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UNIPLAN

ANATOMOMIA HUMANA

Docente: Enfermeira Elenilse Aguiar__________

Discente:________________________________

Crateús-CE

2021
I – EMENTA
A disciplina de Anatomia é composta pela introdução ao estudo da anatomia
humana, sua terminologia e aos componentes anatômicos, estruturais e funcionais dos
diversos órgãos que compõe os sistemas: esquelético, muscular, cardiovascular,
respiratório, sendo direcionada ao aprofundamento nos elementos anatômicos do
corpo humano. Abrange a osteologia, astrologia, miologia e os sistemas
cardiovascular, respiratório e digestório.
A anatomia humana e uma ciência dinâmica e em evolução, com uma
profunda e intrigante herança, que estuda a organização estrutural do
organismo humano baseada na Terminologia Anatômica.
Nossos objetivos serão discutir alguns dos principais acontecimentos
históricos na ciência da anatomia humana; descrever a posição anatômica;
relacionar os sistemas de órgãos do corpo, identificar seus componentes e
explicar brevemente os principais papeis de cada sistema; descrever a posição
anatômica; usar corretamente os termos descritivos e de direção que se
relacionam ao corpo humano; situar e denominar as principais cavidades do
corpo e suas subdivisões e elencar os principais órgãos contidos dentro delas;
denominar as nove regiões do organismo humano e os quadrantes da cavidade
abdominal e pélvica; elencar os órgãos que elas compreendem; e descrever os
princípios de construção do corpo humano.
II – OBJETIVOS GERAIS
A disciplina de Anatomia propõe o ensino da morfologia do corpo humano,
vinculando-se à compreensão das respectivas funções. Dessa maneira, fornece uma
visão na qual o estudo da forma decorre de sua função em um determinado momento.
Ainda, tem como objetivo construir uma base adequada de conhecimentos dos
componentes anatômicos e estruturais dos diversos órgãos que formam os sistemas
do corpo humano, bem como seu funcionamento e interações.
III – OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fornecer aos meios de buscar conhecimentos básicos sobre a anatomia dos
sistemas esquelético, muscular, cardiovascular e digestório, utilizando a terminologia
anatômica atual; Conhecer a anatomia do corpo humano e identificar os órgãos
(isoladamente e in loco), correlacionando-os com os demais órgãos e sistemas do
restante do corpo.
IV – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução ao estudo da anatomia humana
o História da anatomia
o Terminologia anatômica
o Conceitos de normalidade, variações anatômicas
o Fatores gerais de variação em anatomia
o Divisão do corpo humano
o Termos de posições e planos
o Termos anatômicos
o Posição anatômica
o Termos de localização
2.Noções básicas de fisiologia
o Fisiologia celular
o Sistema sanguíneo
o Grupo sanguíneo
3. Sistema Esquelético
o Generalidades sobre osteologia: função e divisão do esqueleto, classificação dos
ossos; substância óssea, medula óssea e número de ossos.
Cartilagens
4. Sistema Muscular
o Generalidades sobre miologia: tipos de músculos; componentes, função e
classificação dos músculos estriados esqueléticos, classificação funcional;
5. Sistema Respiratório
o Conceito e divisão;
o Nariz: nariz externo (esqueleto ósseo e cartilaginoso) e cavidade do nariz (limiar,
conchas nasais, meatos e comunicações)
o Seios paranasais (anatomia, localização, comunicação com a cavidade nasal)
o Faringe (limites, divisão, comunicações, componentes linfáticos e funções)
o Laringe (cartilagens, pregas, glote e função)
o Traqueia (posição, componentes anatômicos)
o Brônquios (principais, lobares e segmentares; bronquíolos)
o Pulmões e pleura (estrutura, divisões, morfologia e relações)
o Músculos respiratórios
6. Sistema Circulatório
o Conceito e divisão;
o Coração (morfologia externa e interna), pericárdio e vasos da base;
o Vasos sanguíneos: artérias (conceito, características, situação e ramos); veias
(conceito, características, situação, tributárias, válvulas e bomba muscular);
capilares (conceito e características);
o Sistema linfático: conceito e funções; linfonodos, tonsilas, baço e timo (conceito,
características e situação); linfa, vasos e ductos linfáticos, circulação linfática;
importância clínica e funcional do sistema linfático;
o Tipos de circulação: sistêmica, pulmonar, portal, fetal e coronária;
7. Sistema Digestório
o Conceito e divisão
o Cavidade oral (limites, vestíbulo da boca e cavidade própria da boca), faringe,
esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso (estrutura, divisões, morfologia e
relações); peritônio.
o Órgãos anexos: língua, dentes, glândulas salivares, pâncreas e fígado (vias
biliares).
8. Sistema Excretor
o Conceito e divisão
o Estrutura dos rins(néfron e capsula de browman);
o Funcionamento dos rins
o Estuo da eliminação da urina
9. Sistema endócrino
o Estudo do conceito e sua funcionalidade
o Divisão
o Glândulas endócrinas humanas e seus hormônios
10. Sistema nervoso
o Estudo do conceito e sua divisão
o Células nervosas - neurônio
o Sistema nervoso humano
o Sistema nervoso central
o Sistema nervoso periférico
11. Sistema sensorial
o Conceito e divisão
o Classificação dos receptores sensoriais
o Órgãos dos sentidos
12. Sistema reprodutor
o Conceito e classificação
o Sistema reprodutor masculino
o Sistema reprodutor feminino

V – ESTRATÉGIA DE TRABALHO
A cadeira será ministrada através de aulas teóricas e práticas, sendo as aulas
teóricas do tipo expositivas ilustradas através de com recursos audiovisuais. As aulas
práticas serão realizadas em laboratório, com a demonstração e estudo orientado dos
principais elementos anatômicos de cada
sistema, seguido de identificação individual pelos alunos em peças anatômicas
previamente preparadas.
VI – AVALIAÇÃO
As avaliações será realizadas através de aplicação de prova teórica.
A avaliação teórica será compostas por questões dissertativas (40%) e de múltipla
escolha (60%) contendo enunciados descritivos em cada questão.
VII- MÉTOO AVALIATIVO
O aluno será avaliado por meio da nota de participação-NP e avaliação presencial-
AP
Média: 5,0
Calculo da média (NP+0,25) + (AP x 0,75)
OBS: O aluno somente poderá faltar 25% de aula.
18 encontros que acontecerão nas segundas feiras, do dia 12/08/2020 a 16/12/2020

ANATOMIA HUMANA

Introdução ao Estudo da Anatomia

Você está começando um estudo fascinante sobre o corpo humano.


