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DIREITO

DO
TRABALHO
COLETIVO
PROF. ME.
WILTON ANTONIO
MACHADO
JUNIOR

1
SEGURANÇA E
MEDICINA DO
TRABALHO

2
❖ As normas que tratam da proteção à saúde e
à segurança do trabalho são normas de ordem
pública (não cabe flexibilização para redução

MEIO
de direitos dos empregados).
❖ Art. 611-B, XVII da CLT.
AMBIENTE
DO Art. 611-B. Constituem objeto ilícito de
convenção coletiva ou de acordo coletivo de
TRABALHO trabalho, exclusivamente, a supressão ou a
redução dos seguintes direitos:
XVII - normas de saúde, higiene e segurança do
trabalho previstas em lei ou em normas
regulamentadoras do Ministério do Trabalho;
3
MEIO ❖ As partes da relação empregatícia,
AMBIENTE tanto empregador como empregado,
DO estão obrigadas a deixar o ambiente
TRABALHO de trabalho de forma segura e hígida.

4
Art. 157. CLT - Cabe às empresas:
I - cumprir e fazer cumprir as normas de
segurança e medicina do trabalho;
MEIO
II - instruir os empregados, através de
ordens de serviço, quanto às
AMBIENTE precauções a tomar no sentido de evitar
DO acidentes do trabalho ou doenças
ocupacionais;
TRABALHO III - adotar as medidas que lhes sejam
determinadas pelo órgão regional
competente;
IV - facilitar o exercício da fiscalização
pela autoridade competente.
5
Art. 158. CLT - Cabe aos empregados:
I - observar as normas de segurança e
medicina do trabalho, inclusive as
instruções de que trata o item II do artigo
MEIO anterior;
AMBIENTE
Il - colaborar com a empresa na aplicação
dos dispositivos deste Capítulo.
DO Parágrafo único - Constitui ato faltoso do
TRABALHO empregado a recusa injustificada:
a) à observância das instruções expedidas
pelo empregador na forma do item II do
artigo anterior;
b) ao uso dos equipamentos de proteção
individual fornecidos pela empresa.
6
❖ As Normas Regulamentadoras – NRs
são normas que advêm do texto legal da
CLT (Decreto Federal 5.452/43).
❖ Elas foram criadas para regulamentar os
artigos 154 a 201 do Capítulo V do Título
II da Consolidação das Leis de Trabalho
NORMAS
REGULAMENTADORAS (CLT) no âmbito da saúde e segurança
dos trabalhadores.
❖ As NRs têm como finalidade explicitarem
os procedimentos a serem seguidos
pelas empresas quando da contratação
dos funcionários, tendo em vista a
atividade por elas realizadas. 7
❖ Atualmente há 37 normas regulamentadoras.
Destas, apenas as NRs 2 e 27 estão
revogadas. São elas:
❖ NR 1 - Esta norma estabelece atribuições de
empregados e empregadores quanto à Saúde
e Segurança do Trabalho – SST;
❖ NR 2 - Dispõe sobre a inspeção prévia e
NORMAS
REGULAMENTADORAS aprovação de instalações.
❖ NR 3 - Estabelece os casos de embargo ou
interdição.
❖ NR 4 - Esta norma disciplina os Serviços
Especializados em Segurança e Medicina do
Trabalho – SESMT.
❖ NR 5 - Dispõe sobre a Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes – CIPA. 8
❖ NR 6 - Disciplina a utilização de EPI –
Equipamento de Proteção Individual.
❖ NR 7 - Dispõe sobre o Programa de Controle
Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO.
❖ NR 8 - Estabelece os requisitos técnicos a
serem observados nas edificações para
garantir a segurança e o conforto.
❖ NR 9 - Dispõe sobre o Programa de Prevenção
NORMAS
REGULAMENTADORAS de Riscos Ambientais – PPRA.
❖ NR 10 - Dispõe sobre as atividades em
instalações elétricas.
❖ NR 11 - Estabelece normas de segurança para
o transporte, manuseio, movimentação e
armazenagem de materiais.
❖ NR 12 - Estabelece normas de segurança no
trabalho em máquinas e equipamentos em
geral. 9
❖ NR 13 - Dispõe sobre a gestão da integridade
estrutural de caldeiras a vapor, vasos de
pressão, suas tubulações e tanques
metálicos.
❖ NR 14 - Dispõe sobre as diretrizes para
construção, operação e manutenção dos
fornos.
NORMAS
REGULAMENTADORAS ❖ NR 15 - Disciplina as atividades e operações
insalubres.
❖ NR 16 - Dispõe sobre as atividades e
operações perigosas.
❖ NR 17 - Estabelece sobre as condições
ergonômicas do trabalho.
❖ NR 18 - Trata sobre o meio ambiente de
trabalho na Indústria da Construção. 10
❖ NR 19 - Regulamenta as atividades
de fabricação, armazenamento e
transporte de explosivos.
❖ NR 20 - Dispõe sobre as atividades
com inflamáveis e líquidos
NORMAS combustíveis.
REGULAMENTADORAS
❖ NR 21 - Dispõe sobre as condições
do trabalho a céu aberto.
❖ NR 22 - Dispõe sobre segurança e
saúde ocupacional na mineração.
❖ NR 23 - Dispõe sobre a prevenção e
combate a incêndios. 11
❖ NR 24 - Dispõe sobre as condições
sanitárias e de conforto nos locais de
trabalho.
❖ NR 25 - Dispõe sobre a eliminação de
resíduos industriais nos locais de
trabalho.
NORMAS
REGULAMENTADORAS ❖ NR 26 - Disciplina a classificação,
rotulagem preventiva e ficha com dados
de segurança de produtos químicos.
❖ NR 27 – Revogada.
❖ NR 28 - Estabelece penalidades por
infrações às normas de segurança do
trabalho. 12
❖ NR 29 - Dispõe sobre primeiros socorros
a acidentados e sobre as condições de
segurança e saúde do trabalho dos
trabalhadores portuários.
❖ NR 30 - Dispõe sobre as condições de
segurança e saúde do trabalho nas
NORMAS
REGULAMENTADORES atividades de transporte aquaviário.
❖ NR 31 - Estabelece normas de SST nas
atividades de Agropecuária, Silvicultura,
Exploração Florestal e Aquicultura.
❖ NR 32 - Estabelece sobre as medidas de
proteção de segurança e saúde do
trabalho nos serviços de saúde. 13
❖ NR 33 - Estabelece sobre espaços
confinados.
❖ NR 34 - Estabelece sobre as atividades
da indústria de construção, reparação e
desmonte naval.
NORMAS
REGULAMENTADORES ❖ NR 35 - Dispõe sobre o trabalho em
altura.
❖ NR 36 - Dispõe sobre as atividades de
abate e processamento de carnes.
❖ NR 37 - Disciplina “Segurança e Saúde
em Plataformas de Petróleo”.
14
❖ “No contexto maior assecuratório do meio
ambiente equilibrado para todos, como
estabelece a Constituição (art. 225, caput),
uma vez que a definição geral de meio
MEIO ambiente abarca todo cidadão e, a de meio

