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Área II: A SOCIEDADE

Unidade Temática 6: O mundo do trabalho


Tema-problema 6.1: O trabalho, a sua evolução e estatuto no ocidente

Soluções das atividades do manual


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1. O aluno deverá fazer referência às condições de prestação de trabalho suplementar,
aos respetivos limites de duração e ao descanso compensatório.

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5. O aluno deverá referir que o escravo era sujeito a trabalhos árduos em condições sub-
humanas. O objetivo central prendia-se com o aumento da produtividade, por isso a sua
força de trabalho era explorada e utilizada como se de uma ferramenta se tratasse. Por
outro lado, eram cativos de guerra ou comprados nos mercados de escravos, pelo que
eram comercializados juntamente com os restantes produtos.

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6.2. O aluno deverá referir que a vida dos servos da gleba era difícil, baseado nos duros
trabalhos agrícolas nas terras do seu senhor (reserva) a quem tinha ainda que pagar
pesados tributos e prestar apoio e proteção ao seu senhor.

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7. As corporações surgiram na Idade Média para regulamentar o processo produtivo
artesanal nas cidades e para a defesa e o incremento dos membros associados, ou seja,
para incentivar o aumento da produção, evitar a concorrência entre os artesãos, adequar a
produção ao consumo local, fixar o preço dos produtos, os salários dos trabalhadores,
controlar a qualidade das mercadorias e a quantidade de matérias- primas.

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8.1. As principais rotas comerciais portuguesas no século XVI eram para o Oriente (Índia,
Timor, Macau), em África para S. Tomé e Angola e para o Brasil.
8.2. Os produtos transacionados nessa época entre Portugal e as colónias eram: moedas
em ouro e prata, cobre e chumbo.

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9. Os principais objetivos do capitalismo são o lucro e a acumulação de capital, contribuindo
para o enriquecimento dos capitalistas.

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10. As principais mudanças que ocorreram com a Revolução Industrial foram a
multiplicação das indústrias sobretudo nas cidades, que contribuíram para o seu
crescimento. As cidades aumentaram a sua densidade populacional, emergindo assim uma
nova classe social: a classe dos operários (o proletariado). O objetivo da obtenção do
máximo lucro possível recorreu-se ao trabalho de mulheres e crianças. Assistiu-se ainda à
divisão do trabalho, à divisão social, ao aumento da produtividade devido aos avanços
técnicos e a mudanças nas relações de trabalho.

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11.1. As principais reivindicações eram: local de trabalho com melhores condições de
higiene e de segurança, salários mais justos, redução das horas de trabalho, mais direitos
nomeadamente à proteção laboral e social.
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12. O Direito do Trabalho surgiu no sentido de estipular as normas das relações laborais e
as condições de trabalho.

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17. O aluno deverá referir que a imagem retrata o teletrabalho, pois a senhora (primeiro
plano) está a desenvolver o seu trabalho com recurso a um computador e a um telemóvel
a partir de casa, tendo em conta que num segundo plano surge uma criança a brincar
(eventualmente a sua filha).
18. As principais profissões que poderão ser exercidas pelo teletrabalho prendem-se com a
área de vendas, consultoria, engenharia e prestadores de serviços, principalmente na área
de Tecnologia da Informação, executivos de grandes empresas e, mais recentemente,
televendas (Call Centers).
19. Computador, contacto telefónico (móvel ou fixo) e acesso à internet.

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21. Vantagens da linha de montagem: uniformização dos produtos, padronização da mão
de obra e o fabrico em massa.

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22. A linha de montagem de Henry Ford tal como o método de Taylor visava uma produção
em massa, uma maior racionalização do trabalho, assim como um aumento da eficiência.
Desta forma, o operário realizava uma tarefa simples e repetitiva.

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23. Os modelos de Taylor e de Ford desmotivavam o trabalhador, que se sentia explorado
e insatisfeito a realizar as atividades repetitivas e rotineiras impostas, muitas vezes com
consequências negativas para a sua saúde. Desta forma, o trabalhador começou a
distanciar-se dos objetivos da própria empresa.
24.1. A frase significa que os empregados que se sentem integrados, que participam nas
tomadas de decisão da empresa (gestão partilhada), que são respeitados e responsáveis
por algum setor, compreendem melhor os objetivos da empresa, pelo que participam de
forma mais espontânea e motivada na empresa, contribuindo assim para o seu sucesso.
Os fatores da motivação, da integração e da corresponsabilização são cada vez mais
elementos-chave de sucesso de uma qualquer empresa.

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25. As grandes diferenças prendem-se com o maior envolvimento dos colaboradores,
uma maior responsabilidade individual e coletiva no controlo, na decisão e na partilha de
resultados. Por outro lado, o sistema de produção do Toyotismo é bastante mais flexível,
cujo objetivo central prendia-se com a produção do necessário “just in time”, evitando ao
máximo a produção de excedentes.

