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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA: ENG321-TÉCNICAS DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL PROFESSOR: URBANO

FMEA ANÁLISE DOS MODOS E EFEITOS DAS FALHAS

Alunos: Arthur Montenegro Lucas Borges Pedro Afonso Ricardo Salles Thiago Vasconcelos

............... 6............................ .......................... .. I t 5. v i p ti liz p i t m p bl çã f it t mp v i çã m f l f l içõ EA .......................... ...... ..................... 6 li ..... ............ .................... ...................... ......... ................................. .......................................... ........... ... ..... .... .............................................S lv ............................................................. ..... ................ ....................................... ................................................................................................... t iz 5.................................................. 0 çã ........ 5 ........................................................... .............. 4. .............9 E 5.... ............ ....................... 8 f l ...... 9 .........................7 4.................. ........................... 4................................................ ....................... ............. 4........................................ ...... .....8 4... 4 EA .........5 I 4............. ............................ ..... 5 çã ........... 8 ............................................................. ....4 i 4...... ... 0 Sumário S má i . .............................. ............. .. 4 çã .................................. ................................................. ................. ip 4........................ ............................................................................ .. .I t ........... .................. ...................... 6 fi içã fi içã m tifi .......6 A áli 4................... I t l çã .... ... ........... ........ i .......Q ........................................ E 5................................................... l l t iz iti i ét i l iti i ê t 4... ..................... ã ............................................................................................ ................ .. 0 .................................. 6 EA .......................

t i im. lt . i . mpi . q . m QS 9000 bm t p l . i l . v (vi m m t t t imp tâ ái . t q t z i b çõ m p ç / p m EA ( ípi . t m t i .p imi i f l p ífi ú ti . vi m xi ê i m t p ifi iv l çã EA m t té i m . E t é bj tiv bá i t mbém m m p ç /p t à p v çã . t m l p ly i ).Introdução Am t i q t té P p i iz f l Ap p iv p p t i lim m t A p m impl mf pi EA m m ip i m tiv m mp t t p . v p pli f l m t l m p p . m p mi i t tiv áli f lê vit . p l l t lm p mp m t é imi tiliz i i l i A áli Eff tA f l p ip p t t t q tá imi m m m t f q tili p p b bili pli ç çõ i Ef it i i p p i fi bili p j t . A . p il m i m f l . xi t t m i i áli p j t t t t m f l tiliz çã .1. j . é m f . m j .E t é t impl i ) t ã t . b v lvi EA. t .

Ai m p m Q Q E m q i m i f l ã m t . ái EA t mbém é b A im. P ém l p ív i p j t m l i q p i . t vé q l i t m mf l i l v l É imp t t t y y y y t áli EA f i f l p j t vi .p i p p f it i m t t t p i mp i f l zi f l t ? m m? mp i ? f l ? t ? t m p f l EA t f m l p j t p t q f já tã mp m p p p j t mf l q p . f l çã . p à m EA p tá i : v t . EA m l çã t P j t p limi l P iv lm .2. m t t m q t vi pliq liz liz . l çõ ã já é tã ? t m l i .Quando se deve utilizar o FMEA I i i lm vit . t lt f t it q p j t i t p t p v lvi mp t t p i l /p t t p p p t f l f çõ . é p x mpl : p t i m i m p f l á pl é j tiliz iz t . . p if t m ív i f l p v i t m p liz t b l i t m . p j t m l f i i i i i ív l t l p j t p j t . v lv i f m çõ EA b p p t p t ã t P limit bá i y y y y y y im.

