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dos autores conforme legislação vigente.

Março/2010

Compensação e restituição de contribuição previdenciária e reembolso de salário-família e salário-maternidade
Sumário:

1. Introdução:...................................................................................................01 2.Restituição.....................................................................................................03 3. Salário- família e salário-maternidade – reembolso.................................22 4.Compensação...............................................................................................34 5. Empresa optante pelo simples - retenção indevida - período de 1º.01.2000 a 31.08.2002....................................................................................38 6. Processo de restituição e reembolso – decisão.......................................38 7. Valoração de créditos..................................................................................38 8.Pagamento.....................................................................................................39 9. Retificação do pedido de restituição ou reembolso.................................40 10. Desistência de pedido de restituição e de pedido de reembolso.........40 11. Devolução de contribuições previdenciárias arrecadadas indevidamente ou a maior incidentes sobre a remuneração do exercente de mandato eletivo, inclusive a relativa ao período de 1º a 18.09.2004.........................................................................................................40 Anexos:.............................................................................................................46

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Compensação e restituição de contribuição previdenciária e reembolso de saláriofamília e salário-maternidade

1. Introdução: Havendo o recolhimento de valores indevidos ou a maior do que o devido à Previdência Social, de atualização monetária, de multa ou de juros de mora, é facultado ao sujeito passivo optar pela compensação ou pelo pedido de restituição, observadas as condições previstas na legislação. Restituição é o procedimento administrativo mediante o qual o sujeito passivo é ressarcido pela Receita Federal do Brasil (RFB) dos valores recolhidos indevidamente a título de contribuição previdenciária ou para outras entidades ou fundos (Terceiros). Compensação é o procedimento facultativo pelo qual o sujeito passivo se ressarce de valores pagos indevidamente, deduzindo-os das contribuições devidas à Previdência Social. O direito à compensação, via de regra, está condicionado à comprovação do recolhimento ou do pagamento do valor a ser compensado. Recolhimento previdenciário das empresas: De acordo com art. 22 da Lei nº 8.212/1991, o empregador não optante pelo Simples suportará os seguintes encargos previdenciário, incidentes sobre sua folha de pagamento: a) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa; b) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços; c) para financiamento da aposentadoria especial e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (GIIL-RAT), incidentes sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, correspondente à aplicação dos seguintes percentuais: c.1) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve; c.2) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio;

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c.3) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave.

d) 15% (quinze por cento) sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho; e e) recolhimento destinado a outras entidades (terceiros), como por exemplo, INCRA, SENAR, SESC, SESCOOP, entre outros. A alíquota será fixada de acordo com o enquadramento do Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS), que deverá ser realizado pela própria empresa levando em consideração a atividade desenvolvida. Assim, cada empresa fica responsável por identificar sua atividade e realizar o enquadramento ocorre conforme o código FPAS (Fundo de Previdência e Assistência Social). Este enquadramento, realizado com base nas orientações contidas nos Anexos II e III da Instrução Normativa MPS/SRP nº 836/2008 que definirá o percentual de contribuição, a base de incidência e a vinculação às contribuições destinadas devido a outras entidades, tais como: SESI, SENAI, SEBRAE, SESCOOP, INCRA, SENAC, etc.

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1.1 Compensação e restituição – Abrangência Podem ser compensadas ou restituídas as contribuições e os valores a seguir relacionados: a) contribuição previdenciária das empresas e equiparadas, incidente sobre a remuneração paga ou creditada aos segurados a seu serviço,bem como sobre o valor bruto da nota fiscal ou atura de prestação de serviços relativa a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho; b) contribuição previdenciária dos empregadores domésticos; c) contribuição previdenciária dos trabalhadores, incidente sobre seu salário-decontribuição; d) contribuições instituídas a título de substituição; e) valores referentes à retenção previdenciária na cessão de mão de obra e na empreitada; e f) contribuições recolhidas para outras entidades ou fundos (Sesi, Senai, Sest, Senat, Sescoop etc.). 2. Restituição Poderão ser restituídas pela RFB as quantias recolhidas a título de tributo sob sua administração, bem como outras receitas da União arrecadadas mediante GPS, nas seguintes hipóteses: a) cobrança ou pagamento espontâneo, indevido ou em valor maior do que o devido; b) erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento; c) reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. Também poderão ser restituídas as quantias recolhidas a título de multa e juros moratórios previstos nas leis instituidoras de obrigações tributárias, principais ou acessórias, relativas aos tributos administrados pela RFB. A RFB promoverá a restituição de receitas arrecadadas mediante GPS que não estejam sob sua administração, desde que o direito creditório tenha sido previamente reconhecido pelo órgão ou pela entidade responsável pela administração da receita.

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Compete à RFB efetuar a restituição dos valores recolhidos para outras entidades ou fundos (Terceiros), exceto nos casos de arrecadação direta, realizada mediante convênio. 2.1 Utilização do PER/DCOMP – Hipóteses O programa Pedido de Restituição ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP) somente será utilizado para restituição de contribuição previdenciária recolhida indevidamente ou a maior, ou no pedido de reembolso de salário-família e salário-maternidade. A compensação não é efetuada por meio do programa PER/DCOMP, e sim mediante a Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP/Sefip). A restituição deverá ser efetuada, a requerimento do sujeito passivo, mediante utilização do programa PER/DCOMP. Na impossibilidade de utilização do programa PER/DCOMP, o requerimento será formalizado por meio do formulário Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. Na hipótese de pedido de restituição formulado por representante do sujeito passivo, o requerente deverá apresentar à RFB procuração conferida por instrumento público ou por instrumento particular com firma reconhecida, termo de tutela ou curatela ou, quando for o caso, alvará ou decisão judicial que o autorize a requerer a quantia. Tratando-se de pedido de restituição mediante utilização do programa PER/DCOMP, os documentos em comento serão apresentados à RFB após intimação da autoridade competente para decidir sobre o pedido. Nota O pedido de restituição de tributos administrados pela RFB abrangidos pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei Complementar no 123/2006, deverá ser formalizado por meio do formulário Pedido de Restituição. Ressaltamos, por oportuno, que os formulários anteriormente mencionados somente poderão ser utilizados pelo sujeito passivo nas hipóteses em que a restituição ou o reembolso não possa ser requerido eletronicamente à RFB mediante utilização do programa PER/DCOMP. 2.2 Óbito do contribuinte pessoa física Ocorrendo óbito da pessoa física, inclusive da pessoa física equiparada a empresa, a restituição será efetuada: a) aos dependentes habilitados perante a Previdência Social ou na forma da legislação específica dos servidores civis e militares, nos termos da Lei no 6.858/1980; ou

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b) mediante alvará ou escritura pública expedidos no processo de inventário, se o de cujus deixou bens ou direitos sujeitos a inventário ou arrolamento. 2.3 Sucessão empresarial ou encerramento das atividades da empresa - Restituição Os pedidos de restituição das pessoas jurídicas deverão ser formalizados pelo estabelecimento matriz. No caso de sucessão empresarial, terá legitimidade para pleitear a restituição a empresa sucessora. Havendo encerramento das atividades da empresa, terão legitimidade para pleitear a restituição os sócios que detêm o direito ao crédito, conforme determinado no ato de dissolução. A restituição das contribuições previdenciárias declaradas incorretamente fica condicionada à retificação da declaração, exceto quando o requerente for segurado ou terceiro não responsável por essa declaração. 2.4 Contribuinte individual O contribuinte individual, o empregado doméstico, o segurado especial e o segurado facultativo poderão requerer a restituição de valores pagos indevidamente a título de contribuição social nos seguintes casos: a) em virtude de tempo não reconhecido como filiação obrigatória; b) pagamentos em duplicidade ou a maior; c) pagamentos em gozo de benefícios; e d) demais situações. A restituição será requerida pelo sujeito passivo mediante utilização do programa PER/DCOMP. Na impossibilidade de utilização do programa PER/DCOMP, o requerimento será formalizado por meio do formulário Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. O INSS instruirá os processos de restituição e os encaminhará à unidade da RFB que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo, para análise do direito creditório. Caso haja necessidade de nova análise pelo INSS, a RFB poderá devolver o processo para a unidade do INSS que o instruiu. Em caso de deferimento, total ou parcial do requerimento, o pagamento da restituição será precedido de verificação da existência de débito de tributo em nome do sujeito passivo.

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Cabe à unidade da RFB que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo cientificar o contribuinte da decisão proferida. O recurso contra a decisão que indeferiu ou deferiu parcialmente o requerimento de restituição deverá ser apresentado à unidade da RFB que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo no prazo de 30 dias, contados da data da ciência da decisão. O disposto neste item não se aplica à restituição requerida pelo segurado empregado, ainda que este também contribua como contribuinte individual, empregado doméstico, segurado especial ou segurado facultativo. 2.5 Contribuição previdenciária dos trabalhadores e contribuições a título de substituição Na hipótese das contribuições previdenciárias devidas pelos trabalhadores, incidentes sobre seu salário- de - contribuição e contribuições instituídas a título de substituição, poderão requerer a restituição, desde que lhes tenham sido descontadas indevidamente: a) o empregado, inclusive o doméstico; b) o trabalhador avulso; c) o contribuinte individual; d) o produtor rural pessoa física; e) o segurado especial; e f) a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional. A empresa ou equiparada e o empregador doméstico poderão requerer a restituição do valor descontado indevidamente do contribuinte, caso comprovem o ressarcimento às pessoas físicas ou jurídicas, conforme o caso. 2.6. Retenção indevida ou a maior - Restituição O sujeito passivo que promoveu retenção indevida ou a maior de tributo administrado pela RFB no pagamento ou crédito a pessoa física ou jurídica, efetuou o recolhimento do valor retido e devolveu ao beneficiário a quantia retida indevidamente ou a maior poderá pleitear sua restituição, ressalvadas as retenções previdenciárias, em duplicidade ou a maior, na cessão de mão de obra e na empreitada. A restituição será requerida pelo sujeito passivo mediante utilização do programa PER/DCOMP. Na impossibilidade de utilização do mencionado programa, o requerimento será formalizado por meio do formulário Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. A devolução deverá ser acompanhada:

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a) do estorno, pela fonte pagadora e pelo beneficiário do pagamento ou crédito, dos lançamentos contábeis relativos à retenção indevida ou a maior; b) da retificação, pela fonte pagadora, das declarações já apresentadas à RFB e dos demonstrativos já entregues à pessoa física ou jurídica que sofreu a retenção, nos quais a referida retenção tenha sido informada; c) da retificação, pelo beneficiário do pagamento ou crédito, das declarações já apresentadas à RFB, nas quais a referida retenção tenha sido informada ou utilizada na dedução de tributo.

