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COLÉGIO ESTADUAL MÁRIO AUGUSTO TEIXEIRA DE FREITAS

TRABALHO DE PAN

SALVADOR/BA
2022
COLÉGIO ESTADUAL MÁRIO AUGUSTO TEIXEIRA DE FREITAS

TRABALHO DE PAN

CID CAUÃ
HENRIQUE ANTONY
MARIA EDUARDA MONTEIRO
RAQUEL NASCIMENTO
SUZANA SILVA
THAINÁ MENEZES

2°ANO F - MATUTINO

SALVADOR/BA
2022
ATIVIDADE DE PAN

Gráficos
Os gráficos são representações que facilitam a análise de dados, os quais
costumam ser dispostos em tabelas quando se realiza pesquisas estatísticas.
Eles trazem muito mais praticidade, principalmente quando os dados não são
discretos, ou seja, quando são números consideravelmente grandes. Além
disso, os gráficos também apresentam de maneira evidente os dados em seu
aspecto temporal.

Elementos dos gráficos


Ao construirmos um gráfico em estatística, devemos levar em consideração
alguns elementos que são essenciais para sua melhor compreensão. Um
gráfico deve ser simples devido à necessidade de passar uma informação de
maneira mais rápida e coesa, ou seja, em um gráfico estatístico, não deve
haver muitas informações, devemos colocar nele somente o necessário.
As informações em um gráfico devem estar dispostas de maneira clara e
verídica para que os resultados finais sejam dados de modo coeso com a
finalidade da pesquisa.

Tipos de Gráficos
Em estatística é muito comum a utilização de diagramas para representar
dados, diagramas são gráficos construídos em duas dimensões, isto é, no
plano. Existem vários modos de representá-los, as principais são: gráfico de
pontos, gráfico de linha, gráfico de barra, gráfico de coluna e gráfico de setor.

Gráfico de linha
É utilizado em casos que existe a necessidade de analisar dados ao longo do
tempo, esse tipo de gráfico é muito presente em análises financeiras. O eixo
das abscissas (eixo x) representa o tempo, que pode ser dado em anos,
meses, dias, horas etc., enquanto o eixo das ordenadas (eixo y) representa o
outro dado em questão.
Gráfico de Barras
Tem como objetivo comparar os dados de determinada amostra utilizando
retângulos de mesma largura e altura. Altura essa que deve ser proporcional ao
dado envolvido, isto é, quanto maior a frequência do dado, maior deve ser a
altura do retângulo.

Gráfico de Colunas
Seu estilo é semelhante ao do gráfico de barras, sendo utilizado para a mesma
finalidade. O gráfico de colunas então é usado quando as legendas forem
curtas, a fim de não deixar muitos espaços em branco no gráfico de barra.

Gráfico de Setor
É utilizado para representar dados estatísticos com um círculo dividido em
setores, as áreas dos setores são proporcionais às frequências dos dados, ou
seja, quanto maior a frequência, maior a área do setor circular.

Gráfico de função
Quando trabalhamos com funções, a construção de gráficos é de extrema
importância. Podemos dizer que assim como vemos nossa imagem refletida no
espelho, o gráfico de uma função é o seu reflexo. Através do gráfico, podemos
definir de que tipo é a função mesmo sem saber qual é a sua lei de formação.
Isso porque cada função tem sua representação gráfica particular.
Independente da função trabalhada, é fundamental conhecer algumas
definições: Plano Cartesiano → é o ambiente onde o gráfico será construído.
Ele é estabelecido pelo encontro dos eixos cartesianos x e y, conhecidos como
eixo das abcissas e eixo das ordenadas, respectivamente. Cada ponto do
gráfico é conhecido como par ordenado, pois ele é formado pelo encontro de
um valor das abcissas com um valor das ordenadas. A linha que une os pares
ordenados é conhecida como curva da função.

Gráfico de função do 1 grau


Toda função definida por f(x) = ax + b, com a e b pertencentes aos reais e a 0 é
considerada uma função do 1º grau e possui representação gráfica no plano
cartesiano.
O gráfico de uma função do 1º grau é uma reta podendo ser crescente ou
decrescente.
Construa uma tabela com duas colunas, na primeira coloque valores de x
(domínio) e na segunda os valores de f(x) (imagem da função). Marque no
plano cartesiano os pares ordenados (x,y), depois trace a reta da função.

Gráfico de função de 2 grau


Coeficiente a > 0, parábola com a concavidade voltada para cima
Coeficiente a < 0, parábola com a concavidade voltada para baixo
? > 0 – A equação do 2º grau possui duas soluções distintas, isto é, a função
do 2º grau terá duas raízes reais e distintas. A parábola intersecta o eixo das
abscissas (x) em dois pontos.

