Alarme AL 08
Defeito transdutor de baixa pressão (AL 08):
Se o valor medido pelo transdutor de baixa pressão instalado na linha de sucção for menor do que
0 bar ou maior que 22 bar, o CLP entenderá que existe um erro no valor e desligará o equipamento
para evitar que alguns sistemas fiquem operando com risco de danos à máquina;
Ação de correção:
a) Verificar se o transdutor não está danificado ou se alguma conexão elétrica não foi interrompida
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 08 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se as pressões estiverem dentre os
valores mínimo e máximo esperado.
Alarme AL 09:
Desarme por alta pressão (AL 09):
Através da leitura do transdutor de alta pressão instalado na linha de descarga da máquina, o CLP
avalia condições de risco e desliga o equipamento se a pressão neste ponto for maior ou igual a
42,5 bar.
Ação de correção:
a) Confirmar se não há vestígios de gases incondensáveis no circuito;
b) Confirmar a carga de fluido refrigerante através do Superaquecimento e Subresfriamento;
c) Verificar se não há sujeira em excesso no trocador de calor impedindo a troca de calor;
d) Verificar parâmetros do inversor de frequência;
e) Verificar Moto-ventilador (ruído, ligação elétrica, etc)
f) Verificar se o condensador não está sujo ou se não existem problemas com o conjunto ventilador
do condensador;
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 09 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se a pressão neste ponto for menor
do que 35 bar.
Alarme AL 10:
Desarme por baixa pressão (AL 10):
Através da leitura do transdutor de baixa pressão instalado na linha de sucção da máquina, o CLP
avalia condições de risco e desliga o equipamento se a pressão neste ponto for menor ou igual a 4
bar.
Ação de correção:
a) Verificar se o evaporador não está sujo ou se não existem problemas com o conjunto ventilador
do evaporador;
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 10 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 35


Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se a pressão neste ponto for maior
do que 5,5 bar.
Falha no sensor de sucção (AL 11):
Se o valor lido pelo sensor de temperatura instalado na linha de sucção for menor do que -50°C, o
CLP entenderá que existe um erro no valor e desligará o equipamento para evitar que alguns siste-
mas fiquem operando com risco de danos à máquina.
Ação de correção:
a) Verificar se o sensor não está danificado ou se alguma conexão elétrica não foi interrompida
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 11 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se as pressões estiverem dentre os
valores mínimo e máximo esperado.
Alarme AL 12
Falha no sensor do Carter (AL 12):
Se o valor lido pelo sensor de temperatura instalado no Carter do Compressor for menor do que -
50°C, o CLP entenderá que existe um erro no valor e desligará o equipamento para evitar que alguns
sistemas fiquem operando com risco de danos à máquina.
Ação de correção:
a) Verificar se o sensor não está danificado ou se alguma conexão elétrica não foi interrompida
Reset do alarme: Se o equipamento apresentar o alarme AL 12 é possível realizar o RESET bas-
tando apenas apertar as duas teclas da esquerda simultaneamente (Mode e Timer) por mais de 3s,
feito isso aparecerá o código do Alarme, gire o botão central para à direita até aparecer “Re-set” e
em seguida pressione-o para habilitar a função.
Nota: O CLP só permitirá o reset se o problema for corrigido e se a temperatura estiver dentre os
valores mínimo e máximo esperado.

13. AJUSTES DE PARÂMETROS

13.1. AJUSTE DE SET POINT

Com o equipamento operando em modo resfriamento, gire o botão no sentido horário para aumentar
o SET POINT e vire para o sentido anti-horário para diminuir o SET POINT.
O valor de SET POINT pode ser alterado via Th-Tune num intervalo entre 19ºC à 32°C.

13.2. PARÂMETROS DE OPERAÇÃO

Para acessar os parâmetros é necessário entrar com o código de acesso (senha).