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Ficha Contribuição Previdenciária Indevida ou a Maior Essa ficha será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores de Contribuição Previdenciária pagos indevidamente ou a maior que o devido, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. O Pedido Eletrônico de Restituição será encaminhado à autoridade da RFB competente para reconhecer direito creditório. Previamente ao referido reconhecimento, a autoridade poderá intimar o contribuinte a apresentar documentos comprobatórios do crédito informado, sem prejuízo de realização de diligência fiscal nos estabelecimentos do contribuinte a fim de que seja verificada, mediante exame de sua escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações prestadas. Na hipótese de Pedido Eletrônico formulado por representante do contribuinte, o requerente deverá encaminhar à RFB, após intimado por autoridade competente para promover a restituição, procuração conferida por instrumento público ou por instrumento particular com firma reconhecida. A Ficha Contribuição Previdenciária Indevida ou a Maior exibe alguns campos inalteráveis que têm o conteúdo captado da Ficha Novo Documento. Os demais campos apresentados na ficha são os seguintes: Caso o detentor do crédito seja uma pessoa jurídica: 1) Campo Valor Original do Crédito Inicial: Se o pedido referir-se a pagamento efetuado indevidamente, esse campo deverá ser preenchido com o valor total da GPS; caso refira-se a pagamento a maior, esse campo deverá ser preenchido com o valor pago a mais que o efetivamente devido. Atenção! O valor informado nesse campo não deverá estar acrescido de juros Selic além do que compõe o valor total da GPS, quando esta possuir Principal, Multa e Juros. 8

2) Campo Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações: Este campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP, correspondendo: • ao somatório da coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações de todos os registros cuja Caixa de Verificação Compensação na sucessora não tenha sido marcada, caso tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento; • ao somatório da coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações, caso não tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento ou não tenha sido marcada a caixa de verificação Crédito de Sucedida na Ficha Novo Documento; 3) Campo Valor Original do Crédito Disponível para Restituição: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a diferença entre os campos Valor Original do Crédito Inicial e Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações. 4) Campo Valor Original do Crédito da sucessora: Campo exibido apenas quando o contribuinte for uma pessoa jurídica e na hipótese de ter sido assinalado o campo Crédito de Sucedida na ficha Novo Documento e, ainda, de ter sido preenchido o campo Situação Especial com a opção Cisão Total ou Cisão Parcial. O campo será preenchido automaticamente com o produto do conteúdo dos campos Percentual e Valor Original do Crédito Disponível para Restituição, que representa a parcela do valor original (sem acréscimo de juros Selic) do crédito relativo a contribuição paga indevidamente ou em valor maior que o devido que, em razão da sucessão, foi transferido à pessoa jurídica em nome da qual está sendo formulado o Pedido Eletrônico de Restituição. 5) Campo Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações na sucessora: Campo exibido apenas quando o contribuinte for uma pessoa jurídica e na hipótese de ter sido assinalado o campo Crédito de Sucedida na ficha Novo Documento e, ainda, de ter sido preenchido o campo Situação Especial com a opção Cisão Total ou Cisão Parcial. O campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com base nos dados da Ficha Compensações. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros para os quais a caixa de verificação Compensação na sucessora estiver marcada. 6) Campo Valor do Pedido de Restituição: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a diferença entre os campos Valor Original do Crédito Inicial e Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações. Na hipótese de ter sido preenchido o campo Situação Especial com a opção Cisão Total ou Cisão Parcial, este campo será automaticamente preenchido com a diferença entre os campos Valor Original do Crédito da Sucessora e Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações na sucessora.

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Caso o detentor do crédito seja uma pessoa física equiparada à empresa: 7) Campo Valor Original do Crédito Inicial: Se o pedido referir-se a pagamento efetuado indevidamente, esse campo deverá ser preenchido com o valor total da GPS; caso refira-se a pagamento a maior, esse campo deverá ser preenchido com o valor pago a mais que o efetivamente devido. Atenção! O valor informado nesse campo não deverá estar acrescido de juros Selic além do que compõe o valor total da GPS, quando esta possuir Principal, Multa e Juros. 8) Campo Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações: Este campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP, correspondendo ao somatório da coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações. 9) Campo Valor do Pedido de Restituição: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a diferença entre os campos Valor Original do Crédito Inicial e Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações. Na hipótese de ter sido preenchido o campo Situação Especial com a opção Cisão Total ou Cisão Parcial, este campo será automaticamente preenchido com a diferença entre os campos Valor Original do Crédito da Sucessora e Valor Original do Crédito Utilizado em Compensações na sucessora. Caso o detentor do crédito seja uma pessoa física: 10) Campo Categoria do Segurado: Escolher, entre as opções oferecidas, a categoria do segurado. Atenção! A pessoa física que se enquadrar em mais de uma categoria, entre as quais uma delas é a de Contribuinte Individual, deverá selecionar a opção Contribuinte Individual no campo Categoria do Segurado. 11) Campo Justificativa do Pedido: Escolher, entre as opções oferecidas, a justificativa do pedido. 12) Campo Número do Benefício: Informe o número do benefício. Esse campo ficará habilitado caso tenha sido selecionada a opção “Segurado em gozo de benefício” no Campo Justificativa do Pedido. 13) Campo Especificação da Justificativa do Pedido “Demais situações”: Esse campo ficará habilitado caso tenha sido selecionada a opção “Demais situações – Especificar” no Campo Justificativa do Pedido. Forneça todos os elementos que comprovem a motivação do pedido. 14) Campo Valor do Pedido de Restituição: Preencha com o valor do crédito apurado.

2.7 Valores referentes à retenção previdenciária na cessão de mão de obra ou empreitada

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A empresa prestadora de serviços que sofreu retenção de contribuições previdenciárias no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços que não optar pela compensação dos valores retidos, na forma a seguir, ou, se, após a compensação, restar saldo em seu favor, poderá requerer a restituição do valor não compensado, desde que a retenção esteja destacada na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços e declarada em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP). Na falta de destaque do valor da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços, a empresa contratada somente poderá receber a restituição pleiteada se comprovar o recolhimento do valor retido pela empresa contratante.

Ficha GPS Essa ficha será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores de Contribuição Previdenciária pagos indevidamente ou a maior que o devido, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. A ficha GPS deverá ser preenchida com os dados do pagamento efetuado indevidamente ou a maior pelo contribuinte, objeto do Pedido Eletrônico de Restituição. Deverão ser incluídas todas as GPS efetivamente recolhidas referentes à Competência informada. Atenção! Se o contribuinte for Pessoa Física na Ficha Novo Documento, a ficha GPS somente será habilitada após o preenchimento do campo Categoria do Segurado, desde que seja selecionada uma categoria diferente de “Empregado” e “Trabalhador Avulso”. Os campos da ficha GPS serão disponibilizados ao contribuinte, após o acionamento do botão “Incluir”, presente no canto superior direito dessa ficha, sendo eles os seguintes:

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1) Código de Pagamento: Preencher com o código da receita a título do qual foi efetuado o pagamento indevido ou a maior, conforme informado na GPS utilizada no pagamento. Se caixa de verificação Recolhimento efetuado em Matrícula CEI estiver marcada na Ficha Novo Documento, o código deverá ser um dos seguintes: 2) Competência: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 3) Identificador: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com: Caso o detentor do crédito seja uma pessoa jurídica: - informação do Campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Novo Documento, caso a caixa de verificação Recolhimento Efetuado em Matrícula CEI não estiver marcada naquela ficha; - informação do campo Matrícula CEI da Ficha Novo Documento, caso a caixa de verificação Recolhimento Efetuado em Matrícula CEI estiver marcada naquela ficha. Caso o detentor do crédito seja uma pessoa física equiparada à empresa: - informação do Campo Matrícula CEI do Detentor do Crédito da Ficha Novo Documento. Caso o detentor do crédito seja uma pessoa física: - informação do Campo Número de Identificação do Trabalhador da Ficha Novo Documento. 4) Valor do INSS: Informar neste campo o valor do INSS informado na GPS utilizada no pagamento, incluindo os centavos. 5) Valor de Outras Entidades: Informar neste campo o valor referente a outras entidades informado na GPS utilizada no pagamento, incluindo os centavos. 6) Valor de ATM, Multa e Juros: Informar neste campo o valor referente a ATM, Multa e Juros informado na GPS utilizada no pagamento, incluindo os centavos. 7) Valor Total da GPS: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP, a partir da soma dos conteúdos dos campos “Valor do INSS”, “Valor de Outras Entidades” e “Valor de ATM, Multa e Juros”. 8) Data da Arrecadação: Informar neste campo a data em que foi efetuado o pagamento indevido ou a maior no formato DD/MM/AAAA, conforme autenticação bancária na GPS utilizada no pagamento. A data deve estar dentro do período que consta no campo Competência e deve ter o formato DD/MM/AAAA. Esta data deve ser igual ou anterior à data de transmissão do Pedido Eletrônico de Restituição. Atenção! A data de arrecadação é a data do pagamento da GPS, constante na autenticação bancária. Os demais dados informados nesta ficha devem ser copiados

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da(s) GPS(s) paga(s), para que a(s) mesma(s) possa(m) ser localizada(s) nos Sistemas da RFB. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de uma determinada GPS, já informada ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha. Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna Data da Arrecadação, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Código de Pagamento, também em ordem crescente.