AMBIENTE
ambiente do trabalho, todo trabalhador que
desempenha alguma atividade, remunerada
DO ou não, homem ou mulher, celetista,
TRABALHO autônomo ou servidor público de qualquer
espécie, porque realmente todos receberam
a proteção constitucional de um ambiente
de trabalho adequado e seguro, necessário
à sadia qualidade de vida” (MELO. 2008, p.
27). 15
❖ Prevê a Constituição Federal de 1988, que:

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e


rurais, além de outros que visem à melhoria de
sua condição social:
PREVISÃO (...)
XXII - redução dos riscos inerentes ao trabalho,
LEGAL E por meio de normas de saúde, higiene e

REGRAS
segurança;
XXIII - adicional de remuneração para as
GERAIS atividades penosas, insalubres ou perigosas, na
forma da lei;
(...)
XXVIII - seguro contra acidentes de trabalho, a
cargo do empregador, sem excluir a indenização
a que este está obrigado, quando incorrer em
dolo ou culpa. 16
❖ Os arts. 193 e 196 da Constituição
Federal, dispõem:

Art. 193. A ordem social tem como base o


PREVISÃO primado do trabalho, e como objetivo o
LEGAL E
bem-estar e a justiça sociais.

REGRAS Art. 196. A saúde é direito de todos e dever


GERAIS do Estado, garantido mediante políticas
sociais e econômicas que visem à redução
do risco de doença e de outros agravos e
ao acesso universal e igualitário às ações
e serviços para sua promoção, proteção e
recuperação.
17
❖ É imposta ao Estado pela Constituição
Federal a efetivação de medidas visem
PREVISÃO à redução do risco de doença e de

LEGAL E
outros agravos e ao acesso universal e
igualitário às ações e serviços para sua
REGRAS promoção, proteção e recuperação, que
GERAIS deverão ser implementadas pelos
Poderes Legislativo, Executivo e
Judiciário, cada um na sua esfera de
atuação.

18
❖ A Consolidação das Leis do Trabalho
PREVISÃO disponibiliza no Capítulo V, do Título II,

LEGAL E
normas relativas à segurança e
medicina do trabalho, contanto, os
REGRAS artigos da CLT são complementados
GERAIS com as convenções da Organização
Internacional do Trabalho (OIT) e
Portarias do Ministério do Trabalho.

