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N-1438 REV. E 05 / 2008 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 26 Soldagem

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2008

05 / 2008

N-1438 REV. E 05 / 2008 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 26 Soldagem Terminologia

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 26

Soldagem

Terminologia Soldagem

Terminologia

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

1 Escopo N-1438 REV. E 05 / 2008 1.1 Esta Norma define os termos básicos

1 Escopo

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N-1438 REV. E 05 / 2008

05 / 2008

1.1 Esta Norma define os termos básicos e fundamentais empregados em soldagem. Esta Norma

não define os termos referentes à terminologia de descontinuidades, os quais estão definidos na PETROBRAS N-1738.

1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.

1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação desta Norma. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).

PETROBRAS N-1738 - Descontinuidades em Juntas Soldadas, Fundidos, Forjados e Laminados;

PETROBRAS N-2036 - Soldagem Submarina;

PETROBRAS N-2301 - Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem;

ABNT NBR 10474 - Qualificação em Soldagem;

ABNT NBR 10516 - Consumíveis em Soldagem;

ABNT NBR 14842 - Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem;

ANSI/AWS A 3.0-2001 - Welding Terms and Definitions.

3 Termos e Definições

Para os propósitos desta Norma são adotados os termos e definições indicadas em 3.1 a 3.170.

NOTA Os termos em Inglês colocados entre parênteses correspondem aos termos usados na ANSI/AWS A 3.0-2001. No caso de omissão, não há correspondência direta na ANSI/AWS A 3.0-2001.

3.1

abertura da raiz (“root opening”) separação entre os componentes a serem unidos na raiz da junta (ver Figura A.1).

3.2

alma do eletrodo (“electrode core”) núcleo metálico de um eletrodo revestido, cuja seção transversal apresenta uma forma circular

maciça.

3.3

amanteigamento (“buttering”) revestimento com 1 ou mais camadas de solda, depositado na face do chanfro ou no metal de base,

destinado a prover uma transição favorável para a realização subseqüente da soldagem.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.4 ângulo do bisel (“bevel angle”) ângulo formado entre

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3.4

ângulo do bisel (“bevel angle”) ângulo formado entre a borda preparada do componente e um plano perpendicular à superfície deste

componente (ver Figura A.1).

3.5

ângulo do chanfro (“groove angle”) ângulo integral entre as bordas preparadas dos componentes (ver Figura A.1).

3.6

ângulo de deslocamento (“travel angle”) ângulo que o eletrodo faz com uma linha de referência perpendicular ao eixo da solda contida num plano que passa por este eixo (ver Figura A.2).

3.7

ângulo de deslocamento para tubo (“travel angle, pipe”) ângulo que o eletrodo faz com uma linha de referência estendendo do centro do tubo até a poça de

fusão, no plano do eixo da solda. Este ângulo pode ser usado para definir a posição das tochas, pistolas, varetas e feixes de alta energia (ver Figura A.2).

3.8

ângulo de trabalho (“work angle”) ângulo formado entre o eletrodo e a superfície do metal de base, no plano perpendicular ao eixo da solda (ver Figura A.2).

3.9

ângulo de trabalho para tubo (“work angle, pipe”) ângulo formado entre o eletrodo e a linha de referência tangente do tubo, no plano comum ao eixo da solda (ver Figura A.2).

3.10

aporte térmico (“heat input rate”) ver energia de soldagem.

3.11

arame sólido (“bare electrode”) metal de adição que consiste de um metal ligado ou não, em forma de fio, fita ou barra, sem nenhum revestimento ou pintura nele aplicado, além daquele necessário à sua fabricação ou preservação.

3.12

arame tubular (“flux cored electrode”) metal de adição composto, de seção transversal tubular, contendo fluxo em seu núcleo.

3.13

área do metal de solda (“weld metal zone”) a área do metal de solda medida na seção transversal de uma solda (ver Figura A.8).

3.14

atmosfera protetora (“protective atmosfere”) envoltório de gás que circunda a parte a ser soldada, com a finalidade de proteger a poça de fusão.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.15 atmosfera redutora (“reducing atmosfere”) atmosfera protetora quimicamente

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3.15

atmosfera redutora (“reducing atmosfere”) atmosfera protetora quimicamente ativa, que em elevadas temperaturas reduz óxidos ao seu estado

metálico.

3.16

bisel (“bevel face”) borda do componente a ser soldado, preparada na forma angular (ver Figura A.1).

3.17

brasagem (“brazing”) processo de união de materiais onde apenas o metal de adição sofre fusão. O metal de adição se distribui por capilaridade na fresta formada pelas superfícies da junta, após fundir-se a temperatura

superior a 450 °C.

3.18

camada (“layer”) deposição de 1 ou mais passes consecutivos dispostos lado a lado, aproximadamente no mesmo plano (ver Figura A.3).

