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RESUMO 1

ESTRUTURA ATÔMICA

MODELO DE DATON (1766- MODELO MECÂNICO-


1844) ONDULATÓRIO
ÁTOMO MENOR PARTÍCULA; SOLUÇÃO OBTIDA PARA EXPLICAR OS
ESFÉRICO, MACIÇO, INDIVISÍVEL E FENÔMENOS ENVOLVENDO OS
INDESTRUTÍVEL; ELÉTRONS QUE O MODELO DE BORH
“BOLA DE BILHAR” NÃO CONSEGUIU RESPONDER.
ELÉTRON POSSUI CARACTERÍSTICAS
DE ONDA E PARTÍCULA.
MODELO DE THOMSON PRINCÍPIO DA INCERTEZA.
ÁTOMO É UMA ESTRUTURA MAIS
(1856-1940) COMPLEXA.
ÁTOMO NÃO É MAIS A MENOR
PARTÍCULA,
DESCOBERTA DOS ELÉTRONS TABELA PERIÓDICA
ÁTOMO NEUTRO, COM CARGAS
ELEMENTOS CLASSIFICADOS DE
POSITIVAS IGUALMENTE
ACORDO COM A CONFIGURAÇÃO
DISTRIBUÍDAS E COM CARGAS
ELETRÔNICA;
NEGATIVAS ENCRUSTADAS.
MESMA FAMÍLIA: MESMA QUANTIDADE
“PUDIM DE PASSAS”.
DE ÁTOMOS DE VALÊNCIA
MESMO PERÍODO: MESMA
QUANTIDADE DE CAMADAS.
MODELO DE RUTHERFORD PROPRIEDADES DOS MATERIAIS
(1871-1973) ESTÃO LIGADAS A ENERGIA DE
LIGAÇÃO INTERATÔMICA. (MAIOR A
ÁTOMO POSSUI UM PEQUENO NÚCLEO ENERGIA LIGAÇÃO = MAIOR A
E VÁRIOS ESPAÇOS VAZIOS. TEMPERATURA DE FUSÃO).
MASSA CONCENTRADA TODA DO
NÚCLEO, ONDE ESTÁ OS NEUTRONS E
OS PRÓTONS;
ELÉTRONS ORBITANDO EM VOLTA DO EXTRAS IMPORTANTES:
NÚCLEO. ELÉTRONS DE VALÊNCIA OCUPAM A
“PLANETÁRIO”. ÚLTIMA CAMADA.
CONFIGURAÇÕES ESTÁVEIS: CAMADA
DE VALÊNCIA ESTÁ COMPLETA.
MODELO DE BORH (1885- CONFIGURAÇÕES INSTÁVEIS: CAMADA
1962) DE VALÊNCIA ESTÁ INCOMPLETA.
NÚMERO ATÔMICO (Z) = NÚMERO DE
CAMADAS DE ENERGIA.
PRÓTONS
ELÉTRONS ORBITANDO A
Z DE UM ÁTOMO NEUTRO = NÚMERO
ELETROSFERA AO REDOR DO NÚCLEO,
DE PRÓTONS = NÚMERO DE
SÓ PODENDO MUDAR DE NÍVEL SE
ELÉTRONS
GANHAR (CAMADA SUPERIOR) OU
MASSA ATÔMICA (A) = PRÓTONS +
PERDER (CAMADA INFERIOR)
NÊUTRONS.
ENERGIA.
ISÓTOPOS: NÚMERO DE PRÓTONS
ENERGIAS ELETRÔNICAS
IGUAIS
QUANTIZADAS.
PESO ATÔMICO: MÉDIA PONDERADA
“NUCLEAR”.
DAS MASSAS DOS ISÓTOPOS.

1. DIAGRAMA DE PAULING
A maneira que as camadas eletrônicas
(configuração eletrônica) são preenchidas
com elétrons segue essa regra.

Camadas: K, L, M, N, O, P, Q .
Subcamadas: S, P, D, F.
RESUMO 2
LIGAÇÕES ATÔMICAS

OBJETIVANDO A ESTABILIDADE, OS
ÁTOMOS REALIZAM LIGAÇÕES, POIS
ASSIM CONSEGUIRÃO TER 8 ELÉTRONS
NA CAMADA DE VALÊNCIA.

