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N.º 111
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BOLETIM TRIMESTRAL

Assembleia Assembleia Geral Geral 2011 2011

Eleição Eleição dos dos novos novos Órgãos Órgãos Sociais Sociais

para para o o triénio triénio 2011/2014 2011/2014

para para o o triénio triénio 2011/2014 2011/2014 Destaques, com datas a reter: Valadares, dia 24

Destaques, com datas a reter:

Valadares, dia 24 de Julho Miranda Douro, dia 21 de Agosto Barcelos, dia 10 de Setembro

N.º 111

Abril/Junho

2011

Nesta edição:

 

Pág.

Correio Armista

2

O.S. ARM

3

D. José Santos Garcia

4 e 5

Encontro

Nacional

6 e 7

Delegações

8 e 9

SMBN

11

Chibuto

12

Livros para Moçambique

Na pág. 6 está um apelo do Ir. António Lopes. Neste final de ano lectivo, os armistas e esposas, que são professores não conseguirão nas respectivas escolas an- gariar:

120

livros de leitura

120

gramáticas

120

cadernos de exercícios?

Vamos lá, mãos à obra.

Página 2

Propriedade:

ARM Associação Regina Mundi

Sede:

Rua da Bempostinha, 30 1150-066 Lisboa Tel. 218 851 546 Fax: 218 850 258

NIPC n° 503 268 372

NIB da conta da ARM:

003501210000130053098

Presidente da Direcção:

José Domingues dos Santos Ponciano

Direcção, Redacção e Administração:

Rua da Bempostinha, 30 1150-066 Lisboa Telem. 927 651 624 Tel. 218 851 546 Fax: 218 850 258

Site: www.arm.org.pt

E-mail: geral@arm.org.pt

Fotocomposição e Impressão:

Escola Tipográfica das Missões Cucujães

Tiragem desta Edição:

800 exemplares

Colaboradores deste número:

Santos Ramos Domingos Cardoso Fernandes Santos Ponciano José Campinho Emilio Pires Amadeu Araújo

Santos Ponciano José Campinho Emilio Pires Amadeu Araújo CORREIO ARMISTA De: José Adauto dos Santos Silva

CORREIO ARMISTA

De: José Adauto dos Santos Silva [mailto:peadautosilva@gmail.com] Enviada: sexta-feira, 3 de Junho de 2011 Para: ARM Associação Regina Mundi Assunto: Escolinha de Chibuto

Paz e Bem! Caro Ponciano.

Cá estamos bem. Os trabalhos estão andar.

A escolinha já dá para apreciar melhor já

terminamos os trabalhos de janelas, por-

tas, vidros, as 2 casas de banhos, portões

e outros arranjos de primeiras necessida-

des e também já temos energia. Também comprei cadeirinhas. Estou a terminar de fazer uma cisterna de depósito de água. Já combinámos com os

pais das crianças para a compra de fardas,

os pais vão contribuir para compra do te-

cido. Faltam algumas coisas, mas vamos acertando. Penso que recebeu as fotos que o Lubaki mandou. Um Abraço Pe. Adauto Silva *************************** De: Graciano Armando [mailto:gracianoarmando@gmail.com] Enviada: sexta-feira, 10 de Junho de 2011 Para: ARM-Associação Regina Mundi Assunto: Re: AG da ARM

Boa tarde ARMistas.

Cá em Moçambique estamos bem, embo-

ra não tenha me encontrado com muitos

dos meus irmãos nos últimos momentos, mas já estive com os que estão no distrito de Ribaue. No entanto a maioria de nós sabe do de- curso da Assembleia Geral e com muita alegria saudamos a nossa direcção. Que Deus possa encaminha-los durante o seu mandato 2011/2014. Cá, os ARMistas estão-se preparando para uma visita aos padres de Malema. ARMistas, Mocambique, Graciano Armando

************************* De: Victor CARDOSO [mailto:victormanuel.cardoso@orange.fr] Enviada: sexta-feira, 22 de Abril de 2011 Para: ARM-Associação Regina Mundi Assunto: Espantoso!

Bom dia, caro senhor Santos Ponciano Obrigado pela sua mensagem e pela rapi- dez da resposta. O meu irmão chamou-me ontem a “resmungar” contra as cartas da ARM, o que eu ignorava completamente. Mas a chamada de meu irmão, o e-mail

que ele me deu ao telefone e a sua men- sagem abriram-me uma porta fantástica:

a ARM. Não sabia que havia um movi-

mento tão importante e um sitio Internet tão bem feito que mantinha viva a memo- ria dos antigos alunos dos seminários das missões. Fiquei espantado com a vitalida-

de da associação e a qualidade das activi- dades que desenvolvem. Eu passei quase 6 anos no seminário, em Tomar, em Cernache do Bomjardim e em Cucujães, dos 12 aos 18 anos. Foram anos que marcaram para sempre a minha vida, com coisas muito positivas, sobretudo nos

primeirosanos,mastambémcomsituações

traumatizantes e valores educativos con-

testáveis. Conservo uma memoria muito viva de certos acontecimentos, positivos e negativos, das leituras, dos passeios a pé pela serra. Ainda me lembro do nome de alguns colegas: Manuel da Costa Andrade

e Rui Pereira de Carvalho. E tenho muita

estima pelo padre Januário, o professor de literatura em Cucujães que eu nunca esqueci. Ao consultar o sitio Internet da ARM, há sítios e nomes que reaparecem na memoria, com um grande sentimento de nostalgia. Gostava tanto de visitar o antigo seminário de Tomar, as camaratas,

a capela, os corredores, mas não posso es-

tar em Portugal no dia 21 e 22 de Maio. Vivo perto de Paris, a meio caminho entre Paris (20km) e EuroDisney (15km). Te- nho 67 anos e sou viúvo desde há 17 anos. Eu tenho um irmão que também andou no seminário de Tomar e de Cernache, mas saiu mais cedo do que eu. Nunca me fa- lou da ARM e tenho a impressão que não recebeu até agora nenhuma convocatória. Chama-se Eduardo Casqueira Cardoso e mora na Gafanha da Nazaré. Que iniciati- vas deve tomar para fazer parte da “famí- lia” da ARM? Obrigado por tudo. Uma Páscoa feliz!