Iniciaremos com um breve histórico da anatomia humana.
Estabeleceremos um vocabulário básico que nos possibilita dialogar sobre o
corpo humano.
Como a Anatomia é o estudo das estruturas normais, discutiremos os
conceitos de normalidade, de variação, bem como os fatores de variação
anatômica.
Apresentaremos a estrutura de todos os sistemas que compõe o corpo
humano, bem como a funcionalidade de cada um.
DEFINIÇÃO

Anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a


constituição e o desenvolvimento do organismo do homem. Especificamente, a
anatomia (ana = em partes; tomem = cortar) macroscópica é estudada pela dissecção
de peças previamente fixadas por soluções apropriadas.
É considerada a disciplina mais antiga da medicina, tanto que, no começo,
ambas se confundiam. Pelo menos no principio, em tempos antiquíssimos, era
possível saber anatomia ou, pelo menos, ter alguns conhecimentos anatômicos
para poder praticar a medicina. Desde aquele tempo começou a ser oportuno o
pensamento Nulla Medicina sine Anatomia, ou seja, “Não ha Medicina sem
Anatomia”.
A anatomia divulga as bases da forma e da estrutura do corpo humano
são e de seus órgãos: a forma descreve a morfologia externa do
individuo, de seus membros e órgãos; a estrutura respeita a organização
interna dos órgãos e de seus componentes. O termo estrutura inclui a
função.
A anatomia determina, juntamente com a fisiologia e a bioquímica, a
base para a profilaxia, o diagnostico, a terapia e a reabilitação de
patologias.
CONCEITO E VARIAÇÃO ANATÔMICA NORMAL:
As diferenças morfológicas podem apresentar-se externamente ou internamente,
sem que isso traga prejuízo funcional aos indivíduos.
A observação de um mesmo órgão em indivíduos distintos mostra que, apesar de
morfologicamente semelhantes, não são rigorosamente idênticos. Os órgãos possuem
pequenas distinções entre si. O ponto de vista considerado normal em anatomia e a
situação morfológica mais comum. Os outros órgãos com características um pouco
distintas do mais comum, mas que funcionam bem, apresentam as chamadas
variações anatômicas.
As variações anatômicas podem ser internas ou externas. As variações anatômicas
internas evidentemente são aquelas que acontecem em órgãos internos, por exemplo,
as variações na posição e no contorno do estomago em relação ao tipo constitucional.
Já as variações anatômicas externas são observadas externamente, por exemplo, ao
considerar dois indivíduos, um alto e outro baixo. Assim um individuo de 1,60 m de
altura tem equilíbrio para andar da mesma maneira que um de 1,70 m de altura.
Um mesmo órgão, em cada individuo, possui formas virtuosamente distintas. E
necessário, então, determinar qual desses aspectos e classificado normal. Para que
uma característica anatômica seja classificada como uma variação, e preciso levar em
conta determinados fatores.

IMAGEM– Variações na posição e no contorno do estomago em relação ao tipo


constitucional
• estomago hipertônico: paredes musculares contraídas em tempo relativamente
maior. Portanto, a sua tonicidade e máxima. Típico da maioria das pessoas obesas;
• estomago ortofônico: tonicidade normal. Portanto, considerado normalidade.
• estomago hipotônico: tonicidade baixa, mas não ao extremo;
• estomago atônico: tonicidade das paredes e quase “nula”, sendo que o estomago
pode atingir ate ao nível da pelve.
Observação:;
A forma da tonicidade do estomago e alterada conforme a estrutura muscular de suas
paredes.
Além das variações anatômicas conhecidas como individuais, o organismo possui
variações pertinentes a fatores gerais de variação anatômica, por exemplo, sexo,
idade, raça e biótipo.
FATORES GERAIS DE VARIAÇÕES ANATÔMICAS:
IDADE – observam-se diferenças anatômicas nos diversos períodos da vida;
Observam‑se alterações anatômicas com o avançar da idade, portanto, nos vários
períodos ou fases da vida intrauterina e da vida extrauterina. As fases de vida
intrauterina são: ovo, embrião e feto. Na vida extrauterina, os períodos principais são:
recém‑nascido, infância, pré-adolescente, adolescente, adulto e idoso.
Em cada uma dessas fases, o organismo possui aspectos próprios, por exemplo, a
pele das crianças e mais fina do que a dos adultos. Os idosos tem as características
rugas faciais decorrentes do ressecamento geral da pele.

SEXO – os homens e as mulheres apresentam alguns caracteres especiais; por


exemplo, nas mulheres, presença de mamas e pelo corporal escasso; nos homens, o
crescimento do pelo facial e os ombros mais largos do que a pelve. Ha diferenças
devidas ao fator sexual decorrente a distinção dos órgãos genitais.

GRUPO ÉTNICO - compreende os grupamentos humanos com caracteres físicos,


fazendo-se distinguir as raças branca, negra, amarela e os mestiços; A raça é um
grupo de indivíduos que apresentam características particulares em comum devido a
uma descendência. Possuem algumas características anatômicas diferentes entre si e
próprias de cada grupo racial, por exemplo, as cores da pele, cabelos e olhos e os
tipos de cabelo e nariz.
BIÓTIPO – é o resultado dos caracteres herdados e dos adquiridos por
influência do meio ambiente.
EVOLUÇÃO - com o decorrer do tempo, ocorrem diferenças morfológicas.
A evolução sempre aconteceu e continua a ocorrer em todas as espécies,
abrangendo, naturalmente, o homo sapiens. Se o homem atual for confrontado com
seus ancestrais, entre as alterações mais claras no processo evolutivo, assinala‑se
que a capacidade do crânio.

DIVISÃO DO CORPO HUMANO


O corpo humano divide-se em:

Cabeça – encontra-se dividida em duas partes: crânio (caixa óssea que contém e
protege o encéfalo) e face (que aloja parte dos órgãos sensoriais e também estruturas
responsáveis pela mastigação)

Pescoço – permite a união da cabeça com o tronco através de músculos,


ligamentos e por parte da coluna vertebral onde situam-se as vértebras cervicais;

Tronco – possui uma estrutura óssea formada pela coluna vertebral (vértebra
torácicas, lombares, sacrais e o cóccix), costelas e suas cartilagens, esterno,
clavículas e escápulas, ossos do quadril . O tronco divide-se em cavidade torácica,
abdômen e cintura pélvica;

Dois membros inferiores (MMII) – cada membro possui uma origem (quadril) e
uma parte livre (coxa, perna e pé). Entre a coxa e a perna situa-se o joelho, e entre a
perna e o pé, o tornozelo. O pé é constituído pela parte plantar e pelo dorso do pé;

Dois membros superiores (MMSS) – cada membro possui uma raiz que se liga
ao tronco (ombro) e uma parte livre (braço, antebraço e mão). Entre o braço e o
antebraço situa-se o cotovelo, e entre o braço e a mão o pulso. A mão é formada pela
parte palmar e dorso da mão.

TERMOS DE POSIÇÕES E PLANOS:


Posição anatômica – é o corpo em posição ereta, com cabeça, olhos e a ponta dos
dedos dos pés dirigidos para frente; MMSS estendidos ao lado do corpo, com as
palmas das mãos voltadas para frente.
Posição que serve de referência para os movimentos.

PLANOS ANATÔMICOS

Têm o objetivo de separar o corpo em partes para facilitar o estudo e nomear as


estruturas anatômicas com relação espacial. Ou seja, através dos planos anatômicos
podemos dividir o corpo humano em 3 dimensões e assim podemos localizar e
posicionar todas estruturas.
(A)Plano Sagital: linha imaginaria que divide o corpo nas regiões direita e esquerda.
(B)Plano Transversal: linha imaginaria que divide o corpo nas partes superiores e
inferiores
(C)Plano Frontal: – linha imaginaria que divide o corpo nas partes ventral (anterior) e
dorsal (posterior).
POSIÇÃO ANATÔMICA
Nesta posição, o individuo e observado de pé e ereto; com os membros
superiores caídos naturalmente, próximos ao corpo, de cada lado do tronco; o
olhar fixo voltado horizontalmente para frente, assim como as palmas das mãos
com os dedos justapostos. Os membros inferiores, igualmente aos superiores,
permanecem unidos, com os pês paralelos e as pontas dos dedos do pé
também voltados para frente.