LIGAÇÃO
INTERAÇÃO MOLECULAR
1.1 - LIGAÇÃO IÔNICA
2.1 - VAN DER WAALS
METAL + AMETAL; METAL + H
UM CEDE ELÉTRON E O OUTRO LIGAÇÕES SECUNDÁRIAS
RECEBE. EVIDENTES EM GASES INERENTES E
HÁ CARGAS. EM ESTRUTURAS COM LIGAÇÃO
FORÇA DE LIGAÇÃO: COULOMB E COVALENTE
DIPOLO-DIPOLO. SEPARAÇÃO ENTRE A PARTE POSITIVA
LIGAÇÃO NÃO DIRECIONAL; ÍONS E NEGATIVA.
POSITIVOS DEVEM TER ÍONS DE RESULTANTE DA ATRAÇÃO DE
CARGAS NEGATIVA. COULOMB.
MAIS COMUM NOS CERÂMICOS. MOLÉCULA POLAR + MOLÉCULA
ISOLANTES TÉRMICOS, DUROS E POLAR.
FRÁGEIS.
1. DIPOLO:
1.2 - LIGAÇÃO COVALENTE
* podem ser criados ou induzidos.
AMETAL + AMETAL; AMETAL + H * Moléculas polares podem induzir dipolo
COMPARTILHAMENTO DE ELÉTRONS. em moléculas apolares adjacentes.
LIGAÇÃO DIRECIONAL * Um dipolo provoca a criação de outro.
DETERMINADO PELO NÚMERO DE
ELÉTRONS DE VALÊNCIA.
MAIS COMUM NOS POLÍMEROS
GERALMENTE SÃO PARCIALMENTE 2.2 - LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
IÔNICAS E PARCIALMENTE
LIGAÇÃO SECUNDÁRIA
COVALENTES.
MAIS FORTE
MAIS IÔNICA = MAIOR DIFERENÇA DE
MAIOR DIFERENÇA DE
ELETRONEGATIVIDADE.
ELETRONEGATIVIDADE: H - F, N OU O
CARÁTER IÔNICO

1.3 - LIGAÇÃO METÁLICA 2.3 - LIGAÇÃO DIPOLO INDUZIDO


(METAL + METAL): MAIS FRACA
“NUVEM” DE ELÉTRONS LIVRES. APOLAR + APOLAR.
LIGAÇÃO NÃO DIRECIONAL INDUZ AS CARGAS
PERMITE AOS METAIS PROPRIEDADES
MECÂNICAS E A CONDUÇÃO DE
ELETRICIDADE E CALOR.
RESUMO 2
LIGAÇÕES ATÔMICAS

OBJETIVANDO A ESTABILIDADE, OS ÁTOMOS REALIZAM LIGAÇÕES, POIS ASSIM CONSEGUIRÃO


TER 8 ELÉTRONS NA CAMADA DE VALÊNCIA.

MATERIAIS

3.1 - METAIS
ELEMENTOS METÁLICOS
BOM CONDUTOR DE ELETRICIDADE E
CALOR
RESISTENTES E DEFORMÁVEIS
SUPERFÍCIE POLIDA, LUSTROSA E NÃO
É TRANSPARENTE

3.2 - CERÂMICOS
ELEMENTOS METÁLICOS E NÃO
METÁLICOS.
MINERAIS ARGILOSOS
ISOLANTES TÉRMICOS
RESISTENTES A ALTAS TEMPERATURAS
DUROS E FRÁGEIS

3.3 - POLÍMEROS
PLÁSTICO E BORRACHA
BAIXA DENSIDADE E RESISTÊNCIA A
TEMPERATURAS.
FLEXÍVEIS
ESTRUTURA MOLECULAR GRANDE.

3.4 - COMPÓSITOS
+1 MATERIAL
UNE PROPRIEDADES E 2 TIPOS DE
MATERIAIS
EX: FIBRA DE VIDRO (RESISTENTE E
FLEXÍVEL)

3.5 - SEMICONDUTORES
+/- CONDUTORES E ISOLANTES
DEPENDE DA CONCENTRAÇÃO DE
IMPUREZA

3.6 - BIOMATERIAIS
ORIGINAM COMPONENTES
IMPLANTADOS NO CORPO HUMANO.
NÃO SÃO TÓXICOS
COMPATÍVEIS COM OS TECIDOS
HUMANOS
RESUMO 3
ESTRUTURA CRISTALINA

MATERIAIS CRISTALINOS
ESTRUTURA ORDENADA.
METAIS, ALGUNS CERÂMICOS E
ALGUNS POLÍMEROS. POLIMORFISMO
+1 ESTRUTURA CRISTALINA;
ALOTROPIA: QUANDO ACONTECE EM
MATERIAL AMORFO SÓLIDOS ELEMENTARES;
NÃO É CRISTALINO EX: “DOENÇA DO ESTANHO” - O
ESTRUTURA DESORDENADA ESTANHO MUDA SUA ESTRUTURA EM
TEMPERATURAS BAIXAS,
TRANSFORMANDO O MATERIAL
ÁTOMOS MALEÁVEL, SÓLIDO É BOM CONDUTOR
ESFERAS SÓLIDAS COM DIÂMETRO (ESTANHO BRANCO) EM QUEBRADIÇO,
BEM DEFINIDO. EM FORMA DE PÓ E NÃO CONDUTOR
(ESTANHO CINZA).

