Você está na página 1de 15

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL


ENF338 – AGROSSILVICULTURA

PROPOSTAS DE SISTEMAS
AGROFLORESTAIS EM GUIDOVAL-MG

Hélio Alves Pereira Filho - 90314

Tiago Vital Urgal - 90297

Viçosa-MG
Dezembro de 2020
1
1 INTRODUÇÃO

Os Sistemas Agrossilviculturais são formas de uso e manejo dos recursos


naturais, nos quais espécies lenhosas (árvores, arbustos e palmeiras) são utilizadas
em associações deliberadas com cultivos agrícolas e/ou animais, na mesma área,
de maneira simultânea ou sequencial (OTS/CATIE, 1986), visando tirar benefícios
das interações ecológicas e econômicas resultantes (Ludgren & Raintree, 1982; Nair
1983), além do social.
Nesse sistema, o componente arbóreo não precisa necessariamente ter o
objetivo de produção. Dessa forma, a árvore pode também desempenhar o papel de
serviço. É desejável que a árvore seja de uso múltiplo, assumindo
concomitantemente as funções de produção e proteção. (YARED, 1998).
Quando a produção do componente arbóreo é o objetivo, o produto mais
intuitivo é a madeira, material naturalmente resistente e historicamente utilizado para
facilitar as vidas humanas, e um desses usos é para a fabricação de móveis.
De acordo com o site G1, O Polo Moveleiro de Ubá é considerado o maior de
Minas Gerais e um dos principais do Brasil. Ele é formado pelos municípios de Ubá,
Guidoval, Piraúba, Rio Pomba, Rodeiro, São Geraldo, Tocantins e Visconde do Rio
Branco.
Entretanto, a madeira utilizada e consumida no polo moveleiro de Ubá, em grande
parte, é proveniente de outras regiões do país, uma vez que não há disponibilidade de
madeira para tais fins na região. (VALE, 2004).
Com isso, alguns plantios com esse intuito poderiam ser iniciados na região para
suprir essa necessidade.

2 OBJETIVO

Apresentar alternativas de sistemas agroflorestais para os produtores rurais


de Guidoval-MG.

2
3 ATIVIDADES E AÇÕES

Em relação ao local escolhido, é justificado pelas características da paisagem


atual e pela distância do mercado consumidor dos produtos florestais, seja
madeireiro ou não.
Em relação a Guidoval, trata-se de uma cidade relativamente nova,
emancipada em 1948, que tinha uma forte atuação agrícola no passado, com
destaque para o pimentão e cana-de-açúcar, cana esta que abastecia a usina de
açúcar em Visconde de Rio Branco, cidade vizinha. (informação verbal) ¹
Já atualmente, as paisagens mais frequentes são as de pastagens com
indícios de degradação por falta de manejo, com mosaicos de cercas delimitando
pequenas e médias propriedades, com a presença de gado para corte e leite.
Sabendo disso, o foco foi encontrar, através de sindicatos e cooperativas,
proprietários de terras com essas características para apresentar alternativas que
poderão ajudá-los a aproveitarem melhor suas áreas de modo econômico, social e
ambiental.

3.1 Proposta 1: Cerca-viva com Eucalyptus sp.


Esta é a proposta menos ousada que será apresentada aos produtores.
Trata-se da utilização do tronco das árvores como moirões vivos para suporte do
arame e consequente delimitação da área do produtor, algo extremamente
necessário. (Matos et al., 2005)
Conforme dito por Matos et al. (2005) é necessário que haja um planejamento
das áreas onde serão implantados esse sistema, haja vista que as plantas precisam
de tempo para que alcancem uma altura apropriada e tenham os arames fixados
nelas. Há também a questão de que os animais pisoteiam e derrubam as plantas
jovens, ou até podem se alimentar delas, gerando prejuízo.
Uma forma menos onerosa e que aproveita os moirões já instalados é fazer o
plantio das mudas próximos da cerca, de modo que, à medida que as plantas
cresçam, elas passarão a dar o suporte ao arame. (Matos et al., 2005) A figura 1
representa como seria esta situação.

