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LEGISLAÇÃO PARA CINEMA

Informações Básicas

Escrito e Organizado por Gil Baroni

Academia Internacional de Cinema de Curitiba

Curitiba/PR 2005

“Te vejo errando, isso não é pecado. Exceto quando faz alguém sangrar.”
meu MSN. (Extraído do status pessoal da minha amiga Tati, inscrita no De onde ela tirou, eu não sei, mas me

parece muito sensato e sensível. na minha opinião, escrito por uma alma de artista).

Certamente,

ESQUEMA DE TRABALHO
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1. UMA IDÉIA NA CABEÇA 2. UM REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL 3. CINEMA É PROFISSÃO 4. OS PROFISSIONAIS DO CINEMA 5. MODELOS DE CONTRATOS DE DIREITOS AUTORAIS 6. O PREÇO DOS PROFISSIONAIS 7. OBRAS QUE NÃO SÃO NOSSAS 8. MODELOS DE TERMOS DE CESSÃO 9. A IMAGEM DOS OUTROS 10. MODELOS DE CESSÃO DE IMAGENS 11. LEI ROUANET – FONTE DE RECURSOS 12. DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA PROJETOS NA LEI ROUANET 13. MODELO DE ORÇAMENTO 14. RELAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE CINEMA

como a Lei do Audiovisual e a Lei Rouanet. eu era um realizador de “cinema”. GLOSSÁRIO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Galera! Estamos fazendo cinema. correndo atrás de um ousado e árduo projeto de vida. Outras leis são conexas ao cinema. Com esses conhecimentos pude organizar melhor as produções. Como sei da dificuldade que é o começo dessa “carreira de cineasta”.15. Contratos Trabalhistas e Agência Nacional do Cinema foram temas incessantemente estudados para aplicação prática nas minhas insistentes produções audiovisuais. Lembro-me da dificuldade de definir certos títulos das minhas produções “caseiras” por que todos tinham “cedilha” ou “til”. Leis de Direitos Autorais e Imagem. Pois bem. como as leis sobre Direito de Imagem. E como é bom poder fazer um filme com alguns “trocados no bolso”. Fazer cinema requer muito profissionalismo. devemos ter ética. No Brasil. Algumas leis são específicas. Filmes feitos em câmera VHS. Leis de Incentivo à Cultura. Lei de Direitos Autorais etc. sem qualquer pretensão. o estudo destas legislações me possibilitaram um conhecimento mais aprofundado sobre o cinema. as produções “cinematográficas” continuavam precárias. E como em qualquer profissão. pois nos possibilita uma infraestrutura de filmagem compatível com as nossas idéias. Essa apostila. SITES MAIS IMPORTANTES 16. Ainda no começo da Faculdade de Direito. conseguindo recursos e podendo adquirir melhor infra-estrutura e mais responsabilidade com a profissão cinematográfica. comecei a descobrir caminhos para conseguir recursos para meus filmes. procurei compartilhar informações que para mim foram muito úteis e espero que possam ser pra vocês também. Antes mesmo de cursar Direito. reúne informações que poderão ser importantes para vocês. Dinheiro numa produção é importante. de maneira puramente didática e simples. Gil Baroni . mas não menos importante. edições caseiras e os famosos caracteres de uma “maquininha do Paraguay” que não fazia os acentos da ortografia portuguesa. existem muitas legislações sobre cinema. Escolhemos fazer cinema e essa é a nossa profissão. respeito pelos colegas de trabalho e sempre observar as legislações sobre cinema. pois é um trabalho como outro qualquer. utilizando-me sempre de uma infra-estrutura precária. Mas através do estudo de diversas legislações (que é basicamente isso que um acadêmico de Direito faz durante o curso).

610 de 19/02/98). por meio de ondas radioelétricas. A Lei. .610. por qualquer forma ou processo. de 19.transmissão ou emissão . Toda vez que vocês tiverem uma idéia para um filme. fio. A seguir.gov. por favor. me comunique para que eu possa aprimorar ainda mais o meu trabalho. atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. clique no ícone legislação. Lei nº 9. 1. na íntegra. PS: Se alguém achar algum erro na apostila (afinal também sou um aprendiz). 14 de Setembro de 2005. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Título I Disposições Preliminares Art.98 Altera. Art. eu transcrevo alguns trechos importantes da Lei de Direitos Autorais (Lei Federal n. pode ser consultada no site www. Além disso. Esse registro poderá ser importante quando você precisar inscrever um projeto numa lei de incentivo à cultura. meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético. É fácil.o oferecimento de obra literária.Curitiba. não esqueçam de registrá-la.br. ou seja. sinais de satélite. O registro de toda idéia é importante pois é uma segurança para o artista criador. Entre neste site. vejam só. cabo ou outro condutor. depois no ícone legislação federal e depois digite o número da lei. UMA IDÉIA NA CABEÇA Gente.a difusão de sons ou de sons e imagens.02. 1º Esta Lei regula os direitos autorais. o registro na Biblioteca Nacional garante a você a anterioridade da idéia. considera-se: I . por exemplo. estará ferrada. A lei que regulamenta esses direitos do artista é a Lei de Direitos Autorais. 9. entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos. 5º Para os efeitos desta Lei.senado. II .publicação . na Biblioteca Nacional. ou de qualquer outro titular de direito de autor. se alguém tentar registrar a mesma idéia depois que você. seja em forma de argumento ou roteiro. com o consentimento do autor. artística ou científica ao conhecimento do público.

6º Não serão de domínio da União.a criação primígena.a transmissão sem fio. inclusive por satélites. mediante a venda.reprodução . nos limites previstos no contrato de edição. c) pseudônima . por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares.ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público. artísticas ou científicas.a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual. e) póstuma . i) audiovisual . resulta da transformação de obra originária. bem como dos meios utilizados para sua veiculação. declamem.a que resulta da fixação de imagens com ou sem som. artística ou científica ou de um fonograma. incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido. independentemente dos processos de sua captação. interpretações ou execuções fixadas e fonogramas.produtor . recitem.a que se publique após a morte do autor. que tenha a finalidade de criar. cantores. bailarinos ou outras pessoas que representem um papel. IV . locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse. de qualquer forma tangível.quando o autor se oculta sob nome suposto. por sua vontade ou por ser desconhecido. constituindo criação intelectual nova.obra: a) em co-autoria .a que não haja sido objeto de publicação.a reprodução não autorizada. que a pública sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores.a criada por iniciativa.quando é criada em comum. IX . por meio de sua reprodução. Art. d) inédita .a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra.III .contrafação . do Distrito Federal ou dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas. dos Estados. a impressão de movimento. cantem.a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la. b) anônima . quando os meios de decodificação sejam oferecidos ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento.retransmissão . VI . para recepção ao público e a transmissão de sinais codificados.editor .toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou de outros sons. V . . ou de uma representação de sons que não sejam uma fixação incluída em uma obra audiovisual. X . cujas contribuições se fundem numa criação autônoma.todos os atores. organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica. de sons ou imagens e sons ou das representações desses. XIII .fonograma .quando não se indica o nome do autor.artistas intérpretes ou executantes . músicos.a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária. VII . qualquer que seja a natureza do suporte utilizado.a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias.distribuição . h) coletiva .a que. do suporte usado inicial ou posteriormente para fixá-lo.radiodifusão . XI . interpretem ou executem em qualquer forma obras literárias ou artísticas ou expressões do folclore. XII . f) originária . por dois ou mais autores.comunicação ao público . g) derivada . VIII .

apresentadas como criação intelectual nova. VII . 8º Não são objeto de proteção como direitos autorais de que trata esta Lei: I . tenham ou não letra.os esquemas. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito.as ilustrações. IX . II . decisões judiciais e demais atos oficiais. sonorizadas ou não.Título II Das Obras Intelectuais Capítulo I Das Obras Protegidas Art. sistemas. constituam uma criação intelectual. organização ou disposição de seu conteúdo. por sua seleção. tais como: I . antologias. cenografia e ciência. esboços e obras plásticas concernentes à geografia. arquitetura. XII . litografia e arte cinética. Art. III . traduções e outras transformações de obras originais. cadastros ou legendas. e suas instruções. pintura. VII . VI . tangível ou intangível.as obras dramáticas e dramático-musicais. VI . planos ou regras para realizar atos mentais. métodos. alocuções. VIII .o aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras. escultura. § 1º Os programas de computador são objeto de legislação específica. projetos ou conceitos matemáticos como tais.os textos de obras literárias. II . conhecido ou que se invente no futuro. Art. XIII . artísticas ou científicas. decretos. inclusive as cinematográficas. salvo se forem anuais.as adaptações. engenharia. O título de publicações periódicas. se original e inconfundível com o de obra do mesmo gênero.as informações de uso comum tais como calendários.os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de informação.as obras de desenho. III .as conferências. divulgada anteriormente por outro autor.as composições musicais. cuja execução cênica se fixa por escrito ou por outra qualquer forma.as coletâneas ou compilações.os programas de computador. A proteção à obra intelectual abrange o seu título. observadas as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis. Capítulo II Da Autoria das Obras Intelectuais . IV .as obras coreográficas e pantomímicas. caso em que esse prazo se elevará a dois anos. agendas. paisagismo. bases de dados e outras obras. IV . X . enciclopédias.as idéias. gravura. procedimentos normativos.os projetos. científica ou não. XI . é protegido até um ano após a saída do seu último número.as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia. que. jogos ou negócios. expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte. topografia.os textos de tratados ou convenções. leis. 10. Parágrafo único. V . V .os nomes e títulos isolados. cartas geográficas e outras obras da mesma natureza. inclusive jornais.as obras audiovisuais. regulamentos. dicionários. sermões e outras obras da mesma natureza.

musical ou lítero-musical e o diretor. § 1º Qualquer dos participantes. revendo-a. 17. Título III Dos Direitos do Autor Capítulo I Disposições Preliminares . § 3º O contrato com o organizador especificará a contribuição do participante. Para se identificar como autor. A co-autoria da obra é atribuída àqueles em cujo nome. o prazo para entrega ou realização. salvo se for cópia da sua. orquestração ou tradução. a utilização que possa acarretar prejuízo à exploração da obra comum. bem como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer meio. Art. poderá o criador da obra literária. 15. porém. vedada. não podendo opor-se a outra adaptação. Autor é a pessoa física criadora de obra literária. É facultado ao autor registrar a sua obra no órgão público definido no caput e no § 1º do art. tiver.Art. São co-autores da obra audiovisual o autor do assunto ou argumento literário. Parágrafo único. 14. traduz. completo ou abreviado até por suas iniciais. Art. cuja contribuição possa ser utilizada separadamente. 12. § 2º Cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva. § 2º Ao co-autor. de 14 de dezembro de 1973. são asseguradas todas as faculdades inerentes à sua criação como obra individual. Parágrafo único. A proteção concedida ao autor poderá aplicar-se às pessoas jurídicas nos casos previstos nesta Lei. aquele que. artística ou científica usar de seu nome civil. § 1º Não se considera co-autor quem simplesmente auxiliou o autor na produção da obra literária. sem prejuízo do direito de haver a remuneração contratada. não havendo prova em contrário. 16. arranjo. artística ou científica. A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro. Consideram-se co-autores de desenhos animados os que criam os desenhos utilizados na obra audiovisual. Capítulo III Do Registro das Obras Intelectuais Art. arranja ou orquestra obra caída no domínio público. poderá proibir que se indique ou anuncie seu nome na obra coletiva. Art. em conformidade com o uso. atualizando-a. indicada ou anunciada essa qualidade na sua utilização. 19. a remuneração e demais condições para sua execução. artística ou científica.988. 11. É titular de direitos de autor quem adapta. Art. Art. 17 da Lei nº 5. É assegurada a proteção às participações individuais em obras coletivas. Art. 18. no exercício de seus direitos morais. 13. pseudônimo ou sinal convencional for utilizada. Considera-se autor da obra intelectual. de pseudônimo ou qualquer outro sinal convencional. por uma das modalidades de identificação referidas no artigo anterior. Art.

a adaptação. IV . Art. quando se encontre legitimamente em poder de outrem. de qualquer forma. por quaisquer modalidades. 22. III . os seus direitos. IV . III . fruir e dispor da obra literária. 23. na utilização de sua obra.o de reivindicar. possam prejudicá-la ou atingi-lo. Parágrafo único. quando a circulação ou utilização implicarem afronta à sua reputação e imagem. 28. por meio de processo fotográfico ou assemelhado. § 2º Compete ao Estado a defesa da integridade e autoria da obra caída em domínio público. V .a inclusão em fonograma ou produção audiovisual. pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado. quando couberem. ressalvam-se as prévias indenizações a terceiros. tais como: I . 25. que. em todo caso. 27. Art. II . VII . São direitos morais do autor: I . transmitem-se a seus sucessores os direitos a que se referem os incisos I a IV. der como sendo daquele a autoria do projeto repudiado. Os co-autores da obra intelectual exercerão. 24. será indenizado de qualquer dano ou prejuízo que lhe seja causado. Art. em sua reputação ou honra.o de ter seu nome. V . § 3º Nos casos dos incisos V e VI.o de ter acesso a exemplar único e raro da obra. preservar sua memória. como sendo o do autor. Capítulo III Dos Direitos Patrimoniais do Autor e de sua Duração Art.o de conservar a obra inédita.a reprodução parcial ou integral. Cabe exclusivamente ao diretor o exercício dos direitos morais sobre a obra audiovisual. após o repúdio.a distribuição. de comum acordo. opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que. O autor poderá repudiar a autoria de projeto arquitetônico alterado sem o seu consentimento durante a execução ou após a conclusão da construção. artística ou científica. VI .o de retirar de circulação a obra ou de suspender qualquer forma de utilização já autorizada. ou audiovisual.o de assegurar a integridade da obra. II . salvo convenção em contrário. O proprietário da construção responde pelos danos que causar ao autor sempre que.a tradução para qualquer idioma.o de modificar a obra. a autoria da obra. de forma que cause o menor inconveniente possível a seu detentor. como autor. § 1º Por morte do autor. 26. Os direitos morais do autor são inalienáveis e irrenunciáveis. quando não intrínseca ao contrato firmado pelo autor com terceiros .Art. a qualquer tempo. 29. Depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra. Capítulo II Dos Direitos Morais do Autor Art. antes ou depois de utilizada. Pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou. Art.a edição. para o fim de. Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar. Art. VI . o arranjo musical e quaisquer outras transformações.

Art. poderá. . direta ou indireta. No exercício do direito de reprodução. VIII . 30. j) exposição de obras de artes plásticas e figurativas. individualmente.a inclusão em base de dados. ao autor. d) radiodifusão sonora ou televisiva. e o de vedar que se inscreva seu nome na obra. pelo titular. e nos casos em que o acesso às obras ou produções se faça por qualquer sistema que importe em pagamento pelo usuário. a quantidade de exemplares será informada e controlada. os co-autores decidirão por maioria. § 1º Havendo divergência.a distribuição para oferta de obras ou produções mediante cabo. publicá-la ou autorizar-lhe a publicação. f) sonorização ambiental. g) a exibição audiovisual. b) execução musical.para uso ou exploração da obra. o armazenamento em computador.quaisquer outras modalidades de utilização existentes ou que venham a ser inventadas. a pretexto de anotá-la. comentá-la ou melhorá-la. IX . sob pena de responder por perdas e danos. Art. artísticas ou científicas ou de fonogramas são independentes entre si. registrar a obra e defender os próprios direitos contra terceiros. § 2º Em qualquer modalidade de reprodução. § 2º Ao co-autor dissidente é assegurado o direito de não contribuir para as despesas de publicação. recitação ou declamação. satélite. Ninguém pode reproduzir obra que não pertença ao domínio público. fibra ótica. X . 32. fios telefônicos ou não. não se estende a quaisquer das demais. sem aquiescência dos outros. mediante: a) representação. cabendo a quem reproduzir a obra a responsabilidade de manter os registros que permitam. sem consentimento dos demais. 31. § 3º Cada co-autor pode. e a autorização concedida pelo autor. § 1º O direito de exclusividade de reprodução não será aplicável quando ela for temporária e apenas tiver o propósito de tornar a obra. sem permissão do autor. cabos de qualquer tipo e meios de comunicação similares que venham a ser adotados. e) captação de transmissão de radiodifusão em locais de freqüência coletiva. salvo na coleção de suas obras completas. na forma. c) emprego de alto-falante ou de sistemas análogos. a fiscalização do aproveitamento econômico da exploração. nenhum dos co-autores. cinematográfica ou por processo assemelhado. respectivamente. Quando uma obra feita em regime de co-autoria não for divisível. o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra. local e pelo tempo que desejar. renunciando a sua parte nos lucros. onda ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda. fonograma ou interpretação perceptível em meio eletrônico ou quando for de natureza transitória e incidental. da obra literária. ou pelo produtor. As diversas modalidades de utilização de obras literárias. 33. a título oneroso ou gratuito. i) emprego de sistemas óticos. a microfilmagem e as demais formas de arquivamento do gênero.a utilização. desde que ocorra no curso do uso devidamente autorizado da obra. artística ou científica. Art. VII . h) emprego de satélites artificias. Art.

obedecida a ordem sucessória da lei civil. ou de exemplar. Art. salvo convenção em contrário entre as partes e os casos previstos nesta Lei. em virtude de revisão. 46. 34.as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores. executados os rendimentos resultantes de sua exploração. o prazo previsto no artigo anterior será contado da morte do último dos co-autores sobreviventes. 41. Capítulo IV Das Limitações aos Direitos Autorais Art. A autorização para utilização econômica de artigos assinados. Não constitui ofensa aos direitos autorais: . Quando a obra literária. Parágrafo único. tiver dado à obra versão definitiva. Art. Aplica-se às obras póstumas o prazo de proteção a que alude o caput deste artigo. Os comentários ou anotações poderão ser publicados separadamente. salvo convenção em contrário. 42. 44. 39. Parágrafo único. Art. Art. cuja publicação está condicionada à permissão do autor. a contar de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de sua divulgação. pertence ao editor. pertencem ao domínio público: I . poderão ser juntadas como documento de prova em processos administrativos e judiciais. Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1º de janeiro do ano subseqüente ao de seu falecimento. 36. II . artística ou científica realizada em co-autoria for indivisível. não se comunicam. ressalvados os direitos adquiridos por terceiros. 37. não produz efeito além do prazo da periodicidade acrescido de vinte dias. Art. Art. O prazo de proteção aos direitos patrimoniais sobre obras audiovisuais e fotográficas será de setenta anos. 35.as de autor desconhecidos. O direito de utilização econômica dos escritos publicados pela imprensa. com exceção dos assinados ou que apresentem sinal de reserva. salvo pacto antenupcial em contrário. Além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos direitos patrimoniais.Parágrafo único. para publicação em diárias e periódicos. O autor que se der a conhecer assumirá o exercício dos direitos patrimoniais. Quando o autor. A aquisição do original de uma obra. 40. não confere ao adquirente qualquer dos direitos patrimoniais do autor. Art. findo o qual recobra o autor o seu direito. ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais. Parágrafo único. Art. caberá a quem publicála o exercício dos direitos patrimoniais do autor. Parágrafo único. Os direitos patrimoniais do autor. Art. a contar de sua publicação. diária ou periódica. não poderão seus sucessores reproduzir versões anteriores. Acrescer-se-ão aos dos sobreviventes os direitos do co-autor que falecer sem sucessores. rt. 45. As cartas missivas. Tratando-se de obra anônima ou pseudônima.

