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INTRODUÇÃO

Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença


pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e
progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom
funcionamento do organismo, levando a consequências irreversíveis.

No presente trabalho abordaremos sobre o alcoolismo, as principais


causas, consequências, tratamento.
RESUMO ANALÍTICO

O presente trabalho visa trazer ao conhecimento da turma, os principais


factores relacionados com o alcoolismo, seus conceitos, causas e tratamento.

O álcool é considerado a droga mais utilizada no mundo,


independentemente de esse uso ser esporádico (o considerado "uso social") ou
frequente, por dependência do usuário. De acordo com a Organização Mundial
da Saúde (OMS), cerca de dois bilhões de pessoas consomem bebidas
alcoólicas.1 O uso inadequado da droga constitui um dos principais fatores
associados à redução da saúde mundial, sendo responsável por 3,2% de todas
as mortes e por 4% de todos os anos de vida útil perdidos.

O alcoolismo tem se tornado um grande problema social e de saúde


pública e é definido pela OMS como um estado psíquico e/ou físico, resultante
da interação do organismo vivo e a substância, caracterizado por alterações
que compelem à pessoa à ingestão da droga, de forma sucessiva ou periódica,
com a finalidade de experimentar seus efeitos psíquicos e, às vezes, para
evitar o desconforto de sua abstinência.

Desta forma, este estudo procurou saber: definir, definição, mecanismo,


consequências, tratamento.
ALCOOLISMO

DEFINIÇÃO

Alcoolismo é um termo amplo para descrever qualquer consumo de


álcool que cause problemas de saúde físicos ou mentais. Em medicina, o
alcoolismo define-se pela presença de duas ou mais das seguintes condições:
consumo de grande quantidade de álcool durante um longo período de tempo,
dificuldade em consumir poucas quantidades, a aquisição e consumo de álcool
ocupam uma parte significativa do tempo da pessoa, o álcool é intensamente
desejado, o consumo causa o incumprimento de responsabilidades e
obrigações, o consumo causa problemas de saúde, o consumo está na origem
de comportamentos de risco, ocorrem sintomas de abstinência quando se
interrompe o consumo, ou o corpo já desenvolveu tolerância ao álcool. Entre os
comportamentos de risco estão a condução sob efeito do álcool ou ter relações
sexuais desprotegidas. Embora o abuso de álcool possa afetar qualquer parte
do corpo, afeta sobretudo o cérebro, coração, fígado, pâncreas e o sistema
imunitário. As complicações mais comuns são perturbações mentais, síndrome
de Wernicke-Korsakoff, arritmia cardíaca, cirrose e aumento do risco de cancro.
Durante a gravidez, o alcoolismo pode causar lesões no feto que resultam em
desordens do espectro alcoólico fetal. As mulheres são em geral mais
sensíveis do que os homens aos efeitos adversos do álcool.

O alcoolismo está associado a fatores de risco ambientais e genéticos


em igual proporção. Uma pessoa cujo pai ou irmão tem alcoolismo apresenta
uma probabilidade três a quatro vezes superior de vir ela própria a tornar-se
alcoólica. Entre os fatores ambientais estão influências sociais, culturais e
comportamentais. O risco é aumentado pelo stresse, ansiedade e fácil acesso
a bebidas alcoólicas. Quando um alcoólico interrompe o consumo, manifestam-
se sintomas de abstinência que podem levar a pessoa a continuar a consumir
para prevenir ou aliviar esses sintomas. Em alguns casos, os sintomas de
abstinência manifestam-se de forma ligeira durante meses após a interrupção.
Em termos médicos, o alcoolismo é considerado uma doença tanto física como
psicológica. O diagnóstico de alcoolismo pode ser auxiliado por questionários e
análises ao sangue.
ALCOOLISMO SEGUNDO A OMS

A dependência de álcool (alcoolismo) é uma doença crônica e


multifatorial; isso significa que diversos fatores contribuem para o seu
desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso do álcool, a
condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e
ambientais. No entanto, não são estes fatores que definem o diagnóstico de
dependência.

Ela é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças


(CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS), como um conjunto de
fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem
após o uso repetido de álcool, tipicamente associado aos seguintes sintomas:
forte desejo de beber, dificuldade de controlar o consumo (não conseguir parar
de beber depois de ter começado), uso continuado apesar das consequências
negativas, maior prioridade dada ao uso da substância em detrimento de outras
atividades e obrigações, aumento da tolerância (necessidade de doses maiores
de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores
ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância) e por vezes
um estado de abstinência física (sintomas como sudorese, tremores e
ansiedade quando a pessoa está sem o álcool).

