Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Consolidação Normativa Parte Judicial
Atualizada em 27/06/2011

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011

ÍNDICE
LIVRO I - PARTE GERAL _____________________________________________________ 5 TÍTULO I - DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA_____________________________ 5 CAPÍTULO I - DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO _______________________ 5 Seção I - Dos Atos Normativos ___________________________________________ 5 Seção II - Dos órgãos e funções de assessoramento e execução ________________ 7 Seção III - Da distribuição de feitos _______________________________________ 12 Subseção I - Dos Registros de Distribuição ______________________________ 12 Subseção II - Das buscas ____________________________________________ 14 Subseção III - Das certidões de distribuição de feitos judiciais ________________ 14 Subseção IV - Dos Livros de Registro de Distribuição ______________________ 19 Subseção V - Dos fichários e arquivamento ______________________________ 20 Subseção VI - Do Serviço de Distribuição ________________________________ 20 Subseção X - Do pré-cadastramento____________________________________ 33 Subseção XI - Das anotações no Registro de Distribuição ___________________ 34 Subseção XII - Das medidas cautelares de caráter sigiloso __________________ 35 Seção IV - Do recebimento e encaminhamento de petições e documentos ________ 38 Subseção I - Do Protocolo Geral das Varas – PROGER_____________________ 38 Subseção II - Do recebimento de petições e documentos____________________ 42 Subseção IV - Do Protocolo Integrado __________________________________ 43 Subseção V - Da utilização do Serviço de Malote __________________________ 44 Seção V - Dos meios de comunicação entre os serviços judiciários ______________ 45 Subseção I - Disposições Gerais_______________________________________ 45 Subseção II - Da comunicação por fax __________________________________ 45 CAPÍTULO II - DA ESTATÍSTICA, SUPERVISÃO E DELEGAÇÃO DE FUNÇÕES ____ 48 Seção I - Da estatística das serventias ____________________________________ 48 Seção II - Da supervisão e delegação de funções____________________________ 48 CAPÍTULO III - DA FUNÇÃO CORREICIONAL ________________________________ 50 Seção I - Das correições, fiscalizações e inspeções __________________________ 50 Subseção I - Da responsabilidade disciplinar _____________________________ 53 CAPÍTULO IV - DOS RECURSOS__________________________________________ 54 CAPÍTULO V - DOS MAGISTRADOS _______________________________________ 55 Seção I - Das Disposições Gerais ________________________________________ 55 Seção II - Dos processos sigilosos administrativos de reclamações e representações judiciais ____________________________________________________________ 55 CAPÍTULO VI - DOS DEVERES ___________________________________________ 57 Seção I - Dos deveres dos Responsáveis pelo gerenciamento das Serventias _____ 57 Seção II - Do horário de trabalho _________________________________________ 60 Seção III - Da ausência do Escrivão e da vacância da função __________________ 61 Seção V - Da expedição de certidões _____________________________________ 62 CAPÍTULO VII - DAS CUSTAS JUDICIAIS ___________________________________ 64 Seção I - Disposições Gerais ____________________________________________ 64 Seção II - Do recolhimento das custas e a certificação pelas serventias judiciais____ 64 LIVRO II - FORO JUDICIAL ___________________________________________________ 68 TÍTULO I - DOS SERVIÇOS JUDICIAIS ____________________________________________ 68 CAPÍTULO I - Das Escrivanias_____________________________________________ 68 Seção I - Da Administração Interna _______________________________________ 68 Subseção I - Do Processamento Integrado e do Escrivão ___________________ 68 Subseção II - Da documentação em geral________________________________ 69 Subseção III - Dos Livros_____________________________________________ 71 Subseção IV - Das relações com os representantes do Ministério Público, da Advocacia Pública, da Defensoria Pública e Advogados_____________________ 73 Subseção V - Da autuação e da formação dos autos do processo. ____________ 74 Subseção VI - Das citações e intimações ________________________________ 76 Subseção VII - Do órgão oficial de publicação ____________________________ 77 Subseção VIII - Dos depósitos judiciais__________________________________ 79 Subseção IX - Da certidão de débito ____________________________________ 79 Subseção X - Da atualização de dados__________________________________ 81
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Subseção XI - Do arquivamento _______________________________________ 82 Subseção XII - Das Petições __________________________________________ 84 Subseção XIII - Da consulta ao serviço de arquivo – SARQ __________________ 85 Seção II - Das rotinas de processamento __________________________________ 88 Subseção I - Das rotinas aplicáveis às serventias judiciais em geral ___________ 88 Subseção II - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência cível _________________________________________________________________ 95 Subseção III - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de família ___________________________________________________________ 96 Subseção IV - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de infância e juventude _________________________________________________ 97 Subseção V - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de idoso ____________________________________________________________ 99 Subseção VI - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência criminal _________________________________________________________ 100 Subseção VII - Das rotinas aplicáveis às serventias dos Tribunais do Júri ______ 105 Subseção VIII - Das rotinas aplicáveis aos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher ____________________________________________ 105 Subseção IX - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência orfanalógica ______________________________________________________ 106 Subseção X - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência fazendária _______________________________________________________ 107 Subseção XI - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência empresarial ______________________________________________________ 108 Subseção XII - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência em registros públicos __________________________________________________ 113 CAPÍTULO II – DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS E CRIMINAIS ______________ 115 Seção I - Disposições gerais ___________________________________________ 115 Seção II - Dos Conciliadores ___________________________________________ 115 Seção III - Dos Oficiais de Justiça _______________________________________ 116 Seção IV - Dos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e dos Núcleos de Distribuição, Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC __________________________________________________________________ 116 Seção V - Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Cíveis _______________ 117 Subseção I - Da intimação por via telefônica_____________________________ 118 Seção VI - Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Criminais ____________ 119 CAPÍTULO III – DOS AUXILIARES DO JUÍZO _______________________________ 123 Seção I - Do Analista Judiciário na Especialidade de Execução de Mandados – Denominação funcional de Oficial de Justiça Avaliador_______________________ 123 Subseção I - Disposições gerais ______________________________________ 123 Subseção II - Do cumprimento do mandado judicial _______________________ 123 Subseção III - Das Centrais de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores – NAROJA ______________________________ 127 Seção II - Do Avaliador Judicial _________________________________________ 132 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 132 Subseção II - Do Cumprimento do mandado de avaliação __________________ 133 Subseção III - Da Central de Avaliadores Judiciais ________________________ 135 Seção III - Do Contador Judicial_________________________________________ 139 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 139 Subseção II - Da Atuação do Contador Judicial __________________________ 140 Subseção III - Da Central de Cálculos Judiciais __________________________ 141 Seção IV - Do Partidor Judicial _________________________________________ 143 Subseção I - Disposições Gerais______________________________________ 143 Subseção II - Da Atuação do Partidor Judicial ___________________________ 144 Subseção III - Da Central de Partilhas Judiciais __________________________ 145 Seção V - Do Inventariante Judicial ______________________________________ 146 Subseção I – Disposições gerais______________________________________ 146 Subseção II – Da atuação do Inventariante Judicial _______________________ 148 Subseção III – Da Central de Inventariantes Judiciais______________________ 153 Seção VI - Do Testamenteiro e Tutor Judicial ______________________________ 159 Seção VII - Do Depositário Judicial ______________________________________ 160
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Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção I .Do Psicólogo Judicial ________________________________________ 185 Seção XII .Do Assistente Social Judicial___________________________________ 184 Seção XI .Da alienação de bens em depósito público __________________ 167 Seção VIII .Do Comissário de Justiça da Infância.Disposições gerais ______________________________________ 160 Subseção II – Da atuação do depositário judicial _________________________ 161 Subseção III – Da Central de Depositário Judicial_________________________ 164 Subseção IV .Do exercício da função de Leiloeiro no âmbito do Poder Judiciário_____ 184 Seção X .Do Perito Judicial __________________________________________ 192 Página 4 de 192 . da Juventude e do Idoso ______ 187 Seção XIII .Do Liquidante Judicial ______________________________________ 170 Subseção I _________________________________________________________ 170 Disposições Gerais __________________________________________________ 170 Subseção II ________________________________________________________ 172 Da Atuação dos Liquidantes Judiciais ____________________________________ 172 Subseção III ________________________________________________________ 178 Da Central de Liquidantes Judiciais ______________________________________ 178 Seção IX .

2º. órgão de planejamento. para o desempenho de funções. orientação e fiscalização. esclarecer e viabilizar a aplicação de disposições legais.instrumento pelo qual se convoca Magistrados e servidores para participarem de atividades administrativas.PARTE GERAL TÍTULO I . Página 5 de 192 . é exercida pelo Desembargador Corregedor-Geral da Justiça. instruções ou orientações uniformizadas voltadas para grupos ou atividades específicos ou não.Provimento .instrumento para aplicar disposições legais a caso concreto. normas. a Corregedoria Geral da Justiça organiza seus órgãos e atividades. II . ou instaurar sindicância.DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA CAPÍTULO I . nos termos dos artigos 44 a 48 do Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Rio de Janeiro.Convocação . coordenação.instrumento de caráter normativo interno e externo. bem como para consolidar normas atinentes à matéria de sua competência ou modificar a Consolidação Normativa. o Corregedor-Geral da Justiça expedirá observada seqüência anual: I . A Corregedoria Geral da Justiça.DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO Seção I . Art.instrumento de divulgação de notícias de interesse geral. No cumprimento de suas funções. supervisão. procedimento administrativo disciplinar ou outro evento de natureza apuratória. visando regulamentar.Dos Atos Normativos Art. IV . bem como para indicar substituto de serviço oficializado e delegar competência. III .Aviso . 1º. por meio do qual. no âmbito interno e externo. com a finalidade de normatizar os atos concernentes às Serventias Judiciais e seus serviços.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CONSOLIDAÇÃO NORMATIVA DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO LIVRO I .Portaria . das atividades administrativas e funcionais da primeira instância do Poder Judiciário.

instrumento que estabelece comunicação com terceiros. Art. recomendações ou informações.Certidão . exceto quando houver anexos que não possam ser digitalizados.instrumento utilizado para transmitir. Além dos atos apontados no artigo anterior. A emissão de memorando deve ser realizada por correio eletrônico com a solicitação de confirmação de leitura pelo destinatário.instrumento pelo qual a administração afirma a existência de fatos ou de situações que constam de assentamentos públicos. pastas ou documentos em poder da Instituição. §3º. Os Juízes de Direito e os Juízes Substitutos poderão expedir ou baixar os atos constantes dos incisos II e V. Página 6 de 192 . III .Ato Reservado .Ordem de Serviço .Memorando . mediante valoração do agente. fora do âmbito da administração da Corregedoria. exaradas em processos judiciais ou administrativos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V . recomendações ou informações. Apenas os atos disciplinados nos incisos I. Parágrafo único. segundo a constatação do agente declarante que não consta de qualquer livro. ordens uniformes aos respectivos subordinados visando organizar as atividades da estrutura interna. § 1º. devendo. que tramitam em segredo de justiça.instrumento que estabelece a comunicação interna entre as unidades organizacionais da Corregedoria. mas que não consta de qualquer livro. os demais a publicidade se dará através de veículo próprio.instrumento destinado à comprovação. serão expedidos pelas unidades organizacionais da Corregedoria.Ofício .PROT. de situação ou de fato transeunte concernente à Administração. III e IV do caput deste artigo.Declaração . podendo conter solicitações. A Ordem de Serviço proveniente de Juiz de Direito terá sua eficácia sujeita a prévia aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. tornar-se-ão públicos mediante publicação no Diário da Justiça Eletrônico. os seguintes atos: I . o Corregedor-Geral da Justiça dá ciência aos Magistrados de decisões judiciais. podendo conter solicitações. observados os limites do exercício de suas atribuições administrativas. por meio do qual.instrumento de afirmação da existência de uma situação ou de um fato.Ato Executivo – instrumento para determinar providências concernentes ao regime jurídico e a vida funcional do servidor da justiça. 3º. VII . V . II . neste caso. § 2º.instrumento. VI . no âmbito interno da unidade organizacional. IV .Atestado . pastas ou documentos em poder da Instituição. II. seguir via sistema corporativo de protocolo administrativo . indicando a maneira de ser conduzido determinado serviço ou atividade.

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. por razões de ordem prática ou técnica. VIII . III . ao Corregedor-Geral no desempenho de suas funções. No cumprimento de suas funções. Seção II . rotina administrativa e manual. com presteza e permanência.Departamento de Apoio aos Núcleos Regionais. serviços.Manual é o documento complementar à Rotina Administrativa destinado a reunir informações acerca de informativos (software). orientar e coordenar atividades que atendam. A Rotina Administrativa e Manual deverão ser divulgados por veículo próprio. entre outras atribuições definidas pelo CorregedorGeral da Justiça: I .dirigir.Assessoria de Normatização. produtos. devam permanecer em separado da rotina administrativa e expedidos conforme a Rotina Administrativa.Núcleo dos Juízes Auxiliares.Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Extrajudiciais.Divisão de Custas e Informações.Gabinete do Corregedor-Geral. Parágrafo único. Cabe ao Gabinete.Rotina Administrativa é o instrumento que estabelece a forma de execução de processos de trabalho expedida conforme determinado na Rotina Administrativa Geral. § 1º.Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Judiciais.Dos órgãos e funções de assessoramento e execução Art. I . III . os Juízes Auxiliares da Corregedoria e Servidores habilitados poderão elaborar parecer.Diretoria Geral de Administração. IV . 5º. Página 7 de 192 .Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar. 4º. V . informações a usuários internos ou externos que. VII . IX . II . São órgãos de assessoramento ao Corregedor-Geral da Justiça: I . VI . II .Parecer é o instrumento para expor manifestação técnica ou jurídica sobre matéria versada em processo administrativo.

supervisionar e controlar a recepção. VIII . Página 8 de 192 . III . VII . V . remetendo à Presidência.receber visitantes.manter sob guarda documentos relativos a assuntos pessoais do Corregedor-Geral ou os que. III . IV . II . implemento de diligências determinadas e produção de prova.promover. funções relacionadas com a disciplina e a regularidade dos serviços de serventias judiciais e extrajudiciais. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I .proceder à instrução de reclamações contra magistrados dirigidas à Corregedoria. mereçam custódia reservada.integrar a Comissão Estadual Judiciária de Adoção. por delegação. a seleção e o encaminhamento de expediente e correspondência confidencial ou não confidencial do CorregedorGeral.submeter ao Corregedor-Geral. para cumprimento de decisões e acórdãos proferidos. para despacho.presidir sindicâncias e correições extraordinárias. bem como exercer. para avaliação do Corregedor-Geral sobre a necessidade de prosseguimento do feito.integrar a Comissão Estadual dos Juizados Especiais. Cabe ao Núcleo dos Juízes Auxiliares. VIII . VI . V . incluindo indicadores de grau de satisfação dos usuários e custos. § 2º. os processos provindos do Conselho da Magistratura.integrar o Comitê Estadual Gestor das tabelas unificadas do Conselho Nacional da Justiça. designações e substituições em cargos comissionados e funções gratificadas da Corregedoria Geral da Justiça. marcar entrevistas e organizar a agenda de compromissos do Corregedor-Geral. contatos com autoridades internas e externas.gerenciar os indicadores de desempenho de gestão de pessoas subordinadas ao Corregedor-Geral da Justiça. por sua natureza. nos casos previstos no Regimento Interno do referido Colegiado. por determinação do Corregedor-Geral. IV . VII.preparar o expediente necessário às nomeações.assessorar o Corregedor-Geral no exame de atos administrativos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II . VI.assessorar o Corregedor-Geral junto ao Conselho da Magistratura e ao Órgão Especial.proceder à instrução de representações contra Magistrados por delegação.

propor documentos normativos de sua área de competência. e da Divisão de Pessoal. X . IV .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IX . no âmbito de atuação da Corregedoria Geral da Justiça.a Diretoria Geral de Administração compreende as seguintes Unidades Organizacionais: a) Departamento de Distribuição.promover e executar as atividades do Sistema Normativo Administrativo do Poder Judiciário. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I . V .realizar estudos e pesquisas de legislação. afastamento e licenças.elaborar estudos e propor medidas sobre a utilização de recursos humanos e materiais. II . aplicáveis a questões submetidas à apreciação final do Corregedor-Geral. expedientes relativos à movimentação de pessoal. Página 9 de 192 . IV .integrar Comissões e Comitês outros por determinação do CorregedorGeral da Justiça.coordenar e fiscalizar as atividades das unidades organizacionais da CGJ.colaborar na revisão. na atualização e na modificação de Provimentos e instruções normativas. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I . por delegação do Corregedor-Geral. V . § 3º. a partir dos dados encaminhados pelas unidades organizacionais que a integram. de jurisprudência e de doutrina. acompanhando a elaboração de rotinas administrativas para as serventias judiciais de primeira instância. Cabe à Assessoria de Normatização. § 4º. III . para o estabelecimento de rotinas administrativas da Corregedoria Geral da Justiça. e de Suporte Operacional. Cabe à Diretoria Geral de Administração. devidamente informados.submeter ao Corregedor-Geral.supervisionar as atividades dos Departamentos de Distribuição. conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça. III . II .propor alterações no Regulamento Interno e na Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça ou opinar sobre propostas nesse sentido.elaborar relatório anual da Corregedoria Geral da Justiça.analisar os indicadores de desempenho mensais gerados pelos Departamentos. b) Departamento de Suporte Operacional. VI .

III.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) Divisão de Pessoal. Página 10 de 192 . § 5º. Cabe à Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Judiciais. II . fiscalizações e correições em serventias judiciais.assessorar o Corregedor-Geral ou o Juiz Auxiliar por este designado em correições. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I .propor documentos normativos de sua área de competência. X .coligir os elementos necessários em cumprimento à determinação fulcrada no § 2º. expedir ofícios e instruir processos administrativos relativos à Diretoria Geral. XV . XI . submetendo-as ao Corregedor-Geral da Justiça. V .gerenciar instrução de processos administrativos e emissão de pareceres. atualização e prestação de informações sobre tabela de custas judiciais.prestar informações.consolidar as propostas de alteração da Consolidação Normativa Judicial. XIV .gerenciar os servidores da Diretoria Geral e verificar o cumprimento de escalas de férias e de licenças. fiscalizações ou inspeções. VIII . VI . que subsidiem estudos de adequação às necessidades de órgãos e serviços judiciários de primeira instância. XIII .gerenciar atividades de monitoramento judicial. incisos IV e V deste artigo. com a respectiva apuração de responsabilidades.supervisionar as atividades das Divisões e Serviços.gerenciar análise. XII . conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça. IX .analisar estatísticas mensais expedidas pelas Divisões.manter atualizada a página do mapa estatístico judicial.promover Inspeções e Fiscalizações determinadas pelo Corregedor-Geral ou Juízes Auxiliares.reunir dados estatísticos e informações extraídas de relatórios de correições.gerenciar inspeções. IV . VII . XVI .solicitar e controlar o estoque de material.

V .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º.propor documentos normativos de sua área de competência. atualização e prestação de informações sobre tabela de emolumentos.analisar estatísticas mensais expedidas pelas Divisões. IV . III .gerenciar os servidores da Diretoria Geral e verificar o cumprimento de escalas de férias e de licenças.consolidar as propostas de alteração da Consolidação Normativa Extrajudicial. Cabe à Diretoria Geral de Fiscalização e Apoio às Serventias Extrajudiciais. expedir ofícios e instruir processos administrativos relativos à Diretoria Geral. Cabe ao Departamento de Apoio aos Núcleos Regionais gerenciar as atividades realizadas pelos Núcleos Regionais da Corregedoria Geral da Justiça. XI . VIII . entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: Página 11 de 192 . § 7º.supervisionar as atividades das Divisões e Serviços. normatizar e apoiar os auxiliares da Justiça no desempenho de suas funções.gerenciar análise.gerenciar inspeções e correições em serventias extrajudiciais.manter atualizada a página do mapa estatístico extrajudicial. conforme critérios estabelecidos pela Assessoria de Normatização da Corregedoria Geral da Justiça. § 9º. Cabe à Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar: controlar. XII .determinar aos notários e registradores o cumprimento dos prazos para a entrega de boletim estatístico.gerenciar instrução de processos administrativos e emissão de pareceres. Cabe à Divisão de Custas e Informações. XIV . submetendo-as ao Corregedor-Geral da Justiça.solicitar e controlar o estoque de material. IX . § 8º.prestar informações. entre outras atribuições definidas pelo Corregedor-Geral da Justiça: I . VI . XIII . X .gerenciar atividades de monitoramento extrajudicial.assessorar o Corregedor-Geral ou o Juiz Auxiliar por este designado em correições ou inspeções cartorárias. VII . II .

bem como das peças elencadas nos incisos do artigo 34 desta Consolidação. o registro de distribuição será lançado na própria relação. após.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . 6º . após distribuídas e registradas. as informações referentes à distribuição das petições iniciais cíveis e criminais. encaminhados às Varas pelo Departamento ou Serviço de Distribuição. Art. IV . especiais e extraordinários.nas precatórias e cartas de ordem: serão registradas pelo nome das partes. c) nas Comarcas de ofício privativo ou único. 7º. II .na matéria fazendária: nos casos expressamente autorizados.gerenciar o atendimento a dúvidas e consultas de usuários sobre custas e emolumentos.gerenciar o processamento dos feitos administrativos inclusive ao recolhimento de custas e emolumentos. Página 12 de 192 .elaborar e fazer publicar a tabela de custas dos órgãos de primeira e de segunda instâncias. da competência do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. sendo. Seção III . as relações de feitos fiscais provenientes da Fazenda Pública serão conservadas em pasta própria. as peças serão encaminhadas às Varas pelos respectivos Distribuidores.atualizar a página "Dúvidas sobre Custas". III . conforme normatizado em seus parágrafos. V . conforme diretrizes da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação. VI .cadastrar contas correntes de Juízes de paz e avaliadores judiciais. a anotação no Registro de Distribuição ou Distribuidor será feita em livro próprio.Os registros de distribuição obedecerão: I .Dos Registros de Distribuição Art. vedada separação relativa ao mesmo dia ou expediente. II . com exceção dos valores devidos pela interposição dos recursos ordinários. b) nas demais Comarcas. Onde houver distribuição de execução fiscal por processamento eletrônico de dados.gerenciar a atualização da tabela de custas e emolumentos e controlar a atualização das informações no site do TJERJ.Da distribuição de feitos Subseção I . III . anotando-se o respectivo objeto. serão comunicadas por meio eletrônico aos Ofícios de Registro de Distribuição a que couberem.nas matérias cível e criminal: a) nas Comarcas onde os Ofícios de Registro de Distribuição não forem oficializados.

b) nacionalidade. II . f) O autor – Nome completo sem abreviação e CPF. se utilizado o sistema de fichário. Parágrafo único. g) O Réu . Nas Comarcas em que o Distribuidor for oficializado. g) número do documento de identidade. 8º. e) domicílio. b) A vara. São elementos essenciais ao registro os seguintes dados de identificação.da pessoa a quem concernir a distribuição: a) nome completo sem abreviações. CPF e documento de identificação civil. Data de Nascimento. como recibo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 arquivando-se uma via no cartório ou ofício de registro de distribuição. j) data do nascimento. e) O número do processo. d) profissão ou atividade. Art. c) estado civil. A alteração na distribuição. as alterações serão feitas pelas Serventias diretamente no sistema informatizado DCP. outra no Juízo.Filiação. mencionando o número do expediente que a encaminhou. f) residência.do Processo: a) Ação ou Classe e assunto da Ação. desde que informados: I . decorrente de ordem judicial. d) A data da distribuição. Página 13 de 192 . e devolvendo a terceira ao exeqüente. i) filiação. 9º. deverá ser comunicada por ofício eletrônico e anotada em livro próprio à margem do respectivo registro e na ficha original. h) número da inscrição na Receita Federal (CPF ou CNPJ). Art.

De cada pedido obrigatoriamente será extraído recibo do qual constará a data de sua apresentação e a da entrega da certidão. Art. discriminação detalhada dos atos praticados. Quando o atendimento ao pedido de busca puder acarretar quebra de sigilo profissional ou comercial. Art.Das buscas Art. 15. mediante breve relatório: I . b) Juiz Distribuidor.matéria cível. pelo menos 03 (três). Os pedidos de buscas se restringirão a um período de 05 (cinco) anos. Os Distribuidores e os Ofícios de Registro de Distribuição. 11. O Oficial de Registro de Distribuição e o Distribuidor fornecerão certidão em até 08 (oito) dias. II . ainda que aproximadamente. Página 14 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. É defeso ao Oficial de Registro de Distribuição e ao Distribuidor fornecer relação ou lista indiscriminada de distribuições realizadas. Art. no caso de expedição de certidão. desde que indicados pelo interessado. na Comarca da Capital. classe e assunto. réu ou requerido. os valores cobrados de acordo com as respectivas tabelas de emolumentos. ano em que este se iniciou. requeridos ou devedores. II . por escrito. Subseção III . 14. 10. Parágrafo único.ao Juiz do feito. salvo caso de urgência. quando se tratar de matéria judicial. Subseção II .Das certidões de distribuição de feitos judiciais Art. ao: a) Corregedor-Geral da Justiça. cumpre ao titular do Ofício de Registro de Distribuição ou ao Distribuidor suscitar dúvida. autorizado pelo Juiz. 13. nas demais Comarcas. somente prestarão informações em pedidos de buscas sobre: I . quando mencionado. observando a ordem cronológica do pedido. 12. quando se tratar de distribuição em segredo de justiça. identificação do serviço com o CNPJ e identificação do funcionário emissor do recibo. com referência a nome de réus.nos demais casos. o ano do início do processo. dentre os 05 (cinco) seguintes itens: autor ou requerente.matéria criminal. bem como. O expediente encaminhado aos Ofícios de Registro de Distribuição será arquivado em pasta própria. tipo da ação ou do feito.

extração ou conferência. Art. desde que estes sejam arquivados. 19. devendo ser arquivado no Cartório para efeito de fiscalização pelo prazo de 05 (cinco) anos. § 2º. O impresso utilizado para expedição de certidão será numerado de 01 (um) ao infinito e distribuído aos funcionários autorizados. 18. com aposição do contra-selo de cada ato. se pessoa jurídica.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. Art. V – número de inscrição do CPF ou CNPJ. IV – número do documento de identidade e órgão expedidor. VIII – data da distribuição do feito. e XI – resumo da sentença criminal absolutória ou condenatória. A certidão não empregará abreviaturas nem conterá espaços em branco. No caso dos ofícios do Registro de Distribuição será possível a emissão de um único recibo para mais de um pedido. Deverão constar das certidões os seguintes dados de identificação. 16. 17. pessoa natural ou jurídica. será extraída como negativa. Página 15 de 192 . A certidão conterá. III – estado civil. Art. além da assinatura do respectivo titular ou de seu substituto. II – nacionalidade. VI – filiação da pessoa natural. sem elementos de qualificação. salvo se indisponíveis: I – nome completo do réu. podendo ser adotado o sistema alfanumérico. proibido o uso de abreviações. o CPF e a sua identidade. VII – residência ou domicilio. acostados aos respectivos recibos. X – Ofício do Registro de Distribuição ou Distribuidor Judicial competente. no formulário de pedido correspondente. se pessoa natural. mas mencionará as distribuições referentes a esse nome. emendas ou rasuras. entrelinhas. a do servidor responsável pela busca. § 1º . ou o seu arquivamento.Se constar do registro nome igual ou semelhante ao do pedido. Art. e sede. IX – tipo da ação. a certidão. O pedido deverá conter o nome do solicitante.

b) Rescisórias. Recuperações Judiciais e demais ações e precatórias distribuídas às varas com competência Empresariais. curatelas. Averbações e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência em Registros Públicos. g) Medidas Cautelares (Arrestos. Buscas e Apreensões. II . respeitadas suas atribuições estabelecidas no CODJERJ. declarações de ausência e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência em Órfãos e Sucessões. 20. observado os termos do artigo 34: Página 16 de 192 . da juventude e do idoso. 21. tutelas. k) Ações e Precatórias de competência dos Juizados Especiais Cíveis. Art. testamentos. notificações e outros) distribuídas às varas com competência Cíveis. cujo número e órgão expedidor serão indicados na certidão. e) Ações Acidentárias. interdições. Seqüestros.Cíveis: a) Indisponibilidade de Bens.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º . arrolamentos. Os Distribuidores e Ofícios de Registro de Distribuição.Se o registro contiver dados qualificadores para identificação da pessoa a que se refira à respectiva distribuição. Despejos. mencionadas no parágrafo primeiro e terceiro do artigo 33 desta Consolidação. Divórcios. Arrestos. Seqüestros e outras determinações comunicadas pela Corregedoria Geral de Justiça. Concordatas. sobre as seguintes matérias: I . Quando do pedido constar nome que dê margem a suspeita de possível adulteração posterior à extração da certidão. f) Retificações. Consignatórias. c) Falências. Alimentos e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência de Família. Art. l) Ações distribuídas às varas da infância. administrações provisórias. registrarão e certificarão. estes serão reproduzidos na certidão. exigir-se-á exibição do respectivo documento de identidade. Sumárias. arrecadações. h) Ordinárias.Criminais. Execuções e outras ações e precatórias distribuídas às varas com competência Cíveis. i) Ações e Precatórias de competência das Varas Regionais. d) Separações. j) Inventários.

Flagrantes. Despejos. Possessórias. Inquéritos Policiais. g) Ações de Dívida Ativa do Estado do Rio de Janeiro distribuídas à vara com competência fazendária específica. tais como: Ordinárias. e) Inquéritos Policiais . Notificações. g) Ações Penais. h) Ações Penais. f) Ações Penais. Cartas Precatórias e outras. Sumárias.Militares. que trata de intervenção e liquidação extrajudicial de instituições financeiras pelo Banco Central do Brasil ou Ministério da Fazenda. Interpelações. Precatórias e outros procedimentos de competência dos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Interpelações. c) Ações promovidas pelo Estado. previstas pela Lei nº 6024 de 13/03/74. d) Medidas Cautelares promovidas pelo Estado. Produção Antecipada de Provas. b) Execuções fiscais promovidas pela Fazenda Pública Municipal e suas Autarquias. pelo Município e suas Autarquias. Flagrantes e outros procedimentos investigatórios distribuídos às Varas Criminais. f) Ações e Medidas Cautelares distribuídas às Varas de Fazenda Pública. Sumaríssimas. d) Ações Penais Públicas e Privadas. Protestos. Flagrantes. Inquéritos Policiais. Inquéritos Policiais. Precatórias e outros procedimentos de competência dos Juizados Especiais Criminais. Página 17 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) Indisponibilidade de Bens. outros procedimentos e precatórias das Varas Criminais. Arrestos. tais como: Ordinárias. Ações Penais e Precatórias de competência das Auditorias da Justiça Militar. III . Notificações. e) Interdição e/ou Indisponibilidade de Bens. tais como: Produção Antecipada de Provas. Flagrantes. Desapropriações. Seqüestros e outras determinações comunicadas pela Corregedoria Geral da Justiça. pelo Município e suas Autarquias. b) Ações Penais e outros procedimentos de competência originária da 2ª Instância. c) Inquéritos Policiais.Fazendárias: a) Execuções fiscais promovidas pela Fazenda Pública Estadual e suas Autarquias. Flagrantes. Possessórias. Precatórias e outros procedimentos de competência das Varas Regionais.

o fim a que se destina. de forma clara e inequívoca. Em face de pedido de certidão. III . serão certificadas com exclusividade pelo 1º. Página 18 de 192 . É vedada a expedição de certidão em modelo diverso dos elencados no parágrafo anterior. § 2º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 h) Ações de Dívida Ativa dos Municípios distribuídas às varas com competência fazendária específica. 3º. § 3º. deverá conter. (Redação antiga) § 4º. II . § 1º. 2º. IV . Todos os modelos de certidão incluirão informações previstas nas alíneas c. publicado no DJERJ de 10/06/2011) § 1º. 22.distribuições não criminais elencadas no inciso I. (Alínea acrescida pelo Provimento CGJ nº 31/2011.distribuições criminais elencadas no inciso II. O pedido de certidão que envolver imóvel será instruído com o respectivo número da inscrição municipal. “j” e “l” do inciso I deste artigo. Art. conforme a seguir: I .Ações e Precatórias de competência dos Juizados Especiais da Fazenda Pública. ressalvado o previsto no Provimento CGJ Nº 6 de 29/01/2002. § 4º. em destaque. O disposto no parágrafo anterior não se aplica ao 9º Ofício do Registro de Distribuição da Comarca da Capital. A certidão de que trata o inciso IV do parágrafo anterior. As Ações Penais de competência originária da 2ª Instância. Nos modelos de certidões para fim especial deverão ser incluídas as informações previstas nas alíneas “c”. i) . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2010.certidão para fim especial. o cartório de Registro de Distribuição ou Distribuidor que dispuser de terminal com acesso ao sistema informatizado de ajuizamento de execuções fiscais confrontará os dados de suas anotações com os do sistema do exequente.certidão criminal . II e III serão certificadas em quatro modelos de certidão.certidão de executivo fiscal . 4º Ofícios do Registro de Distribuição da Comarca da Capital. j e l do inciso I deste artigo. publicado no DJERJ de 15/04/2010) § 5º. fazendo constar da certidão eventual divergência.distribuições elencadas no inciso III.certidão cível . § 6º. As matérias especificadas nos incisos I. bem como as ações Rescisórias.

Regional Crime.Controle de selos. manterão atualizados.Rescisórias. arrestos.Execuções Fiscais. II .Ações Cíveis de competência das Varas de Fazenda Pública. podendo ser unificados ou reduzidos conforme a necessidade do serviço e mediante autorização do Corregedor-Geral da Justiça. os seguintes livros de registro: I .Ações penais de competência originária da 2ª Instância. IX . § 1º. Subseção IV . respeitadas suas atribuições especificadas no CODJERJ. IV . seqüestros e outras determinações comunicadas pela CGJ.Dos Livros de Registro de Distribuição Art.Empresarial.Registros Públicos.Juizado Especial Criminal. III . 23.Cível.Família. XII .Regional Família. XIV .Juizado Especial Cível. O Oficial de Registro de Distribuição de feitos ajuizados. XV .Adicional.Criminal. VI . Página 19 de 192 . privatizados. com a anotação de "conforme relação impressa e autenticada em anexo". XIII .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. XVI . V . X . VII . VIII. XI . Na hipótese prevista no parágrafo anterior a certidão limitar-se-á a indicar o número de execuções distribuídas.Indisponibilidade de bens. Os livros elencados acima conterão 300 (trezentas) folhas e serão numerados seqüencialmente a partir do número 01 (um) ao infinito.Regional Cível. XVII .

26. Art. 25. seja pela transferência dos dados para memória informatizada específica. 24. (Artigo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. contendo elementos suficientes à efetivação de busca.Dos fichários e arquivamento Art. presidirá a distribuição dos feitos nas Comarcas da Capital e do Interior. O Corregedor-Geral da Justiça superintenderá e. a seu critério. em matéria judicial. sendo vedada em qualquer hipótese a devolução da petição inicial ao Núcleo de Autuação.Em caso de eventual necessidade. § 3º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. Subseção V . no último mês de cada ano. que deverão manter. Sempre que uma distribuição vier a ser cancelada. o Juiz Diretor do Fórum organizará e dará a devida publicidade. conforme modelo aprovado pela Corregedoria Geral da Justiça.Do Serviço de Distribuição Art. seja pela guarda da ficha respectiva em local próprio. Parágrafo único. O Oficial de Registro de Distribuição e os Distribuidores manterão arquivos. publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 2º . reiniciando-se ao início de cada livro. nos demais foros. os dados constantes do registro primitivo deverão ser preservados. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. No foro central da Comarca da Capital. apenas livro formado pelas atas de distribuição.As petições iniciais dirigidas aos órgãos judiciais do foro central da Comarca da Capital serão devidamente encapadas. com a incumbência de autuar as petições iniciais dirigidas aos Juízos do foro central. 26-A – No foro central da Comarca da Capital funcionará junto ao Departamento de Distribuição o Núcleo de Autuação. Os registros nele contidos serão numerados sequencialmente a partir do número 01 (um). certificando-se acerca do correto recolhimento das custas. e encaminhandoas aos órgãos judiciais destinatários. numeradas e certificadas. que atenderá aos critérios de proporcionalidade. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Página 20 de 192 . em rodízio mensal entre as Serventias da sua Comarca. Não se aplica o disposto neste artigo aos distribuidores oficializados informatizados. Art. a distribuição será feita por qualquer dos integrantes do Núcleo dos Juízes Auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça. Subseção VI . igualdade e álea. informatizados ou compostos de fichas. quando exigido. a complementação ou a retificação do cálculo de custas e dos dados informados na certidão deverão ser feitas pela própria serventia judicial. publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 1° . à escala de Juízes distribuidores para o ano seguinte.

e demais providências de inutilização ou cancelamento. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Parágrafo único.determinar a distribuição por sistema manual.dirimir dúvidas na classificação dos feitos e solucionar reclamações.comunicar ao Corregedor-Geral da Justiça irregularidades observadas no procedimento de distribuição. VI . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. bem como determinar a exclusão da distribuição no sistema informatizado. No foro central da Comarca da Capital. nos casos não previstos em lei. IV . III . publicado no DJERJ de 10/02/2011) § 4º . observadas as cautelas de praxe. em caso de deferimento. Cabe ao Juiz distribuidor: I . a parte interessada poderá postular diretamente ao Juízo para o qual houve a distribuição o imediato encaminhamento da petição inicial. exceto nos foros em que estiver em funcionamento o Núcleo de Autuação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º . o Juiz distribuidor encaminhará. diretamente aos Juízes diretores dos foros regionais competentes. as petições iniciais e comunicações de prisão em flagrante Página 21 de 192 .Tratando-se de petição inicial veiculando requerimento de medidas urgentes.autorizar distribuição urgente. publicado no DJERJ de 10/02/2011) Art. V . excetuados os de competência exclusiva. nos quais a determinação de remessa imediata da petição inicial compete ao Juízo para o qual foi a mesma distribuída. as medidas de autuação e certificação ainda pendentes passarão à responsabilidade da respectiva Serventia judicial. independentemente de qualquer outra providência. determinar a devolução desta e de seus anexos. nos casos não previstos em lei. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 07/2011. o Núcleo de Autuação providenciará seu encaminhamento. e o encaminhamento imediato da petição inicial ao Juízo competente.autorizar distribuição urgente.Na hipótese prevista no parágrafo anterior. II .presidir a distribuição dos feitos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 07/2011. (Redação antiga) VII . e o encaminhamento imediato da petição inicial ao Juízo competente.autorizar a distribuição de petição inicial desacompanhada de comprovante do recolhimento adequado de custas ou taxa judiciária porventura devidas. 27. nos casos previstos em lei. Reconhecida a urgência. VII . após a protocolização da petição e. em caso de impossibilidade de utilização do sistema eletrônico de processamento.apreciar pedido de desistência de distribuição formulado de imediato.

Deverão acompanhar as petições iniciais cópias dos documentos anteriormente referidos. V .secretariar o processamento das distribuições. informando aos Ofícios de Registro de Distribuição através do sistema informatizado . Os nomes dos autores deverão ser grafados sem conter qualquer abreviatura. VIII . VII . §2º. As petições iniciais apresentadas para distribuição deverão conter o número de identificação civil e o número do CPF.DCP.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recebidas dos Juízes de direito que tenham estado em plantão de medidas urgentes. onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos. quando inscritos na Receita Federal.autenticar. §1º.coordenar as atividades de distribuição. por advogado ou estagiário devidamente constituído.excluir feito da distribuição aleatória. 28.abrir e manter atualizado o Livro de Registro de Ocorrências. de todos os autores e réus. inclusive livros e relatórios.autorizar o encaminhamento de petição inicial distribuída em caráter de urgência. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores. abrir e encerrar livros. quando necessária à verificação de sua regularidade. Página 22 de 192 . em especial. subscrevendo atas. Cabe ao diretor do Departamento de Distribuição. lavrando a respectiva ocorrência em livro próprio e dando ciência imediata ao Juiz distribuidor em exercício. e expedir documento para substituição de ficha de protocolo ou de etiqueta autoadesiva. nos demais foros: I . III . as etiquetas auto-adesivas emitidas pelo sistema de processamento de dados.visar os livros utilizados no serviço. §3º. Art. Art. 29. em caso de perda ou danificação. falta de energia elétrica por mais de 30 (trinta) minutos. será indicado na petição inicial o número do CPF do seu representante legal. em razão da competência jurisdicional. e zelar pela guarda do material pertinente. ou do CNPJ. no foro central da Comarca da Capital. II . VI . IV . e ao Responsável pelo serviço. ao Juízo competente. autenticando relatórios e demais documentos expedidos pelo sistema de processamento de dados.cancelar ou excluir distribuição por determinação judicial. Quando se tratar de autor incapaz.

observado o disposto nos artigos 36 e 37 desta Consolidação. e o Ministério Público. (Redação antiga) § 2º. acompanhada da certidão de casamento contendo a averbação da separação. (Redação antiga) § 6º. na autenticação eletrônica ou na ata e na etiqueta auto-adesiva que venha a ser expedida. A distribuição por dependência e a dirigida a um determinado Juízo. 30. A distribuição por dependência ou dirigida será feita necessariamente em cumprimento a decisão judicial. (Redação antiga) § 1º. Ficam dispensados da exigência do parágrafo precedente os entes da Administração Pública direta Municipal. Na hipótese de petição inicial de conversão de separação em divórcio. nele indicando os autos que motivaram a prevenção. devendo ser procedida imediatamente após a baixa e o lançamento do último movimento em seu andamento. utilizando-se de mensageiro ou do serviço de malote. os feitos ajuizados serão distribuídos igualmente entre os Juízos e Ofícios de Registro de Distribuição. deverão ser apresentados os autos ou petições. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 84/2009. mediante despacho e resolver os casos omissos. A redistribuição decorrente de decisão proferida por Juízo de primeira instância independe de aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. obedecido o critério de compensação. Estadual e Federal.Quando da distribuição da petição de liberdade provisória. se caracterizarão. caberá à serventia do Juízo incompetente a remessa dos autos para o distribuidor do foro do Juízo competente. deverá a mesma vir instruída. Fica autorizado o setor de Distribuição a rejeitar a distribuição de petição inicial. O Juiz Distribuidor poderá autorizar a distribuição da petição inicial sem o cumprimento das exigências formuladas. (Redação antiga) § 4º. onde não sejam observadas as formalidades previstas no artigo anterior. Ressalvadas as exceções expressamente previstas em lei. para que conste dos autos. anexando-se. Página 23 de 192 . (Redação antiga) § 3º. Parágrafo único. o Escrivão designará Servidor para o encaminhamento.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 §4º. para que se promova a compensação automática. Nos feitos a serem registrados por dependência ou redistribuídos em razão de declínio de competência. § 5º . por termos específicos. Na hipótese prevista no parágrafo anterior. para tanto deve o Juízo encaminhar a petição inicial através de ofício dirigido à distribuição. Inexistindo Mensageria no Fórum. (Redação antiga) § 5º. Art. publicado no DJERJ de 04/12/2009) Art. além dos dados indicados no caput deste artigo com o número do flagrante e a indicação da delegacia de origem. em ambos os casos. 31. o ofício à petição apresentada.

se caracterizarão.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 em que fique comprovado que o Juízo prevento tem sede na mesma Comarca. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. A distribuição por dependência e a dirigida a um determinado Juízo. nela indicando os autos que motivaram a prevenção. 31. na autenticação eletrônica ou na ata e na etiqueta auto-adesiva que venha a ser expedida. caberá à serventia do Juízo incompetente a remessa dos autos para o distribuidor do foro do Juízo competente. o ofício à petição apresentada. os feitos ajuizados serão distribuídos igualmente entre os Juízos e Ofícios de Registro de Distribuição. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 4º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. Na hipótese prevista no parágrafo anterior. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. a distribuição por dependência será feita independentemente de decisão judicial e de ofício. a distribuição por dependência será feita independentemente de decisão judicial e de ofício. Ressalvadas as exceções expressamente previstas em lei. por termos específicos. devendo ser procedida imediatamente após a baixa e o lançamento do último movimento em seu andamento. embargos à arrematação. acompanhada da certidão de casamento contendo a averbação da separação. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 6º. para que se promova a compensação automática. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 1º. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 2º. anexando-se. Inexistindo Mensageria no Fórum. o Escrivão designará Servidor para o encaminhamento. embargos de retenção por benfeitorias e embargos de terceiro. embargos à execução fiscal e da Fazenda Pública. em ambos os casos. publicado no DJERJ de 11/05/2011) Página 24 de 192 . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. Na hipótese de petição inicial de conversão de separação em divórcio. Nos feitos a serem registrados por dependência ou redistribuídos em razão de declínio de competência. utilizando-se de mensageiro ou do serviço de malote. A redistribuição decorrente de decisão proferida por Juízo de primeira instância independe de aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. em que fique comprovado que o Juízo prevento tem sede na mesma Comarca. A petição inicial do processo a ser distribuído por dependência deverá ser protocolizada diretamente no PROGER. salvo quando se tratar de embargos à execução de título extrajudicial. embargos à adjudicação. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 3º. obedecido o critério de compensação. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. hipóteses em que a petição será protocolizada diretamente no Distribuidor. deverão ser apresentados os autos ou petições. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. publicado no DJERJ de 11/05/2011) § 5º. para que conste dos autos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 25/2011. observado o disposto nos artigos 36 e 37 desta Consolidação.

ressalvadas as seguintes ações: I . As ações referidas nos incisos I. Art. III . ou. sendo no ato restituída ao portador ou ao remetente. se tratar de pedido de providência urgente. V – embargos de terceiro. observado o disposto no art. Todos os feitos da competência do Idoso serão anotados nos registros de distribuição. mas anotados no registro de distribuição. § 3º. inciso VI. II . § 2º.as ações referentes às infrações contra norma de proteção à criança ou adolescente.as ações referentes às infrações contra norma de proteção à criança ou adolescente. difusos ou coletivos afetos à criança e ao adolescente. Parágrafo único. ou se inexistente ou encerrado o expediente bancário. não será distribuída. difusos ou coletivos afetos à criança e ao adolescente. Petição desacompanhada do comprovante de recolhimento de custas judiciais. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011. publicado no DJERJ de 03/05/2011) § 1º . 32. Os feitos que couberem a Juízo ou Serventia de competência ou atribuição exclusiva não serão distribuídos.Os feitos que couberem a Juízo ou Serventia de competência ou atribuição exclusiva não serão distribuídos. ressalvadas as seguintes ações: I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Os feitos de competência das Varas de Infância e da Juventude serão anotados apenas na respectiva serventia.as ações decorrentes de irregularidades em entidades de atendimento.as ações civis fundadas em interesses individuais. IV – ações de alimentos. 33.Os feitos de competência das Varas de Infância e da Juventude serão anotados apenas na respectiva serventia. por "via postal" ou "serviço de malote". II . § 1º. mas anotados no registro de distribuição. (Redação Antiga) Artigo 33 . II e III serão anotadas no registro de distribuição.as ações civis fundadas em interesses individuais. salvo neste último caso. quando se tratar de feitos redistribuídos em razão de declínio de competência. É vedado o recebimento de petições iniciais de feitos ajuizados. 27.as ações decorrentes de irregularidades em entidades de atendimento. salvo se houver pedido explícito de gratuidade. ainda. III . Página 25 de 192 . de recolhimento protraído.

