Instituto Federal do Espírito Santo

Princípios da metodologia e normas para apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos

4ª edição revista e ampliada

Vitória 2009

Reitor Pro Tempore Denio Rebello Arantes Pró-Reitor de Administração e Planejamento Lezi José Ferreira Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Jadir José Pela Pró-Reitora de Ensino Cristiane Tenan Schlittler dos Santos Pró-Reitor de Extensão e Produção Tadeu Pissinati Sant’Anna Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-graduação Thalmo de Paiva Coelho Junior Diretora de Desenvolvimento Institucional Mariângela de Souza Pereira Diretora de Desenvolvimento de Pessoas Norma Suely Machado dos Santos Diretor de Tecnologia da Informação José Eduardo Mendonça Xavier Diretor-Geral do Campus de Alegre Carlos Humberto Sanson Moulin Diretor-Geral do Campus Aracruz Antônio Tadeu Vago

Diretor-Geral do Campus Cachoeiro de Itapemirim Armando Marques Diretor-Geral do Campus Cariacica Lodovico Ortlieb Faria Diretor-Geral do Campus Colatina Ailton Souza Duarte Diretor-Geral do Campus Itapina Tadeu Rosa Diretor do Campus Linhares Mauro Silva Piazzarollo Diretor do Campus Nova Venécia Jayme Santos Diretor do Campus Santa Teresa Luiz Marcari Junior Diretor-Geral do Campus São Mateus Rubens Marques Diretor-Geral do Campus Serra Ademar Manoel Stange Diretor-Geral do Campus Vitória Ademar Valdir Comassetto

Elaboração do texto, digitação e revisão técnica
Adélia de Oliveira Montemor Edna dos Reis Lúcia Helena Paixão Roque Freitas Revisão do texto Edna dos Reis Márcia Regina Pereira Lima Norma Pignaton Recla Lima – CRB 12/207 Sara Ramos da Silva

Realização
Biblioteca Nilo Peçanha Ifes – Campus Vitória

Apoio, editoração e diagramação
Coordenadoria de Comunicação Social - CSO – Ifes

Impressão 2009
Gráfica do Ifes

© 2005, Ifes – Adélia de Oliveira Montemor, Edna dos Reis, Lúcia Helena Paixão Roque Freitas, Márcia Regina Pereira Lima, Norma Pignaton Recla Lima, Sara Ramos da Silva Instituto Federal do Espírito Santo Princípios da metodologia e normas para apresentação de trabalhos acadêmicos e científicos. 4 ed. rev. e ampl.– Vitória : Ifes, 2009. 67 p.: il. 1. Normalização técnica 2. Redação técnica I. Título. CDD 001.42

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7 2 FORMAS DE APRESENTAÇÃO DE TEXTOS ............................................... 8 2.1 MONOGRAFIA.............................................................................................. 8 2.2 RESUMO ...................................................................................................... 9 2.3 RESENHA..................................................................................................... 9 2.4 RELATÓRIO ............................................................................................... 10 2.5 ARTIGO CIENTÍFICO ................................................................................. 12 2.6 COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA .................................................................... 13 2.7 FICHAMENTO............................................................................................. 14 3 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA ............................................... 15 3.1 PRÉ-TEXTO................................................................................................ 16 3.1.1 Capa ........................................................................................................ 16 3.1.2 Folha de rosto ........................................................................................ 16 3.1.3 Lista de ilustrações................................................................................ 16 3.1.4 Lista de tabelas ...................................................................................... 16 3.1.5 Lista de abreviaturas e siglas ............................................................... 16 3.1.6 Lista de símbolos ................................................................................... 16 3.1.7 Sumário................................................................................................... 16 3.2 TEXTO ........................................................................................................ 17 3.2.1 Introdução............................................................................................... 17 3.2.2 Justificativa ............................................................................................ 17 3.2.3 Revisão de literatura .............................................................................. 17 3.2.4 Objetivos................................................................................................. 17 3.2.5 Metodologia ............................................................................................ 17 3.2.6 Recursos................................................................................................. 18 3.2.7 Cronograma............................................................................................ 18 3.3. PÓS-TEXTO............................................................................................... 18 3.3.1 Referências............................................................................................. 18 3.3.2 Glossário................................................................................................. 18 3.3.3 Apêndice ................................................................................................. 18

Ifes

....................................... 24 4..................................1...................4 TABELAS E ILUSTRAÇÕES ....................2.......................................... 28 5........................................................... 21 4......2 Desenvolvimento .......3 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ...........................................................2 Glossário ................................................................. de abreviaturas................................................ 23 4............... 29 5.........4 Anexo............................................................. 22 4....................................1 PRÉ-TEXTO ...........................................9 Lista de tabelas............................. 24 4.......................................................... 26 4................................................................................5 EQUAÇÕES E FÓRMULAS ......................1................................................................. 28 5.............................2....1...................................... APRESENTAÇÃO GRÁFICA ...........................................................1 Introdução ................. 20 4................................ 24 4..........................3 PÓS-TEXTO ................................................................3.......3 Apêndice(s) ............................... 22 4......................................................... MESTRADO E DOUTORADO .................................... 25 4....................................1......... 27 5............................ 21 4.......... 21 4..3...........2.................1....................................... 30 Ifes .................4 Errata ...................... 26 4....3.................2 PAGINAÇÃO ... de ilustração......................................1 Referências .................................................................................................................................................... 26 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DA PESQUISA................................................ Lombada............................................................3 Conclusão .......................2 TEXTO......... 23 4............................................................................................................3............................................10 Sumário .............1 Capa ............1........................ 18 3.....................4......6 Declaração do autor ........... 21 4...........1.......... MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO.... 27 5.....3.................................................................................. 18 4 ESTRUTURA DA PESQUISA – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC).........5 Índice ........................1 FORMATO...........1....................................7 Dedicatória – Agradecimento – Epígrafe ......................3...............................................................................................2.............1........................ de siglas e/ou de símbolos ..............8 Resumo...3 Folha de rosto .........................................................................................3............... 24 4.................5 Folha de aprovação .... 25 4................................ 24 4.................1........................... 23 4.....................................4 Anexo(s) .................................................................... 22 4.... 25 4..........

31 6.................................................. 38 6......................................................................................... 38 6......................................................................................................2 Citação indireta .. 46 Estrutura de TCC.....1 Tipos de Citação ...................3.............................. 38 6............... 53 Ifes .......................................................................................... 45 Estrutura do Trabalho Acadêmico.............1...................................................... 32 6........... 40 REFERÊNCIAS ..................................................................................... 37 6........................................................................... 47 Exemplo de Capa.................6 Uso da Citação ....................................... 48 Exemplo de Lombada ......................1...............................................................................3................................................................................................................................................................................................................................................................................................2..................................3................................................................................................. 49 APÊNDICE E 1 ............................................. 35 6............................................3.........................................1......................1.......................... 51 Exemplo de Ficha Catalográfica ... 34 6..............................................3 Citação de citação....................................................................................1 Notas de referências ...............1................ 50 APÊNDICE F ....................................2 Apresentação gráfica da nota de rodapé ............................................ 31 6.......................................1 Tipos de notas de rodapé.............. 33 6......................................................................................................................................................................2...................... Tese e Dissertação .................... 47 APÊNDICE D .. 52 APÊNDICE H ............ 39 6......... 50 Exemplo de Notas para Folha de rosto.......................... 52 Exemplo de Folha de Aprovação ...................................................................................................1..................... 51 APÊNDICE G..........................................................................................................................2 Notas explicativas .........3 USO DAS EXPRESSÕES LATINAS......1.................................................... 48 APÊNDICE E ......2 SISTEMAS DE CHAMADA .............................................................................1 Notas de rodapé .......................3.........................1 Citação direta .......... 31 6............ 32 6............................................... 41 APÊNDICE A .......................................................................... 34 6......................................2 Sistema numérico .............1................................................. 53 Exemplo de Declaração de Autor................ 49 Exemplo Folha de Rosto ...................................................1 Sistema autor-data ..................................................................4 citação de documento eletrônico on-line...............1..................................................... 46 APÊNDICE C .... 45 APÊNDICE B .......

..................................................................................................... 56 APÊNDICE M ........................................................................................ 58 Exemplo Lista de Tabela ........................................................................................ 66 Exemplo de Apresentação de Tabelas ............................................................................................................................................................................................................................................................. 55 Exemplo de Epígrafe – Agradecimento ......................................................... 54 APÊNDICE J ......................................................................................................... 67 Ifes .............................................................................................................................................. 62 APÊNDICE S........................................... 61 Exemplo de Sumário utilizando numeração progressiva ................... 61 APÊNDICE R...................... 63 Exemplo de Índice ................................................................................................................................................................................................................ 62 Exemplo de Lista Numérica de Referências ............................................................................................................. 60 APÊNDICE Q ................................. 64 APÊNDICE U.......................... 66 APÊNDICE X............................................................... 59 APÊNDICE P.......... 59 Exemplo de Lista de Abreviaturas ...................................................................................................................................................................... 65 APÊNDICE V........................................................... 63 APÊNDICE T ......................................................................... 60 Exemplo de Lista de Siglas ......... 57 Exemplo de Abstract......................... 58 APÊNDICE O .................................... 57 APÊNDICE N................................................................................................................ 55 APÊNDICE L ............................................................... 64 Exemplo de Formato de Página e de Texto* ........................................................................................................................................APÊNDICE I ........................................... 67 Exemplo de Apresentação de Ilustrações ................................................................................................................................... 56 Exemplo de Resumo ................................................. 54 Exemplo de Dedicatória....................................................................... 65 Exemplo de Paginação de Folhas ....................................................

bem como os profissionais envolvidos em trabalhos de investigação científica. sua estrutura e linguagem. O documento baseia-se nas recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ifes .7 1 INTRODUÇÃO Este guia tem por objetivo auxiliar o corpo docente e o discente do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) no processo de desenvolvimento de seus trabalhos acadêmicos/científicos. contudo. seguindo-se. foram estabelecidas adaptações de acordo com a realidade da Instituição. a fim de que tenham validade acadêmica. Visa a atender o estudante em seus trabalhos disciplinares. os alunos de cursos de graduação e pós-graduação. com exatidão. São ressaltados os principais tópicos relacionados com a pesquisa. na elaboração de monografias. os procedimentos e critérios de trabalhos acadêmicos/científicos.

