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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema: Desenvolover pesquisa sobre, pedagogia e fundamentos humamos da didática

Nome do Estudante: Lúcio Inverno Eugénio


Código: 708221916

Curso: Licenciatura em Ensino portuguesa


Disciplina: didática geral1
Ano: 1°.
Docente: Rogério Ucula

Quelimane, Junho, 2022


Classificação
Categorias Indicadores Padrões
Pontuação Nota
máxima de Subtotal
tutor

Capa 0,5
Aspectos Índice 0,5
organizacionai Introdução 0,5
Estrutura s
Discussão 0,5
Conclusão 0,5
Bibliografia 0,5
Contextualização 1.0
(indicação clara do
Introdução problema).
Conteúdos Discrição dos objectivos. 1.0

Metodologia adequada
ao objecto de trabalho. 2.0

Articulação e domínio de
Discurso académico 2.0
Analise (expressão escrita
discussão cuidadas Coerrencia-
coesao textual).

Revisão bibliográfica
nacional e internacionais 2.0
relevantes na área de
estudo.

Exploração dos dados. 2.0


Contributos teóricos
Conclusão práticos. 2.0
Aspectos gerais Paginação, tipo e
Formatação tamanho de letra, 1.0
paragrafo, espaçamento
entre linhas.
Referências Normas APA Rigor e coerência das
bibliográficas 6ªEdicao em citações referencias 4.0
citações e bibliográficas.
bibliografia.
Folha para recomendações de melhoria: a ser preenchida pelo tutor

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ÍNDICE

INTRODUCAO............................................................................................................................ 5
PEDAGOGIA .............................................................................................................................. 6
FUNDAMENTOS ........................................................................................................................ 6
ORIGEM ETIMOLOGICA DA DIDATICA E PEDAGOGIA ................................................................. 7
RELACAO ENTRE PEDAGOGIA E DIDÁTICA ................................................................................. 7
DESCRICÃO DAS PRINCIPAIS FUNCOES DIDATICAS NA SALA DE AULA ........................................ 8
INTRODUÇÃO E MOTIVAÇÃO .................................................................................................... 9
MEDIAÇÃO E ASSIMILAÇÃO..................................................................................................... 10
DOMINIO E CONSOLIDAÇÃO ................................................................................................... 11
CONTROLE E AVALIAÇÃO ........................................................................................................ 12
CONCLUSÃO ........................................................................................................................... 13
BIBLIOGRAFIA ......................................................................................................................... 14
INTRODUÇÃO

O presente trabalho de campo didático e pedagógico, visa levar os educadores a


compressão da didatica como ramo da pedagogia na exploração do seguinte tema:
Pedagogia, e fundamentos humanos da didatica; tendo em conta que a didatica é uma
disciplina tecnica que tem como objeto de estudo a tecnica de ensino, e todos seus
aspectos práticos operacionais. Sendo assim, a relação de didática e pedagogia é
recíproca no seu intento de investigar as finalidades da educação como processo social,
bem como as metodologias apropriadas.

Concernente a didática, o presente trabalho tem como objetivos geral:

 Desenvolver pesquisa sobre a pedagogia e fundamentos humanos da didática

Objetivos especificos:

 Explicar a origem etimológica da palavra didática e pedagogia;


 Relacionar a pedagogia da didática;
 Descrever as principais funções didáticas, e aplicação das mesmas na sala de
aula.

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PEDAGOGIA

A história da Pedagogia vem de longe, da Grécia; era papel dos escravos


acompanhar as crianças dos senhores aos locais de instrução, aos poucos essa
actividade deixou de ser do escravo e passou a ser de um profissional a que hoje
chamamos de pedagogo Piletti, (1990).
Hoje a Pedagogia, trata de investigar as leis e regularidades que orientam o processo de
ensino-aprendizagem. Dentro dessa complexidade Pilleti considera três áreas
importantes da Pedagogia:

 Aspecto Filosófico: nesta área situam-se as disciplinas como a Filosofia


educacional, Políticas Educativas, teoria da Educação, História da Educação sua
principal preocupação é direccionar a educação para o ideal proposto por cada
povo, responde a questão o que deve ser a educação para um determinado povo
ou nação.
 Aspecto técnico: esta área é mais operacional, no sentido de conduzir a
educação para as finalidades propostas, constam as disciplinas como, por
exemplo, a Administração Escolar, Saúde e Higiene Escolar, e a própria
Didáctica.
 Aspecto Científico: esta área pedagógica trata de investigar o campo educativo,
responde a questão o que é a Educação, fazem parte as disciplinas como a
Sociologia Educacional, Biologia Educacional, Educação Comparada etc.

