Círculo Artístico Cultural de Saquarema (CACS) Estatuto de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público / OSCIP

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETIVOS E DURAÇÃO Art. 1. Sob a denominação de Círculo Artístico Cultural de Saquarema - doravante denominado simplesmente CACS - Fica instituída esta entidade civil, sem fins lucrativos, é uma pessoa jurídica de direito privado, de caráter cultural, educativo e ambiental; duração por tempo indeterminado, que se regerá por este Estatuto, e pelas normas legais. Sede Provisória na Avenida Saquarema, 567 loja 53 – Porto Novo, Saquarema, Estado do Rio de Janeiro: Foro Jurídico da Comarca de Saquarema, Rio de Janeiro. Parágrafo Único. O CACS, não distribui entre os seus sócios ou associados, conselheiros, Diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social. (lei 9.790/99, inciso I do art. 4º). Art. 2. O CACS terá como objetivo e finalidades: I - a Promoção da Cultura, nas Áreas de Áudio Visual, Artes Cênicas, Artes Plásticas, Música, Artesanato, Literatura, Artes Visuais, defesa e conservação do patrimônio Cultural (material e imaterial), consideradas e respeitadas as suas múltiplas linguagens e manifestações, concorrendo para a valorização e o reconhecimento das atividades artísticas e culturais como elemento fundamental para o desenvolvimento sócio econômico e sustentável do meio ambiente, contribuindo assim para o exercício da plena cidadania do município de Saquarema; II - promoção gratuita da educação e inclusão social, da população em geral de Saquarema, devendo observar a forma complementar de participação nas organizações de que trata a lei 9.790/99; III - defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável; IV - incentivar e mobilizar a classe artística, a sociedade civil e o poder público municipal para a discussão e inclusão da cultura no conjunto prioritário das ações políticas locais, considerando o seu papel estratégico no desenvolvimento da cidade; Formular políticas públicas sócio culturais de interesse da População de Saquarema, Rio de Janeiro, Brasil; V - desenvolver projetos para públicos e agentes sócio culturais, contemplando e priorizando, comunidades carentes em luta pela construção da cidadania;

VI - incentivar, promover e desenvolver projetos de promoção, aperfeiçoamento, produção, exposição, apresentações, feiras e festivais. Valorizando, divulgando e defendendo os artistas e educadores locais; VII - promover a realização de eventos culturais e ambientais, bem como o intercâmbio com entidades culturais e ambientais; VIII - promover encontros de artistas e educadores para troca de experiências, palestras e cursos. Visando o aprimoramento dos artistas e educadores do município; IX - incentivar, promover e desenvolver projetos de capacitação técnica, sócio culturais e de entretenimento, sem restrição de idade, da população de Saquarema, orientando para a paz, a cidadania, a defesa dos direitos humanos e da democracia; X - desenvolver a consciência sócio cultural solidária com a população, facilitar a criação de mecanismos de participação; XI - organizar experiências e contribuir com as ações centradas na transformação social e na redefinição do papel do ser humano na sociedade; XII - defender e promover o desenvolvimento sustentável, o combate à pobreza e contribuir para a formulação de políticas públicas que facilitem a inserção do jovem no mercado de trabalho; XIII - promover o voluntariado. Art. 3. No desenvolvimento de suas atividades, o CACS observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência, e não fará qualquer discriminação de raça, cor, gênero ou religião. (Lei 9.790/99, parágrafo único do art. 3). Parágrafo Único. Para cumprir seu propósito a entidade atuará por meio da execução direta de projetos, programas ou planos de ações, da doação de recursos físicos , humanos e financeiros, de sócios, mediante parcerias, podendo ainda distribuir e comercializar.materiais da própria entidade ou de terceiros. Art. 4. A Instituição disciplinará seu funcionamento por meio de Ordens Normativas, emitidas pela Assembléia Geral, e Ordens Executivas, emitidas pela Diretoria. Art. 5. O CACS desenvolverá atividades de assessoria, consultoria, pesquisa, informação, formação, capacitação e difusão cultural. Sendo assegurados os seguintes direitos: I – produzir, publicar, editar, expor e divulgar materiais impressos, fotográficos, audiovisuais, de gravação magnética ou ótica, programas de rádio, televisão e outros meios; II – documentar e difundir todas as atividades com sua participação; III – distribuir e comercializar materiais da própria entidade ou de terceiros; IV - celebrar atos formais de parceria, convênios, contratos, termos de ajuste e outros instrumentos legais com organismos e entidades nacionais, internacionais, públicas e privadas.

