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Apostila

de
HISTÓRIA
8º ano EF
[Planos de aulas com sequências didáticas]
(4o Bimestre)
[E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem
daqueles que amam a Deus. Romanos 8:28]

Cláudia Rodrigues
Plano de Ensino 8º ano – Ensino Fundamental. (4o Bimestre)
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
_________________________________
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
___________________________________________________________________

Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII para o século XIX

Tópicos Nº Habilidades Conteúdos


Aulas
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Império: aspectos econômicos, sociais e políticos
sócioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação - Período regencial.
política e fim da monarquia econômica no Império. - Rebeliões provinciais.
18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o - 2º Reinado.
republicanismo e a guerra do Paraguai. - Economia do Império.
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: - Modernização do Império: ferrovias e indústrias.
a Coroa em conflito com os militares e a igreja. - A pressão inglesa e o fim do tráfico negreiro.
- Imigrantes no Brasil.
- A Guerra do Paraguai.
- O movimento abolicionista brasileiro.
- Movimento Republicano.
- A queda da Monarquia.
A Proclamação da República.
VIII. Construção da Analisar e compreender a formulação de uma primeira Fim da escravidão e política
identidade nacional: identidade nacional como projeto das elites políticas do migratória:
“branqueamento” e elitismo
Império, e, portanto, excludente. • Analisar a importância das - Monarquia brasileira.
escolas literárias (“indigenismo”, romantismo) e criação de - Diversidade cultural
institutos acadêmicos para constituição de uma identidade - Imigração.
nacional. - Cidadania.
• Analisar a educação no Brasil imperial: exclusão das mulheres - Identidade Nacional.
e da população pobre e escrava.

O planejamento será alterado de acordo com a necessidade do aluno.


OBS: Os tópicos complementares e respectivos números de aulas serão ministrados e avaliados
a critério do professor, de acordo com o desenvolvimento da turma, priorizando os tópicos
obrigatórios.

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( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal
PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
1ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século
XVIII para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Virtual ( )
(x) Trabalhos ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das Computador ( ) Leituras ( )
elites políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em
• Analisar a importância das escolas literárias ambiente virtual ()
VIII. Construção (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos Outras ( )
da identidade acadêmicos para constituição de uma identidade
nacional: nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
“branqueamento” exclusão das mulheres e da população pobre e
e elitismo escrava.

1ª aula – Introdução do tópico 18. Mudanças


sócioeconômicas, crise política e fim da monarquia.
2ª aula. Atividades de compreensão do texto
3ª aula – correção.
1.Proclamação da República
2. Transição do trabalho escravo para o trabalho assalariado, Surto industrial e crescimento urbano , Ascensão econômica da burguesia
cafeicultora paulista, A “Questão militar” A “Questão religiosa”, A abolição da escravidão e a reação da elite cafeeira fluminense:
3. Porque tornava a importação de escravos crime de pirataria e provocou uma crise na mão-de-obra escrava, por falta de reposição desta
mão-de-obra, havendo assim a gradual entrada mão-de-obra imigrante (livre).
4. Porque com a proibição da importação de escravos os capitais aplicados nesta atividade são investidos em outros setores econômicos
tipicamente urbanos como a indústria e obras de infraestrutura (ferrovias, bancos, portos, etc.)
5. Com crescimento urbano cresce uma população marginalizada politicamente, sem direitos políticos, pois só os ricos tinham direitos
políticos (o voto era censitário) e passam a apoiar a república.
6. só os ricos tinham direitos políticos (podiam votar)
7. voto de todos homens livres e maiores de idade.
8.Porque a burguesia cafeicultora paulista utilizava como mão-de-obra a imigrante (livre)
9. Porque os paulistas não sofreram com a crise da mão de obra escrava. Assim, enquanto a elite cafeeira fluminense entra em decadência, a
elite cafeeira paulista está em ascensão econômica.
10. Para obter o poder político, ou seja, o controle do Estado brasileiro. Só que a monarquia escravista era dominada pela elite cafeeira
fluminense, o que significa que para a burguesia paulista ter o controle do Estado deveria derrubar a monarquia, por isto esta elite torna-se
republicana, como forma de obter o controle do Estado brasileiro e federalista (autonomia política e econômica para as províncias) como
forma de se opor ao unitarismo (rígido controle político da capital) imperial.
11. autonomia política e econômica para as províncias
12. Porque a monarquia privilegiava a Guarda Nacional, e não o exército. Os militares passam a apoiar a República para adquirirem um
comando político do Estado.
13. Com a Guerra do Paraguai, tornou-se evidente a importância do exército que, a partir de então, passa a exigir um espaço político que lhe era
negado pela monarquia.
14. uma série de acontecimentos em que os militares demostraram descontentamento com a monarquia
15. ideologia de caráter modernizador e cientificista, que não se coadunava com a postura tradicionalista da monarquia.
16. a igreja era sustentada pelo Estado e o Imperador exercia o beneplácito (direito de vetar as ordens papais).
17.carta papal
18.Porque o Papa Pio IX escreveu a Bula (carta papal) Syllabus proibindo os católicos de participar da maçonaria. D Pedro II, vetou a carta. Dois
bispos tentaram impô-la, indo contra a ordem do imperador. Eles foram presos e posteriormente anistiados (perdoados) mas ficou um mal-estar entre
a Igreja e o império
19. Porque muitos católicos passaram a considerar o Padroado como uma intromissão do Estado na igreja, por isso apoiaram a república que
defendia o Estado laico, no qual há a separação entre igreja e Estado, achando assim que a igreja teria uma liberdade que lhe era negada pelo
padroado.
20.É a separação entre igreja e Estado
21. Porque o escravo era uma mercadoria e o fim da escravidão, sem indenização aos senhores escravistas, significaria perdas econômicas para os
senhores de escravos.
22. Por que a abolição foi feita sem a indenização aos senhores de escravos e eles se sentiram traídos pelo império.
23. em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonsec

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A crise do Império que levou à Proclamação da República está ligada às transformações sociais,
econômicas e políticas que se processaram na segunda metade do século XIX , e que podem ser assim
resumidas:
Transição do trabalho escravo para o trabalho assalariado:
A Lei Euzébio de Queirós (1850) tornava a importação de escravos crime de pirataria e provocou uma
crise na mão-de-obra escrava, por falta de reposição desta mão-de-obra, havendo assim a gradual
entrada mão-de-obra imigrante (livre). A crise da escravidão significa a crise da Monarquia escravista
Surto industrial e crescimento urbano:
Com a proibição da importação de escravos os capitais aplicados nesta atividade são investidos em
outros setores econômicos tipicamente urbanos como a indústria e obras de infraestrutura (ferrovias,
bancos, portos, etc.) Com este crescimento urbano cresce uma população marginalizada politicamente,
sem direitos políticos, pois só os ricos tinham direitos políticos (o voto era censitário) e passam a apoiar a
república, que defendia o sufrágio universal (voto de todos homens livres e maiores de idade).
Ascensão econômica da burguesia cafeicultora paulista:
Como a burguesia cafeicultora paulista utilizava como mão-de-obra a imigrante (livre) não sofreu com a
crise da mão-de-obra escrava, que predominava no Vale do Paraíba (RJ). Assim, enquanto a elite
cafeeira fluminense entra em decadência, a elite cafeeira paulista está em ascensão econômica.
Obtendo poder econômico ela vai desejar obter o poder político, ou seja, o controle do Estado brasileiro.
Só que a monarquia escravista era dominada pela elite cafeeira fluminense, o que significa que para a
burguesia paulista ter o controle do Estado deveria derrubar a monarquia, por isto esta elite torna-se
republicana, como forma de obter o controle do Estado brasileiro, e federalista (autonomia política e
econômica para as províncias) como forma de se opor ao unitarismo (rígido controle político da capital)
imperial.
A “Questão militar”
Com a Guerra do Paraguai, tornou-se evidente a importância do exército que, a partir de então, passa a
exigir um espaço político que lhe era negado pela monarquia. Basta dizer que a monarquia privilegiava a
Guarda Nacional, e não o exército. Houve uma série de acontecimentos em que os militares
demostraram descontentamento com a monarquia, chamada genericamente de “questão militar”. Os
militares passam a apoiar a República para adquirirem um comando político do Estado. É importante
também destacar que entre os militares havia forte presença do Positivismo, ideologia de caráter
modernizador e cientificista, que não se coadunava com a postura tradicionalista da monarquia.
A “Questão religiosa”
No Império havia o Padroado (a igreja era sustentada pelo Estado) e o Imperador exercia o beneplácito
(direito de vetar as ordens papais). O Papa Pio IX escreveu a Bula (carta papal) Syllabus proibindo os
católicos de participar da maçonaria. Esta bula foi vetada por Pedro II, no entanto, dois bispos (o de
Belém e de Olinda) tentaram impô-la, indo contra a ordem do imperador. Eles foram presos e
posteriormente anistiados (perdoados) mas ficou um mal-estar entre a Igreja e o império, pois muitos
católicos passaram a considerar o Padroado como uma intromissão do Estado na igreja e a apoiarem a
república que defendia o Estado laico, no qual há a separação entre igreja e Estado, achando assim que
a igreja teria uma liberdade que lhe era negada pelo padroado.
A abolição da escravidão e a reação da elite cafeeira fluminense:
Quando a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea (13 de maio de 1888) a escravidão não era fundamental
para a economia do país. No entanto, a elite cafeeira fluminense relutou em aceitar o fim da escravidão,
pois o escravo é uma mercadoria e o simples fim da escravidão, sem indenização aos senhores
escravistas, significaria perdas econômicas para os senhores de escravos. A abolição foi feita sem a
indenização aos senhores de escravos, o que fez com que a burguesia cafeeira fluminense, de base
escravista, deixasse de apoiar a monarquia. Neste momento, a monarquia encontra-se isolada. Nenhum
grupo político importante a apoia.
E, em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca proclama a República.

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- Responda no caderno:

1. Qual foi a principal consequência da crise do império?


R:____________________________________________________________________________
2. Quais foram as principais transformações sociais, econômicas e políticas que se processaram
na segunda metade do século XIX no Brasil?
R:____________________________________________________________________________
3. Por que a Lei Euzébio de Queirós (1850) ajudou na transição do trabalho escravo para o
trabalho assalariado:
R:____________________________________________________________________________
4. Por que a lei Eusébio de queirós contribuiu para o surto industrial e crescimento urbano no
Brasil?
R:____________________________________________________________________________
5. Que consequência social e politica do crescimento urbano, é citado do texto?
R:____________________________________________________________________________
6. O que é voto censitário?
R:____________________________________________________________________________
7. O que é sufrágio universal?
R:____________________________________________________________________________
8. Por que a elite paulista não ficou prejudicada com a lei Eusébio de Queirós, - crise da mão-de-
obra escrava?
R:____________________________________________________________________________
9. Por que aconteceu uma ascensão econômica da burguesia cafeicultora paulista, sendo que o
controle do poder politico e econômico brasileiro era da elite cafeeira fluminense?
R:____________________________________________________________________________
10. Por que a elite paulista deixou de apoiar a monarquia para apoiar a república e quis derrubar
a monarquia?
11. O que é federalismo?
R:____________________________________________________________________________
12. Por que o exército apoiou o fim do império e a república?
R:____________________________________________________________________________
13. A partir de qual acontecimento histórico, o exercito brasileiro começou a exigir direito?
R:____________________________________________________________________________
14. O que foi a “Questão militar”, no fim do Brasil império?
R:____________________________________________________________________________
15. O que foi o Positivismo, durante a crise do império?
R:____________________________________________________________________________
16. O que foi o Padroado?
R:____________________________________________________________________________
17. O que é Bula?
R:____________________________________________________________________________
18. Porque houve um desentendimento entre a igreja e o império no Brasil?
R:____________________________________________________________________________
19. Por que os católicos apoiaram a república e não o império?
R:____________________________________________________________________________
20. O que é Estado Laico?
R:____________________________________________________________________________
21. Por que a elite cafeeira fluminense, mesmo a escravidão não sendo mais fundamental para a
economia do país, relutou em aceitar o fim da escravidão?
R:____________________________________________________________________________
22. Por que a burguesia cafeeira fluminense, de base escravista, deixou de apoiar a monarquia?
R:____________________________________________________________________________
23. Que proclamou a república e quando?
R:____________________________________ ________________________________________

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( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal
PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
2ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século
XVIII para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Virtual ( )
(x) Trabalhos ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das Computador ( ) Leituras ( )
elites políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em
• Analisar a importância das escolas literárias ambiente virtual ()
VIII. Construção (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos Outras ( )
da identidade acadêmicos para constituição de uma identidade
nacional: nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
“branqueamento” exclusão das mulheres e da população pobre e
e elitismo escrava.

1ª aula – Aula expositiva dialogada sobre as características


da crise do império - fim da monarquia.
2ª aula. Cruzadinha e identificação das características do fim
da monarquia
3ª aula – correção.

