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Conteúdo
Virtualizando Organizações: Caminho sem Volta ................................................................................................................................................................................ 4 Arquiteturas de Processos Web-Enabled a Partir da TI Estratégica .................................................................................................................................................... 6 A Tecnologia da Informação como Viabilizadora de Valor Corporativo.............................................................................................................................................. 8 CRM – A Base para a Competitividade Fundamentada no Conhecimento e no Relacionamento com Clientes e Consumidores ................................................... 10 Trate a TI como Ativo de Valor .......................................................................................................................................................................................................... 12 A Internet e a Evolução dos Modelos de Negócio ............................................................................................................................................................................. 17 Impacto Multicanal na Gestão dos Stakeholders Corporativos ........................................................................................................................................................ 19 E-Marketplaces – Ambientes Convergentes de Negócios Reais ....................................................................................................................................................... 21 BI, CRM e KM: Tecnologias para Convergência dos Públicos de Interesse ....................................................................................................................................... 25 Cloud Computing => Everything as a Service..................................................................................................................................................................................... 27 Sustentabilidade, Tecnologias Verdes e o CIO .................................................................................................................................................................................. 29 Como a Computação em Nuvem vai Impactar seu Negócio ............................................................................................................................................................. 33

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A E-Consulting® Corp. (www.e-consultingcorp.com.br), empresa do Grupo ECC, é uma Boutique de Projetos e Conhecimento 100% brasileira, especializada nos setores e práticas de TI, Internet, Mídia, Telecom e Contact Center, líder na criação, desenvolvimento e implementação de estratégias e serviços profissionais em TI, E-Business e Comunicação Digital para empresas líderes em seus mercados. Atuando no tripé Consultoria de Negócios, Análise e Desenvolvimento Tecnológico e Comunicação 360o., a E-Consulting® Corp. Desenvolve seus projetos e soluções a partir de metodologias proprietárias associadas às metodologias golden-standard de mercado. A empresa é, atualmente, formada por cerca de noventa profissionais multidisciplinares, com vasta experiência em bancos de investimentos, agências de publicidade, empresas de consultoria e tecnologia. Seu modelo de negócios e atuação reúne somente clientes preferenciais, parcerias duradouras, metodologias comprovadas, experiências únicas, serviços exclusivos, atendimento personalizado e foco em resultados.

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fornecedores. Neste contexto competitivo que exige uma alta capacidade de adaptação com elevados índices de eficiência. tais como consumidores. colaboradores. ricas e contextualizadas para os relacionamentos e trocas de informações entre os diversos agentes que interagem com a empresa e entre si. processos e funções existentes na execução das atividades corporativas fazem-se necessária a construção de uma arquitetura que seja capaz de prover consistência. somente. possibilita a exploração de plataformas específicas. a estabelecer relações estanques entre os agentes de uma determinada cadeia de valor visando à obtenção de lucro superior em suas operações. consumidores. facilitando a assimila- 4 . tro quase tão amplo quanto à somatória de todos os processos e atividades existentes em uma organização. solidez e transparência para toda a organização. ou da indústria. via de regra. governo. nos mais variados padrões de ambientes digitais. A fim de se orquestrar as diversas relações. relacionamentos e relações criadas em cooperação entre as partes que pertencem às cadeias e mercados de atuação. como clientes. etc. imprensa. clientes. a Internet. como colaboradores ou externos. dita o sucesso das iniciativas fundamentadas em ambientes digitais. O foco da estratégia deve passar da análise da empresa. Acreditamos que estratégia não se resume. é capaz de suportar o desenvolvimento de canais de relacionamento interativos e multidirecionais. O grau de personalização e adequação das informações e modelos de relacionamento entre esses agentes. a Internet. fornecedores etc) em seu escopo de atuação na Web. envolvendo relações com os mais diversos perfis de stakeholders.Virtualizando Organizações: Caminho sem Volta A s possibilidades existentes para a utilização da Web em ambientes ou com fins corporativos possuem um espec- ção dos processos necessários à execução das atividades pré-determinadas. assim como o nível de abertura e interatividade a cada um dos públicos abrangidos (ex: internos. assim como aportar flexibilidade o suficiente para permitir que a empresa responda às mudanças de mercado e redirecionamentos estratégicos que se façam necessários. colaborativos ou não. Por exemplo. para os modelos de negócio. como ambiente.

o foco dos esforços e investimentos deve estar alinhado com a priorização estratégica da organização para determinado período e. aprendendo a atuar de forma mais interativa e participativa com seus diversos stakeholders. recursos multimídia. construção de marca. dentre os quais seus mais valiosos ativos – seus colaboradores. podemos destacar a disseminação de conhecimento e informações. sem perder a seriedade de seu propósito. gestão e produção. Os ambientes colaborativos de conteúdo. por sua vez. 5 . acionistas e clientes.Assim como acontece no ambiente físico. à medida que crescem a compreensão e o reconhecimento prático da sua utilidade como meio para melhorar os processos internos e/ou externos de comunicação. integrado com os processos internos da empresa para que se garanta um incremento positivo significativo às metas estabelecidas (tais como melhoria na comunicação interna. relacionamento. assim como o incremento na colaboração em projetos que exigem multidisciplinaridade de expertises. transação. de forma organizada e ordenada. transparência em transações financeiras. promovem o palco ideal para que. áudio e animações sabidamente passam mensagens e imagens mais lúdicas. Dentre os principais benefícios da utilização dos ambientes digitais para fins corporativos. dentre outros. ao passo que potencializa os ganhos de volume e profundidade de conhecimento corporativo. se manifeste e desenvolva o conhecimento individual. aumento de vendas. como vídeos. etc). melhor conhecimento de perfis e percepções de consumidores. A crescente adoção das plataformas Web nos ambientes corporativos é cada vez mais valorizada. principalmente. com visões e experiências complementares. Além disso.

da coleta de indicadores estratégicos. A Web entendida como ferramenta é o conceito-chave para a resolução e simplificação das complexidades que toda e qualquer empresa enfrenta atualmente. acionistas. uma ampliação do grau de controle e monitoramento de variáveis em níveis de profundidade antes inimagináveis e uma capacidade de mensuração e consolidação de resultados e performance que efetivamente permitem a execução do PDCA como definido em sua essência. desde a Gestão até os aspectos de Infra-Estrutura. para o bem ou para mal. Relacionamento e Vendas). tem suas oportunidades e ameaças. A Internet. assim como qualquer relacionamento de natureza humana (fato é que ninguém. No campo da Gestão. como também a que permite uma maior consciência sobre si própria. que se relaciona de forma unilateral e pontual com seus públicos. estão a salvo de deslizes). o papel da empresa em sua cadeia de valor deixa de ser o de um ente isolado. clientes. Ganho de escala alcance de novos mercados. através. A Web também é ferramenta e essa compreensão é essencial para que um pouco do mito da utilização corporativa da Web seja derrubado. em termos de identidade e imagem. principalmente. táticos e operacionais e das múltiplas percepções sobre seu va- Com a criação de novos modelos de negócios pautados na utilização intensiva de recursos e funcionalidades oriundas da Internet. passando pela função BRV (Branding. interação contínua e qualificada de uma empresa com seu ecossistema. mas não só rede. nformação é a tônica da evolução corporativa e a Internet é a ferramenta que não só amplia exponencialmente a capacidade de com seus fornecedores. dentre outros. meios e fins.Arquiteturas de Processos Web-Enabled a Partir da TI Estratégica I lor. a Internet é Processo. para ser o de um parceiro que co-constrói oportunidades de colaboração e negócios em conjunto 6 . funcionários. nem mesmo as grandes empresas com suas complexas políticas de governança. As ferramentas e funcionalidades que a Web disponibiliza encontram larga aplicação e ampliam a possibilidade de gerenciar recursos remotamente e de forma integrada habilitando uma revolução na divisão do trabalho. consolidação de grande porte e ampliação exponencial da cadeia de relacionamentos só poderiam dar nisso mesmo: mais complexidade. como rede. distribuidores. A Web é rede.