REDE CRISTALINA
ARRANJO 3D DAS POSIÇÕES DOS MONOCRISTAL
ÁTOMOS (MARCADAS POR PONTOS). ARRANJO ORGANIZADO POR TODA A
ESTRUTURA
ESTRUTURA CRISTALINA NÃO SÃO TÃO COMUNS.
DIFÍCEIS DE SE PRODUZIR EM
COMO ESTÃO ARRANJADOS NO
LABORATÓRIO.
ESPAÇO.

GRÃOS POLICRISTALINOS
CÉLULA UNITÁRIA VÁRIOS CRISTAIS INDIVIDUAIS QUE
UNIDADE QUE ESTRUTURA UM POSSUEM UM ARRANJO DIFERENTE.
MATERIAL. PERIÓDICO

CONTORNOS DE GRÃOS
CÉLULA UNITÁRIA GRÃOS ALINHADOS DE MANEIRAS
DIFERENTES, COM UM
DESALINHAMENTO ATÔMICO NA
7.1 - CFC
ÁTOMOS EM CADA UM DOS VÉRTICES FRONTEIRA ENTRE ELES.
E NO CENTRO DE TODAS AS FACES DO
CUBO;
4 ÁTOMOS INTEIRO POR CÉLULA;
ANISOTROPIA
COMPACTAÇÃO MELHOR QUE A CCC; PROPRIEDADES MUDAM DE VALOR DE
FEA = 0,74 ACORDO COM A DIREÇÃO ANALISADA.
NC = 12 PROPRIEDADES ELÉTRICAS.

7.1 - CCC
ÁTOMOS LOCALIZADOS EM TODOS OS ISOTROPIA
VÉRTICES E 1 NO CENTRO; PROPRIEDADES NÃO MUDAM DE
2 ÁTOMOS INTEIROS POR CÉLULA; VALOR DE ACORDO COM A DIREÇÃO.
FEA = 0,68;
NC = 8;
1. IMPORTANTE: UM MATERIAL
7.1 - HC ANISOTRÓPICO PODE SE COMPORTAR
6 ÁTOMOS FORMANDO UM HEXÁGONO COMO ISOTRÓPICO
QUE ESTÃO EM VOLTA DE UM ÁTOMO
CENTRAL NA FACE SUPERIOR E
INFERIOR, + 3 ÁTOMOS
NC = 12;
FEA = 0,74;
RESUMO 4
IMPERFEIÇÕES NOS SÓLIDOS

IMPERFEIÇÕES É TUDO O QUE IMPEDE O 1.2 - DEFEITOS LINEARES:


CRISTAL DE TER UM ARRANJO ATÔMICO DISCORDÂNCIA: DEFEITO QUE CAUSA
ORDENADO. UM DESALINHAMENTOS DOS ÁTOMOS.

DISCORDÂNCIA DA ARESTA: PLANO


EXTRA DE ÁTOMOS QUE ESTÁ
DEFEITO CRISTALINO DISTORCENDO TODA A REDE
QUALQUER IRREGULARIDADE NA CRISTALINA.
REDE CRISTALINA.
DISCORDÂNCIA ESPIRAL: TENSÃO
PONTUAIS: 1 OU 2 POSIÇÕES CISALHANTE (FORÇA PARALELA À
ATÔMICAS SUPERFÍCIE) APLICADA PRODUZ A
LINEARES: UNIDIMENSIONAIS DISTORÇÃO, É COMO SE FORMASSE
INTERFACIAIS: BIDIMENSIONAL E UM DEGRAU.
SEPARA REGIÕES COM ESTRUTURAS E
ORIENTAÇÕES CRISTALINAS 1. VETOR DE BURGUES
DIFERENTES. indica a magnitude e direção da
distorção da rede.
A mesma discordância terá o mesmo
1.1 - DEFEITOS PONTUAIS: vetor de burgues.
LACUNAS: ESPAÇO VAZIO; OCORRE EM Discordância espiral: linha de
TODOS OS SÓLIDOS. discordância paralela ao vetor de
Burgues.
AUTOINTERSTICIAL: ÁTOMO Discordância aresta: linha de
COMPRIMIDO EM UM INTERSTÍCIO discordância perpendicular ao vetor de
(PEQUENOS ESPAÇOS VAZIOS ENTRE Burgues.
UM ÁTOMO 3 OUTRO); CAUSA Discordância mista: linha de
GRANDES DISTORÇÕES NA REDE discordância nem paralela e nem
CRISTALINA. perpendicular.