Victor CARDOSO

N.º 111

N.º 111 Órgãos Sociais para o triénio de 2011 a 2014 No passado dia 21 de

Órgãos Sociais para o triénio de 2011 a 2014

No passado dia 21 de Maio, a ARM – Associação Regina Mundi, dos An- tigos Alunos da Sociedade Missionária Portuguesa, reunida em Assembleia Geral, em Fátima, no Seminário do Alto da Fazarga, de acordo com os seus Estatutos, elegeu, por unanimidade, os seus Órgãos Sociais, para o triénio de 2011/2014, deliberando ainda que os mesmos órgãos Sociais tomariam pos- se de imediato.

Mesa da Assembleia Geral:

Presidente:

José Maria Ribeiro Novo

Direcção:

Presidente:

José Domingues Santos Ponciano

Secretário:

António Emilio Pires

Tesoureiro:

Vitor Manuel Santos Antunes

1.º Vogal:

Gabriel Santos Conceição

2.º Vogal:

Telmo Gonçalo Marques Santos

1.º Secretário:

Vitor Manuel Silva Borges

A Direcção, nos termos estatutários,

pediu ao Senhor Pe. Albino dos Anjos, para que fosse o nosso Assistente Mis- sionário, que prontamente aceitou.

2.º Secretário:

Firmino Ramos Falcão

A nova Direcção comprometeu-se a,

durante o mandato para o qual agora

foi eleita, dar consistência aos projectos

que estão em curso, nomeadamente a cooperação com a SMBN e seus mem- bros, combate à pobreza, via alfabeti- zação, nas terras de missão e outros. Mas o maior compromisso desta Di-

recção, para este triénio, é para com os próprios armistas, principalmente os mais debilitados. Serão criadas estruturas de apoio aos nossos doentes, aos que sofrem de so- lidão e de precariedade económica. É uma tare- fa árdua, mas possível e já estamos a trabalhar nela e com a vossa aju- da de todos e a habitual

generosidade sabemos que conseguiremos. Contamos contigo. Contamos com todos.

Conselho Fiscal:

Presidente:

Armindo Alberto Henriques

Vice-Presidente:

José Abilio Quina

Secretário:

Miguel Nunes Ramalho

António Gomes da Costa & Ca., Lda. FÁBRICA DE FERRAGENS PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL Telef.
António Gomes da Costa & Ca., Lda.
FÁBRICA DE FERRAGENS PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL
Telef. 256 374 083 / 84 – Fax 256 374 082 – Apart. 407
4524-907 RIO MEÃO – PORTUGAL

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– Apart. 407 4524-907 RIO MEÃO – PORTUGAL Página 3 Faleceu no dia 8 de Fevereiro,

Faleceu no dia 8 de Fevereiro, em Lisboa, onde residia, o armista An- tónio da Costa Salvado. Só agora soubemos da sua morte. Contava 96 anos de idade. Natural de freguesia de Alcaide, concelho do Fundão, entrou no seminário de Tomar em 1927. Pessoa reservada, mas muito aten- to a tudo o que passava na ARM e SMBN, igualmente muito generoso, assíduo das nossas reuniões. A últi- ma vez que o vimos foi no encontro regional de Lisboa em 2009, ainda sem necessitar de cuidados de tercei- ros. Rimo-nos com a sua juventude ao lado do Dr. Roque Prata. Para o livro da ARM escreveu:

“Ali [nos seminários] só se respi- rava amizade, lealdade e fraternida- de. Fraternidade, que se tem mantido nos encontros regionais e nacionais que a ARM nos tem proporcionado desde a sua fundação. Quero tam- bém aqui deixar bem expresso o meu preito de homenagem e gratidão a todos os superiores e professores que me prepararam para ser um homem livre e honesto ao longo da minha vida; BEM HAJAM”

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Página 4 Um Sorriso para Ti O projecto está a decorrer nor- malmente, faltando-nos apenas 20

Um Sorriso para Ti

O projecto está a decorrer nor- malmente, faltando-nos apenas 20 padrinhos.

Se ainda não te decidiste, está chegada a hora.

No ano lectivo de 2010/2011 está assim definido:

D. José dos Santos Garcia
D. José dos Santos Garcia
2010/2011 está assim definido: D. José dos Santos Garcia Decorreu na Cidade da Covilhã, no passado

Decorreu na Cidade da Covilhã, no passado dia 21 de Junho, a Ho- menagem a D. José dos Santos Garcia, primeiro bispo da Sociedade Mis- sionária da Boa Nova e primeiro bispo de Pem- ba (ex-Porto Amélia). Promovida pela Socie- dade Missionária da Boa Nova, Diocese da Guar- da e Câmara municipal

da Covilhã e à qual a ARM não podia deixar de se associar. Dos con- vidados há a destacar a presença, que muito nos honrou, de S. Exa. Re- vma. Mons. Rino Passi-

padres da Diocese, D. António dos Santos, bispo emérito da Guar- da, e muitos amigos.