TERMOS DE LOCALIZAÇÃO

Anterior (ou ventral): a partir da frente do corpo.

Posterior (ou dorsal): a partir de trás do corpo.

Superior: a partir do topo do corpo.


Inferior: a partir da parte inferior do corpo.

Medial e lateral: respectivamente para longe ou no sentido da linha mediana.

Palmar e dorsal: para os diagramas da mão.

Plantar e dorsal: para os diagramas do pé.

Cranial e caudal: igual ao superior e inferior.

Proximal e distal: respectivamente mais perto e para longe do elemento de interesse


(para os membros superiores e inferiores, sempre com respeito à raiz do membro).

Mediano: localizado na linha média

POSIÇOES ANATOMICAS
Para se sustentar equilibrado, o organismo humano também assume
determinadas posições com
relação aos planos anatômicos, são elas:
• ereto: posição em pé, na vertical;
• supino: posição em decúbito dorsal, ou seja, a região das “costas” para baixo
e face para cima;
• decúbito ventral: posição contraria ao supino, ou seja, a região do abdome e
face para baixo;
• decúbito lateral: posição deitado lateralmente sobre o lado esquerdo ou
direito.
AS CAVIDADES CORPORAIS
As cavidades corporais são espaços internos do corpo que alojam órgãos ou
vísceras. No organismo humano ha cinco cavidades.
A cavidade do crânio situa‑se no interior do crânio e abrange o encéfalo. Já o
canal vertebral começa na base da cavidade do crânios e aloja a medula
espinal. Essas duas cavidades constituem um espaço único continuo. A
cavidade torácica localiza‑se no tórax, acima do diafragma, com o mediastino
limitando‑a em lados direito e esquerdo. A cavidade torácica aloja o coração,
vasos sanguíneos, esôfago, timo, traqueia, brônquios e pulmões.
A cavidade abdominal começa logo apos a cavidade torácica, na parte superior
do abdome. Na cavidade abdominal encontram‑se o estomago, maior parte do
intestino, fígado, vesícula biliar, baco, pâncreas e rins. A cavidade pélvica
envolve o interior da pelve. Esta situada na parte inferior do abdome e aloja
parte do intestino, bexiga urinaria, uretra e órgãos genitais internos.
Regiões do abdome e da pelve
Para tornar mais fácil a descrição da localização dos órgãos e da dor, a
cavidade abdominal e pélvica e dividida regiões, usando linhas imaginarias.
Elas podem ser divididas em quadrantes ou em nove regiões.
As três regiões centrais são, de superior para inferior, o epigástrio, a região
umbilical e o hipogástrio.
Lateral a essas regiões, de superior para inferior, estão os hipocôndrios: direito
e esquerdo; as regiões laterais: direita e esquerda; e as regiões inguinais:
direita e esquerda.

Divisão em quadrantes:
• Quadrante Superior Direito – QSD
• Quadrante Superior Esquerdo – QSE
• Quadrante Inferior Direito – QID
• Quadrante Inferior Esquerdo – QIE

Divisão em regiões:
• Epigástrio – E
• Região umbilical – RU
• Hipogástrio – H
• Hipocôndrio direito – HD
• Hipocôndrio esquerdo – HE
• Região lateral direita – RLD
• Região lateral esquerda – RLE
• Região inguinal direita – RID
• Região inguinal esquerda – RIE
Nota clínica
Como vimos na clinica medica, e comum dividir as cavidades abdominal e
pélvica em quadrantes ou regiões. Durante uma anamnese, determinado
paciente relata hábitos etílicos ha anos, presença de náuseas e febre. No
exame físico, você percebe dificuldades na realização de flexão de quadril, e
na palpação, o paciente sente fortes dores no quadrante inferior direito. Com
base nas informações colhidas e pelos seus conhecimentos voltados a
anatomia clinica, você poderá começar a direcionar a provável hipótese para
uma apendicite.

NOÇÕES BÁSICAS DE FISIOLÓGIA


FISIOLOGIA é a ciência que estuda o funcionamento dos diferentes sistemas e/ou
aparelho que formam o organismo humano.

FISIOLOGIA CELULAR

A célula é a unidade básica e funcional do organismo. As células, respiram,


alimentam, crescem, reproduzem e morrem. No homem, as células podem se associar
desempenhando uma determinada função e constituem tecido. Vários tecidos
agrupam formando órgãos desempenhando uma função, que formam os
sistemas/aparelhos a qual constituem o organismo.

A célula é composta por três partes, sendo elas: a membrana celular que envolve e
protege a célula; o citoplasma: onde se localiza os materiais nutritivos e o núcleo: é o
centro e é constituído de material hereditário e genético (DNA) , presente nos
cromossomos.

SISTEMA SANGUÍNEO

Sangue é um tecido líquido que circula pelo sistema vascular, tendo a função de
transportar nutrientes, gases e substancias e também de fazer a defesa do nosso
organismo contra microrganismo.

É formado de uma parte liquida (sangue) e de uma parte solida (células e plaqustas).

HEMÁCIAS: eritrócitos ou glóbulos brancos.

Tem a função de transportar gases (O² e CO²), no sangue, dos pulmões para os
tecidos e dos tecidos para os pulmões, através das moléculas de hemoglobinas.

LEUCÓCITOS: Glóbulos brancos

Tem a função de fazer a defesa do organismo, através da produção de anticorpos e da


fagocitose.

PLAQUETAS:

Tem a função de prevenir a perda de sangue que ocorre por todo o corpo, através do
tampão plaquetario (pequenas hemorragia) ou traves de formação de coágulo
(grandes hemorragias). São produzidas na medula óssea e vivem, aproximadamente
12 dias.

GRUPO SANGUINEO
Existe quatro tipos de grupos sanguíneos: A,B,AB e O. A diferença entre eles deve-se
a presença, nas hemácias, de uma substancia denominada de aglutinogênio, que
pode ser A e B. E também, a presença no plasma de aglutininas, anti-A e anti-B.

-Grupo A: Contem aglutinogênio A e aglutinina ante-B.

Grupo B: contem aglutinogênio B e aglutinina anti-B.

Grupo O: não contem aglutinogênio, mas contem as duas aglutinina.

Grupo AB: contem os dois aglutinogênios, mas não contem nenhuma glutinina.

FATOR Rh

Existe dois tipos de fatores Rh, o positivo e o negativo. Se a pessoa possui o antígeno
Rh tipo D ela é considerada Rh positivo, se não possui, ela é Rh negativo. A maior
parte da população é Rh positivo.

SISTEMA ESQUELÉTICO
O sistema esquelético é constituído de ossos e cartilagens, além dos ligamentos e
tendões.

Os ossos que constituem o esqueleto, totalizando são 206.

O esqueleto sustenta e dá forma ao corpo, além de proteger os órgãos internos e


atua em conjunto com os sistemas muscular e articular para permitir o movimento.

Outras funções são a produção de células sanguíneas na medula óssea


e armazenamento de sais minerais, como o cálcio. O osso é uma estrutura viva,
muito resistente e dinâmica pois tem a capacidade de se regenerar quando sofre uma
fratura.