E quando se fala em adaptar e transformar processos para a dinâmica de redes – essencialmente virtuais – a convocatória e responsabilidades da área de TI. instantâneos. canais. principalmente. tanto da hierarquia interna de áreas (e interfaces de comunicação e gestão internas). conectados. 7 . e. multiformato e. colaborativos e co-construídos.Porém. Conhecimento e demais naturezas de atividades. Conteúdo. governança e controles cresce de forma importante e a estruturação. torna-se um desafio sem tamanho para aquelas empresas que não evoluem em seus instrumentos e frameworks de governança e gestão. áreas e funções corporativas. Colaboração. existe um entendimento vertical e hierárquico para o tema. Vendas e Relacionamento). uma vez que hoje. sem restrições. gerenciá-las. Diante deste desafio. Governar os investimentos para a Internet aplicada aos processos corporativos é o desafio que precisa ser superado. tais possibilidades só se tornam factíveis em nível corporativo a partir da atuação estratégica da TI como viabilizadora da inserção da Internet na lógica de processos corporativos integrados. do Planejamento Estratégico à Operação. deverá suportar a atuação em Rede de seus processos-fim (ligados a Bran- ding. na maioria das empresas. Conforme as novas camadas de possibilidades derivadas da evolução tecnológica são absorvidas pelo modus operandi das empresas. os orçamentos direcionados à sua viabilização deverão também permear os diversos centros de custos das unidades. a complexidade de gestão. como da arquitetura externa de ambientes. neurais. O fato é que a Internet deve permear as empresas. veículos e mídias da empresa. Gestão. inteligentes. como agente corporativo viabilizador (ou atravancador) deste movimento de evolução da organização se acentua. tanto de forma estratégica – garantindo alinhamento aos objetivos corporativos – como no âmbito tático e operacional. portanto. da Gestão ao Relacionamento.

realizado pela IDC Brasil com 33 bancos e 29 seguradoras. operações. fundamentalmente. funcionários e demais stekeholders. seguros. muito em função de aumen- tar rapidamente sua presença e importância nos ambientes e plataformas transacionais e de relacionamento das empresas. de fácil acesso e ótima usabilidade. De acordo com o estudo Brazil Financial Insights Investment. Já os que disseram que vão gastar menos foram 3%. Dentre os principais fatores e variáveis que afetam diretamente os resultados das empresas deste setor podemos destacar o imperativo do intenso e contínuo investimento em Tecnologia da Informação. Segundo estudo desenvolvido pela E-Consulting Corp. por um relacionamento intenso e volumoso para com clientes (PF e PJ). principais vias de tráfego de dados e informações corporativas. Os que afirmam que vão manter o mesmo volume aplicado neste ano representam 42% do total. que pressionam por serviços eficientes. relacionamento com clientes ou mesmo as administrativas e de suporte a operação) possam atingir seus resultados de forma eficiente. Uma vez que a Tecnologia da Informação pode ser considerada uma área “meio” (para empresas que não vendem serviços de TI ou correlatos). canais e ambientes potencializas pela TI. interativos. e 62% das 100 maiores empresas do setor aumentará o budget para TI em 2011. aumentando assim consideravelmente seus índices de performance e produtividade.A Tecnologia da Informação como Viabilizadora de Valor Corporativo N a medida em que a Tecnologia da Informação tornou-se a principal construtora e mantenedora das cessos. Dentre os setores da economia que fazem uso mais intensivo da Tecnologia da Informação está o setor bancário/financeiro. ágeis. justificado pelo alto volume de dados e transações com a necessidade de velocidade no processamento. entendemos que o uso correto. o setor financeiro deve ser responsável por perto de R$ 17 bilhões do total de investimento em TI no ano de 2010. 54% das 62 empresas têm certeza ou claras intenções de que vão ampliar os investimentos em TI em 2011 em relação a 2010. incluindo aquisições e operações/manutenção. alta escala de armazenamento e máxima segurança em seus sistemas nos mais diversos pro- 8 . a fim de atender a uma demanda que se caracteriza. seu principal papel é o de contribuir para que todas as demais áreas da empresa (sejam elas de negócio. estratégico e eficiente da Tecnologia da Informação impacta diretamente o sucesso ou fracasso destas empresas nos mais diversos setores.

maior controle gerencial. eliminação de redundâncias e trabalhos repetitivos.Neste sentido. criação de vantagens competitivas e diferenciação percebida por clientes e demais stakeholders. relacionamento. Via de regra. Tais atributos irão ditar a percepção de valor do mais importante stakeholder de qualquer empresa – o cliente – e somente pela contribuição ativa. integrada e eficaz da Tecnologia da Informação é que será possível entregar tal oferta. inclusive o autoatendimento (por exemplo. em grande parte. o retorno proporcionado pelos investimentos em Tecnologia da Informação recaem sobre critérios quantitativos e qualitativos. agregado ao negócio pela TI. personalizado. a Internet Banking obteve um crescimento de 255% entre 2003 e 2009). maior agilidade na obtenção de informações. de fato. multiplataforma. assim como valorização da marca e inovação.Para saber sobre Valoração do Ativo TI e conhecer a Metodologia ITVM (IT Value Management) 9 . 24X7. assim como em relação à percepção de valor. ainda. satisfação dos clientes. customizável. Sem dúvida as tendências apontam para um “Banco do Futuro” que seja multicanal. muito em função da velocidade e representatividade que os aspectos tecnológicos assumiram nos últimos anos. contabilizados como um gasto ou investimento necessário sem que exista uma correlação direta ou mesmo indireta com os benefícios e resultados gerados. a contribuição da Tecnologia da Informação vem agregando valor e competitividade às empresas do setor financeiro na medida em que viabilizam novos canais eletrônicos e digitais de atendimento. Vale ressaltar que apesar dos benefícios serem de conhecimento da grande maioria dos executivos do setor. percebe-se. disponibilizando conhecimento acerca do mercado e seus clientes com sistemas analíticos de CRM ou mesmo utilizando-se do poder de processamento de visões que os sistemas de Business Intelligence proporcionam. automatizando processos internos. vendas e serviços. Esta situação leva a alguns impactos que tendem a ser o fiel da balança no que tange a priorização e definição de investimentos. otimização de processos. incremento do trabalho colaborativo. que os investimentos em TI são. seguro. interativo e intuitivo. provendo níveis de segurança cada vez mais elevados. a saber: redução de custos operacionais. redução do time to market.