Ficha Compensações Essa ficha será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores de Contribuição Previdenciária pagos indevidamente ou a maior que o devido, não compensados na GFIP e que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. Nesta ficha serão demonstrados os créditos já compensados em GFIP. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência do Crédito: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo CNPJ/CEI do Detentor do Crédito: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com:

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- informação do Campo Detentor do Crédito da Ficha Novo Documento, caso tenha sido escolhida a opção PF Equiparada à Empresa no campo Contribuinte daquela ficha, ou caso a caixa de verificação Recolhimento Efetuado em Matrícula CEI não estiver marcada naquela ficha; - informação do campo Matrícula CEI da Ficha Novo Documento, caso a caixa de verificação Recolhimento Efetuado em Matrícula CEI estiver marcada naquela ficha. 3) Campo Valor do Crédito Original Compensado: Informar neste campo o valor original do crédito compensado na GFIP, incluindo os centavos. 4) Campo Competência da Compensação: Informar neste campo o ano e o mês da utilização do crédito. O ano deverá compreendido entre o ano do campo Competência da Ficha Novo Documento e o ano do campo Data de Transmissão da Ficha Dados Iniciais. 5) Campo Compensação na sucessora: Esta caixa de verificação somente estará habilitada caso o contribuinte tenha marcado a caixa de verificação Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento. Ela deverá ser marcada caso o crédito da sucedida tenha sido compensado pela sucessora. 6) Campo CNPJ/CEI que utilizou o crédito em compensação: Esta campo somente estará habilitado caso o contribuinte seja pessoa jurídica. Ele deverá ser preenchido pela pessoa jurídica que compensou o crédito com o respectivo CNPJ ou o CEI, conforme o caso. 7) Campo Valor do Crédito Atualizado Informado em GFIP: Informar neste campo o valor do crédito já atualizado até a data de inclusão na GFIP, incluindo os centavos. 8) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora estiverem marcados. 9) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucedida: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora não estiverem marcados. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha.

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Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de uma determinada compensação de valores de Contribuição Previdenciária pagos indevidamente ou a maior que o devido, já informada ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha. Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI do Detentor do Crédito, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Competência da Compensação e pelo valor informado no campo Valor Original Compensado, também em ordem crescente. 2.7 Valores referentes à retenção previdenciária na cessão de mão de obra ou empreitada A empresa prestadora de serviços que sofreu retenção de contribuições previdenciárias no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços que não optar pela compensação dos valores retidos, ou, se, após a compensação, restar saldo em seu favor, poderá requerer a restituição do valor não compensado, desde que a retenção esteja destacada na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços e declarada em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP). Na falta de destaque do valor da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços, a empresa contratada somente poderá receber a restituição pleiteada se comprovar o recolhimento do valor retido pela empresa contratante.

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Ficha Retenção – Lei nº 9.711/98 Essa ficha será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores retidos nos termos da Lei nº 9.711, de 1998, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. A empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho temporário, deverá reter 11% (onze por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços. O valor retido será compensado pelo respectivo estabelecimento da empresa cedente da mão-de-obra, quando do recolhimento das contribuições destinadas à Seguridade Social devidas sobre a folha de pagamento dos segurados a seu serviço. No caso de não ser possível compensar integralmente o valor retido, a pessoa jurídica poderá elaborar o Pedido Eletrônico de Restituição do saldo remanescente. O Pedido Eletrônico de Restituição será encaminhado à autoridade da RFB competente para reconhecer direito creditório. Previamente ao referido reconhecimento, a autoridade poderá intimar o contribuinte a apresentar documentos comprobatórios do crédito informado, sem prejuízo de realização de diligência fiscal nos estabelecimentos do contribuinte a fim de que seja verificada, mediante exame de sua escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações prestadas. Na hipótese de Pedido Eletrônico formulado por representante do contribuinte, o requerente deverá encaminhar à RFB, após intimado por autoridade competente para promover a restituição, procuração conferida por instrumento público ou por instrumento particular com firma reconhecida. A Ficha Retenção – Lei nº 9.711/98 exibe alguns campos inalteráveis que têm o conteúdo captado da Ficha Novo Documento e da Ficha Detalhamento – Retenção – Lei nº 9.711/98. 1) Campo Crédito Passível de Restituição: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a soma dos valores informados no Campo Crédito Apurado, constantes da Ficha Detalhamento – Retenção – Lei nº 9.711/98. 2) Campo Crédito Passível de Restituição da Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao produto do campo Crédito Passível de Restituição pelo campo Percentual. 3) Campo Compensações em Competências Posteriores na sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde a soma dos valores informados no campo Compensação na sucessora, constantes da Ficha Detalhamento – Retenção – Lei nº 9.711/98.

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4) Campo Valor do Pedido de Restituição: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o conteúdo do campo Crédito Passível de Restituição. Na hipótese de crédito de sucedida, será automaticamente preenchido com o resultado da diferença dos campos Crédito Passível de Restituição da sucessora e Compensações em Competências Posteriores na sucessora.

Ficha Detalhamento – Retenção – Lei nº 9.711/98 A Ficha Detalhamento – Retenção – Lei nº 9.711/98 será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores retidos nos termos da Lei nº 9.711, de 1998, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. As colunas constantes dessa ficha são os seguintes: 1) Coluna Competência: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Coluna CNPJ/CEI: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir dos dados informados nas Fichas Contribuição Retida na Fonte e Compensações. Recebe e Agrupa o CNPJ ou o CEI: - dos registros incluídos na Grade da Ficha Contribuição Retida na Fonte; ou - do Detentor do Crédito dos registros incluídos na Grade da Ficha Compensações. 3) Coluna Valor das Retenções: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com somatório do Coluna Valor Retido da Ficha Contribuição Retida na Fonte agrupado por Competência e CNPJ/CEI. 4) Coluna Compensação na própria Competência: Coluna com campos que devem ser preenchidos com o valor da compensação efetuada na competência especificada na correspondente linha da grade. Só aceita zero ou valores positivos. 5) Coluna Compensações em Competências Posteriores: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com: - o somatório da coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações agrupado por CNPJ/CEI do Detentor do Crédito de todos os registros 17

cuja Caixa de Verificação Compensação na sucessora não tenha sido marcada, caso tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento; - o somatório da coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações agrupado por CNPJ/CEI do Detentor do Crédito, caso não tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento ou não tenha sido marcada a caixa de verificação Crédito de Sucedida na Ficha Novo Documento; 6) Coluna Crédito Apurado: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o resultado da fórmula campo Valor das Retenções – (campo Compensação na própria Competência + campo Compensações em Competências Posteriores) aplicada em cada linha da grade.

Ficha Contribuição Retida na Fonte A Ficha Contribuição Retida na Fonte será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores retidos nos termos da Lei nº 9.711, de 1998, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo Código da Receita: Informar neste campo o código da contribuição retida. Se a caixa de Verificação Retenção Efetuada por Órgão/Entidade da Administração Pública não estiver marcada, poderão ser escolhidos os seguintes códigos: • 2631 – Contribuição Retida sobre a NF/Fatura da Empresa Prestadora de Serviço – CNPJ; ou • 2658 – Contribuição Retida sobre a NF/Fatura da Empresa Prestadora de Serviço – CEI.

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Se a caixa de Verificação Retenção Efetuada por Órgão/Entidade da Administração Pública estiver marcada, poderão ser escolhidos os seguintes códigos: • 2640 – Contribuição Retida sobre NF/Fatura da Prestadora de Serviço – CNPJ – Uso Exclusivo do Órgão do Poder Público – Administração Direta, Autarquia e Fundação Federal, Estadual, do Distrito Federal ou Municipal (contratante do serviço); ou • 2682 – Contribuição Retida sobre NF/Fatura da Prestadora de Serviço – CEI (Uso Exclusivo do Órgão do Poder Público – Administração Direta, Autarquia e Fundação Federal, Estadual, do Distrito Federal ou Municipal (contratante do serviço)). 3) Campo CNPJ do Tomador: Informar o CNPJ da pessoa jurídica tomadora do serviço. 4) Campo Nº da Nota Fiscal/Fatura: Informar neste campo o número da Nota Fiscal ou da Fatura de prestação de serviços onde consta o destaque do valor retido. Este campo é numérico, admitindo um máximo de 6 (seis) dígitos. 5) Campo Série/Subsérie: Informar neste campo a série/subsérie da Nota Fiscal especificada no campo Nº da Nota Fiscal/Fatura. Este campo é alfanumérico, admitindo um máximo de 3 (três) dígitos e/ou caracteres. 6) Campo Data de Emissão: Informar neste campo a data de emissão da Nota Fiscal especificada no campo Nº da Nota Fiscal/Fatura. A data deve estar dentro do período que consta no campo Competência e deve ter o formato DD/MM/AAAA. 7) Campo CNPJ/CEI que sofreu a retenção: Se a opção no campo Código da Receita for 2631 ou 2640, este campo deve ser preenchido com a informação do campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Retenção – Lei nº 9.711/98. Se a opção no campo Código da Receita for 2658 ou 2682, este campo deve ser preenchido com a matrícula CEI da obra de construção civil. 8) Campo Valor Bruto: Informar neste campo o valor bruto da Nota Fiscal especificada no campo Nº da Nota Fiscal/Fatura, incluindo os centavos. 9) Campo Valor Retido: Informar neste campo o valor retido destacado na Nota Fiscal especificada no campo Nº da Nota Fiscal/Fatura, incluindo os centavos. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de uma determinada retenção já informada ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha.