DIVISÃO DO ESQUELETO
O esqueleto pode ser dividido em:
Esqueleto axial (cabeça, pescoço e tronco) Tórax e abdome.

CABEÇA:
A cabeça é formada por 22 ossos sendo:
8 do crânio (frontal, 2 parietal, 2 temporal, occipital, esfenoide, etmoide) e
14 da face (2 zigomático, 2 maxilar, 2 nasal, mandíbula, 2 palatino, 2 lacrimal, vômer,
2 concha nasal inferior).
-O pescoço é formado por 1 osso: hioide.

TRONCO (coluna vertebral e caixa torácica)


O Tórax é formado por 44 ossos sendo:
Ossos da coluna vertebral: Região cervical (07) vertebras;
Região da coluna torácica 12 vertebras
Região lombar: 05vertebras
Região sacral: 05 vertebras
Cóccix 04 vertebras
Caixa torácica: 24 costelas

Esqueleto apendicular (MMII e MMSS)

Ossos dos Membros Superiores


Os membros superiores são formados por 64 ossos sendo:
Escapular e clavícula
Braço- úmero
Antebraço- ulna e rádio
Carpo
Metacárpicos/metacarpos
Falanges: falange proximal, falange média, falange distal.

Ossos dos Membros Inferiores


Os membros inferiores são formados por 62 ossos:
Ossos do quadril-ilio-isquio-pubis
Coxa- femus e patela
Perna- tíbia e fíbia
Tasso
Metatasso
Falanges: falanges proximais, falanges médias, falanges distais.
O fêmur, osso localizado na coxa, é o maior osso do corpo humano.

CARTILAGENS

No esqueleto de uma pessoa adulta as cartilagens situam-se nas extremidades dos


ossos que se articulam, permitindo o deslizamento suave de um osso sobre outro.
Entre as vertebras a discos de cartilagem, cuja função é de amortecer impactos sobre
a coluna vertebral.
MEDULA OSSEA
Dentro dos ossos longos encontramos a medula ósseas vermelha e amarela:
Medula vermelha- está relacionado a formação de células sanguíneas.
Medula amarela: serve para diminuir o peso do osso e alojar reserva de gordura.

SISTEMA MUSCULAR
Os músculos são massa orgânica que envolvem o esqueleto, reveste e protege os
órgãos. São eles que possibilitam o movimento dos órgãos, das articulações e do
esqueleto. São formados pelas fibras musculares(célula do tecido muscular). Toda
atividade muscular é controlada pelo sistema nervoso central.
Uma importante característica de tecido muscular e a capacidade de alterar o seu
comprimento durante o trabalho.
Função dos músculos:
 Permitem a movimentação do esqueleto;
 Mantem a estabilidade do esqueleto em repouso;
 Forma externa do corpo.
TIPOS DE MUSCULOS: O sistema muscular é composto por três tipos de músculos.
Músculos lisos:
Não apresentam estrias em suas fibras;
São encontrados no fígado, pulmão, estomago e intestino;
Possuem contração voluntaria.
Músculos estriados cardíaco:
Apresentam estrias em suas fibras;
São encontrados inseridos em ossos (bíceps, masseter, tríceps).
Possuem contração involuntária.
Estriado esquelético:
Musculo ligado ao esqueleto

MERCANISMO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR


No interior das miofibrias encontram-se milhares de filamentos proteicos:
Actínia e miosina. Para que ocorra o processo de musculação muscular, os filamentos
deslizam sobre os de miosina, encurtando a fibra muscular e consequentemente todo
o musculo.
FATORES QUE INFLUENCIAM A CONTRAÇÃO MUSCULAR:
Impulso nervoso: é o estimulo para a contração muscular, que chega a fibra muscular,
através de um nervo.
Cálcio: permite que a actína desliza sobre a miosina, iniciando a construção muscular.
ATP: é a energia necessária para que ocorra a contração muscular, produzida durante
a respiração celular.
Fosfocreatina; é a principal reserva de energia na células musculares também
conhecidas como fosfato de creatina ou creatina-fosfato.

DIVISÃO MUSCULAR

SISTEMA RESPIRATÓRIO
Respiração é o processo de entrada de oxigênio(inspiração) e saída de gás
carbônico (expiração).

Pode ser dividido em vias aéreas superiores (fossa nasais, faringe e laringe) e vias
aéreas inferiores (brônquios, bronquíolos e alvéolos).

Fossas nasais: é por onde entra o ar. Tem a função de filtrar, aquecer e umedecer o
ar.
Faringe: é um condutor por onde passa ar e alimento.
Laringe: condutor que permite a passagem apenas de ar.
Traqueia: é um tubo cartilaginoso que conduz o ar ate os pulmões.
Bronquíolos: são ramificações dos brônquios dentro dos pulmões.
Alvéolos pulmonares: são cavidades ricas sanguíneos onde ocorre as trocas gasosas.
MECANISMO E RESPIRAÇÃO
No mecanismo respiratório é fundamental a participação do diafragma e dos músculos
intercostais.
Inspiração: é a penetração de ar nos pulmões; durante a inspiração os músculos
intercostais e o diafragma se contraem, aumentando o volume interno do tórax e
dilatando os pulmões.
Expiração: é a saída de ar dos pulmões. Durante esse processo os músculos
intercostais e o diafragma relaxam , diminuindo o volume da caixa torácica, com isso
a uma compreensão dos pulmões, que expulsam o ar.

SISTEMA CIRCULATORIO
O coração, as artérias, os vasos sanguíneos e os capilares constituem o aparelho
circulatório. Que possibilitam a circulação do sangue para todo o corpo.
COMPONENTES
Coração: principal órgão da circulação. Tem como função bombear sangue para todo
o corpo.
CORAÇÃO
O coração apresenta quatro cavidades internas ou câmaras cardíacas: átrio direito,
átrio esquerdo, ventrículo direito e ventrículo esquerdo.
O átrio direito comunica-se com o ventrículo direito através da válvula de tricúspide;
da mesma forma o átrio esquerdo comunica-se com ventrículo esquerdo através da
válvula bicúspide ou mitral.
Quando o coração bombeia o sangue, ele executa dois movimentos: o de contração e
o de dilatação. Sístole é a contração das câmaras cardíacas e diástoles é o
relaxamento das câmaras cardíacas.
A frequência dos batimentos cardíacos é controlada por uma região especial do
coração denominada nódulo sinoatrial ou marca-passo.
SANGUE
Formado de plasma e células ou glóbulos vermelhos e brancos; são produzidos na
medula óssea e sua função é transportar nutriente e oxigênio a cada uma das células.
Trajeto do sangue: a circulação humana é dupla (o sangue passa duas vezes pelo
coração- venoso e arterial) .
-o sangue venoso, vindo dos tecidos, entra no átrio direito, que esta em diástole, pela
veia cava superior e inferior.
-a seguir, esse átrio entra em sístole e o sangue passa para o ventrículo direito, que
esta em diástole;
-o ventrículo direito entra em sístole e o sangue sai pela artéria pulmonar em direção
ao pulmão.
- o sangue arterial vindo dos pulmões penetra no átrio esquerdo que esta em diástole,
pelas veias pulmonares.
- o átrio entra em sístole passa para o ventrículo esquerdo que estar em diástole;
- o ventrículo esquerdo entra em sístole e o sangue sai pela artéria aorta, que vai
distribui-lo para todo organismo.
Circulação pulmonar ou pequena circulação é o trajeto que o sangue faz do ventrículo
direito ate o átrio esquerdo, passando pelos pulmões.
CORAÇÃO (VD) -> PULMÃO -> CORAÇÃO (AE)
CO² CO²/C² O²

Circulação sistêmica ou grande circulação é o trajeto que o sangue faz do ventrículo


esquerdo ate o átrio direito, passando por todo o corpo

CORAÇÃO (VE) -> CORPO -> CORAÇÃO (AD)


O² O²/CO² CO²
VASOS SANGUINEOS
ARTERIAS
São vasos sanguíneos calibrosos que transporta, com sua maioria, sangue arterial (do
coração para todo o corpo).
VEIAS
São vasos sanguíneos menos calibrosos, que transporta sangue venoso. Ele
transporta sangue desoxigenado do corpo para o coração.
CAPILARES
São ramificações muito finas de artérias e veias, ou seja os capilares loga artérias a
veias.

