Técnicas de diagnóstico

Mecanismos de defesa
As defesas que o ego usa são muitas e inumeráveis se contarmos suas nuanças e as diversas patologias psíquicas que podemos estudar ou ter acesso. Além disso, foram muitos os psicanalistas que descreveram essas defesas com diferentes nomes para especificá-las em diferentes patologias. Por isso, na listagem que se segue, vocês vão encontrar muitas que se aproximam e até se assemelham, sem se anularem. Lembro que na psicanálise temos várias vertentes diferentes em diversas escolas (freudianos, klenianos, winnicottianos, bionianos, annafreudianos, lacanianos e também os menos ortodoxos como a “psicologia do self” e a “escola de psicologia do ego”, “culturalismo”, etc.) e todas elas de alguma forma nos são úteis no tratamento com os pacientes que são tão diferentes quanto essas escolas. Por exemplo: se uma abordagem freudiana funciona bem em um paciente, em um outro, se consegue aprofundar com mais facilidade ao fazer uma abordagem kleniana. E esse mesmo paciente que vai bem com Klein, pode precisar de uma interpretação lacaniana para que possa ter insights. Isso sem contar que há problemas que enquanto não são resolvidos em profundidade, precisam de uma orientação real e/ou reforço egóico para poder haver algum alívio nas tensões, obter crescimento e abrir caminho para a percepção da problemática pessoal. Então, assim como as diferentes técnicas e teorias das várias vertentes da psicanálise são úteis sem se anularem, apesar de suas diferenças aparentemente gritantes, assim é também com as várias descrições disponíveis sobre as defesas egóicas. Podemos usar as descrições de defesas que se assemelham mais com o caso em questão, as que são mais entendíveis pelo paciente ou as que parecem se encaixar melhor naquele caso. E é claro, numa situação específica você pode nomear a defesa em questão com um nome original e diferente de todos os outros, simplesmente porque diz respeito à história do paciente ou porque é um termo comum no seu vocabulário, sem desmerecer em nada o tratamento por isso. O mesmo acontece com qualquer tipo de interpretação. O importante é que o paciente lhe entenda. Mas o que é importante ser entendido é que o modo e a intensidade em que os mecanismos de defesa são empregados é que vai determinar a sua natureza psíquica, patológica ou não. Quanto mais imaturo e menos desenvolvido estiver o ego, mais primitivas e carregadas de magia serão as defesas e mais regredida e problemática é a patologia que será desenvolvida. E a listagem que se segue não pretende em hipótese alguma esgotar as possibilidades de descrição das defesas egóicas. Rosana Machado

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levando a estados psicóticos ou ao fetichismo. manifestação da pulsão de morte. Assim as defesas maníacas se estruturam no tripé “controle. tenta-se controlar a tudo e a todos com domínio onipotente. É importante ao desenvolvimento e uma capacidade útil num adulto. Falso-self – aparece em pessoas que têm que adivinhar o que esperam delas como forma imperiosa de adaptação. A integração dessas cisões determina a entrada na posição depressiva. Denegrimento / Desvalorização / Depreciação – pela identificação projetiva excessiva. se divide entre: o amor e o ódio. 2 Rua Humberto I. Cisão do ego – diante de uma situação intolerável. o bom e o mau. No desprezo emprega-se o denegrimento de todos aqueles a quem inveja ou imagina que o oprimem e humilham.br . Essa tentativa de controle. mas pode chegar a uma forte negação. Este conjunto de defesas gera certa euforia. o ego precisa resolver se o perigo é real ou não. e para se ver livre dele procura inverter os papéis de quem submete e de quem é submetido. na incapacidade de discernir isso. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. No controle. assim agradando e garantindo o amor e os cuidados com da mãe.sppsic. Controle Controle maníaco / Defesas maníacas – o ego é submetido a um superego rígido.Defesas psicóticas Aqui reina a não-integração. Pelo triunfo o sujeito nega a sua baixa auto-estima resultante do seu estado depressivo subjacente. Está sempre presente na PPP e se forma pelo uso exagerado de identificações projetivas. Transformação de uma carga emocional reprimida em sintoma somático.org. Controle onipotente do objeto – característica dos narcisistas. Aqui há uma negação maciça contra a inveja (defesa contra a inveja). É uma tentativa exagerada de manejar ou regularizar os acontecimentos ou os objetos do ambiente no interesse de minimizar a ansiedade e resolver conflitos internos. contra o reconhecimento de dependência e contra a tomada de contato com a depressão. É a base da histeria de conversão. Cisão do objeto – muito cedo os objetos são percebidos como bons ou maus. o sujeito desqualifica a quem inveja para tentar livrar-se de um sentimento penoso. Conversão / Conversão somática – consiste em uma transposição de um conflito psíquico numa tentativa de resolução deste por meio de expressões somáticas. triunfo e desprezo”. Cisão / Clivagem / Divisão / Dissociação / Splitting – mecanismo defensivo arcaico. Desmerecer qualidades de outros para se sobressair. que nos casos mais leves pode ser confundida com alegria. como na fábula da raposa e das uvas. Esse sujeito pode ter de esconder seu self verdadeiro para protegê-lo do aniquilamento. o narcisismo e a fusão. nada mais é do que a defesa contra as angustias persecutórias e depressivas.

