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RUMOS revista

Ano 3 - Número 3 Série 1

2010 2011

O Novo Começa em Ti! Com este lema, começamos o ano cheios de vontade de sonhar e de criar. Pelo caminho, nasceram dificuldades que nos abalaram e fizeram temer pelo futuro. No entanto, enchemos o ano de novidade, de

criatividade e de imaginação, E chegamos ao fim... ...mas com os olhos postos em Setembro, pois voltaremos com mais vontade de reinventar o carisma lassalista, prestando um serviço público de qualidade, criando um mundo melhor..

CONTEÚDOS: • Desfile de Carnaval • Festa dos Finalistas • Semana do Fundador • Sarau Cultural

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"Educar a inteligência é dilatar o horizonte dos nossos desejos e das nossas necessidades." James Russell Lowell 1819-1891

SUMÁRIO
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Editorial Prémios Festividades Desfile de Carnaval Pastoral - O Ano em Revista Vigília da Quaresma/Comunhão Pascal Semana da Ciência/Teatro Bullying/Antigos Alunos

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13-14 Encontro dos Grupos Cristãos 16-17 Páscoa Jovem

20-25 Semana do Fundador 26-35 Festa dos Finalistas 36 37 38 Clubes de Teatro e de Cavaquinho Passeio das Famílias Semana da Leitura

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39-43 Desporto Escolar 44-50 Visitas de Estudo 51 Passeio dos Finalistas 52-61 As Nossas Turmas 62-64 Cinema 65 Página da Matemática 66-75 Língua Portuguesa 76-77 Projecto Maglev 78 Palestra - Educação Sexual 79-81 Opinião 82- 93 Expressão Visual 94 95 Banda Desenhada Humor

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Propriedade: Colégio La Salle Rua Irmãos de La Salle 4755-054 Barcelinhos BCL Telefone - 253 831 249 Fax - 253 834 509 www.lasalle.pt pt.wikipedia.org/wiki/Colégio_La_Salle_(Barcelos) pt-pt.facebook.com/profile.php?id=100001062881136 www.scribd.com/jornalrumos jornalrumos.hi5.com 2010/2011 2 Tiragem: 600 exemplares.

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Colégio La Salle
Coordenação, Paginação e Layout: Professor Carlos Novais Colaboração: Clube de Jornalismo
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Revista Rumos

EDITORIAL
AO TERMINAR MAIS um ano quero, antes de mais, agradecer a todos aqueles que estiveram envolvidos na concretização das várias actividades que foram realizadas ao longo do ano lectivo. Este ano, em particular, a envolvência e colaboração de todos os elementos da nossa comunidade educativa foi preponderante para a sua concretização. As medidas impostas pelo anterior governo do ano, de um ano difícil, foram sendo concretizadas com a mesma determinação por parte dos vários agentes da nossa comunidade educativa o que, efectivamente, demonstra que estamos e queremos continuar a estar vivos. A escola não se reduz à relação professor/aluno dentro da sala de aula. No Colégio La Salle, sem descurar esse tipo de relação, valorizamos a Barcelos, essa identidade tem proporcionado a procura desta instituição de ensino por parte de muitos pais e encarregados de educação que acreditam e apostam no nosso projecto educativo. Queremos continuar a proporcionar esse tipo de escolha, não só por aquilo que somos, mas também por aquilo que possibilitamos aos nossos alunos. A definição de um
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que estivemos e estaremos sempre atentos. Para finalizar, deixo uma mensagem para todos aqueles que acreditam neste projecto. O futuro afigura-se difícil,

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As medidas impostas pelo anterior governo abalaram a estrutura desta instituição mas, à semelhança da casa que é construída em cima de uma rocha, não a fizeram cair.
abalaram a estrutura desta instituição mas, à semelhança da casa que é construída em cima de uma rocha, não a fizeram cair. Os alicerces da nossa instituição e a vontade daqueles que a conduzem e nela laboram diariamente, apoiados pelos pais e alunos, mantiveram a escola viva. O exposto nesta revista traduz a vitalidade do nosso Colégio. Os seus artigos dão visibilidade a um processo de ensino/aprendizagem que não se esgota nas actividades curriculares. As várias actividades realizadas ao longo pessoa na sua totalidade e proporcionamos momentos para o desenvolvimento da sua personalidade. O funcionamento regular de clubes e a realização pontual de outras actividades revelam-se como espaços propícios para o desenvolvimento e formação integral das crianças e jovens desta instituição. A identidade das escolas La Salle, alicerçada numa educação em valores humanos e cristãos, permanece ao longo dos mais de trezentos anos de existência deste tipo de escolas. No caso do Colégio La Salle de lema em cada ano ajuda-nos a orientar a nossa acção educativa e a ter presente as potencialidades que cada um, enquanto membro da nossa comunidade educativa, pode evidenciar. “O Novo começa em ti”, permitiu-nos, neste ano que agora termina, realçar a possibilidade que cada um tem de dar asas à sua criatividade. A criatividade é o motor da evolução do ser humano, dá-nos satisfação e permitenos transformar a realidade, melhorando-a. É a essa realidade e à sua transformação mas a dedicação e empenho que tem norteado os desígnios deste Colégio terá que continuar presente. Todos somos importantes e só com o contributo de todos poderemos continuar a ser escola de referência num tempo em constante mudança e cada vez mais exigente. Boa Férias! Professor José Olímpio Rodrigues (Director Pedagógico)

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La Salle em Destaque

PRÉMIOS
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LA SALLE VENCE PRÉMIO INTERNACIONAL LSDREAMS
Quatro alunos do Colégio La Salle de Barcelos, viajaram na passada terça-feira, dia 24 de Maio, para Barcelona por terem sido premiados com o lugar de honra na categoria de engenharia da primeira edição do concurso “LSDreams” promovido pelos centros universitários La Salle Campus Barcelona e La Salle Campus Madrid, com a colaboração da Universidade Aberta La Salle (UOLS, Andorra). Os júri do concurso premiou o grupo lassallista português, constituído pelos alunos do 12º ano: Álvaro Faria, Francisco Matos, José Pedro Mendes e Martinha Vale, acompanhados pela Prof.ª Júlia Martins; com um accésit, prémio que sucede o primeiro lugar, em adição à viagem de quatro dias, incluindo a visita cultural aos centros urbanos de Barcelona e Andorra bem como às universidades aí sediadas. O projecto, nomeado Alphalev, consiste numa proposta de renovação das vias ferroviárias, através da implementação dos transportes Maglev, comboios que assentam na levitação magnética, que integra um sistema de produção de energia eléctrica traduzido na iluminação do próprio veículo ou das localidades que se encontrem próximas da sua via de circulação, e que, por isso, permitam alto

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rendimento energético. Desta forma, foi reconhecido como um projecto cuja temática teórica ultrapassou o grau de escolaridade que frequentam os seus autores. O objectivo principal desta iniciativa comporta o desejo de criar um planeta mais sustentável, incitando

entre os jovens o gosto pelo trabalho, pela inovação e pelo empreendedorismo, aliado à conexão dos centros lassallistas de toda a Europa, e que, segundo os participantes resultou num valoroso intercâmbio de cultura, conhecimentos, experiências e motivação. Ver páginas 76-77

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2.º LUGAR NACIONAL NO MEGA-SPRINTER
A aluna Luísa Sousa, do 5.º A, depois de, na fase distrital realizada em Guimarães, se sagrar vencedora do Mega Sprinter (40 m) e de obter o 2.º lugar no Mega Salto, no escalão de Infantis A, participou na fase final, de âmbito nacional, da 7ª edição do Projecto Mega Sprinter que se realizou na Pista Municipal de Vendas Novas, nos dias 1 e 2 de Abril. Este evento desportivo foi organizado pelo Gabinete Coordenador do Desporto Escolar - DirecçãoGeral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) em parceria com a Federação Portuguesa de Atletismo. Tendo participado nas duas provas em representação da Área Educativa de Braga, a Luísa conseguiu alcançar o 2º lugar, no Mega Salto, com a marca de 3,94 m. Há que ressaltar o potencial deste tipo de alunos e o empenho que é despendido nas aulas de Educação Física, momento por excelência para a preparação deste tipo de actividades, sempre do agrado dos alunos. À Luísa, os nossos parabéns!

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La Salle em Destaque

PRÉMIOS
ALUNAS DO COLÉGIO LA SALLE CAMPEÃO DE VENCEM TAÇA COCA-COLA FUTSAL
O Colégio La Salle é campeão regional na modalidade de Futsal, escalão infantis masculino, referente ao Desporto Escolar do Centro de Área Educativa de Braga. Foi no passado dia 4 de Junho que, no pavilhão desportivo da Universidade do Minho, se realizou a fase final deste campeonato, constituído por 17 equipas. O Colégio La Salle venceu com uma goleada, na sua meia-final, a EB23 de Póvoa de Lanhoso, por 6 a 2. Na outra meia-final, entre a EB23 de Celorico de Basto e a EB23 de Lijó, saiu vitoriosa esta última por 6 a 0. Por fim, encontraram-se os dois finalistas, o Colégio La Salle e a EB23 de Lijó. O jogo iniciou-se e, se nos primeiros quinze minutos, o jogo não correu de feição, pois a nossa escola esteve a perder por 2-0 e 3-1, tendo, ainda, no subconsciente, o peso das duas derrotas que esta mesma equipa nos tinha imposto na 2.ª fase de grupos. No entanto, fomos ganhando a posse de bola, e com a bola circular por todos, conseguimos ganhar o alento e a força anímica para chegar ao fim dos 20 minutos empatados 3-3. Aqui esteve a chave do nosso sucesso: a equipa renovouse animicamente e partiu para uma excelente exibição de Futsal que maravilhou com belas jogadas e mais dois golos, ficando o resultado final bem visível no marcador electrónico, Ganhámos 5 a 3!!! Depois… Depois, já sabem foram os festejos e até houve direito a uns lanches extra!
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Realizou-se no passado fim-de-semana de 21 e 22 de Maio a 9.ª edição da taça Coca-cola, etapa referente ao distrito de Braga, realizada em Vila Nova de Famalicão. Como já vem sendo hábito, o Colégio La Salle tem vindo a participar, desde a 3.ª edição, com duas equipas de futebol, uma feminina e outra masculina, tendo, nestes anos de participação, os dois escalões conseguido boas exibições e resultados, passando quase sempre a fase de grupos, atingindo várias vezes os quartosde-final e por três vezes as meias-finais. Quando a equipa Ragazzas La Salle atingiu a final, o discurso do professor responsável, Fernando Gomes, frisou que até alcançar o estatuto de finalista, a equipa teve o trabalho, o esforço, a força e a qualidade técnica das alunas para o futebol, como as suas maiores forças. Mais acrescentou que, para serem campeãs, é preciso muita vontade, união no Espírito Lassalista, vontade de disputar todos os lances com empenho e ter sempre

presente a força que une os corações de todas as jogadoras da equipa. E assim foi. As Ragazzas La Salle foram as campeãs com seis golos marcados e nenhum sofrido, sendo distinguidas com a subida ao pódio, recebendo do Vereador da Câmara de V. N. de Famalicão uma medalha de primeiras classificadas e ainda a distinção individual com medalhas para as alunas Maria Madalena Lopes, como melhor marcadora da prova – quatro golos - e para Ana Peixoto e Joana Neiva - melhores guardaredes da prova, pois não sofreram qualquer golo. No dia 4 de Junho, a equipa feminina participou na Final Nacional da Taça Coca-cola, que se realizou no centro de estágio do Futebol Clube do Porto que se situa em Vila Nova de Gaia. De destacar também a prestação positiva da equipa masculina “Superforce La Salle” que passou a fase de grupo, tendo ficado pelos quartos-de-final.

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Convívio e Celebração

FESTIVIDADES SARAU CULTURAL O ANO DESPORTIVO

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Magusto - 12 de Novembro

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Festa de Natal 17 de Dezembro

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Desfile de Carnaval 4 de Março

FESTIVIDADES

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Sarau Cultural 8 de Abril

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Festividades

DESFILE DE CARNAVAL
Os alunos do colégio, logo após a reflexão da manhã, começaram a vestir novas personagens, este ano relacionadas mais com a música dos anos oitenta. Por volta das dez horas começam a desfilar as diferentes escolas do primerio ciclo e os respectivos Jardins de Infância e posteriormente, as turmas do colégio. Um júri atento ia tomando notas para no final se pronunciar sobre a escola vencedora. Podemos dizer que neste corso todos saíram vencedores, uma vez que reinou do princípio ao fim o humor dos apresentadores, o ritmo, a dança e sobretudo muita criatividade.
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Cor, criatividade e ritmo avivaram o Corso de Carnaval deste ano
Realizou-se no Colégio La Salle mais um corso de Carnaval que contou com a presença das escolas primárias nossas vizinhas. Muita cor, criatividade, ritmo e organização pautaram a festa.

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No final da manhã, antes de receberem os respectivos diplomas, todos os alunos se juntaram no recinto da escola para dançar. Segundo o presidente da comissão organizadora, professor Laurindo Oliveira “a festa esteve bonita, todos participaram com muita alma e estão de parabéns todos os professores e alunos que fizeram desta festa um hino à juventude e à criatividade. Houve grande participação, o tempo ajudou e quando assim é, todos ficamos satisfeitos”. O Clube de Jornalismo e Rádio do Colégio La Salle passou pelas quatro escolas do primeiro ciclo que participaram no corso do Carnaval e entrevistou as directoras
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das respectivas escolas. Eis algumas opiniões: AREIAS DE VILAR

“Gostámos imenso de participar no Carnaval! “
Clube de Jornalismo (CJ) – Quantas pessoas participaram no corso do carnaval? Professora Margarida (Pª M) (Directora da escola)- Cinquenta e nove crianças, três professores e três funcionárias. CJ – Gostaram da experiência? P.ª M - Gostamos imenso de participar em todas as actividades desenvolvidas pelo colégio para as quais somos convidados e fazemo-lo com imenso

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Festividades

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prazer. Neste caso, ainda é mais interessante, porque é uma forma de os nossos alunos verem outras escolas e serem também eles vistos. Por outro lado é importante que os nossos alunos conheçam a sua futura escola CJ – Fale-nos do tema que a escola apresentou. P.ª M - Os alunos levaram para o carnaval o tema que estão a trabalhar durante todo o ano na escola, tema relacionado com o brinquedo do passado, relacionado, portanto, com a História. Os alunos foram ajudados pelos pais que passaram pela escola e ajudaram, com algum esforço, a construir os brinquedos de antigamente. Os pais prepararam os fatos de uma época
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passada e ajudaram na construção de rodas de pau, ventelas, bolas de trapos, jogo de peão, macaca, carrinhos de rolamentos, corredelas… CJ – Os alunos gostaram de recordar a forma como os seus pais brincavam no antigamente? P.ª M – Claro que sim. Os alunos gostaram da experiência e brincam com eles na própria escola, concretamente no magusto. Como é um tema trabalhado durante todo o ano e feito por toda a comunidade escolar, os alunos estão em
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contacto com esses brinquedos. A ajuda dos pais foi fantástica e fundamental para o êxito desta iniciativa. Todas os alunos que participaram disseram o mesmo que a Ângela do terceiro ano: “Gostei imenso de ir ao colégio e de ter participado com os jogos tradicionais”. SANTA EUGÉNIA

Carnaval”
CJ- Professora Júlia, quantas crianças participaram no corso de Carnaval? Professora Júlia (PJ) – Ao todo foram 97 crianças, alunos do primeiro Ciclo e do Jardim de Infância. CJ – Eles gostaram de participar? PJ – Os alunos adoraram participar no Corso de Carnaval organizado pelo Colégio, assim como em todas as actividades para as quais somos convidadas. É um forma de eles começarem a ver a sua futura escola
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“Os alunos adoraram participar no Corso de

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Festividades

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alunos desta escola participaram no corso de Carnaval? (PC) - Noventa e cinco alunos do primeiro ciclo e quarenta e seis do Jardim de Infância. CJ – Gostaram de participar? PC – Adoraram! Aplicaram-se na preparação do tema, das roupas e sentiramse estrelas ao serem aplaudidos por outros colegas de outras escolas. Para eles foi um momento muito importante. CJ – Eles colaboraram na escolha do tema, na elaboração dos fatos? PC – Este ano sugeri que em vez de se trabalhar um único tema, fossem escolhidos vários temas. Que cada turma fossem livres de escolher um tema. No fim pediramN O P I C A S S A , N O Y O U T U B E , N A W I K I P É D I A E H I 5

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e ao mesmo tempo ver os seus antigos companheiros. CJ – Pode-nos falar um pouco do tema que escolheram para este ano? PJ – Com todo o gosto. Escolhemos o tema que tem a ver com o nosso Projecto de Escola e depois confecionamos os fatos, pensamos na coreografia e ensaiamos. Cada turma escolheu o seu animal e depois foi preciso fazer os fatos de acordo com o animal escolhido. Os alunos trabalharam no seu fato com a ajuda dos pais. Neste processo todo, também contamos com a preciosa ajuda da

Associação de Pais, que conseguiram para além de nos ajudar em vários aspectos, ainda sentir-se estrelas pagaram a uma menina no desfile” que veio cá para pintar CJ – Professora as carinhas de acordo com o animal escolhido. Constânça (PC), podiaComo ficou um conjunto nos dizer quantos harmonioso, na terçafeira fomos participar no Corso organizado na Cidade. CJ – Sugestões para o próximo ano? PJ – Como tudo correu tão bem este ano, esperamos que no próximo possamos repetir a experiência com o mesmo êxito. BARCELINHOS

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“Os nossos alunos
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Festividades

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me para que cada aluno viesse vestido com a fantasia que quisesse. Aceitei uma vez que encaramos o Carnaval como uma festa em que cada um se máscara de acordo com os seus gostos pessoais. CJ – Podemos dizer que não houve um tema específico? estarem professores e professoras do La Salle connosco, facilitou-nos a vida. vestidos. CJ – Os alunos mostraram interesse em participar de acordo com o tema escolhido? ADÃES PF – Os pais ajudaram a participar. Os pais CJ – Professora Filomena ajudaram os filhos a fazer Machado, quantos o seu traje . alunos participaram no CJ – Os alunos gostaram? corso de Carnaval? PF – É o terceiro ano Professora Filomena (PF) que colaboramos nesta
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PC – A escola não levou nenhum tema. Cada aluno mascarou-se segundo a sua fantasia. CJ – Alguma sugestão para melhorar? PC – Eu pessoalmente gostei imenso, e penso que as professoras também, da forma como o corso foi organizado. Houve uma maior organização, houve controlo e o facto de

– Participaram todos os alunos da escola. São trinta e dois. CJ – Podia-nos falar um pouco do tema que a escola escolheu para este ano? PF – O nosso tema teve a ver com a “POUPANÇA”, ou seja com o dinheiro e com todas as formas de poupar, inclusivamente poupar nos próprios trajes que levavam

iniciativa e os alunos adoraram. Os alunos gostam de estar num ambiente diferente, de serem vistos por outros colegas e de verem. CJ – Este tema é transversal e estende-se a todo o ano. PF – Assim é. Os alunos começaram no início do ano a desenvolver um conjunto de actividades que os levassem a

poupar. Por exemplo eles começaram a fabricar os seus próprios brinquedos, com a ajuda dos pais e no Natal por exemplo alguns pediram piões e outros brinquedos baratos. Por isso este tema estará presente em tudo o que fizermos ao longo do ano lectivo.

