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TELA CHEIA SUMÁRIO

Conceitos e Definições
O futebol desde sua origem ultrapassa várias evoluções e revoluções, e os campeo-
natos mundiais acabam por indicar tendências após cada evento. Ao fazer uma triologia
entre as copas do mundo de futebol, observamos em um primeiro momento, um futebol
mais voltado para o componente técnico do jogo, em que os atletas tinham mais espaços
para executar seus movimentos finais.
Com o passar dos anos, mais precisamente na copa do mundo de 1966 na Inglaterra
veio o desenvolvimento da capacidade física, onde a necessidade de o atleta deveria
suportar o jogo utilizando todo o seu acervo de capacidades aeróbias e anaeróbias ten-
do influencia dos esportes individuais, como o atletismo que serviu de base física para
os esporte s coletivos, tendo a antiga união soviética como percursora desse momento.

O corpo dos atletas


a evolução do futebol
Veja ao vídeo
clicando aqui

Chegamos a evolução tática do jogo com a seleção brasileira de 1970 - tricampeã na


copa do México - jogando com várias alternâncias de sistema (1-4-3-3) base para o (1-4-2-
4) e até (1-3-4-3). Ademais, os atletas atuavam em diferentes posições/funções. Como no
exemplo de Tostão, que era atacante quando a equipe detinha a posse de bola, e meio-
-campista quando sem a bola. Pensando nos conceitos e evoluções da Tática, seria esse
futebolista que além de combinar ações técnicas do jogo, deveria suportar as exigências
físicas e tomar decisões, ocupar espaços de maneira correta, sejam elas defensivas ou
ofensivas.

Psicológico
para
concentração
na ação

Técnica
do Chute

Físico para
controlar o
movimento

Figura 1 – Ações do Atleta Cristiano Ronaldo na execução do movimento em jogo das eliminatórias da Eurocopa

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Frade (2003) discute a componente tática “que não é física, técnica nem psicológica”,
mas precisa de todas essas ações para se manifestar. Assim entendemos que o atleta
necessita estar preparado em todas essas dimensões do jogo para executar seus movi-
mentos táticos de defesa e ataque, sejam eles individual ou coletivo.
Segundo Greco (2000), Tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em
processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas
pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimen-
tos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também
indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de
ataque e defesa (Antón, 1998).

Jogo de Futebol
Primeiro conceituamos o que é jogo, que necessita de uma intenção (objetivo), adver-
sário, momentos de ataque e defesa, possuir regras e espaços definidos. O jogo de futebol
necessita de inúmeras situações de tomadas de decisão e situações-problemas por ser
complexo e ter a imprevisibilidade como característica determinante (GARGANTA, 1997).
Mas será que temos formado o jovem atleta e treinado o atleta adulto para tais com-
plexidades do jogo? Ou treinamos apenas para ele saltar mais, chegar primeiro, acertar o
passe para o companheiro de equipe, mas quando saltar eu faço o quê? Chegar primeiro
para o quê? Passar certo, mas com qual objetivo de posse de bola ou de verticalização?
Essas são perguntas que os atletas fazem e pensam a todo o momento quando estão no
treinamento e no jogo. Portanto, devemos pensar mais na construção do jogo de futebol,
e consequentemente na sua preparação, considerando todas as suas fases e a Tática
como norte nesse processo, tendo as componentes físicas, técnicas e psicológicas como
acervo para resolução dos problemas.
O jogo não é desmontado nem técnica nem taticamente. A abordagem é feita de
uma forma global em que a tática visa permitir e lidar com os problemas que o jogo
levanta. A técnica surge como instrumento de operacionalização das respostas, logo é
necessário que o individuo pense o jogo utilizando seu acervo tático (pensamento) e
técnico (execução), como identificado na figura abaixo.

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Figura 2 – Integração entre as componentes técnicas e táticas para desenvolvimento no jogo.

Jogador – Objeto;
Jogador – Objeto – Alvo;
Jogador – Objeto - Adversário;
Jogador – Objeto – Colega - Adversário;
Jogador – Objeto – Colegas - Adversário;
Jogador – Objeto – Equipe – Adversário.

Figura 3 – Aspectos para o desenvolvimento da tática no indivíduo.

A figura acima nos mostra elementos importantes para o desenvolvimento tático do


atleta, e se faz necessário que o desenvolvimento do jogo considere uma progressão de
atividades - gerais para especificas - como no modelo proposto, onde é contextualizado
a aprendizagem da tática, passando por todas as fases e relações que o individuo precisa
ter para aprendizagem da tática.
Assim o componente jogo se desenvolve através de várias facetas, considerando sem-
pre o aspecto cognitivo do indivíduo. Obviamente que ao lidar com o atleta profissional,
considera-se que ele tenha o entendimento por completo desse jogo e a tática escolhida
pela comissão técnica seja bem absolvida, mas para isso, existem fases, que se bem de-
senvolvidas fazem com que o indivíduo conheça o conteúdo tático.