3.19

chanfro (“weld groove”) abertura preparada para conter a solda, realizada na superfície de uma peça ou entre 2 componentes, conforme geometria previamente definida. Os principais tipos de chanfros são os seguintes (ver Figura A.4):

 

a)

chanfro em J (“single-J-groove”);

b)

chanfro em duplo J (“double-J-groove”);

c)

chanfro em U (“single-U-groove”);

d)

chanfro em duplo U (“double-U-groove”);

e)

chanfro em V (“single-V-groove”);

f)

chanfro em duplo V (“double-V-groove”);

g)

chanfro em meio V (“single-bevel-groove”);

h)

chanfro em k (“double-bevel-groove”);

i)

chanfro reto (“square-groove”).

3.20

chapa de teste (“test coupon”) ver termo peça de teste.

3.21

cobre-junta (“backing”) material colocado na parte posterior da junta a ser soldada, para suportar o metal fundido, durante a

soldagem.

3.22

consumível de soldagem todo material usado para deposição ou proteção da solda.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.23 Controle do Desempenho dos Soldadores (CDS) e operadores

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3.23

Controle do Desempenho dos Soldadores (CDS) e operadores de soldagem documento emitido pelo executante do serviço a intervalos de tempo segundo documentos contratuais, que atesta que o soldador ou operador de soldagem vem atuando regularmente e produzindo soldas com sanidade comprovada através de ensaios não destrutivos de radiografia ou

ultra-som, devendo conter todas as informações requeridas na PETROBRAS N-2301.

3.24

cordão de solda depósito(s) de solda localizados no mesmo eixo que resultam em um passe (ver Figura A.3.2).

3.25

corpo-de-prova (“test specimen”) amostra retirada de uma peça de teste para executar ensaios mecânicos, químicos ou metalográficos.

3.26

corrente contínua polaridade direta - eletrodo negativo “CC - ” (“Direct Current Electrode Negative - DCEN”) tipo de ligação dos cabos elétricos para soldagem a arco com corrente contínua, na qual a peça é o pólo positivo e o eletrodo é o pólo negativo.

3.27

corrente contínua polaridade inversa - eletrodo positivo - “CC + ” (“Direct Current Electrode Positive - DCEP”) tipo de ligação dos cabos elétricos para soldagem a arco com corrente contínua, na qual a peça é o pólo negativo e o eletrodo é o pólo positivo.

3.28

corrente de soldagem (“welding current”) corrente elétrica no circuito de soldagem durante a execução de uma solda.

3.29

diluição (“dilution”) relação entre a massa do metal de base fundido e o metal de solda. Essa relação visa verificar a

mudança da composição química do metal de adição, causada pela mistura com o metal de base ou metal de solda previamente depositado (ver Figura A.26).

3.30 Dimensão da Solda (“Weld Size”)

3.30.1

para solda em ângulo (“fillet weld size”) para soldas em ângulo de pernas iguais, é o comprimento dos catetos do maior triângulo retângulo isósceles que pode ser inscrito dentro da seção transversal da solda. Para soldas em ângulo de pernas desiguais, são os comprimentos dos catetos do maior triângulo retângulo que pode ser inscrito dentro da seção transversal da solda (ver Figura A.5).

3.30.2

para solda em chanfro (“groove weld size”) distância da face à raiz da solda (ou entre faces, nas juntas soldadas em ambos os lados) excluído(s)

o(s) reforço(s) de solda e/ou excesso de penetração (ver Figura A.6).

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.31 eletrodo de carvão (“carbon electrode”) eletrodo usado em

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3.31

eletrodo de carvão (“carbon electrode”) eletrodo usado em operação de corte ou soldagem ao arco elétrico, consistindo de um eletrodo de

carbono ou grafite, que pode ser revestida com cobre ou outro tipo de revestimento.

3.32

eletrodo revestido (“covered electrode”) metal de adição composto, que consiste de uma alma do eletrodo sobre o qual um revestimento é

aplicado.

3.33

eletrodo para soldagem a arco (“arc welding electrode”) um componente do circuito de soldagem através do qual a corrente é conduzida e que termina no

arco.

3.34

eletrodo de tungstênio (“tungsten electrode”) eletrodo metálico não consumível usado em soldagem ou corte a arco elétrico, feito principalmente de tungstênio.

3.35

energia de soldagem energia fornecida pelo arco elétrico à peça soldada em determinado comprimento.

3.36

equipamento (“weldment”) produto soldado da fabricação, construção ou montagem, tais como: vaso de pressão, tanque,

tubulação, oleoduto, gasoduto etc.

3.37

equipamento de soldagem (“welding equipment”) máquinas, ferramentas, instrumentos, estufas e dispositivos empregados na operação de soldagem.

3.38

escória (“slag”) produto não metálico resultante da dissolução de fluxos, revestimentos e impurezas não metálicas em

alguns processos de soldagem e brazagem.

