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ATRITO
ATRITO
MÁQUINAS I
ATRITO
DESLIZAMENTO
ROLAMENTO
Atrito de deslizamento
cisalhamento
adesão
Cisalhamento
F=μxF
Onde:
F = resistência ao cisalhamento . Ar
Observações sobre o atrito de deslizamento:
Cinemático
Material Estático
Seco Lubrificado
Aço x aço 0,2 até 0,3 0,1 até 0,2 0,02 até 0,06
Mancais aço x bronze - - 0,02 até 0,08
Aço x madeira 0,5 0,25 até 0,5 0,02 até 0,01
Madeira x madeira 0,5 até 0,6 0,2 até 0,4 -
Correia de couro x aço 0,5 até 0,6 0,3 até 0,4 -
Borracha x asfalto 0,5 0,8 até 0,9 Molhado 0,3 ~ 0,45
Níquel x níquel 1,10 0,4 até 0,53 -
Cobre x aço 0,53 0,36 -
Chumbo x aço 0,95 0,95 -
Atrito de rolamento
Para movimentar uma roda, deve-se aplicar-lhe a força F que, somada à força P,
determina a resultante R (Fig. 4.3).
À medida que os corpos usados vão apresentando menor deformação na área em contato,
a força R tende a se aproximar de P, diminuindo, então, o atrito; nessas condições, atinge
um valor muito pequeno, desprezível (Fig. 4.4).
Atrito de rolamento
P
Fatr = f
r
Onde:
r é o raio da roda;
P é a força que a roda exerce normalmente sobre o plano;
f é um número análogo a um comprimento e que se denomina coeficiente de atrito de
rolamento.
Atrito de rolamento
F (cm)
Ferro fundido sobre ferro fundido 0,05
Fat = . N
Fat = 0,1 . 200N
Fat = 20N
direção: horizontal
sentido: da direita para a esquerda
Fh = P . sen α
Fat = . P . cos α
Fn = P . cos α
DESGASTE
ADESIVO
ABRASIVO
CORROSIVO
DESGASTE ADESIVO
V = K . FL Onde:
H
coeficiente de desgaste
10-3
METALURGICAMENTE
COMPATÍVEIS 10-4 LUBRIFICAÇÃO FRACA
10-5
PARCIALMENTE
COMPATÍVEIS 10-6 BOA LUBRIFICAÇÃO
10-7
METALURGICAMENTE LUBRIFICAÇÃO
INCOMPATÍVEIS 10-8 EXCELENTE
DESGASTE ABRASIVO
Exemplo:
Ferramenta utilizada para usinar peça de metal.
Exemplo:
Decapagem em tambor rotativo.
DESGASTE ABRASIVO
Abrasão não-controlada
Abrasão controlada
Materiais abrasivos
Materiais abrasivos
MICRO ABRASÃO
FADIGA SUPERFICIAL
•Gasosos
•Sólidos
•Pastosos
•líquidos
Lubrificantes gasosos
Vantagens
•Devido a sua consistência, a graxa forma uma camada protetora na
peça lubrificada, isolando-a de corpos estranhos.
•A adesividade da graxa é particularmente vantajosa para peças
deslizantes ou oscilantes.
•Torna possível a fabricação de mancais ou sistemas de
engrenagens selados.
•No caso de mancais de deslizamento, permanece onde é
necessário durante partidas e operações intermitentes.
Desvantagens
•menor dissipação de calor;
•menor resistência à oxidação;
•maior atrito fluido, isto é, em altas rotações o aquecimento é maior.
Lubrificantes líquidos
•carbono de 81 a 88%
•hidrogênio de l0 a 14%
•enxofre de 0,01 a 5%
ORIGEM DO PETRÓLEO
•Desparafinização
•Hidrogenação.
Refinação por solvente
É um tratamento que extrai o asfalto e compostos similares do
óleo.Coloca-se o solvente no óleo e agita-se a mistura. Nesse momento,
ocorre uma combinação química entre o asfalto e o solvente.
Quando a agitação pára, ocorre a separação entre óleo e
solvente o qual, por ser mais pesado que o óleo, aglutina-se no fundo do
recipiente.
Desparafinização
Consiste em tirar as ceras parafínicas do óleo básico. Essas
ceras provocam alta fluidez nos óleos.
Esse método se utiliza de adição de um solvente, resfriamento
e filtração.