a ponto de impactar toda uma estratégia e seus resultados para a empresa. modelos e tons diferenciados em meios eletrônicos. hoje em dia. o que se viu e se vê são inúmeros projetos bem intencionados que morreram ao longo do caminho ou tiveram suas implementações e objetivos reduzidos em função de erros. a arquitetura multicanal e as mídias sociais. Neste contexto. assim como a eficiência na execução de processos e assertividade e rapidez para a tomada de decisão. a visão do cliente (principal ativo e razão de existir de qualquer empresa) fica comprometida. Entretanto. restrições e cortes que acontecem ao longo do caminho. móveis e. analógicos. decorrentes de fenômenos como a convergência digital.CRM – A Base para a Competitividade Fundamentada no Conhecimento e no Relacionamento com Clientes e Consumidores D entre os diversos fatores e variáveis competitivas que direcionam e impulsionam as empresas a patamares possibilidades de captura de dados e informações que se bem processadas e analisadas se transformam em conhecimento diferencial para tomada de decisões mais acertada e alinhamento de rotas mercadológicas e estratégicas. tecnologias e pessoas com o intuito de capturar. que passa a ocorrer em formatos. apesar dos percalços. com os diferenciados de competitividade podemos destacar o foco no cliente como parte integrante e estratégica do negócio. crescem sobremaneira as 10 . pensamos em relacionamento. internalizar e usar de forma inteligente e competitiva os valiosos dados e informações que devem vir à tona com a implementação de estratégias e ações adequadas para tal. claro. Quando falamos em foco no cliente. Apesar de a promessa e lógica nos remeter a uma percepção de que sem um CRM adequado. Com a ampliação dos pontos de contato com clientes. não como plataforma. ainda é um dos pontos-chave para uma gestão competitiva do relacionamento da empresa com seus clientes e consumidores. remotas e distribuídas. digitais. a Gestão do Relacionamento de Clientes como parte integrante de uma estratégia de diferenciação se apóia fortemente em modelos e ferramentas tecnológicas como o CRM. presenciais. investindo em processos. Com as novas arquiteturas mais leves. mas como conceito-processo gerencial. o CRM.

uma considerável melhora do fluxo de caixa e a possibilidade de conquista de mercados ainda inacessíveis (como pequenas e médias empresas). por sua vez. Uma das alternativas mais promissoras para a melhora do TCO (Total Cost of Ownership) destes projetos. por exemplo.0 quase gratuitos e com tecnologias transacionais mais baratas. Oracle e SAP. se as taxas de sucesso em projetos de CRM não melhorarem. Ainda sim. sistemas. que transforma pesados investimentos pela compra de licenças em serviços pagos pela utilização de seus sistemas. De certo. que o CRM trabalha com a captura de dados e informações que podem estar dispersas em vários sistemas legados (back-office) e áreas. Vale lembrar. Vivemos um momento de grandes mudanças culturais e de hábitos onde toda “ajuda” decorrente do uso eficiente e planejado da tecnologia pode fazer a diferença. bem como da ampliação dos pontos de contato e canais de comunicação e da pressão interna e externa que executivos de marketing vêm sofrendo para provarem retornos financeiros em relação a seus investimentos em campanhas de marketing. Esta é uma tendência que entrega. tais como Microsoft.canais 2. desencadeando mudanças culturais na organização e nos processos direta e indiretamente relacionados aos clientes e consumidores. Salesforce. o CRM deve ter sua origem na estratégia de negócios. os investimentos nominais. ainda mais em momentos de controles mais severos de orçamento. Como conclusão. a tendência é de que o custo médio dos projetos de CRM reduza e os índices de fracasso diminuam. 11 . os investimentos em CRM enfrentam outro desafio que é o de provar seu retorno. interfaces mais amigáveis e maiores e melhor interoperabilidade com os atuais sistemas legados existentes em qualquer média ou grande empresa. em substituição ao modelo de compra de licenças. ambientes e pessoas com contato direto com clientes (front-office). devem aumentar em função da importância que a dimensão relacionamento vem assumindo na capacidade de transacionar das empresas. comunicação. Mesmo com custos relativos mais baixos. dificilmente os investimentos poderão ser justificados com facilidade. principalmente. é o SaaS (Software as a Service). Algumas das gigantes da indústria já disponibilizam suas soluções no modelo SaaS. modelos e sistemas de CRM demandam volumes de dinheiro e esforços proporcionais ao tamanho e a complexidade das operações de cada empresa. dado os níveis de maturidade tecnológicos mais sólidos. vendas ou promoção. Via de regra os investimentos para implantação de projetos.

de certa forma. Justamente por isso. Temos estudado os intangíveis todos – como marca. Resultado é diferente de valor. relacionamento. da complicações são palavras mais associadas a TI nas empresas. Todos deveriam saber disso. desenvolvendo metodologias capazes de identificá-los.. no final nunca ficam como deveriam. que respondem aos CFOs (que também não entendem de TI) – acabam aceitando métricas insustentáveis para tentar justificar os resultados em seus projetos de TI que. mas. E temos ajudado os CIOs a mostrarem para suas empresas e acionistas que não só gastam budgets com coisas que ninguém compreende – apesar. despesas e dos sob a lente da ignorância alheia. todos os outros executivos pares e chefes do CIO (com raras Os CIOs.. que se entrega no curto prazo e que se contabiliza em caixa de forma direta. valor da TI geralmente está escondido. simulações. em sua grande maioria. parece que não tem. de saberem que precisam -. do que é e de como se faz TI. comparações e balanços. mais de longo prazo. Justamente por isso – e ainda mais agora. E são julga- 12 . qualificá-los e quantificá-los. TI poucas vezes gera resultado. na visão da empresa toda. mas quase sempre gera – e protege – valor. Um não vive sem o outro.Estratégia e ScoreCards de Performance e Valor.Trate a TI como Ativo de Valor O exceções). governança. helpdeskiana. principalmente por quem não entende nada de TI. não são bons de comunicação e expressão. no geral. Valor gera a capacidade da empresa em gerar caixa no futuro e. Resultado gera o caixa para empresa existir hoje. que se demonstram em valuations. consomem um monte dinheiro. sustentabilidade. Resultado é algo tangível. portanto. Há cerca de 2 anos estamos trabalhando em modelos de alinhamento TI . Os CIOs aceitam o que não deveriam. Custos. geralmente movida por uma percepção simplória. Valor é algo geralmente intangível. Marketing e RH mais ainda. TI e mais de 80 outros – há 5 anos. Tudo depende da abordagem. que constroem e protegem valor. quer saber. não foram treinados para pensar negócios de forma mais ampla. Diretores de TI. Mas CIOs. Para sua própria sobrevivência. categorizá-los. ou seja. acima de tudo. demoram muito para ficar prontos e. existir no futuro.