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Pastoral

PASTORAL - O ANO EM REVISTA
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A NOVIDADE COMEÇOU... E CONTINUA A COMEÇAR EM TI!
ESTE ANO QUE AGORA termina trouxe um desafio para cada um de nós, descobrir o potencial de criação que temos dentro de nós, capaz de transformar a realidade, trazendo maior alegria, contagiando, dando vida, construindo uma nova realidade. E por falar em novidade, não podia deixar de referir a fonte e a força de todas as coisas novas: o Espírito Santo, é Ele que impele, que move, que criar que dá o primeiro impulso. A nossa parte é deixarmo-nos conduzir, discernindo, clarificando, vendo e conhecendo a realidade para conseguir nos dia de hoje manter o carisma lassalista vivo e cheio de sentido. Muitas foram as novidades que este ano pastoral nos trouxe, desde a experiência “Nas Mãos de Deus” – uma experiência forte de confiança em Deus, num caminho de conhecimento de realidades e comunidades diferentes da nossa Igreja, passando pelos “CAFÉS com...” que proporcionaram momentos de crescimento, conhecimento, partilha, fé e testemunho de muitos que pela nossa pastoral passaram, partilhando connosco parte do seu ser, sentir e conhecer – desde o Café com a Bíblia, com Moçambique, com o Riso, com o Bispo, com La Salle, com fronteiras. Continuamos cheios de força e de alegria nos nossos grupos cristãos, lugar de encontro semanal, de muitas aprendizagens, de partilha de vida, de oração e de descoberta. Com muitas experiências e vivências marcantes como a Páscoa Jovem, o Encontro de Oração, os Encontros de grupos de Natal e de Zona, os momentos partilhados com a Arquidiocese, os acampamentos, a preparação para as Jornadas Mundiais da Juventude, Talita Kum. Os desafios são constantes, e, por isso, a responsabilidade de cada um é enorme, pois dentro de cada um existe um enorme potencial transformador e impulsionador de mudança da realidade. Ignorar este potencial é perder a riqueza da diversidade, deixar escapar a alegria do investimento dos dons do Espírito que cada um recebeu e deve colocar a render ao serviço dos outros. Professora Paula Lopes

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ESPANHA E PORTUGAL UNIDOS PELA FÉ
NO DIA 14 DE MAIO DECORREU, COMO estava previsto, um encontro de grupos cristãos entre Portugal – Espanha! Por volta das 9:00 todos estávamos no Colégio, à espera dos nossos amigos espanhóis! Poucos momentos depois eles chegaram numa gigantesca camioneta! De seguida, deu-se a apresentação dos grupos, no campo das Tílias. Foi um momento importante para nos conhecermos e mostrarmos como se dança em ritmo português e espanhol, recuperando grandes êxitos musicais dos dois países. Após um pequeno intervalo, e para recuperar o fôlego, decorreu a gincana da amizade, que nos ajudou a quebrar a barreira da língua e a fazer novas amizades! A gincana tinha provas muito difíceis o que implicava um esforço mental e físico intensivo. No entanto, no final, todos sentimos que valeu a pena o esforço e que juntos caminhamos para construir um grupo mais unido, com laços de amizades fortes entre todos. Depois de tanta correria
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e esforço, seguiu-se o almoço, sem espaço para egoísmo colocou-se tudo na mesma mesa e todo o nosso almoço foi partilhado. Energias e forças repostas houve ainda tempo para jogar futebol com os espanhóis e tempo de conversa para os conhecer melhor. Quando o intervalo acabou fomos ensaiar os cânticos para a missa. Quando esta tarefa terminou, dirigimonos à capela para viver a eucaristia. Durante esta, foi-nos entregue um pin como símbolo

do encontro, para nos ajudar a relembrar como é bom andar no grupo cristão! No final do encontro, a alegria marcava o rosto de

todos e chegava a hora da despedida muito sentida dos espanhóis. Foi muito bom este dia, que espero, mais tarde, poder repetir!

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ENCONTRO DE GRUPOS CRISTÃOS
ÀS CINCO DA MANHA DO DIA 9 DE ABRIL, estavam os grupos cristãos do 9º e 10ºano no Colégio La Salle, para embarcar numa viagem que ficaria marcada para a história, e se não fosse na história, de certeza que ficaria marcada na memória de cada um. A razão de sairmos da nossa cama tão cedo deve-se ao longo percurso que tínhamos de fazer e, como é óbvio, não queríamos perder nem um segundo do nosso encontro. Então, em plena madrugada, viajamos em direcção àquela que naquele dia seria a nossa casa: Astorga (Espanha). Já no autocarro, uns tentavam descansar, outros jogavam às cartas, outros cantavam, mas todos estavam ansiosos para chegar ao nosso destino. Começamos com uma pequena apresentação de todas as pessoas presentes, desde todos os espanhóis até os portugueses. Para facilitar a apresentação e a dinâmica de interacção entre todos, foi-nos pedido que fizéssemos um cartaz com fotografias e frases que identificavam o nosso grupo. De seguida, fomos amigos. Na nossa opinião, foi uma das melhores partes do encontro! Com este ambiente de família cristã, fomos convidados a participar em jogos por todo o parque. Para tal, fizeramse equipas mistas para ser mais fácil e também mais proveitoso para quem participava, pois conseguia integrar-se sendo este o grande objectivo do encontro. Todos os jogos eram muito divertidos, e claro, dinamizados pelos animadores. Para não irmos embora sem conhecermos um pouco a cidade, aproveitamos e demos uma volta por Astorga! É uma cidade muito pequena mas agradável e encantadora. Tirámos muitas fotos, principalmente aos monumentos que lá existiam e viemos satisfeitos com o que tínhamos visitado. Como já se fazia tarde, tivemos que voltar ao nosso autocarro e dizer adeus aos nossos amigos espanhóis! Raquel Oliveira e Cláudia Gomes - 9.º C
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divididos: 10ºano para uma sala e 9º para outra. Aí, fizemos a apresentação do cartaz e também tivemos oportunidade de mostrar o videoclip

conhecer um bocadinho melhor. Após esta experiência, já estava na hora de almoçar. Então, com a barriga já a dar horas, levamos o nosso farnel

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intitulado: “Se o meu grupo fosse uma música …”, que anteriormente nos pediram para levar. Todos os grupos foram muito originais e divertidos! Com esta dinâmica ficamo-nos a

para um parque perto do colégio e lá mesmo, fizemos o nosso almoço partilhado. O almoço é sempre um bom motivo para nos juntarmos e uma boa maneira de conhecermos novos

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VIGÍLIA DA QUARESMA/COMUNHÃO PASCAL
Vigília da Quaresma
OS DIAS VÃO CRESCENDO, o ciclo da natureza vai-se completando, é tempo de parar, deixar o que nos pesa e caminhar no deserto. Este foi o mote da Vigília que se realizou no dia 12 de Março. Foi um momento muito importante que marcou a entrada no tempo da Quaresma, tempo necessário de preparação para a Páscoa, para melhor viver os dias do tríduo Pascal, compreendendo e vivendo a cruz tendo como horizonte o amor incondicional e gratuito que encontra confirmação e esperança na Ressurreição. Todo o Caminho Quaresmal foi feito diariamente com um momento de oração no início da manhã, utilizando o Passo-aRezar, em 10 minutos de encontro com Deus e de reflexão a partir do evangelho do dia.
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Comunhão Pascal
NO DIA 8 DE ABRIL, reuniu-se a comunidade educativa em torno da mesa, para celebrar a Comunhão Pascal. Um momento importante na vida colegial para celebrar a grande festa dos Cristãos, a Páscoa. Foi uma celebração repleta de símbolos, em que fomos chamados à conversão e ao perdão, a exemplo de Jesus de Nazaré, acolhendo com amor todos os nossos irmãos.

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Pastoral

PÁSCOA JOVEM - 2011
QUINTA-FEIRA SANTA. Para muitos, este é apenas mais um dia de férias, mais um dia para dormir até tarde e para passar deitado no sofá a ver televisão. Mas para nós, jovens cristãos, dinâmicos e sempre receptivos a novas experiências, esta não foi uma vulgar quintafeira. O dia começou por volta do meio-dia no Colégio S. Caetano, em Braga, onde, de mochilas, trolleys e sacos-cama na mão, foram chegando animandos, desde os mais novos, do 11º, até aos grupos mais velhos e às comunidades, animadores, e ainda alguns Irmãos. Deparámo-nos logo com um ambiente calmo, pessoas conhecidas dos grupos cristãos que nos receberam com um sorriso na cara. Procedemos então ao pagamento e no fim foi-nos entregue uma capa que continha o nosso horário dos 3 dias e todo o material necessário para trabalhar. A primeira reacção foi pegar no horário e ver o que nos esperava. Os primeiros pensamentos que surgiram não foram
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muito entusiasmantes: “Que seca! Só catequeses e orações, e tão poucas as horas de descanso! Será que valerá mesmo a pena perder os 3 últimos dias de férias? Será que valerá a pena ter gasto dinheiro para isto?” Mas estes pensamentos duraram apenas umas horas. Após algum tempinho para confraternizar com aqueles que estariam connosco a viver a Páscoa durante os três dias de tríduo pascal, seguiu-se o almoço partilhado. Facilmente se criou um bom ambiente

entre todos pois já nos conhecíamos dos grupos cristãos e de outras actividades da Pastoral. De seguida, foi-nos apresentando o programa da actividade, incluindo regras, horários e uma pequena introdução ao nosso principal objectivo: “Tens que nascer de novo!”. Depois de um pequeno descanso para lanchar e conversar um pouco, tivemos a nossa primeira catequese, onde um dos temas foi o amor e as componentes em que este se subdivide. A esta catequese sucedeu-

se a Ceia do Senhor, onde celebramos a última Ceia de Jesus com os discípulos. Jantar, descanso, tempo para ir tomar café e... voltamos novamente para a capela, mas desta vez para a “Oração de Getsémani”. Esta foi uma oração diferente daquelas a que estamos habituados, devido ao silêncio, ao ambiente, ao aroma a eucalipto que pairava no ar e à melodia dos passarinhos. Tudo isto contribuiu para uma melhor vivência da quinta-feira santa e de todo o simbolismo que a rodeia. Por volta da meia-noite, chegou a hora oficial do recolher. A verdade é que não passou de uma mera “hora oficial”, mais por formalidade, pois

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Pastoral

PÁSCOA JOVEM - 2011
foram poucos os quartos em que a noite não se prolongou mais umas horinhas. É sexta-feira santa e o despertar dá-se às 8:30h para podermos fazer o nosso asseio pessoal antes de abastecermos energias ao pequenoalmoço para o longo dia que nos esperava. Este era, talvez, dos três dias o mais cansativo a nível físico e o mais enriquecedor a nível emocional, isto dito pelos mais velhos. Ao longo deste dia, tivemos a oportunidade de participar em mais uma catequese, onde nos foi explicado o significado da Cruz e onde tivemos que identificar quais eram as nossas cruzes e quais as cruzes que o mundo carregava. Participámos, também, em duas celebrações (Penitencial e da Paixão), na viasacra, na adoração e entrega da cruz e para terminar, tivemos mais uma oração bastante especial. Mais uma vez o ambiente da capela estava bastante propício para reflexão, partilha e para vivermos a morte de Jesus e o verdadeiro significado desta sextafeira. Segue-se o terceiro e último dia da Páscoa Jovem, sábado santo. Levantámo-nos às 8:30h e, neste dia, excepcionalmente, tivemos a oração da manhã antes do pequeno-almoço, as “Laudes”. Tomado o pequeno-almoço, tivemos a catequese de Emaús, uma das mais marcantes, segundo a opinião geral, pois tivemos a oportunidade de mostrarmos a nossa fé em público, sem medo de sermos julgados. De seguida, tivemos a preparação da vigília, onde ensaiamos os cânticos e nos juntamos nos grupos de trabalho e de origem para prepararmos os vários momentos da vigília. Pelo meio tivemos a oportunidade de conhecer o Duarte, pessoa a quem a vida colocou o desafio de ser jesuíta. Este deu-nos o seu testemunho de vida, falando-nos da sua escolha de vida, mas mostrando-se sempre uma pessoa muito simples e humilde. À noite, por volta das 21:30h começou a nossa tão esperada Vigília Pascal, que veio a terminar por volta da 00:30h, onde celebramos a Ressurreição de Jesus e, de certa forma, o fim desta Páscoa que vivemos todos juntos. No fim, para que todos os pais ficassem a conhecer um bocadinho dos nossos três dias na Páscoa, vimos as fotografias acompanhadas por chazinho e bolachas. Agora, que a Páscoa Jovem terminou, afirmamos sem qualquer dúvida que valeu a pena “perder” os últimos 3 dias de férias, pois realmente sentimos que conseguimos “nascer de novo”. Ana Lagarteira e Ana Senra - 11.º A
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COLÉGIO SÃO CAETANO
Em 1791, pouco depois de ter chegado do Brasil, para ocupar a cátedra arquiepiscopal de Braga, D. Frei Caetano Brandão lançou-se numa obra duradoira,voltada para a caridade cristã, a que daria o nome de Seminário dos Meninos Órfãos e Expostos de São Caetano , mais tarde chamado Colégio dos Órfãos de S.Caetano e, desde 1971, Colégio de S. Caetano . A grande vocação do Colégio, neste percurso bissecular, foi dar uma profissão, um futuro, um curso, uma orientação vocacional, uma educação para os valores. Neste âmbito se enquadram a criação de uma banda de música, de uma tipografia, de uma farmácia, de uma biblioteca e de várias

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oficinas (encadernação, carpintaria, alfaiataria, sapataria). Pela Direcção do Colégio passaram pessoas insígnes: o santo Padre Cruz, o Provedor Dr. António Brandão Pereira, os beneméritos Salesianos, o Filósofo Leonardo Coimbra e, desde 1933, os Irmãos das Escolas Cristãs ou Irmãos de La Salle.

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SEMANA DA CIÊNCIA
INCLUÍDA NA SEMANA DA CIÊNCIA, que se realizou no Colégio entre o dia 17 e 21 de Janeiro, tivemos a visita de dois investigadores da Universidade do Minho, Gilberto Martins e Luciana Peixoto, que vieram partilha com os alunos do secundário como se faz ciência em Portugal nos dias de hoje. Depois de uma breve apresentação dos seus trabalhos, que envolviam desde o uso de bactérias para produzir energia até à aplicação da Matemática na limpeza e protecção de lagos ricos em Matéria Orgânica, houve espaço para colocarmos questões e esclarecermos dúvidas sobre a importância, dificuldades e avanços em cada um dos temas. Foi uma excelente oportunidade de ver e ouvir como se faz ciência em Portugal e bem perto de nós, assim como, abrir perspectivas para opções futuras, abrindo os olhos para a possibilidade de melhorar a nossa realidade e contribuir para a evolução e desenvolvimento do nosso meio. Eduarda Simões - 7.º C
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FELIZMENTE HÁ LUAR
“Felizmente Há Luar!” encantou alunos do 12º ano
OS ALUNOS DE 12º ANO EM FEVEREIRO deslocaram-se ao Auditório Municipal de Gaia para assistir à representação da peça “Felizmente Há Luar!” de Luís Stau Monteiro. “Foi espectacular!”, dizia uma das alunas no final de ver o espectáculo “mereceu a pena”. No âmbito do programa de Português, a obra tem de ser lida e analisada. Como sabemos a melhor forma de ler uma obra dramática é assistir à sua representação. Nesse sentido os alunos deslocaram-se a Gaia e perante um elenco de actores e actrizes profissionais puderam assim “ler” de forma mais activa a respectiva obra que depois foi aprofundada e analisada em sala de aula. Os alunos acharam pertinente esta iniciativa porque para além de assistirem a uma boa peça de teatro, ainda tiveram a ocasião de conhecer outros colegas e de aprofundar o espírito de amizade que os une.

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Palestra

Prémio

BULLYING
NO DIA 1 DE ABRIL, realizou-se, no Colégio, para os alunos do 6.º ano, uma sessão de esclarecimento sobre a problemática do bullying, orientada por duas profissionais da Casa da Juventude de Barcelos. A iniciativa enquadrou-se nas actividades do projecto de educação para a saúde e teve por principais objectivos a clarificação do

ANTIGOS ALUNOS
PRÉMIO DE FOTOGRAFIA
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título de exemplo cita-se algumas das observações escritas pelos alunos no referido questionário: “Adorei. Queria mais actividades destas.” “Gostei muito do tema escolhido.”

TERÇA-FEIRA, 30 DE ABRIL, o júri do III Concurso de Fotografia organizado pelo Conselho de Coordenação dos Antigos Alunos da Arlep reuniu-se para votar em todas as imagens que se vinham apresentando a concurso, desde a sua abertura, no 5.º Congresso de Antigos Alunos em Madrid. O III Concurso de Fotografia foi sobre o tema deste ano: “O Novo começa em Ti” A fotografia vencedora, “Calor Interior”, foi apresentada por David Macedo da Associação dos Antigos Alunos de Barcelos, Portugal. Este é o segundo ano consecutivo que o professor David recebe o primeiro prémio na competição. Gostaríamos de parabenizá-lo e como prémio atribuímoslhe uma placa fantástica, com o brasão de La Salle e um relógio exclusivo. Agradecemos a participação de todas as pessoas que nos enviaram fotos e incentivámolos a participar novamente, no próximo ano. Aqui mostramos a fotografia vencedora, “Calor Interior”, de David Macedo.

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conceito de bullying, o reconhecimento e prevenção de práticas de bullying e a consciencialização para a importância da convivência salutar em ambiente escolar. Foi elaborado um questionário para aferir a opinião dos alunos relativamente à actividade descrita, tendo, em termos globais, sido avaliada muito positivamente. A

“Devemos aceitar os outros como são.” “Foi muito interessante. Gostei muito”. Pelo referido, julgou-se pertinente continuar a promover iniciativas deste género, que visem dar respostas às dúvidas dos alunos, e que possam contribuir para a adopção das competências sociais essenciais.

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A acompanhar a fotografia o professor David enviou a seguinte frase:

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“Somente com o calor interior (fé, alegria, ciúme, amor ...) pode ser-se criativo e verdadeiro Lassalista. É necessário alimentar o fogo com a oração diária.”

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(Publicado em www.lassalle.es)

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Semana do Fundador

SEMANA DO FUNDADOR SARAU CULTURAL O ANO DESPORTIVO
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ABERTURA DA SEMANA 23 de Maio
PELAS 8H30, o professor Olímpio presidiu à cerimónia de abertura da Semana do Fundador. A ele se seguiram alguns alunos, cujas mensagens reproduzimos a seguir.

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MENSAGEM DOS ALUNOS DO 2.º CICLO
Nós, alunos do 2º. ciclo, queremos deixar-vos esta mensagem.: Admiramos muito o nosso fundador João Baptista de La Salle pela sua determinação, coragem e fé em Jesus. No colégio adoramos os professores, os irmãos e também os restantes funcionários. Gostamos muito de estudar mas também de brincar. Agradecemos a João Baptista de La Salle por ter fundado esta escola. Agradecemos aos irmãos, professores e funcionários por se dedicarem a nós e por continuarem a missão de João Baptista de La Salle. Queremos desejar a todos nesta semana, que sintamos muita alegria de sermos alunos Lassalistas e vivamos numa amizade mais forte.

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Raquel Gomes - 5.º B e Paulo Carvalho - 6.º B

MENSAGEM DOS ALUNOS DO 3.º CICLO
Iniciamos hoje a semana do Fundador. Nesta semana, para além das inúmeras actividades educativas que se realizam, para mostrarmos a São João Batista de La Salle que estamos em festa, também o homenageamos, encontrando nele a vontade de continuar a espalhar a nossa fé. Encontramos também em São João Batista de La Salle uma fonte de inspiração para ultrapassarmos os obstáculos que nos são impostos no dia-a-dia. Lembremo-nos dos alunos que por aqui passaram, que viveram momentos felizes, e levaram consigo esta estrela muito especial no seu coração, que lhes brilha, ilumina e guia no seu dia a dia. Que esta estrela, também nos ilumine a nós, com o nosso lema “ O NOVO COMEÇA EM TI”, porque São João Batista de La Salle, também acredita em cada um de nós, para ultrapassarmos as barreiras, obstáculos e dificuldades do nosso trabalho. E é por isso que espero que nesta semana pensemos em São João Batista de La Salle da mesma forma que ele pensou em nós quando criou estas escolas, ou seja, de forma muito especial.