2. De acordo com o autor.1 MONOGRAFIA Em Lakatos e Marconi (apud MEDEIROS. mesmo que as diretrizes metodológicas sejam práticas e tenham uma estruturação lógica de caráter universal. Embora não haja necessidade de apresentar novos conhecimentos. módulo. que pode ser desenvolvido em variados níveis: atender às exigências dos cursos de graduação e pósgraduação em nível de mestrado e doutorado. Necessita de um orientador e deve ser defendida publicamente.8 2 FORMAS DE APRESENTAÇÃO DE TEXTOS Todas as descobertas de informações científicas devem ser expressas por meio de textos escritos e/ou comunicadas publicamente. 248). sistematização das informações e domínio das técnicas de pesquisa. trabalho de graduação interdisciplinar – TGI. Serão apresentadas. estudo independente. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. Com relação ao uso do termo monografia. Trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e outros): – Documento que representa o resultado do estudo. curso. Deve revelar capacidade metodológica. o termo monografia trata “de um estudo sobre um tema específico ou particular. a seguir. programa e outros ministrados. os trabalhos científicos diferenciam-se. 250) aborda a finalidade desse trabalho. Medeiros (2004. p. Ifes . p. por causa da sua utilização no meio acadêmico. de acordo com cada área do conhecimento humano. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina. 2004. com suficiente valor representativo e que obedece à rigorosa metodologia”. Monografia para obtenção de grau de Mestre (Dissertação) – É um estudo minucioso de uma pesquisa que versa sobre um tema único e delimitado. o que diferencia um texto do outro é o nível da pesquisa: Trabalhos acadêmicos – monografia (trabalho de conclusão de curso – TCC. Necessita de um orientador. o pesquisador expõe novas formas de ver uma realidade já conhecida. existe uma certa confusão. Portanto. quanto aos seus objetivos e à natureza do próprio objeto abordado. as principais formas de textos de pesquisa normalmente requisitadas durante a vida do estudante e do pesquisador.

delimitado e restrito.9 Monografia para obtenção de grau em Doutor (Tese) – É o resultado de um estudo científico de pesquisa teórica. c) crítico – resumo redigido por especialistas com análise interpretativa de um documento. os resultados e as conclusões do trabalho.2 RESUMO É a apresentação concisa do conteúdo do texto. Também chamado de resenha. histórica ou filosófica de um tema único. o objetivo. Tipos de resumos: a) indicativo – indica os pontos principais do texto. resenhar consiste em examinar e apresentar o conteúdo de obras prontas. dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos. ter rigor na argumentação. b) informativo – deve salientar o objetivo da obra. de campo. Deve ser elaborado com base em investigações originais. os resultados e as conclusões.3 RESENHA De acordo com Santos (2002). 2. destacando os elementos de maior relevância: a primeira frase deve ser significativa. 156 ). acompanhadas ou não de avaliação crítica. c) de 50 a 100 palavras – os destinados a indicações breves. b) de 100 a 250 palavras – os de artigos de periódicos. documental. p. Ifes . Pode dispensar a leitura do texto inteiro. Quanto à extensão. os métodos e as técnicas empregadas. os resumos devem ter: a) de 150 a 500 palavras – os de trabalhos acadêmicos (teses. explicando o tema principal do documento. específico. A finalidade do resumo é permitir ao leitor decidir sobre a conveniência de consultar ou não o texto integralmente (NBR 6028). apresentar provas e representar um avanço para a respectiva área científica. mas não dispensa a leitura original do documento. experimental. 2. Necessita de um orientador e deve ser defendida publicamente. Para Medeiros (2006. a metodologia.

Mostrar se o que o autor diz faz sentido. investigar a firmeza do seus argumentos e a pertinência de suas conclusões.. narração e dissertação. toda resenha deve conter: uma síntese do texto resenhado. é um texto corrido. • crítica – o objetivo é julgar o valor do texto. apresenta as suas conclusões e metodologia empregada.10 Resenha é [. total de páginas resenhadas. – formação. bem como expõe um quadro de referências em que o autor se apoiou (narração) e. finalmente. forma.] um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de texto: descrição. título. Nas exigências de forma. Ifes . 2. • crítica – contribuições considerações. atividades • conteúdo – ideias principais. análise aprofundada de pelo menos um ponto relevante do texto. resume a obra. Estruturalmente descreve as propriedades da obra (descrição física da obra). • credenciais do autor desenvolvidas na área. exigências de forma e de conteúdo. importantes. devido à impossibilidade que têm de acompanhar ou conhecer todos os fatos e problemas que ocorrem no seu ambiente. A resenha pode ser: • descritiva – o objetivo é julgar a verdade (ideias) do autor.4 RELATÓRIO É o documento por meio do qual se expõem os resultados de atividades variadas. relata as credenciais do autor. As partes essenciais da apresentação do corpo de uma resenha são: • identificação da obra – autor. méritos. publicações. Segundo Martins (2007). resenha é um tipo de texto em que há. deve conter até três laudas. pressupostos para o entendimento do assunto e conclusões do autor. O relatório é um recurso utilizado pelas administrações modernas. estilo. um julgamento do texto. imprensa. deve sempre indicar a obra que está sendo resenhada. Nas exigências de conteúdo.. apresenta uma avaliação da obra e diz a quem a obra se destina (dissertação). simultaneamente. a sua relevância.

com pontuação e ortografia corretas. devem ser seguidas algumas regras básicas: a) extensão adequada – deve-se evitar relatório muito longo. evitar rodeios e ter a clareza como qualidade essencial. clara e concisa. números. o autor deve responder às seguintes perguntas: O quê? Por quê? Para quê e para quem? Onde? Como? Com quê? Quanto? Quando? Quem? Com quanto? Para redigir um bom relatório. informação suficiente para um leitor qualificado. sistematicamente. traça conclusões e faz recomendações.11 Para elaborar um relatório. é necessário “traduzir” as expressões. A sua extensão varia de acordo com a importância dos fatos relatados. O relatório técnicocientífico apresenta. d) objetividade – o relatório deve ter uma destinação específica. f) conclusão – deverá ser elaborada uma conclusão em que poderão ser incluídas sugestões ou recomendações. Quando o relatório for redigido de técnico para técnico. é um documento que relata formalmente os resultados ou progressos obtidos em investigação de pesquisa e desenvolvimento ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica. c) redação – deve ser simples. Sugestão para a montagem do relatório: a) título b) objetivo do relatório c) introdução d) desenvolvimento e) conclusão f) sugestões Relatório técnico-científico – Segundo a NBR 10719. poderá ser usada a linguagem específica. estatística etc. Ifes . É estabelecido em função e sob a responsabilidade de um organismo ou da pessoa a quem será submetido.. b) linguagem – deve ser objetiva. e) exatidão – as informações devem ser precisas. Caso seja para um leigo. sem omitir fatos importantes. não deixando quaisquer dúvidas quanto aos problemas.

5 ARTIGO CIENTÍFICO Visa à publicação dos resultados de um estudo ou de uma pesquisa.12 Fazem parte do relatório técnico-científico os seguintes itens: Capa Folha de rosto Prefácio (apresentação)* Elementos pré-textuais Resumo Lista de símbolos. Sua redação deve ser clara e objetiva e levar em conta o público a que se Ifes . é sempre um texto integral. Embora a extensão seja relativamente pequena (de 5 a 6 páginas). o artigo científico deve abordar temas atuais. 2. É publicado em revistas especializadas ou jornais. abreviaturas etc. Lista de ilustrações Sumário Introdução Elementos textuais Desenvolvimento Conclusão Anexos Agradecimentos* Referências Elementos pós-textuais Glossário* Índice* Ficha de identificação do relatório Lista de destinatários e forma de acesso ao relatório* Terceira e quarta capas (*) Os itens com asteriscos são considerados elementos complementares (opcionais). Quanto ao conteúdo. com objetivo de divulgar conhecimentos (NBR 6022).

em língua estrangeira Abstract (resumo em língua estrangeira) Palavra-chave em língua estrangeira Elementos pós-textuais Nota(s) explicativa(s) Referências Glossário Apêndices Anexos 2. reconhecer as fontes que foram utilizadas e atender às normas de apresentação de texto do evento. Tem como finalidade a publicação posterior em atas e/ou anais de congressos do evento em que foi apresentado.13 destina.6 COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA É um texto para pôster ou comunicação oral em congressos. encontros etc. O artigo científico deve atender às normas de submissão à revista de escolha do pesquisador. Deve ser original. o formato de apresentação consta de: Ifes . o artigo científico é composto de: Título (subtítulo) do trabalho Autor(es) com credencial(ais) Elementos pré-textuais Credenciais do(s) autor(es) Resumo na língua do texto Palavras-chave na língua do texto Introdução Elementos textuais Desenvolvimento Conclusão Título. Em geral. Estruturalmente. subtítulo (se houver). seminários.

• Comentários – expressando a compreensão crítica do texto. Ifes . • Ideação – colocando em destaque as novas ideias que surgiram durante a leitura reflexiva. é preciso usar fichas para registrar as informações obtidas na leitura de um texto. preparando-se. textos científicos ou acadêmicos podem apresentar algumas dificuldades para a apreensão dos conteúdos e das informações transmitidas. • Resumo – sintetizando o conteúdo da obra. conclusão) • Agradecimentos • Referências 2. assim para a execução do trabalho. baseando-se ou não em outros autores e em outras obras.7 FICHAMENTO É uma forma organizada de registrar informações obtidas na leitura de um texto. • Citações – apresentando as transcrições significativas da obra. desenvolvimento. Durante a leitura.14 • Título (subtítulo) • Autor(es) • Credenciais do(s) autor(es) • Resumo • Palavras-chave • Texto (introdução. Para isso. Um fichamento completo deve apresentar os seguintes dados: • Indicação bibliográfica – mostrando a fonte de leitura conforme as normas de referência da NBR 6023 da ABNT.

sua estrutura compreende: Estrutura Elementos Capa (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Pré-textuais Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução (problema – hipótese) Justificativa Revisão de literatura Textuais Objetivo Metodologia Recursos Cronograma Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Pós-textuais Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Índice (opcional) Ifes . De acordo com NBR 15.15 3 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA O projeto de pesquisa compreende uma das fases da pesquisa.287/2006.