total ou parcialmente nele. • Identificação – processo psíquico pelo qual um indivíduo assimila um aspecto ou uma característica de outro. Identificação com a figura amada e admirada – são as identificações mais sadias. “Torno-me o inimigo para poder me defender dele”. Identificação com a figura odiada / com o agressor – identificando-se com o agressor. Essa fusão continua necessária para a sobrevivência psíquica do sujeito. existe uma camada persecutória. Idealização primitiva – imagem primitiva toda poderosa e perfeita dos pais. Não deixa de ser uma clivagem e está relacionada a objetos parciais. Idealização – atribuir a outro qualidades de perfeição. ter a mãe é o mesmo que ser a mãe. temor reverencial. Pode incluir: admiração. veneração. O sujeito age ativamente com os outros.org. apresentando-se conforme o modelo desse outro. e se transforma. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. o que vai lhe custar o preço de um autoesvaziamento. Chega a excluir do objeto falhas humanas comuns. mas ela requer o uso constante de identificações projetivas na pessoa idealizada. solidão ou impulsos agressivos inaceitáveis) em autocensura e queixas de dor e enfermidade somática. pode-se ter maior controle e ser igual à pessoa temida e odiada. aquilo que sofreu passivamente com as figuras agressoras.sppsic. A doença real pode também ser acentuada em excesso ou exagerada por suas possibilidades de evasão e regressão. Identificação com valores impostos pelos pais • Identificações arcaicas / proto-identificações – são de natureza arcaica. Identificação especular – a criança comporta-se como se fosse uma mera imagem que reflete os desejos da mãe ou vice-versa e encara os suportes como um mero prolongamento de si próprio. onde observamos a não diferenciação entre o eu e o outro. Subjacente a idealização excessiva. estáveis e harmônicas.br . Identificação adesiva – quando a criança ainda não se desgrudou da mãe. Identificação com a figura idealizada – costuma ser frágil e custa ao sujeito o preço do esvaziamento de suas capacidades e uma baixa tolerância a frustrações. É aqui que observamos a fusão psíquica. a idealização é necessária e estruturante. vendo-o de modo ideal. No começo da vida.Hipocondria – transformação da censura alheia (privação. A identificação se processa pelo desejo do sujeito de ter algo em comum com o outro e é uma substituição de uma ligação afetiva abandonada. Identificação com a figura perdida – é a base dos processos depressivos. adoração e escravização por uma pessoa. assim como é com o feto ou com o bebê. A mãe aqui é necessária para a sobrevivência e o perigo da separação seria como um aborto. de seus próprios aspectos positivos. culto. “Transformo-me no objeto para não precisar mais dele”. então há um fusão. onde não se forma uma real identificação acompanhada da individuação. 3 Rua Humberto I.