a reprodução: a) na imprensa diária ou periódica.a utilização de obras literárias. sem intuito de lucro. Art. fonogramas e transmissão de rádio e televisão em estabelecimentos comerciais. Art. 48. São livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito. de qualquer natureza.a reprodução. ou de outra forma de representação da imagem. indicando-se o nome do autor e a origem da obra. publicado em diários ou periódicos. de passagens de qualquer obra. de notícia ou de artigo informativo. cessão ou por outros meios admitidos em Direito. jornais. fotografias e procedimentos audiovisuais. Os direitos de autor poderão ser total ou parcialmente transferidos a terceiros. desde que feita por este. artísticas ou científicas. pessoalmente ou por meio de representantes com poderes especiais. b) em diários ou periódicos. VII . artísticas ou científicas para a reproduzir prova judiciária ou administrativa. IV . exclusivamente para demonstração à clientela. d) de obras literárias.a reprodução.o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aquelas a quem elas se dirigem. em quaisquer obras. VI . e da publicação de onde foram transcritos. sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou. a título universal ou singular. obedecidas as seguintes limitações: . V . por meio de licenciamento. de discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza.I .a utilização de obras literárias. quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado. quando de artes plásticas. para uso exclusivo de deficientes visuais. Capítulo V Da Transferência dos Direitos de Autor Art. não havendo a oposição da pessoa nele representada ou de seus herdeiros.a citação em livros. 47. vedada sua publicação. nos estabelecimentos de ensino. quando realizadas no recesso familiar ou. se assinados. artísticas ou científicas. ou de obra integral. VIII . para fins de estudo. revistas ou qualquer outro meio de comunicação. c) de retratos. concessão. para uso privado do copista. por ele ou por seus sucessores. não havendo em qualquer caso intuito de lucro. desenhos. em um só exemplar de pequenos trechos. integral ou parcial. sempre que a reprodução. sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores. feitos sob encomenda. para fins exclusivamente didáticos. desde que esses estabelecimentos comercializem os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização. 49. por meio de pinturas. de pequenos trechos de obras preexistentes. crítica ou polêmica. II . sem fins comercias. com a menção do nome do autor. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente. III . na medida justificada para o fim a atingir. seja feita mediante o sistema Braile ou outro procedimento em qualquer suporte para esses destinatários.a representação teatral e a execução musical.

o contrato será interpretado restritivamente. III . o prazo máximo será de cinco anos. presume-se onerosa. salvo prévia autorização do autor. mencionará o produtor: I .o título da obra adaptada e seu autor.o título da obra audiovisual. indicará de forma legível o nome do seu autor. V . salvo disposição em contrário.os nomes ou pseudônimos do diretor e dos demais co-autores. II . se for o caso. salvo estipulação em contrário. se de artes plásticas protegidas.na hipótese de não haver estipulação contratual escrita. Art. VI . IV . Título IV Da Utilização de Obras Intelectuais e dos Fonogramas Capítulo IV Da Utilização da Obra Fotográfica Art.a remuneração devida pelo produtor aos co-autores da obra e aos artistas intérpretes e executantes.não havendo especificações quanto a modalidade de utilização.os artistas intérpretes. e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada. Art. A autorização do autor e do intérprete de obra literária. § 2º Em cada cópia da obra audiovisual.o ano de publicação.o seu nome ou marca que o identifique. 79.a cessão será válida unicamente para o país em que se firmou o contrato. § 1º A fotografia. 81. III . artística ou científica para produção audiovisual implica. observadas as restrições à exposição. II . A cessão total ou parcial dos direitos de autor. que se fará sempre por escrito. O contrato de produção audiovisual deve estabelecer: I . .somente se admitirá transmissão total e definitiva dos direitos mediante estipulação contratual escrita. Capítulo VI Da Utilização da Obra Audiovisual Art. II .o prazo de conclusão da obra.I . § 2º É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original. IV . V . § 1º A exclusividade da autorização depende de cláusula expressa e cessa dez anos após a celebração do contrato.a cessão só se operará para modalidades de utilização já existentes à data do contrato. quando utilizada por terceiros. bem como o tempo. lugar e forma de pagamento. consentimento para sua utilização econômica.a transmissão total compreende todos os direitos de autor. O autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda. 82. reprodução e venda de retratos. salvo os de natureza moral e os expressamente excluídos por lei. VI . entendendo-se como limitada apenas a uma que seja aquela indispensável ao cumprimento da finalidade do contrato. 50.

lítero-musicais e fonogramas incluídos em obras audiovisuais serão devidos aos seus titulares pelos responsáveis dos locais ou estabelecimentos a que alude o § 3º do art. no caso de co-produção. da parte que constitua sua contribuição pessoal. Art. a utilização a que se refere este artigo será livre.III . que as exibirem. Se o produtor não concluir a obra audiovisual no prazo ajustado ou não iniciar sua exploração dentro de dois anos. Art. não poderá opor-se a que esta seja utilizada na obra nem a que terceiro o substitua.a responsabilidade do produtor para com os co-autores. sua atuação. ou pelas emissoras de televisão que as transmitirem. resguardados os direitos que adquiriu quanto à parte já executada. 84. poderão os co-autores da obra audiovisual utilizar-se. se outro prazo não houver sido pactuado. 86. a contar de sua conclusão. temporária ou definitivamente. O participante da produção da obra audiovisual que interromper. 83. 2. Caso a remuneração dos co-autores da obra audiovisual dependa dos rendimentos de sua utilização econômica. o produtor lhes prestará contas semestralmente. artistas intérpretes ou executantes. 68 desta Lei. Art. Art. Parágrafo único. Os direitos autorais de execução musical relativos a obras musicais. Não havendo disposição em contrário. UM REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL Segue abaixo uma relação dos tipos de obras que podem ser registradas na Biblioteca Nacional: BIOGRAFIAS CINEMA / TV (ROTEIROS / ARGUMENTOS) . em gênero diverso. 85.

Recolhimento: Código: 28830-6 (Serviço Administrativo).br. a obra impressa e rubricada em todas as folhas. o autor estará recebendo um CERTIFICADO DE REGISTRO da obra em sua casa. • Boleto Bancário com o pagamento efetuado. Depois é só clicar no ícone “serviços” e em seguida “direitos autorais”.CONTOS / CRÔNICAS DIDÁTICO/PEDAGÓGICO HISTÓRIA EM QUADRINHOS MÍSTICO / ESOTÉRICO MÚSICA ( LETRAS E PARTITURAS ) OUTROS PERIÓDICOS ( REVISTAS / JORNAIS ) PERSONAGENS / DESENHOS POESIA POLÍTICO / FILOSÓFICO PUBLICIDADE RELIGIOSO ROMANCES TEATRO (PEÇAS) TESES / MONOGRAFIAS TÉCNICO/ CIENTÍFICO Para maiores informações sobre o registro de obras na Biblioteca Nacional. o autor irá anexar junto com estes dois documentos. Para obter o registro. depois em “Impressão de GRU simples” e colocar os seguintes dados no preenchimento do boleto: Unidade Favorecida: Código: 344042 Gestão: 34209 (Fundação Biblioteca Nacional) .00 (vinte reais) para pessoas físicas e R$ 40. além da cópia do RG e do CPF.00 (quarenta reais) para pessoas jurídicas.stn. O boleto bancário. efetuar pagamento de uma taxa que será de R$ 20. Resumo geral: O QUE PRECISA SER ENCAMINHADO PARA A BIBLIOTECA NACIONAL: • Obra impressa e com todas as páginas rubricadas. pode ser encontrado no seguinte site: www.bn. clicar em “SIAFI” .br. para o pagamento desta taxa. Coloque todos estes documentos num envelope e encaminhe para o ESCRITÓRIO DE DIREITOS AUTORAIS (EDA/BN) PALÁCIO GUSTAVO CAPANEMA – RUA DA IMPRENSA. 16 SALAS 1205 – 12º ANDAR – CASTELO CEP 20030-120 – RIO DE JANEIRO – RJ Fone: (21) 2220-0039 Fax: (21) 2240-9179 seguinte endereço: Em aproximadamente 60 (sessenta) dias.fazenda. o autor deverá preencher o formulário de REGISTRO/AVERBAÇÃO (modelo na página seguinte). • Formulário devidamente preenchido. • Cópia do RG e CPF. acesse o site www.gov. . Com o formulário preenchido e com o boleto impresso e pago em qualquer agência bancária.

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destacando-se os pontos mais importantes: LEI Nº 6. Mais adiante explicarei como proceder a esse registro. * Toda pessoa física ou jurídica que contratar serviços de artistas e/ou técnicos. Esse cadastro. essa legislação. igualmente.3. através de meios de comunicação de massa ou em locais onde se realizam espetáculos de diversão pública. mesmo em caráter auxiliar. para efeito de exibição ou divulgação pública.DE 24 DE MAIO DE 1978 Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões.533 . Individualmente ou em grupo. registro. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Artigo 1 O exercício das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões é regulado pela presente Lei. Artigo 4 As pessoas físicas ou jurídicas de que trata o artigo anterior deverão ser previamente Inscritas no Ministério do Trabalho. Artigo 2 Para os efeitos desta Lei. espetáculos e produções. deverá estar cadastrada junto ao Ministério do Trabalho. que é o Sindicato representativo da categoria. a Lei Federal 6. Artigo 3 Aplicam-se as disposições desta Lei às pessoas físicas ou jurídicas que tiverem a seu serviço os profissionais definidos no artigo anterior para realização de espetáculos. apresentação ou conservação de programas. CINEMA É PROFISSÃO Criada no ano de 1978. as disposições desta Lei às pessoas físicas ou Jurídicas que agenciem colocação de mão-de-obra de profissionais definidos no artigo anterior.Artista. o profissional que cria. dentre elas a atividade cinematográfica. de atividade profissional ligada diretamente à elaboração. . II . participa.Técnico em Espetáculos de Diversões. produções ou mensagens publicitárias Parágrafo Único: Aplicam-se. interpreta ou executa obra de caráter cultural de qualquer natureza.533 passou a regulamentar a profissão dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões. o profissional que. também chamado de Cartão do Contratante. pode ser feito no SATED. Técnicos e artistas da área cinematográfica têm uma importante legislação a seu favor. é considerado: I . Parágrafo Único: As denominações e descrições das funções em que se desdobram as atividades de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões constarão do regulamento desta Lei. programas. e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Vejamos na íntegra. Cinema é profissão e deve ser respeitado como tal.

nos termos de instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho. § 1 A entidade sindical deverá conceder ou negar o atestado mencionado no item III. § 1 O contrato de trabalho será visado pelo Sindicato representativo da categoria profissional e. Artigo 6 O exercício das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões requer prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho. até 30 (trinta) dias. a contar da ciência. Artigo 8 O registro de que trata o artigo anterior poderá ser concedido a título provisório. * Este artigo refere-se ao registro profissional do artista e/ou técnico junto ao Ministério do Trabalho. subsidiariamente.Diploma ou certificado correspondentes às habilitações profissionais de 2º Grau de Ator. pela Federação respectiva. subsidiariamente. é necessário a apresentação de: I . se faltar a manifestação sindical. . Por isso a importância do registro do artista/técnico junto ao DRT. Coreógrafo. podendo ser concedido o registro. no prazo de 3 (três) dias úteis. Cenotécnico. ou outros cursos semelhantes. ou III . Mais adiante explicarei como o artista e/ou técnico deve proceder para obter seu DRT. Todo artista e/ou técnico precisa ter esse registro para poder usufruir os benefícios da presente legislação.Atestado de capacitação profissional fornecido pelo Sindicato representativo das categorias profissionais e. pelo prazo máximo de 1 (um) ano. Professor de Arte Dramática. com dispensa do atestado a que se refere o item III do mesmo artigo. ou outras semelhantes. mediante indicação conjunta dos Sindicatos de empregadores e de empregados. como condição para registro no Ministério do Trabalho. Artigo 7 Para registro do Artista ou do Técnico em Espetáculos de Diversões.Diploma de curso superior de Diretor de Teatro. até a véspera da sua vigência. no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis. Sonoplasta. Este deverá ter um Cartão de Contratante junto ao SATED e ao Ministério do Trabalho. reconhecidos na forma da Lei. findos os quais ele poderá ser registrado no Ministério do Trabalho. § 2 A entidade sindical deverá visar ou não o contrato. o qual terá validade em todo o território nacional. O mesmo vale para o contratante (a pessoa que vai contratar o artista). reconhecidas na forma da Lei. * Todo contrato de trabalho entre o contratante (pessoa física ou jurídica) e o artista/técnico tem que passar pelo crivo do SATED e do Ministério do Trabalho. § 2 Da decisão da entidade sindical que negar a concessão do atestado mencionado no item III deste artigo. Artigo 9 O exercício das profissões de que trata esta Lei exige contrato de trabalho padronizado.Artigo 5 Não se incluem no disposto nesta Lei os Técnicos em Espetáculos de Diversões que prestam serviços a empresa de radiodifusão. Esse registro é conhecido como DRT (em razão de ser feito na Delegacia Regional do Trabalho). caberá recurso para o Ministério do Trabalho. ou II . Contra-regra. ainda que provisório. pela Federação respectiva. se faltar manifestação da entidade sindical nesse prazo.

cláusula relativa ao pagamento de adicional. com indicação do personagem nos casos de contrato por tempo determinado.Ajuste sobre viagens e deslocamentos. por prazo não superior a 7 (sete) dias consecutivos. XII . inclusive dublagem.Período de realização de trabalhos complementares. * Este artigo estabelece os ítens mínimos obrigatórios que deverão constar no contrato de trabalho entre o contratante e o artista/técnico. V . X . caberá recurso para o Ministério do Trabalho. vetada a utilização desse mesmo profissional.Qualificação das partes contratantes. espetáculo ou produção. Parágrafo Único: Nos contratos de trabalho por tempo indeterminado deverá constar. para substituição de Artista ou de Técnico em Espetáculos de Diversões. Artigo 10 O contrato de trabalho conterá. inclusive os opcionais.Jornada de trabalho.Dia de folga semanal. obrigatoriamente: I .Número da Carteira de Trabalho e Previdência Social. II . . quando posteriores à execução do trabalho de interpretação objeto do contrato. com definição das obrigações respectivas. IX . nos 60 (sessenta) dias subseqüentes. com especificação do horário e intervalo de repouso.Prazo de vigência. cartazes. e sem que se caracterize prejuízo para o contratante com o qual foi assinada a cláusula de exclusividade. Artigo 11 A cláusula de exclusividade não impedirá o Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões de prestar serviços a outro empregador em atividade diversa da ajustada no contrato de trabalho.Ddisposição sobre eventual Inclusão do nome do contratado no crêdito de apresentação. mediante nota contratual. VII .Locais onde atuará o contratado. VI . III . devido em caso de deslocamento para prestação de serviço tora da cidade ajustada no contrato de trabalho.Natureza da função profissional. XI . será anexado um modelo de contrato de trabalho para melhor visualização destes requisitos básicos.Remuneração e sua forma de pagamento.Ttítulo do programa. pelo mesmo empregador. Impressos e programas. ou para prestação de serviço caracteristicamente eventual. VIII . por essa fórmula. Mais adiante. IV . Artigo 12 O empregador poderá utilizar trabalho de profissional. desde que em outro meio de comunicação. ainda. ainda que provisório.§ 3 Da decisão da entidade sindical que negar o visto.

quando couber. Parágrafo Único: Os direitos autorais e conexos dos profissionais serão devidos em decorrência de cada exibição da obra. Artigo 15 O contrato de trabalho e a nota contratual serão emitidos com numeração sucessiva e em ordem cronológica. obrigatoriamente: I . Artigo 20 Na rescisão sem justa causa. Parágrafo Único: Os documentos de que trata este artigo serão firmados. ficando uma delas em seu poder. por escrito. Artigo 16 O profissional não poderá recusar-se à autodublagem.As praças onde a mensagem será veiculada. V . Parágrafo Único: A indenização de que trata este artigo não poderá exceder àquela a que teria direito o empregado em idênticas condições. em duas vias pelo contratado. o empregado poderá ser assistido pelo Sindicato representativo da categoria e. obrigará o tomador de serviço solidariamente pelo cumprimento das obrigações legais e contratuais. subsidiariamente. se caracterizar-se a tentativa. ela só poderá ser feita com autorização. da agência de publicidade para quem a mensagem e produzida. IV . feitas para cinema. respeitado o disposto no artigo 477 da Consolidação das Leis do Trabalho. pelo menos. pelo tomador de serviço. II .Nome do produtor. salvo se for realizada em língua estrangeira. III . Parágrafo Único: Se o empregador ou tomador de serviços preferir a dublagem por terceiros. . pela Federação respectiva. no distrato e na cessação do contrato de trabalho. Artigo 14 Nas mensagens publicitárias.Oos veículos através dos quais a mensagem será exibida. do profissional. Artigo 17 A utilização de profissional contratado por agência de locação de mãode-obra.O produto a ser promovido. do anunciante e.O tempo de exploração comercial da mensagem. televisão ou para serem divulgadas por outros veículos. VI . se houver. de utilizar a agência para fugir às responsabilidades e obrigações decorrentes desta Lei ou de contrato.O tempo de duração da mensagem e suas características. Artigo 19 O profissional contratado por prazo determinado não poderá rescindir o contrato de trabalho sem justa causa. sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem. Artigo 13 Não serão permitida a cessão ou promessa de cessão de direitos autorais e conexos decorrentes da prestação de serviços profissionais. mesmo que o trabalho não se realize por motivo independente de sua vontade. constará do contrato de trabalho. Artigo 18 O comparecimento do profissional na hora e no lugar da convocação implica a percepção integral do salário.Parágrafo Único: O Ministério do Trabalho expedirá instruções sobre a utilização da nota contratual e aprovará seu modelo.

terá nos setores e atividades respectivos. gravações.Cinema. * A praxe do mercado de trabalho alterou este dispositivo. pela função acumulada. em benefício do rendimento artístico. quando em estúdio: 6 (seis) horas diárias.Artigo 21 A jornada normal de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei. inclusive publicitário.Radiodifusão. por força de lei. além do salário. a jornada de trabalho poderá ser de 8 (oito) horas. as seguintes durações: I . IV . durante o período de ensaio. será assegurado ao profissional um adicional mínimo de 40% (quarenta por cento). nenhum dos quais poderá exceder de 4 (quatro) horas. § 4 Será computado como trabalho efetivo o tempo em que o empregado estiver à disposição do empregador. contados da saída de sua casa até o retorno ao lar. e todo aquele que exija a presença do Artista. § 2 A jornada normal será dividida em 2 (dois) turnos. fotografias. Parágrafo Único: É vedada a acumulação de mais de duas funções em decorrência do mesmo contrato de trabalho. Integrante de elenco teatral. Artigo 23 Na hipótese de trabalho executado fora do local constante do contrato de trabalho.Teatro: a partir da estréia do espetáculo terá a duração das sessões. fotografia e gravação: 6 (seis) horas diárias. em termos de cenografia. o intervalo poderá. § 1 O trabalho prestado além das limitações diárias ou das sessões semanais previstas neste artigo será considerado extraordinário. II .Circo e variedades: 6 (seis) horas diárias. * Note que. com limitação de 40 (quarenta) horas semanais. ser superior a 2 (duas) horas. a contar de sua apresentação no local de trabalho. .Dublagem: 6 (seis) horas diárias. com 8 (oito) sessões semanais. caracterização. tomandose por base a função melhor remunerada. § 3 Nos espetáculos teatrais e circenses. com limitação de 30 (trinta) horas semanais. V . um artista e/ou técnico não pode exercer mais do que duas funções no mesmo contrato de trabalho. aplicando-se-lhe o disposto nos artigos 59 a 61 da Consolidação das Leis do Trabalho. inclusive o período destinado a ensaios. assim como o destinado à preparação do ambiente. § 5 Para o Artista. dublagem. Neste horário já está incluído horário para almoço (geralmente uma hora). respeitado o intervalo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho Artigo 22 Na hipótese de exercício concomitante de funções dentro de uma mesma atividade. iluminação e montagem de equipamento. III . correrão à conta do empregador. com limitação de 38 (trinta e seis) horas semanais. desde que sua natureza ou tradição o exijam. respeitado o intervalo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho. Atualmente os profissionais de produções cinematográficas trabalham 12 (doze) horas.

para atuação esporádica. cuja atividade seja itinerante. Artigo 25 Para contratação de estrangeiro domiciliado no exterior. Artigo 34 O empregador punido na forma do artigo anterior. incentivo ou subvenção concedidos por órgãos públicos. terão assegurada a transmissão da matrícula e conseqüente vaga nas escolas públicas locais de 1º e 2º Graus. Artigo 24 É livre a criação interpretativa do Artista e do Técnico em Espetáculos de Diversões. pelo valor das obrigações não cumpridas pelo empregador. até o respectivo retorno.205. após esgotados os recursos cabíveis. Artigo 27 Nenhum Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões será obrigado a interpretar ou participar de trabalho passível de pôr em risco sua integridade física ou moral. de 29 de abril de 1975. calculada a razão de um valor de referência por empregado em situação irregular. comprovadamente. determinada pela necessidade de características artísticas da obra poderá ser feita pela forma da indicação prevista no Artigo 8º. deverão ser entregues ao profissional com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas. utilizado na realização de programa. da Lei n. enquanto não regularizar a situação que deu causa à autuação. exigir-se-á prévio recolhimento de importância equivalente a 10% (dez por cento) do valor total do ajuste à Caixa Econômica Federal em nome da entidade sindical da categoria profissional. juntamente com o roteiro de gravação ou plano de trabalho. Artigo 26 O fornecimento de guarda-roupa e demais recursos indispensáveis ao cumprimento das tarefas contratuais será de responsabilidade do empregador. a multa será aplicada em seu valor máximo. Parágrafo Único: Em caso de reincidência. e não recolher a multa aplicada. respeitado o texto da obra. e autorizada nas escolas particulares desses níveis. Artigo 29 Os filhos dos profissionais de que trata esta Lei. .Receber qualquer benefício. embaraço ou resistência a fiscalização. mediante apresentação de certificado da escola de origem. espetáculo ou produção.as despesas de transporte e de alimentação e hospedagem. até a data da publicação desta Lei tenha exercido. Artigo 33 As Infrações ao disposto nesta Lei serão punidas com multa de 2 (duas) a 20 (vinte) vezes o maior valor de referência previsto no artigo 2. emprego de artifício ou simulação com o objetivo de fraudar a Lei. em relação ao início dos trabalhos. Artigo 28 A contratação de figurante não qualificado profissionalmente. Parágrafo Único.º 6. Artigo 32 É assegurado o direito ao atestado de que trata o item III do Artigo 7º ao Artista ou Técnico em Espetáculos de Diversões que. a respectiva profissão. não poderá: I . Artigo 31 Os profissionais de que trata esta Lei têm penhor legal sobre o equipamento e todo o material de propriedade do empregador. Artigo 30 Os textos destinados à memorização.

