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Acesso á Justiça e interpretação da Constituição

BUENO, Marcus Vinicius Lessa¹;CARDOSO, Walite Ferreira¹;EVANGELISTA, Marcelo


Julio¹;FERNANDES, Matheus Vieira Alane¹;REGO, Daniel de Andrade¹;QUARESMA, Daniel
Arthur²
¹Discente do curso de Direito das FIPMoc; ²Docente do curso de Direito das FIPMoc

Introdução: O presente trabalho compreendemos que STF é a mais alta instância do poder
judiciário brasileiro, e acumula tanto competências típicas de uma suprema corte, ou seja, um tribunal de
última instância, como de um tribunal constitucional, que seria aquele que julga questões de
constitucionalidade independentemente de litígios. Objetivo: Analisar a estrutura do poder judiciário
quem como suas garantias e relações. Método: O procedimento metodológico empregado realizou-se de
maneira exploratória e com caráter qualitativo, traduzindo-se em leitura, análise e interpretação dos dados
obtidos em revisão bibliográfica de doutrinas e artigos científicos. Resultados : Com o estudo obtemos o
resultado que a função institucional fundamental do STF é de servir como guardião da Constituição
Federal de 1988, apreciando casos que envolvam lesão ou ameaça a esta última, também exerce uma
longa série de competências, entre as quais a mais conhecida e relevante é o controle concentrado de
constitucionalidade através das ações diretas de inconstitucionalidade. Conclusão: O presente estudo
procurou realizar um exame sobre a prestação jurisdicional de qualidade, efetivando, dessa forma, o
acesso à justiça, demonstrando-se que as garantias constitucionais processuais são direitos fundamentais
de todo cidadão, e o processo justo nada mais faz que assegurar a inviolabilidade do conteúdo mínimo de
tais garantias, através da efetividade e do mecanismo.Observou-se, também, que um dos maiores
obstáculos à efetividade da tutela jurisdicional, ou seja, do acesso à justiça, é a lentidão do Poder
Judiciário ao julgar as causas que lhe são submetidas, além do custo alto do ingresso em juízo, somado a
outros tipos de barreiras geográficas, burocráticas e econômicas.Posto isto, para que o processo torne-se,
de fato, efetivo, deve-se implementar métodos que permitam que as garantias fundamentais,
constitucionalizadas ou não, sejam cumpridas de forma plena, permitindo a todos o concreto acesso à
justiça, para o alcance de uma ordem jurídica justa e de qualidade.

Palavras-chave: Acesso à justiça. Poder Judiciário.Tribunal. STF. Constitucionalidade.

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