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Rui Fernandes - 7.º B

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MENSAGEM DOS ALUNOS DO SECUNDÁRIO
Tínhamos apenas 10 anos de idade quando aqui chegamos… Tudo era novo… Um lugar diferente, com amigos e professores diferentes. No entanto, não foi difícil a adaptação… A pouco e pouco tudo deixou de ser tão complicado como parecia ser… Desde aí que nos sentimos verdadeiramente em família…Desde aí que fomos acompanhados pelos melhores professores e pelos melhores funcionários… Hoje, sentimos que tudo o que aqui passámos foi mágico, foi como um turbilhão de emoções que nos invadiu e nos completou por dentro. Sentimo-nos preenchidos deste amor e carinho que aqui nos dão sem pedir nada em troca. E, agora, que está a chegar ao final a nossa caminhada aqui, junto desta família, queremos levar connosco todas estas coisas boas, para onde quer que a vida nos leve… Aqui, todos nos fizeram sentir que somos especiais, que somos diferentes, e que essa diferença consiste apenas em olhar o mundo de forma mais bela, mais justa, mais genuína…Obrigada aos professores, aos funcionários e aos irmãos, por toda a paciência que demonstraram, por todo o apoio nos momentos mais difíceis da nossa caminhada. Queremos também agradecer a S. João Baptista de La Salle, por ter fundado esta escola, por ser o responsável pelo orgulho que sentimos em sermos jovens lassalistas. Obrigada a todos vós, por seres parte da nossa família…

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Adriana Figueiredo - 12.º A

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Semana do Fundador

EUCARISTIA
26 de Maio
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NA MANHÃ DE QUINTAFEIRA decorreu a Eucaristia do Fundador no novo Pavilhão Gimnodesportivo do Colégio, conduzida pelo Padre Graça, pároco de Barcelinhos, onde participou toda a comunidade escolar.

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JOGO DE FUTEBOL PROFESSORES VS. ALUNOS
26 de Maio
PELO MEIO-DIA, decorreu o já tão aguardado embate entre a equipa dos Professores e a equipa dos Alunos do 9.º ano, num jogo bem disputado, com espírito de desportivismo e muito apreciado nas bancadas, onde, curiosamente, os apoios são sempre muito divididos.

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JOGOS TRAPALHÕES
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27 de Maio
DURANTE A MANHÃ de sexta-feira realizaramse os Jogos Trapalhões, da iniciativa do grupo de Educação Física, nos quais participaram cerca de cem alunos, num misto de jogos tradicionais com desportos modernos.

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TEATRO E EXPOSIÇÕES
27 de Maio
PELO MEIO-DIA, o grupo de Teatro do Colégio levou ao palco a peça “Romeu e Julieta no Século XXI”.

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25 de Maio
NOS DIAS 24 E 25 todas as turmas visitaram as exposições a cargo das disciplinas de EVT, ET, EV, HGP, História, Francês e Inglês, bem como as experiências preparadas pelos responsáveis de Biologia, Química e Física.

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SIMULACRO - B. V. BARCELINHOS
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JÁ DE TARDE, pelas 14h30 teve lugar um simulacro, protagonizado pelos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos. Deste constou a encenação de um incêndio no Laboratório de Biologia, de onde foram retirados dois alunos com a ajuda da auto-escada daquela corporação.

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COLÓQUIO
27 de Maio
DIRIGIDO AOS ALUNOS do ensino secundário, realizou-se na tarde de sexta-feira, um Colóquio. Este procurou mostrar aos alunos diferentes percursos de vida, abrindo os seus horizontes profissionais, bem como consciencializá-los para os inúmeros desafios que cada um coloca. Os oradores presentes foram o deputado e antigo aluno do colégio, Nuno Reis, o treinador do Gil Vicente, Paulo Alves e a também ex-aluna Ana Luísa Vieira, finalista de Medicina na Universidade do Minho.

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Semana do Fundador

BIG ESTRELAS
27 de Maio
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ESTA ACTIVIDADE encerrou a Semana do Fundador com chave de ouro, pois os talentos que se apresentaram a concurso foram de elevada qualidade. Eram cerca de 21h30 quando os primeiros acordes se fizeram ouvir, sendo o momento do aluno Bruno Almeida do 8.º A, iniciar a sua apresentação. A este seguiram-se vários alunos e alunas dos três ciclo ministrados nesta escola, sendo de registar a elevada participação de alunos do 2.º Ciclo. Os temas escolhidos foram muito variados: desde música portuguesa até música internacional, mais antiga ou mais recente, foi possível assistir à interpretação de temas de Lara Li, Adele, Mariza, Da Vinci, Resistência, Cramberries, Rita Guerra… No final o primeiro lugar foi entregue à aluna Diana Simões do 10.º A que interpretou o tema “Gente da Minha Terra” de Mariza, o segundo para a aluna Mafalda Cardoso do 9.º C, com o tema “Zombie” dos Cranberries e o terceiro para a aluna Bruna Costa do 5.º A, com o tema “Conquistador” dos Da Vinci. Os alunos Diogo Fernandes e Luís Fernandes, do 5.º A, receberam uma menção honrosa, tendo interpretado o tema “Homem do Leme” dos Xutos e Pontapés.

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JANTAR DO FUNDADOR
26 de Maio
À NOITE DECORREU o Jantar do Fundador, oferecido pela comunidade dos Irmãos de La Salle aos professores, funcionários, associação de pais e animadores dos grupos cristãos. A um breve momento de oração na capela do colégio, seguiu-se o jantar, cuja sobremesa foi servida com música tradicional e popular, que culminou com a abertura do Bolo do Fundador, num espírito de camaradagem que atesta a vitalidade que caracteriza a comunidade educativa deste Colégio.

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Semana do Fundador

FESTA DOS FINALISTAS
EUCARISTIA 21 de Maio
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A FESTA DOS FINALISTAS 2011 teve início pelas 18h00, quando teve lugar a Eucaristia de Benção dos Finalistas. Presidida pelo Padre Joaquim Vilas Boas, ex-pároco de Santa Eugénia, a mesma foi bastante participada pelos alunos e pela restante assembleia. O Padre Vilas Boas, na sua homilía, referiu-se à amizade e estima que nutre por esta instituição, com quem pôde colaborar durante muitos anos, demonstrando-se sempre disponível para as solicitações desta escola. Aos finalistas relembrou que todos os fins também são um início e que a etapa que terminam este ano, lhes abre a porta para uma outra, onde um sem número de desafios os espera. O ofertório, a oração universal e a acção de graças estiveram a cargo dos alunos finalistas, neste momento de Fé, todos os anos renovada neste Colégio.

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ENTREGA DAS ÍNSIGNIAS
ÀS DEZOITO HORAS em ponto, teve início a Eucaristia de Bênção dos Finalistas presidida pelo antigo pároco de Santa Eugénia, o Pe. Vilas Boas. Preparada em colaboração com a Comissão de Pastoral, todos os momentos da Eucaristia foram dinamizados pelos alunos finalistas, finda a qual decorreu a cerimónia de Entrega das Insígnias e Imposição das Faixas. Esta foi presidida pelo Director Pedagógico do Colégio, o professor José Olímpio Rodrigues, que se referiu à imperiosa necessidade do colégio continuar a dar continuidade a esta tradição que já remonta aos primórdios da Instituição, numa afirmação de vitalidade, cujo passado lega ao presente e ao futuro certezas de continuidade, continuidade esta cimentada pela abertura de um novo Curso Técnico de Empregado Comercial, no início do próximo ano lectivo. Aluno a aluno, todos os finalistas passaram pelo palco escolhido para a festa, o Ginásio Antigo, onde os alunos do 9.º ano receberem a Insígina Lassalista e os do 12.º receberam a Faixa. À

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FESTA DOS FINALISTAS
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passagem de cada turma, houve lugar a discursos de agradecimento à escola, aos seus professores e, sobretudo, aos Directores de Turma que acompanharam o seu percurso. Coube à turma do 12.º ano, na pessoa da aluna Adriana Figueiredo referir que “todos os alunos finalistas se sentem orgulhosos de tudo o que aprenderam nesta casa, com esta família, querendo, pela sua vida fora, continuar a honrar os princípios que aqui lhes ensinaram”, agradecendo “aos professores, por todo o esforço e dedicação que mostraram para nos formar como jovens capazes de aceitar e de contradizer, jovens capazes de lutar e de desistir, jovens capazes de vencer e de falhar, aos funcionários, que nos viram crescer e sempre estiveram disponíveis para nos ajudar, e aos Irmãos de La Salle, que apenas com um sorriso e uma palavra amiga enchem o nosso dia de alegria”.

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JANTAR CONVÍVIO
A ESTA CERIMÓNIA seguiu-se o jantarconvívio, de toda a comunidade escolar. Preparado pelas turmas finalistas e pelos respectivos Directores de Turma, o mesmo teve a preciosa colaboração de inúmeros alunos do 8.º ano que, orientados pelos seus Directores de Turma, serviram o jantar, certamente sonhando já com a festa que os espera no próximo ano lectivo. O ambiente vivido neste jantar foi de franco convívio entre todos os envolvidos, especialmente entre as famílias dos alunos, a quem este colégio, com a realização destes eventos, proporciona o estreitamento de laços, cumprindo o há muito desejado pelo Fundador. O momento alto foi abertura do bolo dos finalistas, tendo a festa terminado pelas 24h00, após um pequeno momento de dança no Ginásio Antigo.

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FESTA DOS FINALISTAS
AGRADECIMENTO AOS PAIS
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Nunca pensamos no futuro, e ele chega rápido demais…
O TEMPO PASSA sem darmos por ele… As crianças que aqui chegaram há já alguns anos, tornaram-se, a pouco e pouco, jovens adolescentes. Hoje, faço parte de um grupo de alunos finalistas do 12º ano, e sinto-me muito orgulhosa de tudo o que aprendi aqui, nesta casa, com esta família, querendo, pela minha vida fora, continuar a honrar os princípios que aqui me ensinaram… Durante esta caminhada de 8 anos, passamos muitos bons momentos, e outros menos bons, mas todos importantes para a nossa formação enquanto pessoas… criamos laços, enfrentamos dificuldades e foi-nos dado o mais importante que se pode dar a um jovem adolescente: espaço para voar… E não podemos nem queremos esquecer as pessoas que foram e são realmente importantes para nós… Pessoas como os nossos pais. Foram eles que nos ensinaram tudo aquilo que hoje somos. Ensinaram-nos a lutar pelos nossos objectivos, a seguir os nossos sonhos. Ensinaram-nos que a vida nem sempre é como desejamos, mas que é possível embelezála com amor, com carinho, com sorrisos… E torna-se tão fácil enfrentar a vida quando o fazemos junto àqueles que mais nos amam. Eles são, sem dúvida, o nosso porto seguro. Agradecemos-vos, pais, por tudo o que têm feito por nós…Agradecemosvos pelo vosso amor, um amor preparado para tudo, capaz de ultrapassar todos os obstáculos. Um nó indestrutível. Uma força imparável. Um mar de aconchego e confiança. Um amor verdadeiro, que é belo em todas as suas formas. E aquilo que mais profundamente marca o vosso amor é que ele é incondicional. Como símbolo do nosso agradecimento, vamos oferecer-vos uma flor, que apesar de simples, exprime todo o amor e carinho que sentimos por vós. Por tudo isto, e por tudo aquilo que não consigo exprimir por palavras, obrigada! Adriana Figueiredo 12.º A

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FESTA DOS FINALISTAS
AGRADECIMENTO AOS PROFESSORES
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Não se pode falar de Educação sem Amor!
DURANTE OS ÚLTIMOS anos das nossas vidas, muitas pessoas se cruzaram connosco, mas nem todas conseguiram marcar as nossas vidas… nem todas conseguiram influenciar as nossas escolhas, as nossas decisões…nem todas nos sorriem todos os dias mostrando-nos que a vida é uma enormidade de sensações boas e mágicas. Nem todas as pessoas são como aquelas que nos acompanharam ao longo destes anos, aconselhandonos, ajudando-nos, repreendendo-nos quando necessário. Hoje, reconhecemos o valor que cada uma dessas pessoas teve durante a nossa caminhada, e por isso, sabemos que eles sempre nos ajudaram e sempre nos apoiaram, sendo para nós uma segunda família. Hoje, sentimonos privilegiados por fazermos parte desta grande família. Queremos agradecer a todas as pessoas que de alguma forma marcaram a nossa caminhada durante estes 8 anos: aos nossos professores, por todo o esforço e dedicação que mostraram para nos formar jovens capazes de aceitar e de contradizer, jovens capazes de lutar e de desistir, jovens capazes de vencer e de falhar; aos funcionários, que nos viram crescer e sempre estiveram disponíveis para nos ajudar; e aos irmãos, que apenas com um sorriso e uma palavra amiga enchem o nosso dia de alegria… Temos um grande orgulho em sermos lassalistas, temos um grande orgulho em termos sido acompanhados pelas melhores pessoas que alguma vez poderíamos esperar…Pessoas que nos educaram segundo valores muito importantes, e acima de tudo, que nos educaram com muito amor… Por tudo isto, deixamos o nosso agradecimento a todos eles… Por tudo isto, o nosso mais sentido Obrigado! Adriana Figueiredo - 12.º A

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Clubes

TEATRO - UM ANO DE REPRESENTAÇÕES
AO LONGO DESTE ANO lectivo desenvolvemos várias actividades, nomeadamente diversas peças de teatro e jogos que nos facilitaram a interagir com os outros sem medos nem inseguranças, ou seja com mais à vontade. Todas estas actividades que desenvolvemos reflectiram-se bastante no nosso dia-a-dia. No princípio do ano, realizámos algumas actividades que nos ajudaram a conhecermonos melhor, e assim aprendemos também a trabalhar em equipa. Por isso, aconselho a todos os alunos a despertarem para esta actividade extra-curricular, uma vez que, através dela se consegue melhorar o autocontrolo, convivendo com pessoas de cultura e educação diferente, além de permitir desenvolver competências e técnicas para lidar com a pressão de estar em palco. Bárbara Pinto - 6.º B
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Clubes

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CAVAQUINHO
A TRADIÇÃO AINDA É O QUE ERA...
ESTE ANO O CLUBE de cavaquinho funcionou à terçafeira e à quarta-feira, o horário da terça-feira era das 15h às 16h30m e à quarta-feira das 14h às 14h40m. A primeira música que este ano aprendemos foi “Malhão de sete”. A princípio achávamos complicado, mas com a ajuda do professor, colegas e muito trabalho em casa, conseguimos alcançar o objectivo. A última música que aprendemos foi “Anzol”. Ao longo do ano fomos aprendendo várias músicas entre as quais: “Malhão do sete”, “Malhão velho”, “La Bamba”, “Anzol”, “A noite”, “Dunas”, entre outras. Agora vamos falar sobre o que fazemos no clube: No início, enquanto o professor afina os cavaquinhos nós conversamos e descontraímos um pouco, quando o professor acaba de afinar os cavaquinhos começamos a tocar (normalmente) o “Malhão velho” ou “Malhão de sete”, para aquecer um pouco os dedos, a seguir, umas vezes costumamos relembrar as músicas que aprendemos, outras vezes aprendemos novas músicas. Costumamos ter um intervalo para descansar de 5 a 10 minutos, ao fim do intervalo

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continuamos a tocar as músicas até ao fim da aula. No fim da aula o professor relembra-nos sempre para estudarmos em casa as músicas. O professor Gonçalo é muito engraçado e ajuda-nos a ultrapassar as nossas dificuldades com muita compreensão . Depois de termos percorrido este ano lectivo queremos agradecer ao nosso professor por nos ter ensinado a tocar cavaquinho e também a criar muitas amizades. Por fim desejamos que para o ano nos encontremos de novo todos no mesmo clube!!! Daniela Martins - 5.º B e Anabela Pereira 5.º C

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Convívio

PASSEIO DAS FAMÍLIAS
O DESENRAIZAMENTO SÓCIO-FAMILIAR e falta de laços comunitários são um fenómeno preocupante dos dias de hoje. As associações culturais, desportivas e paroquiais de muitas localidades têm desempenhado um papel cada vez mais notório e importante na criação de laços de amizade e de sentido de pertença da população à sua comunidade. É neste espírito, que a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio La Salle, tem vindo, desde a sua fundação, a promover o Passeio das Famílias, que ocorre, todos os anos no final do ano lectivo. Este ano, o local do convívio foi o Santuário da Senhora da Boa Morte, em Ponte de Lima, no passado dia 10 de Junho e teve a participação de cerca de 350 pessoas. Do programa do convívio constou uma eucaristia campal, preparada pela Comissão de Pastoral do Colégio, à qual se seguiu o almoço, onde as iguarias da gastronomia local povoaram as mesas e os estômagos dos convivas. O momento alto do Passeio é a tarde recreativa. Aqui, todos os participantes têm a oportunidade de dar azo ao seu espírito lassalista, participando nos vários jogos tradicionais que a Associação de Pais tão bem prepara. De notar que, cumprindo-se o principal objectivo do Passeio, a participação é geral, pois todos os elementos da comunidade escolar participam, desde os alunos, passando pelos pais, familiares, professores, Irmãos de La Salle, até ao director Pedagógico do Colégio, o professor José Olímpio Rodrigues, um dos elementos mais animados e participativos em todas as actividades. Em tempos de anomia social generalizada, o Colégio La Salle, através da sua Associação de Pais e Encarregados de Educação, cumpre assim a sua tarefa de estreitar laços, em prol de uma sociedade mais solidária e mais fraterna.
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Departamentos

SEMANA DA LEITURA
“LENDO, O NOVO COMEÇA EM TI” Realizou-se mais uma vez a Semana da Leitura entre os dias 3 a 8 de Abril, a qual terminou com um Sarau Cultural, muito criativo e bem organizado, para toda a comunidade educativa. Os organizadores no final mostravam um elevado grau de satisfação. “Correu dentro dos objectivos traçados pelo Departamento de Línguas em conjunto com o responsável pelo Projecto Leitor da escola, embora saibamos que seria possível fazer muito melhor”. Cientes de algumas dificuldades “foi realizada na última semana de um longo período, os alunos estavam cansados, houve visitas de estudo”, mesmo assim “a adesão dos pais e alunos ao Sarau foi elevada, a feira do livro realizou-se com elevado sucesso; a exposição foi visitada por muitos alunos”. A Semana decorreu dentro de uma programação agendada. As reflexões da manhã puseram os alunos a pensar sobre os seus métodos de leitura. Fez-se um inquérito a um número significativo de alunos sobre os seus hábitos leitores. Organizou-se uma exposição com os trabalhos dos alunos. Na Biblioteca, decorreu a Feira do Livro. Muitos alunos foram visitar a Biblioteca do Centro. Espalharam-se cartazes por toda a escola.
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SARAU ENCERROU COM “CHAVE DE OURO” A SEMANA DA LEITURA Na sexta feira, último dia de aulas, as actividades da Semana da Leitura e do longo período culminaram com um criativo momento cultural. A festa abriu com uma dança fabulosa dos alunos que frequentam o Clube de dança. Seguiram-se recitações de poemas e muitas peças de teatro, escritas, ensaiadas e representadas pelos alunos nas aulas de Língua Portuguesa. O grupo de teatro da escola também apresentou um “Romeu e Julieta” diferente. O coro da escola e o grupo de violas e cavaquinhos ofereceram algumas canções simpáticas. Uma noite bem passada com muita originalidade, onde o lema do ano ficou engrandecido porque os alunos, principalmente do Secundário, mostraram ter uma grande criatividade.

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O ANO DESPORTIVO
FUTSAL
O CLUBE DE FUTSAL de infantis é uma modalidade desportiva praticada no nosso Colégio e que figura no projecto desportivo do Desporto Escolar do CAE de Braga, que a DREN supervisiona. No primeiro dia, este clube contou com a escolha e preferência de cerca de quarenta alunos que compareceram no primeiro treino e, assim, iniciou-se a tarefa de levar o grupo às vitórias. Realizou-se a chamada dos alunos inscritos, inscreveramse os que queriam ainda fazer parte do grupo e foi distribuída uma autorização para os encarregados de educação serem conhecedores dos dias dos treinos. Os treinos tiveram lugar ao longo deste ano lectivo, duas vezes por semana, à terça-feira das 15h00 às 16h30 horas e às quartafeiras, das 13h30 às 14h15. O clube decidiu dividir os treinos de quarta-feira em dois grupos. Assim, treinaram no campo do terceiro ciclo, os alunos do 6.º e do 7.º ano, e no campo do 2.º ciclo os alunos do 5º ano. À 4ª feira, treinavam todos dentro do pavilhão desportivo. Eram entregues
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autorizações no último treino da semana aos alunos convocados, que indicavam as horas de concentração no colégio e o local/escola onde se ia realizar os jogos das jornadas desportivas que se realizaram aos sábados. A direcção, juntamente

com a associação de pais, organizavam o transporte dos alunos. Contámos sempre com boa vontade de alguns dos encarregados de educação dos alunos do clube, que colaboraram sempre na organização das jornadas desportivas.