3.39

Especificação de Procedimento de Soldagem - EPS (“Welding Procedure Specification - WPS”) documento escrito emitido pela executante dos serviços, com base nas especificações do projetista,

dos consumíveis, dos metais de base, provendo as variáveis de soldagem necessárias para produção de juntas soldadas com as mesmas propriedades e características da junta ensaiada na qualificação. Ver PETROBRAS N-2301.

3.40

estrutura (“structure”) o conjunto das partes de uma construção que se destina a resistir as cargas.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.41 extensão do eletrodo (“stickout”) comprimento da parte não

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3.41

extensão do eletrodo (“stickout”) comprimento da parte não fundida do arame consumível medido a partir da extremidade do tubo de

contato.

3.42

face do chanfro (“groove face”) qualquer superfície do chanfro preparada previamente para conter a solda (ver Figura A.7).

3.43

face de fusão (“fusion face”) superfície do metal de base que foi fundida durante a soldagem (ver Figura A.8).

3.44

face da raiz (“root face”) parte da face do chanfro adjacente à raiz da junta (ver Figura A.7).

3.45

face da solda (“weld face”) superfície exposta da solda, pelo lado por onde a solda foi executada (ver Figura A.9).

3.46

fluxo (“flux”) material fusível usado para evitar, dissolver ou facilitar a remoção de óxidos e outras substâncias

superficiais indesejáveis à poça de fusão.

3.47

gabarito de solda (“weld gage”) dispositivo para verificar a forma e as dimensões de soldas.

3.48

garganta de solda (“fillet weld throat”) dimensão de uma solda em ângulo que determina:

a) a altura do maior triângulo retângulo inscrito na seção transversal da solda: garganta teórica (“theoretical throat”);

b) a distância entre a raiz da solda e a face da solda: garganta real (“actual throat”);

c) a distância entre a raiz da solda e a face da solda menos o reforço: garganta efetiva (“effective throat”) (ver Figura A.5).

3.49

gás de proteção (“shielding gas”) gás utilizado para prevenir contaminação pela atmosfera ambiente.

3.50

gás de purga (“purge”) gás utilizado para criar uma atmosfera protetora da poça de fusão, pelo lado oposto em que a solda está sendo feita, e promover a sua contenção durante a soldagem.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.51 gás inerte (“inert gas”) gás que não combina

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3.51

gás inerte (“inert gas”) gás que não combina quimicamente com o metal de base ou metal de adição em fusão. Ver também

termo atmosfera protetora.

3.52

geometria da junta (“joint geometry”) forma e dimensões da seção transversal de uma junta a ser soldada.

3.53

goivagem (“gouging”) operação de remoção de material por meios mecânicos ou térmicos com o objetivo de se preparar um chanfro.

3.54

goivagem a arco (“arc gouging”) operação pela qual se prepara um chanfro através da remoção do material por arco elétrico.

3.55

goivagem na raiz (“back gouging”) remoção de parte do metal de solda e do metal de base pelo lado oposto de uma junta parcialmente soldada para facilitar a fusão e a penetração na soldagem subseqüente naquele lado.

3.56

inserto consumível (“consumable insert”) metal de adição posicionado na região da raiz da junta e que será fundido durante a soldagem, tornando-se parte integrante do metal de solda.

3.57

inspetor de soldagem profissional qualificado, empregado pela executante dos serviços para exercer as atividades de controle de qualidade relativas à soldagem. As atividades exercidas pelos Inspetores de Soldagem níveis 1 e 2 estão detalhadas na ABNT NBR 14842.

3.58

Instrução de Execução e Inspeção de Soldagem (IEIS) documento escrito com base em EPS qualificada detalhando os parâmetros de soldagem adequados para cada junta ou serviço, bem como os ensaios não destrutivos aplicáveis e respectivas extensões.

3.59

junta (“joint”) arranjo de componentes ou extremidades de componentes que serão unidos.

3.60

junta de aresta (“edge joint”) junta entre as extremidades de 2 ou mais componentes, podendo estes componentes se encontrarem

paralelos ou aproximadamente paralelos (ver Figura A.10).

3.61

junta dissimilar (“dissimilar joint”) junta constituída por componentes, cujas composições químicas dos metais de base diferem significativamente entre si.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.62 junta de ângulo junta em que, numa seção

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3.62

junta de ângulo junta em que, numa seção transversal, os componentes a soldar apresentam-se sob forma de um

ângulo (ver Figura A.11.1). Em posições particulares recebem as denominações de:

a) junta de ângulo em L - ver Figura A.11.2 (“corner joint”);

b) junta de ângulo em T - ver Figura A.11.3 (“T-joint”).

3.63

junta de topo (“butt joint”) junta entre 2 componentes alinhados aproximadamente no mesmo plano (ver Figura A.12).