Outros haveria que gos- tariam de ter marcado a sua presença, mas sen- do num dia de trabalho, tornou-se mais difícil.

A sessão foi aberta pelo

presidente da CMC, Dr.

Carlos Pinto, amigo pessoal de D. José. Seguidamente usou

da palavra o superior Geral da SMBN, Pe. Al- bino dos Anjos e o pre- sidente da ARM, Santos Ponciano. O Prof. Doutor Sal- gado de Matos fez a apresentação do livro

e por fim o autor da

monografia de D. José,

Prof. Doutor Pe. Ai-

o autor da monografia de D. José, Prof. Doutor Pe. Ai- gato - Núncio Apostóli- co

gato - Núncio Apostóli- co em Lisboa. O Salão Nobre da CMC estava cheio, cer- ca de 100 pessoas, entre os quais alguns armis- tas, padres da SMBN,

res Nascimento. Uma cerimónia em que não se pouparam elogios, diga-se bem merecidos, ao homenageado e for- temente carregada de emoções, num ambien-

Angola, Gabela 20 crianças

Moçambique,

Malema 40 crianças

Pemba 40 crianças

Chibuto 40 crianças

Nametil 20 crianças

Ocua 20 crianças

Os responsáveis pela implemen- tação do projecto são respectiva- mente: P.es António Kusseta, na Ga- bela, Jerónimo Nunes, em Malema, José Alexandre e Libério, em Pem- ba, Adauto Silva, no Chibuto, Godi- nho e José Alexandre, em Nametil e Ir. Isabel em Ocúa.

Esperamos no próximo boletim ter espaço para dar mais informa- ções e terminar o diário de visita a Moçambique.

RUA ENGENHEIRO CANTO RESENDE, 3 — 1050-104 LISBOA FAX 213 531 987 TELEF. 213 540

RUA ENGENHEIRO CANTO RESENDE, 3 — 1050-104 LISBOA

FAX 213 531 987

TELEF. 213 540 609

N.º 111

N.º 111 Página 5 Primeiro bispo da SMBN te alegre, de festa, mas acima de tudo

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Primeiro bispo da SMBN
Primeiro bispo da SMBN

te alegre, de festa, mas acima de tudo de muito respeito e ca- rinho.

Homenageou-seoHomem,o Padre, o Bispo e o Missionário. Seguiu-se a Eucaristia na Igreja de S. Tiago. Presidiu o Senhor Núncio que logo no início deu a Benção Papal à SMBN e à cidade da Covilhã, como S.S. Bento XVI lhe ha- via pedido.

Estão de parabéns os je- suítas, a quem está confiada a Igreja de S. Tiago, pela Ce- rimónia. Muito bonita, com a envolvência dos paroquianos, que exigiu uma excelente pre- paração. Lemos a presença do Senhor Núncio com a gran- de respeitabilidade e amizade que D. José granjeava no Vaticano, mas também como um sinal bem claro que o actual Papa quer enviar à Igre- ja para que esta não esqueça os seus membros.

à Igre- ja para que esta não esqueça os seus membros. Seguiu-se um jantar, restrito, ofe-

Seguiu-se um jantar, restrito, ofe- recido pela Câmara Municipal da Co- vilhã e pelas 22h rumámos a casa le- vando no coração o nobre sentimento de que se tínhamos contribuído para que a obra dos homens bons não caia no esquecimento e re- avivada a memória do bom exemplo que foi D. José para os homens do seu tempo e das ge- rações vindouras.

para os homens do seu tempo e das ge- rações vindouras. Bom Jardim “É este appelido

Bom Jardim

“É este appelido – do Bom Jardim – que junto ao nome de Sernache distingue esta povoação d’outra que ha no paiz com o nome de Sernache dos Alhos. Deu-se primitivamente o nome de Bom Jardim a um mosteiro, muito antigo, que os freires da Or- dem do Hospital ali fundaram. Foi junto a este mosteiro que D. Alvaro Gonçalves Pereira, Prior do Crato, fundou no século XIV o Catello e Paços do Bom Jardim, onde seu filho – o heroico condestável D. Nuno Alvares Pereira – nasceu no dia 24 de Junho de 1360, e se educou até aos 13 annos de edade. Em volta d’estas edificações fizeram os dois plantações de carvalhos, touças de castanho, pinheiros e outras arvores, tudo cercado por um forte muro. Dentro d’esta cerca tinham elles caça de toda a sorte principalmente veados, corças e porcos montezes. Esta cerca é hoje conhecida pelo nome de parque do Bomjardim.”

Cândido Teixeira (1906)

Sociedade de Advogados António Emílio Pires Advogado Av. Conselheiro Fernando de Sousa, no 19 –

Sociedade de Advogados

António Emílio Pires Advogado

Av. Conselheiro Fernando de Sousa, no 19 – 18o 1070-072 Lisboa – Portugal Tel.: 351.21 384 63 00 Fax 351.21 387 01 67 Email: epires@pmbgr.pt

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Sr. Ponciano, Ontem passou pelo Maputo, vin- da da Colombia, de onde é natural a Irmã Directora da Escola Secundária

P. Paulo, de Macomia (Cabo Delga - do). Macomia fica a 200 km. a cami- nho do norte. Ela foi fazer uma operação e re- gressa cheia de empenhamento pela escola que dirige com agrado de toda

a gente. Ela e a Congregação conseguiram construir mais 12 salas de aula para

poderem introduzir as turmas pré- -universitárias da 11ª e 12ª classes. Fazê-las em Pemba e noutra locali- dade era muito dispendioso e os pais dos alunos são pobres. Os mais capa- citados, muitos ficariam sem possibi- lidade de continuar a estudar. Ela andou pelas Livrarias do Ma- puto a comprar mais livros para com- pletar os já existentes. Na 11ª classe, em letras, há a dis- ciplina de francês (a começar). Ela não encontrou nenhum livro dessa disciplina nas livrarias do Ma- puto.

