SISTEMATIZAÇÃO DE TERRENOS

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Sistematização de Terrenos
• Sistemático: ordenado, metódico, coerente com determinada linha de pensamento e/ou de ação.

• Sistematização: planejamento ou organização do processo de produção do arroz irrigado por inundação.

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Sistematização de Terrenos
• Consiste em colocar a superfície de um terreno em planos uniformes, com declividade adequada a cada tipo de projeto; • Exemplos: construção de campos de futebol, praças de esportes, plantas industriais, edifícios, conjuntos habitacionais, etc.; • Para cada aplicação tem–se uma declividade para o plano considerado, de acordo as especificações técnicas de cada projeto; • Conforme o projeto que se tem em mãos e, após realizados os estudos preliminares da área a ser sistematizada, realiza-se os trabalhos de campo e escritório, os quais são necessários à execução da obra.
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Conceitos
• Conceito usual: – Aplainamento – Correção do micro-relevo

• Objetivo amplo: Planejar e implementar a parte física de um sistema produtivo para que este seja eficiente.

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Procedimentos para Realizar a Correção do Micro Relevo
1. 2. 3. 4. Levantamento topográfico planialtimétrico; Traçado de curvas de nível; Separação do terreno em áreas homogêneas; Cálculo da Sistematização.

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Aplicações

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Levantamento Topográfico (Planialtimétrico)
MATA ÁREA DE VÁRZEA CILIAR

RIO

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Procedimentos para o Levantamento Topográfico
•Dividir a área em partes menores (quadrículas) de 20m x 20m; •No centro de cada quadrícula cravar um piquete e logo ao lado uma estaca; •Utilizando régua e nível ou teodolito, obter a cota do terreno no centro de cada quadrícula; •Representar em um mapa as cotas do terreno;

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Representação da Área no Levantamento Topográfico
C O L U N A S L I N H A S 1 2 3 4 5
9
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A B C

20 m

20 m

Levantamento Topográfico – Detalhe da Representação dos Dados de cada Quadrícula

Cota original Cota calculada

Leitura da régua Corte (C) ou aterro (A)

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Levantamento Topográfico: Quadrículas com as Cotas Originais do Terreno

102 104 105

105 107 109

108 112 115

109 114 116

111 114 119

COTA MÉDIA = 110
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Sistematização de Terrenos
Esquema geral:
Pontos no terreno com cota conhecida

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Trabalhos de Campo
• • • Estaqueamento do terreno; Nivelamento; Contranivelamento.

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Trabalhos de Escritório
• • • • • Cálculo das cotas do terreno; Traçado das curvas de nível; Determinação das declividades; Determinação das alturas de cortes e aterros; Cálculo dos volumes de cortes.

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Levantamento Topográfico: Vista da Área Estaqueada

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Traçado das Curvas de Nível: Preparação do Mapa Base para Elaboração do Projeto
• A partir das cotas originais do terreno é possível interpolar curvas de nível; • A análise das curvas de nível permite separar a área em setores homogêneos; • OBJETIVO: sistematização racional e barata.

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Traçado das Curvas de Nível: Separação do Terreno em Áreas Homogêneas
As zonas à direita e à esquerda tem
49.98 49.98 50.00 50.03 50.10 50.17 50.25 50.32 50.36 50.37 50.36

49.97

49.96

49.96

49.97

50.00

50.05

50.12

50.19

50.26

50.31

50.35

50.36

120 49.99 100 50.00 80 50.01 60 50.02 40 50.03 20 50.02

declive menor que a zona central da área. A sistematização

50.00

50.01

50.03

50.07

50.14

50.23

50.31

50.37

50.40

50.38

50.35

50.02

50.03

50.05

50.11

50.19

50.28

50.36

50.41

50.42

50.39

50.33

50.03

50.04

50.07

50.13

50.22

50.32

50.40

50.45

50.44

50.39

50.31

50.03

50.04

50.08

50.14

50.23

50.34

50.43

50.47

50.46

50.40

50.31

deve levar esta situação de relevo em conta.