aprovada pelo decreto-lei n. de 1943. 157º da Independência e 90º da República.Obter liberação para exibição de programa. a Lei n. Artigo 38 O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de sua publicação. pelo órgão ou autoridade competente. Parágrafo Único do Art. 507.II .452. Brasília.º 101. em 24 de Maio de 1978. Ernesto Geisel Armando Falcão / Ney Braga/ Arnaldo Prieto/ Euclides Quandt de Oliveira . Artigo 37 Esta Lei entrará em vigor no dia 19 de agosto de 1978. de 1974.º 5. o § 2º do artigo 480 . 35. e a Lei n.948. especialmente o Art. revogadas as disposições em contrário.º 301. e o Art. de 1. Artigo 35 Aplicam-se aos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões as normas da legislação do trabalho. espetáculo. 509 da Consolidação das Leis do Trabalho. ou produção. exceto naquilo que for regulado de forma diferente nesta Lei.

uma lista das atividades profissionais da área cinematográfica. do plano e da programação diária de filmagens ou ordem do dia: supervisiona o recebimento e distribuição dos elementos . quando possível ou necessário. objetos cenográficos e de indumentária. com o auxílio do Revisor. transforma ou duplica. coordena as comunicações entre o Diretor de Produção Cinematográfico e o conjunto da equipe e do elenco. Assistente de Animação Transfere para o acetato. a zoom e o diafragma.4. segundo orientação do Cenógrafo e/ou Figurinista. realiza os testes de verificação de equipamento. monta e desmonta a câmera de cinema e seus acessórios. controla e mantém sob sua guarda filmes e material publicitário em arquivos apropriados. os lay-outs do Animador e do Assistente de Animador. colabora na análise técnica do roteiro. Arquivista de Filmes Organiza. conforme a Lei 6.533/78 e demais regulamentações Aderecista Monta. redige os boletins de câmera. carrega e descarrega chassis. zela pelo bom estado deste equipamento. coordenando os trabalhos de revisão e reparos das cópias. modelos dos personagens e os lay-outs de cena. OS PROFISSIONAIS DO CINEMA A seguir. coleta dados e realiza pesquisas relacionadas com o projeto cenográfico. Assistente de Cenografia Assiste o Cenógrafo em suas atribuições. Assistente de Câmeras de Cinema Assiste o Operador de Câmera e o Diretor de Fotografia. prepara o material a ser encaminhado ao laboratório. conforme orientação do Diretor de Animação. Animador Executa a visualização do roteiro. Assistente do Diretor Cinematográfico Assiste o Diretor Cinematográfico em suas atividades. Assistente de Animador Completa o planejamento do Animador Intercalando os desenhos. desde a preparação da produção até o término das filmagens. utilizando-se de técnicas artesanais. opera o foco. avalia e relata o estado do material. faz pequenas animações.

atua em locais onde se apresentam espetáculos de diversões públicas e/ou nos demais veículos de comunicação. ensaia buscando aliar a sua criatividade à do Diretor. montagem e remontagem das . acondiciona as sobras de material. previamente concebidos por um autor ou criados através de improvisações individuais ou coletivas. classifica e ordena as sobras de som e imagem. a realização e montagem de todas as ambientações e espaços necessários à cena. Auxiliar de Tráfego Encarrega-se do encaminhamento dos filmes aos seus devidos setores. dirige a preparação. estímulos visuais. corporais e emocionais. pode interpretar sobre a imagem ou voz de outrem. sonoros ou outros. projeta e supervisiona. classificação e sincronização do som e imagem do copião. Assistente de montador Cinematográfico Encarrega-se da ordenação. Assistente de Operador de Câmera de Animação Assiste o Operador de Câmera no processo de filmagem de animação. prepara o material e equipamento a ser utilizado. Ator Cria. Assistente de Trucador Assiste o Trucador Cinematográfico em suas atribuições. Assistente de Revisor e Limpador Encarrega-se da revisão e limpeza de películas e fitas magnéticas. de acordo com o espírito da obra.requisitados na ordem do dia. interpreta e representa uma ação dramática baseando-se em textos. cena e seqüência da animação conforme os lay-outs de cena e orientação do Chefe de Arte e do Diretor de Animação. Cenarista de Animação Executa os cenários necessários para cada plano. determina os materiais necessários. Assistente de Montador de Negativo Assiste o Montador de Negativo em suas atribuições. sincroniza as diversas pistas componentes da trilha sonora do filme. visando o cumprimento da programação estabelecida. Executa os cortes indicados pelo Montador Cinematográfico. pode utilizar-se de recursos técnicos para manipular bonecos1 títeres e congêneres. aprendidos ou intuídos. Cenógrafo Cria. utiliza-se de recursos vocais. com o objetivo de transmitir ao espectador o conjunto de idéias e ações dramáticas propostas. Assistente de Produtor Cinematográfico Assiste o Diretor de Produção Cinematográfica no desempenho de suas funções. coordena e dinamiza as atividades.

movimentos de câmera. as texturas. auxilia na filmagem. profundidade de campo. adapta e executa todos os detalhes de material. é o responsável pela qualidade do filme. adereços. separando-os por planos e cenas. altura e distância da câmera. o rolo de filme e de magnético em seu estado original. planeja e supervisiona a produção de todos os componentes visuais de um filme ou espetáculo. conservação e colocação dos objetos de cena. serviços e montagem dos cenários. figurinos. ainda. as funções de Diretor de Arte. define a construção plástico-emocional de cada cena e de cada personagem dentro do contexto geral do espetáculo. informa à produção dos gastos diários de negativo e fita magnética. Cenotécnico Planeja. ações. Continuísta de Cinema Assiste o Diretor Cinematográfico no que se refere ao encadeamento e continuidade da narrativa. constrói. segundo maquetes croquis e plantas fornecidas pelo Cenógrafo. Cortador-Colador de Anéis Corta os trechos marcados do copião ou cópia do trabalho seguindo a numeração feita pelo Marcador de Anéis. verifica e elege as locações. Inclusive trilha sonora. dados de câmera e horário das tomadas: prepara a claquete. Colador-Marcador de Sincronismo Tira as pontas de sincronismo. Diretor de Animação Cria o planejamento de animação do filme. sob orientação do Cenógrafo. Chefe de Arte de Animação Coordena o trabalho dos Coloristas e da copiadora eletrostática. cenários. traduz em formas concretas as relações dramáticas imaginadas pelo Diretor cinematográfico e sugeridas pelo roteiro. colocando. Conferente de Animação Confere o trabalho dos Coloristas. penteados. . Colorista de Animação Cobre desenhos impressos no acetato sob a supervisão do Chefe de Arte. conceitua. cuida do mapa de animação e da ordem dos desenhos e cenários. anota diálogos. Nos filmes de longa metragem exerce. luz ambiente.diversas unidades de trabalho. coordena. elabora boletins de continuidade e controla os de som e de câmera. Contra-Regra de Cena Encarrega-se da guarda. guias de animação. os lay-outs de cena. Diretor de Arte Cria. maquiagem. minutagens. ao mesmo tempo que faz a marca do ponto sincrônico do anel anterior. supervisiona o processo de produção. por meio de emendas.

em conjunto com o Diretor Cinematográfico ou seu Assistente: administra financeiramente a produção. técnicos. Eletricista de Cinema Encarrega-se da guarda. durante a preparação do filme. figurinos. Editor Áudio Encarrega-se da revisão e sincronização dos diálogos dublados. cenografias e equipamentos. o Técnico de Efeitos Especiais Cênicos. Maquinistas e supervisiona o trabalho do Continuísta e o do Maquiador. Eletricistas. Diretor de Animação Responsável pelo visual gráfico dos filmes de animação. cenários. os gráficos e os demais profissionais necessários. adequando-o à realização cinematográfica sob o ponto de vista técnico e artístico. técnico e artísticos. Diretor de Produção Cinematográfica Mobiliza e administra recursos humanos. determina as especificações dos geradores a serem utilizados.a cor e efeitos visuais desejados. . define e conceitua o espetáculo estabelecendo as bases sob as quais trabalharão o Cenógrafo. supervisionando e dirigindo sua execução. esquematiza a produção. orienta a interpretação e o sincronismo do Ator sobre sua imagem ou de outrem. dublagem. dirige artisticamente e tecnicamente a equipe e o elenco. e todo o processamento do filme até a cópia final: acompanha a confecção do "trailer". no acabamento do filme. cria os personagens e os cenários do filme. supervisionando-os durante as diversas bases de desenvolvimento do projeto. mediante análise técnica do roteiro. sincroniza as "bandas Internacionais" e marca as correções a serem feitas na mixagem. Diretor de Dublagem Assiste ao filme e sugere a escalação do elenco para a dublagem do filme. o Figurinista. do "avant-trailer". acompanha a cópia final. analisa e interpreta o roteiro do filme. Assistente de Câmera. o tipo de negativo a ser adotado. utilizando recursos humanos. junto ao Diretor Cinematográfico e ao Diretor de Fotografia. Diretor de Fotografia Interpreta com Imagens o roteiro cinematográfico sob a orientação do Diretor Cinematográfico. examina e aprova locações interiores e exteriores. em laboratório. programa os horários de trabalho. indicando e/ou aprovando os técnicos sob sua orientação. seleciona e aprova o equipamento adequado ao trabalho. sob o ponto de vista fotográfico. artísticos e materiais para a realização do filme: racionaliza e viabiliza a execução do projeto. durante a marcação de luz. dirige e/ou supervisiona a montagem. confecção da trina musical e sonora. os testes de equipamento. mantém o padrão técnico e artístico da Imagem. quando conveniente ou necessário. Diretor Cinematográfico Cria a obra cinematográfica. o Maquiador. cenários e vestuários. manutenção e adequada instalação do equipamento elétrico e de iluminação do filme. escolhe locações. nas filmagens orienta o Operador de Câmera. distribuindo de acordo com as indicações do Diretor de Fotografia.

Guarda-Roupeiro Encarrega-se da conservação das peças de vestuário utilizadas no espetáculo ou produção. confecciona os boletins de som. no copião ou cópia de trabalho. faz o plano de mixagem. em comum acordo com o Diretor de Fotografia: indica os produtos a serem utilizados em seu trabalho. Montador de Negativo Monta negativos de filmes cinematográficos a partir do copião montado. respeitando os cortes e marcação do Montador de Filme Cinematográfico. indica os materiais a serem utilizados: acompanha. Montador do Filme Cinematográfico Monta e estrutura o filme. zelando pelo seu bom estado. . em caso de viagem. durante as filmagens. orienta o Assistente de Montagem. Fotógrafo de Cena Fotografa. monta e desmonta o equipamento. Letrista de Animação Executa os letreiros ou créditos para produções cinematográficas. em sua forma definitiva. Microfonista Assiste o Técnico de Som. sob orientação do Diretor Cinematográfico. Maquiador de Cinema Encarrega-se da maquiagem ou caracterização do elenco e figuração de um filme. trabalha em conjunto com o Diretor Cinematográfico e o Diretor de Fotografia. organiza a guarda e embalagem dos figurinos. individual ou coletivamente. sob a orientação do Diretor Cinematográfico. auxilia o elenco e a figuração a vestir as indumentárias. como complementação de cena. cenas do filme para efeito de divulgação de material publicitário. Figurinista Cria e projeta os trajes e complementos usados pelo elenco e figuração. técnicos e equipamentos específicos: zela pelo bom estado e conservação das pistas sonoras. Marcador de Anéis Executa a marcação dos anéis de dublagem. executando o projeto gráfico dos mesmos. Assistente de Câmera e Eletricista no que se refere ao material de maquinaria. Maquinista de Cinema Encarrega-se do apoio direto ao Operador de Câmera. supervisiona e detalha a execução do projeto. indica o material adequado ao seu trabalho. posiciona os microfones. a partir do material de imagem e som usando seus recursos artísticos. instala e opera equipamentos destinados à fixação e/ou movimentação da câmera. participando da mesma.Figurante Participa.

com ou sem diálogos. Técnico de Finalização Cinematográfica . narrativa com seqüências de ação. verificando as condições materiais das mesmas. cujo efeito dá ao expectador convencimento da ação pretendida pelo Diretor Cinematográfico. durante as filmagens. com ou sem diálogos. com acessórios complementares à câmera. bibliográfica. Técnicos em Efeitos Especiais Óticos Realiza e elabora trucagens. texto ou obra literária.cinematográfica. durante as filmagens. a partir do qual se realiza o filme de animação. sob a forma de argumento ou roteiro de animação. Operador de Gerador Encarrega-se da manipulação e operação do gerador e corrente elétrica durante as filmagens. fotográfica e outras. texto ou obra literária. Revisor de filme Executa a revisão e reparo das cópias de filmes. desenvolve pesquisas no sentido de preservação da memória . mecanismos que permitem a realização de cenas exigidas pelo roteiro cinematográfico. Projecionista de Laboratório Opera projetor cinematográfico especialmente preparado para os trabalhos de estúdio de som. Técnico em Efeitos Especiais Cênicos Realiza e/ou opera. a partir de uma idéia. sob a forma de argumento ou roteiro de animação. e sem a utilização de laboratório e de imagens ou truca. responsabilizando-se pela qualidade fotográfica do filme. Roteirista de Animação Cria. quer fílmica. sob coordenação do Arquivista de Filmes. Roteirista Cinematográfico Cria.Operador de Câmera Opera a câmera cinematográfica a partir das instruções do Diretor Cinematográfico e do Diretor de fotografia: enquadra as cenas do filme: indica os focos e os movimentos de zoom e câmera. narrativa com seqüências de ação. Pesquisador Cinematográfico Coleta e organiza dados e materiais. a partir de uma idéia. sob qualquer forma. a partir do qual se realiza o filme de animação. Operador de Câmera de Animação Filma os desenhos em equipamento especial.

cenários e figurinos. realiza testes de ajuste do equipamento e da qualidade do negativo ótico revelado. todas as pistas sonoras de um filme. a mixagem e a transcrição ótica. Técnico em Tranferência Sonora Realizam a transferência de sons gravados em discos. Técnico-Perador de Mixagem Encarrega-se de reunir em uma única pista. com profundo conhecimento de mecânica e/ou eletrônica cinematográfica. após submetê-las a vários processos de equalização sonora. realizando efeitos de imagem desejados pelo Diretor Cinematográfico.Acompanha as trucagens e faz o tráfego de laboratório. a transcrição do material gravado para magnético perfurado. as locações internas e externas. orienta o Microfonista. 5. em estúdio de som. manutenção e reparo do equipamento eletrônico de um estúdio de som. dos sons requeridos pelo Diretor Cinematográfico. Trucador Cinematográfico Executa trucagens óticas. Técnico de Manutenção Eletrônica Encarrega-se da conservação. na área do filme publicitário. Técnico em Tomada de Som Realiza a gravação de vozes ruídos e músicas. MODELOS DE CONTRATOS DE DIREITOS AUTORAIS . acompanha o acabamento do filme. examina e aprova do ponto de vista sonoro. indica o material adequado ao seu trabalho e a equipe que o assiste. opera a mesa de gravação. Técnico de Som Realiza a interpretação e registro durante as filmagens. Técnico de Manutenção de Equipamento Cinematográfico Responsável pelo bom andamento das máquinas. executa equalizações sonoras. opera o equipamento denominado "truca". supervisionando a qualidade do material trabalhado. fitas magnéticas ou óticas para fitas magnéticas ou negativo ótico.

O descumprimento das funções estabelecidas no presente contrato. não extrapolando o máximo de 3 (três) anos. pessoa jurídica de direito privado. XXXXXXXXXXXXXXXXX. § 1o. O CONTRATADO não terá direito de levar acompanhantes. desde que autorizado expressamente pelo CONTRATANTE. na cidade de Curitiba/Paraná. §2o. sob pena de rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. 1491/201. §5o. para o bom andamento da execução da produção audiovisual. 6. sediada à XXXXXXXXXXXXXXXXXX. doravante designada CONTRATANTE e LUÍS FERNANDO SEVERO. inscrita no CNPJ sob n. solteiro. de um lado WG7 AGENCIAMENTO E PRODUÇÕES S/C LTDA. O presente contrato terá vigência até a finalização da produção audiovisual. na cidade de Curitiba/PR. em conformidade com os dispositivos da Lei 6. §6o. parentes ou amigos.533/78 e demais regulamentações.Diante de todas essas informações. durante os horários reservados ao cumprimento das funções profissionais. É expressamente vedado todo e qualquer consumo de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes. doravante designado CONTRATADO. residente e domiciliado na Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXX. desde que acarretem prejuízos de qualquer ordem. §1O. §8o. celebram entre si o presente. nas viagens necessárias à realização da produção audiovisual.533/78 e demais regulamentações. XXXXXXXXXXXXXXXX. acarretará a rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. brasileiro. O CONTRATADO se obriga a realizar a função descrita nesta cláusula. É vedado a ambas as partes qualquer manifestação desrespeitosa entre si e demais profissionais envolvidos com a produção evitando comprometê-la. residente e domiciliado na Rua Brigadeiro Franco. sem prejuízo de danos morais. para os fins da produção audiovisual de longa-metragem intitulada CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA. brasileiro. conforme a Lei 6. por durante 8 (oito) semanas. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. §3o. com período de 1 (uma) hora para almoço. devidamente representada através de seu sócio-administrador GILBERTO BARONI FILHO. não excedendo o limite previsto na Lei. Por vontade do CONTRATADO é permitido o acompanhamento de pessoas alheias à produção. portador do CPF sob n. seja cônjuge. em período integral. na cidade de Curitiba/Paraná. sob pena de rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor do presente contrato. salvo as por orientação médica. em conformidade com o piso salarial vigente no Estado do Paraná. diretor cinematográfico. com fins lucrativos. solteiro. As datas de início e término dos trabalhos serão definidas por escrito em termo aditivo a este instrumento. §4o. O CONTRATADO terá direito a uma folga semanal remunerada aos domingos. Centro. portador da Carteira de Identidade sob n. Centro. e inscrito no CPF sob n. o qual será regido pelas seguintes cláusulas e condições: CLÁUSULA PRIMEIRA – O contratado prestará à contratante os serviços de DIREÇÃO. segue em anexo alguns modelos de contrato para produção audiovisual. sem prejuízo de danos morais. CLÁUSULA SEGUNDA – Os valores a serem pagos ao contratado para a realização de seus serviços prestados serão de R$ XXXXXXXXX (XXXXXXXXXXX). . XXXXXXXXXXXXXXXX. sem prejuízo de danos morais. MODELO 1 CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO ENTRE WG7 AGENCIAMENTO E PRODUÇÕES S/C LTDA E LUIS FERNANDO SEVERO PARA O FILME CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA Pelo presente instrumento particular.533/78.