XII – execuções de alimentos. exceto os incisos III. IX – remoção. As distribuições relativas aos inquéritos policiais somente serão objeto de informação em certidão após o recebimento da denuncia.os requerimentos de arquivamento de inquérito policial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011.as cartas precatórias. 34. suspensão ou restabelecimento do poder familiar. execução de multa e/ou execução de título extrajudicial. todos os feitos da competência do Idoso serão anotados nos registros de distribuição. publicado no DJERJ de 03/05/2011) § 2º . As distribuições relativas aos procedimentos constantes deste artigo serão objeto de registro de distribuição. assim como. II . X – revisão judicial de decisão do Conselho Tutelar. nas hipóteses em que a lei 9099/95 determina a remessa ao juízo comum. XI – cumprimento de sentença e impugnação ao cumprimento de sentença. modificação e dispensa de tutor ou curador. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 22/2011. VII . § 1º. VII – perda. que tenham como base inquéritos policiais ou peças de informação. VI .as ações de habeas corpus e os requerimentos de liberdade provisória.os feitos oriundos dos Juizados Especiais Criminais.Os requerimentos de medidas cautelares preparatórias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI – mandados de segurança. § 2º.As ações referidas no parágrafo precedente serão anotadas no registro de distribuição. V e IX. Serão distribuídos às Varas de competência criminal: I . IV . relaxamento de prisão e arbitramento de fiança e outros que importem em pedido de cessação da violação da liberdade. Página 26 de 192 . VIII .as notícias de prisão em flagrante e os respectivos autos.as denúncias ou queixas. VIII – prestação de constas.os pedidos de reabilitação. III . V . publicado no DJERJ de 03/05/2011) Art.

baixas. § 5º. 35.Projeto Comarca aos Ofícios de Registro de Distribuição não Oficializados será feita por ofícios eletrônicos emitidos pelo sistema de informática. § 4º. (Parágrafo revogado pelo Provimento CGJ nº 60/2010. para fins de registro e distribuição. sendo obrigatória nova distribuição quanto aos atos posteriores que se fizerem necessários. Na hipótese de prisão em flagrante. publicado no DJERJ de 08/11/2010) Página 27 de 192 . Tratando-se de Carta Precatória oriunda de outro Estado. A precatória originariamente distribuída não vinculará o Juízo deprecado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º. o número do processo no sistema. oficiarão ao Juízo deprecante informando sobre a Vara e a serventia a que foi distribuída a deprecata. quando o ato de comunicação for entre Juízos do Estado. excetuando-se os pertinentes aos Juizados da Infância e Juventude. Os Ofícios de Distribuição não oficializados receberão as comunicações de distribuição por meio eletrônico. A comunicação das retificações. O Juízo deprecante deverá obter a informação sobre qual Juízo recebeu a carta precatória. e os Serviços de Distribuição. Os pedidos de informação sobre a carta precatória distribuída. § 1º. cancelamentos. ser entregue. O Juiz de plantão ou aquele que despachar fora do expediente. 36. o Departamento de Distribuição. nas demais Comarcas. até às onze horas. cópia da decisão e das peças informativas que a instruírem. na Comarca da Capital. As comunicações que trata o presente artigo não contemplam as execuções fiscais em tramitação na 11ª e 12ª Vara de Fazenda da Capital.DCP. os autos serão remetidos diretamente ao Juízo para o qual a respectiva comunicação foi distribuída. excetuando-se os casos expressamente previstos em Lei. § 1º. Art. por tratar-se de comunicação de atos entre Juízos. respeitado o parágrafo anterior. impreterivelmente. no primeiro dia útil subseqüente. encaminhará ao órgão distribuidor. exclusões de partes e restaurações remetidas pelos cartórios informatizados através do sistema DCP . bem como. § 2º. pelo Escrivão ou Responsável pelo Expediente. devendo o expediente global. serão dirigidos diretamente ao Juízo deprecado. § 4º. Art. As cartas precatórias. acessando o número do processo originário no sistema informatizado . § 3º. bem como seus aditamentos e retificações. que deverão permanecer com o procedimento atual até o estabelecimento dos convênios de troca de informações com o PRODERJ e o IPLAN. serão dirigidas diretamente ao Serviço de Distribuição da Comarca ou Fórum Regional em que se realizará o ato ou diligência.

valor da causa.data do recebimento da queixa ou denúncia. 366 do C.documentos de personagens (tipo de documento. complemento. nacionalidade e tipo de ação).P. V . tipo de pessoa. haverá um prazo de tolerância de até 02 (dois) dias úteis. Página 28 de 192 . número. Nos procedimentos de envio de ofício eletrônico para os Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados. valor UFIR.certidões da Dívida Ativa (número.revogação da suspensão do processo. UF. cidade e CEP). nome.assunto. alterar ou excluir qualquer um dos seguintes dados: I . número. que. XVI . XV .personagens passíveis de anotação nos registros de distribuição (tipo de personagem.P. XIII .imóvel constante da Dívida Ativa (número de inscrição. filiação. II .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. 89 da Lei 9099/95). III . VIII .).suspensão do processo (Art. sendo certo que caberá a este total responsabilidade pelos envios não conferidos. pólo. ano.peças de Origem (tipo. data de emissão e órgão expedidor). data e delegacia).suspensão do processo (Art.início da fase de execução. XI . X . § 3º. se não observado. Os ofícios automáticos de responsabilidade dos cartórios serão criados pelo sistema sempre que o usuário incluir. XIV . natureza da dívida e número de inscrição do imóvel). data de nascimento. bairro. IX . IV . nome do logradouro. VI .data da sentença criminal. No caso específico dos ofícios eletrônicos automáticos decorrentes de atualizações nos dados do sistema. 89 da Lei 9099/95). caberá ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente verificar e comandar a remessa de todos os ofícios eletrônicos de sua competência.classe. valor moeda.revogação da suspensão do processo (Art. XII . moeda. VII . número.data de distribuição. acarretará remessa das informações independentemente do comando do Escrivão ou Responsável pelo Expediente. tipo de logradouro.

Nos casos de medidas urgentes.Estado civil. IV . XXII .Nacionalidade. que o entregará na serventia para ser feita a baixa manual no sistema DCP e encerrado o ultimo andamento para posterior entrega no Departamento de Distribuição juntamente com os respectivos autos. Os Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados deverão devolver o arquivo de resposta informando a efetivação ou não da anotação em até 48 horas após a disponibilização do arquivo com os ofícios eletrônicos. independentemente do retorno do ofício eletrônico de baixa cumprido pelo registro de distribuição.Individualizar o réu. § 4º. XX .trânsito em julgado (Júri). Os ofícios de baixa expedidos em processos criminais deverão individualizar o réu informando seu nome e qualificação. certificando a respectiva baixa. No caso das serventias vinculadas aos Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados. 366 do C. adotar as providências necessárias à respectiva anotação. §8º. (Redação antiga) § 8º .Os ofícios de baixa expedidos em processos criminais deverão: I .suspensão do processo. § 5º. o oficio de baixa para redistribuição deverá ser encaminhado através de mensageiro ao Ofício de Registro de Distribuição competente. no prazo de 72 horas.). desde que seja certificado seu envio. §7º. devolvendo o oficio ao mesmo mensageiro.término da suspensão do processo (Art. § 6º.Número do documento de identidade e órgão expedidor. declarados pelos Magistrados. V . XIX .término da suspensão do processo (Art.suspensão da execução. de imediato. Transitada em julgado a sentença criminal e determinada a baixa do feito.Número de inscrição do CPF ou CNPJ. pessoa natural ou jurídica.P. incumbe ao cartório. 89 da Lei 9099/95). que anotará. Página 29 de 192 . indicando seu nome completo e vedado o uso de abreviações. a Carta Precatória poderá ser devolvida ao Juízo de origem. o ato ordenado.P.trânsito em julgado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XVII . III . XVIII . II . XXI . As serventias informatizadas atendidas pelos registradores oficializados deverão devolver ao juízo de origem os autos das cartas precatórias.

exclusões de partes e restaurações serão feitas pelos próprios cartórios diretamente no sistema DCP. e sede. conforme disciplinado na subseção XII desta seção. ou seu arquivamento. § 1º. as anotações referentes às distribuições. através do e-mail institucional cgjsecer@tjrj. No caso de serventias informatizadas cujo Registrador é oficializado. As serventias de primeira instância emitirão a mesma certidão. redistribuições. 37. publicado no DJERJ de 07/08/2009) Art. 40. conforme o disposto na Lei 11.971/2009. 42. implementadas pela Resolução 46/2007 do Conselho Nacional de Justiça. as Tabelas Processuais Unificadas do Poder Judiciário.O resumo da sentença criminal absolutória ou condenatória. Art. 615A do Código de Processo Civil. Distribuição e Citação-NADAC dos Juizados Especiais Cíveis emitirão a certidão do art. § 2º. (Redação antiga) Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI . sempre que a mesma seja requerida pelo credor. retificações. se pessoa natural.Da certidão comprobatória do ajuizamento da execução Art. 38. Nas Comarcas do Estado onde houver necessidade de distribuição de feitos adotar-se-ão. cancelamentos. 39. baixas. Subseção VII . Tratando-se de medida sigilosa devem os feitos observar rotina que impeça o acesso público às informações. mediante prévio recolhimento de custas. Os pedidos de certidões cíveis e criminais deverão ser encaminhados diretamente pelos Juízos aos Ofícios de Registro de Distribuição. Art. se pessoa jurídica. A igualdade da distribuição será observada pela classe dos feitos. publicado no DJERJ de 27/06/2011) Art. Os serviços de distribuição observarão os critérios de rodízio e igualdade. sempre que requerida pelo credor: Página 30 de 192 . Os pedidos de certidões cíveis e criminais formulados pelos Juízos deverão ser dirigidos ao Serviço de Certidões do Departamento de Suporte Operacional da Corregedoria Geral da Justiça. Os Serviços de Distribuição e os Núcleos de Autuação. excetuando-se os casos de competência exclusiva. 38. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2009.br. 41. VIII . Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2011. VII .jus. sendo vedado o atendimento pelo Departamento de Distribuição ou pelos Serviços de Distribuição nas Comarcas onde os Ofícios de Registro de Distribuição não são oficializados.Filiação da pessoa natural. para fins de informatização.Residência ou domicílio. ficando dispensado o ofício em papel.

A emissão da certidão nas hipóteses acima é atribuição do Escrivão. observada a ordem de apresentação. disponibilizando no final do dia. Art. por autenticação eletrônica ou. 45. do artigo 55.382/2006. 43. e seu par. ou sendo impossível. dispensando-se manifestação judicial autorizando o ato. da Lei nº 9099/95.nos casos do art. Subseção VIII . salvo quando seja beneficiário da gratuidade de justiça. 475-J do Código de Processo Civil.da etiqueta a que se refere o inciso III constarão o número geral de protocolo. em qualquer caso. à digitação e. efetuarão as anotações devidas. no rosto da inicial. mediante relação discriminatória dos números de guias e respectivos processos. IV . do parágrafo único. O requerente deve demonstrar o recolhimento antecipado das custas judiciais. após a análise dos requisitos para concessão do benefício pelo juiz competente. no valor previsto na Tabela de Custas vigente. afixando-se a etiqueta auto-adesiva. sempre que se tratar de petição inicial.os serviços de distribuição reterão a 1ª via da GRERJ. ao Fundo Especial do Tribunal de Justiça.o apresentante entregará o expediente ou a petição inicial acompanhada do comprovante de recolhimento de custas e demais encargos acaso devidos.proceder-se-á à classificação do feito. V . quando se trate de ação de execução de título extrajudicial proposta perante Juizado Especial Cível e do Consumidor. nos demais distribuidores autorizados. Na distribuição por processamento eletrônico de dados observar-se-á o seguinte: I . II . à imediata distribuição pelo sistema eletrônico. remetendo-a semanalmente. ou quem o substitua.nas ações de execução de título extrajudicial.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . relativamente ao cumprimento da sentença. a existência das primeira e segunda via da GRERJ e verificará se a cópia da inicial está em conformidade com o original. à serventia destinatária. Igualmente se dispensa a antecipação das custas devidas pela emissão da certidão. cabendo. 46. na cópia do portador.quando haja pedido de gratuidade de justiça nas ações de execução de título extrajudicial. distribuídas antes da vigência da lei nº 11. Art. o nome de ao menos uma das partes de cada pólo da relação Página 31 de 192 . porém. no dia seguinte. III . 44. especialmente quanto ao nome das partes e da ação.Da distribuição por processamento eletrônico de dados Art. seu recolhimento nas hipóteses do inciso III. III . Art.o servidor que receber a petição e anexos verificará a regularidade do recolhimento das custas correspondentes. II .

47. quando uma das etiquetas deverá ser colada no processo original e outra na cópia do advogado. a classificação do feito e da Vara. em 03 (três) vias. como recibo. Art.o exequente encaminhará a petição inicial e os documentos que a instruem somente após a distribuição e a expedição da relação referida no inciso I. a Vara e o Cartório de Registro da Distribuição sorteados. Distribuição manual simples. IV . a classificação do feito. que deverá. temporariamente.os servidores autorizados a utilizar as funções de processamento de dados serão cadastrados pelo próprio sistema. Subseção IX . mantida a numeração para o tombamento. VII . salvo se a Autoridade Judiciária requerente fornecer descrição pormenorizada dos padrões e funções a serem adotados. a data e a hora da distribuição. A distribuição manual poderá ser realizada das seguintes formas: §1º. §2º. 48. através do sítio do Tribunal de Justiça.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 processual. a sigla do servidor Responsável e a anotação do tipo de distribuição. Art. VI . o sistema de processamento de dados. 50. Quando o sistema DCP retornar ao seu normal funcionamento deverá ser procedida à distribuição manual com a inserção dos dados constantes da petição e. posteriormente. caberá ao sistema o sorteio da vara competente. 49. bem como a sua utilidade para todas as serventias da mesma natureza. em todo o Estado. de idêntico teor. após. Art. para qual serventia foi sorteada sua petição inicial. Inoperante. nela constarão o número geral do protocolo. numerando-as em ordem crescente. a data e a hora da distribuição. o Juiz distribuidor autorizará a distribuição manual. Página 32 de 192 . arquivando-se a primeira via no cartório de registro de distribuição e outra na escrivania. O portador deverá ser informado. por Vara e Ofício. pesquisar nas máquinas de consultas ou na internet. discriminadas as respectivas rotinas a que tenham acesso. e a anotação do tipo de distribuição ocorrida.no caso de autenticação eletrônica. devolver-se-á a terceira ao exeqüente.o exeqüente relacionará as execuções. Não será admitida utilização de outro sistema de processamento de dados. II . se houver.a petição inicial indicará o número que a identifica na relação respectiva.Da paralisação do sistema de informática da Distribuição Art. III . por número de inscrição.o registro de distribuição será lançado na própria relação. A distribuição de execuções fiscais através do sistema de processamento eletrônico de dados observará o seguinte: I .

O pré-cadastramento não interrompe a prescrição. §4º. quando os feitos demandarem medidas de caráter urgente a critério do Juiz Distribuidor e Cartas Precatórias apresentadas por advogado de outra Comarca. O pré-cadastramento será válido pelo prazo de 05 (cinco) dias corridos. na presença do advogado postulante. A presente rotina destina-se exclusivamente a petições iniciais a serem encaminhadas ao Departamento de Distribuição da Capital ou aos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro. O advogado deverá se dirigir ao Departamento de Distribuição da Capital ou aos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado com a petição inicial e os documentos que a instruem capeada pela folha de précadastramento gerada pelo sistema. Art. durante os quais o advogado deverá protocolizar a petição inicial no Departamento de Distribuição da Capital ou nos Serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro. 184 do Código de Processo Civil. Página 33 de 192 . Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 §3º. estará disponível dentro do sítio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. 52. contando-se este prazo na forma do art. sendo vedado ao operador da distribuição manipular ou alterar quaisquer destes dados na presente rotina. Após o transcurso do prazo previsto no caput. vedadas petições de qualquer outra natureza. 55. Subseção X . comunicações de prisão em flagrante. a critério do juiz distribuidor. na forma do art. o pré-cadastramento será excluído do sistema. Art. 219 do Código de Processo Civil. Art.Do pré-cadastramento Art. Considera-se por sorteio mecânico a distribuição feita por instrumental que garanta o caráter aleatório do sorteio. § 1º. Os dados constantes do pré-cadastramento são de inteira responsabilidade do advogado que o fizer e só serão alterados mediante requerimento a ser formulado perante o Juízo ao qual a petição inicial for distribuída. 53. ficando vedado o recebimento da peça pela Distribuição. A rotina de pré-cadastramento de petição inicial a ser utilizada por Defensores Públicos ativos e por advogados com inscrição regular na OAB. utilizado o menu serviço na página principal. 51. pelo juiz Distribuidor. o que somente ocorrerá quando da distribuição da inicial. § 1º. Distribuição manual por sorteio mecânico com direcionamento à serventia. e a outros semelhantes. 54. § 2º. Em todos os Serviços de distribuição haverá fila preferencial para os advogados que portarem iniciais pré-cadastradas. na forma desta subseção. com a finalidade de protocolizar a referida peça processual.

por força de lei ou a requerimento da parte.QUALIFICAÇÃO DAS PARTES. quando não se encontrar demonstrado o recolhimento das custas e/ou da taxa judiciária correspondentes. e dos demais atos desta Corregedoria Geral da Justiça. ato registral decorrente de decisão judicial exarada em cartas precatórias e medidas preparatórias. ato registral decorrente de decisão terminativa do feito. 57. 56. bem como a prova do recolhimento das custas e da taxa judiciária. na forma do art. 59.EXCLUSÃO. Não será recebida a petição inicial pré-cadastrada. 60.BAIXA PELO CUMPRIMENTO. de ofício ou por ordem judicial. V .Das anotações no Registro de Distribuição Art. sob pena de não ser aceita pelo Departamento de Distribuição da Capital ou pelos serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro dentro da rotina prevista nesta subseção. salvo quando houver pedido de gratuidade de justiça e nas demandas destinadas aos Juizados Especiais Cíveis. O servidor lotado no Departamento de Distribuição da Capital ou nos Serviços de Distribuição dos demais Fóruns do Estado do Rio de Janeiro que receber a petição inicial pré-cadastrada terá somente que registrar o número de protocolo extraído do sistema (por digitação ou leitura ótica). Art. Não será recebida a petição inicial pré-cadastrada dirigida a Comarca diversa daquela onde a mesma está sendo apresentada. salvo os casos de gratuidade de justiça. II . 283 do Código de Processo Civil. de ofício ou por ordem judicial. e nas demandas destinadas aos Juizados Especiais Cíveis. quando da necessidade de retificação ou da ausência de dados por ocasião da distribuição. O lançamento dos dados no sistema não dispensa a instrução das petições iniciais. de nome de parte ou interessado no registro original.INCLUSÃO.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo Único. Subseção XI . 58. III . Art. supressão. IV . A folha de rosto do pré-cadastramento deverá ser devidamente assinada pelo advogado. VI . verificar a sua validade. São tipos de anotações a serem informadas eletronicamente aos Ofícios de Registro de Distribuição: I . Art. de nome de parte ou interessado no registro original.BAIXA POR EXTINÇÃO DO PROCESSO. ato registral decorrente de Página 34 de 192 . acréscimo.BAIXA PARA REDISTRIBUIÇÃO ou POR DECLÍNIO DE COMPETÊNCIA PARA ÓRGÃO JURISDICIONAL FEDERAL. Art.

as anotações referidas neste artigo serão realizadas pelo próprio cartório onde o feito tramita. § 1.RETIFICAÇÃO. ato registral decorrente de determinação judicial para restauração de registro anteriormente existente e que haja sido objeto de baixa. ato registral em cumprimento de ordem judicial. ato registral decorrente de determinação judicial ou de hipótese prevista em lei. VIII .RESTAURAÇÃO. Nas Comarcas informatizadas onde o Distribuidor é oficializado. X . correção de elemento constante do registro. Na parte exterior do envelope a que se refere o caput. b) Delegacia de origem ou órgão do Ministério Público. Subseção XII .ALTERAÇÃO.Das medidas cautelares de caráter sigiloso Art. 62. Outro envelope menor. § 2.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 decisão judicial determinante de redistribuição. da classificação da ação. além dos elementos identificadores do registro original. serão encaminhados à Distribuição da respectiva Comarca. 61. É vedada a indicação do nome do requerido. c) Comarca de origem da medida. VII . por ordem Judicial. § 2º.BAIXA NO REGISTRO POR ARQUIVAMENTO DE PEÇAS INFORMATIVAS OU DE INQUÉRITO POLICIAL. Art. IX . contendo em seu interior apenas o número e o ano do procedimento investigatório. telemática ou de informática. formulados em sede de procedimento investigatório. em envelope lacrado contendo o pedido e documentos necessários. incluindo a data da distribuição. XI . será colada uma folha de rosto contendo somente as seguintes informações: a) "Medida cautelar sigilosa".CANCELAMENTO. livre ou dirigida e de declínio de competência para jurisdição federal. deverá ser anexado ao envelope lacrado referido no artigo 61. Os pedidos de interceptação de comunicação telefônica. Página 35 de 192 . também lacrado. § 1º. Os expedientes encaminhados por meio de ofício eletrônico aos Ofícios de Registro de Distribuição não oficializados mencionarão a anotação a ser feita segundo as modalidades definidas neste artigo. da natureza da medida ou qualquer outra anotação na folha de rosto referida no parágrafo primeiro.

Feita a distribuição através do sistema informatizado. pela serventia do Juízo Competente. "Delegacia de origem ou órgão do Ministério Público". Art. 64. deslacrará o envelope menor e efetuará a distribuição. endereços e outros dados disponíveis. com exceção do primeiro andamento para a abertura de conclusão. a medida cautelar sigilosa será remetida ao Juízo competente. ou seja. Página 36 de 192 . 65. "Comarca de origem da medida". referido no artigo 61. o seu substituto. 66. por exemplo. o Escrivão ou Responsável pelo Expediente deverá imediatamente abrir conclusão no sistema de Distribuição e Controle de Processos . A Distribuição e o Plantão Judiciário não receberão os envelopes que não estejam devidamente lacrados na forma prevista nos artigos 61 e 62. parágrafo único. bem como quaisquer outras alterações supervenientes.DCP . no envelope lacrado contendo o pedido e documentos. conforme determinado no parágrafo anterior.localizando a medida no sistema através dos dados constantes da capa do envelope mencionado no artigo 61. sem violação do lacre do envelope mencionado no artigo 61. o Responsável pela Distribuição e. O magistrado deverá indicar o nome e a matrícula do seu secretário e do funcionário autorizado a movimentar o sistema. ou seja. Art. 63. Aberta a conclusão ao Juiz. Realizada a autuação da medida cautelar sigilosa pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. na internet ou nos distribuidores. dados básicos. Art. imediatamente. tipo de personagem. As informações referentes à medida cautelar sigilosa não ficarão disponibilizadas para consulta por meio de boleta nos terminais de autoatendimento. letras "a".Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. 68. cadastrando no sistema informatizado apenas o número do procedimento investigatório e a delegacia ou o órgão do Ministério Público de origem. Art. § 2º. o envelope lacrado será encaminhado imediatamente ao Magistrado ou aos serventuários autorizados. sem romper o lacre.Projeto Comarca . Parágrafo único. Somente o magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados nos termos previstos no artigo 67.1ª Instância . na sua ausência. Art. § 1º. "b" e "c". o envelope lacrado contendo o pedido e documentos. "Medida cautelar sigilosa". na hipótese prevista na presente Subseção. ou seja. § 3º. Recebido o envelope lacrado. documentação. terão acesso ao sistema DCP para dar andamento a processo qualificado como sigiloso. A autenticação da distribuição será realizada na folha de rosto do envelope mencionado no artigo 61. 67. Recebidos os envelopes e conferidos estarem eles lacrados. é obrigatório o preenchimento dos demais dados constantes no sistema DCP. nome do acusado. como.

§ 1º. telemática ou de informática. pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. deverão ser encaminhadas pelos servidores do Plantão ao Departamento/Serviço de Distribuição da respectiva Comarca. enquanto não preenchidos todos os campos. a existência da distribuição de "medida cautelar sigilosa". apenas. Página 37 de 192 . É obrigatório o preenchimento completo da tela "medidas sigilosas" constante no menu do sistema DCP. e conseqüentemente não será permitida a baixa da conclusão lançada. o processo não poderá ser movimentado no sistema. § 1º. vedada a expedição de carta precatória para os fins desta subseção. As remessas e devoluções dos autos serão realizadas em envelopes lacrados tanto pelo remetente como por seu destinatário. 71. § 2º. § 2º. devendo ser resguardado o sigilo das informações lançadas no mesmo. Verificando o magistrado que não se trata de pedidos de interceptação de comunicação telefônica. Durante o Plantão Judiciário da Capital ou do Interior as medidas cautelares sigilosas apreciadas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. § 2º. nos termos do artigo 61 deverá o mesmo desabilitar o processo como sigiloso no sistema DCP. desenvolvido especificamente para tal período. Deferida ou indeferida a medida cautelar sigilosa o andamento processual no sistema somente será autorizado. As medidas cautelares sigilosas previstas na presente subseção que forem apreciadas durante o período do Plantão deverão ser lançadas no sistema informatizado. assim como os ofícios e outras peças pertinentes enviados a outros órgãos. O preenchimento da tela "medidas sigilosas" constante no menu do sistema DCP é obrigatório. salvo na hipótese de declínio de competência. Art. Art. Art. após o preenchimento de todos os campos do cadastramento das "medidas sigilosas" no sistema DCP. § 3º. 69. devendo o sistema ser alimentado com todos os dados solicitados. 70. As informações atualizadas e completadas pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados não ficarão disponíveis para consulta e somente o Juiz e os serventuários autorizados terão acesso aos dados sigilosos. independentemente do seu deferimento. Qualquer complementação ou alterações de dados no cadastramento da medida cautelar sigilosa junto ao sistema DCP somente poderá ser realizada pelo magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados. sem qualquer outra referência e não será arquivado no Plantão Judiciário nenhum ato referente à medida. Na Ata do Plantão Judiciário constará. inclusive o número telefônico de todos os terminais a serem interceptados. devidamente lacradas.

9. não se permitindo nenhuma omissão ou lançamento parcial dos dados. Os ofícios gerados no sistema DCP deverão conter. VI . à conferência da existência de anexos.número do protocolo. IV. IX . Os ofícios expedidos em cumprimento à decisão judicial que defere a medida cautelar sigilosa. sob pena de recusa de seu recebimento pela Distribuição. limitando-se à verificação do endereçamento. os seguintes dados: I .advertência da regra contida no artigo 10.órgão postulante da medida (Delegacia de origem ou Ministério Público). (Redação antiga) Página 38 de 192 .número do inquérito. da Lei nº.número do ofício gerado exclusivamente no sistema. obrigatoriamente.tipo de ação. ficando vedada a confecção de ofícios em qualquer outra forma ou editor de textos. somente poderão ser gerados pelo sistema DCP. Parágrafo único.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art.número dos telefones que tiveram a interceptação ou quebra de dados deferida. VIII .Do recebimento e encaminhamento de petições e documentos Subseção I . 73. além de outros encargos que lhe forem atribuídos pelo CorregedorGeral da Justiça. O Protocolo Geral das Varas – PROGER – destina-se a receber petições e expedientes diários endereçados às serventias judiciais de primeira instância. II . Seção IV .advertência de que o ofício resposta deverá indicar o número do protocolo do processo ou do Plantão Judiciário. 74. A não inserção no sistema DCP de quaisquer dos dados exigidos no presente Procedimento ensejará responsabilização administrativa.data da distribuição. que deverão corresponder necessariamente à realidade dos autos. e ao lançamento de firma de advogado e/ou estagiário. O magistrado ou serventuários por ele autorizados e cadastrados ficarão responsáveis pela fidelidade dos dados lançados no sistema. Art. se houver.296/96. 75. V . Art. VII . 72. onde serão inseridos dados exclusivamente colhidos do próprio sistema. III .Do Protocolo Geral das Varas – PROGER Art.

inclusive os relativos aos Recursos Especial.destina-se a receber petições e expedientes diários endereçados às serventias judiciais de primeira instância e. Extraordinário e Ordinário e aos Agravos de seus indeferimentos. § 4º. bem como nas Comarcas do interior onde o PROGER não for informatizado. a identificação da serventia a que se destina. em seu corpo. deverão ser cadastrados na própria serventia. além de outros encargos que lhe forem atribuídos pelo Corregedor-Geral da Justiça. pelo Escrivão. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. § 7º. Caso o processo não tenha o número da distribuição no formato. É vedado ao PROGER o recebimento de autos de processos. o número tombo obtido nessa serventia. No caso da serventia originária ter sido extinta. também. sem esse formato de número de distribuição. § 5º. já que contém todas as informações necessárias para a identificação do mesmo. dispensa identificação do funcionário. poderão ser recebidas diretamente em cartório. 75. § 2º. § 3º. à conferência da existência de anexos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. Procuradorias estatais. caberá à distribuição o referido cadastramento. gerada pelo sistema e lançada na petição protocolizada. interpelações e protestos. (Redação antiga) § 7º. deverá conter.PROGER . é vedado o recebimento de petições e expedientes destinados aos Tribunais. ainda. limitando-se à verificação do endereçamento. Todo e qualquer documento entregue no PROGER. para que recebam o devido número no sistema informatizado DCP. e ao lançamento de firma de advogado e/ou estagiário. também. Os processos. § 6º. publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 1º. Defensoria Pública. entre outros) cabendo ao Corregedor-Geral da Justiça excepcionar as circunstâncias de admissibilidade do recebimento. O Protocolo Geral das Varas . atendendo à conveniência do serviço. salvo quando apensados como documentos (notificações. o número da distribuição da petição inicial. As petições destinadas à Auditoria Militar. publicado no DJERJ de 25/11/2009) Página 39 de 192 . se houver. diretamente na serventia judicial. poderá ser utilizado o número do livro tombo da serventia. as petições judiciais diárias direcionadas à Vara de Execuções Penais. no formato padronizado pelo Tribunal de Justiça AAAA-CCC-NNNNNN-D (Ano-Comarca-NúmeroDígito). A petição judicial endereçada à Vara de Execuções Penais somente será recebida pelo PROGER se expressamente informada. além de constar. no seu preâmbulo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. A chancela eletrônica. Faculta-se a entrega. de petições de juntada de procurações e substabelecimentos. A falta dessa informação vedará o recebimento da petição judicial pelo PROGER e ensejará a devolução da mesma ao seu portador. No Fórum Central da Comarca da Capital. bem como os expedientes oriundos do Ministério Público.

(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. interpelações e protestos. administradores e comissários). publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 9º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 8º. leiloeiros e assistentes técnicos. leiloeiros e assistentes técnicos. Liquidantes Judiciais e demais Serventias Auxiliares do Juízo quando necessário. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos. liquidantes. onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos. salvo quando apensados como documentos (notificações. falta de energia elétrica por mais de 30 minutos. (Redação antiga) § 9º. em especial. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. em especial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 58/2010. 9. somente poderão protocolar petições no PROGER/Protocolo Integrado dirigidas a processos em curso nos Juizados Especiais Cíveis. (Redação antiga) § 8º. 9. As partes desassistidas de advogado ou Defensor Público. As partes desassistidas de advogado ou Defensor Público. 9º da Lei Federal nº. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. entre outros) cabendo ao Corregedor-Geral da Justiça excepcionar as circunstâncias de admissibilidade do recebimento. bem como. publicado no DJERJ de 25/11/2009) § 11º. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores. falta de energia elétrica por mais de 30 minutos. atendendo à conveniência do serviço.099/95. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos. Cabe ao encarregado pelo PROGER abrir e manter atualizado o livro de registro de ocorrências. podem ser protocoladas no PROGER/Protocolo Integrado petições subscritas por peritos.099/95. leiloeiros e assistentes técnicos. administradores judiciais em geral (síndicos. queda do sistema informatizado ou pane nos computadores. na forma do art. administradores judiciais em geral (síndicos. na forma do art. administradores judiciais em geral (síndicos. administradores e comissários). É vedado ao PROGER o recebimento de autos de processos. liquidantes. 9º da Lei Federal nº. (Redação antiga) § 10º. publicado no DJERJ de 25/11/2009) Página 40 de 192 . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 83/2009. somente poderão protocolar petições no PROGER/Protocolo Integrado dirigidas a processos em curso nos Juizados Especiais Cíveis. administradores e comissários). publicado no DJERJ de 25/11/2009) (Redação antiga) § 9º. onde lavrará todos os fatos que prejudiquem o perfeito andamento dos trabalhos. Cabe ao encarregado pelo PROGER abrir e manter atualizado o livro de registro de ocorrências. Além de petições subscritas por advogados e estagiários. publicado no DJERJ de 18/11/2010) § 10º.

publicado no DJERJ de 23/12/2009) §5º. Sendo determinada a urgência na forma dos parágrafos 3º e 4º deste artigo. serão considerados o dia e a hora consignados no ato de entrega da petição ao PROGER. publicado no DJERJ de 23/12/2009) §4º. § 3º. Para efeito de contagem de prazo. acompanhadas. § 2º. § 2º. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009. o Protocolo Geral emitirá Guia de Remessa urgente que será assinada Página 41 de 192 . sendo tal impossível. as petições a que se refere o caput deste artigo serão apresentadas diretamente na Divisão de Protocolo do Tribunal de Justiça. a imediata remessa das peças ao órgão jurisdicional competente. Art. desde que contenham o número do processo autuado no Tribunal de Justiça. No foro Central da Comarca da Capital e demais unidades que disponham do serviço de mensageria. 76. as petições dirigidas aos Órgãos Julgadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro poderão ser protocoladas diretamente no Protocolo Geral das Varas . O Juiz poderá delegar ao Escrivão a faculdade de determinar a urgência na retirada da petição. Ressalvado o disposto no artigo 75. preferencialmente no primeiro horário do dia útil subseqüente. os documentos protocolizados no PROGER serão remetidos através desta.PROGER dos Fóruns Regionais ou das Comarcas do interior que possuam PROGER informatizado. Não haverá qualquer vinculação entre o protocolo de petições destinadas aos Órgãos Julgadores e a Comarca do processo original. Nas demais Comarcas onde não houver serviço de mensageria. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009. se for o caso. emolumentos e taxa judiciária.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Protocolada a petição e havendo necessidade de entrega urgente na serventia. §2º. poderá o advogado solicitar ao Magistrado que determine a um dos servidores lotados no cartório que a retire com urgência no PROGER. eventualmente devidos. No Fórum Central da Comarca da Capital. ressalvado o agravo de instrumento. independentemente de despacho judicial. as Serventias designarão serventuários para retirada dos documentos no local designado pelo Diretor do Fórum. da prova do recolhimento das custas. no mesmo dia do recebimento ou. 77. §1º. Não estão abrangidas pela regra do caput deste artigo as petições relacionadas a recursos dirigidos aos Tribunais Superiores. O servidor responsável pelo PROGER/Protocolo Integrado providenciará. as petições sujeitas à autuação/distribuição no Tribunal de Justiça e na Turma Recursal. bem como. § 4º. §3º. § 1º. mediante comprovação da entrega. desta Consolidação. podendo ser protocoladas em qualquer Comarca que possua PROGER informatizado.

83. cadastrado pelo Escrivão da serventia em que estiver lotado. 78. observadas as regras do caput e do parágrafo anterior.Do encaminhamento de petições e documentos Art. matrícula e assinatura do servidor. 79. ou pela Vara ou Juizado nas Comarcas desprovidas de Protocolo Geral. II . autenticados e conferidos. Em dúvida. o servidor responsável submeterá a petição e outros papéis. (Parágrafo acrescido pelo Provimento CGJ nº 87/2009. Tratando-se de estagiário ou prestador de serviço terceirizado. Excetuando-se os locais onde haja mensageria. 80. no que respeita a identificação do recebedor. conforme o caso. ao Escrivão ou ao Juiz. nome e identificação civil ou CPF. Subseção III .órgão externo ao Judiciário estadual. depois de carimbados e conferidos. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 pelo servidor designado para a retirada. Art. nome. publicado no DJERJ de 23/12/2009) Art. as guias de remessa de expediente deverão ser remetidas ao destinatário nelas indicado. apondo a data do recebimento. Poderá. casos em que a entrega será no Juízo competente. 82. Página 42 de 192 . terão encaminhamento imediato. Subseção II . ainda. cada serventia designará um servidor responsável pela retirada das petições e outros expedientes protocolados no PROGER e no Protocolo Integrado. mediante recibo. recebidas na forma do artigo 81. seu nome e matrícula em relação própria. O expediente será entregue diretamente ao órgão destinatário sempre que o Juiz entender necessário. exceto se de caráter urgente. o mesmo aporá na guia a data do recebimento.repartição policial. As petições e demais papéis. exceto se de caráter urgente ou tratar-se de indiciados ou réus presos. assinadas e acompanhadas dos documentos nela referidos como anexos. As petições remetidas via correio deverão ser recebidas pelo PROGER/Protocolo Integrado.Do recebimento de petições e documentos Art. §2º. 81. As petições que esta Consolidação autorize a entrega diretamente em Cartório somente serão recebidas pela serventia se pertencentes ao Juízo. §1º. expediente oriundo de: I . Vedado o recebimento de petições iniciais. destinado à Vara instalada no foro central. Art. ser entregue no PROGER. Parágrafo único. uma vez carimbados. Nas demais unidades. e lá recebidas por servidor designado. devendo constar do recibo data.

O foro receptor distribuirá as petições aos destinatários no mesmo dia do recebimento ou. §3º. assinatura.petições de intimação ou de arrolamento de testemunhas ou. devendo o interessado fornecer de forma clara e precisa. ainda. O Protocolo Integrado é atribuição do PROGER nas comarcas em que este existir. quando o Juízo destinatário for de outro Estado. no ato.petições iniciais que estejam sujeitas à livre distribuição.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção IV . III . salvo quando a audiência já estiver designada e para data posterior a 30 (trinta) dias do requerimento. Recolhida as custas pertinentes. aquelas em que se requer esclarecimentos de perito ou assistente técnico a serem prestados em audiência. É vedado o recebimento de petições. Art. ademais. as petições a que alude o artigo 305 parágrafo único do Código de Processo Civil (exceção de incompetência). Art. caberá ao Juiz responsável pelo Protocolo designar servidor responsável pelo serviço. salvo em se tratando das hipóteses previstas no caput do artigo 76 desta Consolidação. proceder-se-á na forma do caput deste artigo. horário. ou autenticação eletrônica. 84. Nas Comarcas em que o Protocolo Integrado não for informatizado. II . nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. bem como as de juntada dos respectivos comprovantes do recolhimento das custas correspondentes. 85. será a petição encaminhada através de Aviso de Recebimento. expedientes e autos de processo destinados aos Tribunais. 88. Nas demais. o seu correto endereçamento. Art. O Protocolo Integrado receberá petição acompanhada de cópia. §1º. sendo tal impossível. O Protocolo Integrado não receberá: I . Os Protocolos Integrados receberão. §2º. somente será permitido o protocolo da petição inicial do Agravo de Instrumento destinado aos órgãos julgadores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Na hipótese da petição ser dirigida a um Juízo dentro do Estado.pedidos de purgação da mora.Do Protocolo Integrado Art. que será devolvida ao apresentante. remetendo-os aos respectivos destinatários. Página 43 de 192 . com carimbo de que constarão data. O Protocolo Integrado receberá petições e anexos oriundos ou destinados às serventias judiciais que estiverem localizadas em prédios distintos daquele em que os mesmos se situam e que sejam dirigidas a órgãos do primeiro grau de jurisdição. no primeiro horário do dia útil subseqüente. sendo este arquivado em pasta própria. Art. 86. 87.

em 03 (três) vias. 93. Os envelopes que acondicionam os expedientes devem estar: I . interpelações e protestos. Art. entre outros da mesma natureza). como documentos (notificações. Subseção V . não podendo. Art. vedado o encaminhamento de forma manual.movimentar seus expedientes.O Corregedor-Geral da Justiça poderá autorizar o recebimento de autos judiciais atendendo à conveniência do serviço.SISTEMA DE CONTROLE DE MALOTES SISCOMA. Art. As unidades que não dispuserem do SISCOMA. sendo tal inviável. 89. 95. devolvê-lo ao remetente. Parágrafo único . devem: I . As etiquetas contendo os códigos de barra do SISCOMA devem obrigatoriamente ser coladas exclusivamente na frente e parte inferior direita dos envelopes. em 03 (três) vias. devem fazer uso da guia de remessa manual.petições e anexos cujo peso ultrapasse quinhentos gramas. fica esta obrigada a proceder ao reencaminhamento ao destinatário correto.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . exceto quando acompanhando petições. Os expedientes encaminhados com inobservância do procedimento previsto serão restituídos aos respectivos remetentes.autos judiciais. única e exclusivamente. ou. Página 44 de 192 . Na hipótese de haver expediente endereçado de forma equivocada a qualquer unidade. em quantidade que venha a suprir suas necessidades. Fica vedado o encaminhamento de qualquer objeto de cunho particular através do Serviço de Malote. 91. 92. Art. As unidades de primeira instância do Poder Judiciário e as de apoio que dispõem do Sistema Informatizado de Encaminhamento e Recebimento de Expedientes via malote . VI . 90. II . II . ser utilizado grampo metálico.sempre acompanhados das respectivas guias de remessa.solicitar etiquetas auto-adesivas de código de barras ao Departamento de Patrimônio e Material (DGLOG-DEPAM).petições de adiamento de audiência com prazo inferior a 30 (trinta) dias do requerimento.fechados. pelo referido sistema. Art.Da utilização do Serviço de Malote Art. sob qualquer hipótese. Art. V . 94.

devendo tal impedimento ser justificado no corpo do meio físico. Parágrafo único. correio eletrônico. 99. Na hipótese de serventias judiciais situadas em prédio que não possua PROGER. além da síntese da comunicação. via postal ou mensageiro. o dia e o meio utilizado. bem assim no registro próprio. a transmissão será realizada diretamente àquelas que estejam providas de aparelho de fax. 98. Subseção II . 2º da Resolução nº15/2003 do Órgão Especial. 96.Disposições Gerais Art. Em qualquer hipótese. o servidor anotará. É vedado o recebimento no PROGER de petições. podendo ser utilizado para comunicação institucional com o público em geral. 100.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. somente poderá ser feita ao PROGER em dias de normal expediente forense. comunicar-se-ão entre si e com terceiros por meio de telefone. Parágrafo único. inclusive os administrativos. que excedam 20 (vinte) laudas. fax. Parágrafo único. através dos telefones veiculados pelo DJERJ. excluindo os atos judiciais que respeitarão a legislação processual pertinente. Página 45 de 192 . A transmissão das demais petições para a 1ª instância deverá ser feita para os aparelhos de fax do respectivo PROGER que esteja situado no mesmo prédio do órgão destinatário. a hora. se esta não estiver documentada. 97.Dos meios de comunicação entre os serviços judiciários Subseção I . O usuário que encaminhar qualquer objeto particular de valor pecuniário pelo Serviço de Malote ficará sujeito às sanções administrativas pertinentes. no Foro Central da Comarca da Capital. no horário compreendido entre 11h e 18h. Art.Da comunicação por fax Art. Art. A transmissão via fax de petições relativas a ações originárias de 1ª instância. Os meios de comunicação das serventias judiciais e extrajudiciais oficializadas atenderão exclusivamente às necessidades do serviço. Seção V . salvo nas hipóteses em que houver expressa impossibilidade de utilização do meio. nos autos ou documentos respectivos. via fax. Os serviços judiciários. O correio eletrônico deverá ser utilizado para a comunicação administrativa entre os Órgãos do Poder Judiciário enumerados no art. preferindo-se aquele que mais prontamente atender aos interesses do serviço ou cumprir a finalidade do ato. incluindo os documentos que a instruam. Art. não podendo ser utilizados para fim particular.

Art. Art. As petições transmitidas serão acompanhadas. Os originais dos documentos transmitidos serão entregues no PROGER. inclusive para o fim de preservação do documento. Art. Os órgãos receptores registrarão através dos meios disponíveis (relógios datadores ou autenticação eletrônica) a petição recebida em condições de prosseguimento. Os servidores designados responderão pela conservação do equipamento e comunicarão imediatamente qualquer anormalidade. Art. observado o disposto no artigo 98. logo que recebidos e antes de seu encaminhamento ao destinatário. § 2º. 104.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. devendo a parte interessada anexar o comprovante de transmissão. Art. comprovantes dos recolhimentos obrigatórios. responsabilizando-se. Parágrafo Único. 101. o protocolo poderá ser feito diretamente no órgão destinatário. Art. 103. fazendo seu imediato encaminhamento ao órgão destinatário. 107. ou defeitos de transmissão ou recepção correrão à conta do remetente e não escusarão o cumprimento dos prazos. Os riscos de não obtenção de linha telefônica disponível. obrigatoriamente. Na hipótese de serventias judiciais situadas em prédio que não possua PROGER. quando se tratar de comunicação interna. no prazo de 05 (cinco) dias. de todos os documentos necessários ao fim a que se destinam. 105. A transmissão dos documentos será feita em via única. devendo o destinatário extrair as fotocópias que se façam necessárias ao ato solicitado. a critério da autoridade destinatária. pela fidelidade e qualidade do material transmitido. Parágrafo único. 102. Os aparelhos ficarão disponíveis durante o expediente interno e externo. certificando-se o fato. Art. por petição protocolada. também. 108. quanto à tempestividade. Os mandados de prisão serão confirmados por ligação telefônica. se for o caso. Nas medidas de caráter urgente. Art. Incumbe à parte interessada diligenciar pela confirmação da transmissão. Página 46 de 192 . 106. Os aparelhos de fax serão operados pelos servidores designados pela chefia imediata. o órgão receptor registrará o documento observadas as determinações do artigo 103. § 1º. O procedimento confirmatório será adotado sempre que conveniente. contados na forma estabelecida pela Lei 9800/99.109. inclusive.