50.02 50.03 50.06 50.12 50.22 50.34 50.44 50.50 50.49 50.43 50.34 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220

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Representação da Área Anterior em Três Dimensões

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Separação do Terreno em Áreas Homogêneas: Definições
A partir da análise das curvas de nível do terreno pode-se concluir que a movimentação de terra seria menor se fossem preparados três planos de sistematização.

Com esta solução a terra não teria que ser deslocada desde a parte mais alta do terreno até a parte mais baixa.

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Formação de Três Planos de Sistematização
101,300 101,200 101,100 101,000 100,900 100,800 100,700 1 S11 S9 S13 6 S1 S3 S5 S7 S15 S17 100,600 101,200-101,300 101,100-101,200 101,000-101,100 100,900-101,000 100,800-100,900 100,700-100,800 100,600-100,700

A movimentação de terra seria feita somente dentro do plano de sistematização.

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Separação do Terreno em Áreas Homogêneas: Definições
Observações:

• A formação de mais de um plano implica na existência de patamares (degraus) na área;

• Em um plano de sistematização pode haver um ou mais quadros (tabuleiros) de plantio;

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Cálculo da Sistematização: Opções de Mudança do Perfil do Terreno
a) b) c) Deixar a área totalmente plana; Deixar a área com declividade conhecida em apenas uma direção; Deixar a área com declividade conhecida em duas direções.

d) Deixar a área com declividades conhecidas que gerem o menor volume de movimentação de terra;

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Cálculo da Sistematização: Representação dos Procedimentos para Deixar a Área Totalmente Plana

Perfil original do terreno

CORTE ATERRO Novo perfil

CORTE ATERRO

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Cálculo da Sistematização: Procedimentos para Deixar a Área Totalmente Plana
1. Calcula-se a média das cotas originais;

2.

Procedem-se cortes ou aterros nas quadrículas para que as novas cotas sejam todas iguais.

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Resultados dos Cálculos para Área Totalmente Plana
102 110 104 110 105 110 5A 6A 8A 105 110 107 110 109 110 1A 3A 5A 108 110 112 110 115 110 5C 2C 2A 109 110 114 110 116 110 6C 4C 1A 111 110 114 110 119 110 9C 4C 1C

C

Corte

A
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Aterros
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Ajustamento de Cortes e Aterros
A relação entre a soma das alturas de cortes e de aterros deve variar entre 1,2 e 1,4. ou seja, o volume de terra cortado deve ser de 20 a 40% maior que o previsto para o aterro.

Isto é necessário porque o material granular, ao ser retirado, transportado e depositado, sofre compactação (redução do tamanho dos poros), sendo insuficiente para realizar o aterro se a relação ΣC/ΣA for igual a 1,0.

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Execução da Obra em Campo
• • Transferência das alturas de cortes e aterros para o campo; Execução mecânica da obra, através do uso de máquinas apropriadas (motoniveladoras).

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OPERAÇÕES MECÂNICAS:TRATOR DE ESTEIRA USADO NAS OPERAÇÕES DE SISTEMATIZAÇÃO

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Operações Mecânicas: Trator de Esteira em Operação de Corte do Terreno

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Operações Mecânicas: Trator de Esteira em Operação de Corte do Terreno

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SISTEMAS DE POSICIONAMENTO POR SATÉLITE

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Introdução
• Os sistemas de posicionamento por satélite se baseiam em uma constelação de satélites em órbita da Terra emitindo ondas de rádio;

Também conhecidos por sistemas de radionavegação e posicionamento por satélite;

Estas ondas de rádio são captadas por receptores específicos utilizados pelos usuários na superfície terrestre;

É necessário uma quantidade mínima de 4 satélites para poder se obter o posicionamento.

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Introdução

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Introdução
• O ponto de partida é o conhecimento preciso da distância que separa o receptor de cada um dos satélites em órbita, que é obtida pela mensuração do tempo gasto pelo sinal para viajar do satélite ao receptor;
– – Cada satélite possui um relógio atômico que emitem sinais muito precisos de tempo; Os receptores possuem relógios de quartzo;

Em outras palavras, conhecendo-se o momento exato em que o sinal foi emitido pelo satélite e o momento em que ele chegou ao receptor, tem-se o tempo de viagem do sinal;

Sabendo que o sinal viaja à velocidade da luz, de aproximadamente 300.000 km/s, pode-se calcular a distância do satélite ao receptor.

