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Fazenda Santa Maria

PGRTR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS NO TRABALHO RURAL

Vigência: 27/08/2023

Balsas/MA 27 de Setembro/2022
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SUMÁRIO

1 - APRESENTAÇÃO 6
2 - OBJETIVOS 8
3 - CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 9
4 - ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PGSSMATR NA EMPRESA 11
5 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS 12
5.1 Critérios utilizados para definição do nível do risco 21
5.2 Níveis de risco possíveis 22
5.3 Matriz para determinação dos níveis de riscos 23
5.4 Classificações de prioridade de risco 24
6 - INSTRUMENTO(S) UTILIZADO(S) NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS 25
7 - METODOLOGIA DE USO DO(S) INTRUMENTO(S) 26
8 - ANTECIPAÇÃO DOS RISCOS 27
9 - RECONHECIMENTO E ANÁLISE DOS RISCOS DO AMBIENTE DE TRABALHO 30
10 - METAS E PRIORIDADES DE CONTROLE 34
11 - REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS 36
12 - RECOMENDAÇÕES À EMPRESA 37
13 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 38
14 - ENCERRAMENTO 39

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Este Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR) utiliza os parâmetros


para avaliações dos riscos e da exposição dos trabalhadores aos agentes físicos e químicos e os critérios
para a prevenção dos riscos à saúde dos trabalhadores decorrentes das exposições ocupacionais
conforme a Norma Regulamentadora nº 31 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA
AGRICULTURA, PECUÁRIA, SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO FLORESTAL E
AQUICULTURA.

Para os levantamentos de Riscos na empresa Fazenda Santa Maria, usou-se o conceito de


EXPOSTO DE MAIOR RISCO (maximum risk employee - MRE), sendo avaliadas as piores condições
de trabalho, que deixam o trabalhador mais exposto aos agentes nocivos.

Este documento é de uso exclusivo da empresa Fazenda Santa Maria para consultas,
orientações e acompanhamento dos programas prevencionistas da empresa.

Este programa se constitui em documento legal e específico, conforme a legislação em vigor,


sendo um produto original e único, e que nenhuma parte ou todo, poderá ser reproduzido, transmitido,
copiado sem a licença ou permissão por escrito do autor.

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IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

NOME: Fazenda Santa Maria


CAEPF: 000.000.000/000-00
GRAU DE RISCO: 3

COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS

Faixa Etária Masculino Feminino

- 18 ANOS 0 0

+ 18 e - 45 ANOS 2 0

+ 45 ANOS 0 0

Funcionários por sexo 2 0

Total de funcionários

Total de funcionários 2

RESPONSÁVEL(IS) DA EMPRESA:

1. RESPONSÁVEL PELA EMPRESA

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AVALIADORES

ENGENHEIRO(S) RESPONSÁVEL(IS):

• NOME: Engenheiro
• CREA: 057897 - PE
• TITULAÇÃO: Engenheiro em Segurança do Trabalho

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1 - APRESENTAÇÃO

Este Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural estará composto das seguintes
etapas:

a) Levantamento preliminar dos perigos;

b) Avaliação dos riscos ocupacionais que não puderem ser completamente eliminados;

c) Estabelecimento de medidas de prevenção, com prioridades e cronogramas;

d) Estabelecimento de medidas de prevenção;

e) Acompanhamento do controle dos riscos ocupacionais;

f) Investigação e análise de acidentes e doenças ocupacionais;

A análise dos riscos encontrados no ambiente de trabalho a que o colaborador está exposto, segue
de acordo com o diagrama abaixo:

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As etapas do PGRTR serão registradas neste documento e deverão ficar a disposição das
Autoridades, Serviço Especializado em Segurança e Saúde no Trabalho Rural (SESTR), Comissão
Interna de Prevenção a Acidentes do Trabalho Rural (CIPATR), Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS), Secretaria de Inspeção do Trabalho/Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho
(SIT/DSST), Comissão Permanente Nacional Rural (CPNR), Comissão
Permanente Regional Rural (CPRR), Delegacia Regional do Trabalho (DRT), entre outros.

A guarda do documento, autorização para emissão de cópias, divulgação de seu


conteúdo, são de exclusiva responsabilidade da empresa através de seus mandatários.

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2 - OBJETIVOS

O PGRTR é parte integrante do Programa de Segurança Ocupacional da Matriz, em conjunto


com outras iniciativas prevencionistas da empresa.

Este programa, englobado juntamente com o PGR e o PCMSO, tem como objetivo o
levantamento dos riscos no ambiente de trabalho, avaliação potencial dos riscos, sua quantificação ou
qualificação e a melhoria das condições de segurança e saúde no meio ambiente de trabalho, informando
principalmente o INSS sobre a existência ou não dos mesmos.

Visa também, propor medidas de prevenção e controle dos riscos encontrados, através de sua
neutralização, minimização ou eliminação dos mesmos.

Este trabalho informa os empregadores e trabalhadores sobre os riscos, meios para prevenir ou
limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos de modo a alcançar altos índices de satisfação em
relação à preservação do bem estar e da integridade física e mental dos trabalhadores

O presente programa tem por finalidade atender as determinações legais emanadas do Ministério
do Trabalho através da NR-31 (Norma Regulamentadora de N° 31), da portaria nº 22.677 de 22/10/20,
publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 27/10/20, estando em vigor a partir de então.

2.1 - OBJETIVO GERAL

Estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho rural, de


forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária,
silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde no meio ambiente de trabalho.