1 Capa É um elemento opcional.1. com cada item designado por seu nome específico. título.1 PRÉ-TEXTO Os elementos que compõem o pré-texto são: 3. ano. subtítulo (se houver).1. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. subtítulo (se houver).7 Sumário É um elemento obrigatório.1. local (cidade) da entidade onde deve ser apresentado.4 Lista de tabelas É um elemento opcional. Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. acompanhado do respectivo número da página.1. seções e outras partes do trabalho na mesma ordem e grafia em que o Ifes . Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. 3. É a enumeração das principais divisões. Tem como objetivo proteger e oferecer melhor apresentação ao trabalho.5 Lista de abreviaturas e siglas É um elemento opcional. 3. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade a que deve ser submetido.1. 3.1. 3.1. com o devido significado. o(s) nome(s) do(s) autor(es). local (cidade) da entidade onde deve ser apresentado. título. acompanhado do respectivo número de página.6 Lista de símbolos É um elemento opcional. A capa deve conter o nome da entidade para a qual deve ser submetido o trabalho. com cada item designado por seu nome específico. Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.2 Folha de rosto É um elemento obrigatório. 3. 3.16 3.3 Lista de ilustrações É um elemento opcional. ano. Deve conter as seguintes informações: nome(s) do(s) autor(es).

3. levantamento bibliográfico e documental. 3. contemplando o tipo de abordagem. seguido da respectiva paginação inicial (NBR 6027). os instrumentos de coleta de dados. métodos e descrição das suas etapas de execução: o universo da pesquisa.17 assunto foi desenvolvido. a amostragem. buscando identificar os motivos da preferência pelo tema escolhido e sua importância em comparação a outros temas. a(s) hipótese(s) ou pressupostos. tratamento e análise dos dados.2 Justificativa Reflete o “porquê” da realização da pesquisa.3 Revisão de literatura Deve ser feito um levantamento da literatura já publicada sobre o assunto na área de interesse da pesquisa que servirá de referencial teórico para elaboração do trabalho proposto.5 Metodologia Proposta de como será realizada a pesquisa. Quando se tratar de pesquisa com Ifes .4 Objetivos O objetivo geral deve sintetizar o que se pretende alcançar com a pesquisa.2 TEXTO Os elementos textuais devem ser constituídos de: 3. materiais. o problema a ser abordado.2. Os enunciados dos objetivos devem começar com um verbo no infinitivo e que indique uma ação passível de mensuração. seguindo a NBR 6024/2003 da ABNT. na qual devem ser expostos o tema. Os elementos pré-textuais não figuram no sumário.2. 3. 3.2. O conteúdo de uma justificativa deve ser constituído de dois aspectos: relevância (social.2. Os objetivos específicos indicarão os detalhes e serão um desdobramento do objetivo geral.1 Introdução Contextualização do projeto. Deve-se considerar a atualidade e a relevância do tema. 3.2. científica ou acadêmica) do tema e a abrangência do assunto. Deve-se utilizar a numeração progressiva.

3. PÓS-TEXTO 3. Material que não foi elaborado pelo autor do trabalho.18 abordagem qualitativa. 3. Relação de palavras.3. ao desenvolvimento do trabalho. impresso em cor preta. humanos e financeiros necessários à execução do projeto e suas responsabilidades. mas que deve servir de consulta durante a leitura do texto. Relação das obras efetivamente mencionadas na elaboração do projeto de pesquisa. atentamente. 3.3.7 Cronograma Descrição do tempo necessário para o desenvolvimento de cada uma das etapas da pesquisa. deverá ter aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa.3.4.2.6 Recursos Descrição dos recursos físicos. em ordem alfabética. 3. Devem ser elaboradas conforme a NBR 6023 da ABNT. 3. Ifes . caso necessário. Material elaborado pelo próprio autor do trabalho para possível consulta durante a leitura do texto.3 Apêndice É um elemento opcional. empregadas no texto e acompanhadas das definições.3.4 Anexo É um elemento opcional.2. APRESENTAÇÃO GRÁFICA O projeto de pesquisa deve ser apresentado: • em papel em branco formato A4.3. digitado no anverso da folha. Deve-se observar. 3.2 Glossário É um elemento opcional. o cronograma do projeto de pesquisa e adequá-lo. 3.1 Referências É um elemento obrigatório.

• as tabelas devem ser apresentadas conforme as Normas de Apresentação tabular do IBGE. a partir da folha de rosto. apêndices. • os títulos das subseções devem ser separadas do texto que os precede ou que a sucede por dois espaços de 1. paginação e legendas das ilustrações e das tabelas. o tipo de projeto de pesquisa e o nome da entidade a que é submetido devem ser alinhados do meio da mancha para a margem direita. • o alinhamento do parágrafo é justificado. • as citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10. lista de abreviaturas. legendas das ilustrações e tabelas.520 da ABNT.5. anexos e índices devem ser centralizados. sumário. no canto superior direito da folha. excetuando as citações de mais de três linhas. um recuo de 4 cm da margem esquerda. referências. • deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto conforme a NBR 6024 da ABNT. direita e inferior de 2 cm. que devem ser digitadas em tamanho menor e uniforme. glossário. • os títulos sem indicativo numérico – lista de ilustrações. dele separado por um espaço. notas de rodapé. deve-se observar. A numeração deve ser colocada a partir da primeira folha da parte textual. mas não numeradas.5 entre linhas. As referências ao final do projeto devem ser separadas entre si por dois espaços simples. notas de rodapé.19 • fonte tamanho 12 para todo o texto. sem recuos à direita ou à esquerda (exceto as referências. que devem ser digitados em espaço simples. • o indicativo de seção deve ser alinhado à margem esquerda precedendo o título. • o texto deve ser digitado com espaço 1. • para citações de mais de três linhas. também. devem ser contadas sequencialmente. que são alinhadas à esquerda). tipo de projeto de pesquisa e nome da entidade. • todas as folhas do projeto. • as folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm. em algarismos arábicos. excetuando-se as citações de mais de três linhas. • na folha de rosto. Ifes .

20 4 ESTRUTURA DA PESQUISA – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC). MESTRADO E DOUTORADO A pesquisa busca desenvolver as etapas propostas no projeto de pesquisa. MONOGRAFIA DE ESPECIALIZAÇÃO. textuais e pós-textuais (apêndices A e B). Estrutura Elementos Capa (obrigatório) Lombada (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Ficha catalográfica (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Declaração do autor (obrigatório)∗ Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Desenvolvimento Conclusão Referência(s) (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice(s) (opcional) Anexo(s) (opcional) Índice(s) (opcional) Pré-textuais Textuais Pós-textuais ∗ Elemento exigido pelo Ifes.724/2005. a estrutura de trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais. Ifes . De acordo com a NBR 14.

4. 4.2.1 PRÉ-TEXTO Os elementos que compõem o pré-texto são: 4. A capa deve conter o nome da instituição. do autor. grafados em letra minúscula. – local (cidade). • Finalidade do trabalho: deve constar de uma nota explicativa sobre o tipo de trabalho. o título e subtítulo.3 Folha de rosto É um elemento obrigatório. instituição e grau pretendido com: – nome do orientador e do co-orientador. tem que ser capa dura na cor especificada por curso. – ano. Contém dados essenciais para a identificação do trabalho (APÊNDICES E e E1). Deve estar centralizado. A impressão das informações devem seguir a NBR 12.225 (APÊNDICE D). Recomenda-se a reserva de um espaço de 30 mm na borda inferior da lombada. • Título principal do trabalho: identificação do conteúdo do trabalho. curso. • Subtítulo (se houver): é separado do título por dois pontos. quando for explicativo.1 Capa É um elemento obrigatório.21 4. com letras menores que a utilizada para título. O nome do autor e o título do trabalho devem ser impressos longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada. se houver. no caso de subtítulo complementar.1. Deve estar centralizado. ou ponto e vírgula. Obrigatoriamente. Lombada É um elemento obrigatório. no alto da página. Ifes .1. local e ano de entrega (APÊNDICE C). abaixo do autor e com tipo maior de letra. a) Anverso da folha de rosto: • Nome do autor: responsável intelectual do trabalho. Tem como objetivo proteger e oferecer melhor apresentação ao trabalho.1.

O trabalho passará a ter domínio público. logo após a folha de rosto. título/subtítulo do trabalho. porém. É impressa sempre num retalho de papel avulso ou encartado.5 Folha de aprovação É um elemento obrigatório. as devidas correções. tipo de trabalho acadêmico (Trabalho de Conclusão de Curso. contendo elemento eventual. Ifes . Lista de erros de natureza tipográfica ou não. nome do orientador. Dissertação de Mestrado ou Tese de Doutorado). no máximo). Monografia. após a apresentação (APÊNDICE H). desde que seja citada a fonte nas referências. ano. Recomenda-se. O verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica do trabalho. curso. (APÊNDICE F) 4. segundo o Código Decimal de Dewey (CDD). indicando as páginas e/ou linhas em que aparecem.724 determina que a ficha catalográfica seja impressa no verso da folha de rosto. 4.1.4 Errata É um elemento opcional. se houver. A errata. Recomenda-se que sua elaboração seja feita por um profissional bibliotecário. após a defesa da Dissertação ou Tese. então. Deverá conter: número da tabela de Cutter (referente ao sobrenome do autor). O orientador deve ser identificado (APÊNDICE G).1. Deve conter os elementos da folha de rosto. os trabalhos acadêmicos comumente são impressos somente no anverso da folha. nome da instituição onde o trabalho foi elaborado. nome do autor.6 Declaração do autor É um elemento obrigatório. as palavras-chave do conteúdo do trabalho acadêmico (até quatro. que ela seja impressa em folha separada. e a classificação do assunto. A NBR 14. acrescido ao volume depois de impresso. deve ser inserida antes da página de rosto. 4.1. O autor deve elaborar uma declaração autorizando a utilização parcial ou total do trabalho. data de aprovação. segundo o Código de Catalogação Anglo-Americano 2. nome dos componentes da banca examinadora e das instituições a que pertencem. número de páginas.22 b) Verso da folha de rosto: Ficha Catalográfica – é um elemento obrigatório.