19
❖ Será obrigatório exame médico, por conta
do empregador:
✓ I – admissional;
✓ II – demissional; e,
✓ III – periódicos (art. 168, CLT).
MEDIDAS ❖ Há possibilidade de realização, a critério
PREVENTIVAS médico, de exames médicos
DE MEDICINA complementares para apuração da
DO TRABALHO capacidade ou aptidão física e mental do
empregado para a função que deva
exercer (§ 2º, art. 168, CLT).
❖ O Ministério do Trabalho estabelecerá, de
acordo com o risco da atividade e o tempo
de exposição, a periodicidade dos exames
médicos (§ 3º, art. 168, CLT) 20
❖ O resultado dos exames médicos, inclusive
o exame complementar, será comunicado
ao trabalhador, observados os preceitos da
ética médica (§ 5º, art. 168, CLT).
❖O empregador manterá, no
MEDIDAS estabelecimento, o material necessário à
PREVENTIVAS prestação de primeiros socorros médicos,
DE MEDICINA
de acordo com o risco da atividade (§ 4º,
art. 168, CLT).
DO TRABALHO ❖ Será obrigatória a notificação das doenças
profissionais e das produzidas em virtude
de condições especiais de trabalho,
comprovadas ou objeto de suspeita (CAT –
Comunicação de Acidente do Trabalho)
(art. 169, CLT).
21
❖ A regulamentação dos EPI’s encontra-
se na NR-6 da Portaria do Ministério do
ENTREGA DE Trabalho n. 3.241/78, que considera EPI
EQUIPAMENTOS
DE PROTEÇÃO todo dispositivo ou produto, de uso
INDIVIDUAL individual utilizado pelo trabalhador,
(EPI’S) destinado à proteção de riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a
saúde no trabalho.

22
❖ O art. 166 da CLT obriga as empresas a
fornecerem os EPI’s aos empregados
gratuitamente. Porém, o simples
fornecimento do aparelho de proteção
ENTREGA DE pelo empregador não o exime do
EQUIPAMENTOS
DE PROTEÇÃO pagamento do adicional de
INDIVIDUAL insalubridade. Cabe-lhe tomar as
(EPI’S) medidas que conduzam à diminuição ou
eliminação da nocividade, entre as quais
as relativas ao uso efetivo do
equipamento pelo empregado (Súmula
289, TST).
23
❖ NR-6
❖ 6.3 A empresa é obrigada a fornecer aos
empregados, gratuitamente, EPI adequado
ao risco, em perfeito estado de
ENTREGA DE conservação e funcionamento, nas
EQUIPAMENTOS seguintes circunstâncias:
DE PROTEÇÃO ✓ a) sempre que as medidas de ordem geral
INDIVIDUAL não ofereçam completa proteção contra os
(EPI’S) riscos de acidentes do trabalho ou de
doenças profissionais e do trabalho;
✓ b) enquanto as medidas de proteção
coletiva estiverem sendo implantadas; e,
✓ c) para atender a situações de emergência.
24
❖ NR-6
❖ 6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI:
✓ a) adquirir o adequado ao risco de cada
atividade;
✓ b) exigir seu uso;
✓ c) fornecer ao trabalhador somente o
aprovado pelo órgão nacional competente em
ENTREGA DE matéria de segurança e saúde no trabalho;
EQUIPAMENTOS ✓ d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso
DE PROTEÇÃO adequado, guarda e conservação;
INDIVIDUAL ✓ e) substituir imediatamente, quando
(EPI’S) danificado ou extraviado;
✓ f) responsabilizar-se pela higienização e
manutenção periódica;
✓ g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade
observada.
✓ h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador,
podendo ser adotados livros, fichas ou
sistema eletrônico. 25
❖ NR-6
❖ 6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao
EPI:
❖ a) usar, utilizando-o apenas para a
ENTREGA DE finalidade a que se destina;
EQUIPAMENTOS
DE PROTEÇÃO ❖ b) responsabilizar-se pela guarda e
INDIVIDUAL conservação;
(EPI’S) ❖ c) comunicar ao empregador qualquer
alteração que o torne impróprio para
uso; e,
❖ d) cumprir as determinações do
empregador sobre o uso adequado.
26
❖ Nos termos do art. 189 da CLT, “serão
consideradas atividades ou operações
insalubres aquelas que, por sua
natureza, condições ou métodos de
ATIVIDADES trabalho, exponham os empregados a
INSALUBRES agentes nocivos à saúde, acima dos
limites de tolerância fixados em razão
da natureza e da intensidade do
agente e do tempo de exposição aos
seus efeitos”.

