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Director-Adjunto - Vítor Pimenta
Sub-Directora - Teresa Magalhães
Ano VII - N.º 79 - 20 de Julho de 2011
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Autarquia de Ribeira de Pena coloca oleões em Cerva e Salvador Pág. 3 Mondim concluí

Autarquia de Ribeira de Pena coloca oleões em Cerva

e Salvador

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Ribeira de Pena coloca oleões em Cerva e Salvador Pág. 3 Mondim concluí 1ª fase da

Mondim concluí 1ª fase da Regeneração Urbana

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3 Mondim concluí 1ª fase da Regeneração Urbana Pág. 4 Celorico de Basto quer recuperar estradas

Celorico de Basto quer recuperar estradas

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Pág. 4 Celorico de Basto quer recuperar estradas Pág. 4 Autarcas querem mais “exigências financeiras à

Autarcas querem mais “exigências financeiras à EDP”

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Em dez anos Terras de Basto perdeu 3445 habitantes

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Tradições e produtos regionais em destaque nas Festas de Mondim

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“Devemos convocar os cabeceirenses para contribuírem para esse novo projecto”

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253 768 027 | Tlm. 961 403 167 geral@domusbasto.com Licença AMI: 7508 | APEMIP : 3835

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andar, destinados a habitação independente. Jaime Barros | Tlm. 968 876 427 www.domusbasto.com 2 20 de

20 de Julho de 2011

A Região de Basto perdeu 3445 habitantes em dez anos

A Região de Basto perdeu 3445 habitantes em dez anos Todos os concelhos de Basto perderam

Todos os concelhos de Basto perderam população desde 2001. Dos quatro, Cabeceiras de Basto foi o mais prejudicado com o movimento migratório, perdeu em dez anos 6,5% da sua população, ou seja, 1137 habitantes. Celorico de Basto foi o que menos diminui, “apenas” 362 habitantes

Celorico apresenta os melhores resul- tados da Região de Basto ao ter a me- nor perda percentual e efectiva de po- pulação. No actual mapa demográfico de Ce- lorico a sede do município Britelo per- de população, ao contrário do que aconteceu em Cabeceiras. O maior aumento percentual é realizado em Molares que em 2011 tem mais de 20% de residentes do que no ano de 2001. De seguida, aparece a fregue- sia de Ourilhe com a segunda maior subida. Fervença, Borba da Monta- nha, Rego, Caçarilhe e Gémeos au- mentaram ligeiramente a população e todas as outras freguesias viram a sua população diminuir no mesmo perío- do de tempo.

Cabeceiras de Basto perdeu 6,5% da população recuando para os 16709 habitantes em 2011 Mesmo perdendo 1137 habitantes há freguesias no concelho que aumenta- ram a população. A freguesia de Basto (Santa Senhorinha) viu a sua popula- ção aumentar mais de 20% em dez anos. Refojos de Basto, Outeiro, Pa- inzela e Vila Nune aumentaram a sua população entre 10% e 20% no mes- mo período. Em sentido contrário, es- tão as freguesias do Norte do conce- lho e em particular as freguesias do Noroeste do concelho: Riodouro, Vi- lar de Cunhas, Gondiães e Cavez. Es- tas perderam mais de 20% da popula- ção nos últimos dez anos. De destacar que, excepto a vila de Refojos, as

outras vilas do concelho perderam po- pulação: Arco de Baúlhe perde entre 2% e 10% e Cavez perde mais de 20% da população residente.

Mondim tem a maior queda percen- tual dos concelhos de Basto, perdeu em dez anos 12,5% da sua popula- ção, ou seja, 1077 habitantes tendo actualmente 7496 habitantes No actual mapa demográfico do conce- lho de Mondim, todas as freguesias per- deram população. Em destaque, pela negativa, estão as freguesias de Cam- panhó, Pardelhas, Bilhó e Ermelo (per- deram mais de 20% dos residentes). Vilar de Ferreiros perde entre 10% e 20% e as restantes perderam residen- tes na ordem dos 2% e 10%.

Ribeira de Pena perde 869 habitan- tes passando para 6543 residentes em 2011 Ribeira de Pena tem a segunda maior queda percentual (cerca de 11,7%) de população na Região de Basto. Com resultados semelhantes a Mondim, Ri- beira de Pena apresenta um mapa de- mográfico em que todas as freguesias perderam residentes nos últimos dez

anos. A sede do município, Salvador, tem

a menor queda (entre 2% e 10%) e Ca-

nedo de Basto apresenta os piores re- sultados com uma perda superior a 20%.

Celorico de Basto diminui em 1,7% (362 habitantes) e mantém-se como o concelho mais populoso da Região de Basto com 20104 residentes

Câmara Municipal coloca oleões nas Vilas de Salvador e Cerva

A Câmara Municipal de Ribeira de

Pena colocou, no passado dia 24

de Junho, cinco oleões para reco- lha de óleos alimentares usados, três na Vila do Salvador e dois na Vila de Cerva. Esta iniciativa surge da assinatura de um protocolo com

a Biosys, Serviços de Ambiente

Lda., que se comprometeu a forne- cer os oleões de exterior e até De- zembro de 2013 instalar oleões em todos os ecopontos do concelho. Esta medida tinha sido, anteriormen- te, proposta à Câmara Municipal pela Comissão Política Concelhia do CDS- PP de Ribeira de Pena. Por conside- rar grave a problemática ambiental que é a libertação dos óleos alimen-

tares usados nos cursos de água e/ ou descarregados para o sistema de esgotos, o CDS-PP apresentou uma propos- ta com as seguintes finalidades: Garantir um destino adequado ao óleo alimentar usado; contribuir para a política de gestão e valorização de resíduos; reduzir a carga poluente nas ETAR municipais de Ribeira de Pena; eliminar ou reduzir a descarga destes resíduos, através dos colectores urbanos, que dificulta e onera os sistemas de gestão de águas residuais e comporta um risco associado de contaminação dos solos e das águas subterrâneas e superficiais; reduzir o consu- mo de combustíveis fósseis; e ainda reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.

e ainda reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. Oleões tentam resolver problemática ambiental

Oleões tentam resolver problemática ambiental

Tradições e produtos regionais em destaque nas Festas de Mondim

A Câmara Municipal de Mondim de

Basto, preparou para este ano um cartaz para as Festas do Conce- lho onde as tradicionais Noite da Vitela Maronesa e dos Romeiros serão o centro de todas as aten- ções. Em comunicado, o executivo mon- dinense assevera que “assume uma estratégia de promoção das tradições e produtos regionais”. Por outro lado, a câmara realça o es- forço do ano passado em que re- duziu em mais de 60% os custos

com as festividades: passando de 80 Mil Euros em 2009 para 34Mil Euros em 2010. Para este ano o

orçamento das festas aponta para os 15 Mil Euros.

