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I INTRODUÇÃO

A gestão de stocks não constitui uma célula isolada na organização hospitalar. No contexto
hospitalar a gestão de stocks é um órgão integrado numa organização global que, caso não
esteja suficientemente desenvolvida, poderá bloquear a ação e a concretização dos objetivos
globais do hospital(CAVALLINI; BISSON, 2010).
O conceito de stoks é possivelmente claro para todos. Desde o começo de sua história, a
humanidade tem usado estoques de diferentes recursos, como alimentos e ferramentas,
auxiliando a sua sobrevivência. A gestão de estoque é assim, está presente nas empresas e até
mesmo no dia-a-dia das pessoas(BRASIL, 2017).
O hospital é uma das instituições mais antigas da história, há registos indianos e egípcios do
século VI a.C, dos primeiros locais onde pessoas doentes ficavam isoladas do resto da
população (CAVALLINI; BISSON, 2010).
O ambiente hospitalar é um sistema complexo, com grande fluxo físico (medicamentos,
materiais, pacientes, documentos), grande fluxo de informações (prescrição médica,
prontuários de pacientes, registos médicos) e grande fluxo financeiro (contas de pacientes,
transacções financeiras de recebimento e pagamento) (Farouket al. 2011).
Os medicamentos são produtos diferenciados de suma importância para a melhoria ou manutenção
da qualidade de vida da população. A preservação da sua qualidade deve ser garantida desde a sua
fabricação até a dispensa ao paciente. Desta forma, as condições de armazenamento, distribuição e
transporte desempenham um papel fundamental para manutenção dos padrões de qualidade dos
medicamentos. (Direcção Nacional de Medicamentos e Equipamentos, 2012)
Porém, para que isto seja concretizado, é necessário que as condições de estocagem, distribuição e
transporte de medicamentos sejam adequados, a fim de se manter a qualidade dos medicamentos
dentro dos padrões ideais.
Razão pela qual, tendo em conta a natureza de produtos perecíveis, dos fármacos, os profissionais
de saúde são cada vez mais chamados a manterem as boas práticas de armazenamento de
medicamentos com bastante rigor, pois o rigor, no armazenamento de medicamentos chega a ser um
dos factores importantíssimo para garantir a efectividade dos medicamentos, e até mesmo, permite
reduzir perdas e minimizar gastos.
Neste âmbito, em Angola, o Sistema Nacional de Saúde, funciona com base a sua
regulamentação. Esta mesma regulamentação tem sido de grande utilidade, concretamente no
cumprimento de normas de segurança, eficácia e na qualidade dos medicamentos.

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1.2 Formulação do problema

A gestão hospitalar é uma gestão que difere das demais pois seu objetivo central é o cuidado
com a manutenção e/ou restabelecimento da saúde de seus pacientes (FERREIRA, 2005),
além disso precisa também oferecer um nível de serviço excelente às suas demandas internas
e externas, preocupando-se ao mesmo tempo com o bem-estar e o tratamento da doença e
alcance de um custo baixo. Segundo Ferreira (2005) é preciso ter como objetivo a qualidade e
eficiência do serviço médico diariamente, e para isso se faz necessário o desenvolvimento de
tecnologia aplicada e eficaz. Para Infante e Santos (2007), materiais, logística, recursos
humanos e administração financeira constituem as variáveis decisivas na condução de
atividades para a existência da excelência operacional de toda a organização hospitalar para a
absorção.
Diante da contextualização acima, demonstra-se a importância do actual estudo, sobre gestão
de estoques de medicamentos essenciais, surgiu-nos a seguinte pergunta:
Qual é o conhecimentodos profissionais farmacêuticos do Hospital Municipal do
Capalanga, sobre o uso da ficha de controlo de stock na gestão dos medicamentos
essenciais?

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1.4 JUSTIFICATIVA

O presente trabalho se justifica pela necessidade e demanda que os hospitais têm em manter
seus estoques de medicamentos essencias e correlatos com prazos e quantidades dentro de um
limite aceitável. Deste modo, se evita o desperdício de recursos públicos que são aplicados em
suprimentos nos hospitais e garante a demanda de atendimento necessária, sem ônus de
fornecimento ou desperdícios por falta de planeamento.
Compreendendo que aumentar a possibilidade de investimentos nas condições estruturais e
conscientizar funcionários sobre a importância de se evitar desperdícios é vital para a
organização e, consequentemente, a redução de custos, bem como atender as condições
necessárias para recuperação da saúde e bem estar dos pacientes.
Acreditamos que o resultado da nossa investigação dará um grande contributo nos
profissionais farmacêuticos do Hospital Municipal do Capalanga. Os resultados obtidos
deverão ser usados para reflexão quanto a orientação dos profissionais sobre o uso da ficha de
controlo do stock na gestão dos medicamentos essenciais.

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1.3OBJECTIVOS

Geral
 Avaliar o conhecimento dos profissionais farmacêuticos do hospital municipal do
capalanga, sobre uso da ficha de controlo de stock na gestão dos medicamentos
essenciais.