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26. O aluno poderá referir entre outros aspetos: acesso mais fácil e rápido à história
clínica do paciente, possibilitando melhor diagnóstico e tratamento. Possibilidade de
videoconferência, de pesquisa conjunta, de trabalho de equipa, de obtenção de segundas
opiniões e pareceres de especialistas para melhor condução de um determinado caso, de
partilha de inovações ou descobertas científicas com outras equipas médicas ou de
formas de atuação, com a redução de tempo e custos. Maior rapidez na resposta à
necessidade de determinados órgãos ou de tipos de sangue necessários.
27.1. Calceteiros, amas, costureiras, lavadeiras, leiteiro.

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28.1. O aluno poderá referir entre outros aspetos: a estagnação económica do país, os
maiores encargos sociais como subsídios de emprego, o aumento da pobreza, da
precaridade e, consequentemente, dos níveis de vandalismo ou crime.
28.2. Por exemplo: dar apoios às empresas que empreguem desempregados; criar mais
postos de trabalho/oportunidades no mercado de trabalho; investir nas empresas que
lançarem-se na exportação dos seus produtos (mercado internacional) de forma a
crescerem e criarem novos postos de mercado.

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29.1. Os alunos poderão referir que os principais objetivos da Agenda Global para o
Emprego são: mais e melhores empregos, redução da pobreza, igualdade de
oportunidades para mulheres e jovens e enfoque nas necessidades dos grupos
tradicionalmente marginalizados no mercado de trabalho, nomeadamente os
trabalhadores mais velhos, os deficientes, as populações indígenas, as pessoas
carenciadas e os trabalhadores da economia informal, entre outros aspetos.

Avaliação Global (Páginas 30/31)

Grupo I
1.1. A, C, B
1.2. A- Taylorismo, B-Toyotismo , C- Fordismo
1.3. A- Taylorismo – modelo que defendia a racionalização do trabalho, que o processo de
produção não deveria ficar a cargo dos trabalhadores, considerados uma simples máquina,
condenado a uma tarefa repetitiva. O Taylorismo difundiu-se essencialmente nos setores de
produção em massa, como o têxtil, automóvel, embalagem, entre outros. Este modelo
organizativo tinha como principal objetivo a obtenção da máxima produção com a máxima
eficiência.
B- Toyotismo – modelo que promove o envolvimento dos trabalhadores, uma maior
responsabilidade individual e coletiva no controlo, na decisão e na partilha de resultados. O
Toyotismo apostava também na formação da mão de obra, multifuncional e qualificada e na
implementação de sistemas de controlo de qualidade. A sua produção tinha em conta as
necessidades e exigências do mercado (personalização dos produtos), pelo que se evita a
produção excedentária.

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C- Fordismo – modelo baseado nas inovações técnicas e organizacionais tendo em vista a
produção e o consumo em massa e a uniformização dos produtos. Este modelo assenta na
produção em série (cadeia ou linha de montagem), em que o trabalhador desenvolvia uma
tarefa simples e rotineira, imposta pelo ritmo das máquinas.

Grupo II
1.1. Setor primário, setor secundário e setor terciário.
1.2. Advogados, comerciantes, cabeleireiros, médicos, entre outros.
1.3. O aluno poderá referir que a partir da II G. Mundial, o setor terciário (comércio e
serviços) cresceu substancialmente no sentido de satisfazer as necessidades de uma
população que sofreu uma profunda mudança social e de mentalidades (alteração nas formas
de lazer, de alimentação, de saúde, de educação,…).

Grupo III
1.1. a) capitalismo comercial – assistiu-se à formação da DIT (Colonialismo), em que as
colónias exportavam as matérias-primas para as metrópoles, que por sua vez, as
transformavam em manufaturas.
b) capitalismo industrial – consolidou a DIT (Imperialismo), em que as metrópoles transformam
as matérias-primas que recebiam das colónias em produtos industrializados.
c) capitalismo financeiro – impulsionou uma mudança da DIT (Globalização), visível no
processo de reestruturação industrial e de expansão das grandes empresas por todo o mundo,
intensificando a globalização da produção e do consumo. Os países em desenvolvimento,
outrora meros produtores primários, transformaram-se também em exportadores de produtos
industrializados, alterando as relações comerciais.

1.2. a) capitalismo comercial – países menos desenvolvidos (Níger, Somália, Etiópia, …)


b) capitalismo industrial – países em desenvolvimento (Argentina, Brasil, México, Índia, China,
…)
c) capitalismo financeiro – países desenvolvidos (Japão, EUA, Alemanha,…)

Grupo IV
1.1. O aluno poderá referir entre outros aspetos que as novas tecnologias tornaram o mundo
do trabalho mais flexível, capaz de se ajustar/adaptar às exigências dos mercados; permitiram
que as decisões e a produção resultassem de um trabalho cooperativo/de equipa,
impulsionaram a interligação temporária dos trabalhadores freelance e das empresas externas.
A utilização das TIC impulsionou a subcontratação, o estabelecimento de sucursais a nível
local e ainda o trabalho feito a partir de casa.

O título significa que as TIC permitiram a criação de estruturas administrativas mais flexíveis,
menos hierarquizadas, cuja tomada de decisões e a produção torna-se da responsabilidade de
um trabalho de equipa, permitindo a colaboração flexível de várias equipas dentro da empresa
ou de empresas externas “rede de várias camadas”.

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