A autarquia justifica que esta enor-

me redução face a anos anterio-

res “com o corte de iniciativas con- siderados não essências para o espírito que se pretende promover, mas também, com o envolvimento de todas as associações do concelho que se associam ao evento assumindo um papel relevante na decoração das ruas, animação e dina- mização das noites tradicionais. Tal como em 2010, no cartaz das festas não

Noite da Vitela Maronesa e dos Romeiros serão o centro de todas as atenções

e dos Romeiros serão o centro de todas as atenções aparece nenhum artista, sendo a animação

aparece nenhum artista, sendo a animação de rua realizada pelas associações locais”.

Mondim de Basto

Primeira fase do projecto da Regeneração Urbana concluída

A intervenção na Rua Alfredo Alvares

de Carvalho, iniciada a 9 de Maio, ter- minou recentemente, cumprindo assim os prazos definidos na planificação. Ambos os projectos têm na qualifica- ção do espaço público o resultado mais visível das intervenções. De referir que há toda uma série de intervenções em infra-estruturas: rede de distribuição de água, rede de águas pluviais, rede eléc- trica e rede comunicações. Para as re- feridas intervenções, se somados os va- lores a gastar, com a substituição da si-

nalização institucional e turística, a to- ponímia do núcleo histórico e a requali- ficação do imóvel Casa da Eira, resulta um valor muito próximo dos 800 mil eu- ros, quase metade do valor total das duas empreitadas.

A regeneração urbana da vila tem tam-

bém uma enorme componente de me-

lhoria da segurança rodoviária, com especial incidência na circulação de peões. Serão renovadas a sinalização e as marcas rodoviárias, e ainda, corrigidas al- gumas rotundas e cruzamentos que permitirão abolir algumas zonas de indeci- são onde se registaram, nos últimos tempos, alguns acidentes rodoviários. As passadeiras serão alvo de especial atenção, de modo a garantir uma boa visibi- lidade para automobilistas e segurança dos peões.

A Regeneração da Vila e qualificação do Núcleo Histórico totalizam um investi-

mento de 2 milhões de euros, comparticipado por fundos comunitários em 1,7 milhões de euros. O município com apenas 300 mil euros realiza um importante investimento, dotando a vila de infra-estruturas melhoradas e mais eficientes, um contributo para o dinamismo comercial e turístico do concelho.

Celorico pretende implementar “CBT Estradas Renovadas” para recuperar estradas municipais

Estradas Renovadas” para recuperar estradas municipais A Regeneração da Vila e qualificação do Núcleo

A Regeneração da Vila e qualificação do Núcleo Histórico totalizam um investimento de 2 milhões de euros

Celorico de Basto quer recuperar 60 km de estradas municipais A Câma- ra Municipal de Celorico de Basto está a desenvolver um novo progra- ma, denominado “CBT - Estradas Renovadas”, que tem como objecti- vo requalificar, recuperar, e valori- zar a vasta rede rodoviária munici- pal, a qual tem aproximadamente 2 mil quilómetros de extensão. Para a implementação da medida a autarquia investiu cerca de 100 mil euros na aquisição de um moderno

equipamento de alcatroamento, constituído por uma caldeira de rega, um camião doseador e um cilindro.

As intervenções serão efectuadas pelos funcionários da autarquia e para o efei-

to foi destacada uma brigada constituída por 1 encarregado e 7 funcionários,

que irão monitorizar o equipamento. Com este novo equipamento e o respectivo pessoal qualificado, a autarquia celo- ricense, propõe-se repavimentar cerca de 300 mil m2 de estradas municipais, que apresentem sinais de degradação, um pouco por todas as freguesias do concelho. De acordo com um inventário das necessidades, devidamente elaborado pelos técnicos da autarquia, foi definido um plano de intervenção, que será implemen- tado a partir de Junho de 2011, e deverá estar concluído em meados de 2013, de acordo com um grau de prioridade, definido pelos serviços técnicos, em fun- ção do grau de degradação de cada estrada e do volume de tráfego rodoviário. Ao longo dos últimos 25 anos o município de Celorico de Basto construiu uma das maiores redes viárias municipais da região, tendo apostado, numa primeira fase, no sistema de rega, e mais tarde na aplicação do “tapete de betuminoso”, através de adjudicação de empreitada. As contas feitas pela autarquia, indicam que com este novo sistema, ou seja, com a implementação do programa «CBT Estradas Renovadas», irá significar um investimento de cerca de um milhão de euro, nos 60 km a intervir. Caso o sistema fosse, o utilizado na última década, o investimento duplicaria, passando para valores superiores a 1 milhão de euros.

passando para valores superiores a 1 milhão de euros. A autarquia celoricense propõe-se repavimentar cerca de

A autarquia celoricense propõe-se repavimentar cerca de 300 mil m2 de estradas municipais

Vinicultores de Mondim de Basto visitaram a Estação Vitivinícola de Amândio Galhano

Com o intuito de participar no Dia do Campo, organizado pela CVRVV

– Comissão de Vitivinicultura da

Região dos Vinhos Verdes, os vini- cultores do concelho de Mondim de Basto visitaram, no passado dia oito

de Julho, a Estação Vitivinícola de Âmandio Galhano, em Arcos de Val- devez.

