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a exigência deas ondas serem emergentes no infinito faz com queA,"' = O na Eq.(16.37). Assim, escolhemosfikr) = gdkr) = Irpl(kr) na Eq.(16.

46) como a representaçáo de E e de B fora das fontes. Em seguida, consideramos a representação de onda esférica (16.22) para a funçiío de Green iia Eq.(16.87) e admitimos que o ponto x está fora de urna superfície esférica que envolve completamente as fontes. Entáo, nas integrações d a Eq.(16.87), r, = r', r, = r. A projeção da onda esférica, necessária para a Eq.(16.47), é

onde os rnoinentos de rnultipolo sáo

Mediante esta projeçáo, vemos quecl,,il, />I) ndl, m ) são dados em termos dos integrandos na e Eq.(16.87) por

O momento aparece tendo a mesma Iòrrna que O momento de rnultipolo eletrostáti~oq~,,~, Eq.(4.3). O ~nomcntoQ'~,,, rnoinento de rnultipolo elétrico indiizido devido à inagnetizac;ão. é um Em geral, é nienor que o momento normal Q,,,, pelo mcnos pelo fator kr. Pura o cocficienttt de niultipolo magnéticoa,,,(l, m), a aproximação correspondente de grandes comprimentos de onda
é

e,,,,

As expressões na Eq.(16.89) dáo as intensidades dos diversos campos de rnultipolo na regi50 externa às fontes, em termos das integrais sobre a s densidades J e A d a s fontes. Estas expressões podem ser transformadas em relações maisúteis, mediante as seguintes identiclades. Seja A(x) urn campo vetorial bem comportado. Entáo,

onde os momentos de miiltipolo magnético são

Estas identidades são conseqüências da definiçiio (16.25) de L e de identidades vetoriais na simples. Com A = A primeira equação e A = J na segunda, a integral para adl, rn) na Eq. (16.89) fica

aE(l,m) = - 4"k3 -

. JioI j l ( k r ) ~ [ v(rx&)+-ck2 v 2 ( r . J) ----r (rzp)] d3x k ra

1

i l a

Em contraste com os momentos de multipolo elétrico Q,,, e Q',,,, para um sistema com magnetização intrínseca os momentos magnéticos M1, e MrI,, são, em geral, da mesma ordem de grandeza. No limite dos grandes comprimentos d e onda, vemos claramente que os campos de multipolo elétricos estão relacionados com a densidade de carga elétricap, enquanto os campos de multipolo magnético são determinados pelas densidades de momento magnético, (r x Jjlk e

onde tisarnos a Eq.(16.82) para exprimir V . J em termos de p. A integraçáo por partes no segundo termo substitui V2 por -k" enquanto que uma integração radial por partes no terceiro termo transforma a derivada radial numa função esférica de Bessel. O resultado para o coeficiente tie mirltipolo el6tric.o é

A.

16.6 ~ a d i a ç ã o multipolo em sistemas atômicos e nucleares de
Embora uma discussão completa exija um tratamento quântico apropriado dos estados envolvidos, é possível apresentar, com argumentos simples. os traços essenciais da radiacao de ni~iltipolo nos átomos e nos núcleos.§ Da Eq.06.78) e dos coeficientes de multipolo (36.93) e (16.95), a potência total irradiada por um multipolo de ordem (1, t71) é
. 4

A manipulação anlíloga com a segunda equação em (16.89) leva ao coclficierzte de multipolo ttlagtiético,

Em termos quânticos, estamos interessados na probabilidade de transiçáo (inverso da msiavida), definida como a potência dividida pela energia de um fóton: Estes resultados sáo expressões exatas, válidas para freqüências arbitrárias e dimensões da fonte também arbitrárias. Em muitas aplicações da física atômica e nuclear, a s dimensões da fonte sáo muito pequenas em comparaçáo com um comprimento de onda (krma,<< 1). Então, os coeficientes de multipolo podem ser consideravelmente simplificados. Podemos usar o limite (16.12) para pequenos argumentos das funções esféricas de Bessel. Guardando somente as potências mais baixas em kr nos termos que envolvem p ou J e d , encontramos o coeficiente aproximado do multipolo elétrico,

PVerBlart e Wcisskopf, págs. 597-599, para as definiçóes quânticas dos momentos de multipolo. Observe os fatores de 2 que estabelecem uma diferença entre os momentos que definirnos e os que lá são definidos, em virtude dasequac;óesr7.1) e (3.2) que estão na pág. 590 da obra, referentes as densidades das fontes, e que sáo diferentes das nossas, Eq. (16.80). Ver o Problema 9.1 sobre a relaçfio entre as formas fatorizadas na Eq. (16.80) e as fontes clássicas p(x, r), etc.

Uma vez que estamos preocupados apenas com estimativas de ordem de grandeza, vamos f z = r o seguinte modelo esquemático da fonte. A densidade de carga oscilante é, por hipótese, de modo que

Er.t:o, uma estimativa do momento de multipolo elétrico
Qim

Ql,

é

--

3 ea' 1+ 3

independente de 171. Analogamente, para as divergências das magnetizações vamos admitir a foma esquemática

on2c g é o fator g efetivo para os momentos magnéticos das partículas no sistema atômico ou nuzlcar, eefilmc é odobro do magneton de Bohr para estas partículas. Assim, uma estimativa da ~ 0 . dos momentos de rnultipolo magnéticos é ~2

Da Eq.(16.106), vemos que os multipolos sucessivos estarão na razão (Z,d137)*. A razão entre as taxas de transição de multipolo magnético e as de multipolo elétrico pode ser estimada pela Eq.(16.105). O fatorg é da ordem daunidade para elétrons. Com n = n,/Z,, = 137(ti/111cZ,J, vemos que a taxa do I-ésimo multipolo magnético é menor, por um fator (Z,,4137)2, que a do multipolo elétrico correspondente. Concluímos que, nas transições atõmicas, as de dipolo elétrico serão mais intensas, e as de qiiadrupolo elétrico e de dipolo magnético serão mais fracas por um fator (Z,,4137)2.Somente nas transições de raios X nos elementos mais pesados haverá entre outros multipolos que não os elétricos de ordem mais baixa. possibilidade de con~petição Voltainos agora a nossa atenção para as transições radiativas nos núcleos atômicos. Em virtude de as energias das transições nucleares radiativas variarem fortemente (desde cerca de 10 keV até vários MeV), os valores de ka cobrem uma ampla faixa. Isto quer dizer que, para uma dada ordem de multipolo, as probabilidades de transição (ou as meias-vidas) estarão numa faixa de várias potências de 10, de acordo com a energia libertada, com superposições de multipolos em ambas as extremidades dos intervalos correspondentes. Apesar disto, as estimativas redondas das Eqs.(l6.104) e (16.105) sáo úteis para catalogar as transições de multipolos nucleares pois, para uma energia libertada fixa, as estimativas para os diferentes multipolos são muito diferentes. A Fig. 16.2 mostra um gráfico log-log da estimativa da Eq.(l6.104)para as meias-vidas das

Da definição Q',, Eq.(16.94), vemos que

Urr.2 vez que as energias das transições radiativas nos átomos e nos núcleos são sempre muito pecctnas em comparação com as energias de repouso das partículas envolvidas, Q',, é sempre corzyletamente desprezível em relação a Q,,. Para as transições de multipolo elétrico de ordem I , a estimativa (16.100) leva a uma probzbilidade de transiçáo (16.98):

A mcnos de fatores da ordem da unidade, a probabilidade de transição dos multipolos magnéticos i. de acordo com a Eq.(16.102),

A presença do fator (ka)?' na probabilidade de transição (16.104) significa que, no limite dos grandes comprimentos de onda (kn <c I), a taxa de transição cai rapidamente com o crescimenx da ordem do rnultipolo, sendo a freqüência fixa. Por isso, numa transição atômica ou nuclmr, o multipolo mais baixo niio-nulo será, emgeral, oúnicoa ter importância. A razãoentre as probabilidades de transição para ordens sucessivas dos multipolos elétrico ou magnético de mesma frcqiiéncia é

onde oniitin~osfatores numiricos de ordem relativa (111). Sos sistemas atomicos, são os elétrons as partículas envolvidas nos processos de rxiiação. As d!.iiensões da fonte podern ser igiialatlas a n = (a,/Z,J onderro é o raio dc Bohr eZ,,é uma cnrm nuclear efetiva (Z,,? 1 para transições dos elétrons de valência;Z,, 5 Z para transições de I Para estimarka, observamos que aenergia da transição atômica é, em geral, da ordem raios S . de

Fig. 16.2 Meias-vidas estimadas dos estados nucleares excitados contra a emissão de radiação de multipolo, em função da energia do fóton, para 1 = 1, 2, 3 , 4.

transições de multipolo elétrico, utilizandoe corno a carga do próton eu = 5,6. 10-l3 cm. Este é um raio nuclear apropriado a um número de massa A = 100. Vemos que, embora as curvas tendam a convergir nas altas energias, as meias-vidas para diferentes niultipolos na mesma energia diferem por fatores que sáo, nos casos típicos, da orderii de 10í. Isto quer dizer que os irionientos de multipolo reais nas transições individuais podem desviar-se fortemente das nossas estimativas grosseiras, sem que se perca a utilidade destas estimativas como guias para determinar as ordens de rnultipolo. Experimentalmente,§ o diagrama de energia contra meiavida mostra faixas largas, porém bem definidas, nas vizinhanças das retas que aparecem na Fig. 16.2. Há urna tendência geral para usar a estimativa (16.104) como um limite inferior do momento de inultipolo, enquanto que a Eq.(16.100) dá um limite superior; porém, para algurnas transições de quadnipolo elétrico, denominadas "realçadas". as meias-vidaspodem ser até 100 vezes mais curtas que as dadas na Fig. 16.2. Podem-se comparar os miiltipolos magnético e elétrico de mesrna ordem pela Eq.(16.105). Para núcleons, o fator g efetivo é tipicamente da ordem de 3, em virtude dos seus momentos magnéticos nn8n1nlos. Entáo, com urna estimativa das dimensões da fonte a = R = 1,2A ' I 3 . I O-IJ cm, eticontrarnos

Os fatores numiricos vão de 4.10-l2 até 0,8.10-"ara 20<A<250. Podemos assim prever que, para uma dada ordem de inultipolo, as transições elétricas serão de 25 a 120 vezes mais intensas que as transições magnéticas. Para a maior parte dos multipolos, isto é, em geral, verdadeiro. Porém, para I = 1, existem circunstâncias especiais nos núcleos (forças intensas, atrativas, independentes das cargas) que inibem as transições de dipolo elétrico (pelo menos nas energias baixas). Então, a estimativa da Eq.(16.109) não funciona; as transições de dipolo magnético são nestes L ~ S O Smuito mais comuns, e táo intensas quanto as transiçóes de dipolo elétrico. Na Seção 16.3, discutimos a paridade e as regras de seleção do momento angular, e mencionamos que poderia ocorrer, nas transições entre dois estados quânticos, uma mistura de multipolos, como, por exemplo, de multipolos magnéticos I, (I 2). ... e multipolos elétricos (I + I), (I + 3), ... No limite dos comprimentos de onda grandes, basta considerar o multipolo de ordem mais baixa em cada tipo. As razões (16.105)e (16.106) podem ser combinadas para dar as taxas relativas de transição do multipolo elétrico (I + 1) para o multipolo magnético1 (usada mais comumente para I = I),

Fig. 16.3 Antena linear, com alimentação central.

~

solução direta para os campos, no caso em que a distribuição de corrente era senoidd. Isto servirá de base de comparaçáo para testar a convergência da expansão de rnultipolo. \-amos admitir que a antena esteja no eixo dosz, no intervalo -(d/?) < z 6 (d/2),e tenha uma pzquena fenda central, de modo que possa ser convenientemente excitada. A corrente ao longo da antena é nula nos pontos terminais, e é uma função par dez. Não vamos, por enquanto, especiticá-Ia mais detalhadamente, e escreveremos apenas I(z, t) = I(]z 1) e-'"', Uma vez que a corrente flui radialmente, (r x J) = O. Além disto, náo há magne?ização intrínseca. Por isso, todos os coeficientes de multipolo magnético, a,,(/, nz), seráo nulos. Para calcular o coeficiente de multipolo elétrico a E (1, nz), Eq.(16.91), necessitamos de expressões para as densidades de carga e de corrente. A densidade de corrente J é uma corrente ~ d i a l , confinada no eixo dosz. Em coordenadas esféricas, esta densidade de corrente pode ser escrita, para r < (d/2), como
J(X) = E ,

+

ondeE é a energia do fóton, em MeV. Para as transições energéticas nos elementos pesados, a rrniplitrrde do quadrupolo elétrico é da ordem de 5% da amplitude do dipolo magnético. Porém, se houver um reforço do momento de quad~upoloefetivo por um fator de 10, como ocorre realmente nos núcleos das terras raras e dos elementos transurânicos, a transição do quadrupolo elétrico compete favoravelmente com a transição do dipolo magnético. Parauma misturade niultipolo magnético (1 + 1) e multipolo elétricol, a raz- entre as taxas ao de transiçáo é

I(r) -[ ~ ( C OoS- I) - ~ ( C O S i)] e+ 2rr2

onde as funçóes delta determinam que a corrente tenha o fluxo somente para cima (ou para baixo) ao longo do eixo dosz. Da equação da continuidade (16.82), verificamos que a dens:dade de carga é

Mesmo em transições energéticas, um multipolo magnético (I + 1) nunca se aproxima competitivamente de um multipolo elétrico I.

Estas expressões para J e para p podem ser inseridas na Eq.(16.91) para dar

16.7 Radiação de uma antena linear com alimentação central
Como ilustração do uso de um desenvolvimento de multipolo para uma fonte cujas dimensões são comparáveis a um comprimento de onda, vamos considerar a radiação de uma antena delgada, linear, com alimentação central, conforme está na Fig. 16.3. Já vimos, no Cap. 9, uma
-

A integral sobre os ângulos é

$Ver as Figs. 1 e 2 do artigo de M. Goldhaber e J . Weneser, Annual Review of Nuclear Science, Vol. 5 , J . G. Beckerley (ed.), Annual Revieas. Stanford (1955). pág. 1-24.

J' d n = ~TS~,~[Y,~(O) - Y,(T)I

Com uma corrente senoidal. a emissão de radiaçáo modifica a distribuição de corrente. ou de seja. coeficiente para 1 = 1 está tabelado. na configuraçãode meia-onda.119). Porém.( cos 8) dP- f senZ 8 COS< ' kd= n (.esse radiação.0463 e 0. a menos que a antena seja infinitamente delgada.4(a). Uma vez que o nosso objetivo é comparar o desenvolvimento em multipolo com unia forma fechada de solução para urna distribuição co~il~eciiia corrente. e a (n2/4)para a antena de onda inteira. com a freqiiência o. fazemos sobre I(z) a mesma hipótese que fizemos na Seção 9. obtemos imediatamente.118). e (h) quanto maiores a s dimensões da antena.(16. e os desenvolvimentosem multipolos. Por isso. .123) é 0. vamos analisar os casos especiais de uma antena de meia-onda (kcf = v) e uma antena de onda inteira (kd = 2 ~ ) Para estes dois valores de kd. e a fase foi escolhida de modo que a corrente se anule nas extremidades da antena. sen2 e Com apenas os termos de dipolo e de octopolo na distrib. é evidente que(u) os coeficientes diminuem rapidamente em m6dulo quando1 cresce. Portanto. a Eq. A primeira parte é uma diferencial exata.1 18) se anula. Então.com alimentação central.304 para a antena de meia-onda e para a antena d e onda inteira.cor e) . a Eq. respectivamente. Se não hout. com o número de onda k = olc.121) fica Para estimar a Eq. vemos que a potência irradiada por unidade de ângulo sólido (16.(16. Da tabela. Do Cap. Porérii.qb). a integral sobre os ângulos tem o valor-. a variação senoidal no teriipo. A concordinciaentre a configuraçãoexatae a daaproximação dos dois termosde multipolos é excelente. especialmente para kd = n-. e é certamente adequado paraa potência total (que envolve os quadrados dos coeficientes). kd=2rr onde I é a corrente de pico. 16.74) é (a) kd = n (b) kd = 27r Flg. mesmo para a antena de onda inteira é possivelmente adequado manter somente1 = 1 e1 = 3 na distribuição angular. Os diversos fatores no quadrado do módulo são com dois termos (curvas tracejadas).(l6. juntamente corn os valores relativos para 1 = 3 e 5. 41 47~(21+1) ~ ) = ~ [ ~ ] ~ " [ ( ~ ) ~ j í ímpar ) ] . 9.mostrando que ocorrem somente multipolos com tn = O. mais importantes são os coeficientes 1 mais elevados.4 Comparação entre as configurações de radiação exatas (curvas cheias) para antenas de meiaonda (kd = r)e de onda inteira (kd = 2n). o .115) pode escrever-se Com estes fatores angulares. ~ ( ~ De vez que queremos verificar a expansl-io em multipolos quando as dimensões da fonte são comparáveis a um comprimento de onda.implicaria uma variação senoidal no espaço. coml(z) vindo da Eq. Com uma pequena manipulaçáo. os únicos multipolos não-nulos são os que têm I ímpar. Mostra-se também. Este fato é óbvio pela simetria cilíndrica da antena. a aproximaçãode dipolo (curva pontilhada). a segunda parte do integrando na (16.iição angular. que onde o fator A é igual a 1 para a antena de meia-onda.(16.I) na Eq. devemos especificar a corrente I(z) ao longo da antena. Os polinômios de Legendre são pares (ímpares) em torno de 0 = r12 para1 par (ímpar). conforme se discutiu na Seção 9. sabe-se que as distribuições angulares exatas (para correntes motrizes senoidais) são cos2 . O coeficiente de (5 cosZ0 .(16. A corrente corretaI(z) s6 pode ser encontrada resolvendo-se um complicado problema de condições de contorno.