Específico
 Caracterizar a população de acordo com os dados sociodemográficos: Idade, género,
categoria profissional, tempo de serviço e a fonte de informação;
 Identificar a designação, dosagem e forma e quantidade por embalagem;
 Verificar a data de expiração o número de lote;
 Descrever a data do movimento, a origem e o destino do produto;

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2.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1. Definição de termos e conceitos

Medicamentos essenciais são definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como
aqueles que satisfazem as necessidades prioritárias de cuidado de saúde da população 3. A
seleção dos medicamentos essenciais se pauta na perspectiva epidemiológica e busca refletir
necessidades coletivas, sendo recomendada pela OMS a utilização dos estudos de carga global
de doença para identificação dos problemas de saúde da população (ANSEL; POPOVICH;
ALLEN, 2000)
Medicamento, é toda a substância química apresentada como possuindo propriedades
curativas ou preventivas dos sintomas ou que possa ser utilizada ou administrada no ser
humano com vista a estabelecer um diagnóstico médico ou, exercendo uma acção
farmacológica, ou a restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas”.(OMS, 2001)
O farmacêutico é o profissional da área de saúde que possui uma formação académica
voltada para as ciências farmacêuticas, mas também com conteúdo em outras áreas
científicas. (DICINÁRIO DE LINGUA PORTUGUESA, 2000)
A gestão hospitalar é uma equipe composta por vários profissionais tendo ela como médicos,
enfermeiros e farmacêuticos, para juntos desenvolverem sistemas medicamentosos clínicos,
pois é complexo, sendo assim com actuações interdependentes, onde qualquer falha em um
dos processos poderá interferir no conjunto de actividades desenvolvidas, sendo uma das
principais falhas á falta ou má comunicação. (SILVA etal., 2007).
A farmácia hospitalar é uma unidade clínica, administrativa e económica, dirigida por
farmacêutico, ligada hierarquicamente à direcção do hospital e integrada funcionalmente com
as demais unidades administrativas e de assistência ao paciente, tendo como principal
objectivo a contribuição no processo de cuidado à saúde, visando melhorar a qualidade da
assistência prestada ao paciente, promovendo o uso seguro e racional de medicamentos e
produtos para a saúde. (THOMAZ S, 2007)
Stocks ou existências são quantidades de materiais, armazenados por um determinado período
de tempo, destinados ao consumo interno ou à procura por parte dos clientes (SILVA etal.,
2007).

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2.2 Breve historial sobre farmácia hospitalar
A partir de 1975, a questão dos medicamentos essenciais entrou na pauta de discussão da
OMS no que se refere aos principais problemas enfrentados pelos países em desenvolvimento
nos seus planos de saúde. Em 1977, a OMS introduziu o problema dos medicamentos
essenciais dentro da estratégia global de reforçar a atenção primária de saúde como
componente para atingir a meta de “Saúde para todos no ano 2000”. Surgiu assim a primeira
Lista de Medicamentos Essenciais da OMS, com cerca de 200 medicamentos e que hoje já se
submeteu a nove revisões (SANTOS, 2012).
Desde seus primórdios, todos os medicamentos listados pela OMS tinham segurança e
eficácia comprovadas, com propriedades terapêuticas bem definidas, na maioria fora de
proteção de patente e capazes de serem produzidos em quantidade e com custos reduzidos. A
conceituação da OMS prevê como essenciais aqueles medicamentos de importância máxima,
básicos e indispensáveis para atender às necessidades de saúde da população. Devem estar
disponíveis permanentemente, nas formas apropriadas, a todos os segmentos da sociedade.
Esses critérios foram considerados na escolha dos medicamentos que fazem parte desta
RENAME (BRASIL, 1994).
A partir de 1981, a lista modelo da OMS se encontra incorporada no Programa de Acção de
Medicamentos Essenciais, com o objetivo de colaborar com os países na formulação das
políticas e dos programas nacionais necessários para assegurar a disponibilidade dos
medicamentos essenciais a custos acessíveis (NOVAES; SIMONETTI; AFONSO, 2009).
A farmácia hospitalar é geralmente dividida em farmácia satélite e central. A farmácia central
possui o objectivo de armazenar, receber, monitorar o estoque e distribuir os fármacos e
materiais para as demais farmácias do hospital. Em alguns hospitais cada andar possui uma
farmácia satélite. Ela é interligada a farmácia central, contudo com autonomia para separar e
enviar fármacos. As farmácias satélites atendem individualmente, proporcionando maior
rapidez na dispensação de medicamentos e materiais médico hospitalares. (SANTANA;
OLIVEIRA; NETO, 2004).
Já se argumentou que patente não é a causa do problema da escassez, pois da lista de mais de
300 medicamentos essenciais da OMS, menos de 20 estão cobertos por patentes. O argumento
é interessante, mas um tanto falacioso quando generalizado. Os essenciais cobertos por
patente da lista da OMS são, em sua maioria, destinados à terapia da Aids e, portanto países
que tenham uma morbidade elevada em Aids - a África do Sul tem quase 20% de sua
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população adulta infectada, por exemplo - precisarão gastar uma fatia considerável de seus
recursos para a aquisição de apenas um pequeno número de medicamentos. Este é o caso da
maioria dos países da África sub-saariana, da Ásia. (CAVALLINI, BISSON, 2010).
2.3 Farmácia Hospitalar