A Câmara Municipal de Mondim de

Basto disponibilizou transporte gra-

tuito aos mais de 60 agricultores que, em visitas guiadas aos diversos pontos de divulgação técnica sinalizadas, visuali- zaram os trabalhos e ensaios em curso na Estação, nas vertentes controlo fitossa- nitário, nutricional e operacionalização de máquinas e alfaias agrícolas. Esta iniciativa contou com a presença de técnicos de diversas entidades, que elu- cidaram e esclareceram dúvidas sobre várias matérias, nomeadamente sobre os

principais problemas fitossanitários desta campanha e a forma como a Estação os tem combatido.

A autarquia, através do seu Gabinete de Apoio ao Agricultor, organiza regularmente

este tipo de visitas, com o propósito de auxiliar os agricultores do concelho na melhoria das técnicas utilizadas, para que, posteriormente, obtenham produtos agrícolas de melhor qualidade.

Encontro de Autarcas de Basto em Fermil terminou com mais “exigências financeiras à EDP”

terminou com mais “exigências financeiras à EDP” Mais de 60 agricultores visitam Estação Vitivinícola Os

Mais de 60 agricultores visitam Estação Vitivinícola

Os presidentes dos quatro municípios da região de Basto alertaram no pas- sado sábado para a possibilidade de a

região continuar a perder habitantes se o Estado prosseguir com o encerra- mento de serviços públicos. Para os autarcas de Cabeceiras de Bas- to, Celorico de Basto, Mondim de Bas-

to e Ribeira de Pena, os dados do últi-

mos censos, que apontam para a per-

da de habitantes, provam que o inves- timento dos municípios em infraestruturas não tem impedido a saída das pessoas para o litoral ou para a emigração. Joaquim Barreto, de Cabeceiras de Basto, Joaquim Mota e Silva, de Celorico de Basto,

Humberto Cerqueira, de Mondim de Basto, e Agostinho Pinto, de Ribeira de Pena, parti- ciparam no passado Sábado, num debate sobre o futuro da região promovido pela Esco-

la Profissional de Fermil de Basto. “A crise vai levar ao encerramento de serviços e à

desertificação”, alertou o autarca de Ribeira de Pena, confessando-se preocupado com os próximos anos. Os quatro presidentes de câmara reclamam do Estado a manutenção dos serviços existentes, nomeadamente ao nível da saúde, da educação e da seguran- ça. A propósito, o autarca de Celorico de Basto considerou que os habitantes da região têm razões para “se sentirem portugueses de segunda”, apontando investimentos recla- mados há muitos anos, nunca concretizados pela administração central, sobretudo a Variante do Tâmega, estrada essencial para ligar Celorico de Basto aos municípios vizi- nhos e à A7. Joaquim Mota e Silva criticou “o centralismo” de Lisboa, que absorve dema- siados recursos do país, incluindo alguns gerados na região de Basto, que podiam ser

investidos no interior em políticas que combatessem o despovoamento. Os quatro con- cordaram que o futuro passa pela aposta no potencial agrícola e florestal, associado ao sector do turismo, que tem ganhado força neste território de transição entre o litoral e o interior. “Não há desenvolvimento se as pessoas não tiverem emprego”, anotou Humber-

to Cerqueira, de Mondim de Basto.

Por isso, para Joaquim Barreto, de Cabeceiras de Basto, “a região tem a hospitali- dade dos transmontanos e a alegria dos minhotos”, que tem de ser potenciada como “elemento diferenciador”. Este autarca apontou, por outro lado, a dispersão dos serviços do Estado como um dos factores que mais penalizam a região, sobretudo na “concertação de estratégi- as e políticas de desenvolvimento”. Referiu que em diferentes áreas, como a saúde, agricultura, educação e resíduos, os vários municípios dependem de tutelas sediadas em cidades diferentes. Tam- bém ao nível do associativismo municipal há dificuldades, com Cabeceiras e Mon- dim ligados ao Vale do Ave, com sede em Guimarães, Celorico de Basto ao Baixo Tâmega, com sede em Amarante, e Ribeira de Pena ao Alto Tâmega, com sede em Chaves. A barragem de Fridão, no rio Tâmega, que vai afectar território dos quatro municípios de Basto, é vista pelos presidentes como uma oportunidade para poten- ciar a empregabilidade e o turismo. No entanto, os quatro não esconderam o des- conforto com os problemas ambientais associados à infraestrutura, exigindo com- pensações financeiras da EDP, como vincou Joaquim Barreto.

pensações financeiras da EDP, como vincou Joaquim Barreto. Os quatro presidentes de câmara reclamam do Estado

Os quatro presidentes de câmara reclamam do Estado a manutenção

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EDP, como vincou Joaquim Barreto. Os quatro presidentes de câmara reclamam do Estado a manutenção 4

20 de Julho de 2011

Entrevista ao Presidente da Comissão Política do PSD de Cabeceiras de Basto o Professor Mário Leite

“Devemos convocar os cabeceirenses para contribuírem para esse novo projecto”

Tendo em conta o actual contexto político nacional e local o jornal “O Basto” foi ao encontro do Presidente da Comissão Política do PSD da secção de Cabeceiras de Basto, o Professor Mário Leite, e entrevistou-o. O excerto da entrevista poderá ser lido no texto seguinte.