x no primeiro membro.. a expansão em multipolo com dois termos é razoavelmente boa. Então. a representação v. os coeficientes na tabela estampada anteriormente mostram que a potência irradiadaé maior.(3.46). e a equação diferencial radial (16. a (16. com dois termos. a aproximação de dipolo é. + ) . podemos escrever a sua expansão em multipolos (16. ( O .(l. m). encontramos eikr' e'"' . obtemos onde y é oângulo k e x. As curvas cheias são os resultados exatos. da função de Green [exp(ikR)/4rrR]. x podemos fazer I . Eq. onde os operadores L. temos o desenvolvimento de uma onda plana. resumimos a seguir a relação básica (16.132) levam a Cancelando o fator exp(ikr1)lr' em ambos os membros e tomando o complexo conjugado. 4') yIm(g.130) para o campo elétrico. além de outras relações úteis: I b ( r ) ~ i ~ .46) envolvendo somente as funções radiais regulares jdkr): 594 Então.44). a expansão necessária pode ser obtida usando-se as propriedades de ortogonalidade da solução esférica básica jl(kr) Yl. de acordo com a Eq.(16.5). Mesmo a aproximação de ordem mais baixa não está. Então. NO segundo membro.13 1) porXS.22).4 ) Nestas relações.(l. são definidos por (16. evidentemente. O teorema da adição (3. uma dedução alternativa utiliza a expansão em onda esférica. esta expressão pode também ser escrita como Queremos agora fazer um desenvolvimento equivalente para uma onda plana circularmente polarizada. Se inserirmos o desenvolvimento (16. .13) para h{l' (kr').(16. diferindo em menos de 5% na regi50 de radiação apreciável.130). Assim. r?' Com a (16. cos(y).-e-"""= i k p 4 (-i)'"h(kr) YL(B'. No caso da meia-onda (Fig.(l. (312/c). Com a Eq. A segunda e a terceira relações podem ser provadas mediante a identidade operacional (16. podemos usar a forma assintótica (16. . A expansão em multipolo com dois termos é quase indistinguível do resultado exato para kd = rr. Então. Para determinar os coeficientes a. e integramos sobre os ângulos.130) em multipolos é 595 .134)e (16. tomamos o produto escalar dos dois membros daEq. Para um campo escalar +(x) que satisfaça à equação de onda.133) fica onde k é o vetor de onda com coordenadas esféricas k. e os resultados das suas operaçóes por (16. as curvas pontilhadas são os desenvolvimentos em multipolos. incidente ao longo do eixo dos z. a potência é 1. 16. Para a antena de onda inteira (Fig. muito ruim.. evidentemente. é útil ter um desenvolvimento de uma onda eletromagnética plana em ondas esféricas.. ou por sistemas localizados em geral. A potência total irradiada é. muito longe da exatidão..(l. 16.(16.57) paraP. leva. ao resultado Das Eq~(16.!2-i r x L rar r para o operador nabla. ] * [g[(r)Xi.que a d o resultado do dipolo. m) e b.n . onde n é um vetor unitário na direção de x'. neste caso.26).129) para exdikz). Porém. r.Paraa antena de onda inteira.6. Para determinar os coeficientes a. 16. Além disto. 16.5).28). a expansão da onda plana (16.(16. (12Z2/rr2c). O ' . a ortogonalidade de Y. = r' e r.79).x'l = r ' .(16. fdr) e gdr) são combinações lineares de funções esféricas de Bessel que satisfazem à Eq. m).4a).Uma comparação gráfica das distribuições angulares exata e aproximada aparece na Fig.(16. é claro que Uma vez que uma onda plana é finita em todos os pontos.~~ 1 Para a antena de meia-onda. Apenas para termos uma referência.8 Desenvolvimento em ondas esféricas de uma onda plana vetorial Na discussão do espalhamento ou da absorção de radiação eletromagnética por objetos esféricos.(16.00245.4.49). m) e b.123)] também aparece como curva pontilhada. $I'. Vamos fazer Ix'l tender param nos dois membros da Eq.114 vezes maior que a forma do dipolo.] da=fT8 811.62) pode ser usado para tornar a equação mais compacta.22). = r. a primeira e a segunda relações de ortogonalidade na Eq. o resultado com apenas o dipolo [primeiro termo na Eq. utilizamos a ortogonalidade dos harmônicos esféricos vetoriais X. por um fator 1.

ela seria circularmente polarizada.139).(/) pJ/) serão determinados pelas con&ões de contorno sobre a superfície e dodifusor. isto envolveria a solução das equações de Maxwell no interior da esfera e o acoplamento apropriado das soluções através d e r = a . se a radiação incidente for linearmente polarizada.14 1) sáo determinados pelas condições de contorno dos campos em r = a.(nxXItmt). Então. e B.185).. para a classe restrita de problemas com simetria esférica que estamos analisando. e dos campos espalhados (16.141) é onde f. conforme as expressões (9.6 e 9.e B.. se o difusor for uma esfera de raio a .132)...(nxXlrmt) e (n xX]. são dados pela Eq. A seçáo total ficariacomo está.130).' conforme o esquema da Fig.I têm a interpretação óbvia de 1 unidade de momento angular por fóton paralelo à direção de propagação.. com a(/) 4 . tomando-se o quadrado absoluto da amplitude de espalhamento normalizada f. rn = -C 1/2). c/4n): Onda incidente A seçáo total.. Usando o resultado do Problema 16.(16. . . concluímos que a seção de espalhamento para a polarização incidente (E. Se se incluísse a soma sobre rn na Eq.. é a soma de a.5 Espalhamento de radiação por um objeto localizado. XI*. sáo dados pela Eq. em A virtude das relações de ortogonalidade (16.a entre u e o .142) e (16.7). se a radiação incidente não for polarizada. de forma equivalente. nos pontos distantes do centro difusor.5).. Aqui.[l) para todos os 1. n é uma normal externa na direção radial. Podem-se deduzir expressks formais para a potência total espalhada e absorvida eni termos dos coeficientes 4 )e Byl) a partir dos campos espalhado e total sobre a superfície de uma 1 esfera de raioa em torno do difusor.(16. Os campos externos à esfera podem ser escritos como uma soma de ondas incidente e espalhada. 112) e p(1) -P B(I. Isto quer dizer que..141)....podem ser escritas I Para tal onda circularmente polarizada.21.. as suas expansões devein ter a forma c OScoeficicntes a.. de início.20 e 7.141). O outro tipo de termo nas Eqs. entram somente as partes transversais dos campos.(16. ou seção de extinção..5. Somente quando adl) = P-.(16. A priori. Cada termo da soma envolve produtos de funções esféricas de Bessel e derivadas de funções esféricas de Bessel. Não é surpresa que estas expressões das seções dos processos sejam bastante semelhantes aos desenvolvimentos ondulatórios parciais do espalhamento quântico. a radiação espalhada será elipticamente polarizada. os campos sejam representados por uma onda plana mais ondas esféricas emergentes. m) e Hl. em geral. descrevemos estes efeitos no limite dos grandes comprimentos de onda. Eq. No Cap. Já sabemos que XI. 16... dependendo do ângulo de observação. aparece uma soma dupla sobre 1 e 1' de diversos produtos escalares da forma X& . Quando os desenvolvimentos dos campos em multipolos são inseridos nas Eqs. Normalmente. os valores de m correspondentes a +. A -+ 1 seçáo de absorção pode ser reduzida fazendo-se a difercric. Fig.mas.(l6.(l6. a radiaçiio espalhada terá uma polarização parcial.1431. Estas expressões A radiação espalhada é. +1 i ) eé onde E. Poderá haver absorção pelo obstáculo.15) permite a eliminação de todas as funções de Bessel e leva as seguintes expressões para as seçóes totais de espalhamento e de absorção (a potência espalhada ou absorvida dividida pelo fluxo incidente. e cr. integraçiio sobre os ângulos reduz a soma dupla a uma soma simples. . somente ocorrém os valores i~ 1 para r u .X. enquanto E e B são a soma dos campos de onda plana (16. 141). Isto já foi estabelecido nos Problemas 7.(16.(9.141). manter o problema em termos mais gerais. . 16. rn = +.. além de espalhamento. E. O nosso objetivo é analisar o exemplo simples do espalhamento por uma esfera de raio n e condutividade infinita.184)e (9. elipticamcntc polarizada. porém.139). 9 (ver as Figs. cujas propriedades eletromagnéticas possam ser descritas por uma rd 8 0 s nossos resultados não sáo completamente gerais. O uso dos wronskianos (16. o fluxo total de energia para longe do obstáculo será menor que o fluxo total de energia que incide sobre ele.9 A seçáo diferencial de espalhamento é obtida calculando-se a potência irradiada num dado elemento d a de ângulo sólido ou. é preciso manter uma soma completa sobret?~ sobre1 naEq.l ](a)..139) e (16. ela é espalhada de modo que. 16.188). sendo absorvida a diferença entre os dois. 9. Porém. vamos. Nestas equações. Uma vez que os campos espalhados são ondas emergentes no infinito. dependendo do estado de polan7ação da onda incidente (16. é qualquer função esférica de Bessel de ordem 1 que satisfaz à (16.9 Espalhamento de ondas eletromagnéticas por uma esfera Se uma onda plana de radiação eletromagnética incide sobre um obstáculo esférico. Os coeficientes adl) e PJl) na Eq.) . é transversal. a seção de espalhamcnto teria uma soma sobrei e m com os quadrados absoluios de 41. fn). .

independentemente do valor de 2. se 2.149) i d v+ i Mediante a relação 2j1 = h. I X ( j . para i >> i. os coeficientes são os mesmos para ambos os estados de polarização circular. Antes de passarmos para um limite determinado. Para ka <<i. Das Eqs. e. No limite oposto. vale a Eq. para cada série de multipolos.13) e obtemos ondex = ka é o argumentox de todas as funções esféricas de Bessel. mas fases que futuam amplamente..(16. ~x ~ .. o espalhamento é conhecido.os coeficientes adl) e pdl) podem escrever-se com Pdl) = -adl) mediante a substituição usual. são importantes. Especificamente. 3.úmero tão grande de termos é uma questão complicada. basta guardar o termo de ordem mais baixa (1 = 1).)* f Xi. No limite dos grandes comprimentos dc onda.e) 1 6 ~ Os termos mistos podem ser calculados com facilidade: 3 (16. faremos algumas observaçóes.4.(" + hi2). obtemos os quadrados dos módulos I I I X X ~ . na Eq.154)nostra que. ka >> 1. usamos a 4~) Eq. a seção de espalhamento é substituído pelo seu inverso. (16.(l6.6.147. e a mesma forma para &(i). para cada valor de I e para cada termo Xl. O espalhamento é predominantemente para trás. os coeficientes de espalhamento a. t m. da 3 ~ ' ( k a )(Xl. Tudo o que resta é colocar os números. quando 2. (16. temos t.(ka)' 3 .= ka. então as condições de contorno assumem a forma relativamente simples . com ( ~ 2 ~ 1substituído pelo seu inverso. Para uma dada impedânciaz. Somente os termos em I = 1. a Eq.157) onde os ângulos de fase 61 e 6'1 são denominados os deslocamentos de fase do espalhamento.144). Usualmente. parai << ka.153). todos os coeficientes de multipolo são determinados. + y O 4-r x d x (16. ~ J ' ~ ~ Da tabela apresentada na Seção 16. = O (esfera perfeitamente condutora) e 61 t 6'1 para Z ...Neste limite../4~ com a condição de contorno da impedância superficial. Da Eq.139).. A condição de contorno (16. ~ ~ ~ (I+COS~ I ~= ~ = . então. os coeficientes sucessivos têm módulos comparáveis. 16. Istoque dizer que adi) e Pd1) podem ser escritos como @ . . Para ka >> i. separadamente. O uso de um desenvolvimento em multipolos ou em ondas parciais paraum r. A seção total no limite dos grandes comprimentos de onda é .(16.impedância superficialZ.(l) -1 =2 &(I)= 2i -.(/) e pdl) ficam rapidamente muito pequenos q~ando 1 cresce. e de n x B sejam proporcionais.148) exige que.(16. porém comcZ. Em primeiro lugar. a aproximação dos grandes comprimentos de o n h onde E e B são estimados na parte imediatamente externa da superfície esférica. A segunda observação é a de que a Eq.156) [ i(nxX. Para1 da ordem de irna.]=- -3 8rr cos 8 (16. de acordo com i(%)!.153). ~ ... no limite de grandes comprimentos de onda. -+ então [a& -t 11 e [PJl) + 11são números com módulo unitário..141) e (16. a Vamos particularizar agora a análise para o limite dos grandes comptimentos de o ~ d (ka << 1) com uma esfera perfeitamente condutora (2.I 2 i n x X . pelo menos em princípio. com Pdl) tendo a mesma forma. têm-se Assim. for um imaginário puro (ausência de dissipação) ou seZ.150) pode ser simplificada nos limites de baixa e alta freqüência. os coeficientes de E.(16... A distribuição angular da radiação espalhada aparece na Fig. encontramos a.. Notamos que.7. A assimetria acentuada que aparece nãs vizinhanças de 90° é provocada pelo termo da interferência dipolo elétrico-dipolo magnétko. Obtemos.. = O e deixar para os problemas os ex:mplos ) com complexidade ligeiramente maior.. e n x Xl.(16. na forma de um diagrama polar equivalente ao da Fig. há uma região de transição e .13..12). = O ou 2. a variação radial dos campos na parte interna da superficie deve ser rápida em comparação com o raio). exigindo computadores digiuis ou esquemas de aproximação como os que foram discutidos na Seção 9. a seção diferencial de espalhame~io é independente do estado de polarização da radiação incidente. as funções esféricas de Bessel podem ser aproximadas de x o r d o com a Eq.(16. (para isto.

Com as mesmas aproximações que antes. encontra-se em Morse e Feshbach. Siegbahn.. 1573-6. Cap. Determinar a potência irradiada por unidade de ângulo sólido. quando ka não é pequeno. Moszkowski e Cap. de raioa. Procura-se uma solução coerente para os campos no interior e no exterior d o "difusor" mediante métodos numéricos com computadores digitais rápidos. O espalhamento de radiação por uma esfera perfeitamente condutora está tratado resumidamente em Morse e Feshbach. Admitir que ka é muito menor que 1. com o centro na origem. Discussões muito mais completas. XII. O s detalhes d e muitos aspectos deste importante problema podem ser encontrados nos livros d e Kerker. hlorse e Feshbach. distância 2a. págs. citaram-se diversos livros sobre antenas e também sobre o espalhamento.3.2 Uma superfície quase esférica. localizado no planoxy. separados pela 16. Esta distribuição de carga é apropriada para uma transição entre os estados n = 3 . O pequeno parárnetro /3 varia harmonicamente com o tempo. Seção 9. Deixamos para o s problemas no final d o capítulo a discussão destes exemplos. com velocidade angular constante w . estão localizados num plano. Outros exemplos sã8 a s oscilações livres d e uma esfera condurora. calcular todos os momentos de multipolo elétrico não-nulos para a distribuição de carga REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E SUGESTÓES PARA LEITURA A teona dos harmônicos esféricos vetoriais e dos campos vetoriais de multipolo está discutida com profundidade em Blatt e Weisskopf. I = 1. mas os momentos em direções opostas. M. (Q. cilindros. além dos esféricos. A s técnicas gerais para enfrentar estes problemas são a s mesmas que já encontramos na Seção 16. são . tem iio seu interior uma distribuição volumar de carga uniforme e totalizandoQ. etc. Uma carga +2q está na origem. Seção 13. PROBLEMAS 16. X111. discute com rigor os desenvolvimentos em multipolos. A corrente no condutor é . Outras referências sobre o espalhamento já foram citadas no final da Seção 16. A. em 1908-1909.10 Problemas de contorno com campos de multipolos O espalhamento d a radiaçáo por uma esfera condutora é um exemplo d e u m problema de contorno com campos d e multipolo. e já discutido de u m ponto de vista diferente na Seção 9 . a distribuição angular da radiação e a potência total irradiada. em torno de um eixo paralelo. Este trabalho está citado nas sugestões para leitura no final d o Cap. 16.Senior e Uslenghi. paralela ao eixo dos z e tendo um momento magnético total M . 9. Os dipolos giram. (a) Calcular as componentes do momento de quadrupolo.3 Substitui-se a densidade uniforme de carga do Problema 16. Fig. Seção 12. Senior e Uslenghi discute o espalhamento por outros corpos de formas regulares. de momento de dipolop.9.r.)? Estimar este ou 16. Calcular os momentos de multipolo não-nulos. que j á mencionamos antes. 16. p0r. 16.istocorresponde a ondas superficiais numa esfera. cujas propriedades reproduzem a s d o difusor.7 Os campos que representam uma onda magnética transversal se propagando num guia de onda cilíndrico.9 e no Cap. King e WU. a distnbuiçáo angular de radiação e a potência total irradiada. W.5 Dois dipolos elétricos fixos. Stratton. são as de Born e Wolf.5. 16. há muito pouco d e teona formal. por M.. a cavidade ressonante esférica e o espalhamento por uma esfera dielétrica.Determinar os momentos de multipolo não-nulos.6 No limite dos grandes comprimentos de onda. Até hoje. XVJ (ll).. calcular a radiação dos momentos de multipolo não-nulos. de raio R .. Foi atacado de maneira sistemática pela primeira vez por Mie e Debye.No final do Cap. Para difusores diferentes d e esferas. há centenas de artigos publicados sobre o assunto. Apêndice B. A informação matemática sobre as funções de Bessel. O instrumental matemático necessário foi desenvolvido neste capítulo.25. guardando somente os termos de ordem mais baixa em /3.zona de radiação sem aproximações quanto i grandeza de ka. no entanto. Sunyar. A possibilidadede perdas resistivas nos condutores aduz novos problemas. além de outras fontes citadas no final do capítulo. como o s dos valores(! das cavidades e d a s seções de absorçáo.Bol. págs.9. a distribuição angular de radiação e a poténcia total irradiada.l = 1 (2p) no átomo de hidrogênio. 1882-1886. houve um progresso interessante no desenvolvimento d e u m esquema d e aproximação por Purcell e Pennypacker. (b) Mostrar que a distribuição angular de radiaçáo é proporcional a e que a potência total irradiada é 16. 16. e fazendo a aproximação dos grandes comprimentos de onda.1 Três cargas estão localizadas ao longo do eixo dosz. localizado a meia distSncia entre eles (o<< cla).rnan.S. de ordem mais baixa. O problema geral d o espalhamento d e ondas eletromagnéticas por esferas c o m propriedad e s elétricas e magnéticas arbitrárias. definida pela equaçgo Este é u m resultado bastante conhecido. etc.. Goldhaber e A. 8. As aplicações à radiação de multipolo nuclear estão dadas em Blatt e Weisskopf. O livro d e Bowman. Nenhum deles.6 Distribuição angular da radiação espalhada poruma esfera perfeitamente condutora no limite dos grandes comprimentos de onda (ka << 1). no qual s e substitui um difusor com forma e propriedades eletromagnéticas arbitrárias por uma rede grosseira d e difusores dipolares elementares. tendo os eixos paralelos entre si e perpendiculares ao plano. Cap.2 por uma densidade uniforme de magnetizaçáo intrínseca. com propriedades dielétricas e condutoras arbitrárias para a esfera. (b) Qual é o momento de multipolo de ordem mais baixa e não-nulo momento no limite ka << 1. cos o t = Re Ioe-'"' (a) Calcularas expressões de E e de B na. q ~ ) . é complicado. e determinar a distribuição angular e a potência total irradiada para cada multipolo.4 Umaantenaé constituída por um aro metálico circular. obtido pela primeira vez por Mie e Debye (1908-1909). Seção 13. Recentemente. 9. com afrequência o. l = 2 ( 3 4 e n = 2. Panofsky e Philiips. e duas outras -q estão em z = t a cos d.