3. A t im p j t áli ã áli EP t p p j t .É q t t p áli ã é vit mi f l m t mbém p p j t .A i m : q ifi i tip l ã çõ t t p pli m : i t t m q t i t v lvim liz çã bj tiv . ESS : ã j . i á i mi i t tiv m m . q p t i i j . ã m m t p mb l l if ifi i p . f mi bj tiv p t i áli t m f l é vit p f l ifi pl çõ j m p t x . im t m bj tiv q . t çã m p j t . m f l t i . ã . m m. l li i m áli EA tip . imi i é EA t p i p p f l . EP f l bj tiv m m p j t . ± ip mt .Tipos de FMEA E t p m t m EA´ ‡ p p EA t t EA ‡ p b EA .

m . é vit l q l j t mi . Ex t f it áli f l . im p i t m . E p t m f l .I p t q l mi ã j .2 Definição do sistema a ser analisado t t p ã p vi i t l p i im m fi i mi ã i t m m áli . El b i m bl . i m t m i t m f im i t l çã áli içõ b mp Exi t m i mét m f i l t p i ip i . fi i tã fi içõ f l . A áli f l f it fi içã li i t m . ki fl x típi v i . Metodologia passo a passo da FMEA 4.É á i t mbém. áli 4. fi i i 4. im q tit m m f l i t m m mp t . A m t f çã i t m áli tã é liz t l i é ³ q i i . t fl x p çã i t m / mp áli á t mbém m m t v li çã áli m EA. E t b l m i mét mp t çã çã .1 Introdução t çã á p EA p miti á i tifi i .4. I tifi çã m f l . q p t á fi çã f p tê i b k p p . m im m b ix ´ . fi i p içõ .

sobret do para sistemas mais complexos e q ando o sistema se encontra nas fases iniciais do projeto. Essa análise em geral é feita a partir dos níveis mais baixos da hierarquia dos componentes e sobe sucessivamente aos níveis mais altos do sistema. t pri ipai tá i mp ári t para part Sistema principal (Instalação) Sistema (Potência) Subsistema (Agua de refrigeração) nidade ( hiller) Parte ( ondensador) i ra 4. ± abordagem f ncional ma vez q e todos os componentes principais são conhecidos a abordagem focada no hardware pode ser realizada. nidade ( hiller) Equipamento ( ompressor) Parte ( otor) Parte ( ancal) Parte ( olamento) igura 4.rapi am t t rmi ar t at im t a mi ã p l p ífi as sã sconheci as. ± abordagem de hardware . A análise do hardware é m ito mais detalhada: ela lista peças individuais ou componentes e analisa seus possíveis modos de falha. é feita ³de ba ixo para cima´ e todos os componentes são considerados. mp i t ma. ou seja.

missão do sistema em análise. 4. ambiente. relações e a interdependências dos componentes funcionais de um sistema é construído. b. m diagrama funcional deve ser utilizado nas partes iniciais do projeto. ele deve indicar que subsistemas um sistema deve possuir para atender a sua miss ão. c. e. tempo de operação do equipamento durante a etapa estabelecida. garantindo a rastreabilidade das informações. as categorias de severidade usadas pra classificar os efeitos de falha. igura 4. d. f. diagrama de blocos fornece a possibilidade de rastrear os efeitos dos modos de falha através de cada level da hierarquia e ilustra a sequëncia de fluxo funcional assim como as funções e operações paralelas. métodos de detecção de falhas. Essas considerações geralmente são relacionadas ap siostema/equipamento. o analista precisa documentar as suposições estabelecidas quando executadas cada parte da análise. fontes das probabilidades de falha dos componentes. missão e método de análise. às suas condições operacionais.4. ais considerações geralmente incluem: a.4 ± diagrama de blocos funcional de um sistema . sejam elas dependentes ou não.3 Definição das suposições Para auxiliar o entendimento da análise.4 Diagrama de blocos esta etapa um diagrama de blocos funcional representando a operação. etapa da missão que a análise foca. ada entrada e saída de um item deve ser ilustrada e indentificada.