Mário Leite não avança com nomes argu- mentando que ainda não é o momento. Afirma que o “concelho necessita de um projecto político que defina os vectores do seu desenvolvimento” e que ”agora é crucial estar à altura das responsabilida- des deste momento”. Remata este assun- to dizendo que deve-se “fazer o que tem de ser feito e, a seu tempo, teremos tam- bém as equipas que lhe darão corpo”. “São os rostos de um longo passado e de um projecto esgotado, mas o concelho precisa de uma equipa nova para o futuro” Sobre a disponibilidade de China Perei- ra e Joaquim Barreto para serem os can- didatos oficiais do PS, Mário Leite diz que “os cabeceirenses devem agrade- cer a disponibilidade a estas duas figu- ras dos últimos trinta anos do PS. São os rostos de um longo passado e de um projecto esgotado, mas o concelho pre- cisa de uma equipa nova, com novas ideias, com um novo projecto para o futuro. Esta seria uma solução de conti- nuidade, na qual ninguém saberia ao certo quem mandaria”. Confrontado com o prenúncio de uma ruptura entre Joaquim Barreto e Jorge Machado, Mário Leite assegura que “as questões internas do PS não nos [ao PSD] dizem respeito”. No fim da entrevista é colocada um hipo- tético apoio do PSD a uma eventual can- didatura independente liderada por Jorge Machado. Mário Leite diz que “a estrutura da coligação, que o PSD integrará, esco- lherá os candidatos que considere estar em melhores condições para cumprir o projecto político e para ganhar as eleições. De todo o modo, a estratégia autárquica aprovada pelo PSD passa por concorrer, em coligação, a todos os órgãos autár- quicos do concelho, pelo que a hipótese de não apresentar candidaturas próprias está claramente excluída”.

Mário Leite deseja um amplo movimento de cidadania para mudar Cabeceiras

“É a primeira vitória em 20 anos para as legislativas”

Nas eleições legislativas que decorreram nos últimos vinte anos o PSD não foi o partido mais votado em Cabeceiras de Basto. No entanto, os resultados das elei- ções legislativas de 2011 colocaram um fim a este interregno social-democrata tendo o PSD sido o partido mais votado, nestas eleições, em Cabeceiras de Bas- to. Ao colocarmos este facto, Mário Lei- te realçou que os “órgãos da Secção do PSD só foram eleitos em 2 de Abril, já com o processo eleitoral para as eleições legislativas em curso” o que não impe- diu “uma campanha eleitoral forte, com actividades diferenciadas e em todo o concelho”. Mário Leite assinala a impor- tância da vitória do PSD contudo res- guarda que não se deve “extrapolar os resultados das legislativas para as elei- ções autárquicas” mas ao mesmo tem- po considera que é “auspicioso saber que o eleitorado cabeceirense se pode mo- bilizar em torno de um projecto apresen- tado pelo PSD.”

“Quase vinte anos de poder é muito tempo. É tempo para marcar uma época” Interpelado sobre a política socialista vigente há perto de vinte anos na ori- entação da autarquia cabeceirense, Mário Leite é contundente na resposta. Afirma que nos últimos vinte anos exis- tem “coisas meritórias” e “outras não”. Mário Leite assevera que “após deze- nas de milhões de euros em investimen- to” o concelho não “está mais rico, mais desenvolvido” justificando-o com “níveis de desertificação acentuados, desem- prego galopante, forte emigração, resul- tados escolares deficientes, muitas fa- mílias em situação de grave situação social e económica” e com a presença

de grave situação social e económica” e com a presença do concelho na “cauda das listagens

do concelho na “cauda das listagens dos indicadores de desenvolvimento”

.

“Eu não estou na direcção do parti- do para analisar o passado” Questionado sobre a prestação da opo- sição social-democrata durante os últi- mos vinte anos e, em particular, da co- ligação “Pela Nossa Terra” em 2009, Mário Leite reconhece que “que nem sempre conseguimos [o PSD] fazer o papel da oposição da forma mais ade- quada, mas são as vicissitudes das or- ganizações e dos contextos políticos” mas sublinha que não está na “direc- ção do partido para analisar o passado” mas que tem “consciência dele” e está “aqui para promover o futuro”.

“Este projecto centralizar-se-á num plano de desenvolvimento sustenta- do para o concelho” Mário Leite adiantou que o projecto po- lítico a apresentar nas próximas elei- ções autárquicas será desenvolvido por um Gabinete de Estudos. Este projecto

centralizar-se-á num plano de desen- volvimento sustentado para o conce- lho descartando “as obras avulsas, ao sabor de impulsos eleitoralistas” e “es- perando o contributo dos cidadãos ca- beceirenses”. Refere “que Cabeceiras precisa de um amplo movimento de ci- dadania que mobilize a sociedade para os desafios do futuro” e que neste sen- tido o PSD “deve ampliar o âmbito da coligação que já existe com o CDS-PP” com a integração de “cidadãos livres que queiram dar ideias, que queiram ajudar a mudar Cabeceiras”. Sobre eventuais medidas, o PSD preten- de “uma autarquia de portas abertas para todos. Que seja uma entidade que sirva os cabeceirenses, facilitando o empreen- dedorismo, que seja isenta e transparen- te. Pretendemos uma autarquia aberta, democrática e amiga do cidadão. Uma autarquia que exista para servir e respon- der às necessidades dos seus munícipes”. “Só quem quer o poder a todo o custo, só quem olha para o seu umbigo está preocupado com nomes, com lugares”

China Pereira é candidato assumido pelo PS à sucessão de Barreto

Conforme o Jornal “O Basto” já tinha adiantado há vários meses na sua edi- ção impressa, o Médico China Pereira é o candidato oficial do Partido Socia- lista às eleições autárquicas de 2013, onde os socialistas locais procurarão renovar a confortável maioria de que dispõem na Câmara Municipal desde 1993. A confirmação oficial de China Pereira terá ocorrido na reunião do Se- cretariado da secção do PS realizada na passada Sexta-Feira, dia 8 de Julho

do PS realizada na passada Sexta-Feira, dia 8 de Julho China Pereira avança como candidato a

China Pereira avança como candidato a Presidente de Câmara e Joaquim Barreto como candidato a Presidente da Assembleia Municipal

de credibilidade no interior do PS. Sabe-se que o filho do actual Presi- dente da Câmara, que no Governo Sócrates foi adjunto de António Bra- ga, na Secretaria de Estado das Co- munidades transitou após as últimas eleições para a Fundação Braga Ca- pital Europeia da Juventude 2012, um certame que estará concluído em fi- nais de 2012.

