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Formação em Teologia

Volume 01

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Formação em Teologia

Teologia do Antigo Testamento

I Uma Viagem ao Antigo Testamento


Teologia é a ciência que trata do conhecimento de Deus, das questões de
abrangência divina. A teologia do Antigo Testamento envolve, principalmente, a
parte histórica do povo hebreu, sua cultura, costumes, comportamento e sua
(re)educação, a partir da lei mosaica e sua relação pactual de aliança com Deus,
desde Abraão e o clã de seu neto Israel (Jacó), iniciado com seus doze filhos. É
nessa dinâmica, dos primeiros estágios da humanidade e da nação israelita, que se
percebe Deus surgir na História se apresentando como o Criador de tudo e se
revelando ao homem, por sonhos, visões e palavras, através das histórias íntimas
das pessoas ao longo do texto bíblico, chegando ao ponto de mostrar-se
literalmente (Teofania). A Teologia se encarrega destas coisas.
A Bíblia, especificamente o Antigo Testamento, precisa ser entendida como
um livro escrito por um pai para os seus filhos. Um pai que se interessa pelos seus
filhos, mesmo quando estes agem com intenções de se afastar, e que de uma forma
amorosa estende seus braços, chamando os filhos de volta ao seu convívio, ao
mesmo tempo, não nos damos conta da importância de entender o que significa ter
um Deus criador.
Muitas vezes, quando estamos diante das páginas do Antigo Testamento,
ficamos confusos, sem saber por onde começar e como interpretar ou como sanar
essas questões. Nossa viagem ao longo destas aulas e conversas servirá para
descortinar muitas verdades das Escrituras, e desejamos que você olhe para o
Antigo Testamento de uma forma diferente e nova, trazendo cada vez mais sentido
à sua vida e ministério.

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II O Deus que tem prazer em sua criação


A história humana começa a ser contada por um Deus que teve alegria em
criar. E na Bíblia, vemos a reação desse Deus Pai criador para cada coisa criada:
“... e viu Deus que era bom.”! Até que chega o momento de fazer o ser humano
(Adão e Eva), o ápice da criação, e a expressão parece ter um peso ainda mais forte:
“... e viu Deus que era muito bom.” (Gênesis 1:31). É maravilhosa a ideia de que Deus
tem prazer em criar o ser humano, e que a todo tempo Ele se inclina em sua direção
para continuar ao seu lado. Por outro lado, a história da criação também é marcada
por separação, que se dá pela atitude do homem, que decide viver de forma
independente, em desobediência a vontade de Deus para viver a própria vontade.

III O efeito da queda e do pecado


Após a entrada do pecado, vemos os efeitos dessa queda na vida humana.
Assassinato (Caim mata o irmão, Abel), mais distanciamento de Deus, e logo,
expansão da sociedade e das cidades, já comprometidas em suas estruturas,
carnais, e do mesmo modo, a partir de agora os relacionamentos são impactados
pelo resultado da queda e do pecado. É neste cenário, de crescimento e
multiplicação do ser humano, cumprindo (de maneira torta) a direção de Deus, que
encontramos o nosso primeiro personagem. O caminho de volta, para o ser humano
que foi expulso do jardim, começa na pessoa de Abraão, em seu contexto da vida,
havia várias nações e etnias, que não tinham temor ao único e verdadeiro Deus,
sendo as mais proeminentes os cananeus e os filisteus, com grande participação
na história do povo de Deus.
E mais tarde, o primeiro nome que esse povo de Deus recebe é “Hebreu”,
uma palavra que faz referência a um grupo de pessoas nômades, que viaja de lugar
a lugar sem território fixo. Porém, havia uma disputa entre estes três povos
(cananeus, filisteus e hebreus) pela ocupação de terras, marcadas perto do Mar
Mediterrâneo, território filisteu conhecido hoje como Palestina.

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Mas, afinal de contas, a quem pertence esta terra? Será dos hebreus,
chamado povo de Deus? Dos Cananeus? Ou dos Filisteus? Permanece o fato de
que a briga continua até hoje, evidenciada pelo conflito contínuo na região
mediterrânea. Os protagonistas dessa luta, que se arrasta por milênios, são os
mesmos do passado: israelenses, que têm sua origem no povo hebreu;
descendentes de cananeus e palestinos (antes conhecidos como filisteus).