Faça o seguinte procedimento:
1º. Pressione simultaneamente os 2 botões do th-Tune por uns 5 segundos até
aparecer na tela a palavra (CODE);
2º. Gire o botão no sentido horário, até chegar na senha (015);
3º. Pressione o botão para ter acesso aos menus de parametrização.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 36


CONFIGURAÇÃO DA QUANTIDADE DE MÁQUINAS FIXAS - PARÂMETRO A001
O primeiro parâmetro a ser configurado “se necessário” é o da quantidade de máquinas fixas, ou
seja, dependendo da capacidade do evaporador pode-se ter uma ou duas unidades fixas, logo, é
necessário configurar esse parâmetro para evitar que a máquina inverter acelere e desacelere sem
ter necessidade.
Faça o seguinte procedimento:
Pressione simultaneamente os 2 botões do th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra (CODE);
1º. Gire o botão no sentido horário, até chegar na senha (015);
2º. Aparecerá *nnU1*, pressione o botão para confirmar o acesso, aparecerá A001;
3º. Pressione novamente mais uma vez o botão de ajuste para habilitar o acesso ao parâmetro;
4º. Gire o botão e configure de acordo com a quantidade de máquinas fixas instaladas para àquele
sistema “Default de fábrica 2”
5º. Para confirmar o ajuste pressione novamente o botão.
Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
OFFSET SENSOR REMOTO PARÂMETRO A002
Este valor deve ser ajustado entre -10ºC e +10ºC, para correção da leitura de temperatura quando
se é utilizado o sensor remoto.
Pressione simultaneamente os 2 botões do th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra (CODE);
1º. Gire o botão no sentido horário, até chegar na senha (015);
2º. Aparecerá *nnU1*, pressione o botão para confirmar o acesso;
3º. Gire o botão uma vez, aparecerá A002;
4º. Gire o botão no sentido horário para corrigir erro para mais e gire para o sentido anti-horário para
corrigir o erro para menos.
5º. Para confirmar o ajuste pressione novamente o botão.
Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
AJUSTE DA PROGRAMAÇÃO HORÁRIA.
1º. Pressione simultaneamente os 2 botões do th-Tune por uns 5 segundos até
aparecer na tela a palavra (CODE);
2º. Gire o botão no sentido horário, até chegar na senha (015);
3º. Aparecerá *nnU1*, pressione o botão para confirmar o acesso;
4º. Gire o botão duas vezes no sentido horário para acessar o parâmetro A003 e configure conforme
abaixo, a cada giro no sentido horário será avançado para o próximo parâmetro.
5º. Para confirmar o ajuste pressione novamente o botão “em cada variável”
A003 – Hora Liga (segunda a sexta);
A004 – Minuto Liga (segunda a sexta);
A005 – Hora Desliga (segunda a sexta);
A006 – Minuto Desliga (segunda a sexta);
A007 – Hora Liga (sábado);
A008 – Minuto Liga (sábado);
A009 – Hora Desliga (sábado);
A010 – Minuto Desliga (sábado);
A011 – Hora Liga (domingo);
A012 – Minuto Liga (domingo);
A013 – Hora Desliga (domingo);
A014 – Minuto Desliga (domingo);

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 37


Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
AJUSTE DA DATA.
1º. Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até
aparecer na tela a palavra CODE.
2º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (022), em seguida pressione-o para confir-
mar;
3º. Gire novamente o botão até aparecer na tela a palavra *Year*, pressione o botão, selecione
através do giro do botão o ano respectivo e pressione novamente a botão para confirmar;
4º. Gire novamente o botão até aparecer na tela a palavra *Mont*, pressione o botão, Selecione
através do giro do botão o mês respectivo e pressione novamente o botão para confirmar
5º. Gire novamente o botão até aparecer na tela a palavra*nDay*, pressione o botão, selecione
através do giro do botão o dia respectivo e pressione novamente o botão para confirmar.
Para voltar à tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
ACERTAR A HORA
Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (022), pressione-o para confirmar,
2º. Gire novamente o botão até aparecer na tela a palavra *hour*, pressione o botão para confirma
e ajuste a hora;
3º. Pressione novamente o botão e gire novamente até aparecer na tela a palavra *nins* e pressione
o botão para confirmar e ajuste os minutos;
Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
FEEDBACK DO INVERSOR PARÂMETRO - B001
Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário uma vez, aparecerá *nnU2*, pressione-o para confirmar;
3º. Aparecerá o parâmetro B001 e mostrará o valor da variável;;

Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.


