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Posts Olavo – Sacrilégio

1. Se você aceita a comunhão das mãos de um padre petista, vocês dois cometem
sacrilégio.
2. O problema com as missas de hoje não é só que os padres digam besteiras do
alto do púlpito. É que (1) muitas ordenações sacerdotais das últimas décadas são
simplesmente inválidas; (2) padres que aderiram ao comunismo estão
automaticamente excomungados, saibam ou não, e não têm autoridade para dar
os sacramentos. Faltar à missa é pecado, mas aceitar os sacramentos da mão
dessas criaturas só para não faltar à missa é sacrilégio. Neguinho salta direto ao
inferno para escapar do purgatório.
3. Vocês estão com escrúpulos demais. Se um padre adere ao comunismo ele
ESTÁ excomungado DE FATO. NÃO HÁ NECESSIDADE DE “julgamento”
nenhum.
4. Acordem enquanto é tempo, católicos. Se um padre adere ao comunismo ele
ESTÁ excomungado DE FATO. Continuar a obedecê-lo e a receber os
sacramentos dele não é fidelidade à Igreja, é o que a doutrina chama de “respeito
humano”, temor reverencial indevido. Lembrem-se do que Judas Iscariotes, do
inferno, disse ao Pe. Amorth: o que facilita o trabalho do demônio hoje em dia
não é a revolta humana, é a OBEDIÊNCIA: — Nunca as pessoas obedeceram
como hoje. A obediência está na moda.
5. Não chamem de catolicismo o seu espírito servil.
6. Não conseguimos seguir perfeitamente os mandamentos de Jesus, e por isso nos
sentimos permanentemente culpados. Isso é bom, porque consciência sem culpa
é falta de consciência. Mas então aparece qualquer demônio vestido de padre,
reza uma missa sacrílega bem diante do nosso nariz e nos curvamos diante dele
como se fosse autoridade legítima. Jesus disse para não aceitar isso nem mesmo
de um anjo. Ou o sacerdote, ao conferir os sacramentos, é o próprio Jesus, ou é
algum outro. Se é algum outro, fujam. A obediência, em si, NUNCA é mérito. É
apenas um instinto que nasce da nossa fraqueza. Para seguir a Jesus, ao
contrário, você tem de desobedecer o mundo inteiro.
7. Seja humilde e afável com os pequenos, e insolente com qualquer autoridade
que não venha de Deus.
8. Por isso é bom tomar a comunhão de joelhos e na boca. Um pãozinho na mão
você pode receber de qualquer um, mas antes de ajoelhar-se e abrir a boca, você
vai pensar duas vezes se o cidadão que está lhe oferecendo a hóstia é ou não
Jesus Cristo em pessoa.
9. À primeira e mais leve suspeita de que aquele que está lhe oferecendo a hóstia
não é Jesus Cristo em pessoa, FUJAM. NÃO ESPEREM TER CERTEZA.
10. Na Idade Média, os camponeses que não tinham igreja por perto se reuniam no
domingo e liam a liturgia. Hoje quem não tem uma missa válida por perto assiste
a qualquer merda blasfematória e acha que vai ao céu por isso.
11. As igrejas daqui estão pouco a pouco reintroduzindo elementos da missa
tradicional no rito de Paulo VI. Com o tempo, tudo voltará ao seu devido lugar,
mas alguns bilhões de almas se ferraram nesse ínterim.
12. Os católicos têm pelo menos o mérito de haver parado de ir à missa.
Posts Gugu - Sacrilégio
13. Quem participa regularmente de sacrilégio arruína seu próprio caráter. E quem
ensina o contrário “abole o sentimento de culpa sem abolir o pecado, permitindo
ao homem que vá serenamente para o inferno”.
14. Eu vou dar um exemplo: o sujeito vai à liturgia e vê um sacrilégio, mas em vez
de sair e procurar outra igreja, ele fica pensando sobre o preceito dito pelo padre
ou em qualquer outra coisa. Ele está olhando somente com o olho de pomba,
porque está com medinho. (Espiritualidade do Rosário, Aula 01)
15. "Simples: É pecado mortal participar de sacrilégio. A linha que separa abusos
litúrgicos menores de abusos litúrgicos que configuram sacrilégio é muito
borrada e tem que ser medida caso a caso. Logo, evite a todo custo participar de
abusos litúrgicos e faça o esforço de procurar missas melhores. Assim, você
evita cometer sacrilégio e ainda acaba conhecendo muitas igrejas e se familiariza
melhor com a liturgia, adquirindo por fim um senso melhor de quando sua
sacralidade foi respeitada. E assista as aulas que ja dei sobre o assunto."
16. Não existe um documento singular que diga o que se pode ou não fazer na
missa. Existem o Código de Direito Canônico, documentos diversos de diversas
Congregações Vaticanas, a tradição e os exemplos dos santos. Minhas
conclusões são baseadas nisso. Mas como elas parecem polêmicas demais,
perguntem para um bom Padre da Opus Dei. Quem sabe a batina ajuda a
convencer o pessoal.
17. Sacrilégio é falta de reverência ou irreverência ativa ou passiva diante das
pessoas, lugares e coisas sagradas. Estar na missa é literalmente estar diante do
sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Agora se pergunte: Se você estivesse diante da
morte do Cristo, como você acha que seria apropriado se comportar? Tocando
violão? Batendo palmas? Festejando? Se você é católico e tem dúvidas a esse
respeito, pergunte para uns três padres da Opus Dei como as pessoas devem se
portar na missa. E estude os documentos e a tradição. Agora, o bispo local
provavelmente vai fechar os olhos para todos os abusos que constituem
sacrilégio. Então você tem que julgar com sua própria consciência e, se julgar
que há sacrilégio, sair imediatamente. Se você quer ter certeza de ter um
julgamento pronto da parte do bispo e estar seguro sem ter que avaliar por você
mesmo e sem ter que agir com base na consciência solitária, você vai se dar mal.