Deve ser dirigido àqueles que realmente contribuíram de maneira relevante para a elaboração do trabalho. essa lista relaciona figuras. As palavras-chave devem constar logo abaixo do texto do resumo. francês – Résumé. Localiza-se após a folha de aprovação. Epígrafe – é um elemento opcional. O resumo deve ser redigido na mesma língua do texto e localizado em folha separada. É a citação de um pensamento relacionado com o assunto tratado (APÊNDICE J). quadros etc. por extenso. de siglas e/ou de símbolos É um elemento opcional. Ifes . uma versão em língua estrangeira para um idioma de divulgação internacional (inglês – Abstracts. espanhol – Resumen). ser redigido em parágrafo único. Contém o oferecimento do trabalho a determinada pessoa ou a pessoas (APÊNDICE I). A exemplo do sumário. O resumo deve dar uma visão concisa e objetiva do conteúdo da pesquisa e deve ser redigido pelo próprio autor.1.9 Lista de tabelas. Deve-se utilizar uma linguagem simples e sóbria (APÊNDICE I).7 Dedicatória – Agradecimento – Epígrafe Dedicatória – é um elemento opcional. Deve-se fazer uma lista para cada tipo de item quando houver mais de cinco (5) elementos em cada lista. espaço de entrelinhas um e meio (1. os resultados e as conclusões (NBR 6028/2003).8 Resumo É um elemento obrigatório. também. 4. separadas por ponto e guiarão a elaboração da ficha catalográfica (APÊNDICES L e M). Apresentar. e respectivas páginas. É a condensação do trabalho que delineia e/ou enfatiza os pontos relevantes da pesquisa. Aparece.23 4. Agradecimento – é um elemento opcional. verbo na voz ativa.5) e conter no máximo 500 palavras. 4. Deve-se fazer uso da terceira pessoa no singular. de ilustração. O e P).1. de abreviaturas. com a respectiva abreviatura entre parênteses na primeira vez em que for mencionada no texto (APÊNDICES N.1. As listas de abreviaturas e siglas devem ser apresentadas em ordem alfabética. tabelas.

2 TEXTO É a parte do trabalho em que se expõe o conteúdo.2 Desenvolvimento Abrange todo o conteúdo teórico e metodológico da pesquisa e como foi devidamente desenvolvida. Deve fornecer informações sobre a importância do trabalho e seu desenvolvimento: objetivos.10 Sumário É um elemento obrigatório. nomes de pessoas.24 4. 4. métodos e procedimentos seguidos. Os elementos pré-textuais não figuram no sumário. Divide-se geralmente em seções que variam de acordo com a natureza do problema e da metodologia adotada. 4. é apresentado. 4.1.1 Introdução Nesta parte do trabalho. 4. o assunto a ser tratado. (APÊNDICE Q) Não confundir sumário com índice.3 Conclusão É a constatação da pesquisa. de forma sucinta e objetiva. É a enumeração das principais divisões. nomes geográficos e outros que aparecem em ordem alfabética no final do trabalho. Sugere-se que sejam feitas recomendações finais para implementação e pesquisas adicionais.2. Deve-se utilizar a numeração progressiva seguindo a NBR 6024/2003 da ABNT. elucidando se esta conseguiu ou não atingir o objetivo proposto. que é a relação detalhada dos assuntos. Ifes . seções e outras partes do trabalho na mesma ordem e grafia em que o assunto foi desenvolvido seguidos da indicação da página inicial de cada parte (NBR 6027/2003).2.2.

As referências são constituídas de elementos essenciais e elementos complementares. A NBR 6023/2002 determina que as referências devem ser alinhadas à margem esquerda do texto e de forma a se identificar cada documento.3. Elementos complementares – são as informações que se acrescentam aos elementos essenciais para melhor caracterização do documento. Elementos essenciais – são as informações indispensáveis à identificação do documento. por exemplo: paginação. As obras que não tenham sido citadas no transcorrer do texto não devem ser relacionadas nas referências. título. essas obras devem ser citadas como outras obras consultadas ou bibliografia. ISBN e outros (APÊNDICE R). separadas entre si por dois espaços simples. e – numérico (ordem de citação do texto). Devem ser digitadas em espaço simples. Se for necessário.1 Referências É um elemento obrigatório. 4. edição. Fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para a transcrição e a apresentação da informação originada do documento e/ou de outras fontes de informação (NBR 6023/2002). ilustração. A referência pode aparecer: – no rodapé. É a relação alfabética do vocabulário técnico utilizado no texto com as respectivas definições de significados. editora e data de publicação. – no fim de texto ou capítulo. local.2 Glossário É um elemento opcional. Os sistemas mais utilizados para ordenação de referência são: – alfabético (ordem alfabética de entrada).25 4.3. Ifes . extensão da obra. por exemplo: autor. – em listas de referência.3 PÓS-TEXTO 4.

Relaciona assuntos. remetendo à página em que se encontra o assunto (NBR 6034). Ifes . É um documento elaborado pelo próprio autor.3. Não é elaborado pelo próprio autor e constituise de suportes elucidativos e ilustrativos importantes para a compreensão do texto. localiza-se no final da obra (APÊNDICE S). com o objetivo de completar sua argumentação. Havendo mais de um anexo. modelos de instrumentos de pesquisa etc.3. sem que haja prejuízo para a unidade do trabalho. 4.5 Índice É um elemento opcional. ANEXO B). sua identificação deve ser feita por letra maiúscula ou algarismo arábico (ANEXO A. nomes de pessoas. Nele incluem-se grandes desenvolvimentos matemáticos.3.4 Anexo(s) É um elemento opcional. nomes geográficos e outros. em ordem alfabética.3 Apêndice(s) É um elemento opcional. A numeração das folhas deve ser contínua à do texto principal.26 4. 4. Geralmente.

nas legendas de ilustrações e de tabelas. Ifes . deverão ser usados editores para textos gráficos e a impressão deverá ser de boa qualidade (impressora a laser ou a jato de tinta). paginação e legendas das ilustrações e das tabelas são digitadas com fonte menor. por exemplo. As referências ao final do trabalho devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples. referências. agradecimento. resumos. Segundo a NBR 14724/2005. impressos na cor preta. o espaço deve ser simples. 10. na nota explicativa da folha de rosto e de aprovação. o item finalidade (nota explicativa) do trabalho deve ser alinhado do meio da página para a margem direita. glossário. O indicativo numérico do título de cada seção deve ser alinhado à esquerda. notas de rodapé.5) (APÊNDICE T).27 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DA PESQUISA 5. que são alinhadas à esquerda). na ficha catalográfica. apêndice(s). nas referências. Para a edição. Nas citações diretas com mais de três linhas. em fonte Arial 12.1 FORMATO Os trabalhos acadêmicos/científicos devem ser digitados no anverso (frente) da folha A4. 2 cm à direita e na parte inferior. nas notas de rodapé. Os títulos sem indicativo numérico – errata. Na folha de rosto. branca (210 x 297 mm). separado por um espaço de caractere. principalmente em se tratando de figuras ou gráficos. sem recuos à direita ou à esquerda (exceto as referências. O alinhamento do parágrafo é justificado. Nas citações diretas (com mais de três linhas). por exemplo. anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados. usa-se espaço 1. Em relação às margens. a folha deve apresentar 3 cm à esquerda e na parte superior. nota explicativa da folha de rosto. listas.5 (um e meio) para as entrelinhas do texto. ficha catalográfica. O texto deve ser escrito em língua portuguesa. sumário. 14. O título de cada seção e/ou subseção deve iniciar na parte superior esquerda da folha. separada do texto que a sucede ou precede por dois espaços de um ponto e meio (1. Para título das seções deve-se usar uma fonte maior que a do texto.

• A seção secundária é formada pelo indicativo da seção primária a que pertence.2 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho devem ser contadas sequencialmente a partir da folha de rosto. Esses números são divididos por um ponto. que terminará com um ponto. • A seção primária segue a sequência dos números inteiros. Se o trabalho for constituído de mais de um volume. portanto. por meio de um sistema de numeração progressiva (NBR 6024/2003). mas a numeração das páginas só constará a partir da primeira folha do texto. • O texto de cada seção pode incluir diversos parágrafos. Utilizam-se alíneas. seguido do número que lhe for atribuído.28 5. o desenvolvimento e a conclusão constituem a parte mais longa do documento acadêmico e. Considerando que os trabalhos acadêmicos/científicos são impressos somente no anverso da folha. do primeiro ao último volume (APÊNDICE U). no máximo. deve ser mantida única sequência de numeração das folhas. itálico ou grifo e redondo. é opcional o uso das conjunções “e”/”ou” em complementação ao ponto e vírgula. exigem uma detalhada divisão de seções. representadas por letras minúsculas do alfabeto. caixa alta ou versal. exceto a última. utilizando-se os recursos de negrito. O texto que antecede a alínea deve terminar em dois pontos.3 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA A introdução. 5. Cada alínea será separada por ponto e vírgula. iniciandose a partir de 1. os números devem ser colocados em evidência no canto superior direito de cada página e com algarismos arábicos. • Os títulos das seções são destacados. Na penúltima alínea. As regras gerais básicas são: • Utilizar algarismos arábicos. Ifes . • Limitar o número de seções a cinco.

