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Domingo, 7 de Agosto de 2011 Alternativa Já! Nº 1 Acreditamos nos madeirenses
Domingo, 7 de Agosto de 2011
Alternativa Já!
Nº 1
Acreditamos
nos
madeirenses
» JUVENTUDE

» JUVENTUDE

2 | Alternativa Já! Alternativa Já!
2 | Alternativa Já!

Jovens

esta é a altura!

F oi com este espírito, de elevar a fasquia, de apelar à participação dos jovens, de mobili- zá-los para a ideia de que a Região pode ser

dade das famílias Madeirenses este assunto não é um capricho, é uma ne- cessidade. No campo Social, nos meses de No- vembro e de Dezembro de 2010, a JP desenvolveu a campanha “SermaisSo- lidário”, recolhendoroupasebrinquedos,

apostando no apoio directo a diversas instituições, de que foi exemplo o pedi- tório para ajudaro “Centro da Mãe” nos bens de primeira necessidade. No que ao ambiente diz respeito, a Ju- ventude Popular apostou num projecto de reflorestação em regime de volun- tariado no Parque Ecológico do Fun- chal. Reivindicou ainda, desde a primeira hora, a abertura do centro Educativo do Santo da Serra. Nos próximos meses, a JP apostará numa campanha contra a utilização de drogas por parte dos jovens, com ac- ções de sensibilização, nomeadamen-

te no acampamento da “jota” a realizar

no Porto Santo entre 25 e 28 de Agosto. Retomará, já a partir de Setembro, o projecto de reflorestação voluntária do Parque Ecológico do Funchal. Desenvolverá ainda diversas iniciativas sobre o maior flagelo que assola os jo- vens: o desemprego, que na Madeira assume contornos dramáticos.

Vivemos tempos importantes, nos quais a juventude da Madeira tem muito a dizer. Por isso, a JP apela à

participação política dos jovens madei- renses. O desafio é grande. Urge não fi- car indiferente. A juventude deve pro- var que não é instalada e que pode, e deve, contribuir para elevar a fasquia.

A Juventude Popular acredita nos jo-

vens madeirenses e acredita que, de facto, este é o momento de mudar, de lutar por aquilo em que se acredita, de dizer basta a uma política que apela ao conformismo, que quer silenciar os jo- vens, que não ouve as suas aspirações. Este é o momento de mudar e a mu- dança depende de cada um de vós!

momento de mudar e a mu- dança depende de cada um de vós! diferente se forem

diferente se forem eles próprios, os jovens, a conduzir as suas próprias vidas, que iniciamos este mandato da Juventude Popular (JP). Sectorialmente, realizámos, na área da educação, uma campanha com carta- zes apelando a uma “liberdade com responsabilidade”, momento de co- municação que percorreu as escolas da Região. Uma aposta para chegar mais perto dos jovens. Desenvolvemos igualmente uma tertú- lia sobre a mesma temática, com as participações do deputado Lopes da Fonseca e do líder da JP Nacional. Li- berdade de escolha dos estabelecimen- tos de Ensino por parte das famílias, exames Nacionais nos 4º e 6º anos, avaliação nos programas educativos e redução de impostos para jovens em- presários foram os temas em debate. Pela sua responsabilidade social, a JP esteve contra os aumentos nas Cre- ches e contra a redução dos estágios dos recém-licenciados. Defendeu, e defende, que o Estatuto Nacional do aluno deve ser aplicado na Região. De- fendeu e defende a criação de um ob- servatório da violência escolar e a cria- ção de bolsas de manuais escolares. Por via dos seus Deputados na As- sembleia da República, a Juventude Popular pediu a apreciação Parla- mentar do Decreto-Lei 70/2010, no sentido de reverter os efeitos deste nas bolsas de estudo para o ensino superior. No mesmo sentido, sabendo que exis- tem perto de cinco mil estudantes da Região deslocados para estudar no continente, a JP quer continuar a de- bater o Decreto-Lei que pôs fim à tari- fa aérea de Estudante. Olhando a reali-

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» FINANÇAS PÚBLICAS

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A Região vive a maior crise da nossa memória

L ino Abreu, deputado do CDS-PP na Assembleia Legislativa Regional, considera que “a Re- gião vive a maior crise da nossa memória” e

aponta como o ”único responsável o actual Governo do PSD”. Segundo o diri- gente do CDS-PP, a dívida directa da Região representa cerca de 140% das receitas fiscais, receitas essas que se constituem como 47% do Orçamento Regional. As empresas e famílias madeiren- ses estão a pagar por reformas es- truturais adiadas, que serão inevi- táveis mesmo em contexto recessi- vo, caso contrário não será possível reduzir a carga fiscal e introduzir apoios sociais, acrescentou o depu- tado, numa conferência de impren- sa destinada a analisar o estado económico da Região. Somados os valores da dívida direc- ta e indirecta, a Região apresenta um passivo de 7 mil milhões de eu- ros, o que representa cerca de 145% do produto interno bruto, ou seja, da riqueza gerada anualmente na Madeira.

FINANÇAS PÚBLICAS REGIONAIS “EM ESTADO CAÓTICO” Para Lino Abreu, estes números conduziram as finanças públicas regionais a “um estado caótico”, colocando a Madeira na total de- pendência de receitas exteriores e de consequente maior endivida- mento.

receitas exteriores e de consequente maior endivida- mento. Para pôr fim à crise, o CDS/PP acredita

Para pôr fim à crise, o CDS/PP acredita ser “imperioso” que a curto prazo o Governo Regional perceba que é “urgente e necessário” pagar

a tempo e horas fornecedores e ser-

viços, caso contrário, “continuare- mos a ter maior número de falên-

cias e maior número de desempre- gados”. “A Região deve dar o exemplo. Ao Governo Regional compete aplicar com rigor os dinheiros públicos, os dinheiros dos nossos impostos, pa- gando a tempo e horas”, acrescen- tou Lino Abreu.

GOVERNO TEM

DE PAGAR O QUE DEVE O Governo deve mais de 1,1 milhões de euros a fornecedores e empresas e, segundo o deputado centrista, estes números estão a “estrangu- lar” as Pequenas e Médias Empre- sas, por isso, Lino Abreu acredita que o grande desafio do Executivo que sair das eleições de Outubro será a consolidação orçamental, uma vez que não é possível reduzir

a dívida “se tivermos saldos primá-

rios negativos”. Lino Abreu explica ainda que na ori- gem dos números apresentados es- teve a “falta de coragem, o cansaço dos últimos 35 anos de poder abso- luto, o eleitoralismo reinante e a cedência a interesses instalados”,

tendo sido estas as razões para que muitas reformas não passassem de “intenções”, levando a Madeira a cair num “abismo total”. “A Região só tem um caminho a se- guir: pagar, pagar” conclui.

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4 | Alternativa Já! Alternativa Já!
4 | Alternativa Já!

O Governo Regional do PSD dispôs, nos últimos 25 anos,

de biliões de euros da União Europeia, do Estado e de dinheiro dos nossos impostos e que apesar do investimento público realizado, a Região apresenta, ainda, grandes carências nas áreas da educação, habitação, saúde e apoios à terceira idade e à juventude? Na economia é o que se sabe: praticamente todos os sectores produtivos atravessam dificuldades, o turismo estagnou e

o desemprego não pára de aumentar.

construiu dez matadouros, numa altura em que estava a diminuir a criação de gado e a retirá-lo das serras, e que hoje estão todos encerrados?