pensamentos e sentimentos são mesmo seus. É a rejeição de uma realidade tida como inexistente. 4 Rua Humberto I. “Um não quer dizer um sim”. sentimentos e desejos intoleráveis do sujeito para o interior de um objeto (não necessariamente animado). então.sppsic. Mecanismo específico da psicose paranóide. Negação pela fantasia – situação fantasiosa que satisfaz uma necessidade ou desejo que não pode ser satisfeito na vida real. mas continua a defender-se. Também é uma tentativa de recuperação da onipotência que foi projetada para os adultos. Foraclusão / Repúdio / Rejeição – negação extensiva à realidade exterior. Retira do indivíduo não só a percepção necessária para lidar com os desafios externos. Mas também destrói os objetos. sem nenhum conflito. Uma abolição simbólica do que foi expulso do pensamento. contrárias às que acredita. reasseguram e complementam. É característica da posição depressiva. É uma forma de penetrar no outro com a fantasia de lesá-lo. Negação – tentativa de não aceitar na consciência algum fato que perturba o Ego e/ou que exprime o princípio do prazer. Aqui sempre há o uso da negação. tudo o que agrada é introjetado. -K = ataque ao conhecimento. -K (Bion) – K = conhecimento.org. pois no ego arcaico e prazeroso.Identificação adictiva – devido à falta de figura solidamente introjetadas. Identificação imitativa – é a primeira fase para uma identificação sadia. da PPP. Sabe que os seus desejos. no entanto muitas vezes torna-se permanente na personalidade e o sujeito não faz mais do que se adaptar aos diferentes ambientes. Essa negação ao conhecimento extremada atinge ao estado da forclusão. aspectos que foram projetados. sem referência à realidade concreta. o ego aprende a usar a introjeção para fins hostis como executora de impulsos destrutivos e também como modelo de um mecanismo definido de defesa. Forma de reação e ataque às verdades intoleráveis ou ataque aos vínculos. apossando-se de suas riquezas.br . onde o sujeito substitui a realidade intolerável por uma criação de fantasiosa. é uma satisfação instintiva. Denegação / Renegação / Recusa / Desmentida / Desestima – o sujeito recusa a percepção de uma evidência no mundo exterior e expressa opiniões de si e dos outros. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. mas também a capacidade de valer-se de estratégias de sobrevivência adequadas. como se a castração nunca houvesse existido. Identificação projetiva – há uma expulsão de aspectos. são reintrojetados de forma modificada. o individuo fica sem um sentido de identidade próprio e por isso fica adicto a certas pessoas que o complementam. e não de defesa. Recusa consciente para perceber fatos desagradáveis. Percebendo este fato. Identificação introjetiva – há um inter-jogo entre projeções e introjeções. possuí-lo ou controlá-lo. Introjeção – a princípio. Está estreitamente relacionada com a identificação. Negação onipotente – negação permeada de onipotência.