27
❖ Item 15.1.5 da NR-15:

Entende-se por "Limite de


Tolerância", para os fins desta
ATIVIDADES Norma, a concentração ou
INSALUBRES intensidade máxima ou mínima,
relacionada com a natureza e o
tempo de exposição ao agente, que
não causará dano à saúde do
trabalhador, durante a sua vida
laboral.
28
❖ Cabe ao Ministério do Trabalho a
indicação das condições e métodos de
trabalho que definem uma atividade
como insalubre. Para a fixação pelo
Ministério do Trabalho dos limites de
ATIVIDADES tolerância de cada agente insalubre,
INSALUBRES deverão ser considerados:
✓ I – a natureza do agente;
✓ II – a intensidade do agente; e,
✓ III- o tempo de exposição aos efeitos do
agente.
29
❖ O trabalho executado em condições
insalubres, em caráter intermitente, não
afasta, só por essa circunstância, o
direito à percepção do respectivo
adicional (Súmula 47, TST).
❖ Por força do disposto na CLT, o
ATIVIDADES
INSALUBRES Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)
elabora um quadro de atividades
insalubres, estabelecendo quais são os
agentes insalubres e, ainda, os vários
graus de insalubridade de cada um
deles, tendo em vista as condições do
ambiente de trabalho do empregado.30
❖ Tais agentes podem ser:
❑ físicos, como ruído excessivo, altas
temperaturas etc.;
ATIVIDADES ❑ químicos, como graxas, óleos,
INSALUBRES solventes, ácidos etc.;
❑ biológicos, que são agentes de
contaminação, como, por exemplo,
os encontrados em hospitais e
laboratórios de análises clínicas.
31
❖ Por meio da realização de uma perícia
técnica no local de trabalho, que será
possível a constatação ou não da
presença de agentes insalubres que
afetam a saúde do trabalhador (art. 195,
CLT).
ATIVIDADES ❖ Constatada pela perícia a insalubridade
INSALUBRES no local de trabalho, o empregado faz
jus ao adicional de insalubridade em
percentuais de 40%, 20% e 10%,
calculados sobre o salário-mínimo da
região, segundo se classifiquem nos
graus máximo, médio e mínimo,
respectivamente (art. 192, CLT).
32
❖ Eliminada ou neutralizada a insalubridade,
poderá o empregador deixar de pagar o
respectivo adicional, visto que, cessada a
causa, cessará o efeito. A eliminação ou a
neutralização da insalubridade ocorrerá:
✓ I - com a adoção de medidas que
conservem o ambiente de trabalho dentro
ATIVIDADES dos limites de tolerância;
INSALUBRES ✓ II - com a utilização de equipamentos de
proteção individual ao trabalhador, que
diminuam a intensidade do agente
agressivo a limites de tolerância (art. 191,
CLT).
✓ III - diminuído o grau de insalubridade, o
empregador poderá pagar adicional em
valor menor.
33
❖ Não basta a constatação da
insalubridade por meio de laudo
pericial para que o empregado
tenha direito ao respectivo
adicional, sendo necessária a
ATIVIDADES classificação da atividade insalubre
INSALUBRES na relação oficial elaborada pelo
Ministério do Trabalho (I, Súmula
448, TST).
❖ O adicional de insalubridade integra
a remuneração do empregado para
todos os efeitos; 34
❖O valor do adicional de
insalubridade, por ser pago
mensalmente, já remunera os dias
ATIVIDADES de descanso semanal remunerado
INSALUBRES e de feriados, não havendo o que
falar em reflexos; e,
❖ O adicional de insalubridade é base
de cálculo das horas extras.

35
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
RUÍDO

36
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
VIBRAÇÃO

Síndrome de Raynaut 37
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
FRIO Anexo nº 9: As atividades ou operações
executadas no interior de câmaras frigoríficas, ou
em locais que apresentem condições similares,
que exponham os trabalhadores ao frio, sem a
proteção adequada, serão consideradas
insalubres em decorrência de laudo de inspeção
realizada no local de trabalho. 38
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
AGENTES
QUÍMICOS
-
ANEXO Nº 11

39
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
POEIRAS
MINERAIS
-
ANEXO Nº 12

ASBESTO (AMIANTO), MANGANÊS E SÍLICA.