igura 4. A causa ou mecanismo de falha de um modo de falha é o processo físico ou químico que eva um item à falha. Para assegurar que uma analise comple ta foi realizada. cada modos de falha de um componente ou de uma função de saída deve ser analisada sob as condições diversas. Existem muitos modos sob os quais um sistema pode falhar. falha ao parar de operar no tempo certo. A Indenmtificação dos modos de fa lha mais procupantes deéndem de um componente específico. odos os prováveis modos de falha independentes para cada item devem ser identificados. tais como: falha ao operar no momento certo. subsistema ou componente. operação intermitente. ambiente e histórico de falhas anteriores em sistema similares. É importante salientar que mais de uma causa é . perda de saída e saí da de baixa qualidade ou capacidade operacional reduzida.O próximo passo é elaborar um diagrama funcional inserido dentro de cada subsistema indicando que tipo de componentes são necssários e suas entradas/saídas.5 ± diagrama de blocos funcional dos subsistemas 4.5 Indentificação dos modos de falha O modo de falha é a maneira com a qual uma falha é pbservada numa função. sistema.

possível para qualquer modo de falha apresent ado. Se a falha não detectada não compromete a missão e a segurança e permite ao sistema permanecer em operação uma segunda situação de falha deve ser explorada a fim de determinar se uma indicação será evidente ao operador ou mantenedor. o efeito da falha no componente tem efeito catastrófico na operação do sistema. se torna importante determinar se a falha comprometerá a missão do sistema ou segurança. É muito importante então que o analista use de seu julgamento para determinar até onde avançar na determinação da causa da falha. 4.6 Análise dos efeitos de falha A análise dos efeitos de falha é realizada em cada item do diagrama de blocos. Se não há qualquer indicação. no nível superior e finais da falha devem ser analisados. odas as causas então devem ser indentiifcadas. o que levou a sua não reposição na ultima manutenção da bomba. por exemplo um rolamento de uma bomba fa lha devido a contaminação do lubrificante e é constatado que a selagem estava defeituosa e por isso houve contaminação. A conseqüencia de cada efeito de falha na operação do item assim como nos níveis superiores do diagrama de blocos devem indentioficados. Os efeitos de falhas finais usualment e apresentam três categorias: o efeito da falha no componente não apresenta efeito imediato na operação do sistema. incluindo aquelas induzidas por erro humano. o efeito da falha prejudica a operação do componente mas o subsistema ainda possui condições de atender a sua missão. A falha em consideração pode afetar vários outros níveis hierárquicos do diagrama. 4. Wualquet outra evid~encia para o operador que o s sistema falhou deve ser discriminada pela EA. Assumir que a causa de falha é a selagem quebrada não basta para uma correta solução do problema. Avisos visuais ou sonoros assim como dispositivos automaticos de detecção são exemplos de meos de detecção de falhas. como por exemplo uma parada completa da produção. é neccessario então averiguar porque a selagem quebrou até que se encontre a causa fundamental que poderia ser nesta situação a falta da selagem em estoque.7 Métodos de detecção de falhas A EA indentifica os métodos pelas quais a icirr~encia uma falha podem ser detectadas pelo operador do sistema. portanto efeitos próximos. alhas localizadas dentro do nível do sitema são aquelas que minam o desempenho ou a capacidade de cumprir a missão especificada. uma falha no subsistema de refrigeração seria definida como a não capacidade de fornecer agua refrigerada à instalação. alhas no sistema principal seriam falhas que impedissem o cumprime nto da missão da instalação. Quando analisada a causa de cada modo de falha é necessário ter cuidado para não ser muito superficial nessa análise. .