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Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI que sofreu a retenção, em ordem crescente, e, secundariamente, pelas Colunas CNPJ do Tomador e Data de Emissão.

Ficha Compensações A Ficha Compensações será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Restituição de valores retidos nos termos da Lei nº 9.711, de 1998, não compensados na GFIP e que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. Nesta ficha serão demonstrados os créditos já compensados em GFIP. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência do Crédito: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo CNPJ/CEI do Detentor do Crédito: Este campo deve ser preenchido com a informação do campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Retenção – Lei nº 9.711/98, ou com a matrícula CEI, conforme o caso. 3) Campo Valor do Crédito Original Compensado: Informar neste campo o valor original do crédito compensado na GFIP, incluindo os centavos. 4) Campo Competência da Compensação: Informar neste campo o ano e o mês da utilização do crédito. O ano deverá compreendido entre o ano do campo Competência da Ficha Novo Documento e o ano do campo Data de Transmissão da Ficha Dados Iniciais. 5) Campo Compensação na sucessora: Esta caixa de verificação somente estará habilitada caso o contribuinte tenha marcado a caixa de verificação Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento. Ela deverá ser marcada caso o crédito da sucedida tenha sido compensado pela sucessora.

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6) Campo CNPJ/CEI que utilizou o crédito em compensação: Esta campo somente estará habilitado caso o contribuinte seja pessoa jurídica. Ele deverá ser preenchido pela pessoa jurídica que compensou o crédito com o respectivo CNPJ ou o CEI, conforme o caso. 7) Campo Valor do Crédito Atualizado Informado em GFIP: Informar neste campo o valor do crédito já atualizado até a data de inclusão na GFIP, incluindo os centavos. 8) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora estiverem marcados. 9) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucedida: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora não estiverem marcados. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de uma determinada retenção já informada ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha. Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI do Detentor do Crédito, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Competência da Compensação e pelo valor informado no campo Valor Original Compensado, também em ordem crescente. 2.7.1 Retenção em duplicidade Na hipótese de a empresa contratante efetuar recolhimento de valor retido em duplicidade ou a maior, o pedido de restituição poderá ser apresentado pela empresa contratada ou pela empresa contratante. Quando se tratar de pedido feito pela empresa contratante, esta deverá apresentar:

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a) autorização expressa de responsável legal pela empresa contratada com poderes específicos para requerer e receber a restituição, em que conste a competência em que houve recolhimento em duplicidade ou de valor a maior; b) declaração firmada pelo outorgante, sob as penas da lei, de que não compensou nem foi restituído dos valores requeridos pela outorgada. A restituição prevista neste subitem, bem como no subitem 2.7, será requerida pelo sujeito passivo por meio do programa PER/DCOMP ou, na impossibilidade de sua utilização, mediante a apresentação do formulário Pedido de Restituição de Retenção Relativa a Contribuição Previdenciária, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. 2.8 Restituição de receita não administrada pela RFB O pedido de restituição de receita da União arrecadada mediante GPS, cuja administração não esteja a cargo da RFB (tais como: Departamento de Portos e Canais (DPC), salário-educação, INCRA etc.), deverá ser apresentado à unidade da RFB, com jurisdição sobre o domicílio tributário do sujeito passivo, que o encaminhará ao órgão ou à entidade responsável pela administração da receita, a fim de que se manifeste quanto à pertinência do pedido. Reconhecido o direito creditório, o processo será devolvido à unidade da RFB competente para efetuar a restituição, que a promoverá no montante e com os acréscimos legais previstos na decisão proferida pelo órgão ou pela entidade responsável pela administração da receita, ou sem acréscimos legais quando a decisão não os previr.

Previamente à restituição de receita tributária não administrada pela RFB, a unidade da RFB competente para efetuar a restituição deverá observar os procedimentos relativos à compensação de ofício, conforme o subitem 4.10 adiante. 3. Salário- família e salário-maternidade - reembolso O reembolso à empresa ou equiparada de valores de quotas de salário-família e saláriomaternidade, pagos a segurados a seu serviço, poderá ser efetuado mediante dedução no ato do pagamento das contribuições devidas à Previdência Social correspondentes ao mês de competência do pagamento do benefício ao segurado, devendo ser declarado em GFIP, sendo vedada a dedução ou a compensação do valor das quotas de salário-família ou de salário-maternidade das contribuições arrecadadas pela RFB para outras entidades ou fundos (Terceiros). O reembolso do salário-maternidade aplica-se ao benefício iniciado em período anterior a 29.11.1999 e aos requeridos a partir de 1º.09.2003, uma vez que, no período a partir de 30.11.1999 (inclusive) e até 31.08.2003 (inclusive), o benefício em comento era pago pelo INSS diretamente à segurada.

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Quando o valor a deduzir for superior às contribuições previdenciárias devidas no mês, o sujeito passivo poderá compensar o saldo a seu favor no recolhimento das contribuições dos meses subseqüentes, ou requerer o reembolso. Caso o sujeito passivo efetue o recolhimento das contribuições previdenciárias sem a dedução do valor a reembolsar, essa importância poderá ser compensada ou ser objeto de restituição. O pedido será formalizado na unidade da RFB que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo. Quando o reembolso envolver valores não declarados ou declarados incorretamente, o deferimento do pedido ficará condicionado à apresentação ou à retificação da declaração. O reembolso será requerido por meio do programa PER/DCOMP ou, na impossibilidade de sua utilização, mediante a apresentação do formulário Pedido de Reembolso de Quotas de Salário-Família e Salário- Maternidade, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório.

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Ficha Reembolso Salário-Família/Salário-Maternidade Essa ficha será disponibilizada ao contribuinte, dentro da pasta “Crédito”, na hipótese de elaboração de Pedido Eletrônico de Reembolso de valores de cotas de SalárioFamília e Salário-Maternidade, que não tenham sido objeto de reconhecimento judicial. Podem ser objeto de reembolso os valores pagos por pessoa jurídica a título de SalárioFamília e Salário-Maternidade para segurados a seu serviço. Atenção! O direito ao reembolso não alcança os valores de cotas de Salário-Família e Salário-Maternidade compensados em GFIP. Atenção! O reembolso do Salário-Maternidade aplica-se ao benefício iniciado em período anterior a 29 de novembro de 1999 e aos requeridos a partir de 1º de setembro de 2003. O Pedido Eletrônico de Reembolso de salário-família e salário-maternidade será encaminhado à autoridade da RFB competente para reconhecer direito creditório. Previamente ao referido reconhecimento, a autoridade poderá intimar o contribuinte a apresentar documentos comprobatórios do crédito informado, sem prejuízo de realização de diligência fiscal nos estabelecimentos do contribuinte a fim de que seja verificada, mediante exame de sua escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações prestadas. Na hipótese de Pedido Eletrônico formulado por representante do contribuinte, o requerente deverá encaminhar à RFB, após intimado por autoridade competente para promover o reembolso, procuração conferida por instrumento público ou por instrumento particular com firma reconhecida. A Ficha Reembolso Salário-Família/Salário-Maternidade exibe alguns campos inalteráveis que têm o conteúdo captado da Ficha Novo Documento e da Ficha Detalhamento do Reembolso - Salário-Família/Salário-Maternidade, 24

Caso o detentor do crédito seja uma pessoa jurídica: 1) Crédito Passível de Reembolso: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a soma dos valores informados no Campo Crédito Apurado, constantes da Ficha Detalhamento do Reembolso. 2) Crédito Passível de Reembolso da Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao produto do campo Crédito Passível de Reembolso pelo campo Percentual. 3) Compensações em Competências Posteriores na Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde a soma dos valores informados no campo Compensação na Sucessora, constantes da Ficha Detalhamento do Reembolso. 4) Valor do Pedido de Reembolso: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o conteúdo do campo Crédito Passível de Reembolso. Na hipótese de crédito de sucedida, será automaticamente preenchido com o resultado da diferença dos campos Crédito Passível de Reembolso da sucessora e Compensações em Competências Posteriores na Sucessora. Caso o detentor do crédito seja uma pessoa física equiparada à empresa: 5) Crédito Passível de Reembolso: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com a soma dos valores informados no Campo Crédito Apurado, constantes da Ficha Detalhamento do Reembolso. 6) Valor do Pedido de Reembolso: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o conteúdo do campo Crédito Passível de Reembolso. Na hipótese de crédito de sucedida, será automaticamente preenchido com o resultado da diferença dos campos Crédito Passível de Reembolso da sucessora e Compensações em Competências Posteriores na Sucessora.