IMPUREZAS: MATERIAL NÃO É PURO.

LIGAS: ACRÉSCIMO INTENCIONAL DE 1.3 - DEFEITOS INTERFACIAIS:


IMPUREZAS PARA TER PROPRIEDADES
SUPERFICIES EXTERNAS: FRONTEIRA
MELHORES.
DO MATERIAL COM A ATMOSFERA.
ÁTOMOS DA SUPERFÍCIE FAZEM
SOLUÇÃO SÓLIDA INTERSTICIAL:
MENOS LIGAÇÃO, OCASIONANDO UM
ÁTOMOS DE IMPUREZA PREENCHE OS
ESTADO ENERGÉTICO MAIS ALTO.
ESPAÇOS VAZIOS ENTRE OS ÁTOMOS
QUE JÁ ESTAVAM ALI. PARA QUE
CONTORNO DE GRÃOS: CONTORNO
OCORRA O FATOR DE
QUE SEPARA DOIS CRISTAIS/GRÃOS
EMPACOTAMENTO DO MATERIAL TEM
QUE TEM DIFERENTES ORIENTAÇÕES;
QUE SER PEQUENO E O DIÂMETRO DO
A FRONTEIRA ENTRE ELES POSSUEM
SOLUTO MENOR QUE O DO SOLVENTE.
UM DESAJUSTE; ÁTOMOS LIGADOS DE
MANEIRA MENOS REGULAR; TEM UM
SOLUÇÃO SÓLIDA SUBSTITUCIONAL:
ESTADO ENERGÉTICO MAIOR; GRÃOS
ÁTOMOS DE IMPUREZAS SUBSTITUEM
CRESCEM EM TEMPERATURAS
OS ÁTOMOS QUE JÁ ESTAVAM ALI.
ELEVADAS PARA REDUZIR A ENERGIA
PARA QUE OCORRA OS DOIS ÁTOMOS
TOTAL DOS CONTORNOS. MATERIAIS
DEVEM TER O MESMO TAMANHO,
MONOCRISTALINOS NÃO POSSUEM,
MESMA ESTRUTURA CRISTALINA,
POIS NÃO APRESENTAM RUPTURAS.
ELETRONEGATIVIDADE PEQUENA E
VALÊNCIA PARECIDA.
FALHA DE EMPILHAMENTO: FALTA DE
UM PLANO.
RESUMO 4
IMPERFEIÇÕES NOS SÓLIDOS

IMPERFEIÇÕES É TUDO O QUE IMPEDE O CRISTAL DE TER UM ARRANJO ATÔMICO ORDENADO.

CONTORNO DE FASE: SEPARA DUAS


FASES EM MATERIAIS QUE TEM +1
FASE.

CONTORNO DE MACLA: TIPO ESPECIAL


DE CONTORNO DE GRÃO; CONTORNO
FUNCIONA COMO UM ESPELHO.

PAREDE DE DOMÍNIO
FERROMAGNÉTICO: CONTORNO QUE
SEPARA DUAS REGIÕES COM
CARACTERÍSTICAS MAGNÉTICAS
DIFERENTES.

DEFEITOS VOLUMÉTRICOS: POROS,


TRINCAS E INCLUSÕES

MICROSCOPIA
USAR O MICROSCÓPIO PARA OLHAR A
ESTRUTURA

MICROSCOPIA ÓPTICA: MAIS COMUM;


ESTUDAR A MICROESTRUTURA.
MICROSCOPIA ELETRÔNICA: MAIS
AVANÇADO; AMPLIAÇÕES MAIORES
DEVIDO O COMPRIMENTO CURTO DOS
FEIXES; USA FEIXES DE ELÉTRONS;
MET: FEIXES DE ELÉTRONS QUE
PASSAM PELA AMOSTRA; MUITO
POTENTE.
MEV: SUPERFÍCIE EXAMINADA
VARRIDA COM FEIXES DE ELÉTRONS;
ESTRUTURA CONDUTORA.

IMPORTANTE: MÉTODO DA INTERSEÇÃO E


INTERCEPTO PARA DETERMINAR O
TAMANHO DO GRÃO.

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