SISTEMA DIGESTÓRIO
É o responsável por transformar as moléculas dos alimentos em moléculas
menores, para que tenham condições de serem absorvidas pelo organismo.

COMPONENTES:

O tubo digestório é formado pela boca, faringe, esôfago, estomago, intestino


delgado, intestino grosso e anus. Existem alguns órgãos anexos que mesmo não
fazendo parte do tubo digestório desempenham papel importante na digestão, são
esses glândulas salivares, fígado e pâncreas.

BOCA: é o primeiro órgão do aparelho digestório. Possui duas estruturas importantes


para a digestão: a língua (que serve para misturar os alimentos com a saliva e permitir
a mastigação e a deglutição) e os dentes (que trituram e cortam os alimentos,,
facilitando a digestão).

A saliva é a secreção digestiva na boca, é produzida pelas glândulas salivares


composta por:

-agua: fluidificar os alimentos

-muco: lubrificar e amaciar os alimentos

-enzimas: ptialina ou amilase salivar, iniciam a digestão dos carboidratos.

Após ser devidamente mastigado e misturado e misturado a saliva, o alimento


recebe o nome de bolo alimentar e é deglutido (engolido),passando pela FARINGE e
chegando no esôfago.
ESÔFAGO: funciona como um canal de passagem para o alimento, levando-o ate o
estomago. Não possui enzimas, mas apresenta muco que protege e mucosa
esofagiana contra alguns alimentos e a secreção gástrica.

O esôfago conduz o bolo alimentar ate o estomago através dos movimentos


peristálticos movimentos em forma de onda.

ESTOMAGO: a secreção presente no estomago é a secreção gástrica que é composta


por:

Agua: fluidificar os alimentos

-muco: proteger a mucosa do estomago contra o PH ácido

-acido clorídrico:ativar as enzimas do suco gatrico

-enzimas: pepsina, inicia a digestão dos lipidis.

No estomago, a mistura do bolo alimentar com o suco gástrico recebe o nome de


quimo.

INTESTINO DELGADO: no intestino delgado, o alimento entra em contato com três


secreções: suco biliar, suco pancreático e suco entérico.

Suco biliar (bile)

-produzido pelo fígado

-armazenada na vesícula biliar

- tem a função de auxiliar na digestão dos lipídios

Suco pancreático

Produzido pelo pâncreas

E composto por: bicarbonato, que neutraliza a acidez do quimo; enzimas: tripsina,


digere as proteínas; amilase pancreática digere os carboidratos; lipase digere os
lipídios

Suco entérico : é produzido pelo próprio intestino delgado e é composto por enzimas
:peptidase digere as proteínas, lactase digere a lactose e sacarase digere a sacarose.

INTESTINO GROSSO: neste segmento ocorre a absorção de agua e eletrólitos (sódio,


ferro, cálcio, magnésio) ocorre também a formação do bolo fecal, que são resíduos
alimentares

Anus: tem a função de eliminar as fezes ( bolo fecal) para fora do corpo.
SISTEMA EXCRETOR
É a principal via de eliminação de resíduos do organismo. O sistema excretor
humano é construído por um par de rins e pelas vias urinárias, composta por : um par
de ureteres pela bexiga urinara e pela uretra .

1- A ESTRUTURA DOS RINS

Os rins a cor vermelha- escura forma de grão de feijão e cada um mede mais de
10 m de comprimentos. Localizam-se na parte superior do abdome, logo abaixo do
diafragma, um de cada lado da coluna vertebral. Nesta posição estão protegidos
pelas ultimas costelas e também por uma camada de gordura. Cada rim apresenta
mais de 1 milhão de nefros estruturas microscópicas responsáveis pela filtração do
sangue e remoção das excreções.
O néfron é uma estrutura tubular que possui, em uma das extremidades, uma
expansão em forma de taça, denominada capsula de Bowman, por onde penetra a
artéria afrente (ramificação da artéria renal). No interior da capsula, a arteríola
ramifica-se e organiza um emaranhado d vasos denominados glomeruos de
malpighi. Desse emaranhado sai a arteríola eferente que abandona o glomérulo.

A capsula de browman esta ligada a um longo túbulo contorcido denominado


túbulo proximal. Este, por sua vez, desemboca numa estrutura em forma de “U”
chamada alça de Henle, a partir da qual se estende o contorcido túbulo distal,
vários túbulos distais nefrons, mergulham num túbulo coletor.

2. COMO FUNCIONAM OS RINS


A função dos rins é filtrar o sangue, removendo os resíduos nitrogenados
produzidos pela célula e também sais e outras substancias em excesso. Além,
dessa função excretora, os rins são também responsáveis pela eliminação de agua
e de sais na urina, esses órgãos mantem a tonicidade do sangue adequada as
necessidades de nossas células.

2.1 Filtração do sangue

Os capilares do glomérulo deixam extravasar, através de suas finas paredes,


diversas substancias presentes no sangue, tais como a água, ureia, glicose,
aminoácidos, sais e diversas outras moléculas de pequenos tamanhos.

As substancias extravasadas passam entre as células da parede da capsula de


Browman e atingem o túbulo contornado proximal, onde constituem o filtro
glomerular, também chamado de urina inicial. O filtrador glomerular é semelhante,
em composição química ao plasma sanguíneo, com a diferença que não possui
proteínas.

Diariamente passam pelos rins de uma pessoa quase 2 mil litros de sangue,
formando-se cerca de 160 litros de filtrado glomerular.

3. A ELIMINAÇÃO DA URINA

3.1 Ureteres

Os nefros desemborcam em ductos coletores de urina, que se unem para forma


canais cada vez mais grossos. A fusão desses ductos originam um canal único
denominado ureter, que sai do rim em direção á bexiga urinária.

3.2 Bexiga urinária

A bexiga urinaria e uma bolsa de parede elástica, dotada de musculatura lisa,


cuja função é acumular urina produzida nos rins. Quando cheia a bexiga pode
conter mais de ¹/4 de litros (250) ml de urina. Esta é eliminada periodicamente
através da uretra.

3.3 Uretra

A uretra é um tubo que parte da bexiga e que termina na mulher na região


vulvar, e no homem na região do pênis. Sua comunicação com a bexiga mantem-
se fechados por anéis musculares( esfíncteres) quando a musculatura desses
anéis se relaxa e a musculatura da parede da bexiga se contrai, ocorre a micção.