40
❑ Arsênico
❑ Carvão
❑ Chumbo
ATIVIDADES ❑ Cromo
INSALUBRES ❑ Fósforo
-
❑ Hidrocarbonetos e outros compostos
ANEXO Nº 13
de carbono
❑ Mercúrio
❑ Silicatos
❑ Anexo 13 A - Benzeno 41
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
AGENTES
BIOLÓGICOS
-
ANEXO Nº 14

42
❑ Caracterização por avaliação qualitativa.
❑ Insalubridade de grau máximo:
❖ Trabalho ou operações, em contato
ATIVIDADES permanente com:
INSALUBRES ❖ pacientes em isolamento por doenças
- infecto-contagiosas, bem como objetos
AGENTES de seu uso, não previamente
BIOLÓGICOS esterilizados;
❖ carnes, glândulas, vísceras, sangue,
- ossos, couros, pêlos e dejeções de
ANEXO Nº 14 animais portadores de doenças infecto-
contagiosas;
❖ esgotos (galerias e tanques); e
❖ lixo urbano (coleta e industrialização).
43
❑ Insalubridade de grau médio:
❖ Trabalhos e operações em contato
permanente com pacientes, animais ou
ATIVIDADES com material infecto-contagiante, em:
INSALUBRES ❖ hospitais, serviços de emergência,
- enfermarias, ambulatórios, postos de
AGENTES vacinação e outros estabelecimentos
BIOLÓGICOS destinados aos cuidados da saúde
- humana (aplica-se unicamente ao
pessoal que tenha contato com os
ANEXO Nº 14 pacientes, bem como aos que
manuseiam objetos de uso desses
pacientes, não previamente
esterilizados); 44
❖ hospitais, ambulatórios, postos de
vacinação e outros estabelecimentos
destinados ao atendimento e
ATIVIDADES tratamento de animais (aplica-se
INSALUBRES apenas ao pessoal que tenha contato
- com tais animais);
AGENTES ❖ contato em laboratórios, com animais
BIOLÓGICOS destinados ao preparo de soro,
- vacinas e outros produtos;
ANEXO Nº 14 ❖ laboratórios de análise clínica e
histopatologia (aplica-se tão-só ao
pessoal técnico);
45
❖ gabinetes de autópsias, de
anatomia e histoanatomopatologia
ATIVIDADES (aplica-se somente ao pessoal
INSALUBRES técnico);
- ❖ cemitérios (exumação de corpos);
AGENTES ❖ estábulos e cavalariças; e
BIOLÓGICOS ❖ resíduos de animais deteriorados.
-
ANEXO Nº 14

46
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
GRAUS DE
INSALUBRIDADE

47
ATIVIDADES
INSALUBRES
-
GRAUS DE
INSALUBRIDADE

48
❖ O art. 193 da CLT prevê que “são
consideradas atividades ou operações
perigosas, na forma da regulamentação
aprovada pelo Ministério do Trabalho e
Emprego, aquelas que, por sua natureza
ou métodos de trabalho, impliquem risco
ATIVIDADES acentuado em virtude de exposição
PERIGOSAS permanente do trabalhador a:
✓ I - inflamáveis, explosivos ou energia
elétrica; e,
✓ II - roubos ou outras espécies de
violência física nas atividades
profissionais de segurança pessoal ou
patrimonial”.
49
❖ O § 4º do art. 193 da CLT dispõe
ATIVIDADES que “são também consideradas
PERIGOSAS perigosas as atividades de
trabalhador em motocicleta”.

50
❑16.1 São consideradas atividades e
operações perigosas as constantes nos anexos
de 1 a 5 desta NR e Anexo Atividades perigosas
com radiações ionizantes ou substancias
radioativas.
❑Anexo 1: Atividades e operações com
explosivos;
ATIVIDADES ❑Anexo 2: Atividades e operações com
PERIGOSAS inflamáveis;
❑Anexo 3: Atividades e operações perigosas com
exposição a roubos ou outra espécies de violência
física nas atividades profissionais de segurança
pessoal ou patrimonial;
❑Anexo 4: Atividades e operações perigosas com
energia elétrica;
❑Anexo 5: Atividades perigosas em motocicletas.
51
❑16.2 O exercício de trabalho em condições de
periculosidade assegura ao trabalhador a
percepção de adicional de 30% (trinta por cento),
incidente sobre o salário, sem os acréscimos
resultantes de gratificações, prêmios ou
participação nos lucros da empresa.
ATIVIDADES ❑16.2.1 O empregado poderá optar pelo adicional
PERIGOSAS de insalubridade que porventura lhe seja devido.
❑16.3 É responsabilidade do empregador a
caracterização ou a descaracterização da
periculosidade, mediante laudo técnico elaborado
por Médico do Trabalho ou Engenheiro de
Segurança do Trabalho, nos termos do artigo 195
da CLT.
52
❑16.5 Para os fins desta Norma
Regulamentadora - NR são
consideradas atividades ou operações
perigosas as executadas com
ATIVIDADES explosivos sujeitos a:
PERIGOSAS ❑a) degradação química ou
autocatalítica;
❑b) ação de agentes exteriores, tais
como, calor, umidade, faíscas, fogo,
fenômenos sísmicos, choque e atritos.
53
❑16.6 As operações de transporte de
inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos,
em quaisquer vasilhames e a granel, são
ATIVIDADES consideradas em condições
periculosidade, exclusão para o transporte
de

PERIGOSAS em pequenas quantidades, até o limite de


200 (duzentos) litros para os inflamáveis
líquidos e 135 (cento e trinta e cinco) quilos
para os inflamáveis gasosos liquefeitos.