TEMPERATURA DE AR EXTERNO - B002
Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário uma vez, aparecerá *nnU2*, pressione-o para confirmar;
3º. Gire o botão no sentido horário uma vez, aparecerá o parâmetro B002 e mostrará o valor da
variável;

Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.


TEMPERATURA CÁRTER PARÂMETRO - B003:
Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer
na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário uma vez, aparecerá *nnU2*, pressione-o para confirmar;
3º. Gire o botão no sentido horário duas vezes e aparecerá o parâmetro B003 e mostrará o valor
atual de temperatura em graus Célsius (°C) do cárter do compressor.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 38


Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.
HABILITAR SENSOR REMOTO (AMBIENTE/DUTO) – C001

Para habilitar o sensor externo para controle de temperatura ambiente é necessário realizar o se-
guinte procedimento:

Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer


na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário três vezes, aparecerá *nnU3*, pressione-o para confirmar;
3º. O parâmetro C001 será mostrado no display, pressione o botão para habilitar o acesso;
4º. Default de fábrica é “0”, gire o botão para selecionar “1” e pressione-o novamente para confir-
mar o ajuste.

Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.

HABILITA PROGRAMAÇÃO HORÁRIA – C002


Para habilitar a programação horária semanal é necessário realizar o seguinte procedimento:

Pressione simultaneamente os 2 botões do Th-Tune por uns 5 segundos até aparecer


na tela a palavra CODE.
1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário duas vezes, aparecerá *nnU3*, pressione-o para confirmar;
3º. Gire o botão no sentido horário uma vez, o parâmetro C002 será mostrado no display, pressione-
o para habilitar o acesso;
4º. Default de fábrica é “0”, gire o botão para selecionar “1” e pressione-o novamente para habilitar
a programação horária.

Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.


STATUS DAS MAQUINAS FIXAS 1 e 2 – D001 e D002
Neste parâmetro é possível de ver se o equipamento fixo está operando ou não, onde o código
binário 0 significa desligado e 1 significa ligado.
Nota: Nenhuma informação de funcionamento dos equipamentos fixos é passado para o CLP, ou
seja, mesmo que a informação de máquina ligada esteja ativo não quer dizer que o equipamento
está operando.

1º. Gire o botão no sentido horário até chegar na senha (015) e pressione-o para confirmar;
2º. Gire o botão no sentido horário três vezes, aparecerá *nnU4*, pressione-o para confirmar;
3º. Aparecerá no display o parâmetro D001 “equipamento fixo 1” e o valor da variável;
4º. Gire o botão no sentido horário uma vez e aparecerá no display o parâmetro D002 “equipa-
mento fixo 2” e o valor da variável;
5º. “0” significa equipamento desligado e “1” significa equipamento ligado.

Para voltar a tela inicial pressione a tecla do controlador Th-Tune.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 39


14. CONTROLADOR KCO-0054

14.1. MÉTODO PARA ACESSAR PARÂMETROS

Com o equipamento em operação segure as te-


clas + pressionadas simultaneamente por 3
segundos, para acessar o menu de configurações

Utilizar as teclas para ajustar o valor dese-


jado, o mesmo aparecerá no centro do display,
pressione a tecla avançar nos parâmetros e
ao terminar os ajustes mantenha pressionado as
teclas + para sair do menu de configura-
ções.

Lista de Parâmetros
Nu- Descrição Opções Possivel
mero
0 - Somente Aquecimento
1 - Somente Resfrigeração (Padrão)
Tipo de sistema 2 - Aquecimento ou Refrigeração
1 4 - Aquecimento e Refrigeração manual
5 - Aquecimento e Refrigeração automático
2 Tipo de saída 0 - NO - Normalmente Aberto
1 - NC - Normalmente fechado (Padrão)
5 Sensor 0 - Sensor Interno (padrão)
1 - Sensor remoto - NTC20K
9 Escala de temperatura 0 - °F
1 - °C (Padrão)
0 - Somente ciclo
Controle de Ventilação 1 - Constante (Baixa-Media-Alta-Baixa)
2 - A escolha do usuário cíclico ou constante (3 velocidades:
10 Baixa-Media-Alta-Auto-Baixa) (Padrão)
1
2
CPH Refrigeração (Quan- 3
14 tidade máxima de ciclo 4
por hora) 5 (Padrão)
6
-2°C (-4°F)
-1,5°C (-3°F)
-1°C (-3°F)
Ajuste de temperatura do -0,5°C (-2°F)
display 0°C (0°F) (Padrão)
18 0,5°C (1°F)
1°C (2°F)
1,5 (3°C)
2°C (4°F)
0 - Temperatura da sala