3
Figura 1 - Mourões vivos. Fonte: https://matoecia.blogspot.com/2010/10/sistemas-
agroflorestais.html. Acesso em: 12/12/2020.

Tem-se, portanto, algumas vantagens de se utilizar cercas-vivas ou moirões


vivos. Os custos de implantação são de duas a cinco vezes menores nas cercas-
vivas quando comparadas a cercas de eucalipto tratado, de espécies nativas ou de
pré-moldados. As árvores também podem atuar como quebra ventos e melhorar a
ciclagem de nutrientes. Há também a vantagem da produção de madeira que toda
propriedade rural precisa, seja em currais ou para lenha. (Matos et al., 2005)
De certo modo, pode-se dizer que há um efeito estético, muito pelo padrão de
plantio das árvores, e, não menos importante, há o sombreamento, que promove a
redução da temperatura do solo e proporciona conforto térmico aos animais.
(Davison, et al. 1988)
O plantio de Eucalyptus sp. como cerca-viva traria, além dos benefícios
citados anteriormente, a diminuição da pressão sobre os fragmentos de mata
atlântica remanescentes na região de Guidoval. Outras vantagens de se utilizar o
Eucalipto é que se trata de uma espécie de crescimento rápido, o que pode ser
vantajoso para o produtor pecuarista, que necessita de utilizar a pastagem e não
tem muito tempo para esperar as cercas-vivas crescerem. (De Oliveira et al., 2007)

4
A madeira do eucalipto pode ser vendida pensando no polo moveleiro de Ubá
– MG, um dos grandes polos do Brasil, portanto, há mercado para a venda da
madeira no fim do ciclo produtivo. O espaçamento entre as plantas será de 3m, ou
seja, se considerarmos uma área de 1 ha, teremos cerca de 133 árvores/há de
eucaliptos como cerca-viva.

3.2 Proposta 2: Arborização de pastagem com Mangifera indica ( L.) var. Ubá
Um pouco mais ousada do que a proposta anterior, esta traz consigo o
grande paradigma que é a arborização de pastagens. Isto ocorre, pois, é passado de
geração em geração que as pastagens devem ser implantadas, cultivadas e
manejadas a pleno sol, haja vista que, em condições de luminosidade muito
reduzidas, as forrageiras podem mudar sua morfologia, estrutura e concentração
nutricional. (Soares et al. 2009)
De acordo com Paciullo (2007), a taxa de crescimento das plantas forrageiras
geralmente cai à medida que se aumenta o sombreamento, a exemplo da espécie
Urochloa decumbens, que mesmo sob sombreamento moderado apresentou perda
de 30% da produção que era obtida a pleno sol. Sabe-se, então, que em regime de
sombreamento intenso essa produtividade cairia mais ainda. Diferentemente das
anteriores, a espécie Panicum maximum (capim-colonião) apresentou produtividade
maior em áreas de sombreamento moderado do que a pleno sol, demonstrando alta
tolerância.
Paciullo (2007) observou que a presença de árvores em pastagens contribuiu
para um maior incremento de biomassa, seja pela folhas, galhos ou frutos; isto é,
houve melhoria da ciclagem de nutrientes e consequente maior qualidade do
elemento forrageiro, como: maior teor de proteína bruta e maior teor de minerais
como cálcio, fósforo e potássio.
Somado a isto, outros benefícios da arborização de pastagens são
destacados, como conservação de solo e água, melhoria da atividade biológica do
solo e o conforto térmico para os animais, conforme pode ser visto na figura 2
abaixo. (Paciullo et al., 2007)

5
Figura 2 - Animais em ambiente sombreado. Fonte: https://www.educapoint.com.br/blog/pecuaria-
leite/conforto-vacas-pasto-sombra/. Acesso em: 14/12/2020.