CLÁUSULA QUINTA – Qualquer divulgação lícita da obra. §8o. considerando-se os valores líquidos (descontados impostos. O percentual de 50% (cinqüenta por cento) engloba a remuneração da aquisição dos direitos patrimoniais sobre a obra literária homônima de Miguel Sanches Neto. cuja patrimonialidade pertence. o nome do CONTRATADO na função de DIRETOR E/OU DIREÇÃO. CLÁUSULA QUARTA – Toda e qualquer premiação. ao CONTRATADO. § 3o. mostras e aulas didáticas e outras correlatas. § 7o. identidades dos sócios e outros detalhes que venham a prejudicar a produção. taxas e outros encargos previstos em lei). contratos ou quaisquer outros meios e veículos que exponham técnicas e rotinas de trabalhos. §2o – Unilateralmente. a 1 (uma) cópia em VHS e BETACAM do produto final de seu trabalho. os rigores estabelecidos no roteiro cinematográfico. bem como em qualquer material publicitário a ser utilizado para divulgação da produção. O CONTRATADO manterá sigilo profissional sobre a produção audiovisual. sem ônus. salvo o disposto na CLÁUSULA TERCEIRA. inclusive pecuniária. Constará nos créditos da obra. Os custos de hospedagem. correm por conta do CONTRATANTE. guarda ou divulgação de qualquer material gravado. pré-montado ou finalizado. §6o. CLÁUSULA SÉTIMA – As partes poderão rescindir este contrato a qualquer tempo: §1o – Se houver inadimplemento por qualquer uma das partes. para os fins de divulgação comercial da obra.610 de 19 de Fevereiro de 1998. inscrito em leis de incentivo à cultura ou outros mecanismos de fomento. bem como transcrições. roteiros. transporte e alimentação. para a função de DIREÇÃO será direito único e exclusivo do CONTRATADO. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. em posição de destaque. O descumprimento ao parágrafo anterior acarretará rescisão contratual e multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor de contrato. para os fins de filmagens da produção audiovisual. à época da produção. . portanto devendo respeitar. desde que a parte que decidiu rescindir o contrato pague à outra parte multa referente a 30% (trinta por cento) do valor mínimo estipulado na CLÁUSULA SEGUNDA. desde que não fique configurada o interesse de comercialização da obra. sem prejuízo de danos morais. correm por conta do CONTRATANTE. em todos os meios de comunicação. CLÁUSULA TERCEIRA – A cada novo contrato realizado com canais de televisão ou outros meios de exibição. consoante permissivo legal contido no artigo 23 da Lei 9. não sendo permitida qualquer comercialização do trabalho sem que haja a expressa anuência da CONTRATANTE. § 4o. O CONTRATADO terá direito. não cabendo ao contratado o exercício de qualquer eventual direito considerado como tal. para os fins de produção audiovisual.§ 2o. Parágrafo único. sendo-lhe vedado o transporte. pelo que renuncia expressamente a qualquer pretensão neste sentido. CLÁUSULA SEXTA – A titularidade patrimonial da produção audiovisual é exclusiva do CONTRATANTE. O CONTRATADO poderá utilizar o material mencionado no parágrafo anterior para os fins de divulgação de sua obra artística em palestras. § 5o. O CONTRATADO está ciente de que o filme CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA será ou estará. PARÁGRAFO ÚNICO – O contratado autoriza a vinculação de seu nome e imagem para os fins de divulgação da obra. no exercício de suas funções. cabe única e exclusivamente ao CONTRATANTE entrar em contato com o CONTRATADO para lhe repassar uma parcela de 50% (cinqüenta por cento) do contrato a ser firmado.

Bairro ___________________________. profissão. Cadastrada no MT sob nº _____________________________. ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato. Curitiba. CLÁUSULA NONA – Elege-se o foro de Curitiba para dirimir quaisquer dúvidas com expressa renúncia a outro. residente na ____________________________________________________________ nº __________. CEP nº ______________-________. nº____________________________ doravante denominado EMPREGADORA e ______________________________________________________ (nome completo do empregado) _____________________________ de nome artístico ______________________________________________. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é de ____________________________________________________ (mencionar o nº de anos meses e duas) iniciando-se a ________________________________________ (dia mês e ano) . estado civil __________________. Por intermédio de seu Representante Legal ___________________________________________________________ _________________________________________________________RG. prestando seus serviços (mencionar a função) _______________________________exclusividade. ______________________________ Contratante _____________________________ Contratado ______________________________ Primeira Testemunha Nome RG Nome RG: _______________________________ Segunda Testemunha MODELO 2 CONTRATO Nº ______________ CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3. por mais privilegiado que possa ser. Inscrita no C. provocada por qualquer uma das partes. CEP nº ______________-_________. aplicar-se-ão os artigos 479 e 480 da Consolidação das Leis Trabalhistas. entre ____________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na _______________________________________________________________________ (endereço completo) No Estado de ___________________________. inscrito no CPF sob nº _____________________________. Registro no MT sob nº ___________________ doravante demominado EMPREGADO. 04 de Janeiro de 2004. portador na CPTS sob o nº____________________ série _______________.G. Estado ____________. respeitada a Cláusula Primeira e seus parágrafos.CLÁUSULA OITAVA – Em caso de rescisão. sob o nº ____________________________.C. __________________. Capital __________________________. Nacionalidade _____________________. Este presente contrato de trabalho passa a produzir seus efeitos a partir da data de assinatura do presente instrumento.405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho.

TERCEIRA – O salário é de R$ _________________ (______________________________________________) (por extenso) A ser pago _________________________________________________________________________________. representando o personagem ____________ (título do programa. até o respectivo retorno. Este Contrato de Trabalho vai assinado pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação em vigor. desempenhará as suas funções no __________________ ______________________________________________________. a serem rateados entre os executores. NONA – Além das obrigações constantes da cláusula anterior a EMPREGADORA pagará ao EMPREGADO. espetáculo ou produção) _________________________ da obra __________________________________________________________. QUARTA – O EMPREGADO. cartazes. quando para desempenho dos seus serviços for necessário viajar. de alimentação e de hospedagem.Ministério do Trabalho (Verde) 4ª Via – Sindicato(Amarela) _____________________________________________ EMPREGADO MODELO 3 NOTA CONTRATUAL Nº _____________________ PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CARACTERÍSTRICA EVENTUAL (CONFORME PORTARIA MINISTERIAL N. Parágrafo 1º . em caso de gravação. reprodução ou retransmissão por qualquer forma e comunicação ao público. (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário ______________________ __________________________________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no ____________________ ___________________________________ (dia da semana) OITAVA – A EMPREGADORA obriga-se a pagar ao EMPREGADO. programas. 3406 DE 25/10/78) . por força deste contrato. impressos em geral. não se aplicando às mensagens publicitárias. anexando-se ao presente cópia da respectiva autorização. as despesas de transporte. a participação de 10% (dez por cento) sobre o aproveitamento econômico da obra a título de direito conexos aos autorais. deverá ser registrado juntamente com o do profissional que será dublado. _____________________________________________ LOCAL E DATA _____________________________________________ EMPREGADOR 1ª Via – Empregador (Branca) 2ª Via –Empregado (Rosa) 3ª Via .O contrato com o profissional que atuará com o dublador. em todos os créditos (apresentação. DÉCIMA PRIMEIRA – O EMPREGADO terá seu nome incluindo. etc. DÉCIMA – O EMPREGADO se obriga a executar os trabalhos de dublagem ou outros decorrentes do trabalho de interpretação.).Se a dublagem tiver de efetivar-se por terceiros. (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará ____________________________________________________________. deverá ser precedida de autorização por escrito. do EMPREGADO. sempre que for necessário. quando tiver de se deslocar para prestar serviço fora da cidade onde foi celebrado o presente Contrato de Trabalho. Parágrafo 2º . um adicional de 25% (vinte e cinco por cento) incidente sobre salário diário. DÉCIMA SEGUNDA – Fica assegurada.

405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho. Inscrita no C. CEP __________. na produção _____________________________ capítulo ___________ representando o personagem __________ com a remuneração de R$ _________(________________________________________________________) (por extenso) relativa ao período mencionado. MODELO 4 .______ Inscrição no C. Esta NOTA CONTRATUAL vai assinada pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação do trabalho em vigor (Lei 6. dento de cinco dias úteis subseqüentes.C. _________________________________ LOCAL E DATA __________________________________ EMPREGADOR 1ª 2ª 3ª 4ª Via Via Via Via – Empregador (Branca) –Empregado (Rosa) . Nº ______________________________________.C. Decreto 82.385/78 e Portaria 6. o mais tardar. CEP nº ______________-_________.533/78.G.G.Ministério do Trabalho (Verde) – Sindicato (Amarela) __________________________________ EMPREGADO COTRATO Nº ______________ CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO DETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3. (nome completo do contrado) nacionalidade ______________ estado civil. a qual será paga ao término do serviço aqui contratado ou. Estado _____. _________ . entre ______________________________________ _____________________________________________________________________________________ (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na ________________________________________________________________________ (endereço completo) No Estado de ___________________________. sob. Cadastrada no MT sob nº _____________________________. Cadastrada no MT sob o nº _______________________________________ por intermédio de sua Representante Legal ___________________________________ _________________ RG nº ____________________________ contrata os serviços de _____________________________ de nome artístico ___________________. profissão ____________ residente à ______________________________________________ nº ________ (endereço completo) CEP ___________-______ portador da CTPS nº ___________ série ___________ Inscrito no CPF sob nº _________________ Registro no MT sob nº ___________ para trabalhar o período de ___________________ em serviço caracteristicamente eventual para a realização do trabalho abaixo mencionado./ O CONTRATADO prestará serviços à empresa contratante na função de _________________.A empresa __________________________________________________________ (razão social da empresa) estabeleciada na _____________________________________________________ (endereço completo) na cidade ________________________. sob o nº __________________________.406/78 do Ministério do Trabalho).

. Capital ________________________.. Inscrita no C. estado civil ________________. Estado ____________. Por intermédio de seu Representante Legal _______________________________ _______________________________ RG. residente na _____________________________________________ nº ________.. Cadastrada no MT sob nº _________________________. nº _____________________ doravante denominado EMPREGADORA ____________________________________________ (nome completo do empregado) de nome artístico ________________________. Bairro ______________________.. profissão. ______________________________. CEP nº _____________-_______. CEP nº _____________-________.. _________________. Capital _______________________. nº____________________________ doravante denominado EMPREGADORA e _________________________________________________ (nome completo do empregado) ________________________ de nome artístico _____________________________________________.. Nacionalidade ___________________.. Bairro ________________________.....G.. Estado ___________.Por intermédio de seu Representante Legal _________________________________________________ ____________________________________________________RG.. sob o nº ____________________________. entre ____________________ ___________________________________________________________________ .. inscrito no CPF sob nº _____________________________. representando o personagem ____________ (título do programa. por força deste contrato.. Nacionalidade _______________.C...... inscrito no CPF sob nº _____________________. (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário _______________ _____________________________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no _______________ ___________________________________ (dia da semana) CONTRATO DE TRABALHO POR TEMPO INDETERMINADO (CONFORME PORTARIA Nº 3... (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará ______________________________________________________. Registro no MT sob nº ___________________ doravante demominado EMPREGADO... MODELO 5 . profissão. portador na CPTS sob o nº__________ série _________....... residente na ____________________________________________________________ nº __________. (Razão social da empresa ou empregador) Estabelecida na ______________________________________________________ (endereço completo) No Estado de _______________________. QUARTA – O EMPREGADO. desempenhará as suas funções no ____________ _________________________________________________. prestando seus serviços (mencionar a função) _______________________________exclusividade. CEP nº _____________-________... espetáculo ou produção) ____________________ da obra __________________________________________________________. ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato. portador na CPTS sob o nº____________________ série _______________.. estado civil _______________..405 DE 25/10/78) Pelo presente instrumento de Contrato de Trabalho. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é de _____________________________________________ (mencionar o nº de anos meses e duas) iniciando-se a ________________________________________ (dia mês e ano) TERCEIRA – O salário é de R$ _______________ (__________________________________________) (por extenso) A ser pago ___________________________________________________________________________....

cartazes. QUARTA – O EMPREGADO. um adicional de 25% (vinte e cinco por cento) incidente sobre salário diário.Registro no MT sob nº __________________________ doravante denominado EMPREGADO.Se a dublagem tiver de efetivar-se por terceiros. até o respectivo retorno. Este Contrato de Trabalho vai assinado pelas partes contratantes para todos os efeitos da legislação em vigor. (mencionar os locais) SEXTA – O EMPREGADO obriga-se a prestar os seus serviços no seguinte horário ___________________________________________________________________ (horário e intervalo de repouso) SÉTIMA – O EMPREGADO terá direito a uma folga semanal remunerada que será no ______________________ (dia da semana) OITAVA – A EMPREGADORA obriga-se a pagar ao EMPREGADO. programas. _________________________________ LOCAL E DATA __________________________________ EMPREGADOR __________________________________ EMPREGADO 1ª 2ª 3ª 4ª Via Via Via Via – Empregador (Branca) –Empregado (Rosa) .). DÉCIMA PRIMEIRA – O EMPREGADO terá seu nome incluindo. NONA – Além das obrigações constantes da cláusula anterior a EMPREGADORA pagará ao EMPREGADO. prestando (mencionar a função) seus serviços _______________________________exclusividade. quando para desempenho dos seus serviços for necessário viajar. impressos em geral.Ministério do Trabalho (Verde) – Sindicato (Amarela) . quando tiver de se deslocar para prestar serviço fora da cidade onde foi celebrado o presente Contrato de Trabalho. Parágrafo 2º . DÉCIMA – O EMPREGADO se obriga a executar os trabalhos de dublagem ou outros decorrentes do trabalho de interpretação.O contrato com o profissional que atuará com o dublador. (com ou sem) SEGUNDA – O prazo do presente contrato é por Tempo Indeterminado. (se for o caso) QUINTA – O EMPREGADO atuará _______________________________________. anexando-se ao presente cópia da respectiva autorização. começando em ____________________________________________ (data do inicio) TERCEIRA – O salário é de R$ __________ (_______________________________) (por extenso) A ser pago _________________________________________________________. espetáculo ou produção) __________________________ da obra _________________________________. sempre que for necessário. de alimentação e de hospedagem. desempenhará as suas funções no _______________________________________. em todos os créditos (apresentação. do EMPREGADO. etc. deverá ser precedida de autorização por escrito. Parágrafo 1º . ficou justo e contratado o seguinte: PRIMEIRA – O EMPREGADO obriga-se a prestar seus serviços profissionais de________________ _________________________________ durante o período de vigência deste contrato. por força deste contrato. deverá ser registrado juntamente com o do profissional que será dublado. representando o personagem (título do programa. as despesas de transporte.

00 945. anexo algumas tabelas de preços de diversos sindicatos.50 840.6. DE SOM DIRETO OPER. DE MAQUIADOR ASS. CENOGRAFIA/ COMERCIAL DIRETOR DE ANIMAÇÃO DIRETOR CINEMATOGRÁFICO COSTUREIRA DIRETOR DE ARTE DIRETOR DE FOTOGRAFIA OPERADOR DE CÂMERA DIRETOR DE FOTOGRAFIA/ OPERADOR DE CÂMERA R$/SEMA NA 682. ASS.207. TABELA 1 STIC/RJ PARA PROFISSIONAIS DE LONGAS. O PREÇO DOS PROFISSIONAIS Além dos contratos.00 682.00 577. MÉDIAS E CURTAS-METRAGENS FUNÇÃO 1° ASSISTENTE DE CÂMERA/FOQUISTA 1° ASSISTENTE DE DIREÇÃ0 1°. DE EFEITOS E SPECIAIS TÉCNICO DE SOM DIRETO BOY DE SET COORDENADOR DE DIREÇÃO PROD.50 472.50 682. é importante que o artista/técnico e também o contratante (também chamado de empregador) respeite os valores de mercado dos profissionais.50 1. DE EDITOR/ MONTADOR ASS.00 315.50 577.50 FUNÇÃO DIRETOR DE PRODUÇÃO DOUBLE (POR CENA) EDITOR ELETRICISTA ELETRICISTA CHEFE ESTAGIÁRIO (MENSAL) FIGURINISTA FOTÓGRAFO STILL MAQUIADOR MAQUINISTA MAQUINISTA CHEFE MICROFONISTA MONTADOR PRODUTOR EXECUTIVO ROTEIRISTA (PELA OBRA) SECRETARIA D E PRODUÇÃO TÉC.50 472. DE CÂMERA 2°.00 130./LOCAÇÃO COORD.50 577. DE TRANSPORTE PROD.50 472.00 315.50 577.50 577.50 472.ASS.00 945.291.50 . DE CABELEREIRO ASS.50 315.510.ASS.50 136.50 577.00 367.50 472.00 1. DE ARTE/ CENOGRAFIA COORD.00 577.50 630.00 577.00 682. DE CENOGRAFIA ASS.00 472. DE FIGURINO ASS. Para tanto. DE FIG.50 236.00 945.00 850.50 315.50 6.50 472.50 472.50 472. DE PRODUÇÃO 2°.DE VÍDEO ASSISTENTE PRODUTOR DE ELENCO R$/SEMANA 945. DE DIREÇÃO 2°.00 840. DE PRODUÇÃO ASS.50 577.50 682.50 367.50 682.365.50 577.50 945. DE ADM.00 472. FINANC.ASS.50 945. DE SOM CABELEREIRO CAMAREIRO CENÓGRAFO CONTINUISTA CENOTÉCNICO CONTRA-REGRA ASS.365.00 1.00 1.ASS.50 577.50 630.25 682.

88 506.80 356.2005 FUNÇÃO 01 – DIRETOR CINEMATOGRÁFICO 02 – 1º ASSISTENTE DE DIREÇÃO 03 – 2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO 04 – CONTINUISTA 05 – ROTERISTA (PELO ROTEIRO DE UM LONGA-METRAGEM) 06 – PESQUISADOR CINEMATOGRÁFICO 07 – PRODUTOR EXECUTIVO 08 – DIRETOR DE PRODUÇÃO 09 – 1º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO 10 – 2º ASSISTENTE DE PRODUÇÃO 11 – CONTRA-REGRA 12 – SECRETÁRIA DE PRODUÇÃO 13 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA 14 – DIRETOR DE FOTOGRAFIA / OPERADOR DE CAMERA 15 – OPERADOR DE CAMERA 16 – 1º ASSISTENTE DE CAMERA R$ .83 746.47 345.20 534.64 1. MÉDIA E CURTA METRAGEM .40 506.29 1.20 534. ASS.80 534.47 746.96 145.83 1.01 895.40 772.647.60 617.798.40 356.60 FUNÇÃO OPERADOR DE ÁUDIO OPERADOR DE BOOM OPERADOR DE CÂMERA OPERADOR DE EDIÇÃO OPERADOR DE MESA DE CORTE SONOPLASTA SUPERVISOR DE OPERAÇÃO TÉCNICO DE EXTERNAS TÉCNICO DE MANUTENÇÃO TÉCNICO DE SOM DIRETO R$/SEMANA 534.POR SEMANA 2.13 506.40 831.226.29 1.028.60 178.00 653. DE MANUTENÇÃO CABO-MAN DIRETOR ARTÍSTICO DIRETOR DE GRAVAÇÃO DIRETOR MUSICAL DIRETOR DE TV EDITOR EM VÍDEO ILUMINADOR OPERADOR DE VÍDEO R$/SEMANA 142.56 201.60 415.64 950.60 297.88 16.PARA PROFISSIONAIS EM VÍDEO FUNÇÃO ACOMPANHAMENTO/ EQUIP.76 534.60 534.60 415.00 TABELA 2 SINDCINE/SP TABELA DE PISO SALARIAL PARA PROFISSIONAIS EM LONGA.338.56 653.338.798.97 .47 1.23 1.226.

65 746.338.00 700.65 746.96 112.64 413.40 746.87 1.338.09 1.97 746.33 345.65 950.13 504.88 506. PROPOSTO E APROVADO EM ASSEMBLÉIA GERAL EM 24/04/2.29 1.83 1.47 571.226.88 1.338.226.88 895.17 – 2º ASSISTENTE DE CAMERA 18 – OPERADOR DE VÍDEO ASSISTENTE 19 – FOTOGRAFO DE CENA (STILL) 20 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA CHEFE 21 – ELETRICISTA OU MAQUINISTA 22 – TÉCNICO DE EFEITOS ESPECIAIS 23 – OPERADOR DE GERADOR 24 – DIRETOR DE ARTE 25 – CENOGRAFO 26 – FIGURINISTA 27 – ASSISTENTE DE CENOGRAFO 28 –ASSISTENTE DE FIGURINISTA 29 – CENOTECNICO 30 – ASSISTENTE CENOTECNICO 31 – ADERECISTA 32 – CABELELEIRO / MAQUIADOR 33 – MAQUIADOR DE EFEITOS ESPECIAIS 34 – ASSISTENTE DE MAQUIADOR E CABELEIREIRO 35 – CAMAREIRO OU GUARDA ROUPEIRO 36 – COSTUREIRA 37 – MARCENEIRO 38 – PINTOR 39 – TECNICO DE SOM DIRETO 40 – TECNICO DE SOM GUIA 41 – MICROFONISTA 42 – EDITOR / MONTADOR 43 – ASSISTENTE DE EDITOR / MONTADOR 44 – DIRETOR DE ANIMAÇÃO 45 – ANIMADOR 46 – ARTE-FINALISTA 47 – ASSISTENTE DE DIRETOR DE ANIMAÇÃO 48 – ASSISTENTE DE ANIMAÇÃO 49 – ASSISTENTE DE ANIMADOR 50 – ESTAGIARIO 571.13 571.88 950.87 387.88 1.00 .64 571.140.65 1.88 746.83 571.65 345.51 345.000 FUNÇÃO Acrobata (duble) Aderecista Animador ÁREA cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo PERÍODO livre negociação.40 345.13 326.64 1. face peculiaridades do exercício profissional por trabalho semanal PISO livre negociação 1.226.19 TABELA 3 STED/PR PISO SALARIAL PARA A CATEGORIA.83 895.97 746.13 387.798.000.