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BASQUETEBOL
ESTE ANO DE BASQUETBOL foi bom e especial, pois obtivemos um excelente resultado. Após muitos treinos com afinco, acabámos por ficar no segundo lugar distrital, em igualdade com o terceiro. Queríamos agradecer ao nosso treinador por nos ter ensinado e levado até este ponto, pois sem a sua ajuda não teríamos conseguido. João Figueiredo e Mário Monteiro – 9.º B

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Desporto Escolar

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VOLEIBOL
Iniciadas
A competição chegou ao fim, mas jamais baixamos os braços e cada treino era melhor que outro para que no próximo ano consigamos alcançar o BEM, MAIS UM ANO passou onde a paixão pelo nosso e tão esperado objectivo. Apesar de sempre voleibol permaneceu. termos mostrado o melhor de nós, a motivação A chegada de um novo treinador veio mudar a motivaçao e espirito da nossa equipa e deu inicio foi-se perdendo, pois não havia meta a alcançar. a mais uma caminhada. Segundas após segundas, Até ao dia em que nos foi apresentado o convite para participar no torneio “Eixo do Atlântico” feito terças após terças, íamos ao encontro de mais por várias escolas do país e até mesmo equipas da um treino, prontas a dar o nosso melhor, lutando Galiza. Com mais um objectivo à vista, hoje lutamos pelo possível e impossível, rumo a mais uma da mesma maneira competição que nos que há uns meses esperava. A cada atrás. treino traçávamos Estamos dispostas um objectivo capaz a continuar esta de nos tornar numa caminhada lassalista equipa melhor. que nos acompanha Foi no decorrer do já alguns aninhos, por primeiro período muito mais tempo, que impusemos e a cada dia mostrar os nossos limites, daquilo que as nossas combatendo os equipas melhor aspectos negativos sabem fazer. Agora da equipa, podemos dizer que fazendo com que para além do simples os positivos se desporto que alguns sobreposessem assim o vêem, para aos mesmos. Cada nós é já uma vida! gota de suor, cada joelho esfarrapado, cada lesão Agradecemos ao nosso treinador Vitor Novais, por sofrida, demonstrou aquilo que nós lutamos para ter dado o melhor de si, e por ter sido capaz de mostrarmos o melhor de nós para a proxima não só nos fazer ver as coisas boas mas também etapa. as coisas más. Agradecemos também por nos Início do segundo período, ansiedade e ter tornado nesta equipa que hoje somos e que espectativa reinavam entre nós. O tão esperado seremos para sempre. estava cada vez mais próximo, e se o nosso esforço E para ficará: “QUEM É QUE NÓS SOMOS? LA SALLE, e dedicação foi notavél agora, mais que nunca, LA SALLE, LA SALLE! seria mostrado perante todos. Chegou o grande O QUE É QUE NÓS QUEREMOS? GANHAR, GANHAR, dia. A primeira fase bateu-nos à porta onde GANHAR! em três jornadas decorridas saimos vitoriosas, UM POR TODOS E TODOS POR UM, LA SALLE, LA rumando à fase seguinte. Pode-se dizer que as SALLE, LA SALLE!” mesmas qualidades e objectivos permaneceram mas, porém, encontramos adeversárias capazes Adriana Carneiro – 9.º B e Raquel Oliveira – 9.º C de nos fazer frente, deixando-nos pelo caminho, mas nunca nos tirando o orgulho e glória da nossa equipa e colégio.

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VOLEIBOL
Infantis
DURANTE OS TREINOS realizados neste ano, evoluímos muito, pois era muita a vontade de aprender. Tivemos sempre o apoio dos nossos treinador, o professor Pedro Correia, que nos encorajava, de forma a não desistirmos. Assim, construímos uma grande equipa. A nossa participação no campeonato de Desporto Escolar de Braga resultou na obtenção do quinto lugar. Os jogos com outras escolas permitiu-nos aprender algumas técnicas novas e confraternizar com as outras jogadoras. Cláudia Gonçalves, Liliana Fernandes, Márcia Freitas e Sara Senra - 6.º A
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Juvenis
“Tudo o que é bom, dura o tempo necessário para que seja inesquecível”.

É com este espírito que retratamos a nossa passagem pelo voleibol, que embora não se prolongue como desejávamos, fica recordada sempre com os momentos que nos fizeram crescer. Foi um ano complicado, tivemos que andar a “captar” jogadoras novas, horários mais apertados e uma adaptação a um novo treinador. Mais uma vez no torneio da Universidade do Minho, mostramos que mais do que a técnica para ganhar, temos espírito de equipa - “ou vão todas, ou não vai ninguém”, união, e acima de tudo, partilhamos a mesma paixão – o vólei. E mais uma vez ficamos em segundo lugar, não um segundo lugar qualquer, mas um segundo lugar de luta e entrega. Para além deste torneio, ficamos em terceiro lugar no campeonato distrital. Pensamos que seja lamentável que se dê tanta

exclusividade ao futebol e que se acabe por inutilizar todos os grandes desportos a nível nacional. Nós, enquanto jogadoras de voleibol, sentimos uma grande nostalgia ao pensar que certos desportos são desvalorizados apenas porque não fazem os ideais de 80% da população (talvez estejamos a exagerar) mas de qualquer das formas, ainda temos muito que investir na mentalidade e no desporto, não apenas no apoio “aos grandes” do futebol, mas sim àqueles pequenos - GRANDES que não são divulgados nem apoiados em massa! E sendo o nosso último ano que jogamos pela equipa de Voleibol, queremos lembrar o enorme orgulho que temos por representar o Colégio, e agradecer aos excelentes treinadores que nos acompanharam durante 7 anos, Prof. Olímpio, Prof. Pedro Correia e ao nosso treinador actual Prof. Vítor Novais, que sem eles nada seria possível. Da equipa, um grande e sincero Obrigado!

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CLASSIFICAÇÕES
Campeonato Distrital de Desporto Escolar: Futsal - 1.º Lugar; Basquetebol - 3.º Lugar; Voleibol - Infantis - 5.º Lugar - Iniciadas - 3.º Lugar - Juvenis: 3.º Lugar;

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ATLETISMO NO LA SALLE

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da corrida de resistência, sendo registados os tempos de conclusão da prova por aluno e turma, por cada professor titular. Após obtenção de A Prática e as Condições todos os resultados dos alunos, os professores do grupo de Educação Física e Desporto juntam-se e AS PROVAS DE ATLETISMO em que o Colégio seleccionam então, a convite da EMDB, os alunos La Salle participa e tem obtido bons resultados com as melhores marcas por escalão e género, a desportivos quer a nível da classificação individual fim de participarem na sua emblemática corrida de dos alunos, assim como por equipas, são fruto estrada, alunos que, ano após ano, representam de de uma organização e planificação do grupo de uma forma muito positiva o Colégio La Salle. Educação Física ao nível da aplicação de exercícios de corrida e do treino de corrida de resistência, Corta-mato englobada na unidade unidade didáctica de atletismo, presente na planificação das aulas a NO DIA 1 DE FEVEREIRO realizou-se o corta mato serem ministradas no primeiro período de cada Colegial que tem vindo a contar com a participação ano lectivo, em todos os anos de ensino. Aliada das escolas do 1º ciclo, a saber, Areias de Vilar, Santa a esta planificação, está o facto de possuirmos o Eugénia e Barcelinhos. Cada escola, que se fez espaço da Quinta rural, onde ao longo dos anos representar com participantes, recebeu também foram traçados trilhos de corrida pelo seu relevo uma lembrança comemorativa da assinalável rural, sendo, por vezes, alterado este percurso, actividade. beneficiando da diversidade do relevo aí existente Ao nível interno, esta prova apurou os 6 primeiros e, desta forma, ir de encontro à boa prática da classificados de cada escalão e sexo, sendo atribuída modalidade pelos nossos alunos, que na sua uma medalha a estes primeiros classificados e maioria gostam imenso de praticar a corrida consequente selecção dos mesmos para a prova de resistência, interagindo com a natureza. A de corta mato distrital, organizada pelo Centro da prática da corrida de resistência pode também ser Área Educativa de Braga, em Guimarães, prova esta realizada nos espaços do nosso Colégio e fora da onde o Colégio La salle foi bem representado e teve Quinta rural, assim como na pista de corrida criada mérito desportivo ao nível das classificações por há dois anos para esse efeito. A existência destes equipas. espaços muito contribui para a motivação dos Professor Fernando Gomes alunos para a prática do atletismo. É então, após o leccionar desta unidade didáctica, que são realizados os momentos avaliativos

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O ANO DESPORTIVO
Classificações
Infantis A – 2001 Feminino 1ª - Ana Catarina – Areias de Vilar 2ª - Bruna Oliveira – Stª Eugénia 3ª - Débora Araújo – Areias de Vilar 4ª – Diana Reis – Stª Eugénia 5ª – Lara Santos – Stª Eugénia 6ª – Beatriz Saraiva – Barcelinhos Infantis A – 2001 – Masculino 1º - André Amorim – Barcelinhos 2º - José Miguel Silva – Stª Eugénia 3º - André Oliveira – Areias de Vilar 4º - José Diogo Ribeiro – Stª Eugénia 5º - Diogo Manuel – Barcelinhos 6º- André Francisco – Barcelinhos Infantis A – 2000 Feminino 1ª - Luísa Sousa 5.º A - 2000 2ª - Anabela Pereira – 5.º C 3ª- Anabela Figueiredo – 5.º B 4ª - Sara Ribeiro – 5.º C 5ª - Lúcia Sousa – 5.º B 6ª - Daniela Loureiro – 5.º C Infantis A – Masculino – 2000 1º - Pedro Lima – 5.º C 2º - Marco Guedes – 5.º C 3º - Francisco Campos – 5.º A 4º - Eduardo Rodrigues – 5.º B 5º - Ricardo Fortuna – 5.º B 6º - Luís Fernandes – 5.º A Infantis B – Feminino – 1998 / 1999 1ª – Susana Ferreira – 7.º C 2ª – Maria Peixoto – 6.º C 3ª – Adriana Costa – 6.º C 4ª – Rafaela Oliveira – 7.º A 5ª - Vanessa Valadares – 7.º A 6ª – Márcia Freitas – 6.º A Infantis B – Masculino – 1998 / 1999 1º - João Alves – 6.º C 2º - André Rodrigues – 6.º A 3º - João Fernandes – 6.º A 4º - Alberto Silva – 6.º A 5º - Diogo Silva – 6.º B 6º - João Martins – 6º B Iniciadas – Feminino 1ª – Raquel Oliveira – 9.º C 2ª – Liliana Alves – 8.º C 3ª – Adriana Carneiro – 9.º B 4ª – Mafalda Cardoso – 9.º C 5ª - Joana Figueiredo – 8.º C 6ª – Ana Peixoto – 9.º C Iniciados – Masculino 1º - Miguel Vieira – 9.º C 2º - Eurico Silva – 9.º A 3º - Mário Monteiro – 9.º B 4º - José Mendes – 9.º C 5º - Bruno Almeida – 9.º C 6º - Serafim Silva – 8.º A Juvenis – Feminino 1994/1995 1ª - Patrícia Fortuna – 10.º A 2ª - Paula Silva – 10.º A 3ª - Ana Lopes – 10.º A 4ª - Joana Lopes – 10.º A 5ª - Sara Gomes – 11.º A 6ª - Cátia Martins – 10.º A Juvenis – Masculino – 1994/1995 1º - Marco Cabo – 11.º A 2º - Hugo Matos – 10.º A 3º - Roberto Barbosa – 11.º A 4º - Rui Araújo – 11.º A 5º - Gabriel Faria – 11.º A 6º - Vítor Sousa - 10.º A Juniores Feminino 1992/1993 1ª – Ana Cunha – 12.º A 2ª – Angelina Costa – 12.º A 3ª – Dulce Matos – 12.º A 4ª – Adriana Santos – 12.º A 5ª – Ana Oliveira – 12.º A 6ª – Eliana Carvalho – 12.º A Juniores Masculino – 1992/1993 1º - Diogo Cardoso – 12.º A 2º - Álvaro Faria – 12.º A 3º - Vítor Torres – 11.º A 4º - José Silva – 12.º A 5º - Francisco Matos – 12.º A 6º - Pedro Torres – 12.º A
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DANÇA

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"A dança é a linguagem escondida da alma." (Martha Graham)
A dança é uma das principais artes cénicas, ao lado da música e do teatro. É uma arte que se baseia na expressão corporal e no sentimento que é transmitido através do movimento. O nosso Colégio privilegia os alunos e alunas com a oportunidade de fazer parte de um grupo de dança, que associado ao desporto escolar, tem como objectivo o entretenimento. E como grupo de dança, cooperamos, este ano lectivo, em várias festas e eventos. A competição distrital, na Universidade do Minho, é um dos principais eventos em que participamos desde 2007, e também o concerto de solidariedade da SOPRO, que tem como objectivo angariar fundos para Moçambique. No Colégio, para além da presença na festa de Natal e no Sarau Cultural, o grupo de dança, participou em duas novidades, tais como a habitual eucaristia da semana do fundador e o II encontro gímnico desportivo que foi organizado no Colégio La Salle. Este ano, o estilo de dança, sofreu inovações. A nossa professora de dança, Luísa Gilvaia, apresentou-nos uma coreografia com movimentos mais suaves e com maior evidência na expressão corporal, nomeadamente, dança contemporânea. Para enriquecer a actuação, a Diana juntou-se ao grupo com a sua voz, e criamos uma ligação harmoniosa entre a dança e a música. Em geral, o grupo de dança, teve um desempenho positivo, tanto na perspectiva física como psicológica, pois possibilitou viver novas experiências. Renata Ribeiro - 10.º A

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Visitas de Estudo

5.º ANO - BRAGA E PORTO
NO DIA 6 DE ABRIL DE 2011, as turmas do 5.º ano, visitaram o Mosteiro de Tibães e o Parque Biológico de Gaia. Naquele mosteiro viviam monges beneditos. No capítulo elegia-se o abade de três em três anos. No Inverno deitavamse às 20 horas e no Verão às 21 horas e acordavam sempre às 2 horas. Tinham 6 horas para dormir, para estudar, para trabalhar e para rezar. No Verão eles jantavam às 11 horas e ceavam às 19 horas e no Inverno eles jantavam às 10 horas e ceavam às 18 horas. Antigamente, havia um mosteiro mais pequeno que foi construído no século XI, o que agora está foi construído nos séculos XVII e XVIII. Os monges vinham ao
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coro sete vezes por dia. Eles faziam livros com peles de animais. Em 1569 o mosteiro torna-se Mosteiro Mãe e comanda outros mosteiros. A veste deles chamava-se hábito. Os monges em vez de quererem ser enterrados na igreja preferiam serem enterrados no claustro, porque em cima não tinha teto e assim nada os impedia de chegar ao

céu. As sete virtudes são: caridade, prudência, fé, temperança, esperança, justiça e fortaleza. Em 1834 os monges saíram do mosteiro. Este foi o mosteiro mais bonito que já vi até agora! De tarde, fomos ao parque biológico de Gaia. Quando lá chegamos estivemos à espera de que alguém nos viesse

dizer se deviamos tirar fotos, se podíamos tocar nos animais. Depois começamos o nosso longo percurso, vendo animais altos, gordos, peludos, lentos, rápidos... Uns dos animais que me impressionaram mais foram: texugo, leão dente de sabre, bisonte europeu, fuinha, pega rabuda, veado, porco preto, burro, lobo, lontra, falcão peregrino, perna longa e a águia calçada. Depois de ver estes animais e muitos mais fomos lanchar no parque das merendas e divertirmo-nos nos baloiços e outras coisas. A seguir fomos embora. Aqueles são os animais mais bonitos que já vi .
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Visitas de Estudo

6.º ANO - LISBOA
UMA VISITA A LISBOA No dia 14 de Abril de 2011, os alunos do 6.º ano foram a uma visita de estudo a Lisboa, visitar algum deputado e as pessoas diziam para esperar um bocadinho e eles estavam lá horas e horas e o deputado nunca mais ia lá. Também tinha alguns quadros. De seguida, fomos à sala das sessões e veio um deputado de Barcelos falar connosco. Depois fomos à sala do Senado e ao Salão Nobre. Recebemos um livro e viemos embora. De seguida, fomos almoçar à Pousada da Juventude havia várias escolhas: bacalhau, frango, etc. Quando fomos ao Pavilhão do Conhecimento visitámos diversas salas e no fim fomos resolver o caso: Crime no Museu. Neste caso, o director do museu foi morto e tivemos de descobrir quem o matou. Depois viemos embora e paramos num parque, para jantarmos. No autocarro, ouvimos o relato dos jogos da Liga Europa e ficamos todos contentes por as equipas portuguesas terem passado. Quando chegámos, exaustos, fomos ter com os nossos familiares. Eu gostei muito desta visita, pois conheci lugares novos, que já tinha estudado, e diverti-me muito. José Miguel Simões - 6.º B
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a Assembleia da República e o Pavilhão do Conhecimento. Chegámos à escola às 5h00, entramos num autocarro e partimos em direcção a Lisboa. Fizemos um percurso calmo, mas depois de uma hora de percurso tivemos de parar, pois o autocarro tinha uma avaria. Esperamos uma hora e meia que o arranjassem. Durante o arranjo, aproveitamos para comer qualquer coisa e ir à casa de banho. Depois continuamos o percurso, mas rapidamente, pois

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íamos chegar atrasados à Assembleia da República. Chegámos lá e ao entrarmos tinha um detector de metais, e os telemóveis e relógios, tivemos de os pôr num cesto e quando passássemos a máquina uma senhora devolvia – os. Iniciámos a visita, e vimos muitas estátuas de pessoas célebres, depois subimos umas escadas e vimos alguns quadros. A seguir fomos à sala dos Passos Perdidos, onde um senhor nos explicou que a sala tinha esse nome porque jornalistas iam lá e pediam para falar com

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Visitas de Estudo

7.º ANO - PORTO
Planetário e Museu dos Transportes
A VISITA DE ESTUDO DO 7.º ano decorreu no dia 11 de Março e tínhamos como destino a cidade do Porto. Saímos do colégio e começamos a nossa viajem indo ao planetário, que foi muito divertido e ajudou-nos a compreender melhor o universo. De seguida fomos almoçar para o Parque da Cidade, onde fizemos um piquenique que, para mim, foi a parte mais divertida. De tarde fomos ao Museu dos Transportes, onde vimos uma exposição sobre a História do Automóvel em Portugal, aprendemos a mudar, em segurança, um pneu de um carro e fizemos um programa de televisão, que foi das coisas mais divertidas. Os restantes grupos participaram em ateliês de Rádio, Expressão Corporal e um outro fez Experiências Científicas. Tiago Araújo – 7.º B
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Visitas de Estudo

8.º ANO - BRAGA
FÉ, CULTURA E AMBIENTE
OITENTA E NOVE ALUNOS e seis professores realizaram, no passado dia 6 de Abril, a visita de estudo à Braval, Museu da Sé e dos Biscainhos, em Braga. Estas visitas foram propostas pelas disciplinas de Físicoquímica e História. Da parte da manhã, os alunos deslocaramse à Braval e tiveram uma aula prática como se armazena o lixo e como se faz a triagem dos diversos lixos para depois serem enviados para a reciclagem. O cheiro forte não agradou a muitos narizes sensíveis e a atenção e concentração dos alunos ficaram aquém do desejado. Mesmo assim a visita decorreu dentro da normalidade e aprendese sempre como se pode ver pelo inquérito realizado aos alunos, logo após a visita. O almoço foi no parque do Bom Jesus. Da parte da tarde, enquanto um grupo visitava o museu da Sé outro grupo visitava o museu dos Biscainhos. Na Sé, contactaram com o tesouro, do qual fazem parte objectos de ourivesaria doados por ex-votos, bem como objectos artísticos, da época barroca, assim como vestuário litúrgico. No palácio dos Biscaínhos, puderam tomar conhecimento do mobiliários e diaa-dia de uma família abastada da época barroca.
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Visitas de Estudo