2.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Controlar os riscos ambientais no local de trabalho com a adoção de medidas de


controle;
Monitorar a exposição dos colaboradores aos riscos ambientais existentes no local de
trabalho;
Fornecer informações sobre as condições de trabalho dos trabalhadores na empresa;
Apresentar informações sobre a saúde, o bem estar e a integridade física e mental dos
trabalhadores da empresa;

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3 - CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Seguindo com base nos preceitos legais vigentes, passamos a analisar os aspectos relativos ao
ambiente de trabalho, objetivo do presente trabalho, aplicáveis à empresa inspecionada, considerando
sua classificação de acordo com as normas expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em razão
do número de empregados e a natureza do risco de suas atividades. Para tanto, foram efetuados os
devidos levantamentos na empresa, sempre na companhia dos funcionários, pela Gerência e
encarregados dos setores da mesma. As atividades de levantamento das condições do(s) ambiente(s) de
trabalho foram realizadas nas dependências da Fazenda Santa Maria.

Os dados, avaliações e sugestões encontram sustentação legal na Norma Regulamentadora nº 31


e estão baseados e fundamentados na Lei nº 6.514, de 22/12/77; na portaria 22.677 de 22/10/20,
publicada no DOU em 27/10/20 e na CLT relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

A NR - 31 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os


empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de
Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural - PGRTR, visando a prevenção da saúde e da integridade
dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da
ocorrência de riscos ambientais e suas possíveis influências no bem estar e na integridade física e mental
do trabalhador.

As ações do PGRTR devem ser desenvolvidas em âmbito de cada estabelecimento,


sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo que
uma reavaliação e uma análise global de seu desenvolvimento para a realização de ajustes
necessários e estabelecimentos de novas metas e prioridades deverá ser realizado
anualmente ou sempre que necessário, conforme estipula a NR - 31.

O PGRTR é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da
preservação da saúde e integridade dos trabalhadores, devendo estar articulando com o disposto nas
demais NR's.

Para efeito deste PGRTR são considerados riscos ambientais, os agentes existentes no meio
ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade, tempo e grau de

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exposição, são capazes de causar dano a saúde do trabalhador e são classificados em:

Agentes Físicos: ruído, frio, calor, radiações (ionizantes, não ionizantes), umidade,
pressões anormais;

Agentes Químicos: poeiras minerais, poeiras vegetais, névoas, neblina, gases, vapor,
substâncias diversas, fumos metálicos, hidrocarbonetos;

Agentes Biológicos: vírus, bactérias, protozoários, fungos, bacilos, parasitas,


microorganismos, animais peçonhentos;

Agentes Ergonômicos: esforço físico, ritmo excessivo, trabalho em turnos, postura


incorreta, levantamento e transporte manual de peso, monotonia e repetitividade, jornada
prolongada, controle rígido de produtividade;
Acidentes: máquinas, equipamentos ou implementos sem proteção, ferramentas
(inadequadas/defeituosas), arranjo físico inadequado e outras situações.

Os exames médicos compreendem a avaliação clínica e os exames complementares, quando


necessários, devem ser efetuados em função dos riscos a que o trabalhador estiver exposto.

A critério de prevenção da saúde do trabalhador rural, vários exames são exigidos no âmbito
deste plano, sendo eles:

Exame Admissional: Deve ser realizado obrigatoriamente antes que o trabalhador assuma
suas atividades na empresa;
Exame Periódico: Deve ser realizado anualmente ou em intervalos menores, quando
disposto em acordo ou convenção coletiva de trabalho ou a critério do médico;
Exame de Mudança de Risco Ocupacional: Deve, obrigatoriamente, ser realizado antes
da data da mudança, adequando-se o controle médico aos novos riscos;
Exame de Retorno ao Trabalho: Deve ser realizado obrigatoriamente no primeiro dia de
retorno ao trabalho, em todo colaborador que tenha se ausentado por um período igual ou
superior a 30 (trinta) dias devido a qualquer doença ou acidente;
Exame Demissional: Deve ser realizado em até 10 (dez) dias, contados do término do
contrato, podendo ser dispensado caso o exame clínico mais recente tenha diso realizado há
menos de 90 dias, salvo o disposto em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

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4 - ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PGSSMATR NA EMPRESA

Os empregadores deverão informar todos os seus colaboradores de maneira apropriada e


suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios
disponíveis para prevenir, limitar ou eliminar tais riscos e para proteger-se dos mesmos, assim como a
proteção ao meio ambiente de possíveis impactos ambientais.

Cabe aos empregadores rurais ou equiparados proporcionar os meios e recursos necessários para
o cumprimento dos objetivos e atribuições do SESTR ou dos critérios estabelecidos pela NR - 31.

Os colaboradores interessados terão o direito de apresentar propostas e receber informações e


orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do PGRTR.

Sempre que vários empregadores realizem simultaneamente atividades no mesmo local de


trabalho terão o dever de executar ações integradas para aplicar as medidas previstas no PGRTR visando
à proteção de todos os colaboradores expostos aos riscos ambientais.

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5 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS

De acordo com a realidade da empresa e a legislação vigente, o presente Programa de


Gerenciamento de Riscos Ocupacionais - PGRTR visa abranger a estrutura e o desenvolvimento, unindo
as informações colhidas, os levantamentos qualitativos e quantitativos, assim como as informações
pertinentes à saúde física e mental do trabalhador rural.

5.1 - METODOLOGIA

No reconhecimento dos riscos, feito com base nas entrevistas com trabalhadores ou seus
respectivos imediatos, também foi consultada bibliografia a respeito dos Riscos Ambientais específicos
existentes na atividade rural desempenhada pela empresa Fazenda Santa Maria.