00 25.00 500.00 30.00 900.00 600.500.00 300.2º assistente semanal semanal .00 900.00 25.00 700.00 50.ensaio e apresentação (produções Incentivadas/Subvencionadas) diária semanal teste VT por 6 horas trabalhadas por apresentação (produções independentes) por dia de ensaio (produções independentes) mensal .00 700.00 25.00 30.500.00 600.00 200.00 350.000.00 800.200.00 Caracterizador Cenógrafo Cenotécnico teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo Continuísta Contra-Regra cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo Coreógrafo Cortineiro Costureira Dançarino Diretor teatro dança teatro/dança teatro/dança teatro teatro .00 Cabeleireiro Camareira teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo 700.00 1.00 175.00 700.00 900.500.00 1.00 1.00 1.00 3.00 1.2º assistente semanal semanal (secretário) por apresentação (produções independentes) por dia de ensaio (produções independentes) mensal .00 400.00 300.00 700.000.00 600.00 300.00 600.00 1.00 800.00 500.00 25.00 600.assistente mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal por trabalho por trabalho semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal mensal por coreografia até 30 minutos por minuto adicional mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal 700.00 500.Artistas Assistente de Animação Assistente de Câmera Assistente de Cenógrafo Assistente de Coreógrafo Assistente de Direção Assistente de Montagem Assistente do Operador de Câmera Assistente de Produção Ator circo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo dança teatro cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro cinema/vídeo publicidade mensal quinzenal semanal semanal semanal .1º assistente semanal .000.00 25.ensaio e apresentação (produções Incentivadas/Subvencionadas) mensal semanal semanal .00 1.00 1.1º assistente semanal .200.00 Bailarino dança 50.500.00 50.00 300.1º assistente semanal .500.2º assistente semanal mensal mensal semanal .00 25.00 30.00 700.00 700.00 2.00 600.

Diretor de Animação Diretor de Arte Diretor de Cena Diretor de Fotografia Diretor de Produção Editor Eletricista

cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança cinema/vídeo

Ensaiador de Dança Estagiário Figurante Figurinista Fotógrafo de Cena (Still) Iluminador Maître de Ballet Maquilador

teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança dança teatro/dança cinema/vídeo

Maquinista

teatro/dança cinema/vídeo

Maquinista-Auxiliar Microfonista Montador de Filme Operador de Câmera Operador de Luz Operador de Som Pesquisador Cinematográfico Roteirista Secretário de Frente Secretário Teatral Sonoplasta Técnico em Efeitos Especiais Técnico de Som

teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo cinema/vídeo teatro/dança teatro/dança teatro/dança cinema/vídeo teatro/dança

semanal semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal (mais operação de câmera) mensal semanal (executivo) semanal (demais) semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal - chefe semanal - demais mensal mensal mensal por apresentação ou por dia ensaiado por trabalho semanal semanal - assistente semanal por trabalho mensal mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal - assistente mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal - chefe semanal - demais mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal semanal semanal mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado semanal por Obra: Curta e Média Metragens por Obra: Longa Metragem mensal por apresentação ou por dia ensaiado mensal por apresentação ou por dia ensaiado por trabalho semanal mensal por apresentação ou por dia

1.500,00 1.400,00 1.000,00 700,00 25,00 1.000,00 1.400,00 1.500,00 1.300,00 1.000,00 800,00 700,00 25,00 800,00 600,00 1.000,00 160,00 300,00 10,00 1.500,00 900,00 500,00 800,00 1.500,00 1.500,00 700,00 25,00 600,00 300,00 700,00 25,00 800,00 600,00 700,00 25,00 600,00 1.300,00 800,00 700,00 25,00 700,00 25,00 1.000,00 2.500,00 a 5.000,00 15.000,00 a 20.000,00 700,00 25,00 700,00 25,00 1.500,00 700,00 700,00 25,00

cinema/vídeo Técnicos circo

ensaiado semanal mensal quinzenal semanal OBSERVAÇÕES

1.000,00 500,00 250,00 125,00

Para a contratação de Figurante(s), amparados pelo Artigo 56 do Decreto 82.385 da Lei 6.533, será exigido Registro Profissional em Carteira de Trabalho e Previdência Social, bem como o Contrato de Trabalho e declaração explícita do Contratante/Diretor do espetáculo. Para a contratação de Figurante(s), amparados pelo Artigo 58 do Decreto 82.385 da Lei 6.533, será exigido apenas o contrato de trabalho acompanhado de Xerox de (RG. E CIC) do contratado, bem como o recolhimento da Taxa de Exercício Profissional. Para os Espetáculos Itinerantes, a tabela acima poderá ser reduzida em até 30% (trinta por cento), para elenco e equipe técnica, uma vez que o produtor arcará, além do salário, com despesas de transporte, alimentação e hospedagem, até o respectivo retorno, bem como, no caso de Contratos por tempo indeterminado, um adicional de 3% (três por cento) ao dia. A Jornada de Trabalho dos ARTISTAS/TÉCNICOS, incluindo o período de ensaios, não poderá exceder a oito horas diárias, com exceção dos ARTISTAS BAILARINOS/CIRCENSES que é de seis horas diárias, ou quando em estúdio que é também de seis horas. O excedente será considerado EXTRAORDINÁRIO, limitado a quarenta horas semanais, conforme o estabelecido pela Lei 6.533/78 e CLT. O valor constante desta tabela para a função de ator na área de publicidade, está distribuído da seguinte forma: 30% (trinta por cento) referente ao trabalho e 70% (setenta por cento) referente à veiculação da imagem. O contratado perceberá ainda os seguintes adicionais, a serem calculados sobre os valores da veiculação: 30% (trinta por cento) para até 02 (dois) estados; 50% (cinqüenta por cento) para regionais; 100% (cem por cento) para nacionais. As empresas contratantes/produtores/empreendedores terão obrigatoriamente de exigir de seus contratados o número do Registro Profissional expedido pela DRTE/MT, na razão/função do contrato, contidos em suas Carteiras de Trabalho e Previdência Social, bem como o documento comprobatório do recolhimento da Contribuição Sindical do ano em exercício dos Artistas/Técnicos envolvidos nos espetáculos (segundo o conteúdo da Lei 6533/78 e da CLT). QUALQUER NEGOCIAÇÃO NÃO PODERÁ SER INFERIOR AO MENOR PISO DESTE ACORDO, SENDO OBRIGATÓRIO O REGISTRO EM CONTRATO DE TRABALHO NO VALOR AJUSTADO, BEM COMO SUA TRAMITAÇÃO LEGAL.

7. OBRAS QUE NÃO SÃO NOSSAS Quando o roteiro versar sobre obra já existente, é necessário a aquisição dos “direitos autorais” do autor desta obra (na verdade a expressão correta seria “direitos patrimoniais”, já que os direitos autorais envolvem os direitos patrimoniais e morais do autor). Essa aquisição se dá através de contrato escrito, sempre respeitando as Lei de Direitos Autorais, já estudadas anteriormente. No meio cinematográfico é comum a aquisição de roteiros de terceiros ou de obras literárias para adaptações para roteiros. Em ambos os casos é necessário a formalização de um contrato, estabelecendo cláusulas de cessão dos direitos além de outras obrigações. Segue em anexo, dois modelos distintos de contrato de cessão de direitos patrimoniais.

Cabe lembrar que a livre adaptação não requer prévia cessão de direitos, quando não for reprodução fiel da idéia transcrita na obra. Caso contrário, necessário um contrato de cessão de direitos.

8. MODELOS DE TERMOS DE CESSÃO MODELO 1
CONTRATO DE CESSÃO DE DIREITOS PATRIMONIAIS PARA PRODUÇÃO DE CURTAMETRAGEM Pelo presente documento, De um lado, ÉRICO FRANCISCO DE CARVALHO BEDUSCHI, brasileiro, casado, escritor, roteirista, portador do CPF XXXXXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, na cidade de Curitiba (PR), detentor dos direitos do conto e

Caberá ao CONTRATANTE. . intituladas TERRA INCÓGNITA. festivais nacionais e internacionais. através de recursos oriundos de leis de incentivo à cultura. o CONTRATANTE pagará ao CONTRATADO a importância de R$ XXXXXXXXXXXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX). a que se refere a cláusula anterior. denominado CONTRATANTE. poderão ter acesso às filmagens. com base nas obras mencionadas anteriormente. Os recursos de que tratam esta cláusula serão de responsabilidade exclusiva do CONTRATANTE que. portador do CPF inscrito sob n. sem necessidade de pré-aviso. brasileiro. de agora em diante. CLÁUSULA SÉTIMA O CONTRATADO concorda em fornecer documentos necessários para comprovar que o CONTRATANTE é o detentor dos direitos patrimoniais de suas obras. resolvem celebrar o presente instrumento contratual que será regido pelas seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA O CONTRATADO cede ao CONTRATANTE os direitos patrimoniais de suas obras (conto e primeira versão do roteiro). CLÁUSULA TERCEIRA A produção cinematográfica a que se refere a cláusula primeira será produzida durante o ano de 2004. CLÁUSULA SEGUNDA Caberá ao CONTRATANTE. fazer adaptações que achar necessária. cujo resultado final será um curta-metragem de aproximadamente 15 minutos. GILBERTO BARONI FILHO. CLÁUSULA QUARTA Pela cessão dos direitos das obras. do presente instrumento. conforme previsto na cláusula primeira. canais de televisão. utilizando-se de alguns elementos do conto e da primeira versão do roteiro do CONTRATADO. de agora em diante denominado CONTRATADO. Parágrafo segundo. E de outro lado. quando da assinatura do presente instrumento. com a finalidade única e exclusiva para adaptação cinematográfica. Parágrafo primeiro. CLÁUSULA SEXTA O CONTRATADO. medirá todos os esforços para a viabilização do curta-metragem. CLÁUSULA QUINTA O pagamento. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. conforme estabelecido nas cláusulas décima e décima primeira. O filme terá exibição em salas de cinema. bem como qualquer outro meio de comunicação existente ou não à assinatura do presente instrumento. bem como sua cônjuge e filho. diretamente com o CONTRATADO. na cidade de Curitiba (PR) e.da primeira versão do roteiro intitulados TERRA INCÓGNITA. solteiro. ambos de sua integral autoria. desde que respeitado os créditos do CONTRATADO na função de roteirista e de contista. fazer uma nova versão de roteiro. através dos mecanismos de fomento a projetos audiovisuais. Ambas as partes. será efetuado à vista. residente e domiciliado a Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. em seu processo artístico de criação de novo roteiro. advogado e cineasta.

num período máximo de 2 (dois) anos da data de assinatura do presente instrumento. festivais ou outros congêneres. sendo o nome do CONTRATADO inserido por primeiro.. Por exemplo. cada um receberá..Parágrafo único. Além disso. BELTRANO. Curitiba. sem ônus. em posição de destaque.. a quantia de R$ 2. CLÁUSULA NONA Ao CONTRATADO será entregue. A titularidade patrimonial do produto cultural resultante será única e exclusivamente do CONTRATANTE. O presente contrato será firmado em 2 (duas) vias e assinado por duas testemunhas. seguindo-se do nome do CONTRANTE e dos demais co-roteiristas. iniciando-se sua vigência com data retroativa em 14 de Maio de 2001. cabendo ao CONTRATADO um percentual de 10% (dez por cento) sobre os lucros líquidos provenientes de qualquer comercialização da obra. o nome do CONTRATADO. exposições. CLÁUSULA DÉCIMA Constará nos créditos principais do filme.. caberá ao CONTRATADO e aos demais co-roteiristas recebê-lo proporcionalmente. pelo menos 3 (três) cópias em VHS do filme TERRA INCÓGNITA. da seguinte maneira: “Um filme livremente inspirado no conto Terra Incógnita de Érico Beduschi” CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA Constará nos créditos principais do filme. na função de ROTEIRO/ROTEIRISTA. se o filme ganhar um prêmio de R$ 10.000. em partes iguais. concursos. mostras. o nome do CONTRATADO na função de contista. 29 de Abril de 2004 . modificações e/ou adaptações nas versões do roteiro. CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA Elege-se o foro de Curitiba/Paraná. do CONTRATANTE e de outros que fizerem contribuições. O CONTRATADO poderá utilizar o material mencionado anteriormente para promover suas atividades artísticas em palestras. conforme a seguir: Roteiro de ÉRICO BEDUSCHI GIL BARONI FULANO. desde que não fique configurado intuito comercial.500. Para os fins do parágrafo único da cláusula sétima. será convidado para o evento de lançamento do filme que deverá acontecer nos cinemas da Fundação Cultural de Curitiba ainda no ano de 2004.00 (dez mil reais) e houver 4 (quatro) roteiristas. em posição de destaque.00 (dois mil e quinhentos reais). CLÁUSULA OITAVA O presente contrato tem duração por período indeterminado. eventos e outros correlatos. para sanar eventuais lides decorrentes do presente contrato. que o filme venha a receber através de exibição. Parágrafo único. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA Qualquer premiação em dinheiro. Parágrafo único. tão logo fique finalizado. contar-se-á o prazo a partir da data de assinatura do presente instrumento..

LUÍS FERNANDO SEVERO compromete-se. em posição de destaque. Por dita opção. portador da Carteira de Identidade sob n. A direção ficará por conta de LUIS FERNANDO SEVERO. programas. 4. filmagens e/ou gravações. brasileiro. concursos etc. O descumprimento de qualquer uma das cláusulas pactuadas no presente instrumento acarretará à parte que assim ensejar. pela adaptação cinematográfica da obra. sendo creditado no trabalho. utilizar a obra para os fins descritos na cláusula 1. 8. sem prejuízo de outras medidas cíveis e penais cabíveis. ainda. MIGUEL SANCHES NETO._____________________________ CONTRATANTE ________________________________ CONTRATADO MODELO 2 CONTRATO DE CESSÃO DE DIREITOS PARA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Pelo presente documento. a que se refere o item anterior. festivais e mostras. O não pagamento do valor estipulado. acarretará na imediata rescisão deste contrato. 7. Além disso. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX e do CPF XXXXXXXXXXXXXXXXXX. celebram entre si o presente. portador da Carteira de Identidade sob n. escritor. Compromete-se e responsabiliza-se. para fim único e exclusivo de adaptação para a produção cinematográfica de longa-metragem e/ou televisiva. Constará em todo e qualquer material de divulgação o nome do autor e de sua respectiva obra. seu nome como AUTOR DA OBRA. . nesta Capital. MIGUEL SANCHES NETO será convidado para eventos de estréia. lançamentos. responsável. solteiro. brasileiro. a ser efetuado na primeira semana de filmagem ou de gravação. e CPF XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. podendo ser renovado por período igual caso não haja manifestação contrária das partes sendo permitido a LUÍS FERNANDO SEVERO. o qual será regido pelas seguintes cláusulas e condições: 1. a partir da data de assinatura do presente instrumento. com a finalidade de comercialização e divulgação nos meios de comunicação televisivos e cinematográficos. também. O pagamento. sem prejuízo das sanções civis e penais cabíveis. A produção a que se refere o item anterior será realizada entre os anos de 2004 e 2006. 3. multa no valor de R$ XXXXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXXX). a realizar todos os esforços para a captação de recursos junto à iniciativa privada através das leis de incentivo à cultura ou através de outras fontes de recursos tais como: fundos. residente e domiciliado na Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXX. 6. tão logo fique finalizado. Este contrato tem duração de 4 (quatro) anos. 2. À MIGUEL SANCHES NETO será entregue uma cópia em VHS ou DVD do filme. mantendo-se fiel ao conteúdo escrito. durante este período. quando já percebidos os recursos oriundos de leis de incentivo à cultura ou de outras fontes. no início das filmagens ou das gravações. MIGUEL SANCHES NETO cede à LUÍS FERNANDO SEVERO os direitos patrimoniais de sua obra intitulada CHOVE SOBRE MINHA INFÂNCIA. na cidade de Ponta Grossa/PR e LUÍS FERNANDO SEVERO. será efetuado no evento da produção audiovisual. XXXXXXXXXXXXX. LUÍS FERNANDO SEVERO pagará à MIGUEL SANCHES NETO a importância de R$ XXXXXXXXXX (XXXXXXXXXXXXXX) referente aos direitos para exploração audiovisual sobre a mencionada obra. 5. por toda a produção do filme. durante o período de vigência do presente instrumento.

13 de Novembro de 2003. qualquer imagem depende de autorização expressa (exceto as caricaturas desde que não tenham conotação injuriosa). Curitiba. o abuso lucrativo e a falta de consentimento” (Editora Del Rey. O campo da violação do direito de imagem reúne vários tipos de abuso.Elege-se o foro de Curitiba/Paraná. . evitando assim possíveis ações na esfera cível e criminal. muito cuidado quando for utilizar indevidamente e sem o consentimento a imagem das pessoas. sua imagem poderá ser utilizada livremente. isto é. 2000. O presente contrato será firmado em 2 (duas) vias. É um ambiente complexo. • Quando o retratado for pessoa notória. Na visão da doutrinadora Jacqueline Sarmento Dias. depende do consentimento daquele cuja imagem seja utilizada para os mais diversos fins. Esse expor público não se traduz por si só em ilícito. além de estar prevista no Código Civil e no Código Penal. para sanar eventuais lides decorrentes do presente contrato. Belo Horizonte pg. afinal a imagem das pessoas é protegida pelo ordenamento jurídico pátrio. Miguel Sanches Neto Luís Fernando Severo 9. a exteriorização da personalidade. • Pode ou não haver remuneração nos casos do uso da imagem. A maioria dos doutrinadores acredita que o direito à imagem é um direito disponível. Portanto. A IMAGEM DOS OUTROS Esse é um capítulo que deve ser estudado com muita atenção. tudo dependerá da maneira como forem estipuladas as condições entre as partes. na presença de 2 (duas) testemunhas. A imagem de uma pessoa é amparada pela Constituição Federal. Alguns pontos que devem ser sempre observados quanto ao direito de imagem: • Via de regra. 73). desde que para fins informativos e sem a intromissão em sua vida privada. na obra O Direito à Imagem: “a imagem é o reflexo. Deve-se conter o individualismo excessivo. O Direito que recai sobre ela tem função de proteger o retratado das mais variadas espécies de violações.

ou seja. . as imagens venham a ser utilizadas indevidamente. ou reeditadas em partes ou no todo fora dos termos aqui descritos. sem ônus. tais como: festivais de audiovisual. A proteção ao direito de imagem recai sobre as pessoas vivas ou falecidas. A moral das pessoas não pode ser atingida quando da retratação de sua imagem. Geralmente produções de baixo orçamento não prevêem recursos para tais autorizações. mostras. Não há problema desde que esteja expresso no contrato ou termo que a pessoa está cedendo sua imagem gratuitamente. ou durante acontecimentos sociais. para a produção do filme documentário. por prazo indeterminado e em apresentações públicas em geral. foto. quando se tratar de notícias informativas e quando não houver o cunho comercial. som da voz. A seguir. portador do RG sob número XXXXXXXXXXXXX e inscrito no CPF/MF sob número XXXXXXXXXXXXXXXX. recairá sobre aquele que assim o fez o dever de reparar os danos morais causados ao indivíduo retratado. Caso. 10. Eu. exibições comerciais etc. • Não há necessidade de autorização de indivíduos retratados em cenário público. os direitos poderão ser exercidos pelos seus sucessores. exposições. residente e domiciliado à Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. sem ônus e por período indeterminado. solteiro. recomenda-se sempre a autorização expressa e escrita daquele que tiver sua imagem retratada. MODELOS DE CESSÃO DE IMAGENS MODELO 1 TERMO DE CESSÃO DE IMAGEM O presente instrumento tem como objeto a utilização da imagem.• Retrato-falado não exige consentimento expresso. abaixo assinado. alguns modelos de contratos referentes aos direitos de imagem. realizado durante o ano de 2003. intitulado provisoriamente ENQUANTO A GENTE DORME. nome do entrevistado/participante. Nas produções audiovisuais de cunho documental e ficcional. O indivíduo que tiver sua imagem usada indevidamente poderá ingressar com ação judicial pedindo indenização por danos morais e/ou patrimoniais. Por se tratar de um assunto extremamente delicado. O presente instrumento possibilita ao produtor e diretor XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. caso contrário. brasileiro. ___________________________________________________________________________________ RG: _______________________ CPF: _________________________ Data de Nascimento: ____/___/____ Endereço________________________________________________________ Telefone: ______________ Estou ciente e autorizo o acima exposto para o filme documentário ENQUANTO A GENTE DORME. XXXXXXXXXXXXXXXX não assume nenhuma responsabilidade perante o fato. com divergências entre alguns doutrinadores e juristas. futuramente. recomenda-se que toda imagem retratada tenha a expressa autorização do retratado. nesta Capital a utilizar as imagens cedidas pelo entrevistado/participante. Neste último caso.