9.º ANO - AVEIRO
Fábrica da Ciência Viva
direcção a um novo desafio, desta vez pelo mundo da robótica! Este consistia em construiu e programar o nosso ERAM 8h30 DA próprio robô de modo a MANHÃ do dia 3 de que ele nos “obedecesse”. Março de 2011 e o 9.º Foi mesmo muito ano estava prestes divertido e para quem a embarcar numa nunca tinha contactado aventura pela ciência com isto antes, ainda viva. Mal sabíamos mais inovador e que iríamos fazer fantástico! Realmente, tantas descobertas é um mundo espantoso e novidades que para se descobrir!!! serviriam para um dia Mais tarde, juntamomais tarde aplicarmos nos todos e assistimos no nosso dia-a-dia. Esta grande descoberta a um espectáculo, no pelo mundo da ciência qual dois cientistas foi na Fábrica de Ciência nos apresentaram Viva, em Aveiro. Fomos várias experiencia a que deram o nome de então em direcção à aventura. AVEIRO, aqui química por tabela. Alguns de nós foram vamos nós! convidados a participar Quando lá chegamos, nas experiencias feitas, começamos por ser tornando, assim, o divididos em três grupos, para facilitar o trabalho e as experiências que ao longo do dia iríamos realizar. Uma das nossas primeiras experiências foi a extracção de ADN de um quiwi. Porém, já tínhamos tido oportunidade de o fazer no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, mas esta actividade serviu para rever e também conhecer um pouco mais. Foi interessante e enriquecedora! De seguida fomos em espectáculo mais cativante e divertido, tanto para quem estava a assistir como para quem estava a participar! Tudo o que era feito tinha uma explicação mas aos nossos olhos tudo parecia magia! Reparando que já estava na hora de almoçar, caminhamos até à universidade de Aveiro, situada a três passos da Fábrica de Ciência Viva! Aí alimentamos o nosso bichinho da fome e podemos conhecer um bocadinho mais o espaço da universidade de Aveiro. Após estarmos todos satisfeitos, retomamos a nossa viajem pela ciência. Desta vez, fomos até à cozinha onde pudemos fazer pão e cozê-lo. Cada um teve a oportunidade de usar a sua imaginação para fazer a sua própria forma. Saíram de lá grandes imagens de formas de pães! Por último, e já um pouco cansados, fomos até uma exposição de ciência, claro, e experimentamos os vários tipos de jogos e desafios que nos tinha para oferecer. Dizendo um grande adeus a todos os nossos colegas da Fábrica de Ciência Viva, viemo-nos embora com grande alegria e pensando que algum dia iríamos lá voltar outra vez! Raquel Oliveira – 9.º C
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Visitas de Estudo

10.º ANO - AROUCA
NO DIA 13 DE JANEIRO de 2011 a turma de 10.º ano do Colégio La Salle, com o intuito de despertar a curiosidade e o espírito de observação para temáticas relacionadas com o Património Natural e Cultural com ênfase para a área da Geologia, deslocou-se a Arouca ao Centro de Interpretação Geológica de Canelas e ao Geoparque de Arouca. O dia começou bem cedo com a partida dos alunos do Colégio La Salle em direcção ao destino final. Após uma longa viagem com filas e filas de trânsito à mistura, lá se avistou o primeiro local, o Centro de Interpretação Geológico de Canelas onde o grupo realizou a Rota do Paleozóico a fim de adquirir conhecimentos sobre a formação essencialmente xistos, gnaises e ardósia e visualizar fósseis de trilobites. Após o almoço trazido de casa nas mochilas, deslocamo-nos para o Geoparque onde vimos a fenda da Mizarela, as Pedras Parideiras e as Marmitas de Gigante. Foi-nos explicada a génese e a evolução destas formações geológicas o que nos permitiu adquirir
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diversos conhecimentos importantes e essenciais à aprendizagem da disciplina. Após várias caminhadas, roupas sujas e molhadas e explicações pertinentes, regressamos a casa, cansados, mas

com um conhecimento muito mais alargado no âmbito da Geologia e da matéria em estudo. Diana Simões - 10.º A

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Visitas de Estudo

11.º E 12.º ANOS - CORUNHA
espécies características dos mares e dos rios da Galiza impressionaram e onde o destaque foi dado às focas e aos tubarões de grande porte. No museu Domus tivemos a oportunidade de ver e interagir com a exposição sobre o corpo humano, abrangendo todos os seus sistemas, testando as nossas capacidades físicas e FOI NO DIA 14 DE intelectuais. Por sua vez, JANEIRO de 2011, na casa das ciências, pelas 4h30 da manha tivemos oportunidade que partimos rumo à de ver de outra forma Corunha. Apesar das poucas horas dormidas, fenómenos comuns da natureza, nos quais a o som que se fazia ouvir aplicação da Matemática, pelas colunas que um da Física e da Química dos nossos colegas eram realçadas, levou foi determinante tornando-se evidentes. para que toda a gente Regressamos ao Colégio se mantivesse acordada. já no final da tarde, Chegando à Corunha, cansados, mas satisfeitos fomos visitar a Torre com tudo o que de Hércules à qual visitamos. se seguiu o Aquário Finisterra, onde Ana Lagarteira - 11.º biodiversidade de Ano
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Passeio de Finalistas

9.º ANO RADICAL
Sapatilhas, toalha, chinelos, e camisolas. JÁ ESTÁ! Podemos ir!
participaram com grande entusiasmo e curiosidade. Durante todo o dia dedicamonos à diversão, mas chegara a altura de conhecermos a nossa casa temporária. Aí tomamos banhinho e regressamos ao parque para jantar. Não nos restou muito tempo até irmos descansar e supostamente dormir um bocadinho. Claro que estas noites são mais para conviver com os nossos amigos e fazer algumas brincadeiras do que para dormir. Bom dia! E pronto, o dia 2 de Junho estava à porta. Já desanimados com a nossa partida, ainda houve tempo para mais uma ou duas actividades. Dissemos adeus ao parque e fomos almoçar a Guimarães, ao centro comercial! E é isto! Foram passados dois dias cheios de emoções fortes e experiências vividas. Serviu para reforçar as nossas amizades e também para nos despedirmos pois a partir daqui muitos seguirão caminhos diferentes! Raquel Oliveira – 9.º C
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NO DIA 1 DE JUNHO, que por acaso era dia da mundial da criança, não tendo qualquer relação com a nossa viagem, o 9.º ano partiu rumo a um local onde iríamos viver grandes experiências, Pena Aventura Park. Deslocamo-nos a alta velocidade pelos caminhos de Portugal parando na Penha, onde com as mochilas às costas subimos até lá acima e aproveitamos para lanchar, almoçar e fazer algumas brincadeiras! Já de barriguinha cheia saltamos para o autocarro em direcção a Ribeira de Pena, que já esperava ansiosamente por nós. Largamos as mochilas num canto e começámos as actividades. Estávamos todos muito ansiosos e aguardávamos com grandes expectativas

as aventuras que nos esperavam. O espaço era muito agradável com um ambiente natural e saudável, não podendo ser o contrário visto estar destinado às suas várias actividades radicais. Pois é, o 9º ano esperava sair desta viagem com um espírito mais aventureiro e afirmar perante todos que éramos sem dúvida muito radicais… Então fomos ao trabalho, neste caso, diversão! A actividade mais atractiva do parque era o fantasticable, uma espécie de slide mas muito maior. Para além de ser muito atractivo era também o maior fantasticable do mundo. Sim, do mundo! Imaginem, nós a fazer isto! Já imaginaram? Pois, nem passa pela cabeça de alguém o quão assustador aquilo é. Mas, neste caso, as aparências iludem um bocadinho,

porque parece muito grande, mas no fundo no fundo não passa de alguns metros a “voar”. Exacto, percebeste bem, VOAR. Foi o que nós fizemos. Agora já podemos dize-lo à frente de toda a gente : “ I believe I can fly”. É de facto uma oportunidade única de te sentires livre e até mesmo de descobrires coisas que não te passariam pela cabeça! Após esta grande experiência, realizamos diversas actividades lúdicas, como por exemplo o segway, o percurso aventura, a escalada, o air bungee e o slide. Tivemos oportunidade de desfrutar destas actividades todas durante os dois dias que lá estivemos. Mesmo aqueles alunos que não estavam muito virados para o radical,

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As Nossas Turmas

5.º A
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Adolfo Rodrigues, Ana Sousa, Ana Roriz, Ana Ribeiro, Ana Meneses, Beatriz Macedo, Bruna Costa, Carina Simões, Cátia Ferreira, Daniela Ferreira, Diogo Fernandes, Diogo Silva, Fábio Silva, Francisco Menezes, Francisco Campos, Inês Lopes, Ivanoel Simões, João Costa, José Nascimento, Luciana Senra, Luís Fernandes, Luísa Sousa, Marta Cunha, Nuno Loureiro, Paulo Loureiro, Rafael Carvalho, Sofia Cortês e Vânia Lima. DT: Professora Luísa Duarte Pires.

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As Nossas Turmas

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5.º C

Alexandra Rodrigues, Ana Loureiro, Ana Neiva, Ana Simões, Anabela Pereira, Bárbara Coutinho, Bruna Miranda, Daniela Loureiro, Francisco Matos, Hugo Pereira, Hugo Ferreira, Iara Gomes, Inês Peixoto, João Barbosa, Jorge Andrade, Juliana Pereira, Marco Guedes, Marco Silva, Maria Coelho, Mariana Lopes, Michael Oliveira, Nuno Lopes, Paulo Carvalho, Pedro Urze, Pedro Lima, Rui Ribeiro, Sara Ribeiro, Sérgio Veríssimo e Soraia Miranda. DT: Professora Margarida Rodrigues.

As Nossas Turmas

5.º B
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Anabela Figueiredo, André Nogueira, André Ferreira, Ângela Masquete, Catarina Alves, Cátia Alves, Clara Boas, Daniela Martins, Diogo Loureiro, Diogo Ribeiro, Eduardo Rodrigues, José Mendes, José Paralvas, José Araújo, Juliana Santos, Leandro Freitas, Lúcia Sousa, Márcia Silva, Maria Rodrigues, Maria Barbosa, Mariana Gomes, Pedro Coelho, Pedro Nascimento, Rafael Marques, Raquel Gomes, Ricardo Fortuna, Sílvia Alves e Vera Lopes. DT: Professor Pedro Correia.

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As Nossas Turmas

6.º A

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Alberto Silva, Alexandre Lopes, Ana Mendes, André Rodrigues, Bruno Costa, Cláudia Gonçalves, Cristiano Nogueira, Diana Arantes, Florbela Barbosa, Inês Grenha, João Fernandes, José Viana, Leandro Pessoa, Liliana Fernandes, Márcia Freitas, Mariana Silva, Mariana Silva, Nuno Brito, Patrícia Coelho, Pedro Domingues, Pedro Fernandes, Pedro Gomes, Pedro Cortez, Pedro Silva, Ricardo Ribeiro, Rúben Gomes, Sara Senra, Sara Faria, Vânia Ferreira, Vítor Loureiro e Viviana Sousa. DT: Professora Carla Figueiredo.

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As Nossas Turmas

6.º B
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Adriano Vilela, Alexandre Martins, Ana Rodrigues, Ana Ribeiro, Anabela Silva, Bárbara Pinto, Bento Borges, Daniela Carvalho, Diana Gomes, Diana Correia, Diana Faria, Diogo Silva, Elisa Andrade, João Martins, João Martins, José Simões, José Gomes, José Pedro Gomes Oliveira, Juliana Filipa Figueiras Fernandes, Luís Cruz, Marta Ferreira, Martinho Fernandes, Nádia Barbosa, Nuno Simões, Paulo Ferreira, Pedro Rodrigues, Rui Matos, Sara Sousa, Tiago Costa, Pedro Peixoto e João Cunha. DT: Professor Gonçalo Silva.

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7.º A

Afonso Costa, Alexandra Santos, Alexandre Dias, André Martins, Andreia Gomes, António Vieira, Bianca Brito, Bruno Lopes, Catarina Fernandes, Constantino Ribeiro, Daniel Ferreira, Eduardo Garcia, Fábio Loureiro, Filipe Senra, Jorge Magalhães, José Lemos, Marco Araújo, Maria Vaz, Miguel Cruz, Nelson Carvalho, Pedro Costa, Pedro Ferreira, Porfírio Fernandes, Rafaela Oliveira, Rui Cunha, Sofia Borges, Tiago Silva, Vanessa Valadares e Vânia Martins. DT: Professor José Roque.

As Nossas Turmas

6.º C
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Adriana Loureiro, Adriana Costa, Ana Simões, Anabela Moreira, André Araújo, André Ribeiro, André Pereira, Beatriz Ferreira, Carlos Moreira, Carlos Matos, Edgar Campos, Ema Loureiro, Fábio Lopes, Fátima Loureiro, Filipe Silva, Francisco Lareira, Ivo Azevedo, Joana Lagarteira, João Alves, João Ferreira, Laura Mano, Luana Cardoso, Luís Quinta, Maria Peixoto, Maria Cardoso, Rúben Araújo, Sara Silva, Sérgio Pereira, Sofia Sá, Tiago Miranda e Vítor Fernandes. DT: Professora Helena Vaz.

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As Nossas Turmas

7.º B

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Alexandre Cerqueira, Ana Duarte, André Martins, Bruna Araújo, Bruno Costa, Bruno Abreu, Carlos Moreira, Carlos Matos, Célia Maio, Diogo Peixoto, Inês Torres, Jéssica Ribeiro, Joana Sá, João Silva, Jorge Pereira, Jorge Ferreira, José Oliveira, Luís Fernandes, Márcio Pereira, Marco Ricardo, Miguel Oliveira, Nuno Gomes, Nuno Oliveira, Raquel Araújo, Ronaldo Araújo, Rui Cruz, Rui Fernandes, Tiago Araújo, Vanessa Silva e Vera Lima. DT: Professor Carlos Novais.

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As Nossas Turmas

7.º C
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Adriana Oliveira, Ana Silva, Ana Silva, Ana Maio, Ana Guimarães, Cláudia Reis, Diana Dias, Diana Rodrigues, Eduarda Simões, Eduardo Cerqueira, Francisco Miranda, Gabriel Torres, Hugo Campos, Inês Pereira, João Cruz, João Barbosa, João Loureiro, João Rodrigues, João Barbosa, José Araújo, Luís Ribeiro, Marco Miranda, Marco Pereira, Maria Grenha, Nuno Dias, Pedro Freitas, Pedro Oliveira, Ricardo Sá, Susana Ferreira e Vasco Pereira. DT: Professor Luísa Vieira.

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8.º B

Adélio Oliveira, Adriana Marques, Ana Ferreira, Andreia Sá, Bruno Pereira, Clara Pereira, Cristiano Costa, Fábio Costa, Gabriela Campelo, Guilherme Oliveira, Hélder Oliveira, João Fernandes, João Costa, João Pereira, Juliana Senra, Maria Lopes, Miguel Nascimento, Patrício Simões, Paula Ribeiro, Pedro Silva, Pedro Gomes, Rita Reis, Rui Ferreira, Sara Cruz, Silvana Carvalho, Solange Gomes, Vítor Domingues. DT: Professor David Macedo.

As Nossas Turmas

8.º A
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Ana Costa, Ana Valadares, Ana Cortez, Ana Dantas, Ana Araújo, Bárbara Silva, Bruna Lopes, Bruno Gomes, Bruno Almeida, Carolina Lamela, Catarina Campos, Daniel Costa, Diogo Pinto, Diogo Eiriz, Fábio Gonçalves, Fernando Miranda, Francisco Pereira, Jéssica Martins, João Pereira, José Ferreira, Lília Andrade, Lisandra Cardoso, Maria Henriques, Mariana Lopes, Marta Correia, Rafael Fernandes, Rui Borges, Rui Loureiro, Serafim Silva, Tiago Alves e Bruna Marques. DT: Professora Diana Ferreira.

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As Nossas Turmas

8.º C

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Adriana Loureiro, Ana Pedrosa, André Silva, Andreia Matos, Daniel Silva, Diogo Faria, Fábio Costa, Filomeno Vieira, Jerónimo Miranda, Jéssica Seghers, Joana Carvalho, Joana Figueiredo, João Sousa, Liliana Alves, Luís Lopes, Margarida Pereira, Miguel Costa, Miguel Gomes, Nelson Pinheiro, Nuno Dias, Patrícia Campos, Paulo Senra, Paulo Matos, Rui Mourão, Sofia Morgado, Sofia Gouveia, Vítor Ferreira e Vítor Gonçalves. DT: Professora Débora Sistelo.

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As Nossas Turmas

9.º A
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Ana Monteiro, André Fernandes, Bruno Correia, Catarina Senra, Cláudio Oliveira, Diogo Costa, Diogo Lopes, Eurico Silva, Francisca Lopes, José Lopes, José Silva, Lucas Gonçalves, Luís Pereira, Manuel Lopes, Marta Gonçalves, Pedro Santos, Rafael Cunha, Rafael Pereira, Raquel Oliveira, Roberto Lopes, Rui Costa, Sofia Pereira, Tânia Lopes e Tiago Domingues. DT: Professor Pedro Faria.

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9.º C

Ana Araújo, Ana Peixoto, Ana Cardoso, Ana Almeida, Cláudia Gomes, Cristiana Santos, Diogo Costa, Diogo Meneses, Elsa Remelhe, Flávia Miranda, Hélder Barbosa, Inês Pereira, Inês Freitas, Inês Campos, Joana Neiva, João Ribeiro, José Mendes, Luís Ferreira, Mafalda Cardoso, Mário Dias, Miguel Vieira, Nuno Martins, Pedro Silva, Raquel Oliveira, Sana Biai, Sara Cardoso, Sara Carvalho e Sofia Miranda. DT: Professor Carlos Lopes.

As Nossas Turmas

9.º B
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Adriana Carneiro, Adriano Martins, Ana Rocha, Bruno Almeida, Catarina Gomes, Elsa Ferreira, Fábio Duarte, Filipa Cunha, Flávio Oliveira, Hugo Gonçalves, João Figueiredo, Juliana Fernandes, Luís Rocha, Luís Pereira, Márcio Lopes, Maria Figueiredo, Mário Monteiro, Ondina Ribeiro, Renato Cardoso, Sara Vicente, Tânia Campos, Vera Ferreira e Vítor Miranda. DT: Professor Laurindo Oliveira.

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10.º A

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Alberto Pereira, Ana Araújo, Ana Lopes, Ana Silva, Anabela Cardoso, Carlos Cruz, Cátia Martins, Daniel Martins, Diana Simões, Diana Ferreira, Dylan Sousa, Fábio Dias, Hélder Gonçalves, Helena Silva, Hugo Matos, Inês Silva, Isabel Dias, Joana Lopes, João Duarte, José Menezes, Luís Santos, Maria Pereira, Miguel Figueiras, Patrícia Fortuna, Paula Silva, Renata Ribeiro, Rui Loureiro, Sandra Pereira, Sílvia Ribeiro e Vítor Sousa. DT: Professora Luísa Gilvaia.

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As Nossas Turmas

11.º A
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Ana Lagarteira, Ana Senra, Ana Grenha, Ana Costa, Catarina Pena, Daniela Gomes, Diogo Miranda, Edgar Santos, Elsa Lameira, Fernando Loureiro, Filipe Rodrigues, Francisco Vaz, Gabriel Faria, Ivo Alves, José Gomes, Luís Masquete, Luís Simões, Magda Sousa, Manuela Fernandes, Marco Cabo, Maria Pereira, Paulo Lima, Roberto Barbosa, Rui Araújo, Sara Martins, Sara Gomes, Sofia Silva, Tiago Faria e Vítor Torres. DT: Professor João Carvalho.

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FUNCIONÁRIOS

Alexandrina Longras, Ana Maria Ferreira, Ana Maria Freitas, Cristina Cunha, Fernando Silva, Isabel Falcão, José Dias, Laurinda Sousa, Lázaro Martins, Lurdes Simões, Marcelina Pereira, Maria Arminda Silva, Maria dos Prazeres Silva, Marisa Miranda, Teresa Ferreira e Zulmira Sousa.

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12.º A
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Adriana Santos, Adriana Figueiredo, Aline Cruz, Álvaro Faria, Ana Forte, Ana Cunha, Ana Oliveira, Bruno Brito, Débora Cruz, Diogo Pereira, Dulce Silva, Eliana Carvalho, Francisco Matos, Hélder Rodrigues, Isadora Loureiro, José Silva, José Mendes, Maria Costa, Martinha Vale, Paulo Alvarenga, Pedro Torres, Sandra Gomes, Sandra Lopes, Sérgio Vilaça e Victor Duarte. DT: Professora Júlia Martins.