HÁ HELIPORTOS QUE NUNCA FUNCIONARAM? No Porto Moniz foram construídos 2 portos com 2 um heliportos que custaram uma pequena fortuna e nunca ficaram operacionais.

O CUSTO DE VIDA AUMENTA CONTINUAMENTE? Aumentou também o custo de vida, os impostos, a pobreza, a exclusão e a criminalidade. Este é o resultado de uma política de investimentos públicos que, em muito casos, ignorou as reais necessidades das populações e da economia e privilegiou a construção de obras públicas inúteis ou de duvidosa utilidade. Sabia que devido ao acordo com a troika, negociado pelo governo do PS, sem oposição do Governo Regional do PSD, o IVA vai aumentar 10% na Madeira, no próximo ano ?

HÁ MILHÕES E MILHÕES DEITADOS FORA? Sabia que só nos últimos 8 anos a Região gastou 100 milhões de euros em enrocamentos e protecções marítimas? Que em Câmara de Lobos e Machico gastaram-se fortunas na renovação da frente-mar mas “esqueceram-se” de construir portos em condições para apoiar as pescas? Que o Museu da Baleia no Caniçal, só o edifício, vai custar 13 milhões de euros, o dobro do que estava previsto? Que estão a ser construídos centros cívicos de duvidosa utilidade enquanto ficam por fazer os lares e os centros de apoio à terceira idade? Que há 900 idosos à espera de internamento num lar?

idade? Que há 900 idosos à espera de internamento num lar? AS FAMÍLIAS DA MADEIRA TÊM

AS FAMÍLIAS DA MADEIRA TÊM OS PIORES RENDIMENTOS? Sabia que a Madeira é a região do país onde as famílias têm menores rendimentos, menos poder de compra e piores índices de conforto nas suas casas? A Região tem

TEMOS UMA DÍVIDA COLOSSAL? Sabia que a dívida global da Região já atinge 7 mil milhões de euros e que os calotes do Governo Regional já levaram a falências de muitas empresas e à perda de milhares de postos de trabalho?

30 mil idosos que sobrevivem com pensões e reformas abaixo do salário mínimo e é na nossa terra que a repartição de riqueza é a mais injusta do país? Temos na Madeira cerca de 20 mil desempregados e cada vez mais jovens emigram à procura de um posto de trabalho enquanto os nossos concelhos rurais envelhecem e perdem

população?

NÃO ACHA QUE ISTO É DEMAIS? Não acha que isto é demais? Que este Governo Regional do PSD não tem prioridades e está a usar mal o nosso dinheiro? E o mandato social e económico? Onde está o novo Hospital? Onde estão os lares e centros para idosos, a comunidade terapêutica para os toxicodependentes, a recuperação dos bairros sociais? O pavilhão multiusos e os apoios ao comércio, indústria, agricultura, pescas e outros sectores produtivos que geram emprego e retorno económico?

TEMOS OS AEROPORTOS E PORTOS MAIS CAROS DA EUROPA?

Apesar de a Madeira assentar a sua economia no Turismo, somos a Região que menos aposta na promoção turística? 9 milhões para a promoção e 45 milhões para o desporto!

Região tem os aeroportos e portos mais caros da Europa devido às elevadas taxas aprovadas pelo Governo

A

PARA ONDE VÃO OS IMPOSTOS? A finalizar sabia que o PSD e o PS fizeram um acordo para aumentar em 2 milhões e meio de euros as verbas que recebem da Assembleia Legislativa? Um escândalo com o dinheiro dos nossos impostos. O CDS/PP propôs o fim dessas mordomias, mas a maioria chumbou. Sabia que Presidentes do Governo e Deputados do PSD e do PS acumulam reformas com vencimentos, caso único em Portugal? Que oposição é esta e que alternativa pretende ser? Nestas eleições, os deputados já não são eleitos pelos concelhos mas por toda a Região. Agora não há votos perdidos e um voto no CDS/PP em qualquer freguesia ou concelho é um voto que conta para eleger deputados.

HÁ UMA ALTERNATIVA DE ESPERANÇA Se concorda que o PSD está a governar mal a Madeira e que o PS governou mal o país e que ambos os partidos são responsáveis por esta crise, então confie o seu voto na Alternativa de Esperança do CDS/PP, que pôs sempre os interesses da Madeira e do Porto Santo em primeiro lugar.

Regional? Sabia que este é o único Governo da Europa que

proprietário de um jornal onde gasta, por ano, quatro milhões de euros?

é

AS SOCIEDADES DE DESENVOLVIMENTO ESTÃO FALIDAS? Sabia que as sociedades de Desenvolvimento criadas pelo Governo Regional estão falidas devido a obras mal projectadas e projectos mal concebidos, de que é exemplo máximo a Marina do Lugar de Baixo?

TEMOS 17 CAMPOS DE FUTEBOL NÃO HOMOLOGADOS? Na sua fúria de gastar, o Governo construiu uma data de campos sem as medidas oficiais? Que só o concelho de Santa Cruz tem 11 campos com fraca utilização? que prioridades !!!

FORAM CONSTRUÍDOS E ENCERRADOS DEZ MATADOUROS? Tem conhecimento de que o Governo Regional do PSD

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» SAÚDE

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Novo Hospital:

Não há urgência mais urgente.

Governo Regional con-

tinua a tentar enganar os madeirenses sobre a sua decisão de não construir

Novo Hospital da Ma- deira.

É o

o

de não construir Novo Hospital da Ma- deira. É o o Estes são os factos e

Estes são os factos e contra eles o Gover- no Regional só apresenta inverdades, in- sultos e injúrias. Se alguém pode e deve ser acusado de de- magogia é o PSD que, nas últimas elei- ções, prometeu aos madeirenses a cons- trução do Hospital e não cumpre. Se al- guém pode e deve ser acusado de falta de

seriedade é o Governo Regional do PSD que não cumprindo o que prometeu tenta atirar para outros as suas irresponsabilida- des. O CDS reafirma que é possível reunir ver- bas da Região, as que estão destinadas à remodelação do actual hospital, verbas do Estado e apoios da União Europeia e cons-

truir por fases o novo Hospital da Madeira. Assim haja vontade política, poder nego- cial e boa gestão dos dinheiros públicos, por parte do Governo Regional. O Partido lançou na internet uma Petição Pública a favor da construção do Novo Hospital da Madeira, que pode ser subscri-

ta no sítiovivamadeira.com.

A verdade é que desde 2010 poderia ter apre- sentado a candidatura do Novo Hospital a Projecto de Interesse Comum, comparticipado pelo Estado e

não o fez por opção ou por incompetência.

