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Índice

Introdução

1. Caracterização do grupo;
2. Objetivos de desenvolvimento e aprendizagem da atividade;
3. Decisões relativas à organização do ambiente educativo:
3.1. Organização do espaço;
3.2. Organização do tempo;
3.3. Organização do grupo;
4. Áreas de Conteúdos da atividade;
5. Estratégias utilizadas e a respetiva justificação;
6. Recursos e materiais educativos utilizados;
7. Reflexão da atividade realizada;
8. Referências bibliográficas;
9. Apêndices;
10. Anexos.
Introdução

No âmbito da Unidade Curricular Iniciação à Prática Profissional II – Observação e


Cooperação nos Contextos Educativos, inserida na Licenciatura em Educação Básica, e
lecionada pelas docentes Sara Araújo e Susana Esteves, realizamos o estágio no Colégio
Oceanus, em Valadares, Vila Nova de Gaia. Ao longo deste, tivemos a oportunidade de
planear uma atividade para realizar com o grupo que observamos, os golfinhos.

Este grupo é constituído por vinte e três crianças, dezasseis meninas e sete meninos,
com idade entre os cinco e os seis anos. Ao longo do processo de planificação da
atividade e de construção da mesma e, ainda, na estruturação do relatório fomos
orientadas pela educadora Fátima Sousa e pela auxiliar Bruna Soares.

Esta atividade realizou-se no dia 24 de maio de 2022, e consistiu num jogo de percurso
(jogo da glória), ao ar livre. Neste momento lúdico, a díade conseguiu focar em temas
diversificados, que averiguou serem do interesse das crianças, tais como: ambiente;
português (ênfase nas rimas e na divisão silábica); matemática (realce nas contas de
adição e em problemas que envolvam a moeda portuguesa); corpo humano (destaque
para o sistema reprodutor, uma vez que este foi mote para o trabalho de projeto da sala);
alimentação e hábitos saudáveis; e, por fim, cidadania.

Para um melhor desempenho na realização deste momento de avaliação analisamos


alguns documentos e pressupostos legais, principalmente, as Orientações Curriculares
de Educação Pré-Escolar (OCEPE) e o Decreto-Lei 241/2001, que nos permitiram
enriquecer e tomar consciência de como devemos executar, agir e planear a nossa
interação no contexto educativo.

Ao longo do relatório, iremos destacar a nossa experiência durante a realização da


atividade no contexto e em paralelo, relacionar com toda a abordagem teórica
fundamentada nas aulas da Unidade Curricular. Relataremos os nossos objetivos, as
nossas estratégias, os nossos recursos/materiais, e ainda, faremos uma reflexão sobre o
êxito da atividade e sobre aspetos que poderiam ter corrido melhor. Em apêndice
disponibilizaremos o plano de ação, e ainda alguns materiais recolhidos ao longo do
processo como registos fotográficos.
1. Caracterização do grupo

O grupo que tivemos o privilégio de observar no contexto educativo é composto por


vinte e três crianças, dezasseis meninas e sete meninos, uma educadora e uma
auxiliar. A faixa etária destas crianças está compreendida entre os cinco e os seis
anos.

Na nossa opinião, este grupo é heterogéneo, o que permite uma partilha


diversificada entre os mesmos, nos variados assuntos e, consequentemente, um
maior e melhor enriquecimento pessoal e social destas crianças.

Para além deste fator, o grupo considera-se unido, cooperante, curioso, e mantem
relações saudáveis e de confiança entre eles e com a comunidade. São crianças
ativas, dispostas para as aprendizagens, autónomas, responsáveis e com grandes
valores morais, tal como é esperado segundo os pressupostos do PE do colégio.

Através da nossa observação direta e indireta (momentos de conversa com a


educadora) pudemos constatar que os interesses do grupo eram abrangentes, uma
vez que, cada criança tem interesse em diferentes temas, abordados no contexto
educativo e fora deste. (individualidade).