MECANISMO

O consumo excessivo de álcool leva a uma degradação do etanol em


etanal pelo fígado, fato que consome NAD+ formando NADH. Na segunda
reação para a formação de acetato também há consumo de NAD+ e formação
de NADH, dessa forma o ciclo de Krebs (dependente de NAD+) é diminuído
pela falta de NAD+, aumentando portanto o metabolismo anaeróbico das
células, o que irá produzir mais ácido lático no organismo. Esse excesso de
ácido lático no organismo compete com a excreção de urato contribuindo para
o aumento de ácido úrico no sangue, o qual irá precipitar em articulações
gerando uma doença conhecida como gota.

O conjunto de efeitos fisiológicos sentidos após excessivo consumo de


álcool é conhecido como veisalgia, popularmente chamada de "ressaca".
Álcool no sangue

O consumo excessivo e continuado de álcool aumenta o risco para


complicações de saúde. Os efeitos do álcool sobre cada indivíduo são
diferentes e dependem de uma série de fatores, mesmo quando consumido em
quantidades iguais. Além disso, ainda que o consumo leve a moderado de
álcool - até uma ou duas doses* por dia, respeitando ao menos dois dias de
intervalo em uma semana e não ultrapassando este limite - possa contribuir na
diminuição do risco de doenças cardiovasculares, maiores quantidades podem
elevar esse risco.

O alcoolismo implica aumento do risco para várias complicações de


saúde, como doenças do fígado, problemas gastrointestinais, pancreatite,
neuropatias periféricas, problemas cardiovasculares, prejuízos cerebrais,
imunológicos, anemias, osteoporose e câncer. Vale lembrar que, para algumas
pessoas, de acordo com idade, gênero e aspectos individuais de saúde, o
consumo pesado e continuado de bebidas alcoólicas por muitos anos, mesmo
que não seja diagnosticado como alcoolismo, pode estar relacionado às
doenças mencionadas.

CONSEQUÊNCIAS

Perigos do alcoolismo

O risco de dependência de álcool é de aproximadamente 10% para os


homens e 3 a 5% para as mulheres. A taxa de abuso de álcool pode ser de até
20% para os homens e 10% para as mulheres. “É essencial que as pessoas
tenham consciência dos malefícios do consumo excessivo de álcool. Uma boa
saúde mental exige que cuidemos do nosso corpo com a consciência de que é
único e tem mecanismos (por exemplo cerebrais) que o uso abusivo de álcool
pode lesionar, e que nem sempre são totalmente reparáveis quando
perturbados, inclusive, quando se é jovem”, lembra o especialista do Hospital
Lusíadas Porto.

Consequências a curto prazo

Quanto mais alta for a concentração de álcool no sangue, mais severas


poderão ser as alterações da consciência e os sintomas de intoxicação
alcoólica:

 Comportamento desadequado;
 Humor instável;
 Falta de discernimento;
 Fala arrastada;
 Défice de atenção;
 Problemas de memória, incluindo-se “apagões” de memória
 Falta de coordenação;

Uma intoxicação alcoólica pode ser ultrapassada no espaço de algumas


horas e não deixar qualquer sequela. Nos casos mais graves, porém, a
situação pode evoluir para coma alcoólico ou até mesmo resultar em morte.

Consequências a médio e longo prazo

O alcoolismo tem vários efeitos e muito negativos sobre a saúde física e


psíquica, que na maioria das vezes causam prejuízos graves nos vários
contextos em que a pessoa se move, sejam eles laboral, familiar ou social, e
que estão relacionados com exclusão social, acidentes de trânsito,
comportamentos agressivos, etc.

Problemas físicos

Gastrointestinais: Úlcera, varizes esofágicas, gastrite, gordura no


fígado (esteatose hepática), hepatite, pancreatite, cirrose;

Neuromusculares: Cãibras, perda de força muscular, dormência,


distúrbios de coordenação;
Cardiovasculares: Hipertensão, arritmias, aumento do risco de acidente
vascular isquémico;

Sexuais: Redução da libido, ejaculação precoce, disfunção erétil,


infertilidade.

Transtornos mentais

Depressão: O álcool tem um efeito depressor sobre o sistema nervoso


central e aumenta o risco de perturbações de humor e de depressão, que se
revelam pelos sintomas habituais, desinteresse, perda ou aumento de peso,
perturbações do sono, fadiga, perda de energia ou agitação, pensamentos
negativos e de culpabilização, diminuição da capacidade de pensamento ou
concentração, e, nos casos mais severos, pensamentos suicidas.

