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Martinho Miguel Francisco

Trabalho de Educação ambiental e saúde Pública


Licenciatura em ensino de Biologia com habilidade em ensino de química

Universidade Púnguè
Extensão de Tete
2022
Martinho Miguel Francisco

Temas: Promoção da saúde Pública


Licenciatura em ensino de Biologia com habilidade em ensino de química

Trabalho da cadeira de Educação ambiental e


saúde Publica, a ser apresentado no departamento
das ciências e matemática, como parte dos
requisitos de avaliação. Sob a orientação do
Mestre: Fulaide Mphepo Muassinali

Universidade Púnguè
Extensão de Tete
2022
Índice
Resumo..............................................................................................................................................3
Introdução..........................................................................................................................................4
Hipótese.............................................................................................................................................5
Objectivos gerais................................................................................................................................5
Objectivos específicos........................................................................................................................5
Importância do tema..........................................................................................................................5
Fundamentação Teórica.....................................................................................................................6
História da promoção da saúde.........................................................................................................6
Princípios ambientais e a promoção..................................................................................................7
Princípio de prevenção.......................................................................................................................7
Princípio da precaução.......................................................................................................................8
Princípio do poluidor-pagador...........................................................................................................8
Princípio da responsabilidade............................................................................................................8
Princípio do limite..............................................................................................................................8
Princípio da função social da propriedade.........................................................................................9
Princípio da informação e consentimento.........................................................................................9
Promoção...........................................................................................................................................9
Políticas nacionais de promoção de saúde.........................................................................................9
Relação saúde pública e educação ambiental..................................................................................12
Impactos ambientais e prejuízos para a saúde.................................................................................12
Metodologia do trabalho.................................................................................................................12
Conclusão.........................................................................................................................................14
Bibliografia.......................................................................................................................................15
Resumo
Promoção da saúde é o conjunto de políticas, planos e programas de saúde pública com
acções individuais e colectivas voltadas, para evitar que as pessoas se exponham a situações
que podem causar doenças. Por tanto Os principais objectivos das estratégias de promoção
da saúde são disseminar a qualidade de vida e diminuir a vulnerabilidade e os riscos à saúde
que podem ser provocados por circunstâncias como: modo de vida, condições de trabalho,
habitação, ambiente, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais. Como
formas de prevenção Fazer escolhas que minimizem ao máximo o risco de desenvolver