Fases do jogo e seus conceitos:


Jogo Anárquico: dificuldades para compreender o jogo, função da bola, comu-
nicação verbal;

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Descentralização: já compreende melhor o jogo, mas ainda pela comunicação


verbal;

Estruturação: conhece as funções do jogo e executa comunicações não-verbais;

Elaborada: estratégias da equipe.

Estruturação do Espaço: ocupação e criação de forma equilibrada;

Comunicação e Ação: funções combinadas em respostas às situações do jogo;

Relação com a bola: aspectos motor, cognitivos de forma integrada e relacional.

Todo jogo desportivo coletivo com bola passa por todas essas fases do jogo, sendo
importante o desenvolvimento de cada uma delas, respeitando o nível cognitivo de cada
atleta. Para a iniciação na tática iremos considerar (jogo anárquico, descentralização e
estruturação) o momento de especialização. Vamos considerar as fases elaboradas e
de estruturação do espaço e na fase de alto nível, em que o indivíduo já conhece o jogo
profundamente. Ele já está na comunicação e ação e nas relações com a bola.


Objeto Colega Adversário Ambiente
Acertar o alvo;
Tirar vantagem tática Reconhecer espaços; Oferecer-se
transportar a bola para
no jogo; Jogo coletivo. Superar o adversário. e Orientar-se.
o objetivo.
Figura 4 – Elementos para desenvolvimento da Tática

As referências para pensar no componente tático do jogo então seriam as descritas na


figura (acima). Assim, toda vez que formos pensar na preparação tática do jogo, devemos
ter bases para que esse indivíduo tenha a aprendizagem da considerando sua progressão
em um contexto simples para um mais complexo. Todo jogo deve ter conteúdo e objetivo,
o atleta deve ser desafiado para sair das situações-problemas e o contexto inserido deve
simular ao que ele encontrará nas competições.
O componente tático está no centro para o desenvolvimento do jogo, onde o indivi-
duo terá ações de escolhas (tomadas de decisões). O jogo do futebol se divide em quatro
momentos, sendo eles: ofensivo; defensivo; Transições Ofensivas e Defensivas.
Momento Ofensivo: Onde a minha equipe está com a posse de bola e tentará fazer
os movimentos para chegar no alvo, sejam elas através.

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Barcelona 22 toques

Momento Defensivo: Onde a minha equipe está sem a posse de bola e tentará
através dos movimentos do adversário com e sem boa, defender o alvo para re-
Veja ao vídeo
cuperar a posse da bola. clicando aqui

Organização defensiva sob ótica da linha defensiva


com 4 jogadores (Atlético de Madrid)

Transição Ofensiva: Fase em que recupero a bola e estou passando do momento


defensivo para o momento ofensivo.
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Hoffenheim transição ofensiva

Transição Defensiva: Momento do jogo em que estou perdendo a posse de bola


saindo da fase ofensiva para a fase defensiva.
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Hoffenheim transição defensiva

Inteligência Veja ao vídeo


A definição de inteligência pode variar a partir de qual abordagem estiver sendo estu- clicando aqui

dada e qual seu objetivo. Lemos (2007), apresenta as seguintes abordagens (I- Psicomé-
trica, Diferencial e Factoralista; II- Desenvolvimentista; III- Neurobiológica e IV- Cognitiva).
A abordagem discutida nesse estudo será a Cognitiva, baseado nos conceitos de Gardner
(1995) a qual apresenta relações com as inteligências múltiplas (Lógico-Matemática, Lin-
guística, Musical, Espacial, Corporal – Cinéstesica e Intrapessoal).
A inteligência “lógico-matemática” corresponde à solução de problemas envolvendo
cálculos com números, as ciências da engenharia, física, matemática se utiliza bastante
dessa inteligência, a inteligência “linguística” seria a habilidade de falar, se manifestar,
escrever. Por exemplo, os advogados, poetas, professores, se utilizam muito dessa inteli-
gência a inteligência “musical” significa a demonstração de executar sons naturais além
de habilidades em manusear instrumentos. Essa inteligência é percebida nos músicos
de forma geral. A inteligência “espacial” é identificada como um entendimento da capa-
cidade de compreender e situar-se no mundo visual.