“O Basto” sabe ainda que a restante lista do PS terá uma mulher no terceiro lugar, provavelmente Fátima Oliveira, actual Administradora da Emunibasto e Fran- cisco Pereira, voltará a ocupar o quarto lugar da lista. O quinto lugar da lista de China Pereira será ocupado por Domin- gos Machado, actual Vereador da Cultu- ra, que desta forma será aparentemente “despromovido” na hierarquia socialista.

De acordo com informação à qual o Jornal “O Basto” teve acesso, Joaquim Barreto, actual Presidente da Câmara há quase duas décadas avançará como

“perpetuar o seu Poder e influência em Cabeceiras, abrindo caminho para a ascensão do filho Nuno Barreto” na po- lítica cabeceirense. De acordo com o

candidato a Presidente da Assembleia Municipal. A novidade na candidatura do PS será a ascensão de Nuno Barre- to, o filho do actual Presidente da Câ-

mesmo militante socialista, que decidiu manter o anonimato, é previsível que China, vencendo as eleições, ocupe o lugar de Presidente da Câmara duran-

mara, que de acordo com as nossas

te

um curto período de tempo, abdican-

fontes, ocupará o segundo lugar na Lis-

do no máximo ao fim de dois anos de

ta do PS, sendo o vice-presidente de Câmara, na eventualidade de China, como espera o PS, vencer as eleições.

mandato e abrindo desta forma o cami- nho a Nuno Barreto, na presidência da Câmara de Cabeceiras.

De acordo com fonte do PS local, “Joa-

A

convicção de que Nuno Barreto será

quim Barreto procurará desta forma

o

número dois de China ganha gran-

Mosteiro de S. Miguel de Refojos acolheu o segundo concerto de Órgão de Tubos

No passado dia nove de Julho, realizou-se, pelas 21h30,

o segundo concerto de Órgão de Tubos, na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

A iniciativa, promovida pela Associação de Municípios

do Baixo Tâmega com o apoio da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, da empresa municipal Emu- nibasto e da Paróquia de S. Miguel de Refojos, contou com as actuações dos artistas Bruno Baptista e Hélder Bento – organista e tenor, respectivamente. Os artistas, naturais da Lixa (Felgueiras), interpreta- ram temas de J.P. Sweelinck, H. Schütz, J. Pachelbel, J.S. Bach, D. Zipoli, entre outros compositores. Bruno Baptista – organista - concluiu o curso comple- mentar de Órgão na classe do Professor Paulo Alvim, no Conservatório de Música do Porto, tendo frequen- tado vários cursos de aperfeiçoamento ao longo da sua formação como organista, bem como participado em diversos eventos musicais. Internacionalmente desta- ca-se a participação nos concertos integrados nas co- memorações do 200º aniversário do nascimento de Felix Mendelsson, em Roma – Itália e no concerto de

órgão e canto na Catedral de Orleães, em França. Recentemente frequentou a licenciatu-

Orleães, em França. Recentemente frequentou a licenciatu- Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos contou

Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos contou com as actuações dos artistas Bruno Baptista e Hélder Bento

ra

em Música Sacra na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, na classe de Órgão

e

Improvisação do Professor Doutor Giampaolo di Rosa.

Hélder Bento – tenor - concluiu em 2008 a sua licenciatura em música, na variante de canto na classe de José de Oliveira Lopes. Cantou durante anos como barítomo e relaci- onado com Oratória. Na ópera, como solista interpretou vários temas. Actualmente, é

elemento do Coro da Casa da Música onde tem actuado frequentemente como solista, destacando-se o Festival de Música Antiga de Úbeda e Bayeza (Espanha) e o Festival Haendel (Londres). Já trabalhou, com os mestres Paul Hillier, Álvaro Cassuto, José Fer- reira Lobo, Armando Vidal, entre outros.

O Órgão de Tubos do Mosteiro de S. Miguel de Refojos que deu som ao concerto, foi

construído em 1771 e após um interregno de oito décadas voltou a tocar em 2009.

Festivais de Verão animam Terras de Basto

Durante o próximo mês de Agosto irão realizar-se vários festivais musicais de Verão na Região de Basto. Em destaque estão “Oural Summer Party”, “Ecos da Terra” e “Rock In Rua”

Cronologicamente, o primeiro festival de Agosto será o “Oural Summer Party”. Or- ganizado e dinamizado pela ARDCA (As-

sociação Recreativa, Desportiva e Cultural

de Abadim) sita na Serra do Oural em Aba-

dim, Cabeceiras de Basto. Este festival pri- ma pelo espaço envolvente e pelo desta-

que da música electrónica. Em 6 de Agosto de 2011 celebra-se a quinta edição de um festival que tem ganho peso e destaque no panorama dos festivais da região de músi-

ca electrónica. Este ano actuarão em Aba-

dim “Sepypes”, “Electro Domestic”, “ André Alves” e “The Konektors” entre outros. No mesmo mês haverá a terceira edição do festival “Ecos da Terra” em Britelo, Ce- lorico de Basto. Um festival que pretende divulgar e promover a região, dando a co- nhecer a beleza paisagística, a gastrono-

mia, o artesanato e as suas gentes. A ani- mação passará pela música, dança e teatro, usos e costumes, arte e produtos tradicio- nais. Em termos musicais, promove essencialmente a música tradicional portuguesa, assim como as mais variadas músicas do mundo. Dia 18 actuam os Tuttis Ca- traputtis; dia 19 tocam os Uxu Kalhus, Roncos do Diabo, Kar- rossel e Velha Gaiteira; dia 20 sobem ao palco Olive Tree Dance, Dazkarieh, Madandza e Rakia. Em 26 de Agosto, a animação musical chega a Arco de Baú- lhe. É a segunda edição do “Rock In Rua”, na velha Rua de Arco de Baúlhe, e faz jus ao nome que ostenta. O Rock reina neste evento musical e estão confirmadas as seguin- tes bandas: “Hellord”, “Peep- show”, “Estroina”, os mondi- nenses “Orangotang” e “The Dixie Boys”.