1 3. Mas no caso de existir qualquer forma de comercialização. OBJETO DO CONTRATO 3. CONTRATADO 2. será utilizada e veiculada pela CONTRATANTE em filme audiovisual documentário intitulado: “XXXXXXXXXXXXXXXXXXX” cuja finalidade é o relato de acontecimentos históricos da aviação brasileira na região do Paraná e Santa Catarina.3 1.4 3.Curitiba.4 2.6 Filme/VT/Suporte: Produto: Veiculação: Veículo: Duração: Tempo de Trabalho: Pelo presente instrumento particular de contrato. nos campos CONTRATANTE e CONTRATADO(A).2 2. Parágrafo primeiro A imagem e som de voz de que trata o caput da presente cláusula. .5 3.5 1. ____________________________________________ entrevistado/depoente INSTRUMENTO MODELO 2 PARTICULAR DE CONCESSÃO DE IMAGEM POR TEMPO DETERMINADO PARA A UTILIZAÇÃO EM FILME AUDIOVISUAL 1. tudo em conformidade com as cláusulas e condições a seguir detalhadas: CLÁUSULA PRIMEIRA O(A) CONTRATADO(A) cederá. Parágrafo segundo O objeto deste instrumento contratual não tem finalidade lucrativa. CONTRATANTE 1. _____ de __________________ de 2003.1 2.2 1. ajustam a prestação de serviços e concessão de imagem e som de voz por tempo determinado para utilização em filme audiovisual cujos detalhes são descritos no campo OBJETO.1 1. a título gratuito e por tempo determinado.6 Empresa: Endereço: CNPJ: Representante(s) legal(is): CPF: Endereço: 2. as partes devidamente qualificadas anteriormente.3 3.3 2.4 1. a utilização de sua imagem e som de voz à CONTRATANTE.5 Nome: Endereço: CPF: Nacionalidade: Profissão: 3.2 3. não caberá ao(à) CONTRATADO(A) direitos sobre percentuais lucrativos.

CLÁUSULA QUINTA A CONTRATANTE fica autorizada a utilizar livremente a imagem e som de voz cedida pelo(a) CONTRATADO(A) para os fins especificados neste instrumento. Parágrafo segundo São de responsabilidade da CONTRATANTE a guarda e a utilização do material produzido neste contrato. sem que haja qualquer veiculação negativa ou que possa a denegrir a imagem do(a) CONTRATADA. por tempo determinado de 5 (cinco) anos. de comum acordo. não a desobrigam das sanções civis e penais prevista na legislação pátria. a partir da assinatura do presente instrumento. Parágrafo terceiro O(A) CONTRATADO(A) responsabiliza-se exclusivamente pela veracidade das informações prestadas no seu depoimento.CLÁUSULA SEGUNDA O material audiovisual será veiculado. ampliar o prazo de duração deste instrumento. Parágrafo único Ao término do período estabelecido no caput desta cláusula. para os fins estabelecidos no presente instrumento. exclusivamente através de mídia eletrônica (CD-ROM/Fitas de vídeo e outros congêneres) e canais de televisão (aberto e fechado). CLÁUSULA QUARTA O(A) CONTRATADO(A) concede à CONTRATANTE a exclusividade de sua imagem e som de voz para os fins do objeto do presente instrumento particular. em todo o território nacional. zelando. CLÁUSULA TERCEIRA O(A) CONTRATADO(A) concede e autoriza à CONTRATANTE o uso gratuito e por tempo determinado de sua imagem e som de voz no material audiovisual objeto deste instrumento. pelo bom uso destas e da veracidade das informações obtidas acerca do depoimento prestado. durante a vigência deste contrato. para tanto. as partes poderão. inicialmente. não podendo. CLÁUSULA SÉTIMA Qualquer dano moral que a CONTRATANTE venha a ocasionar em detrimento do descumprimento das cláusulas do presente instrumento. CLÁUSULA OITAVA . Parágrafo primeiro Entende-se por bom uso da imagem: a utilização do depoimento do(a) CONTRATADO(A). CLÁUSULA SEXTA Correrão por conta da CONTRATANTE todas despesas referentes à produção do material audiovisual descrito no presente instrumento. ceder a mesma imagem e som de voz para terceiros que venham a realizar o mesmo gênero de material audiovisual especificado neste instrumento.

Curitiba. as partes assinam este instrumento em 2 (duas) vias de igual teor e para um só efeito. na presença das testemunhas abaixo.Qualquer dúvida resultante do fiel cumprimento do presente ajuste será dirimida pelo foro de Curitiba. E por estarem de pleno acordo.313 de 23 de Dezembro de 1991. conhecida por Lei Rouanet. ________________________________ Contratante ______________________________________ Contatrado(a) Testemunhas: ________________________________ ________________________________ 11. 27 de Janeiro de 2004. LEI ROUANET – FONTE DE RECURSOS A Lei Federal 8. que as partes elegem neste ato para esse efeito. depois de lido e achado conforme. Em linhas gerais. b) Artes . estimular e fomentar a produção de atividades culturais das seguintes áreas: Música. instituiu o PRONAC – Programa Nacional de Apoio à Cultura. esse programa visa. através de renúncia fiscal.

o empreendedor cultural pode procurar a iniciativa privada e. 18 da Lei 8.2 Pessoas Físicas O abatimento é efetuado integralmente. Cabe ao empreendedor cultural captar os recursos para seu projeto através de Pessoas Jurídicas ou Pessoas Físicas. Artesanato e Manifestações Culturais Tradicionais.313 de 1991. por parte da pessoa física. Artístico e Cultural. e) Artes Visuais.00 1. Vejamos. Secretaria do Patrimônio. Uma vez habilitados pela Secretaria competente. 1 Como Funciona Com a Portaria de aprovação do projeto publicado no Diário Oficial da União.000.000.00 4) Novo imposto a pagar Sem apoio à cultura Em Reais (R$) 1. publica-se uma Portaria no Diário Oficial da União e o projeto está apto a captar.). numa tabela exemplificativa.000. através da renúncia do Imposto de Renda. d) Literatura. 11.00 0. 11. Museus e Artes Plásticas etc.00 . diretamente do Imposto de Renda devido. Estas Secretarias são responsáveis pela habilitação dos projetos e pela publicação de aprovação de tais projetos no Diário Oficial da União. a seguir.00 50. em projetos culturais: EXEMPLO DE INVESTIMENTO PARA PESSOAS FÍSICAS Com apoio à cultura Em Reais (R$) 1) Imposto de Renda devido 2) Valor do patrocínio ou doação 3) Dedução de 100% do IR devido (Art.000. junto a iniciativa privada.00 950. c) Audiovisual. um modelo de investimento.00 1. g) Folclore. captar os recursos para o seu projeto cultural.00 0. os artistas inscrevem seus projetos no Ministério da Cultura. f) Patrimônio Histórico. A Pessoa Física pode investir até 6% de seu Imposto de Renda devido em favor de projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura.313/91) de 50.000.000.000. que os analisa através das Secretarias competentes (Secretaria do Audiovisual.000. Secretaria de Música e Artes Cênicas.000. os recursos necessários para a realização da obra artística. Anualmente. Esse investimento pode se dar na modalidade de patrocínio ou doação.00 50.Cênicas. A previsão legal se encontra no artigo 18 da Lei 8.000.

veda o lançamento da doação ou patrocínio como despesa operacional para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. não sendo permitida quaisquer deduções.. no entanto. Vejamos. 11. Observe-se que o valor do adicional do IR deve ser recolhido integralmente.00 50.249. visto que a lei veda expressamente seu lançamento como despesa operacional.) VI – das doações.A Pessoa Física. Resumindo.313.000. a base de cálculo do Imposto de Renda não pode ser alterada.. 8. por parte da empresa. são vedadas as seguintes deduções. para gozar do benefício supra-referido. de 23 de dezembro de 1991”(patrocínio ou doação). exceto as referidas no parágrafo 2o”. Dois são os impostos que devem ser pagos pela empresa quando da apuração do lucro real: Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Renda.000. em projetos culturais: EXEMPLO DE ABATIMENTO PARA PESSOAS JURÍDICAS Com apoio à cultura Em Reais (R$) 1) Lucro líquido 2) Valor do patrocínio ou doação (*) 10. Caso opte pelo formulário simplificado. numa tabela exemplificativa. a seguir. Diz o artigo: “para efeito da apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre lucro líquido. em seu parágrafo 2o. de 26 de dezembro de 1995. O que ainda não foi percebido pela maioria dos empresários e produtores é que esta operação pode vir a dar retorno financeiro para o empresário mecenas. independente do disposto no artigo 47 da Lei 4.00 0. devemos utilizar o artigo 13 da Lei 9. Para a determinação da base de cálculo da CSLL.000.000. precisa preencher sua declaração de Imposto de Renda no formulário completo oferecido pela Receita Federal. O artigo 18. um modelo de investimento.000. 3 Pessoas Jurídicas O abatimento é efetuado integralmente. Desta feita. estará obtendo o desconto genérico de 20% (vinte por cento) e não poderá utilizar o recibo de investimento em cultura. a Pessoa Física investe em projetos culturais de sua preferência.506. sabendo que parte de seu imposto está sendo direcionado especificamente para o fomento da cultura nacional.00 . de 30 de novembro de 1964: (. Segue o parágrafo 2o dizendo: “podendo ser deduzidas as seguintes doações: I – as de que trata a Lei n. diretamente do Imposto de Renda devido.00 Sem apoio à cultura Em Reais (R$) 10.

00 0.00 8) Dedução de 100% do IR devido 50.000.00 10. também recebe uma contrapartida financeira do Estado para essa operação. os incentivos fiscais dedutíveis do Imposto de Renda somente poderão ser utilizados pelas empresas que estejam tributadas com base no lucro real.00 4%) (*) Abatimento como despesa para efeitos de cálculo da CSLL.426.00 3.000.500.500.321.00 – R$ 3.321.00.000. 4 Procedimento de investimento para pessoa física ou jurídica .476.000.950.313/91 – de 50. (**) A alíquota de IR que incide sobre o lucro real é de 15%. (***) Limitados a 4% do imposto devido.000.376.000.000.00 no caso apresentado.3) Novo lucro líquido para cálculo 9.00 2.000. 11. O imposto devido pela aplicação adicional de 10% sobre o excedente aos 240 mil deve ser recolhido integralmente e não é computado para a relação entre o desconto integral como patrocínio ou doação e os 4% do IR devido. no entanto. assim. obteve um benefício de 109% do valor do patrocínio ou doação.000. As empresas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado estão vedadas de se beneficiarem do incentivo fiscal à cultura. ou seja. Com isso.000.000.500.100.00 7) Adicional de IR (+10%) 976.000.5 mil. o empresário aplicou exclusivamente recursos de impostos no projeto.00 5) Lucro real (1% .00 6) IR devido 15% de 1% (**) 1.00 9. Desse modo.00 (Art. as doações e patrocínios em projetos culturais aprovados nos termos do artigo 18 da Lei não poderão ser considerados despesas dedutíveis para fins de determinação do lucro real.00 = R$ 54. Outro detalhe importante é que os incentivos não são cumulativos com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).500.00 da CSLL 4) Contribuição social (9% de 1%) 895.532/97. que o empresário. O valor de lucro real que excede a R$ 240 mil sofre uma incidência adicional de 10%. conforme previsto no artigo 10o.2%) 9.500. ser deduzidas para determinação da base de cálculo da CSLL.00 1.000. teve uma redução tributária de R$ 3. consequentemente.000. refletindo automaticamente na redução da base desta contribuição e. mas podem.000. 18 da Lei 8. a Pessoa Jurídica que investe em projetos culturais.000. da Lei 9.500.000. Resumindo. obtendo ainda um resgate tributário de R$ 4. na redução do valor do tributo.00 900.00 10) Total de impostos pagos (9% + 3. ao aplicar R$ 50. calculado com a aplicação da alíquota de 15%.00) (***) 9) IR a ser pago 2.00 976. Em resumo. além de destinar parte de seu imposto para um segmento cultural conhecido e abater esses recursos integralmente. Verifica-se.100.376.

QUARTO PASSO O investidor. nos padrões do Ministério da Cultura.00 (quatro mil reais). com a devida Portaria publicada no Diário Oficial da União. A Pessoa faz o repasse deste valor diretamente na conta corrente do projeto.5 Retorno dos investimentos ao incentivador . a Pessoa investidora poderá. Outra via fica com o empreendedor cultural.O. de posse deste recibo. na Declaração do Imposto de Renda. no ano seguinte. Se for Pessoa Jurídica. Vejamos. o empreendedor cultural irá procurar incentivadores para investir no seu projeto (Pessoas Físicas ou Jurídicas). Se for Pessoa Física. para abatimento integral do valor investido Um exemplo prático: • • Uma determinada Pessoa (Física ou Jurídica) paga aproximadamente 100. De posse do recibo. poderá utilizá-lo na declaração do Imposto de Renda do ano seguinte. A outra via vai para o Ministério da Cultura que fará um controle de quem está incentivado o projeto e de quem poderá abater o valor investido na Declaração do Imposto de Renda. Uma vez que a Pessoa Física ou Jurídica aceite incentivar o projeto. o valor incentivado.00 (cem mil reais) de Imposto de Renda. o que eqüivale a R$ 4. pode destinar 6% (seis por cento) do Imposto de Renda devido. • • • • 11. abater integralmente. deverá efetuar o repasse do valor do incentivo diretamente na conta corrente do projeto. Uma via destes recibos fica com a Pessoa investidora.000. um esquema de fácil compreensão: PRIMEIRO PASSO O empreendedor cultural procura o investidor e este decide SEGUNDO PASSO O investidor faz o repasse do valor a ser incentivado na conta corrente do projeto. Imediatamente o empreendedor cultural emite pelo menos 3 (três) vias de recibos de investimento. a seguir.Publicada a Portaria de aprovação do projeto no D. TERCEIRO PASSO O empreendedor cultural emite um recibo de investimento padronizado do Ministério da Cultura e entrega ao investidor.U. o que eqüivale a R$ 6.000. Esta Pessoa recebe a visita de um empreendedor cultural e este lhe mostra um projeto aprovado pelo Ministério da Cultura.000. pode destinar 4% (quatro por cento) do Imposto de Renda devido.00 (seis mil reais). A Pessoa decide incentivar o projeto.

radiofônica e jornalística (é o caso de projetos de artes cênicas e de audiovisual). Um projeto de artes cênicas (teatro. Enfim. folders. Lembrando que num curta-metragem a logomarca da empresa vem estampada nos créditos finais e iniciais do filme. convites. no entanto. As Pessoas que investem em cultura têm sido bem recebidas aos olhos da sociedade. O alcance desta publicidade atinge milhares de pessoas. a publicidade se dá através de mídia televisiva. se exibido nos mais de 60 (sessenta) festivais nacionais. 11.). haverá sempre um grande retorno publicitário para a empresa incentivadora. Caso típico é o do PETROBRAS. Em outros. de acordo com o projeto cultural a ser investido. contribuindo com a valorização de artistas e técnicos brasileiros.000 (trezentos mil) espectadores. essa publicidade se dá através de banners. por exemplo. Um curta-metragem (projeto audiovisual). out-doors etc.A Pessoa incentivadora do projeto tem 4 (quatro) grandes vantagens sobre o seu investimento: a) A primeira vantagem é a decisão de destinar o imposto pago para projetos culturais de seu interesse. b) A segunda vantagem é o abatimento integral de seu investimento no imposto a ser pago. por exemplo. circo etc. . 11. dança. Esta divulgação sempre veicula o nome das empresas investidoras nos créditos de um comercial. De acordo com a área cultural do projeto contemplado pela Lei de Incentivo. sem qualquer ônus. levará o nome da empresa para mais de 300. d) A quarta vantagem é o estímulo a projetos culturais do País. haverá uma forma específica de divulgação do nome da empresa investidora.6 A publicidade da empresa no resultado final do projeto Via de regra.7 Aspecto social do investimento Tão importante quanto a publicidade da empresa é a sua responsabilidade social. c) A terceira vantagem é retorno do investimento em publicidade e divulgação. cartazes. que investe maciçamente em projetos culturais e é vista como uma empresa que se preocupa com o aspecto sóciocultural do País. costuma ter uma divulgação nos meios de comunicação televisivo.

é muito comum se ouvir das pessoas jargões do tipo: “essa não é só uma empresa que vende um produto ‘x’. mas também uma empresa que investe em cultura”. por exemplo. pode agregar na sua marca muito mais do que um aspecto financeiro ou econômico.Uma empresa. . Ou seja. Pode agregar o aspecto de responsabilidade e preocupação com o lado social de nosso país.

encaminhar o projeto pedagógico.Formulário padrão preenchido. Roteiro ou Argumento Certificado de Registro na Biblioteca Nacional Plano de Produção Cronograma de Desembolso Cronograma de Execução Física Contrato de Cessão de Direitos (quando se tratar de adaptações) Audiovisual . com detalhamento das atividades culturais realizadas nos últimos dois anos (relatando datas.Cópia autenticada do CPF .. matérias Física em jornais.Currículo do proponente. Do Proponente Pessoa cartazes. .Quando o projeto envolver a realização de cursos de formação e capacitação de profissionais ou ensino das artes. cartazes.Plano de Distribuição de Produtos Culturais.Cópias autenticadas da: ou Privado com ou sem fins . local de realização.Carteira de Identidade e do CPF do dirigente lucrativos da entidade. . . .). Regimento ou Contrato Social e posteriores alterações. . . folderes.Estatuto. nome dos participantes. . revistas.). revistas.12. matérias em jornais. Jurídica de Direito Público .Plano Básico de Divulgação elaborado de acordo com o Manual de Identidade Visual do Ministério da Cultura. . etc.Termo de posse do dirigente da instituição ou Ata de eleição da Diretoria. Do Projeto . etc.Relatório de atividades culturais da instituição nos últimos dois anos (relatando datas. DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA PROJETOS NA LEI ROUANET DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS .Orçamento físico financeiro de acordo com modelo fornecido pelo Ministério da Cultura.. local de Do Proponente Pessoa realização. incluindo termo de responsabilidade assinado pelo proponente. nome dos participantes.Cópia autenticada da Carteira de Identidade. é necessário. também. nome e currículo do coordenador pedagógico. folderes.

F P E S S O A F Í S I C A Nome: C.P.SOLICITAÇÃO DE APOIO A PROJETOS MECANISMO DE APOIO X 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE De Direito Público Esfera administrativa P E S S O A J U R Í D I C A Administração: Federal Direta Estadual Indireta Municipal De direito privado sem fins lucrativos de natureza cultural De direito privado com fins lucrativos de natureza cultural Entidade: Endereço: Município: Telefone: ( Dirigente: C. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Área(*): Modalidade(*): O projeto refere-se à Cultura Negra Patrimônio Histórico tombado pelo IPHAN Localidade: Segmento(*) Endereço na Internet: MECENATO A iniciativa de realização é no exterior do país 2.F Cargo: Função: ) Fax:( ) UF: CEP: CNPJ: Endereço Eletrônico(E-mail): C.P.I Órgão Expedidor: Matrícula: Endereço residencial: Cidade: UF: CEP: C.I Órgão Expedidor Endereço: Cidade: UF: CEP: Telefone: ( ) Fax:( ) Endereço Eletrônico(E-mail): .

(*) Ver tabelas I e II de Áreas e Segmentos e Modalidades do Manual de Instruções do Mecenato .