Gráfico de função exponencial


A função exponencial é aquela em que a variável é um expoente.
Matematicamente, ela é definida como f de R em R, tal que f(x) = ax , em que a
ϵ R, a > 0 e a ≠ 1. O gráfico dessa função é uma curva obtida ao encontrar
alguns pares ordenados que pertencem à função e ao desenhar essa curva
que passa por eles. A observação de alguns gráficos dessas funções permite
deduzir algumas de suas propriedades, que serão discutidas neste texto.
Em uma função qualquer, encontrar pares ordenados que pertençam ao seu
gráfico é tarefa simples: basta escolher valores para x e encontrar os valores
de f(x) ligados a eles no contradomínio. Isso é feito substituindo o valor de x
escolhido na função e calculando a expressão numérica resultante.
1º Exemplo: para encontrar 5 pares ordenados pertencentes ao gráfico da
função f(x) = 2x, usaremos os valores x = – 3, x = – 2, x = – 1, x = 0, x = 1, x =
2 e x = 3 e preencheremos a seguinte tabela:

Com a tabela preenchida, perceba que cada valor de x se relaciona a um valor


de f(x) que pode ser compreendido como y no par ordenado. Sendo assim,
os pares ordenados formados são:

A = (– 3, 1/8)

B = (– 2, 1/4)

C = (– 1, 1/2)

D = (0, 1)

E = (1, 2)

F = (2, 4)

G = (3, 8)

Para desenhar o gráfico, marque os pontos acima do plano cartesiano e


desenhe uma curva que os contenha. Atenção: os pontos não devem ser
ligados com linhas retas, devem estar sobre uma curva.
Gráfico de juros simples e compostos
Os juros simples e compostos são cálculos efetuados com o objetivo de corrigir
os valores envolvidos nas transações financeiras, isto é, a correção que se faz
ao emprestar ou aplicar uma determinada quantia durante um período de
tempo.

O valor pago ou resgatado dependerá da taxa cobrada pela operação e do


período que o dinheiro ficará emprestado ou aplicado. Quanto maior a taxa e o
tempo, maior será este valor.

Nos juros simples a correção é aplicada a cada período e considera apenas o


valor inicial. Nos juros compostos a correção é feita em cima de valores já
corrigidos.

Por isso, os juros compostos também são chamados de juros sobre juros, ou
seja, o valor é corrigido sobre um valor que já foi corrigido.

Sendo assim, para períodos maiores de aplicação ou empréstimo a correção


por juros compostos fará com que o valor final a ser recebido ou pago seja
maior que o valor obtido com juros simples.

Diferença entre juros simples e compostos com o passar do tempo. A maioria


das operações financeiras utiliza a correção pelo sistema de juros compostos.
Os juros simples se restringem as operações de curto período.

Gráfico da escalada da moeda americana em 2015

Em 2015, a moeda subiu 48,49% sobre o real. Segundo a Reuters, foi o maior
avanço anual em 13 anos. Em 2002, o dólar subiu pouco mais de 50% em
relação ao real. Em dezembro, a alta da moeda foi de 1,58%. A moeda norte-
americana subiu 1,83%, a R$ 3,948 para venda.

Gráfico da pesquisa Eleitoral 1° turno

Gráfico da pesquisa Eleitoral 2° turno

Gráfico de energia elétrica (Coelba)


Mas para isso, antes, é importante entender como é composto o valor da fatura
que chega as nossas residências todo mês. O valor final da sua conta é
composto por cinco itens, sendo eles: Tributos, Custo de Geração de Energia,
Custo de Transmissão, Custo de Encargos e Custo de Distribuição. Esses itens
representam os impostos, encargos públicos e o custo da geração e transporte
da energia até sua casa. Confira abaixo a porcentagem de cada um desses
itens na composição do valor final da sua conta e entenda o que é cada um
deles:
Aumento e decrescimento do P.I.B da república federativa
do brasil – 2011

Em 2011, o PIB brasileiro variou 2,7% em relação a 2010. Em 2010, o


crescimento acumulado no ano havia sido de 7,5%. Em função deste
crescimento, o PIB per capita alcançou R$ 21.252 (em valores correntes), após
ter registrado variação, em volume, de 1,8% em relação a 2010. O PIB per
capita é definido como a divisão do valor corrente do PIB pela população
residente no meio do ano.

A expansão do PIB resultou do aumento de 2,5% do Valor Adicionado a preços


básicos e do crescimento de 4,3% nos Impostos sobre Produtos líquidos de
Subsídios. O aumento dos impostos reflete, principalmente, o crescimento em
volume de 11,4% do Imposto sobre Importação e do aumento de 4,7% do IPI
(Imposto sobre Produtos Industrializados), sendo este último puxado pela
venda de máquinas e equipamentos. O resultado do Valor Adicionado neste
tipo de comparação refletiu o desempenho das três atividades que o compõem:
Agropecuária (3,9%), Serviços (2,7%) e Indústria (1,6%).

O crescimento da agropecuária (3,9%) se deve ao aumento de produção de


várias culturas importantes da lavoura e aos ganhos de produtividade.
Influenciada pelas condições climáticas favoráveis, a agricultura brasileira
apresentou safra recorde em 2011 (159,9 milhões de toneladas), tendo como
destaque as seguintes culturas: algodão (72,6%), fumo (22,0%), arroz (19,0%),
soja (9,2%) e mandioca (7,3%).