segurança) valor. 13 . de infra-estrutura a sistemas. Os primeiros passos de nossa metodologia “Gestão do Valor da TI” é identificar profundamente. Nosso modelo então categoriza todas das tecnologias (plataformas. desenvolvimento e evolução competitiva. sistemas.forma de se enxergar. uma visão aguda do binômio resultado-valor a partir da sua correta compreensão como ativos no cenário corporativo. Mas KPIs só têm sentido se responderem às necessidades estratégicas materiais e relevantes da empresa – e aos interesses de seu CFO. categorizar. mensurar e comunicar o que se faz. Mais do que isso. De análises internas das estratégias de governança. mobilidade) ou proteger (ex. principalmente dos setores financeiro. respondendo por seus processos e fluxos. de sua estratégia e de sua conjuntura. a cada quadrante. Os KPIs são a questão chave. sem saber. dos benefícios esperados e de sua importância para a estratégia da empresa e seu potencial simulado de gerar (ex. passando por gestão. segurança. o papel designado a TI em sua operação. arquiteturas e projetos de TI aos benchmarks externos e melhores práticas. modelamos conceitualmente a estrutura de correla- ção performance-valor de todas as iniciativas de TI da empresa. a partir da análise do setor de atuação da empresa. nessa escadinha de “aprovações e percepções”. etc. etc) existentes na empresa de acordo com o quadrante abaixo: E então traz. a TI é o esqueleto no T da tecnologia e o sangue no I da informação. ambientes. A TI é importante demais para ser tratada com BackOffice. gerir. a TI tem se tornado praticamente a base e a sustentação das operações corporativas. projetos. também é da TI que vêm os projetos viabilizadores de novas formas de se fazer velhas coisas e a maioria das inovações. Para as empresas. shared service ou função de suporte. O CIO é praticamente o COO da empresa. CEO e acionistas. Telecom e varejo – mas também indústrias e serviços em geral -. Na grande maioria das empresas. canais e ambientes.

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No intermédio do triângulo. a partir da implementação de PMOs claros para cada grupo de projetos. geralmente com foco central em redução de custos. a diferença em termos de valor e vantagem competitiva para a empresa perante seus concorrentes.. atribuindo-lhes gerenciabilidade a partir do detalhamento de cada dimensão da pirâmide em termos do binômio resultado-valor. objetos transacionados.. Já a algumas das tecnologias do meio da pirâmide e aquelas do topo devemos atribuir KPIs de valor. como no de Valor (Estratégico). porém não menos importante. atribuindo KPIs viáveis e alinhados (aqueles que fazem sentido) a cada um desses atributos. reputação. ligados aos ativos intangíveis. substituindo processos e fluxos analógicos por digitais ou automatizados. na base da figura está o conjunto de ações e investimentos básicos que a empresa deve fazer. estruturas de áreas. adotando a TI no coração de suas operações. o conjunto de investimentos em TI que farão. definindo variáveis de gestão elementares. em um nível de exigência mais sofisticado. stakeholders. Ou seja. riscos. ou seja. por exemplo) e seus atributos sustentadores de valor. de fato. aos atributos ligados à base da pirâmide e à grande maioria dos atributos do meio da pirâmide devemos pensar em escolher KPIs de performance. etc (modelo PMI. segurança e business continuity. mais táticos. ganhos de performance e maximização da eficiência operacional. Já o topo da pirâmide é preenchido pelo modelo de gestão de valor da empresa. ligados a ativos tangíveis. tanto no ScoreCard de Performance (Tático). para separar o joio do trigo. TI é ambiente de viabilização e potencialização de competitividade. etc) capazes de endereçar a estratégia corporativa adotada. é fundamental para mostrar à empresa como a TI agrega valor ao negócio. Mensurar e quantificar esses KPIs. está à organização destes processos e fluxos já tecnológicos em um modelo organizacional-tecnológico inteligente – o modelo de TI como sustentação das operações – englobando a construção de arquiteturas ou chassis (mapas de processos. ou seja. 15 . neste caso. aquilo que a empresa (gestão e acionistas) espera da estratégia formulada. TI como elemento de inovação ou diferenciação. O próximo passo é qualificar os ativos gerados ou protegidos por TI. Assim. conhecimento. como inovação.De acordo com nossa metodologia. ou seja. credibilidade. governança. mais estratégicos. processos associados. como sponsors. como redução de custos e ganhos de produtividade. a fim de entregar o esperado operacionalmente. sistemas e plataformas tecnológicas.

Portanto.. 16 . devem ser bananas com bananas. Da próxima vez que seu CEO perguntar qual o ROI do projeto de segurança da informação ou do modelo de governança de TI que está pensando em implementar respire fundo por 5 segundos. KPIs são como bananas. nossa recomendação aos CIOs modernos é que discutam com seus gestores as métricas que vão aceitar como parâmetros de mensuração do que fazem e do valor que entregam.. Para comparar. Afinal. na TI como em qualquer outra função da empresa. Do contrário. shared services e suporte é o que lhes será creditado à sua gestão. além da percepção de serem responsáveis por um mon- te de sistemas que não funcionam como deveriam (ex. ERPs e CRMs). e depois pergunte a ele qual o ROI do jurídico. da Compliance ou dos processo de gestão de riscos que ele toca com tanto zelo e sigilo. se não conseguirem provar isso. helpdesk.

A Internet e a Evolução dos Modelos de Negócio A ssim como a Sustentabilidade. Controle é poder: poder para identificar tendências.ao ponto de permitirem a coleta e transmissão ininterrupta de informações. será responsável por impactos estruturais e gerenciais semelhantes. serviços e soluções. demandas e necessidades e traduzi-las em novos produtos. como também a que permite uma maior consciência sobre si própria. objetivos e valores. marketing. Não é a toa que alguns setores serão profundamente impactados. comunicação. até seus processos e atividades cotidianas –. selecionando poucas empresas e perecendo muitas. meios e fins. reduzir custos. em termos de identidade e imagem. táticos e operacionais e das múltiplas percepções sobre seu valor. as empresas estão gradualmente utilizando a Rede com finalidades muito além de sua habitual forma. como conceito e prática. principalmente. criar novas oportunidades de negócio. mais baratas . poder para influenciar positivamente a cadeia de stakeholders. padrões e similaridades de comportamentos e fenômenos. desejos. a Internet (como rede). relacionamento ou vendas. claro. móveis. mas da evolução dos modelos de negócio existentes para novos patamares. Informação é a tônica da evolução corporativa e a Internet é a ferramenta que não só amplia exponencialmente a capacidade de interação contínua e qualificada de uma empresa com seu ecossistema. através. da mesma forma. 17 . Informação é controle. Mais do que apenas um novo canal de branding. Tais possibilidades que a Internet oferece estão cada vez mais presentes nas estratégias e planos de ação corporativos. da coleta de indicadores estratégicos. ao ponto de a utilização “aplicada” da Internet se tornar um marco de sobrevivência. está destinada a transformar profundamente as cor- Pois tudo o que puder ser virtual ou “bitzável” o será. poder para inovar. compreender opiniões. maiores serão os horizontes que empresas e profissionais terão para expandir seu espectro de atuação e influência. porações – desde sua visão. interconectadas e. otimizar processos e atividades. Não estamos falando de novos modelos de negócio viabilizados pela Internet (o que é prática comum). oferecer experiências únicas para clientes e consumidores. Conforme as interfaces e devices que permitem a conexão do mundo offline com o online se tornarem cada vez mais fáceis de serem utilizadas. missão.