Fazendo a aproximação de a profundidade de penetração 6 ser pequena em relação ao raio a da cavidade.11 (a) Mostrar que. os coeficientes adl) e Pdl) da Eq. Mostrar que as raízes para o têm sempre uma parte imaginária negativa. (b) Calcular as autofrequências para I = 1 e I. Admitir ka << 1.(8. (b) Usando as técnicas do Cap. 16. Admitir que ka << 1 e que a profundidade de penetração S é menor que a . -c i r z ) / S (b) Deduzir uma expressão para a seção total crt a partir do teorema óptico (9. (Este problema foi resolvido por J. J. de raio a. comparar os resultados com os de uma esfera perfeitamente condutora. (a) Admitindo que a condutividade da esfera seja infinita. porém finita.8 Um orifício esférico de raioa num meio condutor pode funcionar como uma cavidade eletromagnética ressonante. na primeira ordem em 6. da cavidade.14 Analisar o espalhamento de uma onda plana por uma esfera não-permeável. calcular a potência da onda incidente absorvida pela esfera.149) são (c) Escrever explicitamente a seção diferencial de espalhamento. onde y é tal que J. (a) Determinar os coeficientes de multipolo na onda espalhada mediante O cálculo d ~ campos no s interior da esfera e o acoplamento destes campos A onda incidente mais a onda espalhada no exterior da esfera. (b) Calcular os valores numéricos para o comprimento de onda A. Definir os deslocamentos de fase apropriados ao problema. paraa ondaespalhada(l6. para simplificar os cálculos. para os modos TE e TM.(y R) = O.: 2 dos modos TE e TM. (a) Admitindo uma condutividade infinita. admitindo que a condutividade seja grande.6(b). (C) No limite c -+ m. no limite dos grandes compnmentos de onda.12 Uma onda plana circularmente polarizada.P2 (k = olc). na década de 1880.. mostrar que. é dado por Q=! (b) No limite dos grandes comprimentos de onda. /3 é a constante de propagação.86). onde para todos os modos TM Como será esta seção se 6 = a ? para os modos TM. 16.. 16.189) e da expressão mencionada para f.188) 6 onde o vetor polarização da onda incidente é (r. para1 = 1. = kZ. determinar as equaçóes transcendentes para as frequências caractensticas o. porém finita. com o raioa. Calcular a razão entre a componente z do momento angular eletromagnético e a energia do campo. para os .9 A cavidade ressonante esférica do Problema 16. aampitude de e~~aihamentonormaizada (9. Exprimir o resultado como uma seção de absorção em termos do número de onda k . usando a Eq. (b) Considerar0 limite dos grandes comprimentos de onda (ka << I).145). . de raio a e constante dielétrica é. não-permeável. quatro modos mais baixos das ondas TE e TM. Pode ser vantqjoso efetuar algumas integraçóes por partes e usar a equação diferencial satisfeita por E. e determinar explicitamente as seçóes diferencial e total de espaihamento. ela vale e por I(ltl)).(16. Comparar os resultados com os da Seção 9. com a análise da Seção 8. ka << 1. 16.13 Discutir O espalhamento de uma onda plana de radiação eletromagnética por uma esfera dielétnca. em unidades do raio a . admitindo uma dependência com o tempo da forma exp(-i&).141).16. (a) Mostrar. 16. condutora. correta até aprimeira ordem em Sla e na ordem mais baixa em ka. 8. escrever expressões explícitas para 0s campo: elétrico e magnético nas vizinhanças da esfera e na sua superfície.) (a) Determinar as equações características para as autofrequências dos modos de oscilação TE e TM. Thomson.8 tem paredes não-permeáveis de condutividade grande.(16. não-permeável. (C) Calcular explicitamente os campos elétrico e magnético no interior da cavidade para o modo TE mais baixo e para o modo TM mais baixo. 6' para todos os modos TE (d) Estimar. definido pela Eq. a seção de absorção. do raio a e da profundidade dè penetração S. mostrar que o Q da cavidade. de raioa e boa. que onde rn é o índice que determina a dependência angular.10 Discutir os modos normais de oscilação de uma esfera maciça perfeitamente condutora. Mostrar que. 16. no vácuo. Tabelar o comprimento de onda (definido em termos da parte real da frequencia) em unidades do raio a e o tempo de decaimento (definido como o intervalo de tempo necessário para a energia cair a I/e do seu valor inicial) em unidades do tempo de trânsito (alc) para cada um dos modos.1. de radiação com a freqüência o = ck. incide sobre uma esfera condutora. mas não perfeita.

numa delas. depois. Um deles pode ser obtido através da análise da energia. Assim. Mas. A radiação emitida transporta energia. uma partícula de carga e é acelerada até uma grandeza de ordem típica u . os efeitos da reação de i-adiaçãoserão apreciáveis. e que o seu valoré .. O critério para o ponto em que os efeitos radiativos principiam a ter importância pode. A pai-te qlJe fiiltii para responder à primeira questão 6 a de que riáo existe unl tratamento completamente satisfritório dos efeitos reativos da r2idi. com erro desprezív. ser expresso por A especificaçio da energia relevante E. Se o movimento da partícula carregada é quase-periódico.1 Considerações iniciais Nos capítulos anteriores. Se esta energia. encarar este fato:' Por que muitas das respostas. combinaram-se os dois problemas. Embora se possam forniular soluc. durante um período de tempo T. O tratamerito. O movimento de partícul:is carregadas em campos externos envolve nccessari:in~entea emissáode radiaçrio seriipre que as cargas sáoacelerndas. porém. pela fornin de ernissáo d a rndiaçáo. cnlculadns desta forma aparentemente errônea. perdida como radiação. as discussões quânticasatuais estão assoberbadas por dificuldades ainda mais complicadas que as clássicas. Neste capítulo. concordam trio bem com a experiência? Uma resposta parcial da primeira pergunta está contida na segunda. evidentemente. as cavidades e a radiaçáo de fontes determinadas de multipolos. Se.. OS efeitos radiativos náo são importantes. Um tratamento correto deve incluir a reação da radiiiçáo sobre o movimento das fontcs. a conclusão é a de que. possibilitando assim o cálculo de efeitos radiativos niuito pequenos.2) fica entáo 2 e2a2T --- i n a 2 ~ 2 3 c' É conveniente definir o tcn~po crir-uctcrístico nesta relação como Assim. Este intervalo de tempo é da . Para a partícula inicialmente em repouso.\perimentais. Campos Próprios de uma Partícula. Ocasionalmente. E evidente que esta maneira de abord~iros problemas da eletrodinâmica só pode ter validade aproximada. num campo de forças externo. o iiiovin~entodas fontes de radiação é determinado. é. 10-"S.. relevante para o problcrna.26. Podia-se esperar que a tr. por exemplo. e outra na qual a partícula sofre uma aceleração contínua. (14. como se cstri fosse umii drida distribuição de fontes. e por issodeve influenciar o movin~ento subseqüente das partículas carregadas. OS efeitos rridiativos modificar50 apreciavelmente o movimento. especificavam-se os campos eletromagnéticos externos e calculavam-se os movimentos das partículas carregadas ou das correntes. momento linear e niorncnto angular. Por que entáo levamos tanto tempo para. com uma amplitude típica d e uma freqüência característica w. a energia mecânica do movimento pode ser identificada com E. exige um certo cuidado. Vamos distinguir duas situações aparentemente diferentes. As dificuldades apresentadas por este problema a1canç:irn um dos aspectos niais fundamentais da física.. o da natureza de uma partíciila elemcntrir. foi gr:idunl -em primeiro lugar. Espalhamento e Absorção de Radiaçao por um Sistema Ligado 17. quando isto ocorre. para intervalos de tempo T longos em relaç5o a 7. podemos esperar que os efeitos radiativos tenham importância clccisivo. precisamos de um critério simples. E. for desprezível em comparaçáo com a energia E. o problema básico permanece insolúvel.1948-1950) foi o de que os conceitos da covariância de Lorentz e da invariância de calibre puderam ser explorados com suficiente habilidade de forma a evitar estas dificuldades da eletrodinâmica quântica. ordem d e grandeza do necessário para a luz percorrer a distância de lO-I3 c n ~ Somente nos fenómenos que envolvem estas distâncias ou estes intervalos de tempo.el. a energia ii-r5diada é da ordem de conforme a fórmula de Larmor. no entanto.. a sua energia cinktica depois da aceleração. seE. A pergunta sobre o motivo de tantos problemas poderem ser. numa das dii:is categorias mencionadas no primeiro parágrafo. assim. Embora ainda existam esperanças de que isto finalmente ocorra. algumas analogias quânticas. Por isso. os problemas da eletrodinâmica foram divididos em duas classes.içáo. com precisão muito alta e em completa concordância com os resultados e. as dificuldades ainda subsistem. em parte.$E.ristem muitos problemas na eletrodinâmica que podem ser incluídos. mas indicaremos. determinava-se o movimento de uma pnr!ícula num campo externo. consideraremos somente os aspectos clássicos. Somente quando a força é aplicada de maneira tão súbita e durante um intervalo de tempo táo curto que T-7. o movimento quase-periódico a unia freqüência característica a . desprezando-se o emissao de r. Eq.idiação. aparentemente. de passagem.. uma delas em que a partícula está inicialmente em repouso e é atuada por uma força. Portanto.Amortecimento Radiativo. calculava-se a radiação a partir da trajetória. O critério (17. na nossa análise da eletrodinâmica. enquanto o segundo tipo é exemplificado pelo movimento de cargas em campos elétrico e magnitico e pelos fenomenos de perda de energia. as fontes de carga e de corrente eram especificadas e os campos eletromagnéticos resultantes eram então calculados: na outra. É útil observar que o tempo caracten'stico mais longo para as partículas carregadas é o dos elétrons. tratáveis em Areas limitadas. Exemplos do primeiro tipo de problemas são os guias de onda. como na discussáo da radiação de frcnamento. qualitativamente.insiçáo da abordagem clássica para a quâritica removesse as dificuldades. Um dos triunfos dos anos mais recentes (. De um ponto de vista fundamental.=6. Para ver. vale a pena discuti-los sem as complicaçóes adicionais e desnecessárias decorrentes da inclusáo dos efeitos da reação.22). podemos esperar que os efeitos radiativos sejam desprezíveis.ões parciais. aplicada somente durante urn intervalo de tempo finito T . uma energia típica . e é d a ordem de . tratados com o desprezo dos efeitos radiativos tem a resposta óbvia de que os efeitos devem ter importância pequeníssima. e obter estimativas semiquantitativas dos intervalos de parâmetros para os quais os efeitos radiativos são ou náo são importantes.

m(v-TV)= F. na realidade. (17. +Frnd (17. conservativo e atrativo. pois ( v . importantes se as forças externas forem capazes de provocar modificações apreciáveis do movimento em intervalos de tempo da ordem de r OU sobre distâncias da ordem de CT.Este é um critério geral nos quadros da eletrodinâmica clássica. tipicamente. O método de dedução mostra que a segunda solução é inaceitável. os efeitos reativos da emissão de radiação.. (17. determinada.9) terá duas soluções possíveis: Uma vez que a partícula está acelerada. uma partícula carregada de massa m e carga e. movimenta-se de acordo com a equação do movimento sobre que atua uma força externa FeXt. Determinaremos a forma desta força. (17. (17. (2) ser proporcional a e2.7) onde a é a aceleração no instante t=0. ou for tal que (v. e os intervalos de tempo. (17.. Num campo de força central conservativo.9) é denominada. Para ilustrar o uso da Eq. essencialmente o mesmo que na ausência da reação da radiaçáo. critério (17. ao revés das exigências bastante conhecidas para uma equação dinâmica do movimento. É claro que a equação só é útil no domínio em que o termo reativo é uma pequena correção. pois (a) a potência irradiada é proporcional a e2e (b) o sinal da carga não pode entrar nos efeitos radiativos. se o intervalo de tempo que tem relevância mecânica for longo pela Eq. pelo menos no intervalo ( t l . Pode ser considerada como uma equação que inclui.6) de Larmor. A emissão de radiação provoca modificações destas quantidades. a energia e o momento angular da partícula conservam-se e determinam o movimento. Na ausência de reação de radiação.As acelerações são. e em t =i. Desde que as acelerações não sejam muito violentas. Assim. pois nesse caso não haverá radiação. é evidente que a Eq. nesta altum. vamos analisar uma partícula em movimento num campo de forças centrais. v ) f O em t. e r. Os exemplos dos dois últimos parágrafos mostram que os efeitos reativos da radiaçáo sobre o movimento de uma partícula carregada serão. (17.6).. T-(llw. Esta dificuldade se manifesta imediatamente nas chamadas soluções "divergentes". O problema das soluções "divergentes" pode ser evitado pela substituição da Eq. a longo prazo..-e 3 V = m ~ v A equação do movimerito modificada fica. assim.9) por uma equação íntegro-diferencial (ver a Seção 17. (14.5) pela adição de uma força de reação radiativa Frad: rnv = F. . Principiamos com uiii argumento simplesmente plausível. Os efeitos cumulativos. descrito por um potencial V(r). esta exigência escreve-se Pela conservação da energia.3).3). Assim.22): Para levar em conta esta perda de energia radiativa e o seu efeito sobre o movimento da partícula. Frad. o movimento será. de forma aproximada e promediada no tempo. a taxa de variação da energia total da partícula é dada pelo negativo da potência de Larmor: Com a definição (17.).. baseado na conservação da energia para uma partícula carregada não-relativística.2) é por isso. Desprezando-se a emissão de rediação. Então a energia será conservada. no intervalo de tempo tl<t<t2. Então a reação radiativa pode ser tratada como uma perturbação que produz modificações lentas ou pequenas no. a-wo2d. Se a força externa for zero.9) 17.3) de r.v)=O em r=t. Com o resultado (17. e da Se o movimento for periódico. Uma dedução mais fundamental e a incorporação de efeitos relativísticos serão transferidas para seções mais adiante. exigindo que o trabalho realizado por elasobre a partícula. as vezes. podem ser estimados de forma aproximada. Para movimentos menos violentos.9) na explicação de efeitos radiativos pequenos. equação do movimento de Abraham-Lorentz.2 Força da reação radiativa a partir da conservação da energia Agora temos o problema de saber como incluir os efeitos reativos da radiação nas equações do movimento de uma partícula carregada. (3) envolver. esta fórmula pode ser escrita . seja igual ao negativo da energia irradiada neste intervalo de tempo. A equação pode ser criticada pelo fato de ser de segunda ordem no tempo. Eq. podemos escrever onde7 é dado por (17. desprezando-se efeitos reativos. pois é este aparentemente o único parâmetro significativo disponível. modificaremos a equação de Newton (17.3). podemos perceber algumas condições a que ela "deve" satisfazer: Frad "deve" (1) anular-se para v = 0. em lugar de ser de primeira ordem e estar. Uma vez quemo-' é o intervalo de tempo apropriado para o movimento mecAnico. a energia e o momento angular modificarse-ão apreciavelmente apenas durante um intervalo de tempo que seja longo em comparação com o período caractenstico do movimento. o A segunda integral pode ser feita por partes. Somente a primeira solução é razoável.. de Newton: A Eq. conforme veremos imediatamente. o tempo característico r (17. As modificações em intervalos longos podem ser descritas por médias sobre a órbita não-perturbada da partícula. é possível identificar a força da reação radiativa como 2 C2 Frad = . os efeitos reativos são bastante pequenos para que tenham efeito desprezível sobre o movimento em intervalos curtos. instantaneamente. então. é dada por Embora Frad nâo esteja.estado do movimento da partícula. tz). vemos de novo que. a aceleração. possivelmente. ela emite radiação a uma taxa dada pela fórmula da potência de Larmor. os efeitos da reação radiativa em comparação com o tempo caractenstico~dado sobre o movimento não terão importância.