A nova Lei de Finanças das Regiões Autó-

nomas, aprovada, pela Assembleia da Re-

pública, em Fevereiro de 2010, regula- mentou os Projectos de Interesse Comum

e prevê que até final de Junho de cada

ano, os Governos regionais apresentem junto do Ministério das Finanças candida- turas a Projectos de Interesse Comum. Até o final de Setembro, o Governo Central toma uma decisão sobre as candidaturas. A verdade, nua e crua, é que nem em 2010, nem em 2011, o Governo Regional apresentou qualquer candidatura da cons- trução do Novo Hospital da Madeira a Pro- jecto de Interesse Comum, a ser comparti- cipado pelo Estado. Antes pelo contrário:

em 17 de Fevereiro deste ano, tomou a de- cisão de não construir a nova unidade e de

recomendar o actual hospital. Mais, em Dezembro do ano passado, apre- sentei uma proposta para que o Orçamen- to de Estado contemplasse verbas para a construção do Hospital. O PS e o PSD chumbaram a proposta.

Lei Orgânica Nº 1/2010 de 2010-03-29

Artigo 45.º

Projectos de interesse comum ( ) 2 — A aprovação do financiamento, pelo Estado, de projectos de interesse comum tem em linha de conta o nível global dos apoios que o Orçamento do Estado disponibiliza anualmente a cada Região Autónoma e deve dar prioridade a projectos nas áreas sociais, designadamente estabele-

cimentos hospitalares, respeitando o princípio da equidade entre as Regiões Autónomas.

5 — As candidaturas a que se refere o número anterior são submetidas ao Ministério das Finan- ças até ao final do mês de Junho de cada ano, cabendo ao Governo a decisão final, comunican-

do-a aos Governos Regionais até ao final do mês de Setembro do mesmo ano. (

)

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6 | Alternativa Já! » POLÍTICA NACIONAL JOSÉ MANUEL RODRIGUES 58 302 11 16 J
6 | Alternativa Já!
» POLÍTICA NACIONAL
JOSÉ MANUEL
RODRIGUES
58 302
11 16
J osé Manuel Rodrigues foi, na últi-
ma legislatura, o deputado que
mais trabalhou na Assembleia da
República (AR). Os números são
claros: O parlamentar do CDS-PP
da Madeira desenvolveu 302 ini-
ciativas legislativas, tendo ficado
entre os 10 deputados que mais
trabalho apresentaram no Parlamento nacional.
Para além destes números, fez 58 intervenções
em plenário e foi o deputado da Madeira que
mais assuntos de relevo para a Região apresen-
tou em São Bento.
Neste âmbito, entregou resoluções sobre as For-
ças de Segurança, os Tribunais, o Centro Educa-
tivo da Madeira, o Radar Meteorológico e o Cen-
tro Internacional de Negócios.
fosse classificada como obra de interesse nacio-
nal.
Se compararmos a actividade do deputado
centrista com as dos restantes parlamen-
tares madeirenses na AR, vemos que Hugo
Velosa e Guilherme Silva, do PSD-M, fica-
ram-se “pelo meio da tabela” no que diz
respeito à lista dos mais interventivos e
que Correia de Jesus pautou-se pela…
discrição, tal como o anterior eleito do
PS-M, Luís Miguel França.
Diga-se ainda que José Manuel Rodri-
gues apresentou tantas iniciativas
como todos os restantes deputados da
Madeira juntos!
NOVO HOSPITAL COMO OBRA
DE INTERESSE
NACIONAL
Bem enquadrado no Grupo Parlamentar do CDS-
PP, José Manuel Rodrigues fez aprovar iniciati-
vas relacionadas com diversas temáticas de in-
teresse estratégico para a Madeira, propondo – e
obtendo a aceitação - ao Governo da Republica,
que a construção do novo Hospital da Madeira –
entretanto cancelada pelo Governo Regional –
CDS-PP FOI QUEM
MAIS TRABALHOU
É importante salientar que o grupo
parlamentar do CDS-PP na AR foi
aquele que mais trabalho teve para
mostrar. Nada mais nada menos do
que 355 propostas, entre projectos
de lei, de deliberação e resolução de
apreciação parlamentar. Foi ainda o
partido que mais questionou o anterior
Governo, com 6.700 perguntas e re-
querimentos.
Acreditamos nos Madeirenses
perguntas e re- querimentos. Acreditamos nos Madeirenses LEGENDA Intervenções Iniciativas legislativas Iniciativas

LEGENDA Intervenções Iniciativas legislativas Iniciativas Madeira Perguntas/Req. Madeira

Acreditamos nos Madeirenses LEGENDA Intervenções Iniciativas legislativas Iniciativas Madeira Perguntas/Req. Madeira 24

24

7 | Alternativa Já!

PUBLICADO NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS A 6 DE ABRIL DE 2011

Trabalho em prol da Madeira

HUGO

VELOSA 11 4 4
VELOSA
11
4 4
GUILHERME SILVA 17 8 4 5
GUILHERME
SILVA
17 8
4 5
VÂNIA JESUS 12 12 2 3
VÂNIA
JESUS
12
12
2 3
LUÍS MIGUEL FRANÇA 12 0 0 9
LUÍS
MIGUEL FRANÇA
12
0 0
9
CORREIA DE JESUS 2 6 3 5
CORREIA
DE JESUS
2
6 3
5
4 5 VÂNIA JESUS 12 12 2 3 LUÍS MIGUEL FRANÇA 12 0 0 9 CORREIA

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8 | Alternativa Já! Alternativa Já!
8 | Alternativa Já!

» ENTREVISTA A JOSÉ MANUEL RODRIGUES

O Governo Regional a Madeira a um

A JOSÉ MANUEL RODRIGUES O Governo Regional a Madeira a um pública sai fortalecido após a

pública sai fortalecido após a festa partidária do passa- do fim-de-semana? JMR-Julgoquenão. Osataquesproferidos ao CDS e o menosprezo de um dos líderes da coligação que governa Portugal só ser- vem para fecharportas e darpassos em fal- so nas negociações com a República.

O líder do GR e do PSD-M tem vindo a reivindicar meios financeiros do resga- te concedido a Portugal para “ajudar a recuperar” as contas públicas regio- nais. O comportamento no Chão da Lagoa pode ter in- fluência no atingir do objec- tivo? JMR - O estilo do líder do PSD - Madeira é cada vez menos apreciado quer na Região

quer no país. Hoje não basta gritar para se podernegociar. É preciso mais. O Presiden- te do Governo tem que reconhecer os erros quecometeu, em termosdeendividamento, e construir uma base sólida de defesa dos interesses regionais. Julgo que não é capaz porque diz que nunca se engana. Vai ser preciso muito consenso, muito diálogo, muita concentração para tirar a Madeira deste buraco financeiro. Ora, estas palavras não constam do dicionário laranja. É porisso tão importante mudar de ciclo político e de protagonistas nas eleições de Outubro.

UMA DÍVIDA DE 7 MIL MILHÕES DE EUROS Jardim esqueceu no Chão da Lagoa os verdadeiros problemas da Madeira em prol de um discurso eleito- ralista?

O LÍDER DO CDS-PP DA MADEIRA, JOSÉ MANUEL RODRIGUES, CONSIDERA QUE É NECESSÁRIO UM NOVO CICLO, ONDE O DIÁLOGO E A CONCERTAÇÃO CONTRIBUAM PARA TIRAR A “MADEIRA DESTE BURACO”.