os mondi- nenses “Orangotang” e “The Dixie Boys”. Oural Summer Party” , “ Ecos da Terra”

Oural Summer Party” , “ Ecos da Terra” e “Rock In Rua” realizam-se em Agosto

Ecos da Terra” e “Rock In Rua” realizam-se em Agosto Jornal “O Basto” tem nova Direcção

Jornal “O Basto” tem nova Direcção

em Agosto Jornal “O Basto” tem nova Direcção Uma nova equipa que pretende um novo “espírito”

Uma nova equipa que pretende um novo “espírito” para o jornal

O Jornal “O Basto” conta desde o passado dia 17 de Junho com uma nova Direcção,

responsável por conduzir os destinos deste órgão de comunicação social das Terras de Basto nos próximos três anos. A Direcção da adbasto (associação de

desenvolvimento técnico-profissional das terras de basto) deliberou por unanimidade designar como Director do Jornal, Marco Gomes, que já vinha exercendo as funções de Sub-Director. Este jovem licenciado em Ciências da Computação e mestrando do Mestrado em

Informática na Universidade do Minho, acumulará o cargo de Director com as funções de Editor.

O novo Director - Adjunto do Jornal “O Basto” é o jovem arcoense Vítor Pimenta,

médico nos Hospitais da Universidade de Coimbra e autor do Blogue malmaior.blogspot.com . O elenco da nova Direcção do Jornal “O Basto” fica completo com a jovem cabeceirense Teresa Magalhães, que ocupará o cargo de Sub- Directora. Refira-se que Teresa Magalhães é natural de Pedraça, Cabeceiras de Basto e é licenciada em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade do Minho, estando neste momento a frequentar o Mestrado em Mediação Cultural e Literária (Jornalismo e Cinema). Da nova Direcção do Jornal “O Basto” a Direcção da adbasto espera “um jornalismo isento e responsável que dignifique a História deste periódico que vai já no sétimo ano de publicação e que pode dizer-se, é o único jornal verdadeiramente regional na área geográfica das Terras de Basto, divulgando mensalmente na edição impressa e diariamente na sua edição on line, a actualidade informativa dos quatro concelhos da região. Trata-se de uma Direcção com um perfil jovem e com grande futuro”.

Secretário do Turismo de Cajueiro da Praia visita redacção do Jornal “O Basto”

O Secretário do Turismo do Município brasileiro de Cajueiro da Praia visitou no passado dia 15 de Julho a redacção e administração do Jornal “O Basto”, onde foi recebido pelo Dr. Marco Gomes, Director deste órgão de comunicação social, aproveitando para conhecer melhor a História deste periódico das Terras de Basto

Francisco Rocha, que é também Presi- dente do Partido Republicano Brasileiro daquele município do Estado do Piauí, partido que detém o Poder na Prefeitura de Cajueiro da Praia, exerce as funções

de assessor do Prefeito Dr. Girvaldo Al- buquerque e encontra-se de visita a Por- tugal para conhecer melhor a realidade

e o desenvolvimento turístico, social e económico de alguns municípios portu-

gueses. Refira-se que Francisco Rocha é também assinante do Jornal “O Basto”

e tem laços de família que o ligam a

Cabeceiras de Basto, sendo sogro do actual Presidente da adbasto, Dr. Miguel Teixeira, visitando pela primeira vez o nosso concelho, para participar no baptiza- do de sua neta Maria Eduarda. Francisco Rocha é licenciado em Geografia do Turismo e exerce funções de Secretário Municipal do Turismo do município de Cajueiro da Praia, um dos quatro municípios que integra a costa do Estado do Piauí, caracterizada por Praias absolutamente paradisíacas e ainda inexploradas, assistindo agora ao desenvolvimento turístico e económico. São símbolos deste município o Peixe-Boi Marinho e o Cavalo Marinho, muito procurados pelos Turis- tas. Saliente-se por último que Cajueiro da Praia é um município que tem aproxi- madamente 7200 habitantes e uma área territorial de 270 Kms quadrados. Neste município liderado pelo dinâmico Prefeito Dr. Girvaldo Albuquerque, existe a Praia de Barra Grande, que é considerada pelo Jornal Americano New York Times uma das praias mais belas do mundo, com as melhores condições para a prática

do Kite Surf, devido aos ventos extremamente favoráveis para a prática deste desporto.

Francisco Rocha visita o jornal “O Basto” na companhia de Marco Gomes

a prática deste desporto. Francisco Rocha visita o jornal “O Basto” na companhia de Marco Gomes

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a prática deste desporto. Francisco Rocha visita o jornal “O Basto” na companhia de Marco Gomes

20 de Julho de 2011

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O semáforo de Basto Por Teresa Magalhães

A Câmara Municipal de Ribeira de Pena colocou cinco oleões para recolha de óleos alimentares, nas vilas de Salvador e Cerva. Esta ini- ciativa surge da assinatura de um protocolo com a Biosys, Serviços de Ambiente Lda., que se compro- meteu a fornecer os oleões de exterior e até Dezembro de 2013 instalar oleões em todos os ecopontos do concelho. Deste modo, vai ser reduzida a carga poluente nas ETAR municipais, o consumo de combustí- veis fósseis e a emissão de gases com efeito de estufa. Uma notável inicia- tiva da Câmara Municipal de Ribeira de Pena, exemplo a seguir pelos res- tantes municípios.

de Pena, exemplo a seguir pelos res- tantes municípios. I nfelizmente, Cabeceiras de Bas- to registou
de Pena, exemplo a seguir pelos res- tantes municípios. I nfelizmente, Cabeceiras de Bas- to registou

Infelizmente, Cabeceiras de Bas- to registou o maior número de

perda de empregos, entre todos os concelhos do distrito de Braga. Em 2005 o município continha

1220 desempregados. Seis anos

depois, o número de pessoas sem emprego subiu para os 1752, con- firmando um agravamento de 43, 60 pontos percentuais. Facto que vem clarear a drástica diminuição da população. Se os cabeceirenses não en- contram sustento na terra, abandoná-la torna-se uma forte possibilidade.