alguma doença é prevenir e promover a saúde. Decidir por esse caminho tem impacto
significativo: reduz o risco de morte prematura, os gastos com medicamentos e tratamentos
médicos, ausências no trabalho por motivos de doenças e melhora significativamente a
qualidade de vida. Os benefícios são diversos.
Portanto, educar e conscientizar os cidadãos, difundindo informações e conhecimentos que
incitem atitudes e comportamentos saudáveis, é uma estratégia essencial de prevenção e
promoção da saúde.
Palavras-chave: história, princípios ambientais, promoção. Politicas, relação saúde e
educação ambiental.
Introdução
Promoção da saúde Pública consiste em políticas, planos e programas de saúde pública com
acções voltadas em evitar que as pessoas se exponham a factores condicionantes e
determinantes de doenças, a exemplo dos programas de educação em saúde que se propõem
a ensinar a população a cuidar de sua saúde. Além disso, incentiva condutas adequadas à
melhoria da qualidade de vida, distinguindo-se da atenção primária ou acções da medicina
preventiva que identificam precocemente o dano e ou controlam a exposição do hospedeiro
ao agente causal em um dado meio-ambiente.
A promoção da saúde se refere às acções sobre os condicionantes e determinantes sociais
da saúde, dirigidas a impactar favoravelmente a qualidade de vida. Por isso, caracterizam-
se fundamentalmente por uma composição intersectorial e, intrasetorialmente, pelas acções
de ampliação da consciência sanitária – direitos e deveres da cidadania, educação para a
saúde, estilos de vida e aspectos comportamentais etc.
Assim, para melhorar as condições de saúde de uma população, são necessárias mudanças
profundas dos padrões económicos no interior dessas sociedades e intensificação de
políticas sociais, que são eminentemente políticas públicas. Ou seja, para que uma
sociedade conquiste saúde para todos os seus integrantes, é necessária acção intersectorial e
políticas públicas saudáveis.
Além disso, espera-se uma série de políticas no campo da saúde para que uma sociedade
alcance o objectivo de ter pessoas saudáveis, que realizem o pleno potencial humano de
longevidade com qualidade de vida, vivendo ademais uma vida socialmente produtiva. A
Comissão Nacional dos Determinantes Sociais da Saúde fez uma análise profunda dos
determinantes sociais da saúde e uma série de políticas e acções, cujo objectivo último é a
promoção da saúde.
Hipótese
Um dos maiores desafios há evidente preocupação quanto à mudança dos hábitos de vida
da população nas últimas de modo que reduza a vulnerabilidade em adoecer, as
incapacidades crónicas e a morte prematura dos indivíduos. A saúde da população é o
resultado dos modos de organização da sociedade na qual está inserida.
Objectivos gerais
Promover a qualidade de vida e reduzir vulnerabilidade e riscos à saúde relacionados aos
seus determinantes e condicionantes: modos de viver, condições de trabalho, habitação,
ambientem, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais. 
Objectivos específicos
– Incorporar e implementar acções de promoção da saúde, com ênfase na atenção básica;
– Ampliar a autonomia e a co-responsabilidade de sujeitos e colectividades, inclusive o
poder público, no cuidado integral à saúde e minimizar e/ou extinguir as desigualdades de
toda e qualquer ordem (étnica, racial, social, regional, de género, de orientação/opção
sexual, dentre outras);
– Promover o entendimento da concepção ampliada de saúde, entre os trabalhadores em
saúde, tanto das actividades-meio, como os da actividade-fim;
– Contribuir para o aumento da resolubilidade do Sistema, garantindo qualidade, eficácia,
eficiência e segurança das acções de promoção da saúde;
– Estimular alternativas inovadoras e socialmente inclusivas/contributivas no âmbito das
acções de promoção da saúde;
– Valorizar e optimizar o uso dos espaços públicos de convivência e de produção de saúde
para o desenvolvimento das acções de Promoção da Saúde;
– Favorecer a preservação do meio ambiente e a promoção de ambientes mais seguros e
saudáveis.
Importância do tema
Promover a saúde é não só melhorar a nossa condição de saúde, mas também melhorar a
nossa qualidade de vida e o nosso bem-estar.  Implementação de políticas públicas
saudáveis, criação de ambientes saudáveis, capacitação da comunidade, desenvolvimento
de habilidades individuais e colectivas e reorientação de serviços de saúde
Fundamentação Teórica