A lberto João Jar- dim disse, na

festa do Chão da Lagoa, que abandonará o

Governo Regio- nal e a lideran- ça do PSD-M se não obtiver maioria absolu- ta nas Eleições Legislati- vas Regionais de 9 de Outu- bro. É uma “ameaça” para ser levada a sério? José Manuel Rodrigues (JMR) - É sobretu- do um sinal de fraqueza e uma chantagem. Pela primeira vez, o líderdo PSD admite que poderá perder a maioria absoluta e resolve chantagear o eleitorado, acenando com a sua saída. Julgo que se poderá enganar, uma vez que há uma maioria de eleitores, mesmo do PSD, que consideram que já de- via ter dado o lugar a outro, conforme pro- mete desde 1984.

Já teve oportunidade de classificar as palavras do lí- der do PSD-M como sinais de “decadência” e “fraque- za”. O domínio do PSD-M começa a ficar em risco? JMR - A decadência é visível. O Governo Regional e o PSD conduziram a Madeira a um beco sem saída. Uma dívida colossal; uma recessão económica sem precedentes; um desemprego galopante e um aumento da pobreza e das desigualdades sociais. A

fraqueza nota-se no discurso e, sobretudo, nos seus ecos. Já ninguém se assusta com

a gritaria do Chão da Lagoa; já ninguém se atormenta com as ofensas e insultos que sãoproferidos. O PSD nãoseapercebeu que

o Mundo, Portugal e a Madeira mudaram;

que há novas gerações a pensarem; que as necessidades da região são outras e que acabou o tempo das vacas gordas em que havia dinheiro para tudo. O PSD perdeu a noção da realidade e a sociedade madeiren-

se está a libertar-se da tutela do poder.

NA PRATICA A MADEIRA NÃO TEM AUTONOMIA

A ameaça de abandono foi

a novidade numa festa ha-

bitualmente marcada pelos ataques à Oposição regio- nal e críticas ao “colonialis- mo” de Lisboa,? JMR - A ameaça de abandono é uma novi- dade que revela medo do voto dos madei- renses. A outra é elegero CDS como adver-

sário principal e Alternativa, o que é honroso

e significativo. Quanto aosataquesa Lisboa

não existiram porque a isso obriga o “estado de necessidade” do Governo Regional, que

levou a Madeira a uma total dependência das boas vontades externas. A Madeira, na prática, não tem Autonomia porque está hi- potecada pelas loucuras financeiras dos Governos Regionais do PSD.

O relacionamento entre os

governos Regional e da Re-

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9 | Alternativa Já!

PUBLICADA A 6 DE AGOSTO DE 2011 NO SEMANÁRIO TRIBUNA DA MADEIRA

e o PSD conduziram beco sem saída

JMR - Em vez de insultar, ofendere injuriar, devia ter justificado aos madeirenses por- que é que temos uma divida a rondar os 7 mil milhões de euros, 24 mil euros porhabi- tante; porque é que não paga a dívida de mil milhões de euros a fornecedores e empre- sas, levando muitas ao encerramento e ou- tras ao estrangulamento; porque é que te- mos20 mil pessoassem empregoehá uma nova vaga de emigração; porque é que te- mos 70 mil madeirenses a passarporpriva- ções; porque é que não dá o exemplo de contenção e deixa de acumular uma refor- ma com o vencimento.

Jardim disse que a ausên- cia de Pedro Passos Coelho na festa era uma “questão de protecção para o próprio primeiro-ministro. Na sua opinião, o presidente do PSD evitou a presença na Madeira apenas por causa das “rasteiras” dos jornalis- tas? JMR - Não sabia que o líder nacional do PSD corria riscos na herdade do Chão da Lagoa! Osjornalistasparece que correm. Eu entendo que quem já rasteirou o actual Pri- meiro-Ministro foi o líderregional : “não co- nheço esse jovem”. “não aceito desculpas”. Como diz o povo agora amanhe-se com o que disse e fez no passado.

Há meses, o líder do PSD-M chegou a assumir que não se revia no actual primeiro- ministro. A Madeira está a perder devido às afirma- ções do presidente do GR? JMR - Não só disse que não se revia, como em plenas negociações com o CDS, veio defender uma aliança com o PS que saíra derrotado nas eleições. A Madeira está to- talmente dependente de Lisboa e de Bruxe- las, pois a governação do PSD, nos últimos anos, conduziu a Região a um protectorado, inclusivé da banca. O Presidente do Gover- no prometeu-nos, há 4 anos, fazer da Ma- deira a Singapura do Atlântico. Ora estamos

na ruína do Atlântico, tal a irresponsabilida- de na gestão dos dinheiros públicos. Espero queoPrimeiro-Ministrotenha presenteque, assim como os portugueses não podem ser culpabilizados pela irresponsabilidade do Governo do PS, os madeirenses não podem ser castigados pela leviandade do Governo do PSD.

Pensa realmente que são as “atitudes” do PSD-M e seus dirigentes que fazem com que as portas do Go- verno da República se fe- chem à Madeira? É por isto que Alberto João Jardim ainda não foi recebido pelo primeiro-ministro? JMR - Não sei porque é que, ainda, não foi recebido, mas defendo o que há muito tem- poquesedeviam terencontradopara discu- tire negociarassuntosde interesse regional. NãotenhodúvidasqueoGovernoRegional e o seu presidente têm hoje, infelizmente, pouca margem de manobra e capacidade negocial, com o seu partido e Governo em Lisboa. AMadeira está a pagarpelo facto de alguns dirigentes do PSD regional terem a língua demasiado grande. O CDS tudo fará para que a Madeira tenha uma nova e bem planeada estratégia de negociação com a República ecom a UniãoEuropeia.

JARDIM COMO SÓCRATES Paulo Portas, o presidente do seu partido, criticou o “endividamento excessivo” da Madeira no dia anterior à festa anual do PSD-M. Foi o que se pode chamar um ataque planeado e cirúrgi- co? JMR - Não. Foi uma constatação. É verda- de ou não que a Madeira tem um endivida- mento colossal incomportável para asrecei- tas que gera? Se o Dr. Paulo Portas criticou, duramente, o facto do engº Sócrates ter duplicado a dívida de Portugal em 6 anos, porque é que não haveria de criticar o facto de o Governo Regional do PSD ter levado a

Madeira à insolvência. Apropósito, que cré- dito tem o PS na Região para se afirmar

como o salvador da Região, quando o Go- verno socialista conduziu o país à insolvên-

cia?

A governação de Alberto João Jardim na Madeira é efectivamente parecida com a governação de José Sócrates na República? JMR - Muito parecidos na arte da propa- ganda, mas, pior para os cidadãos, muito idênticos na forma como governaram : mais despesa, mais dívida, mais desemprego.

Um levou o país à insolvência, outro a região

à falência. Quercoisa mais parecida, apesar dos arrufos, mas também, dos namoros, que eleitoralmente serviram aos dois…

A guerra aberta entre CDS/PP e PSD-M pode ameaçar de alguma forma a coligação governamental que lidera os destinos do País? JMR - Não há qualquer ameaça, porque é necessário distinguiras duas realidades po-

líticas. No Continente, na decorrência da derrota do PS, a 5 de Junho, e dos resulta- dos eleitorais só havia uma Alternativa de Governoqueera uma coligaçãoPSD –CDS. Na Madeira, o PSD é Governo há 35 anos e

o CDS sempre foi oposição e é Alternativa

em Outubro. Por isso é que temos Autono- mia. Sou solidário com o Governo de Portu- gal que está a fazer tudo para salvar o país da bancarrota e sou oposição e Alternativa na Madeira para mudara forma de governar

e tirar a Região da catástrofe financeira da responsabilidade do PSD.

