ICMS/SP -Livros fiscais - Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas

2 de Fevereiro de 2009

ICMS/SP -Livros fiscais - Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas
Sumário • 1. Introdução • 2. Documentos fiscais que não devem ser ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................ ............................................................................
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escriturados • 2.1 Cupom fiscal e nota fiscal de venda a consumidor • 2.2 Nota fiscal de serviços • 2.3 Consumo de água 3. Nota fiscal emitida por contribuinte optante pelo simples nacional 4. Lançamento globalizado • 4.1 Bens do Ativo Imobilizado e material de uso e consumo • 4.2 Serviços de transporte e de comunicação • 4.3 Diferencial de alíquotas • 4.4 Prestador de serviços de transporte Legislação

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incluindo alguns detalhes sobre a escrituração de nota fiscal emitida por contribuinte optante pelo Simples Nacional e a forma de escrituração englobada. e será encerrada no último dia de cada período de apuração. inclusive no que se refere ao diferencial de alíquotas. O livro Registro de Entradas.490/2000.Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 1. 214 . material de uso e consumo. 225 ) Copyright 2009 IOB. Serão também escriturados nesse livro os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. caput. aprovado pelo Decreto no 45. no presente texto. modelos 1 ou 1-A. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. relativamente aos documentos fiscais de aquisições de bens do Ativo Imobilizado. a qualquer título. não podendo haver atraso por mais de 5 dias. no estabelecimento. ou de serviços por este tomados. serviços de transporte e de comunicação. Todos os direitos reservados 2 . ( RICMS-SP/2000 . os aspectos relacionados aos documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas.ICMS/SP -Livros fiscais . art. com clareza. § 7º. A escrituração será feita à tinta. com base nas disposições contidas no Regulamento do ICMS. e art. Introdução Examinaremos.

" Copyright 2009 IOB. efetuadas por diretores ou prepostos. que retira a mercadoria ou a consome no local do estabelecimento vendedor. no livro Registro de Entradas. e como tais. Notas Fiscais de Venda a Consumidor e Notas Fiscais Simplificadas de despesas de viagens. Nota A nota fiscal simplificada foi extinta. nestes casos. 3 .Documentos fiscais que são levados a registro. a qualquer título. aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devem emiti-los.12. de 19. Todos os direitos reservados 3 . ressalvadas. 2 . precisamente porque são irregulares e ineficazes nesses casos. a íntegra da mencionada Resposta à Consulta nº 8. esses documentos são normalmente emitidos a consumidores. não devem ser registrados no mencionado livro fiscal (RE). Desse modo. modelo 1 ou 1-A.1975: "Resposta à Consulta nº 8.).Conseqüentemente. não especificam o destinatário e.Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 2.199. Vejamos. ainda que emitidas em nome de contribuinte e apresentem em destaque o ICM. de refeições e pernoites de empregados. que ordena sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais. de acordo com a Cláusula segunda do Ajuste Sinief nº 5/1994. contendo todos os requisitos legais. 133 do Regulamento. de acordo com a sistemática de escrituração. a Consultoria Tributária da Secretaria da Fazenda esclareceu (Resposta à Consulta nº 8. ainda que o fizessem. Documentos fiscais que não devem ser escriturados 2. cupons de máquinas registradoras. de 19. na seqüência. 5 . evidentemente. as notas fiscais de venda a consumidor e as notas fiscais simplificadas (extinta pelo Ajuste Sinief nº 5/1994). 139 do Regulamento do ICM. referentes a despesas de viagens. 88 do Regulamento do ICM).Sente a consulente dificuldades em proceder aos lançamentos. de 19 de junho de 1975 Despesas de viagens . Ainda que estes documentos contenham nome e endereço do destinatário contribuinte. precisamente porque são irregulares e ineficazes. são daqueles efeitos fiscais que não mencionam o destinatário. no estabelecimento.1975) que não devem ser objeto de escrituração os cupons de máquinas registradoras. de acordo com esta sistemática de escrituração.1 Cupom fiscal e nota fiscal de venda a consumidor Na vigência do RICM/1974 (aprovado pelo Decreto nº 5.199. Segundo a citada Resposta. hospedagens com refeições e outras. 6 .199. Também nele devem ser escriturados os documentos fiscais relativos a aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente (§ 1o do mesmo dispositivo). de 30. 42 do Regulamento do ICM).74. não seriam escriturados no livro Registro de Entradas.06.410/1974).ICMS/SP -Livros fiscais . porque representam despesas fundamentais na atividade do estabelecimento. não conferem direito a crédito do imposto. Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. inclusive com seu endereço. número de inscrição estadual e número do CGC (art. aprovado pelo Decreto no 5. por serem emitidos normalmente a consumidor.Em segundo lugar. 1 . que o livro Registro de Entradas se destina à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. poderão ser válidos para lançamentos na contabilidade da empresa e seu controle de caixa. 4 . como compras de gasolina.Como comprovantes que são de despesas. de documentos fiscais relativos a despesas de viagens. as exigências da legislação da Declaração de Movimento Econômico (DME).410. Conhecimentos de Transporte etc.06. somente são exigidos os lançamentos originados por documentos fiscais de uso obrigatório nas operações ou prestações realizadas entre contribuintes do ICMS (Notas Fiscais. refeições. tendo em vista que dizem respeito a aquisições de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento (inciso II do art. somente são obrigatórios os lançamentos originados por notas fiscais (modelo 1) emitidas em nome do estabelecimento adquirente. estas notas fiscais.Determina o art.Outra conclusão que se impõe emerge do disposto no art. 7 .Segue-se que.