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 40


19 Modo de temperatura no 1 - Temperatura de setpoint
display
2 - Temperatura da sala e setpoint (Padrão)
21 Temperatura mínima de 10~32°C Padrão19°C (50~90°F Padrão 50°F)
setpoint
0 - Todas as teclas liberadas
1 - Botão do sistema Bloqueado
22 Teclas bloqueadas 2 - Botão do ventilador e sistema bnloqueado
3 - Todos os botões bloqueados
4 - Botão do ventilador bloqueado (Padrão)
0 - Cartão de hotel NO
23 Habilitar modo setback 1 - Cartão de hotel NA
2 - Botão (Padrão)
25 Ajuste de temperatura 22~32°C Padrão: 26°C (72~90°F Padrão: 79°F)
do modo setback
Ajuste de 0~5 (Padrão 3)
29 Tempo mínimo do rele 0 - Desabilitado o tempo mínimo de rele desligado
desligado 1~5 - Minutos mínimos para desligar o 1° estagio
Diferencial de tempera- 2°C (4°F) (Padrão)
30 tura para acionamento 3°C (5°F)
do 2° estagio 4°C (7°F)
5°C (9°F)
Obs: Valores em vermelho com a indicação “(Padrão)” são os valores configurados de fa-
brica

15. TROUBLESHOOTING

15.1. ANÁLISE DE FALHAS NA PARTIDA.

15.1.1. Primeira situação “Equipamento não entra em operação”.

Descrição:
Aparece no visor do termostato tH-Tune o alarme 03 que indica problema no inversor do compres-
sor, porém após verificar o display do inversor é constatado que não está com nenhum alarme .

Verificações:
a) Inicialmente confirme se realmente há algum alarme no inversor do compressor.
b) Orientando-se pelo esquema elétrico tire o fio preto e o fio laranja dos bornes que faz a ligação
entre o GND e a entrada DI-3 da Placa CLP-Carel que passa pelo inversor, e verifique se há
continuidade entre os fios. Inversor do compressor sem apresentar alarme tem que constatar
continuidade.
c) Se não tiver continuidade procure identificar em que ponto está aberto.
 Verifique orientando-se pelo esquema elétrico se as ligações estão corretas: (preto) saída do
GND=> entrada no rele 2 normal fechado do inversor (borne 6)=> (laranja) saída do rele2
(borne 4)=> (laranja) entrada na DI-3.
 Verifique se está tendo continuidade entre o borne 6 e o borne 4 do inversor do compressor.
 Confirme se algum conector não está devidamente encaixado.
d) Se tiver continuidade inicie a verificação junto a Placa PLC-Carel.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 41


 Verifique se os conectores da placa do CLP-Carel estão com mau contato, ou os fios não es-
tão devidamente apertados no cobre do fio.
 Se ligar o GND da placa com o DI-3 o alarme deve sair, se não sair há a possibilidade da DI-3
da Placa CLP estar com problema.
e) Se todos os itens anteriores foram verificados e não se obteve resultado positivo, entre em con-
tato com a assistência técnica da Johnson Controls-Hitachi Ar Condicionado do Brasil Ltda.
f) Inversor avariado.

15.1.2. Segunda situação “Equipamento não entra em operação”.

Descrição:
Não aparece nenhum alarme, ou seja, nem no termostato tH-Tune e nem no inversor do compres-
sor, porem a máquina não liga.