As avaliações qualitativas da exposição aos Riscos Ambientais foram feitas tomando-se por base
a análise simultânea e concorrente dos seguintes fatores a eles relacionados:

Efetiva exposição;
Suposta concentraçãoouintensidade;
Toxidade ou nível de agressividade; Grau
de exposição; Suposta hipersensibilidade;
Tempo de efetiva exposição.

5.1.1 - EXPOSIÇÃO HABITUAL/PERMANENTE:

Aquela que ocorre habitualmente ou permanentemente sem intervalos de tempo, ou seja, aquela em
que o colaborador está continuamente exposto.

5.1.2 - EXPOSIÇÃO OCASIONAL/INTERMITENTE:

Aquela que ocorre alternadamente de tempos em tempos, ou apenas por acaso, eventualmente, ou
seja, aquela em que o colaborador não está continuamente exposto.

5.1.3 - FASES:

A figura seguinte, ilustra cada fase e suas etapas associadas.

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5.1.4 - LIMITE DE TOLERÂNCIA:

Limite de tolerância (LT, que muitas vezes aparece como TLV, do inglês: "treshold limit
values"): é um conceito fundamental para o direito trabalhista. Através de estudos exaustivos, procurou-
se estabelecer o limite compatível com a salubridade do ambiente em que vive o trabalhador, para as
mais diversas substâncias.

O limite de tolerância é expresso de acordo com a unidade de medida do agente nocivo, sendo
assim, é dependente em tempo e grau, da exposição do funcionário na empresa.

5.1.5 - NÍVEL DE AÇÃO:

Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma
a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de
exposição. As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a informação aos
colaboradores e o controle médico.

Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição ocupacional
acima dos níveis de ação, conforme indicado nas alíneas que seguem:

Para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerados; Para o
ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo I.
Elaborar alternativas para reduzir a exposição:

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Analisar informações procedentes da Empresa, sobre os estudos e programas de


prevenção;

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Analisar os estudos e planos (cronogramas) de redução dos níveis de exposição a um máximo de


85 dB(A) em caso de exposição habitual/permanente;

Conhecer as ações realizadas pela empresa para diminuir os limites de exposição ao ruído,
verificando medições antes e depois destas ações e registros fotográficos e documentais;

Conhecer as justificativas técnicas de pelas quais não foi possível reduzir os níveis de ruído por
outro meio e que, portanto, se devem utilizar EPI's auditivos;

Conhecer os resultados globais dos testes audiométricos;

Resultado (numérico e percentual) dos colaboradores afetados ou não, segundo as funções que
desempenham;

Controlar e negociar a aplicação de medidas preventivas.

5.1.6 - FONTE GERADORA:

Cada exposição em particular é gerada por um conjunto ou por algum agente nocivo. Uma fonte
geradora é responsável pela geração de cada agente nocivo encontrado no ambiente de trabalho a que o
colaborador está exposto.

5.2 - MEDIDAS DE PREVENÇÃO E SEGURANÇA

Deverão ser adotadas as medidas necessárias suficientes para a eliminação, a minimização ou o


controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;


Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;
Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos colaboradores excederem os
valores dos limites previstos na NR 15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição
ocupacional ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho,
desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-
legais estabelecidos;
Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos
observados na saúde, os colaboradores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.

Acidente de trabalho é aquele que acontece no exercício do trabalho a serviço da empresa,


provocando lesão corporal ou perturbação funcional podendo causar morte, perda ou redução
permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

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Os acidentes são evitáveis, por isso, é possível prevení-los, procurando identificar suas causas e
agir sobre elas.

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Através da integração dos novos empregados, fornecimento de EPIs, treinamentos, inspeção de


segurança, realizamos a prevenção de acidentes, além de levantamentos e Mapas de Riscos buscando a
conscientização de todos.

Prevenção também se faz através da análise de acidentes ocorridos, todos os acidentes devem
ser analisados, buscando suas causas com o objetivo de propor medidas preventivas e/ou corretivas que
evitem sua repetição.

Dentro do Programa de Segurança, os níveis de comando são os principais responsáveis pela


operacionalização dos programas implantados, devendo cumprir e fazer as diretrizes estabelecidas.

A Segurança é um fator muito importante na tomada de decisões, por isso deve ser administrada
com a mesma serenidade e eficiência com que são tratados os aspectos de qualidade, produtividade,
custo, etc.

São fundamentais, os seguintes aspectos de acordo com o programa.

5.2.1 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC's)

EPC é todo o dispositivo, sistema ou meio físico ou móvel de abrangência coletiva, destinado a
preservar a integridade física e a saúde dos colaboradores.

O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverão obedecer à


seguinte hierarquia:

Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;


Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes prejudiciais à saúde; Medidas
que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.

A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos


colaboradores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as
eventuais limitações de proteção que ofereçam. Quando comprovado pelo empregador ou instituição, a
inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes
ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação ou ainda em caráter complementar
ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas obedecendo-se à seguinte hierarquia:

Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;


Utilização de Equipamento de Proteção Individual - EPI.

5.2.2 - EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI):

EPI é todo o equipamento de uso individual, destinado a preservar a integridade física e a saúde dos
Trabalhadores.
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Conforme determina a NR 6, a aplicação dessa medida é imprescindível observar:

Recomendar o EPI adequado tecnicamente ao risco a que o colaborador está exposto e a atividade
exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e ao
conforto, segundo avaliação do colaborador usuário;
Estabelecer programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e
orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece;
Estabelecer normas e procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a
higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições
de proteção originalmente estabelecidas;
Caracterizar as funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPI's
utilizados para os riscos ambientais.