A instituição hospitalar é uma unidade de carácter clínico e assistencial que abriga a Farmácia
Hospitalar (FH), que é responsável em atender as necessidades de medicamentos do hospital,
promovendo sempre o uso racional de medicamentos sob a supervisão do gerente e
responsável técnico (CAVALLINI; BISSON, 2010; SBRAF, 2008).
Para desenvolver as actividade do profissional farmacêutico na FH existem vários sectores,
dentre eles a Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), esta unidade tem um papel
importante no hospital por ser um local de armazenamento dispensação de produtos
farmacêuticos (ALMEIDA, 2011; ANDREOLLI; DIAS; KONAN, 2014).
2.4 Classificação ABC

A curva ABC é uma importante ferramenta para o gestor de estoque, pois possibilita separar
os medicamentos em grupos semelhantes, ou seja, em relação ao custo, consumo e sua
importância relativa, para que sejam adquiridos necessários para o tratamento do paciente.
Podendo ser definida da seguinte forma: a classe “A”, é definida como os medicamentos mais
importantes para o tratamento do paciente, sendo considerados os medicamentos com maior
custo, a classe “B”, os medicamentos são considerados um grupo de custo intermediários por
ter rotatividade média em relação a classe A, em âmbito hospitalar. Já a classe “C”, o grupo
composto por medicamentos que possui baixa rotatividade, e com isso possui quantidade
considerável em estoque, ou seja, sendo considerados os medicamentos de menor custo
(ALMEIDA, 2011; NOVAES; GONÇALVES; SIMONETTI, 2006; NOVAES etal., 2009). O
parâmetro classificado pelo parâmetro XYZ é de grande importância por identificar o
fármaco.

2.5Classificação XYZ

A classificação XYZ é um método utilizado para classificar os medicamentos de acordo com


a sua criticidade, periodicidade de compra. Onde os medicamentos denominados com alta
criticidade, na qual sua falta pode proporcionar risco à segurança do paciente, não podendo
ser substituído por outro fármaco é classificado como X. Os medicamentos que possuem
média criticidade, ou seja, que na sua falta pode expor o paciente a risco, porém podem ser
substituído por outro similar classificado como Y. Já a classificação Z, são os que apresentam
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baixa criticidade, onde sua falta não coloca a vida do paciente em risco, podendo ser
substituído por outro fármaco, possuindo grande facilidade de aquisição (GUIMARÃES,
2005; MEAULO; PENSUTI, 2011; SILVA, 2008).

2.6 Gestão de stocks

Numa farmácia hospitalar é necessário fazer uma correcta gestão dos stocks, de modo a que
seja possível satisfazer as necessidades dos clientes no momento, tentando ao mesmo tempo
evitar que algum produto fique “empatado”. Nesse sentido, é fundamental o sistema
informático, que nos permite uma visualização do histórico de vendas de cada produto por
mês, podendo assim ser definido um stock mínimo e um stock máximo. Quando o stock
mínimo do produto é atingido, esta informação é enviada automaticamente para a proposta de
encomenda seguinte que vai ser analisada e enviada posteriormente por alguém responsável
para os fornecedores (PEREIRA, 2002).
Adverte que racionalizar custos com medicamentos implica seguir normalizações técnicas e,
dentre as formas de racionalização dos estoques, a selecção de medicamentos é uma das
soluções mais viáveis. Seleccionar medicamentos para a farmácia hospitalar significa
disponibilizar nos estoques os produtos mais eficazes para o tratamento dos pacientes-alvo,
ao menor custo possível, sendo necessário que a instituição se fundamente em parâmetros
como a Selecção de medicamentos (utilização de Protocolos e Padronização dos produtos) e a
Classificação ABC. (CUNHA,1999)
São informações vitais para o controle, o estoque mínimo e estoque máximo, ponto de
ressuprimento, consumo médio mensal e outros dados logísticos necessários para auxiliar a
programação de compras, que são calculadas automaticamente pelo sistema informatizado,
por meio de relatórios gerenciais. A falta dessas informações dificulta a realização de uma
programação de compras adequada e de acordo com a demanda real do hospital.
2.7 Logística de materiais

A farmácia hospitalar é a unidade clínica de assistência técnica e administrativa, dirigida por


farmacêutico e integrada, funcional e hierarquicamente, às actividadeshospitalares. Sua
finalidade é garantir a qualidade da assistência prestada ao paciente, por meio do uso seguro e
racional de medicamentos e produtos para a saúde, adequando sua aplicação à saúde
individual e colectiva.