3. o que deseja realizar. inclusive seus resultados 4.JUSTIFICATIVA Informe porque propôs o projeto . isto é.OBJETIVOS Indique os objetivos do projeto.

Plano de distribuição do produto cultural Período de execução (n. 6 .revistas. etc.º de dias necessários para realização) Duração em minutos Datas: (quando for produção audiovisual) Início / / Término N.ESTRATÉGIAS DE AÇÃO (MEMORIAL DESCRITIVO) Enumere e descreva as atividades necessárias para atingir o(s) objetivo(s) desejado(s) e explique como pretende desenvolvê-las .º do ato de tombamento e data (quando o bem for tombado) / / Estimativa de público alvo: (camadas da população/ quantos / faixa etária) .5. REALIZAÇÃO DO PROJETO Tiragem: do produto cultural como CD. . jornais. vídeos.

Total Indique a soma dos totais da coluna 7 Prazo de duração 910Início Término Previsão de início e término da fase Indique o item ou serviço que será contratado/utilizado 1 PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO TOTAL DE PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO 2 PRODUÇÃO/EXECUÇÃO TOTAL DE PRODUÇÃO/EXECUÇÃO 3 DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO .Unidade Indique a unidade de medida de cada item da coluna 3 5.7.detalhe aqui os itens de despesa necessários à execução do projeto. Orçamento físico-financeiro . dando as especificações técnicas necessárias 1etapas/ fases numere as etapas/ fases 2.Valor Unitário Indique o preço de cada unidade de despesa 7.Descrição das etapas/fases 3Quantidade Indique a quantidade de cada item da coluna 2 4.Quantidade de unidades Indique a quantidade de unidade de medida descrita na coluna 4 6.Total da linha coluna 3 X coluna 5 X coluna 6 8.

TOTAL DE DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO 4 CUSTOS ADMINISTRATIVOS TOTAL DE CUSTOS ADMINISTRATIVOS 5 IMPOSTOS/RECOLHIMENTOS TOTAL DE IMPOSTOS/RECOLHIMENTOS 6 ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO TOTAL DE ELABORAÇÃO E AGENCIAMENTO TOTAL DO PROJETO (somatório de 1 a 6) .

8. para poder me beneficiar da lei de incentivos fiscais. DECLARAÇÕES OBRIGATÓRIAS M E C E N A T Declaro. 195 (INSS) e 239 (PIS/PASEP) da Constituição Federal. no mínimo. ser comprovadas. nas peças promocionais. inclusive com as contribuições de que tratam os art. 20% do orçamento total.685/93) Recursos Orçamentários (Inclusive FNC) Leis estaduais de incentivo Leis municipais de incentivo Outras fontes(inclusive contrapartida TOTAL 9 .as informações aqui prestadas. sem prejuízo de outras medidas administrativas e legais cabíveis. tanto no projeto como em seus anexos. O 11 . conforme modelo definido pelo manual de identidade visual do Ministério da Cultura. Local/data: _________________/_________/_________. RESUMO GERAL DO ORÇAMENTO (Preencher de acordo com o que foi descrito nas planilhas) ATIVIDADE DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CUSTO POR ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO PRODUÇÃO/EXECUÇÃO DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO CUSTOS ADMINISTRATIVOS IMPOSTOS /SEGUROS ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO VALOR DO PROJETO:(R$) 10 . e que ao apresentá-lo este deve ser acompanhado dos documentos básicos e dos específicos de cada área. . também. a qualquer momento. sem os quais a análise e a tramitação do projeto ficarão prejudicadas por minha exclusiva responsabilidade. a movimentação dos recursos somente poderá ocorrer quando a captação alcançar. por um período de 12 meses.estou ciente da obrigatoriedade de fazer constar o crédito à Lei Federal de Incentivo a Cultura.qualquer inexatidão nas declarações anteriores implicará o arquivamento do processo e que estarei sujeito às penalidades previstas no Código Penal Brasileiro. RESUMO DAS FONTES DE FINANCIAMENTO VALOR (R$) FONTES Mecenato (Lei 8. são de minha inteira responsabilidade e podem. . e com o FGTS.estou ciente de que devo estar quites com a União. nos termos do art. TERMO DE RESPONSABILIDADE P A R A T O D O Estou ciente que são de minha inteira responsabilidade as informações contidas no presente formulário relativo ao meu projeto cultural. 2º do Decreto nº 83. no produto final ou serviço. que o não cumprimento deste dispositivo implicará minha inadimplência junto ao PRONAC.caso o apoio se concretize. obedecidos os critérios estabelecidos pela Portaria nº 219 de 04/12/97 e. de 06/09/97 que: .936. e que deverei solicitar previamente autorização do Ministério da Cultura. . .313/91) Audiovisual (Leio 8. Nome do proponente: ______________________________________________________ Assinatura do Proponente: __________________________________________________ O S C A S O S S .

de acordo com o que determina a Port/MinC/219/97 e conforme abaixo especificado NOME DO PROJETO: ____________________________________________________________________________________ Peça de Divulgação/Veículo (indique a peça gráfica ou veículo de comunicação utilizada para divulgação) Tamanho/Duração (indique as dimensões da peça gráfica ou a duração no caso de peças audiovisuais) Formato da Logomarca (indique o formato da logomarca que será utilizada de acordo com o Manual De Identidade Visual do Ministério da Cultura) Posição da Logomarca (indique o local onde será inserida a Logomarca do Ministério da Cultura. peças gráficas e de propaganda referentes á mídia e divulgação do projeto supracitado.PLANO BÁSICO DE DIVULGAÇÃO Comprometo-me a fazer constar a logomarca do Ministério da Cultura em todos os produtos. de acordo com o disposto na Portaria/MinC/219/97) DATA: _____ /_____ /_____ ASSINATURA: .

PLANO DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS Quantidade Total Disponível Nome do Evento/Produto Nº de Exemplares/ Ingressos Distribuição Gratuita Patrocinador Outros (*) Total para a Venda Venda Normal Venda Promocional Valor Unitário Receita Prevista (R$) (R$) Preço Normal Preço Venda Promocional Venda Normal Promocional (*) Especifique aqui o público-alvo a ser beneficiado com a distribuição gratuita: Receita total Prevista(R$) (venda normal + venda promocional) Local/Data : Assinatura do Proponente .

2. para fins de aprovação pela Lei 8. brasileira. Curitiba.EXCELENTÍSSIMO SENHOR XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DAS ARTES AUDIOVISUAIS XXXXXXXXXXXXXXXXXXX.313/91 (Mecenato) de acordo com os benefícios do artigo 18 (alterado pela Medida Provisória n. produtora e roteirista de cinema. intitulado XXXXXXXXXXXXXXXX. em película 35mm. divorciada. .01). 02 de Junho de 2005. vem perante Vossa Excelência apresentar o projeto de curta-metragem.2281 de 06.09. Na espera de seu bom acolhimento.

XXXXXXXXXXX CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO PRODUÇÃO/EXECUÇÃO DIVULGAÇÃO/COMERCIALIZAÇÃO CUSTOS ADMINISTRATIVOS IMPOSTOS /SEGUROS ELABORAÇÃO/AGENCIAMENTO CUSTO POR ATIVIDADE VALOR DO PROJETO:(R$) .

12. LEI ROUANET (8. MALUCELLI S/A.313/91.313/91) – R$ XXXXXXXXXX(xxxxxxxxxxxxxxxxx). BANCO J.2005 à 31. ÁGUAS OURO FINO LTDA.228-1 de 06.09.DEMONSTRATIVO DE RECEITA 1. PRINCIPAIS INCENTIVADORES – SADIA S/A.2005 4. alterado pela Medida Provisória n. entre outras.01) 3. 2.07. 2. . PERÍODO DE CAPTAÇÃO – ESTIMATIVA: 01. RECURSOS PRÓPRIOS – ISENTO (artigo 18 da Lei 8.

Desenvolvimento do projeto (elaboração de roteiro. 5. 6. levantamento dos custos para produção e organização de cronograma de produção). 2. Captação do recursos (elaboração de material para apresentar a possíveis incentivadores prospectados). orçamentos de materiais e serviços para o filme). Inscrição do projeto no Ministério da Cultura para a obtenção de recursos através dos benefícios da Lei Roaunet (Lei 8.CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO FÍSICA 1. 3.313/91). Produção (filmagens). Preparação (elaboração do projeto de filmagens. . técnicos e fornecedores de serviços e materiais). 4. Pré-produção (agendamento das filmagens com artistas.

edição de imagens. 8. 10. Pós-produção/Finalização (serviços de laboratório. trilha sonora. mixagem.APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • • • • • Contratação de equipe técnica. Último tratamento do roteiro.313/91 e demais regulamentações. Definição de apoio e/ou patrocínios. Desprodução (devolução de equipamentos e materiais utilizados no filme). banners e folders). Definição da locação. com autorização de uso. Definição de todos os fornecedores. edição de som.7. Exibição (inscrição do filme em festivais nacionais e internacionais e exibição em circuitos alternativos – cinematecas. cineclubes etc). 9. cópias e material publicitário – cartazes. . PLANO DE PRODUÇÃO 1. PRÉ-PRODUÇÃO . Prestação de Contas do projeto junto ao Ministério da Cultura conforme o disposto na Lei 8. Elaboração de projeto de arte. Escolha do material de cena.

o sétimo dia é folga e virada. Elaboração do plano final de filmagem (agenda). Definição de equipe técnica.2.. Contratação da equipe de apoio e infra-estrutura. Planejamento de locação e reserva de equipamentos.. gemidos. Primeiros estudos da trilha sonora. foleys.. Decupagem do roteiro. Escolha dos músicos que irão encabeçar a equipe de trilha sonora. Contratação de equipe de montagem. Elaboração dos projetos de som. Dolby license. som de sala. Criação de trilha sonora definitiva em cima das imagens das montagens. FILMAGENS – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • 6 dias de filmagens por semana. iluminação e maquinários. PREPARAÇÃO – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • • • • • • • • Execução do projeto de cenografia. mixagem etc. . 5. 3. Dublagens. 4. Avaliação do som captado. PÓS PRODUÇÃO – APROXIMADAMENTE 1 SEMANA • Desprodução. efeitos. FINALIZAÇÃO – APROXIMADAMENTE 3 SEMANAS • • • • • • Montagem em AVID do material filmado. Execução do projeto dos figurinos e adereços.

• • • Efeitos óticos. Elaboração do projeto de divulgação. . Execução do projeto gráfico.

13. MODELO DE ORÇAMENTO .

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14. RELAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS DE CINEMA Nome Alessandro Laroca Alvaro Archanjo Alziro Barbosa Andrea Tomereli Andrea Vaz Ariadene ou Ivana (Fundação Catarinense Cultural) Beto Carminatti Carlos Firmino Cinecolor Cinema Dolby Digital Fefo Gazeta do Povo (Paulo Camargo ou Rudnei Flores) Ivanir Pereira da Silva (Fumaça) Jacob Sarmento Jaime Brustolim Janice Davila JKL (João) Kito Labocine (Alice Camargo) Link Digital Lion Seguros (Altair) Função Editor de Som Assistente de Câmera Diretor de Fotografia Diretora de Produção Produtora de Elenco (Rede Globo) Locação de câmera 35mm Diretor Assistente de Câmera Transcrição óptica Laboratório Cinematográfico Royaties Design gráfico Imprensa Eletricista Locação de câmera 35mm Locação de câmera e grua Assistente de Câmera Locação de câmera Assistente de Câmera Laboratório Cinematográfico Telecinagem Seguradora de câmera e equipamentos Telefone (41) 3023-8162 ou (41) 91936879 (41) 9161-6441 ou (41) 2482537 (11) 6914-7888 ou (11) 99839734 (41) 9967-4090 ou (41) 3423821 (21) 2444-5780 ou (21) 78380632 (48) 234-4632 (41) 253-9115 ou (41) 30249115 (11) 8138-0404 (11) 4191-2600 (11) 3107-9585 (21) 2523-0152 (41) 3029-0289 ou (41) 91066339 (41) 321-5417 ou (41) 321-5418 (41) 9181-2545 ou (41) 6793713 (11) 3661-9390 ou 8104-8822 (41) 244-7510 (11) 3865-5438 ou (11) 81227610 (11) 3842-4691 (11) 9237-8786 (21) 2569-2002 (21) 2539-2704 (11) 3231-0577 .

Figurinos e Maquiagem (41) 332-0200 ou (41) 91997090 (41) 344-7790 ou (41) 91546847 (11) 9940-6635 ou (11) 58532100 (41) 364-9243 ou (41) 99630337 (11) 3664-7004 (21) 2539-1190 (41) 256-6023 ou (41) 99954150 (11) 9115-2353 ou (11) 33310948 ou (11) 6581-3673 (41) 222-5040 (11) 3889-2605 0800 41 8277 ou (41) 333-9599 (51) 9956-4274 ou (11) 50914000 (41) 253-4660 .Loc All (Marcelo Prosdóximo) Luciano Oliva Marcelo Capobianco Marcos Ribeiro Mega Color (Cacá) Movedol (Ronald ou Gilberto) Roberto Carli ou Marcelo Carli Rubens Eleotério Sated/PR Tele Image Vaspex Wagner Rodrigues Zenor Ribas Locação de câmera e equipamentos Maquinista Películas Kodak Técnico de Som Laboratório Cinematográfico Créditos Técnico de Som Locação de câmera 35mm e Diretor de Fotografia Sindicato dos Artistas do Paraná Laboratório Cinematográfico Transorte de material Películas Fuji Diretor de Arte.

gov.kinoforum.cultura. Site sobre informações sobre www.org. além de completa legislação audiovisual sobre projetos.b diversas notícias r sobre o cotidiano do audiovisual.com.br Cinema. com vários modelos de contratos e notas contratuais. Informações sobre registro de obras www. Informações gerais sobre produções audiovisuais.br audiovisuais (roteiros e argumentos) Informações sobre o www.org.satedsp.ctavnotícias e muitas sav.br informações para quem está começando.gov. Informações sobre o Ministério e suas atuações. Site que divulga www. além de outras ANCINE – Agência Nacional do Cinema MINISTÉRIO DA CULTURA TELA VIVA KINOFORUM DECINE BIBLIOTECA NACIONAL SATED/RJ SATED/SP .br Sindicato do Rio de Janeiro.com.br Legislação sobre projetos da Lei Rouanet e informações gerais. SITES MAIS IMPORTANTES Informações sobre a Agência Nacional do www.br Sindicato de São Paulo.bn.telaviva.15. www.org festivais nacionais e internacionais.ancine. www. Informações sobre o www.satedrj.

com.com. acústica: parte da ciência que trata dos fenômenos associados ao som. amplificador: equipamento eletrônico destinado a amplificar a intensidade dos sinais de áudio e fornecer a potência suficiente para fazer funcionar os monitores de áudio.sindcine. Ampère: unidade utilizada para expressar a magnitude de um fluxo elétrico. segue um breve e eficaz glossário para no caso de um esquecimento momentâneo. GLOSSÁRIO Galera.aptc.stic. a partir do termo equivalente em inglês.br SINDCINE/SP www. . Informações sobre o Sindicato dos Profissionais de Cinema do Rio de Janeiro.br informações importantes para o artista. incluindo a projeção cinematográfica. É o tipo de corrente normalmente recebida das companhias de eletricidade. canal: canal da trilha sonora do filme utilizada para reproduzir efeitos que transmitam o "ambiente" sonoro da cena mostrada na tela.org. Informações sobre o Sindicato do Rio Grande do Sul 16. Exemplo: negativo captado em 16mm ou Super 16mm transformado para negativo 35mm. A ABNT: sigla da Associação Brasileira de Normas Técnicas.STIC/RJ www. ambiente. Informações sobre o Sindicato dos Profissionais de Cinema de São Paulo. AC: abreviação de Corrente Alternada. responsável pelas normas e padrões técnicos que devem ser observados em diversos tipos de produtos e atividades. br APTC www. Ampliação É um processo óptico feito em laboratório que transforma uma imagem captada na bitola menor para uma bitola maior.

Anamorfização e Desamorfização A- Anamorfização: É um processo óptico de compressão de imagem. Essa imagem, antigamente chamada "wide screen", é comprimida num fotograma normal de 35mm. Para isso, a imagem precisa sair de seu normal, mudando de forma (fina e comprida), daí a denominação anamórfica. A imagem anamórfica pode ser obtida de duas maneiras: 1) captação direta na câmara de filmagem através de lentes especiais; 2) processo óptico de laboratório, ou seja, a imagem é captada em formato plano (Super 35mm) e comprimida opticamente através de lentes especiais no laboratório. B- Desanamorfização: É processo inverso, só que, neste caso, só é possível opticamente no laboratório. ângulo de projeção: ângulo formado entre o eixo ótico de projeção e um reta ou plano de referência.

B
Banda de legenda - também denominada de banda americana. É uma película transparente que contem as legendas de um filme, impressas em letras pretas, do mesmo tamanho do negativo ou internegativo, junto do qual será copiado. bandor: conjunto de painéis móveis fixados ao refletor para controle das dimensões do feixe luminoso. base: camada da película cinematográfica utilizada como suporte da emulsão da película. Também chamada "suporte". batoque: cilindro de plástico no qual se enrola a película cinematográfica de 35 mm, para armazenagem e transporte. bitola: medida da largura da película cinematográfica, de uma extremidade à outra. Bleach by pass - é uma modificação nos processos de revelação de negativo ou positivo que consiste em fazer com que a película que está sendo revelado não passe pelo banho denominado bleach ou embranquecedor, cuja função é eliminar a prata que fica retida durante o processo. Geralmente é solicitado pelo cliente que deseja fazer uma modificação no padrão normal dos filmes coloridos. bobina: também chamada "carretel", é o suporte no qual é enrolado o filme para projeção, transporte e armazenagem. boom: haste na qual é suspenso o microfone, utilizada para seguir os movimentos dos atores. brute: refletor com lâmpada a arco de alta potência equipado com lente Fresnel.

C
cabeça à fricção: cabeça de tripé com mecanismo de fricção regulável, usada para se obter movimentos suaves de câmera, no sentido vertical ou no sentido horizontal.

cabeça giroscópica: cabeça de tripé de câmera comportando um mecanismo giroscópico interno que tem por objetivo assegurar a uniformidade do movimento da câmera. cabeça magnética: componente do projetor utilizado para leitura da trilha sonora magnética dos filmes. câmera aérea: câmera de cinema projetada para realização de efeitos óticos (trucagens) quando uma imagem aérea é refotografada. candela: unidade internacional de medida de luminância. Seu símbolo é "cd". carretel (ou bobina): carretel plástico ou metálico com flanges protetoras usadas para se enrolar o filme. carvão: eletrodos de grafite ou outras formas de carbono, utilizados nas lanternas antigas, chamadas "de carvão", como fonte de luz da projeção. change-over: termo em inglês para designar a inversão, ou troca, entre projetores durante a projeção de um filme. chapéu-alto (hi-hat): suporte especial de câmera que permite posicioná-la a poucos centímetros do chão. chefe eletricista: chefe da equipe de elétrica do set de filmagem. CinemaScope: também chamado "Scope", é o mais popular dos formatos chamados "panorâmicos" em 35 mm. Utiliza uma lente "anamórfica, na filmagem e na projeção, com formato igual a 1:2,35. cintilamento (ou flicker): variações perceptíveis na intensidade luminosa da imagem projetada na tela. O mesmo que "flicker". claquete: dispositivo que consiste em dois pedaços de madeira unidos num extremo por uma dobradiça e pintado com listras brancas e pretas alternadas. É mantido à frente da câmera e do microfone e estalado quando o equipamento começa a ser utilizado. O estalo e a imagem das posições relativas das duas madeiras identificam a sincronização correta do som e imagem. coladeira: equipamento utilizado para emendar as extremidades da película cinematográfica. contra-regra: pessoa encarregada dos acessórios ou objetos necessários à ação do filme. contra-grifa: pino, ou pinos, que se encaixam nas perfurações do filme para mantê-lo imóvel durante o tempo de exposição. cópia "0" (cópia "zero"): cópia destinada à verificação e à aprovação dos serviços de laboratório.

cópia de trabalho: cópia positiva contendo os planos do filme em finalização, utilizada pelo montador para realizar seu trabalho. cópia: a cópia de um filme, produzida a partir de um negativo ou de um filme reversível. copiadora com janela molhada: copiadora na qual o filme é recoberto ou imerso em um líquido especial durante a copiagem, a fim de reduzir a um mínimo os arranhões do negativo sobre a cópia. Cópia "flashada" É uma cópia trabalhada pelo laboratório, na qual se joga uma luz neutra extra (igual nas 3 camadas), no momento da copiagem, a fim de baixar o contraste da cópia. Esta técnica, em geral, é usada em filmes para televisão. Copião É uma cópia muda (sem som), feita do negativo revelado das filmagens diárias de uma produção. O copião é feito dos "takes" escolhidos para serem copiados, a partir do boletim de filmagens, com especificações dos que devem ser copiados. A- Copião com luz padrão: É uma só copiagem (sem variação de luz). A partir do negativo que será copiado, o técnico determina uma intensidade de luz que seja intermediária e contemple de forma média, todas as correções da metragem total a ser copiada. B- Copião com marcação de luz cena a cena (take): A partir do negativo que será copiado, o técnico vai determinando intensidades de luz e cores diversas para as correções individuais de cada cena, a fim de obter um nível ideal de cor e densidade. corta-foco: obturador secundário da lanterna de projeção que interrompe o feixe luminoso quando o filme não estiver em movimento, para evitar que ele se queime. cross-over: equipamento eletrônico utilizado para separar o sinal sonoro em diferentes faixas de freqüência. cruz de malta: componente do projetor que produz o movimento intermitente de "avança-e-pára" da película cinematográfica durante a projeção.