Aquele que enviar ou receber a transmissão do fax é responsável pelo envio da cópia da certidão de recolhimento das custas. bem como a certidão das custas e despesas acrescidas. sendo ambas (fax e fotocópias) anexadas aos autos da precatória. desde que observadas as disposições dos artigos 98 a 109 e as disposições legais. § 2º. § 6º. as custas devidas pela parte vencida para cobrança após o trânsito em julgado da decisão. § 5º. juntar-se-á o fax transmitido pelo juízo deprecado e sua fotocópia. Como condição de cumprimento das deprecatas. 111. bem como. § 4º. ainda que procedida por via telefônica. se forem o caso. respondendo disciplinarmente pela falta. § 7º. A carta precatória será instruída com a certidão referida e com a cópia da guia de recolhimento. deverá o Escrivão certificar sua expedição. trasladando-se as peças necessárias para sua instrução. que discriminará as diversas parcelas integrantes do valor devido. também por fax. Todas as peças processuais recebidas por fax serão fotocopiadas no destinatário. a comprovação do cumprimento da deprecata. passando o Escrivão ou Responsável pelo Expediente a respectiva certidão. Por solicitação do juízo deprecante. As serventias poderão transmitir ou receber documentos de órgãos públicos. Poderão ser transmitidos quaisquer documentos. sem nenhum efeito em favor do transmissor. o qual será sumariamente arquivado. A inobservância de quaisquer das formalidades previstas nesta subseção importará na total desconsideração do documento transmitido. As cartas precatórias de caráter urgente poderão ser expedidas através de fax. § 3º. as custas e despesas porventura devidas e pelos demais atos necessários àquele.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Art. quando necessário ou urgente. Ocorrendo a solicitação aludida no parágrafo 7º. 110. aos autos principais. anexada aos autos principais. seja no Juízo deprecante. à vista da guia de recolhimento. § 1º. Página 47 de 192 . poderá ser transmitida. pelo juízo deprecado. Tratando-se de Carta Precatória expedida por determinação do Juízo. seja no deprecado. via fax. serão antecipadamente recolhidas na comarca onde se situe o primeiro.

O Juiz poderá baixar Ordem de Serviço especificando os casos em que o Escrivão poderá proceder à reclassificação dos feitos. 114. sempre que necessário. II – manter o controle da realização das correições ordinárias e especiais. Página 48 de 192 . processando todas as reclamações relativas aos cartórios e servidores. Cabe aos Juízes Dirigentes dos Núcleos Regionais.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO II . com base nos relatórios apresentados pelo Grupo de Apoio que demonstre a sua necessidade. o Corregedor-Geral da Justiça fará uso das técnicas de desconcentração e delegação segundo o interesse do serviço e por meio de atos que fixem as atribuições desconcentradas ou delegadas. exercerem as atividades definidas em atos normativos do E. As serventias auxiliares do Juízo. IV – remeter ao Corregedor-Geral da Justiça relatório anual das atividades do NURC.DA ESTATÍSTICA. SUPERVISÃO E DELEGAÇÃO DE FUNÇÕES Seção I . Parágrafo único.Da estatística das serventias Art. 112. até o dia 15 de janeiro do ano subseqüente. nos limites das respectivas Regiões. através de formulário próprio disponibilizado na intranet. reunião com os Juízes em exercício na Região.Da supervisão e delegação de funções Art. sempre que julgue necessário. por determinação do Corregedor-Geral da Justiça. Art. enviarão até o dia 10 (dez) do mês subseqüente o boletim estatístico de seu movimento mensal. VI – determinar a prestação de apoio e auxílio às Serventias integrantes dos respectivos Núcleos Regionais. Art. bem como as respectivas sindicâncias. que não dispõem de sistema informatizado. III – controlar os procedimentos. V – realizar. Tribunal de Justiça e pelo Corregedor-Geral da Justiça. notadamente: I – exercer. Na supervisão e avaliação das atividades administrativas. desde que por ordem judicial expressa. quaisquer das atribuições cometidas aos órgãos de apoio da Corregedoria Geral. mediante solicitação formal do respectivo Juízo de Direito.113. que lhe são legalmente cometidas. Seção II . 115. examinando o conteúdo e sugerindo medidas de saneamento. O Escrivão procederá à reclassificação dos feitos de sua serventia. ou de ofício. bem como atividades relacionadas com a disciplina e a regularidade dos serviços dos foros judicial e extrajudicial.

inclusive aos Sábados. Aos Juízes de Direito.zelar pelo funcionamento do PROGER e do Protocolo Integrado naquelas Comarcas em que a Direção do Fórum seja responsável por aqueles serviços. sem prévia transmissão do exercício do cargo ao substituto legal. III .zelar pelas execuções de obras de pequeno porte ou fiscalizar os serviços de manutenção predial. prestando contas a autoridade competente.fiscalizar os serviços da Direção do Fórum. nos casos dos serviços serem realizados à noite ou nos finais de semana. Domingos e Feriados providenciando junto ao Batalhão da Policia Militar ou Guarda Municipal local. instalações adequadas para o exercício da segurança.zelar pelo controle e pela distribuição das vagas internas e externas de estacionamento do Foro.atender ao expediente forense e administrativo.zelar pela constante limpeza e asseio das dependências do Prédio do Fórum devendo verificar rotineiramente a guarda de sinalização interna e dos arredores do Prédio do Fórum. fazendo descarregar os imprestáveis e irrecuperáveis com a necessária comunicação ao órgão incumbido do tombamento dos bens do Poder Judiciários. coibindo que servidores e prestadores de serviço terceirizado: a) se ausentem. b) se afastem do serviço durante as horas de expediente. VIII .gerir as verbas que forem autorizadas à Comarca destinadas a pequenas despesas de pronto pagamento e gastos com material de consumo. XI . serviços e outros encargos. VII . nos casos permitidos em lei.zelar pela segurança do patrimônio incluindo-se o auxílio policial em tempo integral. II .providenciar. registro dos nomes dos integrantes da equipe. compete privativamente: I . no exercício da Direção do Fórum. X . V . 116. XII .indicar servidor que exercerá as funções de secretário da Direção. IX . a quem o Juiz poderá delegar algumas atividades. VI . informando a segurança interna do Fórum os motivos da permanência da equipe de manutenção nas dependências. entrada e saída dos mesmos. Página 49 de 192 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art.organizar escala de férias dos servidores lotados na Direção do Fórum e dos prestadores de serviço terceirizado.determinar o inventário dos objetos destinados aos serviços judiciários da Comarca. IV .

realizável a qualquer momento. 118. podendo abranger todos os serviços judiciais da Comarca. 123. livros. sendo exercida em todo o Estado do Rio de Janeiro pelo Corregedor-Geral da Justiça e. nos limites de suas atribuições.DA FUNÇÃO CORREICIONAL Seção I . § 2º. nos casos expressamente previstos na legislação ou quando necessárias. por meio de inspeção constante e através de verificação de autos processuais. 119. observado o calendário organizado pela Corregedoria Geral da Justiça. No desempenho da função correicional poderão ser baixados atos normativos. relatório circunstanciado acerca do estado da serventia. A função correicional consiste na orientação. a realização de correição especial na respectiva serventia. de forma justificada. § 2º. ou apenas alguns. e se for o caso. A correição extraordinária consiste na fiscalização excepcional. A correição permanente dos serviços judiciais consiste na fiscalização por parte da Corregedoria Geral da Justiça e dos Juízes de Direito. § 1º. O Escrivão ou o Responsável pelo Expediente remeterá ao NUR competente. 121. nos serviços judiciais. A correição geral ordinária será realizada anualmente pelos Juízes de Direito. nos termos da lei. 120.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO III . Art. As correições extraordinárias serão determinadas pelo Corregedor-Geral da Justiça. A fiscalização judiciária dos atos processuais e seus registros será exercida pela Corregedoria Geral da Justiça. Havendo irregularidades. Art. fiscalização e inspeção permanente sobre os serviços judiciais. No relatório circunstanciado mencionado no caput poderá ser requerida. instruções e corrigidas as falhas detectadas. Art. de tudo dando prévia e comprovada ciência ao Juiz em Exercício. As correições extraordinárias não dependem de prévio aviso e sua presidência poderá ser delegada aos Juízes de Direito. as mesmas deverão ser imediatamente apuradas. Art. pelos Juízes de Direito.Das correições. 122. aos Juízes Auxiliares da Corregedoria e aos Juízes Dirigentes dos Núcleos Regionais. encaminhadas ao Corregedor-Geral da Justiça. Página 50 de 192 . em 30 (trinta) dias da assunção no serviço judicial. Art. de ofício ou por requerimento de interessado. 117. fiscalizações e inspeções Art. papéis ou atos submetidos a exame judicial. § 1º. Art.

III . corrigido. O Juiz encarregado da correição verificará.foram sanadas irregularidades porventura apontadas em correição. São normas de procedimento básico nas correições extraordinárias: I . Página 51 de 192 . os boletins estatísticos estão regulares. 126. IX .regular o quadro funcional. se: I . observações e determinações que. Art. 124.estão sendo cumpridos os atos normativos expedidos pelos órgãos da administração judiciária superior. livros e demais documentos devidamente classificados e guardados. numerados.a serventia é mantida em perfeitas condições de conservação. 127. e se os seus dados conferem com os registros da serventia. no interesse e na defesa do prestígio da Justiça. evitado ou punido. devidamente abertos. VII . 125. com os procedimentos. XI .possuem todos os livros ordenados em lei ou atos normativos. VIII . se for o caso. IV .a freqüência dos serventuários das serventias judiciais está regular. A referida correição especial consiste na fiscalização da serventia judicial que se vagar.designação de servidor. quando requerida pelo Escrivão que for investido na função ou pelo Responsável pelo Expediente. para secretariar os trabalhos. encerrados e regularmente formados. no âmbito dos serviços judiciais que lhe foram designados e de acordo com a finalidade para a qual foi instaurada. X . limpeza e higiene.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. serão imediatamente encaminhadas ao Corregedor-Geral da Justiça. pelo Juiz Responsável pela correição. Art. fiscalização ou inspeção anterior. VI .atendem com presteza e urbanidade às partes ou retardam indevidamente os atos de ofício. para providências cabíveis.lavratura de atas e termos de todos os atos praticados.são observadas as normas do regimento de custas e emolumentos. rubricados.consta a prática de erro ou abuso que deva ser emendado.nas serventias auxiliares. II . V . O resultado da correição constará de ata ou relatório circunstanciado. com orientações.são cumpridas as ordens judiciais. II . Art.

As inspeções serão feitas: I . Parágrafo único.por determinação do Juiz de Direito Auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça. V . endereçado ao Corregedor-Geral da Justiça. devidamente assinado pelo Juiz Presidente e demais membros da comissão. IV . ao iniciar a fiscalização. poderá ser encaminhada cópia do relatório mencionado no inciso anterior ao Juiz de Direito e ao Escrivão.por determinação do Corregedor-Geral da Justiça. com as respectivas identificações.no prazo máximo de 10 (dez) dias. 128. VI . V .por solicitação de Juiz de Direito. Art. Será dada ciência. III . sempre que possível. IV . sempre que possível.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III . As inspeções constituem a atividade verificatória de rotina da Corregedoria Geral da Justiça. Será dada ciência. da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil. bem como infrações disciplinares ou penais. nos casos em que as medidas a serem tomadas exigirem urgência. Art. salvo se houver determinação superior em contrário. facultando a estes manifestarem-se sobre o mesmo. Página 52 de 192 .publicação pelo DJERJ e comunicação por ofício aos órgãos locais do Ministério Público. As fiscalizações judiciais constituem a atividade de apuração de fatos decorrente de possíveis irregularidades em serventia judicial ou auxiliar do Juízo. 131. II . O relatório de correição. no prazo de 05 (cinco) dias. falhas ou irregularidades administrativas detectadas. ao Juiz ao qual esteja vinculada a serventia.por determinação do Juiz de Direito Dirigente do NUR. visando à coleta de informações de interesse da Administração através do efetivo levantamento da realidade da unidade. salvo se houver determinação superior em contrário. fiscalização e inspeção destacará. ao iniciar a inspeção. se for o caso. Art. para que apresentem reclamação.elaboração de relatório minucioso e conclusivo da correição. para adoção das providências cabíveis. notícia de irregularidades ou sugestão. ao Juiz de Direito da Vara ao qual se subordine o cartório.Não se observará o disposto no inciso anterior.por solicitação do Escrivão ou Responsável pelo Expediente do serviço. apresentando sugestões. Art. por ocasião da instauração da correição. 130. 129. Parágrafo único.

para assegurar o desempenho regular do serviço público e assentar a responsabilidade disciplinar do servidor que incorrer em violação do dever funcional. Qualquer pessoa poderá apresentar reclamação diretamente à Corregedoria Geral da Justiça. A Autoridade Judiciária ou Responsável pela serventia. 132. erros ou omissões praticados nas serventias judiciais. tomando ciência de irregularidade administrativa nas serventias judiciais.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção I . em decorrência de abusos.Da responsabilidade disciplinar Art. ou por meio do respectivo NUR. promoverá sua apuração imediata. 133. Página 53 de 192 . Art.

não vier a supri-la no prazo de 05 (cinco) dias. no prazo de 05 (cinco) dias. a parte deverá comprovar o recolhimento do valor necessário ao processamento do mesmo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO IV . este não poderá ser renovado em qualquer hipótese. II) do indeferimento do pedido de reconsideração apreciado pelo CorregedorGeral da Justiça. 134. § 1º. não vier a supri-lo no prazo de 05 (cinco) dias. § 2º. Havendo justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente da execução.DOS RECURSOS Art. intimado. 01 de 2008. pela União. No ato de interposição de recursos administrativo. para as despesas de custeio. No ato de interposição do pedido de reconsideração. nos termos do § 4º do artigo 50 do Regimento Interno do Conselho da Magistratura na redação dada pela Resolução nº. 135. para as despesas de custeio. A insuficiência no valor do preparo implicará deserção. intimado. Das decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça caberá pedido de reconsideração. Parágrafo único. e pelos que gozam de isenção legal. que incidirá imediatamente em caso de ausência de recolhimento. § 4º. de ofício ou a pedido. Os recursos aqui disciplinados não terão efeito suspensivo. 136. ao Conselho da Magistratura: I) das decisões ou atos administrativos do Corregedor-Geral da Justiça. se o requerente. Art. § 2º. A insuficiência no valor do preparo implicará deserção. Art. Página 54 de 192 . Apreciado o pedido de reconsideração. 137. São dispensados de recolhimento os recursos interpostos pelo Ministério Público. cabendo exclusivamente ao Conselho da Magistratura a eventual aplicação da deserção. § 3º. se o recorrente. no prazo de 05 (cinco) dias. e pelos que gozam de isenção legal. Caberá recurso administrativo. pelos Estados e Municípios e respectivas autarquias. § 1º. São dispensados de recolhimento os recursos interpostos pelo Ministério Público. o Corregedor-Geral da Justiça poderá. Art. dar efeito suspensivo à decisão. pela União. pelos Estados e Municípios e respectivas autarquias. o requerente comprovará o recolhimento do valor necessário ao processamento do mesmo.

sob pena de arquivamento liminar. indicará: I . que diligenciará para que sejam realizadas no local. exclusivamente. A representação.a procuração com poderes específicos. Parágrafo único .Os processos a que se refere este artigo deverão ser autuados como sigilosos. Na designação de audiências o magistrado deverá observar o inciso LXXVIII do artigo 5º da Constituição da República. IV .os fatos e fundamentos da representação. V .apurar faltas e aplicar as penas disciplinares de sua competência. Seção II .DOS MAGISTRADOS Seção I . II . recebendo numeração própria. A designação de audiências é ato privativo do magistrado. esclarecendo se o comparecimento será independente ou não de intimação. Art. Art. na Divisão de Protocolo Departamento de Suporte Operacional da Corregedoria-Geral da Justiça. 138.141. devendo suas folhas serem numeradas e rubricadas. As reclamações correicionais e as representações em face de Magistrados de primeira instância deverão ser dirigidas ao Corregedor-Geral da Justiça e protocolizadas.a completa qualificação do representante.140.Dos processos sigilosos administrativos de reclamações e representações judiciais Art. VI . apresentada em duas vias. II.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO V .decidir sobre reclamações que lhe forem apresentadas contra servidor vinculado ao seu Juízo. contendo o nome do reclamante ou representante e a data de entrada. Em decorrência da atividade correicional permanente cabe ao magistrado: I . 142. Parágrafo único.as provas porventura necessárias à instrução da representação. III . Não estando a petição inicial em conformidade com o disposto no artigo precedente. Página 55 de 192 .o rol de testemunhas a serem eventualmente ouvidas. Art.a expressa nomeação do representado. poderá o Corregedor-Geral da Justiça determinar sua complementação no prazo de 48h. dia e hora marcados.Das Disposições Gerais Art. 139.

os autos deverão ser remetidos para o respectivo órgão.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. 147. o Magistrado será cientificado. 148. decidindo pelo arquivamento ou pela remessa ao Órgão Especial. o Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar a realização de provas. para prestar informações no prazo de 05 (cinco) dias. Página 56 de 192 . Das decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça. Art. providenciará cópia dos autos sempre que solicitado pelo Magistrado. o Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar o arquivamento de plano. no que se refere às representações judiciais caberá recurso nos termos do artigo 21 da Resolução nº 30 do Conselho Nacional de Justiça. mediante controle próprio. Sendo a representação manifestamente inepta ou improcedente. mediante autorização superior. Art. civis e criminais aplicáveis à espécie. Das reclamações judiciais. Art.O procedimento disciplinar em face de servidores será regulamentado em ato próprio. 146 As divulgações de quaisquer informações referentes aos procedimentos tratados capítulo. A secretaria. Defensor Público ou advogado constituído com poderes específicos. § 2º. Art. 143. conforme o disposto no artigo 134 e seguintes desta Consolidação Normativa. Art. 149. 144. com ou sem manifestação do Magistrado. 145. Tratando-se de representação movida pelo Ministério Público ou Defensoria Pública. caberá pedido de reconsideração. Presentes os requisitos elencados no artigo anterior. Decorrido o prazo a que se refere o § 2º do artigo anterior. Art. mediante ofício que será entregue pessoalmente por servidor devidamente identificado. sujeitará o infrator às penalidades administrativas. Art.

dentre outras funções e deveres: I . XII . Ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente. quando necessário.exercer a chefia direta da serventia. III . 150.organizar e manter em ordem o arquivo da serventia. comandando e supervisionando todos os seus serviços e atividades. II . obedecidas as instruções gerais baixadas pela Corregedoria Geral da Justiça. IV .DOS DEVERES Seção I . da ordem e da hierarquia. diariamente.manter a serventia aberta e em regular funcionamento durante o horário de expediente.controlar e organizar as férias e licenças dos seus subordinados e demais servidores vinculados à serventia.exercer todas as atribuições de direção de serventia previstas na legislação em vigor. em livro ou outro meio apropriado. à serventia do juízo. submetendo. X .processar pessoalmente os feitos que lhe forem distribuídos em razão de lei ou por determinação expressa do Juiz ou da Corregedoria Geral da Justiça. IX . incumbe. zelando pela manutenção da disciplina. VI .providenciar para que interessados e partes sejam atendidos nos prazos estabelecidos em lei e nesta Consolidação. VII .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO VI . V .exercer a administração do pessoal em exercício ou vinculado funcionalmente à sua serventia.observar e fazer observar a relação de subordinação hierárquica mantida com o Juiz e com os órgãos da Administração Superior do Poder Judiciário. de modo a permitir a localização imediata dos autos. as respectivas escalas e requerimentos à aprovação do Juiz.controlar a frequência diária dos servidores vinculados à sua serventia.comparecer. papéis e livros encerrados. especialmente os processos disciplinares instaurados. organizando. XI . hierárquica e funcionalmente subordinados ao Juiz. VIII . Página 57 de 192 . cumprindo a carga horária de trabalho que lhe for estabelecida.Dos deveres dos Responsáveis pelo gerenciamento das Serventias Art.cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais e os preceitos legais vigentes. segundo as diretrizes traçadas pelo respectivo Juiz.

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XIII - distribuir os serviços da serventia, designando os servidores responsáveis por cada atribuição, inclusive as de processamento; XIV - zelar pela boa imagem da Justiça, prestigiando e estimulando a probidade, a produtividade, a celeridade e a qualidade dos serviços; XV - responsabilizar-se pela preparação técnica e constante aperfeiçoamento dos seus subordinados, mediante supervisão e orientação pessoal, além de indicação para curso e treinamento oficiais; XVI - lavrar, ou fazer lavrar, os atos e termos dos processos a seu cargo, subscrevendo, quando for o caso, os redigidos pelos demais servidores; XVII - lavrar certidões próprias do seu ofício, sobre as quais aporá a sua pública fé, observadas as disposições legais pertinentes, inclusive as relativas ao sigilo processual; XVIII - elaborar os relatórios estatísticos do Juízo das serventias não informatizadas; XIX - exercer a guarda e o controle do material permanente e de consumo, solicitando o que for necessário ao setor próprio do Tribunal de Justiça, ou designar servidor para fazê-lo; XX - zelar pela realização das audiências, pela regularidade dos livros e pelo fiel registro das petições iniciais, audiências, sentenças e demais atos sujeitos a tal procedimento; XXI - prestar informações sobre o andamento dos processos ou designar servidor para fazê-lo, sendo vedada a prestação de informação por telefone ou por e-mail; XXII - providenciar a extração de cartas, formais, guias, ofícios e demais expedientes, nos termos da legislação em vigor; XXIII - fazer afixar em local visível na serventia tabela de custas e valores; XXIV - zelar pelo perfeito recolhimento das custas e despesas devidas, fiscalizando e reprimindo as exigências descabidas e os valores indevidos; XXV - sugerir ao Juiz, dentre os servidores da serventia, o seu substituto legal; XXVI - cumprir e fazer cumprir as rotinas de instruções administrativas baixadas pela Corregedoria Geral da Justiça, especialmente aquelas necessárias ao cumprimento dos atos que não dependem de despacho judicial, nos termos da legislação em vigor; XXVII - tratar com urbanidade as autoridades constituídas, os advogados e o público em geral;

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XXVIII - manter conduta irrepreensível na vida pública e privada; XXIX - facilitar, por todos os meios e formas, as atividades de inspeção, fiscalização e correição (ordinária e extraordinária) por parte das autoridades judiciárias competentes; XXX - fiscalizar o correto recolhimento dos tributos e demais valores devidos; XXXI - levar ao conhecimento do Juiz as irregularidades que extrapolem sua alçada de resolução; XXXII - praticar, às suas expensas, os atos que deva renovar por culpa sua; XXXIII - exercer outras atribuições e tarefas que lhe sejam ordenadas pelo Juiz; XXXIV - certificar, com antecedência de pelo menos 5 (cinco) dias da audiência, se todas as diligências necessárias para sua realização foram concretizadas, suprindo as irregularidades ou omissões e fazendo conclusões dos autos, se for o caso, podendo designar servidor para fazê-lo; XXXV - fornecer ao Juiz que tenha atuado durante o mês em referência, certidão de autos conclusos; XXXVI - acompanhar os indicadores de desempenho, monitorando os dados estatísticos do cartório mensalmente, através dos relatórios expedidos pelo sistema; XXXVII - abrir diariamente o correio eletrônico da serventia, ou designar servidor para fazê-lo; XXXVIII - zelar pelo correto encaminhamento dos autos a outras unidades deste Tribunal, sendo vedada a utilização de grampos, de folhas dobradas ou grampeadas à contra capa, salvo determinação Judicial em contrário; XXXIX - verificar, nos pedidos de desarquivamento, a exatidão da informação do processo no sistema informatizado - DCP, providenciando, se necessário, a alteração que garanta a fidedignidade da informação, ou designar servidor para fazê-lo; XL - zelar pela exclusão da mensagem de "petições a serem juntadas", que foram encaminhadas através dos serviços de Protocolo (PROGER'S) informatizados no sistema DCP, nos casos em que comprovadamente seja impossível a juntada física das petições, na forma prevista nesta Consolidação. Parágrafo único. Por delegação do Magistrado, o Escrivão ou Responsável pelo Expediente, deverá: I - anotar, diariamente, no livro de ponto a falta dos serventuários; II - anotar a licença médica ou para acompanhar pessoa da família, somente após a comprovação pelo servidor de solicitação da licença;
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III - proceder à seguinte anotação: "licença médica ou para acompanhar pessoa de família em processamento", enquanto o servidor não comprovar o deferimento da licença; IV - anotar, deferida a licença, no livro ponto. Indeferida, anotará a falta. Art. 151. A serventia consignará o respectivo endereço nos ofícios, certidões, traslados, mandados e outros atos que expedir. Art. 152. Ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente, assim como ao dirigente da Unidade Organizacional, quando da instalação ou mudança de suas dependências caberá: I - comunicar ao órgão responsável pelo cadastro das serventias judiciais da Corregedoria Geral da Justiça qualquer alteração ocorrida nos dados cadastrais; II - encaminhar ao órgão responsável pelo cadastro das serventias judiciais da Corregedoria Geral da Justiça cópia da ata de instalação constando a denominação, o endereço e o número do telefone do órgão criado e instalado. Seção II - Do horário de trabalho Art. 153. As serventias judiciais funcionarão em todo o Estado, para atendimento ao público, das 11h às 18h, excetuando-se o regime especial dos Juizados Especiais e das Varas da Infância e da Juventude. § 1º. As Varas da Infância e da Juventude funcionarão, para atendimento ao público, no horário das 09h às 18h, com uma hora a mais de expediente interno, a critério do Juiz, atendidas as peculiaridades locais, com anuência da Corregedoria Geral da Justiça. § 2º. Os Juizados Especiais e Adjuntos funcionarão, para atendimento ao público, no horário das 10h às 18h. § 3º. Os Comissários de Justiça, psicólogos e assistentes sociais, poderão ter sua escala definida pela autoridade judiciária, em função de eventual necessidade de atuação em horário diferenciado. § 4º – Nos casos em que o Comissário de Justiça da Infância, da Juventude e do Idoso, Psicólogos e Assistentes Sociais, por ordem expressa do Juiz, exercerem sua atividade em dias em que não haja expediente forense, deverá ser aberto espaço no livro de ponto, referente àquela data, para assinatura do servidor, que deverá colocar o horário de início e final da atividade, conforme constante no relatório apresentado ao Juízo. § 5º – O Comissário de Justiça da Infância, da Juventude e do Idoso, Psicólogos e Assistentes Sociais poderão compensar as horas extraordinariamente trabalhadas em dia a ser definido pelo o Juiz da serventia,
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Página 61 de 192 . declarando-se essa circunstância. § 3º.designar servidores para a operação dos serviços informatizados. Art. 155. Nas serventias em que haja processamento eletrônico. passa a responder desde logo pelo expediente da serventia o Substituto anteriormente designado. ademais: I . III . declarando-se essa circunstância. de modo a prover: a) adequada utilização do equipamento. de qualquer modo. a responsabilidade pela fidedignidade dos dados é pessoal.Indicar o pessoal a ser cadastrado no sistema. § 1º. mediante indicação do Escrivão ou do Responsável pela serventia. nos atos que praticar. com a anuência do Juiz. § 5º. Na hipótese da serventia não contar com Analista Judiciário. para os efeitos desta Consolidação. segundo as necessidades cartorárias. O substituto será designado. defeitos ou outros impedimentos à sua plena utilização. II . b) rotatividade na utilização de rotinas e procedimentos. expressamente. No impedimento ou falta ocasional do Escrivão e de seu Substituto. § 4º. bem como a utilização do sistema. expressamente.Ao Escrivão caberá. gerenciará o sistema. Seção III .Da ausência do Escrivão e da vacância da função Art. 156.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 que deverá fazer constar no ponto do dia em que o servidor estiver ausente. a substituição caberá ao Técnico de Atividade Judiciária com maior tempo de serviço no cartório. o consumo de material e a comunicação de interrupções. no âmbito da serventia. a substituição caberá ao Analista Judiciário com maior tempo de serviço no cartório. O Escrivão não poderá ausentar-se do cartório sem que nele permaneça quem legalmente o substitua. § 2º. Seção IV . com o respectivo nível de acesso.Da utilização do sistema de processamento de dados Art. salvo ato dispondo de modo diverso. todo aquele que. Equipara-se ao Escrivão. 154. informando inclusive a data trabalhada pelo servidor que ensejou a compensação. nos atos que praticar. responda pela serventia.indicar o servidor que. Em caso de vacância da função de Escrivão.

denominação e endereço da serventia. inclusive os administrativos. VI . e observada a ordem cronológica de sua apresentação. Recolhidas as custas. ofícios. somente sejam emitidos pelo sistema. devendo o servidor Responsável acrescentar os elementos referidos no artigo anterior. Página 62 de 192 . ainda que não indicados pelo requerente. contados do recebimento deste. papéis. As serventias judiciais fornecerão certidão escrita. relativa ao ajuizamento ou processamento de feito. que será parte integrante da certidão. os fatos que impeçam a plena utilização do sistema. Parágrafo único. das certidões constarão: I . Constitui falta grave manter na serventia processo desarquivado sem a devida atualização do andamento no sistema de informática . podendo o Juiz competente autorizar a expedição em caráter urgente. Fica autorizado o uso de cópia de peça conferida pela serventia. Seção V . Art. VII . expediente de atos de comunicação processual por via postal. observadas as disposições legais. Art. 159.especificação do assunto certificado. peças dos autos.data da expedição da certidão. 158. mediante requerimento escrito.assegurar o imediato lançamento. declinando sua finalidade. alvarás. A certidão será transcrição dos registros. Ressalvado o disposto em lei ou norma regulamentar. traslados. II .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . no terminal de computador. de toda e qualquer movimentação dos processos autuados nas respectivas serventias. documentos e outros assentamentos. 160. 157.finalidade alegada no requerimento. Art. notadamente mandados. a certidão será fornecida.Da expedição de certidões Art. certidões.providenciar o correto cadastramento no sistema de todos os feitos.comunicar ao Juiz de Direito a que estiver vinculado.assegurar que os documentos salvo força maior. III . V . IV . Parágrafo único.DCP. bem como ao órgão de informática e à Corregedoria-Geral da Justiça. em até 08 (oito) dias.

É vedado ao Escrivão da serventia judicial ou a qualquer outro serventuário da Justiça expedir certidão sobre fatos estranhos ao seu ofício funcional.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Página 63 de 192 . 161.

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO VII . Parágrafo único. será feito no primeiro dia de normalização do serviço. 163. indicando de imediato eventuais valores faltantes. O recolhimento de custas.Disposições Gerais Art. 162. 166. em que sejam autores a União Federal. 165. As serventias judiciais afixarão. Os prazos previstos para execução dos atos judiciais não importam na obrigação de sua efetivação pelo servidor sem o pagamento das custas correspondentes que devem ser pagas antecipadamente. Constitui falta grave o servidor remunerado pelos cofres públicos receber diretamente importância destinada ao pagamento de custas.50m. para apreciação das medidas cabíveis. Art. O serventuário deverá certificar o correto recolhimento das custas e taxa judiciária. Art.esclarecimento de que qualquer irregularidade na cobrança de custas. ressalvada a gratuidade de justiça e os casos expressamente previstos em lei.00m x 0. em local visível e que facilite o acesso e a leitura pelos interessados. Incorrendo em dúvida deverá fundamentá-la e submetê-la à apreciação do Juiz em exercício. salvo expressa determinação legal. taxa judiciária e acréscimos legais devidos em caso de paralisação total ou parcial da instituição bancária. a quem incumbirá a análise da incidência e do recolhimento das verbas no caso concreto. quadro de no mínimo 1.aviso de que as informações atinentes a custas e emolumentos encontramse disponíveis no sítio do Egrégio Tribunal de Justiça para consulta dos interessados.Do recolhimento das custas e a certificação pelas serventias judiciais Art. 164. II . Seção II . Art. Os atos administrativos atinentes a custas editados pelo Tribunal de Justiça e pela Corregedoria Geral da Justiça devem ser observados por todos os serventuários ao certificarem o pagamento de custas e de taxa judiciária nos processos judiciais. contendo: I . Nos feitos ajuizados a partir de 1° de janeiro de 2004. III . emolumentos e taxa judiciária deve ser comunicada à Corregedoria Geral da Justiça. os demais Estados da Federação ou o Distrito Página 64 de 192 . atualizados e expressos em moeda corrente. com os valores de custas ou emolumentos correspondentes a cada ato. emolumentos e taxa judiciária. § 1º.DAS CUSTAS JUDICIAIS Seção I .as tabelas publicadas anualmente pela Corregedoria Geral da Justiça. emolumentos.

emolumentos de registro e baixa. Excetuam-se os casos em que o interessado for beneficiário de assistência judiciária gratuita. no juízo deprecante. bem como as autarquias federais e municipais em qualquer hipótese. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. As custas referentes aos feitos judiciais de competência originária do Primeiro Grau de Jurisdição serão pagas antecipadamente. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 4º. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 3º. Nas hipóteses de ajuizamento de ações judiciais nas quais ocorrer o recolhimento das custas judiciais. 54 e 55 da Lei Federal nº 9099/95. Ao certificar a taxa judiciária. Excepcionam ainda a regra estipulada no caput deste artigo o recolhimento de custas e de taxa judiciária nos Juizados Especiais Cíveis Estaduais. caso não venha aos autos o documento lá exigido. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. deverá o cartório proceder ao imediato cálculo do valor da taxa judiciária devida. O recolhimento de custas pela expedição e cumprimento de cartas precatórias deverá ser comprovado. § 2º. intimando-se o interessado para que comprove o recolhimento da taxa judiciária. além dos acréscimos legais devidos em um ano e a propositura da ação no exercício seguinte. já estando em vigor a nova tabela de custas. independentemente de remessa dos autos à Contadoria Judicial. § 1º. publicado no DJERJ de 28/03/2011) § 2º. sob pena de cancelamento da distribuição. e Página 65 de 192 . Nas hipóteses previstas nos parágrafos precedentes. efetuado de acordo com os artigos 51 § 2º. § 4º. publicado no DJERJ de 28/03/2011) Art. em que sejam autores quaisquer Municípios do Brasil deverá o Município. 115 do Código Tributário Estadual comprovar. quando se tratar de medida de natureza urgente e não houver ou encontrar-se encerrado o expediente bancário. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. deverá ser verificado se consta declaração idônea que comprove que tais entes praticam a reciprocidade de isenção de taxa judiciária em favor do Estado do Rio de Janeiro. nos termos da parte inicial do parágrafo único do artigo 115 do Código Tributário Estadual. em regra. nos termos da parte inicial do parágrafo único do artigo 115 do Código Tributário Estadual. § 3º. houver autorização normativa em contrário ou deferimento pelo Juiz. no momento da distribuição da cada ação judicial. Nos feitos ajuizados a partir de 1° de janeiro de 2004. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 13/2011. para usufruir do benefício contido no art. o serventuário observará que a reciprocidade de que trata o artigo 115 do Código Tributário Estadual não abrange os Municípios que figurarem no pólo passivo da relação processual. será devida a complementação da diferença até atingir o valor da nova tabela.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Federal. 167. taxa judiciária. a existência e eficácia de lei municipal que configure igual tratamento tributário por parte do Município requerente ao Estado do Rio de Janeiro.

nos moldes do artigo 19 da Lei Estadual nº 3350/1999. independente de qualquer pagamento. no Juízo deprecado. Não sendo comprovado o pagamento no prazo fixado. Se a parte interessada na expedição da precatória for beneficiária da gratuidade de justiça ou isenta do pagamento de custas processuais. às precatórias oriundas de outros Estados da Federação. suscitará a incidência de custas judiciais estipuladas na Tabela 02. O interessado deverá recolher. oficiar ao Juízo deprecante. § 6º. na forma do disposto no § 5º deste artigo. a importância correspondente às custas e despesas acrescidas. Havendo. Art. após certificar o não atendimento da ordem judicial. no juízo deprecante. informando o destino da carta e o valor do acréscimo. § 5º. custas acrescidas ou outras despesas. § 10. Caso se imponha a remessa da deprecata a outro Juízo. que não o deprecante. passando o Escrivão ou Responsável pelo Expediente a respectiva certidão. da Portaria de Custas Judiciais. além de certificar nos autos da carta precatória o valor das custas e despesas acrescidas. que será providenciada pelo Escrivão da Serventia ou pelo Responsável pelo Expediente. a ser recolhido nas hipóteses previstas pelos artigos 54 e 55 da Lei Federal nº 9099/95. As cartas precatórias de trâmite exclusivo neste Estado. Aplica-se. pelo autor. não suscitam o recolhimento antecipado de custas. Em sede de Juizado Especial Cível. 169. X. no juízo deprecante. e. no que couber. expedidas para cumprimento de diligências ou atos processuais determinados de ofício pelo Juízo ou a requerimento do Ministério Público. o Escrivão ou o Responsável pelo Expediente do juízo deprecado abrirá conclusão. deverá o último Juízo pelo qual houver a mesma tramitado. oportunidade na qual poderá ser determinado o cancelamento da distribuição. desde que preenchidos os requisitos elencados no dispositivo mencionado. Art. o Escrivão ou Responsável pelo Expediente da Serventia certificará o fato nos autos da precatória. § 9º. o qual será imediatamente cobrado da parte interessada. após o seu efetivo cumprimento e devolução. § 7º. que devem ser pagas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 certificado pelos Juízos deprecante e deprecado. § 8º. deverá ser também transmitido o despacho que a deferiu ou a certidão do Escrivão da serventia ou do Responsável pelo Expediente. só lhe instrumentalizando o cumprimento e devolvendo a carta após a comprovação do recolhimento. com a consequente devolução da carta precatória ao Juízo de origem. 168. Incumbe exclusivamente às serventias judiciais processantes a verificação do exato recolhimento das custas e taxa judiciária antes da prática Página 66 de 192 . item nº 06. por ato. à vista da cópia do recolhimento que acompanhará a deprecata. no prazo de quarenta e 48 (oito) horas a contar da intimação para pagamento. em regra. disciplinado no artigo 316. a realização de intimação pela via telefônica. o disposto neste artigo. discriminando as eventuais parcelas do valor total devido.

em caso contrário. conforme o disposto no artigo 14 da Lei Estadual nº 3350/99. mediante certidão da serventia. salvo na hipótese de cálculos complexos nos processos antigos e findos. salvo expressa autorização normativa. a certidão cartorária de recolhimento de custas será detalhada de forma a permitir a verificação do que foi recolhido a maior ou a menor nos campos respectivos da GRERJ para possibilidade de análise da deserção ou da compensação dos valores pagos. É vedada a remessa de autos judiciais aos Contadores Judiciais para o exclusivo cálculo das custas judiciais e taxa judiciária.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 de qualquer ato decisório ou a ser praticado por servidor auxiliar do juízo. aptos para serem arquivados. através de certidão. Parágrafo único.na hipótese de certificação do recolhimento equivocado de custas. 170. e determinação judicial. quando não estejam impressos nos campos da Guia de Recolhimento de Receita Judiciária (GRERJ). bem como os códigos a serem utilizados. sob pena de caracterização de falta funcional. a serventia deve certificar o código correto. deve ser certificado o valor correto a ser recolhido. efetuado por ocasião de interposição de recursos junto aos Juizados Especiais. atestando a ausência de conhecimentos específicos para fazê-los.na hipótese de recolhimento ausente ou insuficiente de custas.caso o recolhimento de custas se apresente equivocado pela utilização errônea de códigos/contas no preenchimento da GRERJ. as custas e a taxa judiciária devidas ou. deve conter os seguintes dados: I . II . É vedada a baixa de processos judiciais que contenham débitos referentes às custas e à taxa judiciária. Sob pena de caracterização de falta funcional. 171. Página 67 de 192 . discriminando-se os tipos de receita a serem observados. III . que. Art. sem que faça expedir certidão de débito para fins de cobrança da dívida. Art. os autos dos processos findos não poderão ser arquivados sem que o Escrivão ou Responsável pelo Expediente certifique estarem integralmente pagas.

Art. 172. III . sob a supervisão do Juiz de Direito em exercício na vara.Dos serviços judiciais CAPÍTULO I . V .equipe de processamento: movimentação e inserção de dados nos terminais de movimentação processual.capacitação dos servidores para desempenho das diversas etapas do processamento integrado. II . A gerência do cartório deverá ser voltada para o atendimento dos seguintes objetivos: I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 LIVRO II .unificação da metodologia de trabalho visando ao melhor gerenciamento das atividades cartorárias.Da Administração Interna Subseção I .aperfeiçoamento dos serviços judiciários.FORO JUDICIAL TÍTULO I . sendo exercida pelo Escrivão ou Responsável pelo Expediente. II . dentre outras. Página 68 de 192 . As equipes de processamento integrado das serventias terão as seguintes atribuições básicas: I . expedição da certidão de publicação. IV . Parágrafo único. 173.simplificação dos procedimentos a serem adotados nas diversas áreas de aplicação dos serviços judiciais.fortalecimento da função de chefia e liderança do Escrivão ou Responsável pelo Expediente e seu constante aprimoramento. preparo dos atos necessários ao cumprimento das diligências.Do Processamento Integrado e do Escrivão Art.equipe de digitação: lançamentos de conclusão. A administração interna das escrivanias deverá observar os princípios da legalidade e da eficiência e será organizada segundo o padrão do processamento integrado em equipes.Das Escrivanias Seção I . dentre outras.