FUNDAMENTOS HUMANOS DA DIDÁCTICA

Didáctica é a parte da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino,


destinados a colocar em prática as diretrizes da teoria pedagógica.

Libâneo, (2005, p.34):


didáctica enquanto for encarrada como disciplina técnica da Pedagogia pode
permanecer nesse reducionismo, a ideia de uma ciência que ensina como
ensinar. Na reivindicação do reducionismo didático, Libâneo (1992) refere que
cabe a Didáctica converter os objectivos sociopolíticos e pedagógicos em
objectivos de ensino, dai que se diz que o trabalho docente na sala de aula é
reflexo da sociedade, sendo assim, ao investigar questões atinentes à formação
humana e prática educativa, correspondente a Pedagogia começa por perguntar
que interesses que estão por detrás das propostas educacionais. O processo
educativo se viabiliza, portanto, como prática social precisamente por ser
dirigido pedagogicamente.

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Reconhecer essa complexidade didáctica leva nos a repensar a ideia do educador e do
educando, como seres sociais que são resultados dessa complexa realidade humana, dai
que o trabalho didáctico exige um novo paradigma para o processo de ensino-
aprendizagem: Promoção da humanidade de cada ser humano, no fundo dessas
interacções é importante reconhecer a qualidade das comunicações, a
“educomunicação”.

A acção educativa de que se preocupa a didáctica é uma acção humana por


natureza, o homem vive na família, na escola, na igreja, o estado, a comunidade,
essas todas instâncias são vivenciadas pelo homem e o campo escolar é social
daí as influencias que este homem sofre. Mas a vida humana é mais do que uma
simples recepção de influências e informações. Ela caracteriza-se pela
participação, pelo relacionamento e pela convivência entre pessoas; por isso há
necessidade de criação de um ambiente em que se dê o encontro humano em
todas suas dimensões Schmitz,(1993).

ORIGEM ETIMOLOGICA DA DIDÁTICA E PEDAGOGIA

A história da Pedagogia é longa, remonta da Grécia; era papel dos escravos


acompanhar as crianças dos senhores aos locais de instrução, aos poucos essa
actividade deixou de ser do escravo e passou a ser de um profissional a que hoje
chamamos de pedagogo. Etimologicamente, pai, paidós=crianças,
agein=conduzir; logo= ciência, assim a Pedagogia significa ciência para a
condução das Crianças, Piletti (1990).

A ORIGEM etimológica do termo didáctica procede do grego didaskein que se significa


instruir, ensinar. Foi introduzido pela primeira por ratichius 1592 – 1670 que atribuiu a
didáctica o seu carácter pedagógico ao defini-la a sua didáctica magna, como arte de
ensinar. Dai, ser lhe atribuída a paternidade da didáctica de línguas com disciplina
científica autónoma.

RELAÇÃO ENTRE PEDAGOGIA E DIDÁTICA

Segundo Haidt, (2006) “a pedagogia é o estudo sistemático da educação. E a reflexão


sobe as doutrinas e sistemas de educação’’. Em outas palavras, é a ciência e a até da
educação. Quanto a didáctica, a autora define como uma secção ou ramo específico da
pedagogia e se refere aos conteúdos de ensino bem como aos processos específicos para
a construção do conhecimento. Assim seleccionar conteúdos nas áreas específicas bem

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como tornar ensinável e aprendível estes conteúdos constituem objecto de estudo da
didática.

Outros autores, como Puren, (1994):

considerando seu sentido etimológico, apresentam a pedagogia como uma


disciplina voltada para o ensino e a aprendizagem das crianças e adolescentes,
enquanto a didáctica, ultrapassando os limites de faixa etária, reflecte sobe todas
as questões e modalidades.

A dependência da didáctica em relação a pedagogia se verifica na impossibilidade de se


especificar objectivos da instrução, das matérias e dos métodos, fora de uma concepção
do mundo de uma opção metodológica geral e uma concepção de práxis pedagógica,
uma vez que essas tarefas pertencem ao campo pedagógico. A finalidade imediata do
processo didáctico é o ensino de determinadas matérias e de habilidades cognitivas
conexas; todavia por se tratar de materiais ou temas de ensino, implicando, portanto
dimensão formativa, a eles se sobrepõe objectivos e tarefas mais amplas determinadas
social e pedagogicamente. Dai considera-se a didáctica como disciplina de intersecção
entre a teoria educacional e as metodologias específicas das matérias que se esclarecem
e se particularizam sob características comuns, básica, da actividade pedagógica e, em
particular, do processo de ensino aprendizagem.

DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS FUNÇÕES DIDATICAS NA SALA DE AULA

As funções didácticas desempenham um papel preponderante no processo de PEA uma


vez que actuam um instrumento que permite que professor ou educador, esteja
consciente dos fundamentos teóricos da sua área de formação, elaborando sua pratica, a
fim de transformar o aluno em um sujeito que responda as exigências contemporâneas
tais como analisar, interpretar, avaliar sintetizar, comunicar, usar diferentes linguagens,
estabelecer relações, propor soluções inovadoras para as situações com as quais
defronta.

.A realização de uma aula ou conjunto de aulas requere uma estrutura didáctica, isto é,
etapas ou passos mais ou menos constantes que estabelecem a sequência do ensino de
acordo com a matéria ensinada.

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As funções didáticas como referido, são etapas ou fases do PEA que, na sua essência
realizam-se não rigidamente de forma sequenciadas, mas sim interligada. as funções
como tarefa do PEA relativamente constantes e comuns a todas as matérias,
considerando-se que não há entre elas uma sequência necessariamente fixa, e que dentro
de uma etapa se realizam simultaneamente outras. Elas estão em interacção recíproca.
Pois cá estão elas:

 Introdução e Motivação;
 Mediação e Assimilação;
 Domínio e Consolidação;
 Controlo e Avaliação.

INTRODUÇÃO E MOTIVAÇÃO

A função didática Introdução e Motivação teoricamente é a primeira função didática,


aquela que faz iniciar a aula, mas que, como vimos anteriormente, pode estar associada
a outras funções didácticas. Para este caso, o importante é o professor reconhecer a
importância da motivação no PEA e, de seguida, procurar encontrar as formas práticas
para conseguir a motivação dos alunos nesse PEA.

No início da aula, a preparação dos alunos visa criar condições de estudo: mobilização
da atenção para criar uma atitude favorável ao estudo, organização do ambiente,
suscitamento do interesse e ligação da matéria nova em relação a anterior. O objectivo
principal consiste em conseguir a mobilização psíquica e física dos alunos para a
aprendizagem do (não) novo conteúdo. Os alunos motivados ficam conscientes do que
estudam e isso estimula a actividade cognitiva deles e faz com que eleve o seu papel
educativo e formativo.

Para o efeito devem, por exemplo, serem realizadas as seguintes tarefas:

a) Averiguar, através de perguntas, se os conhecimentos anteriores estão efectivamente


disponíveis e prontos para o conhecimento novo. Aqui o empenho do professor está em
estimular o raciocínio dos alunos, instigá-los a emitir opiniões próprias sobre o que
aprenderam, fazê-los ligar os conteúdos a cousas ou eventos do cotidiano. A correcção
dos trabalhos de casa trona-se importante factor de reforço e consolidação. As vezes

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haverá necessidade de uma breve revisão (recapacitação) da matéria, ou a rectificação
de conceitos ou habilidades insuficientemente assimilados.

b) Estabelecer a ligação entre noções que os alunos já possuem com a matéria nova,
bem como estabelecer vínculos entre a prática quotidiana e o assunto. Para isso, o
melhor procedimento é apresentar a matéria como um problema a ser resolvido, embora
nem todos os assuntos se prestem a isso. Mediante perguntas e troca de experiências,
colocação de possíveis soluções, estabelecimento de relação causa-efeito, os problemas
atinentes ao tema vão-se encaminhando para se tronarem também problemas para os
alunos em suas vidas práticas.

c) Criar ou obter uma atmosfera propícia para a aprendizagem. Para isso é necessário:

d) Dar informações sobre o conteúdo da aula;

e) Orientar para os objectivos em vista;

f) Procurar curiosidade;

g) Assegurar ordem e disciplina no sentido positivo, ou seja, sem recursos ao medo, ao


castigo, mas sim com base na persuasão e envolvimento dos alunos na aula que (vai)
iniciar (iniciou).

MEDIAÇÃO E ASSIMILAÇÃO

Depois de suscitada a atenção e a actividade mental dos alunos, na etapa anterior


introdução e motivação e o momento de os alunos familiarizarem-se com o
conhecimento que irão desenvolver e um dos procedimentos práticos e a apresentação
do conteúdo como um problema a ser resolvido, embora nem todos conteúdos se
prestem a isso. Assim, a “mediação e assimilação” constituem a etapa ou o passo da
aula, onde se realiza a percepção dos fenómenos ligados ao tema, a formação dos
conceitos o desenvolvimento da capacidades cognitivas de observação, imaginação e
raciocínio dos alunos. Pode também se percebida como sendo o momento da aula, isto
é, a função didactica na qual o mediador das orientações, explicações necessárias,
organiza as actividades dos alunos que os possam conduzir a assimilação activa dos
conhecimentos, para desenvolver, atitudes convicções, habilidades, hábitos.