3.64

junta sobreposta (“lap joint”) junta formada por 2 componentes a soldar, de tal maneira que suas superfícies sobrepõem-se (ver Figura A.13).

3.65

junta soldada (“welded joint”) união, obtida por soldagem, de 2 ou mais componentes incluindo zona fundida, zona de ligação, zona

afetada pelo calor e metal de base nas proximidades da solda (ver Figura A.8).

3.66

linha de fusão (“weld interface”) a interface entre o metal de solda e o metal de base em uma solda por fusão, ou entre os metais de

base em uma solda no estado sólido sem metal de adição ou entre o metal de adição e o metal base em uma solda no estado sólido com metal de adição e em uma brazagem (ver Figura A.8).

3.67

Lista de Juntas a serem Soldadas - LJS documento elaborado pelo executante dos serviços, relacionando as juntas a serem soldadas de acordo com os desenhos de fabricação e/ou construção e montagem devendo atender todos os requisitos especificados na PETROBRAS N-2301.

3.68

margem da solda (“weld toe”) junção entre a face da solda e o metal de base (ver Figura A.9).

3.69

martelamento (“peening”) trabalho mecânico aplicado à zona fundida por meio de impactos.

3.70

material de base (“base material”) material, metálico ou não-metálico, a ser soldado, brasado ou cortado. Ver Figura A.8.

3.71

metal de adição (“filler metal”) metal a ser adicionado a uma junta para sua soldagem ou brasagem.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.72 metal de base (“base metal”) material metálico a

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3.72

metal de base (“base metal”) material metálico a ser soldado, brasado ou cortado. Ver termo material de base (ver 3.60 e

Figura A.8).

3.73

metal depositado (“deposited metal”) metal de adição depositado durante a operação de soldagem (ver Figura A.27).

3.74

metal de solda (“weld metal”) porção da junta soldada que foi completamente fundida durante a soldagem (ver Figura A.8).

3.75

operador de soldagem (“welding operator”) profissional capacitado e qualificado a operar equipamento de soldagem automático ou mecanizado.

3.76

oscilação (“oscillation”) técnica de soldagem na qual é imposto ao arco ou chama um movimento alternado no sentido tranversal ao cordão de solda (tecimento).

3.77

passe (“pass”) ver termo passe de solda.

3.78

passe de acabamento (“cover pass”) passe de solda feita para produzir 1 ou mais cordões que resultam em uma camada exposta pelo

lado em que a solda é executada.

3.79

passe de raiz (“root pass”) passe de solda feita para produzir 1 ou mais cordões que se estendem em parte ou na totalidade da raiz da junta.

3.80

passe à ré ver termo seqüência a ré.

3.81

passe de revenimento passe ou camada depositado em condições que permitam a modificação estrutural do passe ou

camada anterior e de suas zonas afetadas termicamente.

3.82

passe de solda progressão unitária de uma operação de soldagem ao longo de uma junta ou operação de revestimento. Um passe é composto de 1 ou mais cordões de solda localizados no mesmo eixo. (ver

Figuras A.3.1 e A.3.2).

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.83 passe de solda oscilante (“weave bead”) passe realizado

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3.83

passe de solda oscilante (“weave bead”) passe realizado com oscilação transversal em relação ao eixo da solda (ver Figura A.14.2).

3.84

passe de solda estreito (“stringer bead”) passe realizado sem movimento oscilatório apreciável (ver Figura A.14.1).

3.85

peça de teste (“test coupon”) peça soldada para qualificação de procedimento de soldagem ou para qualificação de soldadores ou operadores de soldagem ou ainda para efeito de teste de produção.

3.86

penetração da junta (“joint penetration”) a profundidade que a solda alcança na junta, desde a sua face, excluindo os reforços. (ver Figura A.6).

3.87

penetração da raiz (“root penetration”) a profundidade que a solda alcança na raiz da junta (ver Figura A.6).

3.88

perna de solda (“fillet weld leg”) distância da raiz da junta à margem da solda em ângulo (ver Figura A.5).

3.89

poça de fusão (“weld pool”) volume localizado de metal líquido em uma solda antes da sua solidificação.

3.90

polaridade direta (“straight polarity”) ver termo corrente contínua polaridade direta.

3.91

polaridade inversa (“reverse polarity”) ver termo corrente contínua polaridade inversa.

3.92

ponteamento (“tack weld”) uma solda feita para fixar os componentes de uma junta em posição de alinhamento até que a solda definitiva seja produzida.

3.93

porta-eletrodo (“electrode holder”) dispositivo usado para prender mecanicamente o eletrodo e transmitir a corrente elétrica.