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A administração dos recursos materiais engloba a sequência de operações que tem seu início
na identificação do fornecedor, compra do bem, recebimento, transporte interno e
acondicionamento e armazenagem e sua distribuição ao consumidor final (MARTINS, 2006).
Materiais e logística junto com recursos humanos e administração financeira, são factores
críticos para o desenvolvimento de actividades de atenção à saúde e para a excelência
operacional da organização hospitalar (NEIL, 2004).
A logística de medicamentos no hospital é de extrema importância quando se visa à qualidade
no atendimento, devido tantas mudanças ocorridas nessa área e com o cliente bem informado
e exigente, existe uma crescente necessidade de implantação da qualidade em todos os
sectores do hospital.
A Assistência Farmacêutica é mais facilmente entendida através de seu ciclo,que é dividido
em etapas:

Figura 1. Ciclo da Gestão da Assistência Farmacêutica


Fonte: Oliveira, Bermudez e Ozorio-de-Castro, 2007.

2.8.1 Selecção

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A selecção e manutenção de materiais e medicamentos devem ser realizadas por uma equipe
que esteja ligada directamente ao paciente ou ao seu processo de atendimento, assim mais
rápidas as necessidades do cliente serão atendidas, e de forma mais clara e objectiva se dará a
comunicação entre a cadeia logística. Segundo Portella (2001) padronizar medicamentos
significa escolher, segundo determinadas especificações, aqueles que atendam às necessidades
de cobertura terapêutica da população que se deseja tratar, atendidos os critérios do Ministério
da Saúde e observadas peculiaridades de cada hospital, já que cada unidade de saúde é um
caso particular, com suas equipes e perfis.
Após a padronização, de acordo com Dias (1993), pode-se recorrer a diferentes técnicas para
a gestão dos estoques, visando separar os medicamentos em grupos ou classes e um desses
métodos é a Classificação ABC. A selecção de medicamentos tem como produto o elenco de
medicamentos fornecidos pelo hospital e as directrizes e estratégias que garantam sua
adopção, se não há selecção, não há como determinar o que deve ser programado e comprado.
Falhas da logística e da selecção podem acarretar desperdícios de recursos humanos e
financeiros, dificultando ou impedindo o adequado fornecimento dos medicamentos. O
excesso de produtos não padronizados em detrimento da padronização desestrutura a
assistência farmacêutica no hospital e, aumentando o consumo do medicamento que não está
incluso no elenco de produtos, aumenta a possibilidade de perda por vencimento do
medicamento padrão, prejudicando a programação de compras desses medicamentos.
2.8.2 Programação
Os hospitais são organizações orientadas por recursos que a própria organização deverá
prover, de maneira geral, quem dá origem ao processo são os médicos, por meio das
prescrições médicas, e os farmacêuticos, que são responsáveis pela programação, aquisição e
dispensação dos produtos.
Os principais problemas na gestão de estoque da farmácia hospitalar estão relacionados com a
falta de informações e dados logísticos confiáveis para subsidiar uma adequada programação
de compra que seja condizente com a realidade de consumo no hospital, visando evitar
rupturas frequentes de estoque e desabastecimento.
2.8.3 Aquisição

O processo de compras considera aspectos diversos como relacionamento com fornecedores,


negociação de preços e prazos de entregas, e planeamento de compras programadas visando a
redução de custos.

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A eficiência financeira do processo de compras depende directamente das actividades de
estoque, pois as compras programadas e a determinação de lotes são influenciadas pelas
informações de demanda e estoques de segurança. (PEREIRA,2006)
Existe um paralelismo muito grande entre a compra pública e a privada, pois ambas buscam o
menor preço com qualidade; mas a compra pública requer procedimentos específicos para lhe
dar eficácia, como, por exemplo, a legislação; já na compra privada esse procedimento é de
livre escolha. São as leis de licitações que regulamentam os contratos e convénios com
instituições públicas, a licitação pública é o instrumento legal que visa atender à necessidade
do interesse público em contratar com os demais agentes económicos (BRASIL, 1998)
2.8.4 Recepção e Armazenamento

Recebimento de Mercadorias: A área conta com local para recebimento e conferência de


medicamentos com bancadas para acondicionar provisoriamente os produtos recebidos em
caixas de papelão ou isopor, possui computador para o lançamento das notas fiscais de
entrada no sistema informatizado.
Armazenamento: Essa área possui armários e prateleiras em aço para armazenamento e
acondicionamento dos medicamentos. A disposição dos medicamentos obedece à ordem
alfabética dentro das classificações: injectáveis, comprimidos, soluções e suspensões,
cremem, pomadas, géis e termolábeisacondicionados em geladeira. A sala de armazenamento
possui sistema de ar condicionado com temperatura e humidade controladas diariamente.
2.8.5 Distribuição