História da promoção da saúde


No início do século XlX já se reconhecia os governos locais e as associações comunitárias
como importantes agentes no aquecimento dos problemas da saúde. O termo promoção de
saúde foi inicialmente utilizado em 1945 por Henry E. Sigerist já colocava a promoção da
saúde como uma das quatro áreas essenciais da área da saúde. Em 1974, surgiu a primeira
declaração teórica geral da promoção de saúde quando o ministério da saúde do canadá
(Marc Lalonde) publicou o documento intitulado nova pesquisa sobre a saúde dos
canadenses, propondo mudanças na área da saúde.
Em 1978 surgiu a primeira conferência internacional sobre assistência primária a saúde
denominada (alma ata) onde surge a meta saúde para todos no ano 2000. A partir de 1984 a
OMS começa a introduzir o conceito de promoção de saúde, mediante as dimensões
recomendadas por Lalonde, e desse momento em diante é proibido diferentes documentos
objectivados discutir promoção da saúde.
1986 – Primeiro congresso internacional sobre promoção da saúde, Otawa – canadá, o
principal marco de referência na constituição deste campo foi a carta de Otawa.
A promoção da saúde conceituada na conferência de Otawa como um processo de
capacitação da comunidade para actuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde,
incluindo uma maior participação no controle deste processo.
1988 Segundo congresso de promoção de saúde, Adelaide – Austrália. As discussões
centraram-se no tema das políticas públicas saudáveis, reforçando o entendimento da saúde
como um direito humano fundamental e um sólido investimento social.
1991 – Sundswal – Suécia terceiro congresso sobre promoção de saúde, papel de colocar o
tema ambiente na agenda da saúde, contribuindo para a melhor caracterização do campo de
acção relacionado aos ambientes saudáveis.
1992 Bogotá – Colômbia, conferência internacional de promoção da saúde, com a
participação de representantes de vários países do continente latino-americano. o objectivo
foi adequação da incorporação dos conceitos do novo paradigma da promoção da saúde no
contexto desta região.
1997 jacarta – indonésia quarta conferencia internacional de promoção da saúde,
destacando a importância de formular acções concretas para alcançar os propósitos e de
estabelecer uma articulação mundial para efectiva-las, dadas as condições desiguais
vivenciadas pelos diferentes países.
200 Quinta conferência de promoção da saúde (México) necessidade de construir um
mundo com mais equidade.
2005 Cesta conferência internacional de promoção da saúde Bangcoc – Tailandia, versando
sobre o tema política e parceria para a saúde: procurando interferir nos determinantes
sociais da saúde.
2007 Sétima conferência internacional de promoção a saúde e educação para a saúde
Vancouver – Canadá.
Princípios ambientais e a promoção
Constitucionalmente, os princípios ambiental garantem que todos tenham direito ao meio
ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial á sabia
qualidade da vida, impondo-se ao poder público e á colectividade o dever de defende-lo e
preserva-lo para as presentes e futuras gerações. Conforme o artigo 225 da constituição
federal. Os princípios ambientais são:
Princípio de prevenção
Fundamenta-se no artigo 225 da CF que tenta coibir danos. Assim, prevê que se deve agir
para evitar que determinado mal, dano, lesão ou intempérie antropogenica reduza a
qualidade, o equilíbrio ecológico do meio ambiente. Desse modo, possibilita a perpetuação
da espécie humana na terra.
Princípio da precaução
É venda acções no meio ambiente que não haja certeza de não causar reacções adversas. A
diferença com o princípio da prevenção é que evita assumir riscos desconhecidos. Esse
principia barra as tentativas de agentes danificadores ao ambiente de invalidar relatórios
técnicos das entidades competentes sob o argumento de que os danos não seriam certos
pelas técnicas utilizadas.
Princípio do poluidor-pagador
Determina que os potenciais custos decorrentes da prevenção, precaução e de eventuais
danos ao meio ambiente passam totalmente a corgo de que realiza a actividade geradora
concreta ou potencial da poluição. Este princípio decorre maioritariamente do direito
económico, pois, evita a transferência de ónus a outros integrantes da sociedade. Também,
tem a função inibidora de poluidores acharem vantajosos poluírem e depois pagarem multas
menores ou responder processos protela-tório e efectivamente não repararem ou prevenirem
os danos sócioambiental. Com base no código de defesa do consumidor. Há-de falar
inclusive de desconsideração da personalidade jurídica com base nesse princípio, pois quem
flui economicamente de actividades poluidoras passa a ser responsável por tais actos.
Assim, não só uma subsidiária e sua controladora podem responder solidariamente.
Princípio da responsabilidade
Impõem que a degradação ao meio ambiente seja contraposta á responsabilidade, inclusive,
mas independentemente dos custos da reparação ou da compensação pelo dano causado.
Decorrente no 3o Artigo 225 da CF a responsabilidade sobre condutas e actividades
consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitam os infractores a sanções penas e