3.94

pós-aquecimento (“postheating”) aplicação controlada de calor na junta imediatamente após a soldagem, brasagem, corte e aspersão térmica.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.95 Posição Horizontal (“Ho rizontal Weld Position”) 3.95.1 em

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3.95 Posição Horizontal (“Horizontal Weld Position”)

3.95.1

em soldas em ângulo, posição na qual a soldagem é executada pelo lado superior entre um metal de

base (chapa) posicionado aproximadamente no plano horizontal e um outro posicionado no plano aproximadamente vertical (ver Figuras A.9.1, A.15).

3.95.2

em soldas em chanfro, posição de soldagem na qual o eixo da solda está em um plano aproximadamente horizontal e a face da solda encontra-se em um plano aproximadamente vertical

(ver Figuras A.9.2, A.16 e A.17).

3.96

posição plana (“flat position”) posição de soldagem na qual a face da solda fica em um plano aproximadamente horizontal, sendo usada para soldar a parte superior da junta (ver Figuras A.15, A.16 e A.17).

3.97

posição sobre-cabeça (“overhead position”) posição na qual a soldagem é executada pelo lado inferior da junta (ver Figuras A.15, A.16 e A.17).

3.98

posição vertical (“vertical position”) posição de soldagem na qual o eixo da solda está em um plano aproximadamente vertical (ver

Figuras A.15, A.16 e A.17).

3.99

preaquecimento (“preheating”) aplicação controlada de calor no metal de base nas regiões adjacentes da junta a ser soldada,

imediatamente antes da operação de soldagem, brasagem ou corte. Pressupõe uma temperatura mínima.

3.100

preaquecimento localizado (“local preheating”) preaquecimento de uma região específica de um equipamento ou de uma estrutura.

3.101

procedimento de soldagem (“welding procedure”) ver termo Especificação de Procedimento de Soldagem - EPS.

3.102

processo de soldagem (“welding process”) processo de união que produz coalescimento dos materiais pelo aquecimento destes à temperatura

de soldagem, com ou sem aplicação de pressão, ou pela aplicação de pressão apenas, e com ou sem a participação de metal de adição.

3.103

profundidade de fusão (“depth of fusion”) distância que a fusão atinge no metal de base ou no passe anterior, a partir da superfície fundida durante a soldagem (ver Figura A.8).

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.104 qualificação de procedimento (“procedure qualification”) ver termo registro

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3.104

qualificação de procedimento (“procedure qualification”) ver termo registro de qualificação do procedimento de soldagem - RQPS.

3.105

qualificação de soldador (“welder performance qualification”) demonstração de habilidade de um soldador em executar soldas, de acordo com as variáveis previamente estabelecidas.

3.106

raiz da junta (“joint root”) porção da junta a ser soldada onde os componentes estão o mais próximo possível entre si (ver Figura A.18).

3.107

raiz da solda (“weld root”) pontos, vistos numa seção transversal, nos quais a parte posterior da solda intersecta o metal de

base e se estende ao longo da junta soldada (ver Figuras A.19)

3.108

reforço da face (“face reinforcement”) reforço da solda localizado no lado da junta onde a solda foi feita (ver Figuras A.9.2 e A.9.3).

3.109

reforço da raiz (“root reinforcement”) metal de solda em excesso, localizado na parte posterior da solda, além do necessário para preencher a junta (ver Figura A.9.3).

3.110

reforço de solda (“weld reinforcement”) metal de solda que ultrapassa em altura a face do metal de base. (ver Figura A.9.3).

3.111

Registro de Execução do Teste de Produção (RETP) documento, emitido pela executante dos serviços, onde são registrados os valores reais dos parâmetros de operação de soldagem da peça testemunha de teste (peça soldada adjacente à obra) e os resultados de ensaios de qualificação, devendo ainda conter os certificados requeridos na PETROBRAS N-2301 e demais certificados de ensaios complementares exigidos nas especificações técnicas.

3.112 Registro de Qualificação do Procedimento de Soldagem - RQPS (“welding procedure qualification record) documento, emitido pela executante dos serviços, onde são registrados os valores reais dos parâmetros de operação de soldagem da peça de teste e os resultados de ensaios de qualificação, devendo ainda conter os certificados requeridos na PETROBRAS N-2301 e demais certificados de ensaios complementares exigidos nas especificações técnicas.

3.113

Registro de Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldagem (RQS) documento emitido pelo executante do serviço que estabelece os limites para os quais o soldador ou operador de soldagem está qualificado de acordo com o código utilizado, devendo conter todas as informações requeridas na PETROBRAS N-2301.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.114 Relação de Soldadores e Operadores de Soldagem Qualificados

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2008

05 / 2008

3.114

Relação de Soldadores e Operadores de Soldagem Qualificados (RSQ) documento emitido pelo executante do serviço que transcreve separadamente cada qualificação de

cada um dos soldadores ou operadores de soldagem que realizaram soldas conforme a norma de qualificação aplicável devendo conter todas as informações requeridas na PETROBRAS N-2301.