A questão mais importante na implantação da arborização de pastagens para


o produtor guidovalense sem dúvidas é o conforto térmico que é proporcionado por
ela. Leme (2005) afirma que a criação de animais em ambientes mais confortáveis
leva a um maior desempenho produtivo e reprodutivo. Nesta região da zona da mata
onde Guidoval está inserida, as temperaturas elevadas no verão podem levar aos
animais ao estresse calórico devido a homeotermia, que é a manutenção da
temperatura constante, levando a diminuição da produção leiteira.
Leme (2005) ratifica que o tempo de pastejo dos animais em ambientes
sombreados também pode aumentar, principalmente no verão, devido as árvores
fornecerem um microclima mais favorável ao animal, que normalmente fica mais
ocioso no verão.
A espécie escolhida para a arborização das pastagens foi a Mangueira
(Mangifera indica (L.) variedade Ubá), haja vista que é uma espécie de crescimento
relativamente rápido para uma frutífera e possuem a copa com característica bem
densa, que proporciona sombra de qualidade aos animais. As mudas serão obtidas
com produtores certificados.
A mangueira é uma espécie que pode alcançar até 45 m de altura
dependendo da espécie. Nativa do continente asiático, a frutífera é muito apreciada
no Brasil e no mundo. Conhecida na região da zona da mata como Manga-ubá, a
Mangifera indica L. var. Ubá possui, segundo Benevides (2008) excelentes
qualidades de sabor e aroma, tendo uma polpa muito saborosa. Este potencial é
aproveitado pelas agroindústrias produtoras de polpas e sucos, e a venda do fruto
pode ser uma das alternativas de renda para o produtor rural.

6
Conforme pode ser visto na Figura 3, o espaçamento de plantio será de
30x10 m (aproximadamente 33 árvores por hectare) em faixas paralelas ao nível do
relevo, de modo que não prejudique o caminhamento dos animais, que é feito em
nível.

Figura 3 - Esquema representativo da proposta de arborização de pastagens com Mangifera indica.

3.3 Proposta 3: Sistema Agrissilvipastoril


Esta terceira proposta é mais onerosa e demanda maior mão-de-obra,
portanto, é para aqueles produtores mais dispostos e de maior renda. Há também o
fator aptidão agrícola, já que teremos duas culturas anuais que normalmente exigem
maior fertilidade natural e áreas com menor declividade. Logo, essa proposta fica
para o produtor que tenha em sua propriedade áreas com potencial para aplicação
deste sistema.
O sistema agrissilvipastoril constitui de uma prática agroflorestal que integra
os componentes arbóreo, agrícola e animal\pastagem. Segundo Andrade et al.
(2001), para que o sistema tenha sucesso é necessário que se conheça as
interações entre os componentes e a exigência de recursos de produção dos
mesmos, pois a competição é um fator que pode limitar a produtividade.

7
Caso o produtor optasse por implantar culturas agrícolas de pleno sol nas
entrelinhas de eucaliptais já adultos, isso poderia gerar uma competição por luz. Ao
utilizar espaçamentos menores e mais plantas por hectare, também haverá uma
maior competição por luz, água e nutrientes, logo, é preciso ter uma ideia de
equilíbrio.
Para isso, pensamos em um Sistema Agrissilvipastoril classificado como
sequencial, onde teremos os três componentes, porém em momentos distintos. O
foco ainda é a pecuária, dado o perfil do produtor de Guidoval, portanto, toda a
estrutura pensada nessa proposta prioriza a cultura forrageira, o bem-estar e a
produtividade animal.
No primeiro ano, propomos o plantio de mudas de Eucalyptus sp. em linhas
simples de 20x3m (cerca de 166 árvores por hectare) e a semeadura da cultura do
milho híbrido Cargill901 no espaçamento de 0,80x0,20m (Amaral Filho et al., 2005).
Após o tempo de desenvolvimento e colheita do milho, teremos o plantio do feijão
Phaseolus vulgaris em espaçamento 0,80x0,30m, o qual também será colhido.
Ambas as culturas agrícolas têm as funções de amortizar ou até mesmo abater os
custos de implantação do projeto, além de beneficiarem a cultura forrageira, pois
ficarão resíduos, palhas e adubos no campo, contribuindo para uma forragem de
melhor qualidade. Outra receita seria a venda da madeira no fim do ciclo produtivo,
por volta de seis ou sete anos.
A forrageira recomendada para esse sistema é a Urochloa brizantha, haja
vista que é uma espécie com tolerância mediana ao sombreamento, obtendo boa
produtividade. (Andrade et al. 2004)
Os animais podem entrar no sistema após três meses após a semeadura da
forrageira. A figura 4 abaixo esquematiza o projeto, dividindo em etapas anuais.