Alguns dos interesses reconhecidos deste grupo, pela díade, foram as contas que
envolviam a adição e a moeda portuguesa; um conteúdo bastante abordado na sala
de atividades, uma vez que, todas as terças-feiras, o grupo organizou uma feirinha
para angariar fundos para a festa final. Nestes momentos as crianças eram as
responsáveis por vender os materiais/os objetos/os alimentos, que traziam de casa,
para esse fim; eram ainda responsáveis por receber o dinheiro da compra e,
consecutivamente, dar o troco quando assim fosse necessário. (Autonomia) Outro
interesse detetado foi a divisão silábica; visto que, no “ABC Emoções” (momento
que ocorre todas as terças-feiras, com a psicóloga da instituição, em grande ou
pequeno grupo) abordavam a consciência fonológica e debatiam o que tinham
adquirido sobre este assunto. Aqui, a díade descobriu que o grupo adorava
atividades que envolviam divisões silábicas e, consequentemente, rimas, pois o
grupo tinha conhecimento e afirmava diversas vezes que, “nas rimas o que contava
era a última sílaba" (Golfinhos,2022). Ainda sobre este aspeto, em diversas
interações que usufruímos com as crianças no exterior conseguimos compreender o
gozo destas pelas rimas, pois, sempre que formulávamos enunciados com frases que
rimavam, automaticamente, ouvíamos: “Até rimaste”, ou, por outro se dizíamos uma
palavra solta, por exemplo, "cão", as crianças espontaneamente diziam que “cão
rima com pão". Assim, estes foram alguns dos temas abordados na nossa atividade,
pois… (a importância de ouvir as crianças).

Em conversas com a educadora pudemos constatar que havia temas que iam se
perdendo, isto é, que não eram tão abordados na sala de atividades, como o adulto
pretendia, devido há falta de tempo e de oportunidades, visto que, tinham de
organizar as feirinhas, os ensaios para a festa de finalistas, os concursos que a
instituição realiza anualmente entre as salas, entre outros. Assim, a díade decidiu
que o jogo para além de conter perguntas dos temas de interesse das crianças;
acreditamos que estas devem ser ouvidas, e que a planificação de atividades deve de
ir de encontro aos interesses das mesmas e tem de ser flexível **; iria abranger
temas que os golfinhos já tinham abordado ao longo do ano e que já não eram
discutidos com tanta frequência, por exemplo, a importância da alimentação e de
hábitos saudáveis, e a cidadania (temas que vimos ser abordados esporadicamente
no “ABC Emoções” e que estavam expostos nas paredes da sala), pois consideramos
que isto seria uma necessidade do grupo. Para além destes, outro dos temas que não
poderia faltar era o corpo humano, mais especificamente, o sistema reprodutor, uma
vez que, o trabalho de projeto deste grupo era sobre este assunto, onde o mote foi a
pergunta construída pelo mesmo, "Porque é que os bebés não nascem da barriga dos
papás?". Por fim, outro tema importantíssimo presente na atividade foi o
“ambiente”, onde fizemos perguntas sobre a reciclagem e os problemas ambientais.
Estes são conteúdos de preocupação/cuidado do colégio e, em específico, das
crianças em questão (todas as salas de atividades têm sacos distintos para a
reciclagem: caixote do lixo comum; saco do papel; saco do vidro; e saco do plástico;
e na receção da instituição podemos ver ainda um pilhão; já houve um ecoponto
para doação de roupa, e, neste momento, tinha um sítio para as crianças deixarem
eletrodomésticos avariados para reaproveitamento).

Para concluir, outra necessidade que a díade observou no grupo foi o facto de as
crianças ainda diferenciarem muito os géneros e fazerem muitas distinções entre os
mesmos. Isto foi visível quando, por exemplo, os meninos dizem que ganham às
meninas no futebol mesmo que as equipas sejam mistas, ou seja, mesmo que na sua
equipa contenha meninas, estes afirmam que quem ganhou foram os meninos.
Assim, para combater esta necessidade, a díade implementou uma regra aquando a
construção das equipas que seria estas serem mistas, ainda que fossem as crianças a
escolhe-las.