1. • Cada quadro ou figura deve ter um nome breve.1. FIGURA 2. ver “normas de apresentação tabular” do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).). • O título e a fonte das ilustrações devem ter espaçamento simples entre si.1. QUADRO 2.1 Seção Terciária 1. QUADRO 3.br> (APÊNDICES V e X). b) alínea.1 Seção quinária a) alínea. • Os títulos das ilustrações devem ser colocados na parte inferior e precedidos do número de ordem em algarismo arábico. • Sempre que a ilustração for copiada de um outro trabalho ou publicação. • Os títulos das tabelas devem ser colocados na parte superior.1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA 1. 5. TABELA 2 etc. FIGURA 1.1. porém elucidativo. e c) alínea.1 Seção quaternária 1.29 Exemplo: 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.gov.1. • As ilustrações devem aparecer o mais próximo possível do lugar em que são mencionadas e destacadas do texto por espaçamentos. TABELA 1. ordenados em algarismos arábicos. deve-se mencionar a fonte. Regras gerais de apresentação: Cada tipo de ilustração deve ter uma numeração independente e sequencial (QUADRO 1. ilustrar. Essas normas estão disponíveis no site: <http://biblioteca. Ifes .4 TABELAS E ILUSTRAÇÕES São elementos que servem para elucidar. Para informações mais detalhadas sobre elaboração de tabelas.ibge. explicar e simplificar o entendimento do texto. • As ilustrações devem ser centralizadas horizontalmente.

A NBR 14. se necessário. multiplicação e divisão. Exemplo: Ifes . por falta de espaço. Se aparecerem na sequência normal do texto. as equações devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois de adição. devem ser centralizadas e numeradas. Quando destacadas em parágrafo.724/2002 recomenda que em caso de fragmentação em mais de uma linha.5 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Devem ser destacadas no texto.30 5. subtração. é permitido o uso de entrelinha maior que comporte seus elementos.

p.31 6 USO DA CITAÇÃO 6. tudo o que não está inscrito no determinismo da natureza e que aí é incluído pela ação humana. registrada nos mais diferentes suportes” (SANTOS. Exemplo: Como profissional. deve ser transcrita entre aspas duplas. ciência. Devem ser respeitadas todas as características formais em relação à redação. apud ARRUDA. A citação direta. 1998. p. o Bibliotecário é capacitado por meio da Biblioteconomia. que tornam possíveis a essa sociedade a criação da cultura. Toda citação deve ter a identificação da fonte que foi utilizada. deve aparecer em parágrafo isolado. a vida em sociedade. Essa identificação pode aparecer: • incluída no texto. no texto.1. processar e disseminar informações de forma racional. linguagem. que é “uma área do conhecimento incumbida de reunir. com letra menor do que a do texto. à ortografia e à pontuação original. 40) assim definiu cultura: Cultura é tudo o que o homem acrescenta à natureza.520/2002. • em nota de rodapé. No caso de citação direta com mais de 3 linhas. e os modos de agir e pensar comuns a uma determinada sociedade. no texto. Exemplo: Fávero (apud CABRAL. • remetendo às referências no final do texto. citação é a menção de uma informação extraída de outra fonte. 68). 6. utilizando-se o recuo de 4 cm da margem esquerda. de até três linhas. com entrelinhas em espaço simples e sem aspas. 2002.1 TIPOS DE CITAÇÃO Segundo a NBR 10. Distinguem-se na cultura seus produtos: instrumentos. Ifes .1 Citação direta São transcrições literais extraídas do texto consultado.

] Exemplo: Para Teixeira (2002. para se tornar efetiva. elaborado pela UNESCO (2002. 1991). deverá ser antecedido de reticências entre colchetes [.. sem haver transcrição das próprias palavras do autor consultado. Exemplo: É necessário compreender que a leitura não nasce de um dom. tanto a professores como a estudantes [.] tem a missão de transformar e socializar a informação para a geração de novos conhecimentos para a sociedade”. 4-5). porém. os bibliotecários escolares devem tornar-se competentes em questões de planejamento e instrução às diferentes habilidades para o manuseio de novas ferramentas de informação. ser levada a detestar a leitura (SILVA. Ninguém é avesso à leitura por sua própria vontade.32 Quando o trecho citado não for início de parágrafo. Se o texto citado for interrompido antes do ponto final do parágrafo. p. É uma prática social que. depende de uma série de fatores existentes na sociedade como um todo. Deve ser fiel ao texto original e não necessita de aspas. A identificação da página consultada é dispensável.3 Citação de citação O ideal é que se evite este tipo de recurso. vocação ou talento de um indivíduo. acompanhado do ano de publicação da obra. deverá ser precedido de reticências entre colchetes [. 6... o autor deverá ser citado pelo sobrenome.].. sob condições de aceitação do orientador. Utilizam-se as expressões “citado por” ou “apud”. p.. mas permite-se que seja feito. interligando o nome do autor da Ifes .1..1. Trata-se da citação feita a partir de uma outra fonte a qual não se teve acesso.] Exemplo: Em o “Manifesto da Biblioteca Escolar”.. a pessoa pode. 2) o profissional da informação “[. sim. também fica evidente essa dimensão educativa [do trabalho bibliotecário] que é apresentada aqui: Em vista das crescentes mudanças nos ambientes de rede.. 6.2 Citação indireta É a reprodução de algumas ideias.

arbitrariamente. 1991). e como tal. a) Documento eletrônico on-line com autoria e data de publicação Segundo Hesse (1991). cuja omissão. 1984. já assegurado pelo texto constitucional – traduz um incompreensível sentimento de desapreço pela autoridade. constitui um elemento autônomo em relação a essas condições (HESSE. o exercício do direito de greve. a informação é um dos instrumentos que podem acionar as mudanças sociais. irrazoável e abusiva inércia do Congresso Nacional. 6. 1991).. ainda. Apesar disto. em que a pretensão de eficácia não pode ser separada das condições históricas de sua realização. p. inaceitável. necessário socialmente”.33 obra diretamente consultada ao nome do autor original. sob pena de fraudar-se a vontade da constituição. a norma constitucional reside em sua vigência.4 citação de documento eletrônico on-line A NBR 10. Portanto. além de lesiva ao direito dos servidores públicos civis – a quem se vem negando. “há um estágio na nossa cultura. constitui um elemento autônomo em relação a essas condições. utiliza-se a International Organization for Standardization (ISO 690-2:1997). Ifes . Exemplo: Citação de citação indireta: Para Lemos (apud AMARAL. pelo valor e pelo alto significado de que se reveste a Constituição da República (SUPREMO.1. Apesar disto. não fazendo. 2007). quando o que um indivíduo precisa fazer para satisfazer uma necessidade pessoal se torna importante para todo o grupo. esse estado de continuada. 23-24). Exemplo: Citação de citação direta: Diz Ortega Y Gasset (apud MUELLER. A referência completa será citada na seção “Referências”. econômicas e políticas desejadas por um país. menção à citação de documentos eletrônicos on-line.] Não mais se pode tolerar. que obedecem às mesmas regras do meio impresso. Ou: A norma constitucional reside em sua vigência. se bem administrada e de modo soberano.520/2002 da ABNT orienta sobre a citação de documentos em meio impresso.. b) Documento eletrônico on-line sem autoria (identificação da fonte pelo título) [. em que a pretensão de eficácia não pode ser separada das condições históricas de sua realização.

6. da imprensa e da biblioteca. A palavra escrita: história do livro. Wilson. até então. este deverá ser mantido em todo o trabalho.1 Sistema autor-data Nesse sistema.2 SISTEMAS DE CHAMADA As citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada numérico ou autor-data. de certa forma. 2001. segundo Gonçalves e Silva (acesso em 8 nov. Exemplo na referência: FERREIRA. é possível afirmar que tal interpretação é. Ortega y Gasset fala-nos que a nova natureza assumida pela biblioteca depois do Renascimento comprova um outro fato singular: é que antes dessa época não existia a figura do bibliotecário. o livro também não tinha uma existência social. Lassalle não concebe em seu pensamento a ideia de que a Constituição estaria composta por uma força normativa considerada por si só. Exemplo no texto: Segundo Martins (2001). Exemplo no texto: O termo dimensão é definido como “o sentido em que se mede a extensão para avaliá-la. 6. 2008). Ifes . São Paulo: Ática.34 c) Documento eletrônico on-line com autoria e sem data de publicação Portanto. Minidicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. tendo em vista que. paradoxal. Exemplo na referência: MARTINS. 2. Neste sentido. 1989). “ele forneceu um clássico do pensamento constitucional que não reconhecia a importância do direito como o instrumento de organização social”. dentro de uma abordagem constitucionalista. Qualquer que seja o método adotado. ed. tamanho” (FERREIRA. seguido da data da publicação.2. Aurélio Buarque de Holanda. a indicação da fonte é feita pelo sobrenome do(s) autor(es) ou o nome de cada entidade responsável. ele é uma “invenção” da Renascença e. separado por vírgula entre parênteses. 1989.

pela instituição responsável ou pelo título. p. 46) indicam ações para o bibliotecário como intermediário entre o Serviço de Recuperação da Informação (SRI) e o usuário. 2. ed. Exemplo no texto: Como existe uma certa ambiguidade no uso corrente do termo. O sistema numérico não deve ser usado quando há notas de rodapé.2 Sistema numérico Nesse sistema. v. remetendo-se à lista de referências ao final do trabalho ou capítulo. Exemplo na referência: MACEDO. a palavra [política] pode indicar a existência de uma intenção.” Regras básicas para citações: • As chamadas pelo sobrenome do autor. devem ser com a inicial em letras maiúsculas e quando for entre parênteses devem ser todas em letras maiúsculas. Rio de Janeiro. Equivalências: do serviço de referência convencional e novos ambientes de redes digitais em bibliotecas.” (15) Diz Rubem Alves: “Leitura é uma deliciosa forma de alienação. Exemplo na referência: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. 1. Exemplo de duas formas de apresentação: Diz Rubem Alves: “Leitura é uma deliciosa forma de alienação. MODESTO. 1. Fernando. incluídos na sentença. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. Alienarse é sair de si. 1987. Ifes . Neusa Dias de. Dicionário de ciências sociais.]. educacional e social para que melhor compreenda o seu projeto profissional [. p. as citações devem ter numeração única (algarismos arábicos) e consecutiva. às vezes. mas é. 38-54. Alienar15 se é sair de si. 6.2. usada apenas para referir-se a um curso de ação em alguma área para a qual pode existir um plano ou programa. n. Nova Série. plano ou programa. real e potencial: posicionar-se de forma ética..35 Exemplo no texto: Macedo e Modesto (1999. 1999. 1987).. É usada também para referir-se a uma série de políticas e não a uma só (FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. São Paulo.