Hidrogenação
Tem o objetivo de estabilizar quimicamente os óleos, eliminando
os compostos de enxofre instáveis.
Após a hidrogenação, o óleo fica mais claro e diminui sua
tendência à oxidação.
Óleo mineral lubrificante
Após passar pelos tratamentos citados, o óleo é chamado de mineral
puro, e já pode ser usado como base para os lubrificantes.
Em função da origem do petróleo cru, dividem-se os óleos minerais
puros em três categorias:
•naftênicos
•parafínicos
•mistos
Essas categorias apresentam propriedades peculiares que indicam os
óleos para umas aplicações e contra indica-os para outras. Portanto,
não há sentido em dizer que uma categoria é melhor que outra.
Naftênico
É obtido do petróleo rico em asfalto e praticamente não tem parafina.
Parafínico
É obtido do petróleo rico em resíduo ceroso (parafinas) e não contém
asfalto.
Grau de API – Escala hidrométrica (American Petroleum Institute)
> Petróleo leve ou de base Naftalênica: Possui ºAPI maior que 30. Contém, além de
alcanos, uma porcentagem de 15 a 25% de cicloalcanos (hidrocarbonetos saturas de
cadeia fechada). Produz gasolina com alto índice de octanagem, além de óleos
lubrificantes de baixo ponto de fluidez (o ponto de fluidez é a menor temperatura em que
um determinado líquido ainda escorre ou flui) e baixo índice de viscosidade.
> Petróleo pesado ou de base Parafínica: Possui ºAPI menor que 20 e é constituído,
praticamente, só de alcanos. Produz gasolina de baixo índice de octanos (explode com
baixa taxa de compressão), ou seja, de qualidade inferior a produzida pelo petróleo leve,
mas produz querosene de alta qualidade e óleos lubrificantes com elevado índice de
viscosidade.
A amostra utilizada como exemplo do cálculo do ºAPI pode ser enquadrada nesse último
grupo (base parafínica), pois seu ºAPI é aproximadamente 17 e meio.
Parafínicos
Naftênicos
Óleos graxos
São óleos vegetais e animais. Têm como vantagem uma boa aderência a
superfícies metálicas. Entretanto, são caros, não resistem à oxidação (ranço) e corrosivos com
o uso.
Os principais óleos graxos usados atualmente são o óleo de mamona e o óleo de
baleia.
Óleos compostos
São misturas de óleos minerais com óleos graxos. A proporção de óleos graxos na
mistura varia entre 1 e 25%.
A finalidade da mistura é conferir ao lubrificante maior oleosidade e mais facilidade
para se emulsificar (capacidade de se separar da água). Por isso, esses lubrificantes são
encontrados em mecanismos de caldeira a vapor e na formulação de óleos solúveis.
Óleos sintéticos
São óleos obtidos em laboratório e com qualidades superiores às dos óleos
minerais. Os principais óleos sintéticos são os ésteres de silicato, o silicone e os ésteres de
poliglicol.
Óleos lubrificantes não minerais
Ésteres de silicato
Agüentam altas temperaturas (200°C) mas, em presença de água,
formam uma pasta abrasiva.
São usados como fluidos de transferência de calor, fluidos hidráulicos
para altas temperaturas e em graxas especiais de baixa volatilidade.
Silicone
É obtido do silício e possui mínima variação da viscosidade em função
de mudança de temperatura.
Sua volatilidade é muito baixa e a resistência à oxidação é alta, porém,
seu custo é muito elevado.
Ésteres de poliglícol
Esses óleos têm baixa volatilidade, boa estabilidade térmica, bom
poder lubrificante e resistem a se inflamar.
São usados como fluidos hidráulicos especiais. Podem aparecer,
também, como compostos solúveis ou não, em água.
Aditivos
•eliminação de folgas
•prejuízos da dissipação de calor
•diminuição do rendimento
•falhas e defeitos em vários pontos do equipamento.
•antioxidante (1)
•Melhorador de I.V. (2)
•abaixador do ponto de fluidez (3)
•agentes de adesividade (4)
•antiespumante (5)
•extrema pressão (6)
•antidesgaste (7)
•anticorrosão (8)
•detergente dispersante (9)
Produto Aplicação Característica Óleo básico Aditivos
Rolamento,
Óleo para lubrificação engrenagem e fuso Naftênico ou
Estabilidade à oxidação 1,3,5
geral Lubrificação por parafínico
perda
Elevada estabilidade à
Óleo de circulação Sistema circulatório oxidação
Parafínico 1,3,5,6,8
inibida e mancais Alto I.V.
