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NUTRIÇÃO (301)

PROIBIDO FOLHEAR ESTE CADERNO ANTES DA AUTORIZAÇÃO PARA O INÍCIO DA PROVA


Além deste caderno de 25 questões, você recebeu:
- um cartão-resposta personalizado com questões de múltipla escolha com quatro alternativas.

Duração máxima da prova: 2 horas


Autorização para deixar o local de prova: após 1 hora do início da prova

INSTRUÇÕES DA PROVA OBJETIVA

1) Na mesa, são permitidos apenas este caderno, o cartão-resposta e a caneta esferográfica transparente de tinta
preta ou azul. Demais pertences devem estar devidamente guardados embaixo da carteira.
2) Terminada a prova, entregue este caderno e o cartão-resposta ao fiscal de sala.
3) Os três últimos candidatos somente poderão deixar a sala juntos, até que o último entregue a prova. Os três
deverão assinar a ata de sala, atestando a idoneidade e a regularidade da finalização da prova.

NO CARTÃO-RESPOSTA:
4) Confira os seus dados pessoais, número de inscrição e cargo/programa escolhido.
5) Assine e transcreva a frase assim que o receber (cartões entregues sem a assinatura e/ou sem a transcrição da
frase NÃO serão corrigidos).
6) Marque a alternativa correta de acordo com a ilustração instrutiva (a bolinha deve estar completamente
preenchida, caso contrário sua resposta poderá não ser computada. Somente as respostas nele assinaladas
serão objeto de correção).
Atenção: Por motivo de segurança, o candidato NÃO poderá anotar seu gabarito em nenhum outro local que não seja
seu cartão-resposta.

NO CADERNO DE QUESTÕES:
7) Verifique, somente após autorização do início da prova, a numeração das questões e das páginas (havendo
irregularidade no material, comunique ao fiscal de sala).
8) Não arranque, destaque ou rasgue nenhuma folha ou parte dela.

Atenção: Por motivo de segurança, este caderno NÃO poderá ser levado pelo candidato em nenhum momento.

Todos os casos e nomes utilizados nas provas do CEPUERJ são fictícios.

ORGANIZADOR
RESIDÊNCIA SAÚDE UERJ - 2022 NUTRIÇÃO (301) - PROVA OBJETIVA

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)

1) A organização do SUS prevê que as ações e serviços de saúde serão organizados de forma
regionalizada e hierarquizada, em níveis de complexidade crescente, e sob direção única, exercida em
cada esfera de governo pelos entes correspondentes, sendo facultado aos municípios:

a) abdicar do princípio da direção única e dos respectivos atos constitutivos que disporão sobre sua
observância
b) constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes
correspondam
c) organizar-se em comissões intersetoriais de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas
voltadas para a cobertura total das ações de saúde
d) celebrar convênios intermunicipais com a iniciativa privada a fim de propor prioridades, métodos e
estratégias para a formação e educação continuada dos recursos humanos e para a cooperação
técnica entre essas instituições

2) O SUS conta, em cada esfera de governo, com as seguintes instâncias colegiadas:

a) Consórcio e Plano de Saúde


b) Conselho de Usuários e de Trabalhadores
c) Conferência de Saúde e Conselho de Saúde
d) Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite

3) A Política de Saúde Integral da População Negra requer que todas as suas estratégias de gestão
estejam em permanente interação com as demais políticas do Ministério da Saúde (MS) relacionadas à
promoção da saúde, ao controle de agravos e à atenção e cuidado em saúde, em virtude de seu caráter:

a) transversal
b) multifatorial
c) interseccional
d) pluridirecional

4) De acordo com o disposto na Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, a internação psiquiátrica será
indicada apenas quando:

a) for solicitada pelo paciente


b) for solicitada pelo médico assistente
c) os recursos extra-hospitalares forem complementares
d) os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes

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5) Um homem transexual buscou atendimento em uma unidade da atenção primária de um estado da


região sudeste com fins de orientação sobre hormonização e acesso à cirurgia de mamoplastia
masculinizadora, mas não conseguiu ter suas demandas absorvidas pela instituição e não pôde ser
encaminhado para uma unidade especializada de saúde da atenção terciária. Isso ocorreu porque o(a):

a) pactuação tripartite não foi conduzida para elaborar os protocolos clínicos acerca do implante de
próteses de silicone para travestis e transexuais
b) ente estadual não implementou a política LGBT no seu território e não conduziu os processos de
pactuação sobre a temática LGBT na Comissão Intergestores Bipartite
c) ente municipal não tomou as providências necessárias para instituir práticas educativas na rede de
serviço do SUS para melhorar a visibilidade e o respeito às pessoas LGBTQIA+
d) MS conduziu os processos de pactuação sobre a temática LGBT no âmbito da Comissão Intergestores
Bipartite, mas não obrigou os estados a organizarem a assistência em seus territórios

NUTRIÇÃO

6) Gestante de 13 anos, com 20 semanas de gestação, foi encaminhada ao ambulatório de nutrição


para a primeira consulta de acompanhamento pré-natal. A menarca se deu aos 12 anos e o índice de
massa corporal (IMC) pré-gestacional encontra-se adequado. Em relação ao tratamento nutricional da
gestante adolescente, é correto afirmar que:

a) para o cálculo de energia para gestantes adolescentes, deve-se multiplicar o gasto energético basal
(GEB) pelo fator 1,01, de modo a garantir o crescimento e desenvolvimento da adolescente
b) para gestantes adolescentes de baixa estatura (< 1,45m), é necessário programar o limite superior de
ganho de peso na gestação de acordo com a categoria do IMC pré-gestacional
c) adolescentes que engravidam com menos de dois anos pós-menarca não apresentam riscos para o
baixo peso ao nascer da criança se o peso pré-gestacional estiver adequado
d) a necessidade de conhecer o IMC pré-gestacional é opcional, pois há ausência de relação entre peso
e/ou estatura da gestante adolescente com o peso ao nascer da criança

7) A constipação intestinal acomete grande parte da população pediátrica e interfere diretamente na


ingestão alimentar, podendo gerar dores abdominais, desconforto e náuseas. No tratamento da
constipação intestinal em crianças, é indicado(a):

a) consumo de fibras igual ao de crianças saudáveis, de 25g/dia de fibras, incluindo fibras solúveis e
insolúveis, para crianças de 1 a 8 anos de idade
b) consumo de líquidos de 1,5mL/kcal, sendo 50% da ingestão proveniente de água, com exceção de
lactentes em aleitamento materno
c) utilização de medicamentos laxativos do tipo formadores de massa, como lactulose, sorbitol e
hidróxido de magnésio
d) dieta normocalórica, com valores adequados de proteínas, carboidratos, lipídios e pobre em fibras

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8) Em lactentes com diagnóstico de alergia à proteína do leite de vaca (APLV), a manutenção do


aleitamento materno exclusivo deve ser priorizada até os 6 meses de vida. No entanto, em caso de
interrupção do aleitamento materno, o Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar (2018) preconiza o
uso de fórmulas hipoalergênicas. As fórmulas adequadas para crianças menores de um ano que podem
ter indicação no tratamento dietético da alergia às proteínas do leite de vaca são:

a) à base de aminoácidos e parcialmente hidrolisadas


b) à base de soja e à base de leite de cabra
c) somente as parcialmente hidrolisadas
d) à base de aminoácidos

