1.

CONCEITO A identificação e avaliação dos riscos existentes, tanto os reais como os potenciais, compreende a terceira fase do planejamento da segurança empresarial. A partir da fotografia, diagnóstico dos ambientes internos e externos no qual se ressaltam os pontos fortes e fracos, deve-se projetar qual será o risco que a instituição possui, tendo em vista sua situação, diante da filosofia empresarial existente. É óbvio que para levantar riscos e assumir quais são os seus reais perigos, a empresa tem que estar focada na sua política de segurança, ou seja, na forma como vai encarar as ocorrências e na maneira como quer gerenciá-las. A compreensão dos riscos e sua origem, ou seja, o porque da existência de tal perigo, é imperiosa para a eficácia da segurança e consequentemente para a administração e controle da crise. É necessário ter uma avaliação precisa das ameaças, a fim de que possam ser determinadas quais as medidas ou condutas mais indicadas a serem adotadas. A avaliação dos riscos nada mais é do que saber qual a chance do risco vir a acontecer. Quando a empresa possui um histórico, ou seja possui dados anteriores sobre a ocorrência de determinados riscos pode-se trabalhar com dados objetivos. Neste caso específico a estatística e a média serão muito úteis para que o departamento de segurança embase seu estudo. Mas na maioria dos casos dos riscos em segurança patrimonial não há um levantamento formal, nem um histórico para que o profissional possa realizar um estudo detalhado. Para que haja um estudo formalizado, existe inúmeros métodos, entre, o que veremos neste artigo: o MÉTODO DE MOSLER e o de WILLIAM T. FINE. 2. MÉTODO DE MOSLER O Método Mosler é uma forma do departamento de segurança acompanhar a evolução dos seus riscos de maneira geral. É um método subjetivo e, portanto, só deve ser utilizado quando a empresa não tiver dados históricos, que possam ser matematicamente empregados. O Método Mosler, na fase do planejamento, analisa a evolução dos riscos sob os pontos de vista quantitativo e qualitativo, enfocando as variadas atividades da empresa. Para isto tem que ser empregado para cada tipo de risco e analisado tendo como referência a interferência na atividade que se está avaliando. O Método Mosler tem por objetivo servir de base para a identificação, análise e evolução dos fatores que podem influir na manifestação e concretização da ameaça, projetando qual será o impacto em caso de concretização, pela classe e dimensão de cada risco. Este método está calcado em quatro fases distintas e é uma metodologia científica seqüencial, ou seja, uma fase depende da outra para que se possa ter uma visão global do risco. São elas:
• • • • DEFINIÇÃO DO RISCO ANÁLISE DO RISCO EVOLUÇÃO DO RISCO CLASSE DO RISCO

• Definição do Risco Esta primeira fase tem como objetivo levantar e identificar qual será o risco a ser analisado, integrado com determinada atividade da empresa. Isto significa, identificar qual é o bem e seu respectivo dano. • Análise do Risco Nesta segunda fase, o Método Mosler, realiza a análise do risco com base em seis critérios. Estes critérios são voltados para a influência direta da materialização da ameaça estudada, com uma determinada atividade crucial para a empresa. Como forma de parâmetro, cada critério, ou função estudada, pode ser pontuado em uma escala que varia de 01 a 05 na pontuação, dependendo de sua gravidade. Os critérios são: 2.1. CRITÉRIO DA FUNÇÃO - "F" Este critério projeta as consequências negativas ou danos que podem alterar a atividade principal da empresa, dentro da seguinte gradação: ESCALA MUITO GRAVEMENTE GRAVEMENTE MEDIANAMENTE LEVEMENTE PONTUAÇÃO 05 04 03 02