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Introdução

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Aplicações
• • • • • • • • • Mapeamento; Engenharia; Agricultura de precisão; Logística; Navegação (terrestre, marítima e aérea); Estudos relacionados à atmosfera; Turismo, lazer; Controle de frotas de veículos; Etc.
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Sistemas Existentes/Projetados
• • • • • • GPS - Global Positioning System – EUA (em operação) Glonass – Russia (parcialmente em operação); Galileo – Europa (em implementação); Compass (China); QZSS – Quasi Zenith Satellite System (Japão); Gagan – Aided Geo-Stationary Satellite Augment Navigation (Índia) ;

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GPS
• Também conhecido por NAVSTAR-GPS (Navigtion Satellite with Time And Ranging); Foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA; Resultou da fusão de dois outros projetos das forças armadas americanas: Timation (Marinha) e o System 621B (Força Aérea); O sistema foi declarado totalmente operacional apenas em 1995;

• •

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GPS
• O sistema GPS é dividido da seguinte forma: – Segmento espacial – Segmento de controle constelação de satélites GPS estações terrestres de monitoramento e

controle (Departamento de Defesa dos EUA); – Segmento de usuários em todo o globo terrestre.

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GPS – Segmento Espacial
• Consiste numa constelação de 28 satélites sendo 4 sobressalentes em 6 planos orbitais (com uma inclinação de 55° em r elação ao Equador); • Os satélites GPS, construídos pela empresa Rockwell, foram lançados entre Fevereiro de 1978 (Bloco I), e 6 de Novembro de 2004 (o 29º); • Cada um circunda a Terra duas vezes por dia a uma altitude de 20.100 km e a uma velocidade de 11265 km/h;

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GPS – Segmento Espacial

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Características do Sinal GPS
• • • Cada satélite GPS transmite duas ondas portadoras: L1 e L2; São geradas a partir da freqüência fundamental de 10,23 MHz, a qual é multiplicada por 154 e 120, respectivamente; Dessa forma, as freqüências (L) e os comprimentos de onda (λ) de L1 e L2 são: – L1 = 1575,42 MHz e λ = 19 cm Mensagem de navegação (efemérides) Código SPS (código C/A, Coarse/Aquisition) – L2 = 1227,60 MHz e λ = 24 cm Utilizado para calcular o atraso do sinal devido a ionosfera pelos equipamentos dotados de capacidade para PPS.
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GPS – Segmento de Controle
• As principais tarefas do segmento de controle são: – Monitorar e controlar continuamente o sistema de satélites; – Determinar o sistema de tempo GPS; – Predizer as efemérides dos satélites, calcular correções dos relógios dos satélites; – Atualizar periodicamente as mensagens de navegação de cada satélite.

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GPS – Segmento de Controle

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GPS – Segmento de Controle
• O sistema de controle é composto por: – Cinco estações de monitoramento Island, Diego Garcia, Colorado Springs; – Uma estação de controle central Colorado Springs Hawaii, Kwajalein, Ascension

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GPS – Segmento de Controle
Disposição das estações:

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GPS – Segmento de Usuário
• O segmento do usuário é formado pelos receptores GPS (móveis em geral) e pela comunidade de usuários GPS que utiliza o sistema para localização, navegação, topografia, etc.

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Aplicações em levantamentos
• O GPS pode ser usado em praticamente todos os tipos de levantamentos topográficos:
– Levantamento de poligonais – Determinação de cotas e/ou altitudes – Georreferenciamento de propriedades rurais – Locação de estruturas – Etc.

Vantagens: rapidez, praticidade de execução, não necessidade de intervisibilidade entre estações, fácil manuseio, levantamento cinemático, etc.

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Aplicações em levantamentos
Diversas aplicações em levantamentos topográficos

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Aplicações em levantamentos
• Possíveis restrições se dão por meio de particularidades do levantamento em questão: local, precisão, tempo disponível para o trabalho,

disponibilidade de “pontos base”, entre outros; • Dificuldade em locais com problemas de obstrução do sinal dos satélites:
– Obras em túneis – Áreas urbanas com grande concentração de edifícios – Áreas de mata – Etc.