Boa demulsibilidade
Boa proteção contrta
Redutor de Parafínico ou 1,3,5,6,7,8*2
Óleo para engrenagens desgaste e corrosão
velocidade naftênico ,*4
Antiespumante
Elevada estabilidade à
Óleo para Parafínico ou
Cilindro e mancal oxidação,Baixo depósito 1,2,*3,*6,8,9
compressores naftênico
de impurezas
Boa proteção
Proteção de anticorrosiva
Óleo contra ferrugem Naftênico 3,4
superfície metálica Boa formação de película
Boa a derência
•lubrificar
•refrigerar
•limpar
•vedar
•proteger contra a corrosão
Engrenagens de veículos
•ser incompressível
•ter baixo custo
•ser bom lubrificante Os óleos minerais são os mais
•não ser tóxico usados nos sistemas hidráulicos
pois têm ótimas propriedades
•ser quimicamente estável
lubrificantes, faixa de temperatura
•ter elevado I-V para uso amplo e podem ter aditivos
•ter baixo ponto de fluidez conforme a necessidade.
•ter boa demulsibilidade
•resistir à formação de espuma
•resistir à oxidação
•ter inibidores de ferrugem
ter viscosidade adequada
Viscosidade
Viscosidade cinemática
POISE
F.t g . cm s
p = .
p = s2 cm2
a
g . cm s
Onde: p = .
s2 cm2
F-força em dina (g . cm/s2)
t - tempo em segundos
g
a - área em cm2 p =
s. cm
p - poise
Origem das unidades
STOKE
g
s.cm g cm3
Va ____
S = S = = .
d g s.cm g
cm3
Onde: cm2
S =
S - stoke s
cm2 mm2
cSt = cSt =
S. 100 s
Viscosidade convencional
Graus engler
Volume de
Viscosímetro Símbolo Temperatura
óleo
I ou 1
I ou 1 77ºF, 100ºF, 140ºF, 200ºF
(Standart)
Redwood 50ml
II ou 2
II ou 2 77ºF, 86ºF
(Admiralty)
Segundos -
Engler 200ml 20ºF, 50ºF, 100ºF
graus 0E
Viscosidades cinemáticas aproximadas em várias temperaturas
(baseadas num grupo representativo de óleos minerais)
Viscosidade (cSt)
100°F 212°F 250°F
68°F 70°F 122°F 130°F 140°F 200°F 210°F
(40° (100°c (121°c
(20°C) (21ºc) (5o°c) (53°C) (60°C) (93°C) (99°c)
C) ) )
3,03 2,95 2 - - - - - - -
6,9 6,6 4 2,95 2,70 2,40 - - - -
11,2 10,6 6 4,3 3,85 3,38 - - - -
15,5 14,8 8 5,6 4,9 4,3 2,24 2,06 2,03 -
20,5 19,5 10 6,8 6 5,2 2,57 2,35 2,30 -
25,25 24 12 7,9 6,9 6 2,90 2,60 2,57 -
31 29 14 9,1 7,9 6,8 3,16 2,88 2,85 2,06
36 34 16 10,2 8,9 7,5 3,45 3,10 3,06 2,20
42 39 18 11,4 9,8 8,3 3,7 3,33 3,27 2,33
47 44 20 12,5 10,7 9 3,9 3,53 3,48 2,46
62 58 25 15,2 13 10,8 4,5 4,05 3,98 2,75
77 72 30 17,7 15 12,4 5 4,47 4,37 3
94 88 35 20,4 17 14 5,5 4,85 4,73 3,20
110 104 40 22,7 19 15,4 5,8 5,2 5 3,35
131 121 45 25 21 16,9 6,2 5,5 5,3 3,54
150 137 50 27,4 22,7 18,5 6,5 5,8 5,6 3,70
169 156 55 30 24,5 19,7 6,9 6,1 5,9 3,84
190 173 60 32 26,4 21 7,2 6,3 6,2 4
230 210 70 37 30 23,5 7,8 6,8 6,7 4,25
270 245 80 42 33 26,3 8,5 7,4 7,2 4,53
320 285 90 46 37 29 9,2 7,9 7,7 4,8
360 320 100 50 40 31 9,7 8,4 8,2 5,1
400 360 110 55 44 34 10,3 8,9 8,7 5,3
Classificação de viscosidade ISO