2. Objetivos de desenvolvimento e aprendizagem da atividade

O primeiro objetivo desta atividade foi fomentar o desenvolvimento da capacidade


de cada criança esperar pela sua vez. Este ponto foi de encontro a uma necessidade
do grupo, sendo que, em conversas com a educadora e com a auxiliar educativa, e
através da nossa observação no contexto, conseguimos identificar que os Golfinhos
ainda não conseguem aguardar sossegadamente pela sua vez para falar, atropelando-
se, por vezes, uns aos outros nos diálogos que têm, dentro e fora da sala de
atividades.

O seguinte objetivo foi promover o bem-estar das crianças, uma vez que, a díade
considera essencial este tópico para o sucesso de qualquer atividade, pois
acreditamos que os educadores e os docentes têm de ter sempre em primeira
instância o bem-estar de cada criança. Cabe ao adulto despertar/incentivar a criança
para executar a atividade e, na nossa opinião, certamente, será mais fácil motivar a
criança para as atividades, quando estas se sentem seguras e principalmente felizes a
concretizá-las.

Outro objetivo foi incentivar o desenvolvimento da memória e da capacidade crítica


pois, como futuras docentes, cremos que este é um objetivo fulcral para o sucesso
das crianças em contexto educativo. Acreditamos que, ao invés de estimular as
crianças para uma atitude passiva, isto é, aceitar tudo o que ouvem pelos docentes
ou tudo o que vem escrito nos livros, sem qualquer tipo de questionamento,
deveríamos de estimula-las para serem críticas, para refletir, para analisar, e para
estabelecerem pontes lógicas entre o conhecimento que já tem adquirido com o que
estão a aprender.

Com a nossa atividade pretendemos ainda promover momentos de aquisição e


consolidação de conhecimentos, adquiridos na sala, através dos projetos do grupo,
visto que, os temas que abordamos no jogo foram ao encontro de conhecimentos
adquiridos anteriormente na sala de atividades. Embora as perguntas fossem de
encontro a assuntos já discutidos, a díade, teve o cuidado de colocar perguntas
desafiantes que fossem para além do que o grupo já sabia, para assim, adquirirem
novos conhecimentos e desencadear o objetivo referido anteriormente, a capacidade
crítica.

Por último, mas não menos importante, o foco era estimular a concentração/atenção
das crianças num certo período de tempo. Este ponto, tal como o primeiro, também
foi uma necessidade, na nossa opinião, dos Golfinhos, visto que, algumas crianças
ainda perdem a atenção, a motivação, o foco, muito facilmente pelo que estão ouvir
ou a fazer.

3. Decisões relativas à organização do ambiente educativo


3.1. Organização do espaço

O nosso jogo da “glória” foi posto em prática no espaço exterior, num espaço amplo
com relvado, onde encontramos um escorrega e alguns pneus (por foto do 1º relatorio).
Contudo, a nossa atividade começou dentro da sala de atividades, onde explicamos a
mesma e organizamos o grupo, de forma a simplificar a transição para o exterior e o
início do jogo.

3.2. Organização do tempo

Esta atividade realizou-se, ao contrário do que tínhamos planeado, durante a tarde,


depois do almoço, uma vez que em conversa com a educadora, achamos que seria
melhor fazer neste momento ao invés do que tínhamos planeado, pois assim, era
possível, durante a nossa pausa organizar melhor os materiais e a forma de apresentar a
atividade, e também, porque de manhã o grupo tinha para além, do habitual momento
com a psicóloga (“ABC Emoções”), os ensaios para a sua festinha de finalistas. O jogo
começou as 14h (hora de regresso da educadora à sala de atividade, após a hora de
almoço) e demorou cerca de 45 minutos.

3.3. Organização do grupo

O jogo foi implementado em grande grupo, uma vez que estávamos todos no mesmo
espaço e embora estivessem divididos em equipas, cada uma respondia na sua vez, e
todos tinham de pensar nas perguntas colocadas, pois eram as outras equipas que diziam
se a resposta dada era correta ou não. E caso as respostas fossem diversificadas cabia ao
grupo que acertasse explicar as restantes equipas, incentivando a entreajuda, a
cooperação e a colaboração entre as crianças.
4. Áreas de Conteúdos da atividade

O jogo da “Glória” que planeamos abrangeu algumas áreas de conteúdos das OCEPE,
tais como: a área de formação pessoal e social; a área de expressão e comunicação; e a
área do conhecimento do mundo.