1. AÇÚCAR 9. QUARTELADA 17. FIM DA MONARQUIA 25. 15 DE NOVEMBRO


2. ALGODÃO 10. SEM LUTA 18. GUERRA DO PARAGUAI 26. ABOLICIONISTAS
3. BANCOS 11. SEM MORTES 19. MÃO-DE-OBRA ESCRAVA 27. ESTRANGEIROS
4. CAFÉ 12. SEM SANGUE 20. MÃO-DE-OBRA LIVRE 28. MONARQUISTAS
5. IMIGRAÇÃO 13. NÃO HÁ HERÓI 21. CASAS DE COMÉRCIO 29. POVO BRASILEIRO
6. INDÚSTRIAS 14. CAPITALISMO 22. POPULAÇÃO SEM SABER 30. DIVERSIFICAÇÃO ECONÔMICA
7. ITALIANOS 15. ESPANHÓIS 23. POPULAÇÃO SURPRESA 31. MOVIMENTOS REPUBLICANOS
8. JAPONESES 16. MILITARES 24. TRABALHO ESCRAVO  32. POPULAÇÃO ‘BESTIALIZADA
33. TRABALHO COMPULSÓRIO

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1. AÇÚCAR 9. QUARTELADA 17. Fim da MONARQUIA 25. 15 DE NOVEMBRO
2. ALGODÃO 10. SEM LUTA 18. GUERRA DO PARAGUAI 26. ABOLICIONISTAS
3. BANCOS 11. SEM MORTES 19. MÃO-DE-OBRA ESCRAVA 27. ESTRANGEIROS
4. CAFÉ 12. SEM SANGUE 20. MÃO-DE-OBRA LIVRE 28. MONARQUISTAS
5. IMIGRAÇÃO 13. NÃO HÁ HERÓI 21. CASAS DE COMÉRCIO 29. POVO BRASILEIRO
6. INDÚSTRIAS 14. CAPITALISMO 22. POPULAÇÃO SEM SABER 30. DIVERSIFICAÇÃO ECONÔMICA
7. ITALIANOS 15. ESPANHÓIS, 23. POPULAÇÃO SURPRESA 31. MOVIMENTOS REPUBLICANOS
8. JAPONESES 16. MILITARES 24. TRABALHO ESCRAVO  32. POPULAÇÃO ‘BESTIALIZADA
33. TRABALHO COMPULSÓRIO
Encontre no diagrama, palavras referentes ao fim da monarquia no Brasil.
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1. Pinte de vermelho os imigrantes no Brasil na época da crise do império que trabalharam na lavoura de
café.
2. Pinte de azul o que representa a economia diversificada na época da crise do império.
3. Pinte de laranja a situação da população com a proclamação da república.
4. Pinte de roxo as características da proclamação da república
5. Pinte de marrom o sinônimo de trabalho obrigatório
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6. Pinte de verde o conflito que foi um dos motivos da insatisfação do ovo contra o império.
7. Pinte de verde claro o significado de quem era contra a escravidão.
8. Pinte de azul escuro quem era contra a monarquia.
9. Pinte de rosa o sinônimo de Movimento sedicioso, provocado por militares; golpe.

1. AÇÚCAR 9. QUARTELADA 17. FIM DA MONARQUIA 25. 15 DE NOVEMBRO


2. ALGODÃO 10. SEM LUTA 18. GUERRA DO PARAGUAI 26. ABOLICIONISTAS
3. BANCOS 11. SEM MORTES 19. MÃO-DE-OBRA ESCRAVA 27. ESTRANGEIROS
4. CAFÉ 12. SEM SANGUE 20. MÃO-DE-OBRA LIVRE 28. MONARQUISTAS
5. IMIGRAÇÃO 13. NÃO HÁ HERÓI 21. CASAS DE COMÉRCIO 29. POVO BRASILEIRO
6. INDÚSTRIAS 14. CAPITALISMO 22. POPULAÇÃO SEM SABER 30. DIVERSIFICAÇÃO ECONÔMICA
7. ITALIANOS 15. ESPANHÓIS 23. POPULAÇÃO SURPRESA 31. MOVIMENTOS REPUBLICANOS
8. JAPONESES 16. MILITARES 24. TRABALHO ESCRAVO  32. POPULAÇÃO ‘BESTIALIZADA
33. TRABALHO COMPULSÓRIO

( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal


PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
3ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século
XVIII para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Virtual ( )
(x) Trabalhos ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das Computador ( ) Leituras ( )
elites políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em
• Analisar a importância das escolas literárias ambiente virtual ()
VIII. Construção (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos Outras ( )
da identidade acadêmicos para constituição de uma identidade
nacional: nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
“branqueamento” exclusão das mulheres e da população pobre e
e elitismo escrava.

1ª aula – Estudo de documentos históricos


2ª aula – Atividades sobre os textos
3ª correção e aula dialogada sobre as respostas.
1.os dois se referem ao fim do sistema monárquico e início da república no Brasil.
2.que a Monarquia havia sido substituída pela República.
3. o fim da monarquia ter acontecido “Sem luta, sem sangue, sem mortes”
4. uma ação que inseria o Brasil no triste quadro das nações sul-americanas, marcadas por ações de militares, já que
o Brasil nos próximos anos foi governado por dois marechais do exército.
5. “O 15 de Novembro é para o povo, um dos feriados nacionais menos evocativos. Não há um herói a ser lembrado,
como Tiradentes no 21 de abril, nem paradas militares ou desfiles de estudantes, como no 7 de setembro. Nem
mesmo uma imagem consagrada, como a da forca, ou um grito, como o do Ipiranga; apenas uma proclamação de
que a Monarquia foi substituída pela República. Sem luta, sem sangue, sem mortes.
6. Porque não sabiam o que estava acontecendo.
7. porque foi apenas uma declaração pública do fim do império e início da república.
8. os dois mostram que o povo não sabia o que estava acontecendo quando a república foi proclamada.
9. - Marechal Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisório.- Aristides da Silveira lobo, Ministro do
Interior.
- Ruy Barbosa, Ministro da Fazenda e interinamente da Justiça.
- Tenente-coronel Benjamin Constant, Ministro da Guerra.
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- Chefe da Esquadra Eduardo Wandenkolk, Ministro da Marinha.
- Quintino Bocaiuva, Ministro das Relações Exteriores e interinamente da Agricultura, Comercio e obras Públicas.
10. promete e garante a todos os habitantes do Brasil, nacionais e estrangeiros, a segurança da vida e da
propriedade, o respeito aos direitos individuais e políticos.
11. não, para ele o povo, o Exército e a Armada, estavam em perfeita comunhão e juntos, decretam a deposição do
sistema monárquico e instauram a república.
12. Mostra a saída da monarquia e entrada da república no país.

EIXO TEMÁTICO II:


Tópico 15: Mudanças socioeconômicas, crise política e fim da monarquia
Texto 1 - “O 15 de Novembro é para o povo, um dos Texto 2 - “Concidadãos!
feriados nacionais menos evocativos. Não há um herói O povo, o Exército e a Armada, em perfeita comunhão com os nossos
a ser lembrado, como Tiradentes no 21 de abril, nem concidadãos, acabam de decretar a deposição do sistema
paradas militares ou desfiles de estudantes, como no 7 monárquico. Como resultado imediato desta revolução nacional, de
de setembro. Nem mesmo uma imagem consagrada, caráter patriótico, acaba de ser instituído, com a ordem pública e
como a da forca, ou um grito, como o do Ipiranga; liberdade e os direitos dos cidadãos. Para comporem esse governo,
apenas uma proclamação de que a Monarquia foi enquanto a nação soberana, pelos seus órgãos competentes, não
substituída pela República. Sem luta, sem sangue, proceder à escolha do governo definitivo, foram nomeados abaixo
sem mortes. (Foi apenas uma declaração pública do fim do assinados. Concidadãos. – O Governo Provisório, simples agente
império e início da república.)Para os que na época temporário da soberania nacional, é o governo da paz. No uso das
defendiam os republicanos, prova cabal de que o atribuições para a defesa da integridade da pátria e da ordem pública,
Império já estava há muito com os dias contados e que o Governo Provisório, por todos os meios ao seu alcance, promete e
a nova forma de governo amadurecera no espírito do garante a todos os habitantes do Brasil, nacionais e estrangeiros, a
povo brasileiro. Para os monarquistas, a Proclamação segurança da vida e da propriedade, o respeito aos direitos individuais
fora apenas uma quartelada que inseria o Brasil no e políticos. Salvas, quanto a estes, a limitações exigidas pelo bem da
triste quadro das nações sul-americanas, marcadas pátria e pela legítima defesa do governo proclamado pelo povo, pelo
por ações de militares, já que o Brasil nos próximos Exército e pela Armada Nacional.
anos foi governado por dois marechais do exército.. Na Concidadãos. – As funções da justiça ordinária, bem como as funções
expressão de Aristides Lobo, um jornalista republicano da administração civil e militar, continuarão a ser exercidas pelos
da época, tratava-se de um evento ao qual a maioria órgãos até aqui existentes, com relação aos atos na plenitude dos
da população assistira ‘bestializada, atônita, surpresa, seus efeitos; com relação às pessoas, respeitadas as vantagens e os
sem saber o que significava’.” (CASTRO, Celso. A Proclamação direitos adquiridos por cada funcionário.
da República. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.) Fica, porém, abolida, desde já, a vitaliciedade do Senado e bem
assim abolido o Conselho de Estado. Fica dissolvida a Câmara dos
Deputados.
Concidadãos – O Governo Provisório reconhece e acata os
compromissos nacionais do regime anterior, os tratados subsistentes
com as potências estrangeiras, a dívida pública interna e externa, os
contratos vigentes e mais obrigações legalmente estatuídas.
Ei, psit...Quem
- Marechal Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo
é o do cavalo? Provisório.- Aristides da Silveira lobo, Ministro do Interior.
- Ruy Barbosa, Ministro da Fazenda e interinamente da Justiça.
- Tenente-coronel Benjamin Constant, Ministro da Guerra.
- Chefe da Esquadra Eduardo Wandenkolk, Ministro da Marinha.
- Quintino Bocaiuva, Ministro das Relações Exteriores e interinamente
da Agricultura, Comercio e obras Públicas.
Figura 1A proclamação da República e a morna indiferença popular. (CASALECCHI, José Enio. A proclamação da república. São Paulo: Brasiliense, 1981)

1. Leia os texto e estabeleça relações entre eles.


2. Que proclamação (declaração pública) foi feita no dia 15 de novembro?
3. O que foi a prova cabal de que o Império já estava há muito com os dias contados e que a nova forma de
governo republicana amadurecera no espírito do povo brasileiro?
4. Para o autor, o que foi a quartelada?
5. De acordo com o primeiro texto qual o significado do 15 de novembro para o povo brasileiro?
6. Por que o jornalista Aristides Lobo afirmou que a população assistira ‘bestializada’ à proclamação da República?
7. Por que nos referimos ao início do período republicano como uma ‘proclamação’?
8. Estabeleça relações entre o desenho e o texto 1.
9. Para comporem o governo, enquanto não se escolhia do governo definitivo, foram nomeados abaixo assinados.

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41
Concidadãos. – O Governo Provisório. Quem fez parte do “Governo provisório?”
10. Que promessa foi feita pelo governo provisório da República ao povo brasileiro?
11. O texto 2 foi um manifesto do Marechal Deodoro, chefe do governo provisório, ao povo brasileiro, logo após a
‘proclamação’. Ele concordaria com as avaliações sobre o início do período republicano feitas no primeiro texto?

Interprete a charge ao lado.


( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal
PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
4ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século
XVIII para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Virtual ( )
(x) Trabalhos ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das Computador ( ) Leituras ( )
elites políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em
VIII. Construção • Analisar a importância das escolas literárias ambiente virtual ()
da identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos Outras ( )
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
e elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula – Analisar e compreender as mudanças na


organização do trabalho e a diversificação econômica no
Império. Estudo de imagens.
2ª aula – Atividades de interpretação de imagens.
3ª aula – Correção

1. Pessoal
2. em todos os governos houve alta dos preços
3.A lei aurea pouco auterou a situação social dos negros.
4. o presidente é eleito pelos representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos. O presidente
exerce a sua função durante um tempo limitado
5.vvvvvv

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41
6. O estado é laico e o casamento civil é considerado legal judicialmente.
7. EUA

1. Produza um parágrafo como se a Proclamação da República estivesse acontecendo hoje. Depois leia para
a turma.

R:____________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________

2.*Que problema é apresentado na charge? Interprete.


R:_________________________________________
__________________________________________.

5. Sobre a República no Brasil, coloque V ou F.


( ) destituiu o rei e instituiu a presidência.

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41
( ) colocou o casamento civil acima do casamento na igreja.
( ) Tornou o estado Laico, separado da igreja.
( ) Tornou o país uma federação, prometendo o fim do
centralismo (Poder centralizado no RJ)
( ) O presidente (executivo) não mandaria sozinho, teria apoio
de legislativo e judiciário.
6. O que justificaria à resposta da personagem acima.
R:_________________________________________________
7. Observando a bandeira ilustrada acima, pode-se concluir que
um país apoiou o fim da monarquia no Brasil. Qual?
R:________________________________________________

3. Qual conclusão sobre a abolição da escravatura no *A inflação é o aumento generalizado dos preços dos produtos. O dragão é o
Brasil, a imagem acima apresenta. símbolo da inflação.
R:________________________________________
__________________________________________
República é uma palavra que descreve uma forma de
governo em que o Chefe de Estado é eleito pelos
representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos,
e exerce a sua função durante um tempo limitado. Esta
palavra deriva do latim res publica, expressão que pode
ser traduzida como "assunto público".
4. Retire do texto acima, duas características da república.
R:_________________________________________

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EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
5ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula – Analisar e discutir: o abolicionismo. Estudo de


texto.
2ª aula - atividades de compreensão do texto
3ª aula – Produção de texto.