9) A avaliação do estado nutricional tem como objetivo identificar os distúrbios nutricionais, possibilitando
uma intervenção adequada de forma a auxiliar na recuperação e/ou manutenção do estado de saúde do
indivíduo. Em relação aos métodos de avaliação do estado nutricional, sabe-se que:

a) um parâmetro isolado não caracteriza a condição nutricional geral do indivíduo, é necessário empregar
uma associação de vários indicadores para precisão e acurácia do diagnóstico nutricional
b) parâmetros de exame laboratorial evidenciam alterações bioquímicas precocemente, por isso podem
ser utilizados isoladamente para estabelecer diagnóstico nutricional
c) antropometria é a medida do tamanho corporal e de suas proporções, configurando-se como um dos
indicadores indiretos do estado nutricional
d) massa tecidual humana pode ser quimicamente separada em dois grupos: massa gorda e massa
magra. Extraindo a gordura corporal do peso total do indivíduo, obtém-se a massa magra, que é
constituída apenas por proteínas

10) Ao realizar exame físico em um paciente com diagnóstico de desnutrição energético-proteica, um


nutricionista observa presença de atrofia das papilas linguais, palidez da pele, unhas quebradiças e
coiloníquias. Mediante esses sinais associados à desnutrição, é possível que este paciente tenha
deficiência de:

a) vitamina A
b) vitamina C
c) zinco
d) ferro

11) Mulher de 34 anos, pesando 85kg, altura de 1,60m, apresentou nos exames laboratoriais: glicemia
de jejum = 117mg/dL; glicemia 2 horas pós-teste de tolerância à glicose = 213mg/dL; hemoglobina
glicada = 6,7%; triglicerídeos = 130mg/dL; LDL-colesterol = 172mg/dL; HDL = 55mg/dL. Com base no
histórico, a paciente possui:

a) obesidade grau II; diabetes; hiperlipidemia isolada


b) obesidade grau I; pré-diabetes; hiperlipemia mista
c) obesidade grau I; diabetes; hipercolesterolemia isolada
d) obesidade grau II; pré-diabetes; hipercolesterolemia mista

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12) A anemia falciforme é caracterizada pela síntese defeituosa de hemoglobina, o que produz eritrócitos
em formato de foice que ficam retidos nos capilares e não transportam bem o oxigênio. Pacientes e suas
famílias devem receber instruções sobre como desenvolver uma alimentação balanceada, fornecendo
energia e nutrientes suficientes para o crescimento e o desenvolvimento. Dentro desse contexto, é
recomendado prescrever:

a) restrição energética para esses pacientes, pois a doença é caracterizada pelo hipometabolismo
b) dieta suplementada com vitamina B12, 400 a 600µg, para repor as células que são constantemente
destruídas
c) suplementação de ferro para aumentar a produção de novos eritrócitos, priorizando alimentos de
origem animal
d) suplementação de zinco (10mg/dia) que pode evitar o déficit de crescimento e aumentar a afinidade
dos eritrócitos pelo oxigênio

13) Uma paciente com diabetes tipo 1, em uso de insulina, vem apresentando constantemente
hiperglicemia de jejum nas últimas semanas. Foi solicitada glicemia entre 2h e 3h da madrugada, que
veio com resultado de hipoglicemia. Neste caso, a causa desta hiperglicemia é o:

a) efeito Dawn
b) efeito Somogyi
c) fenômeno do entardecer
d) fenômeno do amanhecer

14) A insuficiência renal aguda (IRA) é uma importante complicação da covid-19 em pacientes internados
em unidades de terapia intensiva. Considerando os inúmeros fatores que podem contribuir para a
depleção nutricional do paciente com IRA, o suporte nutricional torna-se intervenção essencial, visando
prover quantidade adequada de energia e nutrientes. Nesse contexto, a recomendação correta é de:

a) 2g/kg/dia de lipídeos, sob a forma de triglicerídeos de cadeia média


b) 3 a 5g/kg/dia de carboidratos, atingindo no máximo 7g/kg/dia
c) 1 a 1,5g/kg/dia de proteína para pacientes sem diálise
d) 5 a 45kcal/kg/dia, devido ao intenso catabolismo