CAPÍTULO II DOS ASSOCIADOS Art. 6. Serão admitidos como sócios do CACS quaisquer pessoas, físicas ou jurídicas, independente de nacionalidade, cor, orientação sexual, profissão, credo político ou religioso, desde que aceitem e cumpram os requisitos e as finalidades estabelecidas pelo presente estatuto e o regulamento interno do CACS. Parágrafo Único. É expressamente vedada a admissão de pessoas cujas manifestações ou idéias atentem contra os direitos humanos; tornando assim nula a filiação. Art. 7. Serão sócios fundadores os que assinarem a ata de fundação da entidade, sócios beneméritos e os admitidos em Assembléia Geral, por indicação de outro sócio encaminhada à Diretoria. Art. 8. São direitos do sócio fundador: I - participar das Assembléias Gerais; II - fazer proposições, votar e ser votado em Assembléia Geral; III - fazer parte de organismos não permanentes da entidade - tais como grupos de trabalho, comissões e núcleos. Além de receber delegações e outorgas pelo Círculo Artístico Cultural de Saquarema (CACS), desde que esteja em dia com suas obrigações estatutárias; IV - solicitar, a qualquer tempo, esclarecimentos e informações sobre as atividades do (CACS) e propor medidas que julgue de interesse para o aperfeiçoamento da entidade. Parágrafo Único. Serão admitidos sócios beneméritos com direito a voz e voto, e sócios admitidos em Assembléia Geral pela maioria dos presentes com direito a voz e voto nas instâncias do CACS.

Art. 9. São deveres dos sócios, observar e acatar as disposições legais e estatutárias, bem como as deliberações regularmente tomadas pelas instâncias de deliberação. Art. 10. Os sócios não responderão, solidária nem subsidiariamente, pelas obrigações ou compromissos assumidos pelo CACS. Parágrafo Único. Excetuam-se os sócios que venham a ser eleitos para compor a Diretoria Executiva do CACS.

CAPÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO Art. 11. O Círculo Artístico Cultural de Saquarema será administrado por:

I - Assembléia Geral; II - Diretoria Executiva; III - Conselho fiscal (Lei 9.790/99, inciso III do art. 4°).

Parágrafo único. A Instituição não remunera, sob qualquer forma, os cargos de sua Diretoria e do conselho fiscal, cujas atuações são inteiramente gratuitas. (Lei 9.790/99, inciso VI do art.4°). Art. 12. A Assembléia Geral, instância máxima de deliberação, é composta pelos sócios fundadores, sócios beneméritos e sócios admitidos em assembléia quites com suas obrigações estatutárias. Parágrafo Único. A Assembléia Geral poderá, respeitada a competência legal, tomar toda e qualquer decisão que vise resguardar os interesses da entidade. Art. 13. Compete privativamente à Assembléia Geral:

I - eleger, a cada 02 (dois) anos, por voto direto dos sócios quites com suas obrigações estatutárias, a Diretoria executiva o Diretor-Presidente e o conselho fiscal do CACS; II - nomear o conselho fiscal para analisar e emitir o parecer sobre as contas da entidade; II - apreciar e votar os relatórios, balanços e contas da Diretoria executiva relativos ao exercício do ano anterior; III - deliberar e alterar as propostas de mudança no estatuto; IV - destituir e substituir o Diretor-Presidente, a Diretoria executiva e nomear comissão provisória até a eleição ordinária de novos membros; V - decidir sobre a extinção do CACS e, neste caso, nomear os liquidantes e analisar as respectivas contas; VI - analisar os atos ad referendum da Diretoria executiva; VI - autorizar a alienação venda ou permuta de bens imóveis; § 1º As deliberações previstas nos incisos III, IV e V deverão atender ao quorum mínimo de 2/3 dos sócios quites com suas obrigações estatutárias. § 2º Na situação prevista pelo inciso V, o respectivo patrimônio líquido será transferido à outra pessoa jurídica, preferencialmente com suas mesmas finalidades do CACS. Art. 14. A Assembléia Geral reunir-se-á:

I – ordinariamente, 01 (uma) vez por ano, até o dia 30 (trinta) do mês de maio de cada ano; II – extraordinariamente, convocada pelo Diretor-Presidente ou a requerimento da maioria da Diretoria Executiva ou ainda por no mínimo de 2/3 dos sócios quites com suas obrigações estatutárias, ou pelo conselho fiscal.

Art. 15. A Assembléia Geral será convocada por meio de edital afixado na sede da entidade e / ou publicado na imprensa local, por circulares, correio eletrônico ou outros meios convenientes, com uma antecedência mínima de 15 (quinze) dias, ressalvadas as disposições eleitorais e o regime de urgência, garantida a convocação de todos os sócios.