3.115

Relatório de Registro de Soldagem (RRS) documento emitido pelo executante do serviço onde são registrados os parâmetros empregados durante a soldagem da chapa de teste conforme requerido nas norma de fabricação, montagem e

manutenção, devendo conter todas as informações e certificados requeridos na PETROBRAS

N-2301.

3.116

Relatório de Registro de Tratamento Térmico (RRTT) documento emitido pelo executante do serviço onde são registrados os parâmetros empregados na realização do tratamento térmico conforme requerido nas norma de fabricação, montagem e

manutenção, devendo conter todas as informações e certificados requeridos na PETROBRAS

N-2301.

3.117

seqüência à ré (“backstep sequence”) seqüência na qual os cordões de solda são executados em sentido oposto ao da progressão da soldagem, de forma que cada cordão termine no início do anterior, formando ao todo, um único passe. Ver Figura A.3.2.

3.118

seqüência em bloco (“block sequence”) uma combinação das seqüências longitudinal e transversal para uma solda contínua em multipasses, na qual os incrementos separados são completa ou parcialmente soldados antes que os incrementos intercalados sejam soldados (ver Figura A.3.3).

3.119

seqüência em cascata (“cascade sequence”) uma combinação das seqüências longitudinal e transversal, na qual os passes de solda não são

feitos em camada sobreposta (ver Figura A.3.4).

3.120

seqüência de montagem ordem pela qual são executadas as soldas de um equipamento ou de uma estrutura ou de uma

tubulação.

3.121

seqüência longitudinal (“longitudinal sequence”) a ordem na qual os passes de solda, de uma soldagem multipasses, são executados em relação ao

seu comprimento.

3.122

seqüência de passes (“buildup sequence”) ver termo seqüência transversal.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.123 seqüência de soldagem (“welding sequence”) ordem pela qual

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REV. E

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3.123

seqüência de soldagem (“welding sequence”) ordem pela qual são executadas as soldas de um equipamento ou de uma estrutura (ver Figura A.3).

3.124

seqüência transversal (“cross-sectional sequence”)

a ordem na qual os passes de solda, de uma soldagem multipasses, são executados em relação à seção transversal da solda (ver Figura A.3.1 e A.3.2).

3.125

solda (“weld”) união (coalescência) localizada de metais ou não-metais, produzida pelo aquecimento dos materiais à temperatura de soldagem, com ou sem aplicação de pressão, ou pela aplicação de pressão apenas,

e com ou sem o uso de metal de adição.

3.126

solda autógena (“autogenous weld”) solda executada por fusão de materiais sem a participação de metal de adição.

3.127

solda de aresta (“edge weld”) solda executada numa junta de aresta (ver Figura A.20).

3.128

soldador (“welder”) profissional qualificado a executar soldagem manual ou semi-automática conforme norma aplicável.

3.129

solda de costura (“seam weld”) solda contínua executada entre ou em cima de componentes sobrepostos. A solda contínua pode consistir de um único cordão de solda ou de uma série de soldas por pontos sobrepostos (ver Figura A.22).

3.130

solda descontínua coincidente (“chain intermittent fillet weld”)

ver termo solda em cadeia (ver Figura A.21.1).

3.131

solda descontínua intercalada (“staggered intermittent fillet weld”) ver termo solda em escalão (ver Figura A.21.2).

3.132

solda descontínua solda na qual a continuidade é interrompida por espaçamentos sem solda (ver Figura A.21).

3.133

solda de encaixe solda em ângulo em junta do tipo encaixe (ver Figura A.28).

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.134 solda de selagem (“seal weld”) solda executada com

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2008

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3.134

solda de selagem (“seal weld”) solda executada com a finalidade de impedir vazamentos.

3.135

solda de tampão (“plug weld”) solda executada em um furo circular ou não, localizado em uma das superfícies de uma junta sobreposta ou em T, que une um componente ao outro. As paredes do furo podem ser paralelas ou não e o furo pode ser parcial ou totalmente preenchido com metal de solda (ver Figura A.24).

3.136

solda de topo (‘butt weld”) solda executada em uma junta de topo (ver Figura A.9.2).

3.137

solda em ângulo (“fillet weld”) solda, com seção transversal aproximadamente triangular unindo dois componentes cuja as faces a

serem soldadas estão em ângulo (ver Figuras A.5.5 e A.9.1).

3.138

solda em cadeia (“chain intermittent fillet weld”) solda descontínua, executada em ambos os lados de uma junta de ângulo, composta por cordões igualmente espaçados, de modo que um trecho de cordão se oponha ao outro (ver Figura A.21.1).

3.139

solda em escalão (“staggered intermittent fillet weld”) solda descontínua, executada em junta de ângulo, geralmente em T, composta por cordões igualmente espaçados, de modo que um trecho dos cordões se oponha a uma parte não soldada (ver Figura A.21.2).