Quando se tem um sistema de qualidade, a terapia dos pacientes tem ênfase. Um sistema de
distribuição de medicamentos deve ser: racional, eficiente, económico, seguro e deve estar de
acordo com o esquema terapêutico prescrito. Os objectivos desse sistema são reduzir os erros
de medicação, racionalizar a distribuição, aumentar o controlo, reduzir os custos dos
medicamentos e aumentar a segurança para os pacientes (CAVALLINI; BISSON,2002)
Estes problemas podem estar relacionados com a prática profissional, com procedimentos ou
sistemas de atenção à saúde, incluindo falhas na prescrição, nomenclatura, preparação,
dispensação, distribuição, administração, educação, seguimento e utilização (ROSA;
PERINI,2003).
2.8.6 Dispensação

Dispensação é o ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a


um paciente, geralmente como resposta à apresentação de receita médica, neste ato o
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farmacêutico informa e orienta o paciente sobre o uso adequado do medicamento. São
elementos importantes da orientação, entre outros, a ênfase no cumprimento da dosagem, a
influência dos alimentos, a interacção com outros medicamentos, o reconhecimento de
reacções adversas e as condições de conservação dos produtos.
Milhares de prescrições são geradas anualmente, as quais, principalmente nos serviços
públicos de saúde, geram inúmeros problemas como erros de transcrição, de habilidade,
abreviaturas inadequadas, prescrições incompletas ou ambíguas, prejudicando a qualidade de
vida dos pacientes (SILVA, 2007). Sendo assim, tem-se a necessidade de adoptar ou mesmo
elaborar mecanismos de segurança direccionados ao sistema de medicação.
2.9 Medicamentos essencias
“Medicamentos essenciais s o aqueles que satisfazem às necessidades prioritárias de saúde da
população. Selecionados levando-se em consideração as doenças prevalentes, a evidência de
segurança e eficácia e a relação custo/efetividade comparativa, devem estar sempre
disponíveis nos serviços de saúde, a todo momento, em quantidades adequadas e formas
farmacêuticas apropriadas, com qualidade assegurada e a um pre o que o indivíduo e a
comunidade possam pagar” (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1998a).
A disponibilidade de medicamentos essenciais é uma das quatro dimensões do acesso a
medicamentos, sendo as outras três: capacidade aquisitiva, aceitabilidade e acessibilidade
geográfica (MENDES et al, 2014).
A OMS, a partir de um grupo de especialistas, desenvolveu listas de medicamentos principais
ou traçadores para subsidiar investigações de disponibilidade de medicamentos essenciais,
globalmente (WHO/HAI, 2008).
A OMS os agrupa em três listas: Global, Regional e Suplementar. E aconselha que em uma
avaliação nacional se utilize as três listas. A lista Global possui 14 medicamentos essenciais
traçadores, a lista Regional possui 16 medicamentos e a Suplementar possui 20 medicamentos
(WHO/HAI, 2008). A lista Global e a Regional já são previamente definidas pela OMS,
enquanto a lista Suplementar é definida pelo país a ser investigado, de acordo com as doenças
mais prevalentes no país. (WHO/HAI, 2008).
Exemplo da utilização dessas listas é o estudo de Shurmman (2012) que se baseou nesse
manual (WHO/HAI, 2008) para definir uma lista suplementar de medicamentos traçadores
para o Nepal, baseado na orientação da OMS de adaptar a lista às localidades, com o intuito
de verificar se as condições mais importantes estavam sendo tratadas.

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Segundo a OMS 2001, organizada por grupos farmacológicos, não apresentada em ordem
alfabética, e sim em seqüência lógica do pensamento. A repetição de medicamentos com
múltiplas indicações clínicas em diferentes grupos onde se inserem dá melhor idéia do
armamentário terapêutico disponível. Assim a lista assume um foco clínico e se torna
ferramenta educativa. Muitos prescritores e demais profissionais da saúde têm insuficiente
conhecimento sobre a classificação dos medicamentos. Logo, podem aprender com a lista
quando se reúnem fármacos com mesma indicação. Por exemplo: medicamentos indicados no
controle da dor (anestésicos gerais, anestésicos locais, analgésicos não-opióides, analgésicos
opióides) ou fármacos que controlam distúrbios neurológicos ou psiquiátricos
(anticonvulsantes, antiparkinsonianos, antidepressivos, antipsicóticos, hipno-sedativos).
2.10 O papel do farmacêutico hospitalar

Na década XX, os três períodos que consideraram mais importante na função farmacêutica
são: tradicional, o desenvolvimento da atenção ao paciente e a transição. O tradicional obteve
o desenvolvimento através dos boticários em sua função de preparo e vendas dos
medicamentos, prestando orientações aos seus pacientes e comumente prescrevendo
medicamentos. A segunda etapa á de transição retornou a atenção farmacêutica
principalmente para manipulação e produção farmacológica, onde os países subdesenvolvidos
ofereceram uma atenção industrial maior em desenvolvimento de novos fármacos. (VIEIRA,
2007).
Actuação do farmacêutico na farmácia hospitalar vai além do controle de estoque eda
dispensação de medicamentos. Este é responsável por todo o ciclo de
assistênciafarmacêuticaegestãodomedicamento,garantindoousoracionalesegurodosmedicamen
tos,comodemonstrado na Figura 2.