portanto. uma vez que hoje. Governar os investimentos para a Internet aplicada aos processos corporativos é o desafio que precisa ser superado. por exemplo – em sua rede virtual. áreas e funções corporativas. sejam eles proprietários ou não. Como dissemos anteriormente. uma vez que o gargalo é mais político do que técnico.br/blog/glog/2010/06/1 7/conheca-o-espelho-virtual-desenvolvidopela-ibm/ O que dizer do Espelho Virtual que pode compartilhar a imagem de uma pessoa – experimentando uma nova roupa.com.brainstorm9. http://idgnow.uol. do Planejamento Estratégico à Operação. existe um entendimento vertical e hierárquico para o tema. para que a mesma seja votada por seus amigos (live feedback) para que assim sua decisão tenha maior chance de sucesso? Ou de aplicativos para o iPhone. A quantidade de novas tecnologias embarcadas nos PDVs tende a crescer significativamente e um fator crítico de sucesso é que as mesmas estejam linkadas à Internet e suas subredes como forma de permitir o acesso a conteúdos exclusivos. sem restrições. Porém. O Varejo é um bom exemplo. a realidade da Internet que permeia as atividades corporativas está mais próxima do que se imagina. 18 . os orçamentos direcionados à sua viabilização deverão também permear os diversos centros de custos das unidades. na maioria das empresas. da Gestão ao Relacionamento.com. a Internet deve permear as empresas. a utilização de tecnologias de realidade aumentada que permitirão aos consumidores aplicarem uma “camada personalizada” ao ambiente físico de uma loja? Os céticos dirão que ainda se tratam de experimentos isolados ou de tendências de longo prazo.pois a primeira que se posicionar e fidelizar seus clientes e consumidores criará custos de troca (switching costs) muito significativos. e.br/trends/bradesco-lanca-primeiro-aplicativo-brasileiro-com-realidadeaumentada-para-iphone/. que permitem encontrar a agência mais próxima apenas seguindo as placas que o celular aponta durante o caminho? Ainda. como o desenvolvido pelo Bradesco http://www.

em grande parte.0 de comunicação e relacionamento online (Blogs.Impacto Multicanal na Gestão dos Stakeholders Corporativos O mundo é cada vez mais multicanal integrado em diversas mídias. Ouvidoria. revista. etc). veículos e canais. o novo paradigma estratégico do relacionamento está em inovar nos canais habituais e obter sinergia e sincronização entre todos os canais da empresa. Porém. o novo artista ou música/ritmo da moda (o que não necessariamente. Em outras palavras. em massa. etc). as músicas que normalmente são tocadas fazem parte do repertório do momento e das estratégias de grandes gravadoras interessadas em divulgar. Fóruns. bem como sua integração com as estratégias online. em um horário de grande audiência em uma rádio popular. Wikis. As novas formas de atrair. iniciativas consideradas offline. a partir de uma nova abordagem (um novo modelo de negócio 19 . mala-direta. SAC. não se restringem – e não devem se restringir – a ele. é sinônimo de boa música). trazemos o case de Branded Radio (modelo de inovação e integração multicanal para clientes e consumidores) e a prática de E-Commerce Buy Online & Pick Up On The Store (modelo de integração multicanal para clientes. etc) e relacionamento (representantes. O rádio é um dos veículos de comunicação mais tradicionais do mix de comunicação e marketing de uma empresa. selecionando as ações que mais se adequam às necessidades e expectativas do stakeholders e aos objetivos da empresa para cada momento do relacionamento. jingles e propagandas do que música. comunicação. relacionar e fidelizar stakeholders estão. sejam eles canais de marketing e comunicação (TV. cada qual com suas nas mídias e veículos tradicionais). Tão tradicional e com apelo em termos de resultado que é comum que um ouvinte ouça. promoção. relacionamento e fidelização. estratégias de marketing. ganham corpo e representatividade. em uma visão ideal de Customer Life Cycle (Ciclo de Vida do Cliente). branding. Além deste aspecto. e longe disso. pautadas na utilização do ambiente online como principal vetor de inovação. fornecedores e colaboradores). como a comunicação em veículo tradicional. consumidores. vendedores. ou novos canais digitais 2. Twitter. mais comerciais. Como exemplos práticos do que estamos falando. Pelo contrário.

100% patrocinadas pela marca da empresa. como a Sul América FM (rádio focada na divulgação de notícias sobre o trânsito). 20 . um dos principais diferenciais. com programação musical sensivelmente diferenciada. por ser de uma operadora de telefonia celular. conta com a inserção do mobile – com suas possibilidades e benefícios – no core business do canal. que são bem dosados em relação às músicas). Oi FM. sem comerciais (exceto os da própria marca.Diante deste panorama. Diversas rádios com esse perfil já podem ser encontradas. programas exclusivos e. Esta última. algumas empresas vislumbraram a oportunidade de criação de rádios branded. Mitsubishi FM e Oi FM.

e-commerce é a realização de negócios eletronicamente entre empresas. Podemos definir como agentes. a Internet convergente se apresenta como um ambiente específico. uma empresa tradicional pode operar uma Intranet para funcionários. alimentado pelas comunidades e redes sociais. • funcionários. serviços. informações e dinheiro. • concorrentes. Uma plataforma direcionada. • a sociedade. multistakeholder. • os consumidores finais. Para cada um destes. ou entre empresas e consumidores. • ONGs. Isso inclui benefícios. Assim. • os potenciais colaboradores. “Realizar negócios” significa a capacidade de trocar valor eletronicamente. • os fornecedores não ligados à produção. tudo isso de forma colaborativa. • os clientes dos concorrentes.E-Marketplaces – Ambientes Convergentes de Negócios Reais A Convergência redefine o modelo • Centros de P&D. • os clientes dos clientes. • Universidades. ligados à produção. Falando de um modo amplo. • os clientes diretos. uma extranet para seus revendedores. ciência e tecnologia. 21 . como o moderno socialcommerce. uma operação de e-commerce para seus clientes e um Site na Internet institucional. • os fornecedores diretos. tradicional de relacionamentos das empresas e seus agentes. • governos. • etc. um e-markeplace em conjunto com seus concorrentes. • as associações de classe. para exemplificar algumas possibilidades.

“centro-vendedoras” ou neutras”. • ]Etc. leilão de estoques excedentes. As trocas B2B em ambientes convergentes podem ser categorizadas de várias maneiras. indústrias de celulose. o e-commerce B2B afeta diretamente a capacidade das empresas em criar valor – aumento de receitas. serviços de RH. indústrias químicas. Em primeira instância. conteúdo e comunidades a seus participantes. São diversos os tipos de trocas que ocorrem nos E-Marketplaces B2B. Discussões facilitadas proporcionam fóruns de interação com outros agentes do mercado. bem como com experts da respectiva indústria. Por sua vez. ganhos de eficiência – e apresenta oportunidades significativas na: • Melhoria dos processos de negociação. Entre as trocas verticais. essas trocas B2B existem para facilitar o comércio entre parceiros. adversiting e outras áreas funcionais. No novo mundo convergente. bem como um grande local para transações de negócios. enquanto o comércio eletrônico entre empresas e consumidores é chamado de B2C (Business to Consumer). destacamos: 22 . • ]Expansão da cadeia de fornecimento. o comércio eletrônico entre empresas é chamado de B2B (Business to Business).Como já é bastante sabido. dentre outras. Os E-Marketplaces B2B proporcionam valor agregado. Mercados verticais existem em metalúrgicas. incluindo também os modelos de trocas. varejo. geralmente em partes diferentes do mundo. um E-Marketplaces é um endereço de negócios que proporciona uma larga oferta de produtos. • Trocas verticais são criadas para atender necessidades particulares de uma indústria específica. redução de custos. • ]Aumento do contato e relacionamento com clientes. Trocas B2B “também podem ser categorizadas como “centro-compradores”. As interações de negócios de hoje são complexas e envolvem participações múltiplas. serviços e conteúdo aos seus participantes. Os mercados B2B promovem a comunicação e a colaboração multimídia e multiformato entre seus participantes. agricultura. logística. Muitas destas trocas verticais B2B foram formadas tendo um serviço específico em mente – por exemplo. Existem as chamadas trocas “horizontais” e as trocas “verticais”: • Trocas horizontais proporcionam capacitação em Internet em áreas funcionais específicas para empresas em um largo espectro de indústrias. Trocas horizontais existem em soluções de eprocurement.