Na primeira área mencionada, a díade, pretendeu destacar os seguintes objetivos: a


“identidade e igualdade de género”; a “autonomia para fazer escolhas e tomar decisões”;
a “partilha das aprendizagens com o grupo”; e destacar a importância da “educação para
a cidadania” (OCEPE). No primeiro objetivo, tal como já foi referenciado,
consideramos que era uma necessidade do grupo e implementamos, como única regra,
as equipas serem mistas e, no final, não mencionamos o “quem ganhou”, para evitar a
competição e, principalmente, comportamentos inapropriados que evidenciem as
diferenças de género. O nosso segundo objetivo comparece, porque acreditamos que as
crianças são as principais responsáveis pelo seu processo educativo e, portanto, cremos
que a autonomia das mesmas para decidir é um ponto fulcral para o seu sucesso na vida.
O penúltimo objetivo desta área foi com o intuito de, mais uma vez, incentivar o
trabalho colaborativo entre as crianças e mostrar-lhes que é muito importante que
debatam as suas opiniões e que ouçam o restante grupo, para assim, adquirirem
conhecimento mais sólido. Por fim, valorizamos a educação para cidadania, sendo este
um tema do jogo (presente na roleta), uma vez que, acreditamos ser algo imprescindível
para todas as crianças; mais importante que adquirir conhecimentos é incentiva-las a
serem indivíduos com bons valores para o resto da vida.

Na área seguinte, área de expressão e comunicação, abordamos vários domínios que


serviram também de temas para a atividade, o domínio da linguagem oral e abordagem
à escrita, o domínio da matemática, e o domínio da educação física e artística.

- Domínio da Educação Física:

- Promover estilos de vida saudável e prática de exercício físico;

- Exploração livre do espaço, do movimento e dos materiais;

- Relações sociais em situação de jogo;

- Domínio da Educação Artística:

- Subdomínio das Artes Visuais:


- Materiais de uso utilitário ou reutilizáveis;

- Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita:

- Linguagem Oral:

- Criar um clima de comunicação;

- Escutar e valorizar o contributo de cada criança;

- Sentir-se escutado e ter interesse em comunicar;

-Consciência Linguística:

- Consciência fonológica;

- Consciência da palavra;

-Domínio da Matemática:

- Matemática inserida no quotidiano;

- Resolução de problemas;

- Representar e comunicar o pensamento matemático;

- Importância do jogo e do brincar na aprendizagem da matemática;

- Despertar na criança o desejo de saber mais e compreender melhor;

-Área do Conhecimento do Mundo:

- Partir do que as crianças já sabem e aprenderam;

- Conhecimento do mundo físico e natural:

- Preservação do ambiente e recursos naturais;

- Mundo Tecnológico e Utilização das Tecnologias:

- Apoiar a criança na compreensão das potencialidades das tecnologias;

5. Estratégias utilizadas e a respetiva justificação;

As estratégias utilizadas para a nossa atividade foram, inicialmente, utilizar o espaço da


sala de atividades para a organização do processo, isto é, para a explicação do jogo e
para a construção das equipas. Para cativar a atenção dos golfinhos, num momento
inicial, a díade decidiu explicar a atividade utilizando meios digitais (visualização de
um vídeo da nossa autoria), ao invés de explicar verbalmente. Para além da visualização
do vídeo, na sala de atividades ainda dividimos o grupo em equipas mistas, consoante a
decisão das crianças, para assim, diminuir o tempo de espera entre cada criança de
responder. Quando as equipas ficaram concluídas conferimos uma cor a cada equipa, e
entregamos uma fita com a cor da respetiva equipa a cada criança, para serem mais
facilmente diferenciados e não se misturarem nas equipas. Para além disto, dentro de
cada equipa atribuímos um número a cada criança, uma vez que, achamos o mais
apropriado para evitar confusão com a tomada de vez nas respostas de cada criança da
equipa (porta-voz).