comentários. e grifos (negritos. palestras.]. interpolações. • As palavras de uma citação direta devem ser transcritas tais como se encontram na origem.) para dar expressão. debates e comunicações etc. apud SILVA. 1991. p. Exemplo: A leitura do mundo precede a leitura da palavra. mas se antecipa e se alonga na inteligência do mundo (FREIRE. pouca coisa mudou em relação à qualidade de vida das 1 Paneleiras de Goiabeiras e de seus familiares (informação verbal) . A autoria dessas referidas fontes deve ser mencionada somente em nota de rodapé.. da seguinte forma: a) As supressões (omissões de palavras) devem ser indicadas entre colchetes com reticência [. no Seminário Nacional de Políticas Públicas para Culturas Populares. coordenar e explicar esse movimento. 2002. devem ser seguidas da expressão (informação verbal). 119. Ifes .. • Devem ser indicadas as supressões. “A informação é o fluir permanente do conhecimento. Exemplo no texto: Bento constatou que. ênfase ou destaques. itálico ou sublinhação etc. apesar da confecção das panelas de barro ter sido o primeiro bem imaterial registrado no Livro dos Saberes pelo IPHAN. em Brasília. 13). grifo nosso). Exemplo no rodapé da página: _________________________ 1 Informação fornecida por Jamilda A. em fevereiro de 2005.36 Exemplos: Ao se reposicionarem as políticas públicas de informação na América Latina. Bento.. e as ‘profissões da informação’ são aquelas que têm como missão social organizar. p. • Informações obtidas em aulas. ênfase ou destaque que não sejam do autor devem ser seguidas da expressão [grifo nosso]. isto é o seu fluir” (SOUZA. Cubillo (2003) ressalta que nesses países latinos está o terreno de gestão e aplicação dessas políticas. R. O ato de ler não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita.

obrigatoriamente. às vezes usada apenas para referir-se a um curso de ação em alguma área para a qual pode existir um plano ou programa. 6.] (SOUZA. p. É usada também para referir-se a uma série de políticas e não a uma só (FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Sequentia ou et seq. b) Interpolações. 2002. acréscimos ou comentários [ ]. p. – na mesma obra. plano ou programa. Apud – citado por. Cf. a organização e difusão da informação é substrato importante para a construção do mundo da cooperação ou da extinção [. opere citado ou op. [. “em alguns casos. – o mesmo autor. Opus citatum.. cit. deve ser referenciada por completo. As citações subsequentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada.. Segundo Curty (2000. in. é preferível repetir tantas vezes quantas forem necessárias as indicações bibliográficas”. – seguinte ou que se segue. Ibidem ou ibid. mas é.. Ifes . Loco citado – loc cit.37 Exemplo: Este elenco de textos acima. podendo ser adotadas as expressões latinas para se evitar a repetição desnecessária de títulos e autores e destacadas em nota de rodapé. – no lugar citado. Exemplo: Como existe uma certa ambiguidade no uso corrente do termo. 46).. Isto é. 46). destacados pelo autor. São termos usados comumente.3 USO DAS EXPRESSÕES LATINAS A primeira citação de uma obra. – confira – confronte. Passim – aqui e ali – em diversas passagens. 1987 apud MONTEMOR. embora recomenda-se que sejam evitados por dificultarem a leitura. Tipos de expressões latinas: Idem ou id. 2005). – na obra citada.] dá a condição necessária para que os profissionais da informação possam discutir onde sua ação se insere. a palavra [política] pode indicar a existência de uma intenção.

Referências de documento eletrônicos. mas devidamente citadas como referências. a data da publicação e outros dados para localização da parte citada. para que não se desviem os sentidos das ideias ou para fora do texto ou para dentro das notas de rodapé. .1.: Ifes .3. Como elaborar projetos de pesquisa. S. APB.38 6.M.1 Tipos de notas de rodapé 6.3.: Exemplo: _______________________________________ 1 2 GIL. Deve haver um certo equilíbrio no seu uso. KROEFF. Podem também conter informações obtidas em outras obras e meios. 6.P.3. • As notas de referências de uma citação completa aparecem da seguinte forma: Exemplo no texto: Documentos eletrônicos Exemplo no rodapé: 1 _______________________________________ 1 FERREIRA.1.1. de preferência. em ordem sequencial e devem conter o sobrenome do autor. São Paulo.G. comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não deve ser incluída no texto.S. 1987 Id. M. 2002. Essas notas devem ser colocadas. quando for o caso: a) Idem – mesmo autor – Id. pesquisados pelo autor. A.1 Notas de referências Indicam a origem de sua citação ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado.1 Notas de rodapé Destinam-se a prestar esclarecimentos. S. 1996. Métodos e técnicas de pesquisa social. ao pé das páginas. 2v. • As citações seguintes de uma mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. São Paulo: Atlas. Devem ser numeradas (feitas) com algarismos arábicos. b) Ibidem – na mesma obra – ibid. São Paulo: Atlas. usando-se as seguintes expressões latinas abreviadas.

jul. 116. São Paulo: Atlas. 2005. A. A. Exemplo: _______________________________________ 1 COSTA. p. Rio de Janeiro: Campus. ARRUDA. op. C. Para esse tipo de nota.1. Cit. p.. R. p. confronte – cf.1. M. e) Conferere ou confira. São Paulo. Avaliação da eficiência de uma estação de. Desenvolvendo um plano de capacitação em logística.. Exemplo: _______________________________________ 1 MAGRIS. Tecnologística. 1999.A.. B. 20-30 passim. São Paulo: Atlas. C. GIL. – expressão usada para omitir algumas das páginas da obra citada. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. Exemplo: _______________________________________ 1. p. Ifes . 1999.. em diversas passagens – passim. S. p. Como elaborar projetos de pesquisa. usa-se o asterisco como chamada. 2 DRUMOND. A. 15-20. 2002. nota 4. _______________________________________ 1 2 Cf. C. CEFETES. 89 c) Opus citatum. 2004. 30 3 Ibid. esclarecimentos ou explorações que podem ser incluídas no texto. 48-54. p. 3 COSTA.67 et seq.. d) Passim – aqui e ali.39 Exemplo: _______________________________________ 1 2 VERGARA.2 Notas explicativas São usadas para a apresentação de comentários. 69.3. N. Exemplo no texto: A Biblioteca escolar enquanto instituição* educativa. Cf. opere citato – na obra citada – op cit. Ibid. C. p. f) Sequentia – seguinte ou que se segue – et seq. n. 2000. Vitória. Em busca do futuro: a competitividade no Brasil. COSTA.. Rev. 6.

• Havendo notas explicativas e de referências na mesma página. em seguida. observando-se entre uma nota e outra um espaço simples. Cada nota deve ser indicada numa nova linha. • O texto deve ser separado das notas de rodapé por dois espaços duplos.3. • As chamadas podem ser feitas por algarismos arábicos e asteriscos. digitadas em espaço simples e com caracteres menores do que o usado para o texto. Ifes . • O indicativo numérico é separado do texto da nota por um espaço. a apresentação é feita da seguinte forma: • As notas de rodapé∗ localizam-se na margem inferior da mesma página em que ocorre a chamada numérica recebida do texto. “Notas de Rodapé”. • fazer observações pertinentes. 6. Toda a formatação é automática e obedece às regras da ABNT. propriedade. por exemplo. as chamadas com asterisco precedem as chamadas com algarismos. • fornecer a tradução de uma citação. usando-se números autoindependentes da sua localização no texto. educação. casamento. as notas de referências.2 Apresentação gráfica da nota de rodapé Segundo (CURTY. A última linha da folha deve coincidir com a última nota de rodapé. selecionar “inserir”. As notas de rodapé são utilizadas com as seguintes finalidades: • indicar a fonte de uma citação.40 Exemplo no rodapé: _______________________________________ * “INSTITUIÇÃO” designa um elemento da vida social em que orientações de valor e de interesse característicos. São separadas do texto por um traço contínuo de 5 cm. 2000). ∗ O Microsoft Word possui um recurso para a inserção automática de notas de rodapé. “notas”. quando na mesma folha houver chamada dos dois tipos. No menu. transcrevem-se primeiro as notas explicativas e. geram formas características de interação social (DICIONÁRIO DE CIÊNCIAS SOCIAIS). concentrando-se em aspectos sociais importantes. além de comentários adicionais esclarecedores.

NBR 12225: informação e documentação – lombada – apresentação. ed. NBR 15287: informação e documentação – projeto de pesquisa – apresentação. 40 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. conteúdo e dicas. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. 2003. Apresentação de trabalhos científicos: guia para alunos de cursos de especialização. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. CURTY. ______. 2002. ______.41 REFERÊNCIAS ALMEIDA. Manual da FACESP para a elaboração de monografias e trabalhos acadêmicos: forma. 2003. ______. ______. NBR 6022: informação e documentação – artigo em publicação periódica científica imprensa – apresentação. 121 p. Construindo o saber: técnica de metodologia científica. CARVALHO. 83 p. PINTO. Projeto de pesquisa: guia prático para monografia. 3 p. 9 p. Rio de Janeiro.). ed. 24 p. KAYO. 2. Rio de Janeiro. de. Rio de Janeiro. Maringá: Dental Press. 17 p. Manuel José Nunes. CRUZ. 2003. ______. ______. Rio de Janeiro. 5 p. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação – apresentação de citações em documentos. ______. São Paulo: FACESP. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. 2 p. 2003. 2 p. Maria Cecília M. 1999. 2000. Eduardo Kazuo. NBR 6028: informação e documentação – resumo – apresentação . 3 p. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. 2002. Rio de Janeiro: Wak. ______. 1989. 2004. Rio de Janeiro. Marizilda de Almeida (Coord. Marlene Gonçalves. 6 p. 7 p. 6 p. Rio de Janeiro. ______. Marco Antonio Chaves de. NBR 6027: informação e documentação – sumário – apresentação . CRUSCO. NBR 6024: informação e documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito. 2002. Campinas: Papiros. 2. 1989. 2004. Ana Maria da Costa. Ifes .