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41
1."doutrina e movimento político que defendiam a extinção da escravatura".
2.Porque o Norte do país, uma região que se encontrava em pleno desenvolvimento econômico e optava pela
mão de obra livre. Enquanto isso, no Sul da nação a escravidão mantinha-se, ligada às grandes propriedades.
3.Revolução Francesa
4Os motivos para esse atraso costumam ser relacionados com o imperador D. Pedro II, a divisão do território
em fazendas, sesmarias e capitanias, além do poder econômico concentrado em alguns pequenos grupos.
5. Eusébio de Queiros, Ventre livre, sexagenários, Aurea.
6.Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e José do Patrocínio.
7.um movimento abolicionista radical, incentivava e organizava fugas de cativos, utilizando as ferrovias. Do Oeste do
estado de São Paulo, os escravos eram levados a São Paulo e de lá para Santos, onde organizaram o grande quilombo
Jabaquara, com aproximadamente dez mil habitantes.
8.D Pedro II
9. dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade propagados pela Revolução Francesa.
10. pessoal

Por Felipe Araújo


De acordo com o iDicionário Aulete, o verbete abolicionismo significa: "doutrina e movimento político que defendiam a extinção da
escravatura". Além da definição dos dicionários, o termo remete a acontecimentos históricos, principalmente os que ocorreram na
França durante o século XVIII.
Pode-se dizer que o conjunto de ideias e ações que tem por objetivo a extinção da escravidão é chamado de abolicionismo. As
propostas contra a utilização de escravos para qualquer tipo de serviço ganharam força na época da Revolução Francesa, mas, antes
disso, já tinha diversos defensores no continente europeu. No ano de 1788, na cidade de Paris, foi criada a Sociedade dos Amigos dos
Negros, grupo que foi presidido por Condorcet, filósofo, matemático e cientista político francês que possuía ideias relevantes entre os
intelectuais do Iluminismo. A ideia do abolicionismo ganhou ainda mais relevância com a declaração dos Direitos do Homem e do
Cidadão, que foi proclamada em 1789, levando o pensamento contra a escravidão até as terras colonizadas pelos franceses naquela
época. Com isso, começaram a surgir algumas leis que abrandaram a escravidão, chegando a extingui-la em certas regiões.
No continente americano, o abolicionismo veio por meio de leis de emancipação que ocorreram em países como a Colômbia, a
Argentina e o México. As nações localizadas na América que mantiveram a escravidão durante o século XIX foram os Estados Unidos,
Brasil e Cuba. No caso dos EUA, a escravidão perdeu força primeiramente no Norte do país, pois, naquela época, era uma região que
se encontrava em pleno desenvolvimento econômico e optava pela mão de obra livre. Enquanto isso, no Sul da nação a escravidão
mantinha-se, ligada às grandes propriedades. Segundo alguns historiadores, a diferença ideológica entre as duas regiões, somadas
aos feitos do revolucionário John Brown, são os maiores motivos da Guerra de Secessão, que opôs Norte e Sul.
Na América Latina, o último país a abolir o regime de escravidão foi o Brasil. Os motivos para esse atraso costumam ser relacionados
com o imperador D. Pedro II, a divisão do território em fazendas, sesmarias e capitanias, além do poder econômico concentrado em
alguns pequenos grupos. No contexto histórico do País, uma personalidade de destaque na luta contra a escravidão foi Joaquim
Nabuco, um diplomata, político e historiador brasileiro que simbolizou com ênfase as ideias antiescravistas. Após a luta de diversos
grupos e criação de medidas que, aos poucos, iam atenuando a servidão não remunerada, chegou-se à Lei de 1888, que aboliu a
escravidão no País. No Brasil, o movimento abolicionista foi um produto da década de 1880 e contou com a participação de vários
setores da sociedade como, por exemplo, políticos, médicos, advogados, jornalistas, artistas, estudantes etc., com exceção dos
grandes proprietários de terra, como os cafeicultores, que perdiam com o fim da mão-de-obra escrava.
Até a década de 1880, o que existiam eram tentativas emancipacionistas que queriam a extinção gradual da mão-de-obra escrava; já
os abolicionistas aspiravam à abolição total da escravidão.
Os adeptos do movimento desenvolveram várias atividades em prol da abolição. Por exemplo, a Sociedade dos Caifases, de São
Paulo, um movimento abolicionista radical, incentivava e organizava fugas de cativos, utilizando as ferrovias. Do Oeste do estado de
São Paulo, os escravos eram levados a São Paulo e de lá para Santos, onde organizaram o grande quilombo Jabaquara, com
aproximadamente dez mil habitantes.
Joaquim Nabuco, diplomata, político e historiador foi, de 1878 a 1888, o principal representante parlamentar dos abolicionistas, tendo
escrito vários libelos antiescravistas.
As conquistas e os principais representantes no Brasil - O movimento abolicionista no Brasil alcançou grandes conquistas, como a
Lei do Ventre Livre (1871), Lei dos Sexagenários (1885) e Lei Áurea (1888). Os principais representantes do abolicionismo no Brasil
foram Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e José do Patrocínio.
Fonte: AZEVEDO, Antônio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. 3ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

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41
1. O que significa abolicionismo?
2. Por que aconteceu a Guerra de Secessão nos EUA?
3. Que acontecimento histórico foi importante para aumentar o pensamento abolicionista no mundo?
4. Segundo o texto, quais são os motivos para o atraso do Brasil em libertar os escravos?
5. Quais foram as leis abolicionistas?
6. Quais foram os principais abolicionistas?
7. O que foi a Sociedade dos caifases?
8. Quem comandava o Brasil quando aconteceu a libertação dos escravos?
9. De onde vinha a inspiração para os ideais abolicionistas?
10. Produza um paragrafo falando da abolição da escravidão no Brasil e da situação atual do negro.

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DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
6ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional.
elitismo • Analisar a educação no Brasil imperial: exclusão
das mulheres e da população pobre e escrava.

1ª aula –18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o


republicanismo. Estudo de texto.
2ª aula - Atividades de compreensão do texto – Cruzadinha
e interpretação de imagens.
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41
3ª aula - Correção

1Abolicionismo,2 Revolução Francesa, 3 Iluminismo, 4 Direitos, 5 escravidão, 6 abrandaram, 7 emancipação,


8 Brasil, 9 livre, 10 Brasil, 11 Joaquim Nabuco, 12 Lei Áurea, 13 sociedade, 14 cafeicultores 15abolição, 16
fugas, 17 quilombo, 18 abolicionistas, 19 Ventre Livre, 20 Sexagenários, 21 libertação, 22 abolicionismo

2...Eusébio de Queiros, ventre livre, sexagenários, Aurea


Abolicionistas

Complete as lacunas e preencha a


1. O conjunto de ideias e ações que tem por objetivo a
extinção da escravidão é chamado de_____________.
cruzadinha
2. As propostas contra a utilização de escravos para 20 A
qualquer tipo de serviço ganharam força na época da 6 B
____________ ____________ 4 O
3. Em 1788, na cidade de Paris, foi criada a Sociedade dos
Amigos dos Negros, grupo que possuía ideias relevantes 3 L
entre os intelectuais do____________. 12 I
4. A ideia do abolicionismo ganhou ainda mais relevância 1 C
com a declaração dos ________do Homem e do Cidadão.
5. A declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi 7 I
proclamada em 1789 e levava o pensamento contra a 15 O
__________até as terras colonizadas pelos franceses. 22 N
6. Com a declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
surgiram algumas leis que ___________a escravidão, 13 I
chegando a extingui-la em certas regiões. 16 S
7. No continente americano, o abolicionismo veio por meio 11 M
de leis de __________que ocorreram em países como a
Colômbia, a Argentina e o México.
17 O
8. As nações localizadas na América que mantiveram a 2
escravidão durante o século XIX foram os Estados 18 N
Unidos, _____________e Cuba.
9. No caso dos EUA, a escravidão perdeu força
14 O
primeiramente no Norte do país, uma região que se 19
encontrava em pleno desenvolvimento econômico e B
optava pela mão de obra_________. 9 R
10. Na América Latina, o último país a abolir o regime de
escravidão foi o__________. 21 A
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41
11. No Brasil, ___________teve destaque na luta contra a 10 S
escravidão.
12. A _____________de 1888, que aboliu a escravidão no 5 I
Brasil. 8 L
13. No Brasil, o movimento abolicionista contou com a 2. Observe as imagens e responda:
participação de vários setores da __________como Identifique as leis abolicionistas na imagem abaixo
políticos, médicos, advogados, jornalistas, artistas,
estudantes etc.,
14. Os grandes proprietários de terra, como os__________,
não faziam parte do movimento abolicionista porque
perdiam com o fim da mão-de-obra escrava.
15. Os abolicionistas aspiravam à ________total da
escravidão.
16. Sociedade dos Caifases foi um movimento abolicionista
radical, incentivava e organizava _________de cativos,
utilizando as ferrovias.
17. Os caifases ajudaram na organização do grande
____________Jabaquara, com aproximadamente dez mil
habitantes.
18. Joaquim Nabuco foi o principal representante parlamentar
dos_____________________.
19. Lei do _________________dava liberdade aos filhos de
escravos nascidos a partir dessa data.
20. Lei dos _____________(1885), dava liberdade aos
negros com mais de 60 anos.
21. Lei Áurea (1888) dava total ___________dos escravos.
22. Os principais representantes do ___________no Brasil
foram Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e José do
Patrocínio.
A imagem acima retrata os_________________

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EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
7ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula –18.2. Analisar e discutir: o republicanismo – Estudo


de texto.
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2ª aula – Atividades de compreensão de texto e caça
palavras.
3ª aula - Resumo usando palavras em negrito

1. o uso da mão de obra escrava colocava o país em posição social, econômica e moral inferior em
relação às demais nações industrializadas que abandonaram esse tipo de relação de trabalho.
2. O Brasil estava atrasado em relação às nações industrializadas.
3. enquanto o governo imperial representava a origem e a manutenção de várias mazelas e atrasos, a
República se postava como a mais moderna e apropriada solução para que novos tempos fossem vividos.
4. Fortalecida em valores de natureza racional, o governo republicano estaria naturalmente mais apto em
relação às tradições e desmandos que permeiam a monarquia.
5. abraçavam a causa republicana e seus preceitos democráticos como forma de atendimento aos anseios
populares.

Por Rainer Gonçalves


A partir da década de 1870, o Brasil Imperial começaria a sofrer diversos tipos de oposição ao regime monarquista e a defesa
da instalação de uma República em seu lugar. Em um primeiro momento, podemos achar que tal situação demonstrava a
crise do sistema que consolidou a independência e a unidade do território brasileiro e a clara influência que o país tinha das
experiências políticas europeias interessadas em decretar a extinção do Antigo Regime.
Bastante preocupados com a questão do desenvolvimento e da modernização do país, os republicanos brasileiros
acreditavam que a monarquia operava como o grande sustentáculo do escravismo. Para eles, o uso da mão de obra escrava
colocava o país em posição social, econômica e moral inferior em relação às demais nações industrializadas que
abandonaram esse tipo de relação de trabalho. De tal modo, o império era combatido por nutrir o próprio atraso nacional.
Desse modo, vemos que o republicanismo desenvolvido no Brasil Império parecia instaurar uma visão dicotômica entre os
problemas da época e a respectiva solução para os mesmos. Em outras palavras, enquanto o governo imperial representava a
origem e a manutenção de várias mazelas e atrasos, a República se postava como a mais moderna e apropriada solução para
que novos tempos fossem vividos. No entanto, não cabe dizer que os republicanos pensavam o novo regime da mesma forma.
Claramente, vemos que uma parcela dos republicanos era influenciada pelo positivismo corrente no século XIX. Fortalecida
em valores de natureza racional, o governo republicano estaria naturalmente mais apto em relação às tradições e desmandos
que permeiam a monarquia. Além dos positivistas, também devemos destacar que alguns textos influenciados pelo socialismo
utópico abraçavam a causa republicana e seus preceitos democráticos como forma de atendimento aos anseios populares.
Desse modo, ao tomar tais características, vemos que o republicanismo não só empreende a função de instrumento de ataque
ao regime imperial. Ao ser tomado por diferentes tendências, a república assume a capacidade de oferecer resposta a
diferentes setores da intelectualidade daquele tempo. Além de atacar a Coroa e a escravidão, a defesa de um novo modelo
político nos revela as nuances do cenário político e intelectual dos fins do século XIX.

1. Segundo o texto, “ a monarquia operava como sustentáculo do escravismo”. E qual era a


consequência disso?
2. Segundo o texto, a monarquia era combatida por “nutrir o próprio atraso nacional”. A que tipo
de atraso o texto se refere?
3. Segundo o texto, o republicanismo desenvolvido no Brasil Império parecia instaurar uma
visão para a monarquia e outra para a república, copiei o trecho que descreve essa situação.
4. Que visão positivista sobre a república é apresentada no texto?
5. Por que o socialismo utópico apoiava a instalação da república no Brasil?

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41
Encontre no diagrama, as palavras referentes ao republicanismo no Brasil. Produza um resumo sobre
R E G I M E M O N A R Q U I S T A B V V REPUBLICANISMO usando as
C V F G B H G H J K L Ç Z X C V B C V C palavras que estão em negrito no
texto.
A T O I R E P M I L I S A R B O Z R F M
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Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
8ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula –18.2. Analisar e discutir: a guerra do Paraguai –


Estudo de texto.
2ª aula – Atividades de compreensão de texto
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41
3ª aula - correção

1Francisco Solano Lopes/ aumentar o território paraguaio/ obstáculos às embarcações brasileiras// batalha
naval de Riachuelo
2. vvvv
3. Argentina, Brasil e Uruguai
4. Porque Argentina, Brasil e Uruguai estavam decididos a não mais serem ameaçados e dominados pelo
ditador Solano Lopes
5. além do inimigo, os soldados brasileiros tinham que lutar contra o falta de alimentos, de comunicação e
doenças.
6.Duque de Caxias
7.Conde D`Eu (genro de D. Pedro II e marido da princesa Isabel).
8.Porque para a Inglaterra, este país era um exemplo que não deveria ser seguido pelos demais países
latino-americanos, que eram dependentes do império inglês. Foi por isso, que os ingleses ficaram ao lado
da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro e apoio militar. Era interessante para a Inglaterra enfraquecer e
eliminar um país que podia fazer concorrência com sua indústria.