org. logo não tem o que aprender e os outros é que têm que aprender com ele. sentimentos. O sujeito. uma idéia é representada por uma outra e não há qualquer compromisso com a lógica. • Fobia – pavor irracional perante um objeto ou situação. fantasia ou ato inaceitável. Fica evidente nos sonhos e pode ser observada em sintomas fóbicos. Os objetivos da fantasia consistem em satisfazer os impulsos instintuais. A pessoa substitui a finalidade inicial de uma pulsão por outra diferente e socialmente mais aceita. Fantasia – processo psíquico em que o indivíduo concebe uma situação em sua mente. Está presente na neurose obsessiva. que satisfaz uma necessidade ou desejo. Defesas neuróticas Aqui há sempre a manipulação da libido. com o intuito de anulá-lo. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. O paciente acredita de que sabe tudo. satisfeito. Perversão / Sexualização – a perversão é também uma defesa contra a angústia de castração decorrente dos desejos edipianos incestuosos infantis.Onipotência / Onisciência – defesa do ego arcaico do bebê num período em que ele imagina ter um controle onipotente sobre o seio da mãe (pensamento mágico). Projeção – o sujeito expulsa de si e localiza no outro – pessoa ou coisa – qualidades. que não pode ser. produto de deslocamentos. gratificando mais ao impulso do que à proibição. Condensação – muitas imagens e representações são fundidas numa única representação que condensa várias cadeias associativas. ao invés de lembrar e verbalizar parte para ações que funcionam como sintomas. Anulação – desfazer um pensamento. É o que conhecemos como “espelho”. Atuação / Acting out – a fantasia é manifestada no comportamento. O todo é representado por uma parte ou vice-versa. • Deslocamento – a libido desliza de uma representação inconsciente para outra com a qual tem algum vínculo associativo.sppsic.br . A representação de um objeto (ou situação) arcaico tido como perigoso sofre deslocamento para outro objeto externo de quem não se dependa e/ou que seja possível evitar. prescindindo da realidade externa. para afastar ansiedades ligadas a impulsos proibidos. O sujeito dota um objeto ou uma função de significado sexual que realmente não possuem ou que existem em menor grau. É típica da PPP. Seria uma defesa contra a “relação de objeto”. a gratificação derivada da fantasia pode ser encarada como uma defesa contra a realidade externa da privação e contra a realidade interna. 5 Rua Humberto I. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. desejos e mesmo “objetos” que ele desconhece ou recusa nele. contrapondo um pensamento ou um ato oposto ao primeiro (imediatamente após). na vida real.

A Formação Reativa oculta partes da personalidade e restringe a capacidade de uma pessoa responder a eventos e. em anos anteriores. Não só a idéia original é reprimida. mantendo os afetos à distância para neutralizá-los. motivo do comportamento por uma explicação razoável e segura. uma ação. mesmo que seja em forma indireta. com formas de gratificação de fases anteriores. quando se depara com uma frustração e/ou com conflitos em estágios posteriores do desenvolvimento.br . uma idéia. um sentimento. dessa forma. especialmente com o que os precede e os segue no tempo. Intelectualização – tentativa de se livrar de uma situação lidando com ela de maneira intelectual. como por exemplo. a repugnância. Regressão – é o retorno transitório do indivíduo a níveis anteriores do desenvolvimento e a um modo de expressão mais simples ou mais infantil. A racionalização intervém também no delírio. Tudo o que agrada ao ego é introjetado. A regressão. ou aceitável do ponto de vista moral. a personalidade pode tornar-se relativamente inflexível. Racionalização – o sujeito procura apresentar uma explicação coerente do ponto de vista lógico. reduziram a ansiedade. a vergonha e a moralidade. A estabilidade só é conseguida através de luta contínua. Isolamento – consiste em isolar um comportamento ou um pensamento de tal maneira que as suas ligações com os outros pensamentos. Podemos chamar de autopunição. para uma atitude. porém assustador. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. A sua interpretação é uma via de acesso ao que está inconsciente pela repressão. embora reduza a tensão. Substituição do verdadeiro. o neurótico procura a solução fazendo entrar no ego a maior parte possível do mundo externo. freqüentemente deixa sem solução a fonte de ansiedade original. Está intimamente ligada com a identificação. vem para mim. Uma reação contra ele próprio. É um modo de aceitar a pressão do Superego. Introjeção – enquanto o paranóico expulsa de seu ego as tendências que se tornam desagradáveis. É um modo de aliviar a ansiedade escapando do pensamento realístico para comportamentos que. 6 Rua Humberto I. Inversão contra o eu – a agressividade que iria para o objeto. mas qualquer vergonha ou auto-reprovação que poderiam surgir ao admitir tais pensamentos em si próprios também são excluídas da consciência. Pode ser uma compulsão à repetição.org. de tornar o inaceitável mais aceitável. Para essa supressão elas costumam construir barreiras mentais contrárias ao verdadeiro sentimento sexual. quando estes são inconfessáveis. então a criança não consegue suprimir sua agressividade. Ruptura das conexões associativas de um pensamento ou de uma ação. ou com o auto-conhecimento fiquem absolutamente interrompidas. Lembranças encobridoras – defesa formada principalmente por deslocamentos e condensações de elementos infantis tanto fantasiosos quanto reais.• Formação Reativa – consiste em ostentar um procedimento e externar sentimentos opostos aos impulsos verdadeiros. É observado em crianças cujas mães não permitem a expressão da agressividade. fazendo dele objeto de fantasias inconscientes.sppsic. de disfarçar verdadeiros motivos. Controle dos afetos e impulsos por pensar sobre eles ao invés de experimentá-los. com convincentes construções racionais. Diferencia-se da racionalização que atribui aos afetos razões mais plausíveis.