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Ficha Detalhamento do Reembolso - Salário-Família/Salário-Maternidade: A Ficha Detalhamento do Reembolso – Salário-Família/Salário-Maternidade será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido de Reembolso de Salário-Família ou Salário-Maternidade não compensados na GFIP e que não tenha sido objeto de reconhecimento judicial. As colunas constantes dessa ficha são os seguintes: 1) Coluna Competência: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Coluna CNPJ/CEI: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir dos dados informados nas Fichas Salário-Família, SalárioMaternidade e Compensações. Recebe e Agrupa o CNPJ ou o CEI: - dos registros incluídos na Grade da Ficha Salário-Família; - dos registros incluídos na Grade da Ficha Salário-Maternidade; ou - do Detentor do Crédito dos registros incluídos na Grade da Ficha Compensações 3) Coluna Valor do Salário-Família: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com somatório do Campo Valor do Salário-Família da Ficha Salário-Família agrupado por Competência e CNPJ/CEI. 4) Coluna Valor do Salário-Maternidade: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com somatório do Campo Valor do Salário-Maternidade da Ficha Salário-Maternidade agrupado por Competência e CNPJ/CEI.

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5) Coluna Dedução na Competência: Coluna com campos que devem ser preenchidos com o valor da dedução efetuada na competência especificada na correspondente linha da grade. Só aceita zero ou valores positivos. 6) Coluna Compensações em Competências Posteriores: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com: - o total da Coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações, caso tenha sido escolhida a opção PF Equiparada à Empresa no campo Contribuinte da Ficha Novo Documento; - o somatório da Coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações agrupado por CNPJ/CEI do Detentor do Crédito de todos os registros cuja Caixa de Verificação Compensação na Sucessora não tenha sido marcada, caso tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento; - o somatório da Coluna Valor do Crédito Original Compensado da Ficha Compensações agrupado por CNPJ/CEI do Detentor do Crédito, caso não tenha sido escolhida a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no campo Situação Especial da Ficha Novo Documento ou não tenha sido marcada a caixa Crédito de Sucedida na Ficha Novo Documento; 7) Coluna Crédito Apurado: Coluna preenchida automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o resultado da fórmula campo Valor do Salário-Família + campo Valor do Salário-Maternidade – (campo Dedução na Competência + campo Compensações em Competências Posteriores) aplicada em cada linha da grade.

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Ficha Salário-Família A Ficha Salário-Família será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido de Reembolso de Salário-Família ou SalárioMaternidade não compensados na GFIP e que não tenha sido objeto de reconhecimento judicial. O Salário-Família será devido, mensalmente, ao segurado empregado, exceto ao doméstico, e ao segurado trabalhador avulso, na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados, até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade. As cotas do salário-família serão pagas pela empresa, mensalmente, junto com o salário, efetivandose a compensação quando do recolhimento das contribuições. A cota do salário-família não será incorporada, para qualquer efeito, ao salário ou ao benefício. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo CNPJ/CEI: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com informação do Campo Detentor do Crédito da Ficha Novo Documento, caso tenha sido escolhida a opção PF Equiparada à Empresa no campo Contribuinte daquela ficha. Caso contrário este campo deve ser preenchido com a informação do campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Reembolso Salário-Família/Salário-Maternidade, ou com a matrícula CEI, conforme o caso. 3) Campo PIS/PASEP: Informar neste campo a matrícula do PIS/PASEP do segurado. 4) Campo Nome do Segurado: Informar neste campo o nome do segurado empregado. O nome deve ter um mínimo de 4 letras até o máximo de 60 letras. 5) Campo Valor Integral do Salário-Família: Informar neste campo o valor total do Salário-Família efetivamente pago ao segurado, incluindo os centavos. 28

6) Campo Quantidade de Quotas: Informar neste campo a quantidade de cotas do Salário-Família, com dois dígitos. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de um determinado segurado já informado ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha. Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Nome do Segurado.

Ficha Filhos ou Equiparados: Nesta Ficha, para cada empregado para o qual foram efetuados pagamentos de SalárioFamília, devem ser informados o nome e a data de nascimento dos filhos ou equiparados. O enteado e o menor tutelado equiparam-se a filho mediante declaração do segurado e desde que comprovada a dependência econômica. Esta ficha é composta de uma grade em que cada linha contém os seguintes campos: 1) Ordem: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com o número de ordem do registro selecionado na grade da Ficha Salário-Família. 2) Nome do Filho/Equiparado: Informar neste campo o nome do filho ou equiparado que ensejou o recebimento de Salário-Família pelo segurado. O nome deve ter um mínimo de 4 letras até o máximo de 150 letras. 3) Data de Nascimento: Informar neste campo a data de nascimento do filho ou equiparado referido no campo Nome do Filho/Equiparado. A data deve ter o formato DD/MM/AAAA. O contribuinte poderá excluir os dados de um determinado filho ou equiparado já informado ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto inferior direito da ficha.

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Ficha Salário-Maternidade: A Ficha Salário-Maternidade será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido de Reembolso de Salário-Família ou Salário-Maternidade não compensados na GFIP e que não tenha sido objeto de reconhecimento judicial. O Salário-Maternidade é devido à segurada da Previdência Social, durante 120 (cento e vinte) dias, com início no período entre 28 (vinte e oito) dias antes do parto e a data de ocorrência deste, observadas as situações e condições previstas na legislação no que concerne à proteção à maternidade. O Salário-Maternidade também é devido a segurada da Previdência Social que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança pelo período de 120 (cento e vinte) dias, se a criança tiver até 1(um) ano de idade; de 60 (sessenta) dias, se a criança tiver entre 1 (um) e 4 (quatro) anos de idade; e de 30 (trinta) dias, se a criança tiver de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade. O Salário-Maternidade para a segurada empregada ou trabalhadora avulsa consistirá numa renda mensal igual a sua remuneração integral.

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Cabe à empresa pagar o Salário-Maternidade devido à respectiva empregada gestante, efetivando-se a compensação, observado o disposto no art. 248 da Constituição Federal, quando do recolhimento das contribuições incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo CNPJ/CEI: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com informação do Campo Detentor do Crédito da Ficha Novo Documento, caso tenha sido escolhida a opção PF Equiparada à Empresa no campo Contribuinte daquela ficha. Caso contrário este campo deve ser preenchido com a informação do campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Reembolso Salário-Família/Salário-Maternidade, ou com a matrícula CEI, conforme o caso. 3) Campo PIS/PASEP: Informar neste campo a matrícula do PIS/PASEP da segurada. 4) Campo Nome do Segurada: Informar neste campo o nome da segurada. O nome deve ter um mínimo de 4 letras até o máximo de 80 letras. 5) Campo Motivo Afastamento: Escolher, entre as opções oferecidas, o motivo do afastamento da segurada. 6) Campo Início Afastamento: Informar neste campo a data do afastamento da segurada. A data deve ter o formato DD/MM/AAAA. 7) Campo Término Afastamento: Informar neste campo a data de término do afastamento da segurada (prevista ou efetiva). A data deve ter o formato DD/MM/AAAA. 8) Campo Valor da Remuneração: Informar neste campo o valor da remuneração da segurada, incluindo os centavos. 9) Campo Valor do Salário-Maternidade: Informar neste campo o valor pago a título de Salário-Maternidade para a segurada, incluindo os centavos. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha. Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de um determinado segurado já informado ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha.

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Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Nome da Segurada.

Ficha Compensações: A Ficha Compensações será disponibilizada ao contribuinte, dentro da Pasta Crédito, na hipótese de elaboração de Pedido de Reembolso de Salário-Família ou Salário Maternidade não compensados na GFIP e que não tenha sido objeto de reconhecimento judicial. Nesta ficha serão demonstrados os créditos já compensados em GFIP. Serão disponibilizados para preenchimento, após o acionamento do botão ”Incluir” no canto superior direito da ficha, os seguintes campos: 1) Campo Competência do Crédito: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP a partir do campo Competência da Ficha Novo Documento. 2) Campo CNPJ/CEI do Detentor do Crédito: Campo preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP com informação do Campo Detentor do Crédito da Ficha 32

Novo Documento, caso tenha sido escolhida a opção PF Equiparada à Empresa no campo Contribuinte daquela ficha. Caso contrário este campo deve ser preenchido com a informação do campo CNPJ do Estabelecimento Detentor do Crédito da Ficha Reembolso Salário-Família/Salário-Maternidade, ou com a matrícula CEI, conforme o caso. 3) Campo Valor do Crédito Original Compensado: Informar neste campo o valor original do crédito compensado na GFIP, incluindo os centavos. 4) Campo Competência da Compensação: Informar neste campo o ano e o mês da utilização do crédito. O ano deverá compreendido entre o ano do campo Competência da Ficha Novo Documento e o ano do campo Data de Transmissão da Ficha Dados Iniciais. 5) Campo Compensação na sucessora: Esta caixa de verificação somente estará habilitada caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento. Ela deverá ser marcada caso o crédito da sucedida tenha sido compensado pela sucessora. 6) Campo CNPJ/CEI que utilizou o crédito em compensação: Esta campo somente estará habilitado caso o contribuinte seja pessoa jurídica. Ele deverá ser preenchido pela pessoa jurídica que compensou o crédito com o CNPJ ou o CEI, conforme o caso. 7) Campo Valor do Crédito Atualizado Informado em GFIP: Informar neste campo o valor do crédito já atualizado até a data de inclusão na GFIP, incluindo os centavos. 8) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucessora: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora estiverem marcados. 9) Campo Total do Crédito Original Compensado na Sucedida: Esse campo será preenchido automaticamente pelo Programa PER/DCOMP e somente será exibido caso o contribuinte tenha selecionado a opção Crédito de Sucedida no preenchimento da ficha Novo Documento, bem como selecionado a opção Cisão Total ou Cisão Parcial no preenchimento do campo Situação Especial da mesma ficha. Corresponde ao somatório do campo Valor do Crédito Original Compensado de todos os registros cujo Campo Compensação na sucessora não estiverem marcados. Uma vez preenchidos os campos acima relacionados, o contribuinte deverá acionar o botão ”Ok”, presente no canto superior direito da ficha, a fim de que os dados sejam registrados na grade localizada na parte inferior da ficha. Caso necessário, o contribuinte poderá cancelar o preenchimento em curso, mediante utilização do botão “Cancelar”, localizado no canto superior direito da ficha.