e B.a própria [airitegral do segundo membro da Eq.8 e 12.(17. na órbita instantânea. nem rigorosa nem fundamental. a derivada segunda de L em relação a r e substituir v pelo valor dado na equação do movimento sem perturbação (17.17) assuma a forma da equação do movimento de Newton. Deixamos para os problemas a discussão de exemplos desta espécie. sobre a partícula. Para que a Eq... com a carga total e e com uma densidade de Desde que os campos externos variem apenas ligeiramente sobre 3s dimensões da partícula. Obtém-se.a reação que. a Eq. não é.19) transfoi-ma-sena força de Lorentz comum sobre uma partículade cargae e velocidade v . por hipótese. $ (x. Para uma partícula que está instantaneamente em repouso.t) e B.15). carga p ( x ) nitidamente localizada no referencial de repouso da partícula.1. nuni dadovolume. qualquer discussáo sistemática deve levar em contaaestruturadacarga da partícula e os seus campos próprios. Argumentos seme1h. portanto. os números quânticos são suficientemente grandes para que a descrição cl.. Assim. o torque aplicado se anula. A nossa discussáo está moldada segundo a de Lorentz. até uma órbita de ordem baixa.embora plausível. Se a freqüência característica do movimento for w.1 I). a Eq. que são provenientes das densidades de carga e de corrente da própria partícula. dt A variação secular do momento angular pode ser encontrada pela consideração do produto vetorial da Eq. o valor médio na Eq.13) e (17.. uma origem eletromagnética.. em torno de um núcleo. As Eqs.. ( b ) A distribuição de carga é rígida e esferossirnétrica. Por isso.(17. Este intervalo de tempo é muito longo em comparaçáo com o período orbital 2rrlw0. 1) [v<P(x. o segundo vez membro pode ser substituído pelo seu valor médio no tempo.(17. equivalente.CTma que a modifícação de energia é. Porém. com toda a certeza quando o tempo estiver sendo medido em unidades r.t).(12. a taxa de variação do momento angular pode escrever-se como vamos decompor os campos totais em campos externos e campos próprios E.(l7.(17. Eq..( . Embora o comportamento detalhado dependa da lei específica da força. encontramos ou.(17. com a força externa dada por 1(L m rdr 07-T m mo"2 = Wo2T e a taxa de variaçáo do moniento da partícula dada por com um coeficiente numérico adirnensional da ordem da unidade. Vimos. Os nossos resultados serão. 17. no seu livro Theory of Electrons. por simplicidade.pode sei L.. p e J: onde se calculou a média sobre o tempo..(17. Abraham e Lorentz propuseram que o momento aparentemente mecãnico de uma partícula carregada tivesse. como na Eq.121). pequena num ciclo da órbita.(17. O problema consiste em explicar satisfatoriamente. em termos da densidade da força de Lorentz.17) pode ser escrita como as equações do movimento de Newton. de modo que *= 1 dt p(x. Consideremos uma única partícula carregada. r)+. O momento angular. é necessário ter um modelo da uartícula carregada. t ) ] d 3 x . que a taxa devariaçãodomomento mecânico maiso momento eletromagnético.?ssicu do movimento em forma contínua seja uma aproximação adequada. a força externa(l7. na realidade.16)determinam como a órbita da partícula varia em função do tempo em virtude da reação da radiação. se anula desde que não haja fluxo de momento para dentro ou para fora do volume.(x.(17. é coerente omitir.16) pode ser escrito como Entáo.--~?sso Nesta equação. o termo do torque radiativo como . A partícula está nos campos eletromagnéticos externos E.20)]..radiação. com toda a certeza. A e 4>.(x. Durante a maior pai-te do tempo.tntes podem ser usados em torno das equações da energia. pág. que: (a) A partícula está instantaneamente em repouso. Entáo. Então. exerce o seu próprio campo de radiação. Para calcular af0rç. a lei da conservação do momento pode ser parafraseada como dG -. Como a força externa é central.r)w.3 Cálculo de Abraham-Lorentz para a força própria A dedução que fizemos na seçáo anterior da força da reação da. partícula. podemos fazer alguns juízos qualitativos. Isto mostra que o tempo característico durante o qual o momento angular se modifica é da ordem de l/(w..9) pelo raio votor r. Uma vez que o momento angular é L = mr x v. Abraham (1903) e Lorentz (1904) fizeram a primeira tentativa de estabelecer um modelo puramente eletromagnético para uma partícula carregada. os campos são os campos totais e a integração se efetua sobre o volume da. 252. Nota 18.20) fica w O campo próprio pode ser expresso em termos dos potenciais próprios. nas Seções 6. Vamos admitir. por hipótese. desde que w07<<.10. Estas deficiências poderão ser remediadas mais tarde. assim. na Eq.13). restritos necessariamente aos movimentos nãorelativísticos e não terio as propriedades transformativas de Lorentz. Estas equações incluindo efeitos radiativos podem ser usadas para discutir problemas práticos como os da tempo de moderação de um múon ou de um rnéson pi no processo de cascatear de uma órbita de número quântico muito grande. em termos da órbita newtoniana. modifica-se lentamente com o tempo.

na Eq. Assim.2. Com a equação da continuidade para as densidades de carga e de corrente.pode ser identificada com a massa eletromagnética da partícula: = O pode ser expresso como Isto quer dizer que a expresslio entre cha\.29). os termos na expansão anulam-se no limite dc un-ia partícula puntiforme (c1 -+ O). Para uma distribiiiçio de carga riiiiito localizada.A): Se a distribuição d e c.i for esferossimétrica. a corrente é desde que se desprezem os termos de ordem mais elevada no desenvolvimento (17.25) é efetivamente igual a Então. apenas ligeiramente.q. . ltrZt Pnra coriipreender o significado da Eq. A integral dupla é proporcional a auto-energia eletrostática U da distribuição de carga. considerenios os pi-iriieiros termos d o desenvolviincnto: Com este descnvolviriientoapliciido àqiiadricorrcnte retaríiada(17.O termo em 11 = 1 exatamente a f~r\. Daí a Eq. o termo é proporcional a Esta é exatamente a força própria eletrostática.(17.23). Esta . para ti r 2. E independente da estrutura da partícula e depende somente da sua carga total.. J ) e K = x .~ . A auto-erergia eletrostática. em torno do instantcr' = r. calculada no instante retardado t ' .Os potenciais são dados por A" = (4.(17. .22) fica Consideremos os termos cm 11 = O e ti = I no potencial escalar do segundo membro (o primeiro termo entre colchetes). :i qu:iclricorrente deve sei. O termo em n = O. dividida porcZ.23).(17. a única direçáo relevante no problema.f 4 da reação de radiação que já encontramos na Eq. ebte intcrvalo de tempo é cxtrernamente curto.26) ser equivalente a com .es na Eq. a equação do movimento.28). Este difere do instante I por um intervalo Af da ordem de (nlc). é natural fazer um desenvolviniento eni série de Taylor na Eq. o movimento da partícula modifica-se. então.im ( c p . por hipótese. merece uma atenção especial. = Na I. ela se anula. Esta expressão tem a forma geral esigida de uma taxa de variação de momento. para o modelo de Xbraham-Lorentz assume a forma. a primeira contribuiçáo náo-nula da parte do potencial escalar provém de r1 = 2. qualquer grziiideza retardada tcin o dcsenvolvimento AIPm disto.(17.25). Para uma distribuição rígida de carga. Isto quer dizer qiie podemos modificar os índices de somação. Corn isto sc chcgaa forma final simples para as chaves que aparecem na Eq. todas as direçóes de R são igiialmente prováveis. Sobrevive somente a componente da Eq. para distribuições de carga muito localizadas. Observamos que.x' . rignifica calcular no instante I' = 1 .25) podem ser escritas Por isso. A nossa dedução de agora pode ser considerada como uma justificativa muito mais fundamental do que a realizada na Seção 17. a de v((). Temos. Isto quer dizer cliic o \e:undo termo na expressáo aciinn pode ser siibstituído pclo sei1 valor mcdio 113. na integraçáo sobre d:l~ d:'xl. Por isso. a expressão (17. o termo em t2 S a integral sobre c l : ! ~ 'podemos resolver o segundo termo por partes. .(17.(17.28).(Rlc)...( ~ ) .(17. de Newton. precisamos considerar somente a s contribuições de n = O e n = I .26) na e direçáo de v(!).(17.(17. O termo com tl = I é idcnticamente nulo.23). Iliirnnte este curto intervalo de tempo. Poi'isso. Uma vez que [ I.(17.(-1)" R "a" arn Com . ( I é um comprimento característico da extensáo da distribuição de crirga da partícula.(17:9). de modo que a soma agora fica onde Na terceira expressáo. as chaves que aparecem na expressáo ( 17.25): [ l r e [ = ~ . pois envolve VRn-I. n força pr<ípria sc torna.i Eq. Assim.irg. desprezando-sc termos não-linear-c\ nas derivadas de v crn relnçáo ao teinpo (que aparecem para ri r 4).27) na Eq. Pnra ti = O. ondc ( I é a diiiiensão da partícula. Para uma distribuição de carga esferossimétrica.

No caso dos nêutrons e dos prcítons. é um frito muito mais relevante o de que o cornpriniento de onda Corilpton do niéson pi. Retorn. por isso. com a hipótese de que estas partículas de prova sejam puntiformes e de que as leis da eletrodinâmica tenham validade a curtas distâncias. o que é exatamente n condiçáo de estabilidade mecânica. Esta dimensáo é um tanto menor que o raio cl.. em todos os referenciais inerciais.ocio elkfro)l. é de 2.idiaçri» livre de fontes.nciaé n de que a autotensão total (no sentido tridimensional) anula-se.i est. por si mesma. a energia e o momento eletromagnéticos. ao mesmo critério inicial. e que foi encontrado pcla primeira vez por J. que os campos não tenham fontes. ou seja. Com n dado r. Isto quer dizer que o movimento dcve modifi:z-$C apreci. Estas interações atribuem às partículas que as exercem. a massa eletromagnética é da ordem de (e21ch). destas densidades. no referencial de repouso da partícula (P=O).115).2 6 0 s ie:~.imos.equaçáo é a mesma que a (17.forças de riatureza náo-eletromagnética para rn:inter-se estável. que não há evidências de estruttira ou de extensão finita no nível de I O L k m . para que se tenha .33).2.os sucessivos no dc~envolvimentoestão na razio ( .iveliiientc tluranic um intervalo de tempo (a/c). a extensáo da disti-ibuiçáo de carga deve ser tal que <r r. no liriiite n -+ O a massa se tornar infinita. . isoladamente.~~ intensas. a din. portanto. Pude-se mostrar que a Eq. mas tem taml~ém suas deficiincias. como lima descrição aproximada. em instantes fixos.3). as integrais tridimensionais usuais de 11 e d e g não podem representar coerentemente. nesta extensão finita. esta massa adicional aparece simplesmerite como um coeficiente aposto a :iceien$ào na Eq. Presumivelmente ele e outras dimensões dos hiídrons governar11 as dimensões observadas nas experiências de espalhamento de elétrons. num instante fixo.. mas esta correção. mas tem a rnesmp ordem de grandeza. mas. um tensor de tensões não-eletromagnEtico. pode-se fazer uma generalizaçáo relativística (ver o Problema 17. exceto pelo estranho fator 413 que multiplica a massa els!roniaçnética. 10-13cm. Voltamos..0"4=0. Por isso. j = 1. A solução de Poincaré tem algiimas virtudes. podem ser reprcscntad:is apropriadamente pelo qiixirivetor energia-momento conservado. contornando a separaquestào das propriedades transforniativas da energia e do momento c1etrot~lcrg)iiticos damente. 10-i"cm. 1.9). 2. conforme se percebe pelo fator anômalo 413 que aparece na inércia. SSo necessárias forças nào-elétricas para manter localizadas as cargas.itéria deve ser abandonada nos marcos das equações de Maxnrell e da relatividade r-estrita. Para o termo da força reativa. Poincaré deu uma solução para o problema da covariância da energia e do momento da partícula de Abraham-Lorentz e também da sua estabilidade. é hlm&= 1. A raiz desta dificuldade pode ser localizada no uso acntico das densidades usuais d e energia e de momento 17. a teoria com o desenvolvimento em série truncado deve ser considerada.33). a integral tridimensional espacial de @"O e de 0'' num instante fixo não se transforma como as componentes de um quadrivetor.82. .orcntz.i.Pafi.8) definir a energia e o momento eletr. Snbemos. Porém.5 Definições covariantes da energia e do momento eletromagnéticos Um problema importante no modelo de Abraham-Lorentz é o da falta da covariância apropriada da auto-energia e do automomento elrtroniagnéticos. Poincaré postulou. Por isso.que deveria ser adicionado a O"" para dar o tensor total das aiitotensões.4).ibilid.4. 17. se a partícula tiver uma dimensão finita. entrio as integrais sobre as cor>^-denadas espaciais. entáo. . extensões finitas no espaço. à mesma situ. 2 . . o tensor eletromagnético das tensões @""não é solenoidal [ver a Eq.lO-'%cm. Sáo por isso candidatos a uma generalização quântica do modtlo de Abralian-i-L. descobriu-se que a extensáo da carga e da magnetizac.(17. Ela exige tensóes d e Poincurk. Pode ser que exista um significado pi-ofundo nestaocori-ência.1 I$)].e 2 / t ~ i ceste intervalo é exataincnte igual a 7.(17. discutimos até agora. náo é suficiente. desconhecidas.. 3. A massa eletr-omagnética aparece com um coeficiente incorreto na Eq. J. O j Iéptons carregados (elétrons e múons) parecem sofrer exclusivamente interações eletromagnéticas e intcrnçiies fracas.O). Este é urn sintoma das propriedades covariantes impróprias inerentes ao modelo.3.(17. Uma deficiência evidente é a da natureza não-relativística do modelo. pclo menos. Para uma partícula carregada clássica.'issico do elétronr.áo é da ordem de (0. As densidades da Eq. Se quisermos ignorar os termos de ordem superior na expansão da força própria em série. . Se quisermos manter a niassa da ordem da massa tu observada para a partícula. assim. a idéia de iirn modelo pui. com uma densidade de carga e de corrente não-nula e extensa. que os efeitos quánticos principiam a ser notáveis a distâncias da ordem de til~nc= 137ro..34) Eq.35) transforma-se como um qundrivetor desde que. conforme . pode-se imaginar que os movimentos sejam suticientemcnte violentos para que. E\tii e\ig. Nos limites tio inodelo de' Abraham-Lor-entz. Daí. somente. instável. Thomson (1881).A existência de forças não-eletromagnéticas implica uma c o n t r i b u i ç ã ~ n ~ ~ i massa de uma pnrticul. Se o tcnsor das tcnsóes covariante de Lorentz tiver iiina qundridivergência nula. Poincaré observou que aexistência de uma partíciila carregada puramente eletromagnética e r a impossível (classicamente). esta distância. A distribuição de carga e de magnetizaçáo podem ser verificadas experimentalmente pelo espalhamento dos elétrons e dos múons.(17.(17. O anulamento das nutotensões totais no i-efcrencial de rcpoilso pode \er relacionado à exigência diferencial / din+l). Sabemos que existem na nattrrezaforr. evita o problema das propriedades transforrnativas da parte eletromagnética da energia e do niornento de qualquer sistema.(12. chamadas hádrons. pois a distribuição de carga elétiica seria. Conforme j6 são elementos d o tensor eletromagnético simétrico das tensões. Um inotlelo eletromagnético puramente clássico.!3 Eq. não eletromagnéticas. e no dos outros hádrons.4braham-Lorentz seja uni avanço significativo para a descriçáo fundamental de uma partícula carregada. Conforme se mencionou na Introduçáo. naturalmente.Este fato é completamente inexplicável no contcxto cliíssico de umadistribuiçãode carga estcnsa. que é o qiiantuin mais leve do campo de força nuclear.5 a 1 . onde - Para elctrons. ela é deficiente sob vários aspectos. mas não é defensável em geral.. com a forma da (17. em si mesma. IO(a). com detalhes.(l7.35). A distribuição localizada de carga deve ter. as experiências com elétrons mostram. S"": O quadrimoincnto total da partícula foi então definido por onde a integral sc estende a todo o espaço tridirnensional num instante fixo. denominada oraia clcjssic.§ Assim.idc. Ao me5mo tempo. no nível atual do nosso conhecimento. e o índice superior (0) indica o referencinl de iepoiiso. qiizindo se considera o quadrimomento eletromagnético total em referenciais inerciais diferentes.4 As dificuldades do modelo de Abraham-Lorentz Embora a abordagem de . devemos tomar a -+ O. se mencionou na Segão 12. 4.amente eletromagnético para a rii.içrio que prira r. de forma mais fragmentária.c dn+'v É habitual (ver a Seçáo 6. conforme ficará mais evidente na seçáo seguinte. proveniente destas forças. se tenha ondei.i menos que o tensor satisfap a d. Istoé permissível na discussão d o teorema de Poynting para um obser-vador em repouso no referencial incrcial no qual os campos são definidos. Em 1906. teni pequena importância para o murido real.omagnético totais como as integrais tridimensionais de volume. os termos de ordem superior da expansão se tornem importantes. Embora este raio seja muito pequeno.