na terra, abandoná-la torna-se uma forte possibilidade. O s censos realizados pelo Insti- tuto Nacional de
na terra, abandoná-la torna-se uma forte possibilidade. O s censos realizados pelo Insti- tuto Nacional de

Os censos realizados pelo Insti-

tuto Nacional de Estatística reve- laram que a região de Basto de

2001 para 2011 perdeu 3445 habi-

tantes. Sendo que Cabeceiras de Basto foi o concelho que perdeu maior número de residentes, se- guindo-se Mondim de Basto, Ri- beira de Pena e, por fim, Celorico de Basto. A forte diminuição da popula- ção activa deve-se, sobretudo, à falta de emprego e consequente emigração e ao envelhecimento da população.

consequente emigração e ao envelhecimento da população. Contactos: 968 039 756 - 962 768 019 -
consequente emigração e ao envelhecimento da população. Contactos: 968 039 756 - 962 768 019 -
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20 de Julho de 2011

A ressaca

Por Alexandre Vaz

Uma sociedade livre e pluralista não permite que o poder meta a pata na comunicação social. Essas extravagâncias devem ser deixadas para outros regimes, como Cuba e Coreia do Norte. João Pereira Coutinho – “Correio da Manhã”

Circulando entre a cátedra cristalina e a tasca mais rasca, um aroma torpe tomou conta do país. É o cheiro do cinis- mo. Sim, cinismo. É aquele cinismo do “somos todos cul- pados”. Lamento, mas tenho de agitar esta cínica pesti- lência: não, não somos todos culpados. Eu, pelo menos, não sou culpado. Já vivi 74 anos e não tenho dívidas. Não devo nada ao Estado nem ao Município, que me têm esfo- lado bem esfolado. Cortam-me o IRS na fonte, pago o IMI

e outras alcavalas. Pago, sempre paguei. Nunca pedi em- préstimo especial, portanto mais baratinho, ao banco. Possuo uma casa modesta com o meu dinheirinho e o

meu carro dura que dura há 20 anos. Nunca comprei nada

a crédito. Não tenho as geringonças da moda, não uso

telefone portátil, não manuseio computador, nunca fiz féri-

as no Algarve, muito menos nos paraísos turísticos, não possuo máquina fotográfica, nem de filmar, nunca com- prei uns binóculos, nunca possuí qualquer arma de fogo,

a não ser a da esferográfica, o meu sofá parece tão sólido

como uma colónia de térmitas, mas enquanto honrar os compromissos com o lar, não o troco. Nunca tive direitos adquiridos. Descontei direitinho para a Caixa Geral de Aposentações e contribuí o mais que pude para o bem do meu berço, sem retornos, graciosamente. Soube sempre dizer “não” quando era preciso dizer “não”, o que me ficou bem caro, e fui baptizado com o baptismo da verdade. Sou um otário. Fui mordido por três víboras, mas escapei ao veneno. Não, não me estou a queixar. Pelo contrário:

como dizia o mestre Aron, a ausência de “direitos” e de propriedade gera liberdade, uma liberdade antiga. Mas,

por amor de Deus, não me venham dizer que “somos to-

dos culpados”. Da próxima vez que ouvir este insulto serei bem capaz de imitar aquele-que-não-menciono-pelo-nome, isto é, posso ser um pouco mal-educado. E o pior é que não vou ter ninguém a dizer “ah, não é má educação, é apenas uma genial estratégia de comunicação”.

A verdade, verdadinha, independentemente do género de

comunicação, é que não vai ser nada fácil pagar os custos destes sete anos de pronto a vestir em tudo: habilitações

académicas, computadores à borla, estádios de futebol às

moscas, parques escolares (fábricas de alunos), freeports, faces ocultas, casas pias, o viaduto de Santa Senhorinha,

o túnel do Marão, aeroportos que não se vêem, autoestra-

das sem carros e comboios-fantasma, o tiroliro, a comé-

dia da vida, endróminas e trapalhadas in loco, até porque

a transmigração dos medíocres é inevitável e contagiosa.

A partidocracia foi chão que deu uvas. O povo é sobera-

no? Tretas. O nosso voto é manipulado todos os dias. Se a versão normal deste “somos todos culpados” é irri- tante, a sua tradução política é desonesta. Estou a falar, obviamente, do hit desta primavera: “os partidos são to- dos iguais”. Esta lengalenga põe-me em pé de guerra, ao ponto de parecer um apache, com uma peninha no cocu- ruto e tudo. Ora, o PS governou o país como quis e lhe apeteceu na última década e meia, num conúbio perma- nente e indisfarçável com a mesma gentinha do costume que parasita o Estado e o Poder Local. Para sermos exac- tos, o PS governou 85% dos últimos 16 anos, logo o PS não é igual aos outros. O PS é o culpado. Lendo jornais e vendo televisão, até parece que este gongórico facto é um caso de opinião. Não, não é uma opinião. É um facto: o grande culpado é o PS, porque a governação a trouxe- mouxe pertenceu ao PS. E, atenção, a culpa não é apenas daquele-que-não-menciono-pelo-nome. Não foi João Cra- vinho quem inventou o pesadelo das SCUT? Ou será que as SCUT saíram da diabólica cabecinha da omnipresente Carmelinda Pereira? Não foi Vítor Constâncio, agora re- galado no BCE, quem inventou a “teoria” económica que validou o desastre da última década (“com o euro não vol-

taremos a ter problemas na balança de pagamentos”)? Ou será que a criação deste portento teórico é da responsabi- lidade do patético e ubíquo Garcia Pereira? E será que a subida do desemprego (6% em 2004, 12,6% em 2011) é da responsabilidade do MEP, o mais fofinho dos partidos?

E será que o crescimento suicida da dívida pública (55%

em 2004, 100% em 2011) é uma consequência, sei lá, do aquecimento global, e não da incompetência do PS?