Observe que:

A empresa é obrigada a fornecer aos empregados EPI's gratuitamente e em boas


condições;
Os EPIs só devem ser usados e recomendados se as proteções coletivas forem
tecnicamente inviáveis e/ou ineficazes;
Poderão ser recomendados enquanto a medidas de proteção coletivas estiverem em estudo ou
sendo implantadas;
Para atender situações de emergência;
Todo o EPI fornecido pela empresa deve possuir CA (Certificado de Aprovação),
expedido pelo Ministério do Trabalho;
Ao fornecer o EPI, a empresa deverá registrar o recebimento por parte do empregado em
formulário próprio;
Ao fornecer o EPI, a empresa deverá treinar o empregado para o uso do EPI da forma mais
adequada;
Ao fornecer o EPI, a empresa deve tornar o seu uso obrigatório nas áreas de risco e/ou
recomendadas;
Ao empregado cabe usar o EPI somente para a finalidade a que se destina, zelar pela sua
guarda e conservação;
Ao empregado cabe usar o EPI nas áreas de risco e/ou recomendadas sob pena de
advertências e/ou demissão por justa causa em caso de não cumprimento.

5.2.3 - HIGIENIZAÇÃO E CONFORTO

Deverão ser adotadas medidas de higienização e conforto nos locais de trabalho de acordo com
o que prevê a NR - 24, dando ênfase aos locais onde o colaborador se encontra.

5.2.4 - EXAMES COMPLEMENTARES

Os exames complementares são responsáveis pelo diagnóstico de inúmeros riscos à saúde do


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trabalhador, de modo a contribuírem para a realidade clínica de saúde de cada.


colaborador no âmbito de seu ambiente de trabalho.
Os exames complementares são responsáveis pelo diagnóstico de inúmeros riscos à saúde do trabalhador, de
modo a contribuírem para a realidade clínica de saúde de cada.

Fica a critério do médico responsável a recomendação ou requisição, seja por precaução ou não,
de exames complementares que não estejam previstos no presente Plano de Gestão em Segurança, Saúde
e Meio Ambiente do Trabalho Rural.

5.2.5 - ATIVIDADES PRIMÁRIAS EM SAÚDE OCUPACIONAL

Atividades primárias em saúde ocupacional são medidas de prevenção que visam evitar a
ocorrência de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais e incluem os seguintes itens:

1. Reconhecimento e Análise de Riscos Ambientais

2. Programa de Imunização

3. Programa de Promoção da Saúde do Trabalhador

4. Programa de Detecção de Agravos Profissionais

5.2.5.1 - Reconhecimento dos Riscos Ambientais

Este é o passo inicial a ser desenvolvido visando à prevenção de acidentes de trabalho e das
doenças ocupacionais. Neste ponto do plano de gestão existe uma articulação com as demais normas
regulamentadoras.

5.2.5.2 - Programa de Imunização

O programa de imunização é dividido em duas etapas. Uma representada pelas vacinas


Antitetânica e vacinas determinadas pelas autoridades sanitárias e outra representada pela vacinação
Anti-gripal, que reduz consideravelmente o absenteísmo nos meses de inverno. Tal vacinação,
ocupacional, pode ser aplicada nos funcionários, após orientação feita pelo Médico do Trabalho e
autorizada pela empresa.

- Programa de promoção da Saúde do Trabalhador Este programa tem por objetivos:

Assegurar a proteção dos trabalhadores contra todo o risco que prejudique a sua saúde e que
possa ser resultante de seu trabalho ou das condições em que este se efetue;
Contribuir para a adaptação física e mental dos trabalhadores, em particular pela sua
adequação;
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Este tem por função transmitir aos funcionários orientações gerais sobre riscos de acidentes,
doenças profissionais e não profissionais, uso de equipamentos e outros.

- Programa de Detecção de Agravos Profissionais

Consiste em prevenir, rastrear e diagnosticar precocemente agravos à saúde relacionados ao


trabalho, inclusive de natureza subclínica, além de constatar a existência de casos de doenças
profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores.

5.2.6 - PERIODICIDADE DE EXAMES

Para os trabalhadores expostos a riscos ou a situações de trabalho que impliquem no


agravamento de doença ocupacional ou ainda para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os
exames deverão ser repetidos a cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico responsável.

5.2.7 SINALIZAÇÃO

A sinalização deve seguir os preceitos da NR-26, fixando as cores que devem ser usadas para
prevenção de acidentes, identificação de equipamentos de segurança, delimitação de áreas, identificação
de canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases e advertência contra os
riscos existentes no ambiente de trabalho ou em locais comuns.

5.2.8 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

Conforme estabelece a NR 10, a empresa deve possuir aterramento de todas as máquinas e


equipamentos, resultando assim a segurança de todos os funcionários da empresa. A instalação elétrica
deverá estar de acordo com o que determina esta NR.

5.2.9 ORIENTAÇÃO E TREINAMENTO

Deve ser de forma compatível com o progresso tecnológico, a qualificação do homem e a


qualidade da nossa EMPRESA. Porém, incentivando a importância da orientação e treinamento em
segurança, um requisito indispensável na sua formação profissional. Sendo aplicado este princípio da
seguinte forma:

Na orientação e treinamento em Segurança, envolvendo todos os TRABALHADORES e


níveis de COMANDO, desenvolvendo-se em todas as áreas da EMPRESA;
Na integração de novos TRABALHADORES;
No aperfeiçoamento e formação de gestores e funcionários;
Nos assuntos específicos (na formação técnica em segurança, segurança em eletricidade, tintas
e gases, segurança com solventes, combate a incêndios, primeiros socorros, sensibilização,
motores, lubrificação, poeira, segurança em mecânica, manual de cargas e outros);
Para aprimorar e desenvolver novos profissionais, na reciclagem;
Englobam pesquisa, análise de riscos, análise e prevenção de acidentes e doenças, métodos e
processos de prevenção aos riscos, noções de primeiros socorros, prevenção e combate a
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incêndios, noções de prevenção de DST, AIDS e dependências

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químicas, princípios gerais de higiene no trabalho, relações humanas no trabalho, noções sobre
legislação trabalhista e previdenciária relativas à Segurança e a Saúde no Trabalho, proteção
de máquinas, equipamentos e implementos, ergonomia e ações de treinamento e reciclagem em
segurança. Assim mantendo um nível homogêneo de conhecimento sobre os riscos entre os
TRABALHADORES. E também permitindo a execução segura das atividades diversas que é
feita através de levantamento do MAPAS DE RISCOS.