ESCALA MUITO ALTA ALTA NORMAL PONTUAÇÃO 05 04 03 . CRITÉRIO DA AGRESSÃO . CRITÉRIO DA PROFUNDIDADE . tendo em vista as características conjunturais e físicas da empresa. CRITÉRIO DA EXTENSÃO -"E" Este critério mede o alcance e extensão que o dano causa para a empresa. um executivo no Rio de Janeiro possui um nível de risco e no Nordeste outro.MUITO LEVEMENTE 01 2. ESCALA MUITO ALTA ALTA NORMAL BAIXA MUITO BAIXA PONTUAÇÃO 05 04 03 02 01 2. CRITÉRIO DA VULNERABILIDADE . Por exemplo.6. no âmbito financeiro. CRITÉRIO DA SUBSTITUIÇÃO .5. ESCALA DE CARÁTER INTERNACIONAL DE CARÁTER NACIONAL DE CARÁTER REGIONAL DE CARÁTER LOCAL DE CARÁTER INDIVIDUAL PONTUAÇÃO 05 04 03 02 01 2."V" Tendo em vista o critério da agressão."P" Uma vez materializado o risco."S" Este critério avalia qual o impacto da concretização da ameaça sobre os bens. ESCALA PERTUBAÇÕES MUITO GRAVES GRAVES LIMITADAS LEVES MUITO LEVES PONTUAÇÃO 05 04 03 02 01 2.4. esse critério mede a perturbação e os efeitos psicológicos que o risco poderá causar para a imagem da empresa. ESCALA MUITO DIFICILMENTE DIFICILMENTE SEM MUITAS DIFICULDADES FACILMENTE MUITO FACILMENTE PONTUAÇÃO 05 04 03 02 01 2.3.2."A" Este critério mede a possibilidade do dano ou risco vir a acontecer. pois as probabilidades de sofrerem agressão são completamente diferentes nos dois estados. ou seja. o critério da vulnerabilidade mede quais serão as perdas causadas pela concretização do risco. cidade e estado onde ela se encontra. o quanto os bens atingidos podem ser substituídos.

por consequência.C .Os funcionários administrativos trabalham em horário comercial.QUANTIFICAÇÃO 2 .500 501 .pela multiplicação das funções da agressão e da vulnerabilidade. que irá revolucionar o mercado financeiro e. sendo que o horário de pico é entre 08:00 e 09:00 hs.250 251 . . onde: Pb = A x V (AGRESSÃO X SUBSTITUIÇÃO) Com estes dados pode-se então calcular a evolução do risco (ER). sendo que seus funcionários têm mais de 5 anos de empresa. a empresa e o departamento de segurança poderão priorizar as medidas preventivas.1250 CLASSE DE RISCO MUITO BAIXO PEQUENO NORMAL GRANDE ELEVADO De acordo à classe de risco. em três turnos de 08 horas.A mudança para a nova sede tem como objetivo impactar sua imagem corporativa no mercado financeiro. Para tanto. sendo I a importância do sucesso e D os danos causados. . a magnitude de risco será: C = I (F x S) + D (P x E) b. . o Método Mosler é subjetivo. os funcionários podem permanecer na edificação após o horário convencional. o térreo e um subsolo. calculando sua magnitude .Este banco está desenvolvendo um projeto de um novo produto. . o banco possui um ambiente aberto.Pb . "open .Este banco possui uma equipe altamente qualificada. tendo em vista: . é considerado de natureza sigilosa. classificado como médio varejo.750 751 . Podemos citar como exemplo a seguinte situação: Banco comercial.BAIXA MUITO BAIXA 02 01 • Evolução do Risco Esta terceira fase tem por objetivo quantificar o risco analisado.projetando o tamanho da ameaça.Pb . onde: I = IMPORTÂNCIA DO SUCESSO = F x S (Função X Substituição) D = DANOS CAUSADOS = P x E (Profundidade X Extensão) Assim. . . dois passos devem-se ser realizados: a. .Por tratar-se de uma sede administrativa de um banco. Nesta fase valora-se o risco. para chegar-se a uma classe de risco: VALOR "ER" . está mudando para uma nova sede e a diretoria deseja saber qual seu grau de risco. Para chegar ao cálculo desta fórmula utilizam-se os critérios acima descritos.A edificação possui 5 pavimentos. bem como proporcionar um ambiente agradável para que os funcionários possam desenvolver os seus trabalhos. A política de remuneração prevê a entrega de bônus ao final de cada ano para todos os funcionários.Com exceção das salas de reunião e auditório. Como dissemos anteriormente. geralmente das 08:30hs às 18:30 hs.O pessoal do CPD (informática) trabalha 24 horas.e quantificando sua probabilidade de ocorrência . nacional. O primeiro é calcular a magnitude do risco pela fórmula C = I + D. dependerá da opinião pura e simples do departamento de segurança.1000 1001 . aplica-se a fórmula para quantificar o risco estudado: ER = C X Pb Para que se possa chegar à quantificação acima. quando este tiver que valorar cada uma das funções de criticidade da empresa. O segundo passo é calcular a probabilidade de ocorrência . ou seja. conforme a necessidade do trabalho realizado. • Classe do Risco A quarta fase do Método Mosler simplesmente compara o resultado da quantificação com a tabela abaixo.