54
❖ Súmula nº 364 do TST:
ADICIONAL DE PERICULOSIDADE.
EXPOSIÇÃO EVENTUAL, PERMANENTE E
INTERMITENTE (inserido o item II) - Res.
209/2016, DEJT divulgado em 01, 02 e
03.06.2016.
ATIVIDADES I - Tem direito ao adicional de periculosidade o

PERIGOSAS
empregado exposto permanentemente ou que,
de forma intermitente, sujeita-se a condições de
risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se
de forma eventual, assim considerado o fortuito,
ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo
extremamente reduzido. (ex-Ojs da SBDI-1 nºs
05 - inserida em 14.03.1994 - e 280 - DJ
11.08.2003).
55
❖ Súmula nº 364 do TST
II - Não é válida a cláusula de acordo ou
convenção coletiva de trabalho fixando o
adicional de periculosidade em percentual
ATIVIDADES inferior ao estabelecido em lei e
proporcional ao tempo de exposição ao
PERIGOSAS risco, pois tal parcela constitui medida de
higiene, saúde e segurança do trabalho,
garantida por norma de ordem pública
(arts. 7º, XXII e XXIII, da CF e 193, §1º, da
CLT).
56
❖ Nos termos do art. 195 da CLT, a
periculosidade é apurada por meio de
perícia realizada por médico ou
engenheiro do trabalho, registrado no
ATIVIDADES Ministério do Trabalho.
❖ O trabalho realizado em condições
PERIGOSAS perigosas assegura ao empregado um
adicional de 30% sobre o salário sem os
acréscimos resultantes de gratificações,
prêmios ou participações nos lucros da
empresa (§ 1º, art. 193, CLT).
57
❖ O adicional de periculosidade para os
empregados que trabalham no setor de
energia elétrica é previsto pela Lei
7.369/85.
❖ O adicional de periculosidade integra a
ATIVIDADES remuneração do empregado, devendo
PERIGOSAS ser considerado para fins de cálculo de
indenização e de horas extras.
Importante constar que o referido
adicional não integra o cálculo do
sobreaviso, tendo em vista que durante
esse período o empregado não está sob
a condição de risco. 58
❖ Atividades e operações perigosas com
explosivos.

ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 1

59
❑3. São consideradas áreas de risco:
❑a) nos locais de armazenagem de pólvoras
químicas, artifícios pirotécnicos e produtos
químicos usados na fabricação de misturas
ATIVIDADES explosivas ou de fogos de artifício, a área
compreendida no Quadro n.º 2:
PERIGOSAS
-
ANEXO 1

60
❑1. São consideradas atividades ou
operações perigosas, conferindo aos
trabalhadores que se dedicam a essas
atividades ou operações, bem como aqueles
que operam na área de risco adicional de 30
ATIVIDADES (trinta) por cento, as realizadas:
PERIGOSAS
-
ANEXO 2

61
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 2

62
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 2

63
❑3. São consideradas áreas de risco:

ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 2

64
❑1.As atividades ou operações que
impliquem em exposição dos profissionais
ATIVIDADES de segurança pessoal ou patrimonial a
PERIGOSAS roubos ou outras espécies de violência
- física são consideradas perigosas.
ANEXO 3 ❑2.São considerados profissionais de
segurança pessoal ou patrimonial os
trabalhadores que atendam a uma das
seguintes condições:
65
❑a) empregados das empresas prestadoras de
serviço nas atividades de segurança privada ou
que integrem serviço orgânico de segurança

ATIVIDADES
privada, devidamente registradas e autorizadas
pelo Ministério da Justiça, conforme lei
PERIGOSAS 7102/1983 e suas alterações posteriores.
- ❑b) empregados que exercem a atividade de
ANEXO 3 segurança patrimonial ou pessoal em
instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias,
rodoviárias, aeroportuárias e de bens públicos,
contratados diretamente pela administração
pública direta ou indireta. 66
❑3.As atividades ou operações que expõem os
empregados a roubos ou outras espécies de
violência física, desde que atendida uma das
condições do item 2, são as constantes do quadro
abaixo:
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 3