4-REGULAÇÃO DO FUNCIONAMENTO RENAL

Os rins exercem rigoroso “controle de qualidade”, sobre o sangue mantendo


diferentes substancias suas quantidades normais. Quando a concentração de
alguma substancia no sangue aumenta muito, os rins rapidamente se encarregam
de eliminar os excessos.

Se uma pessoa bebeu muito liquido, por exemplo, seus rins produzem uma
urina diluída e abundante, eliminando assim o excesso de agua. Se o sangue de
uma pessoa possui muito açúcar ou sal, ou se a quantidade de hormônios estar
acima do normal, os excessos são eliminados na urina.
A presença de glicose na urina (glicosúria) verifica-se de forma particularmente
marcante nos indivíduos portadores de diabetes melito. Essa doença caracterizada
pela falta de hormônio.

SISTEMA ENDÓCRINO

O sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândula endócrinas, as quais


são responsáveis pela secreção de substancias denominadas, genericamente,
hormônios.

Os hormônios tem como função estimular ou inibir reações bioquímicas,


regulando as atividades do corpo. Eles interferem nas reações humanas (ex:
medo, desejo), no crescimento e desenvolvimento físico ( ex: surgimento de barba
o homem e mamas na mulher) .

O mecanismo desse sistema é altamente preciso, as glândulas endócrinas


sempre liberam os hormônios no sangue, por onde eles atingem todas as células
do corpo. Cada hormônio atua apenas sobre alguns tipos de células, denominadas
células-alvo. As células-alvo de determinado hormônio possuem, no citoplasma,
proteínas denominadas receptores hormonais, capazes de se combinar
especificamente com as moléculas do hormônio. É apenas quando a combinação
correta ocorre que as células-alvo exibem a resposta caraterística da ação
hormonal.

1- GLANDULAS ENDOCRINAS HUMANAS E SEUS HORMONIOS


1.1 Hipófise

A hipófise, também chamada pituitária, é uma glândula pouco maior que um


grão de ervilha ( cerca de 1 cm de diâmetro), localizada abaixo do cérebro. E
constituída por duas partes distintas: a adeno-hipófise ( ou hipófise posterior) e a
neuro-hipófise ( ou hipófise anterior).
 HORMÔNIOS DA ADENO-HIPÓFISE

Prolactina: a prolactina estimula a produção de leite nas glândulas mamárias,


pelas mulheres durante a fase pós parto. Sua função no homem ainda é
desconhecida.

Endomorfinas: são substancias que inibem receptores de dor e cujo efeito é


semelhante ao da morfina sintética.

HEC ( hormônio estimulante do crescimento ou somatotrofina): o HEC induz e


regula o crescimento corporal, sendo produzido apenas durante o período do
crescimento. Quando na infância, a produção desse hormônio é insuficiente, surge
o quadro clinico conhecido como nanismo. Em contrapartida, a produção
excessiva de HEC durante a fase de crescimento provoca o gigantismo.

 HORMÔNIOS DE NEURO-HIPÓFISE

Ocitocina: é um hormônio exclusivamente feminino, estimula de forma intensa o


útero gravídico, principalmente no final da gestação, favorecendo o parto. Esse
hormônio atua também sobre as glândulas mamarias onde facilita a expulsão do
leite.

ADH (hormônio antidiurético ou vasopressina): atua nos túbulos renais,


aumentando-lhe a permeabilidade e, portanto, promovendo uma maior reabsorção
de agua. Se e produzido menos ADH que o normal, a pessoa elimina grande
volume de urina, sente muita sede e corre o risco de desidratação.

TIREÓIDE

A tireoide localiza-se no pescoço, sobre a porção inicial da traqueia. Produz os


hormônios tiroxina ( tatraiodotironina) e triodotironina, que aceleram o metabolismo
celular e, portanto, exercem papel fundamental no crescimento e desenvolvimento
do organismo.

Hipotireoidismo

É a redução da atividade da glândula tireoide. A queda na taxa de hormônios


tireoidianos em circulação no sangue causa desativação generalizada do
metabolismo. A pessoa com hipotireoidismo tende a engordar, a ser pouco ativa e
apresenta a pele fria e ressecada.
Hipertireoidismo

É o aumento exagerado da atividade da tireoide, com o aumento generalizado


da atividade corporal. O individuo afetado pelo hipertireoidismo é magro, agitando
e tem grande apetite. Pode apresentar, também, crescimento anormal da tireoide
(bócio) e olhos arregalados, saltados da órbita.

1.2– Pâncreas

O pâncreas é uma glândula mista, pois apresenta dois comportamentos


diferentes: exócrino ( ao produzir e lançar o suco no intestino delgado) e endócrino
( ao produzir hormônios- a insulina e o glucagon).

Insulina

É um hormônio de natureza proteica, cuja principal função é facilitar a


absorção de glicose pelos músculos esqueléticos e pelas células de tecido
gorduroso, além de promover a formação e a estocagem de glicogênio no fígado .
a insulina, portanto diminui a concentração de glicose que circula no sangue.

Quando o pâncreas produz quantidade insuficiente de insulina, surge uma


doença conhecida como diabetes melito. Nesse caso, o excesso de glicose na
urina (glicossúria) aumentado no volume da urina (poliúria), tendência a
desidratação, fraqueza muscular, fome e sede.

Glucagon

Tem feito inverso ao da insulina, aumentando o nível de glicose no sangue.


Esse hormônio atua estimulando a transformação de glicogênio em glicose no
fígado e a síntese de glicose a partir de outros nutrientes.

1.1 – Adrenais

As glândulas adrenais ou supra-renais, localizadas uma sobre rim, são


constituídas ´por duas regiões distintas: o córtex (externa) e medula ( interna).

Hormônios da região cortical

Os hormônios produzidos pelo córtex adrenal são esteroides, isto é, derivados


do colesterol e conhecido genericamente como corticosteroides.

Hormônios da região medular

A medula das adrenais produz adrenalina (ou noradrenalina). Esses dois


hormônios são quimicamente semelhantes e são considerados os hormônios do
medo, do susto, o da raiva , da tensão, da luta e da fuga. De fato, em situações de
emergências ou desfavoráveis, a adrenalina a noradrenalina são lançadas no
sangue, deixando o organismo em estado de prontidão, aumentando sua
capacidade de reagir.

1.1 Glândulas sexuais

Produtoras de hormônios e gametas as glândulas sexuais ou as gônadas são


representadas, na mulher pelos ovários, e no homem pelos testículos.
Testosterona

É o principal hormônio produzido pelos testículos. Esse hormônio começa a


ser produzido na fase embrionária, e é a sua presença ou não, no inicio do
desenvolvimento, que faz com que o embrião desenvolva sexo masculino ou
feminino.

A partir da puberdade os testículos passam a produzir grande quantidade de


testosterona, o que determina o impulso sexual e o aparecimento das
características sexuais secundarias masculinas, tais como barba, distribuição dos
pelos corporais tipicamente masculina, voz grave e etc.

Estrogênio e progesterona

Os ovários produzem dois hormônios principais: o estrogênio e a


progesterona. O estrogênio estimula o impulso sexual e a aparecimento das
características sexuais secundarias femininos como o desenvolvimento dos seios e
a distribuição de pelos corporais tipicamente feminino.