administrativas, independentemente de reparar os danos causados.
Princípio do limite
Este aplicado à Administração Pública. Por esse princípio deve-se fixar parâmetros
mínimos em emissões de partículas, ruídos, sons, destinação final de resíduos sólidos,
hospitalares e líquidos, dentre outros. Toda actividade humana causa impacto, mas há de se
estabelecer um limiar para que haja tanto um desenvolvimento sustentável quanto evitar
danos socioambientais lesivos constrangedores da coexistência minimamente saudável
entre as espécies. Assim, as actividades dos órgãos públicos com poder de polícia em
âmbito ambiental também são dotadas de competências de avaliar e estabelecer parâmetros
de aceitabilidade em cada caso, pois há uma ampla biodiversidade e biomas no país. Os
relatórios técnicos tomam como limites as condições locais de impacto da emissão de
dejetos. Não se trata de uma arbitrariedade do poder públicos, pois compete a cada
empreendimento com potenciais riscos ambientais providenciar o Estudo de Impacto
Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), nos quais
poderão apresentar suas propostas de limites de poluição com bases técnicas. No entanto, é
competência indisponível da Administração Pública determinar tais limites.
Princípio da função social da propriedade.
A propriedade, tanto sobre bens naturais como terras quanto a estabelecimentos
empresariais, está condicionada ao cumprimento de sua função social. Em outras palavras, 
a propriedade deve ser livremente explorada desde que respeite e garanta a vida sadia e o
interesse público.
Princípio da informação e consentimento.
Qualquer actividade que afecte a saúde e segurança colectiva deve providenciar
informações às comunidades interessadas, bem como dar-lhe voz nas decisões acerca da
acção que lhe cause impacto.
Promoção
É o nome dado ao processo de capacitação da comunidade para actuar na melhoria de sua
qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo.
Para atingir um estado de completo bem-estar físico, mental e social os indivíduos e grupos
devem saber identificar aspirações, satisfazer necessidades e modificar favoravelmente o
meio ambiente. Assim a promoção da saúde não é responsabilidade exclusiva do sector
saúde, e vai além de um estilo de vida saudável, na direcção de um bem-estar global.
Políticas nacionais de promoção de saúde
Estratégias de implementação
De acordo com as responsabilidades de cada esfera de gestão do SUS – Ministério da
Saúde, estados e municípios, destacamos as estratégias preconizadas para implementação
da Política Nacional de Promoção da Saúde.
I.  Estruturação e fortalecimento das acções de promoção da saúde no Sistema Único de
Saúde, privilegiando as práticas de saúde sensíveis à realidade;
ll. Estímulo à inserção de acções de promoção da saúde em todos os níveis de atenção, com
ênfase na atenção básica, voltadas às acções de cuidado com o corpo e a saúde; alimentação
saudável e prevenção, e controle ao tabagismo;
III – Desenvolvimento de estratégias de qualificação em acções de promoção da saúde para
profissionais de saúde inseridos no Sistema Único de Saúde;
IV – Apoio técnico e/ou financeiro a projectos de qualificação de profissionais para
actuação na área de informação, comunicação e educação popular referentes à promoção da
saúde que atuem na Estratégia Saúde da Família e Programa de Agentes Comunitários de
Saúde:
a)  Estímulo à inclusão nas capacitações do SUS de temas ligados à promoção da saúde; e
b)  apoio técnico a estados e municípios para inclusão nas capacitações do Sistema Único
de Saúde de temas ligados à promoção da saúde.
V – Apoio a estados e municípios que desenvolvam acções voltadas para a implementação
da Estratégia Global, vigilância e prevenção de doenças e agravos não transmissíveis;
VI – Apoio à criação de Observatórios de Experiências Locais referentes à Promoção da
Saúde;
VII – Estímulo à criação de Rede Nacional de Experiências Exitosas na adesão e no
desenvolvimento da estratégia de municípios saudáveis: 
a).  Identificação e apoio a iniciativas referentes às Escolas Promotoras da Saúde com foco
em acções de alimentação saudável; práticas corporais/actividades físicas e ambiente livre
de tabaco;
b)  Identificação e desenvolvimento de parceria com estados e municípios para a
divulgação das experiências exitosas relativas a instituições saudáveis e ambientes
saudáveis;
c)  Favorecimento da articulação entre os sectores da saúde, meio ambiente, saneamento e
panejamento urbano a fim de prevenir e/ou reduzir os danos provocados à saúde e ao meio
ambiente, por meio do manejo adequado de mananciais hídricos e resíduos sólidos, uso
racional das fontes de energia, produção de fontes de energia alternativas e menos
poluentes;
d)  Desenvolvimento de iniciativas de modificação arquitetônicas e no mobiliário urbano
que objectivem a garantia de acesso às pessoas portadoras de deficiência e idosas; e
e)  divulgação de informações e definição de mecanismos de incentivo para a promoção de
ambientes de trabalho saudáveis com ênfase na redução dos riscos de acidentes de
trabalho. 
VIII – Criação e divulgação da Rede de Cooperação Técnica para Promoção da Saúde;