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PROFESSORES

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Anabela Cachetas, António Morais, Carla Figueiredo, Carla Barbosa, Carlos Lopes, Carlos Novais, David Macedo, Débora Sistelo, Diana Ferreira, Emília Torres, Fernando Gomes, Gil Afonso, Gonçalo Silva, Iva Silva, Ir. Javier Riaño, Joana Marques, João Carvalho, Joaquim Cunha, Ir. José Figueiredo, José Roque, Juliana Correia, Olímpio Durães, Laurindo Oliveira, Ir. Luís Lopez, Ir. Luís Renedo, Luísa Duarte Pires, Luísa Vieira, Luísa Gilvaia, Margarida Rodrigues, Helena Vaz, Júlia Martins, Nuno Fernandes, Ir. Óscar Lerones, Paula Lopes, Pedro Correia, Pedro Faria, Rosa Costa, Sérgio Peixoto e Vitor Novais.

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Cinema

AS MINAS DE SALOMÃO CINEMA - AS MINAS DE SALOMÃO SARAU CULTURAL
NO ÂMBITO DA DISCIPLINA de Língua Portuguesa, visualizámos a primeira parte do filme “As minas do Rei Salomão”. Este filme, que se passa algures no século passado, retrata uma intrigante busca por um tesouro mítico, o tesouro do grande rei Salomão. Vou aqui tentar resumir tudo o que se passou nesta parte do filme: No inicio, John Quatermain, um guia turístico no coração de África, decidiu-se a voltar à sua terra Natal, em Inglaterra, para rever o seu filho, deixando para trás todos os seus companheiros. Chegado a Inglaterra, vê-se confrontado com a possibilidade de ter de lutar pela custódia do seu filho, após o ter deixado com os avós depois da morte da sua mulher. Deprimido, vai a um bar. É nesse mesmo bar que Quatermain é visitado por Elizabeth Mariland e o seu tio, Capitão Good. Ambos têm um pedido para lhe fazer: sabem que Quatermain conhece de cor o continente africano, e por isso querem que ele os ajude a encontrar o pai de Miss Mariland, que foi raptado por uma tribo africana. Quatermain não quer aceitar, mas quando um grande pagamento é mencionado, aceita, pois o dinheiro ajudá-lo-ia a ficar com o seu filho. Mais tarde, Miss Mariland é atacada na rua. Quatermain não percebe porquê, já que o assaltante, que também revistou a sua casa, não levou nada. Então Miss Mariland admite que não contou tudo a Quatermain. Contou-lhe então, que o seu pai estava a trabalhar na descoberta das lendárias minas do rei Salomão. Mostrou-lhe também um mapa a indicar a localização das minas, que o pai lhe enviara. Quatermain, incrédulo, explicou a Miss Mariland que aquilo não era possível, mas concordou que iriam salvar o pai de Miss Mariland e esquecer as minas. Partiram então no dia seguinte, e chegaram a África algum tempo depois. Lá, Quatermain reuniu uma equipa de pessoas de confiança, para os ajudarem na sua “expedição”: Khiva e os “ursos” (nome que dava aos negros), seus grandes amigos, e Henry, um aventureiro como ele. Com esta equipa, foram
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rumando para Sitandra’s Kraal, onde o pai de Miss Mariland estava em cativeiro. Ao longo de todo o caminho, um misterioso homem, Umbopa, seguia-os a pé, um pouco afastado. Quatermain abordou-o, e ele declarou ser de grande interesse para a equipa. Quatermain aceitou a sua ajuda, e continuaram caminho. Quando chegaram ao local combinado para a troca, aperceberam-se que tinham sido apanhados numa emboscada. Homens russos e um amigo de Quatermain esperavam-nos, tentan-

do matá-los. Depois de se livrarem deles, Miss Mariland explicou que, novamente, não tinha sido completamente honesta, e contou-lhes que a pesquisa do seu pai estava a ser financiada pelo czar da Rússia. Isto obviamente dificultava-lhes muito a vida, pois os russos, os africanos e eles próprios estavam a lutar pela posse do mapa. Quatermain arranjou maneira de despistar os russos, mas não por muito tempo: o seu amigo pouco amigo conhecia bem a sua maneira de pensar

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Cinema

AS MINAS DE SALOMÃO
e conduziu os russos, comandados por Ivan, na pista de Quatermain. Mas Quatermain já previra isto, e os caçadores tornaram-se presas, quando foram enganados pelos nossos amigos. Estes seguiram o seu caminho. Deixaram muitas questões, que espero que sejam respondidas na sucessão do filme. Foi uma parcela muito interessante e intrigante, que nos dá vontade de saber o que acontecerá a seguir! e Allan Quattermain na Inglaterra luta pela custódia do filho que lhe foi retirada pelos seus sogros após a morte da sua mulher. Este encontra-se reservado emocionalmente durante o filme devido à morte que o havia um pouco traumatizado, mas, que acaba por desabrochar com o aparecimento de Elisabeth uma mulher confiante que procura o seu pai a todo o custo que tinha sido raptado por uma tribo que também procurava as Minas de Salomão Juliana Senra - 8º B e o seu pai mandou-lhe o mapa que era procurado pelas tribos, este AS MINAS DE SALOera ameaçado de morte MÃO foi um filme que se não o entregasse de gostei imenso pois volta. encontra-se todo ele cheio de amizade, amor, Elisabeth recorreu a Allan o maior perito companheirismo, todo sobre África, bem como ele num enredo espesobre as Minas, este tacular cheio de ação e respondeu da melhor tiroteios. O filme dá inicio na selva maneira para o resgate e descoberta pois este da África onde Allan já há muitos anos tinha Quattermain um caçatentado encontrar, mas dor e guia é contratado falhando na sua procura. por um homem rico que anseia a descoberta O que eles não sabiam era que não era só a das minas de Salomão tribo que procurava as devido às suas riquezas como marfim, diamantes minas, também o czar e a pedra dos ancestrais (uma companhia russa) a todo o custo, mas que as procurava que ansiava as suas riquezas bem devido à sua ganância e o seu desejo por mais, como controlar a África com a pedra dos ancesacabou por morrer. trais, a todo o custo. A introdução continua A história continua na África onde o corajoso Quattermain vai recrutar os seus amigos das antigas explorações onde encontra dois dos seus colegas Khiva e Twala onde se revive uma amizade duradoura entre estes três colegas que logo aceitam o desafio de Allan da melhor forma um jantar. Nesse jantar recruta outro amigo, Henry, um homem forte que também não recusa uma aventura, Allan reuniu-se da melhor maneira com Henry, com uma bela e antiga luta, que acabou civilizadamente deixando-os todos arenosos e esfarrapados. Após a recruta estes dirigem-se à gruta para encontrar a chave para as Minas, mas, para lá chegarem têm que ultrapassar o “Grande Deserto”. Conforme seguiam, estes eram perseguidos pelo czar que com a ajuda de McNabb (colega de Quattermain na primeira busca às Minas) conseguiu segui-los pois era também ele um experiente da África que conhecia Allan bem como os seus truques não tendo dificuldade em seguir as suas pegadas. McNabb era um homem de carácter fraco, com as suas ideias centradas no dinheiro ignorando a ajuda que recebia. Pelo deserto Allan e o seu grupo encontraram-se com um homem misterioso que os seguia e dizia que tinha sido levado até eles pela Natureza, eles não se importaram pois este até era um sábio que acabou por ajudar. A viagem continuou até um encontro imediato com o czar e McNabb que pretendiam o mapa e, criaram um grande tiroteio. Allan prosseguiu e a tensão sexual entre ele e Elisabeth aumentava bem como a disposição entre o grupo após a morte de Twala, seguiram na sua viagem pelo deserto onde encontraram a gruta com a chave que daria acesso às Minas, mas, após minutos de descobrirem a chave naquela gruta armadilhada o czar e McNabb raptaram Elisabeth que se não a trocassem pela chave iria morrer. Allan não teve grande dilema pois para ele era mais importante a Elisabeth que toda aquela riqueza por isso trocou as chaves pela Elisabeth. A história continua até que são apanhados pela tribo que ansiava
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CHOCOLATE
o mapa. Estes foram presos tal como o pai de Elisabeth, onde Allan Quattermain lutou pelo reino do homem desconhecido e lhe deu a governação da tribo aniquilando o corrupto que se fazia por rei. Quando se libertaram dirigiram-se às minas onde lutaram pela sobrevivência contra McNabb acabando com McNabb morto. Seguiram pelas minas onde com a chave finalmente chegaram ao marfim e ouro mas ficando presos estes tiveram que considerar uma saída imediatamente, mas enquanto isso declararam-se um ao outro libertando o amor acumulado pela viagem. Acabaram por sair da gruta e recuperaram a custódia do seu filho e viveram felizes para sempre na Boa e única África. Gostei muito deste filme pois tem tudo que um bom filme pode ter bem como uma história que nos prende ao flme, foi um prazer vê-lo. Personagem que mais me chamou a atenção A personagem que me chamou a atenção foi o Henry pois este abdicou da sua vida para ajudar porque , além de gostar de chocolate, ele transmitia grandes mensagens, grandes lições para a nossa vida. Devemos ser criativos, solidários, tolerantes… fiquei a perceber neste filme que é muito difícil resistir ao nosso sonho porque se nos pusermos a caminho e lutarmos por ele, seremos pessoas realizadas e ajudaremos os demais… Resumindo gostei de ver a festa e as caras felizes dos habitantes de uma aldeia graças à loja do chocolate. o Allan. Vemos nele uma personalidade: de um homem corajoso e forte mas também engraçado e amigo. Gostei muito da personagem dele, do feitio e tudo mas foi o que ele fez que me chamou a atenção verdadeiramente. aldeia onde abriram uma chocolataria que viria a transformar a vida de muita gente. Naquela aldeia havia costumes ancestrais e muitos problemas escondidos. Violência doméstica e frágeis relações familiares. No final tudo se Daniel Costa – 8.º A mudou para bem graças à doçura do chocolate. Derreti-me CHOCOLATE ao ver todo aquele Visualizamos , na aula de chocolate e adorei Língua Portuguesa, um ver que as pessoas filme muito interessante podem ser felizes. Basta pela sua temática simplificarem um pouco riquíssima. Contava a vida e adoça-la. a história da mãe e filhinha que viajavam ao Ana Costa – 8.º A sabor do vento Norte e foram parar a uma certa Adorei este filme Ana Dantas – 8.º A (…) uma das partes que mais me marcou foi o da violência doméstica. Aquela mulher que andava sempre de um lado para outro, cheia de medo, rotulada de tola por todos. Mas o que eles não sabiam era que o seu marido lhe batia e como ela achava que apenas existia o mundo dele , não resistia e voltava para ele. A dona da achocolataria ajudou-a, acolhendo-a em sua casa, ajudou-a a resistir e ela acaba por se transformar numa pessoa normal. Daniel Costa – 8.º A
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Departamentos

PÁGINA DA MATEMÁTICA
O QUE É O PI? A relação que existe entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro é uma das grandes constantes universais conhecidas pelo homem, a que se deu o nome de Pi. Isto quer dizer que se pudéssemos ter uma circunferência de um metro de diâmetro construída com um fio, cortássemos o fio e o estendêssemos no chão para formar um segmento, este teria um comprimento exactamente igual ao valor de Pi (3,14…). UM POUCO DE HISTÓRIA… A primeira referência ao valor de p (pi) aparece na Bíblia, no Primeiro Livro dos Reis, 7, versículo 23: “Fez mais o mar de fundição, de dez côvados, de uma borda até à outra borda, redondo ao redor, e de cinco côvados ao alto; e um cordão de trinta côvados o cingia, em redor.” Aqui, o valor de p é 3, bastante inexacto, portanto. Desde sempre, este número mágico despertou a atenção dos estudiosos. Os historiadores calculam que, desde 2000 a.C., os homens têm consciência de que a razão entre a circunferência e o seu diâmetro é igual para todos os círculos. A primeira utilização do símbolo para representar pi deve-se a William Jones em 1706, sendo depois adoptada por Euler em 1748 a partir do qual se popularizou e tornou a notação padrão para esta constante. Pode-se provar que o número pi é irracional e transcendente. Um número diz-se irracional quando não pode ser representado por uma fracção de dois inteiros e transcendente se não anular nenhuma função polinomial de coeficientes inteiros. Durante muito tempo os matemáticos acreditaram que todas as grandezas eram comensuráveis, o que podemos traduzir em linguagem moderna pela afirmação que todos os números eram racionais. Os gregos demonstraram que a diagonal do quadrado não era comensurável com o lado do quadrado, o que nós podemos exprimir em linguagem actual, dizendo que não pode ser expressa como quociente de dois inteiros, ou não é racional. As características rebeldes destes números valeram-lhes o nome de números irracionais. Os números racionais têm uma expansão decimal finita (regulares) ou infinita periódica (irregulares. CURIOSIDADES SOBRE O PI - Albert Einstein, nasceu no dia do π, dia 14 de Março de 1879. - Em Abril de 1995, a agência Reuter noticiou que um rapaz chinês de doze anos de idade, Zhang Zhuo, recitou de memória o valor de π até 4000 casas decimais. Aparentemente, terá demorado apenas cerca de vinte e cinco minutos. - O primeiro milhão de casas decimais de π tem: 99959 zeros; 99758 uns; 100229 três; 100230 quatros; 100359 cincos; 99548 seis; 99800 setes; 99985 oitos; 100106 noves. Professora Carla Figueiredo
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Biografia de Ruy Bello
RUY BELO nasceu em S. João da Ribeira, pequena aldeia do concelho de Rio Maior, em 1933. Foi aluno do liceu de Santarém e cursou Direito, primeiro na Universidade de Coimbra, depois na Universidade de Lisboa, onde se diplomou em 1956. De partida para Roma, doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de S. Tomás de Aquino. Em Lisboa, viria a frequentar também a Faculdade de Letras, terminando em 1967 a licenciatura em Filologia Românica. Além de actividade no domínio editorial, Ruy Belo foi também professor. Leitor na Universidade de Madrid desde 1971, regressou ao país em 1977, vindo a falecer de modo súbito no ano seguinte. Nome de destaque na poesia portuguesa contemporânea, exerceu igualmente intensa actividade de ensaísta e crítico literário. Da sua obra poética fazem parte Aquele Grande Rio Eufrates (1961), Boca Bilingue (1966),
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Despeço-me da Terra da Alegria (1977). A Obra Poética de Ruy Belo encontrase reunida em dois volumes publicados pela Editorial Presença, com organização e comentários de Joaquim Manuel Magalhães. Os livros do poeta estão a ser reeditados pela mesma editora. Um volume único com toda a obra poética, significativamente intitulado Todos os Poemas, foi ainda recentemente dado à estampa pelo Círculo de Leitores (2000) e pela Assírio & Alvim (2001).

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E Tudo Era Possível Na minha juventude antes de ter saído da casa de meus pais disposto a viajar eu conhecia já o rebentar do mar das páginas dos livros que já tinha lido Chegava o mês de Maio era tudo florido o rolo das manhãs punha-se a circular e era só ouvir o sonhador falar da vida como se ela houvesse acontecido E tudo se passava numa outra vida e havia para as coisas sempre uma saída Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer Só sei que tinha o poder duma criança entre as coisas e mim havia vizinhança e tudo era possível era só querer Ruy Belo, - “Homem de Palavra[s]”

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OBRAS POÉTICAS Aquele Grande Rio Eufrates (1961) O Problema da Habitação (1962) Boca Bilingue (1966) Homem de Palavra(s) (1969) Transporte no Tempo (1973) País Possível (1973) A Margem da Alegria (1974)

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POETAS
Biografia de Eugénio de Andrade
JOSÉ FONTINHAS (nome verdadeiro de Eugénio de Andrade) nasceu a 19 de Janeiro de 1923 em Póvoa de Atalaia, uma pequena aldeia da Beira Baixa situada entre o Fundão e Castelo Branco, filho de uma família de camponeses. A sua infância é passada com a mãe, que é a figura dominante de toda a sua vida e da sua poesia. O pai, filho de camponeses abastados, pouco esteve presente, dado que o casamento, efectuado mais tarde, durou muito pouco. Entra para a escola da aldeia natal aos 6 anos. Um ano depois, muda-se com a mãe para Castelo Branco. Em 1932, muda-se novamente, agora para Lisboa, cidade onde se fixara seu pai, e onde permanece por um período de 11 anos. Conclui, entretanto, a instrução primária. Prossegue os estudos e, em 1935, afirmase em si o interesse pela leitura. Passa horas a ler em bibliotecas públicas e começa a escrever poemas. Em 1938 escreve uma carta e envia três ou quatro poemas a António Botto, que manifesta interesse em conhecê-lo. Em 1939 publica o seu primeiro poema, "Narciso" e, pouco tempo depois, passa a assinar com outro nome: nasce o poeta Eugénio de Andrade Em 1941 faz-se a primeira referência pública à sua poesia na conferência que Joel Serrão, seu amigo, pronunciou na Faculdade de Letras de Lisboa, sobre "A Nova Humanidade da Poesia Nova". Um ano depois, em Novembro, Eugénio lança o seu primeiro livro de poesia: "Adolescente". Entretanto, em 1947, graças a um amigo, ingressa nos quadros do Ministério da Saúde como inspectoradministrativo dos Serviços Médico-Sociais, onde permaneceu até 1983. Em 1950 é transferido para o Porto, cidade onde ainda hoje vive. A 14 de Março de 1956 morre a sua mãe e morre uma parte do poeta: "A minha ligação à infância é, sobretudo, uma ligação à minha mãe e à minha terra, porque, no fundo, vivemos um para o outro". Em 1977 inicia-se a publicação da "Obra de Eugénio de Andrade" pela Editora "Limiar". Nasce, em 1991, a Fundação Eugénio de Andrade, que está a reeditar toda a obra do poeta, sendo o último volume o número 26, o livro de poesia "O Sal da Língua " (1995). Eugénio de Andrade é, realmente - a par de Pessoa - o poeta português mais divulgado no mundo. A sua obra tem sido, por outro lado, objecto de estudo e reflexão por parte de escritores e críticos literários quer estrangeiros quer portugueses.

POEMA
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, gastámos as mãos à força de as apertarmos, gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; era como se todas as coisas fossem minhas: quanto mais te dava mais tinha para te dar. Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. E eu acreditava. Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis. Mas isso era no tempo dos segredos, era no tempo em que o teu corpo era um aquário, era no tempo em que os meus olhos eram realmente peixes verdes. Hoje são apenas os meus olhos. É pouco mas é verdade, uns olhos como todos os outros. Eugénio de Andrade - “Poemas 1945 - 1965”

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EÇA DE QUEIRÓZ - RESUMOS CONTOS DE EÇA DE QUEIRÓZ
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Frei Genebro

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e chamou pelo companheiro que se encontrava muito ERA UMA VEZ UM doente. Frei Egídio pediu FRADE CHAMADO envergonhado uma GENEBRO que perna de porco assada ao era discípulo de S. Francisco. Este largara companheiro. Frei Genebro ficou com a sua fortuna para pena do Frei Egídio e se dedicar aos mais necessitados e tratava resolveu ir até ao riacho onde tinha avistado todos como irmãos. aquela vara. Frei Genebro fazia Silenciosamente, muitos sacrifícios (passava fome, rezava apanhou um porco por trás e cortou-lhe uma muito, mantinha perna com uma faca castidade nos afiada deixando-o no pensamentos, dava chão a sofrer. alegria aos tristes…) Como bom cozinheiro para tentar ser santo. que era, preparou a Um dia, Frei Genebro perna de porco para o partiu para ajudar os seu companheiro. Ainda escravos e acabou lhe deu a tentação de preso. Era conhecido provar mas resistiu. como mártir. Quando Frei Genebro voltou até o papa o aconchegou o venerou. companheiro e partiu Mais tarde, Frei para continuar a sua Genebro partiu de viagem. Quando passou novo de viagem nas pelo riacho viu o pastor piores condições. barafustando contra Durante a viagem quem tinha deixado o avistou um castelo porco a sofrer daquela em ruínas e lembroumaneira. se do Frei Egídio, um Frei Genebro começou companheiro que a ficar famoso por todos morava ali perto. os seus sacrifícios e Resolveu ir visitapela humildade que lo e pelo caminho possuía. Este preferia encontrou um fio de ser desprezado que água onde resolveu beber. Perto do ribeiro venerado. Alguns viu um pastor a dormir achavam-no santo. que guardava porcos. Um dia chegou a hora Frei Genebro subiu de Frei Genebro e este

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morreu. Quando chegou ao céu, os anjos levaram-no à balança do juízo final onde viam contentes serem pesados todos aqueles sacrifícios até que caiu no prato negro algo que fez este baixar. Era o sofrimento daquele porquinho. Então Deus enviou a alma de Frei Genebro para o Purgatório.