18. O sujeito que tem mais reverência diante do avô no hospital do que diante do
SACRIFÍCIO eucarístico literalmente NÃO discerne o corpo do Senhor.
19. Qual a primeira coisa que devemos fazer como católicos? Existem leis sobre a
liturgia. Então, a primeira regra é a seguinte: temos que cumprir os
mandamentos e participar da liturgia. Isso é a primeira coisa. E devemos fazer
isso todas as semanas, durante o ano todo? Sim, os mandamentos devem ser
cumpridos todos os dias! E mais uma coisa: falar que o bispo disse algo que ele
na realidade não disse é violar os mandamentos. Muitos se enganam ao pensar
que esse primeiro requisito é algo que já fazem. Na realidade, isso é mentira,
pois quase ninguém cumpre essa que é a mais fácil das nossas tarefas. E por que
isso é mentira? Por que as pessoas não cumprem esse mandamento tão simples?
Pois no lugar em que vão, na liturgia que frequentam, o pessoal dança com as
mãozinhas para o alto, sacudindo-as juntamente com o corpo de um lado para o
outro, como uma barata doida. Pois é, segundo o Direito Canônico esse negócio
de dancinha é sacrilégio. E segundo o Direito Canônico também é proibido
participar de sacrilégio. Por isso, se alguém foi a uma missa na qual houve
danças desse tipo e permaneceu até o final, deve sair imediatamente dela e ir
direto para o confessionário. Sim, deve-se confessar o sacrilégio. Essa é a
primeira coisa.
20. No início desta conversa, comentamos um pouco sobre o perigo de
participarmos de um sacrilégio. Qual é um dos sacrilégios mais comuns?
Músicas que induzam ao movimento corporal. Segundo o Direito Canônico,
toda música que induz ao movimento corporal, durante a liturgia, é sacrílega.
Por isso, durante a liturgia esse tipo de música é proibido. Fora da liturgia não há
problema algum quanto a reuniões em que haja danças, desde que não seja nada
evidentemente imoral. Alguém quanto a isso poderia objetar: “Mas os tempos
mudaram!”. É claro que os tempos mudam, mas a última proclamação da
Sagrada Congregação para a Liturgia, confirmando essa regra, foi em 1985,
então ela continua válida. Por isso, se alguém vir uma bateria na missa, saia
correndo na hora! Acabou! Fim! Os outros que pratiquem o seu sacrilégio
sozinhos. E por que esse tipo de música é proibido? Porque durante a liturgia há
alguém sendo sacrificado. É evidente que não podemos dançar diante do
sacrifício de Deus. É um sacrifício! A Missa é um sacrifício! Não há nada que
proíba qualquer tipo de dança religiosa e espiritual. Alguns tradicionalistas
sempre perguntam: “Pode dançar na reunião carismática?”. É claro que pode. O
que é proibido é dançar durante a celebração da missa. Quando constatamos esse
que deveria ser um fato evidente para todos, é comum que nos perguntem: “Por
que a Igreja permite isso até hoje?”. No entanto, a Igreja não permite isso! A
Igreja, aquela dos Concílios, não permite, ela proíbe! Mas é o seguinte: todo
mundo com chapeuzinho de bispo é da Igreja? Isso é Deus quem vai julgar, mas
se alguém vir um bispo permitindo isso, deve saber que ele está permitindo o
que a Igreja proíbe e proibindo o que a Igreja permite.
21. Então, se alguém presenciar um sacrilégio na missa, deve abandoná-la no ato e
sair para procurar outra. E se passar o dia todo procurando pela cidade e não
encontrar? Então isso será apenas um pecado venial, e um dia de jejum o apaga.
Sério! Se o sujeito for em uma ou duas perto de onde mora, não encontrar uma
missa sem sacrilégio e depois desistir de procurar, então ele é um vagabundo
mesmo! Mas ainda é melhor ser vagabundo do que ser um desgraçado! O
vagabundo ainda irá para o Inferno, mas, como este é composto de graus
inferiores e superiores, ele irá para um grau um pouco menos pior. No entanto, o
Inferno continua sendo um castigo do mesmo jeito.
22. Comunismo só pega onde tem muita bruxaria, superstição e sacrilégio. Só pega
onde tem muito dessas coisas.
Agora, se alguém quiser acreditar que não existe sacrilégio em missa, problema
dele. Código de Direito Canônico:
Cân. 1210 — No lugar sagrado apenas se admita aquilo que serve para exercer
ou promover o culto, a piedade e a religião; e proíbe-se tudo o que seja
discordante da santidade do lugar. Porém, o Ordinário pode permitir
acidentalmente outros actos ou usos, que não sejam contrários à santidade do
lugar.
http://www.vatican.va/archive/cdc/index_po.htm
“Real sacrilege is the irreverent treatment of sacred things as distinguished from
places and persons… Indeed deliberate and notable irreverence towards the Holy
Eucharist is reputed the worst of all sacrileges. Likewise conscious maltreatment
of sacred pictures or relics or perversion of Holy Scripture or sacred vessels to
unhallowed uses… constitute real sacrileges.”
https://www.newadvent.org/cathen/13321a.htm
Cada um que estude e decida o que quer fazer. Não estou nem aí.
23. Eles são genéricos. A gente aprende a interpretar conhecendo a tradição e os
documentos das congregações vaticanas ligadas ao assunto específico.

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