IX – Inclusão das acções de promoção da saúde na agenda de actividades da comunicação
social do SUS:
X – Inclusão da saúde e de seus múltiplos determinantes e condicionantes na formulação
dos instrumentos ordenadores do panejamento urbano e/ou agrário (planos directores,
agendas 21 locais, entre outros);
XI – Estímulo à articulação entre municípios, estados e Governo Federal valorizando e
potencializando o saber e as práticas existentes no âmbito da promoção da saúde:
a)  Apoio às iniciativas das secretarias estaduais e municipais no sentido da construção de
parcerias que estimulem e viabilizem políticas públicas saudáveis;
XII – Apoio ao desenvolvimento de estudos referentes ao impacto na situação de saúde
considerando ações de promoção da saúde:
a)  apoio à construção de indicadores relativos as ações priorizadas para a Escola Promotora
de Saúde: alimentação saudável; práticas corporais/actividade física e ambiente livre de
tabaco;
XIII – Estabelecimento de intercâmbio técnico-científico visando ao conhecimento e à
troca de informações decorrentes das experiências no campo da atenção à saúde, formação,
educação permanente e pesquisa com unidades federativas e países onde as acções de
promoção da saúde estejam integradas ao serviço público de saúde:
a)  Criação da Rede Virtual de Promoção da Saúde. 
Relação saúde pública e educação ambiental
Saúde ambiental são todos aqueles aspectos da saúde humana, incluindo a qualidade de
vida, que estão determinados por factores físicos, químicos, biológicos, sociais e
psicológicos no meio ambiente. Também se refere à teoria e prática de valorar, corrigir,
controlar e evitar aqueles fatores do meio ambiente que, potencialmente, possam prejudicar
a saúde de gerações atuais e futuras” (OMS, 1993).
Podemos dizer que a relação saúde e meio ambiente é indissociável, ou seja, as questões
ambientais são parte integrante da saúde. Para compreendermos esta relação homem-meio é
importante dizer que eles estão em constante interacção.
Impactos ambientais e prejuízos para a saúde
Poluição do ar: queimadas
A prática de queimadas vem de longa data, pois o homem sempre a usou como forma de
“limpeza do meio ambiente” sem se preocupar, ou até mesmo, por desconhecimento sobre
as consequências desta prática para o meio e para o homem.
Prejuízo para saúde: Problemas respiratórios; Irritação nos olhos e garganta descarte
irregular de resíduos: alagamentos e inundações
O descarte inadequado do lixo é uma das principais causas de alagamentos e inundações
nas grandes cidades. Isso porque resíduo sólido jogado em vias públicas e em cursos d’água
(canais, córregos, rios) impedem o escoamento rápido das águas.
Prejuízo para saúde
Leptospirose e Diarreia
Metodologia do trabalho
A metodologia optada consiste na revisão integrativa da literatura, usando sobremaneira de
revistas académicas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde
(MISAU), das bases de dados Pubmed, Hinari, Scielo e de Jornais da Saúde Africanos. Dos
resultados obtidos, verificou-se que o Ministério da Saúde de Moçambique, em parceria
com outras Organizações Não-Governamentais (ONGs), está implementando programas de
promoção da saúde que visam melhorar a qualidade de vida da população, através da
criação de ambientes favoráveis, desenvolvimento de habilidades pessoais, construção de
políticas públicas saudáveis, reorientação dos serviços de saúde e envolvimento
comunitário.
Conclusão
Foi com enorme prazer ter feito o presente trabalho com o tema promoção da saúde
pública, entre tanto tive a conclusão que a promoção da saúde é o conjunto de políticas,
planos e programas de saúde pública com acções individuais e colectivas voltadas, para
evitar que as pessoas se exponham a situações que podem causar doenças. A promoção da
saúde deve ser compreendida de forma abrangente: promover a saúde é bem mais que
prevenir doenças.
Promover a saúde não se limita a melhorar apenas a saúde, envolve melhorar a qualidade de
vida e o bem-estar. Ela deve ter uma perspectiva multidisciplinar integrada e em redes,
utilizando-se das ciências biológicas, ambientais, psicológicas, físicas e médicas.
Para entender o que é promoção da saúde, é preciso, antes de tudo, conceituar saúde. O
dicionário define saúde como o estado de equilíbrio ativo entre o organismo e seu
ambiente, mantendo os aspectos estruturais e funcionais do corpo dentro da normalidade.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saúde é “o bem-estar físico, mental e
social, mais do que a mera ausência de doença.
Bibliografia
MENDES, E.V. Um novo paradigma sanitário: a produção social de Saúde. In: Uma
agenda para a Saúde. São Paulo, Hucitec, p. 233-300,1996.
STOTZ, E. N. Porque a educação e Saúde. In: Participação popular, educação e Saúde:
teoria e prática. Rio de Janeiro, Relume Dumará, p.13-22,1993.
VALLA, V.V; & STOTZ, E. N. Educação popular e conhecimento: a monitorização civil
dos serviços de Saúde e educação nas metrópoles brasileiras. In: Participação popular,
educação e Saúde: teoria e prática. Rio de Janeiro, Relume-Dumará, p.103-112, 1993

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