94 p. 3. Estera Muszkat. 2004. LAKATOS. 2003. atual. Acesso em 08 dez. rev. ed. 121 p. e ampl. Ifes . 335 p. 53 p. Como fazer uma monografia. 175 p. São Paulo: Atlas. Délcio Vieira. SEVERINO. ed. MINICUCCI. Manual para elaboração de monografias e dissertações. MENEZES. Lúbia Scliar. São Paulo: Atlas. rev. MARTINS. Metodologia do trabalho científico. Normalização de trabalhos acadêmicos: guia para alunos. São Paulo: Atlas. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. ZILBEKNOP. São Paulo: Edgard Blucher. Luis. ed. Eva Maria. 6. 285 p. Joaquim Antônio. 2. 2004. MARCONE. 2. 4. 2002. MARTINS. ed. 323 p. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Português instrumental. ed. 22. 2002. Fundamentos de metodologia científica. Tabelas. São Paulo: Martins Fontes. REY. 1995. professores e pesquisadores da Ufes.ronaldo martins. Técnicas do trabalho de grupo. Antônio Carlos.br/materiais/resenha. ed. 6. SILVA. 1993. Redação científica: a prática de fichamento. 2001. São Paulo: Atlas. 1997. ed. amp. Porto Alegre: Sagra Luzzato. SALOMON. 3. 103 p. MEDEIROS. Mariane de Andrade. Curitiba. João Bosco. ed. O que é resenha? Disponível em: http://www. Agostinho. Ronaldo. 24. Gilberto de Andrade. 60 p. 40 p. Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. 2007. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Vitória. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Atlas. Edna Lúcia da. MARTINS.pro. resumos e resenhas.htm. Como elaborar projetos de pesquisa. rev. São Paulo: Cortez. 1994.. UFPR. ed. 2002. 560 p. Biblioteca Central. 288 p. ed. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC. 2. Dileta Silveira. 1994.42 GIL.

43 APÊNDICES Ifes .

.

45 APÊNDICE A Estrutura do Trabalho Acadêmico Ifes .

46 APÊNDICE B Estrutura de TCC. Tese e Dissertação Ifes .

PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO EM AUTOCLAVE (CCA) E MERCADO VITÓRIA 2009 Ifes .47 APÊNDICE C Exemplo de Capa INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM METALURGIA E MATERIAIS ALEX DA SILVA MILLEIPP MADEIRA DE EUCALIPTO PARA POSTES: PROPRIEDADES FISICO-MECÂNICAS.

48 APÊNDICE D Exemplo de Lombada Ifes .

Vicente de Paulo Ferreira Marques Sobrinho Vitória 2009 Ifes . como requisito parcial para a obtenção do título de Tecnólogo em Metalurgia e Materiais. M.49 APÊNDICE E Exemplo Folha de Rosto ALEX DA SILVA MILLEIPP MADEIRA DE EUCALIPTO PARA POSTES: PROPRIEDADES FISICO-MECÂNICAS. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO EM AUTOCLAVE (CCA) E MERCADO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenadoria do Curso de Metalurgia e Materiais do Instituto Federal do Espírito Santo. Orientador: Prof.sc.

como requisito parcial para avaliação. Orientador: Prof. Orientador: Prof. Xxxx xxx Projeto de Pesquisa Projeto de Pesquisa apresentado ao Curso de Saneamento Ambiental do Instituto Federal do Espírito Santo. Xxx xxx Ifes . como requisito parcial para avaliação. Orientador: xxxx xxxx Monografia de Especialização Monografia apresentada ao Programa de Pós-Graduação do Instituto Federal do Espírito Santo como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho. Orientador: Prof. Prof. Xxx xxx Trabalho curricular Trabalho apresentado à disciplina Hidráulica do Curso de Saneamento Ambiental do Instituto Federal do Espírito Santo. Xxx Xxx Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Trabalho de conclusão de Curso apresentado à Coordenadoria do Curso de Saneamento Ambiental do Instituto Federal do Espírito Santo como requisito parcial para obtenção do título de graduação em Saneamento Ambiental.50 APÊNDICE E 1 Exemplo de notas para Folha de rosto Monografia de Dissertação e Tese Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica e de Materiais do Instituto Federal do Espírito Santo como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Metalúrgica e de Materiais.

Coordenadoria do Curso de Metalurgia. Título CDD 669. – 2009. Barras de grelha 3. Instituto Federal do Espírito Santo IV. Flávio Antonio de Moraes III. Título CDD 669 Ifes . Alex da Silva Madeira de eucalipto para postes: propriedades físicomecânicas. Vicente de Paulo Ferreira II. Aço austenítico I. Curso Superior de Tecnologia em Metalurgia e Materiais. – 2009. Curso Superior de Tecnologia de Metalurgia e Materiais. 1. il. 1. Nunes. 2009. Instituto Federal do Espírito Santo.. Marques Sobrinho. 95 f. Monografia (graduação) – Instituto Federal do Espírito Santo. 2009. Metalurgia 2.: ficha com 2 autores P 628e Pignaton. 30 cm Orientador: Vicente de Paulo Ferreira Marques Sobrinho. il. 122 f. III. Fábio Vieira Nunes. Coordenadoria de Metalurgia e Materiais. 30 cm Orientador: Flavio Antonio de Moraes Pinto Monografia (graduação) – Instituto Federal do Espírito Santo.51 APÊNDICE F Exemplo de Ficha Catalográfica Ex.07 Ex. Madeira de eucalipto – Propriedades físicomecânicas I. Fabio Vieira de II. Pinto. Pelotização 2.: Ficha com 1 autor M646m Milleipp. processo de imunização em autoclave (CCA) e mercado/ Alex da Silva Mileipp. Augusto Maioli Estudo da adição de manganês na microestrutura do aço austenítico resistente ao calor série HH (FE-20%CR-16% ni) utilizado em fornos de pelotização da Companhia Vale do Rio Doce / Augusto Maioli Pignaton.

Irineu Storch Instituto Federal do Espírito Santo Eng. COMISSÃO EXAMINADORA Prof. Vicente de Paulo Ferreira Marques Sobrinho Instituto Federal do Espírito Santo Orientador Profª M. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO EM AUTOCLAVE (CCA) E MERCADO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenadoria de Metalurgia e Materiais do Instituto Federal do Espírito Santo.52 APÊNDICE G Exemplo de Folha de Aprovação ALEX DA SILVA MILLEIPP MADEIRA DE EUCALIPTO PARA POSTES: PROPRIEDADES FISICO-MECÂNICAS.CEIMA Ifes . Eduardo Pessoa Sociedade Espírito-Santense de Industrialização de Madeiras . como requisito parcial para obtenção de título de Tecnólogo em Metalurgia e Materiais. Lucia Helena Paixão Roque Freitas Instituto Federal do Espírito Santo Prof.sc. M.sc. Esp. Aprovado em 13 de maio de 2009.

53 APÊNDICE H Exemplo de Declaração de Autor DECLARAÇÃO DO AUTOR Declaro. didática e técnico-científica. 13 de abril de 2009. que este Trabalho de Conclusão de Curso pode ser parcialmente utilizado. desde que se faça referência à fonte e ao autor. Vitória. Alex da Silva Mileipp Ifes . para fins de pesquisa acadêmica.

54

APÊNDICE I
Exemplo de Dedicatória

Para Luciana e Mariana, razões de minha vida. Para Maria Eunice e Marcos, que me deram a vida.

Ifes

55

APÊNDICE J
Exemplo de Epígrafe – Agradecimento

“Aventurar-se causa ansiedade; porém, não se aventurar é perder-se. E aventurar-se no mais alto sentido é precisamente tomar consciência de si mesmo”.
Sören Kierkgard

Ifes

56

APÊNDICE L
Exemplo de Resumo

RESUMO

Objetiva obter informações e dados que possibilitem a implementação de uma política ambiental de gestão de resíduos sólidos das atividades de pesquisa do Laboratório de Saneamento (Labsan) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O estudo de caso apresenta três etapas: a primeira etapa consiste em atividades preliminares, como revisão de material bibliográfico e visitas técnicas a outros laboratórios de atividades afins; a segunda etapa apresenta o maior número de informações possíveis para obter um perfil do laboratório, no que se refere à sua estrutura física e operacional, constatando a inexistência de um programa de gestão de resíduos estruturado; a terceira etapa consiste na elaboração de um plano de ação baseado no princípio da “produção mais limpa”, a partir do qual espera-se ter contribuído para um melhor gerenciamento dos resíduos do Labsan. Além disso, promove a disseminação da responsabilidade socioambiental entre dirigentes e usuários do laboratório, que é de extrema importância para a confiabilidade e competitividade dos laboratórios públicos. Palavras-chave: Resíduos sólidos – Gestão. Saneamento ambiental. Universidade Federal do Espírito Santo – Laboratório de Saneamento (Labsan).

Ifes

Environmental Sanitation. It is expected that this plan can contribute to a better management of the wastes from the Labsan and also promote the sow of the social and environmental responsibility among the users and managers of the laboratory what was considered to be extremely important to the reliability and competitivity of the public laboratories. In the first stage preliminary activities. According to that profile it was verified that the laboratory has no structured program of waste management. like bibliographic research and visits to other laboratories with similar activities. Keywords: Solid wastes – To manage.57 APÊNDICE M Exemplo de Abstract ABSTRACT The aim of this paper is to gather information that could allow the implementation of an environmental policy to manage the solid wastes generated by the research activities from the Laboraty of Sanitation (Labsan) located at the Federal University of Espírito Santo (Ufes). A case study was developed in three stages. In the second stage the physical and operational structures of the laboratory were observed and a profile was built. Ifes . were made. Universidade Federal do Espírito Santo – Laboratory Sanitation (Labsan). In the third stage a plan of action was traced based on the idea of “clean production”.