Lá em Macomia está o professor

mas sem livro para ensinar. Não faço comentários. Como o Sr. Ponciano costuma ser

o mexe-mexe em assuntos desta natu-

reza (e muito gratos lhe estamos por isso) se puder dar uma ajuda aqueles

jovens bom seria. Os alunos da 11ª são 120. Para agora é urgente por nas mãos do professor a ferramenta com que possa trabalhar.

O importante seria por algo no

Maputo. Daqui para Pemba e Macomia eu me encarrego. Desde já muito agra- decido pelo que puder fazer por este projecto.

Ir. António Lopes

pelo que puder fazer por este projecto. Ir. António Lopes A REUNIÃO ANUAL DA ARM EM

A REUNIÃO ANUAL DA ARM EM 2011

projecto. Ir. António Lopes A REUNIÃO ANUAL DA ARM EM 2011 Decorreu, nos passados dias 21

Decorreu, nos passados dias 21 e 22 de Maio, a reunião anual da ARM que, desta vez, foi repartida por dois locais: Fátima e Tomar. No essencial, podemos dizer que houve participação significativa de Armistas, que as contas da Direcção foram aprovadas e que os Órgãos So- ciais, com algumas novidades, foram reeleitos para um novo mandato. E se quisermos acrescentar um pouco mais, podemos dizer que o dia passado no Convento de Cristo foi recheado das emoções fortes que a magia dos locais onde vivemos quando crianças estu- dantes sempre nos proporcionam. A missa no local da nossa antiga capela foi algo que a todos tocou. Só faltou mesmo a inocência do coro das vozes brancas que nós, então peque- nos cantores dos onze e doze anos, podíamos fazer. De certo modo, esta sensação de ausência foi bem preen- chida pelo excelente contributo dos dois instrumentistas de obué e do or- ganista. Mais uma vez o Zé Quina, que coordenou a parte musical, está

de parabéns. No Refeitório, mais importantes que a própria ementa do almoço fo- ram os bancos em que nos sentámos e os companheiros que ficaram perto de nós. As recordações surgiram em catadupa dando origem à exaltação das conversas que se misturavam num

ponderoso ronronar que ecoava nas paredes e na abóbada.

Na visita guiada ao Convento, o nosso grupo teve dificuldade em manter-se homogéneo, silencioso e atento. O Senhor Arquitecto que nos guiou parece ter-nos compreendido e deu-nos o devido desconto por, afinal, sermos um excitado grupo especial de antigos moradores. De certo modo, pareceu-me que ele sentiu alguma compensação en- quanto na Capela pôde acompanhar, atentamente e com ar de muita satis- fação, todos os momentos musicais da celebração da missa. É possível resumir assim o que se passou nestas breves linhas, parecen- do que não haveria nada mais para dizer. Só que, as organizações, como as pessoas, também têm a sua alma e dão origem ao cruzamento de ideias

e emoções. Vem isto a propósito do explosivo confronto de declarações que presen- ciámos na Assembleia Geral da ARM, em Fátima, em que um membro parti- cipante usou da palavra e fez um dis- curso dramático de quase corte cerce com a Organização por, em certa al- tura, ter apelado à solidariedade do Presidente em favor de outro Armista carenciado e ele não ter dado segui- mento ao seu pedido. A corda ficou esticada e quase a partir mas não se via bem para que lado. Já não foi esta a primeira vez que

a vertente da solidariedade social da

ARM é questionada. Por exemplo, já ouvimos dizer, numa das reuniões de anos anteriores, que a ARM não é uma agência de empregos. Mas nada impe- de que os Armistas se ajudem uns aos outros nesse domínio, se tiverem con- dições para o fazer. E toda a gente en- tende que se não se puder fazer nada,

N.º 111

N.º 111 A REUNIÃO ANUAL DA ARM EM 2011 não haverá lugar a recriminações e a

A REUNIÃO ANUAL DA ARM EM 2011

não haverá lugar a recriminações e a cobranças.

O nosso companheiro, com o seu

tom dramático, quis cobrar, por aquilo que não se fez, à ARM como organi- zação e ao seu Presidente como pes- soa individual.

Embora as organizações sejam pessoas jurídicas, não são capazes de

se defender a elas próprias e precisam sempre da voz de uma pessoa física. A pessoa mais indicada é quase sempre

o seu Presidente que, neste caso, assu- miu a defesa de ambos. Encheu o peito de ar, inspirou ex- citação e surpresa, misturou bem es- ses condimentos, e justificou o que parecia injustificável. Afinal a ARM não distribuiu ome-

letes porque não tinha ovos para as fazer e mesmo que os tivesse, ele, Presidente, não os iria usar por não se sentir com mandato para isso. Mais disse que ele próprio se disponibilizou para resolver a situação com os ovos do seu cesto. A que os interlocutores da parte necessitada terão acabado por responder que eles próprios iriam re- solver o problema.