5.2.9.10 INTEGRAÇÃO DE NOVOS EMPREGADOS:

Na integração dos novos TRABALHADORES, deverão ser abordados os seguintes assuntos:

a) Sensibilização dos mesmos para os aspectos de Segurança do Trabalho;

b) Como prevenir os acidentes do trabalho;

c) Em caso de acidente do trabalho, os procedimentos corretos a serem tomados.

5.2.9.11 - TREINAMENTO INICIAL:

No treinamento inicial, após a integração, o TRABALHADOR deve receber orientação


quanto aos trabalhos que irá realizar, e os procedimentos corretos através do conhecimento das
"NORMAS DE PROCEDIMENTOS OU DE SEGURANÇA" da EMPRESA. Para isso será(ão)
enfatizado(s) o(s) seguinte(s) treinamento(s):

5.2.12 - AVALIAÇÃO E VALORIZAÇÃO

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São essenciais, pois a segurança e a saúde como fatores de avaliação do desempenho são um
passo importante para o desenvolvimento profissional do HOMEM, em outras palavras, um bom
desempenho das áreas no campo da segurança reflete a valorização do TRABALHADOR e da
EMPRESA.

Os níveis de comando devem considerar a atuação e os resultados em segurança ao analisar o


desempenho de seus subordinados;
Na apresentação dos resultados de suas atividades, cada área deve incluir aqueles relativos à
segurança;
O item segurança (redução de acidentes e doenças do Trabalho) deve compor um dos itens
mais importantes na determinação da produtividade de uma determinada área.
Além dos aspectos de redução de custos pela aplicação mais adequada de materiais, mão-de-obra
é primordial e influi diretamente na produtividade. Tudo é questão de ATITUDE;

Os princípios utilizados para a elaboração deste plano constituem a forma objetiva de atuar
contra os acidentes e doenças dentro da EMPRESA.

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5.1 Critérios utilizados para definição do nível do risco

Severidade

Significado Peso Descrição

1 - Leve 1 - danos superficiais, como cortes e ferimentos leves.- incômodos e irritações (dores de cabeça,
irritações dos olhos).

2 - Média 2 - queimaduras, dilacerações, deslocamentos e pequenas fraturas. -surdez, dermatites, asmas,


doenças que levem à pequenas incapacidades permanentes.

3 - Severo 3 - amputações, fraturas maiores, múltiplos danos, danos fatais;- câncer ocupacional, doenças severas

Probabilidade

Significado Peso Descrição

1 - Altamente improvável 1 Altamente improvável

2 - Improvável 2 Improvável

3 - Altamente provável 3 Altamente provável

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5.2 Níveis de risco possíveis

Nível de Risco
Nível Significado

0 - Trivial Risco trivial

1 - Tolerável Risco Tolerável

2 - Moderado Risco Moderado

3 - Substancial Risco Substancial

4 - Intolerável Risco Intolerável

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5.3 Matriz para determinação dos níveis de riscos

Severidade

1 - Leve 2 - Média 3 - Severo

Probabilidade 3 - Altamente provável Moderado Substancial Intolerável

2 - Improvável Tolerável Moderado Substancial

1 - Altamente improvável Trivial Tolerável Moderado

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5.4 Classificações de prioridade de risco

Classificação de Risco
Classificação Significado

1 - Irrelevante Não prioritário. Ações dentro do princípio de melhoria contínua.Pode ser necessária avaliação quantitativa do Setor/GHE para confirmação da categoria, a critério do
profissional de Higiene Ocupacional

2 - De Atenção Prioridade básica.Iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE para confirmação da categoria e monitoramento periódico.

3 - Crítica Prioridade preferencial.Adotar medidas de controle para redução da exposição e iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE.

4 - Não tolerável Prioridade máxima.Adotar medidas imediatas de controle. Quando não, a continuidade da operação só poderá ocorrer com ciência e aprovação do gerente geral da unidade ou
instalação. Iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE para verificação do rebaixamento da categoria de risco.

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6 - INSTRUMENTO(S) UTILIZADO(S) NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS

1 - Dosímetro Acústico
Marca: Instrutherm Modelo: DOS – 1.000 X

Técnica utilizada: Dosimetria - NHO-01 Unidade de medida: dB (A)

Descrição(ões): Dosímetro com display de cristal líquido nos padrões ANSI S1.25 - 1991 Ponderação A, ISO 1999, BS 6402:1983

Agentes analisados: • Ruído contínuo ou intermitente (Leg. Trabalhista)

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7 - METODOLOGIA DE USO DO(S) INTRUMENTO(S)

7.1 - CUIDADOS GERAIS


a) Certificação da validade da calibração dos equipamentos de medição;
b) Controle da correta realização das medições;
c) Realização das medições mediante a presença de um representante dos colaboradores;
d) Certificação de que no momento da medição as condições de trabalho em relação a
exposição aos agentes avaliados sejam normais e habituais;
e) Comprovação da medição em todos os postos de trabalho nos lugares onde habitualmente se situam os
colaboradores.