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GLONASS
• O GLONASS (Global Navigation Satellite System) é um sistema de posicionamento geográfico, similar ao GPS, o qual conta com uma constelação de 24 satélites divididos em três órbitas, pertencene à Federação Rússia; • O primeiro satélite GLONASS foi lançado em 12 de Outubro de 1982, mas tinha apenas objetivos militares, sendo que a versão comercial foi disponibilizada apenas em 1993 sem que a constelação estivesse completa; • Uma constelação completa do GLONASS será composta de 24 satélites em 3 planos orbitais – 8 satélites por plano; • Os planos tem a inclinação de 64.8°que é maior que os planos orbitais do GPS (55° ) – isto é um benefício para os usuários localizados em latitudes altas (ou baixas) já que os satélites GLONASS viajam muito mais ao norte (ou sul) que os satélites GPS.

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Características do Sinal GLONASS
• Da mesma forma que o GPS, cada satélite GLONASS transmite sinais em duas bandas denominadas de L1 e L2;

No entanto, cada satélite tem sua própria freqüência (diferente do que ocorre com o GPS) ;

O plano original para as freqüências GLONASS é definido a partir de uma freqüência central dos canais: – L1 = 1602 + 0,562n (MHz) – L2 = 1246 0,4375n (MHz)
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GLONASS
• • Os satélites GLONASS orbitam à uma altitude de 19,100km – mais baixo que a órbita do GPS de 20.100km; Esta órbita mais baixa significa que os satélites GLONASS completam uma em volta da Terra em 11 horas e 15 minutos – comparado às 11 horas e 58 minutos para a órbita do GPS.

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Galileo
• Galileo é um Sistema de Posicionamento Global por satélite europeu. Concebido desde o início como um projeto civil, em oposição ao GPS americano e ao GLONASS russo que são de origem militar; Vantagens: maior precisão (ainda a ser confirmado em testes reais), maior segurança (possibilidade de transmitir e confirmar pedidos de ajuda em caso emergência) e menos sujeito a problemas (o sistema tem a capacidade de testar a sua integridade automaticamente); Além disso, o sistema será inter-operável com os outros dois sistemas já existentes, permitindo uma maior cobertura de satélites;

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Galileo
• O sistema completo incluirá 30 satélites (colocados em órbita a 24.000 km de altitude), dos quais 3 ficarão em reserva como suplentes caso sejam necessários, e prevê-se a sua entrada em funcionamento em 2010, embora com um atraso de dois anos face às perspectivas iniciais;

Os primeiros sinais Galileo foram transmitidos no dia 12 de Janeiro de 2006 pelo satélite GIOVE-A que tinha sido colocado em órbita a 28 de Dezembro de 2005. Em construção está o GIOVE-B, o segundo satélite de teste.

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Galileo

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Galileo

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Atualidades e Perspectivas
• Receptores capazes de rastrear satélites de diferentes sistemas de posicionamento; • • Tecnologia que estará cada vez mais presente no dia-a-dia das pessoas; Integração de receptores em diversos equipamentos (telefones celulares, câmaras fotográficas, carros, etc); • Integração com aparelhos topográficos e geodésicos;

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Referências
• COMASTRI, J. A.; TULLER, J. C. Topografia – Altimetria. Editora UFV – 3°Edição. Viçosa, 2005. • FAGGION, P. L.; VEIGA, L. A. K; ZANETTI, M. A. Z. Fundamentos de Topografia. (Apostila) UFPR – Departamento de Geomática. Curitiba, 2007. • • GODOY, R. Topografia Básica. FEALQ – Ed. Unesp. Piracicaba, 1988. ISHIKAWA, M. I. Notas de Aula – Disciplina de Topografia II. Curso de Graduação em Engenharia Cartográfica. Faculdade de Ciências e Tecnologia – UNESP, Campus de Presidente Prudente. 2001. • MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: Descrição, funda mentos e aplicações. Ed. UNESP, 1°edição. São Paulo, 2000.
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