3.140

solda homogênea solda cuja composição química do metal de solda seja próxima à do metal de base.

3.141

solda heterogênea solda cuja composição química do metal de solda seja significativamente diferente da composição do metal de base.

3.142

solda por pontos (“spot welding”) solda executada entre ou sobre componentes sobrepostos, cuja fusão ocorre entre as superfícies em contato ou sobre a superfície externa de um dos componentes. A seção transversal da solda no plano da junta é aproximadamente circular (ver Figura A.23).

3.143

solda provisória (“temporary weld”) solda destinada a manter fixas 1 ou mais peças em um equipamento ou estrutura para uso

temporário no manuseio, movimentação ou transporte do equipamento ou da estrutura.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.144 soldabilidade (“weldability”) capacidade de um material ser soldado

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05 / 2008

3.144

soldabilidade (“weldability”) capacidade de um material ser soldado sob determinadas condições de fabricação impostas a uma

estrutura adequadamente projetada e para um desempenho satisfatório nas finalidades a que se destina.

3.145

soldagem (“welding”) método utilizado para unir materiais por meio de solda.

3.146

soldagem a arco (“arc welding”) operação referente a grupo de processos de soldagem que produz a união de metais pelo aquecimento destes por meio de um arco elétrico, com ou sem aplicação de pressão e com ou sem o uso de metal de adição.

3.147

soldagem automática (“automatic welding”) soldagem com controle automático de praticamente todas as operações necessárias para a sua execução, com certa capacidade de auto-ajuste e com a mínima interferência do operador de

soldagem.

3.148

soldagem em câmera hiperbárica soldagem em uma câmera pressurizada de fundo aberto (campânula) onde a água é deslocada e o

soldador-mergulhador trabalha em ambiente respirável.

3.149

soldagem molhada soldagem realizada diretamente no meio aquoso sem qualquer proteção física para o arco elétrico.

3.150

soldagem manual (“manual welding”) soldagem na qual toda a operação (iniciação do processo, geração e controle da poça de fusão,

deslocamento e posicionamento da fonte de calor, alimentação de metal de adição e término da operação) é realizada e controlada manualmente pelo soldador.

3.151

soldagem semi-automática (“semiautomatic welding”) soldagem com controle automático da alimentação de metal de adição, mas com controle manual pelo soldador do posicionamento da tocha, avanço e de seu acionamento.

3.152

soldagem mecanizada (“mechanized welding”) soldagem com controle automático da alimentação de metal de adição, da tocha de soldagem pelo equipamento, mas com o posicionamento, acionamento do equipamento e supervisão da operação sob responsabilidade do operador de soldagem.

3.153

soldagem robotizada (“robotic welding”) soldagem controlada e realizada por um dispositivo robótico.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.154 sopro magnético (“arc blow”) deflexão de um arco

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2008

05 / 2008

3.154

sopro magnético (“arc blow”) deflexão de um arco elétrico, de seu percurso normal, devido a forças magnéticas.

3.155

supervisor e encarregado de soldagem profissional dedicado exclusivamente à soldagem, com conhecimento sobre critérios de qualificação de soldador e operador de soldagem, EPS, IEIS, simbologia e terminologia de soldagem e desenho técnico, respondendo pela seleção dos soldadores e operadores de soldagem, equipamentos, consumíveis, EPIs etc., conforme requerido nas documentações aplicáveis, sendo o responsável no campo pela implantação da logística necessária à execução do serviço de soldagem.

3.156

taxa de deposição (“deposition rate”) massa de material depositado por unidade de tempo.

3.157

taxa de fusão massa da alma do eletrodo que é fundido por unidade de tempo.

3.158

técnica de soldagem (“welding technique”) variáveis do procedimento de soldagem controlados pelo soldador ou operador de soldagem.

3.159

temperatura de interpasse (“interpass temperature”) em soldagem multipasse, faixa de temperatura que a junta soldada deve apresentar antes do passe seguinte ser iniciado.

3.160

temperatura de pós-aquecimento (“postheating temperature”) temperatura na qual a junta soldada deve permanecer durante um período de tempo especificado, imediatamente após a soldagem.

3.161

temperatura de preaquecimento (“preheat temperature”) temperatura que o metal base, ou junta soldada, deve atingir na região de soldagem, brasagem ou corte antes do início da operação, antes da soldagem do próximo passe, ou ainda no reinício da soldagem de juntas interrompidas antes de sua conclusão.

3.162

tensão do arco (“arc voltage”) diferença de potencial elétrico do arco entre o eletrodo e a peça.

3.163

tensão residual (“residual stress”) tensões remanescentes de um processo de soldagem ou operação de corte, presentes em um

componente, desconsiderando a atuação de forças externas ou gradientes térmicos.