E assim pudemos ver que, ao con-

trário do ditado, a ARM é uma casa onde não há pão e onde todos ralham

e

todos têm razão. Isto leva-nos a pensar que faz todo

o

sentido dinamizar agora mais a ver-

tente da solidariedade social da ARM, tanto mais que toda a gente está apre- ensiva em relação ao futuro. Ninguém

pode dizer que está protegido da caní- cula que a crise promete. Seguramente

que a ajuda armista vai ser importante e necessária para muitos de nós. Mas só será útil se houver recursos e for prestada a tempo. A experiência diz-nos que uma ajuda do tipo “passa palavra que o fu- lano A precisa” não funciona. O dia a dia da maioria das pessoas é feito de sucessivas exigências que têm de ser hierarquizadas. E uma coisa de pas- sa palavra não fica provavelmente no topo da lista das prioridades. É importante que o Presidente da ARM tenha poderes e recursos ao seu alcance para utilização imediata. Uma vez confrontado com uma situação, não pode ficar à espera da próxima Assem- bleia Geral para pedir meios e poderes para atender a essa situação urgente. Por isso, sugerimos que seja cria- da, na escrita da ARM, uma conta chamada “Fundo Social de Emergên- cia” a ser alimentada a todo o tempo por donativos dos associados. Poucos Euros de muitos podem constituir um fundo de valor razoável. Numa pró- xima Assembleia Geral, aprovar-se-

-ia um regulamento conveniente. E o Presidente seria investido dos poderes necessários para o poder usar em tem- po e conforme as situações reais que lhe forem apresentadas. Na Assem- bleia Geral anual informaria os mem- bros da Associação sobre os casos a que teve de atender. E seguramente que haveria ocasiões em que todos os Armistas sentiriam

grande conforto e or- gulho por terem podido dar atempadas e decisi- vas ajudas.

Seria bom que todos pensassem nisto.

RIBEIRO NOVO

ADVOGADO

Rua Marquês de Fronteira, 117, 2.º Esq. Telefs. 213 879 258 - 213 858 671

1070-292 LISBOA

António Santos Ramos

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Homenagem a D. José Santos Garcia

Santos Ramos Página 7 Homenagem a D. José Santos Garcia Foi no passado dia 21 de

Foi no passado dia 21 de Junho,

pelas 17 horas, que no Salão Nobre da Câmara Municipal da Covilhã que

a edilidade em parceria com a Dio-

cese da Guarda, a Sociedade Mis- sionária da Boa Nova e a ARM ho- menagearam o Homem, o Prelado

e o Missionário que foi D. José dos

Santos Garcia. Na cerimónia foi apresentado o livro: “D. José dos Santos Garcia, 1.º bispo da SMP”, monografia do homenageado, da autoria do Senhor Pe. Aires A. Nascimento. Ficou essa apresentação a car-

go do Prf. Doutor Salgado de Matos, que nos honrou com a sua presença

e a quem agradecemos, tendo refe-

rido que D. José foi um Homem “ru- ral, português e missionário”, que a “missionação terá sido a grande obra portuguesa no séc. XX” e que o livro levado a lume será, na sua opinião, “a melhor obra sobre as missões

portuguesas até agora publicada”.

Página 8

Página 8 Sustentabilidade da ARM Foi feito um esforço, por parte desta Direcção para através da

Sustentabilidade da ARM

Foi feito um esforço, por parte desta Direcção para através da pu- blicidade no boletim, se procurar fi- nanciar o seu custo de produção e de distribuição, com bons resultados é certo, mas insuficiente, podendo esta ser uma via ao dispor dos armistas que a julguem útil, para contribuir para a sustentabilidade da ARM. Porém, a medida concreta e ime- diata que se impõe, é a de cada um de nós, na medida das reais possibilida- des, passar a proceder ao pagamen- to de uma quota, cujo valor mínimo penso poderia ascender a €10,00 anuais, (podendo o armista preen- cher o valor com a importância que entender) a fazer por transferência bancária, conforme ordem de paga- mento que vai em anexo ao presente boletim e devolvê-la à Direcção que a encaminhará para cada banco. Não sendo as quotas obrigatórias, mas as despesas são reais, se não houver colaboração, nada feito.

Região Bragança/Miranda dia 20 de Agosto

À semelhança do ano passado, a

reunião da Delegação de Bragança, este ano de 2011, vai ocorrer no ve- rão, mais propriamente no dia 20 de Agosto. Como ficou acordado já em 2010 será em Miranda do Douro.

O Programa, ainda sujeito a even-

tuais afinações de última hora, con- sistiria essencialmente no seguinte:

- 10H00: Recepção de Boas Vindas

com “Capa de Honras” na Câmara Municipal Miranda do Douro;

- 11H00: Celebração Litúrgica da

Santa Missa, na Sé Catedral de Mi- randa Do Douro por um Sacerdote

da Sociedade Missionária;

- 12H15: Reunião para a “Foto de

Família” de todos os Armistas e suas famílias presentes no encontro;

- 12H30: Almoço na Estalagem de

Miranda do Douro – Antiga Pousada

de Miranda ( serviço do Restaurante

Mirandês) – estimando-se o custo do almoço em 20 a 25 Euros por pes- soa;

- 16H00: Possibilidade dos presen-

tes poderem efectuar um passeio de barco no Rio Douro, com a duração

de aproximadamente 1 hora, para aqueles que manifestarem tal desejo

e se inscreverem aquando da recep-

ção na C.M.Miranda – Trata-se de um lindo passeio com características

paisagísticas e ambientais, onde é possível desfrutar das magníficas arribas do Douro e visualizar espé- cies de aves protegidas, com parti- cular destaque da águia real.