8
Figura 4 - Esquema dos três anos de produção do sistema agrissilvipastoril.

3.3.1 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS:


Plantio das mudas de Eucalyptus sp.
 A priori, é necessário que faça a descompactação com subsolador, caso o
solo esteja muito compactado.
 Em seguida, é necessário abrir as covas de 40x40x40cm, e para tal, pode-se
utilizar uma motocoveadora ou de forma manual.
 Não é necessário calagem para os Eucalyptus, haja vista que possuem certa
tolerância a acidez do solo e ao Alumínio. (Guimarães et al., 2015)
 Recomenda-se 120g por cova do formulado NPK 06-30-06. (De Freitas et al.,
2005)
 Desrama de 30 a 50% da copa, ainda na fase jovem.

Plantio das mudas de Mangifera indica (L.) var. Ubá sp.


 As mesmas especificações que o Eucalyptus, com exceção da calagem e
adubação.
 Aplicar 100g de calcário por cova. (Fonseca et al., 2010)
 Recomenda-se 100g por cova de NPK 06-30-06 + B + Zn. (Fonseca et al.,
2010)

9
Plantio de Feijão (Phaseolus vulgaris)
 Será feito plantio direto.
 Adubação de cobertura 40kg/ha de N. (Farinelli et al., 2006)

Plantio de Milho Cargill 901 (Zea mays)


 Será feito plantio direto sobre o resíduos do feijão.
 Adubação: 120 kg/ha de N. (Valderrama et al., 2011)
 Calagem a lanço: 2 t/ha de calcário dolomítico. (Zandoná, 2015; Tissi, 2004)
 O espaçamento do Eucalyptus foi pensado para que não prejudique o
caminhamento de implementos agrícolas, possibilitando o uso pelo produtor.

Semeadura de Braquiária (Urochloa brizantha)


 Semeadura de 20kg/ha de Urochloa brizantha.
 Três meses depois entram os animais que o produtor já tem.
 Rotação de áreas para repouso da pastagem e distribuição uniforme de fezes
e urina nas áreas (auxilia a ciclagem de nutrientes.

4 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Exemplo de cronograma a ser realizado com o produtor interessado na
terceira proposta.
Análise Bimestral
Etapa Atividade
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º
1 Preparo da área (adubação, calagem)
2 compra das sementes das culturas agrícolas
3 Semeadura do feijão
4 Colheita do feijão
5 Avaliação técnica
6 Compra das mudas de eucalipto
7 Plantio das mudas de eucalipto
8 Semeadura do milho (entrelinha)
9 Colheita do milho
10 Manutenção eucalipto (controle de mato)
11 Aquisição das sementes da forrageira
12 Semeadura da forrageira (entrelinha)
13 Entrada com os bovinos (leite)
14 Manutenção eucalipto (desrama)
15 Ordenha (dos já adultos)
16 Construção de piquetes
17 Rotação de pastagens
18 Manutenção da pastagem

Tabela 1 – Cronograma de atividades da terceira proposta: Sistema Agrissilvipastoril Sequencial.

10
5 ORÇAMENTO
Para cada uma das três propostas foi elaborado um orçamento com os
principais custos de implantação e manutenção. As tabelas 2, 3 e 4 a seguir
representam, respectivamente, as três propostas apresentadas aos produtores.

Tabela 2 - Orçamento da primeira proposta: cerca-viva com Eucalyptus.