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Figura 2. Modelo lógico-conceitual da assistência farmacêutica integrada ao processo de cuidado em saúde .

Fonte.Corre CJ etal,2011.

Inserido nesse contexto, este profissional é habilitado para asactivadades envolvendo a


farmácia hospitalar, como, na gestão de toda a farmácia, além da participação em diferentes
comissões, manipulação de medicamentos, dentre eles, os quimioterápicos, farmácia clínica,
educação em saúde, pesquisa, entre outros (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1994). A actuação do
farmacêutico nos hospitais se dá pelo desenvolvimento das suas actividades envolvendo o
cicloda assistência farmacêutica.
Tem como principal objectivo o profissional farmacêutico no âmbito hospitalar, possibilitar
que o paciente melhore, observando-se o custo efectivo através do fármaco e seu uso correcto,
entre outras funções são:
1°- Se actualizar para levar aos profissionais da instituição, avaliação educação e consultoria
sobre as questões que envolvem materiais e medicamentos até mesmo a pesquisa clinica.
2°- Montar o formulário terapêutico devidamente actualizado.
3°- Desenvolver programas e procedimentos de custo-efectividade dos medicamentos, para
fornecer uma terapia segura e eficaz.
4°- Actualizar profissionais através de programas de educação continuada sobre a utilização
de medicamentos.
5°- Estar presente nas avaliações de qualidade associadas a distribuição, administração e a
utilização de medicamentos.
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6°- Obter informação diária sobre reacções adversas nos pacientes pelo uso de
medicamentos, assim desenvolver recomendações para evita-las.
7°- Orientar para um uso racional de medicamentoso.
8°- Gerenciar a equipe de distribuição de matérias e medicamentos na farmácia hospitalar.
9°- Orientar a comissão de farmácia hospitalar sobre custo e o beneficio em compras, levando
em consideração a eficácia, segurança, qualidade e o custo, sendo uma das tarefas, mas
difíceis, tendo que ter muita atenção e cautela em suas decisões. (MARQUES, ZUCCHI,
2006).
Dentre as principais actividades farmacêuticas são: selecção, recepção e armazenamento,
preparação, controle, distribuição, informação e farmacovigilância, farmacocinética e
farmácia clínica. Sendo assim a assistência farmacêutica fazendo parte da Política Nacional da
Saúde, desenvolvendo promoções voltada protecção e recuperação da saúde. (TORRES;
CASTRO; PEPE, 2007).
O farmacêutico executa a monitorização terapêutica averiguando a posologia, a interacção do
medicamento com alimento, outros fármacos ou com alguma patologia, a indicação
terapêutica, a via de administração e os efeitos adversos. Nos Estados Unidos, essa actividade
está aumentando e o farmacêutico executando um papel importante, contribuindo com os
médicos na prestação de trabalhos associados ao monitoramento de doenças ou tratamento
medicamentoso. Entretanto, no Brasil, os farmacêuticos estão mais dirigidos para funções
administrativas. (FINATTO; CAON; BUENO, 2012).
O farmacêutico hospitalar apresenta um papel importante no desenvolvimento e na introdução
de processos que possam precaver os erros medicamentosos. Assim ele representa papel
importante em todas as etapas do processo que envolve o medicamento dentro do hospital.
Estudos relatam que existe um impacto muito positivo na diminuição dos erros, nas
orientações sobre as medicações, naprevenção, e nos gastos com o tratamento do paciente
quando há inserção do profissional farmacêutico clinico na equipe de saúde. (CAVALLINI;
BISSON, 2010).
A função do farmacêutico na prevenção ou resolução dos problemas associados aos
medicamentos poderá realizar-se antes mesmo do medicamento ser prescrito, colaborando
com os demais membros da equipe de saúde na elaboração de protocolos e guias clínicos, e
ainda na avaliação do cumprimento destes por meio de pesquisas de utilização de fármacos.
Uma vez que a prescrição já tenha sido feita o farmacêutico poderá agir por meio do