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Além disso, o contribuinte poderá excluir os dados de um determinado segurado já informado ao programa, selecionando a linha correspondente na tabela e, em seguida, pressionando o botão “Excluir”, localizado no canto superior direito da ficha. Os dados inseridos serão colocados na grade constante da ficha, ordenados pela Coluna CNPJ/CEI do Detentor do Crédito, em ordem crescente, e, secundariamente, pela Coluna Competência da Compensação e pelo valor informado no campo Valor Original Compensado, também em ordem crescente. 4. Compensação O sujeito passivo que apurar crédito relativo às contribuições previdenciárias mencionadas nas letras “a” a “d” a seguir, passível de restituição ou de reembolso, poderá utilizá-lo na compensação de contribuições previdenciárias correspondentes a períodos subseqüentes: a) das empresas e equiparadas, incidentes sobre a remuneração paga ou creditada aos segurados a seu serviço, bem como sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho; b) dos empregadores domésticos; c) dos trabalhadores, incidentes sobre seu salário- de - contribuição; d) instituídas a título de substituição. 4.1 Condições para a compensação Para efetuar a compensação, o sujeito passivo deverá estar em situação regular relativamente aos créditos constituídos por meio de auto de infração ou notificação de lançamento, aos parcelados e aos débitos declarados, considerando todos os seus estabelecimentos e obras de construção civil, ressalvados os débitos cuja exigibilidade esteja suspensa. 4.2 Crédito - Utilização entre os estabelecimentos da empresa O crédito decorrente de pagamento ou de recolhimento indevido poderá ser utilizado entre os estabelecimentos da empresa, exceto obras de construção civil, para compensação com contribuições previdenciárias devidas. 4.2.1 Obra de construção civil Caso haja pagamento indevido relativo a obra de construção civil encerrada ou sem atividade, a compensação poderá ser realizada pelo estabelecimento responsável pelo faturamento da obra.

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4.3 Compensação sobre o 13º salário A compensação poderá ser realizada com as contribuições incidentes sobre o décimo terceiro salário. 4.4 Valor descontado indevidamente de sujeito passivo A empresa ou equiparada poderá efetuar a compensação de valor descontado indevidamente de sujeito passivo e efetivamente recolhido, desde que seja precedida do ressarcimento ao sujeito passivo. 4.5 Simples Nacional e Simples - Compensação - Vedação É vedada a compensação de contribuições previdenciárias com o valor recolhido indevidamente para o Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, e o Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples), instituído pela Lei nº 9.317/1996. 4.6 GFIP – Informação A compensação deve ser informada em GFIP, na competência de sua efetivação. 4.7 Compensação indevida No caso de compensação indevida, o sujeito passivo deverá recolher o valor indevidamente compensado, acrescido de juros e multa de mora devidos. Caso a compensação indevida decorra de informação incorreta em GFIP, deverá ser apresentada declaração retificadora. 4.8 Contribuições destinadas a Terceiros - Compensação - Vedação É vedada a compensação pelo sujeito passivo das contribuições destinadas a outras entidades ou fundos (Terceiros). 4.9 Compensação de valores referentes à retenção previdenciária na cessão de mão de obra e na empreitada A empresa prestadora de serviços que sofreu retenção no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços poderá compensar o valor retido quando do recolhimento das contribuições previdenciárias, inclusive as devidas em decorrência do décimo terceiro salário, desde que a retenção esteja: a) declarada em GFIP na competência da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços; e b) destacada na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços ou que a contratante tenha efetuado o recolhimento desse valor.

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4.9.1 Requisitos a serem observados Para efetuar a compensação da retenção, a empresa deverá observar os seguintes requisitos: a) a compensação da retenção somente poderá ser efetuada com as contribuições previdenciárias, não podendo absorver contribuições destinadas a outras entidades ou fundos (Terceiros), as quais deverão ser recolhidas integralmente pelo sujeito passivo; b) será considerado como competência da retenção o mês da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços; c) a compensação do valor retido somente poderá ser feita pelo estabelecimento que sofreu a retenção; d) nos casos de obra de construção civil mediante empreitada total, a compensação deve ser realizada na matrícula do Cadastro Específico do INSS (CEI) da obra para a qual foi efetuada a retenção, sendo admitida a compensação de saldo de retenção com as contribuições referentes ao estabelecimento responsável pelo faturamento da obra. Havendo saldo remanescente em favor do sujeito passivo, tal valor poderá ser compensado nas competências subseqüentes, devendo ser declarada em GFIP na competência de sua efetivação, ou objeto de restituição, na forma dos subitens 2.7 e 2.7.1. 4.10 Compensação de ofício Antes de proceder à restituição de tributo, a autoridade competente da RFB deverá verificar a existência de débito em nome do sujeito passivo no âmbito da RFB e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Verificada a existência de débito, ainda que consolidado em qualquer modalidade de parcelamento, inclusive de débito já encaminhado para inscrição em Dívida Ativa, de natureza tributária ou não, o valor da restituição deverá ser utilizado para quitá-lo, mediante compensação em procedimento de ofício. Antes de ser efetuada a compensação de ofício, deverá ser solicitado ao sujeito passivo que se manifeste quanto ao procedimento no prazo de 15 dias, contados do recebimento de comunicação formal enviada pela RFB, sendo o seu silêncio considerado como aquiescência. Na hipótese de o sujeito passivo discordar da Compensação de ofício, a autoridade da RFB competente para efetuar a compensação reterá o valor da restituição até que o débito seja liquidado. Havendo concordância do sujeito passivo, expressa ou tácita, quanto à compensação, esta será efetuada. O crédito em favor do sujeito passivo que remanescer do procedimento de ofício serlhe-á restituído.

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Quando se tratar de pessoa jurídica, a verificação da existência de débito deverá ser efetuada em relação a todos os seus estabelecimentos, inclusive obras de construção civil. A verificação de existência de débito mencionada no primeiro parágrafo deste subitem não se aplica ao reembolso. 4.10.1 Compensação de ofício – Ordem preferencial Na hipótese de restituição das contribuições previdenciárias e das contribuições recolhidas para Terceiros, mencionadas no subitem 1.1, a compensação de ofício será realizada, em primeiro lugar, com débitos dessas contribuições, observando-se a seguinte ordem: a) débitos cuja exigibilidade não esteja suspensa, na ordem crescente dos prazos de prescrição; b) parcelas vencidas e vincendas relativas ao acordo de parcelamento, efetuadas sucessivamente: b.1) na ordem crescente da data de vencimento das prestações vencidas; b.2) na ordem decrescente da data de vencimento das prestações vincendas. Remanescendo crédito a restituir e existindo outros débitos no âmbito da RFB e PGFN, o valor será utilizado na forma dos arts. 51 e 52 da Instrução Normativa RFB nº 900/2008. Na compensação de ofício, os créditos serão valorados na forma prevista no item 7 adiante, e os débitos sofrerão a incidência de acréscimos e encargos legais, na forma da legislação de regência, até a da efetivação da compensação, quando se tratar de débito relativo às contribuições previdenciárias e às devidas a Terceiros, mencionadas no subitem 1.1, ou encaminhado à PGFN para inscrição em Dívida Ativa da União, quando se considera efetuada a compensação. A compensação de ofício do débito do sujeito passivo será efetuada obedecendo-se à proporcionalidade entre o principal e respectivos acréscimos e encargos legais. 4.10.2 Débitos objeto de parcelamento A compensação de ofício de débito objeto de parcelamento será efetuada, sucessivamente: a) na ordem crescente da data de vencimento das prestações vencidas; e b) na ordem decrescente da data de vencimento das prestações vincendas.

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5. Empresa optante pelo simples - retenção indevida - período de 1º.01.2000 a 31.08.2002 No caso de empresa optante pelo Simples, os valores de contribuições previdenciárias retidos indevidamente no período de 1º.01.2000 a 31.08.2002, em que não havia a obrigação da retenção, poderão ser objeto de pedido de restituição ou de compensação. 6. Processo de restituição e reembolso – decisão Incumbe ao titular da Delegacia da Receita Federal do Brasil que, à data do reconhecimento do direito creditório, tenha jurisdição sobre o domicílio tributário do sujeito passivo decidir sobre os pedidos de restituição de crédito relativo a tributo administrado pela RFB e sobre o pedido de reembolso. A autoridade da RFB competente para decidir sobre a restituição e o reembolso poderá condicionar o reconhecimento do direito creditório à apresentação de documentos comprobatórios do referido direito, inclusive arquivos magnéticos, bem como determinar a realização de diligência fiscal nos estabelecimentos do sujeito passivo, a fim de que seja verificada, mediante exame de sua escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações prestadas. É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 30 dias, contados da data da ciência da decisão que indeferiu seu pedido de restituição ou reembolso, apresentar manifestação de inconformidade contra o não reconhecimento do direito creditório. O disposto neste parágrafo não se aplica à compensação de contribuição previdenciária, bem como de receitas não administradas pela RFB. 7. Valoração de créditos O crédito relativo a tributo administrado pela RFB, passível de restituição ou reembolso, será restituído, reembolsado ou compensado com o acréscimo de juros Selic para títulos federais, acumulados mensalmente, e de juros de 1% no mês em que, entre outros: a) a quantia for disponibilizada ao sujeito passivo; b) for efetivada a compensação na GFIP; c) houver o consentimento do sujeito passivo para a compensação de ofício de débito ainda não encaminhado à PGFN, observados os requisitos legais. No cálculo dos juros compensatórios, observarse - á, como termo inicial de incidência: a) na hipótese de pagamento indevido ou a maior de contribuições previdenciárias e contribuições recolhidas para outras entidades ou fundos (Terceiros), o mês subseqüente ao do pagamento; b) na hipótese de crédito referente à retenção na cessão de mão de obra e na empreitada, no mês subsequente ao da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços;