IV O caminho de retorno ao Pai


Talvez não por coincidência, o caminho de Abraão começa na cidade-estado
de Ur, capital da Caldéia e polo do turismo religioso da época, na região suméria
dentro da Mesopotâmia (atual Iraque), e tem seu destino final em Canaã. Num
cenário de conflitos, idolatria e tensão entre tribos, Abraão emerge como aquele
que toma o caminho de volta aos braços do Deus criador, e é tido pelos estudiosos
como um patriarca. A palavra “Patriarca” é frequentemente usada em
ministrações, pregações e livros, mas qual é o seu significado? Os patriarcas foram
os primeiros homens da história de Israel, são os “pais” da nação, personagens
essenciais pois são o fundamento da construção do povo chamado Israel, e que
posteriormente seria conhecido como o povo judeu (Judá). O primeiro patriarca é
justamente Abraão, o homem que recebeu um chamado para sair do meio do
conforto e segurança da sua família, afastar-se dos seus pais e origem, e viver em
lugares desconhecidos, para dar início ao povo (família) que Deus havia planejado.
A vida de Abraão precisa afetar nosso coração e fé de forma significativa.

Abraão - A história de Abraão mostra o que é mergulhar no desconhecido. Sem


saber o que esperar, aceitou pegar a sua bagagem e seguir viagem para onde Deus
mostraria. Abraão marca o início da história de um povo que precisa se movimentar
na direção dada por Deus (e que também tem que parar se quiser ouvi-lo).

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Abraão recebe uma promessa: A partir da sua descendência todas as


famílias seriam abençoadas. Além disso, recebeu a promessa de que ele seria pai
de uma grande nação, uma multidão de pessoas, no entanto, sabemos que a
história possui complicações, tanto Abraão quanto Sara já tinham idade avançada,
e até então não tinham filhos. Sabendo que o nome “Abraão” significa “Pai de
multidões”, coloque-se no lugar dele por um instante, como você se sentiria, ao
saber que seu nome significa que você é o pai de centenas, mas já tem cem anos
de vida completados e ainda não tem filhos? Imagine o questionamento e o
sofrimento de Abraão, pensando sempre “Não tenho filhos.”
Numa terra distante e mesmo nessa situação tão contrária e delicada, ele
tinha certeza de que o seu Deus iria prover. Ao observar a passagem referente à
ida de Abraão ao monte, para fazer o sacrifício que Deus havia pedido, sabendo
que Deus proveria, enxergamos a fé profunda no coração deste homem. Por mais
que sua identidade como pai das nações ainda não houvesse se materializado,
Abraão estava convicto de seu nome e seu propósito, ele tinha certeza de que em
algum momento da sua história se transformaria no pai de uma multidão.

Isaque - Isaque é o segundo patriarca, justamente o filho da promessa. Ele chega


após Deus ajudar Sara a superar a esterilidade, num evento milagroso, que só o
Espírito de Deus pode produzir no ser humano. Isaque é o menino do altar, que
cresce, se torna homem e marca um período de passagem, levando a promessa de
seu pai até o ponto do cumprimento.
Teve dois filhos, Esaú e Jacó, com características muito diferentes, enquanto
um era caçador, o outro era mais ligado à terra. Na ocasião em que a promessa de
Deus chegou sobre a vida de Jacó, ele se tornou o sucessor de Isaque, como o
terceiro patriarca.

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Jacó - A vida de Jacó é marcada por confusões (em sua maioria, criadas por ele
mesmo, diga-se de passagem). Começou engando o pai, e também ao seu irmão,
com a finalidade de conseguir o direito da primogenitura. Jacó é a história de um
trapaceiro sendo transformado num príncipe. E é muito significativo que a futura
nação de Israel comece por ele, e assim, alguém sempre envolto em conflito,
desordem e engano, tornado alguém justo e nobre, que realmente deu início a
dinastia de Israel. A Bíblia relata os três grandes conflitos da vida de Jacó, para
além dos problemas familiares, ele se meteu numa briga com um anjo, no entanto,
é a partir desse episódio que Jacó tem o seu nome mudado para Israel, tem seu
caráter transformado e tem sua vida redefinida.

V Os hebreus
O próximo ponto da história se encontra em José (possível quarto patriarca),
o filho preferido de Israel (Jacó). Uma preferência que causou extremo ciúme nos
outros irmãos, o que por sua vez, criou a rixa no relacionamento e fez os irmãos
venderem José, que vai parar no Egito. Somente após muitos anos, quando uma
fome muito grande alcança toda aquela região, acontece o “reencontro”. O pai de
José, Israel, pede a seus outros filhos para irem até o Egito conseguir mantimentos,
chegando lá, eles encontram o administrador egípcio, que é ninguém menos que
José, irreconhecível (pelo passar do tempo, roupas e costumes). Um estranho que
na verdade é o mesmo menino que tinha sido vendido por estes irmãos.
Mas agora seria diferente, pois naquela ocasião ele ocupara um cargo de
grande importância no Egito. Através da figura de José vemos uma das mais
incríveis narrativas sobre perdão na Bíblia. O (re)encontro com os irmãos, um
genuíno arrependimento por parte deles, e genuína compaixão por parte de José.
No fim, toda a família pôde superar a escassez que tinha se abatido sobre a região
durante aquele período. O perdão que venceu a fome.