15) A insuficiência cardíaca (IC) é a via final comum da maioria das cardiopatias. A orientação nutricional
tem fundamental importância no tratamento de pacientes com IC, contribuindo para maior equilíbrio da
doença, melhorando a capacidade funcional e a qualidade de vida, com impacto positivo na
morbimortalidade. Para a orientação nutricional de pacientes com IC, deve-se considerar a:

a) necessidade energética estimada, levando-se em conta 32kcal/kg de peso/dia para pacientes com
estado nutricional adequado e 28kcal/kg de peso/dia para pacientes nutricionalmente depletados
b) diminuição das concentrações de triglicerídeos e a prevenção da fibrilação atrial e da mortalidade
desses pacientes com a suplementação de 1g/dia de ácido graxo linoleico
c) restrição hídrica convencional de 2000mL/dia e, em pacientes gravemente descompensados, pode-se
fazer uma restrição mais rígida de 1000-1500mL/dia
d) restrição de sódio de 2-3g/dia e, em pacientes gravemente descompensados, a restrição é < 500mg/dia

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16) Nas doenças inflamatórias intestinais (DII), a tolerância individual deve ser levada em conta, sempre
tendo como objetivo principal a preservação de um bom estado nutricional. Uma das características da dieta
para DII é ser:

a) hipolipídica, oferecendo até 25% das calorias totais


b) isenta em lactose, oferecendo mono e dissacarídeos
c) antifermentativa, evitando alimentos como sementes oleaginosas
d) pobre em fibras solúveis, evitando a ação das bactérias intestinais

17) Paciente do sexo masculino, 58 anos, comerciante, branco, com diabetes tipo 2 há mais de 10 anos,
pesando atualmente 98kg, altura de 1,78m, circunferência da cintura de 111cm, foi encaminhado para a
consulta com o hepatologista por conta de “alterações nos exames do fígado”. Ultrassonografia de abdômen
superior apresentou fígado de dimensões aumentadas, ecogenicidade aumentada, textura heterogênea,
presença de esteatose hepática, caracterizando doença hepática gordurosa não alcoólica. Para este paciente,
a conduta dietoterápica deve ser dieta:

a) hipocalórica, normoproteica, hiperglicídica e hipolipídica


b) hipercalórica, normoproteica, hipoglicídica e hipolipídica
c) normocalórica, hiperproteica, normoglicídica e hipolipídica
d) hipocalórica, normoproteica, normoglicídica e hipolipídica

18) Homem, 50 anos, pesando 50kg, altura de 1,80m, apresentou-se ao serviço de emergência com início
súbito de hematêmese. Ele relatou uma história de 2 meses de dor epigástrica, diarreia fétida e consumo de
meio litro de vodca por dia, durante 15 anos. Resultados dos testes laboratoriais, incluindo lipase sérica e
testes de função hepática, estavam dentro dos limites normais. A tomografia computadorizada do abdômen
mostrou extensa calcificação do pâncreas, sem evidência de edema pancreático ou coleção de líquido
peripancreático, e achados consistentes com pancreatite calcificada crônica. A orientação nutricional para
este paciente deve ser:

a) 30% do valor energético total (VET) de lipídeos se bem tolerado. Caso a esteatorreia persistir, restringir
para 20% VET, com acréscimo de triglicerídeo de cadeia média
b) suplementação de vitaminas hidrossolúveis, como tiamina, ácido fólico, riboflavina e ácido nicotínico
devido a esteatorreia
c) iniciar a dieta com 35kcal/kg/dia de energia e 1,5g de proteína/kg/dia para recuperação do estado
nutricional
d) suplementação de vitaminas lipossolúveis e minerais como cálcio, zinco e magnésio devido a etilismo
crônico