- 17H00: Porto de Honra e Despe- dida.

O programa promete e poderá per- mitir um são convívio entre os armis- tas e suas famílias.

Os contactos para reserva são:

Gabriel Carvalho:

gabrielsc@sapo.pt

917258242

Artur Nunes:

artur.nunes@cm-mdouro.pt

925000350

917258242 Artur Nunes: artur.nunes@cm-mdouro.pt 925000350 Emílio Pires: epires@pmbgr.pt 917238815 António Emílio

Emílio Pires:

epires@pmbgr.pt

917238815

António Emílio Pires

N.R. O programa promete. Diz quem

lá esteve no ano passado que a festa

foi de arromba.

Para que este ano seja superada, é esse sempre o nosso objectivo, ins- creve-te já e traz outro, que está na dúvida, contigo e com a tua família. Contamos com todos.

N.º 111

N.º 111 Encontro/Convívio Regional de Barcelos JOSÉ CAMPINHO JOAQUIM COSTA AMÉRICO FERREIRA SENRA DA COSTA Os

Encontro/Convívio Regional de Barcelos

JOSÉ CAMPINHO JOAQUIM COSTA AMÉRICO FERREIRA SENRA DA COSTA

Os ex da região de Barcelos resolveram, este ano, trocar as voltas à rotina:

vão realizar o seu encontro/convívio regional anual um pouco mais cedo e em local um pouco mais longe do que o habitual Assim, o encontro/convívio deste ano será em Setembro, no dia 10, não nas casas dos Costas, do Joaquim e do Ma- nuel, em Alvelos, conforme vinha acon- tecendo (e com muito sucesso, como

), mas na casa de

férias do Senra da Costa, em Ferreiros, ali para os lados da Póvoa de Lanhoso, na estrada Braga-Chaves. Porque o local é novo e porque a equi- pa organizadora (o Joaquim Costa, o Senra da Costa , o Américo Ferreira e eu próprio) não quer que ninguém se perca, sugere que o pessoal se concen- tre no Bom Jesus, em Braga, junto ao miradouro, lá donde se «vê Braga por

será justo reconhecer

casa do Senra da Costa, na esperança de que o churrasco (?!) possa começar a ser servido a partir das 12,30h. Qualquer atraso, engano ou desconheci- mento do percurso não será mal que os telemóveis não resolvam! Basta mantê- los ligados O convite está feito e, como sempre, é extensível a todos os ex de todas as regi- ões do país, nomeadamente à Direcção da ARM que sempre nos tem honrado com a sua presença. Entretanto, porque um encontro/con- vívio como este, que esperamos muito participado, implica, naturalmente, al- guma atenção logística, a equipa orga- nizadora solicita que as confirmações de presença sejam encaminhadas, o mais tardar, até 6 de Setembro (3.ª Fei- ra), para os contactos telefónicos abaixo mencionados. Na certeza de que seremos muitos, pela equipa

José Campinho

Contactos telefónicos:

, de um cafezinho tomado na esplanada,

às 11 horas, para, depois

um canudo»

962

966

308 451 (José Campinho)

942 595 (Joaquim Costa)

se partir em caravana automóvel para a

962

521 036 ( Senra da Costa)

automóvel para a 962 521 036 ( Senra da Costa) Página 9 Como já tem vindo

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para a 962 521 036 ( Senra da Costa) Página 9 Como já tem vindo a

Como já tem vindo a ser noticiado, este ano, em que o Seminário de Valadares faz 50 anos, vai haver festa rija. Conseguiremos juntar os primeiros for- madores: Pe. André, Reitor, e P.es João Almendra (neste momento no Brasil) e José António (que antecipou a viagem de Angola). O programa é o que se segue:

Dia 24 de Julho de 2011 Seminário da Boa Nova Valadares

10,00H Chegada e recepção 11,00H Missa 13,00H Almoço no refeitório do seminá- rio, com bolo e brinde à SMBN, aos formadores e formandos 15,30H Abertura de sessão pelo Senhor Pe. Albino dos Anjos, Superior Geral 16,00H Intervenção do Senhor Pe. André, primeiro Reitor. 16,15H Intervenção do Senhor Pe. Zaca- rias, actual Reitor do Seminário 16,30H Apresentação do livro sobre Vala- dares da autoria dos P.es André, Aires e antigos alunos José Quina, Marinho Borges e Joaquim Alves. 17,30H Romagem à Gruta 18,00H Debandada

Poderão haver alterações, mas não signi- ficativas, ao programa inicial.

Convém informarem quantas pessoas pretendem estar presentes para efeitos de logística.

Vamos fazer um apelo particular aos ar- mistas que estiveram em Valadares em 1961. Seria muito interessante juntar to- dos, mas mesmo todos, os formadores e formandos.

Daremos mais informação.

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Página 10 Art.º 24 dos Estatutos da ARM: São deveres dos associados e) Assinar a revista
Página 10 Art.º 24 dos Estatutos da ARM: São deveres dos associados e) Assinar a revista

Art.º 24 dos Estatutos da ARM:

São deveres dos associados e) Assinar a revista Boa Nova aproveitada como veículo noticioso da ARM

revista Boa Nova aproveitada como veículo noticioso da ARM A Sociedade Missionária tem pro- movido ao

A Sociedade Missionária tem pro- movido ao longo do ano de 2011

um ciclo de conferências e coló- quios que temos noticiado e en- viado convites via e-mail.