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O que acontece a seguir é que este povo começa a se multiplicar de forma


extraordinária, vivendo na região do Egito. A princípio, gozaram de um período de
grande paz e equilíbrio. Enquanto José era próximo do faraó, seu povo era bem
tratado e crescia com muita prosperidade. Todavia, anos depois da morte de José,
outros faraós subiram ao poder, e eram líderes que não conheciam a história de
José e nem a forma como ele havia abençoado todo o Egito. É neste período que o
povo de Israel começa a ser castigado e escravizado, foram explorados pelos
egípcios como mão-de-obra nas grandes construções e em todo tipo de serviço.

“Disse o SENHOR: Certamente tenho observado a opressão


e a miséria sobre meu povo no Egito, tenho ouvido seu
clamor, por causa dos seus feitores, e sei o quanto estão
padecendo”. (Êxodo 3: 7)

O sofrimento tornou-se proporcional ao crescimento, o que levou o povo a


clamar a Deus, que ouviu e levantou a Moisés, uma figura estratégica na história.

“Vem agora, pois eu te enviarei a Faraó para que tires o meu


povo (os filhos de Israel) do Egito.” (Êxodo 3: 10)

Moisés foi criado na corte egípcia, formado em toda cultura e conhecimento


para ser um príncipe do Egito. Porém, em determinado momento ele é chamado
por Deus para libertar o povo de Israel. O grande plano de libertação se desenrolou
durante os confrontos entre Moisés e o faraó, dos quais decorriam as ações do
próprio Deus. De fato, sabemos que a mão de Deus pesou sobre o Egito, com dureza
e severidade. E além de obrigarem o povo hebreu a séculos de servidão, o Egito era
uma nação politeísta e idólatra. A intenção de Deus era de finalmente libertar o Seu
povo também para prestar culto.

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Ao longo de 40 anos, esse povo, finalmente livre, peregrinou no deserto,


onde aprendeu a se relacionar com Deus e a experimentar os Seus milagres. Desde
a abertura do Mar Vermelho, às codornizes e o maná, à entrega da tábua da lei e a
Arca da Aliança; em cada episódio o povo vai aprender a andar com Deus, que os
chama para uma aliança íntima com Ele, um pacto familiar. O objetivo era que a
partir de Israel todos os outros povos poderiam conhecer ao Deus todo-poderoso.

VI Juízes e reis
O sucessor de Moisés é Josué, e por meio da sua liderança o povo finalmente
chegou ao lar prometido por Deus, inaugurando-se uma nova fase, a época dos
juízes. Eles chegam, lutam e, pela graça de Deus, conquistam, são divididos em
tribos e repartem a herança da terra, tudo através da liderança de Josué:

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor,


escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a que serviram
vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos
amorreus, em cuja terra habitais; porém, eu e minha casa
serviremos ao Senhor.” (Josué 24: 15)

Cada uma das tribos tinha uma liderança específica, porém, questões mais
importantes eram resolvidas, de forma centralizada, pelos juízes. E entre eles pode-
se apontar figuras importantes, como Débora, Sansão e Otoniel, homens e
mulheres de Deus que foram usados para conduzir a, agora, nação de Israel.
Mais à frente na história, quando o juiz era o sacerdote Samuel, o povo pede
um rei porque as nações ao redor tinham um monarca, exceto Israel. É importante
notar que este era um desejo do povo, não de Deus (o que também fala muito a
nosso respeito). E o primeiro rei de Israel é escolhido: Saul.

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“Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel,


quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E
Samuel orou ao Senhor.” (1 Samuel 8: 6)

