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MUSICA E MULTICULTURALIDADE

Podemos entender música como uma atividade multidimensional, como nos


aponta Elliott (1995).
MÚSICA, como uma prática humana diversificada, consiste
em muitas diferentes práticas musicais ou Músicas. Cada uma
e toda prática musical (ou Músicas) envolvem duas correspondentes
e mutuamente reforçadas atividades de fazer musical e
ouvir musical. [...] A palavra música (caixa baixa) refere-se aos
eventos sonoros audíveis, obras, que decorrem dos esforços
dos praticantes musicais nos contextos de práticas particulares
(ELLIOTT, 1995, p. 44, tradução minha).
De acordo com o autor citado acima, existem estas três dimensões no entendimento
da palavra “música”: uma primeira dimensão da música corresponde à
atividade deliberada de organizar os sons. Deliberada significa não-natural, pois
nem todos os sons podem ser música. Em cada cultura, há sons e silêncios, bem
como possibilidades de organizá-los aceitas ou proibidas, ou seja, cada cultura
organiza os sons de forma própria, muito embora essa capacidade possa ser
compartilhada
por diversas culturas e em diversos contextos.
Como cada contexto cultural organiza as estruturas sonoras de diferentes maneiras,
decorre uma segunda dimensão da palavra “música”, como uma organização
cultural do material sonoro de estruturas básicas, pré-construídas e reconhecíveis,
que formam o sentido de música que cada cultura possui. Para Szego (2005,
p. 198, tradução minha), “o conceito a ser afirmado aqui é o de ‘prática’. Na tríade
MÚSICA/Música/música, estão envolvidos fazedores, agentes ativos, trabalhando
em esferas sócio-musicais particulares”.
“Música”, como obra musical, possui também multidimensionalidade, pois é
constituída pelo dinâmico inter-relacionamento entre a prática composicional e
a prática interpretativa. Incluem-se, nessa dinâmica, a audiência e a crítica musical.
A obra de arte musical não é apenas o seu registro gráfico (a partitura, por
exemplo). A obra de arte musical possui a dimensão da composição, um design
sonoro particular, projetado pelo compositor; a dimensão execução-interpretação,
representada pela prática interpretativa; e a dimensão prático-específica,
compartilhada pela prática musical. “A obra musical é a execução de padrões musicais
organizados por uma ação artística, um design sonoro, que revela costumes
e tradições de uma prática e seus respectivos comprometimentos ideológicos”
(ELLIOTT, 1995, p. 199, tradução minha). MÚSICA (a prática humana), Música (as
manifestações contextuais de MÚSICA) e música (as obras de arte) seriam dimensões
da experiência da música, e o fazer musical deveria ser o centro de toda a EM.
MUSICA E MULTICULTURALIDADE
Podemos entender música como uma atividade multidimensional, como nos
aponta Elliott (1995).
MÚSICA, como uma prática humana diversificada, consiste
em muitas diferentes práticas musicais ou Músicas. Cada uma
e toda prática musical (ou Músicas) envolvem duas correspondentes
e mutuamente reforçadas atividades de fazer musical e
ouvir musical. [...] A palavra música (caixa baixa) refere-se aos
eventos sonoros audíveis, obras, que decorrem dos esforços
dos praticantes musicais nos contextos de práticas particulares
(ELLIOTT, 1995, p. 44, tradução minha).
De acordo com o autor citado acima, existem estas três dimensões no entendimento
da palavra “música”: uma primeira dimensão da música corresponde à
atividade deliberada de organizar os sons. Deliberada significa não-natural, pois
nem todos os sons podem ser música. Em cada cultura, há sons e silêncios, bem
como possibilidades de organizá-los aceitas ou proibidas, ou seja, cada cultura
organiza os sons de forma própria, muito embora essa capacidade possa ser
compartilhada
por diversas culturas e em diversos contextos.
Como cada contexto cultural organiza as estruturas sonoras de diferentes maneiras,
decorre uma segunda dimensão da palavra “música”, como uma organização
cultural do material sonoro de estruturas básicas, pré-construídas e reconhecíveis,
que formam o sentido de música que cada cultura possui. Para Szego (2005,
p. 198, tradução minha), “o conceito a ser afirmado aqui é o de ‘prática’. Na tríade
MÚSICA/Música/música, estão envolvidos fazedores, agentes ativos, trabalhando
em esferas sócio-musicais particulares”.