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Neurocientista - Cérebro De Grandes Atletas


Como Pelé & Michael Jordan
A inteligência “corporal-cinestésica” está relacionada com a solução de problemas
executados com o corpo. Atletas esportivos de forma geral se utilizam dessa inteligência.
A “intrapessoal” corresponde à sensação de estar bem consigo mesmo, e de se autoco-
Veja ao vídeo
clicando aqui nhecer. Sendo assim um individuo pode saber matemática e outro não, e nem por isso ser
mais ou menos inteligente que o outro. Um exemplo disso seria tocar algum instrumento
musical. Quem sabe tocar algum instrumento musical não significa ser mais inteligente
do que outra pessoa, sendo as inteligências múltiplas descritas por Gardner (1994) con-
dicionantes na resolução de situação-problema, com combinações ou não.
No esporte, de forma geral, os tipos de inteligência de acordo com a classificação de
Gardner (1995) que estariam mais evidentes seriam a “corporal-cinestésica” pelo domínio
do corpo que o atleta deve ter para executar o melhor gesto na ação técnica e a “espacial”,
na busca pelo reconhecimento do espaço associada a inteligência “corporal-cinestésica”.
A inteligência se apresenta de forma racional e emocional, em que o equilíbrio entre a
razão e a emoção é necessário para que se aumente o desempenho cognitivo. Desmisti-
ficando, então, a ideia que a razão tem que sobrepor à emoção, no esporte. Na tomada
de decisão, a razão e a emoção deve interagir de forma equilibrada com o objetivo que
uma complemente a outra, sem que a razão seja superior à emoção ou que a emoção
defina sobre a razão (LAPA, 2009).

Inteligência de Jogo no Futebol


O atleta de futebol que participa de um jogo completo de 90 minutos –somando-se
todas as suas ações - terá participado do jogo entre dois e três minutos de posse da bola
(GARGANTA, 2002). Com a diminuição no espaço do jogo (compactação – aproximação
entre os setores de defesa, meio e ataque) e o jogo sendo disputado entre 35 e 40 metros
do campo de futebol, para que o jogador pense na melhor ação para executar. A inteli-
gência somada com as decisões tomadas de acordo com o problema apresentado seria
a inteligência de jogo no futebol.
O desenvolvimento motor e cognitivo será influenciado através do contato que o in-
divíduo realiza com a bola (HERBST, 1999). O atleta a todo instante no jogo estará pro-
cessando informações e tomando decisões para melhor escolha no jogo, seja uma ação
defensiva ou ofensiva. Esses estímulos cognitivos associados ao desempenho motor es-
tarão determinando a execução do atleta e o resultado do jogo (ELLIOT; MESTER, 2000).
A equipe deve ser preparada para os momentos de defesa, ataque e bola parada. O atleta
previamente tem que se colocar em estado de jogo e saber quais ações a equipe foi trei-
nada para executar. Por exemplo, em qual zona do campo inicia a marcação (linha 1, linha

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2 ou linha 3) e em qual momento do jogo executo a marcação na determinada linha, a


construção da equipe vai depender da individualidade de cada um somadas ao coletivo.
Dessa forma, a inteligência de jogo seria através da situação-problema apresenta-
da, a resolução sendo tomada através de todas as suas características, físicas, técnicas,
táticas e psicológicas. Lapa (2009) entende que a inteligência de jogo é manifestada in-
dividualmente e colocada a serviço da equipe para um melhor entendimento do jogo,
corroborando com Fonseca (2006) que afirma que a inteligência individual se consolida
na coletiva. Assim o ato de compreender a situação-problema imposta do jogo, resolvida
com o ato cognitivo seria identificado como inteligência de jogo, Lapa (2009).
Garganta (2006) entende que o jogo é imprevisível e por esse motivo sempre irão
existir situações-problemas onde o individuo deve responder em fração de segundo uma
resposta que necessariamente deva compreender ao jogo coletivo proposto pela sua
equipe. Assim é no treinamento que o atleta deve se colocar no ambiente do jogo para
que seja estimulado a inúmeros problemas relacionados ao jogo. E na metodologia de
treinamento é onde iremos desafiar os futebolistas a desenvolverem a inteligência de
jogo, Lapa (2009) defende que na formação dos jovens atletas exista uma prioridade, o
desenvolvimento da inteligência de jogo.

Situação -
Problema
+ Ato
Cognitivo
= Inteligência
de Jogo

Figura 5 – Relação sobre a Inteligência de Jogo no Futebol

O cérebro de um jogador de futebol profissional

Organização hierárquica da tática – Todo e Partes


Abordar a tática sob uma perspectiva hierárquica é também compreender a comple-
xidade desse componente do jogo a partir de uma perspectiva multiníveis (CORRÊA et
al., 2012). Os níveis são subsistemas que compõem um sistema. Dentro desta perspec- Veja ao vídeo
clicando aqui
tiva, estes níveis podem ser classificados como: tática coletiva, tática setorial, tática de
grupo e tática individual. Todo nível apresenta todo e partes, em que o todo representa
a consistência e as partes a variabilidade do nível.
Desta forma, no nível 1, a tática individual é parte da tática de grupo. Já no nível 2 a
tático de grupo se torna parte da tática setorial. Por fim, a tática setorial se torna parte
da tática coletiva.
A tática individual consiste nos comportamentos táticos e técnicos que podem ser
realizados pelos jogadores a fim de gerar estabilidade na organização funcional da equipe

