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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

ENGENHARIA DE AGRONEGÓCIOS

BIOLOGIA GERAL I
PROF. CARLOS EDUARDO DE SOUZA TEODORO

RELATÓRIO 2
OBSERVAÇÃO DE CÉLULA EUCARIÓTICA VEGETAL E
ANIMAL

PALOMA DE ALMEIDA FORTES PINTO


2022/1 – V4

VOLTA REDONDA
ABRIL DE 2022
SUMÁRIO

OBSERVAÇÃO DE CÉLULA EUCARIÓTICA VEGETAL E ANIMAL


INTRODUÇÃO 3
OBJETIVO 3
MATERIAIS E MÉTODOS 3
RESULTADO 5
CONCLUSÃO 8
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 8
OBSERVAÇÃO DE CÉLULA EUCARIÓTICA VEGETAL E ANIMAL

1. INTRODUÇÃO
A célula eucarionte pertence a um tipo celular mais complexo e que constituem a maior parte
dos seres vivos, ela possui núcleo individualizado, delimitado por uma membrana celular. A
célula animal e vegetal são eucariontes, isto significa que essas células apresentam o material
genético envolvido por um envoltório nuclear, ou seja, são células que apresentam um núcleo
definido. Além disso, essas células são semelhantes pois apresentam organelas membranosas
em seu citoplasma, como retículo endoplasmático, complexo golgiense, mitocôndria e
peroxissomos em sua composição. Porém, possuem diferenças como a presença de parede
celular celulósica, cloroplastos, vacúolos de suco celular e glioxissomos nas células vegetais e
a ausência dessas estruturas na célula animal. Além disso, nas células animais encontramos a
presença de lisossomos, os quais estão ausentes na célula vegetal. Todas essas estruturas são
chamadas de organelas que desempenham processos como a respiração celular, síntese de
proteínas, digestão de moléculas orgânicas e outros.

2. OBJETIVO
Observar com microscópio óptico a estrutura de células vegetais da epiderme da cebola e
células animais da raspagem bucal humana.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

3.1. MATERIAIS
➔ 1 epiderme da cebola;
➔ 2 lâmina;
➔ 2 lamínula
➔ Corante azul de metileno
➔ Corante lugol
➔ 1 palito
➔ 1 tesoura;
➔ 1 pinça;
➔ Folhas de papel toalha
➔ 2 pipetas;
➔ 2 béqueres.
➔ 1 microscópio óptico

3.2. MÉTODOS
Foram realizados dois experimentos, observação de célula vegetal e observação de célula
animal, apesar dos métodos serem parecidos, diferem em alguns pontos que serão esclarecidos
nos próximos tópicos.

3.2.1. CÉLULA VEGETAL


➢ Inicialmente, foi ligada a luz do microscópio óptico, regulado a distância das lentes e
ajustado o foco;
➢ Foi retirado com a pinça um pequeno pedaço da epiderme de uma cebola (parte fina e
transparente);
➢ Após, pegou-se uma lâmina e utilizou-se uma pipeta pingar para uma gota de água no
centro;
➢ Em seguida foi acrescentado a epiderme sob a lâmina em cima da gota de água;
➢ Adicionou-se duas gotas de lugol no centro da lâmina;
➢ Acrescentou a lamínula e em um ângulo de 40° sob lâmina, onde estava a epiderme;
➢ Foi secado com um papel o líquido excedente que poderia escorrer para fora da lâmina;
➢ Acomodou-se a lâmina no microscópio e foi ajustado a luz;
➢ Regulou-se o microscópio na lente de 40x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 40x;
➢ Logo após, regulou-se o microscópio na lente de 100x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 100x;
➢ Na sequência, regulou-se o microscópio na lente de 400x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 400x;
➢ Retirou-se a lâmina do microscópio e foi descartada em um béquer com água;
➢ E por último, retornou-se a lente para 40x para próximo experimento .

3.2.2. CÉLULA ANIMAL


➢ Para este experimento, primeiro realizamos um esfregaço na mucosa jugal, ou seja,
passamos várias vezes a ponta de um palito na parte interna da bochecha;
➢ Após, pegou-se uma lâmina e o material recolhido no palito foi passado no centro da lâmina;
➢ Foi necessário esperar alguns segundos até que a lâmina estivesse seca;
➢ Adicionou-se duas gotas de corante azul de metileno no centro da lâmina;
➢ Acrescentou a lamínula e em um ângulo de 40° sob lâmina, onde estava o corante;
➢ Foi secado com um papel o líquido excedente que poderia escorrer para fora da lâmina;
➢ Acomodou-se a lâmina no microscópio e foi ajustado a luz;
➢ Regulou-se o microscópio na lente de 40x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 40x;
➢ Logo após, regulou-se o microscópio na lente de 100x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 100x;
➢ Na sequência, regulou-se o microscópio na lente de 400x;
➢ Foi desenhado a imagem observada na lente de 400x;
➢ Retirou-se a lâmina do microscópio e foi descartada em um béquer com água;
➢ E por último, retornou-se a lente para 40x e foi desligada a luz do microscópio .

4. RESULTADOS

4.1. CÉLULA VEGETAL


Lente de 40x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 40x.

Lente de 100x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 100x, pode-se observar detalhes como a
estruturas das células.
Lente de 400x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 400x, é possível observar detalhes como o
núcleo da célula.

4.2. CÉLULA ANIMAL


Lente de 40x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 40x.
Lente de 100x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 100x, pode-se observar mais detalhes e bolhas
de água.

Lente de 400x
Ilustração da imagem obtida através da lente de 400x, pode-se observar mais detalhes como
seu formato e estruturas não vistas.

5. CONCLUSÃO

Contudo, com esses experimentos foi observado que as células vegetais possuem estruturas
em formas retangulares devido a sua parede celular, já as células animais possuem um
formato mais arredondado e irregular. Inclusive, foi possível visualizar os núcleos dos dois
tipos de células.
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Célula Animal e Vegetal. Magalhães, Lana. Disponível em:


https://www.todamateria.com.br/celula-animal-e-vegetal. Acesso em: 21 de abril de 2022.

Diferenças entre as células animais e vegetais. Santos, Vanessa Sardinha. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/diferencas-entre-as-celulas-animais-e-vegetais.htm.
Acesso em: 21 de abril de 2022.

Conheça as estruturas que são comuns e as que diferenciam os tipos celulares. Sena, Ailton.
Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/biologia/celula-animal-e-vegetal.
Acesso em: 21 de abril de 2022.

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