passa a considerar como um trunfo. proibidos. onde predomina a pulsão de morte. Pretende fazer desaparecer da consciência impulsos. diferente da agressão sádico-destrutiva. que ele. na impossibilidade de realização destes. Delírios – Auditivos. • Reparação / Anulação – ações que contestam ou desfazem um dano que o indivíduo imagina que pode ser causado por seus desejos. pode ser uma reparação. onde o viciado busca uma magia para se compensar. Altruísmo – satisfação gratificante por serviço prestado aos outros. sentimentos e desejos ameaçadores. então. A repressão impede qualquer "manipulação" possível desse material. (situações suporte). etc. Reparar o que foi destruído. uma idéia ou apelo do instinto. jóias. Ela nunca é realizada definitivamente. Mas existe também a adição a alimentos. de perseguição. etc. Renúncia altruísta / Capitulação altruísta – implica o abandono da gratificação direta ou de necessidades instintuais para favorecer realização das necessidades alheias em detrimento do self. com a satisfação sendo obtida somente por meio da introjeção.org. Repressão/ Recalque – afastar da consciência um afeto. • Sublimação – parte da energia investida nos impulsos sexuais é direcionada à realizações socialmente aceitáveis. por um outro aspecto que o caracterize. Realiza em outro seu desejo (troca de papéis). canalizada para atividades socialmente meritosas e reconhecidas. o material reprimido continua fazendo parte da psique. Um problema é que a adicção consiste numa estrutura idealizadora. e continua causando problemas.Regressão real – regressão em um trauma real. roupas. Então não deixa de ser uma perversão. sempre na busca de sentir-se vivo. busca-se o cancelamento da experiência prévia e desagradável. A energia associada a impulsos e instintos socialmente e pessoalmente constrangedores é. de grandeza (megalomania). 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. mas exige um continuado consumo de energia para se manter o material reprimido. O indivíduo quer pagar pelo seu erro. Entretanto. apesar de inconsciente. Agressividade – a agressividade é uma forma de proteger-se dos predadores externos. Outras defesas Adicção – Os drogadictos estão entre os que sofrem patologia do vazio e precisam de adicções para tentar preencher seu vazio existencial (buraco emocional). eeligiosos.sppsic. Retirada de idéias da consciência para o inconsciente. Anulação – através de uma ação. desagradáveis ou inoportunos. • Compensação – o indivíduo se compensa por alguma deficiência e/ou pela imagem que tem de si próprio. Nesse caso. 7 Rua Humberto I. onde a droga é um fetiche.br . É uma modalidade de negação. seguir em frente e sobreviver. aqui predomina a pulsão de vida.

sendo usada essa libido para fantasias. é substituído por outro.sppsic. É uma forma de deslocamento.Desmaio . O inconsciente oferece a consciência um substituto aceitável por meio do qual ela pode satisfazer o Id ou o Superego. Recusa da realidade psíquica – uma percepção é registrada.br .org. que geralmente se assemelha ao proibido.com ele o indivíduo consegue abandonar a ameaça. É a satisfação imaginária do desejo. mas seus significados não existem. 295 – Vila Mariana – 11 5539-6799 – www. Introversão – retirada da libido dos objetos do mundo externo para o mundo interno. Transposição do afeto / Substituição – um objeto valorizado emocionalmente. 8 Rua Humberto I. alcançando a gratificação ou a defesa contra eles. mas que não pode ser possuído.

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