5J. o segundo termo tem como média 113 do primeiro na integração sobre os ângulos. tem as componentes (1. Como é natural. mesmo em presença de fontes.(17. mas isto não é razáo de alarme. -yB). Os integrandos na Eq. 149). Admitindo que o campo seja esferossimétrico no referencial de repouso. pode ser assegurado com um certo cuidado.dff = d:?Y S e o referencial inercial K t move-se com a velocidade c. mediante a igualdade d3xt = yd% (integração num instante fixo 1 ) . E modifica-se em relação ao seu valor no referencial de repouso somente por termos de ordem /I2.40) ou (17.§ Há uma escolha natural do referencial K t se a massa eletromagnética dos campos não for nula. no. então.32). Evidentemente. Se se desejar. em movimento em relaçáo ao éter.0. J. no referencial K.t + O caráter quadrivetorial correto para a energia e o momento eletromagnético. de K'O'. Para configurações eletromagnéticas nas quais todas as cargas estejam em repouso num certo referencial (o modelo de Abraham-Lorentz dc uma partícula cai-I-egndaconstitui um exemplo). Para estas configurações eletrostáticas.r'. Phys. encontramos Vamos denominar este referencial. W. onde o observador está em repouso.(6. o referencial de repouso no qual em concordância com a Eq.(') 4m. A normal ao hiperplano. o referencial no qual todas as cargas estão em repouso é K'O'. pai\ nele todos os campos eletrostáticos e magnéticos se anulam ern todos os pontos clo espaço ti-idirnensional. Am.45) para a energia foi usada por ButlerP para discutir a experiência de TroutonNoble. As expressões NO referencial K . e o quadrivetor deve ser tal que se reduza ad. o elemento é invariante de volume d J u = d3x' pode ser suprimido em favor do elemento de volume d3x no referencial K. = (y. o quadrivetor no é I .(17.120). Eq. r i . O invarianted'ué evidentementedJu = n. então. envolvendo o problema de um torque sobre um capacitor suspenso.(17. O integrando na primeira equação de (17. Porém. para verificar o fator 1 3 e a : sua remoção. As definições (17. O) em K'.i = (cg' + TY'B') 'a d I J Com.30) e (17. A definição geral do quadrimomento eletromagnético em qualquer referencial é. a energia de repouso eletromagnética é entáo No limite não-relativístico.4 I) é.(ll. A discussão das leis da conservaçáo.37) são elementos do tensor de segunda ordem OaB.' é igual azero.esta expressáo covariante se reduz a (17. 36. - $Uma escolha possível para K' é o "laboratório". Eiitáo. que foi um teste sobre a teoria da relatividade restrita.37). Com d"u = d3. De acordo com a Eq. 6 .B2). n.41). Escrevendo o primeiro termo d o momento na Eq. a energia em K é d:ida por Em K'. o coeficiente numérico (2/3)/47T = ( 4 / 3 ) / 8 ~ou P. *! h3 du' = n@d3u (17. ou seja. devemos contrair um dos índices do tensor por um quadrivetor. onde o momento eletromagnético P. A Eq.v/3. a s fórmlilas gerais podem ser reduzidas a formas mais atraentes e transparentes. claro que temos um quadrivetor P:. o carnpo inagnético é dado sem nproxiniac.!rt no referencial inercial K t .37). onde agora v é a velocidade do referencial de repouso K'O' em K. Conforme é evidente. e caracterizar pelos índices superiores zero as grandezas neste referencial. para tornar claro que se trata de uma escolha especial do referencial K'.(l7. e a definiçáo covariante tem as componentes temporal e espaciais dadas por Analogamente.41) fica cP. tem apenas uma componente temporal. O.0 integrando invariante (E2 .' = (ynlg. Definimos o quadrivetor d o gênero tempo por i4 Esta equação pode ser verificada pela Eq. Butler. a energia e o momento eletromagnéticos são dados pela Eq. Talvez seja instrutivo examinar os termos na expressão de P.P em relaçáo n iim referencial inercial K . pode ser interpretada neste sentido.43) e também com as Eqs(17. >mpv). A contribuição do .41).38) onde d ' u é unl elemento invariante da "área" tridimensional sobre um hiperplano do gênero espaço em quatrodimensóes.io rio referencial K por podem ser consideradas como definindo a energia e o momento num certo referencial inercial particular K'.(17. Tem-se. a segunda equação na (17. é onde a massa eletromagnética é onde Tij6") o tensor das tensões de Maxivell 3 por 3. portanto.37) em qualquer referencial K'.41) do quadrimomento eletromagnético oferecem uma definição covariante que parte das expressões simples (17. assim. escolhas diferentes do referencial K' levam a quadrivetores diferentes.O=? (rc-v-g) d ' u cP. em K.(17. no Cap. 936 (1968) . 1 um invariante de Lorentz.

.

mas tem um espectro de frequência que cobre uni intervalo da ordem de r.~)?inclusive. Descrevemos esta situação afirmando que... Se o deslocamento da partícula carregada em relação ao equilíbrio for ~ ( t ) a equação do .(17. exceto quanto à computação numérica.55) é substituída na Eq.(17.. quando T = 0. Este modelo é o análogo clássico da emissão espontânea. e não em função do tempo. na forma exp(-r[).. em virtude do amortecimento radiativo. Embora uma discussão completa envolva o formalismo muito elaborado da eletrodinâmica quântica.2 Alargamento e deslocamento de uma raia espectral provocados pela reação radiativa. diferente. 17. onde i.Na ausência de amortecimento radiativo.54). T. A largura da distribuiçáo na intensidade semimáxima é denominada amcin-lorgurcl ou a largura da raia. de decaimento. Em conseqüênciado princípio da incerteza. a raia está rrlnrgada e deslocadi em frequência. A curva de ressonância tem uma largura r.6) dapotência de Larmor e a conservação da energia de maneira direta. aparece esta raia espectral.51) para este problema é E(o) E( 1)- e-"ei" 1 dr = a-iw A energia irradiada por unidade dc intervalo d e frequência é. Uma vez que T. . -- . embora a Eq. para relacionar apotência irradiada média no tempo f à energi total do oscilador. Em virtude dos efeitos reativos da radiação.(17. mas ternos a condição Re(l + a r ) > O para eliminar a soluçáo "divergente" [a = -(I + w~~T')/T].7 Largura d a raia e deslocamento d e níveis n u m oscilador Os efeitos da reação radiativa são de grande importância no coniportamento detalhado dos sistemas atômicos. embora não seja. com a constante de força k. pelo menos para 007<< i . Outro ponto importante é o de que ele é um modelo clríssico.arbitrários. >> T. a largura quântica da raia é às vezes escrita como Vamos antecipar. que a parte imaginária de cu será muito aproximadamente igual a o. . E(?). a é dada corretamente por Fig. rnc2. Outro aspecto é ode indagar sobre a = Plfiw.(17. niovimento (17. O deslocamento do nível vale Aw. o modelo satisfaz às exigências da causalidade macroscópica. Se a força aplicada F for dada em função da posição.exp(-iod). A forma exata do espectro de frequência é dada pelo quadrado da transformada de Fourier do campo elétrico ou da aceleraçáo. Com esta restrição. até a ordem (w. em princípio.inexistência de causalidade inerente ii Eq. Se estas incertezas na energia forem da ordem da energia d e repouso da partícula. $Convida-seo leitor. os aspectos qualitativos sáo aparentes no tratamento clríssico. a partícula oscila com amplitude constante na frequência característi~aw~. chegamos à conclusão de que. a fica ) Esta é a mesma cúbica que aparece da Eq. portanto. Esta distribuição espectral é denominada uma crtr-vrrde rtricr ressonante. A largura clássica da raia para os osciladores de elétrons é uma constante universal quando expressa em termos do comprimento de onda Uma vez que a solução.51) implique a falta de causalidade microscópica. mas as fórmulas são suficientemente complicadas para qiie o seu valor seja pouco. vamos considerar uma partícula carregada ligada por uma força restauradora linear unidirnensional. Para se estabelecer uma conexão com o tratamento clássico. Entáo. as larguras naturais das raias espectrais são variáveis. o comportamento se14 muito diverso do clrissico. é a energia total irradiada. correspondente à emissáo de um único fóton de energia energia e a amplitudexoiniciais do oscilador que f ho.56) que. = mwO2. Quando se incluem os efeitos reativos. a amplitude do espectro é assim proporcional a 17. 17. fica-se com xoe-"[a2+ o 0 ~ ~ éds] ( lO + ~ = A existência da integral exige que se tenha Re(l determinado por uma equação cúbica +a ~ > O.(17. 0 A energia do oscilador decai exponencialmente. adeter-se um pouco e meditar sobre a constante de decaimento r sob diversos pontos de vista. Este pulsofinito de radiação não é exatamente monoclromático. neste ponto. é x ( t ) forma . e é igual a r. a e aplicação de uma força externa num intervalo de tempo AI é acompanhada por incertezas AE na energia da ordem de hlAt. Desprezando-se um transiente inicial (de duraçáo díi ordem de T).2. filnzc2 1377. Quando a Eq. a amplitude da oscilação diminui gradualmente. que seguramente não funciona a distâncias e em intervalos de tempo muito maiores que e2/rncZ r. onde - - A constante r é conhecida como a constante. é natural admitir uma solução da Do ponto de vista quântico. duas raizes que têm sentido físico AS podem ser obtidas em forma fechada parar e w. Um deles é o de usar a fórmula (17. os movimentos são suficientemente suaves para que (I) os efeitos acausais tenham importância bem secundária e (2) a reação radiativa provoque somente pequenas correções ao movimento. com base em argumentos físicos. mas que a terá uma parte real positiva para descrever o efeito dissipativo da emissão de radiação.51) não pode ser observada no laboratório. Com isto se estabelece um limite quântico sobre os intervalos de tempo. é simples mostrar diretamente da Eq. pois a energia do movimento converte-se em energia radiante. enquanto que Ao é denominado o deslocamento de nível.9). Isto quer dizer que a radiaçáo emitida aparece como um pacote de ondacom um comprimento real da ordem decll?.(I7. Estamos interessados no domínio de parâmetros em que wOr<< I. a solução da eqiiaçáo íntegro-diferencial fica um tanto mals complicada. na qual um átomo faz uma transição de um estado excitado para um estado de menor energia pela emissão d e um fóton. no domínio onde a equação clássica presumivelmente se mantém. Como exemplo típico. Estes resultados podem ser comparados aos valores de um oscilador quantico no seu n-ésino estado. Na Fig.

.

É tambSm equivalente a regra da soma de Kramers-Kronig. (7.(17. o fritor qiie aparece é I".r na Eq.74) um termo QzlM.. A absorção de radiação. (novamente ignoramos WT em comparação com a unidade). Eq.Z) nêutrons. Para um sistemade partículas independentes. também ocorre na teoria quântica das reações de ressonância. para a frequência de plasma [w Im ~ ( w = c N c. ~) Pai-tanto.9 e no Cap. frequências. Se as partículas estão ligadas entre si por interações mútuas. algumas vezes denominada a s s G o c/c rcciçao. aparece iim )r enquanto que. e (c) os efeitos de ligação são desprezíveis nas frequências elevadas.(17. ~ representa n radiação incidente. de Thomson. O fator &Xo2 no mríximo da seçáo de espalhamento é siibstitiiído. ou de larguras. = O e .70) é uma constante. vemos que.. 17. Este efeito é o de umaabsorção real.70): ou núcleo numa transição do estado fiindamcntal para um estado excitado. ligadas a um centro fixo. Os campos motrizes eram então os de Lima partícula carregada rápida. é apropriado definir a seção rorri1 como a energia (17. são os momentos angulares dos estados fundamental e excitado. O resultado clássico cor-responde a J .(l3. a. mas o tratamento [de acoruo com as Eqs..24).(w). As únicas diferenças estio em que o r da Seçáo 13. . A diferença entre u seção total e a seçáo de espalhainento c a seq5o de absorção.8). para as reações..(17. a regra da soma fica. nesta aproximação. Fig. A seçáo de espalharnento da partícula livre.(13.62) no plano complexo o . descritas esquematicamente pelo termo de atrito na Eq. com o fator 2 representando n peso estatístico associado às polarizações da radiação incidente. . então. . no caso..e r'. a regra da soma tem uma generalização evidente. . e J.24)J foi suficientemente geral para que se possa fazer a transcrição direta.15) até (13. Para um núcleo com Z prótons e N (= A . na Eq. mas é maior por um fritcir T. a regra da soma do dipolo é uma afirmação geral que é válida náo só clássica. pode-se escrever esta equaçáo como ' i I I Nas três regiões w << a. este pólo sem sentido físico contribui significativa e erroneamente. dos campos que passam por ele.]. Desprezam-se os efeitos do amortecimento radiativo. Este é o espalhamento que acabamos de discutir. a seção total é I Usando a definiçáo r = w . o movimento do centro de massa deve ser removido. A raiz sem significado físico da equação cúbica (17. e 4 d 0 2 é o espalhamento máximo permissível para qualquer estado quântico. com a s cargas ej e as massas mj. A regra é equivalente a expressão (13. A regra depende somente de três exigências físicas: (a) vale a aproximação do dipolo. é. Os outros processos dissipativos (reaçóes) são proporcioniiis a = I". de modo que a seção total se aproxima do valor constante de Thonison . onde Q é a carga total do sistema de partículas e M é a massa total. Este produto característico de constantes de decaimento. seguido pela reernissão da radiação em outras direçóes no processo de desexcitaçào. É fácil mostrar que se consegue este efeito subtraindo-se da somaem (17. conforme se vê com facilidade. No espalhamento. que é diferente do espalhamento. no sentido em que usamos o termo naseção 16. independente da frequência. 9. Esta energiaé removida do feixe incidente e convertida em movimento mecânico do oscilador. Uma vez quea Eq. = I. Os fatores restantes represeotam urna soma sobre todos os subestridos magnéticos finais e tima média sobi-e os iniciais. mas também quanticamente.56) tem a sua contrapartida.(o) sobre todas as frequências. na mecânica qiiântica. como o. Da Eq. (6) os modos normais de oscilação do sistema devem decair no tempo (mesmo que muito lentamente) pela presença inevitável de perdas resistivas. .68) absorvida por unidade de intervalo de frequência.68) representa o total do espalhamento e dadissipação não-radiativa. é o . Parte dela é reemitida.I. r. Todas a s três seções podeni ser cscritas numa forma sugestiva.. O fluxo incidente é ( ~ 1 2 (E. Esta circunstância é necessária se quisermos ter um comportamento causal.w0 e w >> w. dividida pela energia incidente por unidade de área e por unidade de freqüência.. mas não de outras propriedades especiais. afastado da origem e no semiplano superior em w = i / ~ Numa integraçiio sobre todas as .jri foi discutida para um oscilador na Seçao 13. Parte do restante é dissipada em outras formas.(17. ) Conforme se pode inferir da sua conexão com as relações de dispersão de Kramers-Kronig. em funçáo da frequência.(17. na aproximação de dipolo. ? ~ . e a partícula responde como se estivesse livre (ver o Problema 17. base:id. O abandono dos efeitos de reação radiativa é equivalente à hipótese de que a largura r.(17.rnento da radiaçáo por um oscilador em função da frequência. pelo fator estatístico onde J .3 Seçáo total de espalha- Vemos que. A seção total segundo fator (w2lwO2)I' envolve a largura total r. a seção total tem a mesma forma de ressonância qiie a seção dc espalhamento. Nas freqiiências elevadas. e o campo elétrico incidente deve ser tomado como essencialmente monocromático. qualquer que seja a complicação da resposta do sistema à radiação incidente.co i. pelo sistema. a energia absorvida por unidade de intervalo de frequência é O denominador ressonnntc é o mesmo em todas as trcs seções..122).. O processo radiativo é proporcional a (w2lwo2)T w%. a seção total pode ser aproximada por Notamos que a regra da soma depende da carga e da massa da particula.26) para a energia total absorvida.2 deve ser substituído por r.61). A integral sobre todas as frequências da seção total leva a uma relação denominada arcgrrr da soma do dipolo. num polo da Eq./T. nas vizinhanças da frequência ressonante w. O fator cornum ( w ' l ~ . apropriadas aos estados inicial e final do processo.(w)(~. A integral d e u. o .59)...7.