D
dB: símbolo de decibel. dc: abreviação de corrente contínua, do termo em inglês, designando um tipo de corrente elétrica que flui em um só sentido, como o necessário para funcionamento das lanternas a xenon ou "carvão". debitador: tambor dentado utilizado no projetor para tracionar a película cinematográfica durante a projeção. decibel: unidade utilizada para expressar o nível de pressão sonora, cujo símbolo é "dB". decupagem: É a ordenação do roteiro dramático num story board detalhando plano a plano o filme proposto. É a forma visual do roteiro literário, da qual participam o diretor, o diretor de produção, o continuísta e o diretor de fotografia.

tem uma transmitância igual a 0.610/98) distância de projeção: distância entre a objetiva do projetor e a tela de projeção. só é possível opticamente no laboratório. ou a opacidade dos tons negros nos processos em P&B. Uma película que transmita metade da luz incidente. emulsão: camada da película fotográfica sensível à luz. E eixo ótico (da projeção): reta imaginária que passa pelo centro geométrico da lente .ou lentes . DTS: sistema sonoro digital no qual a informação sonora é registrada em um CD. Desanamorfização . sincronizado às imagens através de um time code impresso fotograficamente na película cinematográfica.50. dicróico: tipo de revestimento aplicado em espelhos ou lentes que filtra os raios infravermelhos. no formato de uma semi-esfera ou parábola. Esta medição é feita em aparelhos calibrados para tal e que são chamados de densitômetros.densidade: utilizado em fotografia para expressar a transmitância ou reflectância. nos procedimentos analógico ou digital. Neste caso. da película fotográfica. com menor quantidade de calor. por exemplo. utilizado para concentrar a luz de projeção no fotograma que será projetado na tela.é um capítulo da Sensitometria que consiste num método de medir a opacidade das cores nos processos coloridos. .é o processo inverso da anamorfização.ROM. e uma densidade igual a 0. ou 50%. que transmitem o calor. entre a trilha sonora ótica analógica convencional e o fotograma.de projeção. por exemplo. O espelho dicróico. Dolby: marca do fabricante que desenvolveu e fabrica um sistema para redução de ruídos da trilha sonora dos filmes e para registro e reprodução de trilhas com som estereofônico. na qual é registrada a imagem do filme. sem afetar os outros comprimentos de onda do espectro luminoso. possibilita concentrar no fotograma uma maior quantidade de luz. direitos autorais: direitos do autor e dos que são conexos (Lei Federal 9. emenda: procedimento utilizado para unir extremidades da película cinematográfica.30. lâmpada e espelho de projeção. espelho do projetor ou da lanterna: espelho de alta qualidade ótica e capacidade de reflexão. depois que esta foi filmada. dublagem: gravação de diálogos sincronizados com a cena. densitômetro: instrumento utilizado para medir a densidade de uma imagem fotográfica. Densitometria .

produz uma gravação inversa à da luz e áreas negras da cena filmada. Filme Negativo . O filme negativo pode ser: a) preto e branco b) colorido Filme positivo . sendo necessária a sua duplicação em filme de cópia (positivo). Não pode ser visto diretamente após o processamento. seja em baixo ou em cima. resultante de uma má regulagem do obturador em relação ao movimento do filme. usado para designar variações na intensidade luminosa na tela de projeção. isto é. copiões. Também chamado de "3D". fantasma: problema da projeção quando formam-se pequenos halos . foco: diz-se que uma imagem está em foco. quando ela se apresenta nítida. inversa da imagem real. O mesmo que "cintilamento". formato de projeção: proporção entre a altura e a largura da imagem do filme na tela. cópias de exibição) filme tridimensional: processo que transmite a ilusão de profundidade nos filmes. . estrela (ou tribase): dispositivo destinado a manter fixas as pernas do tripé da câmera. com as bordas bem definidas.espelho frio: espelho dicróico que não reflete os comprimentos de onda das radiações infravermelhas. flicker: termo em inglês para cintilamento. que transforma variações na luz em variações em impulsos elétricos. Costuma-se dizer que a imagem está "flicando". F fantasma: "borrão" vertical na imagem."fantasmas" ao redor das imagens projetadas na tela. Nesses casos costuma-se dizer que a imagem está "fora de quadro". ou quando a película não está posicionada corretamente no projetor e o espaço entre os fotogramas é projetado na tela. fotocélula: dispositivo do projetor. fora de quadro: defeito da projeção quando a imagem não está centrada na tela de projeção. fotômetro: instrumento utilizado para medição da intensidade luminosa. flicker: variações perceptíveis na intensidade luminosa da imagem projetada na tela. filme virgem: película fotográfica não exposta nem processada.utilizado pelos laboratórios para serviços de copiagem (cópias de trabalho. frame: termo em inglês para fotograma ou quadro.

para dar continuidade ao filme que está sendo exibido. grifa: nome do componente mecânico no formato de um garfo que introduz seus dentes nas perfurações da película cinematográfica para puxá-la em um movimento intermitente de "avança-e-pára". inversão de projetor: procedimento pelo qual o operador cinematográfico muda de um projetor para o outro durante a projeção. por exemplo. fusão: a transição de uma cena para outra. intermediate: internegativo (ou interpositivo) utilizado como etapa intermediária na produção de cópias positivas (ou negativas). hot spot: termo em inglês que significa "mancha quente". . fusível: dispositivo de segurança utilizado para interromper ou desconectar um fluxo elétrico que exceda a capacidade de uma instalação elétrica ou equipamento. As freqüências infravermelhas transmitem principalmente calor. utilizado para designar áreas de maior concentração de luz na tela de projeção. na qual uma nova cena aparece gradualmente ao mesmo tempo que a primeira cena desaparece gradualmente. instabilidade vertical: defeito da projeção quando a imagem projetada na tela movimenta-se para cima e para baixo. infravermelho: parte do espectro eletromagnético com freqüência abaixo das freqüências luminosas visíveis pelo olho humano. as ondas sonoras. instabilidade horizontal: defeito da projeção quando a imagem projetada na tela movimenta-se de um lado para o outro. sem que o público perceba. H horímetro: dispositivo das lanternas a xenon utilizadas para monitorar o tempo de utilização das lâmpadas. I ignitor: mecanismo utilizado para dar partida na lâmpada xenon.freqüência: o número de ciclos de um fenômeno que se repete a intervalos periódicos como. internegativo: negativo produzido a partir de uma cópia positiva original utilizado para fazer outras cópias. G gelatina: folha de material transparente e colorido utilizado para modificar a luz dos refletores.

mantendo ou não o mesmo formato do negativo. Esses processos com líquidos são utilizados para retirada / minimização de riscos e abrasões sobre o original. alimentada por corrente contínua. não raro resumida. Legenda . utilizada dependendo do serviço a ser feito. lanterna de projeção: caixa de metal na qual se instala a fonte de luz da projeção. lanterna xenon: nome genérico que se dá à lanterna de projeção que utiliza uma lâmpada a gás de xenônio como fonte de luz. eliminando todas as impurezas decorrentes do manuseio. lâmpada excitadora: lâmpada incandescente. L laçada: folga na película cinematográfica durante o seu carregamento na câmera de filmagem ou no projetor que tem por finalidade possibilitar o movimento intermitente da película. Janela Submersa É uma técnica utilizada para copiagem por contato. Nesse sistema o líquido é aplicado apenas no negativo. das falas dos artistas. mantendo o mesmo formato da matriz. em que o líquido é aplicado tanto na matriz como no filme virgem. Janela Líquida É uma técnica utilizada para copiagem óptica. Janela Molhada É uma técnica semelhante a da janela líquida. lanterna a carvão: lanterna de projeção na qual se utiliza como fonte luminosa a descarga elétrica entre bastões de grafite ou outro composto de carbono. . lâmpada de tungstênio: tipo de lâmpada geralmente utilizado como fonte de luz dos projetores de 16 mm portáteis. não pode feita por este processo.J janela de projeção: placa de metal inserida no projetor.letreiro aposto a uma película cinematográfica para apresentação do filme ou com a tradução. com a proporção correta do da imagem que deve ser projetada na tela. lâmpada excitadora: lâmpada utilizada como fonte luminosa de um sistema de leitura do registro sonoro ótico. O mesmo que loop. Lavagem na máquina de ultra-som É uma máquina que utiliza o processo ultra-sônico para limpeza do filme. A ampliação. por exemplo. que fornece a luz para leitura da trilha sonora ótica impressa na película.

b) a laser .método usado para corrigir as distorções de cores em filmes coloridos ou de tons negros em filme P&B. ou em um variedade de instrumentos óticos. tais como grua. A lente anamórfica utilizada na projeção faz o inverso.configura-se na impressão a laser diretamente na cópia. para que a imagem projetada corresponda à imagem original. bem como para obter efeitos especiais solicitados pelos clientes na fotografia final dos filmes.é o método da inclusão da legenda numa película. à metade do valor original. que. lente anamórfica: tipo de lente com diferentes magnificasses nas dimensões vertical e horizontal da imagem. Marcação de luz . marcas de inversão: marcas impressas na película para lembrar o operador cinematográfico que o final do rolo se aproxima. etc.configura-se na elaboração de uma banda de legenda. etc. loop: folga na película cinematográfica durante o seu carregamento na câmera de filmagem ou no projetor que tem por finalidade possibilitar o movimento intermitente da película. luz parasita: luz indesejável proveniente de lâmpadas não protegidas. locação: local de filmagem que não seja em estúdio. O mesmo que "laçada". reflexos. praticamente duplicando a largura da imagem registrada no fotograma. Pode ser feita de duas maneiras: a) processo óptico . em uma película fotográfica ou cinematográfica. . para que ele possa fazer a inversão dos projetores. M magazine: compartimento fechado do projetor no qual fica o rolo de película para projeção ou remoção. portas abertas. maquinista: profissional responsável pela operação da maquinaria de filmagem. juntamente com os negativos (ou internegativos) de som e imagem permite que sejam tiradas cópias legendadas. lente plana: qualquer lente não anamórfica. aproximadamente.Legendagem . lente: dispositivo ótico utilizado para produzir uma imagem na tela. A lente anamórfica usada na filmagem comprime a largura da imagem. luminosidade da tela: a luminosidade do feixe de luz de projeção refletido pela tela. líder: pedaço da película cinematográfica utilizado para identificar cada rolo do filme. travelling. Também pode ser usada para convergir ("concentrar") ou divergir ("dispersar") raios luminosos em diversas aplicações. reduzindo-a.

Montagem de negativos . montagem A e B: técnica de montagem de negativos ou filmes reversíveis em rolos separados para eliminar a reprodução de emendas e facilitar a copiagem de efeitos óticos. N Negativo . montagem do negativo: operação na qual os negativos originais do filme. após cada deslocamento. letreiros. Negativo "flashado" . fades. fusões. possui emulsão Preto & Branco de alto contraste.É uma técnica através da qual se imprime luz no negativo para baixar o seu contraste. Pode ser feita de duas maneiras: 1) em câmaras que já possuem lâmpada com dispositivo especial para esse efeito. 2) é executado no laboratório. grão fino e alto poder de resolução. moviola: nome de um fabricante de mesas de edição verticais. mixagem: etapa da finalização de um filme onde os sons do filme. mesa de edição: equipamento utilizado para montar ou editar a imagem ou o som do filme. ou. montagem: processo para combinação das cenas filmadas na seqüência desejada para o filme quando pronto. na falta de tal câmara. geralmente utilizado como designação genérica para esse tipo de equipamento. que. permanece imóvel em frente à janela no tempo suficiente para ser exposto ou projetado. colocada nas extremidades da tela para ajustar suas dimensões às da imagem projetada. B. no qual o filme avança quadro a quadro e.Pós-flash: É a utilização desta técnica no negativo filmado. ajustados e regravados em uma única trilha.é um filme especial. A. para um bom registro de área variável. apresentações etc. movimento intermitente: deslocamento da película na câmera ou no projetor. tais como inserção de trucagens. . móvel ou fixa. e outros negativos. monitor de áudio: conjunto de alto-falantes utilizados para reprodução sonora. antes da revelação.Pré-flash: É a utilização desta técnica num negativo virgem. são unidos na seqüência desejada para o filme. num copiador. são combinados. até então registrados em diferentes trilhas.a montagem de negativos é feita tanto para a finalização de filmes como também para as fases intermediárias. etc. moldura (ou máscara) da tela: moldura.veja Filme Negativo Negativo de som . master positivo: cópia feita a partir do negativo original para se produzir um contratipo negativo.

ponta preta: parte da película. O plano de filmagem é montado pelo produtor executivo e o diretor. O obturador: disco metálico circular e plano com setores abertos destinados à passagem da luz durante o movimento do filme na câmera. plano de filmagem: É a planificação e o gerenciamento da produção propriamente dita. totalmente preta. montagem. filmagem. Operador cinematográfico. para expor o fotograma seguinte. produção. Q quadro compressor: componente do projetor utilizado para pressionar levemente o filme contra o patins. colocada no início do rolo de um filme para proteção da película no momento de carregá-lo ou descarregá-lo.negativo da imagem: película contendo os negativos das imagens filmadas.copiador usado para fazer correção de luzes e cores. utilizando para tal fim apenas de 1 a 3 fotogramas de cada take. perfuração: orifícios na película cinematográfica nos quais se encaixam os dentes do mecanismo intermitente do projetor para tracioná-la durante a projeção. os custos e os responsáveis pela pré-produção. finalização e a previsão da primeira cópia do filme. ou no projetor. projecionista: profissional responsável pela operação dos equipamentos de projeção. ou no projetor. potenciômetro: instrumento para regulagem do nível sonoro durante a gravação ou a reprodução. a partir do qual são feitas as cópias do filme. os prazos. . utilizado para interromper o fluxo no momento em que a película é movimentada na câmera. mixagem. P patins: dispositivo que mantém o filme pressionado contra os tambores dentados (sprocket) da câmera ou projetor. negativo: filme com as imagens registradas com distribuição tonal reversa às do original. Especifica as tarefas. Proof Printer . a serem superpostas às imagens do filme durante a copiagem. Este aparelho é uma versão moderna dos antigos Light-Tests. obtendo-se com isso uma grande economia de filme copiado e de tempo de trabalho. negativo das legendas: negativo que só contém as imagens das legendas.

é um processo químico que permite o aparecimento da imagem que foi fotossensibilizada. para alimentar as lanternas a xenon ou a "carvão". antes ou depois da projeção. ruído de fundo: os componentes indesejáveis de um registro sonoro. consistindo de sons parasitas captados durante a gravação e ruídos gerados pelo equipamento eletrônico. redução de ruídos: procedimento utilizado em sistemas de som.R rebobinadeira: equipamento usado para rebobinar a película cinematográfica. a passagem de uma dimensão maior para uma menor. Exemplo: filme captado em 35mm a ser transformado para 16mm. O processo de revelação consiste numa seqüência de etapas. reversível: película na qual. em função da película e dos resultados que se pretendem obter. ações e diálogos de um filme. rolete liso: componente no formato de um cilindro de metal utilizado para guiar a película cinematográfica no projetor. no qual a informação sonora é registrada fotograficamente nas duas bordas da película. no espaço entre as perfurações e as extremidades da película. após revelação. . roteiro: documento contendo a descrição detalhada das cenas. fornecida pelas companhias elétricas.É o processo inverso. em corrente contínua. as imagens aparecem na polaridade correta. Redução . cenários. ruído: qualquer sinal indesejável. O mesmo que enroladeira. Revelação . alteram-se o temp de revelação e a temperatura. ou seja. incluindo cinema. que tem por objetivo eliminar qualquer som que não faça parte da trilha sonora do filme. que. rolete dentado: componente no formato de um cilindro de metal com dentes que se encaixam nas perfurações da película cinematográfica para movimentá-la no projetor durante a projeção. e não com negativos. retificador: equipamento que transforma a corrente alternada. S SDDS: sistema sonoro digital da Sony. Geralmente utilizado em oposição a som. resposta de freqüência: a capacidade de um equipamento em transmitir ou reproduzir as freqüências de um registro sonoro. de um rolo para outro.

som magnético: processo no qual a trilha sonora do filme é registrada em uma fita magnética colada em laboratório sobre a película cinematográfica. sub-woofer: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das freqüências sonoras muito baixas. usualmente transparente. Permite a otimização dos processos usados dentro dos laboratórios cinematográficos e fotográficos. etc. sincronismo (ou "sinc"): sincronismo correto entre as imagens do filme e os seus respectivos sons. tela (de projeção): superfície. T tambor de tração: tambor dentado do projetor que movimenta o filme de forma intermitente. SR·D: sistema sonoro digital dos laboratórios Dolby. Também chamada "base". geralmente de material plástico flexível. também chamados "subgraves". no qual a informação sonora é registrada fotograficamente através de uma série de pontos no espaço entre perfurações da película cinematográfica. som estereofônico: tipo de registro e reprodução sonora na qual os sons são divididos em diversos canais independentes. som monofônico: sistema sonoro no qual todas as informações sonoras do filme são registradas em uma única pista. som ótico: registro sonoro feito pela conversão das modulações do som em uma imagem fotográfica que é reconvertida em modulações elétricas durante a reprodução sonora. start: fotogramas nos quais são marcados visualmente o início da imagem e do som do filme. tambor debitador: tambor dentado que leva o filme à área da janela dos projetores. e são reproduzidas por um mesmo conjunto de monitores de áudio. . câmeras. suporte: material plástico flexível.é a ciência que estuda as propriedades e características das emulsões fotográficas. som digital: sistema de registro e reprodução sonora no qual os sons são registrados através de codificação matemática. utilizado como suporte da imagem durante a projeção. surround: termo em inglês para designar o canal ambiente da trilha dos filmes. posicionando o quadro da imagem em frente à janela de projeção para ser projetado. permitindo assim a sincronização de ambos durante a projeção. copiadoras. bem como dos processos de filmagem. ou canal.Sensitometria . da película cinematográfica sobre o qual podem ser aplicados uma emulsão fotográfica ou outras substâncias.

os "agudos". tweeter: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das altas freqüências sonoras.É o processo de transferência das informações de um negativo ou positivo de 16mm ou 35mm para o padrão VHS ou BETA. dessa forma. V visionamento: exame crítico do filme durante a projeção. trilha sonora: parte da película cinematográfica na qual é registrado o som dos filmes. dar ao espectador a impressão deque o som e a imagem do filme se originam no mesmo ponto. . W woofer: nome em inglês que se dá aos monitores de áudio utilizados para reprodução das baixas freqüências sonoras. torre (das lentes): disco giratório. telecinagem: transferência da imagem fílmica para sinal digital e imagem em vídeo temperatura de cor: método utilizado para descrever a cor de uma fonte luminosa através de um único número.veja "lavagem em máquina de ultra-som" ultravioleta: parte do espectro eletromagnético com freqüência acima da faixa de freqüências luminosas visíveis. Telecine . posicionado em frente à câmera ou projetor. no qual são instaladas diversas lentes com diferentes distâncias focais. U Ultra-Som . expresso em graus Kelvin. time code: termo inglês que significa "código de tempo". utilizada quando se deseja instalar os monitores de áudio atrás da tela para.É um teste fotográfico que define se o filme virgem a ser usado nas filmagens está dentro das características indicadas pela fábrica.tela perfurada: tela de projeção com pequenos orifícios em toda a sua extensão. Teste Sensitométrico . os "graves". tela perolizada: tela de projeção cuja superfície contém elementos esféricos possibilitando controlar a diretividade da reflexão da luz de projeção. K. utilizado para registrar a localização de cada fotograma do filme para sincronização com o som.