O banco já sofreu ameaças de bomba. com a seguinte classificação: RISCO F S P E A V ESPIONAGEM 5 4 5 4 4 5 AMEAÇA DE BOMBA 3 1 4 3 3 2 I FXS 20 3 D PXE 20 12 C I+D 40 15 Pb AXV 20 6 ER CXPb 800 90 CLASSE GRANDE MUITO BAIXO Pela metodologia de Mosler. pode priorizar os seus investimentos e implantar sistemas. . para sensibilizar sua diretoria. . Para que possam ser mensurados e projetados. tanto financeiros como danos pessoais. que irá revolucionar o mercado. . possui um grau de risco para espionagem considerado como grande. portanto. Por meio dele. o departamento de segurança pode projetar o "time" de implantação.O banco já teve um caso de espionagem (roubo de dados de um projeto). Quanto ao risco de ameaça de bomba foi considerado como muito baixo.Probabilidade . de acordo com o nível de criticidade de cada risco.é a real chance do evento vir a acontecer. 3.Consequência . O Método Fine é baseado. mesmo sem muito subsídio histórico.c . se o risco deve ser tratado com maior ou menor brevidade. que será denominado: Grau de Criticidade .é a frequência que este evento ou perigo costuma manifestar-se na empresa ou em empresas similares.space".Tendo em vista o exposto acima solicita-se avaliar e analisar os riscos. dentro de uma escala de tempo.Exposição ao risco . Como já frisamos anteriormente. que calcula o perigo de cada situação.A edificação encontra-se em uma área de grande movimento.p . o banco em questão.são os impactos mais prováveis.O banco prepara-se para lançar este novo produto.JI A) Grau de Criticidade . elaboramos a tabela abaixo. ou seja. Esta cercada por edifícios comerciais de grande porte na sua parte lateral direita e retaguarda. embora exista a possibilidade de ocorrer seu impacto de forma genérica será muito pequeno. o esforço e a previsão de verba. em grades de probabilidade.GC B) JUSTIFICATIVA DE INVESTIMENTO . Este grau determina a urgência da tomada de decisão. de ocorrer. É óbvio que se. .Exposição ao risco .Probabilidade .e .e . o cálculo terá como base dados e avaliações subjetivas.O tempo de investimento neste projeto é de 36 meses. Tal sistema de prioridade está alicerçado em uma fórmula simples. devendo o departamento de segurança priorizar então medidas fortes de controle de acesso. o investimento em sistemas for alto e o grau de criticidade baixo.GC. . .é a frequência que este evento ou perigo costuma manifestar-se na empresa ou em empresas similares. Com este método obtém-se um parâmetro para realizar e justificar o investimento na segurança. . por exemplo. deve haver uma forma de balancear o investimento. os três fatores possuem uma escala de valores. A concorrência é acirrada e considerada forte no mercado. integrando o grau de risco com a limitação econômica. Com esta análise o departamento de segurança. . Obviamente seria necessário outros dados para que o gerente de segurança pudesse realizar o estudo de forma mais detalhada. Caso a empresa não tenha histórico. . que o fez perder o "time" de mercado. dentro de uma escala . A justificativa dos investimentos na segurança deverá estar diretamente relacionada ao GC. Existem duas fórmulas: uma para estimar o grau de criticidade e outra para justificar o investimento: A) GRAU DE CRITICIDADE .é a real chance do evento vir a acontecer. com um muro como barreira perimetral de 2 metros. a segurança empresarial sai do achismo e pode utilizar um ferramental.GC O grau de criticidade calcula-se com base em três fatores: . MÉTODO DE WILLIAN T. em caso do evento vir a concretizar-se.p . embasado em metodologias científicas empregadas na Europa e Estados Unidos. classificando-os. Para que se possa ter uma idéia clara do emprego do Método de Mosler. e tem como resultado o Grau de Criticidade ou Periculosidade. mais uma vez. . FINE Este método tem como objetivo estabelecer prioridade. tal como o de Mosler.

