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ETNOGRAFIA E GASTRONOMIA PORTUGUESA

Cadeira: 2º semestre Carga horária: 4 horas semanais Docente: Maria João Figueiredo Forte Objectivos: Motivar o olhar para determinadas especificidades sócio-geográfica-culturais do país Perceber o acto de comer enquanto manifestação cultural. Enquadrar origens históricas, geográficas, culturais, religiosas e outras de determinados alimentos e sua confecção.

Conteúdo: 1. Festividades cíclicas Estruturação do calendário Religiosidade popular Festa e dramaturgia popular 2. Expressividades da cultura popular Parâmetros da tradição oral Música e coreografias populares Jogo e actividades lúdicas 3. Indústrias tradicionais e artesanato Matérias-primas. Tecnologias Inserção económica e social das artes tradicionais Decadência e promoção Tecidos e formas de vestir 4. O alimento e o ciclo de vida Do nascimento à morte Quotidiano e ritos de passagem Sociabilidade 5. Cozinha e alimentação tradicionais Elementos base da alimentação 1

Lisboa.). Novos guias de Portugal. Bibliografia Analítica da Etnografia Português. Teófilo (1987).d. VASCONCELOS. A cozinha e a Casa. crenças e tradições. Etnografia Portuguesa. À Descoberta de Portugal. Benjamim (1963). Publicações Dom Quixote. 2. O povo português nos seus costumes. Lisboa. BRAGA. 2 .Técnicas de preparação Ritualidade e manifestação simbólica 6. Editorial Presença. Aulas onde os alunos são solicitados a preparar trabalhos cuja apresentação torne operativos os conhecimentos adquiridos. Aulas expositivas de apresentação da matéria com apoio multimédia. Aulas onde os temas que vão sendo abordados culminam em síntese que os foca de forma transversal de forma a integrarem o conjunto da matéria exposta 3. Selecções do Readers Digest. A produção e o consumo Ciclo do pão Matança do porco 0 azeite A castanha Método pedagógico: São administradas três tipos de aulas: 1. Lisboa. PEREIRA. Método de avaliação: Prova escrita Trabalho de exposição oral Bibliografia: Geral AAVV (1982). Lisboa. AAVV (s. Leite (s/d). Instituto de Alta Cultura. Lisboa. Imprensa Nacional.

Mário (1979). Maria de Lurdes (1982). Roger (1993). Jack (1984). Ernesto Veiga de (1973). OLIVEIRA. Cuisine et classes. Ferreira. Petisquinhos de Lisboa (comidas e bebidas). Colares Editora. Edições 70. Museu do Traje. Psicologia do Vestir. Fundação Calouste Gulbenkian. COUDERE (1965). Centre de Creation Industriel. ECO. INIC. OLIVEIRA. Brian (1989). Augusto (1982). Teoria da Arte. Ernesto Veiga de (1984). Paris. Assírio e Alvim FERNANDES. INIC. Vítor Wladimir (selecção de textos) (1999). Região Autónoma dos Açores. Publicações Dom Quixote GOMES. Lisboa. Cuisines. Colares.Temática AAVV (s. Caldo de estórias com letras. Évora. Eduardo (1995). Bueno para comer. HARRIS. Compendium..). Cozinha saloia . Arqueologia dos hábitos alimentares. Lisboa.0 Linho. OLIVEIRA. Alva. Marvin (2002). Lisboa. Álvaro (1981). CAILLOIS. Madrid. Lisboa. David Pinto (1938). Alianza Editorial. PAQUETE. in Estudos em Homenagem a Ernesto Veiga de Oliveira. Repensando trabalhos colectivos lúdicos: A matança do porco em Alto Trás-os Montes. Lisboa. Lisboa..d. A Arquitectura Popular Portuguesa. Cozinha Tradicional da Ilha Terceira. Junta de Investigação Ultramarina. MODESTO. João Pedro (1996). Ernesto Veiga de (1977). OLIVEIRA. Angra do Heroísmo. CORREIA.] (1975). 3 . Manuel (2002). Lisboa. CUNQUEIRO. Publicações Dom Quixote. Traje Popular. Ernesto Veiga de (1978). [et al. Porto. Ernesto Veiga de (1966). Os Jogos e os Homens. Tecnologia Tradicional Portuguesa . FERRO. Festividades Cíclicas Lisboa. Relógio de Água. Le calendrier. hábitos e práticas alimentares no termo de Lisboa. Cozinha Tradicional Portuguesa. Editorial Estampa. O’NEILL. Literatura Popular Portuguesa e as suas marcas na produção literária. A talha e a sertã : beber e comer no Alentejo. Instrumentos Musicais Portugueses. A Cozinha Cristã do Ocidente. J. Paris. Lisboa. Lisboa. Lisboa. Lisboa. Verbo. PUF. Centre George Pompidou. Lisboa. MOUTINHO. Lisboa. Máscaras Portuguesas. Instituto Nacional de Formação Turística. GOODY. Fundação Calouste Gulbenkian. Umberto . OLIVEIRA.

QUITÉRIO. Lisboa. SARAMAGO. Lisboa. Assírio e Alvim. PESSANHA. RIBAS. Doçaria popular portuguesa. Colares Editora.). 0 Livro de Bem Comer. Lisboa. Alfredo (1997). Instituto de Alta Cultura. Danças Tradicionais.d. Colecção Biblioteca Breve. Assírio e Alvim. Sebastião (1998). 4 . José (1987). crónicas de Gastronomia Portuguesas. Para uma história da alimentação no Alentejo. Colares. Tomás (s.