Jardim desafiou aos parti- dos da Oposição regional a uma renovação, em nome de uma “democracia plena” e de uma “saudável alter- nância”. São os partidos ad- versários do PSD-M que pre- cisam de mudanças?

JMR - Não deixa de ser curioso que quem está no poder há mais de 3 décadas venha falardemudança. Não deixa deserestranho que quem finge ser democrata fala de de- mocracia plena e de alternância. Não deixa deserirónicoquequem prometesaia, desde 1984, fale de mudanças e saídas nos ou- tros partidos.

O líder do PSD-M também apontou o dedo a adversá- rios políticos que se man- têm nos cargos após derro- tas eleitorais sucessivas. Revê-se de alguma forma neste tipo de críticas? JMR - Felizmente, sei perder e ganhar. Há quem só saiba ganhar e ameace sair caso venha a perder. Já tive vitórias e derrotas e assumi-as. Nos últimos anos, o CDS tem vindo a crescer de eleição para eleição e a atingir os objectivos traçados. Estou há 15 anos na politica, mas não estou agarrado à cadeira. Luto por convicções e faço-o com gosto. Saberei sairna altura certa, coisa que alguns não souberam.

Já garantiu publicamente que o CDS/PP não estará disponível para uma even- tual coligação com o PSD na Madeira. Isto deve-se apenas àquilo que classifi- cou de “insultos, mentiras e provocações” por parte de Alberto João Jardim? JMR - Não. As ofensas e provocações pas- sam-me ao lado, apesar das mágoas e in- justiças. O CDS não fará coligação com este PSD porque não se revê no seu estilo, com- portamento e opções governamentais. O PSD esgotou-se. Fez coisas boas e más, masépassado. Osmadeirenses, sobretudo, osmaisjovensquerem uma Nova Madeira e não uma Madeira Nova carunchosa, corroí- da por interesses particulares e de grupo. É essa Nova Madeira, com mais oportunida- des e justiça para todos, que o CDS quer construir com os madeirenses a partir de Outubro.

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10 | Alternativa Já! Alternativa Já!
10 | Alternativa Já!

» TRABALHO AUTÁRQUICO

No poder local para servir as populações

AUTÁRQUICO No poder local para servir as populações ção para a redução de taxas para empre-
AUTÁRQUICO No poder local para servir as populações ção para a redução de taxas para empre-

ção para a redução de taxas para empre- sas ligadas ao sector turístico; a propos- ta para a recuperação e beneficiação da rede viária do concelho, profundamente degradada, a proposta para a construção do acesso viário ao Curral das Freiras, a redução da despesa corrente da Autar- quia e a proposta para a certificação dos produtos tradicionais; o projeto de regu- lamento municipal destinado ao contro- lo das queimadas e fogueiras no conce- lho, a proposta de recomendação para a

revisão das tarifas e zonamentos do es- tacionamento tarifado; a proposta para instalação de Sistemas de Videovigilân- cia; a construção do Porto de Pesca pela defesa da Baía de Cª Lobos.

MUNICÍPIO DA CALHETA Salientamos as propostas de recomen- dação para a construção do túnel para o Jardim do Mar, de recuperação do Cen- tro de Saúde da Calheta, de limpeza e manutenção na ribeira da Calheta.

O crescimento do CDS- PP deve-se também a uma maior visibilidade dos seus autarcas nas diversas Câmaras e Freguesias da Região.

Desde as últimas elei- ções autárquicas o partido tem apresentado um conjunto vasto de propostas nas diversas áreas sociais e económicas que foram atendi- das pelas populações.

MUNICÍPIO DO FUNCHAL No que ao Funchal diz respeito, desta- camos as seguintes propostas: - atri- buição de um subsidio escolar de 50€ para casais em que pelo menos um dos conjuges esteja desempregado; Criação de uma tarifa social de água para pes- soas de fracos recursos económicos e portadores de deficiência; - Tele-assis- tência para os idosos; - Combate aos desperdícios alimentares dos restau- rantes, cantinas e afins, aprovada por unanimidade; - Legalização da habita- ção de génese ilegal. Na área económica, salientamos as pro- postas de isenção do IMI para as famí- lias e empresas atingidas na sequência do temporal de 20.Fev.2010, de Elimi- nação das taxas de publicidade afixadas nos edifícios e ainda as propostas de re- comendação para candidatura das obras do Lido à Lei de Meios, de dinami- zação do comércio da cidade; De salientar a posição do CDS-PP sobre o aterro, em que defendemos firme- mente uma solução tecnicamente viá- vel, ambientalmente responsável e eco- nomicamente sustentável, isto é, o pro- longamento da pontinha em contrapon- to com a construção do cais de acosta- gem.

MUNICÍPIO DE CÂMARA DE LOBOS Destacamos a Proposta de recomenda- ção sobre a correção de zonamentos e coeficientes no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), a proposta de recomenda-

MUNICÍPIO DA RIBEIRA BRAVA Destacamos as propostas de recupera- ção e adaptação do edifício do atual Centro de Dia do Campanário para um Lar de Idosos, do aumento da rede “Eco Ponto”, da criação do Gabinete de Apoio ao Pequeno e Médio Empresário e Investidor, da Construção de mercado agrícola, e para a adopção de um con- junto de medidas de prevenção de in- cêndios.

MUNICÍPIO DE MACHICO

Salientamos a tomada de posição sobre

o encerramento do Forte de Nossa Se-

nhora do Amparo, a tomada de posição pública sobre o encerramento do posto de Turismo, o pedido de revogação da decisão que confere estacionamento gratuito aos deputados municipais.

MUNICÍPIO DE SANTANA No que a Santana diz respeito, destaca- mos a proposta de atribuição de pré- mios de mérito aos melhores alunos fre- guesia de S. Jorge, a proposta de recu- peração dos fontenários da freguesia, a proposta de sinalização das veredas tu- rísticas e sinalética de todos os sítios da freguesia de São Jorge, obra já concluí- da, a proposta para a reconstrução e re- cuperação dos jardins de centro da refe- rida localidade, obra já concluída, a atri- buição de um complemento remunera- tório aos idosos mais carenciados da freguesia e a proposta para que a autar- quia apoie financeiramente a natalida- de.

HONRAR OS COMPROMISSOS

O CDS-PP honra os seus compromissos

com as populações e, pese embora to- das as dificuldades colocadas pelas maiorias, continuará, também na área do poder local, a trabalhar em prol dos

cidadãos e a desenvolver iniciativas que possam contribuir para melhorar as condições de vida dos cidadãos. Porque

o CDS-PP acredita nos madeirenses.

Acreditamos nos Madeirenses

11 | Alternativa Já!