constituindo uma escala de valores. sendo: . B) JUSTIFICATIVA DO INVESTIMENTO A fórmula é: JI = ____________GC______________ Fator de Custo X Grau de Correção Tanto o fator de custo como o grau de correção são. resultado da multiplicação dos três fatores.1 Realizado este estudo de priorização dos riscos e perigos da empresa. parte-se para a justificativa do investimento. Fine. não se sabe se já ocorreu a) espera-se que aconteça b) completamente possível .P d) coincidência remota .ocasionalmente EXPOSIÇÃO .05 e 10. escala de valores descritas em tabelas. A fórmula do GC é: GRAU DE CRITICIDADE: CONSEQUÊNCIA X EXPOSIÇÃO X PROBABILIDADE GC : Cx E x P Como pode ser verificado a delimitação do GC é. a fixação destes valores utiliza também estatísticas e referências. que está baseada na experiência e no juízo de Willian T. também.5 0. porém possível f) praticamente impossível de ocorrer.C c) dano entre US$ 100 mil e US$ 500 mil d) dano entre US$ 1 mil e US$ 100 mil e) dano abaixo de US$ 1 mil f) pequenos danos a) várias vezes ao dia . então. dano superior a um milhão de dólares b) dano entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão CONSEQUÊNCIA .sabe-se que ocorre.REQUER ATENÇÃO RISCO DEVE SER ELIMINADO VALOR 100 50 25 15 5 1 10 5 3 2 1 0. históricas e mundiais. assegurando desta forma uma correção no incremento do GC.5 10 6 3 1 0.E d) uma vez ao mês ou ao ano .AÇÕES A TOMAR CORREÇÃO IMEDIATA . A escala de valores. que decresce de forma linear.000.frequentemente b) uma vez ao dia c) uma vez por semana ou mês .GC GC MAIOR OU IGUAL A 200 GC ABAIXO DE 200 E MAIOR OU IGUAL A 85 GC MENOR QUE 85 PRIORIDADES . fim da empresa.RISCO TEM QUE SER DIMINUÍDO CORREÇÃO URGENTE . compreendida entre 0.50% de chances c) coincidência se acontecer PROBABILIDADE . uma chance em um milhão. Os valores obtidos são resultado de uma classificação intermediária dos fatores de risco.sabe-se que já ocorreu e) extremamente remota. mas não com qual frequência f) remotamente possível. para priorização dos riscos é: GRAU DE CRITICIDADE . Além disso.numérica.irregularmente e) raramente . O resultado está descrito na tabela abaixo: FATOR CLASSIFICAÇÃO a) quebra da atividade.