Verificações:
a) Verifique no inversor do compressor se a tecla “Auto On” está acionada. Se a tecla “Off” estiver
acionada então o compressor não entrará em funcionamento.
b) Verifique se o set-point está com valor acima da temperatura do ambiente interno.
c) Verifique se a pressão de baixa está inferior a 4,0 bar,...pois o alarme AL-10 somente vai apare-
cer após três (03) ocorrências contínuas de auto-rest. Note que o desarme ocorre em 4,0 bar e
o rearme somente acontece com pressão igual ou acima de 5,5 bar.
d) Verifique se está devidamente jumpeado os bornes (DC1 com DC2) e (DV1 com DV2). Se estes
bornes não estiverem jumpeados a máquina não vai ligar e também não aparecerá alarme. Se o
controle de demanda não estiver jumpeado a máquina não funciona.
e) Verifique se a máquina está em lógica de aquecimento. Se aparecer no termostato-tH-Tune um
ícone piscante em forma de chama significa que a máquina está em fase de aquecimento e que
somente será liberada a partida após concluir totalmente esta fase.
f) Verifique se o inversor está com o programa padrão, confirmando se os parâmetros (0023 está
selecionado em frequência) e (0024 está selecionado em RPM). Se estes parâmetros estiverem
diferentes do mencionado então é porque há necessidade de colocar o programa padrão atuali-
zado. Note que neste caso o ventilador do condensador funcionará, porem o compressor não
entra em operação.
g) Verifique se há mal contato do acionamento do inversor do compressor. Confirme se o sinal do
contato NO4 do CLP está chegando corretamente no terminal 18 do inversor de frequência do
compressor. Note que é através da entrada 18 que o inversor recebe sinal para ligar o compres-
sor, este sinal é de 24 Vdc.

Detalhes a serem seguidos para a verificação:


 Verifique se tem continuidade entre o GND da placa com o ponto 20 do inversor do compressor
(veja esquema elétrico)
 Entre os pontos 13 e 20, do inversor do compressor, confirme se a fonte do inversor está forne-
cendo 24 vdc.
 Entre o ponto 20 do inversor e C2 da placa confirme se o sinal de 24 vdc está chegando placa
CLP-Carel, ou seja, se não há alguma descontinuidade na ligação.
 Verifique a continuidade entre o ponto NO4 da Placa e a entrada 18 do inversor.
 Confirme se entre os pontos 18 e 20 do inversor do compressor está chegando o sinal de 24 vdc.
h) Se todas as etapas anteriores foram verificadas e não se obteve êxito então troque a Placa CLP-
Carel e faça o teste.
i) Se ainda assim o problema persistir então entre em contato com a assistência técnica da John-
son Controls Hitachi Ar Condicionado.
j) Inversor avariado.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 42


15.1.3. Terceira situação “Equipamento interromper operação”.

Descrição:
Máquina parte mas depois de alguns minutos ela para o funcionamento sem que ocorra o apareci-
mento de algum alarme.
Não aparece nenhum alarme, ou seja, nem no termostato tH-Tune e nem no inversor do compres-
sor.

Detalhes a serem seguidos para a verificação:


a) Verifique a pressão de sucção no momento em que a máquina para de funcionar. Se tiver dúvidas
instale um manômetro e confronte o valor do manômetro com o valor lido no termostato tH-Tune.
b) Verifique se a temperatura ambiente ficou menor do que a do set-point.
c) Verifique a localização do termostato tH-Tune. Se o termostato estiver próximo à insuflação de
ar frio então a temperatura lida cairá rapidamente e a máquina será desligada de forma intermi-
tente.
d) Se todos os itens anteriores foram verificados e não se obteve resultado positivo, entre em con-
tato com a assistência técnica da Johnson Controls Hitachi Ar Condicionado.
e) Inversor avariado.

15.2. ALRAME A-18

15.2.1. CAUSAS MECÂNICAS QUE GERAM A18.

Travamento mecânico gerado por:


a) Retorno de líquido;
b) Calço hidráulico;
c) Baixo nível de óleo em 30hz, nível mínimo deve ser de 6mm no visor do compressor com o
equipamento em regime contínuo de 30Hz;
d) Diluição do óleo;
e) Alta temperatura de descarga;
f) Carbonização do óleo;
g) Valor do superaquecimento (SH) para equipamento inverter não foi ajustado dentro da faixa ad-
missível especificada no manual de instalação;
h) Baixo (SH), gera retorno de líquido na modulação da frequência e consequentemente o arraste
do óleo;
i) Alto (SH), gera superaquecimento na carcaça do compressor comprometendo a lubrificação;
j) Sujeiras no circuito oriundos da brasagem “carepas de solda”;
k) Umidade no circuito, “desidratação (vácuo)” não atingiu valor inferior a 500µ Hg, ou não foi feito
vácuo nas duas linhas, ou seja, linha de líquido e de sucção simultaneamente e com as válvulas
solenoides abertas;
l) Quantidade insuficiente e/ou falta de sifões nas tubulações de interligação com desnível vertical
negativo (evaporador abaixo do condensador);
m) Partículas abrasivas no circuito “areia e poeira” exemplos: (tubulação ficou aberta e exposta ao
tempo no período de instalação e não foi feito a correta limpeza da tubulação antes da instalação;
o) Partículas metálicas no circuito, exemplos: Corte de tubos com serra o qual gera cavacos, fura-
ções com a tubulação já montada, adição de R410A pela linha de sucção, compressor operou
em vácuo ou com pressão de sucção abaixo do permitido pelo *envelope*do compressor (PS<3,0
bar);
p) Contaminação do óleo e perda de suas propriedades;
q) Inversor avariado.

NOTA: Na maioria dos casos o travamento não ocorre logo de imediato após identificado a irregu-
laridade estabelecida, mas é um processo de deterioração lento e progressivo que leva meses até
a avaria.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 43


15.2.2. CAUSAS ELÉTRICAS QUE GERAM A18.

a) Programa inadequado no inversor do compressor, exemplo: inversor de 220V com pro-


grama do 380V.
b) Cabos de interligação Inversor x Compressor Invertido, exemplo: Ligação correto no com-
pressor mas invertido no inversor ou vice versa
c) Identificação trocada nas extremidades dos cabos que fazem a ligação entre compressor e
inversor, a qual leva a ligação errada. (Precisa verificar continuidade de cada cabo (R=>R)
(S=>S) (T=>T)
d) Baixa isolação no compressor. (Mínimo de 20M.Ω);
e) Falta de continuidade nas bobinas (bobina aberta);
f) Bobinas em curto com a carcaça e o terra;
g) Falta de alimentação em uma das fases (R/S/T) ou seja, (91 92 93) no inversor do compres-
sor.
h) Falhas mecânicas também podem gerar falhas elétricas devido ao superaquecimento dos
bornes internos, das bobinas, perda da resistência dielétrica, parte de peças quebradas ou
resíduos condutores que fecham curto entre estator e rotor.
i) Inversor avariado.

15.3. ALARME A-49

15.3.1. CAUSAS PROVÁVEIS “IDEM ALARME A-18”.

15.4. ALARMES A-30, A-31, A-32

DESCRIÇÃO:
Exibe o alarme 30, 31 ou 32 no caso de uma das fases do motor (U, V , W) não for confirmado pelo
inversor.

15.4.1. CAUSAS PROVÁVEIS DO ALARME A-30, A-31, A-32.

a) Compressor com bobinas abertas


b) Cabos de interligação Inversor x Compressor rompidos ou com mal contato;
c) Mal contato nos parafusos de fixação dos cabos nos bornes do compressor;
d) Inversor de frequência avariado (saída de alimentação para o compressor queimada);

15.5. ALARME A-36

DESCRIÇÃO
Exibe o alarme 36 quando a alimentação do inversor não for efetivada ou quando o valor for menor
que a nominal em 15%.
15.5.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-36.

a) Fusível geral queimado;


b) Disjuntor desligado ou desarmado;
c) Chave seccionadora desligada;
d) Cabos de alimentação interrompidos;
e) Mal contato nos terminais do disjuntor, chave seccionadora ou fusível;
f) Cabos mal dimensionados (subdimensionados);
g) Tensão abaixo do valor permitido (máximo 15% de queda de tensão);
h) Inversor avariado.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 44


15.6. ALARME A-13 “SOBRECORRENTE”

Descrição:
O limite de corrente de pico do inversor (aprox. 200% da corrente nominal) foi excedido. A adver-
tência dura aprox. 1,5 s, em seguida o conversor de frequência desarma e emite um alarme.