Abstinência: Ocorre quando, após um período de alcoolismo intensivo,


há uma paragem no consumo ou uma redução abrupta e significativa das
quantidades ingeridas. Pode revelar-se algumas horas depois ou surgir até
quatro a cinco dias após esse momento e os sintomas são: taquicardia,
tremores nas mãos, insónia, náuseas e vómitos, alucinações, inquietação,
agitação e ansiedade. Nos casos mais graves, a situação de delirium tremens é
acompanhada de febre, convulsões e confusão mental. Demência: A memória
é frequentemente afetada não só pela ação do álcool como pela má nutrição,
que torna frequente nos alcoólicos a carência de vitamina B1, essencial para a
manutenção da capacidade de armazenar novas memórias. “A degradação da
memória, causada pelo consumo excessivo de álcool, pode perdurar e
inclusive agravar-se ao longo dos anos”, alerta José Fernando Santos Almeida.

Psicose: Induzida pelo álcool, consiste sobretudo em alucinações e


ideias delirantes (ideias falsas que resistem a toda a argumentação lógica e ao
teste da realidade). Afeta 3% dos dependentes do álcool. “Há pessoas mais
suscetíveis a sofrerem uma psicose do que outras e a durabilidade da psicose
está dependente de inúmeros fatores (manutenção do consumo,
vulnerabilidade, história prévia de psicose, concomitância de consumos de
outras substâncias, etc.).”
TRATAMENTO

A natureza do tratamento depende do grau de dependência do indivíduo


e dos recursos disponíveis na comunidade. O tratamento pode incluir a
desintoxicação (processo de retirar o álcool de uma pessoa com segurança); o
uso de medicamentos, para que o álcool se torne aversivo, ou para diminuir a
compulsão pelo álcool; aconselhamento, para ajudar a pessoa a identificar
situações e sentimentos que levam à necessidade de beber, além de construir
novas maneiras de lidar com essas situações. Os tratamentos podem ser feitos
em hospitais, em casa ou em consultas ambulatórias. O envolvimento e apoio
da família são essenciais para a recuperação. Muitos programas oferecem
aconselhamento conjugal e terapia familiar como parte do processo de
tratamento.

O CONSUMO DO ÁLCOOL EM ANGOLA E SUAS CONSEQUÊNCIAS

As razões para o alto consumo são várias e vão desde a falta de


emprego à pressão social quando se sai com amigos. A situação é tão grave
que ninguém deve ficar indiferente ao assunto. É uma questão que deve
preocupar todo angolano, o nível de consumo de bebidas alcoólicas em todo
país 'e cada vez maior. O baixo custo que das bebidas alcoólicas funcionam é
um incentivo ao seu consumo. Uma cerveja continua a ser mais barata do que
um quilo de arroz. O álcool acaba por ser mais barato que o pão que tem que
se comprar para toda a família. Na maior parte dos crimes cometidos hoje em
Angola os executores estão alcoolizados ou drogados.

O alcoolismo é geralmente definido como o consumo consistente e


excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este
comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social ou profissional da
pessoa e pode potencialmente resultar em condições (doenças) psicológicas e
fisiológicas, assim como, por fim, na morte. É um dos problemas mundiais de
uso de drogas que mais trazem custos. Com excepção do tabagismo, o
alcoolismo é mais custoso para os países do que todos os problemas de
consumo de droga combinados.
O aumento da sinistralidade rodoviária fruto do consumo exagerado de
álcool é outra preocupação dos analistas. Segundo dados da Direcção
Nacional de Viação e Trânsito cerca de 50 porcento dos acidentes na via
pública são resultantes do excesso de velocidade devido a condução sob o
efeito do álcool. Um dado que preocupa muitos actores da sociedade angolana,
pois a sinistralidade rodoviária é a segunda maior causa de mortes em Angola,
a seguir a malária. Em média 10 a 12 pessoas morrem nas estradas de Angola
todos os dias. A idade legal para consumo de bebidas feitas a base de álcool é
uma questão muito discutida, e varia de país para país dependendo do local
onde o consumo é efectuado ou se a pessoa está acompanhada por um adulto,
entre outras condições.

Em Angola é proibida apenas a venda à menores, mas nada está


regulamentado sobre a idade para o consumo de bebidas alcoólicas diferente
de países como Namíbia, Africa do Sul e Zimbabwe onde só a partir dos 18
anos o indivíduo está autorizado a consumir determinadas espécies de bebidas
alcoólicas. Maioria dos jovens consumidores de bebidas alcoólicas sabem das
consequências, mas nem por isso conseguem largar o vício e pegar um novo
rumo para vida.

