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AMBIENTE LÓTICO Profa. Renata F. Silvino Movimento unidirecional. Níveis variados de descarga. Parâmetros
AMBIENTE LÓTICO
Profa. Renata F. Silvino
Movimento unidirecional.
Níveis variados de descarga.
Parâmetros associados: velocidade da
correnteza,
profundidade,
largura
e
turbidez.
Rio Paraíba/PB
Foto: Renata Silvino
Turbulência contínua e mistura das camadas de água. Estabilidade relativa do sedimento de fundo. Rio
Turbulência contínua e mistura das
camadas de água.
Estabilidade relativa do sedimento de
fundo.
Rio Ipiranga/PR
Foto: Renata Silvino
AMBIENTE LÓTICO •Canais para o transporte do excesso de água, derivada da precipitação, que os
AMBIENTE LÓTICO
•Canais para o transporte do excesso de
água, derivada da precipitação, que os
ambientes terrestres não conseguem
absorver .
•A formação dos rios ocorre por erosão.
•Heterogeneidade
ambiental
se
deve
a
variabilidade temporal das condições
físicas do rio.
Rio Piracicaba/MG
Foto: Renata Silvino
DINAMICIDADE DOS ECOSSISTEMAS LÓTICOS Ambiente químico carbono orgânico e inorgânico oxigênio nutrientes
DINAMICIDADE DOS ECOSSISTEMAS LÓTICOS
Ambiente químico
carbono orgânico e inorgânico
oxigênio
nutrientes
Interações
biológicas
Herbivoria
Predação
Competição
Regime climático
e ambiente físico
Luz
Temperatura
Correnteza
Habitat
Itacaré/BA
Foto: Renata Silvino
BACIABACIA HIDROGRÁFICAHIDROGRÁFICA •Área total de drenagem das águas que alimentam determinada rede de
BACIABACIA HIDROGRÁFICAHIDROGRÁFICA
•Área total de drenagem
das
águas
que
alimentam
determinada
rede
de
rios
e
tributários.
•Unidade de planejamento e gestão.
Unidades de trabalho
-política (município/estado/país)
-sociológica (comunidade)
-bacia hidrográfica
SãoSão regiõesregiões maismais elevadaselevadas dede umauma BaciaBacia Hidrográfica,Hidrográfica, servindoservindo
SãoSão regiõesregiões maismais elevadaselevadas dede umauma BaciaBacia Hidrográfica,Hidrográfica, servindoservindo dede
divisordivisor entreentre umauma baciabacia ee outraoutra Os divisores topográficos ou divisores
de água são as cristas das elevações do terreno que separam a
drenagem da precipitação entre duas bacias adjacentes.
SuperfícieSuperfície queque possuapossua umauma inclinaçãoinclinação superiorsuperior aa 22°°,,
ânguloângulo suficientesuficiente parapara haverhaver escoamentoescoamento dada águaágua
Representação de uma bacia hidrográfica. 1. Nascente 2. Rio Principal 3. Afluente 4. Subafluente 6.
Representação de uma bacia hidrográfica.
1. Nascente
2. Rio Principal
3. Afluente
4. Subafluente
6. Leito esquerdo
7. Leito direito
8. Jusante
9. Montante
5. Foz ou desembocadura
PrincipaisPrincipais BaciasBacias HidrográficasHidrográficas
PrincipaisPrincipais BaciasBacias HidrográficasHidrográficas
Tamanho das bacias hidrográficas e unidades políticas envolvidas e tipos de projetos e/ou planos correspondentes.
Tamanho das bacias hidrográficas e unidades políticas envolvidas e
tipos de projetos e/ou planos correspondentes.