7.2 - AVALIAÇÃO(ÕES)

As avaliações foram realizadas em um dia normal de trabalho, de acordo com o ambiente de trabalho da
empresa e foram classificadas conforme a metodologia de avaliação adequada a cada agente de risco conforme
apresentado a seguir:

7.2.1 - QUANTITATIVAS

Instrumento Agente Ruído contínuo ou As avaliações foram realizadas


intermitente (Leg. em um dia normal de trabalho,
Metodologia Trabalhista) posicionando o equipamento
Dosímetro Acústico próximo ao ouvido do
trabalhador.
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7.2.2 - QUALITATIVAS
Foram realizadas avaliações qualitativas através de inspeção direta dos locais de trabalho para as seguintes exposições: Animais Peçonhentos, Radiações Não
Ionizantes - Exposição Solar, Produtos domissanitários, Queda de objetos.

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7 - ANTECIPAÇÃO DOS RISCOS

AGENTES DO TIPO: ACIDENTES

Animais Peçonhentos
Setor(es): Pecuária, Agricultura
Cargo(s): Trabalhador pecuária, Trabalhador polivalente da agricultura

Descrição(ões): Estes agentes podem estar presentes em locais onde há empilhamento de materiais principalmente de madeiras em locais
expostos a interperes.
Sugestão(ões): Fornecer luvas de raspa e calçados de segurança para realizar estas atividades.
Riscos (Possíveis danos à saúde): Picadas de animais.

AGENTES DO TIPO: QUÍMICO

Produtos domissanitários
Setor(es): Pecuária, Agricultura
Cargo(s): Trabalhador pecuária, Trabalhador polivalente da agricultura

Descrição(ões): Produtos de limpeza de uso geral que não constam no Decreto 3048/1999, NR-15 e ACGIH.
Sugestão(ões): Utilizar os EPI recomendados para as atividades
Riscos (Possíveis danos à saúde): Vide riscos definidos no rótulo da embalagem do produto utilizado.

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AGENTES DO TIPO: ACIDENTES

Queda de objetos
Setor(es): Pecuária
Cargo(s): Trabalhador pecuária

Descrição(ões): São cargas suspensas que podem se desprender e vir a atingir o trabalhador
Sugestão(ões): Uso de capacete, botina de segurança
Riscos (Possíveis danos à saúde): Pode ocasionar lesões ou até morte

AGENTES DO TIPO: FÍSICO

Radiações Não Ionizantes - Exposição Solar


Setor(es): Pecuária, Agricultura
Cargo(s): Trabalhador pecuária, Trabalhador polivalente da agricultura

Descrição(ões): Uma das radiações não ionizantes é a radiação ultravioleta, proveniente da exposição à luz do Sol.
Sugestão(ões): Fornecimento de Protetor Solar FPS adequado ao trabalador.
Riscos (Possíveis danos à saúde): A exposição prolongada ao Sol pode causar perturbações visuais,
queimaduras, lesões na pele, desorientação, tontura e desidratação.

Demonstração
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Ruído contínuo ou intermitente (Leg. Trabalhista)


Setor(es): Pecuária
Cargo(s): Trabalhador pecuária

Descrição(ões): Esta ligado principalmente nos locais ligados com a área operacional.
Sugestão(ões): Analisar a possibilidade de isolamento das fontes de ruído; ou troca de maquinário, para diminuição do ruído no ambiente de
trabalho; Uso de EPI recomendado; Orientação quanto ao correto uso e efetuar a manutenção preventiva e periódica dos
equipamentos.

Riscos (Possíveis danos à saúde): Fadiga nervosa, alterações mentais, perda de memoria, irritabilidade,
dificuldade em coordenar idéias, hipertensão, modificação do ritmo
respiratório,perturbações gastrointestinais, diminuição da viso noturna,
dificuldade na percepção de cores.Alem destas consequências o ruido atinge
também o aparelho auditivo causando a perda temporário ou definitiva da
audição

Demonstração
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9 - RECONHECIMENTO E ANÁLISE DOS RISCOS DO AMBIENTE DE TRABALHO

RECONHECIMENTO E ANÁLISE DOS RISCOS AMBIENTAIS


Setor: Agricultura Qtd. Colaboradores: 1

CBO | Cargo: 6220-20 | Trabalhador polivalente da Função:


agricultura
Descrição das Realizam atividades relacionadas ao processo de agricultura como o preparo do solo, plantio, aguação, colheita. Fazem
atividades: pequenos reparos no maquinário agrícola de forma preventiva antes do preparo do solo e corretiva quando necessário.

EXPOSIÇÕES
Tipo Agente:
Radiações
Físico Agente:
Não Ionizantes
Gravidade do Risco: 3 - Substancial

- Exposição Solar
Fontes Meio de propagação Tipo/Tempo de Exposição:
Sol N.A. N.A.
Geradoras:
/ Trajetória:
Descrição: Uma das radiações não ionizantes é a radiação ultravioleta, proveniente da exposição à luz do Sol.
Sugestões: Fornecimento de Protetor Solar FPS adequado ao trabalador.
Dados Riscos(Possíveis danos à saúde): A exposição prolongada ao Sol pode causar perturbações visuais, queimaduras,
lesões na pele, desorientação, tontura e desidratação.

Tipo Agente: Químico Agente: Produtos Gravidade do Risco: 2 - Moderado


domissanitários
Fontes Meio de propagação Contato Tipo/Tempo de Exposição: N.A.
Geradoras: Produtos de
Limpeza /Trajetória:

Dados Descrição: Produtos de limpeza de uso geral que não constam no Decreto 3048/1999, NR-15 e ACGIH.
Sugestões: Utilizar os EPI recomendados para as atividades
Riscos (Possíveis danos à saúde): Vide riscos definidos no rótulo da embalagem do produto utilizado.