Parágrafo único. II . As serventias. restauração de capas. Compete ao Escrivão ou Responsável pelo Expediente organizar. respeitadas as suas peculiaridades de estrutura e funcionamento. remessa e os livros obrigatórios. 174. As equipes acima mencionadas. Nas serventias de maior movimento a equipe de apoio logístico poderá assumir tarefas próprias da equipe administrativa. § 2º. c) individuais dos servidores. o monitoramento e a fiscalização da manutenção do sistema de processamento integrado em equipes. controle de material e de expediente. § 1º. segundo as atribuições da serventia.Leis e atos normativos em geral. III . a seu critério. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III . § 3º. Competirá à DGFAJ. Livros. incluindo anotação dos títulos e atos administrativos relativos ao pessoal da serventia. Subseção II . sempre que determinado pelo Corregedor-Geral da Justiça. IV . 175. Página 69 de 192 . a que terão acesso os servidores autorizados pelo respectivo Escrivão ou Responsável: I . observada a tabela de temporalidade documental. b) correspondência recebida. sempre que necessário.equipe de preparação administrativa: autuação. atendimento ao público e arquivo. § 4º. pastas e fichas serão encaminhados ao Arquivo Geral deste Tribunal. remessa de processos e correspondências. protocolo. o rodízio de atendimento ao público e entre os integrantes das diversas equipes. Os cartórios e secretarias de direção de foro adotarão as pastas e os livros previstos nesta Consolidação. serão auxiliadas por apoio logístico.Da documentação em geral Art.controle: a) inventário dos móveis e utensílios.pastas: a) cópias da correspondência expedida sem o vínculo processual. adotarão o seguinte sistema básico de documentação. escriturando-os ou formando-os de conformidade com as respectivas normas.livros de ponto.

então. Os livros cartorários obrigatórios ou facultativos serão impressos ou formados por folhas. d) demais atos da serventia. § 1º. sendo. observada a tabela de temporalidade documental. 177. Art. § 3º. ressalvada a hipótese do último ato ultrapassar tal limite. c) horário individual dos servidores. Art. É vedada a utilização das contracapas como termo de abertura e encerramento. ininterrupta e progressiva.o fim a que se destina. e encadernados. numeradas e rubricadas pelo Escrivão da serventia.a declaração de que todas as suas folhas estão rubricadas. 178. permitida a utilização de folhas necessárias à lavratura desse ato. § 1º. O desaparecimento ou a danificação de qualquer livro cartorário será imediatamente comunicado ao Juiz a que estiver subordinado. com data e assinatura. Art. 179. Os papéis referentes aos atos cartorários serão mantidos na serventia. Art. Ao Escrivão ou a quem ele designar como Responsável pelos livros compete a numeração em ordem crescente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 b) uso do material permanente e de consumo. II . Página 70 de 192 . Os livros de folhas soltas obedecerão ao modelo próprio e conterão até 300 (trezentas) folhas. de modo a facilitar buscas. V .a identificação do servidor Responsável pela serventia. IV . O termo de abertura e de encerramento conterá: I .o número do livro. de 001 a 300. III .quadros de publicidade: a) tabelas atualizadas de custas e emolumentos.o fecho. § 2º. e) Atos Normativos referentes às atribuições da serventia. O termo de encerramento será lavrado na data do último ato. com termos de abertura e de encerramento assinados pelo Escrivão. 176. bem como numerá-los. inadmitida numeração intermediária. V . b) audiências.

cópia de seu registro e regime de atendimento de todas as entidades governamentais e não-governamentais dos municípios que compõem a Comarca). de Registros Públicos. 180. (Inciso acrescentado pelo Provimento CGJ nº 45/2010. 181. II . publicado no DJERJ de 11/08/2010) I . de Infância e Juventude. Art. registro de crianças disponíveis para adoção e registro de habilitados para adoção. atualizado. os de registro de colocação em família substituta. Os Juízos de Infância e Juventude manterão atualizados. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. de caráter modificativo. Orfanológicos.vista dos autos às Procuradorias. um livro para registro de assinaturas e rubricas do Titular. de Registros Públicos. de seu Substituto e dos autorizados que funcionem nas serventias que. O Juízo de Registro Público manterá. de Fazenda Pública.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. de Fazenda Pública.registro de sentenças. os seguintes livros de folhas soltas: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. Família. publicado no DJERJ de 09/03/2009) V – vista de autos a advogados e peritos.Dos Livros Art. IV . Empresariais manterão atualizados. Orfanológicos. devendo ser vinculada o registro através de certidões exaradas em ambos os atos. arquivo de inscrições de entidades habilitadas de amparo à Criança e ao Adolescente (cópia do programa. Os Juízos Cíveis. acolhidos terão suas decisões registradas no livro de sentença. sejam subordinadas ao Página 71 de 192 . Os livros de que trata esta subseção e as pastas de cópias de ofícios poderão ser desmembrados em tantos quantos sejam convenientes para o controle dos processos. em razão da matéria. de Idoso. § 2º. publicado no DJERJ de 11/08/2010) § 1º. registro de crianças abrigadas (com data de entrada e saída). Os Juízos Cíveis. V – vista de autos a advogados e peritos. os de: (Redação antiga) Art. Empresariais manterão atualizados.vista de autos ao Ministério Público. além dos demais livros obrigatórios. de Idoso. Família. III . Os Embargos de Declaração. além dos livros previstos para as Varas Cíveis. ainda. 181. além dos demais livros obrigatórios.vista de autos à Defensoria Pública. Subseção III . de Infância e Juventude. por lei.

a critério do Juiz. Os Juízos de Idosos manterão atualizados. atualizados. 182. § 4º. publicado no DJERJ de 09/03/2009) IV – fiança.fiança.recebimento de inquéritos. cópia de seu registro e regime de atendimento de todas as entidades governamentais e não-governamentais dos municípios que compõem a Comarca). pelo serventuário que o Juiz designar. atualizados. III – mandado de prisão. Os Juízos Criminais manterão ainda. autenticado. Os Juízos Orfanológicos manterão atualizados os livros registro de testamentos. além dos livros listados nos incisos I ao V do artigo anterior. § 7º. § 5º. na Comarca em que o Juízo competente em razão da matéria. além dos livros listados nos incisos I ao IV do artigo anterior. serem substituídos por exemplar único. 182. livro este que será aberto. Os Juízos Criminais manterão ainda. II . (Inciso reordenado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. encerrado e conservado pelo Escrivão ou. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. subdividido em seções. Nas Serventias auxiliares serão adotados livros específicos previstos nesta Consolidação. encadernação. além dos livros previstos para as Varas Cíveis. publicado no DJERJ de 11/08/2010) I . O Escrivão controlará a numeração. além dos livros listados nos incisos I ao V do artigo anterior. Art. os de registro de: (Redação antiga) Art. Página 72 de 192 . atualizados. publicado no DJERJ de 09/03/2009) III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Juízo. os registros de: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 13/2010. guarda e conservação dos livros. Os Juízos Criminais manterão ainda. não dispuser de escrivania privativa. 182. § 3º. os livros poderão. os registros de: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010.remessa de inquéritos. Em Comarca de reduzido movimento de feitos. os livros de registro de idosos abrigados (com data de entrada e saída) e arquivo de inscrições de entidades habilitadas de amparo aos Idosos (cópia do programa. § 6º. publicado no DJERJ de 30/03/2010) Art.

que não estiver constituído nos autos.Os Juízos Criminais competentes para Júri manterão. poderá deles dispor fora das dependências cartorárias. Subseção IV . § 3º. 7º da Lei nº. Para tanto será necessariamente acompanhado de funcionário da serventia judicial. 183.Das relações com os representantes do Ministério Público. ou outro horário a critério do Escrivão ou do Responsável pelo Expediente. mesmo sem mandato judicial. os quais deverão organizar o revezamento dos servidores destacados para essa tarefa. 8906/94. Estando os autos disponibilizados em cartório. do lançamento no sistema DCP e expedição de guia de vista ao advogado. publicado no DJERJ de 09/03/2009) § 1º . e sendo hipótese de atuação da parte sem advogado. § 2º . para a obtenção de cópias e desde que não obstacule o regular andamento processual. desde que não esteja configurada quaisquer das hipóteses disciplinadas no art. 155 do Código de Processo Civil. mediante a retenção do "cartão de plástico" ou da "carteira-livreto" fornecidos pela OAB. correndo as respectivas despesas por sua exclusiva conta. aquela poderá examiná-los e desde que não obstacule o regular andamento do processo. (Inciso revogado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. mormente em sede de Juizado Especial. o de sorteio de jurados. o advogado. o procedimento previsto no parágrafo anterior deverá ocorrer na primeira meia hora e na última meia hora do expediente forense. O Advogado ou Estagiário de Direito devidamente inscrito na OAB. poderá examiná-los.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Inciso reordenado pelo Provimento CGJ nº 18/2009. § 1°. dependerá.Os Juízos de Execução Penal manterão os mesmos livros previstos nos incisos I ao V deste artigo. A retirada dos autos de cartório pelos advogados. da Advocacia Pública. o qual trará de volta os autos tão logo obtidas as almejadas cópias. § 3º . publicado no DJERJ de 09/03/2009) V – alvará de soltura. da Defensoria Pública e Advogados Art. além dos livros enumerados acima. observadas as restrições da legislação pertinente. Estando os autos disponibilizados em Cartório.O Livro Rol dos Culpados será formado eletronicamente. Página 73 de 192 . bem como do parágrafo 1º do art. § 4º. § 2°. poderá dele dispor fora das dependências cartorárias pelo tempo estritamente necessário à obtenção de cópias. Para que não reste prejudicado o serviço de atendimento ao público em balcão.

gestantes. especificados em lei. Decisão judicial poderá proibir a retirada de autos de cartório se neles existirem documentos originais de difícil restauração ou quando se verificar circunstância relevante que justifique tal proibição. obedecendo a seguinte coloração: I . a natureza da ação. pessoas com crianças de colo. advogados. a qual se destina à própria parte ou interveniente. procedimento de aplicação de medidas protetivas.Rosa: procedimento comum ordinário. habeas-corpus. 185.Branca: ação de depósito. Os direitos dos advogados. Página 74 de 192 . § 6º. desapropriação. contendo o nome do Juiz. processos criminais e atos infracionais. Art.Da autuação e da formação dos autos do processo. defensores públicos. Subseção V . às pessoas com idade superior a 60 (sessenta) anos. representação administrativa e impugnações de crédito. A capa de autuação obedecerá o padrão estabelecido pela Corregedoria Geral da Justiça. Os órgãos da Defensoria Pública. A referida prioridade não se confunde com a preferência na tramitação do processo de que trata o artigo 71 do Estatuto do Idoso. havendo iminente receio sobre a aplicação do § 2º. Será assegurada prioridade de atendimento nas dependências das serventias judiciais. ação de prestação de contas. das partes. cautelares. Ministério Público e Fazenda Pública poderão manifestar-se por cota nos autos desde que o façam de forma breve e legível. até cinco anos. Parágrafo único. 184. submetendo-o à apreciação do Juiz. salvo decisão em sentido contrário. dos advogados do autor e do réu. ação monitória. que será anotada no rosto dos autos. Art. execução de crédito tributário. vedada cota à margem do texto ou interlinear. ou pessoas portadoras de necessidades especiais. do Escrivão/Responsável pelo Expediente. Art. protestos. 187. identificando-se pelo nome e respectivas matrículas funcionais. cartas precatórias e de sentença. § 7º. membros do Ministério Público e estagiários de direito. justificações. habilitações. habilitação de adoção. requerimentos de alvará. II . 186. e índice das folhas correspondentes aos principais atos do processo. Nos feitos das varas criminais e nas recuperações judiciais. não implicam no acesso ao recinto cartorário reservado à execução dos serviços internos. interpelações. É vedada a carga dos autos ao advogado quando houver audiência designada.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 5º. Art. sejam elas partes. o número e a fonte do registro. notificações. estagiários de direito ou procuradores. o Escrivão orientará o interessado a formular pedido de vista de autos.

§ 1º. mantendo-se a numeração dos que se originem de outra serventia. for necessário emendar a numeração. guarda. ocorram no curso do processo. renumerando-se os autos na forma deste artigo. Os autos cujos processos não se incluam na listagem acima terão a cor dos que mais lhe sejam aproximados. processos de Júri (pronunciados). porventura. As folhas dos autos serão rubricadas e numeradas em ordem crescente. § 3º. deferimento de tutela antecipada ou concessão de medida liminar. interdição e tutela e processos dos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. será afixada etiqueta identificadora na capa dos autos. observadas as alterações que. observando-se o seguinte: Página 75 de 192 . inutilizar-se-á o lançamento errado. § 3º. Art.Azul: demais execuções por título executivo extrajudicial. Deverão ser corretamente cadastrados o nome das partes. requerimentos consensuais. § 1º.Verde: mandados de segurança e de injunção. adoção e destituição de poder familiar. Em caso de prioridade de idoso.Cinza: falências. Defensoria Pública. insolvência civil. ações de registro civil. Ressalvado caso especial. sem rasura. despejo. Poderá constar na capa dos autos ressalva e etiquetas identificadoras quanto ao funcionamento do Ministério Público. § 4º. § 2º. 188. manutenção. VI . em razão de erro ou omissão. bem como demais dados. benefício de gratuidade de justiça e outros casos decorrentes da especificidade da vara. execuções de alimentos. de forma a preservar a seqüência numérica dos autos que a instruem. à direita de cada folha. ações de reintegração. e certificando-se. mantendo a mesma numeração. coletivos ou individuais. ações de alimentos e revisionais. concordatas e testamentos. 189. embargos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III . Curador Especial. O desentranhamento de peças dos autos não induz renumeração. recuperações judiciais e extrajudiciais. IV . os autos não excederão duzentas folhas em cada volume. consignação em pagamento. imissão na posse e interdito proibitório. Quando. no alto. habeas-data. Art. a cujo respeito o Juiz decidirá. complementada por letras. bastando certificar-se o fato em folha inserida no lugar da que se desentranhou. A denúncia acompanhada de inquérito ou outro procedimento constituirá a folha número 02. inventários e arrolamentos. e outras anotações que se fizerem necessárias ao bom andamento do feito. V . Depositário Judicial.Palha: procedimento sumário. Liquidante Judicial. § 2º.

sua reunião poderá dar-se por meio de colchetes (grampos de latão) ou grampos comuns. caso em que os requisitos dos artigos 352 e 354 do Código de Processo Penal constarão do respectivo mandado ou carta precatória.as folhas serão reunidas por meio de grampo-encadernador metálico (grampo-trilho ou colchete) ou plástico. As citações e intimações judiciais serão cumpridas.C. Não ultrapassando o número de 30 (trinta) folhas. II .serão anexadas cópias da petição inicial ou denúncia.tratar-se das hipóteses excepcionadas no art.admitirá a anexação de cópia da denúncia ou de outras peças de informação ou instrução.for devolvida a correspondência. por impossibilidade de entrega ao destinatário. II . desde que o destinatário daqueles atos tenha endereço certo. em regra. em folhas suplementares e sem numeração. III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I .tratar-se de notificação.P.Das citações e intimações Art. II . Art. nas precatórias para oitiva de testemunhas no Juízo deprecado. 190.a folha de dimensão reduzida será colada sobre outra que seja alcançada pelo grampo.o encerramento e a abertura de novo volume serão efetuados mediante lavratura dos respectivos termos. somente se o interrogatório houver de ser realizado em outro Juízo. servido pela Empresa de Correios e Telégrafos. III . Subseção VI . tratando-se de citação para ação penal. III . Art. O expediente de comunicação de atos judiciais pelo SEED obedecerá ao seguinte: I .não será fechado com grampo metálico..o grampo-encadernador será aplicado sobre a capa do volume e não interceptará a última contracapa. Página 76 de 192 . que retomará a sequência do volume encerrado. 192. de ofício ou a requerimento da parte. IV . por via postal. 222 do C. 191.na apensação de autos aplicar-se-á colchete (grampo de latão) ou linha espessa. das alegações preliminares e de outras peças que o Juiz determine. Os atos de comunicação processual serão cumpridos por Oficial de Justiça quando: I . interpelação ou protesto. V .

Art. Parágrafo único. sem prejuízo das demais publicações exigidas por lei. o serventuário certificará tal fato. constando o dia e a hora em que tal haja ocorrido. a fim de que sejam disponibilizadas no mesmo dia no DJERJ. que serão utilizadas segundo as peculiaridades do caso concreto. e término em dia útil de expediente forense integral. correndo os prazos a que estiverem sujeitos da data da respectiva ciência. Considera-se como data da publicação o primeiro dia útil seguinte ao da disponibilização da informação no DJERJ.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV . 11. 194. sob determinação do Juiz. nos termos do artigo 4º.419/06. 195. O DJERJ é o órgão oficial de divulgação dos atos judiciais referentes aos processos em tramitação em todas as Comarcas do Estado. Subseção VII . 198. Art. As decisões em processos que tramitam em segredo de justiça terão seu conteúdo publicado de forma que os nomes dos envolvidos não possam ser identificados. por meio do sistema corporativo SPEDONET. inclusive por retirada de autos com apensos. Art. § 1º. devendo encaminhá-las no formato padrão. Página 77 de 192 . § 4º da Lei referida no caput. Se o advogado. § 1º. As unidades responsáveis pelo envio.tratar-se de carta de ordem ou precatória. Os prazos processuais terão início no primeiro dia útil que seguir ao considerado como data da publicação. § 2º. 196. A responsabilidade pelo conteúdo das matérias remetidas à publicação no DJERJ é da unidade que as produziu. tiver acesso ao pronunciamento judicial antes da publicação no órgão oficial ou assemelhado. Os Órgãos do Ministério Público e da Defensoria Pública serão intimados pessoalmente dos atos processuais. 193. iniciando-se a contagem do prazo. estagiário ou parte interessada.Do órgão oficial de publicação Art. Art. e destes o número da inscrição na OAB. A citação e intimação pelo DJERJ não exclui as demais formas previstas em lei. § 3º da Lei Federal nº. nos termos do artigo 4º. A intimação de advogados e a citação editalícia nos processos cíveis e criminais serão efetuadas pelo DJERJ. § 2º. Art. 197. Em todas as publicações efetuadas no DJERJ deverão constar os nomes completos das partes e de seus advogados. alteração ou cancelamento dos atos oficiais a serem divulgados e publicados deverão respeitar o horário-limite das 15 horas.

mencionará. salvo se requerido e autorizado pelo Juiz. nas demais. Em inventário ou arrolamento.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. inclusive com a especificação das custas a serem recolhidas. originária ou supervenientemente. 201. Os documentos enviados para publicação não poderão sofrer modificações ou supressões. Página 78 de 192 . Os despachos. salvo expresso pedido em contrário deferido pelo Juiz. sem julgamento do mérito. Tendo uma das partes ou litisconsorte. o fato da homologação ou da extinção. recuperação judicial ou insolvência civil declarada. 200. pluralidade de partes em quaisquer pólos da relação processual. Art. Da publicação de despacho de expediente que não se especifique o ato anterior a que queira reportar-se constará este último entre parênteses. que exija a prévia realização de ato cartorário. Havendo. serão: I . § 2º.o conteúdo da intimação. II . decisões e sentenças serão inseridos na íntegra no sistema informatizado DCP. 199. Não será publicado despacho cujo atendimento independa de providência da parte. Os dados que deverão ser lançados nos atos destinados à publicação. § 4º. bastando referência ao espólio. III .o nome dos advogados. Se os litisconsortes tiverem procuradores diferentes. § 3º. acrescido da expressão "e outro(s)". não se fará menção ao nome de quem haja iniciado o processo. ou ao requerido. Art. A publicação de decisões homologatórias ou de extinção do processo. 203. figurará o nome de cada um deles. na primeira hipótese. Parágrafo único. o número dos autos e o nome das partes. 202. mencionar-se-á apenas o nome da primeira. tão-somente. § 2º. § 1º. § 1º. haja firmado a petição inicial. Se sobrevier despacho de conteúdo múltiplo. em primeiro lugar. se for o caso. mais de um advogado. constará somente o nome daquele que. assim como em falência. esta será expressamente indicada. Art.a natureza do processo. a contestação ou a primeira intervenção nos autos. a intimação aos advogados somente será feita depois de concretizado o ato pela serventia. Em caso de intimação para pagamento ou depósito de quantia certa. Art.

DCP (Projeto Comarca). Art. Será de responsabilidade do Escrivão ou de seu Substituto o conteúdo da certidão e o seu encaminhamento eletrônico. 204. II . página e respectiva data de edição do DJERJ. O edital de praça ou leilão conterá além dos requisitos do art. contendo número.C: I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. ou em instituição financeira a ela vinculada. Os depósitos judiciais em dinheiro. 207. Art. Art. Art. custas e demais encargos de arrematação e condições de venda.o nome do Leiloeiro.C. serão efetuados em instituição bancária autorizada pela Presidência do Tribunal de Justiça.data. 210. Art. Art.P. A certidão de débito será criada com base nas informações do processo judicial cadastradas no Sistema de Distribuição e Controle Processual. 211. A certidão de débito dos processos judiciais será encaminhada de forma eletrônica ao Departamento de Gestão da Arrecadação (DEGAR) através de rotina própria no sistema informatizado . juntado-a aos autos que ficará imediatamente liberado para consulta ou carga aos advogados.o valor da comissão. Publicado o ato no Diário da Justiça. 205. 209. Os débitos referentes aos Fundos específicos serão informados na certidão de débito de forma individualizada e apartada dos débitos referentes aos valores devidos ao Fundo Especial do Tribunal de Justiça. 686 do C.Dos depósitos judiciais Art. Subseção VIII . 206. não sendo liberada Página 79 de 192 . V . 208.dados identificadores do processo.P.a certidão que comprove o cumprimento do § 5º do artigo 687 do C. Eventuais retificações de documentos deverão constar de nova publicação.Da certidão de débito Art. local e hora designados para a realização das primeira e segunda hastas públicas. IV . vinculados a feitos de competência da Justiça Estadual. bem como de eventual credor munido de garantia real. III . Subseção IX . Os débitos referentes à multa penal seguirão o mesmo trâmite daqueles relativos às custas e taxa judiciária. o Escrivão fará imprimir certidão no sistema DCP.

ficando o DEGAR dispensado do envio de ofício às serventias para ciência da referida quitação.24 UFIR/RJ. desde que não tenha ainda sido emitida nota de débito pelo DEGAR ou GRERJ administrativa. por meio de consulta ao relatório de débitos quitados. 218.Devedor em local incerto e não sabido. Art. Será de inteira responsabilidade do escrivão ou de seu substituto a emissão rotineira de relatório para a verificação dos débitos quitados e a expedição de ofício de baixa ao cartório distribuidor. 213. III . II . Página 80 de 192 . 215. Será disponibilizada no Sistema de Distribuição e Controle Processual uma consulta dos débitos quitados. Serão baixados e arquivados em caráter definitivo os feitos distribuídos com data anterior a 14 de março de 2000. Art. Será emitida uma certidão de débito para cada devedor do processo judicial. § 2º. Para realizar a baixa do processo. referente. § 1º. As certidões de débito emitidas eletronicamente pelas serventias e enviadas ao DEGAR poderão ser de três tipos: I . Art. A certidão de débito já enviada por processo eletrônico poderá ser alterada. Art.Devedor Intimado. A certidão de débito alterada será retransmitida ao DEGAR tornando-se uma Certidão de Débito Retificadora.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 pelo sistema a emissão daquelas que não contenham o preenchimento dos dados obrigatórios. ao ato de baixa. 212. 217. No caso de cancelamento de uma certidão de débito deverá ser informado o motivo. Havendo necessidade de retificação após a emissão de nota de débito ou GRERJ administrativa. Parágrafo único. Art. 216. 214. A emissão de certidão retificadora ou o cancelamento de certidão de débito só serão possíveis com a autorização eletrônica do escrivão ou de seu substituto. a serventia deverá cancelar a certidão de débito já enviada e. cujo o débito seja inferior a 6. Parágrafo único. a serventia deverá verificar a quitação de todos os débitos do processo judicial. enviar uma nova. Art. se for o caso. exclusivamente.Devedor Falecido. Art.

com CPF. e) não abrir e-mails com extensões do tipo .sobre segurança da informação: a) manter sempre as caixas de correio institucionais vazias. Subseção X . b) não criar senha com nomes de pessoas da família. valor da GRERJ. Art. .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. datas de nascimento. Será considerada falta funcional grave a não atualização ou atualização incompleta dos dados do processo nos sistemas informatizados. 220. diretamente no sistema informatizado.scr. Página 81 de 192 . . o Escrivão ou quem este designar deverá proceder a baixa do feito.Da atualização de dados Art.sobre cadastramento das informações: a) lançar corretamente os dados de qualificação das partes da inicial. e palavras fáceis.exe. d) manter o cadastro de usuários da serventia atualizado. Não se aplica o disposto no caput deste artigo quando o devedor for pessoa jurídica de direito privado. d) cadastrar corretamente e manter atualizadas as informações relativas às entidades de abrigo e às crianças e adolescentes em regime de acolhimento institucional ou familiar.com. endereço. nos autos de cada processo. Será exarada. Art.bin. em razão da importância de tais dados para a confecção das certidões dos Cartórios de Registro de Distribuição e para as Centrais de Mandados informatizadas. Comunicado pelo Fundo Especial do Tribunal de Justiça o pagamento dos débitos Judiciais remanescente em processo já arquivado. c) cadastrar corretamente as penas e medidas aplicadas nos processos criminais PARA CADA PARTE. . São consideradas imprescindíveis as seguintes anotações e a observância dos seguintes procedimentos: I . principalmente quando houver desconfiança de sua divulgação. devendo a serventia proceder à baixa no Distribuidor. § 2º. c) não informar a ninguém sobre a sua senha. principalmente o registro de identificação civil e a filiação. II . alterá-las sempre. certidão que ateste o atendimento aos requisitos estabelecidos no caput. 219. b) lançar todos os dados da qualificação das partes nos processos criminais. 221. filiação.

II .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 e) cadastrar a Defensoria Pública. quando se tratar de Distribuidor não Oficializado. Subseção XI . g) proceder a baixa dos processos através dos ofícios eletrônicos. 224. numerando-as com etiqueta e remetendo-as ao Arquivo-geral. não divulgar o nomes das partes (internet/DO). desde que autorizado pelo Corregedor-Geral da Justiça. principalmente as decisões de recebimento de denúncia PARA CADA PARTE.manter atualizados os dados informatizados. O Escrivão designará um auxiliar para o serviço de arquivo. 223. Parágrafo único. f) anotar sempre que necessário os campos de gratuidade. sentenças e decisões de cunho vexatórios. ressaltando que os casos de segredo de justiça deverão obedecer a avaliação do Magistrado que não dará publicidade aos despachos. a quem caberá: I . Serão remetidos ao arquivo definitivo os autos dos processos findos. III . cujos autos não se encontrem no cartório e não tenham destino conhecido.sobre andamentos processuais: a) usar corretamente os andamentos de conclusão ao Juiz Vinculado e ao Juiz Tabelar. prioridade idoso e publicação de todas as partes.reunir em caixas os autos destinados ao arquivo. após cumpridas todas as formalidades legais e observado o disposto nesta Consolidação. Será lançado arquivamento especial no andamento dos processos distribuídos e não movimentados. c) anotar as fases de execução e suspensão dos processos. Art. 222. Constitui falta funcional a inclusão de informação ou andamento inverídico nos sistemas informatizados. não só o genérico. Art. incluindo no sistema somente o resumo com a decisão. nos feitos em que esta funcionar. despachos e decisões. com o objetivo de alterar a estatística da serventia ou dissimular andamento processual inexistente.Do arquivamento Art. Página 82 de 192 . dando importância tanto à conferência dos dados quanto as respostas aos questionamentos referentes a inconsistências das informações enviadas. d) usar os textos do sistema corretamente. b) incluir corretamente as sentenças.

encaminhando-se certidão de débito ao Departamento de Gestão de Arrecadação .DEGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. II e III deste artigo. alíneas "a" e "b" do C. III . com prestações vincendas. 226. proceder-se-á a atualização dos movimentos. a sentença registrada. Localizados os autos. só podendo ser descartados após o cumprimento integral da obrigação. Art. No caso de dívida oriunda do não pagamento de custas processuais pela parte autora. Art. o processo será arquivado definitivamente após extraída certidão ao Departamento de Gestão de Arrecadação . § 1º. Nas hipóteses previstas nos incisos I. 792 do C. serão arquivados definitivamente com comunicação de baixa ao cartório Distribuidor. serão remetidos ao arquivo provisório os autos dos processos findos das ações que digam respeito ao estado da pessoa. deverão ser os autos devolvidos ao Juízo de origem para verificar a possibilidade de extinção do processo e o subsequente arquivamento definitivo. junto ao sistema informatizado. § 2º. as certidões preenchidas e assinadas. 227.P. C.. Os autos só podem baixar ao arquivo depois de regularizados. 225. do Conselho da Magistratura.suspensão do processo na forma do art. Art. Na hipótese prevista no inciso IV deste artigo. ou extraída a certidão ao Departamento de Gestão de Arrecadação – Página 83 de 192 .C.P. 229. Art. em caso de prazo superior a 180 (cento e oitenta) dias.. excetuando-se os casos previstos no artigo 218 e seus parágrafos. a taxa judiciária e as custas pagas.DEGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e após. e art. arquivando-se os autos definitivamente.C. com a inserção dos dados dos andamentos. IV . 475-J. Ressalvadas as hipóteses elencadas acima. 265. § 5º do C.não sendo requerida a execução na forma do art.C. 791. com todas as folhas rubricadas. nos moldes do art.P.C. com a redação dada pela Lei nº 11. 101 da Resolução 15/99. Art. II . excetuadas as seguintes hipóteses: I .processo sem baixa no cartório Distribuidor por falta de pagamento de custas processuais.P.232/05. Os autos dos processos cíveis com sentença condenatória de pagamento de pensão.suspensão de execução na forma do art. IV.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. decorrido o prazo de 01 (um) ano do arquivamento provisório. Os autos dos processos cíveis somente poderão ser remetidos ao Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento (DGCON/DEGEA) contendo certidão de que foi efetivada a baixa no Cartório Distribuidor. os mandados juntados. 228. III. será procedida a exclusão do nome do réu no Registro de Distribuição.

a fim de facilitar a formação dos autos do processo. com peças grampeadas e/ou grampos avulsos acostados na capa ou na contracapa de autuação. lançado pelo Juiz o respectivo despacho. o órgão jurisdicional a que são dirigidas. Em todos os processos ou procedimentos criminais. e não contenha pedido de desarquivamento. III – petição sujeita à distribuição ou anotação no distribuidor.343/06 os valores apreendidos e que não forem objeto de cautela. (Redação antiga) § 3º. cujo pedido de distribuição por dependência tenha sido deferido. após decretado o perdimento em favor da União. e o termo de remessa devidamente assinado pelo Escrivão Serventia. II – a petição destinada a processo cuja competência tenha sido declinada e que a baixa tenha sido lançada no sistema. conforme dispõe o parágrafo único do artigo 6º. O Escrivão.Das Petições Art. veículos automotores. além de armas e substâncias entorpecentes e de uso proscrito. IV – petição destinada a processo de número diverso do apontado. no DJERJ de 17/08/2009 e de 18/08/2009) Subseção XII . serão revertidos diretamente ao FUNAD. (Redação atualizada pela republicação do Provimento CGJ nº 11/2009. § 1º. sendo. § 1º. Em todos os processos ou procedimentos criminais. bem como. do CNJ. da Resolução 63/2008. preferencialmente impressas em tinta preta e em papel tamanho 21 cm x 29. fica vedada a baixa definitiva sem que seja dada a prévia destinação final dos bens neles apreendidos. São consideradas petições de juntada impossível: I – a petição recebida cujo processo esteja arquivado. bem como o número e o nome das partes do processo. § 2º. Responsável pelo Expediente ou Substituto que considerar impossível a juntada de petição não contemplada nos incisos anteriores deverá Página 84 de 192 . 230. assim como seus anexos. nos quais tenha ocorrido apreensão de bens que possuam valor econômico (bens imóveis. com furação padrão. § 2º. nos quais tenha ocorrido apreensão de bens.7 cm. no cabeçalho. § 3º. É vedada a remessa de autos ao Arquivo-geral com folhas dobradas. embarcações e moedas em espécies).Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 DGAR/DGPCF do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nos crimes tipificados na Lei 11. Texto Final. fica vedada a baixa definitiva sem a prévia destinação final dos bens neles apreendidos. aeronaves. As petições sempre deverão indicar.

a exclusão da mensagem de "petições a serem juntadas". Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 certificar as razões de sua convicção ao Juiz em exercício na serventia. 235. Art. A responsabilidade pelas petições não juntadas e com "mensagens excluídas" é da serventia que efetuou a exclusão no sistema DCP. que forem encaminhadas através dos serviços de Protocolo informatizado no sistema DCP. 232 Considera-se falta funcional a exclusão de mensagens de petições aptas a serem juntadas em processos que efetivamente estão tramitando na serventia. Página 85 de 192 . Nos casos em que o peticionante fizer o encaminhamento equivocado caberá à serventia intimá-lo para recolher a petição no cartório. Art. A serventia judicial poderá efetuar. § 3º.Da consulta ao serviço de arquivo – SARQ Art.Os Juízos encaminharão suas mensagens para o endereço eletrônico da Polinter. As petições com "mensagens excluídas" não poderão ser devolvidas ao PROGER que as enviou. 236 O rastreamento da petição não juntada e com "mensagem excluída" será realizado mediante o sistema PROGER Subseção XIII . 237. Parágrafo único. Responsáveis pelo Expediente e seus Substitutos. caberá ao Escrivão. Art. 230. 234. que deverá mantê-las em pasta própria até o resgate pelo advogado ou a sua eliminação após um ano. solicitando informações ou realizando inspeções nas serventias cujo volume de exclusões for discrepante das demais. Art. Essa rotina de exclusão será liberada somente para o Escrivão. o qual será operacionalizado através do correio eletrônico institucional da serventia. Parágrafo único. mediante determinação do Magistrado. para que este analise o cabimento da exclusão. mediante confirmação de entrega e leitura da mensagem enviada. A Corregedoria Geral da Justiça fará monitoramento do volume de petições cujas mensagens sejam excluídas. de acordo com a tabela de temporalidade do Tribunal de Justiça item 2-23. O sarqueamento de Alvará de Soltura será cumprido pelo Escrivão do Juízo que prolatar a decisão. 233. excepcionalmente. 231. nos termos do § 1º do art. § 1º . Art. Determinando o Magistrado a exclusão da mensagem de “petições a serem juntadas”. Responsável pelo Expediente ou Substituto lançar no sistema o motivo pelo qual a mensagem foi excluída. disponibilizado somente para sarqueamento de alvará de soltura. nos casos em que comprovadamente seja impossível a juntada física das petições.

sendo vedado o envio de tais dados como anexo.nome e qualificação completa do preso (alcunhas e outros nomes por ele utilizados). IV .números dos processos desmembrados. VI . quando este for expedido em processo desmembrado ou oriundo de carta precatória. V . publicado no DJERJ de 27/02/2009) Página 86 de 192 .classificação do delito.local de acautelamento do preso.inquérito/flagrante/RO. XI . deverão constar todas as informações sobre o conteúdo do alvará de soltura.fundamento e data da decisão. conforme os itens a seguir: I .Das mensagens encaminhadas para o endereço acima.número do alvará de soltura.Para o envio do pedido de SARQ deverá o serventuário fazer uso do recurso copiar / colar o alvará de soltura no corpo do e-mail.número do processo.O e-mail enviado à Polinter deverá corresponder a um só réu. publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 5º . bem como do Escrivão solicitante. VIII . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. § 3º . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. VII .O número do processo principal deverá constar também do Alvará. publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 4º .nome e matrícula do Juiz de Direito que prolatou a decisão. IX .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º . X . bem como o envio de qualquer outro texto.delegacia de origem. eis que o modelo de alvará contido no projeto comarca já contém todos os dados referidos no item anterior. III . II -juízo. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. não podendo em qualquer hipótese incluir mais de um investigado ou réu no mesmo pedido de sarqueamento.

ou. onde houver.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º . no primeiro horário. deverá a serventia providenciar a impressão da mesma. para seu devido cumprimento. Art. nos dias úteis. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. o Escrivão encaminhará o alvará de soltura ao Oficial de Justiça Avaliador . sendo dispensado o encaminhamento pelo Escrivão.Uma vez encaminhado o pedido de sarqueamento. domingos e feriados das 10 às 18 horas. será feito entre 8 e 18h.NAROJA ou a Central de Cumprimento de Mandados . uma vez realizados.NAROJA ou à Central de Cumprimento de Mandados . no dia seguinte. onde houver. também pela SEAP às respectivas serventias através dos endereços eletrônicos dos órgãos mencionados no artigo anterior. precedido da sigla "ALVS". desta Consolidação. caput. Realizados os respectivos sarqueamentos.Incumbe ao Escrivão aguardar na serventia até a vinda da resposta da consulta formulada.OJA vinculado ao Juízo. obrigatoriamente. O cumprimento dos alvarás de soltura. deverá cumpri-lo.CCM. de modo a assegurar o cumprimento no disposto no artigo 241. deverá o Escrivão providenciar imediata comunicação com o Oficial de Justiça Avaliador . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. Artigo 240 . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 17/2009. a fim de se assegurar o disposto no parágrafo primeiro do artigo 241. Na hipótese remota de o OJA não conseguir dar cumprimento ao alvará de soltura no horário forense do dia em que o recebeu. o nome do réu beneficiado. 241.CCM. serão encaminhados pela POLINTER. independentemente deste dia ser útil ou não. § 1º . e nos sábados. § 1º. em papel com timbre do Tribunal de Justiça deste Estado. § 2º. até as 18 horas. 239.Deverá constar necessariamente no e-mail. ao Núcleo de Apoio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . Os sarqueamentos. a qual deverá ser assinada e carimbada pelo serventuário responsável pelo recebimento. O SARQ/POLINTER se encarregará de encaminhar as mensagens à SEAP.OJA vinculado ao Juízo. publicado no DJERJ de 27/02/2009) § 2º . publicado no DJERJ de 27/02/2009) Art. 238. no campo assunto. desta Consolidação. (Parágrafo Página 87 de 192 . quando se tratar de preso acautelado no sistema penitenciário.Recebida a resposta. quando for o caso. com o Núcleo de Apoio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . publicado no DJERJ de 27/02/2009) Art.

Excepcionalmente.Das rotinas de processamento Subseção I . 246. o Plantão Ordinário Regional que abranja o local onde o preso se encontre.após a realização dos devidos sarqueamentos. 243.não sendo possível ao Escrivão encaminhar a Carta Precatória dentro do horário forense. o disposto nesta Consolidação. Restando prejudicado o alvará de soltura. com o respectivo alvará de soltura. fica autorizado o envio de Carta Precatória para cumprimento de alvará de soltura após as 18h30min. O termo de conclusão mencionará: Página 88 de 192 . o Escrivão deverá encaminhar a carta precatória com o respectivo Alvará de Soltura.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 revogado pelo Provimento CGJ nº 03/2011. neste caso. adotar-se-á as providências abaixo descritas: a) o Escrivão do Juízo Deprecante deverá encaminhar. II . via fax. o sarqueamento deverá ser realizado por fax quando: § 1º. concomitantemente. no dia seguinte. Os Oficiais de Justiça Avaliadores deverão observar. para o Plantão Ordinário Regional do respectivo NUR. em mão ou através de fax. Não for possível ser operacionalizado pelo meio eletrônico. para o Plantão Noturno. conforme o caso. se não houver expediente no dia seguinte. no que couber. b) na Comarca da Capital. deverá fazê-lo. 244. impreterivelmente. publicado no DJERJ de 09/02/2011) Art. para fazer parte de seu prontuário. Houver relaxamento da prisão em flagrante e. III . Das Cartas Precatórias: I . a Carta Precatória. a fim de que a equipe de Analistas a encaminhe. Art. o Juízo encaminhará o alvará de soltura e o mandado de prisão através de fax. para o cartório que cumprirá. a decretação da prisão preventiva. que abranja o local onde o preso se encontre.na hipótese do parágrafo anterior. no dia seguinte. 242. Art. § 2º. ao Juízo Deprecado. Seção II . deverá o Escrivão encaminhar cópia do mesmo ao local onde se encontrar acautelado o réu/indiciado. devendo o Escrivão certificar nos autos. Art. no dia seguinte. de imediato.Das rotinas aplicáveis às serventias judiciais em geral Art. 245.

Art. cartas de sentença. autos de infração administrativa e autorizações de viagens internacionais.nome. O Juiz poderá.data. qualificações.registrar e autuar as petições iniciais. cartas precatórias e rogatórias. assinatura e matrícula do servidor. através de petição. denúncias. Fotocópias conferidas com documentos dos autos deverão ser utilizadas na montagem de certidões de inteiro teor e para a instrução de formais de partilha. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 69/2010. dará cumprimento à ordem legal do processo realizando.o nome do Juiz.P. publicado no DJERJ de 11/01/2011) § 1º. Fotocópias de peças extraídas dos autos. (Redação antiga) Art. cartas de sentença. cartas de arrematação e cartas de adjudicação. para: I . objetivando a regularidade e a celeridade dos serviços cartorários. 248. além de outros considerados necessários pela lei. o Escrivão fará constar da certidão. também poderão ser utilizados na instrução de cartas precatórias. para outros fins.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . IV . pelos interessados.descrição completa do imóvel. representações. O Escrivão ou servidor à sua ordem. Quando requerido. 250. 249. Os pedidos de extração de cópias de peças dos livros cartorários deverão ser dirigidos diretamente ao Juiz. se for o caso. 247. incluído o número do CPF/MF ou CNPJ/MF. cartas rogatórias. cartas de arrematação e cartas de adjudicação. Para o fim de registro de penhora no registro imobiliário. e endereço das partes credora e devedora. IV .nome do depositário do bem. II . independentemente de despacho judicial.valor da dívida em moeda corrente nacional. II .nomes completos. Art.C.o número do feito. observado o disposto no inciso IV do artigo 365 do C. queixas. criar rotinas complementares. Art. através de ordem de serviço cuja eficácia se sujeita à aprovação da Corregedoria Geral da Justiça. 248. o adequado recolhimento de custas e taxa judiciária ou a Página 89 de 192 . deverão ser autenticadas em cartório notarial. Art. § 2º. os seguintes elementos: I . III . Fotocópias conferidas com documentos dos autos poderão ser utilizadas na montagem de certidões de inteiro teor e para a instrução de formais de partilha. fazendo constar a qualificação das partes da forma mais completa possível e. III .

juntar contestações. VIII . V . IX . peças técnicas. III .certificar a tempestividade dos recursos. comandantes de unidades militares e demais dignitários precedentes na ordem protocolar. a respectiva tempestividade. fazendo constar no mesmo o número do feito. os autos paralisados há mais de 30 (trinta dias).proceder a termo de vista dos autos aos representantes do Ministério Público.autuar petições iniciais de incidentes. X . absolvições e arquivamentos criminais e os dirigidos a magistrados. comprovado o pagamento de custas. e. no sistema informatizado-DCP. a Chefes do Poder Executivo e respectivos Ministros ou Secretários. a Procuradores Gerais ou assemelhados. a membros do Ministério Público. mensalmente. a requerimento destes ou para intervenção prevista na lei processual.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 existência de pedido de gratuidade ou de prioridade de idoso. em quarenta e oito horas.verificar. bem como certificar a desapensação. a Oficiais-Generais. petições que atendam a despachos. alegações preliminares. precatórias.certificar a apensação dos autos acessórios e incidentes aos do feito principal ou informar a impossibilidade de fazê-lo. lançando que o faz de ordem do Juiz: a) mandados de citação. os autos e mandados fora de cartório com prazos esgotados. réplicas. intimação e avaliação.fazer conclusos. sendo o caso. c) editais. certificando o motivo. abrindo imediatamente a conclusão ou dando o encaminhamento devido. II . tratando-se de ações acessórias. movimentação de saldos ou pagamento em aditamento a mandado. a membros do Poder Legislativo ou dos Tribunais e Conselhos de Contas. b) ofícios. informando sobre a respectiva tempestividade. VI . e observado o segredo de justiça.assinar. indicação de assistentes técnicos. salvo os que impliquem transferência de valores. prazo de dez dias a contar da data do protocolo. da Defensoria Pública e da Fazenda Pública. antes de submetê-los a despacho. em ambos os casos. IV . apresentação de quesitos ou de rol de testemunhas. Página 90 de 192 . guias e ofícios. notificação. se devidas. d) expedientes dirigidos a pessoas físicas ou jurídicas. VII . mandados.desarquivar autos. lançando.

a Defensoria Pública. independentemente de seu cumprimento. quando for devolvido. quando for noticiado nos autos ou no sistema informatizado o impedimento ou morte do respectivo procurador e não houver outorga de poderes a outro profissional. de tudo comunicando ao Juiz e em caso de reiterado descumprimento ou não localização do detentor. XIV . cargo e matrícula do servidor que os recebeu.anotar na petição e/ou documentos cujo recebimento seja permitido diretamente em cartório. XVI .intimar o Oficial de Justiça Avaliador ou o Avaliador Judicial a devolver. § 3º. XII . o fato deverá ser comunicado ao Juiz. devidamente informados. data.providenciar a notificação da parte para constituir novo patrono em 10 (dez) dias. comprovado o recolhimento das custas. independentemente de seu cumprimento.certificar nos próprios autos a sua retirada e devolução ao cartório.intimar o Ministério Público.intimar o advogado detentor de autos não devolvidos no prazo estabelecido. o fato deverá ser comunicado ao Juiz.intimar o Perito e os Auxiliares do Juízo detentor de autos não devolvidos no prazo estabelecido. 336. hora. os mandados que lhe foram entregues há mais de 20 (vinte) dias.proceder a termo de vista dos autos à parte interessada. respeitada a exceção prevista no art. XVII . (Redação antiga) XVII .reiterar os ofícios não respondidos no prazo de 30 (trinta) dias desde que não tenham outro prazo assinalado. em caso de descumprimento. sem cumprimento. respeitada a exceção prevista no art. fazendo constar o nome daquele que os retirou ou devolveu. por DJERJ da Justiça a restituí-los em 24 horas e.intimar o Oficial de Justiça Avaliador ou o Avaliador Judicial a devolver. publicado no DJERJ de 30/03/2010) XVIII . XIX . em caso de descumprimento. XIII . em caso de descumprimento. a restituí-los em 24 horas e. mandado ou cartas. § 3º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 13/2010. se devidas. Página 91 de 192 . expedir mandado de busca e apreensão de ofício e independentemente do recolhimento de custas. as Procuradorias da União. em letra legível. assinatura. fornecendo recibo ao interessado. Estados ou Município a restituir em 24 horas os autos não devolvidos no prazo estabelecido e.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XI . devidamente informados. o fato deverá ser comunicado à Ordem dos Advogados do Brasil. 335. XV .expedir mandado de intimação das testemunhas constantes de rol tempestivamente oferecido. ainda que eventualmente. os mandados que lhe foram entregues há mais de 20 (vinte) dias. XX .

o resultado dos processos cujas sentenças transitaram em julgado. Desarquivados os autos e havendo pedido a ser apreciado pelo Juiz. 252. para fins de baixa nos seus assentamentos. na Comarca da Capital. XXIII . decorridos 30 (trinta) dias de seu desarquivamento sem providência da parte. 253. XXII . deverão ser juntados através de petição. perante outros juízos. serão aqueles imediatamente levados à conclusão. expedidos para aperfeiçoamento de decisão judicial. acompanhadas de relação com o nome dos pacientes e presos. desde que pagas integralmente as custas e a taxa judiciária e efetuada a baixa na distribuição. Art.encaminhar. 251. 6º da Lei 11. Art. Das precatórias devolvidas serão entranhadas a carta propriamente dita. nas ações em que tenha sido fixada verba honorária em favor de seus entes. ao Procurador do Estado ou ao Procurador do Município do Rio de Janeiro. quando nestas figurar como parte aqueles que sejam devedores em processos de falência ou recuperação judicial. a extensão da gratuidade de justiça para a prática de atos extrajudiciais. (Parágrafo revogado pelo Provimento CGJ nº 67/2010.101/05. cartas de adjudicação. arrematação. domingo ou feriado.certificar nos autos a prática dos atos processuais. em Comarca do Interior. com ou sem reserva de poderes.comunicar ao Depositário Judicial a que estejam vinculados os respectivos autos. do parágrafo 6º. as peças comprobatórias do cumprimento ou não. os mesmos retornarão ao arquivo independentemente de despacho. ou ao distribuidor competente.informar imediatamente ao Juiz. As procurações e os substabelecimentos.abrir vista ao Defensor Público. a conta de custas e as petições ou documentos juntos no Juízo deprecado. por meio de ofício único ao Departamento de Distribuição. XXVI . do art. Página 92 de 192 . Parágrafo único. XXV . Tratando-se de autos arquivados de forma definitiva. bem como as publicações. publicado no DJERJ de 10/01/2011) Art. a fim de que seja atendido o disposto no inciso I. desde que haja decisão da autoridade judicial. Os substabelecimentos outorgados a estagiários deverão ser juntados aos autos por petição firmada pelo advogado que substabelece. as petições de habeas corpus e comunicações de prisão em flagrante recebidas em plantão de sábado. logo que tiver conhecimento da existência de ações em trâmite perante aquele Juízo e Cartório.fazer constar nos mandados de averbação. XXIV . após o trânsito em julgado da decisão. Parágrafo único. formal de partilha e demais documentos similares.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XXI .

independentemente do destinatário. Art. cumpram efeitos intimatórios. perito ou assistente técnico que receber os autos e consignando-se a respectiva devolução mediante baixa do aludido registro. para a resposta a expediente do Juízo. sem registro no sistema informatizado . 259. 254. A entrega de autos para vista será registrada no sistema informatizado. Art.10 (dez) dias. inclusive criminais. estagiário de direito. A cada processo autuado corresponderá um registro. 255. constarão dos respectivos atos os prazos de: I . (Redação antiga) Art. em sistema informatizado onde constarão as fases principais do procedimento. telefone e número de inscrição do advogado ou estagiário. em se tratando de justiça gratuita ou diligência do Juízo. independente do destinatário. com as respectivas datas. em decorrência da contumácia da parte. que versem sobre interesses ou direitos difusos. certidão do Escrivão da Serventia deprecante. bem como os respectivos termos e certidões lançados nos autos. e. consignarão o motivo da intimação. bem como cópia do comprovante do recolhimento das custas e.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. exceto o alvará de soltura.DCP. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. (Redação antiga) Art. Salvo disposição legal ou determinação judicial em contrário. As publicações que. o nome. para o cumprimento de precatórias e alvarás. É vedada a carga ou remessa de autos. independentemente de despacho judicial. 256. coletivos ou individuais indisponíveis. conforme o caso. Desatendidos os prazos. A entrega de autos para vista será registrada no sistema informatizado. Art. o Escrivão certificará nos autos e os fará conclusos. As cartas precatórias serão expedidas em três vias. É vedada a carga ou remessa de autos sem registro no sistema informatizado-DCP. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Página 93 de 192 . Da carga constarão. o prazo concedido. sendo impressa guia para assinatura do advogado. Art. Art. se ocorrer paralisação do feito por mais de 30 (trinta) dias. 259. o Escrivão dará vista dos autos ao Ministério Público antes de abrir conclusão. se o ato deprecado tiver mais de um destinatário serão encaminhadas tantas cópias quantas sejam necessárias. consignando-se a devolução mediante baixa do aludido registro. endereço. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Parágrafo único. 257. Parágrafo único. Nas causas.30 (trinta) dias. 260. e do perito ou do assistente técnico. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 45/2010. 258. além do número de volumes e de folhas. com impressão de recibo. Art. 260. II .