. eles provocam um aumento da soma acima do seu valor usual dado pela regra da Eq. dos efeitos da auto-energia e d a reação radiativa são dadas por . mostrar qiie O U V U U 1 P L 3 Calcular a cscei1tricid:ide da clipse e inostrar que ela diminui segundo (L/L. com exp(-r&). (17.(17. 20 e 2 1 .r substituiçSo d e p por t>ic senh y rcdur a eqiiação relativí\tica à forma (17.16). equação íntegro-diferencial do movimento. As idéias de Abraham. 17. através d e uma fenda de largura t f .8). Usando a s Eqs. . mostrar que o resultado da parte ( R ) concorda com o que se achou no Problema 14. ~ l e c r r o d y h m i c s .1 Uma partícula não-relativística. parece ter sido escrita pela primeira vez por i Iwanenko e Sokolow.. seções 13.5 (o) Mostrar que. mostrrir que PROBLEMAS 17. A167. ( c ) Cornparar os resultados com o caço especial de Lima órbita circ~ilardo Problema 17.75). por uin ciinipo elftrico constante. admitindo que T e 7' s ã o grandes cm comparaç50 com 7... mostrar que a energia e o momento angular da partículadecrescem ambos rxponencialinente. é o quadrimomento da partícula.2. Y.ri newtoni~inausii~il fiinçno do icmpo ciii próprio. Usando a exigência de que qualquer força deve satisfazer a F . Caps. 148 (1938). ate a ordem mais baixa em r.il»r inicial.13) e (17. corii a vclocitlride iniciiil v. ( a ) Mostrar. t e d uma órbita eliptica. realizando O cilculo apropriado das médias tempcrais sobre a órbita. Dirac. Theorv f Fields. com detalhes interessantes. Panofsky e Phillips. éa onde p . por Whittaker.-=.enquanto as siias coordenadas estHo no intervalo (0. Rohrlich. que se altera lentamente. . Vol.. onde também se abordam com detalhes outros aspectos d a teoria relativística clássica do campo. Proc.13) e (l7. é acelerada em moviniento ~iniJiinensioniil.3 Um elétron.ão geral para p ( ~ ) com a conclic. é o valor de r(!) em r = 0. onde r = ~ " ~ 7 . a partíciilíi.Y2a partir do seu v. 11. para movimento relativístico cin tima dimensio. de carga e e massanz. (b) Mostrar que . Soc. de carga c massa r t i .51). ' . qiie ai variaç õ e s beculares da energia e do monieiito angular srio onde e é a c a r g a do prótnn e m a massa de um núc1eon. empregiir a lei de Keplcr das 5reas iguais : ((I! = t?lr2de/!). o que indica a tendencia d e a órbita tornar-se circular com a passagem do tempo. (17.ão inicial onde r . A. Lorentz.G REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS E SUGESTÓES PARA LEITURA A história das tentativas de estabelecer modelos clássicos para as partículas carregadas e das questões correlatas é tratada. Um procedimcnio físico para compreender csre aumcnto é imaginar que as forças de troca são pros-adas pela transferência de mésons pi virtuais carregados entre os núcleons.9. Abordagens claras. Exemplos da resolução da equação íntegro-diferencial do movimento são dados por G.. 17. A ide:ilizaçr?» miitemktica é a de que n partícula tem aplicada sobre ela tima força cxterri. Roy. acelcratla uniformemente durante o intervalo de tcnipo 'r.9. 17. (17.16). = I. o raio da órbita e o número quântico principal n estão relacionados por r = n2a. Estes mésons carregados virtuais contribuem para a corrente nuclear total. A teoria relativística clássica do elétron puntiforme foi desenvolvida pela primeira vez por P. 17. Ia) Mostrar que tanto a equação da energia como a do momento angular. Seções Landau e Lifshitz.(-~. está ligada por urna força restauradora linear e isotrópica. Não havendo amortccimei~t«radiativo.1) seja definida por -dt~ldr.2.j'(~)c a fnrc. levam à solução seguinte para o raio da órbita. 33. embora resumidas. está ligado por um potencial atrativo de Coulomb (-Ze2/r) e desloca-se numa órbita circular na ausência de reação radiativa. como equação de nioviInento. (O) Mostrar que. Classical Theory o f Fields.--y-v u IJUI Abraham e Becker. cuja constante de força é rnwn2. Sommerfeld. tem.4 A teoria relativística do elétrori clássico puritiforme. T é o tempo próprio da partícula e f-'.9) de ./Z. Escrever a soliic. Plass. = 4.Secão 36. Seções 76-37. Poincaré e outros estáo presentes em Lorentz. Secão 35.10.A . (b) Para órbitas circulares num átomo de Bohr. (0) Resolver a equação íntegro-diferencial de movimento. 17. e também para outra com r i . 37 (1961). S i r ~ r s t á o .2 u m elétron não-relativístico. de carga -e e massam. para converter as integrais sobre o ternpo em integrais sobre OS ingiilos. Nota 18. e L. ..i r ~ i a . p" = 0. de Dirac (1938). o mbviinento se altera de modo que a partícu1:i leva um t c n ~ p o 7' para atravessar o intervalo e emergir com uma velocidade v . ' ILL I (b) S e os valores iniciais de E e de L s.?i teoria de Lorentz-Dirac está discutida em Barut. e o ponto simboliza a derivaçáo em rel:ição ao tempo próprio.< A excentricidade 5 da elipse é dada pela raiz quadrada que multiplica o co-seno./0i)+J(u72-) emergindo em x = d com a velocidade final §Naredidade. M. N.6 U m a partícula não-relativísticir. da.. = 10 para outra com n . S e G o 9. a partir dos respectivos valores iniciais. leva para cair de uma órbita circular com número quântico principal n . . incluindo O amortecimento.ilculo elas ii16dins sobre os tempos. ( c ) A partir do item (a). a regra da soma para o fotoefeitonuclear tem um fator extra(! + x). 9.""' generalizaçrio covariante da força de reação radiativa (17. d e massa m = 207m. n cquaçio do rnovimento do Problenia 17. Modern Phys. d). Fazer o gráfico da velocidade contra o ternpo para os movimentos com e sem amortecinicrito.-.A» realizar 0 c. . ondex 112 é a contribuiçãodevida às forças de troca no núcleo. Admitindo que a probabilidade de transição para a s transições de n para (11 . movendo-se num campo) coulombiano atrativo ( .4 pode ser escrita na forma o n d e p é o momento na direção d o movimento. Revs. Sào razoáveis estas estimativas para o tempo que leva um múon para cascatear até a sua Órbita mais baixa depois d a captura por um átomo isolado. 14 e 66. Lima vez que a razão e/m destes mésons é maior que a mesma razáo para os núclmns.Seção 17. Secãi.io 6. - Com aniortcciinento radiativo. 179-184.Z e 2 / r ) . com a energia de ligação c e momento angular L.. Abraham-Lorentz em y e em 7. calcular o valor numérico d o tempo que um múon.

junto às esferas profissionais e comerciais. admitindo que os átomos de sódio estejam em equilíbrio térmico a uma temperatura de 500 K . determinar a largura da colisão do dubleto de sódio em funçáo da pressáo do vapor de sódio. Bndgman. Quando o problema das unidades'eletromagnéticas apareceu. a unidade de corrente. 171 (1935).8 O momento de dipolo de um oscilador constituído por uma única partícula sob a ação de um campo elétrico aplicado E.) ' . como o quantum de ação de Planck e a velocidade daluz no vácuo. como adimensionais e com a grandeza unitária. neste sistema do que num outro que envolva o metro. Planck. 10-i A. Phys. já existiam (e ainda existem) muitos especialistas. mostrar que a secão satisfazi regra da soma do dipolo . por um grupo de gigantes científicos (Borda. de massa (grama ou quilograma) e de tempo (segundo solar médio). o valor clássico. J . os físicos teóricos ativos no campo da teona quãntica relativística do campo e na teoria das partículas elementares acham conveniente escolher as constantes universais.W. está em que as unidades mecânicas foram definidas quando a idéia de padrões "absolutos" era uma concepção nova (pouco antes de 1800). por exemplo. ' 1 Unidades e dimensões. em qualquer campo. porém. inostrar que a distribuição espectral média é Apêndice Sobre Unidades e Dimensóes A questão das unidades e das dimensões na eletricidade e no magnetismo ocupou grande número de físicos e de engenheiros durante muitos anos. são expressas em termos desta única unidade e têm dimensões que são potências das dimensiks desta unidade. *Na teoriaquântica do campo. unidades fundamentais e unidades derivadas A arbitrariedade no n~ímerode unidades fundamentais e nas dimensões de qualquer grandeza física em termos destas unidades foi realçada por Abraham.2.7.v T)dT]. as potências da constante de acoplamento fazem o papel de outras unidades basica. de modo que a largura natural é.7 Um modelo clássico para a descrição do alargamento das raias espectrais devidoa colisões é O de que O oscilador tem as oscilações interrompidas por uma colisão depois de oscilar durante o intervalo de tempo T. são a conveniência e a clareza. talvez. e foram defendidas. Yaie University Press (1931). A tradição requer sejam tratadas como fundamentais a massa ( m ) . com a concordância quase universal sobre as unidades básicas de comprimento (centímetro ou metro). em grandeza e dimnsão. Laplace e outros). a discussão das relações de dispersáo de Kramers-Kronig. exp(-id) é dado por + (a) Mostrar que a seçáo total do dipolo pode ser escrita como ( h ) Usando somente os fatos de que todos os modos normais de oscilação devem ter um certo amortecimento e de que a polarizabilidade a(o) deve aproximar-se do valor correspondente ao da partículalivre (-e2/nio2) nas freqüências altas. o quilograma e o segundo como as unidades básicas. Bnd-eman.Am.( c ) Verificar que a soma da energia irradiada com a variação da energia cinéticada partícula é igual ao trabalho realizado pelo campo aplicado. marcadamente. (h) Para o diibleto do sódio. e admitindo que a probabilidade de que uma colisão ocorra durante o intervalo de tempo (T.5. Phys. força ou energia. Esta situação conflita. ou de menos fundamental. Dimensional Analysis. O ampère "internacional" (durante um longo período aceito como a unidade prática de corrente) define-se em termos da massa de prata depositada por unidade de tempo num coulômetro de prata sujeito a uma eletrólise padronizada.§§ e por outros. do Cap.41 (1934). O objetivo deste apêndice é juntar um pouco de lenha à fogueira.. Não há nada de artificial. e os derivados. considerados como grandezas independentes. O sistema de unidades resultante (denominado de unidades "naturais") só tem unja unidade básica. em termos das unidades fundamentais. fazendo tanta luz quanto possível. Todas as outras grandezas. que são definidos. sem confundir as respostas. etc.975. A razão. Consideremos. E simplesmente uma questão de comodidade. Os traços desejáveis de qualquer sistema de unidades. Birge. essencialmente. comprimento ou tempo. a constante de força do oscilador éf = 0. 17. apropriadamente. uma unidade fundamental. Para as grandezas elétricas. usualmente escolhida como a de comprimento. 55R. Estimar a largura Doppler daraia. no caso. Para qual pressáo a largura da colisão é igual à largura natural? E igual à largura Doppler? 17. e comparar o resultado com a largura natural. 102. Esta unidade de corrente é considerada.893 A . Ah = 1. Admitindo que a seção de colisão seja de 10-'6cm2. T + d Q seja dada por [v exp(. O leitor interessado nas unidades em si mesmas fará bem em se familiarizar com a excelente série de artigos de Birge.§ Birge. onde v é a freqüência média de colisão. (É claramente relevante.).* É preciso dizer uma palavra sobre as unidades ou padrões fundamentais. não há tradição dominante. independente das unidades de &P. de modo que a largura da raia é (2v I?. em 5. Teacher (agoraAm.T. através da teona e da experiência. 2. (a) Tomando O oscilador usado na Seção 17. o comprimento ( I ) e o tempo (r). ao se fazer a análise dimensionai. de modo que se perde a coerência do trem de onda. Por exemplo. 7.3.

1). na Eq (A. que se tem que definir.4) que aparece adiante. F. O re~ultado que (EIB) tem as dimensões (llta). analisaremos. tem as dimensões mll-2~-2. etc. As dimensóes da razão entre o campo elétrico e a induçâo magnética podem ser encontradas a partir de (A.IO-' N por metro de condutor. com os valores mais recentes de c). ou são escolhidas arbitrariamente -para que se defina. o ampère "absoluto". *Ver. provoca. 4). a lei de Ohrn não mais era válida.~.iss:i através dele. a indusão inagnktica B a tinia distância d tem a grandeza (e a s dimensões) § A c??slante de proporcionalidade k. definida habitualmente como a força por unidade de carga. percebeu-se que. Por outro lado. podemos escrever PLI simplificar a questão. As dimensões do ampr.i os fenornenoç elétricos e rniignéticos. Portanto. De ( A . d e que a força eletrornotriz iiic1uzid:i ao longo de iiin circuito é proporciorinl à taxa de vari. Assim. e A terceira e última i-elaçio para se especificarem as unidades e dimensões eletromagnéticas C a lei da incluçáo de Fnraday. tudo o que está determinado.r: "absoluto". sem perda significativa de gei-ieralidade. em virtude de um Ato do Congresso! Atualmente.no caso de a unidade de carga ter sido especificada independentemente -. No sistema MKSA c o n ~ c x i o n ade unidades eletromagnéticas. com uma constante de proporcionalidade que fosse urna constante universal. possivelmente com dimensões que fizessem com que o campo elétrico não tivesse as dimensões de força por unidade de carga. Dentro do nosso esquema.Se k. é 2 Lnidades e equações eletromagnéticas Para disciitir a s unidades e as dimensões do eletromagnetisnio. supostamente reprodutível. px exemplo. a unidade d e carga. para um fio retilíneo comprido. (A. Uma definição mais geral seria a de que o campo elétrico fosse numericamente proporcional à força por unidade de carga. questão de introduzir uma quarta dimensáo fundamental A comorcorrente. apenas os fen6nienos eletromagnéticos no bácuo. percorridos pelas correntes I e I ' . igual exatamente a um décimo da unidade eletromagnética de corrente. até agora.. 2). . separados por uma distância d.3).6).i. .cd!ra velocidade da luz mediante lasers estabilizados (na realidade é urna medida tanto da fkquência como d o compriniento de onda de uma mesma raia espectral). pois a quantidade de corrente que serve de unidade encontra-se mediante uma experiência de eletrólise. Pergamon.. pilha padrão de Clark e coluna de mercúrio bem determi:?da). separadas pela distância r . Laws. percorrido. ao fluir em cadaum de dois fios infinitamente longos. A lei observntl:i. Entáo. Além disto. esta lei é onde c é a velocidade da luz. I ) .5) e (A. é uma constante de proporcionalidade cuja grandeza e dimensóes ou são deterninadas pela equação .$$ A constante k. Todos os sistemas de unidades conhecidos pelo autor usam esta definição de campo elétrico. verifica-se facilmente que a razão k. New York (1917). entre os condutores. as observações de Ampère constituem uina base para caracterizar a interaçáo e definir a indução magnética. Ed. Para os fenômenos magnéticos em regime permanente. comurnente aceita. é uma constante de proporcionalidade aparentada a k . é que o produto (kuq') tem as dimensões ( ~ n l ~ r . c uma questáo puramente subjetiva e não tem significado fundamental. Esta é a escolha que se faz num sistema gaussiano modificado (ver o rodapé da Tabela 4). a força por unidade de comprimento entre dois fios condutores infinitamente longos e paralelos. de a corrente ser s a kxa de variação da carga com o tempo (I = dqldr). de área de seção reta desprezível. é possível encontrar a grandeza da razão k.por um Ato do Congresso (dos Estados Unidos). P c k i . então. Elecrrical iVeasurrmenrs. págs. Não há. nada a ganhar nesta liberdade extra na definição de E.=cnto. com uma constante de proporcionalidade a que pode ter certas dimensões escolhidas ein razáo de conveniências. McGraw-Hill.* Logo depois. Em símbolos. = 10-' no sistema MKSA. uma força transversal de 2. em grandeza e em dirnensões. 0 O ampère -'absoluto" é. a densidade de correnth J e a densidade de carga P teriam as mesmas dimencões e formariam um quad=ac:or "natural". pois E é a pnnieira granciez'a do c a p o . 354 e segs. no entanto. Portanto. que é igual a um certo número inteiro de períodos de uma :rs. o Systèltze ltzternntiorial (SI) tem a massa definida em termos do qriilogrnt?la z d r ã o . guardado em Paris. na Eq. 4) tem por isso o valor k. 2) e ( A . assiime a fornia diferencial . faremos a definição. Thewlis. $gPa. entáo a corrente tem as dimensóes m1'Y112~-1. de voltagem e de resistência. O valor numérico é dado muito aproximadamente pelo quadrado da velocidade da luz no vácuo. por esta definição. a corrente elétrica(1) é escolhida arbitrariamente como umaquarra dimensão i básicz Conseqiientemente. o sistema de unidades eletromagnéticas internacionalmente aceito esta baseado no metro. além de outras unidades derivadas para a resistência. . Volume Suplementar4.Em virtude da nossa escolha das dimensòes da corrente e da carga. 4). define-se como a corrente que. Encyclopac<iicDicrionaty of Physics.ma W. A situação Farece ser uma situação conveniente. pois a sua definição se faz ein termos da força mecânica entre o s dois condutores por intermédio da Eq./k2 no vácuo. no q~iilugrama. deduzida a partir da lei fiindamental. e m contraste com a su'a grandeza'. definiram-se unidades fundamentais :ridependentes d e correrite. o abampère. Oxfor~ 97 1). foni 2 3 exatidão a elas atribuída. partiremos da escolha tr~dicionaldas dimensões fundamentais de comprimento (1).Em virtude da precisão extremamente elevada com que se pode . a unidade que se aceita atualmente para a corrente.baseado nas recomendações de urna :omissão internacional de engenheiros e cientistas -. for escolhido como adimmionai.(A. Isto quer dizer que o ampère "absoluto" é uma unidade derivada. A indiiçao magnética B é deduzida da lei de força de Ampère como numericamente proporcional i força por unidade de corrente. corrente assume. de E. massa (/)i) e tempo (r) como g r ~ d e z a independentes. para cargas e correntes conhecidas. inicialmente. de comprimento e de tempo. o campo elétrico de urna carga puntifornie q pode ser definido a partir de (A.massa.A equaçáo da continuidade para as densidades de carga e 62. que relacioii. págs. 4). . (A. é provável que em bxve adefiniçáod o metro será feita em termos da unidade de tempo ('"3Cs) e de um valor definido para avelocidade da luz no vácuo (ver a Introdução. para se ter uma vantagem que aparecerá depois. 2) como a força por unidade de carga. 2) e ( A . A.lei física fundamental qiicgovernii a eletrost5tica é a lei de Coulomb. in J. que corresponde a um certo ZJmero de comprimentos de onda no vácuo de uma determinada transição atômica do átomo do Kr. para que se ajustem ao campo elétrico as dimensões e as grandezas destes parâmetros do campo. implícita em (A. a voltagem. o comprimento em termos do tmrro. e k. separados por uma distância de I m no vácuo. Isto quer dizer que a dimensão da razão enze a carga e a corrente é a de temp0. a s dimensões dek? relativamente a k . a forma: A constante k. 705-706.~iando. O campo elétrico E é uma grandeza derivada. depend'crn das dimensões atribuídas a k.. e 0 tempo em termosdosegxndo. a carga tem as dimensbes 0 .~ ) .lk. que da a força entre I dues cargas puntiforrnes (1 e q ' . tem a dimensão de uma velocidade a o quadrado(12r-9.no segundo e na detinição acima do ampère "absoluto".nsiçáo hiperfiina no 133Cs. Ela evita dificuldades como as que apareceram em 1894. ou de asgrandezas eletromagnéticas terem dimensões dadas porpotências (às vezcsfracionárias) das ti& grarurzas mecânicas fundamentais. Além disto. na presença de cargas e correntes. pode ser conveniente inserir constantes d e proporcionalidade dimensionais nas definições. então. comparando-se a grandeza das duas forças mecânicas (A. ein simboli~s. O número adimensional 2 é inserido em (A. paralelos.por uma corrente I.iç50 do fluxo magnético que p. Somente quando definirmos outrasgrandezas do campo. em termos de três experièncias iridependentes (coulômetro de prata. (A. são determinadas. eiii virtude de erros sisteniáticos iias experiências. na determinação de kZ.~ discussáo do uso de fenômenos quânticos para definir os p a d r e ver oartigo sobre metrologiaquântica. Desde 1948. (1 ?Do p z t o de vista da relatividade restrita seria mais natural dar a corrente as dimensóes de carga dividida por compf. De acordo com Ampère.