67
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 3

68
ATIVIDADES
PERIGOSAS
- ❑1. Têm direito ao adicional de
ANEXO 4 periculosidade os trabalhadores:
- ❑a) que executam atividades ou operações
ATIVIDADES em instalações ou equipamentos elétricos
E energizados em alta tensão;
OPERAÇÕES ❑b) que realizam atividades ou operações
PERIGOSAS
COM com trabalho em proximidade, conforme
ENERGIA estabelece a NR-10;
ELÉTRICA
69
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
❑3. O trabalho intermitente é equiparado à
ANEXO 4
- exposição permanente para fins de
ATIVIDADES pagamento integral do adicional de
E periculosidade nos meses em que houver
OPERAÇÕES exposição, excluída a exposição eventual,
PERIGOSAS assim considerado o caso fortuito ou que
COM não faça parte da rotina.
ENERGIA
ELÉTRICA
70
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 4
-
ATIVIDADES
E
OPERAÇÕES
PERIGOSAS
COM
ENERGIA
ELÉTRICA
71
ATIVIDADES
PERIGOSAS
-
ANEXO 4
-
ATIVIDADES
E
OPERAÇÕES
PERIGOSAS
COM
ENERGIA
ELÉTRICA
72
❑1. As atividades laborais com utilização
ATIVIDADES de motocicleta ou motoneta no
PERIGOSAS deslocamento de trabalhador em vias
-
ANEXO 5 públicas são consideradas perigosas.
- ❑2. Não são consideradas perigosas, para
ATIVIDADES efeito deste anexo:
PERIGOSAS ❑a) a utilização de motocicleta ou
EM motoneta exclusivamente no percurso da
MOTOCICLETA residência para o local de trabalho ou deste
para aquela;
73
❑b) as atividades em veículos que não
necessitem de emplacamento ou que não
ATIVIDADES exijam carteira nacional de habilitação para
PERIGOSAS conduzi-los;
-
❑c) as atividades em motocicleta ou
ANEXO 5
- motoneta em locais privados.
ATIVIDADES ❑d) as atividades com uso de motocicleta
PERIGOSAS ou motoneta de forma eventual, assim
EM considerado o fortuito, ou o que, sendo
MOTOCICLETA habitual, dá-se por tempo extremamente
reduzido.
74
❖ Art. 392. A empregada gestante tem
direito à licença-maternidade de 120
(cento e vinte) dias, sem prejuízo do
emprego e do salário.
❖ § 4º É garantido à empregada, durante a
ATIVIDADES gravidez, sem prejuízo do salário e
PERIGOSAS demais direitos:
❖ I - transferência de função, quando as
condições de saúde o exigirem,
assegurada a retomada da função
anteriormente exercida, logo após o
retorno ao trabalho;
75
Art. 394-A. Sem prejuízo de sua
remuneração, nesta incluído o valor do
adicional de insalubridade, a
empregada deverá ser afastada de:
ATIVIDADES
PERIGOSAS I - atividades consideradas insalubres
em grau máximo, enquanto durar a
gestação; (Incluído pela Lei nº 13.467,
de 2017)

76
II - atividades consideradas insalubres em
grau médio ou mínimo, quando apresentar
atestado de saúde, emitido por médico de
confiança da mulher, que recomende o
afastamento durante a gestação; (Incluído
ATIVIDADES pela Lei nº 13.467, de 2017).
PERIGOSAS III - atividades consideradas insalubres em
qualquer grau, quando apresentar atestado
de saúde, emitido por médico de confiança
da mulher, que recomende o
afastamento durante a lactação. (Incluído
pela Lei nº 13.467, de 2017).
77
Art. 394-A. Sem prejuízo de sua
remuneração, nesta incluído o valor do
adicional de insalubridade, a empregada
ATIVIDADES deverá ser afastada de:
PERIGOSAS I - atividades consideradas insalubres em
grau máximo, enquanto durar a
gestação; (Incluído pela Lei nº 13.467, de
2017)

78
II - atividades consideradas insalubres em
grau médio ou mínimo, quando apresentar
atestado de saúde, emitido por médico de
confiança da mulher, que recomende o
afastamento durante a gestação; (ADI
ATIVIDADES 5938)
PERIGOSAS III - atividades consideradas insalubres em
qualquer grau, quando apresentar atestado
de saúde, emitido por médico de confiança
da mulher, que recomende o
afastamento durante a lactação. (ADI
5938).
79
80
❖ Não é possível a cumulação de
IMPOSSIBILIDADE
DE CUMULAÇÃO adicional de periculosidade e
DOS ADICIONAIS DE insalubridade, devendo o
PERICULOSIDADE E
DE INSALUBRIDADE empregado optar por um deles (§
2º, art. 193, CLT).