00. pelo Grau de Criticidade. estará sendo bem empregado e qual o seu grau de justificação. A tabela que segue abaixo foi estabelecida como padrão em 1976. A princípio. deseja saber se investimento que vai realizar em segurança.000. Pickers.000 E US$ 50. maior será o interesse do programa de prevenção.100% RISCO REDUZIDO .000 ENTRE US$ 1. A estimativa de investimento prevista é de US$ 45. é uma medida correta de redução dos riscos. em outubro de 1998.IJ IJ MENOR QUE 10 IJ ENTRE 10 E 20 IJ MAIOR QUE 20 COMENTÁRIOS INVESTIMENTO DUVIDOSO INVESTIMENTO NORMALMENTE JUSTIFICADO INVESTIMENTO PLENAMENTE JUSTIFICADO. sendo que o grau de diminuição deve ser menor ou igual a 5.GC = c x e x p . A empresa propõe como forma de evitar prejuízos maiores a realização de palestras e a elaboração de um programa de sensibilização. além da implantação de reforço no esquema de segurança. É óbvio que quanto mais alto for este índice. deve-se aplicar os valores das classificações correspondentes e obter-se um valor numérico. Esta é uma ferramenta valiosa para o departamento de segurança.000 ENTRE US$ 10. Um outro estudioso de riscos. pelo método T. pois possibilita comparar o investimento de segurança com a visão macro da empresa.000 ENTRE US 25. Se o tumulto ocorrer muitas máquinas consideradas prioritárias poderão sofrer danos e causar prejuízos acima de US$ 250.000 ENTRE US$ 100 E US$ 1.75% RISCO REDUZIDO ENTRE 50% E 75% RISCO REDUZIDO ENTRE 25% E 50% RISCO REDUZIDO MENOR QUE 25% VALOR 1 2 3 4 6 VALOR 10 6 4 3 2 1 0. Fine. o que significa atenção e atuação urgentes.500 funcionários. a empresa tem receio que haja tumulto no interior da fábrica. para obter-se um coeficiente maior ou igual a 20 na justificativa de investimento. o índice de justificação deverá ser superior a 10. pela Associação Americana de Gerenciamento de Riscos: ESCALA DE VALORAÇÃO DO ÍNDICE DE JUSTIFICAÇÃO FATOR ÍNDICE DE JUSTIFICAÇÃO . Exemplo Prático: Uma montadora. Resolvendo a questão acima. GRANDE REDUÇÃO DE RISCO A maior parte dos riscos.000 ENTRE US$ 25 E US$ 100 MENOS QUE US$ 25 GRAU DE CORREÇÃO CLASSIFICAÇÃO RISCO ELIMINADO . propõe uma variação do método exposto na escala de valoração do índice de justificação.00. Por esta razão pode-se considerar que o valor médio de 100 no GC.FATOR DE CUSTO: CLASSIFICAÇÃO MAIOR QUE US$ 50. A situação é a seguinte: Tendo em vista a crise global. para que o investimento seja considerado justificado. tem-se os seguintes dados: Grau de Criticidade .000 E US$ 25. ordinariamente atinge um valor compreendido entre 85 e 200. R. localizada na região da grande São Paulo. e necessitando demitir cerca de 2.000.000 E US$ 10.5 Para utilizar-se a fórmula e determinar se o gasto proposto é justificado. Este valor numérico é denominado "índice de justificação" do rendimento do investimento proposto.

e = 1 Probabilidade . ou seja. 4. Estes métodos não são e nem podem ser considerados como fórmula de bolos. solicitar os recursos e meios mínimos e necessários para que a instituição não sofra um dano maior.JI . de forma direta. exigindo métodos que possam lhe dar o suporte necessário a argumentação técnica.33. o que significa que o investimento é duvidoso. devendo ser analisado com critério. O importante é que a área da segurança patrimonial tenha um caminho técnico a ser perseguido e desbravado por todos aqueles que acreditam não mais em escrever em seus relatórios EU ACHO. saindo do famoso empirismo ou "achismo". A resposta do departamento de segurança é que o nível de redução do risco. devendo a empresa repensar as medidas de segurança propostas e procurar outras mais efetivas. * ANTONIO CELSO RIBEIRO BRASILIANO.c = 25 Exposição .Pela tabela pode-se verificar que: Consequência .pode ser definida: JI = _______________GC = 150_________________ Fator de Custo x Grau de Correção (US$ 45 mil = 6) x (Risco reduz em 50% = 3) JI = 8. Cada caso é um caso. frente ao investimento é de caráter duvidoso. A área de segurança patrimonial vem a cada dia se especializando.p = 6 GC = 25 x 1 x 6 = 150 GC = 150. CONCLUSÃO As metodologias descritas neste artigo servem para dar suporte aos profissionais de segurança. Superintendente da Brasiliano & Associados .REQUER ATENÇÃO A Justificativa de Investimento . Um relatório com estes métodos descritos dão credibilidade e fornecem uma base para que o departamento possa. quando da necessidade de elaborar uma grade de ameaça integrada com a relação custo x benefício. servem para todo e qualquer tipo de risco e instituição. o que significa que o risco exige correção URGENTE . pela escala de valoração do índice de justificação.

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