9....1indústria 2políticas e econômicas, 3 morreu 4exército, 5 fortalecimento institucional do exército, 6bom


índice de desenvolvimento, 7Brasil, 8 empréstimos estrangeiros --dívida externa
10. que o número de mortos do Paraguai, foi mais que o dobro de mortos somando os de todos os países
envolvidos.
11

A Guerra do Paraguai teve seu início em 1864, a partir da ambição do ditador Francisco Solano Lopes, que tinha como
objetivo aumentar o território paraguaio e obter uma saída para o Oceano Atlântico, através dos rios da Bacia do Prata.
Ele iniciou o confronto com a criação de obstáculos às embarcações brasileiras que se dirigiam a Mato Grosso através da
capital paraguaia.
Causas - Visando a província de Mato Grosso, o ditador paraguaio aproveitou-se da fraca defesa brasileira para invadi-la
e conquistá-la. Fez isso sem grandes dificuldades e, após esta batalha, sentiu-se motivado a dar continuidade à expansão
do Paraguai através do território que pertencia ao Brasil. Seu próximo alvo foi o Rio Grande do Sul, mas, para atingi-lo,
necessitava passar pela Argentina. Então, invadiu e tomou Corrientes, província Argentina que, naquela época, era
governada por Mitre.
Reação da Tríplice Aliança - Decididos a não mais serem ameaçados e dominados pelo ditador Solano Lopes, Argentina,
Brasil e Uruguai uniram suas forças em 1° de maio de 1865 através de acordo - Tríplice Aliança. A partir daí, os três países
lutaram juntos para deterem o Paraguai, que foi vencido na batalha naval de Riachuelo e também na luta de Uruguaiana.
Batalhas e liderança de Duque de Caxias - A guerra durou 6 anos; mas, já no 3º ano, o Brasil via-se com dificuldades,
pois além do inimigo, os soldados brasileiros tinham que lutar contra o falta de alimentos, de comunicação e doenças.
Diante disso, Duque de Caxias passou a liderar o exército brasileiro, reorganizou a tropa e teve várias vitórias até chegar
em Assunção. Apesar de seu grande êxito, a última batalha foi liderada pelo Conde D`Eu (genro de D. Pedro II – Marido
da Princesa Isabel.). Em 1870, a guerra chega ao fim com a morte de Francisco Solano Lopes.
Motivos da participação da Inglaterra - Antes da guerra, o Paraguai era uma potência econômica na América do Sul.
Além disso, era um país independente das nações europeias. Para a Inglaterra, este país era um exemplo que não
deveria ser seguido pelos demais países latino-americanos, que eram dependentes do império inglês. Foi por isso, que os
ingleses ficaram ao lado da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro e apoio militar. Era interessante para a Inglaterra
enfraquecer e eliminar um país que podia fazer concorrência com sua indústria.
Para compor as tropas do exército brasileiro na Guerra do Paraguai, D. Pedro II precisou criar um discurso nacionalista
para estimular a participação dos brasileiros na guerra, além de impor o alistamento obrigatório, as pessoas que não eram
militares, mas se alistaram foram chamadas de voluntários da Pátria.
Consequências - - A indústria paraguaia ficou arrasada. O Paraguai nunca mais voltou a ser um país com um bom
índice de desenvolvimento industrial e econômico e até hoje passa por dificuldades políticas e econômicas.
- Cerca de 70% da população paraguaia morreu durante o conflito;
- Embora tenha saído vitorioso, o Brasil teve grandes prejuízos financeiros. Os elevados gastos da guerra foram
custeados com empréstimos estrangeiros, fazendo com que aumentasse a dívida externa e a dependência de
países ricos como, a Inglaterra; - o exército brasileiro ficou fortalecido no aspecto bélico, pois ganhou experiência e
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41
passou por um processo de modernização. Houve também um importante fortalecimento institucional. Do ponto de
vista político, o exército saiu fortalecido e passou a ser uma importante força no cenário político nacional.

1. Sobre a GUERRA DO PARAGUAI, COMPLETE:


Nome do presidente do Paraguai durante a Guerra_________________________
O presidente do Paraguai tinha como objetivo_______________________________________ e obter uma saída
para o Oceano Atlântico, através dos rios da Bacia do Prata.
O presidente do Paraguai iniciou o confronto com a criação de _______________________________que se
dirigiam a Mato Grosso através da capital paraguaia.
O Paraguai, que foi vencido na ______________________________e também na luta de Uruguaiana.
2. Sobre as causas da Guerra do Paraguai. Marque V ou F –
( ) O ditador paraguaio aproveitou-se da fraca defesa brasileira e conquistou a província de Mato Grosso.
( ) Solano Lopes conquistou a província de Mato Grosso sem dificuldades e, após esta batalha, sentiu-se motivado para
continuar a expansão do Paraguai.
( ) Solano Lopes queria expandir no território do Paraguai no território que pertencia ao Brasil.
( ) Solano Lopes queria invadir o Rio Grande do Sul, mas, teria que passar pela Argentina. Então, invadiu e tomou
Corrientes, província Argentina.
( ) Para compor as tropas do exército brasileiro na Guerra do Paraguai, D. Pedro II contou com os voluntários da Pátria.
3. Quem fazia parte da Tríplice Aliança, durante a Guerra do Paraguai?
R:_______________________________________________________________________________________.
4. Por que a Tríplice Aliança foi formada?
R:_________________________________________________________________________
5. Quais as dificuldades enfrentadas pelo exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai?
R:________________________________________________________________________________________
6. Quem foi o principal líder do exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai?
R:_______________________________________________________________________________________
7. Quem liderou a última batalha da Guerra do Paraguai?
R:________________________________________________________________________________________
8. Por que a Inglaterra participou a Guerra do Paraguai?
R:_________________________________________________________________________________________
9. Sobre as Consequências da Guerra do Paraguai, complete.

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41
1. A _____________________paraguaia ficou arrasada.
2. Até hoje, o Paraguai passa por dificuldades_____________________________, causadas pela guerra.
3. Cerca de 70% da população paraguaia _____________________com a Guerra;
4. Com a Guerra do Paraguai, o ________________brasileiro ficou fortalecido no aspecto bélico, pois ganhou
experiência e passou por um processo de modernização.
5. Com a Guerra do Paraguai, houve um importante ___________________________brasileiro. Do ponto de
vista político, o exército saiu fortalecido e passou a ser uma importante força no cenário político nacional.
6. Depois da Guerra, o Paraguai nunca mais voltou a ser um país com um
______________________________________________________industrial e econômico.
7. O _____________________venceu a Guerra do Paraguai, mas teve grandes prejuízos financeiros.
8. Os elevados gastos do Brasil com a guerra foram custeados com_______________________, fazendo com
que aumentasse a _________________e a dependência de países ricos como, a Inglaterra.

10. A que conclusão pode-se chegar analisando o gráfico acima?


R?______________________________________________________________________________________

11. Por que o exército brasileiro, foi chamado de macacuos?


R:______________________________________________________________________________________________

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PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
9ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula –18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a


Coroa em conflito com os militares e a igreja.
2ª aula – Atividades de compreensão de texto
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41
3ª aula - correção

1.a.na monarquia o povo não escolhe o governante e na república sim.


b. na monarquia o poder emana do rei e na república emana do povo.
C – monarquia – vitalício // república --- por um tempo determinado.
2...pessoal (no Brasil, mesmo sendo uma república onde o poder deve emanar do povo, o povo fica excluído das
decisões políticas)
3.além da repercussão da contribuição destes setores marginalizados na guerra, eles foram fundamentais para a
vitória.
4. negros e mestiços livres e mesmo com uma parcela significativa de escravos
5 --a defesa da pátria
6.. sistema de isenções legais impediam o alistamento
7. órfãos, desempregados, migrantes e desocupados.
8. Durou muito tempo porque dava lucro, os interesses dos fazendeiros estava em jogo.
9. ás causas do conflito

Em linhas gerais, podemos definir Monarquia e República da seguinte forma:


MONARQUIA-forma de governo na qual o poder supremo é exercido por um monarca. A transmissão deste cargo
se dá por critérios hereditários e não há tempo estipulado nem eleições para o cargo.
REPÚBLICA--Organização política de um Estado com o objetivo de servir à coisa pública, ao interesse comum.
Um ou mais indivíduos são eleitos pelo povo e exercem o poder por tempo determinado.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DA BRASIL, 1988
TÍTULO I--Dos princípios fundamentais –
Art. 1. Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos direta ou
diretamente nos termos desta Constituição.
1- Leia os trechos acima e aponte diferenças entre os sistemas monárquico e republicano de governo quanto:
a• à participação popular na escolha dos governantes._______________________________
b• à questão de onde emana o poder em cada um deles________________________________

A rotatividade dos gestores públicos na República, em contraposição à vitaliciedade do cargo de monarca.


c• Que palavra define o tempo de governo em cada sistema governamental descrito acima?
Monarquia_____________________________República_______________________________
2-Analise o trecho da Constituição e responda com suas palavras: “Sobre o Brasil, é correto
afirmar que todo o poder emana do povo?”, “O poder é exercido em nome da maioria ou de
minorias privilegiadas?”. Comente______________________________________________________
Os trechos a seguir fazem referência à Guerra do Paraguai (1865-1870), em especial, ao recrutamento do Exército
imperial brasileiro e à participação de negros livres, libertos [ex-escravos] e escravos na batalha, além da
repercussão da contribuição destes setores marginalizados na guerra.
“Recrutar para o Exército sempre foi um problema no Brasil Imperial. Durante boa parte do século XIX, forças locais
e um sistema de isenções legais impediam o alistamento. O pequeno exército imperial centrava sua atenção sobre
aqueles que não contavam com nenhuma proteção, mas que ofereciam “perigo ”: desocupados, migrantes, órfãos e
desempregados. (...) Mas o ataque ao território brasileiro sem prévia declaração de guerra gerou muita indignação e
um forte sentimento de patriotismo”. (...) “Depois da guerra, a sociedade imperial escravista não seria mais a
mesma. O governo tivera que contar com setores sociais antes excluídos da cidadania: negros e mestiços livres e
mesmo com uma parcela significativa de escravos. Já então libertos e, mais importante e inusitado, cumprindo o
primeiro dever cívico de cidadãos do Império: a defesa da pátria: a sociedade passara por uma experiência única de
mobilização de recursos materiais, mas principalmente de humanos e ideológicos que abalaria sua estrutura social
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hierarquizada e traria consequências diretas para a crise da escravidão e do Império, abrindo caminho para o
movimento abolicionista que tomou conta dos corações e mentes de escravos, libertos e pessoas livres na década
de 1880. ”SALLES, Ricardo. Negros guerreiros. In Revista Nossa História, n. 13. RJ:
3-Como a participação de setores marginalizados da sociedade brasileira do século XIX ,na guerra
do Paraguai abriu caminho para o fortalecimento de movimentos abolicionistas no país?
4- De acordo com o texto, que setores sociais eram excluídos da cidadania?
5- De acordo com o texto o que era dever cívico dos cidadãos do império?
6- Por que era difícil a formação de exército durante o império?
7- Que tipo de pessoas ofereciam “perigo” ao império?

“considerando quanto este comércio [o tráfico de escravos] é contrário à boa razão e justiça natural, imprópria de
um povo livre, tolerado até hoje no Brasil somente por princípios de conveniência peculiar [...]. Desejaria esta
Comissão que principiasse desde já esta proibição; mas considerando quanto a lavoura e os principais
estabelecimentos mananciais de riqueza do Brasil estão dependentes dos braços escravos [...] convém em que é
necessário tolerar-se Comissão de Legislação da Câmara do Império do Brasil, 1826.
8-Por que a escravidão durou tanto tempo no país, que interesses estavam em jogo?.