SetoresSetores dede riosrios StrahlerStrahler (1952)(1952) •Cabeceiras (rios de 1a a 3a ordens) •Rios de trecho
SetoresSetores dede riosrios
StrahlerStrahler (1952)(1952)
•Cabeceiras (rios de 1a a 3a ordens)
•Rios de trecho médio (4a a 6a ordens)
•“Grandes” rios (7a ordem ou superior)
SubdivisõesSubdivisões dede umum riorio baseadobaseado emem zonaszonas faunísticasfaunísticas sucessivassucessivas
SubdivisõesSubdivisões dede umum riorio baseadobaseado
emem zonaszonas faunísticasfaunísticas sucessivassucessivas
eucrenoneucrenon,, compreendendocompreendendo aa nascente;nascente;
hypocrenonhypocrenon,,
correspondentecorrespondente
àà
pequenapequena
parteparte dodo riorio abaixoabaixo dada nascente;nascente;
rhithronrhithron,, aa zonazona queque começacomeça aa partirpartir dodo
hypocrenon,hypocrenon,
sendosendo
aa
parteparte
dede
maiormaior
correntezacorrenteza ee turbulência;turbulência;
potamonpotamon,, correspondentecorrespondente àà zonazona abaixoabaixo
dodo rhithron,rhithron, maismais próximapróxima dodo mar,mar, ondeonde aa
correntezacorrenteza éé baixa.baixa.
SubdivisõesSubdivisões dede umum riorio regiãoregião crenalcrenal,, correspondentecorrespondente àsàs
SubdivisõesSubdivisões dede umum riorio
regiãoregião
crenalcrenal,,
correspondentecorrespondente
àsàs
nascentesnascentes ee cabeceiras;cabeceiras;
regiãoregião
zonaszonas dede
ritralritral,,
correspondentecorrespondente
àsàs
córregoscórregos ee riachosriachos emem
áreasáreas dede declivedeclive acentuadoacentuado;;
regiãoregião potamalpotamal,, referentereferente àsàs zonaszonas
dede
riosrios
comcom
poucopouco
declive,declive,
normalmentenormalmente aoao nívelnível dodo marmar
Cabeceira Foz Cachoeira do Caracol/RS Foto: Renata Silvino Rio Sanhauá/PB Foto: Renata Silvino
Cabeceira
Foz
Cachoeira do Caracol/RS
Foto: Renata Silvino
Rio Sanhauá/PB
Foto: Renata Silvino
ESTUÁRIOESTUÁRIO ParaPara aa geografia,geografia, formaforma dede desembocaduradesembocadura dede umum riorio numnum
ESTUÁRIOESTUÁRIO
ParaPara aa geografia,geografia, formaforma dede desembocaduradesembocadura dede
umum riorio numnum oceano;oceano; diferentementediferentemente dede umum delta,delta,
queque possuipossui váriosvários braços,braços, oo estuárioestuário temtem umauma
únicaúnica saídasaída dodo rio,rio, geralmentegeralmente batidobatido porpor correntescorrentes
marinhasmarinhas ee ondas,ondas, queque dificultamdificultam aa deposiçãodeposição dede
sedimentossedimentos
ParaPara aa ecologia,ecologia, extensãoextensão dede águaágua costeiracosteira semisemi--
fechadafechada queque sese comunicacomunica comcom oo marmar,, sofrendosofrendo
influênciainfluência dada marémaré ee dada águaágua docedoce dada drenagemdrenagem
terrestreterrestre ÉÉ consideradoconsiderado umum ecótonoecótono entreentre aa águaágua
docedoce ee osos habitatshabitats marinhos.marinhos.
Ex.:Estuário do Rio da Prata, um dos maiores estuários do mundo. O Rio recebe afluentes
Ex.:Estuário do Rio da Prata, um dos maiores estuários do
mundo. O Rio recebe afluentes de cinco países: Brasil,
Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.
Estuário do Rio Buranhém Porto Seguro /BA Foto: Renata Silvino
Estuário do Rio Buranhém
Porto Seguro /BA
Foto: Renata Silvino
DELTADELTA DepósitoDepósito aluvialaluvial queque apareceaparece nana fozfoz dede algunsalguns rios,rios,
DELTADELTA
DepósitoDepósito aluvialaluvial queque apareceaparece nana fozfoz dede algunsalguns
rios,rios, avançandoavançando comocomo umum lequeleque nana direçãodireção dodo
marmar EssaEssa formaforma dede deposiçãodeposição exigeexige certascertas
condicondiççõesões comocomo ausênciaausência dede correntescorrentes
marinhas,marinhas, fundofundo rasoraso ee abundânciaabundância emem
sedimentossedimentos
Ex.: Rio Lena (Rússia) 4.400 Km.
Ex.: Rio Lena (Rússia) 4.400 Km.