• Negociações que ligam um vendedor a vários compradores. Estes mercados podem ser criados para vender estoques excedentes. • Trocas “neutras” proporcionam uma transação balanceada em um ambiente que nem compra. como para fornecedores: Benefícios para fornecedores • Consolidação de pequenos pedidos • Diminuição dos custos com aquisição do cliente • Diminuição dos custos com transação e interação • Redução do time to market Benefícios para compradores • Diminuição de custos e métodos convenientes para encontrar e selecionar fornecedores • Melhoria na negociação devido a grandes pedidos e à necessidade de transparência • Diminuição dos custos de transação 23 . • Trocas Puras que combinam suprimento e demanda em tempo real.• Trocas “centro-compradores” ligam vários vendedores a um (ou a poucos) vendedor(es). geralmente para e-procurement ou benefícios de vendas e serviços. nem é centralizado em vendedores. Benefícios gerados por E-Marketplaces Os E-Marketplaces (incluindo transações e trocas) oferecem uma benefícios tanto para compradores. as trocas B2B podem ser categorizadas pelos principais tipos de transações que elas apóiam. Finalmente. Elas freqüentemente envolvem especialização ou padronização de produtos e serviços. • Trocas “centro-vendedores” ligam um (ou poucos) vendedor (ES) a vários compradores. modelos “bid-ask” e pontos de venda online. Por exemplo: • Catálogos que possibilitam aos compradores comprar suprimentos através de catálogos eletrônicos.

na perpetuidade. as empresas capazes de tirar reais vantagens de seu processo de internetização devem evoluir mais rapidamente que seus con- correntes. E vale ressaltar que. Isso é temporário. essas vantagens não existem… portanto. Mas é uma grande oportunidade. 24 .Com a obrigação de serem adaptáveis e inovadoras. aquelas que souberem antecipar os movimentos certos serão as grandes coroadas com ganhos gerados pela Internet. enquanto esse processo no mercado ainda é embrionário. É só por um período de tempo finito.

independente de ele estar na mente das pessoas. Fundamentos de Modelagem de Organizações O conhecimento faz parte de uma espiral evolutiva. onhecimento pertence as Empresas e é um ativo gerador de Valor Cada vez mais. inovação. o conhecimento e a extraído das mentes.) serão os ativos realmente próprios e. Em seguida. inimitáveis de uma empresa. em grande parte. CRM e KM: Tecnologias para Convergência dos Públicos de Interesse C presas. de certa maneira. etc. modelo de gestão. associado aos conceitos de “empresa viva” de Arie de Geus (analogia da empresa como organismos vivos) e “empresa quântica” de Clemente Nóbrega (analogia com conceitos da física quântica – fractais. veias e corações. A tese de Peter Senge. já são os responsáveis por gerar e proteger valor para as em- O gerenciamento do conhecimento corporativo parte da premissa que o conhecimento existente em uma empresa pertence a ela própria. KM: Informações transformam-se em Conhecimento Por sua vez. transformando-se em pacotes. garantir que essa informação se transforme em conhecimento e que esteja acessível para as pessoas interessadas. rotinas e modelos. aprendemos com Peter Senge (em sua tese de learning organizations).BI. (II) analisar. (iii) armazenar e (iv) gerir e (v) distribuir a informação que flui em toda a organização. já que esta evolui ao aprender. nas veias dos processos ou nos corações dos departamentos. Para que isso seja verdade o conhecimento deve ter portabilidade e ser 25 . princípios. que todo conhecimento deve estar disponível na empresa. o gerenciamento do conhecimento (GC ou KM) significa organizar a capacidade de uma empresa de (i) captar. sistemas abertos e teoria do caos) são hoje fundamentos importantes utilizados na modelagem das organizações modernas. Dessa forma. Isso porque. infinita e mutável já que ele cresce a cada interação entre os diferentes cérebros. juntamente com a marca e a cultura corporativa (valores.

conhecimento é fonte de valor para as empresas. Naturalmente. e compreendendo a importância da Gestão do Conhecimento para efetivar o fenômeno da Convergência que as tecnologias de BI. E. O processo de transformação do conhecimento passa pela metodologia de GK que permite isso. pois as permite evoluir e crescer.A partir deste conceito. assim como o estabelecimento da Web como o palco principal para a convergência forneceram os ingredientes para que novas formas de relacionamento com stakeholder possam ser aplicadas pelas empresas. Esses relacionamentos e o conhecimento apreendido a partir deles. tecnologias como CRM e BI dão o suporte a todo esse processo. potencializando suas estratégias corporativas. CRM e KM passam a assumir um papel cada vez mais estratégico nas organizações. a partir das interações com os diversos stakeholders. finalmente. Conclusão Em resumo. as empresas podem apreender informações e transformá-las em conhecimento. A Internet e a Convergência. podem (e o são) fontes de criação e/ou proteção de valor para as empresas. as bases desses relacionamentos e a conseqüente construção da presença digital das empresas. 26 . Exemplos são a melhoria na comunicação interna. precisam ponderar a capacidade desta de gerir esses relacionamentos com base nas características e necessidades de seus principais stakeholders. por sua vez. pois. são catalisadores de conhecimento. construção de marcas e a melhoria no relacionamento com clientes. Internet e Convergência: Palco para novas Formas de Relacionamento com Stakeholders A evolução e crescimento dos níveis de inclusão digital dos agentes que compõem as cadeias de valor das empresas.