15.6.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-13.

a) Degaste mecânico do compressor causando travamento;


b) Excesso de fluido refrigerante;
c) Excesso de sujeira no trocador do condensador causando alta pressão a descarga;
d) Mal contato nos cabos de alimentação do compressor;
e) Deficiência na lubrificação (baixo nível de óleo e/ou qualidade do óleo);
f) Motor ventilador do condensador avariado;
g) Parâmetros do inversor do ventilador alterados;
h) Inversor avariado.

15.7. ALARME A-14 “FALHA DE ATERRAMENTO”

DESCRIÇÃO:
Há corrente das fases de saída para o terra, no cabo entre o conversor de frequência e o motor ou
no próprio motor.

15.7.1. POSSÍVEIS CAUSAS DO ALARME A-14.

a) Baixa isolação do compressor;


b) Aterramento fora do especificado (≥20MΩ), meça com megômetro;
c) Inversor avariado;

16. INFORMAÇÕS ADICIONAIS

1. No caso do Splitão Inverter o inversor do compressor faz 10 auto resets contínuos antes de
parar o compressor. Se durante a sequência contínua de tentativas automáticas for reestabe-
lecido a regularidade no funcionamento então ocorre o reset da contagem de auto resets.
2. Os autos resets que são realizados a cada 30 segundos e em continuidade, podem ser do
mesmo alarme ou de alarmes diferentes.
3. Acessando o parâmetro 1530 é possível visualizar o histórico dos 10 últimos alarmes.
4. No histórico de alarmes estarão registrados os 10 últimos alarmes até mesmo nos quais ocor-
reram auto-reset.
5. O aquecimento do cárter é interrompido quando o inversor do compressor está na condição de
alarme ou de trip loked.
6. Após resetar manualmente o inversor, para que a máquina funcione, a lógica de aquecimento
do cárter tem que estar cumprida.
7. O inversor do compressor não gera corrente harmônica de terceira ordem. O inversor gera
somente harmônica a partir de 5ª ordem. Drives com alimentação monofásica geram harmônica
de terceira ordem.
8. Estando ativada a tecla “Off” do inversor do compressor o aquecimento do cárter não é inter-
rompido.
9. Estando ativada a tecla “Off” do inversor o compressor não funcionará, mesmo que a máquina
for ligada pelo termostato tH-Tune.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 45


10. Pelo menos um (01) dia antes do startup mantenha continuamente energizada a placa CLP-
Carel e também o inversor do compressor para que a lógica de aquecimento do cárter seja
cumprida.
11. A qualidade do Terra é importante para preservar o inversor do compressor. A resistência ôh-
mica do Terra deve ser de no máximo 5 ohms entre dois pontos aterrados. (Usar terrômetro
para confirmar)
12. Certifique-se de que o Terra da máquina não está conectado a nenhum cabo do para-raios.
13. Para fazer leitura de determinado parâmetro acione simultaneamente as teclas (Quick Menu)
+ (Main Menu) e depois digite o número do parâmetro e na sequência aperte a tecla (Ok) exem-
plo: para visualizar o parâmetro 23 digite 0023 e acione a tecla Ok.
14. Para fazer a leitura do gráfico de Histograma de Carga “Load Profile” acione a tecla Quick Menu
e faça a seleção. Este perfil mostrará em horas o regime de trabalho do compressor:
Desl./Baixo/Médio/Alto/Completo, sendo que em [rpm], Baixo= de 1800 a 2350; Médio= de
2351 a 3450; Alto= de 3451 a 4550 e Completo= de 4551 a 5400.
15. Se o inversor do compressor estiver somente com o programa “Default” da Danfoss o motor do
ventilador do condensador funcionará, porem o compressor não rodará, neste caso é necessá-
rio colocar o programa padrão Johnson Controls-Hitachi Ar Condicionado do Brasil Ltda pelo
MCT-10, é possível confirma a informação através do parâmetro 0023 Tem que estar em Hz e
o parâmetro 0024 tem que estar em RPM.
16. Para saber o número de vezes que o Drive atingiu “Over Temperature” veja parâmetro 1504.
17. Para saber por quanto tempo (horas) o compressor rodou veja parâmetro 1501.

CTAH – CENTRO DE TREINAMENTO APLICADO HITACHI 46

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