81
Orientação Jurisprudencial 165/TST-
SDI-I - Prova pericial. Perícia.
Engenheiro ou médico. Adicional de
insalubridade e periculosidade.
Válido. CLT, art. 189 e CLT, art. 195.
ADICIONAIS DE O art. 195 da CLT não faz qualquer
PERICULOSIDADE E
DE INSALUBRIDADE distinção entre o médico e o engenheiro
para efeito de caracterização e
classificação da insalubridade e
periculosidade, bastando para a
elaboração do laudo seja o profissional
devidamente qualificado.
82
SUMÚLA Nº 341 - HONORÁRIOS DO
ASSISTENTE TÉCNICO
ADICIONAIS DE A indicação do perito assistente é
PERICULOSIDADE E faculdade da parte, a qual deve
DE INSALUBRIDADE
responder pelos respectivos honorários,
ainda que vencedora no objeto da
perícia.

83
SÚMULA Nº 293 - ADICIONAL DE
INSALUBRIDADE. CAUSA DE PEDIR.
AGENTE NOCIVO DIVERSO DO
APONTADO NA INICIAL
ADICIONAIS DE A verificação mediante perícia de
PERICULOSIDADE E
DE INSALUBRIDADE prestação de serviços em condições
nocivas, considerado agente insalubre
diverso do apontado na inicial, não
prejudica o pedido de adicional de
insalubridade.

84
OJ 173, SDI-I - TST.
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE.
ATIVIDADE A CÉU ABERTO.
EXPOSIÇÃO AO SOL E AO CALOR.
(redação alterada na sessão do Tribunal
Pleno realizada em 14.09.2012) – Res.
ADICIONAIS DE
PERICULOSIDADE E 186/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e
DE INSALUBRIDADE 27.09.2012
I – Ausente previsão legal, indevido o
adicional de insalubridade ao trabalhador em
atividade a céu aberto, por sujeição à radiação
solar (art. 195 da CLT e Anexo 7 da NR 15 da
Portaria Nº 3214/78 do MTE).
85
OJ 173, SDI-I - TST.

II – Tem direito ao adicional de


ADICIONAIS DE insalubridade o trabalhador que exerce
PERICULOSIDADE E atividade exposto ao calor acima dos
DE INSALUBRIDADE
limites de tolerância, inclusive em
ambiente externo com carga solar, nas
condições previstas no Anexo 3 da NR 15
da Portaria Nº 3214/78 do MTE.
86
OJ 121. SDI-I – TST
Orientação Jurisprudencial 121/TST-
SDI-I - Sindicato. Substituição
processual. Diferença do adicional de
ADICIONAIS DE insalubridade. Legitimidade. CLT, art.
PERICULOSIDADE E
DE INSALUBRIDADE 189 e CLT, art. 195, § 2º.
O sindicato tem legitimidade para
atuar na qualidade de substituto
processual para pleitear diferença de
adicional de insalubridade.
87
Súmula nº 447 do TST
ADICIONAL DE PERICULOSIDADE.
PERMANÊNCIA A BORDO DURANTE O
ABASTECIMENTO DA AERONAVE.
INDEVIDO.
ADICIONAIS DE Os tripulantes e demais empregados em
PERICULOSIDADE E
DE INSALUBRIDADE serviços auxiliares de transporte aéreo
que, no momento do abastecimento da
aeronave, permanecem a bordo não têm
direito ao adicional de periculosidade a
que aludem o art. 193 da CLT e o Anexo 2,
item 1, "c", da NR 16 do MTE.
88
Súmula nº 453 do TST
ADICIONAL DE PERICULOSIDADE.
PAGAMENTO ESPONTÂNEO.
CARACTERIZAÇÃO DE FATO
INCONTROVERSO. DESNECESSÁRIA A
PERÍCIA DE QUE TRATA O ART. 195 DA CLT.
ADICIONAIS DE
PERICULOSIDADE E O pagamento de adicional de periculosidade
DE INSALUBRIDADE efetuado por mera liberalidade da empresa,
ainda que de forma proporcional ao tempo de
exposição ao risco ou em percentual inferior ao
máximo legalmente previsto, dispensa a
realização da prova técnica exigida pelo art. 195
da CLT, pois torna incontroversa a existência do
trabalho em condições perigosas.
OJ-SDI1-385. ADICIONAL DE
PERICULOSIDADE. DEVIDO.
ARMAZENAMENTO DE LÍQUIDO
INFLAMÁVEL NO PRÉDIO. CONSTRUÇÃO
VERTICAL.
É devido o pagamento do adicional de
ADICIONAIS DE
PERICULOSIDADE E periculosidade ao empregado que desenvolve
DE INSALUBRIDADE suas atividades em edifício (construção
vertical), seja em pavimento igual ou distinto
daquele onde estão instalados tanques para
armazenamento de líquido inflamável, em
quantidade acima do limite legal,
considerando-se como área de risco toda a
área interna da construção vertical.
90
OBRIGADO!!!

91

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