9. Sobre a Guerra do
Paraguai, a que se refere as
informações ao lado?
R:____________________
______________________
______________________
______________________
_____________________

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EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
10ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula –18.2. 18.3. Analisar as tensões no interior do


Estado: a Coroa em conflito com os militares e a igreja.–
Estudo de texto.
2ª aula – Atividades de compreensão de texto – cruzadinha e
interpretação de imagens.
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3ª aula - correção

Proclamação da República, 2 D. Pedro II, 3 regime monárquico, 4crise do Segundo Reinado 5Guerra do
Paraguai 6positivistas e republicanos, 7 regime monárquico 8Clube Militar, 9 igreja católica, 10 vetar,
11abolição 12escravocratas

1.fim do império
2. igreja, exército e escravidão
3. guerra do paraguai

A crise do regime monárquico no Brasil, finalizada com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889,
pode ser explicada por vários problemas enfrentados por D. Pedro II na década de 1880. O regime monárquico, que já
havia terminado em vários países, não teve capacidade de resolver questões sociais, políticas, econômicas e religiosas que
faziam parte das novas necessidades do Brasil. Principais questões que geraram a crise do 2º Reinado no Brasil:
Questão Militar - Com o fim da Guerra do Paraguai, o Exército brasileiro ganhou grande relevância no cenário
nacional. Os militares, movidos por ideais positivistas e republicanos, queriam participar mais da política brasileira.
Porém, o regime monárquico não abria espaço para esta participação. Alguns conflitos entre estes dois poderes
ocorreram na década de 1880, causando prejuízos políticos para D.Pedro II.
Com a criação do Clube Militar, presidido pelo Marechal Deodoro da Fonseca, em 1887, as pressões sobre o regime
monárquico aumentaram, acelerando seu enfraquecimento político.
Questão Religiosa - A interferência do imperador em assuntos da Igreja Católica não agradavam os religiosos. O
imperador possuía poderes de indicar membros de cargos eclesiásticos e até vetar decisões do Vaticano. A
insatisfação do clero católico brasileiro fez este apoiar a instauração da República no Brasil.
Questão Abolicionista - Com a Abolição da Escravatura em 1888, muitos fazendeiros, possuidores de grandes
investimentos em mão-de-obra escrava, ficaram insatisfeitos e passaram a fazer oposição ao regime monárquico. Sem
o apoio político dos latifundiários escravocratas, o imperador perdeu força, facilitando o crescimento do movimento
republicano no país.
1. Põe fim à crise do regime monárquico no Brasil __________ Complete as lacunas e preencha a cruzadinha
2. Governante do Brasil antes da República_______________. 9 C
3. Regime de governo anterior à República________________
4. O rei não teve capacidade de resolver questões sociais, 1 R
políticas, econômicas e religiosas que faziam parte das novas 0
necessidades do Brasil. Essas questões geraram a _________
5. O Exército brasileiro ganhou grande relevância no cenário
1 I
nacional depois da _______________________________ 1
6. Ideais que motivavam os militares a quererem participar mais 6 S
da política brasileira. __________________e ______________
7. Regime de governo centralista que não abria espaço para E
esta participação da sociedade nas questões 4
políticas_____________ 1 D
8. Marechal Deodoro da Fonseca criou o _____________órgão
que pressionou o sobre o regime monárquico, acelerando seu 7 O
enfraquecimento político. 5
9. A _________________deixou de apoiar o imperador porque I
não aceitava sua interferência em assuntos da Igreja.
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41
10. O imperador possuía poderes de indicar membros de M
cargos eclesiásticos e até ____________decisões do Vaticano,
isso fez a igreja apoiar a instauração da República no Brasil. 2 P
11. Muitos fazendeiros, possuidores de grandes investimentos E
em mão-de-obra escrava deixaram de apoiar o império depois 1 R
da ___________ da Escravatura.
12. Sem o apoio político dos latifundiários____________, o 2
imperador perdeu força, facilitando o crescimento do 8 I
movimento republicano no país.
3 O

1 2 2

2. Observe as imagens acima e responda:


1. A primeira imagem simboliza o __________________________
2. A imagem 2 representa as três coisas que sustentavam o império. Identifique-as. ______________________
Relacione o exército ao início da República no Brasil.
3. A imagem três mostra a camada da sociedade que ganhou força nos últimos anos do impérios. Que situação
contribuiu para isso? _______________

( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal


PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
11ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula – VIII. Construção da identidade nacional:


“branqueamento” e elitismo – Estudo de texto.
2ª aula – Aula expositiva e debate sobre a teoria do
branqueamento.
3ª aula – atividades de compreensão dos textos.
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1. Brancos
2.Em todos os trechos existe uma manifestação racista.
3.raças asiática - Chineses, arábica ou africana
4.Por toda parte onde se introduziram os chineses, os seus crimes, a indolência para os trabalhos rudes, a
propensão para o roubo, os têm de tal modo fotografado que o molde existe por onde quer que eles passem.
5. o chinês é refratário à civilização do ocidente; o chinês, ciosos de suas tradições, é egoísta
6.unicamente como instrumento transitório de trabalho
7. Branqueamento
8. pelo espírito de ordem, de iniciativa, de capacidade e de disciplina.
9. um medo que houvesse uma migração em massa de asiáticos para o Brasil.
10 Os asiáticos.
11. Concordo em que do ponto de vista estético, seja elemento que não satisfaça.
12. o esforço produtivo admirável.
13. Imigrante caro devido à distância de seu país natal, sua língua é incompreensível, os costumes são muito
diferentes, o aspecto físico é pouco atraente. Muitos quando recebe o pagamento, deserta em massa da fazenda
durante a noite.
14. teoria da superioridade da raça branca, que incentivava a imigração de brancos para clarear a população do
Brasil, de maioria negra
15. por um lado, incentivar a imigração europeia por meio de propaganda no exterior e de benefícios legais
relacionados à posse da terra; por outro lado, interditar ou restringir a imigração daqueles povos considerados “raças
inferiores”.
16. O branqueamento propunha a mistura dos imigrantes brancos com os mestiços brasileiros a operação por meio
da qual se daria a regeneração (melhora) da raça, produzindo-se um povo homogêneo. A entrada de sangue branco
e a consequente depuração (limpeza) do sangue negro pela mestiçagem garantiriam, assim, a “correção” dos
componentes étnicos que fundaram o Brasil, produzindo um “tipo” racial brasileiro mais “eugênico” (com genética
mais aprimorada), porque possuidor de maior quantidade de sangue branco.
17. ele era contra a escravidão, mas depreciava os negros e os imigrantes asiáticos.

Texto 1: - (...) Todos os fisiologistas estão de acordo que as raças inferiores imprimem seus caracteres de um modo indelével
nas raças superiores (...) e por isso quando as raças asiática, arábica ou africana se misturam, ainda que em pequena
proporção, com as outras, elas permanecem com os seus traços por longo tempo (...). Por toda parte onde se introduziram os
chineses, os seus crimes, a indolência para os trabalhos rudes, a propensão para o roubo, os têm de tal modo fotografado que
o molde existe por onde quer que eles passem. (...) no Brasil se definiu a preferência pelo imigrante branco e europeu e a
rejeição da imigração das raças não-brancas. (...) desde a lei de terras de 1850 definiu-se o imigrante ideal como “branco,
camponês, resignado”, ao passo que eram tidas como indesejáveis “as raças atrasadas, não civilizadas e inferiores”.
JAGUARIBE FILHO, Domingos José Nogueira. Reflexões sobre a colonização no Brasil. Paris, 1878. Apud. PETRONE, Maria Thereza Schorer. O imigrante e a pequena
propriedade. São Paulo: Brasiliense, 1984. p. 42-43
 Texto 2: - (...) Nós, senhor presidente (presidente da Assembleia Legislativa), não queremos o chinês para conviver conosco,
para aliar-se às nossas famílias, para envolver-se em nossa vida pública (...). o chinês é refratário à civilização do ocidente; o
chinês, ciosos de suas tradições, é egoísta, não se envolve nem na nossa vida política, nem na nossa vida privada. Queremos
o chinês unicamente como instrumento transitório de trabalho; e, como instrumento de trabalho, será o chinês conveniente ao
Brasil? Eis a questão. Os imigrantistas expuseram suas preferências raciais e direcionaram o debate decisivamente no sentido
da substituição do negro pelo imigrante branco. Houve repulsa a qualquer outra imigração que não a de membros de
nacionalidades brancas aparece ainda mais fortemente durante as discussões em torno de um projeto de colonização asiática,
principalmente chinesa... que foi chamada de “Perigo Amarelo” – um medo que houvesse uma migração em massa de
asiáticos para o Brasil(...) Deputado da Assembleia Provincial de São Paulo. 1880. In: AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda negra, medo branco: o negro no
imaginário das elites – século XIX. São Paulo: Paz e Terra, 1987. p. 150
Texto 3: - Embora o ideal seja a arianização (branqueamento) de nossa raça, o japonês é o tipo do trabalhador ideal, pelo
espírito de ordem, de iniciativa, de capacidade e de disciplina. Não acredito no chamado ‘perigo amarelo’ dadas as qualidades
de ordem e respeito do japonês, que acatam as leis e as autoridades locais, jamais as incomodando, de modo que as
estatísticas policiais só raramente registram um japonês envolvido, mesmo em simples casos correcionais. Ele é assimilável
se não o deixamos isolado. Concordo em que do ponto de vista estético, seja elemento que não satisfaça: mas suas grandes
qualidades sobrelevam esse defeito e ele nos dá aquilo de que mais necessitamos: o esforço produtivo admirável.
Prefeito da cidade de Antonina, Paraná. In: RAMOS: Jair de Souza. Dos males que vêm pelo sangue: as representações raciais e a categoria do imigrante indesejável nas concepções sobre imigração da década
de 20. IN: SANTOS, Ricardo Ventura (org.). Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998, p. 76
Texto 4: - Imigrante caro, devido à distância de seu país natal, o japonês não agradou o fazendeiro paulista. A sua língua nos é
incompreensível, os costumes são muito diferentes dos nossos, com um aspecto físico pouco atraente, dotado de uma moral que a
nosso ver, é estranhável e se caracteriza pela falta de cumprimento de seus contratos, o colono japonês, em regra, quando recebe o
pagamento, deserta em massa da fazenda durante a noite. O fazendeiro desconfiou logo desse colono, porque ele não se arranjava
convenientemente sua casa, dormia no chão, com agasalhos de ínfima ordem (...) e o banho era tomado em comum, entre homens e
mulheres, atirando água uns sobre os outros, de modo que a casa já sem higiene ficava em petição de miséria. Deputado federal por São
Paulo, João de Faria. In: RAMOS: Jair de Souza. Dos males que vêm pelo sangue: as representações raciais e a categoria do imigrante indesejável nas concepções sobre
imigração da década de 20. IN: SANTOS, Ricardo Ventura (org.). Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998, p. 76-77
Texto 5 - Em todo o período da imigração de massa, de 1880 a 1930, creditou-se ao imigrante branco europeu, com base na teoria
do branqueamento (teoria da superioridade da raça branca, que incentivava a imigração de brancos para clarear a população do
Brasil, de maioria negra - ), o papel de ingrediente fundamental na construção de um povo e de uma raça brasileira, ao mesmo
tempo em que se supunha prejudicial a entrada de determinados imigrantes no País. A política do branqueamento reforçou as ações

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do Estado brasileiro no sentido de, por um lado, incentivar a imigração europeia por meio de propaganda no exterior e de benefícios
legais relacionados à posse da terra; por outro lado, interditar ou restringir a imigração daqueles povos considerados “raças
inferiores”. O branqueamento propunha a mistura dos imigrantes brancos com os mestiços brasileiros a operação por meio da qual
se daria a regeneração (melhora) da raça, produzindo-se um povo homogêneo. A entrada de sangue branco e a consequente
depuração (limpeza) do sangue negro pela mestiçagem garantiriam, assim, a “correção” dos componentes étnicos que fundaram o
Brasil, produzindo um “tipo” racial brasileiro mais “eugênico” (com genética mais aprimorada), porque possuidor de maior quantidade
de sangue branco. RAMOS, Jair de Souza. Dos males que vêm pelo sangue: as representações raciais e a categoria do imigrante indesejável nas concepções sobre imigração da década de 20. In:
MAIO, M. Chor e SANTOS, Ricardo Ventura. Raça, ciência e sociedade. RJ: Fiocruz, 1996.

1. Não era qualquer imigrante que interessava ao governo imperial. Por qual tipo de imigrante o império se interessava?
2. Os textos acima são opiniões de contemporâneos da grande imigração para o Brasil se referindo à entrada de migrantes
orientais. O que os textos têm em comum?
3. Que etnias são consideradas inferiores, no texto 1?
4. Por que, no texto 1, o autor diz que o povo chinês não são bons imigrantes?
5. Copie do texto2, os motivos pelos quais a elite brasileira não quer o chinês para conviver na sociedade?
6. No texto 2, para que a elite brasileira quer a entrada de imigrantes chineses no país?
7. O que é arianização?
8. Por que o texto 3, considera o japonês o tipo do trabalhador ideal?
9. O que seria o Perigo Amarelo?
10 Quem eram (são) os amarelos?
11. Copie do texto 3 a crítica feita ao japonês.
12. De acordo com o texto 3, o que a elite quer do imigrante japonês?
13. Quais as causas de o imigrante japonês não ter agradado o fazendeiro paulista?
14. O que foi a teoria do Branqueamento?
15. Quais ações do Estado brasileiro, relacionadas á imigração, foram reforçadas pela política do branqueamento?
16. Copie do texto 5, a teoria racista proposta pelo branqueamento.
17. O chargista Ângelo Agostini, foi um crítico da escravidão no Brasil, uma de suas charges trazia os seguintes dizeres: Preto
e amarello. É possível que haja quem entenda que a nossa lavoura só pode ser sustentada por essas duas raças tão feias!
Mau gosto! Que contradição há nessas informações?

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PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
12ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e
escrava.

1ª aula – VIII. Construção da identidade nacional:


“branqueamento” e elitismo – Estudo de texto.
2ª aula – Seminário de textos e aula dialogada.
3ª aula – Atividades sobre os textos.
1.as ações escravas como: todo tipo de luta pela liberdade: fugas, rebeliões, sabotagens, compra da própria alforria
e ações judiciais, por exemplo.