Itens Custo Quantidade/ha Total/ha


Mudas de Eucalyptus R$ 4,00/muda 133 mudas R$ 532,00
Mão-de-obra R$ 60,00/dia/pessoa 3 pessoas R$ 180,00
Aluguel motocoveadora R$ 100,00/dia - R$ 100,00
NPK 6-30-6 R$ 8,00 16 kg R$ 128,00
    Total Geral R$ 940,00

Tabela 3 - Orçamento da segunda proposta: arborização de pastagem com Mangifera indica var. Ubá.

Itens Custo Quantidade/ha Total/ha


Mudas de Mangueira R$ 39,00/muda 33 mudas R$ 1.287,00
Mão-de-obra R$ 60,00/dia/pessoa 1 pessoa R$ 60,00
Aluguel
motocoveadora R$ 70,00/dia 3 R$ 210,00
NPK 6-30-6 R$ 8,00 16 kg R$ 128,00
Calagem R$ 3,70/cova 3,3 Kg/cova R$ 12,21
    Total Geral R$ 1.697,21

Tabela 4 - Orçamento da terceira proposta: Sistema Agrissilvipastoril Sequencial.

Itens Custo Quantidade/ha Total/ha


Mudas de Eucalyptus R$ 4,00/muda 166 mudas R$ 664,00
R$
Mão-de-obra 60,00/dia/pessoa 3 pessoas R$ 180,00
Aluguel motocoveadora R$ 70,00/dia 3 R$ 210,00
NPK 6-30-6 R$ 8,00/kg 16 kg R$ 128,00
Sementes de milho R$ 15,00/kg 20 Kg R$ 300,00
Sementes de feijão R$ 15,00/ kg 40 Kg R$ 600,00
Sementes de Braquiária R$ 6,00 /kg 20 Kg R$ 120,00
R$
Plantio das sementes 60,00/dia/pessoa 6 pessoas R$ 360,00
  Total Geral R$ 2.562,00

11
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com a apresentação das propostas, cada produtor seguirá com a alternativa
que melhor se adequa à sua realidade;
As culturas escolhidas podem ser reajustadas de acordo com o interesse de
cada produtor, mas, a princípio, foram sugeridas aquelas que possuem mercado
regional;
Além da questão financeira e econômica, os sistemas agroflorestais podem
trazer ganhos ambientais, estéticos e sociais;
Espera-se que os resultados dos produtores sejam positivos, com o respaldo
técnico mais intensivo nos primeiros meses e sistemático com o amadurecimento do
projeto;

7 REFERÊNCIAS:

ALBERTO, Fellype. Empresários do Polo Moveleiro de Ubá estão confiantes em


recuperação do setor em 2019, G1-Zona da Mata, 2019. Disponível em: <
https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/01/30/empresarios-do-polo-
moveleiro-de-uba-estao-confiantes-em-recuperacao-do-setor-em-2019.ghtml >.
Acesso em: 10/12/2020.

AMARAL FILHO, José Pedro Ribeiro do et al. Espaçamento, densidade


populacional e adubação nitrogenada na cultura do milho. Revista Brasileira de
Ciência do Solo, v. 29, n. 3, p. 467-473, 2005.

Andrade, C. M. S. D., Garcia, R., Couto, L., & Pereira, O. G. (2001). Fatores
limitantes ao crescimento do capim-tanzânia em um sistema agrossilvipastoril com
eucalipto, na região dos cerrados de Minas Gerais.

ANDRADE, Carlos Mauricio Soares de et al. Crescimento de gramíneas e


12
leguminosas forrageiras tropicais sob sombreamento. Pesquisa Agropecuária
Brasileira, v. 39, n. 3, p. 263-270, 2004.

ANDRADE, Carlos Mauricio Soares de et al. Fatores limitantes ao crescimento do


capim-tanzânia em um sistema agrossilvipastoril com eucalipto, na região dos
cerrados de Minas Gerais. 2001.

BENEVIDES, Selene Daiha et al. Qualidade da manga e polpa da manga Ubá.


Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 28, n. 3, p. 571-578, 2008.