A escrava amava os dois, embora por razões diferentes. A escrava pensava que o principezinho era frágil e que o tio dele o tentaria matar e que o filho dela devia ser mais feliz por ser pobre e ninguém o invejar. O irmão do falecido rei estava na cidade e deixava todas as pessoas cheias de medo por onde passava. Todos os nobres tinham morrido, por isso, a rainha assustada começou a Havia um rei jovem e governar. Mas a escrava corajoso que partiu para continuava segura. a guerra e abandonou a Uma noite, a escrava sua rainha e o filho bebé. ouviu barulhos, Um dia um cavaleiro espreitou e viu que trouxe a triste notícia de era o tio do bebé que que o rei tinha morrido. assaltava o palácio A rainha chorou pelo e planeava matar o marido, pelo rei e pelo príncipe. filho que tinha ficado Num impulso, pegou sem pai. no príncipe e pô-lo no O irmão do rei, tio do berço do seu filho e bebé, era muito mau e pegou no seu filho e pôqueria a todo o custo lo no berço do príncipe. aquele reino. Quando o malvado O príncipe corria muito irmão do rei entra no perigo e no berço ao quarto, dirige-se ao lado do seu estava berço rico e pegou no o filho da escrava bebé que se encontrava que amamentava o aí deitado. principezinho. Ouvem-se gritos de O principezinho dormia guerra pelo palácio, a num berço rico e o outro rainha entra no quarto e bebé, filho da escrava, chora quando vê o berço dormia num berço do filho vazio, pálida a pobre. escrava mostra-lhe que o

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CONTOS EÇA DE QUEIRÓZ - RESUMOS
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filho dela não morreu. O príncipe afinal sobreviveu salvo pela escrava que entregou o próprio filho à morte. Para recompensar a escrava, a rainha levou-a à sala dos tesouros para que a escrava escolhesse algo. A escrava pegou nu punhal e matou-se dizendo que já tinha salvado o seu príncipe e que naquele momento ia dar de mamar ao seu filho.

pareceram-lhes mais leves. Ora havia um velho chamado Obed, orgulhoso senhor de rebanhos e vinhas. Porém um vento matara-lhe o melhor gado, e as suas vinhas secaram. Obed pensou que como o rabi fazia tantos milagres, Jesus há-de acabar com a morte do seu gado e fará verdes as suas vinhas. Adriana Oliveira - 7.º C Obed ordenara aos seus criados a trazer rabi da Galileia, prometendo-lhes um bom pagamento. Os criados foram para a Galileia mas ele já não NESSE TEMPO, AINDA lá estava. Percorreram JESUS não saíra da longos caminhos, Galileia mas já outras perguntaram por ele terras sabiam dos seus a várias pessoas mas milagres. nada sabiam sobre Certa tarde, um viajante onde estava rabi. passou e disse que um Até que perguntaram profeta, o formoso rabi, por ele a um judeu e andava anunciando este irritou-se, pois a chegada do Reino tinha outra crença, e de Deus. Enquanto apedrejou-os. descansava contou que Grande foi a desilusão rabi fez alguns milagres. de Obed, porque os Todos assombrados seus rebanhos morriam perguntaram-lhe se esse e as vinhas secavam. era o Messias. Enquanto crescia a O homem afastou-se fama de Jesus. pensativamente. Mas Por seu tempo, Públio uma esperança naquelas Sétimo, tinha a sua almas e os pesos da vida filha a sofrer de um

O Suave Milagre

mal lento e estranho. Ela era muito estranha e aos poucos ia enfraquecendo. Sétimo, tendo ouvido falar dos feitiços de rabi mandou um batalhão de soldados procuralo. E estes partiram fazendo ressoar as sandálias nas estradas romanas. Os soldados armados procuravam-no por todos os lados, porém não o encontraram. As mulheres com medo davam-lhes fruta e vinho para os amansarem. Os camponeses e os pastores fugiam, e de longe, rogavam-lhes pragas. Vinha já de regresso quando viram um velho, de barba branca, que esperava que o Sol nascesse. Perguntaram-lhe se sabia de um profeta que fazia milagres, mas o velho respondeulhes que não existem profetas nem milagres, apenas Apolo conhece o segredo das coisas. Devagar, com a cabeça baixa, como numa tarde de derrota, os soldados recolheram ao forte. Grande foi o desespero de Públio Sétimo,

porque a sua filha morria enquanto a fama de Jesus se espalhava. Num casebre vivia uma pobre velha com um filho aleijado, que não tinha nada para comer. Um dia, um mendigo entrou e falhou-lhes do doce rabi e dos seus milagres. Quando o mendigo saiu, o menino pediu à mãe para lhe trazer esse rabi, mas a mãe respondeu que não o podia deixar sozinho para ir procurar o rabi à Galileia, e também disse que Obed mandou os seus criados e Sétimo os seus fortes soldados e não o encontraram. A mãe acrescentou dizendo que ele vendo-a tão pobre e tão só até os cães lhe ladravam. Que talvez Jesus morresse e com ele morreu também a esperança dos pobres. Então o seu filho, murmurara à sua mãe que queria ver Jesus. E logo a porta abriu-se devagar e Jesus disse à criança que ele estava lá.
Diana Rodrigues - 7.º C

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O QUE É A POESIA?
PARA MIM A POESIA pertence ao género literário mais elevado em termos de expressividade e musicalidade. É nestes textos que predomina a interioridade a subjectividade do autor. A poesia gera-se a partir de uma emoção, de sentimentos, de revolta de uma realidade interior muito intensa que faz com que o poeta, através de palavras, ritmo, exponha aos outros essa particular vivência… (Vitor, 10º ano) Poesia é uma forma de escrever mais profunda, é um desabafo do eu poético. Poesia é voar por entre um mundo diferente, ver para além da realidade, é fugir para o munda da verdade. Poesia não é rima, é musicalidade. Poesia é sentimento, e expressividade é algo que mexe com a minha sensibilidade… Cátia Martins - 10.º A Aprendi a pintar a maior beldade, junto de ti, o pincel fino e calmo A pintar e a ouvir o som suave dos pássaros e não paravam. O barulho calmo e refrescante do arvoredo. E os pássaros cantavam. És tu o meu infinito, és tu o meu ponto seguro, és tu o meu confidente… és tu o meu mundo mágico. Só perto de ti e abraçada a ti me sinto bem, ao som do violino, imagino um homem de idade só. Na floresta com humildade. Mas sem alguma amizade. Sozinho na escuridão da noite, e o violino toca, os pássaros cantam e gritam por socorro, mas mesmo assim ninguém ajuda o pobre homem… O homem é feliz pintando, descobrindo como uma flor cresce. Vendo como o tempo passa… O homem não é feliz, Apenas o tenta demonstrar ser. O homem vê uma folha rasgar-se em pedaços, Como o puzzle, mas não ignora, Ajuda-a.

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O homem não percebe a sua personalidade, pois ela não se expõe fisicamente. O homem não sabe o que é felicidade, apenas cumpre as regras da vida. O homem age, a floresta treme. Os pássaros cantam, as flores sorriem, E a vida do homem é eterna… Catarina Silva - 7.º C RIO CÁVADO Somos nós quem em ti Depositamos o pecado Somos nós quem te estragamos E permaneces tão calado! Apenas bramindo rebelde, sem obediência Como um condenado Tentando provar a tua inocência Ora sussurrando na brisa Ora explodindo nas rochas… Porque em ti vive a opacidade As árvores profanam e gritam “Mago, pecado, morte, dor” A voz voa e todos acreditam Como podem elas isso expor? Como podem elas isso dizer? Como podemos nós nisso confiar? Quando não existe nenhum culpado A não sermos nós. Sílvia Ribeiro - 10.º A AMAR É ir mais longe até ao sublime! É ter mãos para amparar Para além das nuvens voar… É não ser de alguém É ser entrega. É dar as mãos e acreditar Que o futuro não é o passado Que o presente será futuro É doce…

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POESIA
É ter saudade desse sol Que sempre brilha No nosso coração. Helena Silva – 10.º A RIO Nas tuas margens Onde as tuas águas Apagam as imagens De um amor que deixou mágoas Nas tuas águas correntes Flutuam eternas saudades De um intenso amor Perdido em dias de tempestade Mas no final do dia Há em nós calmaria Continuamos a procurar Como tu, rio, O nosso mar… Diana Ferreira – 10º A O rio Aquela janela A cor Que por entre ela Floresce o amor O rio Espelho da alma Que nasce Entre ramos A mais eterna Saudade O rio A alegria De quando rio O olhar daqueles Que o esperam Ó pura magia O rio A vida De quem o vive! Ana Rita Lopes – 10º A Se eu pudesse voar Nas asas da aurora Iria para não voltar A este mundo que chora Tudo para trás ficaria Até mesmo meu coração Para não mais cair na fantasia Desta tola ingénua paixão Saudades ficam, saudades vão Com apenas uma coisa na bagagem A chave do teu coração… Hélder Gonçalves – 10.º A Por muito que queira Por muito que tente Não encontro maneira De te fazer contente Por muito que me esforce Não te consigo demonstrar Esta dor é uma entorse Que o meu coração quer quebrar Se ao menos tudo fosse tão fácil Como os outros fazem parecer Talvez minha alma dócil Pudesse resplandecer. Rui Loureiro – 10.º A Quem disse que as crianças fazem Olhos como toda a gente Não sabem o que dizem Simplesmente mentem… As crianças são como as flores Não envelhecem Respiram, simplesmente! João Duarte – 10.º A
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TEXTO ARGUMENTATIVO
A Importância da Música
PODERÁ A ATRIBUIRSE à música o mais importante papel nas grandes descobertas da vida humana, e porquê? Porque esta interage directamente com a mente, com os sentimentos, com os desejos das pessoas. A música consegue chegar onde mais nenhuma linguagem chega, por ser mais abrangente que qualquer outra e por ter o dom de comunicar através do seu ritmo, melodia e harmonia na qual não existe o impedimento, como nos idiomas, de não se conseguir transmitir a sua mensagem. Actualmente existem estudos que garantem que a música tem fundamento terapêutico, através de ondas sonoras chega até ao cérebro com um poder extraordinário, a música estimula-o, leva ao seu relaxamento. Podendo então ser utilizada para o tratamento de pessoas nervosas, com dificuldade de concentração, comunicação e minimizar possíveis através da prevenção, reabilitação ou tratamento. Música é a arte que todos conhecem e usufruem, mas poucos são os que a sabem fazer. É incrivelmente fascinante a capacidade que a música tem de colocar os nossos mais puros sentimentos à flor da pele, fazendo assim, aflorar várias sequelas de doenças A MÚSICA OCUPA um sensações diferentes em neurológicas. Além papel determinante cada ser humano sem deste poder curativo, a na vida de quase toda que, muitas vezes, nem música também exerce a gente. Através dela tenhamos a percepção uma forte influência podemos alegrar a disso. A música tem um na linguagem, ela alma e apaziguar as poder incrível, consegue identifica as pessoas, perturbações da mente as culturas, através e do corpo. Esta faz parte fazer sentirmo-nos das manifestações da vida da humanidade, racionais e irracionais ao mesmo tempo, é culturais e os povos em seja em momentos de geral. Através dos mais dor ou alegria há sempre paradoxal, perturbadora, irritantemente doce e variados ritmos, a música na nossa mente uma suavemente pesada. identifica cada ser música para decorar Em conclusão, a música humano, por vezes pode esses momentos é um dos bens mais até mesmo funcionar particulares. Nos dias de preciosos que temos como elo de ligação hoje, a música é usada na vida, desde a música entre as pessoas. para facilitar e promover terapêutica à música Em suma, a música é o a comunicação, o que ouvimos todos os alimento da alma. Não é relacionamento, a dias. Assim, é realmente uma mera coincidência aprendizagem, a fácil compreender a o facto de o nosso corpo mobilização, a expressão, importância da música embalar ao ouvirmos um a organização, a fim de no nosso dia-a-dia, determinado ritmo. A atender as necessidades já que não existiriam música move e anima. A físicas, emocionais, composições, nem música muda-nos, torna- mentais, sociais e compositores, se a vida nos críticos, calados cognitivas, isto tem o não fosse possível ou ou faladores. A música nome de musicoterapia. não tivesse sentido, é simplesmente tudo A musicoterapia busca de tal forma que a aquilo que nos desperta. desenvolver funções do música, como meio de indivíduo para que este expressão, revela o ser Angelina Costa – 12.º A alcance uma melhor humano e sua realidade, qualidade de vida, defende ideais, conta
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histórias, mas acima de tudo influencia o ouvinte. pelos actos pouco ecológicos que se têm vindo a praticar, mas sim como um dever Ana Oliveira - 12.º A enquanto cidadãos. Um exemplo concreto onde é visível uma lacuna nas Protecção do declarações de YuQingtai Ambiente é a situação instaurada na Índia, que apesar TENDO EM CONTA de ser um país pouco a situação relativa desenvolvido,ocupa um ao aquecimento dos primeiros lugares global assim como como contribuidor para as consequências o aquecimento global, nefastas que dele através da intensa advêm, contrariamente, poluição que se faz às declarações de sentir no país. Aplicada YuQingtai, “Não é justo a situação de Qingtai que todos os países denotar-se-ia uma tenham o mesmo tremenda injustiça. peso no combate ao Concluindo, criar aquecimento global”, distinção entre países, todos os países se no que concerne encontram na obrigação ao combate do de o combater aquecimento global independentemente revela falta de percepção do seu grau de da sua real ameaça. desenvolvimento. Deste modo não devem Apesar de em termos médios os países desenvolvidos terem contribuído mais do que os países em desenvolvimento para o aquecimento global, o problema que enfrentamos é comum afectando tudo e todos sem distinção. E como tal todos devem contribuir para o solucionar. O combate ao aquecimento global não deve ser visto como um castigo, a aplicar aos países desenvolvidos ser definidas “sanções” mais pesadas para os países desenvolvidos, mas sim fazer uma distribuição de encargos justa e igualitária adaptada não só à situação económica mas, preponderantemente, às circunstâncias ambientais do país. plano com novas medidas que visem a minimização da taxa de emissões causadoras do efeito de estufa porque julgo o combate ao aquecimento global uma tarefa urgente. Tomando como exemplo a China, o país em desenvolvimento José Mendes – 12.º A onde se denota maior crescimento A POSIÇÃO CHINESA económico, face às providências ultrapassando inclusive que poderão vir a ser a maioria dos países determinadas, na reunião desenvolvidos, é dos países desenvolvidos verificável que a em Copenhaga, não sua matéria-prima apresenta, a meu é o petróleo, já que ver, coerência com os produtos que as necessidades exporta baseiam-se, ambientais emergentes maioritariamente, em a que as organizações materiais sintéticos, governamentais como o vestuário e os precisam dar resposta. aparelhos eléctricos. Primeiramente, defendo Assim sendo, a sua a determinação de um economia assenta na enorme quantidade de poluentes lançados para a atmosfera à conta da exploração dos combustíveis fósseis. Em segundo lugar, considero que os países em desenvolvimento não devem ser totalmente responsabilizados por garantir a aplicação das medidas demarcadas no seu espaço territorial. Então vejamos: os
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países desenvolvidos já atingiram maior estabilidade a nível económico, no entanto, não devem ser ilibados dos danos por quem são responsáveis durante a industrialização, visto que, de outra forma, não seria equitativo para com os países que constroem actualmente o seu poderio económico. Por estas razões, os países desenvolvidos devem contribuir com esta dinâmica, facilitando tecnologia e técnicas de preservação da sustentabilidade, bem como com apoios financeiros aos encargos relativos à sua implementação. Tais preocupações com o ambiente não podem ser encaradas como pretexto para travar as superpotências vindouras mas, pelo o problema com aqueles que pouco tiveram a ver com este grande assunto. Cabe aqueles com grande poder e que reconhecem a culpa, tentar lutar com ajuda Martinha Vale – 12.º A de todos os outros culpados, tentarem se redimir deste problema. DURANTE VÁRIOS É que já chega da ANOS a população falta de humildade e mundial vive das solidariedade perante injustiças cometidas pelas pessoas de grande aqueles que confiaram e que ajudaram estes poder, tentando tirar a serem líderes de proveito das pequenas qualquer nação. Ainda nações com está para vir o dia em tratados que todas as pessoas injustos serão capazes de se beneficiando entenderem umas às apenas um outras. Só assim todos dos lados. Muitos são os nós poderemos um dia lutar por um bem maior, anos em que assistimos “os perante assuntos que ricos a ficarem dizem respeito a todos nós, como é o caso do mais ricos, e aquecimento global. os pobres a Podemos dizer que o ficarem mais aquecimento global é pobres”. Até o assunto que está na mesmo hoje numa questão moda, mas que ninguém presta verdadeiramente que nos diz atenção a isso. Devemos respeito a sim preocuparmo-nos todos como com as nossas acções, a questão do aquecimento pois estas irão, um dia, pôr em risco a vida de global, muitas outras pessoas vemos que num futuro não muito os principais distante. causadores deste Pedro Torres – 12.º A problema estão a tentar fugir dos seus erros tentando diluir contrário, vistas como possibilidade de um crescimento responsável focado na qualidade de vida da população e das gerações futuras.
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TEXTO ARGUMENTATIVO
A Importância da Criatividade
objectos, de palavras, de novas decorações, da produção de novos conhecimentos, da A CRIATIVIDADE é o descoberta de inúmeras processo de mudança disciplinas e ideias, e de desenvolvimento etc., é fundamental que o ser humano para a criação de mais carece, e que não outras condições se manifesta só na essenciais ao sucesso expressão literária e das actividades diárias artística. do ser humano e para De uma forma muito a posterior evolução da clara, concisa e simplista, humanidade. podemos dizer que a Não obstante, a criatividade é o termo criatividade é essencial que mede o potencial em todos os aspectos e do Homem na sua acção factores que interferem quotidiana. Isto porque na qualidade de vida criar ou ser criativo, de um indivíduo e não através da invenção de apenas na literatura e na arte. Uma vez que a criatividade implica capacidade de percepção e de reflexão do meio envolvente, ela também é necessária nas acções mais simples, como a escolha de um rumo a seguir, uma decisão elementar ou mesmo a selecção de um meio para concretizar algo. Deste modo, constatamos que é a criatividade que marca a qualidade sócio-cultural de um indivíduo, de um grupo, de uma comunidade ou mesmo de uma nação. Em suma, a criatividade revela-se em tudo o que nos rodeia e em tudo o que podemos executar ou influenciar na sua execução, pois a vida é uma grande obra artística. Assim sendo, dado que a criação literária e artística marcam a cultura de uma forma inequívoca, a criatividade também se revela em muitas outras coisas e circunstâncias a que estamos todos sujeitos no nosso dia-a-dia.
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POEMA
A beautiful shadow That runs through the world It attacks and strikes In every boy and girl It’s something mysterious Something you can’t control It’s our minds enemy And our heart’s soul It makes us happy It makes us sad It gives you everything And it takes all you have It makes us go crazy Feel weak and naive It destroys our logic Everything leads us to believe You can’t destroy it Because it’s endless It’s everywhere, in everyone It’s the well of all happiness Something hard to explain It’s something that’s above The war, the fear or the hate Something I like to call… Love Elsa Remelhe – 9.º C