Em nosso meio, as bebidas alcoólicas são cada vez mais consumidas e


até exaltadas e as pessoas são introduzidas nelas cada vez mais cedo. É
verdade que a maioria das pessoas que consome bebidas alcoólicas não se
torna alcoólatra, mas essa disponibilidade aumentada estimula em muito o
alcoolismo. Outros factores sociais, psicológicos e sobretudo genéticos,
contribuem decisivamente para a instalação do alcoolismo. Além dos prejuízos
na vida académica, profissional, social e familiar o abuso de álcool por tempo
prolongado pode causar câncer na cavidade oral, esófago, faringe, fígado e/ou
vesícula biliar; hepatite, cirrose, gastrite, úlcera, danos cerebrais, desnutrição,
problemas cardíacos, problemas de pressão arterial, além de transtornos
psicológicos. Durante a gestação, causa má formação fetal.

Apesar do abuso do álcool ser um pré-requisito para o que é definido


como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Para a maioria
das pessoas, o consumo de álcool gera pouco ou nenhum risco de se tornar
um vício. Outros factores geralmente contribuem para que o uso de álcool se
transforme em alcoolismo. Esses factores podem incluir o ambiente social e
cultural, a saúde psicológica e a predisposição genética.

O alcoolismo continuado leva a alterações dos padrões funcionais do


fígado, do aparelho digestivo, do coração, do sangue, dos músculos e das
glândulas endócrinas. Em sua evolução, o alcoolismo também leva a doenças
físicas e psíquicas, algumas das quais irreversíveis e que podem resultar em
morte. As doenças mais comuns associadas ao alcoolismo são a cirrose
hepática, as síndromes amnéstica, demencial, alucinatória e delirante, além de
ansiedade, distúrbios sexuais, alterações do sono, etc. O alcoolismo também
aumenta a predisposição a outras doenças, como às infecções. Por fim, o
delirium tremens, o quadro clínico mais grave da abstinência, pode terminar
pela morte.

O consumo crônico do álcool por prazo muito longo acaba por levar a
mudanças psicológicas profundas, entre as quais aquelas que incluem
alterações dos padrões éticos e emocionais da pessoa, deterioração das
relações familiares e sociais e descaso com as tarefas elaborativas. O
alcoólatra (e às vezes o mero usuário não alcoólatra) pode ter um
comportamento violento e até mesmo criminal.
CONCLUSÃO

Depois da pesquisa feita, podemos chegar a conclusão que o alcoolismo


já é considerado uma doença crônica caracterizada pela dependência ao
álcool. Com o tempo, o indivíduo se torna progressivamente tolerante à intoxicação
produzida pela droga e tem sinais de abstinência quando deixa de consumi-la.

O abuso do álcool, por sua vez, não é a mesma coisa que o alcoolismo,
pois não diz respeito a uma vontade incontrolável de beber, uma perda do
controle ou dependência física. Além disso, o abuso de álcool tem menos
probabilidades de levar à tolerância, ou seja, a necessidade de aumentar as
quantias de bebida ingerida para sentir os mesmos efeitos.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida,


acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 https://www.minhavida.com.br/saude/temas/alcoolismo
 https://www.lusiadas.pt/blog/doencas/sintomas-tratamentos/alcoolismo-
sinais-alerta-consequencias
 https://www.einstein.br/doencas-sintomas/alcoolismo
 https://www.uol.com.br/vivabem/doencas-de-a-z/alcoolismo-e-doenca-e-
desafio-e-a-intervencao-medica-precoce.htm
 https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/alcoolismo
 https://www.google.com/search?
q=fatores+que+influenciam+no+alcoolismo&oq=fatores+que+influenciam+n
o+alcoolismo&aqs=chrome..69i57.10872j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8
 https://www.google.com/search?
q=alcollismo&oq=alcollismo&aqs=chrome..69i57.6288j0j7&sourceid=chrom
e&ie=UTF-8

https://cisa.org.br/sua-saude/informativos/artigo/item/61-o-que-e-
alcoolismo
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO...........................................................................................................................1
RESUMO ANALÍTICO..............................................................................................................2
ALCOOLISMO...........................................................................................................................3
DEFINIÇÃO............................................................................................................................3
ALCOOLISMO SEGUNDO A OMS.................................................................................4
MECANISMO.........................................................................................................................4
Álcool no sangue...............................................................................................................5
CONSEQUÊNCIAS...............................................................................................................5
Perigos do alcoolismo.......................................................................................................5
Consequências a curto prazo..........................................................................................6
Consequências a médio e longo prazo..........................................................................6
Problemas físicos..............................................................................................................6
Transtornos mentais..........................................................................................................7
TRATAMENTO......................................................................................................................8
O CONSUMO DO ÁLCOOL EM ANGOLA E SUAS CONSEQUÊNCIAS.....................8
CONCLUSÃO..........................................................................................................................11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................12

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