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c) na hipótese de reembolso, o mês subsequente ao do pagamento do salário-família ou do salário- maternidade. As quantias pagas indevidamente a título de multa de mora ou de ofício, e de juros moratórios decorrentes de obrigações tributárias relativas aos tributos administrados pela RFB, também serão restituídas ou compensadas com o acréscimo dos juros compensatórios. Nota: Na compensação de contribuição previdenciária e contribuições recolhidas para outras entidades ou fundos, realizada até 03.12.2008, observado o limite de 30%, o crédito apurado deve ser acrescido de juros, calculados da seguinte forma: a) em relação a crédito de pagamento indevido ou a maior, 1% relativamente ao mês em que houve o pagamento indevido ou a maior, 1% no mês em que for efetuada a compensação e a juros equivalentes à Taxa Selic para títulos federais, acumulados mensalmente, relativamente aos meses intermediários; b) em relação a crédito de retenção na cessão de mão de obra e na empreitada, 1% relativamente ao mês subsequente ao da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, 1% no mês em que for efetuada a compensação e a juros Selic, acumulados mensalmente, relativamente aos meses intermediários; ou c) em relação a crédito de reembolso de quotas de salário-família e salário-maternidade, 1% relativamente ao mês subsequente ao que se referir crédito, 1% no mês em que for efetuada a compensação e a juros Selic, acumulados mensalmente, relativamente aos meses intermediários.

8. Pagamento A restituição e o reembolso serão realizados pela RFB exclusivamente mediante crédito em conta-corrente bancária ou de poupança de titularidade do beneficiário. Ao pleitear a restituição ou o reembolso, o requerente deverá indicar o banco, a agência e o número da conta-corrente bancária ou de poupança de titularidade do sujeito passivo em que pretende seja efetuado o crédito. Compete à instituição financeira que efetivar a restituição ou o reembolso verificar a correspondência do número de inscrição do respectivo beneficiário no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), constante dos documentos de abertura da conta-corrente bancária ou de poupança, com o assinalado na correspondente autorização de crédito. O descumprimento do mencionado no parágrafo anterior caracteriza desvio de recursos públicos e obriga a instituição financeira responsável à entrega dos valores ao legítimo credor ou à sua devolução ao Tesouro Nacional, acrescidos dos juros, sem prejuízo da imposição das demais sanções cabíveis.

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9. Retificação do pedido de restituição ou reembolso A retificação do pedido de restituição e do pedido de reembolso gerados a partir do programa PER/DCOMP deverá ser requerida pelo sujeito passivo mediante apresentação à RFB de documento retificador gerado a partir do referido programa. A retificação do pedido de restituição e reembolso apresentados em formulário em meio papel, nas hipóteses em que admitida, deverá ser requerida pelo sujeito passivo mediante apresentação à RFB de formulário retificador, o qual será juntado ao processo administrativo respectivo para posterior exame pela autoridade competente da RFB. Os pedidos de restituição ou reembolso somente poderão ser retificados pelo sujeito passivo caso estejam pendentes de decisão administrativa na data do envio do documento retificador. 10. Desistência de pedido de restituição e de pedido de reembolso A desistência do pedido de restituição e do pedido de reembolso poderá ser requerida pelo sujeito passivo mediante a apresentação à RFB do pedido de cancelamento gerado a partir do programa PER/DCOMP ou, na hipótese de utilização de formulário em meio papel, mediante a apresentação de requerimento à RFB, o qual somente será deferido caso o pedido de restituição ou o pedido de reembolso se encontre pendente de decisão administrativa na data da apresentação do pedido de cancelamento ou do requerimento. 11. Devolução de contribuições previdenciárias arrecadadas indevidamente ou a maior incidentes sobre a remuneração do exercente de mandato eletivo, inclusive a relativa ao período de 1º a 18.09.2004 São devidas as contribuições previdenciárias decorrentes de valores pagos, devidos ou creditados ao exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), de acordo com a alínea “j” do inciso I do art. 12 da Lei nº 8.212/1991, acrescentada pela Lei nº 10.887/2004 (condição de empregado), com eficácia a partir de 19.09.2004. Relativamente à competência setembro/2004, é cabível a compensação ou a restituição das contribuições incidentes sobre a remuneração proporcional ao período de 1º a 18, sendo devidas as contribuições incidentes sobre a remuneração do período de 19 a 30 daquele mês. Para tanto, os valores a restituir ou a compensar serão calculados multiplicando-se os valores recolhidos à Previdência Social relativos àquele mês por 0,6 (seis décimos). É facultado ao ente federativo compensar os valores pagos à Previdência Social, observadas as seguintes condições: a) a compensação deverá ser precedida de retificação das GFIP para excluir destas todos os exercentes de mandato eletivo informados, bem como a remuneração proporcional ao período de 1º a 18, na competência setembro/ 2004, relativa aos referidos exercentes;

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b) a compensação deverá ser realizada com contribuições previdenciárias declaradas em GFIP; c) o ente federativo deverá estar em situação regular, considerando todos os seus órgãos e obras de construção civil executadas com pessoal próprio, em relação às contribuições sociais previdenciárias incidentes sobre a remuneração paga ou creditada aos segurados e às contribuições instituídas a título de substituição; d) o ente federativo deverá estar em dia com parcelas relativas a acordos de parcelamento de contribuições objeto dos lançamentos, considerados todos os seus órgãos e obras de construção civil executadas com pessoal próprio; e) somente é permitida a compensação de valores que não tenham sido alcançados pela prescrição; f) a compensação somente poderá ser realizada em recolhimento de importância correspondente a períodos subseqüentes àqueles a que se referem os valores pagos com base na alínea “h” do inciso I do art. 12 da Lei n.º 8.212/1991, acrescentada pelo § 1º do art. 13 da Lei no 9.506/1997; e g) o ente federativo deverá estar em dia com as contribuições sociais declaradas em GFIP. O ente federativo poderá efetuar a compensação dos valores descontados do exercente de mandato eletivo e efetivamente recolhidos, desde que: a) seja precedida de declaração do exercente de mandato eletivo de que está ciente que esse período não será computado no seu tempo de contribuição para efeito da concessão de benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS); e b) possa comprovar o ressarcimento de tais valores ou possua uma procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, outorgada pelo exercente de mandato eletivo, autorizando-o a efetuar a compensação. Os documentos mencionados deverão ser mantidos sob a guarda do ente federativo para exibição à fiscalização, quando solicitados. Caso seja constatado, em procedimento fiscal, a inobservância ao disposto nas letras “a” e “b” imediatamente anteriores, os valores compensados serão glosados. É obrigatória a retificação da GFIP, por parte do dirigente do ente federativo, independentemente de efetivação da compensação. 11.1 Ente federativo - Opção pela restituição O ente federativo poderá ainda optar pela restituição dos valores recolhidos indevidamente. Para tanto, considerados todos os seus órgãos e obras de construção civil executadas com pessoal próprio, deverá:

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a) retificar as GFIP, para excluir destas todos os exercente de mandato eletivo informados nas competências janeiro/1999 a agosto/2004, bem como, a remuneração proporcional ao período de 1o a 18 de setembro/2004 relativa aos referidos exercente; b) requerer a restituição dos valores recolhidos indevidamente para a Previdência Social. O ente federativo poderá requerer a restituição de valores descontados, e efetivamente recolhidos, dos exercentes de mandato eletivo, desde que esteja autorizado a receber esses valores ou comprove por meio de documentos ter restituído àqueles as importâncias retidas. É vedado o deferimento de pedido de restituição dos valores descontados dos exercentes de mandato eletivo que tenham optado pela manutenção da filiação ao RGPS na qualidade de segurado facultativo. Somente serão restituídos valores que não tenham sido alcançados pela prescrição. É obrigatória a retificação da GFIP, por parte do dirigente do ente federativo, independentemente de efetivação da restituição. O pedido de restituição será formalizado com a protocolização do Requerimento de Restituição de Valores Indevidos - Ente Federativo (RRVI - EF), em unidade da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

11.1.1 Documentos necessários à instrução do processo Os documentos necessários à instrução do processo são os seguintes: a) RRVI - EF, em 2 vias, assinadas pelo dirigente ou pelo representante legal do ente federativo; b) original e cópia de ato administrativo, emitido por autoridade competente, no qual esteja prevista a competência do dirigente para solicitar restituição ou procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, conforme o caso; c) original e cópia do termo de posse do dirigente máximo do ente federativo; d) discriminativo dos valores recolhidos; e e) resumo da folha de pagamento, relativo a cada competência incluída no pedido de restituição. Caso o ente federativo solicite também a restituição dos valores por ele descontados dos exercentes de mandato eletivo e efetivamente recolhidos, deverão ser acrescentados ao requerimento os seguintes documentos:

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a) cópia autenticada do termo de diplomação do exercente de mandato eletivo, abrangendo o período objeto do pedido de restituição; b) original e cópia do documento de identidade e do comprovante de inscrição no CPF de cada exercente de mandato eletivo; c) original e cópia do recibo de devolução ao exercente de mandato eletivo do valor indevidamente descontado, acrescidos de juros calculados na forma da legislação ou procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório ou por instrumento público, outorgada pelo exercente de mandato eletivo, autorizando-o a solicitar e receber a restituição; d) declaração do exercente de mandato eletivo, de que: - está ciente que o período abrangido no pedido de restituição não será computado no seu tempo de contribuição para efeito de benefícios do RGPS; - não optou por pleitear a manutenção da filiação na qualidade de segurado facultativo; e - não solicitou restituição dos valores requeridos pelo ente, diretamente à Previdência Social ou por intermédio da justiça; e) Discriminativo das Remunerações e dos Valores Recolhidos Relativos ao Exercente de Mandato Eletivo, referente a cada exercente relacionado no processo de restituição, relacionando a remuneração e os valores descontados de cada exercente de mandato eletivo nas competências objeto do pedido de restituição; e f) termo de desistência do processo administrativo ou judicial, se for o caso. 11.2 Pedido de restituição pelo exercente de mandato eletivo O exercente de mandato eletivo poderá solicitar diretamente a restituição dos valores dele descontados e efetivamente recolhidos. Somente serão objeto de restituição os valores que não tenham sido alcançados pela prescrição. Deverão ser indeferidos os pedidos de restituição quando: a) o exercente de mandato eletivo tenha optado pela manutenção da filiação na qualidade de segurado facultativo; b) não reste comprovado o recolhimento ou o parcelamento dos valores retidos por parte do ente federativo; c) o ente federativo já tenha compensado ou solicitado a restituição da parte descontada; d) o exercente de mandato eletivo tenha Certidão de Tempo de Contribuição envolvendo o período solicitado no pedido de restituição;

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e) o período tenha sido utilizado para a concessão de benefício. No caso das letras “d” e “e”, a RFB informará ao INSS sobre o indeferimento do pedido de restituição. O exercente de mandato eletivo que, no período mencionado no item 11, tiver exercido concomitantemente outra atividade remunerada sujeita ao RGPS somente fará jus à restituição se a soma das contribuições recolhidas naquele período for superior ao valor que seria devido pelo exercente, caso ele desempenhasse apenas a outra atividade remunerada sujeita ao RGPS. O pedido de restituição será formalizado com a protocolização do Requerimento de Restituição de Valores Indevidos - Exercente de Mandato Eletivo (RRVI - EME), em unidade da RFB. Os documentos necessários à instrução do processo de restituição dos exercente de mandato eletivo são os seguintes: a) RRVI - EME, em 2 vias, assinadas pelo requerente; b) procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, se for o caso; c) original e cópia do documento de identidade e do comprovante de inscrição no CPF, do requerente e do procurador, se for o caso; d) original e cópia dos recibos de pagamento de remuneração referentes às competências em que é pleiteada a restituição; e) cópia autenticada do ato de diplomação do exercente de mandato eletivo, referente ao período objeto do pedido de restituição; f) declaração, firmada pelo ente federativo, sob as penas da lei, de que descontou, recolheu e não devolveu o valor objeto do pedido de restituição, não compensou a importância e nem pleiteou a restituição junto à Previdência Social ou por meio de ações judiciais; g) declaração do exercente de mandato eletivo, com firma reconhecida em cartório, de que não optou por pleitear a filiação na qualidade de segurado facultativo e de que está ciente que esse período não será computado no seu tempo de contribuição para efeito da concessão de benefícios do RGPS; e h) discriminativo das remunerações e dos valores recolhidos relativos ao exercente de mandato eletivo, relacionando a remuneração e os valores descontados do exercente de mandato eletivo nas competências objeto do pedido de restituição.

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11.3 Decisão da restituição A decisão sobre requerimento de restituição compete ao titular da Delegacia da Receita Federal do Brasil (DRF) ou da Delegacia da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária (Derat) que, à data do reconhecimento do direito creditório, tenha jurisdição sobre o domicílio tributário do sujeito passivo. No caso de deferimento, ainda que parcial, da restituição pleiteada pelo ente federativo, se verificada a existência de débito em nome de quaisquer dos órgãos a ele vinculados, o valor da restituição será utilizado para quitar o débito, após o que será dada ciência ao requerente do valor da restituição deferida e dos débitos com ela quitados. Para tanto, entende-se por órgãos do ente federativo:

a) no caso de município, o poder executivo e suas secretarias e o legislativo municipal, ainda que inscritos no CNPJ com número próprio; b) no caso dos estados e do Distrito Federal, o poder executivo e suas secretarias, o poder legislativo e o poder judiciário. No caso de deferimento, ainda que parcial, da restituição pleiteada pelo exercente de mandato eletivo, se verificada a existência de débito em nome do sujeito passivo, o valor da restituição será utilizado para quitar o débito, após o que será dada ciência ao requerente do valor da restituição deferida e dos débitos com ela quitados. 11.4 Recurso Da decisão que indeferir a restituição pleiteada, caberá recurso para o Segundo Conselho de Contribuintes, no prazo de 30 dias, contados da data da ciência da decisão. Na hipótese de não-apresentação de recurso no prazo previsto, o processo será arquivado.

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Anexos: Pessoa Física ANEXO II
MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

PEDIDO DE RESTITUIÇÃO DE VALORES INDEVIDOS RELATIVOS A CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA 1. IDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO NOME/NOME EMPRESARIAL CNPJ/CEI/NIT/PIS/PASEP LOGRADOURO (rua, avenida, praça etc.) BAIRRO - DISTRITO MUNICÍPIO CPF/RESPONSÁVEL NÚMER COMPLEMENTO O sala, etc.) UF CEP CONTA VALOR ORIGINAL RESTITUIÇÃO (em reais) (apto,

BANCO/NOME E Nº (para Nº Nº crédito) AGÊNCIA CORRENTE DDD/TELEFONE E-MAIL 2. MOTIVO DO PEDIDO

DA

3. DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DO CRÉDITO (Valor originário) DATA DO COMPETÊN VALOR VALOR PAGAMENT SALDO CIA RECOLHIDO DEVIDO O

BANCO / AGÊNCIA

4. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

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Solicito a restituição da importância acima mencionada, declarando, sob as penas da Lei nº 4.729, de 14 de julho de 1965, e da Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, que as informações prestadas neste pedido são a expressão da verdade, e que não foram pleiteadas por via judicial e nem compensadas as importâncias ora requeridas. Declaro, ainda, estar ciente de que a não apresentação da documentação necessária à instrução do pedido ou a apresentação incompleta, poderá ensejar no seu arquivamento, sem exame do mérito. NOME DO REQUERENTE CPF QUALIFICAÇÃO ASSINATURA Modelo aprovado pela IN RFB nº 900, de 2008. DATA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

DISCRIMINATIVO DE REMUNERAÇÕES E VALORES RECOLHIDOS PELO CONTRIBUINTE INDIVIDUAL Assinale com X Valor *Entidade Valor Recolhido pelo Compet Contribuin CNPJ da Remuneraç Beneficent Desconta Contribuinte Emprega Nome da Empresa ência Empresa ã Recebida te e do Individual do Individual (se houver)

(*) Assinalar com “X” esta coluna quando o recolhimento for procedente de entidade beneficente com processo regular de isenção de contribuições previdenciárias. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Declaro, sob as penas da lei, serem verdadeiras as informações acima prestadas e os documentos apresentados e que não foram pleiteadas por via judicial e nem compensadas as importâncias ora requeridas. DATA ASSINA TURA 47

NOME DO REQUERENTE

DO REQUER ENTE NÚMER O DA IDENTID ADE (RG)

Modelo aprovado pela IN RFB nº 900, de 2008

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MINISTÉRIO DA FAZENDA – MF SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL – RFB

ANEXO VII DISCRIMINATIVO DE REMUNERAÇÕES E VALORES RECOLHIDOS PELO CONTRIBUINTE INDIVIDUAL Assinale com X Valor RemuneRecolhid CNPJ da *Entidade Com Valor o pelo Nome da petên Contribui Emprega Beneficent ração Desconta Contrib. Empresa cia do Empresa e Individua nte Indiv. do Recebida l (se houver)

(*)Assinalar com “X” esta coluna quando o recolhimento for procedente de entidade beneficente com processo regular de isenção de contribuições previdenciárias. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Declaro, sob as penas da lei, serem verdadeiras as informações acima prestadas e os documentos apresentados e que não foram pleiteadas por via judicial e nem compensadas as importâncias ora requeridas. Local e Data Assinatura do Requerente

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Nome do Requerente

Número da Identidade (RG)

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DECLARAÇÃO PARA FINS DE RESTITUIÇÃO Declaração do Empregador para o Segurado Empregado e o Segurado Trabalhador Avulso ______________________________________________________________________, CNPJ/CEI nº ________________________, com sede na ________________________ ______________________, nº ________, bairro ___________________________, cidade ________________________________, UF _____ aqui representada pelo sócio(a)/diretor(a) Sr.(a) ___________________________________________, CPF nº _________________, carteira de identidade nº __________________, expedida pelo (a) _____________, em ____/____/_____ declara, sob as penas da lei, para fins de restituição de contribuições recolhidas indevidamente ao INSS para a(s) competência(s) ___________________________, que descontou do empregado Sr.(a) _____________ _____________________________________, PIS nº ____________________, CPF nº ____________________, CTPS nº _____________ série ________, não devolveu, recolheu ao INSS, não compensou a importância e não pleiteou a restituição do valor descontado, conforme demonstrativo abaixo: COMP VR. DESCONTO DATA REC. COMP VR. DESCONTO DATA REC.

_________________, _____ de _______________ de ________

_____________________________________________________ Carimbo e assinatura do representante legal da empresa ou do empregador doméstico.

51

Cálculo de Restituição e Reembolso de Contribuição Competência MMAAAA Data de Data de Recolhimento Protocolo DDMMAAAA DDMMAAAA Valor Originário

Informe valores somente com vírgula. Não use pontos. Exemplo: 1000,00
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