§ 1º A Assembléia Geral se instalará em primeira convocação com a maioria simples dos associados e, em segunda convocação, com qualquer número. § 2º A Assembléia Geral será presidida pelo Diretor-Presidente ou membro da Diretoria Executiva, na escala de sucessão prevista neste Estatuto ou, na ausência destes, por sócio segundo o critério de antigüidade. § 3º As decisões serão lavradas em ata devidamente assinada pelos sócios presentes e membros da Diretoria Executiva.

Seção I Do Conselho Fiscal Art. 16. Será constituído em Assembléia Geral um Conselho fiscal; composto por dois conselheiros. §1° O mandato do conselheiro fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria; §2° Em caso de vacância, o mandato será assumido por um sócio em dia com as suas obrigações estatutárias, eleito em assembléia geral, com um quorum mínimo de 2/3 dos presentes, para assumir o respectivo mandato até o término. Art. 17. Compete ao Conselho fiscal fiscalizar a administração do Círculo Artístico Cultural de Saquarema e o apoio à consecução de seus projetos.

Seção II Da Presidência Art. 18. Compete ao Diretor-Presidente:

I - representar o CACS, em juízo ou fora dele, ou designar a representação a qualquer um dos membros da entidade; II - delegar funções ou missões aos membros da Diretoria Executiva ou a qualquer sócio, desde que não abrangidas pela estrutura da própria Diretoria; III - ordenar despesas, autorizar e efetuar pagamentos, em conjunto com o Diretor Financeiro; IV - contratar e movimentar pessoal e serviços necessários ao desempenho das atividades técnicas e administrativas, com a aprovação do Diretor Financeiro; V - assinar os instrumentos de parceria previstos no inciso IV do Art. 5 e conforme estabelecido Art. 4- Parágrafo único; VI - contrair compromissos, despesas ou obrigações em nome da Associação e assinar, em conjunto com o Diretor Financeiro, cheques, letras e quaisquer outros títulos decorrentes destes compromissos; VII - presidir a Assembléia Geral;

VIII - emanar atos ad referendum de interesse do CACS, e no que exigir pronta solução; IX - outras atribuições que venham a ser estabelecidas por resolução da Diretoria; X - praticar atos de administração e gestão de negócios que se destinem aos objetivos da Instituição; XI - cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto; XII - criar comissões e definir seus objetivos e integrantes; XIII - executar e fazer executar as deliberações da Assembléia Geral. Parágrafo Único. Para as hipóteses de movimentação bancária será sempre necessária a assinatura em conjunto do Diretor-Presidente com o Diretor Financeiro.

Seção III Da Diretoria Executiva Art. 19. A Diretoria Executiva será composta pelo Diretor Presidente, um Diretor Administrativo, que substituirá o Diretor Presidente no seu impedimento, um Diretor Financeiro e um Secretário. § 1º Poderão ser nomeados, extraordinariamente, Diretores Técnicos e ou secretários para compor a Diretoria, de maneira a suprir eventuais necessidades decorrentes das linhas de ação do Plano de Trabalho Anual. § 2º A Diretoria Executiva contará com uma estrutura técnico-administrativa e financeira para cumprimento dos objetivos institucionais do CACS. § 3º No caso de impedimento do Diretor-Presidente ou vacância deste cargo, caberá ao Diretor administrativo substituí-lo ou sucedê-lo, respectivamente. § 4º Em caso de vacância do Diretor - Administrativo serão nomeados em assembléia geral, por um quorum mínimo de 2/3 dos sócios quites com suas obrigações estatutárias, 2 (dois) suplentes para suceder aos membros da Diretoria Executiva até o término do mandato. § 5º A Diretoria é eleita a cada 2 (dois) anos por voto dos sócios quites com suas obrigações estatutárias, em votação por chapas, facultada a reeleição de seus membros.

Art. 20.