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(COSTA et al., 2009) (figura 6). Já a tática de grupo consiste na interação entre os jogadores
que se encontram mais próximos no campo de jogo (figura 7). A tática setorial consiste
na tática de determinado setor para resolver um problema do jogo (figura 8). Por fim, a
tática coletiva são princípios de jogo realizados pelas equipes a fim de alcançar a meta
do jogo com eficiência e que envolve todos os jogadores (jogar em profundidade e em
amplitude, por exemplo) (figura 9) (ARAÚJO e DAVIDS, 2016; REIS e ALMEIDA, 2019).

Figura 5 – Hierarquia da tática.

Figura 6 – Exemplo de comportamentos táticos individuais: o jogador número 5 da


equipe branca realiza a penetração, o jogador número 8 a cobertura ofensiva e o jogador
número 7 da equipe preta a contenção.

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Figura 7 – Tática de grupo: jogadores de diferentes setores interagem


entre si a fim de contribuir na saída de bola da equipe.

Figura 8 – Tática setorial: os jogadores dos setores defensivo e de meio de campo da equipe preta
(destacados de vermelho) realizam movimentações parecidas a fim de cumprir os comportamentos
táticos inerentes a cada setor em busca da recuperação da posse de bola.

Considerações Finais
Então a tática como hierarquia no jogo de futebol, seria pensar nela como a base, o
norte do processo, a partir dessa componente definirá o modelo de jogo, e tentaremos
extrair todo o potencial individual e coletivo.
Faz-se necessária a preparação do atleta nos aspectos físicos, técnicos e táticos
respeitando o processo de formação desde a iniciação, especialização no jovem, alto

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nível no profissional, em seus níveis de desenvolvimento biológico e cognitivo, mas nunca


fragmentado do jogo. O núcleo central para o desenvolvimento do indivíduo é o compo-
nente tático, em que através de situações-problemas treinadas o individuo conseguirá
responder no jogo de futebol, seja em situações favoráveis ou desfavoráveis.

Referências
ELLIOT, B.; MESTER, J. O Treinamento no Esporte: Aplicando ciência no esporte. Gua-
rulhos: Phorte, 2000.

GARGANTA, J. Modelação táctica do jogo de futebol: estudo da organização da fase


ofensiva em equipas de alto rendimento. 1997. 302 f. Tese (Doutorado em Ciências do
Desporto e de Educação Física) - Faculdade de Ciência do Desporto e de Educação Física,
Universidade do Porto, Porto.

GARGANTA, J. Competências no ensino e treino de jovens futebolistas. Lecturas Educa-


ción Fisica y Deportes, Buenos Aires, n. 45, 2002.

GARGANTA, J. Ideias e competências para pilotar o jogo de futebol. In: Tani G, Bento JO,
Petersen RS (eds) Pedagogia do desporto. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2006.

GARDNER, H. Estruturas da mente: a teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre:


Artes Médicas Sul, 1994.

GARDNER, H. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artmed, 1995.

HERBST, D. Soccer: How to play the game: The Oficial Playing in the Coaching Manual of
the United States Soccer Federation. New York: Universe Publishing, 1999.

LAPA, A. A. Importância da inteligência de jogo e da criatividade no âmbito da for-

Dica
mação e performance em futebol: um estudo baseado na literatura e percepção de
de
Livro
Planeta do Futebol
do autor Luís Freitas
Lobos, publicado
pela PRIME BOOKS
no ano de 2009. Um
excepcional livro
de futebol, que
contextualiza desde a
concepção do jogo até
onde ele pode ir.

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treinadores. 2009. Monografia (Desporto e Educação Física), Faculdade de Desporto da


Universidade do Porto, Porto.

LEMOS, G. Habilidades cognitivas e rendimento escolar entre o 5º e 12º anos de es-


colaridade. 2007. Tese (Doutorado em Psicologia) - Instituto de Educação e Psicologia,
Universidade do Minho, Portugal.

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O Autor
Emilio Simplício, Natural de Natal/RN, graduado em Educação Física
pela UFRN, especialista em futebol pela UNIRN, mestre em Educação
Física pela UFRN, co-autor dos livros “Ciências no Futebol Potiguar” e
“Adeus,Copa!”, experiências como treinador em escolas de futebol e
equipes de base (ABC FC), universitárias (IFRN, UFRN E UERN) e profis-
sionais (Fujian Broncos-China). Atualmente, pesquisador e professor
universitário da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

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d uc a ç ã o
E
par a u m
fut e bo l
a in d a
me lh o r !

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