Planície de inundação Área de ocupação da água em cheia. época de Região mais baixa
Planície de inundação
Área de ocupação da
água em
cheia.
época de
Região mais baixa da
bacia hidrográfica,
onde o rio escoa em
época de seca
TeoriaTeoria dede riorio continuumcontinuum (Vannote(Vannote etet al.,al., 1980)1980) osos riosrios apresentamapresentam
TeoriaTeoria dede riorio continuumcontinuum (Vannote(Vannote etet al.,al., 1980)1980)
osos riosrios apresentamapresentam umum gradientegradiente
contínuocontínuo dede condiçõescondições físicas,físicas, queque
propiciampropiciam umauma sériesérie dede respostasrespostas dada
biotabiota,, resultandoresultando emem ajustesajustes
contínuoscontínuos dasdas comunidades,comunidades,
consistentesconsistentes comcom osos padrõespadrões dede
cargacarga,, transportetransporte,, utilizaçãoutilização
ee
estocagemestocagem dede matériamatéria orgânicaorgânica aoao
longolongo dodo rio.rio.
Regiões de menor ordem (1 a a 4 a ) - Materiais mais grosseiros, como
Regiões de menor ordem
(1 a a 4 a ) -
Materiais mais grosseiros,
como cascalhos e seixos.
Processos
ocorridos a
jusante de um ponto
geralmente são o resultado
dos fenômenos ocorridos a
montante.
Regiões de maior ordem -
materiais mais finos, como
areias e argilas.
Dimensão Longitudinal Fenômenos de transporte (matéria e energia) Interação entre as paisagens (continuidade)
Dimensão Longitudinal
Fenômenos de
transporte
(matéria e energia)
Interação entre as
paisagens
(continuidade)
A biota aquática
está condicionada
aos gradientes
abióticos do rio.
PortePorte dodo rio,rio, estruturaestrutura ee funçãofunção dodo ecossistemaecossistema CabeceirasCabeceiras
PortePorte dodo rio,rio, estruturaestrutura ee funçãofunção dodo
ecossistemaecossistema
CabeceirasCabeceiras (ordens(ordens 11 aa 33))
AmplamenteAmplamente influenciadosinfluenciados
pelapela vegetaçãovegetação ripária,ripária, queque
reduzreduz aa produtividadeprodutividade
primáriaprimária (autotrófica)(autotrófica) pelopelo
sombreamentosombreamento ee contribuicontribui
comcom grandesgrandes quantidadesquantidades
dede detritosdetritos alóctones.alóctones.
P/RP/R<1<1
PortePorte dodo riorio estruturaestrutura ee funçãofunção dodo ecossistemaecossistema RiosRios dede porteporte
PortePorte dodo riorio estruturaestrutura ee funçãofunção dodo
ecossistemaecossistema
RiosRios dede porteporte médiomédio (ordens(ordens
44 aa 66))
ReduçãoRedução nana importânciaimportância dodo
materialmaterial orgânicoorgânico dede origemorigem
terrestreterrestre ee umum significativosignificativo
aumentoaumento dada produçãoprodução
autóctoneautóctone (produtividade(produtividade
primária)primária) ee dodo transportetransporte dada
matériamatéria orgânicaorgânica dede
montantemontante
P/RP/R>1>1
PortePorte dodo rio,rio, estruturaestrutura ee funçãofunção dodo ecossistemaecossistema GrandesGrandes riosrios
PortePorte dodo rio,rio, estruturaestrutura ee funçãofunção dodo
ecossistemaecossistema
GrandesGrandes riosrios (ordens(ordens >> 66))
ProdutividadeProdutividade primáriaprimária
limitadalimitada pelapela profundidadeprofundidade
ouou pelapela turbidezturbidez
P/RP/R<1<1
BiotaBiota AquáticaAquática Comunidade Autotrófica -macrófitas -fitoplâncton -perifiton
BiotaBiota AquáticaAquática
Comunidade Autotrófica
-macrófitas
-fitoplâncton
-perifiton
BiotaBiota AquáticaAquática Comunidade Heterotrófica -herbívoros -detritívoros -predadores Exemplos:insetos
BiotaBiota AquáticaAquática
Comunidade Heterotrófica
-herbívoros
-detritívoros
-predadores
Exemplos:insetos
aquáticos,
crustáceos,
moluscos,
peixes,
anfíbios,
répteis
e
aves
aquáticas.