em sendo viável a localização dos autos e observadas as hipóteses previstas no artigo 183 desta Consolidação Normativa. quando os autos dos processos forem remetidos aos Tribunais superiores. O Escrivão deverá observar o disposto nos artigos 188 e 189 desta Consolidação. Art. as quais deverão ser descartadas. as pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos. Art. juntando-os aos autos principais e descartando as demais peças dos respectivos Agravos. uma vez certificada a publicação do despacho de avaliação. perito ou assistente técnico a quem sejam entregues os autos. a carga e devolução de processos será realizada manualmente. O Escrivão. estagiário de direito. desde que requerida e comprovada. ao assistente. publicado no DJERJ de 11/08/2010) Art.(Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 45/2010. 262. voto vencido. é obrigatório o imediato lançamento dos dados colhidos na forma do § 1°. Art. as pessoas com crianças de colo (até dois anos) e os portadores de necessidades especiais. Art. Regularizado o uso do sistema informatizado. vedada a extensão desta regra ao advogado que patrocina a causa. Terão prioridade de atendimento. guia de recolhimento de receita judiciária e certidão de não interposição de recurso. Art. nos serviços oferecidos por todas as serventias. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 45/2010. Os autos destinados à produção de prova técnica ou a preparo para hasta pública serão entregues exclusivamente ao perito. Baixados os Agravos de Instrumento dos Tribunais superiores. contas ou partilha.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. expedirá mandado de avaliação ou enviará os autos ao Contador ou Partidor. ao leiloeiro. o cartório deverá entranhar suas peças incluindo a autuação. 266. comprovado o recolhimento das custas. Na ocorrência de falta de energia elétrica ou outra circunstância que inviabilize a realização da carga na forma preconizada no caput. embargos de declaração. Parágrafo único. deverá o cartório extrair os originais da decisão monocrática do relator. 264. quando da baixa dos autos. 265. ou seus prepostos. desde que devidamente identificados. publicado no DJERJ de 11/08/2010) § 2º. exceto as peças que foram objeto de traslado. no feito do processo da decisão agravada. 263. Nos casos de convolação dos Agravos de Instrumento em Agravos Retidos. consignando-se na guia as informações previstas no parágrafo único do artigo anterior e colhendo-se a assinatura do advogado. acórdãos. Página 94 de 192 . Deverá ser observada a prioridade no trâmite processual nos autos em que idoso figure como parte ou interessado. as grávidas. 261.

justificadamente. quando for o caso (artigos 407. VII . consignação. independentemente de despacho judicial. XII . de todos os atos do processo em que atuem ou devam atuar. desde que não haja pedido liminar ou de antecipação dos efeitos da tutela. testemunhas. VIII . prática de atos ou esclarecimentos necessários ao cumprimento de cartas precatórias.Intimar a parte interessada sobre certidão nos autos. V . anotando-se na autuação e no cadastro do sistema o nome do novo advogado. e oficiar ao juízo deprecante solicitando fotocópias. X . se requerida prova pericial.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção II . III . anotando na capa dos autos.Intimar parte para manifestação em réplica. desacompanhada de procuração. salvo quando estiver pendente de apreciação de pedido de liminar ou de antecipação dos efeitos da tutela. os seguintes atos: I .Expedir guia para purga da mora.Intimar as partes. perito e assistentes técnicos. juntado o rol de testemunhas.Intimar a parte para que forneça ao cartório cópias necessárias para atos de citação e intimação. reter ou impedir transferência de veículo. para especificarem provas. drfvat. depósito de honorários e pagamento do débito exeqüendo. após certificado o decurso do prazo para apresentação de contestação por todos os réus do processo. O serventuário de Vara com competência cível praticará.Intimar a parte a qualquer momento do processo em que as custas estejam insuficientes. XI .Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência cível Art. se requerida prova testemunhal.Expedir ofícios ao detran.Juntar procuração e substabelecimento. VI . polícia rodoviária ou cet-rio para localizar.Intimar pessoalmente a fazenda pública. se for o caso.Intimar a parte para regularizar a petição inicial quando esta se encontrar apócrifa. IV . defensoria pública. XIII .Intimar o autor para indicar o depositário que acompanhará o oficial de justiça. 267. IX . quando couber.Intimar a parte sobre as diligências negativas. II . 408 e 435 do Código de Processo Civil ). no procedimento comum pelo rito ordinário. e quesitos.Intimar para audiência: partes e seus respectivos patronos. Página 95 de 192 . a defensoria pública e o ministério público.

em 48 horas. a comprovação do registro da penhora. XVI .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XIV . certificar a apresentação de certidões dos ofícios XXIV . Código de Processo Civil). XIX . se nada for requerido. os seguintes atos ordinatórios: Página 96 de 192 . nos casos do art. independentemente de despacho judicial. Subseção III . O serventuário de Vara com competência de família praticará. após a homologação do valor dos honorários e seu depósito.Intimar o devedor. XXV .Intimar os peritos nomeados e assistentes técnicos tempestivamente indicados para apresentarem proposta de honorários e.Intimar a parte sucumbente para proceder ao recolhimento das custas remanescentes. custas em grerj.Verificar todos os recolhimentos devidos e providenciar a anotação de baixa na respectiva distribuição. XVIII . no caso de pedidos de desarquivamento. § 1º. informação sobre a existência de recuo ou desapropriação e a designação de leiloeiro. XVII . notificações. 267. para pagamento do principal. XXI . XXII . antes de entregar os autos de protestos. sob pena de extinção do processo. XX .Dar vista à parte interessada por cinco dias.Antes de promover o anúncio de praça ou leilão de bem imóvel ou de direitos a ele conexos. bem como para juntar planilha atualizada.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de família Art.Intimar o executado do auto de penhora e avaliação (art. interpelações e justificações. sob pena de inscrição na dívida ativa. 475-J. quando estes não ocorrerem. com o correto recolhimento das custas devidas ou se a parte beneficiária de gratuidade de justiça arquivando-se os autos em seguida. 268. sobre impugnações ao laudo ou à proposta de honorários. sob pena de multa de dez por cento. do código de processo civil. XV . e ônus de sucumbência. prevista no artigo 475-j do código de processo civil.Intimar o credor do depósito ou nomeação de bens e.Intimar o autor ou credor em caso de praças e leilões negativos. intimá-lo para indicar bens do devedor ou se manifestar sobre bloqueio on line. quando não houver a interposição de recurso com efeito suspensivo. ou sendo a parte beneficiária de gratuidade de justiça.distribuidores e de interdições e tutelas.Dar vista ao perito. dar início às perícias já determinadas. por guia retirada em cartório. XXIII . § 1º.Intimar a parte autora para promover o andamento do feito. a certidão de quitação fiscal ou do valor do débito.

independentemente de despacho judicial. IX – extrair carta de sentença e expedir mandado de averbação. para abertura de conta corrente em nome do representante legal da criança ou do adolescente. os seguintes atos ordinatórios: I – certificar. se for o caso. explicitando: a) se estão arquivados. VII – vista às partes e ao Ministério Público quando da juntada de laudos.478/68. em andamento ou remetidos à 2ª instância. VIII – vista à Fazenda Pública Municipal. através de pesquisa no sistema informatizado disponibilizada para o cartório. se designada. no momento da autuação. disponibilizando o material necessário para a coleta de dados solicitados em relação às separações judiciais e divórcios. IV – em ação de estado. b) as medidas sócio-educativas e/ou protetivas aplicadas. entregando-os diretamente à parte interessada. VI – encaminhar cópia da sentença das ações de modificação de cláusula. resguardando o segredo de justiça. III – expedir ofício para desconto dos alimentos definitivos. em 48 horas.º 5. 269. apresentar ao Juiz. em nome da criança e adolescente. e independentemente de requerimento da parte. ao empregador do réu com as comunicações e requisições constantes da Lei n. Parágrafo único. relatórios de estudo técnico e planilhas de cálculos. após o trânsito em julgado. II – oficiar. Estadual e da União quando o procedimento assim o exigir. se a partilha já foi realizada. Na carta de sentença ou mandado de averbação expedido em ação de divórcio ou separação judicial deverá constar a informação acerca da existência ou não de bens a partilhar. em 24 horas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – oficiar. O serventuário de Vara com competência em infância e juventude praticará. o devido recolhimento das custas. a carta de sentença ou o mandado de averbação indispensável à execução. em existindo. Página 97 de 192 . ao Juízo que proferiu a sentença que foi modificada. observado. quais os procedimentos existentes. Subseção IV .Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de infância e juventude Art. em até 48 (quarenta e oito) horas após o trânsito em julgado da sentença de mérito. V – prestar a necessária colaboração aos técnicos credenciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. consignando a data de audiência. nas hipóteses legais e de segunda via. e.

e) carta de abrigamento ou carta de internação. f) indicação de dia e hora da audiência designada. os autos que estiverem em seu poder há mais de 20 (vinte) dias. a seguir. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. d) cópia da decisão judicial que determinou a medida. Lei 8. se houver. após decorrido o prazo de 30 (trinta) dias da decisão que haja determinado a aplicação da medida de abrigo. em 24 (vinte e quatro) horas. c) cópia do relatório social. concomitantemente. II – certificar o decurso do prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias de internação provisória previsto no art. e fazer os autos conclusos em 24 horas. 108.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) a natureza do ato infracional praticado. do boletim de ocorrência ou do relatório policial seja encaminhada. o número dos autos. e) o cumprimento ou descumprimento de medida aplicada. da Juventude e do Idoso. salvo se criança ou adolescente. b) cópia da certidão de nascimento. a data do trânsito em julgado. e fazer os autos conclusos em 24 horas. se houver. se for o caso. IV – certificar o decurso do prazo de reavaliação obrigatória das medidas cumpridas em regime de semiliberdade ou internação. nelas sendo indicada a natureza da ação. o Assistente Social ou o Psicólogo a devolver. V – intimar o Comissário de Justiça da Infância. e fazer os autos conclusos em 24 horas. devidamente informado ou relatado. Página 98 de 192 . conclusão. IX – providenciar para que as intimações por DJERJ não violem o segredo de Justiça. abrindo. d) a existência de sentença e. se houver. o nome completo do advogado e número de sua inscrição. e o nome da parte.069/90. a contar da decisão que a tenha determinado. III – certificar o decurso do prazo fixado para o cumprimento de liberdade assistida. a falta de encaminhamento de estudo social do caso realizado pela instituição de abrigo. VII – instruir o encaminhamento de crianças ou adolescentes às instituições de abrigo e de cumprimento de medidas sócio-educativas com os seguintes documentos: a) cópias da inicial. VI – providenciar para que a comunicação do auto de apreensão de menor. VIII – certificar. caso em que constarão apenas suas iniciais. à autoridade judiciária e ao Ministério Público.

§ 4º. XI – certificar o não recolhimento das multas. Na hipótese de cartas precatórias para cumprimento de medidas sócioeducativas ou protetivas. Os requerimentos de autorização de viagens nacionais ficam dispensados de autuação e registro. poderes para reavaliação. O encaminhamento de crianças ou de adolescentes. os seguintes atos ordinatórios: I – certificar. na sua ausência. § 2º.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência de idoso Art. para cumprimento de medida protetiva ou sócio-educativa em outra Comarca só poderá ser realizado através de carta precatória. se for o caso. devendo ser arquivados em pasta própria. Subseção V . § 1º. devendo a mesma ser realizada em até 30 (trinta) dias após proferida a decisão judicial. no momento da autuação. a regularidade da apresentação dos documentos do idoso necessários à propositura da ação de interdição. conforme instruções expedidas pela Administração do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. independentemente de despacho judicial. § 3º. juntamente com os documentos que os instruíram e o termo de autorização. O registro no sistema informatizado poderá ser realizado pelos Comissários de Justiça da Infância. do Fundo Estadual para Infância e Juventude. ficando dispensados de autuação prévia. pela Autoridade Judiciária.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 X – submeter ao Juiz pedido de informação de feitos anteriores alusivos a crianças ou adolescentes. § 5º. quais sejam: Página 99 de 192 . devem constar da ordem. Os requerimentos de autorização de viagem internacional devem ser registrados. XIII – fazer constar na capa dos autos a ressalva quando o adolescente infrator estiver internado provisoriamente. depois de decorrido o prazo de 30 (trinta) dias do trânsito em julgado da decisão que haja determinado sua aplicação. XII – observar para que nos feitos em que houver condenação em multas administrativas as guias sejam expedidas em favor do Fundo gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente ou. 270. As inclusões dos pretendentes à adoção deverão ser feitas obrigatoriamente através do Cadastro Nacional de Adoção – CNA. O serventuário de Vara com competência de idoso praticará. da Juventude e do Idoso.

O serventuário de Vara com competência criminal praticará. em separado e com urgência. c) sua qualidade de segurado ou não do INSS ou de outro Instituto de Previdência. os autos e expedientes referentes a réu preso. certidão de nascimento ou de casamento. comunicando a ato judicial de interdição bem como informando. se for o caso. em até 48 horas após a decisão ou a sentença de mérito.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência criminal Art. adotando o mesmo procedimento em caso de comunicação de prisão em flagrante ou temporária. ao empregador do réu com as comunicações e requisições constantes da Lei n. b) certidão de óbito do cônjuge (se o idoso for viúvo). II – oficiar ao Cartório de Registro de Interdições e Tutelas. ao Cartório de Registro de Pessoas Naturais e ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral. IV – oficiar.184 CPC. em 24 horas. nas ações relativas ao registro civil e a outros atos envolvendo registros públicos propostas em proteção ao idoso em situação de risco. documento de identificação civil. CPF. c) comprovante de qualidade de segurado ou não do INSS. nas ações de alimentos em favor dos idosos em situação de risco. 271. nome do autor.º 5. b) os limites da curatela (parcial ou total). documento de identificação. independentemente de despacho judicial. bem assim em pedidos de medidas restritivas de liberdade ou de constrição e medidas cautelares não relacionadas a interceptações telefônicas. d) nome completo do curador. CPF. nome do interdito e sua qualificação completa. a carta de sentença ou o mandado de averbação à respectiva serventia para registro.478/68. III – fazer constar em todos os termos de curatela lavrados: a) o número do processo. ao Promotor e ao Defensor Público. endereço e parentesco com o interdito.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) endereço. nas ações de interdição e de nomeação de curador ao enfermo ou deficiente propostas em proteção ao idoso em situação de risco. independentemente de requerimento da parte. inclusive se reside em entidade de longa permanência ou não. nos termos do artigo 1. Página 100 de 192 . em até 48 horas após o trânsito em julgado da sentença de mérito. V – expedir. a data em que o curador prestou compromisso. Subseção VI . os seguintes atos ordinatórios: I – exibir ao Juiz.

de forma a distingui-los dos demais autos. recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor verde.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – assegurar que os autos de processo de réu preso recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva. às delegacias policiais de origem. apresentando-o de imediato ao Juiz em exercício ou. lavrando certidão circunstanciada. de forma a distingui-los dos demais autos. XI – expedir requisição da folha de antecedentes criminais alusiva à vítima de homicídio e. ao seu substituto tabelar. X – lavrar termo de ciência de sentença. o trânsito em julgado de sentença condenatória à pena restritiva de liberdade. aposta na lombada. remetendo-a ao órgão do sistema penitenciário ou policial com antecedência mínima de setenta e duas horas. V – assegurar que os processos suspensos pela Lei 9. VIII – zelar para que dos expedientes alusivos a processos criminais em geral constem a data da audiência de instrução e julgamento. bem como a informação quando se tratar de réu preso. VI – expedir requisições de peças técnicas tão logo recebida a denúncia. III – assegurar que os autos de processo de réus presos por outro Juízo. a critério do Juiz. sendo desconhecidas as Varas. de forma a distingui-los dos demais autos.099/95. IV – assegurar que os processos suspensos pelo artigo 366 do CPP recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor amarela. e. consignada tal circunstância no ofício. aposta na lombada. recebam tarja ou etiqueta auto-adesiva de cor azul. XIII – expedir requisição de preso com os dados necessários a sua identificação. ciente a defesa. quando possível. XII – comunicar ao Tribunal Regional Eleitoral. consignando a manifestação expressa da intenção de recorrer ou não. certificando o fato nos autos. salvo em caso de urgência. na eventual ausência deste. VII – providenciar o esclarecimento da folha penal tão logo exibida em cartório. via telefone ou fax. de forma a distingui-los dos demais autos. comunicar o óbito às Varas criminais por onde tramitem ações em que seja ré ou. IX – reiterar imediatamente os ofícios e requisições não atendidos. aposta na lombada. onde o condenado for inscrito como eleitor. Página 101 de 192 . admitindo-se a expedição de ofício somente se inviável ou ineficaz outro meio. de cor vermelha. aposta na lombada. se dela constar antecedentes. XIV – consignar o dia e a hora em que receber pedido de informações relativo a habeas corpus.

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XV – observar, ao redigir requisição de informações à autoridade policial para instruir habeas corpus, as seguintes normas, salvo ordem diversa do Juiz: a) marcar, ordinariamente, o prazo de vinte e quatro horas para sua prestação, b) contar o prazo da entrega da requisição na sede do serviço da autoridade, provada mediante recibo ou encaminhá-la via fax juntando aos autos o comprovante do recebimento; XVI – receber os processos remetidos por órgão policial registrando em livro próprio, sendo vedado o recebimento de valores que porventura os acompanhem; XVII – comunicar a decisão ou a prolação de sentença penal, após a preclusão ou trânsito em julgado, à SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, ao IFP Instituto de Identificação Félix Pacheco, ao INI - Instituto Nacional de Identificação, ao Distribuidor, ao DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito e ao TRE - Tribunal Regional Eleitoral, sob pena de responsabilidade funcional; (Redação antiga) XVII- comunicar a decisão ou a prolação de sentença penal, após a preclusão ou trânsito em julgado, à SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, ao IFP – Instituto de Identificação Félix Pacheco, ao INI – Instituto Nacional de Identificação, ao Distribuidor e ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral, sob pena de responsabilidade funcional. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 35/2010, publicado no DJERJ de 16/06/2010) XVIII – comunicar, certificando nos autos: a) ao órgão competente o inteiro teor de decisão referente ao disposto no artigo 243 da Constituição Federal, b) ao Tribunal Regional Eleitoral o teor de sentença que importe em perda ou reaquisição de direitos políticos, sendo que, quando se tratar de condenações criminais por crime contra o patrimônio, deverá constar o nome da vítima, c) ao Ministério da Justiça, para abertura do competente inquérito de expulsão, cópia de sentença condenatória proferida contra réu de nacionalidade estrangeira, d) ao Departamento de Trânsito o teor de sentença que importe em condenação por delitos de trânsito, com a qualificação do réu e a especificação das respectivas penas, e) à Junta Comercial deste Estado, com a devida qualificação do réu, o teor de sentença que importe em condenação por prevaricação, corrupção, concussão, peculato, crimes contra a economia popular, a fé pública ou a propriedade, e daqueles cuja pena vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos;
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XIX – zelar para que seus subordinados não recebam importância relativa à fiança, antes expedindo guia para depósito na instituição bancária autorizada pela Presidência do Tribunal de Justiça, pelo próprio interessado, o qual restituirá ao cartório uma das vias, de que conste autenticação mecânica da efetivação do depósito, a ser imediatamente junta aos respectivos autos; XX – manter, em arquivo provisório, na serventia, os processos suspensos na forma do artigo 366 do CPP, devidamente identificados, fazendo imediata conclusão ao Juiz no caso de prisão ou comparecimento espontâneo do acusado; XXI – manter na serventia os processos suspensos na forma do art. 89 da Lei n.º 9.099/95, devidamente atualizados e identificados, certificando e fazendo imediata conclusão ao Juiz no caso de descumprimento do inciso IV do parágrafo primeiro do referido artigo, ou no fim do prazo assinado; XXII – assegurar que os autos de processo que tenha material acautelado recebam tarja preta, de forma a facilitar sua identificação quando do arquivamento; XXIII – oficiar, nos processos suspensos na forma do artigo 366 do CPP, anualmente, à POLINTER/Serviço de Controle de Presos da Chefia de Polícia Civil, à Delegacia da Receita Federal, ao SIPEN, ao TRE - Tribunal Regional Eleitoral e à Santa Casa; XXIV – oficiar às Delegacias Policiais solicitando informação acerca do andamento dos inquéritos remetidos há mais de seis meses, assinalando prazo de 30 (trinta) dias para resposta, de tudo dando ciência ao Juiz; XXV – oficiar aos órgãos aos quais foram remetidos os autos dos incidentes, no prazo de 90 (noventa) dias a contar do envio, solicitando informação acerca dos respectivos laudos. XXVI – registrar as cópias de flagrantes no sistema informatizado e lançar os dados disponíveis; XXVII – autuar flagrantes, após o oferecimento de denúncia pelo Ministério Público, incluindo no sistema o rol de testemunhas de acusação, procedendo em seguida, ao cadastramento da tabela do CNJ; XXVIII – cadastrar os incidentes no sistema como processo secundário; XXIX – intimar o advogado, via Diário da Justiça Eletrônico, para regularizar as custas recolhidas indevidamente nas ações penais privadas, bem como para entregar os processos não devolvidos no prazo legal ou fixado. Art. 272. Fica vedado o recebimento, em cartório, de objetos que possam trazer risco à integridade física de pessoas e instalações, tais como, armas, munições, material explosivo ou tóxico, drogas, permanecendo em depósito no órgão competente.
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Art. 273. A destruição de bem, coisa, valor ou substância, determinada pelo Juiz, ficará a cargo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli ou órgão competente. Art. 274. O Titular de Direção de Serventia deverá providenciar a requisição das armas para os atos judiciais, informando dia e hora de sua apresentação, com antecedência mínima de 05 (cinco) dias, quando determinada pelo Juiz. Art. 275. Será dada ciência ao órgão do Ministério Público, em 24 horas, das decisões concessivas de relaxamento de prisão ou de liberdade provisória, com ou sem fiança, bem como das proferidas em habeas corpus. Art. 276. O ofício por meio do qual se indague o destino de inquérito ou processo, expedido para obter o esclarecimento de folha de antecedentes criminais, conterá os dados que esta registre, como o número do feito, a delegacia de origem, o nome do acusado e a infração que lhe é imputada. § 1º. O ofício de resposta será feito em pelo menos três vias, sendo uma remetida ao Juízo solicitante, uma para o Instituto de Identificação Félix Pacheco e outra para o DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito, para que procedam às anotações necessárias à atualização da folha de antecedentes criminais do acusado. § 2º. Dos esclarecimentos constarão informações que caracterizem o processo objeto da indagação, a pessoa do réu, documento de identificação civil, sua qualificação completa, incluindo domicílio e profissão, o andamento do feito ou a decisão proferida, bem como a data do trânsito em julgado desta, sendo o caso. § 3º. O ofício de resposta ao Juízo solicitante e os de comunicação ao Instituto de Identificação Félix Pacheco e ao DETRAN – Departamento Nacional de Trânsito serão entregues por servidor habilitado, contra recibo, ou remetidos por via postal. Art. 277. Nos procedimentos ordinário e sumário, as cartas precatórias para interrogatório do réu serão instruídas com cópias das seguintes peças: I – inaugural da ação; II – auto de prisão em flagrante ou do depoimento do acusado na fase policial, conforme o caso; III – declarações das testemunhas em fase policial, se houver; IV – resposta do acusado; V – depoimentos das testemunhas de acusação e defesa prestados em Juízo; VI – outras peças reputadas necessárias pelo Juízo.

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independentemente de despacho judicial. Art. V – à Delegacia de Polícia Marítima. Aérea e de Fronteiras. independentemente do indiciado/acusado encontrarse acautelado. remeter-se-á o respectivo boletim individual ao órgão competente à VEP – Vara de Execução Penal. Art. Art. reunidos em maços e postos em ordem cronológica segundo a data da decisão de pronúncia. para fins de seu regular cumprimento. Aplicam-se. Ordenada a permanência do réu na prisão por sentença condenatória. As cartas precatórias para inquirição de testemunhas. conterão o número do CPF ou CNPJ das partes. 281. Passada em julgado a sentença condenatória referente a réu foragido. ou serventuário por ele designado. Expedido o Mandado de Prisão. remeterá vias: I – ao Oficial de Justiça Avaliador ou à central de cumprimento de mandados. Art. 283. sendo vedado ao Oficial de Justiça Avaliador cumpri-lo por qualquer meio alternativo ao cumprimento ordinário e formal. acautelando os autos em lugar seguro. 278. além dos documentos enumerados nos incisos acima. III – à divisão de capturas da Polinter. Todos os mandados de prisão serão cumpridos na forma do artigo 330 desta Consolidação.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. 284. o Titular de Direção de Serventia expedirá ofício ao diretor do estabelecimento. II – ao órgão central de controle de presos no Estado. manter atualizado o controle de processos de réus pronunciados. aguardando o cumprimento de mandado de prisão expedido. Art. Subseção VIII . O serventuário do Tribunal do Júri deverá. remetendo seu inteiro teor e requisitando o preso para ciência da decisão.Das rotinas aplicáveis aos Juizados da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Página 105 de 192 . 280. VI – à unidade da Polícia Militar da respectiva região. o Titular de Direção de Serventia. as demais rotinas elencadas na Subseção VI. Art.Das rotinas aplicáveis às serventias dos Tribunais do Júri Art. quando constar. IV – à delegacia de origem do procedimento policial. Subseção VII . quando expedidos pelo cartório. no que couber. 285. 282. a qualificação completa do réu e o seu registro no órgão de identificação local. caso o indiciado/acusado já se encontre preso. Deverá constar no mandado de prisão a natureza da prisão e o local do acautelamento. 279. O serventuário fará constar do mandado de prisão ou ofício de requisição. Art.

o termo de aceitação da testamentaria que deverá vir com firma reconhecida. O serventuário de Vara com competência em órfãos e sucessões praticará. se todos os herdeiros estão representados e se foram apresentadas as certidões negativas. se for o caso. O serventuário de Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher praticará.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência orfanalógica Art. contador ou partidor. no que couber. Art. Subseção IX . o Juízo competente. as solicitações de informações de habeas corpus e de Agravo de Instrumento. III – remeter imediatamente ao Juiz as comunicações de flagrantes. 289. II – processar os arrolamentos independentemente de termos. os seguintes atos ordinatórios: I – receber e efetuar a triagem de peças e procedimentos recebidos diretamente pelo cartório. 287. c) no caso de alvará autônomo para liberação de valores pela Lei 6. Art. as demais rotinas atinentes às serventias com competência criminal. Página 106 de 192 . do Defensor Público/advogado do autor do fato e do Ministério Público para as audiências. se foi apresentada certidão de dependentes habilitados à pensão pelo órgão pagador do falecido. b) no caso de arrolamento sumário. d) no caso de testamento. independentemente de despacho judicial. bem como o título de bens.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art.858/80 (FGTS/PIS). bem como os pedidos de medidas protetivas de urgência. 286. 288. caso contrário. Aplicam-se. indicando. independentemente de despacho judicial. sem remessa ao avaliador. II – providenciar a intimação do Defensor Público/advogado da vítima. Fica vedado o recebimento dos inquéritos policiais oriundos das delegacias ou das Centrais de Inquéritos sem promoção do Ministério Público. os seguintes atos ordinatórios: I – certificar antes da remessa da inicial à conclusão: a) se o local da última residência do falecido pertence à Região Administrava abrangida pela competência do Juízo. exceto aqueles requisitados pelo Juízo ou que tenham requerimento de medidas cautelares da autoridade policial. se foi apresentada a cédula original e a procuração do testamenteiro com poderes especiais para apresentar o testamento e assinar.

Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência fazendária Art. valendo estas como finais. b) a qualificação completa de todos os interessados. suas características. medidas. VIII – após a homologação ou o julgamento da partilha e a comprovação do pagamento de todos os tributos e verificação pela Fazenda Pública. bem como os respectivos Títulos. V – lavrar o termo das declarações finais. Página 107 de 192 . esboço de partilha e pedidos de alvará. a petição inicial de execução fiscal. se for o caso. para supri-la: a) a qualificação completa do autor da herança e se este deixou testamento. zelando para que a conta prévia discrimine a parcela correspondente ao principal daquelas referentes aos acessórios. 290. expedir. certificando que o advogado subscritor possui os poderes necessários e que a representação dos herdeiros está completa. O serventuário de Vara com competência de Fazenda Pública praticará. Subseção X . II – abrir vista ao exeqüente. se devolvido o mandado com certidão negativa do Oficial de Justiça Avaliador. em 48 horas. certificando o respectivo cumprimento. IV – intimar os interessados. incluindo referência ao registro imobiliário. para que se manifestem sobre as primeiras declarações.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – intimar o inventariante. d) se o de cujus deixou dívidas. em se tratando de imóveis. bem como alvarás referentes aos bens por eles abrangidos. inclusive os representantes da Fazenda Pública e do Ministério Público. verificada a ausência de um dos itens seguintes nas primeiras declarações. no inventário em que não houver outro bem além dos relacionados nas primeiras declarações. após o recolhimento de custas. os seguintes atos ordinatórios: I – remeter ao contador. cálculo. se for o caso. confrontações. e fornecidas as cópias. as cartas de adjudicação e os formais de partilha. para consolidação do valor do débito. c) a descrição completa de todos os bens e. avaliação. independentemente de despacho judicial. salvo ordem diversa do Juiz. VII – certificar a existência de penhora no rosto dos autos e/ou reserva de créditos trabalhistas. VI – submeter a despacho pedido incidente de alvará para qualquer fim somente após a manifestação de todos os interessados e fiscais.

inciso II. número de fatura ou natureza da dívida ativa. VI – providenciar a anotação de baixa e o arquivamento dos autos correspondentes ao débito cuja quitação for comunicada pelo exeqüente. as datas de prolação e de registro. As sentenças de extinção de execução fiscal serão registradas por cópia no livro próprio. o nome das partes e do Juiz. Art. Art. Subseção XI .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – extrair edital coletivo de citação. em uma delas. notadamente quanto à distribuição de ações. sendo o caso. O serventuário de Vara com competência empresarial praticará. em caso de suspensão da execução. que arquivará em cartório. certidão de que sentenças idênticas foram proferidas nos processos que relacionar. A petição inicial e seus documentos não serão autuados se o devedor requerer a expedição de guia para pagamento. (Artigo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 12/2010. Art. Art. com anotação no livro tombo.º 6. 295 As Varas com competência exclusiva para processamento de execuções fiscais observarão os convênios estabelecidos com o Estado e Município. em caso de número elevado de executados. 291-A. IV – fornecer ao devedor interessado em quitar ou depositar o débito o competente documento de arrecadação preenchido. podendo o cartório lavrar.Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência empresarial Art. independentemente de despacho judicial. publicado no DJERJ de 19/03/2010) Art. A citação poderá ser determinada pelo Juiz na relação referida no artigo 47. colhendo recibo da entrega em outra via. O arquivamento das peças de execução não autuadas será em maços. dele fazendo constar o número de ordem e do feito. V – remeter à repartição estadual competente uma via de relação diária das guias de recolhimento extraídas. Os mandados executórios serão agrupados por logradouro. 40 da Lei n. após o devido recolhimento das custas. 296. os seguintes atos ordinatórios: Página 108 de 192 . inscrição. 291. orientando-o a efetuar o recolhimento na instituição bancária em 24 horas e a devolver a guia do cartório para juntada aos autos respectivos. 293. Art.830/80. desta Consolidação. encaminhando os autos ao arquivo após anotação no registro e no maço de ocorrência. 292. 294. VIII – proceder ao registro em livro próprio de sentença de extinção de execução fiscal. VII – cumprir o disposto no art.

ao Comissário. o Gestor Judicial e o Liquidante Judicial poderão manifestar-se por cota nos autos desde que o façam de forma breve e legível.A. controladores ou administradores. porventura ainda existentes. vedada cota à margem do texto ou interlinear. o resultado da anterior. II – ao Secretário da Receita Federal do Brasil. VIII – ao Delegado da Delegacia de Polícia Marítima. ao Gestor Judicial. obrigatoriamente. da sede do Juízo que proferir a decisão. identificando-se pelo nome e respectivas matrículas funcionais ou da identificação profissional constante do termo de compromisso assumido nos autos do processo principal. O Síndico. V – à Promotoria de Justiça em matéria empresarial do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro junto ao Juízo que proferir a decisão da quebra. enviar ao Juízo Falimentar cópias das três últimas declarações de bens e rendimentos da empresa falida. para prestar informações quanto a existência de registro de propriedade de embarcações em nome da empresa falida. III – proceder a termo de vista dos autos ao Síndico. os ofícios dirigidos: I – ao Presidente do Tribunal Marítimo do Ministério da Defesa. Art. II – certificar. III – ao Gerente do Banco do Brasil S. VII – ao Superintendente Regional do Rio de Janeiro do Departamento de Polícia Federal. seus sócios. ao Administrador Judicial. antes de submeter ao Juiz a impugnação à lista nas concordatas preventivas. Página 109 de 192 . se houver. a fim de que seja efetuada a vigilância externa pelas patrulhas da Polícia Militar em suas rondas normais e diárias. e o respectivo registro da remessa no caso do Liquidante Judicial. bem como. Art. a fim de proteger o respectivo patrimônio que deve ser preservado no sentido dos interesses voltados a massa falida. controladores ou administradores. o Comissário. antes de levar a prestação de contas a despacho judicial. 297. IV – ao Presidente do Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro. junto à sede da empresa falida. Aeroportuária e de Fronteiras do Departamento de Polícia Federal. a fim de instruir o processo. Da sentença que decretar a falência do devedor ou que deferir o processamento da recuperação judicial deverão ser expedidos os ofícios que o Juiz entender necessários..Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – certificar se o crédito do impugnante está ou não relacionado. 298. o Administrador Judicial. seus sócios. VI – ao Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

determinando a expedição de circulares às instituições financeiras e entidades do mercado de capitais em todo o território nacional. XVI – ao Presidente da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro JUCERJA. devendo indicar sempre os respectivos saldos eressaltando que somente poderão ser movimentadas por autorização do Juízo falimentar. seus sócios. determinando que o falido fique inabilitado para exercer qualquer atividade empresarial a partir da decretação da falência e até que a sentença que extingue suas obrigações. . certidão do que constam dos registros em nome da empresa falida. XII – ao Procurador-Chefe da Fazenda Nacional no Estado do Rio de Janeiro. XIV – ao Diretor do Instituto de Identificação Félix Pacheco. XVIII – ao Diretor-Presidente da Agência Nacional de Aviação Civil. X – ao Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região. órgão técnico da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão de quebra. XI – ao Procurador Chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). procedendo também à anotação da falência junto ao registro da empresa falida. dos investimentos mobiliários da falida. com a máxima urgência. solicitando providências no sentido de interceder junto aos demais magistrados do trabalho. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão da quebra. determinando que seja enviado a Juízo falimentar. certidão do que consta em nome da empresa falida. determinando que informe ao Juízo falimentar. determinando remessa de toda a correspondência dirigida à Falida para o Administrador Judicial da massa falida.das contas de depósitos do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. cientificando-os de que eventuais bens reclamados em regime falimentar não mais deverão ser alienados. para que conste a expressão “Falido”. especialmente: das contas correntes e operações financeiras. seus sócios. XVII – ao Titular do Ofício de Notas e do Registro de Contrato Marítimos da Comarca da Capital-RJ. XV – ao Diretor Regional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Estado do Rio de Janeiro. a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão da quebra. com a Página 110 de 192 . XIII – ao Procurador-Geral do Estado do Rio de Janeiro. órgão do Ministério da Defesa. controladores ou administradores.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IX – ao Presidente do Banco Central do Brasil.dos descontos de títulos constitutivos de dívidas ativas. controladores e administradores. determinando que seja remetida ao Juízo falimentar. comunicando a decisão judicial e determinando que seja feito de imediato o bloqueio do que estiver em nome da empresa falida. o que do contrário acarretará prejuízo aos demais credores da massa falida. com a máxima urgência.

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máxima urgência, sobre a existência de registros de aeronaves em nome da empresa falida, seus sócios, controladores e administradores; XIX – ao Presidente do Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro –DETRAN-RJ, determinando que seja remetido ao Juízo falimentar, com a máxima urgência, certidão do que consta dos registros em nome da empresa falida, seus sócios, controladores e administradores; XX – ao Presidente da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, determinando o bloqueio de contas, créditos ou valores em nome da empresa falida, porventura existentes em sociedades de crédito imobiliário e associações de poupança e empréstimo; devendo também enviar circulares às referidas entidades para que informem ao Juízo falimentar, apenas na hipótese da existência dessas contas, valores ou créditos, sobre as providências adotadas e os respectivos saldos, e que somente poderão ser movimentados por autorização do Juízo falimentar; XXI – ao Procurador Geral do Município da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi proferida a decisão de quebra; XXII – ao Presidente da Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, para comunicar a decisão judicial às empresas prestadoras de serviços de telecomunicações, determinando-lhes que seja preservado íntegro para a massa falida o direito ao uso de linhas telefônicas e demais serviços, devendo permanecer sem alteração em seus registros e à disposição do Juízo falimentar; XXIII – ao(s) Oficial(is) do(s) Cartório(s) de Registro de Protesto de Títulos da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra,determinando que informe ao Juízo falimentar, com a máxima urgência, através de certidão, o que consta do registro do protesto mais antigo por falta de pagamento, efetuado contra a empresa falida, ainda que tenha sido resgatado o título; XXIV – ao Superintendente da Superintendência de Seguros Privados SUSEP, determinando o bloqueio dos valores e créditos em nome da empresa falida, existente junto a sociedades seguradoras e montepios; devendo também enviar circulares às referidas entidades para que informem ao Juízo falimentar, apenas na hipótese da existência de valores ou créditos, qual a sua natureza e montante, sobre as providências adotadas e os respectivos saldos, e que somente poderão ser movimentados por autorização do Juízo falimentar; XXV – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Distribuição dos feitos judiciais, da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra; XXVI – ao Oficial do Registro de Interdições e Tutelas da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra; XXVII – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Imóveis da sede do Juízo que proferir a decisão da quebra, determinando que enviem ao Juízo falimentar certidões sobre a existência de registro, bem como suas respectivas
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anotações, referentes a bense direitos sobre imóveis em nome da empresa falida, seus sócios, controladores ou administradores. § 1º.Em se tratando de Recuperações Judiciais, além dos ofícios elencados nos incisos acima, também serão expedidos ofícios: I – à Promotoria de Justiça em matéria empresarial, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; II – aos Oficiais dos Cartórios de Registro de Protesto de Títulos da sede do Juízo que deferir o processamento da recuperação judicial, determinando que informe, com a máxima urgência, através de certidão, o que consta do registro do protesto mais antigo por falta de pagamento, efetuado contra a empresa em recuperação, ainda que tenha sido resgatado o título; III – ao Procurador Chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; IV – ao Procurador-Chefe da Fazenda Nacional no Estado do Rio de Janeiro, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; V – ao Procurador-Geral do Estado do Rio de Janeiro, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; VI – ao Procurador Geral do Município da sede do Juízo em que foi deferido o processamento da recuperação judicial, a fim de que determine ao órgão de atuação da Procuradoria que funcione junto ao feito onde foi deferido o processamento da recuperação judicial; VII – ao Presidente da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, quando for o caso; VIII – ao Presidente da Junta Comercial deste Estado do Rio de Janeiro JUCERJA, determinando que seja realizada a anotação da recuperação judicial no registro correspondente, devendo ser acrescida, após o nome empresarial, a expressão “em Recuperação Judicial”. § 2º. Os ofícios referidos no caput deverão comunicar o disposto na decisão judicial, bem como informar os seguintes dados: I – a qualificação da empresa falida, seus sócios solidária e ilimitadamente responsáveis, controladores ou administradores, no caso de sociedades por cota, e diretores, tratando-se de sociedade anônima; II – o Administrador Judicial nomeado na aludida sentença;

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III – a existência de bens e direitos da empresa falida, seus sócios, controladores ou administradores; IV – a confirmação do atendimento às determinações do Juízo remetente. § 3º. Todos os expedientes deverão ser acompanhados de uma via da respectiva decisão judicial, juntando-se cópia dos ofícios expedidos aos autos principais. Art. 299. As publicações dos feitos falimentares e de recuperação de empresas a serem feitas no Diário da Justiça ou em quaisquer outros órgãos de publicação conterão a epígrafe especificamente, “Recuperação Judicial de...”, “Recuperação Extrajudicial de...” ou “Falência de...”, como também nas hipóteses de insolvência civil, constando “Insolvência Civil de...”, e ainda como “Concordata Preventiva de...”, nas remanescentes concordatas. Art. 300. As autoridades e entidades que foram informadas da decretação da falência ou do deferimento do processamento da recuperação judicial deverão ser comunicadas, respectivamente, da sentença que declarar extintas as obrigações do falido e da sentença que encerrar a recuperação judicial, a fim de que tomem as providências cabíveis. Art. 301. As comunicações da decisão que encerrar o processo de falência, na forma dos artigos 75, § 3º, 132 e 200 do Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945, serão encaminhadas a todas as autoridades e entidades que foram informadas da respectiva sentença de decretação da falência; e também, deverão ser comunicadas às mesmas autoridades e entidades anteriormente informadas da concessão da concordata, quando for declarada por sentença a extinção das responsabilidades do devedor concordatário, atendendo ao disposto no artigo 155, parágrafo 5º, do supracitado texto legal, cumprindo as disposições do artigo 192 da Lei nº 11.101/05. Art. 302. As comunicações mencionadas no artigo anterior também indicarão a qualificação da empresa falida, seus sócios solidária e ilimitadamente responsáveis, controladores ou administradores, no caso de sociedades por cota, e diretores, tratando-se de sociedade anônima, solicitando ainda que seja confirmado expressamente o atendimento às determinações do Juízo remetente. Art. 303. Fica vedado o recebimento em cartório de quaisquer objetos provenientes das arrecadações, ou que tenham vinculação com as Falências ou Recuperações de Empresas, senão o que for expressamente determinado na legislação em vigor. Art. 304. Havendo transformação de liquidação extrajudicial em processo de falência é dispensada nova habilitação de crédito, observando-se o quadro publicado pelo Banco Central do Brasil. Subseção XII - Das rotinas aplicáveis às serventias das Varas com competência em registros públicos
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expedir. sem bloqueio.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. os autos de procedimento meramente administrativo com apelação interposta por interessado único. II – remeter ao Tribunal de Justiça. independentemente de intimação e ouvido o Ministério Público. de imediato ao ato registral. os seguintes atos ordinatórios: I – nos casos de dúvida julgada improcedente ou superada. mesmo que tenha havido impugnação. III – ante a redação do inciso IV do artigo 89 do CODJERJ. mandado dirigido ao oficial suscitante. devidamente instruídos. logo que recolhidas as custas. O serventuário de Vara com competência em registros públicos praticará. 305. após submissão ao Juiz. os processos administrativos de dúvidas e consultas. os autos serão encaminhados ao Núcleo dos Juízes Auxiliares da Corregedoria Geral da Justiça para conclusão ao Corregedor-Geral. IV – ainda com relação ao inciso anterior. Página 114 de 192 . após proferida a decisão pelo Juízo de origem. e o impugnante renunciar ao direito de recorrer ou desistir do recurso. que referendará ou não a decisão. independentemente de despacho judicial. antes da prolação da decisão final. para que este proceda. serão obrigatoriamente remetidos por malote à Divisão de Custas e Informações da Corregedoria Geral da Justiça para manifestação.

obrigatoriamente. o Titular de Direção de Serventia providenciará a transcrição do inteiro teor da fita. 306. que deverá ser mantida intacta até o trânsito em julgado de decisão definitiva. Havendo recurso no processo em que se tenha utilizado meios magnéticos ou equivalentes. § 2º. Não sendo utilizados meios eletrônicos para gravação das audiências. até trânsito em julgado da sentença definitiva dos autos respectivos. Os Conciliadores presidirão as audiências de conciliação ou preliminar. para registro das audiências. competirá ao Titular de Direção de Serventia identificar e manter em local seguro as fitas. As serventias dos Juizados Especiais utilizarão. V – a redesignação da audiência de conciliação ou preliminar. 308. quando a fita poderá ser reutilizada.Disposições gerais Art. § 1º. IV – a redução a termo dos pedidos feitos pelas partes. Seção II . observando e fazendo constar da assentada: I – a presença pessoal das partes e seus representantes.Dos Conciliadores Art. É vedado ao serventuário atuar bem como ao conciliador atuar como advogado dativo. 307. Art. Página 115 de 192 . III – a necessidade de sobrestamento do feito. nas rotinas cartorárias. Parágrafo único. VI – a designação de audiência de instrução e julgamento. se houver. quando necessário. VII – a designação de data para novo comparecimento das partes em cartório. sob a supervisão do Juiz. impressos e modelos aprovados pela Corregedoria Geral da Justiça. Utilizada gravação em fita magnética ou equivalente. as assentadas e termos dos processos serão lavrados com cópia. desde que seja essencial à solução da lide. que será arquivada em pasta própria para eventual restauração dos autos. II – a possibilidade de acordo ou transação e seu texto.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO II – DOS JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS E CRIMINAIS Seção I .

inclusive.Dos Oficiais de Justiça Art. II – distribuir ou encaminhar para distribuição automática as iniciais. mediante apresentação de identificação oficial e de tudo dando ciência ao Titular de Direção de Serventia.Dos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e dos Núcleos de Distribuição. Os referidos Núcleos funcionarão. 311.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. Não se fará distribuição por dependência no Núcleo de Primeiro Atendimento. podendo atender a um só Juizado Cível ou mais de um. a saber: a) o nome. designando-se. a qualificação e o endereço das partes. Os Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis e os Núcleos de Distribuição. 309. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC Art. ininterruptamente. 312. b) os fatos e os fundamentos. Art. sendo instalados de forma conjunta ou separada. independentemente de ordem judicial expressa. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis serão criados por Provimento da Corregedoria Geral da Justiça. inclusive nas Comarcas contíguas. podendo. Os conciliadores terão livre acesso à serventia em que atuam. data para audiência de conciliação. 310. de forma sucinta. consultar os autos de processo. fazendo constar o disposto no artigo 14 da Lei 9. Seção III . Art. 313. Seção IV . Compete aos Núcleos de Primeiro Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis: I – reduzir a termo o pedido inicial formulado pela parte desassistida de advogado. de imediato. Os Oficiais de Justiça Avaliadores em atuação nos Juizados Especiais deverão: I – proceder às citações e/ou intimações em todos os endereços constantes do mandado. de acordo com a conveniência e oportunidade da Administração. c) o objeto e seu valor. II – lacrar os bens móveis penhorados para impedir o uso dos mesmos. Compete aos Núcleos de Distribuição. no horário previsto no artigo 150.099/95. Parágrafo único. Autuação e Citação dos Juizados Especiais Cíveis – NADAC: Página 116 de 192 . desde que possuam competência concorrente. fazendo-se constar à inscrição “penhorados pela Justiça”. §2º.