........................................... Tabela 5 – .................................................. 7 Tabela 3 – Coordenadas geográficas do Paraná.......... Tabela 10 – ..................... ............................... segundo os pontos extremos ................................................... .... Tabela 6 – .............................................................. Tabela 8 – ........ Tabela 9 – .............................................................................................................................................................................................58 APÊNDICE N Exemplo Lista de Tabela LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Desativação de substâncias tóxicas ou perigosas .................................................................................................... 5 Tabela 2 – Índice de preços ao consumidor (IPC) em Curitiba ............................................................................................................. Ifes ................... Tabela 11 – ...................... 9 Tabela 4 – ........................................ Tabela 7 – ........................................................................................................................................

– Colorido Com. confira cm. – Brochura cf. – Sem data S. – Conforme. – Etecetera f. al. – Sem local s. – Centímetro Col. – Estrada et.59 APÊNDICE O Exemplo de Lista de Abreviaturas LISTA DE ABREVIATURAS Av. edição Estr. d. – Comercial ed. n. – Sem editor sic – Como impresso v. – Volume (s) Ifes . – Página (s) Reg. – Coleção(ões) Color. l. – Avenida Broch. – Et alii (e outros) etc. – Folha (s) Ibid – Ibidem Id – Idem p. – Registro s. – Editora.

60 APÊNDICE P Exemplo de Lista de Siglas LISTA DE SIGLAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas CEFETES – Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo CFB – Conselho Federal de Biblioteconomia CVRD – Companhia Vale do Rio Doce FID – Federação Internacional de Documentação e Informação IBICT – Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia IFES – Instituto Federal do Espírito Santo ISO – International Organization for Standardization NBR – Norma Brasileira Registrada UFES – Universidade Federal do Espírito Santo UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro Ifes .

.................... 2..................2.....3.... 2.........2 Composição........1 Proporções ............................................... 2.... 1.1.........1.........................................................................................................1 Descrição do conteúdo ..................2........... 2. REFERÊNCIAS ...........2...................................................................................... 2.........1.........1................61 APÊNDICE Q Exemplo de Sumário utilizando numeração progressiva SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA .............. 1..1 ELEMENTOS NECESSÁRIOS EM GRÁFICOS ..........4 Nota ................ 2.............1........... 2.........4 Clareza .................. 1....1.................................................................................................................................................. 2..............2 APRESENTAÇÃO DE GRÁFICOS ESTATÍSTICOS ....................................................................... 1.........................................1 Diagrama de pontos .3 Simplicidade.......2 Diagrama de bastões .1.....2 Título ...................................................................3 Fonte ....................... 2.1 ASPECTOS GERAIS DA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ...................................2......................... ANEXOS ......2 Data de referência..............2..........................1 Diagramas ...1.................1............................................1................... 1........................... 2 GRÁFICOS ESTATÍSTICOS .............................................. 2 2 3 3 4 4 5 9 9 11 11 12 15 18 21 22 22 23 24 25 38 41 47 50 Ifes ...........1............... 2.................3 Diagrama de linhas ..................................1.2.........1 Outros diagramas .1...........................2................................................................................ 2.......... 2.. 2............... 3 UTIILIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS GRÁFICOS ESTATÍSTICOS ..................2......................................................................................................1..........................................2 Pirâmide etária ........................................... 2......................................................................................1 Número .....................

In: CONGRESSO DE INICIACÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 2002. fev. 2002. R. 3.62 APÊNDICE R Exemplo de Lista Numérica de Referências REFERÊNCIAS 1 SILVA. DF: Senado Federal. Consulex. F. AVES do Amapá: banco de dados. 7 p. São Paulo. Projeto de pesquisa: guia prático para monografia.. Brasília. R. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 62.822.bdt. 2. 7. 121 p. Brasília. 1 CD-ROM. NBR 10520: informação e documentação – apresentação de citações em documentos. Ufpe.. p. 1997. Recife: UFPe. 1998. Decreto n° 42. assim como textos integrais de diversas normas. 1943-1978. Rio de Janeiro.. 1999. 1823. n. ALMEIDA. Recife. 16:30:30. bibliografia brasileira de direito.1. 6 p. Rio de Janeiro: IBGE. Trimestral. 1996. Rio de Janeiro: Wak. Lex : coletânea de legislação e jurisprudência.. Disponível em: <http://www. 4. SÃO PAULO (Estado). OLIVEIRA. 217-220. v. 2 3 4 5 6 7 8 9 Ifes . Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999.br/anais/ anais/educ/ce04.html> Acesso em 21 jan. C. DF. LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais.org/bdt/avifauna/ aves> Acesso em: 30 maio 2002. Marco Antonio Chaves de.NBR 14724: Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Anais eletrônicos. p. N. ____. 1996. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. ano 1. TOURINHO NETO. Dano ambiental. 2002.ed.Propesq. 2002. de 20 de j aneiro de 1998. REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro. ed. n. 15:20:20. Disponível em <http://www.

Fórmula de Stirling. Distribuição de. Distribuição de. 374 Normal. 308 aleatória de uma variável aleatória. 206 Rayleigh. 239 Coeficiente binomial. 162 De uma função de variável aleatória.45 Generalização do. 145. 214 Números aleatórios. 33 de confiança. Teorema de. 298 Intervalo de confiança.142 aproximação do. 273 Ifes . 30 Fatorial. de uma variável Aleatória. 256 Região crítica de um teste. 32. 381 Resultados igualmente Verossímeis. 284 Hipótese. 339 Máximo de uma amostra. Coeficiente. Testes de. Lei dos. 165 Enumeração. 137 Partição de um espaço amostral. 149 Weibull. 25 Binomial. Variáveis aleatórias. 353 Grandes Números.63 APÊNDICE S Exemplo de Índice Aderência. Binomial. 314. distribuição. Distribuição de. Básica. 356 Desigualdade De Boole. 65 Valor esperado. Desigualdade de. 27. 75 Snedecor. 32 permutações. 28 Série geométrica. Métodos de. 310 Bayes. 353 Grauss-Markoff. 273 Máxima verossimilhança. 47 Pascal. 77 Cauchy. 49 Boole. Distribuição de. 379 Independentes. 271 gama. Distribuição de. 322 Parâmetros de uma distribuição. 31 regra da multiplicação. 264 Alternativa.15 Grauss. 29 combinações. Estimativas de. Teorema de. 25 De Tchebycheff. 31.137.139. 198 Critério para. Distribuição. 268 e distribuição de Poisson. 34 Da multiplicação de probabilidade. 370 De nulidade. 355 Lei de falhas Exponencial. 289 Freqüência relativa. 316 Nível de significância de um teste. 385 Amostra. 122 Integral de convocação. 37 regra da adição. 368 Teorema. Distribuição de F de.

64 APÊNDICE T Exemplo de Formato de Página e de Texto* * Formatação reduzida Ifes .

65 APÊNDICE U Exemplo de Paginação de Folhas Ifes .

. Frequência Relativa 25 25 ... .. . 2000 306 100% Ifes .... Total Fonte: IBGE.. Frequência Absoluta 20 16 ....66 APÊNDICE V Exemplo de Apresentação de Tabelas Tabela 1 Motivos que justificam a escolha do Curso de Saneamento Motivos Livre escolha Facilidade de ingresso ...

4° Trim. Ifes . Leste Oeste Norte FIGURA 1 – Planilha de dados Fonte: C:\Docum. CD-ROM com velocidade 8X e títulos Quantidade de memória RAM (ver memória) Velocidade da computador Tipo e modelo do computador Capacidade de armazenamento do computador QUADRO 1 – Configuração de microcomputador Fonte: Barbosa. 1999 (apud UFES. caixas. 2004). Ifes Especificações do equipamento 1CD Kit multimídia 8X 8 Mb RAM 66 Mhz PC 486 DX/2 840 Mb HD CD + Disk Driver → para apenas uma entrada de disquete Kit com placa de som.67 APÊNDICE X Exemplo de Apresentação de Ilustrações 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 2° Trim. 3° Trim. microfone.

Cariacica .Caixa Postal 47 29500-000 . 1729 Bairro Jucutuquara 29040-780 .ES Tel.Km 6.Km 58 Bairro Litorâneo 29932-540 . S/Nº Bairro Itacibá 29150-410 .ES Tel.Km 21 São João de Petrópolis 29660-000 .Cachoeiro de Itapemirim .: 28 3526-9000 Fax: 28 3526-9016 Campus Cariacica Rodovia Governador José Sette.Caixa Postal 527 29300-970 .: 27 3256-0958 Campus Cachoeiro de Itapemirim Rodovia BR-482 (Cachoeiro-Alegre) Fazenda Morro Grande . S/Nº Bairro Aviso (Antiga Fanorte) 29901-291 . 799 Bairro Santa Luzia 29830-000 .ES Tel.: 27 3348-9200 Fax: 27 3348-9207 Campus Vitória Avenida Vitória.Linhares .ES Tel. Km 70 – Zona Rural Caixa Postal – 256 29709-910 .Alegre – ES Tel.ES Tel. 1700 Bairro Santa Margarida 29700-558 .: 27 3723-1202 Fax: 27 3723-1286 Campus Linhares Avenida Filogônio Peixoto.: 28 3552-8234 Campus Aracruz Avenida Morobá.5 Bairro Manguinhos 29173-087 .ES Tel.Bairro Morobá (Anexo à Prefeitura Municipal) 29192-733 .São Mateus .Serra .: 28 3552-8131 Fax.: 27 3723-1500 3723-1546 Campus Itapina Rodovia BR-259.: 27 3771-1262 Fax: 27 3771-1026 Campus Serra Rodovia ES-010 .ES Tel. S/Nº .: 27 3752-1126 Campus Santa Teresa Rodovia ES-080 .: 27 3259-7878 Campus São Mateus Rodovia BR 101-Norte .Nova Venécia .: 27 3331-2110 Fax: 27 3331-2222 Ifes .Vitória .Colatina – ES Tel.ES Tels.ES Tel.Aracruz .Santa Teresa .Colatina .: 27 3336-2512 Fax: 27 3336-2512 Campus Colatina Avenida Arino Gomes Leal. S/N° Distrito de Rive .68 Instituto Federal do Espírito Santo Campus de Alegre Rua Principal.: 27 3371-2366 3371-1406 Campus Nova Venécia Rodovia Miguel Curry Carneiro.ES Tel.

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