Matéria orgânica Luz particulada grossa Plantas Algas Microorganismos (fungos) Matéria Microorganismos
Matéria
orgânica
Luz
particulada
grossa
Plantas
Algas
Microorganismos
(fungos)
Matéria
Microorganismos
orgânica
dissolvida
Floculação
Matéria
orgânica
fina
Invertebrados
Raspador de
fibras ou
triturador
particulada
Invertebrados
raspadores de
algas
Invertebrados
coletores
Vertebrados
Invertebrados
predadores
predadores
Raspadores- Trituradores/Shredders (utilizam material particulado grosseiro) Diminuem
Raspadores-
Trituradores/Shredders
(utilizam material
particulado grosseiro)
Diminuem
Coletores(filtram a partir do material transportado ou buscam alimentos nos sedimentos, partículas orgânicas finas
Coletores(filtram a
partir do material
transportado ou
buscam alimentos nos
sedimentos, partículas
orgânicas finas ou
ultrafinas)
Aumentam
Predadores mudam pouco.
Predadores
mudam pouco.
Raspadores de algas aumentam só em rios de porte médio.
Raspadores de algas
aumentam só em rios de porte médio.
LimitaçõesLimitações dada teoriateoria dede ContínuoContínuo fluvialfluvial SeSe ajustaajusta aa riosrios
LimitaçõesLimitações dada teoriateoria dede ContínuoContínuo
fluvialfluvial
SeSe
ajustaajusta
aa
riosrios
dede
regiõesregiões
temperadastemperadas;;
DeDe pequenapequena grandeza;grandeza;
SemSem distúrbiosdistúrbios antropogênicosantropogênicos;;
NãoNão
comocomo
consideraconsidera aa dimensãodimensão laterallateral
fatorfator
determinantedeterminante
nana
distribuiçãodistribuição
ee
abundânciaabundância
dasdas
espéciesespécies
ImportânciaImportância aplicativaaplicativa dada teoriateoria dede ContínuoContínuo fluvialfluvial NorteouNorteou
ImportânciaImportância aplicativaaplicativa dada teoriateoria dede
ContínuoContínuo fluvialfluvial
NorteouNorteou osos estudosestudos nono sentidosentido dada
existênciaexistência
dede
umum gradientegradiente
longitudinallongitudinal emem riosrios queque podepode serser
romromppidoido ppelaselas atividadesatividades antróantróppicasicas
(como(como aa construçãoconstrução dede umauma
barragem)barragem)
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de inundação (Junk et al., 1981) AA formaçãoformação dada
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de
inundação (Junk et al., 1981)
AA formaçãoformação dada áreaárea dede inundaçãoinundação ee asas
matasmatas ciliaresciliares sãosão osos doisdois principaisprincipais
componentescomponentes funcionaisfuncionais dada dimensãodimensão
laterallateral dosdos rios.rios.
AA áreaárea dede inundaçãoinundação compreendecompreende aa zonazona
emem queque osos rios,rios, emem seuseu períodoperíodo dede maiormaior
fluxo,fluxo, extravasamextravasam
suassuas
águaságuas
ee
aumentamaumentam aa conectividadeconectividade comcom oo meiomeio
terrestreterrestre
Várzea - porção relativamente regular do vale de um rio, contígua ao leito, formada por
Várzea - porção relativamente regular do vale de um rio, contígua ao
leito, formada por sedimentos arrastados pelo rio, que é coberta por
água quando o rio extravasa.
Planície de inundação
Área de ocupação da
água em
cheia.