“Música”, como obra musical, possui também multidimensionalidade, pois é
constituída pelo dinâmico inter-relacionamento entre a prática composicional e
a prática interpretativa. Incluem-se, nessa dinâmica, a audiência e a crítica musical.
A obra de arte musical não é apenas o seu registro gráfico (a partitura, por
exemplo). A obra de arte musical possui a dimensão da composição, um design
sonoro particular, projetado pelo compositor; a dimensão execução-interpretação,
representada pela prática interpretativa; e a dimensão prático-específica,
compartilhada pela prática musical. “A obra musical é a execução de padrões musicais
organizados por uma ação artística, um design sonoro, que revela costumes
e tradições de uma prática e seus respectivos comprometimentos ideológicos”
(ELLIOTT, 1995, p. 199, tradução minha). MÚSICA (a prática humana), Música (as
manifestações contextuais de MÚSICA) e música (as obras de arte) seriam dimensões
da experiência da música, e o fazer musical deveria ser o centro de toda a EM.
MUSICA E MULTICULTURALIDADE
Podemos entender música como uma atividade multidimensional, como nos
aponta Elliott (1995).
MÚSICA, como uma prática humana diversificada, consiste
em muitas diferentes práticas musicais ou Músicas. Cada uma
e toda prática musical (ou Músicas) envolvem duas correspondentes
e mutuamente reforçadas atividades de fazer musical e
ouvir musical. [...] A palavra música (caixa baixa) refere-se aos
eventos sonoros audíveis, obras, que decorrem dos esforços
dos praticantes musicais nos contextos de práticas particulares
(ELLIOTT, 1995, p. 44, tradução minha).
De acordo com o autor citado acima, existem estas três dimensões no entendimento
da palavra “música”: uma primeira dimensão da música corresponde à
atividade deliberada de organizar os sons. Deliberada significa não-natural, pois
nem todos os sons podem ser música. Em cada cultura, há sons e silêncios, bem
como possibilidades de organizá-los aceitas ou proibidas, ou seja, cada cultura
organiza os sons de forma própria, muito embora essa capacidade possa ser
compartilhada
por diversas culturas e em diversos contextos.
Como cada contexto cultural organiza as estruturas sonoras de diferentes maneiras,
decorre uma segunda dimensão da palavra “música”, como uma organização
cultural do material sonoro de estruturas básicas, pré-construídas e reconhecíveis,
que formam o sentido de música que cada cultura possui. Para Szego (2005,
p. 198, tradução minha), “o conceito a ser afirmado aqui é o de ‘prática’. Na tríade
MÚSICA/Música/música, estão envolvidos fazedores, agentes ativos, trabalhando
em esferas sócio-musicais particulares”.
“Música”, como obra musical, possui também multidimensionalidade, pois é
constituída pelo dinâmico inter-relacionamento entre a prática composicional e
a prática interpretativa. Incluem-se, nessa dinâmica, a audiência e a crítica musical.
A obra de arte musical não é apenas o seu registro gráfico (a partitura, por
exemplo). A obra de arte musical possui a dimensão da composição, um design
sonoro particular, projetado pelo compositor; a dimensão execução-interpretação,
representada pela prática interpretativa; e a dimensão prático-específica,
compartilhada pela prática musical. “A obra musical é a execução de padrões musicais
organizados por uma ação artística, um design sonoro, que revela costumes
e tradições de uma prática e seus respectivos comprometimentos ideológicos”
(ELLIOTT, 1995, p. 199, tradução minha). MÚSICA (a prática humana), Música (as
manifestações contextuais de MÚSICA) e música (as obras de arte) seriam dimensões
da experiência da música, e o fazer musical deveria ser o centro de toda a EM.
MUSICA E MULTICULTURALIDADE
Podemos entender música como uma atividade multidimensional, como nos
aponta Elliott (1995).
MÚSICA, como uma prática humana diversificada, consiste
em muitas diferentes práticas musicais ou Músicas. Cada uma
e toda prática musical (ou Músicas) envolvem duas correspondentes
e mutuamente reforçadas atividades de fazer musical e
ouvir musical. [...] A palavra música (caixa baixa) refere-se aos
eventos sonoros audíveis, obras, que decorrem dos esforços
dos praticantes musicais nos contextos de práticas particulares
(ELLIOTT, 1995, p. 44, tradução minha).