existem somente duas constantes (por exemplo. k. Por isso. encontramos. é uma constante de proporcionalidade. Uma vez que. foram somente dois. onde a é a condutividade. J+(i/c)(apl&) = O. nos cinco sistemas comuns de unidades que aparecem na Tabela 1. . O sistema MKSA usa o nietro. Ver também a nota de rodapé da Tabela 4. para as ondas eletromagnéticas no vácuo. que k. o grarna e o segundo como unidades fundamentais de comprimento. 5) e (A. Uma vez que esta velocidade é. e de H e SI diferirem ou náo de B. respectivainente. O sistema gaussiano é mais conveniente para problemas microscópicos que envolvem a eletrodinârnica das partículas carregadas. O sistema MKSA tem a virtude de ser globalmente cômodo em fenômenos práticos. 11) I I I I I e a igualdade vale não só em grandeza. para meios lineares e isotrópicos. Observamos que.onde k . na Seção 6. Então. D e H. no entan. discutimos somente os campos eletromagnéticos no espaço vazio. Verifica-se. nas regiões livres de fontes. O sínibolo c representa a velocidade da luz no vácuo (c = 2. 7) terem as mesmas dimensões.2) k A= C2 k3kza (A. Os sistemas gaussiano e de Heaviside-Lorentz diferem somente por fato.1-2) 1 (Y k. Alem disto. kJ para os sistemas mais usuais de unidades. 4 Conversão de equações e de grandezas entre as unidades gaussianas e as unidades MKSA Os dois sistemas de unidades eletromagnéticas em uso mais corrente. as equaçóes de definiçáo para D e H. na Eq. em todos os sistemas.§ Analogamente. Em virtude das relações (A. com dimensões.to. pO. 10). = c-'. as relaçóes constitutivas são sempre escritas 3 Os diversos sistemas de unidades eletromagnéticas Os diversos sistemas de unidades eletromagnéticas diferem nas escolhas das grandezas e das dimensões das várias constantes mencionadas acima. Até agora. a. a Eq. no qual a corrente é definida por I = (IlcXdqldt). com k. de grande escala. 1 1 1 1 Assim. E evidente da Eq. com ampère como unidade. c2(t212) ~(lt-') c-I(t[-l) A velocidade de propagação das ondas descritas por (A. Somente o sistema gaussiano (e o de Heaviside-Lorentz) têm k. a equação da continuidade para a carga e a corrente é dada por (A.998. E e B têm a mesma dimensão.10) ! I Combinando-se (A. nos dias de hoje. Resta a tarefa de definir as variáveis macroscópicas do campo. especialmente nas aplicações de engenharia. E e B têm também a mesma grandeza.enquanto que a permeabilidade relativa (muitas vezes denominada a perrneabilidade) é definida como ( p l ~ ) . Descrevendo-se as propriedades eletromagnéticas médias de um meio material mediante a polarização macroscirpica P e a magnetização macroscópica M. podemos escrever (mlt-21. 101°cmls = 2. Por isso. a partir do primeiro par das equações de Maxwell na tabela. 12) as constantes E .) que podem (e devem) ser escolhidas arbitrariamente. habitualmente de maneira a fazer com que as equações macroscópicas de Maxwell tenham uma forma relativamente simples e compacta.res de 47r. fazendo-se a exigência simples de ambos os membros de (A.). em cada caso. de massa e de tempo (I. kz. A permissividade relativa de uma substância (muitas vezes denominada a constante dielétrica) é definida como a razão adimensional (EIE. a forma mais fácil de provar a igualdade é a de escrever todas as equações de Maxwell em termos dos campos que foram definidos aqui: Tabela 1 Grandezas e dimensões das constantes eletromagnéticas em diversos sistemas de unidades As dimensões sáo dadas depois dos valores numéricos. onde E. Uma vez que as dimensões de E em relação a B estão estabelecidas. A Tabela 2 mostra os valores de E. se k. (A. Sistema Eletrostático (esu) Eletromagnético (emu) Gaussiano Heaviside-Lorentz MKSA racionalizado I k. t). e p0 são OS valores de E e de p para o vácuo. porém. e A = A' = 47r nos sistemas não-racionalizados). as formas macroscópicas das equações de Max~vell e a equação da força de Lorentz. os campos fundamentais que apareceram.Na realidade. rn. neste livro.. Nada se ganha fazendo-se D e P ou H e M terem dimensões diferentes. Há.1. então. Porém. 10H mls).13) Assim. E conveniente. e k. mas também em dimensões. conforme se sabe.A e A' são constantes de proporcionalidade. l). as dimensões de k. mais a corrente (1) como uma quarta dimensão. fora as dimensões. Antes de tabelar as escolhas que se fazem para os diferentes sistemas. diferindo somente em potências de 10 nas unidades mecânicas e eletromagnéticas. e a equação da continuidade passaa ser V . Esta escolha é feita tendo em vista a comodidade e a simplicidade. Os quatro priinciros sistemasde unidades usani o centímetro. as duas equações do rotacional podem ser combinadas na equação de onda. A e A' podem ser escolhidos como númerosadimensionais (A = A' = 1 nos sistemas racionalizados. Para cada sistema de unidades. observamos que. (A. tem as dimensões de a-'. uma escolha a fazer. conforme se pode verificar. 1 c2(I=t ') 1 k2 c-2(t2. 1I). os problemas - %Algunsautores usam um sistema gaussiano modificado. as unidades eletromagnéticas e as MKSA são muito semelhantes. tiver as dimensões do inverso de uma velocidade. 5) com (A. a densidade de corrente J na tabela deve ser substituída porcJ. E o que aparece na Tabela 1. 7) que.. E e B. a de De P terem dimensões diferentes ou não de E. etc.998. é igual a a-'. e de po. 9) está relacionada à conibinação de constantes que aparece na equação. podem ser expressas em termos das grandezas definidas anteriormente. 7) mostra que. k . tabelar todas as quatro constantes (k. o quilogrania e o segundo. são os sistemas gaussiano e o MKSA racionalizado. a forma geral das definições de D e de H é (A. a da luz. Este resultado é fundamentado com base na invariância galileana. a equação da lei de Ohm é J = wE. (A. j (A.

' = 4 ~ n e ~ l i n ) s e m considerações adicionais. comprimento. A Tabela 4 é uma tabela de conversão de unidades. Conservando-se. julgamos mais conveniente usar sistematicamente as unidades gaussianas. A transformação inversa também é permitida. sobre guias de onda e cavidades.I 1 t . força e de outras grandezas que não sejam especificamente eletromagnéticas permanecem imutáveis. Existem esquemas mais simples somente para aconversão no sentidocio sistema MKSApnra o sistemagaussiano. em ambos os membros da equação. sempre que possível. Uma vez que os símbolos de comprimento e de tempo permanecem imutáveis. Grandeza Velocidade da luz Campo elétrico (potencial. I \ I microscópicos relativísticos são importantes. para permitir que o leitor exprima uma certa grandeza de qualquer entidade física como um certo número de unidades MKSA ou de unidades cgsgaussianas. corrente. polarização) Indução magnética Campo magnético Magnetização Condutividítde Constante dielétrica Gaussiano C MKSA (P~E~)-"~ &E(@. A Tabela 3 é um esquema de conversão para sírnbolos e e q i i ~ ç ó e sque permite ao leitor converter qualquer equação do sistema gaussiano para o sistema MKSA. As Tabelas 3 e 4 visam ao uso geral na conversão de um sistema para outro. pelos símbo10s correspondentes listados na coluna 'SIKSA" à direita. e são possíveis outras tabelas. V) E(@. No Cap. na coluna "gaussiana". densidade de corrente. P) ZI H Rcsistêiiciu (inipetlância) Indutância Cnpacitância . tempo. tentamos apaziguar os engenheiros escrevendo cada fórmula fundamental de modo que a omissão do fator colocado entre colchetes transformasse a equação na equação equivalente no sistema MKSA (desde que todos os símbolos fossem reinterpretados como variáveis do MKSA). no entanto. a constante de estrutura fina e21hc e a freqüência de plasma w. substituem-se. J. todas as grandezas mecânicas sem alteração. P) r 1 p(q. as grandezas que diferem dimensionalmente uma da outra apenas por potências do comprimento elou do tempo são agrupadas. a receita da Tabela3 possibilita uma conversáo direta de grandezas que aparecem nas inter-relaçóes de forças eletromagnéticas e mecânicas (por exemplo. Tabela 3 Tabela de converdo para símbolos e fórmulas - -- - - Os símbolos de massa. os símbolos relevantes que são listados abaixo. I. I. v€o J. V) D p(q. 8. e vice-versa. Para converter qualquer equação nas variáveis gaussianas para a equação correspondente nas grandezas MKSA. voltagem) Deslocamento elétrico Densidade de carga (carga.