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19) A quimioterapia e a radioterapia causam efeitos adversos aos pacientes, entre eles, toxicidade ao
trato gastrointestinal (TGI) que provoca reações como náusea, vômito, disfagia, mucosite, diarreia,
constipação, alteração no paladar, xerostomia e alteração na absorção de nutrientes. Ambos os
tratamentos podem acarretar redução da ingestão alimentar, além da ocorrência de aversões alimentares
específicas. Diante desse cenário, recomenda-se:

a) reduzir o fracionamento e aumentar o volume das refeições em caso de disfagia


b) evitar o uso de chicletes, balas mentoladas, gelo e picolés em caso de xerostomia
c) evitar preparações frias, geladas ou em temperatura ambiente em caso de mucosite
d) evitar temperaturas extremas e aumentar o consumo de líquidos em caso de diarreia

20) Homem de 57 anos, pós-transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH), está sendo atendido
no ambulatório de nutrição. Em sua ficha de acompanhamento, consta que o paciente tem indicação de
ganho de peso. Durante anamnese alimentar, foi observado que, nos últimos três dias, sua ingestão oral
reduziu para menos de 70% das suas necessidades nutricionais devido à presença de esofagite.
Considerando essas informações, as necessidades calóricas, as hídricas e a via de acesso a serem
utilizadas na terapia nutricional para este paciente, respectivamente, são:

a) 30 a 35kcal/kg / 30mL/kg / oral


b) 25 a 30kcal/kg / 30mL/kg / oral
c) 25 a 30kcal/kg / 35mL/kg / enteral
d) 30 a 35kcal/kg / 35mL/kg / enteral

21) A terapia de nutrição enteral (TNE) é um conjunto de procedimentos terapêuticos empregados para
manutenção ou recuperação do estado nutricional que pode apresentar complicações. As complicações
gastrintestinais e metabólicas da TNE, respectivamente, são:

a) diarreia / pneumonia infecciosa


b) estase gástrica / desidratação
c) esofagite / hipoglicemia
d) hiperglicemia / vômito

22) Homem de 43 anos, pesando 50kg, altura de 1,70m, sofreu acidente vascular encefálico. Encontra-
se inconsciente, estável hemodinamicamente, TGI funcionante, porém com gastroparesia. Baseado
nessas informações, o nutricionista definiu a classificação do estado nutricional do paciente segundo seu
IMC e decidiu iniciar logo a terapia nutricional. O registro correto do nutricionista em seu prontuário,
mostra que o paciente apresenta:

a) magreza grau I, programado início de terapia nutricional enteral, com sonda pós-pilórica
b) magreza grau II, programado início de terapia nutricional enteral, com sonda gástrica
c) magreza grau I, programado início de terapia nutricional parenteral periférica
d) magreza grau II, programado início de terapia nutricional parenteral total

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23) As frutas podem ser classificadas pelo teor de glicídios, agrupadas em dois grupos: A (de 5% a 10%
de glicídios) e B (de 15 a 20% de glicídios). Em função da safra, o nutricionista responsável pelo
planejamento de um hospital precisou substituir a sobremesa melão, da dieta “normal”, por uma das
frutas disponíveis em estoque. Entre as opções de frutas disponíveis na câmara, a opção do mesmo
grupo que melhor substituiu o melão é a:

a) uva
b) laranja
c) banana
d) nêspera

24) Segundo a RDC 216 – ANVISA – 2004, após serem submetidos à cocção, os alimentos preparados
devem ser mantidos em condições de tempo e de temperatura que não favoreçam a multiplicação
microbiana. Para conservação a quente, os alimentos devem ficar, respectivamente, a uma temperatura
e tempo máximo:

a) superior a 70°C / 12 horas


b) superior a 75ºC / 10 horas
c) superior a 60°C / 6 horas
d) superior a 65°C / 8 horas

25) Segundo o artigo “Covid-19 Pandemic Effects on Food Safety - Multi-country Survey Study”, publicado em
2020, dois dos atributos mais importantes derivados dessa pandemia que afetam a segurança alimentar são:

a) verificação de temperatura e protocolos de saúde da Organização Mundial de Saúde


b) uso de máscaras e distanciamento físico entre trabalhadores
c) higiene da equipe e uso de máscaras e luvas
d) conscientização e higiene da equipe

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