BORGHI, Émerson et al. Crescimento de Brachiaria brizantha em cultivo


consorciado com milho em sistema de plantio direto. Acta Scientiarum. Agronomy,
v. 29, n. 1, p. 91-98, 2007.

DAVISON, T. M. et al. The influence of shade on milk production of Holstein-Friesian


cows in a tropical upland environment. Australian Journal of Experimental
Agriculture, v. 28, n. 2, p. 149-154, 1988.

DE FREITAS, Teresa AS et al. Desempenho radicular de mudas de eucalipto


produzidas em diferentes recipientes e substratos. Revista Árvore, v. 29, n. 6, p.
853-861, 2005.

DE OLIVEIRA, T. K. et al. Crescimento de mogno e eucalipto como cercas vivas no


Acre, Brasil. In: Embrapa Acre-Artigo em anais de congresso (ALICE). In:
CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 5., 2007, Guarapari.
Agroecologia e territórios sustentáveis: anais. Guarapari: ABA Agroecologia:
Incaper, 2007., 2007.

FARINELLI, Rogério et al. Adubação nitrogenada de cobertura no feijoeiro, em


13
plantio direto e convencional. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 41, n. 2, p.
307-312, 2006.

FONSECA, N.; SOUZA, L. D.; BORGES, A. L. Recomendações de calagem e


adubação para mangueira. Embrapa Mandioca e Fruticultura-Comunicado
Técnico (INFOTECA-E), 2010.

GUIMARÃES, Claudiney do Couto; FLORIANO, Eduardo Pagel; VIEIRA, Frederico


Costa Beber. Limitações químicas ao crescimento inicial de Eucalyptus saligna em
solos arenosos do Pampa Gaúcho: estudo de caso. Ciência Rural, v. 45, n. 7, p.
1183-1190, 2015.

LEME, Tania Mara Soares Paes et al. Comportamento de vacas mestiças Holandês
x Zebu, em pastagem de Brachiaria decumbens em sistema silvipastoril. Ciência e
Agrotecnologia, v. 29, n. 3, p. 668-675, 2005.

MATOS, L. V.; CAMPELLO, E. F. C.; DE RESENDE, A. S. Plantio de leguminosas


arbóreas para produção de moirões vivos e construção de cercas ecológicas.
Embrapa Agrobiologia-Sistema de Produção (INFOTECA-E), 2005.

PACIULLO, Domingos Sávio Campos et al. Morfofisiologia e valor nutritivo do


capim-braquiária sob sombreamento natural e a sol pleno. Pesquisa Agropecuária
Brasileira, v. 42, n. 4, p. 573-579, 2007.

SOARES, André Brugnara et al. Influência da luminosidade no comportamento de


onze espécies forrageiras perenes de verão. Revista Brasileira de Zootecnia, v.
38, n. 3, p. 443-451, 2009.

14
TISSI, Josinei Antonio; CAIRES, Eduardo Fávero; PAULETTI, Volnei. Efeitos da
calagem em semedura direta de milho. Bragantia, v. 63, n. 3, p. 405-413, 2004.

VALDERRAMA, Márcio et al. Fontes e doses de NPK em milho irrigado sob plantio
direto. Pesquisa Agropecuária Tropical, v. 41, n. 2, p. 254-263, 2011.

VALE, Rodrigo Silva do. Agrossilvicultura com eucalipto como alternativa para
o desenvolvimento sustentável da Zona da Mata de Minas Gerais. 2004.

YARED, J. A. G.; BRIENZA JÚNIOR, S.; MARQUES, L. C. T. Agrossilvicultura:


conceitos, classificação e oportunidades para aplicação na Amazônia brasileira.
Embrapa Amazônia Oriental-Documentos (INFOTECA-E), 1998.

ZANDONÁ, Renan Ricardo et al. Gesso e calcário aumentam a produtividade e


amenizam o efeito do déficit hídrico em milho e soja. Pesquisa Agropecuária
Tropical, v. 45, n. 2, p. 128-137, 2015.

¹Relato fornecido por um trabalhador rural da época, Paulo César Urgal, dezembro
de 2020

15

Você também pode gostar