A progesterona prepara o corpo para uma eventual gravidez. O efeito mais


marcante desse hormônio é estimular a proliferação de vasos sanguíneos e
tecidos na mucosa uterina, criando condições para fixação e o desenvolvimento do
embrião.

SISTEMA NERVOSO
É o mais complexo de todos os sistemas humanos, pois todo o nosso
comportamento esta regido por ele.

O sistema nervoso tem a função de perceber e identificar as condições


ambientais externas, bem como as condições reinantes dentro do próprio corpo, e
elaborar resposta que adaptem o homem a essas condições.

A unidade básica do sistema nervoso é a célula nervosa denominada


neurônio. O neurônio é uma célula extremamente estimulável : é capaz de
perceber as mínimas variações que ocorrem em torno de se, reagindo com uma
alteração elétrica que percorre a sua membrana. Essa alteração elétrica é o
impulso nervoso.

O sistema nervoso humano é constituído pelo encéfalo, medula espinhal, nervos e


gânglios nervosos.
CELULAS NERVOSAS- NEURONIO

Um neurônio típico apresenta três partes distintas: corpo-celular, dendritos e


axônio. No corpo celular, a parte mais volumosa se localiza o núcleo e a maioria
das estruturas citoplasmáticas. Os dendritos são prolongados finos e geralmente
ramificados, que conduzem os estímulos captados do ambiente ou de outra células
em direção ao corpo. O axônio é um prolongamento fino, geralmente mais longo
que os dendritos, cuja função é transmitir para outras células os impulsos nervosos
provenientes do corpo celular.

Os neurônios formam uma intricada rede, comparável, em certos aspectos, ao


sistema telefônico de uma grande cidade. A rede nervosa é formada pelos axônios
e dendritos que atuam como cabos de transmissão de impulsos nervosos, e por
corpos celulares de neurônios, que atuam como estação de processamento e de
transmissão de informações.

SISTEMA NERVOSO HUMANO

O sistema nervoso humano apresenta-se protegido pela caixa craniana e pela


coluna vertebral. Anatomicamente temos: sistema nervoso central( SNC) e sistema
nervoso periféricos (SNP).

3.1- Sistema nervoso central

O SNC é formado pelas quatros regiões de encéfalo (massa situada na caixa


craniana) que são: cérebro, cerebelo, ponte e bulbo; e pela medula espinhal
(filamento nervoso que percorre o interior do canal raquidiano na coluna vertebral).
-Cérebro: ocupa quase toda caixa craniana. É parte mais desenvolvida encéfalo.
Nele ocorre os impulsos que nos permite pensar, relembrar fatos e falar. O cérebro
é , portanto, o centro da inteligência e do aprendizado.

-Cerebelo: o cerebelo é o responsável pela manutenção do equilíbrio corporal e


regula a tonicidade muscular, e graças ele podemos realizar ações complexa como
andar de bicicleta ou andar de violão. Situa –se abaixo do cérebro e atrás da
ponte.

-Ponte de velório : também chamada simplesmente de ponte, situa-se acima do


bulbo e abaixo do cérebro. A ponte tem a função de condução do impulso nervoso
e de centro nervoso, relacionada com reflexo associados as emoções, como ris e
as lagrimas.

-Medula espinhal: é a base cilíndrica que percorre o interior do canal raquiano.


Com cerca de 1 cm de diâmetro em sua porção mais dilatada, a medula espinhal
tem a função de conduzir os impulsos nervosos e de centro nervoso, e
responsável por elaborar respostas simples para certos estímulos como pegar um
objeto quente e deixar cair. Estas respostas musculares são denominadas
reflexos.

3.2- Sistema nervoso periférico

O sistema nervoso periférico é constituído por nervos e pelos gânglios


nervosos, e sua função é conectar o sistema nervoso central a diversas parte do
corpo.

- Nervos : Podem ser divididos em cranianos (quando partem do encéfalo) e


raquidianos (quando partem da medula espinhal). Os nervos estabelecem a
comunicação dos centros nervosos com os órgão sensórias (receptores) e os
órgão efetores ( músculos ou glândulas). De acordo com a direção em que se
transmite o impulso nervoso, os nervos classificam em:

1. SISTEMA NERVOSO AUTONOMO

É um sistema que tem por função reguçar o ambiente internos do corpo,


controlando a atividade dos sistemas digestório, cardiovascular, excretor e
endócrino.
O sistema nervoso autônomo é dividido em simpático e parassimpático. Nos
órgãos vicariais existem fibras simpáticas parassimpáticas, que determinam efeitos
antagônicos. Assim, de acordo com a conveniência do organismo, um determinado
órgão pode ser inibido, hora estimulado, de maneira a garantir um desempenho
fisiológico adequado para determinada situação.

SISTEMA SENSORIAL
É o conjunto formado pelo receptores da pele e pelos órgãos do sentido.
Receptores são células sensíveis de obter e transmitir informações sobre
condições internas e externas ao corpo.

Olhos, pele, orelhas e fossas nasais são órgãos que tem a capacidade de
transmitir os diversos estímulos do ambiente em impulsos nervosos. Esses são
transmitidos ao cérebro, de onde partem as ordens que determina as diferentes
reações do nosso organismo. Responsáveis pela visão, tato, audição, gustação e
olfato.

1 CLASSIFICAÇÃ DOS RECEPTORES SENSORIAIS

De acordo com a natureza do estimulo dos nervoso que são capazes de


captar, os receptores sensoriais podem ser classificados em quatro tipos básicos:

A) QUIMIORRECEPTORES: especializados na detecção de substancias


químicas. Há quimiorreceptores na língua e no nariz, respectivamente, pelos
sentidos do paladar e do olfato.
B) TERMORRECEPTORES: especializados na captação de estímulos de
natureza térmica. Há termorreceptores distribuídos por toda a pele,
principalmente na região da face, pé e mãos.
C) MECANORRECEPTORES: especializados na captação de estímulos
mecânicos, tais como a compreensão ou estiramento da pele e de órgãos
internos.
D) FOTORRCEPTORES: especializados na captação de estímulos luminosos.
Os olhos são fotorreceptores altamente especializados.

2- ORGÃOS DOS SENTIDOS


2.1 A visão:

Fotorreceptor no homem são os olhos. Este órgão estão situados bilateralmente na


porção superior da face, dentro da cavidade denominada orbitas.

 Esclerótica: conhecida como o branco dos olhos, tem a função protetora.


Na região anterior do globo ocular, a esclerótica se diferencia,
constituindo a córnea, uma membrana fina e transparente a luz.
 Coroide: envoltório que abriga vários vasos sanguíneos responsáveis
pela nutrição dos olhos. Na região anterior forma os íris, estrutura
pigmentada responsável pela coloração dos olhos. A íris é constituída
por um orifício central denominado pupila( menina dos olhos ) que pode
se dilatar ou se contrais permitindo uma maior ou menor penetração e
luz no olho.
 Retina: constitui a membrana mais interna do olho. É formada pela
expansão do nervo óptico. Tem a função de captar a imagem dos
objetos. Na retina existem dois tipos básicos de células fotossensíveis:
cones ( responsáveis pela percepção das cores) e bastonetes (capazes
de perceber apenas os contrastes de claro e escuro).
 Cristalino: situa-se atrás da íris : tem a função de focalizar a imagem na
retina.