» OPINIÃO

11 | Alternativa Já! » OPINIÃO Gonçalo Nuno Santos A Madeira precisa de novos protagonistas O

Gonçalo

Nuno

Santos

A Madeira precisa de novos protagonistas

O modelo de desenvolvimento que vem a ser seguido pelo PSD-Madeira

está esgotado e nos últimos 4 anos conduziu a Região a um beco sem saída. O endividamento público é galopante e é notória a dificuldade sentida pelo Governo Regional em honrar os seus compromissos financeiros para com as empresas, instituições e cidadãos. A política do “betão”, das decisões tomadas “em cima do joelho”, da falta de diálogo, da excessiva estatização da economia, do controlo social alicerçado na

tentativa de dominar todas as instituições e da falta de atenção aos problemas reais dos madeirenses conduziu a Região a uma situação

extrema de dependência externa que enfraquece os poderes autonómicos.

É fundamental evoluir para um novo paradigma de desenvolvimento

alicerçado numa prática política que respeite as pessoas, que as oiça, que respeite a iniciativa privada - seja individual ou empresarial - que não divida os madeirenses entre bons e maus, que fomente a capacidade crítica e a criatividade em vez de castrá-las, que reforce os poderes autonómicos diminuindo a dependência externa. Merecemos um Governo Regional que pague a tempo e horas, que seja criativo na busca de soluções para o desemprego, que melhore o serviço regional de saúde e que assuma que o planeamento estratégico é fundamental em todos os processos de decisão. A Madeira merece um Governo que confie nos madeirenses, que governe com alegria e não com ameaças, que estabeleça contratos e que os cumpra. A Madeira precisa de novas políticas e de novos protagonistas. É por isso que apoio o CDS-PP.

Bruno Afonso Acreditar nos madeirenses Temos de acreditar em nós próprios para vencermos. Esta máxima

Bruno

Afonso

Acreditar nos madeirenses

Temos de acreditar em nós próprios para vencermos. Esta máxima é tanto verdade a título individual como no aspecto colectivo. Como povo e como sociedade sofremos o infortúnio de ter uma classe política dirigente que não acredita no pluralismo e na autonomia individual. As liberdades básicas da pessoa humana são postas em causa na nossa Região quase diariamente, seja pela ameaça de perder o posto de trabalho, seja pelo insulto, seja pela coacção. Mais do que nunca, precisamos de coesão, mas de uma coesão plural na qual diferentes convicções e sensibilidades políticas devem servir os interesses de todos. A força da democracia está exactamente na possibilidade dos cidadãos poderem participar na vida pública com os seus valores e princípios em prol do bem comum. Nunca teremos verdadeira coesão e uma autonomia forte se formos constantemente coagidos a permanecer no silêncio no que diz respeito a convicções políticas. Precisamos de soluções e de inverter o caminho que nos têm conduzido à falência financeira e ao colapso social. Chegou o momento de acreditar nos madeirenses e nos porto-santenses, no seu potencial e dinamismo, para resolver estes problemas, e, definitivamente, nos colocar na rota do desenvolvimento social e económico.

dinamismo, para resolver estes problemas, e, definitivamente, nos colocar na rota do desenvolvimento social e económico.

O caminho

para a Mudança

O caminho para a Mudança Ana Margarida Luís O CDS atingiu nas últimas eleições a melhor

Ana

Margarida

Luís

O CDS atingiu nas últimas eleições a melhor votação de sempre na Madeira. Os

Madeirenses premiaram o trabalho de José Manuel Rodrigues na Assembleia da República. Prometeu e Cumpriu e isso foi reconhecido. No último acto eleitoral o CDS foi o segundo partido mais votado no Funchal. O partido cresceu, sobretudo nos meios urbanos e entre

o eleitorado mais jovem, que tal como eu não

se revê nesta politica autoritária e desgastada que tem sido levada a cabo pelo actual Governo do PSD. Isto permite que o CDS veja consolidado o seu projecto de Mudança para a Madeira. Com estes resultados tenho esperança de que, em Outubro o CDS será a verdadeira Alternativa. Uma Alternativa de Projectos e Soluções que, acredito, nos levará a bom porto. Agora mais do que nunca jovens e menos jovens têm de estar unidos e solidários para com esta Mudança, não nos podemos resignar com actual situação e tirar a maioria absoluta ao PSD. Temos de ser audazes, criativos e competentes, corrigindo o que deve ser corrigido, sem medo de avançar. Precisamos de gente nova, ideias novas, projectos novos, e creio verdadeiramente, o CDS tem tudo isso e muito mais. A palavra de ordem é Mudança!

O que está em causa

a 9 de Outubro

de ordem é Mudança! O que está em causa a 9 de Outubro Roberto Rodrigues A

Roberto

Rodrigues

A 9 de Outubro, os Madeirenses serão

chamados a escolher uma nova ALM e que por

consequência dará posse a um novo GR para os próximos anos. Esta será uma eleição importante para o futuro colectivo da Madeira, pois está em causa o rumo que a Região deverá seguir, num momento em que vivemos

a pior crise económica e social desde que a Autonomia foi conquistada. É isto que de facto

está em causa a 9 de Outubro, encontrar de entre os Partidos concorrentes, o melhor projecto político, aquele que dê mais garantias para um futuro melhor. Um projecto político que credível, com gente bem preparada, competente e um partido que sendo o suporte disto seja ele também estável, pois só se pode promover estabilidade quando se sabe o que ela é. Eu acredito que o CDS está preparado para este desafio, reunindo a sua volta não só gente competente e experiente, mas também jovens com ideias frescas, com forte vontade de vencer, que acima de tudo querem ver a sua Madeira como uma terra de oportunidades. O nosso trabalho pelos Madeirenses está a vista de todos, ele fala por nós! Tem sido um trabalho constante e forte na oposição, ao qual não tem faltado propostas e a defesa de causas. Estamos prontos para ser a real alternativa estável que os Madeirenses tanto querem e acredito que a 9 de Outubro será o momento. Eu acredito!

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12 | Alternativa Já! Alternativa Já!
12 | Alternativa Já!

» ENTREVISTA A PAULO PORTAS

Crescimento do para mudança efe

O CDS deslocou-se em peso à Região para apa- gar as 37 velas do parti- do. Não se tratou, con- tudo, de uma afronta a Alberto João Jardim,

mas de uma homena- gem aos madeirenses, disse Paulo Portas, que afirma não preci- sar de autorização para entrar na ilha. O líder nacional do CDS desvaloriza ainda o

facto de ser oposição na Madeira ao seu parceiro de coligação em Lisboa. Como governante, promete cooperação, como líder não foge ao combate. Diz que não tem medo da autonomia e que respeita José Manuel Rodrigues, mesmo quando não está de acordo com o grupo parla- mentar. É a alternativa para a Madeira, reitera.

Comemorou o aniversário de partido na Madeira Paulo Portas (PP) - Foi uma homenagem à Madeira e ao CDS na Madeira. Por ou- tro lado, tendo em atenção que há elei- ções regionais em Outubro, decidimos fazer a nossa homenagem e dar um sinal que o partido todo está com José Manuel Rodrigues e com a equipa que o acompa- nha.