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LA SALLE EM BARCELONA
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PROJECTO MAGLEV NOS TRILHOS DE BARCELONA
A AVENTURA COMEÇOU com a partida de avião, desde o aeroporto Sá Carneiro, até Barcelona. Fomos desde logo bem recebidos pelos representantes da Universidade lassalista, os quais nos acompanharam na visita turística guiada que realizamos de autocarro, parando nos locais de maior interesse como é o caso de Sagat Cor Tibidabo, o Estádio do Barça, a Sagrada Família, Puerto Olímpico e o Bairro Gótico. A primeira paragem ocorreu no Sagrat Cor, onde pudemos estabelecer contacto com três dos quatro grupos que participaram connosco na viagem, nomeadamente um grupo do Colégio La Salle Buen Pastor – Jerez e dois grupos do Colégio La Salle Córdoba. Em Sagrat Cor foi possível disfrutar da imponente paisagem da bela e majestosa cidade que é Barcelona. Logo de seguida, dirigimo-nos a Camp Nou, no qual nos encontramos com o restante grupo LLuis Vicent Safont, representante da Universidade Aberta de La Salle Andorra (UOLS) e Jacques d´Huiteau, Conselheiro Geral da região lassallista Europa vindo do Colégio assim como as praças do Mediterráneo (RELEM). La Salle Berropze. O Porto Olímpico, nas quais Uma vez na fantástico estádio do pudemos “apreciar” um Universidade, diversos Barça assim como o bem requintado jantar cheio alunos e professores da galardoado museu foram de iguarias gourmet, mesma acompanharamos principais pontos de características da cultura nos numa visita interesse. Sem dúvida espanhola... guiada aos locais de o museu do barça No segundo dia, coube maior interesse no destacou-se pela colossal aos grupos participantes Campus, tais como quantidade de troféus fazerem uma breve o MediaLab, o maior laboratório de captura de movimento em tempo real (MoCamp) do Sul da Europa, o Ginásio, as Câmaras de acústica, os laboratórios de informática, entre muitos outros. Para além disso, foi feita uma breve apresentação do mais recente e inovador que presenciamos entre apresentação formal projecto implementado os quais as taças do do projecto realizado, –LSMaker –, um robô rei, taças da liga dos na Universidade La entregue a cada aluno campeões e os famosos Salle Barcelona. A nossa da universidade, no seis troféus ganhos apresentação teve, início do curso, para que, numa só época pela não só os aplausos no decorrer do mesmo, equipa catalã. Após esta próprios da ocasião, o aluno o modifique visita, dirigimo-nos para mas também diversas ao nível de software e a Sagrada Família. Aqui palavras de felicitações do hardware, de modo tivemos a oportunidade e congratulações pelos a, que no final de cada de assistir a uma palestra diversos organizadores, licenciatura, cada robô sobre a famosa obra convidados e seja o reflexo do grau de Gaudi, ainda por representantes de conhecimentos e terminar. Para finalizar da comunidade evolução do aluno seu o dia, percorremos as lassalista pelo mundo, “propietário” . ruas do Bairro Gótico nomeadamente Na mesma tarde,

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Área de Projecto

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ganharam maior testemunhada magnitude quando pelo nosso grupo abandonámos o local. foi extremamente No entanto, tivemos gratificante, não só ainda tempo para pelo reconhecimento visitar o Hard Rock do trabalho Café, for a rockin' good desenvolvido em time… tão conhecido torno do projecto mundialmente pelo mas também no que museu de música que concerne ao nosso incorpora. crescimento em iniciámos a viagem para o que estávamos à Na vinda para Portugal o saberes e valores. É Andorra, onde iriamos espera... Após o jantar voo foi inesperadamente deste modo que a passar o próximo dia. de despedida, onde atrasado ou devido aos personalidade se vai No decorrer da viagem discursou e agradeceu adeptos catalães que se moldando e abrindo fomos presenteados com o organizador do deslocavam para a final ao mundo para a maravilhosa paisagem concurso, Félix Riera, o da liga dos campeões que futuramente, e monumentos com que grupo dos participantes que se iria realizar dois possamos dar resposta nos deparávamos. Já foi conhecer as ruas que dias a seguir ou pela aos problemas que a em Andorra pudemos marcam o ambiente interferência da nuvem sociedade nos impõe.E, disfrutar de um passeio nocturno de Barcelona. de fumo libertada porque “o novo começa pelas ruas da cidade, No último dia decidimos, pelo vulcão islandês. em ti”, para o ano o qual culminou na juntamente com os Felizmente chegamos esperamos ver o La pizzaria para jantarmos. alunos participantes ao Colégio a tempo Salle Barcelinhos como No dia seguinte tivemos, do Colégio La Salle de de presenciar o final o grande vencedor então, a oportunidade Berropze, visitar a praça das comemorações da do LSDreams, com de fazer uma visita ao da Catalunha, na qual Semana do Fundador o espírito lassalista santuário de Merichellie pudemos comprar “los que teve como principal sempre presente e com aos Pirenéus, tão recuerdos” nas tendas atracção o Big Estrelas. a vontade de crescer conhecidos pelas suas que se estendiam ao Assim fica uma em todas as dimensões, longas pistas de gelo. longo das famosas descrição dos quatro para que possamos No entanto, como a Ramblas. Presenciámos dias em viagem, na fazer a diferença e época do ano já indicava, também os majestosos certeza de que o trazer algo de novo à não foi bem isso que lá monumentos, os melhor de Barcelona, humanidade. encontramos… Ainda confrontos entre os deixámos por contar. assim, a paisagem manifestantes catalães Concluímos, então, José Pedro Mendes e verde era igualmente e a polícia de choque. dizendo que experiência Martinha Vale - 12.º A transcendente. Apesar dos feridos que Almoçámos no centro ficámos a conhecer pelo comercial Pyrénées, noticiário, os conflitos O blog com os pormenores relativos ao o patrocinador do que presenciámos foram projeto: http://maglevprojecto.blogspot.com/ concurso, ao que pouco aparatosos, se seguiu a busca ouvimos alguns tiros O vídeo da viagem a Barcelona: http:// incessante às famosas e diversas pessoas a www.youtube.com/watch?v=dwvgJaR6-8I Tiendas de Andorra, fugirem da zona em que não eram bem conflito. Os confrontos
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Palestra

EDUCAÇÃO SEXUAL
NA MANHÃ DE 6.ª FEIRA, dia 11 de Fevereiro, dirigiram-se os alunos do 10.º e 12.º ano, para a segunda palestra de sexualidade proferida pelo Professor Doutor José Rui Alves, licenciado em Biologia e Geologia e Doutorado em Bioquímica pela Universidade do Minho, que lecciona, no âmbito do ensino secundário, a disciplina de Biologia e Geologia. Feitas as apresentações, seguiu-se a exploração do tema em modelo de conversa, repleto de espaço para dúvidas, comicidade, onde o único erro seria não participar. Visaram-se as facetas prática e subjectiva sobre a sexualidade, recorrendo a múltiplas vertentes de foro cultural, histórico, social, biológico, entre muitos outros, de forma a fundamentar a lógica das explicações dadas e a sugerir maior bagagem sobre o assunto. Numa perspectiva científica, procurouse evidenciar as características sexuais, no plano anatómico, que demarcam o ser humano, acedendo a recursos bastante elucidativos e bem
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orientados pelo palestrante. Ao nível sociocultural, houve uma abordagem livre e, simultaneamente, crítica, onde se questionou a veracidade das nossas convicções relativamente às diferenças entre sexos ou se tais se limitam a costumes, assim como, a necessidade da afectividade num sentido de enriquecer o acto sexual. Muito discutido foi, também, o misticismo envolto na experiencia sexual e verificou-se

que, de facto, inúmeros saberes dados como certos se provaram equívocos e incorrectos. Quando o tempo se aproximava do fim, proporcionou-se, ainda, a oportunidade de manejar vários métodos contraceptivos desde os mais usuais até àqueles providos de menor aplicabilidade. Chegada a hora prevista para terminar a palestra, os alunos mostraramse insatisfeitos pela sua brevidade, pelo que se sucedeu um prolongamento,

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efectiva e perfeitamente justificado pela segurança, maturidade e sabedoria com que o tema foi exposto a um público jovem, com toda a frontalidade e naturalidade que merece a sexualidade ser encarada e discutida visando a instrução em princípios e o crescimento de uma nova geração consciente e completa. Os nossos agradecimentos ao professor José Rui Alves, que de forma exímia conduziu os ouvintes até ao cerne da temática, e também ao professor Carlos Lopes, que possibilitou e organizou a sessão de esclarecimento fenomenalmente bemsucedida. Martinha Vale - 12.º A

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Opinião

VIAJAR
VIAJAR É, SEM DÚVIDA, uma óptima oportunidade de descoberta do outro, e também de si mesmo, pois viajar é uma oportunidade de descobrir sensações e emoções extraordinárias, nunca antes conhecidas. Conhecermo-nos a nós próprios, faz com que tenhamos a consciência daquilo que realmente somos, faz com que conheçamos os nossos limites, e faz também com que aumentemos a nossa auto-estima e auto-valorização. Desta forma, torna-se também uma boa oportunidade para mudarmos algumas características menos boas que possamos também descobrir em nós próprios. Viajar sozinho é um verdadeiro desafio, e, por vezes, os seres humanos sentem essa necessidade, pois é uma oportunidade de reflexão mas também uma oportunidade de enfrentar muitas situações pelas quais nunca passamos. Por exemplo, quando Jesus foi para o deserto sozinho, ele foi tentado várias vezes, e em nenhuma delas ele caiu na tentação, ou seja, ele foi suficientemente

Viajar sozinho é um verdadeiro desafio, e, por vezes, os seres humanos sentem essa necessidade, pois é uma oportunidade de reflexão mas também uma oportunidade de enfrentar muitas situações pelas quais nunca passamos. Por exemplo, quando Jesus foi para o deserto sozinho, ele foi tentado várias vezes, e em nenhuma delas ele caiu na tentação, ou seja, ele foi suficientemente seguro de si próprio de modo a não trair aquilo em que acreditava.
seguro de si próprio de modo a não trair aquilo em que acreditava. E é assim que nos vamos conhecendo a nós mesmos, colocandonos à prova, e o conhecimento verdadeiro do outro é uma mais-valia para a aceitação e compreensão do mundo que nos rodeia. Quero e assim, compreender também algumas atitudes de pessoas no mundo inteiro. Por exemplo, se uma pessoa que é contra a homossexualidade conhecer os motivos que levam um indivíduo homossexual a sê-lo, pode até ficar sensibilizada com a situação e compreender assim todos os homossexuais do mundo. Assim, penso que viajar é como mergulhar num poço de cultura, que com nos faz viver melhor connosco próprios e isto com o mundo, a partir dizer que, do conhecimento de quando conhecemos nós mesmos e dos realmente os motivos outros. que levam o outro a agir de determinada Adriana Figueiredo forma, podemos - 12.º A compreendê-lo melhor,

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superando todas as dificuldades. Da mesma forma,

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Opinião

EUTANÁSIA
NOS DIAS DE HOJE fala-se muito de eutanásia, enquanto, antigamente, falavase mais, talvez, em suicídio, resultante de uma decisão pessoal, em que a pessoa toma partido de o realizar sem o consentimento de ninguém, enquanto a eutanásia consiste na morte com recurso à
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O homem é, ou pelo menos deveria ser, autónomo e possuir liberdade suficiente para decidir por si só o que fazer com a sua vida. No entanto, o ser humano foi “uma doação” e não se “fez” a si próprio. Por isso mesmo, não lhe compete atribuir-se a possibilidade ética de se “desfazer” a si próprio.
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ajuda de. Para isso poder acontecer, necessita-se de uma lei que proteja tais profissionais de saúde. A eutanásia consiste na acção que implica tirar propositadamente a vida a uma pessoa, normalmente porque ela ou ele sofre de uma doença terminal ou incurável. E desta forma a pessoa em questão prefere ter uma morte mais rápida e menos dolorosa, do que estar a morrer aos poucos e com muita dor. Ao reflectirmos sobre este tema, surge-nos várias questões do tipo. Teremos o direito de utilizar a eutanásia como solução para terminar com o nosso sofrimento

e apressarmos a nossa morte?! Teremos a frieza de ver uma pessoa morrer aos poucos e nada fazer para acabar coma sua dor?!. Estas e muitas outras questões levantam sérios problemas a nível ético, religioso e cultural. Existe uma grande diversidade de argumentos religiosos, a favor e contra a eutanásia; existe, também, muitas religiões que partindo do princípio que é Deus que dá a vida, só a Ele compete decidir quando é o fim. No entanto, para mim penso que nenhuma lei religiosa deveria prevalecer sobre o direito de autonomia dos doentes. O homem é, ou pelo menos deveria ser,

autónomo e possuir liberdade suficiente para decidir por si só o que fazer com a sua vida. No entanto, o ser humano foi “uma doação” e não se “fez” a si próprio. Por isso mesmo, não lhe compete atribuir-se a possibilidade ética de se “desfazer” a si próprio. Em jeito de conclusão, a eutanásia mais do que a solução para um problema constituise em problema sério para a sociedade contemporânea. Defendida por uns e não aceite por outros, está longe de haver um consenso para esta tentativa de encurtar a vida de quem sofre. Adriana Santos - 12.º A

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As Tentações de Santo António Salvador Dali

Cláudia Gomes - 9.º C

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Ovo - Salvador Dalí

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José Carlos Lopes - 9.º A

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Tãnia Lopes - 9.º A

EXPRESSÃO VISUAL SARAU CULTURAL

A Vida - Pabo Picasso

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Bailarina II - Juan Miró

Flávio Miranda - 9.º B

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EXPRESSÃO VISUAL
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Mulher de Cabelos Amarelos - Pablo Picasso Ranato Cardoso - 9.º B

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Natureza Morta Numa Mesa com Pedestal - Salvador Dali Ondina Ribeiro - 9.º B

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EXPRESSÃO VISUAL
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Francisca Lopes - 9.º A Números e constelações em amor com uma mulher - Joan Miró

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Inês Freitas - 9.º C A Girafa a Arder - Salvador Dali

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EXPRESSÃO VISUAL
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Criança Geopolítica Assistindo ao Nascimento do Novo Homem – Salvador Dali Nuno Martins - 9.º C

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Presistência da Memória - Salvador Dali

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Hélder Cruz- 9.º C

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As Meninas - Pablo Picasso

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Adriana Cardoso - 9.º B

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Duas Mulheres Correndo na Praia - Pablo Picasso

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Elsa Ferreira - 9.º C

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Paisagem com Borboletas - Salvador Dali

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Raquel Oliveira - 9.º C

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EXPRESSÃO VISUAL
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Presistência da Memória - Salvador Dali Mafalda Cardoso - 9.º C

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O Carnaval do Arlequim - Joan Miró

Ana Monteiro - 9.º A

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Artes

EXPRESSÃO VISUAL
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Constelação - A Estrela da Manhã - Joan Miró

Catarina Senra - 9.º A

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André Silva, João Sousa, Margarida Pereira e Paulo Matos - 8.º C

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Artes

EXPRESSÃO VISUAL
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Patrício Simões, Pedro Silva e Silvana Carvalho - 8.º B

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Liliana Alves, Miguel Gomes e Vitor Ferreira - 8.º C
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R E V I S T A R U M O S # 3

Artes

EXPRESSÃO VISUAL
Máscaras do Mundo
“MÁSCARAS DO MUNDO” FOI REALIZADO no âmbito da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, através da “técnica do balão”. As máscaras foram desde sempre um elemento rico em expressividade e simbologia. Aparecem em várias partes do mundo ligadas a actos religiosos, culturais e recreativos. Muitas pessoas associam as máscaras ao Carnaval. A tradição de usar máscaras remete aos ancestrais rituais pagãos, nos quais se usavam máscaras para proteger dos espíritos malignos quando andavam vagueando. No Carnaval, elas servem para divertir ou para caracterizar personagens. Como tal, as máscaras têm uma forma e uma função.
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Esta Unidade de trabalho permitiu aos alunos transportarem imagens bidimensionais para objectos tridimensionais. Neste projecto trabalham inúmeros conteúdos da disciplina de EVT através da realização de construção/escultura, assim como, mostrar aos alunos a multi-culturidade das máscaras e as diferentes culturas entre países. Assim sendo, após um período de pesquisa sobre as diferentes máscaras que existem no mundo, e considerando que o desenho do rosto é o ponto de partida na elaboração do projeto para a máscara e que o Carnaval é uma época festiva com muita cor, pareceu ser pertinente que a seleção dos conteúdos a lecionar recaia sobre as proporções do rosto e a Luz/Cor. A realização deste projeto proporcionou uma grande motivação e empenho dos alunos para elaboração do mesmo e para a realização da exposição dos seus trabalhos.

N A W I K I P É D I A E

Professores António Morais e Joana Marques

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2 0 1 0 - 2 0 1 1

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Artes

Caricaturas

EXPRESSÃO VISUAL

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José Lopes - 9.º A

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Francisca Lopes - 9.º A

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3

Sara Vicente - 9.º B

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Mário Monteiro- 9.º B

Sana Biai - 9.º C

EXPRESSÃO VISUAL

Caricaturas

Artes

Inês Freitas - 9.º C

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Passatempos

BANDA DESENHADA

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R E V I S T A

R U M O S

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3

Passatempos

HUMOR
1- Durante uma cerimónia de casamento, uma menina pergunta à mãe: - Porque é que a noiva esta vestida de branco? -Porque ela está feliz… O branco é a cor da felicidade, da alegria… -Então, porque é que o noivo está vestido de preto? 2- Um casal janta num restaurante. No final de jantar, o marido chama o empregado: - Garçon! A posta de peixe que nos serviu não estava tão fresca como a que comemos no mês passado! -No entanto, senhor, o peixe era o mesmo! 3- -Que nota recebeu no ditado? -20 Valores. Zero erros. E tu? -20 Erros. Zero valores. Mas a minha mãe não vai desconfiar… Vou apagar os Erros. 4- O médico perguntou ao doente: -Desde quando é que o senhor se julga uma galinha? -Bem, desde que eu era um pintainho. 5- -Hoje, o trabalho correu bem, na escola? -Sim, sim, eu sabia as respostas certas, só que a professora marcou-me errado em todas. E sabes porquê, sabes? Porque ela não fez as perguntas certas! 6- -Papá, por que é que te casaste com a mamã? -Ah! Também tu fazes essa pergunta! 7- Carlitos, se tu me dizes mais uma vez “porquê”, eu zango-me! -Porquê, mamã? 8- Sobre precedências: -papá, quando eu nasci, quem é que me deu a minha inteligência? - De certeza que foi a tua mãe, porque eu ainda tenho a minha! 9- Este ano que pediste ao Pai Natal? Pedi-lhe que passasse por cá mais vezes. 10- Dois amigos conversam: -No outro dia, vi a tua noiva, mas ela não me viu! -Eu sei, ela disse-me. 11- Uma menina pergunta à mãe: -Diz-me uma coisa, Mamã! Quando estava na tua barriga, como é que tu sabias que eu me chamava Linda?
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12- O Hugo em casa a correr com uma fisga na mão. -Mamã, tu não querias conhecer os vizinhos? Parece-me que eles vêm aí! 13- Dois cavalos vão visitar um Jardim Zoológico. Ao passarem pela cerca das zebras, um deles sussurra: -Olha, aqui é onde metem os presos. 14- -Olha, construí um castelo com os meus cubos de madeira. -Mas eles estão todos espalhados pelo chão. -É assim mesmo…é um castelo em ruínas. 15- O Huguinho corre para a mãe. -A tenda do circo levantou voou, e creio que foi por culpa minha! -Que é que tu fizeste? -Mmm… Dei pó de espirrar a cheirar ao elefantes…! 16- -Bolas! Levei com um cocó de pombo na cabeça! -Tiveste sorte! Pois ainda bem que as vacas não voam! 17- -Adelina, tu que estiveste na Inglaterra no Verão passado, diz-nos como se chamava os habitantes desse país? -Não posso, não os conheço a todos! 18- Então, meninos, vimos que abaixo do litro, havia o mililitro, o centilitro e o decilitro. Alguém sabe dizer-me o que há ACIMA do litro? -Mmm… A rolha? 19- A minha vizinha é tão desagradável que, quando come um limão, é o limão que faz caretas. 20-Uma menina pergunta a um colega seu: -Sabias que os rapazes sabem menos coisas que as raparigas? -Hum… Não, não sabia. -Hi! Hi! Hi! Tás a ver como é verdade! Pedro Nascimento - 5.º B

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Colégio La Salle
BARCELOS

Rua Irmãos de La Salle - 4755-054 Barcelinhos BCL - Telefone - 253 831 249 Fax - 253 834 509 - www.lasalle.pt - 2010/2011

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