assegurando que o equipamento esteja em condições de operar caso o equipamento principal falhe. como um alarme de alta temperatura que desligue o equipamento quando acionado. permitindo uma medição qualitativa das piores conquëncias possíveis resultantes de uma falha Efeito Catastrófico Catastrófico Muito alto Potencialmente perigoso para a saúde.9 Escala de severidade Após todos os modos de falha e suas respectivas causas terem sido documentadas na EA a equipe precisa relacionar numa escala os efeitos na missão de cada efeito de falha. Interrupção alta na missão. 4. m nível mais baixo na escala representa um efgeito de falha menos severo quanto um nível mais alto representa um efeito mais severo.8 Medidas de compensação São ações que o operador pode tomar para anular ou minimizar os efeitos de uma falha no sistema. Tempo significante para Índice de Severidade 10 9 8 . sistemas de segurança como monitores e alarmes que permitem linitar os danos provocados e sistemas automáticos auto compensatóprios que ajustam quedas de desempenho dos combonentes (como aumentar a rotação do rotor de uma bomba quando uma queda de vazão é detectada). A falha ocorrerá com aviso.Testes periódicos de equipamentos em stand -by constituem um método importante de detectar uma falha não evi dente. Algumas medidas de compensação abrangem o uso de sistemas redundantes que garantem a operaçã o contínua e segura. de modo que tais situação. Potencialmente perigoso para a saúde. precisam ser consideradas na anális e dos modos de falha. sendo uma classificação de severidade assinalada para cada item. segurança e ambiente. A possibilidade de detectar falhas de modo a reduzir o efeito geral da falha vai influenciar na severidade da falha. caso essa não seja a situação o ope rador deve buscar uma outra forma de detecção que promova essa diminuição do efeito. 4. apesar de simples. aso essa operação seja feita de maneira errônea as consequências podem ser indesejadas. A falha ocorrerá sem aviso. reduzindo a chance de danos ao(s) equipamento(s). ada item precisa ser avaliado em sua pior consequência para o nível do sistema caso a falha venha a ocorrer. segurança e ambiente. Qualquer medida de compensação que possa ser utilizada deve ser indentificada. A possibilidade de detectar uma falha e reagir corretamente podem ser de importãncia crítica para determinar a viabilidade de uma determinado sistema. Por exmplo se uma bomba falha e não apresenta fluxo o operador/técnico p recisa saber que butões e válculas acionar para trazer a bomba de backup à operação. Totalidade dos produtos são irreparáveis.

eparado rápido de ser executado. O processo pode ter de ser parcialmente retrabalhado ou interrompido. Pequeno efeito sobre a missão do sistema. igura 4. Parte dos produtos são irreparáveis. interrompendo a missão. Alto Moderado a alto Moderado Baixo a moderado Baixo Muito baixo Nenhum Interrupção alta na missão. alha não apresenta efeitos sobre a missão. Interrupção moderada na missão. severidade e comentários levantados pela equipe. Interrupção moderada na missão. Tempo moderado para retomada da função. Pequeno efeito sobre a missão do sistema. Interrupção moderada na missão. Tempo significante para retomada da função. métodos de detecção. 00% do processo precisa ser retrabalhado ou interrompido. ± Escala de severidade 7 6 5 4 3 2 1 O resultado da Análise do EA deve produzir um documento em forma de tabela com todos os modos de falha. aioria dos produtos são irreparáveis.6 ± resultado da EA . suas respectivas causas. saúde ou ambiente. Tabela 4. efeitos. segurança. eparo pode levar um tempo maior.retomada da função.