3.164

teste de produção teste efetuado durante a fabricação ou montagem com o objetivo de avaliar as propriedades mecânicas, químicas e metalográficas das juntas soldadas e que, na impossibilidade de se efetuar uma amostragem, é realizado em peças de teste soldadas nas mesmas condições da soldagem de produção.

N-1438 REV. E 05 / 2008 3.165 tratamento térmico após soldagem qualquer tratamento térmico após

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2008

05 / 2008

3.165

tratamento térmico após soldagem qualquer tratamento térmico após soldagem com o objetivo de conferir ao material as propriedades

requeridas.

3.166

Tratamento Térmico de Alívio de Tensões - TTAT (“stress relief heat treatment”) aquecimento uniforme de um equipamento ou estrutura a uma temperatura suficiente, para relaxar a

maior parte das tensões residuais, seguido de resfriamento uniforme.

3.167

tratamento térmico de alívio de tensões localizado (“local stress relief heat treatment”) tratamento térmico de alívio de tensões de uma região específica de um equipamento ou estrutura.

3.168

tubo de teste ver termo peça de teste.

3.169

vareta de solda (“welding rod”) tipo de metal de adição utilizado para soldagem ou brasagem, normalmente retilíneo, o qual não conduz corrente elétrica durante o processo.

3.170

Zona Afetada pelo Calor - ZAC (“heat-affected zone”) região do metal de base que não foi fundida durante a soldagem, mas cujas microestrutura e propriedades mecânicas foram alteradas devido à geração de calor imposta pela soldagem,

brasagem ou corte (ver Figura A.8).

3.171

zona de fusão (“fusion zone”) região do metal de base que sofre fusão durante a soldagem (ver Figura A.8).

3.172

zona de ligação ver termo linha de fusão.

3.173

zona fundida ver termo metal de solda.

3.174

Zona Termicamente Afetada - ZTA (“heat-affected zone”) ver termo zona afetada pelo calor.

/ANEXO A

N-1438 REV. E 05 / 2009 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B e C Não

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REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2009

05 / 2009

ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B e C Não existe índice de revisões. REV. D
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A, B e C
Não existe índice de revisões.
REV. D
Partes Atingidas
Descrição da Alteração
Revalidação
REV. E
Partes Atingidas
Descrição da Alteração
Toda a norma
N-1438 REV. E 05 / 2009 GRUPO DE TRABALHO - GT-26-08   Membros   Nome

N-1438

REV. E

N-1438 REV. E 05 / 2009

05 / 2009

GRUPO DE TRABALHO - GT-26-08

 

Membros

 

Nome

 

Lotação

Telefone

Chave

André Mariano

 

ENGENHARIA/SL/SEQUI/ATFCM

819-3468

CSM0

Arno Giuseppe Cersosimo

 

AB-RE/ES/TEE

814-8021

ED6T

Byron Gonçalves de Souza Filho

GASPETRO

555-5844

EDL7

Davi Sampaio Correia

 

UN-RIO/ENGP/EISA

816-8565

CXZZ

Douglas de Oliveira Passos

REVAP/MI/PM

855-6784

TPVE

Eduardo Simões Antunes

 

UN-BC/PCM/OR

813-2751

ED7A

Eliezer Ferreira Curvelo

 

AB-CR

813-6667

TGP4

Francisco Carlos Rodrigues Marques

E&P-ENGP/IPMI/EMI

814-0851

W05C

Giovani Dalpiaz

 

CENPES/PDP/TMEC

812-5023

UPVU

Henrique Garcia da Silva

 

RH/UP/ECTAB

801-3472

CTM0

Marcelo Torres Piza Paes

 

CENPES/PDP/TMEC

812-6511

BW12

Marcus

Vinicius

Cruz

     

Sampaio

 

RH/UP/FORMACAO

862-1262

HM9D

Marcy Saturno de Menezes

 

ENGENHARIA/SL/SEQUI/CI

855-6635

SG4D

Paulo Faria

 

UN-BC/ENGP/EMI

861-3547

QM76

Plínio Henrique Rangel Pecly

UN-RIO/ENGP/EE

816-1871

URFK

Reinaldo Ramos David

 

AB-RE/ES/TEE

814-4373

ED8A

Renato Bernardes

 

UN-EUA/DWST/REF/ET

814-3123

EDSX

Ricardo

Silva

Tavares

de

     

Mello

ENGENHARIA/IEEPT/EEPTM/EDI

819-2967

EAFV

Ronaldo Silva Cruz

 

MATERIAIS/CDBS/IF

819-1961

EMR9

 

Convidado

Ney

Robson

Nunes

Weiss

ENGENHARIA/SL/SEQUI/ATFCM

819-2019

NRFA

Chaves

 

Secretário Técnico

Sávio Batalha Fiuza

 

ENGENHARIA/SL/NORTEC

819-3088

EI5W