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acompanhamento/seguimento farmacoterapêutico, através da revisão do perfil
farmacoterapêutico do paciente e das prescrições médicas. (NETO, 2005).
No acompanhamento farmacoterapêutico, o farmacêutico examina as necessidades do
paciente e estabelece prováveis problemas associados com medicamentos e, se existir,
trabalha com o usuário e outros profissionais de saúde para estabelecer, introduzir e
supervisionar um plano de cuidado. Este deve ser um ciclo regular de actividades, com a
função de solucionar e prevenir problemas associados com a utilização de fármacos e garantir
que o usuário tenha uma terapêutica medicamentosa segura e eficiente. (GUERRA JÚNIOR,
2009).
Além disso, o serviço do farmacêutico no acompanhamento farmacoterapêutico juntamente
com o médico e orientação ao paciente, por interferência na prescrição e na administração de
fármacos, aumenta a aceitação ao tratamento, diminui o taxa de erros de prescrição e o
número de prescrições. E ainda, amplia o encaminhamento dos usuários a trabalhos de menor
complexidade assistencial e reduz o número de hospitalização. (MÉLO, 2015).
O farmacêutico é visto como o profissional do medicamento, e deve sempre estar inserido na
equipe multiprofissional. Com intervenção farmacêutica, é provável que o paciente obtenha
melhora na terapia e quando documentada possibilita a avaliação da qualidade através de
indicadores, o mesmo podem ser utilizados para mostrar a importância do farmacêutico na
assistência. Para efectuar com qualidade é fundamental que os sistemas estejam
sistematizados e padronizados para que possa ampliar e definir esse processo de trabalho em
vários campos de actuação e em outras instituições hospitalares. (FINATTO; CAON;
BUENO, 2012).
O farmacêutico está introduzido no Programa de Controle de Infecção Hospitalar e Comissão
de Controlo de Infecção Hospitalar. Por meio da farmácia hospitalar realiza-se a verificação
da utilização de germicidas e saneantes em diferentes lugares do hospital e monitorizar os
antimicrobianos. O monitoramento da infecção hospitalar é de responsabilidade dos
profissionais de saúde, e a função do farmacêutico é diminuir o número de infecções por meio
do uso correto de antimicrobianos e da instrução permanente para pacientes e profissionais da
saúde. (SANTANA; OLIVEIRA; NETO, 2014).
2.11 Assistência farmacêutica no âmbito hospitalar

A Assistência Farmacêutica engloba actividades de carácter amplo, inter sectorial e


multiprofissional, que tem o objectivo de organização de acções e serviços associados ao

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medicamento em múltiplas dimensões em relação ao usuário, promovendo à prevenção e
promoção a saúde. (ROSSATO, 2008).
O farmacêutico em uma farmácia hospitalar pode começar a implantação de um sistema de
assistência farmacêutica por meio do acompanhamento ao tratamento do usuário, vigilância
da doença e promoção da saúde, como método de fornecer uma adequada atenção ao paciente,
buscando a sua melhora. (PELENTIR M; DEUSCHLE VCKN; DEUSCHLE RAN; 2015).
A assistência farmacêutica possui objectivo de informar e educar os usuários de
medicamentos, explicar sobre uso e o modo de conservação dos fármacos, vias de
administração, concentração, precaver a automedicação, corrigir quanto ao uso
indiscriminado e o risco de altas doses administrada incorrectamente, podendo também traçar
um perfil epidemiológico de demanda para calcular as necessidades de compras, coordenar os
processos de compra, armazenamento e distribuição de fármacos. (ROSSATO, 2008).
2.12 Atenção farmacêutica

Torre (2011) afirma que a atenção farmacêutica é definida como um modelo de prática
farmacêutica desenvolvida no contexto da assistência farmacêutica. Na atenção farmacêutica,
busca-se a promoção de atitudes, valores éticos, comportamentos, habilidades, compromissos
e com responsabilidades na prevenção de doenças e na promoção e recuperação da saúde, de
forma integrada à equipe de saúde. Para Rodrigues et al. (2010), a atenção farmacêutica
pressupõe a realização de condutas por parte do profissional farmacêutico relacionada a
intervenções em saúde, que incluem a intervenção farmacêutica, como aspecto do
acompanhamento farmacoterapeutico.
Martins et al., 2008 consideram que a atenção farmacêutica é uma nova filosofia de prática,
na qual o farmacêutico assume a responsabilidade pelo planeamento, orientação e
acompanhamento do tratamento farmacológico visando a uma terapia efectiva. Neste
processo, o profissional farmacêutico passa a ser corresponsável pela farmacoterapia, uso
racional de medicamentos e melhoria da qualidade de vida do paciente, assim como passa a
ter actuação mais activa nas equipas multiprofissionais.
Torre (2011) afirma que esta representa a interacção directa do farmacêutico com o usuário,
visando a uma farmacoterapia racional e à obtenção de resultados definitivos e mensuráveis,
voltados para a melhoria da qualidade de vida. Nesta interacção também devem estar
envolvidas as concepções dos seus sujeitos, respeitadas as suas especificidades
biopsicossociais, sob a óptica da integralidade das acções de saúde.

20
Para Martins et al., 2008 a prática da atenção farmacêutica encontra-se, geralmente, voltada
para as acções programáticas, priorizando grupos específicos como, por exemplo, a criança, o
adolescente e o idoso. Uma das principais preocupações da atenção farmacêutica é o consumo
de medicamentos sem prescrição, porque vem assumindo enormes proporções e recentemente
passa a ser considerado como um importante problema de saúde pública. Na visão de Scarcela
et al. (2011), a atenção farmacêutica é a “provisão responsável do tratamento farmacológico
com o propósito de alcançar resultados concretos que melhorem a qualidade de vida dos
pacientes. ” Caracteriza-se, na visão destes autores, como uma prática recente da actividade
farmacêutica, priorizando a orientação e o acompanhamento farmacoterapêutico e a relação
directa entre o farmacêutico e o usuário de medicamentos.
Conforme Torres (2011), a atenção farmacêutica baseia-se, justamente, na capacidade de o
farmacêutico, com visão e postura interdisciplinar, integradora e formadora, assumir, frente a
seus pacientes, as responsabilidades relacionadas ao uso racional dos medicamentos e
insumos por meio de um acompanhamento sistemático e documentado. Segundo Scarcela et
al (2011), actualmente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras Associações
Farmacêuticas de relevância internacional consideram que a atenção farmacêutica é
actividade exclusiva do farmacêutico e que este deve tê-la como prioridade para o
desenvolvimento pleno de sua profissão.