O que é, para si, bom re- sultado nas regionais? PP - Tenho um grande respeito pela au- tonomia do partido nas Regiões Autóno- mas e portanto não me substituo aos ór- gãos regionais. Agora acho que o CDS tem a legítima esperança, e vai trabalhar certamente para isso, de ser um dos par- tidos que sobe nas eleições regionais e que melhora o seu resultado face às últi- mas eleições. O CDS trabalhou muito, constituiu-se como uma alternativa dife- rente do Governo Regional do PSD, que conduziu a uma política económica com

Regional do PSD, que conduziu a uma política económica com um endividamento preocupante e uma taxa

um endividamento preocupante e uma taxa de desemprego que é a segunda maior do país, mas distinguindo-se tam- bém do PS, que objectivamente há pou- co mais de um mês deixou o país no es- tado que toda a gente conhece.

Reconhece, contudo, que é difícil fazer esta separa- ção do que se passa na Madeira em relação ao que se passa no continen- te onde CDS e PSD são Go- verno? PP -Sempre assim foi, por isso existe a

palavra autonomia. Não é retórica, é um conceito. Nunca as coligações entre PSD e CDS se estenderam às Regiões Autó- nomas, a situação política nacional é to- talmente diferente da regional. Embora, devo dizer com toda a franqueza que o CDS mantém uma grande coerência. Nós avisámos contra um perigo de um exces- so de endividamento do país e infeliz- mente o tempo deu-nos razão: Portugal foi obrigado a pedir ajuda externa, porque gastou mais do que tinha, mas também temos vindo alertar na Região. A autono- mia é uma prática do CDS nas suas pala- vras. Mas recentemente viu-se algumas

fragilidades. Na votação da sobretaxa ex- traordinária, uma proposta do Governo, José Manuel Rodrigues mostrou-se des- contente com o facto de a receita fiscal cobradas nas ilhas reverter para os cofres do Estado, discordando do próprio parti- do. Mas isso acontece dentro do quadro da própria autonomia. Creio que não foi o único. Toda a gente sabe como é que o Governo encontrou o país e é preciso que as pessoas tenham consciência de que o país pediu ajuda externa porque estava à beira de ser considerado insolvente. Teve de bater à porta do FMI [Fundo Monetá- rio Internacional] e da União Europeia,

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13 | Alternativa Já!

EXCERTO DE UMA ENTREVISTA PUBLICADA PELO DIÁRIO DE NOTÍCIAS A 30 DE JULHO DE 2011

CDS fundamental ctiva na Madeira

A 30 DE JULHO DE 2011 CDS fundamental ctiva na Madeira assinou um acordo que tem

assinou um acordo que tem de ser cum- prido. Uma coisa é a questão da sobreta- xa que é nacional devido à situação que o país se encontra e outra é o exercício dos direitos de opinião e posição dos deputa- dos da Madeira. Não vejo nesta matéria nenhuma dificuldade de especial.

Mas falou-se mesmo na primeira ‘brecha’ na coli- gação com este caso? PP -Não vale a pena perguntar-me a mesma coisa duas vezes. O acordo exclui as Regiões Autónomas. O PSD e CDS quando se entenderam no continente

nunca estenderam esse entendimento às Regiões Autónomas. Ainda assim houve pressão dos grupos parlamentares do PSD e CDS junto dos deputados da Ma- deira? Não tenho nada a ver com o que fazem os deputados, ou do que os outros partidos fazem aos seus deputados. O que se passou no CDS é absolutamente natural. Nós consideramos inevitável esta sobretaxa porque o país tem de cumprir o acordo com as organizações internacionais. Tenho, contudo, o maior respeito pela argumentação do deputado do CDS da Madeira, que é própria e é es- pecífica.

Consegue perceber? PP -Tenho que respeitar.

Relativamente ao facto de o acordo político firmado com o PSD excluir as Re- giões Autónomas. Na prá- tica, sente-se confortável para a atacar as políticas do Governo Regional do PSD na Madeira? PP -O CDS sempre fez campanha por si próprio na Madeira. Há 34 anos que o PSD é poder e há 34 anos que o CDS é oposição. Está na altura de fazer uma re- novação e o CDS tem vindo a crescer na Região, eleição após eleição, passo após passo. Acho que o CDS tem todas as condições para crescer, tem deveres na- cionais, que saberá cumprir, e tem auto- nomia regional como creio que os outros partidos têm.

Uma bandeira política do CDS é a construção do novo Hospital da Madeira, um projecto que foi aban- donado pelo Governo Re- gional. Como vê esta solu- ção, tendo em conta que

se pretende um apoio do Estado através dos Pro- jecto de Interesse Co- mum? PP -Isso tem que ser feito pelo Governo Regional. Há muitos anos que o José Ma- nuel Rodrigues salienta a necessidade de se fazer o hospital novo. Os factos vêm- lhe dando razão, mas o Governo Regional não se interessou o suficiente por essa matéria. Neste momento de grande con- tenção o CDS-PP é Governo na República. Tem de perceber as coisas como elas são institucionalmente. É o Governo Regional que tem de apresentar a candidatura e para isso é preciso que o CDS tenha força.

Mas há abertura, em Lis- boa, para enviar verbas para o hospital? Não está à espera que eu interfira nas matérias re- gionais? PP -A única coisa que lhe posso dizer é que há muito tempo o José Manuel Rodrigues apresenta uma fundamen- tação muito clara para justificar esta necessidade, sei que muitas pessoas ligadas à saúde que pensam da mesma maneira e é preciso que o CDS tenha mais força para que as autoridades re- gionais se convençam disso.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, falou em desvio colossal nas finan- ças públicas e o senhor ministro repetiu nesta conversa preocupação também com a dívida da Madeira. A Região tem uma quota-parte de res- ponsabilidade nesse des- vio? PP -A frase atribuída já foi clarificada

pelo primeiro-ministro e há imagens que

o atestam. O que foi dito é que há desvios orçamentais que implicam um trabalho

colossal. Como isso já não é motivo de controvérsia, as coisas têm de ser postas no seu exacto posto e plano. Uma das ra- zões que leva muitos observadores a di- zer que o PS não é alternativa na Madeira

é precisamente o facto de ter prossegui-

do uma política de endividamento do Es-

tado, que atingiu quase a totalidade da riqueza nacional, só em dívida pública, o que lhe retira autoridade para fazer críti- cas às dívidas dos outros. Se sou crítico das parcerias público-privadas no conti- nente, também sou nas Regiões Autóno- mas, seja qual for a cor dos Governos que seguiram esse caminho. A mesma coisa em relação às Scuts. Quando estive na Madeira em campanha eleitoral critiquei

o facto de cada português já dever 17 mil

euros por conta da dívida do Estado, fi- quei tanto mais preocupado pelos núme-

ros que apontavam para que, no caso da Região, cada madeirense devesse 24 mil euros.

Está disponível para uma coligação PSD/CDS na Ma- deira? PP -É evidente que a mudança mais efectiva que pode acontecer na Madeira tem a ver com o crescimento do CDS, que com certeza se posiciona como um factor para resolver problemas e mudar políticas. José Manuel Rodrigues é um lí- der muito experiente e saberá qual é a melhor forma de ler e interpretar o cresci- mento nas regionais. Mas José Manuel Rodrigues já disse que não estaria dispo- nível para governar com este PSD na Ma- deira. Quando digo que respeito a auto- nomia, respeito mesmo. O CDS é o parti- do da alternativa e não vou fazer comen- tários sobre uma matéria que é da inteira competência do partido na Região.