Posto este momento inicial continuamos a atividade em grande grupo no exterior. Aqui,
a díade exemplificou e explicou mais uma vez, pois achamos que era pertinente e mais
esclarecedor para o grupo se o fizéssemos no local da atividade. Assim que constatamos
que as crianças perceberam o jogo que preparamos, deixamo-las à vontade para o jogar
e tirar o maior proveito que conseguissem do mesmo.

A díade, juntamente com a educadora do grupo, esteve sempre a acompanhar o jogo das
crianças, guiando-as, por vezes, nas sequências das tarefas e, principalmente, no facto
de as crianças “avançarem ou manterem-se nos pneus”, visto que, quando a equipa
acertasse teria de avançar um pneu (que representava uma casa) e, quando errava teria
de ficar no mesmo (todas as crianças da equipa estariam em volta do seu pneu). Este
último ponto mencionado, foi o que causou mais dificuldade na compreensão e no
sucesso do jogo, porém foi algo ultrapassado, uma vez que, a meio do jogo as crianças
já sabiam para onde teriam de se deslocar e se o tinham de fazer ou não.

No que diz respeito às tarefas, a primeira seria: a criança responsável por responder
(porta-voz da equipa) ia rodar a roleta. Nesta tarefa, a díade decidiu utilizar uma roleta
para a atribuição dos temas das perguntas, pois acredita que é um objeto dinâmico e que
desperta mais o interesse das criança, ao invés de ser o adulto a escolher o tema a ser
abordado. Na segunda tarefa, o/a porta-voz já sabia o tema, reunia-se com a equipa no
respetivo pneu para ouvir a pergunta. Após esta ser dita, as equipas teriam um período
de tempo para pensarem e refletir em grupo. Com isto, a díade, pretendeu que as
crianças valorizassem o trabalho colaborativo, que cooperassem entre elas, e que
conseguissem debater diferentes opiniões entre as mesmas. Após o termino do tempo
disponibilizado (cerca de 5 minutos), o/a porta- voz dizia a resposta que a equipa, em
conjunto, achou mais apropriada, e, o que inicialmente, não era suposto, mas que
depois, com o decorrer da atividade pareceu o mais apropriado, a díade, em vez de dizer
se estava certa ou errada a resposta dada e dar a respetiva explicação, preferiu deixar
que fossem as restantes equipas a dizerem se a resposta estava ou não correta e permitiu,
porque achamos mais eficaz, que os amigos das outras equipas dessem a sua opinião e
explicação sobre a pergunta. Assim, a atividade tornou-se mais atrativa, na nossa
opinião, pois “obrigou” todas as crianças estarem atentas, focadas e interessadas nas
perguntas, mesmo que não fosse para a equipa das mesmas.

No final, cada criança recebeu uma medalha que dizia “Medalha de Participação” e a
data da atividade, pois achamos como futuras docentes importantíssimo reforçar que o
importante não é ganhar mas sim participar, incentivando-os para o trabalho de grupo e
não para a competição.

Importa ainda referir que escolhemos fazer o “nosso” jogo no exterior, porque achamos
que as crianças são mais felizes com o meio envolvente e para salientar a importância
do exterior nas aprendizagens das crianças. Deixamos ainda o nosso jogo na sala dos
golfinhos, uma vez que estes mostraram interesse no mesmo, e com a esperança que o
grupo brinque muito e aprenda ainda mais com a atividade que preparamos para eles.

6. Recursos e materiais educativos utilizados


O nosso par pedagógico quis utilizar poucos materiais e sempre que possível materiais
recicláveis. Acreditamos que menos é mais, e por isso, utilizamos o melhor que a vida
nos dá, a natureza, alguns pneus disponíveis no espaço exterior do colégio, e
construímos uma roleta em cartão de caixas que já não tinham utilidade; pintamo-la e
colocamos uma seta para indicar o tema que saiu a cada equipa. Fizéssemos ainda
cartões com as perguntas do jogo e as medalhas para cada criança, apenas com cartolina
e fio.

Para além destes materiais educativos que o nosso jogo precisou, utilizamos ainda um
recurso digital (tablet e projetor) para a visualização do vídeo de explicação da
atividade.

7. Reflexão da atividade realizada


8. Referências bibliográficas
9. Apêndices
10. Anexos

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