II – proceder a sua autuação. conforme o caso. dirigidas aos Juizados Especiais Cíveis. antes da audiência de conciliação. em conformidade com os artigos 310 a 314. nos casos de pedido de tutela antecipada ou de medida liminar. Em sede de Juizado Especial Cível. com recebimento ou não. sem autuação. capacidade e legitimidade das partes e fazê-los. § 1º. O serventuário do Juizado Especial Cível praticará. para serem apreciadas pelo Juiz. proceder-se-á à distribuição do feito por sorteio. o comprovante de entrega ou o Aviso de Recebimento devolvido. Art. examinando a observância do disposto no inciso I do artigo anterior. por atendimento. V – distribuir as cartas precatórias recebidas. III – juntar aos autos do processo. conclusos. imediatamente. automaticamente. 315. II – certificar nos autos a inobservância dos requisitos previstos nos artigos 3º. acompanhada de cópia da petição inicial. a distribuição de petições iniciais limitar-se-á a dez por advogado ou parte. 316. os seguintes: I – proceder. designandose. Após a distribuição. as iniciais a que se referem os artigos 312 e 313 serão encaminhadas imediatamente. IV – elaborar guia de postagem encaminhando a correspondência ao SEED. à serventia. 4º e 8º da Lei dos Juizados Especiais. no tocante à competência material. Não se fará distribuição por dependência no NADAC sem determinação judicial. juntamente com as execuções por título extrajudicial. Art. data para audiência de conciliação. com Comprovante de Entrega ou Aviso de Recebimento (AR).Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Cíveis Art. Nas comarcas onde houver Juizados com competência concorrente. Seção V . territorial. 314. Página 117 de 192 . III – expedir a citação remetendo-a via postal. entre outros atos ordinatórios. § 2º. caso a serventia não possua Núcleo de Primeiro Atendimento e/ou NADAC. de imediato. IV – intimar as partes e testemunhas por qualquer meio idôneo disponível. sendo a audiência de conciliação designada automaticamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – distribuir as petições iniciais.

II – efetivação durante o horário de expediente. qualquer petição inicial com pedido de tutela antecipada ou de concessão de liminar. 317. servindo a própria deprecata como mandado. IX – confirmar o recolhimento de custas no caso de pedido de desarquivamento de autos. as petições que: a) contenham tão só cálculos atualizados de débitos sem qualquer requerimento. VI – dar cumprimento às cartas precatórias recebidas. observados os seguintes requisitos: I – realização por servidor designado em portaria do Juízo. X – levar à conclusão. Subseção I . pela via telefônica. encaminhar os autos ao Conselho Recursal. VII – comunicar fatos e solicitar informações e documentos ao Juizado deprecante via telefônica ou por qualquer outro meio idôneo. XII – certificando a tempestividade das contra-razões. mesmo nas Comarcas onde haja PROGER. sempre que a parte ou seu advogado comparecerem espontaneamente. por atendimento.Da intimação por via telefônica Art. XI – intimar a parte autora para dizer se dá quitação. utilizando-se sempre a mesma linha ou ramal telefônico. mediante autorização do juiz. independente de registro e autuação. VIII – receber diretamente em Cartório.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V – proceder às intimações. A consulta aos autos de processos em sede de Juizado Especial Cível fica limitada a 05 (cinco) processos por advogado ou parte. Página 118 de 192 . os atos de mero expediente e as decisões não recorríveis poderão ser comunicados às partes. Parágrafo único. imediatamente. inclusive adjuntos. podendo se realizar em horário distinto. c) contenham mera comunicação de endereço. b) sejam encaminhadas por parte desassistida de advogado. certificando nos autos. Nos Juizados Especiais Cíveis do Estado do Rio de Janeiro.

além dos atos ordinatórios elencados nos artigos 248. incumbindo-lhes o ônus de informar nos autos eventual alteração. devendo orientar o intimando para que obtenha quaisquer esclarecimentos com o advogado constituído ou no cartório. § 2°. a requisição de boletim de atendimento médico da vítima. por via postal. No caso de decisões interlocutórias recorríveis e de sentenças poderá ser utilizada a via telefônica. laudo de exame de corpo de delito. no que couber. se consta processo anterior contra o autor da infração e se este já foi beneficiado com transação penal. certificação de leitura de seu inteiro teor e eventuais circunstâncias relevantes à execução da diligência. o representante da Defensoria Pública. § 1°. a fim de que se promova sua intimação. § 3°. V – elaboração de certidão. nem esclarecer dúvidas não relacionadas à diligência. contendo data e horário da diligência. com o interlocutor. dos processos recebidos por declínio de competência e das cartas precatórias. se for o caso. observando. para convocação da parte para comparecer à secretaria do Juízo. As partes deverão informar uma linha telefônica para que possam ser encontradas ao longo do processo. certificando-se nos autos. número do telefone contatado. 318.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – prévia confirmação. II – certificar a data designada para audiência preliminar. as disposições dos parágrafos anteriores. de dado constante do processo que o identifique como sendo o intimando. do Juízo onde tramita e do servidor responsável pela diligência. O servidor responsável pela diligência não poderá prestar outras informações que não as contidas no despacho ou decisão em questão. pelo servidor responsável pela diligência. despacho ou decisão objeto da intimação. observando o cumprimento do inciso XXI do artigo 147. § 1º. os seguintes: I – certificar nos autos dia e hora do recebimento na serventia do termo circunstanciado. nome completo da pessoa intimada. tal como número do documento de identidade ou CPF.Das rotinas aplicáveis aos Juizados Especiais Criminais Art. no que couber. intimando o representante do Ministério Público e. e 271. por qualquer meio idôneo. Seção VI . ou ainda informação sobre o comparecimento da vítima a exame. dado constante do processo que serviu para identificá-la (inciso III). O serventuário do Juizado Especial Criminal praticará. laudo de exame de substância entorpecente ou qualquer outra peça técnica. bem como as partes. IV – providenciar. ou no livro tombo. Página 119 de 192 . estas. IV – informação ao interlocutor do número do processo. tão somente. III – consultar no sistema informatizado de acompanhamento de processos.

II . Página 120 de 192 . de modo que não prejudique os serviços. IX . VII – providenciar a intimação do Defensor Público para as audiências de instrução e julgamento. dando ciência ao autor da infração de que deverá comparecer a Cartório para recebimento de cópia da denúncia ou ciência do arquivamento no prazo estabelecido pelo Juiz. Art 318-A – O Magistrado designará servidor para atuar na função de Supervisor de Conciliação. zelando pelos esclarecimentos das questões fáticas. diante de quantitativo acentuado de faltas não justificadas.Recrutar e organizar as equipes de conciliadores. VII . sugerindo ao magistrado o desligamento destes. XIII – Indicar e treinar seu substituto.Gerenciar as audiências. XI – Controlar o lançamento das assentadas no sistema DCP. encaminhando os horários e datas para as delegacias. com as seguintes atribuições: I . os termos e conteúdo das assentadas. VIII. VI – fazer imediata vista dos autos ao Ministério Público.Organizar a vinda e devolução dos processos quando das audiências preliminares.Preparar as pautas de audiência.Controlar a freqüência dos conciliadores.Providenciar a inscrição dos conciliadores. preferencialmente através da ESAJ. as audiências preliminares. em cursos na área de mediação e temas jurídicos de interesse da área de atuação. V . e a atualização dos dados. X . inclusive. na ausência do conciliador. conforme critério fixado pelo magistrado.Controlar o cadastro dos conciliadores. quando o autor da infração não comparecer a audiência preliminar acompanhado de advogado. providenciando a formação e treinamento.Realizar.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 V – organizar semanalmente a pauta de audiências preliminares. IV . quando na audiência preliminar não se obtiver acordo.Supervisionar todas as audiências preliminares. XII – Preparar questionários para que os usuários avaliem o desempenho do serviço prestado pelos conciliadores. III. VI .Controlar o pregão. bem como almejando a composição das partes.

onde será observado o inciso VI do artigo 316 desta Consolidação. Art. § 3º. além dos dados previstos no artigo 276 desta Consolidação. acompanhado de cópia da denúncia ou queixa. II – determinar o arquivamento. 68 da Lei 9. Art. se for o caso. Art. quando transitada em julgado a sentença ou proferida decisão após a fase preliminar que: I – homologar acordo civil. Art. 322. o Titular de Direção de Serventia deverá certificar tal fato nos autos. o Titular de Direção de Serventia deverá dar ciência imediata aos presentes de nova data para o ato.099/95. certificando no próprio mandado o resultado. Obtido acordo civil. da Lei 9. observada a restrição do art. § 1º. parágrafo único. observada a regra do art. salvo a hipótese de cartas precatórias oriundas de Juizados Especiais de outros Estados ou de Juízo Comum. § 2º. publicado no DJERJ de 24/08/2009) Art. sendo desnecessária a expedição de carta precatória. dando ciência do lapso decadencial do direito de representação ou de queixa. Recebendo o mandado de outro Juizado sem tempo hábil para cumprimento. Sempre que não for possível a realização de qualquer audiência. Havendo mais de um Juizado Especial Criminal na Comarca. 323.099/95. O ofício por meio do qual se indague o destino de inquérito ou processo. procurando obter nova data para o ato. renúncia ao direito de representação. dando em seguida ciência às partes. O Titular de Direção de Serventia de imediato expedirá as comunicações de baixa na distribuição e para anotação no Instituto Félix Pacheco. 76. Os atos de intimação serão feitos por carta com Aviso de Recebimento e os de citação por mandado acompanhado de cópia da denúncia ou queixa. da Lei 9. Quando a vítima comparecer a cartório pela primeira vez.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Artigo criado pelo Provimento nº 57/2009. 324. 319. a menção expressa ao disposto no art. o mandado poderá ser remetido. 321. por qualquer meio hábil de comunicação. § 6º. Página 121 de 192 . conterá. diretamente ao Juizado Especial Criminal. Art. o Titular de Direção de Serventia fará de imediato os autos conclusos ao Juiz para sentença.099/95. o mandado será encaminhado diretamente ao Juizado com competência sobre a respectiva região. o Titular de Direção de Serventia estabelecerá contato telefônico ou por qualquer outro meio de comunicação com o Titular de Direção de Serventia do Juizado de origem. expedido para obter esclarecimento de folha de antecedentes criminais. Sendo necessária a intimação ou citação por Oficial de Justiça em outra comarca. de queixa ou transação penal em audiência preliminar. 320. 84.

o disposto nesta Consolidação. No caso de sentença condenatória ou absolutória. no que couber.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – julgar extinta a punibilidade. Página 122 de 192 . 325. Art. o Titular de Direção de Serventia observará o atendimento das obrigações estabelecidas. 326. Imposta sanção através de transação penal. fazendo os autos conclusos ao Juiz em caso de descumprimento. Art. observar-se-á.

§ 2º. desde que comprovem. 327. as férias. o mandado que lhe for distribuído. as diligências realizadas no dia anterior. ao Oficial de Justiça Diretor da Central de Mandados ou ao Encarregado pelo expediente. até às 18h. § 1º. Os auxiliares do Juízo de que trata este capítulo observarão. ficam a cargo do Titular de Direção de Serventia. ou do Encarregado pelo expediente. 329. Página 123 de 192 . 328. O Oficial de Justiça Avaliador exercerá suas funções junto ao Cartório Judicial. à serventia.Do Analista Judiciário na Especialidade de Execução de Mandados – Denominação funcional de Oficial de Justiça Avaliador Subseção I .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 CAPÍTULO III – DOS AUXILIARES DO JUÍZO Art. não terá seu ponto cortado quando da ausência da serventia por até um dia a mais desta regra. O descumprimento do disposto no parágrafo anterior acarretará o corte de ponto pelo superior hierárquico mencionado. O Oficial de Justiça Avaliador cumprirá. até às 18h. do Diretor da Central de Mandados. que dará ciência aos respectivos Juízes de Direito das ocorrências verificadas.. qualquer que seja a natureza do vínculo ao Poder Judiciário. declinando nome e função e apresentando. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional do Oficial de Justiça Avaliador. O Oficial de Justiça Avaliador é hierarquicamente subordinado ao Juiz de Direito e administrativamente vinculado ao Titular de Direção de Serventia. as licenças. no tocante às suas atividades e no que couber. O ponto. a carteira funcional. no dia seguinte. § 3º. Art. ou a qualquer outro órgão da administração onde for designado. devolvendo os mandados cumpridos. se delegado for pelo Magistrado. Subseção II . devidamente certificados. O Oficial de Justiça Avaliador está obrigado à assinatura do ponto em dias alternados. ao NAROJA – Núcleo de Apoio Recíproco aos Oficiais de Justiça Avaliadores. 330. Seção I .Disposições gerais Art. No entanto. a Central de Mandados. as normas de caráter geral a que estão sujeitos os servidores da Justiça e as normas específicas previstas nesta Consolidação. a freqüência. pessoalmente. obrigatoriamente.Do cumprimento do mandado judicial Art. exibindo-o e identificando-se no início da diligência.

ou de altíssima periculosidade. § 1º. salvo se houver expressa determinação fundamentada do Juiz de Direito. Art. em livro próprio. do primeiro dia útil subseqüente à data da disponibilização do mandado. nos mandados de citação referentes às ações de investigação de paternidade. da Central de Mandados. Os atos processuais serão cumpridos no prazo de 20 (vinte) dias. nas Comarcas onde não houver instalado o SCM. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de cadastramento. ou no sistema informatizado de distribuição de mandados do cartório. O Oficial de Justiça Avaliador lerá o conteúdo do mandado e fornecerá à parte interessada a contrafé. Incompleto o cumprimento do ato processual. § 3º. Art. Art. § 2º. Art. 337. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. e diretamente encaminhado ao setor de capturas da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (POLINTER) para cumprimento. Computa-se o início do prazo. Página 124 de 192 . 333. o número da identidade do réu. salvo nos feitos onde tiver sido decretado o sigilo legal. do NAROJA. 331. Neste caso o OJA deverá solicitar a suspensão do prazo ao Juízo prolator da decisão. situação em que o referido documento deverá estar acompanhado de cópia da determinação emanada pelo Juiz de Direito. Art. Deverá ser transcrito. requerendo novo prazo ao Juiz de Direito. É vedada a entrega pelo Oficial de Justiça Avaliador de ofícios e afins. O Oficial de Justiça Avaliador não efetuará diligência sem que o respectivo mandado conste registrado oficialmente em seu nome. 334. o Oficial de Justiça Avaliador certificará o ocorrido. bem como o nome de seus genitores. deverá ser minuciosamente certificado pelo Oficial de Justiça Avaliador. Onde houver Central de Mandado ou NAROJA. O mandado de prisão em que o local da diligência estiver localizado em endereço inexistente. 336. ou do respectivo órgão ao qual esteja vinculado. II – a diligência depender de agendamento em Depósito Público e a data agendada excedero prazo determinado no caput. 335. Art. de difícil acesso. a contar da disponibilização do mandado regular e válido. 332. O Oficial de Justiça Avaliador deverá certificar sobre a preservação da integridade física do preso. Excetuam-se os casos em que: I – a data da efetivação da diligência seja pré-determinada pela autoridade judiciária.

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§ 1º. Onde houver Central de Mandado ou NAROJA, a dilação de prazo será requerida, em formulário próprio, onde constarão as razões do não cumprimento do prazo legal, que serão encaminhadas ao Juiz de Direito para decisão. § 2º. No caso do parágrafo anterior, o mandado continuará com o Oficial de Justiça Avaliador, sendo comunicado pelo Diretor da Central ou Encarregado pelo Expediente da decisão do Juiz de Direito. Dilatado o prazo, este será lançado no sistema informatizado - SCM. Art. 338. O Oficial de Justiça Avaliador fará constar das certidões de citação, notificação ou intimação a qualificação do citado, notificado ou intimado, para tanto lhe exigindo que exiba, no ato da diligência, a respectiva identificação, certificando eventual recusa, neste caso, podendo descrever sua aparência fisionômica. Parágrafo único. O Oficial de Justiça Avaliador deverá lavrar certidões circunstanciadas e autos de forma clara e objetiva, fazendo constar, além dos elementos e requisitos exigidos pela lei processual, a indicação do dia, hora e lugar da diligência, bem como todos os dados e elementos verificados no cumprimento do mandado, inserindo o próprio nome por extenso e o número da respectiva matrícula. Art. 339. Dos autos de penhora ou arresto constarão, além dos elementos e requisitos exigidos pela lei processual: I – os dados que permitam sua precisa identificação, tais como numeração oficial do prédio, código de logradouro, inscrição fiscal, características e confrontações, tratando-se de bem imóvel; II – a marca, o tipo, a cor, o ano de fabricação e o número do chassis e do motor, bem como a placa de licenciamento e o estado em que se encontra, em caso de veículo; III – descrição pormenorizada, consignando-se os elementos característicos de instrumentos e aparelhos, marca, número de série e outros dados necessários à individualização, tratando-se de bem móvel. Art. 340. O Oficial de Justiça Avaliador entregará ao depositário o bem objeto de penhora, arresto, seqüestro ou busca e apreensão a que proceder. Art. 341. Se houver recusa, resistência ou ausência do detentor regularmente intimado ou notificado, o bem será removido para o depósito público, onde houver, ou para o depósito judicial designado, mediante arrolamento, sendo o transporte adequado providenciado pela parte interessada, devendo constar do mandado a previsão do artigo 402 desta Consolidação, quando o magistrado autorizar a alienação de bens recolhidos ao Depósito Público há mais de 90 dias. Art. 342. Quando necessário, o Oficial de Justiça Avaliador recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências, procurando comunicar-se com a
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autoridade competente por todos os meios disponíveis.Ficam vedados ao Oficial de Justiça Avaliador, a condução de testemunhas e o transporte de presos, doentes ou menores infratores em seu veículo particular. § 1º. A parte interessada providenciará os meios necessários para o cumprimento do mandado, colocando-os à disposição do Oficial de Justiça Avaliador, do Diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou do responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, a quem caberá a marcação da data e do horário para a efetivação da diligência, verificando a disponibilidade do Depósito Público, quando necessária a remoção de bens. § 2º. O agendamento da diligência será anotado em livro próprio ou no sistema de informática, devendo conter o nome dos Oficiais de Justiça Avaliadores que cumprirão o mandado, os dados do processo, o nome do advogado que acompanhará a diligência, o número de sua inscrição na OAB e de seu telefone profissional. Art. 343. O Oficial de Justiça Avaliador de plantão ficará à disposição do respectivo Juiz, do diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou do responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA para atender às determinações legais, durante o horário que for estipulado em cada caso. Art. 344. Ao cumprir ordem de constrição judicial, o Oficial de Justiça Avaliador limitar-se-á ao necessário para a satisfação do crédito (principal, acessório e custas), observada a gradação estabelecida na lei processual. § 1º. O Oficial de Justiça Avaliador não realizará a penhora se a parte ou seu procurador comprovar o pagamento através de cópia da guia de depósito ou da petição protocolada de oferecimento de bens para garantia da execução, devendo, quando possível, juntá-la ao mandado; ou ainda, se houver comunicação do Cartório acerca dessas ocorrências. § 2º. Quando indivisíveis os bens ou difícil a apuração do arresto à primeira vista, fica a critério do Oficial de Justiça Avaliador a observância da margem de excesso de penhora. § 3º. Para fins de citação e intimação, a serem praticadas através de Oficiais de Justiça Avaliadores, comarca contígua será a área geográfica fronteiriça, de fácil comunicação, podendo ser caracterizada pelo todo ou parte da comarca. Art. 345. Os auxílios e substituições entre Oficiais de Justiça Avaliadores observarão o seguinte: I – em caso de férias, licenças ou faltas, ocorrerão dentro da mesma Vara, Central de Cumprimento de Mandados ou do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA; II – em caso de não haver Oficial de Justiça Avaliador em exercício na Vara, os auxílios e substituições far-se-ão pelos Oficiais de Justiça Avaliadores lotados
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nas Varas de mesma competência, observada a ordem crescente de numeração, seguindo-se a primeira à última; III – o Oficial de Justiça Avaliador não receberá mandados nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio, prazo em que cumprirá os mandados remanescentes, sob pena de adiamento por imperiosa necessidade de serviço. Parágrafo único. Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão, por tempo não superior a 15 (quinze) dias, os mandados em poder dos Oficiais de Justiça Avaliadores não serão devolvidos para redistribuição, salvo nos casos de urgência, analisados pelo Juiz. Subseção III - Das Centrais de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores – NAROJA Art. 346. Haverá Centrais de Cumprimento de Mandados e Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, integrados pelos Oficiais de Justiça Avaliadores lotados nos foros das respectivas Comarcas. § 1º. O Corregedor-Geral da Justiça poderá determinar a implantação de Central de Cumprimento de Mandados e de Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA que atenda ao foro central da Comarca da Capital, a setores específicos deste ou a grupos de Comarcas. § 2º. As Centrais de Cumprimento de Mandados e os Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA serão coordenados, sob a supervisão da Corregedoria Geral da Justiça, pelo Juiz Diretor do Fórum ou por um dos Juízes de Direito da Comarca, nomeado pelo Corregedor-Geral da Justiça. § 3º. Os Oficiais de Justiça Avaliadores em atuação nas Centrais de Cumprimento de Mandados e nos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA, não realizarão pregão, nem coadjuvarão os Juízes em audiências, salvo naquelas hipóteses em que haja expressa previsão legal. Art. 347. Compete ao Juiz Coordenador a superintendência das Centrais de Cumprimento de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores - NAROJA: I – dividir a Comarca em zonas de atuação, de acordo com a conveniência do serviço e com o número de Oficiais de Justiça Avaliadores em exercício, atribuindo um código a cada zona, vedada a adoção do critério de divisão de tarefas em razão da matéria; II – designar os Oficiais de Justiça Avaliadores com atribuição para cada uma das zonas;

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Os mandados expedidos serão encaminhados à Central de Cumprimento de Mandados ou ao Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Página 128 de 192 . Art. aos plantões em fins de semana e feriados. no valor de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração do padrão do respectivo cargo. a entrega e a devolução de mandados. mediante relação própria. no prazo de 24 horas os mandados cumpridos pelos Oficiais de Justiça e baixados no Sistema da Central de Mandados. III – encaminhar os mandados aos cartórios de origem. verificando a existência de certidão do Oficial de Justiça Avaliador. 349. e aos Juízes que permanecerem no foro após o encerramento do expediente. 348. Parágrafo único. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. os mandados que não possuírem as condições para cumprimento pelos Oficiais de Justiça Avaliadores. sem função gratificada. de acordo com as zonas de atuação. O Oficial de Justiça Avaliador que desempenhar função de direção da Central de Cumprimento de Mandados receberá gratificação pelo exercício desta função. II – elaborar relação mensal de mandados com prazo de cumprimento excedido. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 III – designar os Oficiais de Justiça Avaliadores que atenderão às sessões do Tribunal do Júri. V – devolver aos cartórios. cobrando aqueles em atraso. os mandados. IV – registrar e distribuir. VI – devolver aos cartórios. 350. às medidas urgentes ou específicas determinadas durante o expediente forense. controlando a distribuição. respeitados os limites de horário para baixa diária estipulados por cada serventia. O Juiz Coordenador da Central de Cumprimento de Mandados ou do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . VIII – acompanhar os prazos de cumprimento dos mandados entregues aos Oficiais de Justiça Avaliadores. O Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . e entregando-os contra recibo lançado na respectiva cópia da relação. bem como a freqüência dos Oficiais de Justiça Avaliadores. bem como os mandados certificados que lhe forem devolvidos. Art.NAROJA designará servidor para responder pelas Centrais de Cumprimento de Mandados e pelos NAROJAS. com a designação de quantitativo suficiente para o atendimento das medidas urgentes. em 24 horas. para as tarefas administrativas.NAROJA contará com serventuário. VII – organizar a escala de plantão diário. dando a respectiva baixa no sistema SCM ou em livro de protocolo. atribuindo-lhe: I – organizar e manter os serviços internos. no prazo de 24 horas.

O Oficial de Justiça Avaliador não dará cumprimento ao mandado. sob pena de responsabilidade funcional. § 2º. quando os locais a serem diligenciados situarem-se em mais de uma zona territorial.NAROJA receberão mandado diretamente do interessado. Após cumprimento e devolução. pelo Oficial de Justiça Avaliador de plantão responsável pelo mandado. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação ou em livro de protocolo. É vedada a indicação de Oficial de Justiça Avaliador pela parte ou seu procurador. que receberá novo prazo para cumprimento. § 1º. os casos de urgência em que haja expresso deferimento. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. salvo se prazo distinto for assinalado pelo Juiz da causa. ao Oficial Responsável pela zona territorial subseqüente. § 2º. pelo Juiz da causa. Art. § 3º.NAROJA ou do Juiz de Direito Diretor do Foro. em 24 horas. salvo prévia autorização do Juiz Coordenador das Centrais de Cumprimento de Mandados e dos Núcleos de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . bem como o direcionamento dos mandados expedidos ao Oficial de Justiça de plantão. § 1º. Nos casos de cumprimento de medidas urgentes em que tenha que prosseguir diligência fora de sua área de atuação. Será expedido apenas um mandado quando se tratar de mais de um endereço para o mesmo destinatário. nessa última hipótese.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Justiça Avaliadores . Página 129 de 192 . observada a redistribuição do mandado caso haja indicação de outro endereço a ser diligenciado. 351. O mandado devolvido sem cumprimento conterá certidão assinalando o motivo. É defeso ao Oficial de Justiça Avaliador transferir a outrem a execução do mandado. por meio de relação de entrega. o mandado deverá ser redistribuído. o Oficial de Justiça informará ao Juiz e descreverá os fatos por meio de certidão circunstanciada. imediatamente. ressalvados. Em nenhuma hipótese. Expedir-se-ão tantos mandados quantos forem os destinatários dos atos processuais a serem realizados. Art. A distribuição de mandados observará as zonas de atuação do Oficial de Justiça Avaliador segundo a escala vigente. correspondentes a mais de um Oficial de Justiça Avaliador. da qual constará apenas o número dos respectivos processos. 352. As medidas urgentes serão cumpridas. § 3º. fora da sua zona de atuação. § 1º. o Oficial de Justiça Avaliador e os demais servidores da Central de Cumprimento e do Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . pelo diretor da Central de Cumprimento de Mandados ou pelo Responsável pelo Núcleo de Auxílio Recíproco de Oficiais de Justiça Avaliadores . devendo ser distribuído ao Oficial de Justiça Avaliador responsável pela primeira zona territorial. por escrito.NAROJA.NAROJA.

durante a diligência.O agendamento das diligências de Busca e Apreensão e Reintegração de Posse de veículos será realizado no dia de plantão de Oficial de Justiça detentor do respectivo mandado. devendo constar: I . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 3º .o número do processo.o número do mandado a ser cumprido.A parte interessada no agendamento da diligência e o Oficial de Justiça detentor do mandado deverão apor suas assinaturas no Livro de Agendamento de Diligências. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 1º – As informações deverão ser lançadas pelo Responsável pela serventia no “histórico do mandado”. V . VI . publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 4º . III . Art. As dúvidas referentes ao cumprimento das medidas urgentes poderão ser dirimidas pelo Juiz Coordenador.o nome das partes.o tipo de diligência. Escrivães e Responsáveis pelo Expediente e será anotado no Livro de agendamento de diligências.o dia e o local onde ocorrerá. II . quando.As diligências tratadas neste Provimento deverão ser cumpridas por 2 (dois) Oficiais de Justiça Avaliadores. 352-A . IV . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. exclusivamente. ferramenta disponível no Sistema Central de Mandados – SCM.É vedado o agendamento de diligências por telefone. (Artigo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 2º . (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. publicado no DJERJ de 25/09/2009) Página 130 de 192 . o número da inscrição na OAB e o número do telefone do advogado. o Oficial de Justiça Avaliador não conseguir contatar o Juiz prolator da ordem. ressalvados os casos dos jurisdicionados assistidos pela Defensoria Pública.nome do advogado (ou estagiário). pelos Diretores das Centrais de Mandados.

informando. excetuando-se os casos em que fique evidenciado o perigo de perda do bem.Ante a obrigatoriedade do cumprimento dos mandados judiciais no prazo de 20 (vinte) dias. publicado no DJERJ de 03/11/2009) Página 131 de 192 . publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 7º . nos moldes do parágrafo anterior. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.Verificando o OJA que o endereço a ser diligenciado está fora de sua área de atuação deverá. ainda. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. ao Encarregado da Central o ocorrido para anotação no livro próprio. vedando-se qualquer pedido de dilação de prazo.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 5º .A escala mencionada no parágrafo anterior deverá ser afixada no quadro de publicidade da serventia. bem como o critério cronológico de ingresso dos mandados na respectiva Central. tal como carta de preposto ou autorização para agendamento. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.A diligência de busca e apreensão que será cumprida por dois Oficiais de Justiça. sendo vedado ao OJA sua entrega a terceiros. devolvê-lo a Central de Mandados/Cartório para efeito de redistribuição. após certificar.Somente os profissionais mencionados no parágrafo anterior poderão receber o veículo apreendido em depósito. ciência ao magistrado. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 8º . (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009. deverá lavrar certidão pormenorizada. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 12 . vedada a utilização de qualquer outro meio de delegação. publicado no DJERJ de 25/09/2009) § 6º . publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 9º . obedecerá para fins de nomeação do segundo Oficial de Justiça. os encarregados deverão confeccionar escala de comparecimento semanal dos Oficiais de Justiça para agendamento das diligências de Busca e Apreensão de veículos.O agendamento referido no caput observará as prioridades decorrentes da legislação vigente.No caso de evidente necessidade do OJA em dar prosseguimento à diligência. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 11 . dando-lhe. (Parágrafo criado pelo Provimento CGJ nº 69/2009. (Parágrafo acrescentado pelo Provimento CGJ nº 77/2009.O agendamento de que trata este artigo será realizado somente por advogado ou estagiário com procuração nos autos ou mediante substabelecimento válido. o critério objetivo da área geográfica subseqüente. publicado no DJERJ de 03/11/2009) § 10 . quando não se tratar da mesma área de atuação. após o efetivo cumprimento.

Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção II . Os avaliadores judiciais devolverão ao cartório de origem os mandados que lhes tenham sido remetidos e cujas custas devidas não tenham o recolhimento confirmado no prazo de 10 (dez) dias. devolvendo os mandados cumpridos à CAJ. o Avaliador é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CAJ. as licenças. O Avaliador judicial poderá requerer. (Redação antiga) § 2º . (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio a impossibilidade de gozo concomitante pelos Avaliadores Judiciais que atuam na mesma área geográfica. nas demais Comarcas. as diligências realizadas no dia anterior. até as 18h. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. republicado no DJERJ de 13/05/2010) II – Deverá ser observada.O Avaliador está obrigado à assinatura do ponto em dias alternados. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. ao Juízo. a contar do recebimento respectivo. a freqüência. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos Avaliadores Judiciais e dos demais serventuários lotados na CAJ ficam a cargo do Encarregado pela CAJ. e sempre que a natureza dos bens a serem avaliados assim o exigir. findo o qual devolverá o mandado ao cartório. dilação do prazo previsto no caput. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. até as 18hs. (Redação antiga) Art. no dia seguinte. 353.. No entanto. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Página 132 de 192 . O Avaliador Judicial exercerá suas funções junto à Central de Avaliadores Judiciais – CAJ na Comarca da Capital e. caso em que o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Titular de Direção de Serventia e terá o prazo ampliado para 30 (trinta) dias. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. No caso de Central de Avaliadores Judiciais – CAJ. 353. (Redação antiga) § 1º.Do Avaliador Judicial Subseção I . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010.O ponto. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. fundamentadamente. devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado. as férias. não terá seu ponto cortado quando da ausência da serventia por até um dia a mais desta regra aqueles que comprovarem. O mandado de avaliação será cumprido em 10 (dez) dias. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º.

O Avaliador terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas. ao Avaliador. O mandado de avaliação será cumprido pelo Avaliador Judicial designado. 354. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 51/2010. b) a diligência depender de agendamento. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado. findo o qual devolverá o mandado. O mandado de avaliação será cumprido pelo Avaliador Judicial designado. 6) I . de maneira a evitar demora e possíveis exigências do competente Oficial de Registro. II . o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de disponibilização do mandado.Do Cumprimento do mandado de avaliação (Acrescentado) Art. no prazo de 10 (dez) dias. Onde houver CAJ o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Encarregado pela Central. onde houver CAJ. Neste caso o Avaliador deverá permanecer com o mandado e solicitar a suspensão do prazo ao Juiz prolator da decisão ou. 354. caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. os elementos necessários a precisa descrição deste e suas confrontações.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Subseção II . sendo imóvel o bem objeto da avaliação. devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação. a contar da data do recebimento virtual. IV . às fls. findo o qual devolverá o mandado. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. pela CAJ. ao Juiz Coordenador. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado.Computa-se o início do prazo. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Avaliadores Judiciais. publicado no DJERJ de 03/09/2010 e retificado por apostila publicada no DJERJ de 13/09/2010. (Redação antiga) Art. Página 133 de 192 .Excetuam-se os casos em que: a) a data da efetivação da diligência seja pré-determinada pela autoridade judiciária. no prazo de 20 (vinte) dias. caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. Onde houver CAJ o Avaliador Judicial comunicará o fato ao Encarregado pela Central. O Avaliador Judicial exigirá do interessado. 354. III . republicado no DJERJ de 13/05/2010) (Redação antiga) Art. devidamente cumprido ou informado com as razões que impediram a avaliação. do primeiro dia útil subseqüente à data do recebimento do mandado. para devolver o mandado que não pertença a sua área de atuação. no caso de bens acautelados no Depósito Público. e a data agendada exceder o prazo determinado no caput.Onde houver Central de Avaliadores Judiciais.

O Avaliador Judicial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. além de cópia das primeiras declarações ou do termo de penhora. quando for o caso. Onde não houver CAJ a dilação será requerida nos autos. quando for o caso. sendo um mandado para cada bem imóvel ou para bens móveis localizados no mesmo endereço e. que por suas características ou peculiaridades. VI . (Redação antiga) Art. ao Juiz Coordenador. com matrícula no Registro Geral de Imóveis. IX – O Avaliador Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos. o Avaliador Judicial poderá requerer. será expedido um mandado para cada localidade. Entende-se como unidade imobiliária o bem indiviso. O mandado de avaliação deverá estar acompanhado dos elementos imprescindíveis à realização da diligência. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Parágrafo único. 355. V – Onde houver CAJ. quando necessário. (Incisos I a IX incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. Página 134 de 192 . VIII . ao Juiz prolator da decisão. bem como por qualquer outro servidor lotado na CAJ.Quando imperioso. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010.O Avaliador Judicial não efetuará diligência sem que o respectivo mandado conste registrado oficialmente em seu nome ou no sistema informatizado próprio e tenha sido validado pelo Encarregado. ou pessoa estranha a justiça. por tempo não superior a 15 (quinze) dias. implique a necessidade de avaliação uniforme. permanecendo o mandado com o Avaliador. e sempre que a natureza dos bens a ser avaliados assim o exigir. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências. VII . colocando-os à disposição do Avaliador Judicial e do Encarregado pela Central de Avaliadores Judiciais. ou seja.No caso de bem imóvel. fundamentadamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) nos casos de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. proceder a retificações ou atender a determinações judiciais nos autos cujo mandado de avaliação foi por ele cumprido. unidade imobiliária de bem indiviso. onde houver instalada Central de Avaliadores Judiciais. os elementos necessários a precisa descrição são a certidão de Registro de Imóveis e a guia de IPTU ou ITR. conforme o caso. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . O mandado de avaliação será cumprido pessoalmente pelo Avaliador Judicial sendo vedado o cumprimento por outro Avaliador. dando ciência ao Juiz Coordenador da CAJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado. no prazo de 10 (dez) dias quando não houver prazo predeterminado pela autoridade judicial. a quem caberá a marcação da data e do horário para a efetivação da diligência. O requerimento será feito em formulário próprio. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. em se tratando de bens localizados em endereços distintos. a parte interessada providenciará os meios necessários para o cumprimento do mandado de avaliação. dilação do prazo previsto no caput. 355.

(Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 358. 356. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. a cor. o modelo. Art. o número de motor e de Página 135 de 192 . considerado o seu preço médio para venda à vista. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010.Na avaliação de bem móvel.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II . a cor. (Redação antiga) Art. assim como expressa referência ao estado em que se encontra. sendo suficiente. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. O encaminhamento do mandado de avaliação será feito por meio de relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. o Avaliador Judicial fará constar do laudo sua descrição pormenorizada. o Avaliador Judicial fará constar do laudo o tipo.Da Central de Avaliadores Judiciais (Acrescentado) Art. com todos os dados lançados corretamente no sistema informatizado. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Subseção III . de modo a permitir pronta e segura identificação. Ao Avaliador Judicial não cabe investigar a titularidade da propriedade dos prédios confrontantes com a do objeto da avaliação. Onde houver CAJ os mandados expedidos serão encaminhados à Central de Avaliadores Judiciais. Na lavratura do laudo de avaliação. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. É vedada a divulgação antecipada dos laudos lavrados aos patronos e/ou partes. 357. Na avaliação de veículo. deverão ser observadas e discriminadas as normas previstas no artigo 355. pela CAJ. na descrição. (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. O laudo de avaliação deve exprimir e corresponder ao real valor do bem. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º. o ano de fabricação. o ano de fabricação. o fabricante. III . Na avaliação de bem móvel.Na avaliação de veículo. assim como expressa referência ao estado em que se encontra. atribuição pessoal do Avaliador. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. o modelo. o elemento necessário a precisa identificação do bem é a sua descrição pormenorizada. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 2º. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. o número de chassis e a placa de licenciamento. 357. indicá-los de conformidade com o título hábil que lhe seja exibido. os elementos necessários a precisa descrição são o tipo. levando-se em conta os indispensáveis elementos de ordem técnica e econômica que sirvam de base para o cálculo ou a estimativa. de modo a permitir pronta e segura identificação. o fabricante.

(Redação antiga) Art. O laudo de avaliação deve exprimir e corresponder ao real valor do bem. diariamente. 359. III – Cadastrar todos os dados relativos ao mandado de avaliação no sistema informatizado e a providência a ser tomada. II – Receber dos Cartórios. servindo uma de recibo. IV – Verificará e certificar o recolhimento das custas judiciais devidas pela avaliação. diariamente.CAJ. a quem caberá responder pela CAJ. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I . O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela Central. que servirá para consultas e após. aguardando por 10 (dez) dias a comprovação do recolhimento pelo patrono: Página 136 de 192 . considerado o seu preço médio para venda à vista. b) designar os Avaliadores Judiciais com atribuição para cada uma das áreas através de Portaria. os processos judiciais em que sejam solicitados informações ou esclarecimentos. em duas vias. c) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da CAJ. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. validar os mandados recebidos. 359. Haverá Central de Avaliadores Judiciais . denominado Juiz Coordenador a quem compete à superintendência da CAJ: a) normatizar a divisão da Comarca em áreas de atuação. servindo uma de recibo. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 chassis. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – Receber dos Cartórios.A Central de Avaliadores Judiciais será coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. vedada a adoção do critério de divisão de tarefas em razão da matéria. atribuindo um código para cada área. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. atribuindo-lhe em especial: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. (Redação antiga) Art. 358 . em duas vias. a placa de licenciamento e o estado em que se encontra. conferindo as normas previstas no artigo 355 desta CNCGJ. de acordo com a conveniência do serviço e com o número de Avaliadores Judiciais em exercício. integrados pelos Avaliadores Judiciais lotados na Comarca da Capital. levando-se em conta os indispensáveis elementos de ordem técnica e econômica que sirvam de base para o cálculo ou a estimativa. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. oportunidade em que será gerado o número de controle. os mandados de avaliação judiciais.

V – Devolver aos cartórios.Cadastrar. o mandado deverá ser distribuído ao Avaliador no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. devidamente comunicadas pelos Juízes de Direito. Distribuir em seguida ao Avaliador Judicial que cumpriu o mandado correspondente e devolvendo aos cartórios.Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. VII – Restituir aos Cartórios. os processos judiciais. mediante relação própria. mediante relação própria. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. excedido. o mandado deverá ser devolvido ao Juízo de origem. IX – Elaborar relação trimestral de mandados com prazo de cumprimento excedido. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos desenvolvidos. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. todos os mandados certificados que lhe forem devolvidos pelos Avaliadores Judiciais encarregados da diligência. de acordo com as áreas de atuação. os mandados encaminhados equivocadamente. conteúdo dos mandados. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Avaliadores Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. XI . X – Elaborar relação trimestral de processos com o prazo de cumprimento estabelecido no inciso VIII do artigo 354. b) no caso de recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. ressalvadas as hipóteses de urgência. VI – Controlar o prazo para o cumprimento dos mandados. devidamente informado. (Incisos I a XV Página 137 de 192 . XII – Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. no que couber. saída. no mesmo prazo. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. em 48 (quarenta e oito) horas. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. a contar da data do recebimento. a ordem. XV – Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) no caso de constatado o correto recolhimento de custas judiciais. todos os processos que lhe forem devolvidos pelos Avaliadores Judiciais encarregados da informação ou esclarecimento. cujo termo inicial é o primeiro dia útil seguinte ao dia em que forem colocados à disposição do Avaliador Judicial. depois de certificado o respectivo motivo. VI . em 48 (quarenta e oito) horas. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. VIII – Restituir aos Cartórios.

qual seja a racionalização e a distribuição equitativa das tarefas desenvolvidas pelos Avaliadores Judiciais. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Art. (Parágrafos 1º ao 4º incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. O Avaliador Judicial manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de mandados.A construção destas áreas é tarefa complexa. salvo prazo diverso assinado pelo Juiz. da data de devolução do mandado de avaliação à CAJ e do laudo lavrado. É vedado o recebimento. 360. que nunca se esgota. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Art. procederá a retificações ou atenderá a determinações judiciais em cinco dias.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. § 4º. no que couber. III . observando as áreas de atuação dos Avaliadores Judiciais segundo escala vigente. O Avaliador Judicial prestará esclarecimentos. pela CAJ ou pelo Avaliador. de mandado de avaliação entregue diretamente pelo patrono e/ou pela parte. estando em pleno aperfeiçoamento. (Redação antiga) Página 138 de 192 . com anuência do Juiz Coordenador. (Incisos I a IV incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. 361. § 2º. normatizada pelo Juiz Coordenador. republicado no DJERJ de 13/05/2010) § 1º Ao Encarregado pela CAJ caberá. (Redação antiga) Art. IV – É vedada a indicação de Avaliador pela parte ou por seu procurador. da data de recebimento.Serão efetuadas avaliações periódicas do critério adotado que deve atender o objetivo principal do presente ato. quando de suas eventuais ausências. II . indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – As áreas de distribuição dos mandados constituem o território onde o Avaliador Judicial vai desenvolver o seu trabalho. Caberá ao Avaliador Judicial o lançamento. § 3º. Para tanto será observado rodízio que ocorrerá a cada 3 (três) meses para a designação das áreas de atuação. já que depende de inúmeras variáveis que estarão sempre em constante mutação. O critério de distribuição dos mandados adotado pela Central dos Avaliadores Judiciais será o geográfico. no sistema informatizado próprio. As atribuições enumeradas nos incisos anteriores poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CAJ aos servidores da central. 360.

de concessão ou de revisão de benefícios previdenciários. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Página 139 de 192 . o Contador deverá devolver os autos ao Juízo de origem de imediato. II – o Avaliador não receberá mandados nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. No caso de CCJ. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 1º. Os auxílios e substituições entre os Avaliadores Judiciais observarão o seguinte: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 17/2010. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Parágrafo único.Do Contador Judicial Subseção I . republicado no DJERJ de 13/05/2010) I – em caso de férias. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. III . ocorrerá auxílio recíproco entre os Avaliadores Judiciais designados para atuarem na mesma área geográfica. É vedado o cumprimento do mandado de avaliação por Avaliador Judicial distinto daquele designado para atuar na área correspondente. prazo em que cumprirá os mandados remanescentes e os esclarecimentos solicitados. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. os mandados em poder dos Avaliadores não serão devolvidos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. 361. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. o Contador Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. licenças ou faltas. O Contador Judicial manterá atualizados os dados cadastrais no sistema informatizado próprio. (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 17/2010. analisados pelo Juiz.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. 362. por tempo não superior a 15 (quinze) dias. o contador poderá acessar e consultar os dados formadores do Banco do Sistema Dataprev. republicado no DJERJ de 13/05/2010) Seção III .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. salvo nos casos de urgência. (Redação antiga) Art. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 17/2010. O Contador Judicial exercerá suas funções junto à Central de Cálculos Judiciais – CCJ ou a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. No caso de inexistir a confirmação do pagamento das custas ou as mesmas terem sido recolhidas de forma equivocada. Nos cálculos de liquidação de sentença prolatada em autos de processo acidentário. 362. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 3º.

(Redação antiga) Página 140 de 192 . O 8º Contador Judicial elaborará. republicado no DJERJ de 23/06/2010) III – O cálculo deverá obedecer às regras determinadas no manual de cálculo judicial a ser editado pela CGJ. Inexistindo nos autos a confirmação do pagamento das custas. as licenças. A atualização de débito. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – O cálculo expressará o montante do débito em unidades do índice ou aplicará o fator de modo a dispensar posterior cálculo de atualização. ou cumprirá outras determinações judiciais. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. observado. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. seja de título judicial ou extrajudicial. ficam a cargo do Encarregado pela Central. 364. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. a freqüência. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Subseção II . cálculos de liquidação de sentença prolatada em autos de processo acidentário. o cálculo adotará o índice ou fator da data de sua elaboração. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Caso haja variação diária. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. exclusivamente. quanto ao cálculo de renda mensal inicial.Da Atuação do Contador Judicial (Acrescentado) Art. norma específica disciplinada pelo Tribunal. em 10 (dez) dias. ou em prazo que venha a ser concedido pelo Juiz. (Redação antiga) Parágrafo único. as férias. o Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM) ou outro que venha a ser estabelecido em legislação federal. o Contador Judicial devolverá os mesmos ao Juízo de origem de imediato. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CCJ. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. 363. de concessão ou de revisão de benefícios previdenciários. 363.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – O ponto. far-se-á conforme índice ou fator legal adotado pelo Poder Judiciário. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Redação antiga) Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Deverá ser observada. a requerimento da parte interessada. salvo se decisão judicial determinar aplicação de outro índice legal. para fins previdenciários. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Art. O Contador Judicial elaborará as contas e os cálculos. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010.

Para o desempenho das atribuições previstas no caput.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Parágrafo único. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo. (Redação antiga) Art. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de cadastramento do processo pela CCJ. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. dilação do prazo previsto no caput. Na capital. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. A dilação do prazo previsto no caput poderá ser requerida. por meio de guia de remessa emitida pelo DCP e relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 3º. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) o requerimento de dilação de prazo será feito em formulário próprio. Onde não houver CCJ. republicado no DJERJ de 11/06/2010) § 1º. ou cumprirá outras determinações judiciais. Excetua-se o prazo previsto no caput no caso de prazo predeterminado pela autoridade judiciária. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010.Da Central de Cálculos Judiciais (Acrescentado) Página 141 de 192 . findo o qual devolverá o processo devidamente instruído ou informado com as razões impeditivas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – Onde houver Central de Cálculos Judiciais. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. 364. o 8º Contador poderá acessar e consultar os dados formadores do Banco do Sistema Dataprev. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. caso em que terá o prazo ampliado por mais 10 (dez) dias. e sempre que a natureza das contas ou dos cálculos assim o exigir. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. no primeiro dia útil subsequente à data da disponibilização do processo. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Subseção III . republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) o Contador Judicial poderá requerer ao Juiz Coordenador. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado ou acentuada complexidade. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Cálculos Judiciais – CCJ. ao Juiz prolator da decisão. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – Computa-se o início do prazo. permanecendo o processo com a CCJ e comunicando a dilação ao Titular da Serventia respectiva. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Cálculos Judiciais. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. O Contador elaborará as contas e/ou cálculos. pelo Contador. no prazo de 10 (dez) dias. fundamentadamente.