Acreditamos nos Madeirenses

14 | Alternativa Já! Alternativa Já!
14 | Alternativa Já!

14 | Alternativa Já! CDS-PP CRIOU FUNDO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL O líder do CDS / Madeira,

CDS-PP CRIOU FUNDO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL

O líder do CDS / Madeira, José Manuel Rodrigues,

procedeu à entrega de seis computadores ao Presidente da Junta de freguesia de São Jorge. Os equipamentos serão posteriormente entregues aos melhores alunos da localidade, no âmbito de um conjunto de apoios criados pela actual direcção centrista e que passam pela ajuda a estudantes, idosos e famílias

carenciadas daquela localidade. Estes incentivos criados por Teófilo Cunha não oneram o Orçamento da Junta, uma vez que são constituídos pelo vencimento do Presidente, que prescinde do mesmo, e por apoios pontuais como este que aqui noticiamos.

O CDS tem vindo a apoiar famílias carenciadas e

instituições de solidariedade social através de um fundo criado pelo líder regional, em 2009, que reúne contribuições resultantes das senhas do autarcas eleitos e de uma parte do vencimento dos Deputados.

SOBRETAXA DO IRS SEGUE PARA O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

SOBRETAXA DO IRS SEGUE PARA O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL O grupo parlamentar do CDS-PP na Assembleia Legislativa

O grupo parlamentar do CDS-PP na Assembleia

Legislativa da Madeira (ALM) anunciou a intenção de propor que o Parlamento madeirense suscite a inconstitucionalidade da sobretaxa do IRS aprovada pela Assembleia da República (AR). Lopes da Fonseca, líder parlamentar do CDS-PP, lembrou que, tratando-se uma sobretaxa de um imposto já em vigor, esta constitui receita das Regiões Autónomas e assim sendo, os centristas madeirenses vão propor que a ALM envie o diploma para o Tribunal Constitucional.

CDS-PP DA MADEIRA SENSIBILIZA MINISTRO DA ECONOMIA José Manuel Rodrigues, deputado madeirense do CDS-PP na Assembleia da República (AR), vai elaborar um dossier sobre várias questões relacionadas com o transporte aéreo e marítimo entre a Região Autónoma e o continente, que será entregue ao Ministro da Economia, Álvaro Pereira.

O pedido do ministro a José Manuel Rodrigues surgiu na

sequência de uma reunião de deputados da comissão de Economia em que o líder centrista madeirense participou,

tendo aproveitado para expor várias preocupações relacionadas com a matéria.

O deputado lembrou ao Ministro a necessidade de

regulamentar o decreto aprovado no fim da legislatura passada que prevê que os madeirenses passem a beneficiar de subsídio de insularidade também nas viagens de barco. José Manuel Rodrigues recordou ainda a importância de se salvaguardar os interesses dos estudantes na viagens

para o continente. “É crucial que haja uma majoração da tarifa, sobretudo agora que as viagens estão cada vez mais dispendiosas”, afirmou.

O líder do CDS-PP da Madeira alertou igualmente para a

necessidade de salvaguardar as ligações aéreas para a Madeira e para os Açores no acordo de privatização da TAP.

CONHEÇA AS NOVIDADES DO CDS-PP DA MADEIRA ATRAVÉS DO FACEBOOK

O CDS-PP da Madeira tem apostado, cada vez mais, numa

estratégia de comunicação que privilegia o contacto directo com os cidadãos, quer através de acções de rua, quer através das redes sociais, como seja o Facebook. Se

quiser informar-se mais sobre as propostas políticas do partido através do Facebook, poderá aceder à página oficial, procurando Partido Popular Madeira. Se quiser comunicar directamente com o líder do CDS-PP Madeira, José Manuel Rodrigues, basta procurar pelo nome.

directamente com o líder do CDS-PP Madeira, José Manuel Rodrigues, basta procurar pelo nome. Acreditamos nos

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» JORNADAS ATLÂNTICAS

» JORNADAS ATLÂNTICAS 15 | Alternativa Já! Funchal capital do CDS N o âmbito das come-

15 | Alternativa Já!

» JORNADAS ATLÂNTICAS 15 | Alternativa Já! Funchal capital do CDS N o âmbito das come-

Funchal capital do CDS

N o âmbito das come- morações do 37º aniversário do CDS- PP, realizadas a 30 de Julho no Funchal, Paulo Portas, presi-

dente do partido, diri- giu as “Jornadas Atlânticas”, reunião que contou com as presenças do líder regional, José Ma- nuel Rodrigues, de todos os ministros e secretários de estado centristas, bem como dos deputados eleitos para a As- sembleia da Republica, Assembleia Le- gislativa da Madeira, Assembleia Le- gislativa dos Açores e Parlamento Eu- ropeu. A ocasião foi pretexto para dis- cutir o actual cenário político no país e na Região, bem como para traçar estra- tégias para os futuros embates políti- cos. As Eleições Regionais de 9 de Outubro foram um dos temas abordados nas “Jornadas Atlânticas” e da troca de ideias surgiu uma certeza: as estrutu- ras nacionais e regionais do CDS-PP estão unidas no combate que se avizi- nha.

as estrutu- ras nacionais e regionais do CDS-PP estão unidas no combate que se avizi- nha.

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16 | Alternativa Já! Alternativa Já!
16 | Alternativa Já!

» FESTA DO CDS

Festa de aniversário do CDS-PP marcada pelo entusiasmo e pelo desejo de mudança

CDS-PP marcada pelo entusiasmo e pelo desejo de mudança A 30 de Julho deste ano o

A 30 de Julho deste ano o CDS-PP nacional comemorou o seu 37º ani- versário na Madeira. Um momento que foi considerado pelo presidente do partido, Paulo Portas, como uma homenagem aos madeirenses e

como o reconhecimento pelo traba- lho que vem a ser desenvolvido pelo líder regional dos centristas, José Manuel Rodri- gues. Para além de Portas e de Rodrigues, estiveram no Parque de Santa Catarina os mais destacados diri- gentes regionais e nacionais do CDS-PP, entre os quais os ministros Assunção Cristas e Pedro Mota Soares, a maioria dos deputados eleitos pelo parti- do para a Assembleia da Republica, todos os depu- tados eleitos para Assembleia Legislativa da Ma- deira e para a Assembleia Legislativa dos Açores, os eurodeputados, bem como os autarcas do CDS- PP de toda a Região. No Parque de Santa Catarina viveu-se uma verda- deira festa popular, com a presença de 1.400 mili- tantes e simpatizantes dos centristas. Entusias- mo, alegria e vontade de mudar o cenário político na Madeira foram os sentimentos dominantes en- tre os presentes, que não escondiam a satisfação pelo crescimento do partido, alicerçado em traba- lho e na crença absoluta na vontade e nas capaci- dades dos madeirenses.

em traba- lho e na crença absoluta na vontade e nas capaci- dades dos madeirenses. Acreditamos
em traba- lho e na crença absoluta na vontade e nas capaci- dades dos madeirenses. Acreditamos
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