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2. tornar-se livre
3.O abolicionismo
4. queria que os negros fossem assalariados para consumirem seus produtos
5. princesa Isabel estava reconhecendo um direito que os escravos vinham conquistando, cotidianamente, ao longo
de décadas..
6. Pós abolição
7. Mostrar que a lei não foi tão importante, já que a maioria dos escravos já tinham conseguido sua liberdade de
diversas outras maneiras(de forma revolucionária, fugindo, comprando)
8. o aumento do preço dos escravos e uma concentração social da propriedade de cativos:
9. Os escravos nascidos no Brasil, estabeleciam com rapidez alianças e reivindicações e quando permaneciam nas
regiões em que haviam nascido, tendiam a ampliar a pressão pela alforria.
10. Não foi a princesa Isabel, ela apenas sancionou a lei aprovada pelo Congresso.
11. Porque os próprios donos de escravos assim o reivindicaram quando se sentiram esmagados pela resistência
dos cativos nas províncias de São Paulo e Rio de Janeiro.
12 uma fuga maciça de escravos tomou as autoridades de surpresa, pois foram incapazes de conter o grande fluxo
de fugitivos. Inicialmente, os escravos fugiam às escondidas, mas logo começaram a fazê-lo às claras e chegaram
algumas vezes a enfrentar as autoridades com armas de fogo. E até a incendiar canaviais nas redondezas de
Campos, no Rio de Janeiro.
13. seus líderes com desprezo declararam que não desejavam se encarregar ‘da captura de pobres negros que
fogem da escravidão’.
14. Porque o alto nível de resistência desses cativos arrancados de suas famílias enfraqueceu a autoridade dos
proprietários e encorajou os escravos a procurar sua própria liberdade através da ação direta.
15.porque os escravos foram, subitamente, arrancados de seus locais de origem, afastados de seus parentes e das
tarefas a que estavam acostumados. Muitos resistiram a essas transações agredindo seus novos senhores, atacando
os negociantes ou provocando brigas que impediam a sua remessa para as fazendas de café.
16. O chargista representa as fugas em massa que atropelaram os últimos senhores de escravos.
17. o negro sendo disputado por abolicionistas e fazendeiros, onde os fazendeiros tentam atrasar o processo de
libertação dos escravos
18. como resistência á escravidão

Seminário de textos
Texto 1: Pesquisas históricas recentes indicam que, ao longo da segunda metade do século XIX, as ações escravas
foram ‘minando’ a escravidão. Essas ações se traduziram em todo tipo de luta pela liberdade: fugas, rebeliões,
sabotagens, compra da própria alforria e ações judiciais, por exemplo. O objetivo político era evidente: tornar-se
livre. O abolicionismo foi um aliado nessa luta e tomou vulto a partir da década de 1860. Assim, além da lógica do
capital [inglês que desejava o fim da escravidão – porque queria que os negros fossem assalariados para
consumirem seus produtos], seria interessante atentar também para as pressões políticas e sociais. Ao assinar a Lei
Áurea penso que a princesa Isabel estava reconhecendo um direito que os escravos vinham conquistando,
cotidianamente, ao longo de décadas..RODRIGUES, Jaime. In: Nossa História: Rio de Janeiro, Ed. Vera Cruz, ano 2, nº 19, maio 2005. p. 96. (Respondendo à
questão: Se a escravidão era tão lucrativa, por que foi abolida em 1888? Pressões da Inglaterra?
Texto 2: Fui ver pretos na cidade/ que quisessem se alugar./ Falei com esta humildade/ - Negros, querem
trabalhar?/ Olharam-me de soslaio,/ e um deles, feio, cambaio,/ respondeu-me arfando o peito:/ - Negro, não há
mais não./ Nós tudo hoje é cidadão./ O branco que vá pro eito trabalhar.
O Monitor Campista, 28 de março de 1888. (verso publicado no jornal de Campos, cidade do Rio de Janeiro). Apud: MATTOS, Hebe Maria. A face
negra da Abolição. In: Nossa História.. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 19, maio 2005, p. 16.
 Um deputado da Assembleia Geral do Brasil se referindo à Lei Áurea assim se expressava: - A lei era um ato que
as circunstâncias impunham, ditado ao governo pelos ... próprios lavradores, que não podendo conter a indisciplina
nas fazendas nem os escravos que se insubordinavam, iam adiante da propaganda abolicionista, concedendo
ampla e plena liberdade aos seus escravos. No mesmo sentido assim se expressava, na época, o Barão de
Cotegipe: - Para que uma Lei da Abolição? De fato está feita – e revolucionariamente, a maioria dos escravos já
tinha conseguido sua liberdade assim.
GRAHAM, Richard. Sem raízes e sem medo. In: Nossa História. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 24, outubro 2005, p. 56
 Texto 3: (...) A decisão política de pôr um fim ao comércio ilegal [porque a primeira lei de extinção do tráfico é de
1831, mas foi sistematicamente desobedecida] foi finalmente tomada em 1850. Contra o voto das províncias do Vale
do Rio Paraíba [Rio de Janeiro, São Paulo] (...). Essas restrições provocaram, nas décadas de 1850 e 1860 do
século XIX, o aumento do preço dos escravos e uma concentração social da propriedade de cativos: os pequenos
senhores vendiam para os grandes, as cidades para o campo, e o Nordeste para o Sudeste. Restaram poucos e
ricos senhores concentrados nas áreas de exportação, especialmente no Sudeste. Os escravos nascidos no Brasil,
comercializados nesse novo tráfico interno estabeleciam com rapidez alianças e reivindicações antes inacessíveis
aos africanos e quando permaneciam nas regiões em que haviam nascido, tendiam a ampliar a pressão pela
alforria. As aspirações da última geração de cativos se fizeram assim presentes no dia-a-dia das cidades, das
fazendas, e dos tribunais – com reclamações sobre o direito de pecúlio e ações jurídicas questionando as
escravizações ilegais. MATTOS, Hebe Maria. A face negra da Abolição. In: Nossa História.. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 19, maio 2005, p. 16
 Texto 4: Quem aboliu a escravidão? Não foi a princesa Isabel, ela apenas sancionou (aprovou) a lei aprovada pelo
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Congresso. Mas por que o Congresso aprovou tal lei? Porque, por mais estranho que possa parecer, os próprios
donos de escravos assim o reivindicaram quando se sentiram esmagados pela resistência dos cativos nas
províncias de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 1887 e primórdios de 1888, uma fuga maciça de escravos tomou as
autoridades de surpresa, pois foram incapazes de conter o grande fluxo de fugitivos. Inicialmente, os escravos
fugiam às escondidas, mas logo começaram a fazê-lo às claras e chegaram algumas vezes a enfrentar as
autoridades com armas de fogo. E até a incendiar canaviais nas redondezas de Campos, no Rio de Janeiro.
Quando o exército foi chamado para ajudar a manter a ordem, seus líderes com desprezo declararam que não
desejavam se encarregar ‘da captura de pobres negros que fogem da escravidão’. Diante de um fato consumado, o
Congresso, precipitado, votou a lei que aboliu a escravidão em maio de 1888.
GRAHAM, Richard. Sem raízes e sem medo. In: Nossa História. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 24, outubro 2005, p. 56
 Texto 5: O tráfico de escravos entre as províncias é um tema crucial se quisermos entender o processo que levou
à Abolição. Nas décadas de 1850 e 1860, depois do término do tráfico com a África, o número de cativos que vieram
do Nordeste para as plantações do Sul atingiu 5 a 6 mil por ano. Este número dobrou na década seguinte, quando
os preços do algodão e do açúcar caíram precipitadamente e o do café disparou. (...) quase 200 mil cativos foram
transferidos (...). (...) boa parte dos cativos que vivia no Sul [Sudeste] tinha sido trazida do Nordeste após 1850 e
especialmente na década de 1870. O alto nível de resistência desses cativos arrancados de suas famílias
enfraqueceu a autoridade dos proprietários e encorajou os escravos a procurar sua própria liberdade através da
ação direta. GRAHAM, Richard. Sem raízes e sem medo. In: Nossa História. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 24, outubro 2005, p. 56
 Texto 6: Com a intensificação do tráfico interno a partir de meados do século XIX, os escravos foram, subitamente,
arrancados de seus locais de origem, afastados de seus parentes e das tarefas a que estavam acostumados. Muitos
resistiram a essas transações agredindo seus novos senhores, atacando os negociantes ou provocando brigas que
impediam a sua remessa para as fazendas de café. Presos e interrogados, estes “negros maus vindos do Norte” -
como ficaram conhecidos – justificavam suas motivações e atitudes, e ainda ajudavam a minar a escravidão. 1888.
GRAHAM, Richard. Sem raízes e sem medo. In: Nossa História. Rio de Janeiro: Vera Cruz, ano 2, nº 24, outubro 2005, p. 56

- Seminário de textos
Responda no caderno
1. Segundo o texto 1, o que foi minando a escravidão? Explique.
2. Que objetivo político era evidente nas ações dos escravos?
3. Que aliado os escravos tiveram na luta contra a escravidão?
4. Por que a Inglaterra era favorável à libertação dos escravos?
5. No texto 1, segundo o autor qual seria o pensamento da Princesa Isabel ao assinar a Lei Áurea?
6. Sobre os versos do texto 2, pode-se concluir que são de qual fase da história dos negros africanos, no Brasil?
7. Um deputado da Assembleia Geral do Brasil se referindo à Lei Áurea assim se expressava: - Para que uma Lei
da Abolição? De fato está feita – e revolucionariamente. Qual a intenção de suas palavras?
8. Qual foi a principal consequência do fim ao comércio ilegal de escravos para o Brasil
9. Que situação, antes inacessíveis aos africanos, se torno possível com o para os escravos comercializados no
novo tráfico interno?
10. No texto 4, qual é a resposta do autor para a pergunta: Quem aboliu a escravidão?
11. Segundo o texto, por que o Congresso aprovou a lei que libertava os escravos?
12. Que ações dos escravos fizeram com que os autoridades e fazendeiros decidissem pela abolição da
escravatura?
13. Qual foi a reação do exército quando foi chamado para ajudar a manter a ordem dos negros rebelados?
14. O tráfico de escravos entre as províncias é um tema crucial se quisermos entender o processo que levou à
Abolição. Por quê?
15. Por que surgiu a expressão “negros maus vindos do Norte”?
Observe as charges

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16. Como a charge acima pode ser interpretada?
R:_________________________________________________________________________________________

 18. Imagem 3: Desenho do século XIX de Arago;


escravos matam um senhor. Em que situação descrita
nos textos acima, os negros cometiam o ato retratado
17. O que pode ser identificado na imagem acima? no desenho?
R:_________________________________________ R:__________________________________________

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PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
13ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a importância das escolas literárias virtual () Outras ( )
identidade (“indigenismo”, romantismo) e criação de institutos
nacional: acadêmicos para constituição de uma identidade
“branqueamento” e nacional. • Analisar a educação no Brasil imperial:
elitismo exclusão das mulheres e da população pobre e

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escrava.

1ª aula – VIII. Construção da identidade nacional:


“branqueamento” e elitismo – Estudo de texto.
2ª aula- Atividades de compreensão do texto e caça palavras
3ª aula correção

1diversidade étnica, cultural, regional e social.


2. “pertencer sem exercer”
3. Porque possibilita o seu questionamento e, por conseguinte, sua superação.
4. uma raça ser considerada superior á outras.
5. As faculdades

Uma das características mais marcantes de nosso país é a diversidade étnica, cultural, regional e social. Embora hoje cada
vez mais se procure valorizar essa diversidade, no século XIX, estendendo-se pelo XX, ela foi tida como verdadeiro obstáculo
ao projeto de estado-nação concebido pelas elites governantes e/ou econômicas de então. Essas elites adotavam o modelo
de civilização europeu como ideal de sociedade a ser alcançado e, para elas, um país verdadeiramente civilizado era aquele
no qual prevalecia a cultura dos brancos europeus. A diversidade deveria ser ultrapassada. Temos, portanto, um projeto
ideológico de construção do Estado Nacional brasileiro que desconsidera, desde sua origem, a grande maioria de sua
população em sua diversidade étnica e cultural e que a ela nega direitos políticos e sociais; um projeto de criação de uma
nacionalidade sem cidadania – “pertencer sem exercer”. Para isso, essas elites se empenharam, dentre outras coisas, na
sistematização de uma memória oficial nos institutos históricos, por elas criados. Como exemplo pode-se citar o papel
desempenhado pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) de “construir uma história da nação, recriar um passado,
solidificar mitos de fundação, ordenar fatos buscando homogeneidades em personagens e eventos até então dispersos”. Este
discurso de dominação, elaborado por essas elites, ganhou o espaço público e a própria sociedade brasileira se apropriou
dele. Sua eficácia é atestada, mesmo nos dias atuais, nas mais diversas manifestações do cotidiano, especialmente quando
nos defrontamos com as mazelas de nossa pretensa “democracia racial”. Resgatar as origens deste discurso de dominação
tão presente em nossa sociedade possibilita o seu questionamento e, por conseguinte, sua superação.
O século XIX foi o momento de consolidação de uma nova mentalidade científica que recorria a racionalizações baseadas em
experimentos para atestar a eficácia de suas explicações. É nesse contexto que se tem a disseminação de teorias raciais no
Brasil que postulavam, dentro dos padrões de cientificidade criados, a existência de raças distintas entre os homens e de uma
hierarquização entre elas (a raça branca ser superior às demais). Não por acaso é preciso compreender a relevância da
prática e do discurso médico e higienista. Isso por que as duas escolas de medicinas existentes então no Brasil – a Faculdade
de Medicina do Rio de Janeiro e a Faculdade de Medicina da Bahia –participaram decisivamente na construção desse
discurso excludente. Elas se empenharam na disseminação de teorias raciais europeias acerca da hierarquização do que se
estabelecia como raças humanas. Esse era um meio usado pelas elites para consolidar seu lugar privilegiado nas relações
sociais.