O grande benefício da nuvem é que tanto indivíduos como empresas poderão aumentar a produtividade de seus negócios e maximizar os investimentos em TI.worldcommunitygrid. tais como: análises de CRM.org/no qual pessoas. database marketing. Ainda mais importante é que a nuvem facilitará a criação e expansão de novos produtos e serviços e até a resolução compartilhada de alguns dos principais problemas da humanidade. Por meio da nuvem. A nuvem facilita a inovação e o empreendedorismo em um modelo que promete iniciar uma nova onda de desenvolvimento econômico. indivíduos e pequenas empresas têm acesso a sofisticados recursos e serviços de TI. como de software. durante o desenvolvimento desse artigo. tanto a tendência de Computação em Nuvem. que são utilizados por pesquisadores em vários projetos de pesquisas humanitárias. universidades e empresas doam recursos de TI ociosas. é melhor esclarecermos alguns pontos. Em termos simples. 27 .Cloud Computing => Everything as a Service de um mercado potencial de USD 150 bi em 2013. a nuvem é o próximo estágio de evolução da Internet. E-Consulting vem alertando sobre a tendência desde 2006 Em paralelo. Em 2006. capacida-de de armazenamento de dados ou poder de processamento computacional. assim como suas conseqüências foram identificados em nossos estudos anuais de “7 Hot Techs®”. É interessante notar que serviços como esses antes eram restritos às empresas que possuíam C loud Computing é um daqueles termos sobre o qual paira mais confusão do que compreensão. apontamos de forma pioneira no país a emergência dos modelos de “Service TI“. E. sofisticados recursos de TI poderão ser contratados a preços módicos em um modelo de pay-per-use. Um exemplo disso é o projeto da IBM chamado World Community Grid http://www. se tratando uma cara infra-estrutura de TI – tanto de hardware. Dessa forma. notamos que.

28 .Em 2008. Customized Application Frameworks e O- pen Remote Libraries já apontavam o cenário que vivemos atual-mente. Interessado em saber como a Computação em Nuvem vai Impactar seu Negócio? Clique aqui. aplicativos. o alcance da TI se imponência. Além disso. A nuvem facilita a entrega de “Everything as a Service”. As interações pessoais são suportadas por softwares. como de operação. ferra-mentas. E. ou de como a Internet vinha se tornando o principal celeiro de desenvolvimento das aplicações corporativas. tanto de infra-estrutura. Everything as a Service Isso tudo é apenas o início. os conceitos de Cloud Customization. em 2009. processos de análise e resolução de problemas são compartilhados e acessados remotamente. já falávamos da InterneTI . novos mo-delos de negócio baseados inteiramente na nuvem estão sendo criados.

seu ambiente. Tecnologias Verdes e o CIO S obreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões ligadas à governança corporativa. à sua estratégia corporativa. embasado no chamado tripé resultado econômico-financeiro X resultado social X resultado ambiental é cada vez mais valorizado por acionistas. Sustentabilidade Corporativa cio-ambiental que nosso planeta. em instância maior. Portanto. tais como transparência.Sustentabilidade. seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes. Academia. elas não podem mais abrir mão de se engajar no processo de transformação só- de um todo. clientes e colaboradores. Nós já impomos tensões cada vez maiores ao finito e limitado meio ambiente. formada pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos. sua cadeia de valor. tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações. ultrapassando a sua capacidade de se sustentar. juntamente com governos. Não há dúvidas que nosso planeta está ameaçado pelo aquecimento global. para que as empresas consigam ter sucesso. portanto. Mas. De fato. ou seja. necessita. Não podem. que deve ser sustentável per se para poder evoluir. o programa de Sustentabilidade Corporativa da empresa deve estar obrigatoriamente ligado ao core business do negócio e. ética. ignorar a relação de causa-impacto específica da tecnologia com o meio ambiente. o que torna a empresa co- responsável por este processo. E se isso vale para a estratégia geral da empresa. e por que as empresas são agentes altamente influentes nos ecossistemas em que estão inseridas. deve ter sucesso e deve prosperar. passou a ser mais que um conceito importante. o conceito de Sustentabilidade Corporativa. cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial. para ser traduzido em ativos de valor. passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas. vale para toda e qualquer tecnologia habilitadora desta estratégia. Ultimamente. 29 . ONGs e os próprios cidadãos. Por conta disso tudo. portanto. Portanto. o conceito de tecnologia verde.

Muito bem. Os executivos começam a perceber que no futuro a questão ambiental poderá ser uma restrição ou uma ferramenta para alavancar negócios.aspx) mostra que ainda existe uma distância muito grande entre o que as empresas americanas consideram uma área “IT green” e o que realmente estão fazendo. E aqui no Brasil? Pouca coisa tem sido debatida e mesmo estudada. mostrou que apenas um em cada seis executivos de grandes corporações acha que suas companhias devam ajudar na resolução de problemas sociais e ambientais. Uma recente pesquisa feita pelo Insead. e envolverá desde a construção de novas plantas industriais e prédios até a concepção. desenvolvimento. fabricação. A procura por soluções mais amigáveis ao meio ambiente está pouco a pouco se disseminando por todos os setores econômicos. escola de negócios francesa. também acredita que o crescente interesse em adotar medidas de redução de energia e desperdício começará a gerar ações mais intensas. quando o Protocolo de Kyoto será revalidado e possivelmente deverá fixar normas mais rígidas para as empresas brasileiras.infotech. A pressão por parte da sociedade e dos parceiros de negócios no exterior será cada vez maior para que as empresas tenham processos cada vez mais limpos e ecológicos. As estratégias de negócio vão ter que alinhar competitividade com sustentabilidade. em 2050 estaremos consumindo mais que o dobro da capacidade da Terra. e a área de TI? Como se encaixa neste contexto? Uma recente pesquisa efetuada nos EUA pela Info-Tech Research Group (http://www. onde as questões ambientais deixarão de ser apenas obrigação dos parâmetros legais. E neste ritmo. Provavelmente este movimento vai se acelerar após 2012. É uma preocupação ainda débil no topo das organizações. o que um CIO pode e deve fazer? 30 .com/ITA/Premium/Silo/DataCenter/ServerRoomAndDataCenterManagement/F acilities%20Management. distribuição e descarte do produto final. Muitos executivos de empresas globais ainda estão mais preocupados com os seus acionistas que com as questões de sustentabilidade. Qualquer que seja o setor econômico a preocupação ambiental vai se tornar cada vez mais evidente. Estamos começando agora a compreender o problema.Nós já estamos consumindo 25% mais recursos naturais a cada ano do que o planeta é capaz de repor. Neste contexto. Mas. Podemos até dizer que em breve estaremos entrando em uma nova onda verde. mas um dos fatores preponderantes para sustentabilidade do negócio.

Ao mesmo tempo. Aliás. E para a indústria. muito superior aos índices de inflação do período. obrigando-as a mostrar. o consumo de energia chega a 20% dos seus gastos totais. à medida que mais e mais informações sobre consumo de energia comecem a se disseminar entre os executivos. vemos que o preço no Brasil é de 39 dólares. que consumam muita energia). deve ser entendido como meio. consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas. os CIOs também deverão ficar mais preocupados. combustível que permite à empresa atingir seus objetivos e sua missão. na figura de suas ONGs. E. Com certeza. implementar medidas que reduzam desperdício (uso desnecessário de impressoras. adotar thinclient quando adequado. redesenhar o data center. mas não sua finalidade absoluta. quando comparada a de outros países. a alta será mais pesada. Da cosncientização devemos passar à ação. em US$/MWh. que identifique e priorize os objetivos da sua iniciativa “verde” (cada empresa tem objetivos e prioridades diferentes). Algumas estimativas mostram que em muitos 31 . poderá aumentar em até 20. Por exemplo. ou seja. deve-se criar um “Action Plan”.…). dos órgãos governamentais. Portanto a primeira providência será inserir gastos ambientais e de energia nos seus estudos de custos de propriedade. energia. houve um aumento de 200% entre 2001 e 2006. Pensar em lucro é premissa de existência de uma empresa. principalmente as de capital aberto. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação sócio-econômica).Já sabemos que o custo de energia sobe constantemente… Considerando apenas a datacenters. porém. que estas adotem a prática da transparência no seu processo de governança corporativa e distribuição de riqueza. a sociedade. a quem de direito. a tarifa da energia elétrica industrial brasileira é elevada. analisando os preços de 2006. da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor.4%. implementar o trabalho remoto. o preço médio da energia no Brasil até 2015. incentivando negociações que tenham como pano de fundo o vetor da reciclagem e da inclusão social. tarifa média cobrada do consumidor industrial. que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzir suas riquezas. uma vez mensurado os gastos (sugerimos fazer um assessment da situação atual). segundo estimativas. etc. chegando até 30%. e insera energia como um dos critérios na seleção de tecnologias. Canadá (28 dólares) e EUA (25 dólares) tem preços bem menores. desligar micros quando não em uso. Sugerimos adotar ações de resultados rápidos como virtualização e consolidação de servidores e storage (eliminando servidores antigos. enquanto que outros países como França (35 dólares).