Tipo Agente: Acidentes Agente: Animais Gravidade do Risco: 2 - Moderado


Peçonhentos
Fontes Trabalho em Meio de propagação N.A. Tipo/Tempo de N.A.
Geradoras: campo aberto Exposição:
/Trajetória:

Descrição: Estes agentes podem estar presentes em locais onde há empilhamento de materiais principalmente de
madeiras em locais expostos a interperes.
Dados Sugestões: Fornecer luvas de raspa e calçados de segurança para realizar estas atividades.
Riscos(Possíveis danos à saúde): Picadas de animais.
EXAMES RECOMENDADOS

Exame Adm. Após Adm. Periódico Mud. Ris. Ocup. Ret. Dem.
Trab.

RX - Tórax X 12 meses X X X

Avaliação Clínica Ocupacional X 12 meses X X X

Audiometria X 12 meses X X X

Espirometria X 12 meses X X X

Demonstração
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RECONHECIMENTO E ANÁLISE DOS RISCOS AMBIENTAIS


Setor: Pecuária Qtde de 1
Colaboradores:
CBO | Cargo: 6230-15 | Trabalhador pecuária Função:
Descrição das Manejar, alimentar e monitorar a saúde e o comportamento de animais da pecuária. Condicionar e adestrar animais. Sob
atividades: orientação de veterinários e técnicos, tratar a sanidade de animais, manipular e aplicar medicamentos e vacinas, higienizar
animais e recintos; aplicar técnicas de inseminação e castração. Realizar atividades de apoio, assessor em intervenções
cirúrgicas, exames clínicos e radiológicos, pesquisas, necropsias e sacrifícios de animais.

EXPOSIÇÕES
Tipo Agente: Físico Agente: Radiações Não Gravidade do Risco: 3 - Substancial
Ionizantes -
Exposição Solar
Fontes Geradoras: Sol Meio de propaga N.A. Tipo/Tempo de Exposição: N.A.
ção/Trajetória:
Descrição: Uma das radiações não ionizantes é a radiação ultravioleta, proveniente da exposição à luz do Sol.
Dados Sugestões: Fornecimento de Protetor Solar FPS adequado ao trabalador.
Riscos(Possíveis danos à saúde): A exposição prolongada ao Sol pode causar perturbações visuais, queimaduras,
lesões na pele, desorientação, tontura e desidratação.

Tipo Agente: Físico Agente: Ruído contínuo ou Gravidade do 3 - Substancial


intermitente (Leg. Risco:
Trabalhista)
Fontes Geradoras: Trator e Roçadeira Meio de propaga N.A. Tipo/Tempo de N.A.
ção/Trajetória: Exposição:
Descrição: Esta ligado principalmente nos locais ligados com a área operacional.
Sugestões: Analisar a possibilidade de isolamento das fontes de ruído; ou troca de maquinário, para diminuição do ruído
no ambiente de trabalho; Uso de EPI recomendado; Orientação quanto ao correto uso e efetuar a manutenção preventiva e
periódica dos equipamentos.
Riscos(Possíveis danos à saúde): Fadiga nervosa, alterações mentais, perda de memoria, irritabilidade, dificuldade
Dados em coordenar idéias, hipertensão, modificação do ritmo respiratório,perturbações gastrointestinais, diminuição da viso
noturna, dificuldade na percepção de
cores.Alem destas consequências o ruido atinge também o aparelho auditivo causando a perda temporário ou
definitiva da audição
Tipo Agente: Químico Agente: Produtos Gravidade do Risco: 2 - Moderado
domissanitários
Fontes Geradoras: Produtos de Meio de propaga Contato Tipo/Tempo de Exposição: N.A.
limpeza ção/Trajetória:
Dados Descrição: Produtos de limpeza de uso geral que não constam no Decreto 3048/1999, NR-15 e ACGIH.
Sugestões: Utilizar os EPI recomendados para as atividades
Riscos(Possíveis danos à saúde): Vide riscos definidos no rótulo da embalagem do produto utilizado.

Tipo Agente: Acidentes Agente: Animais Gravidade do Risco: 2 - Moderado


Peçonhentos
Fontes Geradoras: Trabalho em Meio de propaga N.A. Tipo/Tempo de N.A.
campo aberto ção/Trajetória: Exposição:
Dados Descrição: Estes agentes podem estar presentes em locais onde há empilhamento de materiais principalmente de
madeiras em locais expostos a interperes.
Sugestões: Fornecer luvas de raspa e calçados de segurança para realizar estas atividades.
Riscos(Possíveis danos à saúde): Picadas de animais.

Demonstração
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Tipo Agente: Acidentes Agente: Queda de objetos Gravidade do 2 - Moderado


Risco:
Fontes N.A. Meio de propaga N.A. Tipo/Tempo de N.A.
Geradoras: ção/Trajetória: Exposição:
Dados Descrição: São cargas suspensas que podem se desprender e vir a atingir o trabalhador
Sugestões: Uso de capacete, botina de segurança
Riscos(Possíveis danos à saúde): Pode ocasionar lesões ou até morte
AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS

Agente Fontes Intensidade/ Técnica Nível de Limite de Tipo/Tempo


Geradoras Concentração Utilizada Ação tolerância de Exposição

Ruído contínuo Trator e 81 dB (A) Dosimetria - 80 dB (A) 85 dB (A) Habitual/Inter


ou intermitente Roçadeira NHO-01 mitente()
(Leg.
Trabalhista)

EPI(s)

Recomendados: Protetor Auricular, Protetor Auricular Concha.