Os músculos ( responsáveis pelos movimentos dos olhos ), as pálpebras (que tem


a função protetora) glândulas lacrimais e conjuntivas (que desempenham importante
papel na defesa e na transparência dos olhos) são órgãos dos olhos.

2.2 A audição

Os ouvidos são órgãos receptores de audição, constituem-se basicamente de três


regiões: ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno.

Ouvido esterno: é formado pelo pavilhão auditivo (orelha) e pelo condutor auditivo
externo. O pavilhão capta sons, direcionando-os para o interior do conduto. O conduto
é formado pelos e glândulas secretoras de cerúmen (material lipídico com função
protetora e lubrificante).

Ouvido médio: também chamado de caixa timpânica, encontra-se separado do


ouvido externo pelo tímpano, uma membrana vibrátil de forma circular.

Ouvido interno: ou labirinto, compreende duas regiões, o vestíbulo (relacionado com


o sentido de equilíbrio) e o caracol (relacionado com audição).
2.3 A pele

A pele é o nosso maior órgão sensorial. Recebe o todo instante, diversos tipos de
estímulos, que são enviados ao encéfalo. Muitos receptores sensoriais da pele são
terminações nervosas livres. Algumas delas detectam dor, outras detectam frio, calor e
outras.

2.4 O olfato

O nariz constitui o órgão do olfato. O olfato humano é pouco desenvolvido se


comparado ao dos animais. O epitélio olfativo contem 20 milhões de células
sensoriais, por outro lado, um cachorro tem mais de 100 milhões de células sensoriais.

O epitélio olfativo é tão sensível que poucas moléculas são suficientes para
estimula-lo, produzido a sensação de odor. A sensação será mais intensa quanto
maior for a quantidade de receptores estimulados, o que depende da concentração da
substancia odorífera no ar.
2.5 O paladar

O paladar ou gustação é o sentido que permite a identificação dos sabores básicos:


doce, azedo, salgado e amargo. Esses receptores ficam localizados em diferentes
regiões da língua.

Apesar dos receptores de paladar e olfato serem diferente e de suas mensagens


serem processados em regiões diversas do cérebro esses dois sentidos interagem
para produzir a percepção do gosto. É por isso que quando o sentido do olfato é
prejudicado por um forte resfriado, por exemplo, a percepção do paladar diminui.

SISTEMA REPRODUTOR
O homem, como qualquer outro ser vivo, se reproduz para garantia a sobrevivência
de sua espécie. Através da reprodução são gerados novos indivíduos.

SISTEMA REPRODUTOR HUMANO.

Sistema reprodutor masculino.

O sistema reprodutor masculino humano compreende os órgãos genitais externos


e órgão localizados no interior do corpo. A genitália externa é formada pelo Pênis e
pelo saco escrotal. Os órgão reprodutores internos são os testículos, os ductos
condutores de espermatozoides (dutos diferentes, duto ejaculatório e uretra) e as
glândulas acessórias (vesícula seminais, próstata e glândulas bulbouretrais).

PÊNIS

É o órgão copular masculino. É uma estrutura relativamente flácida quando não se


encontra estimulada; uma vez estimulada, porem, as suas artérias se dilatam e uma
grande quantidade de sangue fica retida em certo espaços de natureza esponjosa,
isso torna o pênis rijo e ereto.

SACO ESCROTAL;

Ou escroto, é uma bolsa de pele situada abaixo do Pênis, dentro da qual se aloja o
par de testículos.
TESTICULO

É órgão que se formam os espermatozoides, é constituídos por tubos finos e


envelopados, os túbulos seminíferos.

EPIDIDIMO

É um tubo enovelado onde os espermatozoides ficam temporariamente


armazenados.

VASOS DEFERENTES

Os vasos (ou canais) deferentes são dois tubos musculosos que partem do
epidídimo e sobem para abdome.

URETRA

A uretra é o duto comum aos sistemas reprodutor e urinário do homem.

VESICULAS SEMINAIS

São duas glândulas, localizadas atrás e sob a bexiga, elas produzem um liquido
nutritivo, o fluido seminal, cuja função é nutrir os espermatozoides.

PRÓSTATA

É a maior glândula acessória do sistema reprodutor masculino. Tem a função de


neutralizar a acidez da urina residual acumulada na uretra e também a acidez natural
da vagina.

GLÂNDULAS BULBOURETRAIS

Durante a excitação sexual, elas liberam um liquido cujo função, acredita-se, ser a
limpeza do canal uretral antes da passagem do espermatozoides.

EJACULAÇÃO

É a eliminação dos espermatozoides, por meio de contrações rítmicas das paredes


dos dutos espermáticos.

Sistema reprodutor feminino

É formado por órgãos genitais externos e internos. A genitália externa é formada


pelos pequenos e grandes lábios vaginais e pelo clitóris, que em conjunto, formam a
vulva. Os órgãos reprodutores femininos são internos: são os ovários, as tubas
uterinas, o útero e a vagina.
OVÁRIOS

Os dois ovários da mulher localizam-se na cavidade abdominal, na região das


virilhas, um em cada lado do corpo. Em suas porção mais externa localizam as células
que darão origem aos óvulos.

TUBAS UTERINAS

São os dois tubos curvos ligados ao útero. É através dessas trompas que o ovulo
fecundando alcança o útero.

ÚTERO

É um órgão musculoso e oco. O arranjo dos músculos da parede uterina permite


grande expansão durante a gravidez.

VAGINA

É o órgão sexual feminino localizado entre o colo do útero e a vulva.

FERTILIZAÇÃO

É um fenômeno que ocorre quando o primeiro espermatozoide toca a membrana


ovular e penetra no ovulo. O ovulo reage a penetração do espermatozoide,
produzindo uma membrana que impede a entrada de outro espermatozoide.

NIDAÇÃO

O desenvolvimento embrionário tem inicio ainda na trompa, logo após a


fertilização. Depois, o embrião se desloca para o útero, onde continua se
desenvolvendo e atinge estagio de blastócito, implantando-se na mucosa uterina. O
processo de implantação de blastocisto no útero é chamado de nidação.

GRAVIDEZ : com um mês de idade o embrião tem pouco mais de meio centímetro de
comprimento e está envolvido por uma bolsa cheia de liquido, a bolsa amniótica, que
protege contra eventuais choque mecânicos.

VILOSIDADE CORIÔNICAS
São projeções que recobrem a bolsa amniótica. Ao redor das vilosidades formam-se
lacunas por onde circula o sangue materno.

PLACENTA

A partir do segundo mês de vida embrionária, a maior parte das vilosidades


coriônicas regride, restando porem uma região que dará origem a placenta. O embrião
comunica-se com a placenta através do cordão umbilical.

Na oitava semana o embrião tem cerca de 2, 5 cm de comprimento e possui forma


humana, passando a ser chamado de feto.

PARTO: o parto consiste na expulsão do feto pelo útero e ocorre ao fim do nono mês
de gravidez, cerca de 266 dias após a fecundação. No momento do parto o colo do
útero se dilata e a musculatura uterina passa a se contrair ritmicamente. A bolsa
amniótica se rompe e o liquido nela contido extravasa pela vagina. O feto com a
cabeça voltada para baixo, é empurrando para fora do útero pelas fortes contrações
de musculatura uterina. A vagina se dilata permitindo a passagem do bebe.

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