Oxford University Press (1950). Bieberbach.cm2 OU maxwells 1o4 gauss (G) 47r x 1 0 . Chelsea. 8 (1948). (1964). Blackie. New York (1960).. . G. Theorie der Elektrizitat. Electronics of Solids. No.. M. Electrodynamics and Classical Theory of Fields and Particles. Fano. (2. Adler. O sistema gaussiano modificado usa.. X V I I I .h e r s t e d 1o-3 momento magnétic0 cm-3 l/s x 10-'I 10' 3 x 3 x 3x 3 x II 1 1 / *Háuma certa confusão em torno daunidade de indutância no sistema gaussiano. expressa em unidades diferentes. A partir da definição da indutância mediante a energia. Tables of Integral Transforms. 2nd edition. Elsevier. G. na linha do deslocamento (D). Wiley. 2 vols. G. aequação da voltagem é V = (L.~ 1 ampère (A) 1 A.. L.. and E. Pergamon.. Medd.. F. B. m .m-I 1 A. London (1967). Blackie. J. E. B. e também a de corrente. Senior. Benjamin. and E. este nome é consignado. New York (1964). T./dt). Brailsford. Bateman Manuscript Project.. L. (1937).99792 x 47r x I05). M. London. I m centímetros (cm) . F. Pergamon. Copson. Principles of Optics. A. Por exemplo. no qual a corrente é medida em unidades eletromagnéticas. J.J. Abramowitz. (1942). Bergmann. U.cm-~) 9 x 10\-' '1s x 10-" s. Oxford University Press (1963). em trabalhos exatos. Academic. N. J. London and Barnes and Noble. Macmillan. Principles of Relatiuity Physics. diz-se simplesmente tantas unidades gaussianas. 2nd edition. . B. New York (1965). V = L(dIldt). Alfvén.Reactions. and I. Wiley. J. Conforma1 Mapping. Van Nostrand. possa ser expressa num número equivalente de unidades de outro sistema. J. Pergamon. emgeral. M.. Amsterdam (1969). Aharoni. New York (1954). Oxford (1966). = (Ilc) (dqldt). New York (1970).. Argence. 3 vols. Gol'danskii. Oxford University Press (1965). expressa em tantas unidades MKSA ou gaussianas desta grandeza.99792456. Danske Videnskab. que provém do valor numérico da velocidade da luz. New York (1961). 3 x 10-4 stV. J. ou tantas unidades MKSA ou SI. R. Plasma Dynamics. Assim. New York (1969). Bates. New York (1966).. Physical Principles of Magnetism. New York (1965). gramas (g) t v F P 9 P r) I 1 10" 1 o7 segundo (s) hertz (Hz) dinas (dyn) ergs I J E <P.. Rozenthal.. em grandeza e dimensões (r?-'). Assim. Baker. W. por alguns autores. New York (1967).s-I 1 0 ~ t a t c o u l o m b (stC) s 10" stC.. Waue Propagation and Group Velocity. A.. T.. U = L12/2.. D. 1 1 I . O.S. New York (1960).m-2 1 C. McGraw-Hill. está relacionadaà nossa indutânciagaussiana L por L. Theoretical Nuclear Physics. = cZL. National Bureau of Standards. New York (1952). Introduction to the Theory of Relatiuity. de modo que a ligação entre a carga e a corrente éZ. Selskab Mar. Bohr. Pergamon. Leipzig (1933). Aconexão numérica entre as unidades de indutância é 1 henry = (10-'l/9) unidades eletrostáticas = 109unidades eletromagnéticas. Higher Transcendental Functions. New York (1965). 4th edition. . Dover. I. A corrente eletromagnética I. Electromagnetic and Acousric Scattering by Siniple Shapes. de um sistema de unidades gaussianas modificado. Nos outros casos. ou onde ele se emprega comumente. P. Arfken. A. Transmission and Radiation./c)(dI. L. New York (1970).-G. Prentice-Hall. Barut. Boyd. está relacionada à nossa corrente gaussiana I pela relação I.cm-" 109 . New York (1957).. Uslenghi. Stegun. The Special Theory of Relativity. a escolha da corrente definida na Seção 2 indica que a nossa unidadegaussiana de indutância é igual. M. by A. McGraw-Hill. B. Englewood Cliffs. Kahan. Então. Band 11. Erdélyi.cm-I '1300 statvolt (stV) 3 x 10 momentodedipolo C m-3 127r x 10" stV. cm-I (~tC. North-Holland.m-' 1 mho m-' 1 ohm (a) 1 farad (F) 1 weber (Wb) 1 tesla (T) 1 ampère-espira. Bohm. "Penetration of Atomic Particles through Matter. Mathematical Theory of Huygens' Principle. F. Chu. L... Matheniatical Methods for Physicists. Becker. Onde há concordância sobre o nome da unidade.. Carnbridge University Press (1961)." Kgl. 2nd edition. Blatt.entrada ( 1 3 x 105)é.. and J. E. and R. Modern Magnetism. New York (1953). eds. 4th edition. Tuebner. F. àunidade eletrostática de indutância. V. M. Baldin. ed.-fys. Bekefi. L. aunidade eletromagnética de indutância. H. Grandeza física Comprimento Massa Tempo Freqüência Forca ~rabalho Energia ~otêicia Carga Densidade de carga Corrente Densidade d e corrente Campo elétrico Potencial Polarização Deslocamento Condutividade Resistência Capacitância Fluxo magnético Indução magnética Campo magnético Magnetização *Indutáncia Símbolo MKSA racionalizado 1 metro (m) 1 quilograma (kg) 1 segundo (s) I hertz (Hz) 1 newton (N) I joule (J) Gaussiano 1 O' 10:' Bibliografia Abraham. Born. m-2 1 V. Brillouin. Theory of Eleciric Polarization. m-I I volt (V) I C. Academic. C . J. and I. Falthammar. Todos os fatores 3 (fora os expoentes) devem ser substituídos. Sanderson. L. Beam.cm-' 9x10" cm I OR gauss.. na realia ~ dade. F B H M L erg...~m-~ l / . ed. Band I . ou mediante a energia. vemos que a indutância eletrornagnéticaL. Wolf. M. Electricity arid Magnetism. por 2. J. Wiley. translation from 8th German edition of Theorie der Elektriziiat. Relativistic Point Dynamics. Bowman.Tabela 4 Tabela de conversão para quantidades dadas de uma grandeza física A tabela está organizada de modo que uma dada quantidade de uma certa grandeza física. Academic. Relatiuistic Kinematics. Erdélyi. J. statampères ( s t ~ ) lO\tA. M. A. Electromagnetic Energy. = (1lc)l. N. L. Arzeliès. and P. Umavez que a indutância é definida mediante a voltagem induzida. V P D u R C 1 watt (W) 1 coulomb (C) l ~ .. Kinematics of Nuclear. Weisskopf. as entradas de cada linha referem-se à mesma quantidade. by A. McGraw-Hill.m-I 1 henry (H) +. Radiation Processes in Plasma. Handbook of Matheniatical Functions. Cosmical Electrodynamics. Oxford (1972).. T. L. and R. London (1966). and V.. H. Anderson. The Special Theory of Relatiuity. 2nd edition. Nelson. 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amplitude de.fórmulas clássica e quintica para a.processo de passagem a o limite usado para construir uma. 20 . teoria dc. 628 - .). 24 . teoria de. I 20 - D.. 11 I Encria . 607. 324 .de r~idiação. 501 . 573 Bethe. postulados de.de Cavendish.coiilombiana. 620 L)iclétricos. 237 Corpo "em trrr:i".r griindcs. 17 Correçóes rc1. Cauchy-Kiemann.cfcito da dcnsidiicle sobre a pcrda .113 Contorno A Abraham-Lorcnrz.lei de Gaiiss da. 3 . teorcina da. 501 A n t c x 1ine.d e Laplace. . 323 . 94 ..diferencial .transformação de. 22 1 Divcrgéncia.a uma carga lignda harmonicamente. I3 Babinct... 15 . 171 . 10 .niiliircza qiiântica dos. 563 Dcscontinuidades. 163 Fator . 556 Compton . 3 . 57 . 41 .itivisticas de ordem mais baixa para a Iagrangiana de pnrticiilas carregadas qiic intcragcm.no limite de pequenos coinprimcntos de onda.p.oreniz.dc Coiilomb. 258 Cone de luz. 57 . 607.. 197 .i força de 1. 134. 1% Dirichlet.irn síinbolos e fórmulas.- de ci)ergi.is.irregad.. 121 Fiiraday.fotelétrico.médio qiiadrático.perda de. 498 . 163 Capacitância.BMT. 304 . 486 Biot e Slrart. pulso alie se ..de Maxwcll. 479 . isolada e carregada. 326 . 32 Dirictilct Grccn. 306 .deslocamentos de fase do. 137. equaqào de. função de. eqi~ações 57 Cavcndish. 79.elxidade de. 432 Circiiito infinitcsimal de Stokes.intc.dc mullipolo . 631 . condutor.dii freqüência em diclétricos.t r a t a m e n t o elementar da. 34 .monopolos de.de quantização de Dirac. 41. 13. distribiiição angular do. 330 173 . 431 .Índice Alfabético r- --Constante d o oscilador.Mossbaucr. C Calibre . em cavidades c0nicas oii nas vizinhanças de pontas agudas. I05 .as funçóes de Green pnraa.. 41 . distribuiçsona freqüência edistribuição angulxr da. 482 .rrwin. 410 Curva de r:u. ou segundo percunor.de dipolo.de acclcraçáo. 96 .densidades de. 172.ira qu. 555 .de dipolo magnético.mngnéiico. 342 ÁtomL\s) .dc espalhamento niédio qu. 473 .tr.tcorcina de. 24 Uoppler. caracterisiicas d a .condições de contorno de. 458 Corrente . 497 . 616 .cilíndricas.il oii irrcitacional. 27 . 230 Éter. 340 . . 479 Eqiiação(ões) ..regra d a soma do.rclntivística d e movimento para o spin num campo externo uniforme ou lentamente variável. 50 1 .em coordenadas esféric. 500 .r<1'iasao de frcniimento nas.macroscópicas.comdielétricos.num plasma eletrónico. 236 -. 192. 166 .. ângulo de.foriniilas do.. C. 526 .itomoç.por uma abertura circular.arbitr. ingulo de.niacrosciípicos. 25 .da gota de óleo de Millikan. 119 de correntes. 79 . 3.teoria tla psrturb:rçiio no.mistas. /. 8 .em forma cov. 3 . 32 . 3 10..Dclbrück. dcfinisào. 105 Difraçao. 554 Boltzrn~in. 393 . 175 . 172 . principio de.i supeificie e n o interior de um . 391 Euler-Lagrange. I0 ..idriitico.de uma fonte oscilante locali~ada. 619 .niirn campo magnético. lagrangi~ina 458 de. espalhamento.içào. 20-40 .perpendiculares.transversal. sobre a.64 . 478 .1:igriingiana para o.ra&c?rivo. 171 . . efeito da densidade .em coordenadas cartcsi~inas.longitudin. 171. 375 Amonecimcnto . alimcntaçâo central. 8 .perdas de potència numa. 364 Dimensões. 44 . 338 Bessel.intcgrais duais.dc confínamento. 135 .normal.de Cauchy. 4% C1ieg:tda de um sinal depois dii prop.geometria da..propriedades.de uma distribuição localiznda . tabela r de. 16 Elttron . 591 como problema de contorno.no lcnipo. 384 Delbrüch. 72 .problemas de contorno na.cl.efeiros de. 9 . 598 .de vclocidade.entre paniciilas c. 176 - . 485 .de Lorcntz.em presença d e uma esfera condiitora. 498 .módulo d a carga do.i.íntegro-diferencial d o movimento..cspiilhados. 340 . 330 Condutor perfeito. 272 . 173 Campo(s).52 .comp.d a s Jescontiniiidades.da água d o m.nas vizinhanças d e uma esfera - Efeito .. 464 . notas etc..nos diversos 'sistemas de iinidadcs. lei de.teoria escalar da. 604 Arnprc "internacional". 459 lei de. 487 . 485 de decaimento.istico de particuias rápiilas por.piircial.. 442 Expansáo(6e~). Os números em irálico refereni-se a localizaçócs fora d o texto (legendas.elétrico.pclicular . 137.da magnetostática.. leis de. 317 . 349 . lei de. 628 Covariincia d.de Legendre. 112 ... precursor de.em comprimentos d e onil. f6rmula de. 302.problemas de contorno com. I0 .rclativística de uma partíciilu.radiativa..de contorno . 548 .igação em iim meio dispersor. definiçóes covariantes.ordinária. 171 .)nversão .de Cluusius-koss»lii. 63 . em mcios materiais. 383 de Sturrn-Liouville. teorema da...de radiação. 441 . experiência de. 600 . fator de. 191. lei de. 344 . 382 . 404 . 470 . 287 .relativístico.i niim guia de ond. 5 W .perturbação d. idc~ilizaçoes do. 2.espalhamento d e ondas eletromagnéticas por uma.escalar Helmholtz. 323 Espelhos magnéticos.~roblemasde.condição d e quantização de.em presença de uma esfera condutora ligada à terra.numero de onda de.. 14 Clausius-hlossolti. 596 .p. propaga num meio dispersor.com hemisfério's a potenciais diferentes.soluções bisicas.Rayleiyh.magnética..iiite.50 . 63 1 ou largura todecaimento. 401 . 47 Espalhamento. lei de.de raio R. e m cantos e em arestas. 459 . 136 Amp5re-hlaxwell.de Brsustcr. 173 . 302 condiitorii mantida em potencial fixo. dísticos. Espalhamento) . 24 1 Cinemática relativistica.com elitrons.de Lorcntz. condutores e plasmas. condições de contorno de. 399 Conscrvaçáo.de Frcsncl. 544 Coriiponcntcs 1. 29. 65 . 4 . 14 Comprimento 532 .de i-adiaqiio.em colisões. equações d o movimento de.da radiação por cargas qii. 48 .d e Hamilton. 302 .is.iri. 163.de blindagem.de<idade de. 528 .intidndes dadas de uma gr. 9 A u l o f u ~ ò c s 92 . 248 Ala-mento de um . 172 . 41 1 Esfera . 370 . 166 . notiição e unidades na.cspiilliamenlo.de Landau. 45 C~i~ichy .cta.ilar(es). 572-603 . fórmulas de...nos diversos sistemas de unidades.ir.cncrgin num. 246 .total de621 113.em funçáo d a cnerpa cinética. 612 .interno. lh9 . 218 Bnlloui. 460 .de Neumann.de deslocamento.i ressoiiante..incoerenie.riUo de blindagem de.de qii. 381 Debye-Huckel.. 183 Amplitude de esprilhamcnto norrn2izada. 554 .de nivel.função de Green para a. 629 dielétnca. 482 . 442 . 137.. 6-73 Convoliiqão. 275 .seção diferencial de (oii de difiisão).l íisica. 586 . 527. 7 Breuster.distribuições superficiais de .. dcdução .de transmissào.cocrcnte. 8 Desaparição d e carga e de momento magnético. 120 .elétrico. 123 . 363. 105 . 197 . 478 . 382 .is. 2.ignetismo. Auto\L!ores.. 3 12 Experiência .dc B~)rn. I ..nas intcrfaces de diferentes meios.d a eletrostática. 492 de. radiaçáo de. 329 . 632 . 388 Eletrodinâmica quintica. 331 . 307 .de Fraunholer. 422 Covariantes. 169 .Iriinsversal ou solenoid:il.niagnético.de absorçào (ou coeficiente linear . 28 .figura de. 25 . 619 . 132 Blindagtrn ..de Thomson d a radiaçáo. 632 .de radiação.nproximaç'io de. 606 .d. 145..de Dirichlet.Doppler ..de Sn)the-Kirchhon'. incluindo o nmortccimcnto radiativo.de eqiiaç6es e de grandezas entre a s iinidiitles gaussianas e as cnidades MKSA.de Ki:chhol'f. 619 dc f o q a .da massa d o fóton.irradiada por cargas aceleradas.. 31 1 Apareho de Cavendish. 220 . 26 . 350 Ãnguiu .ibertur.is e dipolos e dcscontiiiiiidadcs no.. 57 .em coordenadas cilíndricas.irnagcns. 627 Am+re. 174 de Poisson.de Cauchy-Kiemann.. 446 . 517 ..i n t r o d u ~ ã oà. 586 .r cni... da. quadros. 509 .iorcionaiidade. 92 - . 22 . perda relativística de. Dcbye . 482 . 20.potencial eletrostitica. 342 Colisão(ócs) Coeficiente - de a b ~ o r ç á o )326 ..de onda . 238 Einstein. 5% . 135. 29 .de Ncuton. 233 Alf~in .d o movimento .\.. funções de. 163.. 278 Ccrcnkov.cm c.por g. em ondas es- .conduton . 494. e q u a ç ã o do mi?rimento de.de form. 13.Compton.comportamento dos. 3 . 462 . 2 18 . 612 Absorção ressonante. 221 . Condições) . 318 . 507 ..:oximação de.de Abraham-Lorcntz.de . 0 8 ~ o n d i ~ ã o ( &-) . 3 ciirg. 393 Dupla camada . 221 Adm-itincia do campo.muhri<os.ignetoi<lrodinimica.da luz pela luz.ressonantes. 193. 32 .a teoria e a ionosfera como.espdh~mcntoel. 34 Carga(s) . 9 . 634 .de Boltzmann.idriipolo elétrico. 13 .i eletrodinimica. Difusão (v. 609 . 163..ir. 146 . 627 Dipolo .de pm. 340 . 363 .equação da..clclroniagnéiicos.i m. deserivolvimcnto de.r:idiação eniititi~r dur. 331 Dispersão .variáveis.num campo elétrico iiniformc 6 pelo método das imagens. 32 . 34 .com.írios..de multipolo. 262 . 578 .ise livres. tabela de. 330 . 32 . 2'5 . 171.fses e liquidas.iiidez.do eletromagnetismo. 9 .clctromagnéticas..macroscóoicas.om. 145 Espessura pelicular ou profiindidade de penetração. 553 . 173 Coulomb calibre de. 2.325 . 489 . 140 . 529 . 307 .de ondas eletromagnéticas por uma esfera.nos meios m:icroscópicos.. 1sA i n .. 364.fórmiila de. 613 . 554 .ele'tromagnética.c o n d i ~ õ e sd e (v.niúltiplo. 270 . 449 . 5 Aproxirnaçào . 52 . . 478 .Lamb.de Planck.dc Ru:herford. 528 . tal. 52 . arraste do.de uma carga puntiformc. 489 .rntos e cm arestiis. 612 Elctrostática dos meios macroscópicos.in6malo.numa colisão coulombiana.elftrico.de Euler-Lagrange.. I5 Deslocament«(s) . 147 .f6ton-fóton. 247. 91 Oj números em n q r i t o referem-se a locais onde o assunto é abordado niais extensamente. integral de. 623 Dirac .força da rcaçiio radiativa a partir da conservaçáo da. 529 .invariância d e .rluo clássico do.. 2 .em niiiltipolos para uma fonte localizada ou uma .an6mala.eletrostática e m mcios dielitricos.insferf ncia de . 6 Cavidades .funçáo delta dc. 120 .de um dipolo elétrico. 8 Elcti.o d s de.d. . 12 I Born. 258.náo-lincaridiidc quintica.de Lorentz-Lorcnz.ístico de particiilas rápidas por .ingcnciais. 572 de Helmholtz. 429 Esc. 325 Born e Infeld. 374 .não-homogênea - féricas. 258 . diis...puntiforme . 529 . 509 .

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(x) Funç8es de Bessel e s f é r i ~ a s j ~ f xlilfx). K .+V$) n d a Funções clc Bessel J . relaçáo com as funções de Bessel .. J+ e A são funções escalares oii vctoririis bem comporta! I das. (x) = O Identidades envolvendo funç8es de Bessel Integrais d e Airy. (Teorema da divergência) Onde Encontrar o Material Básico sobre Funçóes Especiais PolinGmios de Legcndre Pl(x) Futiçõcs associadas de Legendre P.4) ( + v 2 + + v + . V é um volume tridirnensional com o elemento de volume ci:!r. Kaízes de J .. (.+V2+) d3x= ($V$. cp. s ) = O .V$ d a (Prinieira idcntidadc clc Green) (Teorema de Green) ($v2+. (x) Funções de Hessel inodificadas 1 . Nas fórmulas seguintes.. com o elemento de áreatla e a normal unithria externa n em da. V+) d3x= Jv L h +n .. A normal n a S está definida pela regra da mâo direita em relação ao sentido da integral de linha ao longo de C.r).r). h?'2'(x) ). Raízes de J. N . (.(O. (Teorerna de Stokes) . com DESENVOLVIMENTOS EM FUNÇÓES ORTOGONAIS Fiinção de Bessel (intervalo finito em p ) Função de Bessel (intervalo infinito em p) Autofiinção da função de Green Série de Founer Integral de Fourier PolinGri-iio de Legendre Harmônico esférico o elemento de arco til."'(x) Harriicinicos esféricos Y1... S é uma superfície aberta e C um contorno que a limita. S é uma s~iperfície fechada bidimensional limitando V.I.Teoremas do Cálculo Vetorial Nas fórmulas seguintes.

os vetores unitários ortogonais associados às direções das coordenadas identificadas pelas entradas à esquerda da tabela. - &Ic>j/> Formas Explícitas das Oper'ações Vetoriais Sejam e. ax2 e a+ a+ aiC.(sen 0A2)+. V g = e .. ax3 3 .1 z % L 3 $ Y V ax3 aA + e .. r s e n e a 4 [I*-iad r ' TA. e.+1 a~~ aAs a VOA=-P a4 az P ap ag i a+ V $ = e e .A?. ax. ) + . as coniponentes correspondentes de A. 1 a+ ViI..i (a r2 A. A=?!!!+%+?& ax. -L!---a a ' ( a x : ax:) 3(ax: a. e.)+r2 i ag rseii e a4 1 .i a a~~ rsen 8 ae r sen0 a4 0- "i : 5.') aA V .) + e 3i dr r ] r aa9 A I m p r l ? l l l oC A(ahari.223 Rua Cristo 70 78 To1 1272 .nlo GRRPHOO Sanlo .=ei-+e2--+e3ap pa+ az i( p A ..aL VxA=e.. v2g=-+-+axi2 axZ2 ax3' a2g a2g a2g 4+ L. Entiio.$ 2 2 2. -+e2--+e3-ar r ae v .- r seri 9 a0 [O 0 ~ 3-L] (sen )d A a4 (r~2)--] 4- +e. 2 N ail. A = . A . e A . -+e2-+e3ax.aA + e aA dA d A V x A Z e .- ---- - - rl) \ .