similar a outros sistemas com altas taxas de falha. similar a taxas de falha de outros sistemas semelhantes. similar a outros sistemas com altas taxas de falha. Similar a sistemas anteriores que operam em condições semelhantes. alhas são constantemente esperadas.000 1 / 5. Taxa de falha muito alta. Taxa moderada de falhas. Taxa de falha muito baixa. Escala de Ocorrência 1 2 3 4 5 Probabilidade remota de ocorrência. similar a outros sistemas com taxas moderadasa altas. alhas são constantemente esperadas.2 Escala de ocorrência A escala de ocorrência é um método utilizado para relacionar uma probabilidade de falha ao um determinado equipamento ou componente.1 Introdução A atriz de riticidade ( ) consiste de um método gráfico de indentificar e comparar modos de falha de todos os componentes de uma dado sistema ou subsistema com respeito a probabilidade de ocorrência e severidade a presentada por é a capacidade de estes. similar a outros sistemas com taxas moderadas. . Alta taxa de falhas. Alta taxa de falhas. Taxas de falha moderadas a altas.000 1 / 1. Matriz de Criticidade 5.000 1 / 500 1 / 200 1 / 100 1 / 50 1 / 20 1 / 10 6 7 8 9 10 . Tabela 5.Escala de ocorrência Taxa de Falha 1 / 10. Baixa taxa de falha baseada em sistemas semelhantes. Taxa de falha muito alta. Taxa de falha ocasional. 5.000 1 / 2. mas das características distintas mais relevantes da priorizar e portanto direcionar a atenção entre duas falhas que apresentam a mesma criticidade.5. ada nível na escala corresponde a uma probabilidade estimada de falha baseada na experiência do analista em relação a equipamentos similares utilizados em c ondições próximas.

3 Matriz de criticidade A MC é construída inserido um indentificador ou referênciapara cada modo de falha em posições da matriz que representam a severidade e a ocorrência associada a estes. não é excessivamente influenciado por apenas uma das escalas.Matriz de criticidade Os modos de falha dispostos no canto superior direto da matriz requerem a maior atenção imediata possível. Desloca ndo-se diagonalmentente em sentido ao canto inferior esquerdo da matriz. Essas falhas envolvem uma alta probabilidade de ocorrência assim como um efeito catastrófico na operação do sistema ou segurança das pessoas.5. chamada de criticidade da falha. Para que possamos obter uma matriz de criticidade a partir destas classificação é de extrema importância que ambas as escalas adotadas tenham o mesmo ³peso´. garantindo então que falhas diferentes possam ser comparadas com base na criticidade calculada: Criticidade = Severidade x Ocorrência Figura 5. Em casos onde falhas apresentem a mesma relação de severidade e . Tal atenção garante que o produto das duas escalas. conforme a fórmula a seguir.2 . a criticidade e severidade de falhas potenciais diminui.

pode ser uma solução a ser adotada. baseado em dados e devidamente monitoradas (melhoria contínua). Conclusão A metodologia EA é importante porque pode proporcionar para a empresa: ‡ uma forma sistemática de se catalogar informações sobre as falhas dos produtos/processos. ‡ ações de melhoria no projeto do produto/pr ocesso. as falhas localizadas à esquerda são as quais se deve focar. falhas localizadas á direita da diagonal requerem o maior reprojeto (por exemplo: adoção de componentes ou equipamentos redundantes) porque o efeito destas falhas são os mais severos. Caso o aspecto segurança/função seja o de maior preocupação. a atitude de cooperação e tra balho em equipe e a preocupação com a satisfação dos clientes. Se isso não for possível então um plano de reação precisa ser adotado de forma a minimizar o tempo de parada do sistema. Embora a falha inicial do componente ou sistema não possa ser evitada o efeito da falha não mais será catastrófico pois um sistema compensatório (o sistema redundante) vai operar em seu lugar. . ‡ o benefício de incorporar dentro da organização a atitude de prevenção de falhas. com uma probabilidade de flaha menor. Empregando redundância. Caso o aspecto custo seja preponderante. ‡ melhor conhecimento dos problemas nos produtos/processos. ‡ diminuição de custos por meio da prevenção de ocorrência de falhas. Todos os meios possíveis devem ser avaliados para reduzir a taxa de falhas em qualquer modo de falha de alta severidade. 6. um sistema duplicado é construído de modo que ele serve de reserva para uma falha crítica.criticidade é necessário determinar entre o aspecto de seguração/suceeso da função ou custo é o aspecto mais importante. Se a redundãncia não pode ser empregada. então um componente mais robusto. uma vez que altos valores de criticidade (devido a altas freqüências associadas) refletem maiores probabilidades de ocorrência de falhas.