365. o processo deverá ser devolvido ao Juízo de origem de imediato. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. bem como o correto recolhimento das custas judiciais. observado. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. destinada à elaboração de contas. para fins previdenciários. No caso de constatado o recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. e gerenciada por um Encarregado. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) validar os processos judiciais recebidos pela CCJ. far-se-á conforme índice ou fator legal adotado pelo Poder Judiciário. diariamente. servindo uma de recibo. processos judiciais em que seja determinada a elaboração de contas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) receber dos Cartórios. denominado Juiz Coordenador. O cálculo expressará o montante do débito em unidades do índice ou aplicará o fator de modo a dispensar posterior cálculo de atualização. (Redação antiga) § 2º. A atualização de débito. Haverá Central de Cálculos Judiciais – CCJ na Comarca da Capital. que deverá ocorrer em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. Caso haja variação diária. quanto ao cálculo de renda mensal inicial. a regularidade dos documentos. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da central. salvo se decisão judicial determinar aplicação de outro índice legal. a quem caberá responder pela CCJ. em duas vias. republicado no DJERJ de 23/06/2010) b) normatizar as atividades internas da central. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 34/2010. no momento do recebimento. observando. republicado no DJERJ de 23/06/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CCJ e em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. cálculos judiciais e às funções decorrentes. cálculos judiciais e funções decorrentes. 365. cabendolhe responder pela central e atribuindo-lhe em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. (Redação antiga) § 1º. o cálculo adotará o índice ou fator da data de sua elaboração.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. republicado no DJERJ de 23/06/2010) II – O Contador Judicial exercerá a função de Encarregado pela CCJ. (Redação antiga) Art. o Índice de Reajuste do Salário Mínimo (IRSM) ou outro que venha a ser estabelecido em legislação federal. seja de título judicial ou extrajudicial. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Página 142 de 192 .

O Partidor manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de autos. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada e devolvendo aos cartórios. republicado no DJERJ de 23/06/2010) h) promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. os processos judiciais. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. a contar da data do recebimento.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 c) cadastrar. (Redação antiga) Página 143 de 192 . republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 2º. quando de suas eventuais ausências. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. no que couber. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. de imediato. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. Ao Encarregado pela CCJ caberá. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. republicado no DJERJ de 23/06/2010) e) organizar e manter os serviços da CCJ.Disposições Gerais (Acrescentado) Art. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) Seção IV . 366. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 34/2010. devendo observar a norma prevista nos artigos 155 e 156 desta CNCGJ.Do Partidor Judicial (Alterado) Subseção I . republicado no DJERJ de 23/06/2010) f) manter atualizados os registros de entrada e saída de processos judiciais recebidos. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. republicado no DJERJ de 23/06/2010) d) elaborar relação trimestral de processos judiciais com prazo de remessa excedido. a ordem. republicado no DJERJ de 23/06/2010) § 1º. controlando os registros necessários. republicado no DJERJ de 23/06/2010) g) observar as regras de controle documental previstas nos artigos 174 e seguintes da CNCGJ. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. com anuência do Juiz Coordenador. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 34/2010. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. pelo Contador Judicial aos servidores da CCJ. no que couber. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Cálculos Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço.

norma específica disciplinada por este E. fundamentadamente. desde que atendidas as seguintes exigências: O requerimento será feito em formulário próprio. e sempre que a natureza da partilha assim o exigir. o Partidor Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. inclusive o de remessa. I . 367.CPJ. permanecendo o processo com o Partidor e comunicando a dilação ao Titular da Serventia respectiva. publicado no DJERJ de 12/05/2010) I . II – Deverá ser observada.Computa-se o início do prazo. os autos que estiverem devidamente protocolizados e com os documentos e termos regularizados. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CPJ ficam a cargo do Partidor Judicial. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subseqüente à data de cadastramento do processo pela CPJ. do primeiro dia útil subseqüente à data do recebimento do processo. O Partidor Judicial exercerá suas funções junto à Central de Partilhas Judiciais – CPJ na Comarca da Capital e. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado.O Partidor Judicial poderá requerer ao Juiz Coordenador. III . 367.Onde houver Central de Partilhas Judiciais. onde houver instalada Central de Partilhas Judiciais. No caso de Central de Partilhas Judiciais .O ponto. nas demais Comarcas. Tribunal. (Redação antiga) Art. Página 144 de 192 . nas Comarcas onde não houver instalado a Central de Partilhas Judiciais. caso em que terá o prazo ampliado por mais 20 (vinte) dias. findo o qual devolverá o processo devidamente instruído ou informado com as razões impeditivas. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. salvo quando houver exigência a ser atendida pelo interessado ou acentuada complexidade no esboço da partilha. 366. O Partidor receberá. para elaboração de esboço de partilha e funções decorrentes. as férias. a dilação do prazo previsto no caput. II . devolvendo-os ao cartório de origem mediante carga em livro próprio.Da Atuação do Partidor Judicial (Acrescentado) Art. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 1º. a freqüência.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Subseção II . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. as licenças. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. O Partidor cumprirá a determinação judicial no prazo de 20 (vinte) dias.

a regularidade dos documentos e termos. devidamente relacionados em guias. publicado no DJERJ de 12/05/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete à superintendência da CPJ e. preenchidas corretamente e em duas vias. de custas. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 1º. diariamente.Ao Partidor Judicial caberá responder pela CPJ. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo e a providência a ser tomada e devolvendo aos Página 145 de 192 . observando no momento do recebimento. inclusive o não pagamento. No caso de constatado o recolhimento de custas judiciais efetuado de forma equivocada ou não efetuado. os processos judiciais.Da Central de Partilhas Judiciais (Acrescentado) Art. seja com o respectivo esboço de partilha. nos autos. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. seja com qualquer informação impeditiva. em especial. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da data do recebimento. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. servindo uma de recibo. quando devidas. Onde houver CPJ instalada. O Partidor devolverá os autos ao cartório de origem em 10 (dez) dias. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Partilhas Judiciais – CPJ. a dilação do prazo será requerida. (Redação antiga) Art. denominado Juiz Coordenador: (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 18/2010. Haverá Central de Partilhas Judiciais – CPJ na Comarca da Capital. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. (Incisos I a III incluídos pelo Provimento CGJ nº 18/2010. b) Validar os processos judiciais recebidos pela CPJ.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Onde não houver CPJ instalada. 368. O encaminhamento será feito por meio de relação de entrega da qual constará o número do respectivo processo. certificando o constatado. conforme disciplinado no § 1º do artigo 367. II . bem como do correto recolhimento das custas judiciais. naquele mesmo prazo. 368. processos judiciais em que seja determinada a elaboração de esboço de partilha e funções decorrentes. dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da Central. destinada à elaboração de partilhas judiciais e às funções decorrentes. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. c) Cadastrar. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Subseção III . o processo deverá ser devolvido ao Juízo de origem em 72 (setenta e duas) horas após o recebimento do feito pela Central. ao Juiz prolator da decisão. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 2º. contados de seu recebimento.

Em caso de acentuada complexidade na elaboração do esboço de partilha. (Redação antiga) Art. 369. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado.Do Inventariante Judicial Subseção I – Disposições gerais (Acrescentado) Art. com anuência do Juiz Coordenador. d) Elaborar relação trimestral de processos judiciais com prazo de instrução excedido. e) Organizar e manter os serviços da CPJ. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 146 de 192 . h) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. (Redação antiga) § 1º. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CNCGJ. A função de Inventariante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Inventariantes Judiciais – CIJ na Comarca da Capital e. no que couber. o prazo de que trata o caput poderá ser prorrogado. 369. f) Manter atualizados os registros de entrada e saída de processos judiciais recebidos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 cartórios em 72 (setenta e duas) horas os processos encaminhados equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. no que couber. Caberá ao Partidor. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 18/2010. controlando os registros necessários. por até 20 (vinte) dias. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Seção V . indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. g) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes da CNCGJ. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Partilhas Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. O Inventariante Judicial manterá atualizado livro de registro de recebimento e devolução de autos. (Incisos incluídos pelo Provimento CGJ nº 18/2010. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. pelo Partidor Judicial aos servidores da CPJ. quando de suas eventuais ausências. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/05/2010) § 2º. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. a ordem. publicado no DJERJ de 12/05/2010) Parágrafo único. nas demais Comarcas.

bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CIJ. as férias. a frequência. (Incisos incluídos pelo Provimento CGJ nº 40/2010. A função de Inventariante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Inventariantes Judiciais . a impossibilidade de gozo concomitante por mais de um serventuário que exerça a função de Inventariante Judicial. O Inventariante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. II .CIJ na Comarca da Capital e. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art.O deferimento de férias ou licença prêmio obedecerá às normas gerais do Tribunal de Justiça. desde que comprove até as 18 horas do dia do retorno à serventia a realização das respectivas diligências. as férias. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. No caso de Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. § 1º. Onde houver Central de Inventariantes Judiciais. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários que exercem a função de Inventariante Judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. o servidor na função de Inventariante é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CIJ. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. No entanto. O serventuário na função de Inventariante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. nas demais Comarcas. I . (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. a qualquer outra unidade da administração para qual for designado. as licenças. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. ficam a cargo do Encarregado pela CIJ. o Inventariante Judicial é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. as licenças. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – O ponto. desde que comprove até as 18 horas do dia do retorno à serventia a realização das respectivas diligências.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. II – Deverá ser observada. No caso de Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. ficam a cargo do Inventariante Judicial que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. as ausências elencadas no parágrafo anterior deverão ser previamente comunicadas ao Encarregado pela CIJ. § 2º. bem como dos demais serventuários lotados na CIJ. No entanto. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. a frequência. Página 147 de 192 . 369.O ponto.

O serventuário na função de Inventariante Judicial não representará. dilação do prazo previsto no caput. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Computa-se o início do prazo estabelecido no caput. cumprindo diligências e exigências. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. fundamentadamente. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. o serventuário na função de Inventariante Judicial poderá requerer a dilação do prazo previsto no caput. além dos livros obrigatórios. ao Juiz prolator da decisão. pela CIJ. A serventia do Inventariante Judicial utilizar-se-á. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º. ao Juiz da causa. de ficha padronizada com dados referentes à tramitação do processo. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Quando necessário. O requerimento será feito em formulário próprio. O serventuário na função de Inventariante Judicial administrará os bens do espólio e impulsionará os feitos de inventário. publicado no DJERJ de 12/07/2010) a) O serventuário na função de Inventariante Judicial firmará compromisso por termo de sua nomeação somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. 370. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) c) O serventuário na função de Inventariante Judicial poderá requerer. do primeiro dia útil subsequente à data do recebimento do processo. ao Inventariante. bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. permanecendo o processo com o Inventariante. e validado pelo Encarregado. fundamentadamente. salvo nos processos necessários Página 148 de 192 . nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Inventariantes Judiciais. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. o espólio em litígio judicial. 370. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – Onde houver Central de Inventariantes Judiciais. (Redação antiga) Art. nos autos. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de disponibilização do processo. o serventuário na função de Inventariante Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos ou atender a determinações judiciais nos autos em que for empossado. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção II – Da atuação do Inventariante Judicial (Acrescentado) Art. ativa ou passivamente. salvo quando prazo predeterminado pela autoridade judiciária.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) Após firmar compromisso por termo de sua nomeação.

(Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Na capital. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à administração dos bens do espólio deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – número e identificação do processo. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 370. bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. contendo em especial: (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) IV – a localização interna dos documentos de interesse de cada processo. O Inventariante Judicial administrará os bens do espólio e impulsionará os feitos de inventário. por meio de guia de remessa de processos emitida pelo DCP. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 6º. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo. da qual constará o número do respectivo processo. Página 149 de 192 . cumprindo diligências e exigências. bem como através de relação de entrega. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 ao exercício regular de sua função. ou quando houver determinação do Juiz. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) III – nome do serventuário nomeado nos autos na função de Inventariante. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 5º. Onde não houver CIJ instalada. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 4º. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. A documentação e demais papéis do interesse de cada inventário deverão ser arquivados em pastas individuais com identificação da serventia e do número do processo. Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Inventariante Judicial ou da CIJ. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – data de entrada e de saída na serventia. no prazo legal. salvo quando prazo predeterminado pela autoridade judiciária ou pela legislação pertinente à matéria. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Inventariantes Judiciais – CIJ. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010.

§ 1º. o cômputo do início do prazo dar-se-á a partir do primeiro dia útil subsequente à data de disponibilização do processo na CIJ. O Inventariante Judicial não representará.Onde houver Central de Inventariantes Judiciais. contendo em especial: I . do primeiro dia útil subsequente à data do recebimento do processo. § 4º. o recibo a que se refere o parágrafo anterior constará em livro de protocolo. o espólio em litígio judicial. salvo nos processos necessários ao exercício regular de sua função.nome do serventuário nomeado nos autos na função de Inventariante. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. Onde não houver CIJ instalada. fundamentadamente. nas Comarcas onde não houver instalada a Central de Inventariantes Judiciais. Na capital. bem como através de relação de entrega. IV. O requerimento será feito em formulário próprio. dilação do prazo previsto no caput.número e identificação do processo. o Inventariante Judicial ficará vinculado a prestar esclarecimentos ou atender a determinações judiciais nos autos em que for nomeado. pelos Escrivães ou Responsáveis pelo Expediente. II . b) Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. § 3º. o Inventariante Judicial poderá requerer a dilação do prazo previsto no caput. III . Página 150 de 192 . fundamentadamente.CIJ. § 5º. nos autos. por meio de guia de remessa de processos emitida pelo DCP. ativa ou passivamente. ao Juiz da causa. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à administração dos bens do espólio deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. § 2º. os processos judiciais serão encaminhados à Central de Inventariantes Judiciais . a) O Inventariante Judicial firmará compromisso por termo de sua nomeação somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. ao Juiz prolator da decisão. da qual constará o número do respectivo processo. Quando necessário.a localização interna dos documentos de interesse de cada processo.Computa-se o início do prazo estabelecido no caput.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I . II . A documentação e demais papéis do interesse de cada inventário deverão ser arquivados em pastas individuais com identificação da serventia e do número do processo.data de entrada e de saída na serventia. c) O Inventariante Judicial poderá requerer. permanecendo o processo com o Inventariante.

O Inventariante Judicial adotará quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. anualmente. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. planilhas ou outro meio eficaz. ou quando houver determinação do Juiz. devendo tal controle ser feito por intermédio de livros contábeis. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 4º. O Inventariante Judicial adotará. O serventuário na função de Inventariante Judicial submeterá ao juízo orfanológico. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º. prestação das contas referentes à movimentação de importâncias pertinentes ao espólio. no prazo legal. pastas. o serventuário na função de Inventariante Judicial deverá requerer autorização ao juízo orfanológico. Cada espólio terá uma conta corrente correspondente para administração dos frutos e rendimentos de bens do acervo hereditário. devendo tal controle ser mantido atualizado em sistema informatizado próprio.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. fichas. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. O serventuário na função de Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. em conta específica para cada caso. O serventuário na função de Inventariante Judicial adotará quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à inventariança. sendo vedada a abertura de conta corrente em nome do serventuário na função de Inventariante Judicial para movimentação de importâncias pertinentes ao espólio. Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Inventariante Judicial ou da CIJ. 371. 371. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes ao espólio. devendo tal controle ser mantido atualizado em sistema informatizado próprio. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. Página 151 de 192 . publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. 371. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Para a abertura da conta corrente a que se refere o parágrafo anterior. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento.

Cada espólio terá uma conta corrente correspondente para administração dos frutos e rendimentos de bens do acervo hereditário. a quem compete. 372. onde fará constar o número do talonário. O Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. a documentação e demais papéis do interesse de cada inventário. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. deverão permanecer à disposição do juízo com competência orfanológica. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 372. Os recursos financeiros que compõem o acervo hereditário e que estejam convertidos em depósito judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. o espólio em litígio judicial. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. Salvo nos processos necessários ao exercício regular de sua função de administração dos bens do espólio. a quem compete. em nome do espólio. 373. deverão permanecer à disposição do juízo orfanológico. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. § 3º. em pastas individuais. Os recursos financeiros que compõem o acervo hereditário e que estejam convertidos em depósito judicial. Os cheques emitidos deverão. o número do cheque. por força de lei. data de emissão. em nome do espólio. 372. 373. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. O Inventariante Judicial arquivará. O serventuário na função de Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. ativa ou passivamente. data da compensação e nome do beneficiário. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. o Inventariante Judicial deverá requerer autorização ao juízo com competência orfanológica. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. em conta específica para cada caso ou em conta de depósito judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 152 de 192 . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. § 2º. Para a abertura da conta corrente a que se refere o parágrafo anterior. por força de lei. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Parágrafo único. ainda. sendo vedada a abertura de conta corrente em nome do Inventariante Judicial para movimentação de importâncias pertinentes ao espólio ou procederá ao depósito de tais valores em conta judicial à disposição do juízo do inventário. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Redação antiga) Art. seu valor. o Inventariante Judicial não representa. (Redação antiga) Art. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio.

nomeado e compromissado pelo Juiz. data de emissão. ou através de mandado de débito em conta requerido nos autos do inventário. onde fará constar o número do talonário. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. O disposto nesta subseção aplica-se. em conta específica para cada caso. 374. O disposto nesta subseção aplica-se. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. O Inventariante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos ao espólio. denominado Juiz Coordenador. Parágrafo único. ainda. (Redação antiga) Art. data da compensação e nome do beneficiário. O Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. no que couber. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção III – Da Central de Inventariantes Judiciais (Acrescentado) Art. Haverá Central de Inventariantes Judiciais – CIJ na Comarca da Capital. o número do cheque. seu valor. 375. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. data de emissão. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. 374. que serão registrados em livro próprio. 374. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. exerça a inventariança judicial. O Inventariante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. exerça a inventariança judicial.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação antiga) Art. integrada pelos serventuários que exerçam a função de Inventariante Judicial. àquele que. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CIJ e em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. e gerenciada por um Encarregado. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 153 de 192 . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. a quem cabe a administração dos bens do espólio e as funções decorrentes. seu valor. a quem caberá responder pela CIJ. (Redação antiga) Art. àquele que. 373. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. no que couber. data da compensação e nome do beneficiário. 375. o número do cheque. Os cheques emitidos deverão. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. onde fará constar o número do talonário. nomeado e compromissado pelo Juiz.

depois de certificado o respectivo motivo. em 48 (quarenta e oito) horas. atribuindo-lhe em especial: (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela CIJ. publicado no DJERJ de 12/07/2010) f) Quando o termo já estiver firmado. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. encaminhar o processo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) d) Cadastrar. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. os processos judiciais em que seja determinada a administração de bens do espólio ou funções decorrentes. ao serventuário nomeado como Inventariante Judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) Validar os processos judiciais recebidos pela CIJ. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. ressalvadas as hipóteses de urgência. em duas vias. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. o processo encaminhado para firmar compromisso por termo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) e) Distribuir a um dos serventuários na função de Inventariante Judicial. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CIJ. salvo nos casos de urgência. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. os processos judiciais encaminhados equivocadamente. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito Titulares das serventias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 154 de 192 . observado o disposto no § 4º do artigo 370 desta norma. em seguida ao cadastramento. publicado no DJERJ de 12/07/2010) b) normatizar as atividades internas da central. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) c) Devolver aos cartórios. servindo uma de recibo. observando no momento do recebimento a regularidade da remessa. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. bem como os demais prazos legais atinentes à atuação do Inventariante Judicial. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) a) Receber dos cartórios. a contar da data do recebimento.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central e à atuação dos serventuários que exercerem a função de Inventariante Judicial. os processos judiciais. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. diariamente. publicado no DJERJ de 12/07/2010) g) Controlar o prazo previsto no caput do artigo 370. a quem caberá responder pela central. em seguida ao cadastramento.

encaminhando-a ao Juiz Coordenador. conforme previsto no § 4º do artigo 371 desta norma. mediante relação própria. publicado no DJERJ de 12/07/2010) p) Manter a guarda dos documentos e recibos conforme disciplinado pelos §§ 2º e 3º do artigo 370 desta norma. publicado no DJERJ de 12/07/2010) i) Elaborar relação trimestral de processos com prazo de cumprimento excedido. trimestralmente. no que couber. anualmente. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. publicado no DJERJ de 12/07/2010) o) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. todos os processos judiciais que lhe forem devolvidos pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. 2 – nome do falecido e dos herdeiros. ao Juiz Coordenador. indicando: (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. anualmente. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 h) Restituir aos Cartórios. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) l) Encaminhar ao Juiz Coordenador. devendo observar as normas previstas nos artigos 155 e 156 desta CN. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. saída. o imposto de renda dos espólios administrados pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. m) Encaminhar ao Juiz Coordenador. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela Central. publicado no DJERJ de 12/07/2010) 1 – Juízo do espólio. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Página 155 de 192 . publicado no DJERJ de 12/07/2010) q) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. após repassados pelo serventuário na função de Inventariante Judicial. 3 – número do processo. em até 30 dias após a entrega na Receita Federal. encaminhando-as. sendo considerada falta grave a não observância destas normas. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. publicado no DJERJ de 12/07/2010) n) Consolidar as prestações de contas elaboradas pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pelos serventuários na função de Inventariante Judicial. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) j) Apoiar o serventuário na função de Inventariante Judicial nas atividades administrativas inerentes a sua atuação.

atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios.CIJ na Comarca da Capital. observado o disposto no § 4º do artigo 370 desta norma. os processos judiciais em que seja determinada a administração de bens do espólio ou funções decorrentes. contratos necessários à administração dos bens do espólio. firmar escrituras. observando no momento do recebimento a regularidade da remessa. b) Validar os processos judiciais recebidos pela CIJ. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. Página 156 de 192 . depois de certificado o respectivo motivo. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. em até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela Central. (Alínea incluída pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 3º. c) Devolver aos cartórios. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. no que couber. lançando no sistema informatizado todos os dados relativos ao mesmo. As atribuições enumeradas no inciso II poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CIJ aos servidores da central. denominado Juiz Coordenador. a ordem. os processos judiciais encaminhados equivocadamente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 r) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. indicar serventuário lotado na central. salvo nos casos de urgência. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. servindo uma de recibo. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Inventariantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 1º Ao Encarregado pela CIJ caberá. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. quando de suas eventuais ausências. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. e) Firmar compromisso por termo. no sistema informatizado próprio. e gerenciada pelo Inventariante Judicial. para exercer as funções de substituto. em 48 (quarenta e oito) horas. a contar da data do recebimento. diariamente. em duas vias. publicado no DJERJ de 12/07/2010) § 2º. os processos judiciais. Caberá ao serventuário na função de Inventariante Judicial o lançamento. da data de recebimento e de devolução do processo judicial à equipe administrativa da CIJ. Haverá Central de Inventariantes Judiciais . I – Ao Inventariante Judicial caberá responder pela central. com a anuência do Juiz Coordenador. 375. d) Cadastrar. a quem caberá responder pela CIJ.

Juízo do espólio. indicar serventuário lotado na central. indicando: 1 .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 f) Controlar o prazo previsto no caput do artigo 370. 5 . processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela Central.total dos recebimentos e recolhimentos. no que couber. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. anualmente. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. § 1º Caberá ao Inventariante Judicial. sendo considerada falta grave a não observância destas normas. n) administrar os bens do espolio e impulsionar os feitos de inventário. quando de suas eventuais ausências. l) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma.valor e causa de cada recebimento e recolhimento. j) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. cumprindo diligências e exigências.número do processo. em até 30 dias após a entrega na Receita Federal. ressalvadas as hipóteses de urgência. trimestralmente. saída.nomes do falecido e dos herdeiros. devendo observar as normas previstas nos artigos 155 e 156 desta Consolidação. i) Encaminhar ao Juiz Coordenador. com a anuência do Juiz Coordenador. o imposto de renda dos espólios. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito Titulares das serventias. Página 157 de 192 . 2 . m) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. k) Manter a guarda dos documentos e recibos conforme disciplinado pelos §§ 2º e 3º do artigo 370 desta norma. g) Elaborar relação trimestral de processos com prazo de cumprimento excedido. 3 . balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. h) Encaminhar ao Juiz Coordenador. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central e as demais pessoas afetas ao serviço. bem como prestando informações ou atendendo a solicitação do Juízo da causa no prazo de 05 (cinco) dias. a ordem. para exercer as funções de substituto. bem como os demais prazos legais atinentes à sua atuação. 4 . salvo quando houver prazo determinado pela autoridade judiciária ou pela legislação pertinente à matéria orfanológica.

publicado no DJERJ de 12/07/2010) II – O serventuário na função de Inventariante Judicial não receberá processos nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. publicado no DJERJ de 12/07/2010) I – Em caso de férias. 376.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. publicado no DJERJ de 12/07/2010) (Redação antiga) Art. Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CIJ e em especial: a) dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central. 376. publicado no DJERJ de 12/07/2010) III . ficando o serventuário na função de Inventariante Judicial vinculado aos feitos em que tomar ciência da nomeação do cargo. no que couber. 376. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Página 158 de 192 . conforme escala vigente normatizada pelo Juiz Coordenador. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. prazo em que devolverá os processos remanescentes devidamente instruídos.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. no que couber. àquele que. exerça inventariança judicial. (Inciso incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. nomeado e compromissado pelo Juiz. O critério de distribuição inicial dos processos judiciais adotado pela Central dos Inventariantes Judiciais será igualitário. b) normatizar as atividades internas da central. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 40/2010. O disposto nesta seção aplica-se. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CIJ. As atribuições enumeradas no inciso II poderão ser delegadas pelo Inventariante Judicial aos servidores da central. Os auxílios e substituições entre os serventuários na função de Inventariante Judicial observarão o seguinte: (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 40/2010. os processos em poder dos serventuários na função de Inventariante Judicial não serão devolvidos. analisados pelo Juiz. (Redação antiga) Art. por tempo não superior a 15 (quinze) dias. salvo nos casos de urgência. com exceção do contido na alínea “e”. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 62/2010. licenças ou faltas ocorrerá auxílio entre os serventuários na função de Inventariante Judicial. publicado no DJERJ de 12/07/2010) Parágrafo único.

Página 159 de 192 . III – serviço destinado à assistência de seus representados nos processos de interdição. além de outros relacionados com as atribuições inerentes às funções do cargo. administração provisória e contenciosos em geral. incumbindo-se o serviço de acompanhar. e empresas privadas. quando não internados os incapazes. O Testamenteiro e Tutor Judicial organizará e desenvolverá as seguintes atividades permanentes: I – controle contábil para o registro diário de: a) recebimento das rendas patrimoniais dos incapazes e das quantias relativas a proventos de aposentadoria ou reforma.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção VI . O Testamenteiro e Tutor Judicial. além dos livros obrigatórios. O Testamenteiro e Tutor Judicial manterá atualizados os livros de registro de recebimento e entrega de autos. constituída de pagamentos de mensalidades a sanatórios. escrituradas em forma contábil. Art. 378.Do Testamenteiro e Tutor Judicial Art. até decisão final. 380. III – de movimento financeiro. assim como os referentes às testamentárias exercidas pela serventia. de caixa e contas-correntes e de registro de cheques. 379. com os elementos e indicações necessários. pensões e benefícios em geral àqueles devidos. os respectivos processos administrativos. Art. b) despesas realizadas com a assistência prestada. II – históricas. hospitais e clínicas especializadas. de registro de prestações de contas judiciais. com indicação do número do respectivo processo. II – serviço destinado a promover a habilitação dos incapazes à percepção de benefícios a que fizerem jus junto aos institutos de previdência. civis e militares. demonstrando o movimento de entrada e saída de recursos financeiros pertencentes aos tutelados ou curatelados. manterá em sistema informatizado: I – de registro das testamentárias. Art. c) quantias entregues para atendimento a despesas de manutenção. a par de resumo dos fatos. 377. a documentação e demais papéis de interesse de cada tutelado ou curatelado. O Testamenteiro e Tutor Judicial arquivará em pastas individuais. órgãos e entidades públicos. que conservará em ordem alfabética. do Juízo em que tramita e do termo inicial da tutela ou curatela. de providências tomadas e dos assentamentos pessoais dos tutelados ou curatelados.

Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 IV – serviço de assistência social aos incapazes e a seus familiares. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. suprindo-lhes as necessidades pessoais com o fornecimento de roupa. 383. no que couber. O Testamenteiro e Tutor Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos aos tutelados e curatelados. e. O Testamenteiro e Tutor Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. as férias. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. (Redação antiga) Art. seu valor. as licenças. onde fará constar o número do talonário. Página 160 de 192 . em que aqueles estejam internados. assistência médica domiciliar. data da compensação e nome do beneficiário. I – O ponto. O Depositário Judicial manterá atualizados os livros de controle de rendas e valores em geral. ou às suas residências. para as providências de ordem legal. a frequência.Do Depositário Judicial Subseção I . 384. Art. 381. hospitais. na Comarca da Capital. calçado. O Testamenteiro e Tutor Judicial fará. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CDJ ficam a cargo do Depositário Judicial. nomeado e compromissado pelo Juiz. medicamento. em conta específica para cada caso. àquele que.Disposições gerais Art. nas demais Comarcas. por intermédio de visitas periódicas a sanatórios. O disposto nesta seção aplica-se. no tríduo legal. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. data de emissão. O Depositário Judicial exercerá suas funções junto à Central de Depositário Judicial – CDJ. que serão registrados em livro próprio. 382. exerça as funções de testamenteiro ou tutor judicial. as comunicações de julgamento de contas prestadas e das interdições de direito. administrativa e regulamentar. § 1º. V – atendimento ao expediente interno da serventia. VI – o Testamenteiro e Tutor Judicial deverá elaborar relatórios semestrais informando ao Juízo as atividades desenvolvidas no período no que tange aos interesses e aspectos sociais dos curatelados e/ou tutelados. tratamento dentário e outros. Art. Art. casas de saúde ou clínicas especializadas. o número do cheque. No caso de Central de Depositário Judicial – CDJ. 385. Seção VII . 385. o Depositário Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central.

O Depositário Judicial firmará o auto de depósito. ação (tipo). número do processo. da folha na pasta. cancelado etc. data da entrada na serventia. número do processo. data da entrada na serventia. número da pasta de contrafés e número da folha na pasta. número do processo. 387. 387. data da entrada na serventia. data da entrada na serventia. (Redação antiga) Art. e dele constará o seguinte: I – Depositário fazendário: número de ordem. natureza do bem. número e folha da pasta. conferi-la com o mandado e nela inscreverá os números da pasta do arquivo de contrafés e da folha na pasta. Ao receber a contrafé do Oficial de Justiça Avaliador. e do livro tombo e folha respectiva. e observações (liquidado. e nela inscreverá os números da pasta do arquivo. nome da parte. os dados de Página 161 de 192 . O depositário firmará o auto de depósito. natureza do bem. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. II – Penhora de natureza não-fazendária: número de ordem.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – Deverá ser observada. nome da parte. em especial. de ordem do tombamento. 386. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. O registro será efetuado em livro próprio. norma específica disciplinada por este E. dele fazendo constar a respectiva data de lavratura. valor da causa. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção II – Da atuação do depositário judicial Art. II – Depositário não-fazendário: número de ordem. número da pasta de contrafés e número da folha na pasta. ato e data. número e folha da pasta. 388. natureza do bem. nome das partes (autor e réu). partes (autor e réu). natureza do bem. Tribunal. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. procedência. ação (tipo). procedência.). fazendo constar o seguinte: I – Penhora de natureza fazendária: número de ordem. O Depositário Judicial deverá receber a contrafé do Oficial de Justiça Avaliador. bem como efetuará seu cadastramento no sistema informatizado próprio. ato e data. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. dele fazendo constar a respectiva data de lavratura. O Depositário Judicial manterá atualizados no sistema informatizado os dados de controle de rendas e valores em geral e. e observações (liquidado. valor da causa. o Depositário Judicial conferi-la-á com o mandado nos itens relativos à serventia. cancelado etc. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 386. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio.). 388. (Redação antiga) Art. tomando por base a contrafé. número do processo.

em ordem cronológica de entrada na serventia. em ordem cronológica de entrada na serventia. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. respeitadas as regras de controle documental previstas nesta norma.O Depositário Judicial manterá atualizadas fichas que serão preenchidas segundo as peculiaridades dos Depositários fazendários e nãofazendários. Os Depositários judiciais fazendários ficam dispensados de organizar fichário para autos de depósitos relativos a imóveis. numerada em ordem crescente e na qual serão também arquivados uma ficha conta-corrente escriturada à medida que os recebimentos se verificarem. a respectiva contrafé poderá ser extraída de seu arquivo original e colocada em pasta separada. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. (Redação antiga) Art. numerando-se as pastas em seqüência e deixando-se a critério do Depositário Judicial o número de contrafés arquivadas em cada pasta. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. 391. No índice do tombo serão lançados o nome das partes e o número da folha correspondente no livro. Recaindo a penhora sobre bens que produzam rendimentos a serem arrecadados pelo depositário.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 extinção de valores. numerada em ordem crescente e na qual serão também arquivados os demais documentos relacionados com o processo. 391. 392. 392. As contrafés serão arquivadas em pastas. 390. e demais documentos relacionados com o processo. Parágrafo único. Os registros referentes aos recebimentos que se verifiquem deverão ser lançados em planilha de controle de conta-corrente específica. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. guias de recolhimento e balancetes mensais. O Depositário Judicial encaminhará ao Juízo competente uma via da guia de recolhimento realizado junto à instituição bancária de importância Página 162 de 192 . 389. emitidos em duas vias. Parágrafo único. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) Art. numerando-se as pastas em sequência. As contrafés serão arquivadas em pastas. Para o controle do recebimento de rendas serão utilizados recibos em sequência numérica. 390. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. a respectiva contrafé poderá ser extraída de seu arquivo original e colocada em pasta separada. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. Recaindo a penhora sobre bens que produzam rendimentos a serem arrecadados pelo depositário. (Redação antiga) Art. 389. sendo a primeira destinada à parte e a outra ao arquivo da serventia.

(Redação antiga) Art. a identificação da ação. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Página 163 de 192 . nome do devedor. e a discriminação dos valores. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. data do depósito na instituição bancária e as observações pertinentes. O livro de controle de rendas consignará data do recebimento. 395. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. 393. emitidos em duas vias. mediante guia. 394. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. à disposição do Juízo competente. a data do depósito na instituição bancária e a discriminação dos valores. Para o controle do recebimento de rendas serão utilizados recibos em seqüência numérica. 396. o Depositário Judicial recolhê-los-á à instituição bancária. o número da pasta e respectiva folha onde se encontra arquivada a contrafé. observar-se-á. a qualquer título. pedras e metais preciosos. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. O Depositário Judicial observará idêntico procedimento quanto às rendas que. quanto aos bens a este pertinentes. No cadastramento dos dados referentes ao controle de valores serão lançados a procedência. A confirmação de qualquer recolhimento será juntada aos autos nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes ao depósito. § 2º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) Art. data do depósito na instituição bancária e observações. número do recibo. em 24 (vinte e quatro) horas. (Redação antiga) Art. 395. O registro de controle de rendas consignará data do recebimento. valor da quantia paga. Nas Comarcas em que houver cumulação das funções de Depositário Judicial e Depositário Público. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. (Redação antiga) Art. valor da quantia paga. sendo a primeira destinada à parte e a outra ao arquivo da serventia. o número do processo. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. títulos e papéis de crédito. o nome de autor e réu. 396.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recebida a qualquer título. as normas que regem a forma e o prazo de permanência de objetos recolhidos. o número da pasta e respectiva folha. a data do recebimento. número do recibo. nome do devedor. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. receber das partes. o número do processo. o nome de autor e réu. a identificação da ação. O Depositário Judicial encaminhará ao Juízo competente uma via da guia de recolhimento à instituição bancária de importância recebida a qualquer título. 394. § 1º. Na escrituração do livro de controle de valores serão lançados a procedência. 393. a data do recebimento e a do depósito na instituição bancária. Quando a constrição judicial recair sobre dinheiro.

O Depositário Judicial observará idêntico procedimento quanto às rendas que. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. 397. a qualquer título. A confirmação de qualquer recolhimento será juntada aos autos nas 48 horas seguintes ao depósito. àquele que. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção III – Da Central de Depositário Judicial Art. (Redação antiga) Art. O disposto nesta subseção aplica-se. § 1º. para fins de depósito judicial. receber das partes. Parágrafo único. O Depositário Judicial elaborará. mensalmente. pedras e metais preciosos. 398. exerça as funções de Depositário Judicial.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. mediante guia. Nas Comarcas em que houver cumulação das funções de Depositário Judicial e Depositário Público. até o quinto dia útil do mês subsequente àquele a que disser respeito. observar-se-á. balancete das importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. o Depositário Judicial recolhê-los-á à instituição bancária em 24 horas. as normas que regem a forma e o prazo de permanência de objetos recolhidos. (Redação antiga) Página 164 de 192 . indicando: I – Juízo à disposição do qual se encontra o valor depositado. 398. nomeado e compromissado pelo Juiz. IV – valor de cada recebimento e recolhimento. no que couber. é atribuição de pessoa nomeada pelo Juiz competente para o feito. 399. (Redação antiga) Art. § 2º. O recolhimento de valores. 397. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. observando-se o disposto nos artigos 148 a 150 do Código de Processo Civil. quanto aos bens a este pertinentes. III – número do processo. V – total dos recebimentos e recolhimentos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. II – nome das partes. à disposição do Juízo competente. títulos e papéis de crédito. Os Depositários Judiciais deverão lançar as informações de que trata o artigo em sistema próprio e encaminhá-las à Corregedoria Geral da Justiça. Quando a constrição judicial recair sobre dinheiro.

i) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes da CNCGJ. publicado no DJERJ de 20/08/2010) g) Organizar e manter os serviços da CDJ. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CNCGJ. em igual prazo. servindo uma de recibo. denominado Juiz Coordenador e gerenciada por um Encarregado a quem caberá responder pela CDJ: I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CDJ e. àquelas encaminhadas equivocadamente depois de certificado o respectivo motivo. contrafé do mandado de penhora. II – O Depositário Judicial exercerá a função de Encarregado pela CDJ. e) Cadastrar. devolvendo aos cartórios. bem como a providência a ser tomada. sendo considerada falta grave a sua não observância. Haverá Central de Depositário Judicial – CDJ na Comarca da Capital. em especial. preenchidas corretamente e em duas vias. controlando os registros necessários. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. 399. destinada à guarda de bens ou valores e às funções decorrentes. diariamente. devidamente relacionados em guias de remessa. Página 165 de 192 . bem como as penhoras a eles conferidas. submetendo a lista ao Juiz Coordenador para aprovação pelo Corregedor-Geral da Justiça. diariamente. lançando no sistema informatizado próprio todos os dados relativos à mesma. f) Indicar Preposto ao Juiz da causa no prazo de 72 (setenta e duas) horas a contar da data da intimação da parte. c) Receber dos cartórios. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da data do recebimento da contrafé. processos judiciais referentes aos mandados de penhora destinados à CDJ e funções decorrentes. observando no momento do recebimento a sua regularidade. cabendo-lhe responder pela central e atribuindo-lhe em especial: a) Manter cadastro atualizado de todos os Prepostos. dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina da central. com identificação completa dos mesmos. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. h) Manter atualizados todos os registros no sistema informatizado.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. d) Validar a contrafé recebida pela CDJ. (Redação antiga) f) Nomear Preposto previamente cadastrado na CDJ. no que couber. b) Receber dos Oficiais de Justiça ou Centrais de Mandados.

O recolhimento de valores. (Redação antiga) § 2º. o Depositário Judicial deverá solicitar incontinenti. alínea “f”. cadastrando todos os dados inerentes à penhora no sistema informatizado da CDJ. publicado no DJERJ de 01/06/2010) (Redação antiga) Art. A decisão do Juízo competente determinando a atuação do Depositário Judicial da CDJ importa na sua autorização para a nomeação de Preposto Página 166 de 192 . A CDJ terá atribuição precípua de administrar os bens depositados e. conforme disciplinado no parágrafo único do artigo 149 do CPC. quando de suas eventuais ausências. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. informando sua nomeação ao Juiz da causa. (Redação antiga) Art. preenchida corretamente em duas vias. indicar serventuário lotado na central. servindo uma de recibo. A CDJ terá atribuição precípua de administrar os bens depositados. no que couber. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Depositário Judicial e as demais pessoas afetas ao serviço. (Redação antiga) § 3º. observando-se o disposto nos artigos 148 a 150 do Código de Processo Civil. (Redação antiga) § 1º. (Redação antiga) § 4º. o Depositário Judicial deverá nomear Preposto com observância do artigo 399. para exercer as funções de substituto.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 j) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. imediatamente após a nomeação do Preposto pela autoridade judiciária. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 1º. 400. 400. pelo Depositário Judicial aos servidores da CDJ. devendo. com anuência do Juiz Coordenador.(Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. 400. conforme disciplinado no parágrafo único do artigo 149 do CPC. As atribuições enumeradas no inciso II deste artigo poderão ser delegadas. A indicação de Preposto é responsabilidade pessoal do Depositário Judicial. § 2º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. ser pessoa de sua inteira confiança. Ao Preposto caberá comunicar imediatamente ao Depositário Judicial de cada arrecadação procedida. a ordem. e em caso de haver necessidade de deslocamento para proceder à arrecadação. a nomeação de Preposto devidamente cadastrado na central. O Depositário Judicial só poderá indicar Preposto devidamente cadastrado na CDJ e após a anuência do Juiz Coordenador. O Depositário Judicial deverá providenciar. § 1º. para fins de depósito judicial. dando imediata ciência ao Juiz Coordenador. ao Juiz da causa. Caberá ao Depositário Judicial. credencial contendo a identificação completa do preposto e todos os dados do auto de penhora a ser cumprido. é atribuição de pessoa nomeada pelo Juiz competente para o feito. em caso de haver necessidade de deslocamento para proceder à arrecadação. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. assim.

nomeado e compromissado pelo Juiz. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 6º. na forma do parágrafo único do artigo 149 do CPC. Ao Preposto caberá comunicar imediatamente à CDJ o resultado de cada arrecadação efetivada. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. trimestralmente. 401. indicando: I – Juízo à disposição do qual se encontra o valor depositado. O disposto nesta subseção aplica-se. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pela central. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. àquele que. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 4º. O Preposto fará jus à remuneração pelos atos que praticar no cumprimento de suas atribuições. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 2º.Da alienação de bens em depósito público Página 167 de 192 . salvo se houver expressa determinação em sentido diverso. 401. O Depositário Judicial encaminhará ao Juiz Coordenador. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. (Redação antiga) Art. emitido pelo sistema informatizado próprio. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010. exerça as funções de Depositário Judicial. A indicação de Preposto é responsabilidade pessoal do Depositário Judicial. balancete. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 3º. publicado no DJERJ de 20/08/2010) Art. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Subseção IV . O Depositário Judicial deverá providenciar termo de nomeação contendo a identificação completa do Preposto e todos os dados da ordem de penhora a ser cumprida. observado o total máximo de um salário mínimo por mês. que responderá pelos atos por aquele praticados. no que couber. limitada à quantia correspondente a 1/5 (um quinto) do salário mínimo por diligência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 47/2010.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 cadastrado na central. publicado no DJERJ de 20/08/2010) § 5º. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 47/2010. aliena “f” é condição indispensável à nomeação de preposto pelo Depositário Judicial. O cumprimento do disposto no artigo 399. servindo uma de recibo. devendo a CDJ cadastrar todos os dados inerentes à penhora no sistema informatizado. V – total dos recebimentos e recolhimentos. II – nome das partes. III – número do processo. IV – valor de cada recebimento e recolhimento. preenchida corretamente em duas vias. (Parágrafo incluído pelo Provimento CGJ nº 47/2010.

salvo outro prazo determinado pela autoridade judiciária. no mandado de remoção. O Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público poderá solicitar a venda dos bens. entregues à guarda do Departamento do Depósito Público. tomando-se por valor inicial aquele que lhe haja sido atribuído no laudo de avaliação. Página 168 de 192 .O Depósito Público poderá solicitar que os bens sejam levados à hasta pública antes do término do prazo previsto no mandado de remoção. e em seguida a alienação por Leiloeiro Público. § 2º. incluindo o número do inquérito policial. 402. sem que seja reivindicado. poderá desde logo deferir a venda para a hipótese de o bem permanecer em depósito por mais de noventa dias sem que seja reivindicado. § 3º .Decorrido o prazo de permanência dos bens previsto no mandado de remoção. entregues à guarda do Depósito Público. o qual. independentemente de avaliação. exceto se houver expressa determinação judicial em sentido diverso. na forma do Ato Normativo TJ nº 8/99.No mandado de remoção constará a advertência de que os bens recolhidos ao Depósito Público serão alienados após o prazo de noventa dias. publicado no DJERJ de 01/06/2010) Art. dependerá de autorização do Juízo competente. independerá de autorização do Juízo competente na hipótese de o bem permanecer em depósito por mais de noventa dias. o Depósito Público deverá requerer ao Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais a avaliação dos bens depositados. (Redação antiga) Art. salvo impedimento justificado.Os bens alienados e não retirados pelo arrematante no prazo fixado no respectivo edital serão imediatamente incluídos em nova hasta pública. através de expediente dirigido ao Juízo competente que determinará a avaliação por Avaliador Judicial. o que poderá ser feito em lotes. deduzidas as respectivas despesas. § 2º .Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 31/2010. perdendo o arrematante qualquer direito sobre os mesmos. em conta bancária judicial. através de expediente dirigido ao Juízo competente. se possível e sendo o caso. se este for positivo. A alienação de bens vinculados a processo judicial. efetuará o depósito do valor obtido. Os pedidos de autorização para a alienação de que trata este artigo serão decididos pela autoridade judiciária em 05 (cinco) dias. § 1º . o Depósito Público informará ao Juízo competente o seu resultado e. e desde que adequadamente instruídos. A alienação de bens vinculados a processo judicial.Alienados os bens depositados. 402. § 1º. § 4º . § 5º. seguindo-se a sua alienação por Leiloeiro Público. tendo por valor inicial aquele que lhe haja sido atribuído no laudo de avaliação.

O Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público. poderá providenciar o descarte. § 1º. serão inventariados. o Juízo competente fará instruir a carta para execução da pena com certidão sobre a existência de tais bens e sua situação junto ao depósito público. Art. certificado ao Juízo competente que esses bens se tornaram imprestáveis ou de valor econômico desprezível. publicado no DJERJ de 07/10/2010) Art. § 4º. desacompanhados de elementos que identifiquem sua origem. § 2º. inclusive aqueles de que o Depósito Público não disponha de elementos formais de identificação. nem hajam sido reunidos em lotes numerados. sendo discriminados os bens a serem avaliados. O estado de imprestabilidade ou de inapreciável valor econômico do bem depositado será certificado ao Juízo competente por Oficial de Justiça Avaliador após diligência de verificação. 405. se existente. § 3º. poderá o respectivo Juízo autorizar o Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público a dar destinação de interesse ou social aos bens especificados. se for o caso.Os bens apreendidos em processo de natureza criminal somente serão alienados mediante prévia e expressa autorização do Juízo competente. por incineração.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º . avaliados e leiloados em separado. mediante autorização judicial. o número do lote. devendo constar a descrição dos bens. No caso de apreensão de bens em procedimento criminal. Os bens de valor econômico. Tratando-se de bens recolhidos ao Departamento do Depósito Público há mais de 90 (noventa) dias. desde que declaradas de utilidade pública federal. dos bens inservíveis sobre os quais não manifestem interesse às entidades referidas nos incisos I e II do § 1º deste artigo. adotando as cautelas necessárias junto aos órgãos competentes. 403. estadual ou municipal. II – social: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins previstos nos atos constitutivos de entidades privadas de assistência à população carente. Art. Considera-se destinação de interesse: I – do serviço: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins regimentais ou estatutários de órgãos da Administração Direta ou de entidades da Administração Indireta ou Fundacional de qualquer dos Poderes do Estado do Rio de Janeiro. cópia da certidão Página 169 de 192 . e sendo através de diligência de verificação cumprida por Oficial de Justiça Avaliador. 404. depositando-se o preço em conta vinculada na instituição bancária. sujeita à atualização monetária e cuja movimentação somente decorrerá de ordem do Juízo competente para conhecer de bens vagos. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 48/2010. A destinação será comunicada por ofício ao Juízo competente.

estadual ou municipal.O Depósito Público. desde que declaradas de utilidade pública federal. Gestor Judicial em processos de falência. Síndico.Do Liquidante Judicial Subseção I Disposições Gerais Art. Certificado o valor desprezível ou a imprestabilidade dos bens. o número do lote. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 48/2010. mediante autorização do Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais. por incineração.Considera-se destinação de interesse: I – do serviço: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins regimentais ou estatutários de órgãos da Administração Direta ou de entidades da Administração Indireta ou Fundacional de qualquer dos Poderes do Estado do Rio de Janeiro. Os bens recolhidos ao Depósito Público há mais de 90 (noventa) dias que aparentem ser imprestáveis ou ter valor econômico desprezível poderão ser objeto de diligência de verificação. se existente. Comissário. o original do termo de entrega firmado pelo representante do Depósito Público e pelo dirigente que represente o órgão ou a entidade destinatária. e o original do termo de entrega firmado pelo Diretor-Geral do Departamento do Depósito Público e pelo dirigente que represente o órgão ou a entidade destinatária. § 2º . II – social: o atendimento às necessidades compatíveis com os fins previstos nos atos constitutivos de entidades privadas de assistência à população carente. (Redação antiga) Art. adotando as cautelas necessárias junto aos órgãos competentes. devendo constar a descrição dos bens. § 1º . 405. Incumbe ao Liquidante Judicial exercer as funções de Administrador Judicial. 406. se for o caso. Página 170 de 192 . dos bens inservíveis a respeito dos quais não haja manifestação de interesse das entidades referidas nos incisos I e II do § 1º deste artigo. o Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais autorizará o Depósito Público a dar destinação de interesse do serviço ou social aos bens especificados. a pedido do Depósito Público dirigido ao Juiz Coordenador da Central de Avaliadores Judiciais. § 3º . publicado no DJERJ de 07/10/2010) Seção VIII . poderá providenciar o descarte.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 do Oficial de Justiça Avaliador referida no § 2º deste artigo.A destinação ou o descarte serão comunicados por ofício ao Juízo competente. a cópia da certidão do Avaliador Judicial referida no caput deste artigo e.

desde que comprove.O ponto. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. bem como dos demais serventuários lotados na CLJ. respectivamente. a frequência. que dará ciência ao Juiz Coordenador das ocorrências verificadas. Página 171 de 192 . No entanto. O serventuário na função de Liquidante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. I – O ponto. A função de Liquidante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Liquidantes Judiciais – CLJ na Comarca da Capital e. ficam a cargo do Encarregado pela CLJ.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 recuperação judicial.CLJ na Comarca da Capital e. No caso de Central de Liquidantes Judiciais – CLJ. as férias. nas demais Comarcas. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários que exercerem a função de Liquidante Judicial. I . não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. § 1º. a qualquer outra unidade da administração para qual for designado. a qualquer outra unidade da administração para onde for designado. o Liquidante Judicial será hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central. o servidor na função de Liquidante é hierarquicamente subordinado ao Juiz Coordenador da Central e administrativamente vinculado ao Encarregado pela CLJ. concordata ou insolvência civil. nas demais Comarcas. A função de Liquidante Judicial será exercida por serventuário designado pela Corregedoria Geral da Justiça junto à Central de Liquidantes Judiciais . II – Deverá ser observada. § 2º. 406. § 3º. no ato de deferimento de férias ou licença prêmio. do dia do retorno à serventia. bem como todas e quaisquer comunicações referentes à movimentação funcional dos serventuários da CLJ. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. as licenças. as férias. § 1º. ficam a cargo do Liquidante Judicial. a impossibilidade de gozo concomitante por mais de um serventuário que exerça a função de Liquidante Judicial. se outro não for nomeado. as licenças. a freqüência. No caso de Central de Liquidantes Judiciais – CLJ. Onde houver Central de Liquidantes Judiciais as ausências elencadas no parágrafo anterior deverão ser previamente comunicadas ao Encarregado pela CLJ. a realização das respectivas diligências. até as 18hs. (Redação antiga) Subseção I Art. 406.

9º da Lei nº 11. e validado pelo Encarregado onde houver instalada a CLJ. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção II Da Atuação dos Liquidantes Judiciais Art. § 3º. através de carimbo ou autenticação mecânica. § 2º. 407. o serventuário na função de Liquidante Judicial ficará vinculado ao processo judicial onde deverá exercer suas atribuições. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. na forma da legislação pertinente. assinatura. O serventuário na função de Liquidante Judicial firmará compromisso por termo somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. especialmente as habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista no artigo 7º. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. § 1º. O Liquidante Judicial está obrigado à assinatura do ponto diariamente. Serão recebidos nas dependências da serventia do Liquidante Judicial os expedientes a ele dirigidos. contendo em especial: Página 172 de 192 . Parágrafo único. Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. As funções de Comissário e Síndico serão mantidas conforme previsto no artigo 192 da mesma norma. 407. Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. O serventuário na função de Liquidante Judicial exercerá as funções de Administrador Judicial. Liquidante e Administrador.101/05. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à atuação do serventuário na função de Liquidante Judicial deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. a realização das respectivas diligências. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. observando-se rigorosamente os prazos legais. não terá seu ponto cortado quando da ausência na serventia. § 2º. desde que comprove.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 II – O deferimento de férias ou licença prêmio obedecerá as normas gerais do Tribunal de Justiça. dissolução de sociedade e insolvência civil. horário. (Redação antiga) Art. § 1º combinado com o art. até as 18hs do dia do retorno à serventia. respectivamente em processos de falência (Lei nº 11.101/05). onde constarão data. No entanto. sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo.

II – Data de entrada e de saída na serventia. fiscais. IV – Data das sentenças declaratórias de falência. no prazo legal ou quando houver determinação do Juiz. conforme o caso. do número do processo e do nome da empresa falida. se suspensiva. I – Para fins de comprovação. destinado à guarda de livros contábeis. documentação e demais papéis de pequeno porte. dissolvida ou em recuperação. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. trabalhistas e outros. VI – A localização interna e/ou externa dos documentos de interesse de cada processo. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata. conforme o caso. onde houver instalada a CLJ. § 4º. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. da qual constará o número do respectivo processo ou mandado. A documentação de interesse de cada processo deverá ser arquivada em pastas individuais com identificação da serventia. O arquivo deverá ser mantido da seguinte forma: I – Situado nas dependências da serventia. Na Comarca da Capital os processos judiciais e os mandados judiciais serão encaminhados à Central de Liquidantes Judiciais – CLJ por meio de guia de remessa de processos e de documentos. documentação e papéis em grande quantidade. o serventuário na função de Liquidante Judicial ou demais serventuários lotados na Central. bem como através de relação de entrega. controle e registro do recebimento de processos oriundos da segunda instância.Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial ou da CLJ. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação. Página 173 de 192 . aposto nos respectivos autos. emitida pelo DCP. III – Nome do serventuário nomeado nos autos na função de Liquidante. II – Situado em dependência externa à serventia. correspondências. organizado em ordem alfabética e destinado à guarda das cópias de petições. ou de sua concessão. § 5º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – Número e identificação do processo. e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil. usará carimbo que. respectivamente. quando preventiva. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. especifique a data do recebimento destes. devendo os mesmos serem devolvidos diretamente ao cartório de origem. II . V – Data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente.

Após firmar compromisso por termo de sua nomeação. § 1º. V – Data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente. VI – A localização interna e/ou externa dos documentos de interesse de cada processo. II – Data de entrada e de saída na serventia. § 4º.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 6º. § 2º. dando ciência ao Juiz Coordenador da CLJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado. dissolução de sociedade e insolvência civil. Os dados referentes à tramitação do processo e as informações relativas à atuação do Liquidante Judicial deverão ser cadastrados e mantidos atualizados no sistema informatizado próprio. IV – Data das sentenças declaratórias de falência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação. § 3º. O Liquidante Judicial firmará compromisso por termo somente após conste o respectivo processo registrado oficialmente em seu nome no sistema informatizado próprio. O Liquidante Judicial exercerá as funções de Administrador Judicial. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata. do número do processo e do Página 174 de 192 . conforme o caso. Onde não houver CLJ instalada o recibo a que se refere o § 5º deste artigo constará em livro de protocolo. A documentação de interesse de cada processo deverá ser arquivada em pastas individuais com identificação da serventia. As funções de Comissário e Síndico serão exercidas na forma do artigo 192 da mesma norma. quando preventiva. o Liquidante Judicial ficará vinculado ao processo judicial. e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil.101/05). publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. O serventuário na função de Liquidante Judicial. observando-se os prazos legais. § 7º. III – Nome do serventuário nomeado nos autos na função de Liquidante. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. na forma da legislação pertinente. 407. quando necessário. onde deverá exercer suas atribuições. contendo em especial: I – Número e identificação do processo. em processos de falência (Lei nº 11. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências. ou de sua concessão. Liquidante e Administrador. se suspensiva. respectivamente.

§ 1º e 9º. especifique a data do recebimento destes. respectivamente. organizado em ordem alfabética e destinado à guarda das cópias de petições. recorrerá à força policial para auxiliá-lo nas diligências. dissolvida ou em recuperação. assinatura. serão recebidos diretamente pelo Liquidante Judicial ou. bem como através de relação de entrega. § 7º. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. trabalhistas e outros. documentação e papéis em grande quantidade. Página 175 de 192 . nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. correspondências.101/05. na Capital. Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. devendo ser passado o recibo na segunda via da relação. Onde não houver CLJ instalada. Na Comarca da Capital. devendo os mesmos ser devolvidos diretamente ao cartório de origem. nas dependências da CLJ. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. § 1º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. da qual constará o número do respectivo processo ou mandado. através de carimbo ou autenticação mecânica. da Lei nº 11. II – Situado em dependência externa à serventia. onde constarão data. horário. o Liquidante Judicial ou demais serventuários lotados na Central. conforme o caso. documentação e demais papéis de pequeno porte. os processos judiciais e os mandados judiciais serão encaminhados à Central de Liquidantes Judiciais . no prazo legal ou quando houver determinação do Juiz.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 nome da empresa falida. emitida pelo DCP. 408. sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo. § 5º. O arquivo deverá ser mantido da seguinte forma: I – Situado nas dependências da CLJ ou da serventia onde não houver CLJ instalada. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. § 6º.CLJ por meio de guia de remessa de processos e de documentos. destinado à guarda de livros contábeis. fiscais. o recibo a que se refere o § 5º deste artigo constará em livro de protocolo. quando necessário. O Liquidante Judicial. II – Fica vedado o empréstimo ou a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial ou da CLJ. I – Para fins de comprovação. usará carimbo que. As habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista nos artigos 7º. O Liquidante Judicial manterá atualizados os livros de registro de recebimento e devolução de autos. 408. controle e registro do recebimento de processos oriundos da segunda instância. onde houver instalada a CLJ. (Redação antiga) Art. dando ciência ao Juiz Coordenador da CLJ ou ao Juiz de Direito a que esteja vinculado. aposto nos respectivos autos.

e da decretação da insolvência ou da dissolução da sociedade mercantil. da Lei nº 11. horário. se suspensiva. a rotina elencada no parágrafo anterior será realizada pela equipe administrativa da CLJ. IV – data da sentença que julgar extintas as obrigações do falido ou do insolvente. O serventuário na função de Liquidante Judicial adotará. conforme o caso. Onde houver central instalada. II – datas de entrada e de saída na serventia. na Capital. Os expedientes supracitados deverão ser apresentados por petição acompanhada de cópia. e 9º. ou de sua concessão. assinatura. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. O serventuário na função de Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas. devendo tais dados ser mantidos atualizados em sistema informatizado próprio. insolvente e liquidanda. O Liquidante Judicial adotará. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à massa falida. sendo devolvida ao apresentante em ato contínuo. As habilitações de crédito e divergências aos créditos relacionados na forma prevista nos artigos 7º. 409. do deferimento do processamento de recuperação judicial ou concordata.101/05. nome legível e matrícula do servidor encarregado do recebimento. nas dependências da CLJ. § 2º. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. encerrada a recuperação judicial ou a liquidação. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. III – data das sentenças declaratórias de falência.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 2º. § 1º. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros. quando preventiva. e cumprida ou sem objeto a concordata preventiva. além dos livros obrigatórios. § 1º. onde constarão data. através de carimbo ou autenticação mecânica. serão recebidos diretamente pelo Liquidante Judicial ou. cujo recibo de entrega será emitido na respectiva cópia. fichas e/ou pastas padronizadas que conterão: I – número e identificação do processo. Onde houver central instalada a rotina elencada no parágrafo anterior será realizada pela equipe administrativa da CLJ. § 1º. 409. 408. Página 176 de 192 .

que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. insolventes e liquidandas. em nome da mesma. Para a abertura da conta bancária a que se refere o parágrafo anterior. § 3º. insolvente e liquidanda. ainda. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. O Liquidante Judicial adotará. controle contábil sobre o movimento de entrada e saída de recursos financeiros. o Liquidante Judicial deverá requerer autorização do Juízo com competência Empresarial. § 1º. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. § 5º. que recolherá à instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. § 3º. seu valor. data da compensação e nome do beneficiário. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. insolvente e liquidanda. Os recursos financeiros que compõem o acervo das massas falidas. § 2º. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. § 6º. § 4º. Deverá ser aberta conta bancária destinada à administração dos frutos e rendimentos para cada massa falida. quanto aos recebimentos e pagamentos relativos à massa falida. em conta específica para cada caso. data de emissão. Deverá ser aberta conta bancária destinada à administração dos frutos e rendimentos para cada massa falida. em conta específica para cada caso. a quem compete. O serventuário na função de Liquidante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. Página 177 de 192 . § 2º. onde fará constar o número do talonário. Para a abertura da conta bancária a que se refere o parágrafo anterior. deverão permanecer à disposição do juízo empresarial. O serventuário na função de Liquidante Judicial submeterá ao Juízo Empresarial prestação de contas conforme disciplinado na norma legal. o serventuário na função de Liquidante Judicial deverá requerer autorização do Juízo Empresarial. devendo tais dados ser mantidos atualizados em sistema informatizado próprio. sendo vedada a abertura de conta bancária em nome do Liquidante Judicial. Os cheques emitidos deverão. o número do cheque. insolvente e liquidanda.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 insolventes e liquidandas. 409. insolventes e liquidandas e que estejam convertidos em depósito judicial. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. O Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas. por força de lei. sendo vedada a abertura de conta bancária em nome do serventuário na função de Liquidante Judicial.

410. nomeado e compromissado pelo Juiz. correspondência. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. insolventes e liquidandas e que estejam convertidos em depósito judicial. deliberar sobre eventuais depósitos e levantamentos. com referência às empresas em regime de falência ou liquidação judicial. Os cheques emitidos deverão. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. no que couber. O disposto nesta subseção aplica-se. destinado à guarda. exerça a função de liquidante judicial. data de emissão. § 6º. àquele que. concordata ou dissolução de sociedade. 410. ser escaneados e arquivados em pasta eletrônica própria. em nome da mesma. § 5º. documentação e demais papéis de pequeno porte. (Redação antiga) Art. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. trabalhistas e outros. àquele que. referentes ao mesmo. onde fará constar o número do talonário. Os recursos financeiros que compõem o acervo das massas falidas. documentação e papéis em grande quantidade. que recolherá à Página 178 de 192 . (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. data da compensação e nome do beneficiário. O Liquidante Judicial submeterá ao Juízo com competência Empresarial prestação de contas conforme disciplinado na norma legal. seu valor. O disposto nesta seção aplica-se. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Subseção III Da Central de Liquidantes Judiciais Art. a quem compete.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 4º. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. em pastas individuais para cada processo de falência. das cópias de petições. por força de lei. exerça a função de liquidante judicial. O Liquidante Judicial efetuará pagamentos exclusivamente por cheques nominativos. deverão permanecer à disposição do juízo com competência empresarial. no que couber. nomeado e compromissado pelo Juiz. II – situado em dependência externa à serventia. o número do cheque. que serão cadastrados no sistema informatizado próprio. O Liquidante Judicial responderá pelas importâncias provenientes de pagamentos devidos às massas falidas e liquidandas. 411. 410. fiscais. ainda. O Liquidante Judicial manterá arquivo: I – organizado em ordem alfabética e localizado em dependência da serventia. destinado à guarda de livros contábeis.

(Redação antiga) Art. Haverá Central de Liquidantes Judiciais – CLJ na Comarca da Capital. observando a regularidade da remessa no momento do recebimento. lançando no sistema informatizado todos os dados necessários. depois de certificado o respectivo motivo. em 48 (quarenta e oito) horas. em duas vias. em conta específica para cada caso. d) Devolver às serventias. observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. b) Normatizar as atividades internas da central. diariamente. b) Receber dos cartórios. a contar da data do recebimento. os processos judiciais e os mandados judiciais encaminhados equivocadamente. a quem cabe a administração das massas falidas. o processo encaminhado para firmar compromisso por termo. a quem caberá responder pela CLJ: I – Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CLJ. diariamente. e) Cadastrar no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Página 179 de 192 . insolventes e liquidandas e suas funções decorrentes. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CLJ. os mandados judiciais dirigidos ao Liquidante Judicial. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. em seguida ao cadastramento. II – O Juiz Coordenador designará servidor para atuar como Encarregado pela CLJ. conforme normatizado pelo Juiz Coordenador. 411. f) Distribuir a um dos serventuários na função de Liquidante Judicial. a quem caberá responder pela central.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 instituição bancária nas 24 horas seguintes ao recebimento. servindo uma de recibo e observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. atribuindo-lhe em especial: a) Dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central e à atuação dos serventuários que exercerem a função de Liquidante Judicial. servindo uma de recibo. em duas vias. até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela central. c) Validar os processos judiciais e mandados judiciais recebidos pela CLJ. integrada pelos serventuários que exerçam a função de Liquidantes Judiciais. os processos judiciais e os mandados judiciais. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. salvo nos casos de urgência. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. denominado Juiz Coordenador e gerenciada por um Encarregado. os processos judiciais em que seja determinada a atuação de Liquidante Judicial.

sendo considerada falta grave a não observância desta norma. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. h) Controlar os prazos legais atinentes à atuação do Liquidante Judicial bem como as hipóteses de urgência. ao serventuário nomeado como Liquidante Judicial. após repassados pelo serventuário na função de Liquidante Judicial. trimestralmente. em seguida ao cadastramento. anualmente. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. a ordem. o) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. p) Manter a guarda dos documentos conforme disciplinado no § 4º do artigo 407 desta norma. j) Elaborar relação trimestral de processos e mandados com prazo de cumprimento excedido. mediante relação própria. 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. indicando: 1 – Juízo da massa falida.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 g) Quando o termo já estiver firmado. todos os processos judiciais e mandados judiciais que lhe forem devolvidos pelos serventuários na função de Liquidante Judicial. encaminhando-as. encaminhar o processo e/ou o mandado. insolvente e liquidanda. r) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. Página 180 de 192 . devidamente determinadas pelos Juízes de Direito. q) Observar as regras de controle documental previstas no artigo 174 e seguintes desta norma. 3 – número do processo. insolvente e liquidanda. saída. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Liquidantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço. n) Consolidar as prestações de contas elaboradas pelos Liquidantes. ao Juiz Coordenador. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. i) Restituir aos Cartórios. l) Apoiar o serventuário na função de Liquidante Judicial nas atividades administrativas inerentes a sua atuação. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela central. no que couber. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. m) Encaminhar ao Juiz Coordenador. conforme previsto no § 4º do artigo 409 desta norma. 2 – nome da massa falida. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária pelos Liquidantes.

por termo. no sistema informatizado próprio. em duas vias. até 48 (quarenta e oito) horas após o recebimento do feito pela central. b) Receber dos cartórios. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. os mandados judiciais dirigidos ao Liquidante Judicial. observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. d) Devolver às serventias. os processos judiciais em que seja determinada a atuação de Liquidante Judicial. denominado Juiz Coordenador. As atribuições enumeradas nos incisos anteriores poderão ser delegadas pelo Encarregado pela CLJ aos servidores da central. quando de suas eventuais ausências. em 48 (quarenta e oito) horas. § 2º. observando a regularidade da remessa no momento do recebimento. salvo nos casos de urgência. 411.CLJ na Comarca da Capital. com anuência do Juiz Coordenador. servindo uma de recibo e observando o disposto no § 5º do artigo 407 desta norma. Caberá ao serventuário na função de Liquidante Judicial o lançamento. no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. e gerenciada pelo Liquidante Judicial. a contar da data do recebimento. os processos judiciais e os mandados judiciais encaminhados equivocadamente. conforme normatizado pelo Juiz Página 181 de 192 . no que couber. coordenada por um Juiz de Direito indicado pelo Corregedor-Geral da Justiça. lançando no sistema informatizado todos os dados necessários. atribuindo-lhe em especial: a) Receber dos cartórios. Haverá Central de Liquidantes Judiciais . a quem caberá responder pela CLJ: I – Ao Liquidante Judicial caberá responder pela central. os processos judiciais e os mandados judiciais. devidamente relacionados em guias preenchidas corretamente. e) Cadastrar. devidamente relacionados em guias de remessa preenchidas corretamente. servindo uma de recibo. diariamente. diariamente. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. c) Validar os processos judiciais e mandados judiciais recebidos pela CLJ. em duas vias. da data em que receber e devolver o processo judicial e/ou mandado judicial à equipe administrativa da CLJ. f) Firmar compromisso Coordenador.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º Ao Encarregado pela CLJ caberá. depois de certificado o respectivo motivo. § 3º.

com anuência do Juiz Coordenador. § 2º. j) Consolidar as prestações de contas. trimestralmente. 412. 4 – valor e causa de cada recebimento e recolhimento. de todas as importâncias recebidas e recolhidas à instituição bancária. indicando: 1 – Juízo da massa falida.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 g) Controlar os prazos legais atinentes à sua atuação. saída. h) Elaborar relação trimestral de processos e mandados com prazo de cumprimento excedido. quando de suas eventuais ausências. m) Observar as regras de controle documental previstas nos artigos 174 e seguintes desta norma. ao Juiz Coordenador. anualmente. 2 – nome da massa falida. insolvente e liquidanda. balancete emitido pelo sistema informatizado próprio. i) Encaminhar ao Juiz Coordenador. bem como as hipóteses de urgência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. a ordem. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Art. l) Manter a guarda dos documentos conforme disciplinado no § 4º do artigo 407 desta norma. 3 – número do processo. As atribuições enumeradas nas alíneas anteriores poderão ser delegadas pelo Liquidante Judicial aos servidores da central. n) Promover meios e zelar para que a dignidade da Justiça. processos recebidos e demais registros referentes aos trabalhos administrativos desenvolvidos pela central. Para fins de comprovação. encaminhando-as. conforme previsto no § 4º do artigo 409 desta norma. o Liquidante Judicial Página 182 de 192 . no que couber. 5 – total dos recebimentos e recolhimentos. k) Manter a atualização constante e correta dos registros de entrada. devendo observar a norma prevista no artigo 155 e 156 desta CN. controle e registro do recebimento de processos oriundos da primeira ou segunda instância. § 1º Caberá ao Liquidante Judicial. no que couber. encaminhando-a ao Juiz Coordenador. devidamente determinadas pelos Juízes de Direito. indicar serventuário lotado na central para exercer as funções de substituto. insolvente e liquidanda. sendo considerada falta grave a não observância desta norma. o respeito e a disciplina sejam mantidos entre os servidores lotados na Central de Liquidantes Judiciais e as demais pessoas afetas ao serviço.

412. II – O serventuário na função de Liquidante Judicial não receberá processo judicial e/ou mandado judicial nos 10 (dez) dias anteriores às suas férias ou licença-prêmio. prazo em que devolverá os processos e/ou mandados remanescentes devidamente instruídos. conforme escala vigente normatizada pelo Juiz Coordenador. Fica vedada a retirada de autos da serventia do Liquidante Judicial. publicado no DJERJ de 04/10/2010) (Redação antiga) Art. (Redação antiga) Art. analisados pelo Juiz. no prazo de lei ou quando houver determinação do Juiz. O critério de distribuição inicial dos processos judiciais adotado pela Central de Liquidantes Judiciais será igualitário. b) Normatizar as atividades internas da central. o número e a folha do livro de registro de recebimento e devolução de autos. Os auxílios e substituições entre os serventuários na função de Liquidante Judicial observarão o seguinte: I – Em caso de férias. os processos e/ou mandados em poder dos serventuários na função de Liquidante Judicial não serão devolvidos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 usará carimbo que. 412. aposto nos respectivos autos. III . Ao Juiz Coordenador compete a superintendência da CLJ. cumprindo ao mesmo devolvê-los ao cartório de origem. Parágrafo único. em busca de unificar a atuação dos serventuários lotados na CLJ. ficando o serventuário na função de Liquidante Judicial vinculado aos feitos a partir do compromisso firmado por termo. Parágrafo único. salvo nos casos de urgência. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 52/2010. especifique a data do recebimento destes. publicado no DJERJ de 18/11/2010) Página 183 de 192 . por tempo não superior a 15 (quinze) dias. (Redação alterada pelo Provimento CGJ nº 61/2010. atribuindolhe em especial: a) Dirimir dúvidas atinentes ao desenvolvimento da rotina administrativa da central. licenças ou faltas ocorrerá auxílio entre os serventuários na função de Liquidante Judicial.Em caso de licença médica ou cumprimento de pena disciplinar de suspensão.

Art. 414.Do exercício da função de Leiloeiro no âmbito do Poder Judiciário Art. ser procedido no primeiro dia útil subseqüente. visando à orientação do jurisdicionado. 416. bem como relatórios. no mesmo dia da arrematação. à disposição do Juízo que tenha autorizado a hasta. aspectos concernentes ao feito e identificados no estudo social. resguardada a livre manifestação do ponto de vista técnico e a autonomia na escolha dos procedimentos e instrumentos necessários à intervenção profissional. comunicará a freqüência mensal. São deveres e atribuições do Assistente Social: I – assessorar os órgãos judiciais e administrativos. bem como o encaminhamento de suas demandas às instâncias competentes pela execução de políticas públicas. O Juiz ou a chefia especializada de serviço social. pelo leiloeiro. 415. III – conhecer e relacionar a rede de atendimento. a fim de esclarecer. mediação. Parágrafo único. na esfera de sua competência profissional. por escrito ou verbalmente.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Seção IX . encaminhamento e prevenção. com a Resolução nº. tais como: apoio. V – desenvolver trabalhos de intervenção. hipótese em que o depósito deverá. orientação. pareceres e laudos relativos à área de sua competência. necessariamente. Seção X . aconselhamento. através da realização de estudo ou perícia social. resguardando-se o sigilo profissional e sendo vedada a sua participação como testemunha. A guia necessária ao depósito indicado no caput deste artigo será expedida pela Serventia independentemente de requerimento. 413. próprios aos seus contextos de trabalho e compatíveis com a opção metodológica do profissional. grupos de reflexão. sempre em conformidade com a Lei 8662/93. Página 184 de 192 . que regulamenta a profissão. Os Assistentes Sociais são hierarquicamente subordinados ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculados ao Serviço de Apoio aos Assistentes Sociais. 273/93 do Conselho Federal de Serviço Social – Código de Ética Profissional – e demais resoluções que venham a ser proferidas pelo Conselho Regional de Serviço Social e/ou Conselho Federal de Serviço Social. Art. salvo se já encerrado o expediente bancário. O pagamento do preço ou do sinal será depositado em instituição bancária. IV – participar das audiências quando solicitado pelo Assistente Social ou determinado pela autoridade judiciária.Do Assistente Social Judicial Art. II – fornecer subsídios à decisão judicial. conforme a especialidade da área de atuação. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. informações.

XIII – contribuir para a formação e aperfeiçoamento das políticas sociais a cargo da rede pública e social de atendimento. Art. na forma regulamentar. para a função. comunicará a frequência mensal. tendo por referência a construção de projeto específico. programas e atividades relacionadas à prática profissional dos Assistentes Sociais. projetos. objetivando ao aperfeiçoamento técnico. IX – participar de reuniões inter. simpósios. VIII – organizar e manter registros de documentos de forma a resguardar o sigilo profissional. intraprofissionais e interinstitucionais compatíveis com as atividades desenvolvidas na área de atuação. XIV – enviar mensalmente à CEJA. XI – participar e/ou organizar de eventos relativos a serviço social.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VI – desenvolver e assessorar pesquisas. as relações das pessoas nacionais habilitadas para adoção e das crianças e adolescentes em condições de serem adotados.Do Psicólogo Judicial Art. a critério desta. através de participação em reuniões e programas de capacitação fornecidos por instituições de ensino. bem como buscar aperfeiçoamento nos cursos de pós-graduação. cujos temas e horários sejam compatíveis com o interesse da administração judiciária. mantendo as publicações desta comissão organizadas em pasta própria. sendo observados os termos dos convênios com as Universidades qualificando-se. tais como congressos. com vistas à reciclagem e capacitação. jornadas. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. X – observar o plano geral de ação proposto pelo Serviço de Apoio aos Assistentes Sociais com aprovação do Corregedor-Geral da Justiça. seminários. VII – supervisionar os estagiários de serviço social. Os Psicólogos são hierarquicamente subordinados ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculados ao Serviço de Apoio aos Psicólogos. 419. à produção de conhecimento e à implementação de ações que favoreçam a garantia e a ampliação de direitos para os usuários dentro das respectivas áreas de atuação. XII – encaminhar boletim estatístico mensal ao serviço de apoio aos Assistentes Sociais. 417. O Juiz ou a chefia especializada do serviço de psicologia. 418. Art. São deveres e atribuições do Psicólogo: Página 185 de 192 . participando de sua elaboração e revisão periódicas. no âmbito do Poder Judiciário. Seção XI .

XI – articular recursos públicos e comunitários para encaminhamento de jurisdicionados e serventuários às instituições e programas a cada caso. no que tange aos aspectos psicológicos envolvidos. nos limites do processo judicial e/ou administrativo. mediação. utilizando metodologia específica das áreas de atuação. XIII – organizar e manter registros de documentos de forma a resguardar o sigilo profissional. na forma regulamentar. objetivando seus aperfeiçoamentos técnicos e a produção de conhecimentos. quando solicitado. VII – empreender ações junto a problemas psicológicos evidenciados. das audiências. III – desenvolver estudo psicológico em processos judiciais e administrativos. no âmbito do Poder Judiciário. O atendimento aos serventuários será prestado exclusivamente por Psicólogos à disposição dos Núcleos Regionaise do Departamento de Saúde do Tribunal de Justiça. Página 186 de 192 . utilizando o instrumental técnico próprio da psicologia. visando ao estabelecimento de convênios para o desenvolvimento de diferentes programas de atendimento aos jurisdicionados e serventuários. IV – prestar orientação e acompanhamento ao jurisdicionado e/ou serventuário. XII – supervisionar os estagiários da psicologia. por solicitação da autoridade judiciária. em conjunto com a equipe interdisciplinar. VI – participar. respectivamente. aconselhamento. V – elaborar e participar de programas interdisciplinares de saúde ocupacional. programas e atividades relacionadas à prática profissional dos Psicólogos. X – realizar visitas a instituições diversas. na esfera de sua competência profissional. XV – observar o plano geral de ação proposto pelo Serviço de Apoio aos Psicólogos. tais como: apoio. encaminhamento e prevenção. IX – realizar e colaborar com pesquisas. XIV – participar de reuniões inter e intraprofissionais. a fim de esclarecer aspectos técnicos da psicologia. orientação. com aprovação do Corregedor-Geral de Justiça. próprios aos seus contextos de trabalho. em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Federal de Psicologia. VIII – desenvolver trabalhos de intervenção. voltados para os serventuários. II – elaborar documentos técnicos.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 I – assessorar os órgãos judiciais e administrativos.

II – observar sigilo sobre sindicâncias e diligências. VI – lavrar auto de infração quando constatar violação das normas de proteção à criança.Do Comissário de Justiça da Infância. que tipifiquem infrações administrativas. O Psicólogo do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. O Analista Judiciário na Especialidade de Comissário de Justiça da Infância. XVII – apresentar relatórios estatísticos mensais ao Serviço de Apoio aos Psicólogos. III – desenvolver conhecimento sobre assuntos referentes à criança. seminários e cursos de pós-graduação. O Juiz ou a chefia especializada do serviço de comissariado. da Juventude e do Idoso é hierarquicamente subordinado ao Juiz de Direito e tecnicamente vinculado ao Serviço de Apoio aos Comissários de Justiça e exerce funções de fiscalização. primará pela estrita observância aos princípios do respeito e da valorização do ser humano. onde houver e se delegado for pelo Magistrado. de garantia e proteção dos direitos da criança e do adolescente vedando-lhe o porte de arma. 420. tais como congressos. Parágrafo único. Psicologia ou Pedagogia. Art.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 XVI – participar de eventos relativos à psicologia. ao adolescente e ao idoso. IV – avaliar o próprio desempenho e participar das avaliações promovidas pelos superiores hierárquicos. 422. comunicará a frequência mensal. jornadas. Administração.620/05. Assistência Social. cujos temas e horários sejam compatíveis com o interesse da Administração Judiciária. São deveres e atribuições do Comissário de Justiça da Infância. V – relatar à autoridade Judiciária qualquer ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente e do idoso. a critério desta. da Juventude e do Idoso Art. Art. Sociologia. Complementando o disposto no artigo 7º da Lei Estadual 4. Parágrafo único. além dos exigidos em lei e/ou edital. Página 187 de 192 . ao adolescente e ao idoso. a formação de nível superior em Direito. Seção XII . são requisitos para o exercício da especialidade de Comissário de Justiça da Infância da Juventude e do Idoso. de acordo com o estabelecido no Código de Ética da profissão. no desempenho de suas atribuições. 421. da Juventude e do Idoso: I – identificar-se antes do cumprimento de qualquer ordem ou diligência.

bilhetes lotéricos ou equivalentes.069/90.471/03. ou na Lei 10. Art. relatando as ocorrências à Autoridade Judiciária para as providências cabíveis. observando o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 423. que visem a orientação quanto à proibição da venda a crianças e adolescentes de armas.069/90.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 VII – inspecionar as entidades governamentais e não governamentais de atendimento a crianças e adolescentes que executem programas de proteção ou sócio-educativos. de teatro. munições. rádio e televisão. da Juventude e do Idoso e aos Colaboradores Voluntários serão proporcionados cursos de treinamento e especialização. observando as regulamentações da Autoridade Judiciária. orientação. trabalhos de cunho educativo. o auxílio de força policial para coibir ou prevenir ameaça ou violação de direito de criança ou adolescente. 269 desta Consolidação. bailes ou promoções dançantes. casa que explore comercialmente diversões eletrônicas e estúdios cinematográficos. X – fiscalizar a regularidade da documentação que instrui o pedido de autorização de viagem. 149 da Lei 8. XV – inspecionar previamente locais e estabelecimentos a fim de averiguar os fatores constantes do § 1º do art. XIV – solicitar. XI – desenvolver. boate ou congêneres. ginásio e campo desportivo. sindicâncias para apuração de fatos relativos a infrações administrativas previstas na Lei nº 8. vídeos ou publicações que contenham material impróprio ou inadequado. integrando a equipe interprofissional de que tratam os artigos 150 e 151 da Lei 8. informativo e preventivo. VIII – desenvolver trabalhos de prevenção. XII – realizar. bem como à família. relatando a ocorrência. produtos que possam causar dependência física ou psíquica.069/90. em conformidade com a Lei. cuja presença será obrigatória. necessários para a autorização judicial mediante alvará de entrada e permanência de criança ou adolescente em estádio. XIII – fiscalizar a execução das medidas de proteção e sócio-educativas aplicadas a crianças e adolescentes. revistas.069/90. bem como para participação de criança ou adolescente em espetáculos públicos e seus ensaios e certames de beleza. à Autoridade Judiciária. se possível. sempre que necessário. imediatamente. audiências e decisões. explosivos e fogos de artifício. Página 188 de 192 . elaborando relatórios e/ou laudos técnicos. fornecendo à Autoridade Judiciária subsídios por escrito para instruir processos. no exercício de suas funções. acompanhamento técnico à criança e adolescente. sob determinação da Autoridade Judiciária. IX – fiscalizar a entrada. Ao Comissário de Justiça da Infância. bebidas alcoólicas. aconselhamento. permanência e participação de crianças e adolescentes nos locais e eventos definidos na Lei Federal nº 8.

§ 7º. § 6º. § 1º. no que couber. casas de diversões ou espetáculos. vedadas quaisquer autorizações provisórias ou não. procedendo ao seu recolhimento e encaminhamento imediato à Corregedoria Geral da Justiça.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 Art. A identificação de Colaborador e Orientador Voluntário será feita obrigatoriamente pelo cartão de identificação expedido pela Corregedoria Geral da Justiça. É vedada remuneração a qualquer título. terá livre ingresso em clubes. podendo ser dispensados. nas Comarcas onde os houver. 425. ad nutum. a partir do cadastramento na Corregedoria. tanto pelo Juízo a que estiver subordinado como pelo Corregedor-Geral da Justiça. lavrando-se termo em livro próprio. que exercerão suas atividades sob a coordenação dos Comissários de Justiça. § 8º. assim como qualquer documento não autorizado pela Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça. caso constatada alguma irregularidade. salvo casos de urgência. e respeitada ordem de serviço e escala organizada pelo Juiz. que estabelecerá rodízio para áreas determinadas ou estabelecimentos específicos. quando qualquer Comissário de Justiça adotará as medidas adequadas. da Juventude e do Idoso. por período de 12 meses. sem ônus para os cofres públicos. O Comissário de Justiça da Infância. Somente após o devido credenciamento pela Corregedoria. da Juventude e do Idoso. § 2º. § 4º. na Comarca. § 5º. Art. Os Orientadores Voluntários serão designados especificamente para participação dos programas de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida de liberdade assistida. Página 189 de 192 . contar com Colaboradores e Orientadores Voluntários. para o exercício da função de voluntário. sendo necessário o cadastramento dos mesmos na Corregedoria. É vedada a designação provisória de voluntário. § 3º. que prestará compromisso em audiência pública. o Juiz expedirá Portaria de designação do Colaborador ou Orientador Voluntário. A Autoridade Judiciária deverá verificar regularmente os cartões de identificação dos Colaboradores Voluntários. mediante indicação do Juiz e autorização do Corregedor-Geral da Justiça. mesmo por particulares ou em caráter de doação. exclusivamente no exercício de suas funções. aos Colaboradores Voluntários da Infância. 424. submetendo-as incontinenti à Autoridade Judiciária. O descredenciamento pode ser solicitado a qualquer momento. entendendo-se como provisória a determinada por período inferior ao estabelecido no caput. com descredenciamento imediato através de Portaria e divulgação através dos meios próprios. excepcionalmente. O Juízo de Direito com competência na matéria de Infância e Juventude poderá.O disposto nos artigos 422 aplica-se.

426. sob as penas da Lei. os limites acima estabelecidos poderão ser alterados pelo Corregedor-Geral da Justiça. até o terceiro grau. em conformidade com os modelos padronizados. Art. empresa ou atividade sujeita à fiscalização do Juizado. V – inexistência de vínculo laboral e/ou de interesse econômico do candidato.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 9º. O credenciamento é obrigatório para o exercício de qualquer atividade vinculada ao Juízo competente na área da Infância.001 a 300. Página 190 de 192 . em Comarca com 100. na Comarca da Capital.001 a 100. em Comarca com até 20. A solicitação de credenciamento de Colaboradores e Orientadores Voluntários deverá ser encaminhada à Corregedoria-Geral de Justiça pelos Juízes da Infância. Psicologia. VIII – idoneidade moral atestada em documento público. VII – bons antecedentes.000 de habitantes. Parágrafo único. IV – 28 (vinte e oito). da Juventude e do Idoso. II – 40 (quarenta). parente ou afim.000 habitantes. em Comarca com 300.000. VII – 08 (oito).000 habitantes. III – 34 (trinta e quatro). seu cônjuge. demonstrados por certidões dos distribuidores locais e da Comarca da Capital.000 habitantes.001 a 500. em Comarca com população estimada entre 500. em entidade. em Comarca com 20. da Juventude e do Idoso.000 de habitantes. IX – apresentação de atestado de sanidade física e mental. V – 18 (dezoito). 427. São requisitos para a habilitação do colaborador voluntário: I – idade superior a 21 (vinte e um) anos e máxima de 70 (setenta). Pedagogia e Ciências Sociais. VI – 10 (dez). mediante proposta fundamentada da Autoridade Judiciária competente. VI – renda mensal hábil a garantir a automantença. obedecendo aos limites conforme abaixo: I – 76 (setenta e seis). Serviço Social. Excepcionalmente. ascendente.001 a 1.000 habitantes. em Comarca com mais de 1. Art. III – profissão e disponibilidade de horário comprovadamente compatíveis com as exigências do munus.000. descendente. II – escolaridade mínima de segundo grau. IV – domicílio na Comarca de atuação. dando-se preferência aos candidatos com nível superior e formação em Direito.

nos autos do processo de credenciamento. § 3º. § 6º. conduzida por comissão de seleção integrada por três membros. § 1º. § 4º. Os autos do procedimento de inscrição e seleção de candidato a Colaborador e Orientador Voluntário serão arquivados na secretaria do Juízo competente. de modo que uma solicitação futura de credenciamento possibilite a imediata verificação do acontecido. filiação. O motivo do descredenciamento ocasionado por fato relevante. nº do CIC. deverá constar obrigatoriamente nos autos de seleção arquivados na Comarca. Os Juízos de Direito com competência na matéria de Infância. Além dos requisitos mencionados. como em decorrência de conduta inadequada. profissão. o Juiz procederá à sindicância. Os dados do cadastro são sigilosos. nos termos do parágrafo primeiro do artigos 118 e o artigos 119 da lei 8069/90. Os requisitos constantes dos incisos II e IV deste artigo não serão exigidos para aquelesque foram credenciados para a função de Colaborador Voluntário até 31 de dezembro de 2004. escolaridade. É vedada a indicação de Colaborador Voluntário que exerça advocacia na Comarca de atuação. presidida pelo Juiz. assim como de todos os requisitos para o exercício da função. Página 191 de 192 . juntamente com o cartão de identificação. endereço e telefone. órgão expedidor e data da expedição.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 1º. A Corregedoria Geral da Justiça manterá cadastro permanente dos Colaboradores Voluntários de todas as Comarcas. Art. devendo ser ainda pessoa comprovadamente capacitada. nº do documento de identificação civil. § 7º. para que a Corregedoria Geral da Justiça proceda à respectiva autorização e expedição de credenciamento. Juventude e Idoso manterão cadastro atualizado dos Colaboradores e Orientadores Voluntários. somente podendo ser informados ao próprio interessado ou mediante autorização do Corregedor-Geral da Justiça. Nos casos de descredenciamento. os Orientadores Voluntários deverão demonstrar preparo para orientar adolescentes e condições psicológicas e emocionais. horário disponível. informando os motivos do descredenciamento e observando os termos do artigo 430. encaminhando-se relação com a devida identificação. 428. também da Corregedoria. na Corregedoria. o Juiz encaminhará imediatamente ofício à Corregedoria Geral da Justiça. data de nascimento. § 5º. § 2º. § 2º. Para o efeito de aferição da idoneidade do candidato. preferencialmente Comissários de Justiça. e no sistema de cadastro informatizado. devendo constar da mesma o nome completo do candidato. nas Comarcas onde os houver.

Página 192 de 192 . A Corregedoria Geral da Justiça regulamentará e fiscalizará o exercício da atividade pericial através de Provimento. 430. devendo os dados relativos ao credenciamento ser registrados no cadastro informatizado. e de Orientadores Voluntários. Art. furto ou roubo do cartão de identificação. da Juventude e do Idoso. Seção XIII . de imediato. o colaborador requererá segunda via em petição circunstanciada ao Juiz da Comarca. Na hipótese de extravio. os autos e demais documentos que lhe tenham sido confiados e. 432. em 24 (vinte e quatro) horas.Consolidação Normativa da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro Parte Judicial Atualizada em 27/06/2011 § 3º. Art. O voluntário descredenciado devolverá. ou outros motivos equivalentes. Parágrafo único. observados os requisitos exigidos para habilitação. Os Juízes deverão observar os procedimentos para credenciamento de Colaboradores Voluntários da Infância. o seu Cartão de Identificação.Do Perito Judicial Art. Art. 431. comprovando também que procedeu às comunicações devidas. 429. Na hipótese de apurar-se fato que recomende o afastamento de Colaborador Voluntário poderão determiná-lo tanto o Juiz a que esteja subordinado como o Corregedor-Geral da Justiça. cuidando para que o processo de seleção de candidatos seja revestido de todas as cautelas necessárias. O cartão de identificação de Colaborador e Orientador Voluntário será emitido em modelo expedido exclusivamente pelo Corregedor-Geral da Justiça e numerado em ordem crescente. sob pena de apreensão e conseqüente responsabilidade.

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