Já nos serviços (2,7%), os destaques positivos foram Serviços de


informação (4,9%) e Intermediação financeira e
seguros (3,9%). Comércio cresceu 3,4%, seguido de Transporte,
armazenagem e correio (2,8%). Ao longo de todo o ano de 2011, o crescimento
da população empregada e da massa real de salários, ao lado da expansão do
crédito ao consumo, sustentaram o crescimento das vendas no comércio,
principalmente o varejista, em ritmo superior ao registrado pela atividade
industrial. Por fim, outros serviços e Administração, saúde e educação
pública cresceram, ambas, 2,3%, seguidas por Serviços imobiliários e
aluguel (1,4%).
Na indústria (1,6%), o destaque foi o crescimento no ano de Eletricidade e gás,
água, esgoto e limpeza urbana (3,8%) e da Construção civil (3,6%). O
desempenho da construção civil em 2011 é confirmado pelo aumento da
população ocupada no setor, que acumulou crescimento de 3,9% segundo a
Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, e pelo desempenho do crédito
direcionado. O Extrativo mineral acumulou expansão de 3,2%, com destaque
para a extração de minério de ferro. A Indústria de transformação, por sua vez,
apresentou estabilidade em relação ao ano anterior, com variação de 0,1%,
influenciado, principalmente, pela redução do Valor Adicionado de artigos do
vestuário e acessórios; artigos de plástico; metalurgia; máquinas, aparelhos e
material elétrico; e automóveis.

Na análise da demanda, a despesa de consumo das famílias cresceu 4,1% em


2011, oitavo ano consecutivo de aumento. A Despesa do Consumo da
Administração Pública aumentou 1,9% e a Formação Bruta de Capital Fixo, por
sua vez, apresentou expansão de 4,7%.

No âmbito do setor externo, as exportações tiveram crescimento de 4,5%, e as


importações se expandiram 9,7%. Contribui para este quadro a valorização do
Real ocorrida entre 2010 e 2011. A taxa de câmbio (medida pela média anual
das taxas de câmbio R$/US$ de compra e venda) variou de 1,76 para 1,67.

A taxa de investimento no ano de 2011 foi de 19,3% do PIB, inferior à taxa


referente ao ano anterior (19,5%). A taxa de poupança alcançou 17,2% em
2011 contra 17,5% em 2010.

Aumento e decrescimento do P.I.B da república federativa


do brasil – 2021

O PIB do Brasil em 2021, por exemplo, foi de R$ 8,7 trilhões. No último


trimestre divulgado (2º trimestre de 2022), o valor foi de R$ 2 404,0 bilhões. O
Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 2º trimestre, na
comparação com os três meses imediatamente anteriores, conforme divulgado
nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Comparado ao mesmo trimestre de 2021, a alta foi de 3,2%. O PIB brasileiro
fecha o primeiro semestre de 2022 com alta de 2,5%. Em valores correntes,
chegou a R$ 2,4 trilhões, contra R$ 2,249 trilhões no primeiro trimestre.
Segundo a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, com o
resultado do 2º trimestre, a economia brasileira atingiu um patamar apenas
0,3% abaixo do pico (registrado no 1º trimestre de 2014) e se encontra 3%
acima do patamar pré-pandemia.
Este é o quarto trimestre de alta consecutiva da atividade econômica do país.
Nesta divulgação, o IBGE também revisou resultados dos trimestres passados,
o que elevou o primeiro trimestre do ano para um crescimento de 1% para
1,1%.
Ainda dentro das revisões, a queda no 2º trimestre de 2021 passou de -0,2%
para - 0,3%. No 4º trimestre de 2021, o crescimento passou de 0,7% para
0,8%. Já considerando os resultados revisados, o PIB teve o maior crescimento
desde o 4º trimestre de 2020, quando houve alta de 3,2%.
O resultado também veio em linha com a projeção do indicador da Fundação
Getúlio Vargas (FGV), que previa alta de 1,1% no PIB do período entre abril e
junho. A prévia do Banco Central apontava para uma alta de 0,57%.
Referência:
https://brasilescola.uol.com.br/matematica/graficos.htm
https://brasilescola.uol.com.br/matematica/como-construir-grafico-uma-
funcao.htm
https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/grafico-uma-funcao-1-grau.htm
https://www.preparaenem.com/matematica/grafico-da-funcao-do-2-grau.htm
https://mundoeducacao.uol.com.br/matematica/grafico-funcao-exponencial.htm
https://www.todamateria.com.br/juros-simples-e-compostos/
https://servicos.neoenergiacoelba.com.br/a-coelba/Paginas/
composicaotarifaria.aspx
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-
denoticias/releases/14184-asi-em-2011-pib-cresce-27-e-totaliza-r-4143-trilhoes
https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/09/01/pib-do-brasil-avanca-
12percentno-2o-trimestre.ghtml

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