De acordo com o autor citado acima, existem estas três dimensões no entendimento
da palavra “música”: uma primeira dimensão da música corresponde à
atividade deliberada de organizar os sons. Deliberada significa não-natural, pois
nem todos os sons podem ser música. Em cada cultura, há sons e silêncios, bem
como possibilidades de organizá-los aceitas ou proibidas, ou seja, cada cultura
organiza os sons de forma própria, muito embora essa capacidade possa ser
compartilhada
por diversas culturas e em diversos contextos.
Como cada contexto cultural organiza as estruturas sonoras de diferentes maneiras,
decorre uma segunda dimensão da palavra “música”, como uma organização
cultural do material sonoro de estruturas básicas, pré-construídas e reconhecíveis,
que formam o sentido de música que cada cultura possui. Para Szego (2005,
p. 198, tradução minha), “o conceito a ser afirmado aqui é o de ‘prática’. Na tríade
MÚSICA/Música/música, estão envolvidos fazedores, agentes ativos, trabalhando
em esferas sócio-musicais particulares”.
“Música”, como obra musical, possui também multidimensionalidade, pois é
constituída pelo dinâmico inter-relacionamento entre a prática composicional e
a prática interpretativa. Incluem-se, nessa dinâmica, a audiência e a crítica musical.
A obra de arte musical não é apenas o seu registro gráfico (a partitura, por
exemplo). A obra de arte musical possui a dimensão da composição, um design
sonoro particular, projetado pelo compositor; a dimensão execução-interpretação,
representada pela prática interpretativa; e a dimensão prático-específica,
compartilhada pela prática musical. “A obra musical é a execução de padrões musicais
organizados por uma ação artística, um design sonoro, que revela costumes
e tradições de uma prática e seus respectivos comprometimentos ideológicos”
(ELLIOTT, 1995, p. 199, tradução minha). MÚSICA (a prática humana), Música (as
manifestações contextuais de MÚSICA) e música (as obras de arte) seriam dimensões
da experiência da música, e o fazer musical deveria ser o centro de toda a EM.
MUSICA E MULTICULTURALIDADE
Podemos entender música como uma atividade multidimensional, como nos
aponta Elliott (1995).
MÚSICA, como uma prática humana diversificada, consiste
em muitas diferentes práticas musicais ou Músicas. Cada uma
e toda prática musical (ou Músicas) envolvem duas correspondentes
e mutuamente reforçadas atividades de fazer musical e
ouvir musical. [...] A palavra música (caixa baixa) refere-se aos
eventos sonoros audíveis, obras, que decorrem dos esforços
dos praticantes musicais nos contextos de práticas particulares
(ELLIOTT, 1995, p. 44, tradução minha).
De acordo com o autor citado acima, existem estas três dimensões no entendimento
da palavra “música”: uma primeira dimensão da música corresponde à
atividade deliberada de organizar os sons. Deliberada significa não-natural, pois
nem todos os sons podem ser música. Em cada cultura, há sons e silêncios, bem
como possibilidades de organizá-los aceitas ou proibidas, ou seja, cada cultura
organiza os sons de forma própria, muito embora essa capacidade possa ser
compartilhada
por diversas culturas e em diversos contextos.
Como cada contexto cultural organiza as estruturas sonoras de diferentes maneiras,
decorre uma segunda dimensão da palavra “música”, como uma organização
cultural do material sonoro de estruturas básicas, pré-construídas e reconhecíveis,
que formam o sentido de música que cada cultura possui. Para Szego (2005,
p. 198, tradução minha), “o conceito a ser afirmado aqui é o de ‘prática’. Na tríade
MÚSICA/Música/música, estão envolvidos fazedores, agentes ativos, trabalhando
em esferas sócio-musicais particulares”.
“Música”, como obra musical, possui também multidimensionalidade, pois é
constituída pelo dinâmico inter-relacionamento entre a prática composicional e
a prática interpretativa. Incluem-se, nessa dinâmica, a audiência e a crítica musical.
A obra de arte musical não é apenas o seu registro gráfico (a partitura, por
exemplo). A obra de arte musical possui a dimensão da composição, um design
sonoro particular, projetado pelo compositor; a dimensão execução-interpretação,
representada pela prática interpretativa; e a dimensão prático-específica,
compartilhada pela prática musical. “A obra musical é a execução de padrões musicais
organizados por uma ação artística, um design sonoro, que revela costumes
e tradições de uma prática e seus respectivos comprometimentos ideológicos”
(ELLIOTT, 1995, p. 199, tradução minha). MÚSICA (a prática humana), Música (as
manifestações contextuais de MÚSICA) e música (as obras de arte) seriam dimensões
da experiência da música, e o fazer musical deveria ser o centro de toda a EM.

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