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1. Quais características do nosso país são citadas no texto?
2. Quando o governo nega direitos políticos e sociais ao povo; cria uma nacionalidade sem cidadania – Que expressão
descrita no texto, ilustra isso?
3. Segundo o texto, porque é importante resgatar as origens deste discurso de dominação tão presente em nossa sociedade
4. O que significa hierarquização das raças?
5. Que meio era usado pelas elites brasileiras para consolidar e disseminar a teoria da hierarquização das raças?
6. Sobre o texto, coloque V ou F
( ) Hoje cada vez mais se procura valorizar a diversidade, já no século XIX e parte do XX, a diversidade foi tida como
obstáculo ao projeto de estado-nação concebido pelas elites.
( ) As elites brasileiras adotaram o modelo de civilização europeu como ideal de sociedade a ser alcançado.
( ) Para as elites brasileiras do século XIX um país verdadeiramente civilizado era aquele no qual prevalecia a cultura dos
brancos europeus.
( ) O projeto ideológico de construção do Estado Nacional brasileiro desconsidera, desde sua origem, a grande maioria de
sua população em sua diversidade étnica e cultural.
( ) Para dificultar a cidadania do povo, a elite criou uma história da nação solidificada em mitos e fatos que mostram
homogeneidades em personagens e eventos.
Encontre no diagrama as palavras referentes ao tópico – Pesquise no dicionário e
conceitue as palavras.
A S E D R F S A Z S X D C F V G B H N B V IDENTIDADE
I I D E O L O G I A B A I N A D A D I C B NAÇÃO
Z D Z A S X T Z X S D C F V G B H N B H G CIDADANIA
X A E A S D I Z X D C F V B G H N B N N H LIBERALISMO DIREITOS
S Z C N D D E V E R E S D O C I D A D Ã O DIREITOS DO CIDADÃO
D S U E T G R A Z S X D C F V B G N H F G DEVERES DO CIDADÃO,
C X L R A I I E D R F T G Y H G J B N V B CIÊNCIA MISCIGENAÇÃO
F D T F S F D R B R A N Q U E A M E N T O BRANQUEAMENTO
V C U F E V R A F C V G B H N J N N H B Ã IDEOLOGIA
D I R E I T O S D O C I D A D Ã O O J G Ç CULTURA
CIVILIZAÇÃO
B A A F T A S E D E C D F V G E B Ã U V A
ELITE
A Z E V R C V B N M N A Z S X D L Ç I F Z
ABOLIÇÃO
I S D G F O M S I L A R E B I L M I K D I
LIBERDADE
R D R B C F V G B H Ç B H N J M K L T C L MINORIA
O E M I S C I G E N Ã Ç Ã O G J H O V E I EXCLUSÃO
N R A Z S X D C F V O F V G B H N B F F V
I O Ã S U L C X E Z X D C F V B H A G V I
M C V F G B N B E D A D R E B I L C V B C

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PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
14ª sem Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
sócioeconômicas, organização do trabalho e a diversificação aluno(x) Debate ( )
crise política e fim econômica no Império. Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
da monarquia 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
republicanismo e a guerra do Paraguai. Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Coroa em conflito com os militares e a igreja. Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Analisar e compreender a formulação de uma Mídias ( ) Mídias ( )
primeira identidade nacional como projeto das elites Computador ( ) Leituras ( )
políticas do Império, e, portanto, excludente. Atividades em ambiente
VIII. Construção da • Analisar a educação no Brasil imperial: exclusão virtual () Outras ( )
identidade das mulheres e da população pobre e escrava.
nacional:
“branqueamento” e
elitismo

1ª aula – Revisão para avaliação bimestral


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2ª aula - Avaliação Bimestral
3ª aula – correção e intervenção nas questões mais erradas

ª aula - SE SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO NOTA:


_________________________
E.E.” ______________________________________________”

AVALIAÇÃO BIMESTRAL DE HISTÓRIA

PROFESSOR (A): Série: 8 TURMA: DATA:

ALUNO (A) NÚMERO:

1.

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2.

TEXTO: Quinze de novembro 3. Retire do texto


Deodoro todo nos trinques
Bate na porta de Dão Pedro Segundo. O nome do primeiro presidente do Brasil
" - Seu imperador, dê o fora R:____________________________________
que nós queremos tomar conta desta bugiganga. _
Mande vir os músicos." O nome do ultimo rei do Brasil
O imperador bocejando responde: R:____________________________________
"Pois não meus filhos não se avexem _
me deixem calçar as chinelas
podem entrar à vontade:
só peço que não me bulam nas obras completas de
Victor Hugo". (Murilo Mendes. "História do Brasil.
Poemas." Rio de Janeiro:
4. Sobre a Guerra do Paraguai, assinale a alternativa incorreta:
a) O conflito deflagrou-se após uma série de hostilidades entre Paraguai e Brasil, como invasão de terras
no Mato Grosso pelas tropas paraguaias.
b) As tropas da Tríplice Aliança conseguiram anular a ofensiva do exército paraguaio . O Paraguai
oficializou a sua derrota no conflito.
c) Criada para enfrentar o forte e bem treinado exército paraguaio, a Tríplice Aliança era composta por
Brasil, Argentina e Inglaterra.
d) o presidente paraguaio Solano Lopez buscou dar força a autônoma economia paraguaia com a criação
de fábricas e o estímulo à produção agrícola.
Em linhas gerais, podemos definir Monarquia e República da seguinte forma:
________________-forma de governo na qual o poder supremo é exercido por um rei. A transmissão
deste cargo se dá por critérios hereditários e não há tempo estipulado nem eleições para o cargo.
________________--Organização política de um Estado com o objetivo de servir à coisa pública, ao
interesse comum. Um ou mais indivíduos são eleitos pelo povo e exercem o poder por tempo determinado.
5. A alternativa que completa as lacunas é
a. monarquia e república
b. república e monarquia
c. reinado e monarquia
b. presidencialismo e república

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7. O “liberdade! liberdade! e o #perdeudompedroII fazem
referência
6. A imagem acima faz referência a que período da a) a vitória de Deodoro da Fonseca para presidente do Brasil;
História do Brasil? b) ao fim dado Império no Brasil e Total liberdade do Brasil em
a) fim do primeiro Reinado e inicio do segundo relação a Portugal com o fim do Império;
Reinado. c) ao fim da República no Brasil e início do reinado de
b) fim do II Reinado e inicio da República. Deodoro
c) assassinato do rei e inicio da ditadura Militar. d) a independência do Brasil em relação inicio do Império.
d) Independência do Brasil e inicio do I Reinado.

Para compor as tropas do exército brasileiro na Guerra do Paraguai, D. Pedro II precisou


criar um discurso nacionalista para estimular a participação dos brasileiros na guerra, além
de impor o alistamento obrigatório.
8. Entretanto, houve um corpo de voluntários que lutou na guerra. Como ficou conhecido esse corpo?
a) Força Expedicionária Brasileira.
b) Os Pracinhas.
c) Voluntários Paulistas.
d) Voluntários da Pátria.

A crise do 2º Reinado pode ser entendida através de algumas questões:


- Interferência de D.Pedro II em questões religiosas; - Críticas e oposição feitas pelo Exército.
- A classe média desejava mais liberdade e maior participaçãopolítica, por isso apoiava a República;
- Falta de apoio dos cafeicultores, que desejavam maior poder político, já que tinham grande poder econômico,
alem da insatisfação com a abolição da escravatura que diminuiu os lucros dos fazendeiros. Em  15 de novembro
de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República. No dia 18, D.Pedro II e a família imperial
voltaram para a Europa. Era o começo da República Brasileira com Marechal Deodoro da Fonseca assumindo a
presidencia do Brasil
9. De acordo com o texto acima pode se inferir que, exceto
a) a abolição da escravidão foi uma das causas da crise do II Império.
b) a proclamação da república foi a principal consequência da crise do império
c) Marechal Deodoro do Fonseca foi apoiado por monarquistas e pelo rei.
d) os cafeicultores e a classe media apoiavam a republica porque queria mais participação na politica do país.

10. (UEL) Com base na imagem e nos conhecimentos sobre o a) Agostini satiriza a disputa entre fazendeiros e
processo abolicionista no Brasil, é correto afirmar: industriais brasileiros pela contratação da mão-de-
obra negra como assalariada após a Abolição. Para
as elites, os ex-escravos seriam os mais capazes
para o trabalho na agricultura e na indústria.
b) A imagem representa a disputa entre fazendeiros
e parlamentares para ficar com as glórias pela
aprovação da primeira lei de abolição da escravidão
na América Latina.
c) Agostini critica as estratégias das elites dirigentes,
proprietários de terras e escravos, utilizadas para
adiar o fim do trabalho escravo, no contexto da
atuação dos movimentos abolicionistas.
d) Agostini apresenta uma crítica à campanha
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41
inglesa contra a abolição da escravidão, retratando
a guerra entre abolicionistas brasileiros e
comerciantes ingleses radicados no Brasil.

11. (ENEM) Considerando a linha do tempo acima e o processo de abolição da escravatura no Brasil, assinale a opção
correta.

a) O processo abolicionista foi rápido porque recebeu a adesão de todas as correntes políticas do país.
b) O primeiro passo para a abolição da escravatura foi a proibição do uso dos serviços das crianças nascidas em cativeiro.
c) Antes que a compra de escravos no exterior fosse proibida, decidiu-se pela libertação dos cativos mais velhos.
d) Assinada pela princesa Isabel, a Lei Áurea concluiu o processo abolicionista, tornando ilegal a escravidão no Brasil.

12. O chargista Ângelo Agostini, foi um crítico da


escravidão no Brasil, uma de suas charges trazia os
seguintes dizeres: Preto e amarello. É possível que
haja quem entenda que a nossa lavoura só pode ser
sustentada por essas duas raças tão feias! Mau gosto!
Sua visão reforça o pensamento da época, firmado em
uma_____________________________onde a raça
branca era considerada superior.

a. Hierarquia das raças


b. Branqueamento
c. Democracia racial
d. Preconceito

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - PIP

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SRE: VARGINHA Município:
Escola Estadual

Diretora

Especialista

Analistas/ Equipe Regional  

MATRIZ DE REFERÊNCIA DA AVALIAÇÃO 3° Bimestre 8° ano/INTERNA


Gabarito
Atividade

   
Tópico Habilidade
1 1. 3,1,2, 18. Mudanças 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o
socioeconômicas, crise republicanismo e a guerra do Paraguai.
política e fim da monarquia.
2 2. a( ) (x) 18. Mudanças 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o
2b(x ) ( ) ( ) socioeconômicas, crise republicanismo e a guerra do Paraguai.
política e fim da monarquia.
3 3.Deodoro/d.Pedro II 18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na
socioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação econômica no
política e fim da monarquia. Império.

4 4. C 18. Mudanças 18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Coroa


socioeconômicas, crise em conflito com os militares e a igreja.
política e fim da monarquia.
5 5. A 18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na
socioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação econômica no
política e fim da monarquia. Império.
6 6. B 18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na
socioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação econômica no
política e fim da monarquia. Império.
7 7. B 18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na
socioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação econômica no
política e fim da monarquia. Império.
8 8. d 18. Mudanças 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o
socioeconômicas, crise republicanismo e a guerra do Paraguai.
política e fim da monarquia.
9 9. C 18. Mudanças 18.1. Analisar e compreender as mudanças na
socioeconômicas, crise organização do trabalho e a diversificação econômica no
política e fim da monarquia. Império.
10 10. c 18. Mudanças 18.3. Analisar as tensões no interior do Estado: a Coroa
socioeconômicas, crise em conflito com os militares e a igreja.
política e fim da monarquia.
11 d 18. Mudanças 18.2. Analisar e discutir: o abolicionismo, o
socioeconômicas, crise republicanismo e a guerra do Paraguai.
política e fim da monarquia.
12 a VIII. Construção da Analisar e compreender a formulação de uma primeira
identidade nacional: identidade nacional como projeto das elites políticas do
“branqueamento” e elitismo Império, e, portanto, excludente.

( ) Diário (x ) Semanal ( ) Quinzenal ( ) Mensal


PLANO DISCIPLINA: História DATA: ________
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DE AULA E.E. ____________________________________
EIXO TEMÁTICO II: Construção do Brasil: Território, Estado e Nação
Tema 1: O Estado Brasileiro e a Nação: Monarquia X República
Subtema 1 – A “virada do século”: transformações políticas no Brasil do século XVIII
para o século XIX
TÓPICOS HABILIDADES (Nº) RECURSO METODOLOGIA AVALIAÇÃO
DIDÁTICO
Caderno do Trabalho em grupo ( ) Diagnóstica ( )
aluno(x) Debate ( )
Datashow ( ) Pesquisa de campo () Dinâmicas ( )
Quadro/giz ( x ) Aula expositiva Oral ( x)
Outros: dialógica( ) Escrita ( x)
Livro didático ( ) Exercícios ( ) Atitudinal (x)
Jornais, revistas Exposição de Trabalhos Virtual ( )
(x) ( ) Outras ( )
Mídias ( ) Mídias ( )
Computador ( ) Leituras ( )
Atividades em ambiente
virtual () Outras ( )

1ª aula – Trabalho de EI

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TRABALHO DE ESTUDOS INDEPENDENTES
- Disciplina: História Série - 8º
ano
Escola:_______________________________________________-
Aluno:_______________________________________________
- Prof:_________________________________________________

Conceituar:
1. 15 DE NOVEMBRO.
2. ABERTURA DOS PORTOS
3. BLOQUEIO CONTINENTAL
4. BURGUESIA
5. CAPITALISMO
6. CAPITALISMO INDUSTRIAL
7. CIDADANIA
8. COLONIALISMO
9. CONJURAÇÃO BAIANA
10. EMIGRAÇÃO
11. ESCRAVISMO
12. ESTADO LAICO
13. ESTADO MONÁRQUICO
14. GOLPE DA MAIORIDADE.
15. GUERRA DO PARAGUAI
16. HAITIANISMO
17. II REINADO.
18. ILUMINISMO
19. IMIGRAÇÃO
20. INCONFIDÊNCIA MINEIRA
21. LATIFÚNDIOS
22. MIGRAÇÃO
23. MOVIMENTOS OPERÁRIOS
24. PERÍODO JOANINO
25. PERÍODO REGENCIAL
26. PODER MODERADOR
27. PRIMEIRO REINADO.
28. QUEDA DA MONARQUIA
29. REVOLTAS REGENCIAIS.
30. REVOLUÇÃO AMERICANA
31. REVOLUÇÃO DO PORTO
32. REVOLUÇÃO FRANCESA
33. TRABALHO ESCRAVO
34. TRABALHO-LIVRE
35. URBANIZAÇÃO
36. VINDA DA CORTE PARA O BRASIL
37. VOTO CENSITÁRIO.