Compete à Diretoria Executiva:

I - definir políticas e estratégias de atuação do CACS e deliberar sobre o Plano de Trabalho; II - regulamentar os processos disciplinares e administrativos da entidade, que poderão consolidar-se em regimento interno; III - implementar a gestão executiva do CACS; IV - examinar convênios, contratos, empréstimos e acordos com outras instituições públicas ou privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais, após análise e emissão

de parecer individual por um de seus membros; V - instaurar auditorias, sindicâncias e processos; VI - analisar e deliberar sobre atos ad referendum praticados pelo Diretor-Presidente do CACS; VII - nomear comissão de ética; VIIII - receber e deliberar sobre as representações encaminhadas pelos sócios; IX - regulamentar as disposições deste Estatuto; X - decidir sobre os casos omissos do presente Estatuto; XI - responsabilizar-se pelos atos e obrigações assumidas em decorrência do exercício de suas funções; XII - apresentar o relatório, o balanço e as contas anuais ao Conselho Fiscal e, consecutivamente, à Assembléia Geral Ordinária. Art. 21. A Diretoria Executiva reunir-se-á a partir de convocação do Diretor-Presidente ou autoconvocação de seus membros para apreciar pauta definida. § 1º As reuniões serão presididas pelo Diretor-Presidente ou, no impedimento do mesmo, pelo Diretor Administrativo, Secretário Executivo ou pelo Diretor Financeiro, nesta ordem. § 2º As decisões serão tomadas por maioria simples dos votos. Art. 22. Compete ao Diretor Financeiro:

I - arrecadar e contabilizar contribuições de associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração da entidade; II - fazer a movimentação financeira da entidade, sempre mediante assinatura do Diretor-Presidente; III - apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados; IV - conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à área financeira do CACS; V - manter todo numerário em estabelecimento de crédito. Art. 23. Compete ao Diretor Administrativo: I - propor, organizar e contratar a estrutura funcional da entidade em conjunto com o Diretor-Presidente; II - responsabilizar - se em conjunto com a diretoria pelo desenvolvimento da parte operacional da execução de projetos e atividades da entidade, contratando, inclusive serviços de terceiros para tais fins; III - direcionar o desenvolvimento das atividades e projetos da entidade, em conjunto com a diretoria.

Art. 24.

Compete ao Secretário Executivo:

I - secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral e redigir as atas; II - publicar todas as notícias das atividades da entidade e outras que julgue necessário.

CAPÍTULO IV DO PATRIMÔNIO E DA RENDA

Art. 25.

O patrimônio do CACS será constituído por:

I - termos de parceria, convênios e contratos firmados com o Poder Público para financiamento de projetos na sua área de atuação; II - contratos e acordos firmados com empresas e agências nacionais e internacionais; III - doações e legados subsequentes recebidos de pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado, nacionais e internacionais, mensalidades e ou anuidades, pagas por sócios; IV - vendas de produtos fabricados pelos membros do CACS; V - a realização de oficinas e cursos remunerados na sede do CACS terão repasse de 20% do valor para a Entidade; V - entre outros, quaisquer bens e direitos que venha a adquirir, além dos rendimentos gerados por suas atividades e propriedades, inclusive marcas e patentes; VI - remunerações que receber por serviços prestados; VII - rendas ou subvenções públicas; VIII - juros bancários ou receitas eventuais; IX - outras que vierem a ser estipuladas em assembléia por regimento interno. Parágrafo Único. No caso de dissolução da Instituição, o respectivo patrimônio liquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social (lei 9.790/99, inciso IV do art. 4°). Art. 26. Todos os recursos obtidos pelo CACS serão aplicados na manutenção e no desenvolvimento de suas finalidades. § 1º O CACS poderá destinar um percentual de até 20% (vinte por cento) dos recursos captados com parcerias, contratos, convênios, cursos e oficinas para o seu próprio reinvestimento, assim como pelo pagamento efetuado aos técnicos contratados para a prestação de serviços. § 2º O percentual de retenção poderá ser alterado pela Diretoria Executiva respeitado sempre o teto máximo de 20% (vinte por cento).

CAPÍTULO V DA ADMINISTRAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS Art. 27. A administração do CACS será administrada por:

I - Assembléia Geral; II - Diretoria; III - Conselho Fiscal (lei 9.790/99, inciso III do art. 4°);

Parágrafo Único. A Instituição não remunera, sob qualquer forma, os cargos de sua Diretoria e do Conselho Fiscal, cujas atuações são inteiramente gratuitas. (Lei 9.790/99, inciso VI do art. 4°). Art. 28. A gestão administrativa observará as normas de prestação de contas segundo os princípios fundamentais de contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade, e em especial conforme determina o parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal. I - a publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame de qualquer cidadão; II - a prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos será feita, conforme determina o parágrafo único do art. 70. da Constituição federal.

CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÔES GERAIS

Art. 29. O CACS será dissolvido por decisão da Assembléia Geral especialmente convocada para esse fim, e entrará em vigor na data de seu registro em Cartório. Art. 30. Geral. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia

Saquarema, 16 de fevereiro de 2011

Nome do Diretor Presidente Telma Cavalcanti Nome do Secretário Executivo Luiza Capecchi

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