Para jogar o jogo de hoje. tornar sua empresa mais produtiva e ainda ajudar a salvar o planeta…Parece ser um bom negócio! E se é um bom negócio para TI e seus stakeholders. de sobrevivência da empresa no longo prazo) tende a ser comprometida. Uma marca. Não é de hoje que sabemos que a imagem da empresa é “quase” tudo o que ela tem no mercado. os consumidores estão cada vez mais cientes do seu poder de transformação social e começam a demandar mais responsabilidade das empresas no que se refere às questões sociais e ambientais. é preciso avaliar o que a comunidade. país e mesmo o mundo vão ganhar com o sucesso da empresa. para sociedade. para o planeta. para o mercado. a capacidade de gerar riqueza de uma empresa. a capacidade comercial (e. portanto. Em outras palavras. bem cuidada ao longo dos anos vale mais do que qualquer ganho de curto prazo. a região. reduzir desperdício.Por sua monta. funcionários e a toda cadeia de stakeholders envolvida direta e indiretamente em suas operações. executivos. passa a ser. Reputação é nome do jogo no futuro. cada vez mais. como agente econô- mico. E isto afeta aos acionistas. Sem esta aprovação social. fundamentalmente dependente de sua aprovação social. símbolo da organização. Portanto. é preciso pensar além dos ganhos empresariais. 32 . é um bom negócio para a empresa.

quanto o cenário competitivo das indústrias de TI. onde SaaS (Software as a Service) se inclui. 33 . Nova Geração de Produtos & Serviços A própria estrutura da computação em nuvem permite às empresas usuárias criarem produtos e serviços inovadores que não eram possíveis antes. Um exemplo disso são pesquisas e análises mais sofisticadas.Como a Computação em Nuvem vai Impactar seu Negócio C omputação em Nuvem. que exigem grande capacidade de processamento computacional e que só podiam ser realiza- uma dessas grandes mudanças capazes de alterar tanto a estratégia das empresas – em função de sua capacidade de gerar valor .4 bilhões em 2010 para US$150 bilhões em 2013. Mas qual a implicação desta tendência para as empresas de hoje? Oportunidades advindas com a Computação em Nuvem 1. o Gartner prevê que o mercado para produtos e serviços baseados em Nuvem irá evoluir de US$ 46. rapidamente começa a moldar-se como ara se ter uma idéia disso.

Isso se dará tanto através da utilização de Ferramentas e Redes Sociais. do Global SOA e de outras siglas afins. 2.das nos grandes laboratórios. do Open Supply Chains. é possível citar: pesquisa de novas drogas. Naturalmente. Maior Tolerância para a Inovação e a Experimentação dentro das Empresas Com menos barreiras técnicas e econômicas para a criação de novas formas de melhorar o negócio. na medida em que elas serão capazes de adquirir. Ao final. ela automaticamente se encontrará imersa no Mundo 2. como do SaaS. 4. essa imersão fará muito bem a várias organizações. Imersão no Mundo 2. 5. soluções complexas de engenharia aeroespacial e sequenciamento genético. Maior Flexibilidade e Responsividade nos Contratos com Fornecedores de BPO e TI Empresas que terceirizaram parte de seus serviços de TI no passado reconhecem a complexidade e a dificuldade em efetuar mudanças nos contratos de serviços. desenvolver e experimentar as novas habilidades e perspectivas necessárias para competir efetivamente no século XXI. Mercado de TI Irá Mudar com o Surgimento de Novos Líderes e Fornecedores 34 . de Marketing e de Compliance tenderão a ter dificuldades em acompanhar esse ritmo. Entre esses exemplos. a computação em nuvem irá proporcionar níveis de agilidade e flexibilidade que a terceirização tradicional não poderá igualar. Pelas próprias características intrínsecas.0 Quando a computação em nuvem for adotada por uma organização. a computação em nuvem permitirá a prototipagem e validação de novas abordagens de mercado de maneira mais rápida e barata que antes. 3.0 com o resto do mundo online. as áreas Jurídica.

como Self-Technologies. tais como Google. 6. exigirão cada vez menos envolvimento do Departamento de TI. como Locaweb. Os usuários corporativos vão poder utilizar no futuro muitas dessas soluções inteiramente baseadas em um modelo self-service. já em 2002. uma nova geração de empresas tradicionalmente não ligadas ao fornecimento de TI está se posicionando nessa arena. 35 . o que a E-Consulting definiu. em seu estudo anual 7 Hot Techs. especialmente no tocante ao SaaS.Veja o video Muitos dos tradicionais players de TI estão utilizando seus recursos para criar ofertas competitivas baseadas na computação em nuvem. Amazon e a empresas locais.Auto-Serviço em TI Muitas soluções de computação em nuvem. notoriamente Sales Force e IBM. Em paralelo.

especialmente quando a interoperabilidade da nuvem torna-se realidade. bem como oferecer agilidade para mudar de fornecedores. Por outro lado. existem benefícios importantes que precisam ser considerados. desafios desconhecidos e até alguns riscos potencialmente importantes na adoção de Computação em Nuvem.Riscos & Benefícios para as Empresas Usuárias Obviamente. a computação em nuvem traz a promessa de facilitar a gestão da mudança da infraestrutura. Notadamente. De que outras maneiras a computação em nuvem podem impactar os negócios? Junte-se a nós em nosso blog para discutir esses e outros temas. quando necessário. estes incluem a segurança dos dados. De modo geral. Além disso. o risco de bloqueio ao acesso da plataforma e a perda de controle sobre os recursos geridos e armazenados por terceiros na nuvem. incluindo a manutenção e atualizações (redução óbvia de TCO). ainda existem perguntas não respondidas. estes incluem a redução significativa dos custos e a capacidade de alavancar rapidamente os recursos de TI. 36 .

(www. Os textos são produzidos pelos analistas do Tech Lab (Strategy Research Center) do Grupo ECC e pelos sócios e consultores da E-Consulting Corp.e-consultingcorp. 37 . estão sob licença Creative Commons.com. assim como todo seu conteúdo.Os artigos deste e-book fazem parte da série de artigos disponibilizados nos newsletters do Grupo ECC.br) Os artigos deste e-book.