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ª aula - SE SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO NOTA:
_________________________
E.E.” ______________________________________________”

AVALIAÇÃO DE ESTUDOS INDEPENDENTES DE HISTÓRIA

PROFESSOR (A): Série: 8 TURMA: DATA:

ALUNO (A) NÚMERO:

1.

2.

3. Sobre o contexto histórico dos quadrinhos ao


lado pode-se marcar como verdadeiras as
seguintes alternativas
I. Se relaciona a vinda da Família Real para o
Brasil.
II. Deu inicio ao posso de emancipação brasileira.
III. Se relaciona ao desrespeito ao bloqueio
continental
IV. Se relaciona a invasão francesa em Portugal
Estão corretas
a) apenas I e II b) I, II, III e IV
c) apenas III e IV d) apenas I e III
TEXTO: Quinze de novembro 4. Considere os itens a seguir. O fenômeno descrito
Deodoro todo nos trinques I. A guerra mostrou as contradições do Império no poema pode-se
Bate na porta de Dão Pedro Segundo. brasileiro: a escravidão começou a ser associar a Guerra do
" - Seu imperador, dê o fora questionada com grande intensidade. Paraguai. Sobre o
que nós queremos tomar conta desta bugiganga. II. Com a guerra, o Exército brasileiro, ao se assunto é correto
Mande vir os músicos." fortalecer, tomou consciência de seu poder, SOMENTE o que está
O imperador bocejando responde: recusando as lideranças civis que ocupavam afirmado em
"Pois não meus filhos não se avexem as pastas militares. a) I, II e III.
me deixem calçar as chinelas III. A guerra abalou os fundamentos do b) I e III.
podem entrar à vontade: Império. O declínio da monarquia foi c) apenas I.
só peço que não me bulam nas obras completas de concomitante à guerra e as críticas atingiram d) apenas II.
Victor Hugo". (Murilo Mendes. "História do Brasil. Poemas." Rio de Janeiro: seu ponto vital, a escravidão.

5. Esse voto imposto pelos “coronéis” contra a


vontade do eleitor ficou conhecido como
a) Voto de cabresto
b) Voto fantasma
c) Voto do cacete
d) Voto universal

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Durante o coronelismo, o coronel utilizava seu poder econômico 6. De acordo com o texto pode-se inferir que o coronel
para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. usava até mesmo (a) tinha esse titulo por causa do grande posto que
a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos ocupava no exército
candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores (b) tinha esse titulo porque era um fazendeiro
eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que poderoso e fazia as leis nas suas terras
votasse nos candidatos indicados. O coronel também utilizava outros (c) era o mais alto posto do exército da época, por
"recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: votos isso, podia interferir na politica.
fantasmas, troca de favores e outras fraudes eleitorais. (d) não participava da política do país por ser militar
7. Leia as informações sobre a 1a Constituição da República para responder a questão.
A Constituição de 1891 foi a primeira Constituição Republicana. Após o Além das características apresentadas no texto
início da República havia a necessidade da elaboração de uma nova ao lado a primeira constituição da República
Constituição, pois a antiga ainda tinha ideais da monarquia. A constituição instituiu no Brasil
de 1891 garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse algumas (a) o presidencialismo e o voto aberto.
limitações, pois representava os interesses das elites agrárias do país, (b) o imperialismo e o voto secreto
implantou o voto universal para os cidadãos (mulheres, analfabetos, (c) o parlamentarismo e o voto feminino
militares de baixa patente ficavam de fora ). (d) a ditadura e o voto de cabresto
8. Leia as informações para responder a questão.
Em 15 de novembro de 1889, aconteceu a O período da história onde esses dois presidentes
Proclamação da República, liderada pelo Marechal governaram ficou conhecido como
Deodoro da Fonseca, que também foi o primeiro (a) Aliança Liberal (b) Coronelismo
presidente do Brasil. Em 1891, renunciou e quem (c) República da Espada (d) Política dos Governadores
assumiu foi o vice-presidente Floriano Peixoto.
9. Proclamada a República inicia-se um novo período na História política do Brasil: “A República Velha ou Primeira
República”. A respeito dos primórdios da República é correto afirmar. A fase e o primeiro presidente da República
foram respectivamente
a)República Oligárquica e Hermes da Fonseca b)República da Espada e Deodoro da Fonseca
c)República da Espada e Floriano Peixoto d)República Oligárquica e Prudente de Morais

10. A partir da análise da charge acima, diga que


característica da monarquia está explicita.
a) o poder supremo é exercido por um monarca
b) A transmissão do cargo é hereditária 12. O “liberdade! liberdade! e o #perdeudompedroII fazem referência
c) O voto universal, mas facultativo. a) a vitória de Deodoro da Fonseca para presidente do Brasil;
d) todo o poder emana do povo b) ao fim da República no Brasil e expulsão de D. Pedro II;
c) ao fim do império no Brasil e total liberdade em relação a Portugal;
Ninguém pode ser d) a independência do Brasil e inicio do Império.
Eu sou um
cidadão. cidadão ganhando
pouco réis! FORA!

13. A imagem acima faz referência a que período da História do


Brasil?
a) fim do primeiro Reinado e inicio do segundo Reinado.
11. A charge acima refere-se b) fim do II Reinado e inicio da República.
a) ás eleições diretas. b) ao voto censitário. c) assassinato do rei e inicio da ditadura Militar.
c) ás eleições indiretas. d) ao voto universal d) Independência do Brasil e inicio do I Reinado.
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Tem início em 7 de setembro de 1822 com a proclamação de Independência do Brasil por D. Pedro I. O término
deste período é a Proclamação da República, ocorrida no RJ, em 15 de novembro de 1889. Durante esta época, o
Brasil foi governado por dois imperadores: D.Pedro I (de 1822 até 1831) e D.Pedro II (de 1840 até 1889).
14.O período a que se refere o texto acima é
Brasil Império c) Brasil República
Brasil Colônia d) Brasil Pré-colônia

“A Guerra chegara ao fim, Caxias teve participação 15. O texto refere-se ao conflito externo em que se
fundamental. As cidades, as vilas, as aldeias estavam envolveu o Império Brasileiro, conhecido como a
despovoadas. Sobrevivera um quarto da população – Guerra:
cerca de duzentas mil pessoas – noventa por cento do a) da Cisplatina.v b) do Chaco.
sexo feminino. Dos vinte mil homens ainda com vida, c) de Canudos. d) do Paraguai.
setenta e cinco por cento eram velhos acima de sessenta
anos ou garotos menores de dez anos. Os próprios 16. O militar que comandou as forças dos três países
aliados ficaram abismados com a enormidade da contra o Paraguai recebeu, décadas depois, o título de
catástrofe, a maior sucedida num país americano” – “patrono do Exército brasileiro”. Quem foi ele?
Mânlio Gancogni e Ivan Boris.
a) General Osório b) Almirante Barroso
c) Duque de Caxias d) Bartolomeu Mitre
Nove anos após a Independência do Brasil, a governo de D.Pedro I estava desgastado. O descontentamento
popular com a situação social do país era grande. O autoritarismo do imperador deixava parte da elite política
descontente. A derrota na Guerra da Cisplatina gerou prejuízos e as revoltas de oposição desgastaram a imagem
do governo imperial. Ainda teve o assassinato do jornalista Libero Badaró que era forte crítico do governo, a polícia
não encontrou o assassino, mas a desconfiança recaiu sobre o governo imperial. Após retornar de uma viagem a
MG, D.Pedro I foi recebido com protestos. Alguns jogaram garrafas no imperador, conflito que ficou conhecido
como “A Noite das Garrafadas”. D. Pedro não tinha mais autoridade e forças políticas para se manter no poder,
abdicou em favor de seu filho de apenas 5 anos e viajou para a Europa.
17. O tema central do texto acima é
a Noite das Garrafadas (c) a insatisfação com o governo de D. Pedro I
a Guerra da Cisplatina (b) o autoritarismo de D. Pedro I

Os políticos e grande parte da população acreditavam que a crise da regência era fruto da falta de um imperador
forte e com poderes para enfrentar a situação.  Em 1840, foi antecipada a maioridade de D. Pedro II (antes de
completar 14 anos) e declarado o fim das regências. Esse episódio ficou conhecido como o Golpe da Maioridade.
Foi uma forma de dar poder e autoridade ao jovem imperador para que as revoltas pudessem ser debeladas e a
ordem restaurada no Brasil.
18. O tema central e secundário do texto é
a) Golpe da Maioridade e fim do Período Regencial (c) Crise regencial e fim da Regência
b) Golpe da Maioridade e fim do império (d) Revoltas regenciais e restauração do governo de D. Pedro II

A crise do 2º Reinado pode ser entendida através de algumas questões:


- Interferência de D.Pedro II em questões religiosas; - Críticas e oposição feitas pelo Exército.
- A classe média desejava mais liberdade e maior participaçãopolítica, por isso apoiava a República;
- Falta de apoio dos cafeicultores, que desejavam maior poder político, já que tinham grande poder econômico,
alem da insatisfação com a abolição da escravatura que diminuiu os lucros dos fazendeiros. Em 15 de novembro
de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República. No dia 18, D.Pedro II e a família imperial
voltaram para a Europa. Era o começo da República Brasileira com Marechal Deodoro da Fonseca assumindo a
presidencia do Brasil
19. De acordo com o texto acima pode se inferir que, exceto
a. a abolição da escravidão foi uma das causas da crise do II Império.
b. a proclamação da república foi a principal consequência da crise do império
c. Marechal Deodoro do Fonseca foi apoiado por monarquistas e republicanos.
d. os cafeicultores e a classe media apoiavam a republica porque queria mais participação na politica do país.

20. A Primeira Constituição do Brasil definiu leis para o processo eleitoral no país. De acordo com ela, só poderiam
votar os grandes proprietários de terras, do sexo masculino e com mais de 25 anos. Para ser candidato também era
necessário comprovar alta renda).
Sobre o texto acima, marque a alternativa verdadeira.
a. O voto era censitário e para poucos (c) O voto era universal e para maiores de 25 anos
b. Negro votava desde que tivesse dinheiro (d) Mulheres de baixa renda não votavam apenas as ricas.

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21. Qual foi a consequência de D. Pedro I ter ficado no
Brasil?
a) fim do império no Brasil
c) Revolta do Porto
b) Independência do Brasil
d) Proclamação da República

22. Leia os fatos abaixo. Todos fizeram parte da época do Brasil Império, que fato ocorreu primeiro.
(a) D.Pedro I proclama a Independência do Brasil
(b) D.Pedro I é aclamado imperador do Brasil.
(c) D.Pedro I outorga a Primeira Constituição Brasileira
(d) O nome oficial do país muda de Brasil para Império do Brasil.

23. Este foi outro fato que contribuiu para aumentar o descontentamento e a oposição ao governo de D.Pedro I, o
Brasil se envolveu em um conflito no qual uma província brasileira (atual Uruguai) reivindicava a independência. A
guerra gerou muitas mortes e gastos financeiros para o império. Derrotado, o Brasil teve que reconhecer a
independência dessa província que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.
O texto acima refere-se a
(a)Guerra da Cisplatina
(b) Confederação do Equador
(c) Guerra dos farrapos
(d) Independência do Brasil

24. Leia o seguinte trecho:


“A guerra exterminou quase uma geração de paraguaios, arrasou povoados, fortificações e hipotecou o futuro da
arruinada nação”, escreveu o argentino Alejandro Maciel em "O Livro da Guerra Grande".
Assinale a alternativa incorreta:
a) Após a vitória sobre o Paraguai, o Exército brasileiro ficou fortalecido, e a monarquia, enfraquecida.
b) A guerra impôs ao Paraguai uma forte retração demográfica.
c) O presidente da Argentina apoiou a intervenção brasileira no Uruguai.
d) O Paraguai não possuía indústrias nem ferrovias, por isso não sofreu grandes perdas materiais com a guerra.
25. O chargista Ângelo Agostini, foi um crítico da
escravidão no Brasil, uma de suas charges trazia os
seguintes dizeres: Preto e amarello. É possível que
haja quem entenda que a nossa lavoura só pode ser
sustentada por essas duas raças tão feias! Mau gosto!
Sua visão reforça o pensamento da época, firmado em
uma_____________________________onde a raça
branca era considerada superior.

a. Hierarquia das raças


b. Branqueamento
c. Democracia racial
d. Preconceito

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GABARITO
1. 3,1,2,

2. a( ) (x)
2b(x ) ( ) ( )
3. b
4. a
5. a
6. b
7. A
8. C
9. b
10. a
11. b
12. c
13. b
14. a
15.d
16.c
17.c
18. b
19.c
20.a
21.b
22. a
23. a
24. d
25. a

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