Utilizados: Protetor Auricular, Protetor Auricular Concha.

CAs Utilizados: N.A..

MEDIDAS DE CONTROLE
Recomendadas: Individuais - Fazer uso dos EPIs recomendados para a função..
Utilizadas: Individuais - Fazer uso dos EPIs recomendados para a função..
EXAMES RECOMENDADOS

Exame Adm. Após Adm. Periódico Mud. Ris. Ocup Ret. Trab. Dem.
.

Avaliação Clínica X 12 meses X X X


Ocupacional

Audiometria X 12 meses X X X

Hemograma Completo X 12 meses X X X

Demonstração
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8 - METAS E PRIORIDADES DE CONTROLE

10.1 - AÇÕES IMEDIATAS


Tipo Ação

Treinamento Uso de EPIs

Treinamento Operação segura em máquinas e equipamentos

Treinamento Treinamento admissional para trabalho rural

10.2 - CRONOGRAMA DE AÇÕES

10.3 - RESPONSABILIDADES
Tipo Ação Responsável

Treinamento Uso de EPIs TST

Treinamento Operação segura em máquinas e equipamentos TST

Treinamento Treinamento admissional para trabalho rural TST


10.4 - PRIORIDADES
Tipo Ação Prioridade

Treinamento Uso de EPIs 4

Treinamento Operação segura em máquinas e equipamentos 4

Treinamento Treinamento admissional para trabalho rural 4

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LEGENDA DE PRIORIDADE

Grau 1 Irrelevante Não prioritário. Ações dentro do princípio de melhoria contínua.Pode ser necessária avaliação quantitativa do Setor/GHE para confirmação da categoria, a critério
do profissional de Higiene Ocupacional

Grau 2 De Atenção Prioridade básica.Iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE para confirmação da categoria e monitoramento periódico.

Grau 3 Crítica Prioridade preferencial.Adotar medidas de controle para redução da exposição e iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE.

Prioridade máxima.Adotar medidas imediatas de controle. Quando não, a continuidade da operação só poderá ocorrer com ciência e aprovação do gerente
geral da unidade ou instalação. Iniciar processo de avaliação quantitativa do Setor/GHE para verificação do rebaixamento da categoria de risco.
Grau 4 Não tolerável

Demonstração
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9 - REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS

Deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a
constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PGRTR.

O registro de dados deverá estar sempre disponível aos colaboradores interessados ou seus
representantes e para as autoridades competentes.

O registro de dados refere-se ao documento base composto de relatórios de antecipação ou de


reconhecimento de riscos, laudos técnicos de avaliação quantitativa dos agentes ambientais, registros de
treinamento, entre outros.

O registro de dados deverá ser mantido por um período mínimo de 20 anos, já que este é o prazo
para prescrições das ações cíveis conforme determina o Art. 177 do Código de Processo Civil (CPC).

Nossos contatos
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Telefone: (99) 9 8446-4208 E-mail: prevsegsst84@gmail.com
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10 - RECOMENDAÇÕES À EMPRESA

A partir do levantamento dos processos e atividades da Empresa Fazenda Santa Maria, das
exigências e dos riscos das atividades, do acompanhamento clínico individual dos empregados, de
levantamento epidemiológico, sugerimos a instalação das medidas sugeridas no PGRT nos prazos
estabelecidos.

Exames médicos ocupacionais são a principal forma de monitoramento individual a respeito das
condições de trabalho, mas são assim como qualquer processo terapêutico instituído, ineficazes para a
melhoria das condições de saúde dos trabalhadores, caso as causas de agravo à saúde advenham das
condições de trabalho.

As Empresas preocupadas com a qualidade de vida dos funcionários estão certas de que para
reduzir os acidentes de trabalho, não bastam somente medidas de prevenção e de segurança. É preciso
ter boa saúde para diminuírem as possibilidades de doenças ocupacionais. O estímulo por parte da
empresa é parte estratégica para melhorar a qualidade de vida do trabalhador

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11 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este Programa permanecerá válido por 3 (três) anos enquanto forem mantidas as condições
existentes na empresa por ocasião da vistoria. Quaisquer alterações que venham a ocorrer nas atividades,
planta física e equipamentos exigirão novas análises.

Neste trabalho foram realizadas diversas avaliações sempre considerando as piores condições de
trabalho encontradas e as piores condições de trabalho do local.

As avaliações realizadas para a descrição das funções neste trabalho foram realizadas de forma
quantitativa e qualitativa conforme o tipo de agente insalubre que o colaborador estava exposto.

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12 - ENCERRAMENTO

Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR) foi elaborado em


27/10/2021, com levantamentos e recomendações feitas a partir de dados coletados no local da empresa
avaliada.

O presente PGRTR tem sustentação legal na:

Lei nº 6.514 de 22/12/1977


Portaria Ministerial nº 3.214 de
08/06/1978 Portaria Ministerial nº 001 de
08/01/1982 Lei nº 5.889 de 08/06/1973
Portaria Ministerial nº 3.067 de 12/04/1988
CLT em seu Tit. II, Cap. V, Seção XIII, Art. 189, 191, 192,
195 CLT em seu Tit. X, Cap. II, Seção IX, Art. 826
CPC, Art. 421, 422, 423, 424, 425, 429, 432
Lei nº 5.584 de 26/06/1970
INSS Lei nº 8.212/91 de 24/07/1991
INSS Lei nº 8.213/91 de 24/07/1991
INSS Decreto nº 3.048/99 de 06/05/1999
INSS/DC nº 084, 087, 094 e 118

Balsas/MA 27 de Outubro de 2022

Álvaro dos Santos Arruda


Engenheiro em Segurança do Trabalho - CREA: 057897-PE

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