3. METODOLOGIA
3.1Tipo de estudo
Pretendemos realizar um estudo observacional descritivo transversal com abordagem
quantitativa; que segundo Richardson (1989) expõe que este método é frequentemente
aplicado nos estudos descritivos (aqueles que procuram descobrir e classificar a relação entre

21
variáveis), os quais propõem investigar “o que é”, ou seja, a descobrir as características de um
fenômeno como tal.
3.2 Local do estudo
O estudo será realizado no Hospital Municipal do Capalanga no II° Trimestre de 2022,
Luanda.
3.3 População
População: é um conjunto de indivíduos, elemento ou fenómeno que têm uma característica
comum (SILVA,2008, p.329)
A população do estudo será toda munícipe da Maianga.
3.4Variáveis em estudo
Variáveis sociodemográficas:
 Idade
 Sexo
 Categoria profissional
 Tempo de serviço
 Descrever o conhecimento dos farmacêuticos sobre gestão de estoques de
medicamentos de essencias e a fonte de informação;
3.5Critérios de inclusão
Serão incluídos todos os farmacêuticos do Hospital Municipal do Capalanga que aceitaram
participar voluntariamente no estudoMaianga.
3.6 Critério de exclusão
Serão excluídos do estudo todos os profissionais que não estiverem capacitados para
responder as questões e os que preencherem mal o formulário.
3.7Aspectos éticos
O estudo será realizado no Hospital Municipal do Capalanga Maianga cumpriremos todos
aspectos éticos.

3.8 Instrumento de recolha de dados


Os dados serão recolhidos manualmente através do questionário com perguntas fechadas,
onde constaram as variáveis em estudo(apêndice B).
3.9 Processamento e análise de resultados

22
Os dados serão, digitados no programa Microsoftwold e posteriormente apresentação e
analise dos resultados em power point.

IV.CRONOGRAMA de ACTIVIDADE

N° ACTIVIDADE A REALIZAR MESES DO ANO


AGO SET OUT NOV DEZ JAN
1 Elaboração do projecto
2 Leitura a Fichamento
23
3 Redação da monografia
4 Apresentação da versão provisória
5 Correcção da versão provisória
6 Apresentação da versal final
7 Defesa da monografia

V.ORÇAMENTO

DESCRIÇÃO VALOR (AKZ) POR UNIDADE VALOR TOTAL


Um computador 70.000,00 70.000,00
Duas resmas de papel A4 500,00 1000,00
Uma impressora 20.000,00 20.000,00
Duas esferográficas 50,00 100,00
Despesas com meio de transporte 20.000,00 20.000,00
TOTAL 110.550,00 111.100,00

 ALLEN Jr. LV. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação


de fármacos.8. ed. Porto Alegre: Artmed; 2007. P. 775.
 Belo Horizonte: SEBRAC, 1999.

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 CARVALHO,N.M.;NAKAGAWA,J. Sementes: Ciência, Tecnologia e


Produção.Fundação Cargill. Campinas SP. 1983 429p
 DEFILIPPE, C.R. Estabilidade de medicamentos: condições ambientais
adequadas para a conservação dos medicamentos. Rio de Janeiro. [s.n.], 1985.
DUPIM, José Augusto Alves. Assistência Farmacêutica : um modelo de
organização.
 ESTABILIDADE de medicamentos: uma radiografia da realidade brasileira.
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 FIGUEIREDO, N., Ensinando a cuidar de clientes em situação clnicas e cirúrgica,
Rio de janeiro, 2003.
 MARIN, N. et al. (Org.). Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio
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 MOURA, R.A. Logística: suprimento, armazenamento, distribuição física. São
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 PORTARIA 344/98. Disponível em:www.anvisa.gov.br/legis/portarias/344_98htm.
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Estabilidade de medicamentos no âmbito da farmacovigilância. Revista Racine.
Disponívelem:http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/36e56f00474580fc8d0ddd
3fbc4c6735/RACINE_ESTABILIDADE.pdf?MOD=AJPERES Acessado em
23/02/2017.
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Abastecimento Farmacêutio e das Unidades Básicas de Saúde. Jaguaretama – CE,
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Disponível em: <www.convibra.com.br>. Acesso em 12 de JAN. 2022.
 INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso - Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de
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 Nunes, R. V. Santos, S. H. X.; Assis, C. W. C., et al. (2014), “A relevância do estudo
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