O

próximo colóquio subordinado

ao

tema: “Quem foi (é) Jesus Cris-

to?” decorrerá em Valadares nos

dias 8 e 9 de Outubro.

subordinado ao tema: “Quem foi (é) Jesus Cris- to?” decorrerá em Valadares nos dias 8 e
to?” decorrerá em Valadares nos dias 8 e 9 de Outubro. NOTÍCIAS BREVES DA SMBN Caríssimos

NOTÍCIAS BREVES DA SMBN

Caríssimos Amigos,

Saúde e Paz em Jesus e Maria!

Tenho a alegria de informar que o novo Ano de Formação terá início no próximo dia 10 (dez) do corrente mês de Fevereiro, no Seminário de Cerna- che do Bonjardim. Os dois alunos que vão fazer o seu Ano de Espiritualidade são ambos mo- çambicanos, o Jaime Pedro Mathe, natural do Maputo, e Proença Tonito Gabriel, natural de Alua, Nampula. Estes dois alunos deverão chegar, se Deus quiser, na próxima sexta-feira, ao princípio da noite. Nesse dia 10, às 11.00H, haverá uma reunião do Superior Geral com o novo Reitor do Seminário, P. Amadeu Pinto de Oliveira, e restante comunidade. Às 12,00H será a Santa Missa, com que começará o novo Ano de Forma- ção. Peçamos ao Divino Espírito Santo e aos Padroeiros da Sociedade Missio- nária, Nossa Senhora da Conceição e São Francisco Xavier, que este novo Ano de Formação decorra sob a Sua assistência e protecção.

Saudações muito amigas.

P. Martinho

P. ANTERO GOMES DA SILVA 1919 - 2011

O P. Antero Gomes da Silva, nasceu em 22 de Fevereiro de 1919, na freguesia de Santa Maria de Lamas, no concelho de Santa Maria da Feira, na diocese do Porto. Estudou nos Seminários da Socieda- de Missionária, em Tomar, Cernache do Bonjardim e Cucujães. Fez a consagração missionária pelo Juramento na Sociedade Missionária em 15 de Setembro de 1940. Foi ordenado sacerdote, no Seminário de Cucujães, em 23 de Setembro de 1944. Nos primeiros cinco anos de sacerdo- te, de 1944 a 1949, foi prefeito e professor

nos seminários da Sociedade Missio- nária, em Tomar e Cernache do Bon- jardim, em Portu- gal. Em 3 de No- vembro de 1949 partiu para as Mis- sões de Moçambique, para a diocese de Nampula. Aí se dedicou à missionação por vinte e seis anos, até Novembro de 1975, trabalhando nas missões de Murrupula, Me- conta, Mucutamala, Malatane, Moma e Ilha de Moçambique.

Em Novembro de 1975, foi preso em Malatane e expulso de Moçambique, pelo simples motivo de ter uma estação de rádio amador na missão.

Regressou a Portugal e ficou em descan- so no Seminário das Missões de Cucujães, com a saúde bastante abalada. Fez um curso de formação permanente para o Clero, em Salamanca, Espanha, com o intuito de ir trabalhar para o Brasil com outros missio- nários vindos de Moçambique. O agrava- mento do estado de saúde obrigou-o a ficar em Portugal.

Dotado de grande sensibilidade artística demonstrou-a em breves poemas religio- sos, quase todos musicados pelo seu colega P. João Avelino, e em numerosas pinturas e desenhos.

Nos últimos anos, no Seminário de Cucujães e em casa de familiares, dedicou- -se totalmente ao serviço de confissões, à di- recção espiritual e ao acompanhamento de pessoas com problemas psicológicos ope- rando muitas vezes autênticos milagres.

Tendo perdido a visão, consagrou-se ain- da mais, nos últimos tempos, à contempla- ção e à oração. Adormeceu no Senhor no Lar de Santa Teresinha na manhã de 9 de Junho.

Por sua expressa vontade, foi sepultado em Cucujães junto dos seus companheiros missionários.

na manhã de 9 de Junho. Por sua expressa vontade, foi sepultado em Cucujães junto dos

N.º 111

Curso de 1958 Convento de Cristo – Tomar

Encontro Comemorativo do 53º Ani- versário a realizar em Cernache do Bonjar- dim/Figueiró dos Vinhos em 9 de Outubro de 2011. É já no próximo dia 9 de Outubro que nos voltamos a encontrar mais uma vez no Seminário de Cernache do Bonjardim. Com grande expectativa de ser um óptimo dia e imbuídos de uma alegria contagiante por mais um encontro. Há uma mística especial que começou a enraizar-se em nós naquele já

especial que começou a enraizar-se em nós naquele já conheçamos e com o apoio da direcção

conheçamos e com o apoio da direcção da A.R.M., levemos a mensagem de esperança aos que no já longínquo ano de 1958 em To- mar se sentaram a nosso lado. Vamos comemorar o 53º aniversário do curso de 1958. Não podemos cair na roti- na. Seria o princípio do fim. É necessário que em cada ano, haja inovação, surpresa, encantamento, desejo de encontro. Todos temos o dever de colaborar no programa de

cada ano: local de realização, actividades a

Que cada um

desenvolver, tipo de almoço

traga uma proposta. Vamos encontrar-nos em 9 de Outubro, com um programa simples:

encontrar-nos em 9 de Outubro, com um programa simples: longínquo dia de Outubro de 1958. Oriundos

longínquo dia de Outubro de 1958. Oriundos de várias zonas do País e provenientes de fa- mílias modestas mas bem estruturadas, ini- ciámos então uma caminhada comum, inda meninos, que nos marcaria para toda a vida. Aprendemos a crescer quase de mãos dadas, sujeitos a uma disciplina rigorosa e moldámos a nossa personalidade com prin- cípios humanistas/cristãos em que valores como a amizade, a solidariedade, a inter- -ajuda constituíram a base da nossa forma de ser de estar de agir de fazer e que foram o alicerce das nossas vidas por mais diversifi- cadas que tenham sido. Somos hoje homens de bem que, creio eu, estamos bem na vida e faço votos que também com a vida.