igualmente. não devendo ser escriturada no livro Registro de Entradas. 63. tal como a nota fiscal de serviços.114 e 205 do RICMS-SP/1991 e ao art. 124 . de competência estadual.ICMS/SP -Livros fiscais . respectivamente. Todos os direitos reservados 4 . art. 124 . V. arts. é documento estranho à legislação do ICMS. 127 e 214 do RICMS-SP/2000 . 66. RICMS-SP/2000 .199/1975) 2. art. a contrario sensu) Copyright 2009 IOB. 66 . II. tendo em vista que esse documento fiscal é totalmente estranho à legislação do ICMS. ( RICMS-SP/2000 . ao art. II.2 Nota fiscal de serviços A nota fiscal de serviços. art. 88 e 139 do RICM-SP/1974 correspondem. emitida pelos prestadores de serviços. 127 e 214. V. ( RICMS-SP/2000 . e os arts.3 Consumo de água A conta de consumo de água. 42. arts.Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 Nota O art. contribuintes do ISS. não deverá. (Ajuste Sinief nº 5/1994 . aos arts. ser escriturada no livro Registro de Entradas. e Resposta à Consulta nº 8. a contrario sensu) 2.

Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 3. 214 . Essa nota fiscal será lançada no livro Registro de Entradas do estabelecimento destinatário mediante utilização das colunas próprias. sem direito a crédito fiscal. Todos os direitos reservados 5 .s (Resolução CGSN nº 4/2007. art. §§ 2º e 3º. Nota fiscal emitida por contribuinte optante pelo simples nacional A nota fiscal emitida por contribuinte optante pelo Simples Nacional será escriturada no livro Registro de Entradas do destinatário. e Resolução CGSN nº 10/2007. por qualquer meio gráfico indelével. nas colunas próprias. tampouco poderão utilizar ou destinar qualquer valor a título de incentivo fiscal. inclusive sob o título "ICMS . no caso de pessoa jurídica impedida de recolher o ICMS ou ISS pelo regime do Simples Nacional. item 7) Copyright 2009 IOB.Valores Fiscais .Operações sem Crédito do Imposto". c) "Não gera direito a crédito fiscal de IPI". e b) "Não gera direito a crédito fiscal de ICMS. as expressões: a) "Documento emitido por ME ou EPP optante pelo Simples Nacional". devendo constar no campo "Informações Complementares". prescreve o art. § 3º. 2º . e RICMS-SP/2000 . de obrigação própria. que dispõe que os optantes desse regime não farão jus à apropriação nem transferirão créditos relativos a impostos ou contribuições abrangidos por esse regime. 11 da Resolução no 4/2007. art. de ISS e de IPI". 11 . do Comitê Gestor de Tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). A nota fiscal emitida pela empresa optante pelo Simples Nacional está condicionada à inutilização dos campos destinados à base de cálculo e ao imposto destacado. art.ICMS/SP -Livros fiscais . Nesse sentido.

214 . art. ( RICMS-SP/2000 . ( RICMS-SP/2000 . exceto em relação ao contribuinte usuário de processamento eletrônico de dados. condicionada ao não-aproveitamento de créditos fiscais. Nota Esse procedimento não se aplica a contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. Lançamento globalizado 4. § 4º. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração.2 Serviços de transporte e de comunicação Poderão também ser lançados englobadamente os documentos fiscais relativos aos serviços tomados.4 Prestador de serviços de transporte O estabelecimento prestador de serviço de transporte que optar por redução da tributação. originadas ou iniciadas em outro Estado.1 Bens do Ativo Imobilizado e material de uso e consumo Poderão ser lançados englobadamente. art. segundo a sua origem. § 5º) 4. 214 . art. art. deste ou de outro Estado. Nota Esse procedimento não se aplica a tomador de serviço de transporte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados.Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 4. os documentos fiscais relativos a mercadorias. 214 . item 1. poderá escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias ou aos serviços tomados.3 Diferencial de alíquotas Os documentos fiscais relativos às operações ou às prestações indicadas nos subitens anteriores. no último dia do período de apuração. ( RICMS-SP/2000 . Todos os direitos reservados 6 . b) para integração no Ativo Imobilizado. serão totalizados segundo a alíquota interna aplicável. de transporte e de comunicação. itens 2 e 3) 4. totalizando-os segundo a natureza da operação ou prestação e a alíquota aplicada. 214 . "a" e "b") 4.ICMS/SP -Livros fiscais . § 4º. indicando-se na coluna "Observações" o valor total correspondente à diferença de imposto devida a este Estado. e a sua destinação: a) para uso ou consumo. ( RICMS-SP/2000 . § 6º) Copyright 2009 IOB.

199 Resolução no 4/2007 Resolução CGSN nº 10/2007 Resolução CGSN nº 4/2007 Decreto no 45.ICMS/SP -Livros fiscais . Todos os direitos reservados 7 .Documentos fiscais que não devem ser escriturados no livro Registro de Entradas 2 de Fevereiro de 2009 Legislação Decreto nº 5.490/2000 Ajuste Sinief nº 5/1994 Copyright 2009 IOB.410/1974 Resposta à Consulta nº 8.

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