época de
Região mais baixa da
bacia hidrográfica,
onde o rio escoa em
época de seca
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de inundação (Junk et al., 1981) oo conceitoconceito dede
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de
inundação (Junk et al., 1981)
oo
conceitoconceito dede pulsopulso dede inundaçãoinundação foifoi
desenvolvidodesenvolvido parapara explicarexplicar oo papelpapel dasdas
áreasáreas alagáveisalagáveis nosnos sistemassistemas lóticos,lóticos,
especialmenteespecialmente parapara osos riosrios queque possuempossuem
planícieplanície dede inundaçãoinundação
AsAs
áreasáreas
alagáveisalagáveis
proporcionamproporcionam
umauma
misturamistura
dede elementoselementos terrestresterrestres ee
aquáticos,aquáticos, promovendopromovendo trocastrocas entreentre osos
sistemas,sistemas, oo queque caracterizacaracteriza essaessa regiãoregião
comocomo umum ecótonoecótono
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de inundação (Junk et al., 1981) OO conceitoconceito dodo
Dimensão Lateral – Conceito de pulso de
inundação (Junk et al., 1981)
OO conceitoconceito dodo "pulso"pulso hidrológico“hidrológico“ diferedifere dada
TeoriaTeoria
dede
riorio
continuumcontinuum,,
poispois
determinadetermina
queque
osos
fluxosfluxos
internosinternos
independemindependem dada posiçãoposição dada planícieplanície nana
baciabacia dede drenagem.drenagem.
EmEm áreasáreas tropicaistropicais asas áreasáreas alagáveisalagáveis dosdos
riosrios sãosão dede grandegrande importânciaimportância porpor
incorporaremincorporarem grandegrande parteparte dada matériamatéria
orgânicaorgânica particuladaparticulada fina,fina, degradadadegradada porpor
organismosorganismos terrestres,terrestres, nono períodoperíodo dede
pulsopulso
PulsoPulso dede inundaçãoinundação emem áreasáreas alagáveisalagáveis –– ÁreaÁrea alagávelalagável dada
PulsoPulso dede inundaçãoinundação emem áreasáreas alagáveisalagáveis ––
ÁreaÁrea alagávelalagável dada AmazôniaAmazônia CentralCentral
Fase terrestre – período de águas baixas - seca
PulsoPulso dede inundaçãoinundação emem áreasáreas alagáveisalagáveis –– ÁreaÁrea alagávelalagável dada
PulsoPulso dede inundaçãoinundação emem áreasáreas alagáveisalagáveis ––
ÁreaÁrea alagávelalagável dada AmazôniaAmazônia CentralCentral
Fase aquática– período de águas altas- cheia
Ilha da Marchantaria
Ilha da Marchantaria
Dimensão Vertical CorrespondeCorresponde aosaos fenômenosfenômenos ecológicosecológicos nana zonazona
Dimensão Vertical
CorrespondeCorresponde
aosaos fenômenosfenômenos
ecológicosecológicos nana zonazona abaixoabaixo dada interfaceinterface
águaágua--sedimento,sedimento, denominadadenominada
HiporréicaHiporréica
ÉÉ
caracterizadacaracterizada
principalmenteprincipalmente
porpor
invertebradosinvertebrados
ee
desempenhadesempenha
importanteimportante
nutrientesnutrientes ee
diversidadediversidade
papelpapel
nana
ciclagemciclagem
dede
nana
manutençãomanutenção
dada
Macroinvertebrados Bentônicos Ecossistema natural (córrego Congonhas, Parque Nacional da Serra do Cipó, MG)
Macroinvertebrados Bentônicos
Ecossistema natural
(córrego Congonhas,
Parque Nacional da Serra
do Cipó, MG)
Ecossistema impactado
(córrego do Cardoso, região
metropolitana de Belo
Horizonte, MG).
Dimensão conceitual humana ConstituiConstitui aa concepçãoconcepção humanahumana aa respeitorespeito dodo
Dimensão conceitual humana
ConstituiConstitui
aa
concepçãoconcepção
humanahumana
aa
respeitorespeito dodo meiomeio ambiente.ambiente.
•Concepções de uso (decorre do
tempo).
•Idéia constante de renovação.
•Programas de (in) gerência
(manejo).
DeterminanteDeterminante nana definiçãodefinição dede açõesações
dede pesquisapesquisa ee manejo.manejo.
Os sistemas lóticos podem ser considerados tetradimensionais: Componentes: Laterais 1 Verticais 2 Longitudinais 3
Os sistemas lóticos podem ser
considerados tetradimensionais:
Componentes:
Laterais 1
Verticais 2
Longitudinais 3
Modificam ao longo do tempo 4
(cheia-seca)
Dimensão conceitual humana 5
(variável de controle no sistema rio)