Mas na hora do encontro notamos que há muitos que faltam, por vários motivos, diremos nós. Talvez por indiferença uns, de- serdados da sorte outros, para quem a vida foi madrasta, a quem a crise neste inicio de

século lançou na valeta. Temos de agir, agi- lizar processos de solidariedade e inter-aju- da, fazendo com que nos seus olhos renasça

a

esperança e nos seus lábios brote de novo

o

sorriso. Sinalizemos os casos em crise que

– 10h – Encontro frente à porta principal do Seminário de Cernache do Bonjar- dim e foto de família

– 10h30m – Passeio pela quinta com vi- sita à gruta, ao nicho de Sto. Nuno de Santa Maria e às nossas antigas insta- lações do Seminário

– 12h – Missa solene na Igreja do Semi- nário

– 14h – Almoço/convívio em Figueiró dos Vinhos no restaurante do nosso amigo e Colega Manuel Antunes

– 17h – Um adeus até breve Todos estão convidados e obrigados a comparecer. Troquemos mensagens, pesquisemos no baú das nossas recordações o contacto de colegas que ainda não vieram até nós. Vem amigo vem e trás outro amigo con- tigo, para que todos estejamos em festa. Comunica a tua presença no encontro para o nosso amigo e colega Luís Barata Tomé TLM – 936379794 Até lá eu darei mais notícias. Um grande abraço

Domingos Cardoso Fernandes

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150 Anos em Missão

Domingos Cardoso Fernandes Página 11 150 Anos em Missão É a quarta obra sobre a Sociedade

É a quarta obra sobre a Sociedade Mis-

sionária, da autoria do Senhor Pe. Ma- nuel Castro Afonso, na sequência das

celebrações jubilares de 2005, às quais consagrou parte do meu tempo, com toda a dedicação.

A

primeira parte é um esboço históri-

co

do Colégio das Missões Ultramari-

nas, em Cernache do Bonjardim, desde

1855/56.

A segunda narra-nos a história da So-

ciedade Missionária institucionalizada pelo Papa Pio XI, em 1930.

O

Pe. Castro Afonso, Superior-Geral

da

SM por vários mandatos, conheceu

todos os membros da SM e esteve com

eles, e suas comunidades nos 4 conti- nentes. Tem pois a autoridade e o saber.

A

sua leitura leva-nos ao interior da SM

e

toda a sua acção, com relatos, factos,

datas e nomes, que dificilmente conse-

guimos guardar a leitura para o dia se- guinte. Ao Senhor Pe. Castro Afonso, que teve

a gentileza de nos enviar 1 exemplar, o

nosso agradecimento e os nossos since-

ros parabéns.

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O Boletim Trimestral da ARM

tem, incontestavelmente, grande relevância como meio de comuni- cação entre os seus associados.

É também a grande despesa, quer

pela impressão, quer pela expe- dição, a grande despesa na conta

de demonstração de resultados da

Associação.

A Direcção desejaria que a publi- cação fosse auto-suficiente. Para

tal tomou 2 medidas:

1. Formalizou com os CTT pro- tocolo para o envio em correio editorial;

2. Aumentou a sua paginação e distribuição por forma a ganhar espaço para a publicidade.

Apelamos, pois, aos empresários, ENI’S e profissionais liberais para que colaborem connosco.

Reconstruir Chibuto fase 2

para que colaborem connosco. Reconstruir Chibuto fase 2 Vamos transformar estas ruínas numa cantina para as

Vamos transformar estas ruínas numa cantina para as crianças da escolinha do Chibuto? Colabora.

BOLETIM N.º 111

Abril/Junho de 2011

ARM – Associação Regina Mundi dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária da Portuguesa

dos Antigos Alunos da Sociedade Missionária da Portuguesa Reconstruir Chibuto - fase 1 Comentários para quê?

Reconstruir Chibuto - fase 1 Comentários para quê?

Reconstruir Chibuto - fase 1 Comentários para quê? Ao lado: a imagem que nos chegou em

Ao lado: a imagem que nos chegou em 2009, abandonada

o tado actual, com 40 crianças.

O antes e o depois.

Obrigado a todos.

Em baixo:

es-

(as fotos foram enviadas a 30 de Maio de 2011)

Em baixo: es- (as fotos foram enviadas a 30 de Maio de 2011) Antes ESCOLINHA EM
Antes
Antes
ESCOLINHA EM REABILITAÇÃO DE CASA DE BANHO LAVABO NA INSTALAÇÃO DA ESCOLINHA 2011
ESCOLINHA EM
REABILITAÇÃO
DE CASA DE
BANHO
LAVABO NA
INSTALAÇÃO DA
ESCOLINHA 2011

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