O texto relata que Saul se destacava entre as fileiras de Israel (1 Sm 9), um


homem grande, porém, não teve um reinado aprovado, fez algumas coisas boas,
mas a confusão do seu coração criou angústia e pecado, contaminando suas ações
como rei, e isso o levou a fazer o que era mal aos olhos do Senhor.
O sucessor de Saul é tido pela Bíblia como o melhor rei da história de Israel,
referindo- se a Davi. A aliança de Deus com Davi se estendia à sua própria casa, o
que mostra o quanto era especial e singular. Ele conquistou reinos e prosperou,
mais ainda, intentou em seu coração construir uma casa a Deus, que permitiu que
o filho dele, Salomão, fosse o responsável pela construção do templo.
Os três primeiros reis de Israel foram Saul, Davi e Salomão. Saul fez o que
desagradou ao Senhor. Davi, por sua vez, é considerado pela Bíblia um homem
segundo o coração de Deus, e embora houvesse pecado, tinha um coração
quebrantado. A marca do reinado de Davi foi expansão, a partir da conquista de
novos territórios, e Salomão, seu filho e sucessor, irá finalmente realizar o sonho do
seu pai: construir um templo. Salomão foi um homem conhecido pela sabedoria,
sob seu reinado, Israel alcançou o máximo de sua expansão e influência, mas após
seu reinado o cenário sofre modificações dramáticas, pois os seus filhos dividem a
nação em dois, Reino do Norte e Reino do Sul.
O reino do Norte começou a fazer atrocidades, e todos os seus reis
afastaram-se do Senhor, até que o Reino do Norte foi exilado na Assíria, local de
sua destruição e juízo de Deus. Já o Reino do Sul oscilou entre bons e maus reis,
ora governantes com temor, ora reis idólatras, até que o Reino do Sul também foi
destruído e Jerusalém invadida pelos babilônios. Samaria era a capital do reino do
Norte e foi invadida pela Assíria. Ambos foram completamente derrotados.

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VII Profetas
Neste tempo, surgem os profetas. Homens de Deus direcionados a levar a
revelação divina aos governantes, sacerdotes e ao povo. O intuito era impedir que
se distanciassem do caminho do Senhor. Jeremias, Joel, Obadias e vários outros,
funcionaram como atalaias para que Israel não se desviasse do caminho da
Verdade. É somente no exílio que o povo finalmente entende a consequência da
idolatria, que é a destruição do relacionamento entre o homem e Deus.
No decorrer da história, Deus sempre usou pessoas específicas para falar
ao seu povo, e entre os últimos personagens que se destacam, estão Esdras e
Neemias, dois homens que foram usados ainda no contexto de exílio, voltando a
Israel para reconstruir a cidade e os muros de Jerusalém. Esdras e Neemias são
figuras emblemáticas, fundamentais no caminho de volta do povo de Deus. Eles
atuaram na jornada de arrependimento do povo, isto é, na reconstrução do
relacionamento íntimo com o Deus criador. Lembramos que esta história da volta
começou em Abraão, sendo assim, entre altos e baixos, idas e vindas, o povo ora se
aproxima e ora se distancia. Mas é em Esdras e Neemias que vemos um povo
finalmente sendo liberto de toda a carga de idolatria, e se conscientizando que só
existe um único Deus merecedor do nosso louvor e da nossa adoração. O Antigo
Testamento termina com os profetas, justamente para enfatizar o clamor e
advertência ao povo de Deus. A mensagem é para que não caíssem em armadilhas
e na tentação de viver de braços dados com a idolatria.
Toda a Bíblia conta a história de um Deus interessado em nos trazer de volta.
Cada vez que o povo se distanciava, fosse por idolatria, fosse por guerras, a história
mostra homens e mulheres de Deus que foram usados para que o povo voltasse
aos caminhos do Senhor. Da mesma forma que vemos Neemias sendo aquele que
vai concretizar a reconstrução dos muros, vemos a figura do profeta Zacarias
incentivando os líderes judeus a reconstruírem a sua memória e identidade.

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Os muros foram reconstruídos e a cidade também, como fruto do favor do


Deus que continua interessado por seu povo. Ler o Antigo Testamento é necessário
para remover as escamas dos nossos olhos, é de suma importância enxergar o
quanto Deus continua interessado em trazer você para mais perto Dele, porém,
muitas vezes nós somos levados a acreditar que precisamos correr atrás de Deus,
como se Deus estivesse perdido em algum lugar e nós tivéssemos que correr e nos
esforçar para encontrá-lo. Sobretudo, ao ler de maneira cuidadosa o Antigo
Testamento, conhecemos um Deus que oferece um testemunho contrário às
percepções e pretensões do nosso coração, e em Abraão nos deparamos com um
Deus que nos chama de volta e que desde a no jardim está nos buscando.

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Bibliografia:
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Udo Fuchs, Robinson Malkomes. - São Paulo: Edições Vida Nova,2001.

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Carson G. K. BEALE E D. A. - Comentário do Uso do Antigo Testamento no Novo


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Bush, Frederic W.; Hubbard, David A.; Lasor, Willians - Introdução ao Antigo Testamento.

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Cadeia Temática. São Paulo: Editora Vida, 1996

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