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E nesta fase em que os alunos devem ter varias oportunidades de se ocupa e empenhar
com a matéria da aula, de forma activa e colaborativa. A actividade dos alunos (seja
individual aos pares ou em grupos) pode ser seguida ou iniciada por uma exposição pelo
professor. Desta forma os alunos não apenas decoram factos, mas sim adquirem e
desenvolvem habilidades e competências.

A função do professor é de mediar o processo de construção do conhecimento. Assim a


figura do professor como transmissor de conhecimentos desaparece para da forma a
figura de mediador, facilitador ou orientador, concebendo o aluno como o sujeito da
própria aprendizagem.

DOMINIO E CONSOLIDAÇÃO

Pode dar-se em qualquer etapa do processo didáctico: antes de iniciar matéria nova,
recorda-se, são realizados exercícios em relação a matéria anterior; no estudo do novo
conteúdo, ocorre paralelamente as actividades de assimilação e compreensão. Mas
constitui também, um momento determinado do processo didáctico, quando é posterior
a assimilação inicial e compreensão da matéria.

Nesta etapa pretende se conseguir o aprimoramento do já (não) novo saber nos alunos
pra isso o professor deve criar condições de retenção e compreensão das matérias
através de exercícios e actividades práticas para solidificar a compreensão. Ainda neste
aspecto, é necessário que os conhecimentos sejam organizados, aprimorados e fixados
na mente dos alunos a fim de que sejam disponíveis para orienta-los nas situações
concretas de estudo de vida.

Através da repetição o professor deve:

a) Reafirmar os conhecimentos e capacidades fundamentais;


b) Controlar o nível de situação inicial dos alunos;
c) Obter uma base para avaliar a cada aluno ou todo grupo.

A aplicação constitui o centro do PEA e é a etapa superior do aumento e


desenvolvimento de capacidades através da resolução de problemas e tarefas em
situações análogas e novas. Este método é a ponte para a prática profissional visto que

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se desenvolvem as capacidades que devem possibilitar aos alunos o poder de aproveitar
a teoria e posteriormente colocar os seus conhecimentos no trabalho produtivo.

CONTROLE E AVALIAÇÃO

Libâneo (1994), “para o professor poder dirigir efectivamente o PEA deve conhecer
permanentemente o grau das dificuldades dos alunos na compreensão da matéria”.

A avaliação como parte integrante PEA, é uma actividade contínua de pesquisa que visa
verificar até que ponto os objectivos definidos no programa estão sendo alcançados de
modo a se decidir sobre alternativas do trabalho do formador, do formando ou da escola
como todo.

Segundo Pilleti (1991),“ denomina-se de avaliação ao conjunto de instrumentos com a


finalidade de medir grau de alcance de objectivos na vertente do professor e do aluno”.

Sendo assim ela deve ser entendida como um fim em si, mas um meio para verificar as
mudanças de comportamento. Ele permite identificar os alunos que necessitam de
atenção especial e reformular o trabalho com a adopção de procedimentos para sanar
tais deficiências. O aluno deve perceber que a avaliação é um meio e, para isso, o
professor deve explica-lhe os objetivos da mesma e analisar com ele os resultados
alcançados.

Através do controlo e avaliação o professor ou educador pode providenciar se


necessário rectificar, suplementar ou mesmo reorientar a aprendizagem.

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CONCLUSÃO

Hoje a pedagogia assume um papel diferente, actualmente não são escravos que têm a
função de pedagogo, pedagogos actuais formados com ferramentas decentes, polidos de
técnicas aprovadas, nos tem guiado. A didatica como campo, é a essência nas estratégias
de ensino e tem o papel de realizar a transformação de teoria a prática pedagógica. Com
base na teoria, cabe ao professor a organização da didatica, utilizando materiais que lhe
dêem suporte na facilitação do ensino aprendizagem.

A interdependência vista na didactica e pedagogia, no caso das funções didáticas, elas


estão interligadas entre si não podendo se realizar isoladamente dai a interdependência
uma das outras durante as diferentes etapas do PEA.

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BIBLIOGRAFIA

Libanêo, J. C. ﴾1994﴿. Didática, colecção magistério 2º grau, semi-formação professor).


4 ed. Editora Cortez. São Paulo.

Comenius, J. A. ﴾1649.﴿ Didática magna. 2º ed. Fundação caloustrte Gulbenkian.


Portugal.

Nerici, G. s.d. didática – uma introdução. 2 ed. São paulo: atira.

Universidade Católica de Mocambique. 2022. Quelimane.

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