O cinismo do “somos todos culpados” e do “são todos

iguais” é um veneno amoral que está a corroer a nossa sociedade. Esta amoralidade intrínseca e corrosiva é, ali- ás, o grande legado daquele-que-não-menciono-pelo- nome. Perante isto, e o mais que se pode verificar, resta afirmar que a culpa não pode morrer solteira. A culpa não

é uma orgia romana onde todos os gatos são pardos. Em

democracia, a culpa não dorme em todas as camas. E, na nossa democracia, aqui e agora, a culpa está a dormir na caminha do PS, e a sua almofada é mesmo aquele-que- não-menciono-pelo-nome.

O futuro deixou de nos pertencer.

Lembrando a mítica Eva Perón, “nós somos os descami- sados”.

NOTA – O regresso tardio à agricultura, apelado, em vão, pelo Presidente da República e Paulo Portas faz- me rir, gargalhar. As pessoínhas foram tão mal habitua- das que ainda estão à espera de uma secretária onde possam sentar-se a conversar ou a bocejar, deixem-se de ser líricos. O que vão continuar, isso sei eu, são as zonas agrárias, as delegações provinciais, as mútuas de gado e de porcos para encher os bolsos às centenas de técnicos burocratas. Nem tampouco os do Rendimen- to Mínimo foram e serão aproveitados para cultivar os muitíssimos terrenos agrícolas abandonados, por falta de mão-de-obra.É muito melhor acomodarem-se nos cafés a jogar cartas e a beber taças de vinho ou a co- mer bolos e a tomar meias-de-leite nas pastelarias. Agri- cultura? Vou ali ver o que é bom para a tosse e já ve- nho.

NECROLOGIA

NECROLOGIA

NECROLOGIA

a tosse e já ve- nho. NECROLOGIA NECROLOGIA NECROLOGIA D. Ana de Oliveira (Casa das Almas

D. Ana

de Oliveira

(Casa das Almas - Refojos)

Nasceu a 05/10/1933 Faleceu a 29/06/2011

Almas - Refojos) Nasceu a 05/10/1933 Faleceu a 29/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Casimiro Santos Brás (Bucos) Nasceu a 12/10/1952 Faleceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Casimiro Santos Brás (Bucos) Nasceu a 12/10/1952 Faleceu a

Casimiro Santos Brás

(Bucos)

Nasceu a 12/10/1952 Faleceu a 10/07/2011

Brás (Bucos) Nasceu a 12/10/1952 Faleceu a 10/07/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. António Fernandes (Toninha - Riodouro) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. António Fernandes (Toninha - Riodouro) Nasceu a

António

Fernandes

(Toninha - Riodouro)

Nasceu a 24/11/1924 Faleceu a 30/06/2011

- Riodouro) Nasceu a 24/11/1924 Faleceu a 30/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Isaura Rodrigues (Ranha - Painzela) Nasceu a 06/06/1924
querido.querido.querido.querido.querido. D. Isaura Rodrigues (Ranha - Painzela) Nasceu a 06/06/1924

D. Isaura

Rodrigues

(Ranha - Painzela)

Nasceu a 06/06/1924 Faleceu a 12/06/2011

(Ranha - Painzela) Nasceu a 06/06/1924 Faleceu a 12/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Antonio Maria Rodrigues Rebelo (S Nicolau) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Antonio Maria Rodrigues Rebelo (S Nicolau) Nasceu a

Antonio Maria Rodrigues Rebelo

(S Nicolau)

Nasceu a 27/12/1947 Faleceu a 08/07/2011

Rebelo (S Nicolau) Nasceu a 27/12/1947 Faleceu a 08/07/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Rosa Gonçalves (Refojos de Basto) Nasceu a 30/04/1919
querido.querido.querido.querido.querido. D. Rosa Gonçalves (Refojos de Basto) Nasceu a 30/04/1919

D. Rosa

Gonçalves

(Refojos de Basto)

Nasceu a 30/04/1919 Faleceu a 19/06/2011

(Refojos de Basto) Nasceu a 30/04/1919 Faleceu a 19/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. FUNERÁRIA CABECEIRENSE, LDA GERÊNCIA DE PAULINO FERREIRA

FUNERÁRIA CABECEIRENSE, LDA

GERÊNCIA DE PAULINO FERREIRA E ISIDRO FERREIRA

Tlm: 968 081 863 - 969 009 619 Telef: 253 662 203 - 253 662 365

20 de Julho de 2011

FERREIRA E ISIDRO FERREIRA Tlm: 968 081 863 - 969 009 619 Telef: 253 662 203

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Correio do leitor

chado foi sempre posto com visibilidade diminuta e o caso mais relembrado desta situação é a célebre Praça da Alegria em Cabeceiras, em que o camarada Joa- quim Barreto convidou o camarada China para falar dos Bombeiros, em vez de convidar o seu legal re- presentante Jorge Machado que é o Presidente da direcção dos Bombeiros. Já para não falar do Jornal Ecos de Basto, onde o mesmo Jorge Machado é sem- pre colocado de costas ou em fotografias pequeninas que ninguém consegue perceber. Estou certo que é tudo por acaso! Mas o maior erro dos actuais mandantes do PS local, que irão provocar sérias mazelas ao PS, é que se julgam proprietários do partido. Facto que lamento. Na minha opinião considero o Camarada Jorge Ma- chado o melhor e mais bem preparado candidato que

o

Partido Socialista pode ter. Manifesto-lhe desde já

o

meu apoio incondicional para que no nosso Partido

lute pelo melhor para os Cabeceirenses e pela pros- peridade do nosso concelho. Só quem fosse tolo não aproveitaria um excelente gestor e um lutador com bons princípios.

Tristão Malheiro

A minha militância no PS e o velho ciclo (novo ciclo estou seguro que não é)

Reconheço que eles fazem o que querem e eu man- tenho-me sereno por fora, mas doente por dentro. Sou normalmente um fervoroso adepto da equipa de que faço parte, e estes dias têm emergido ocorrênci- as que me retraem, me deixam perplexo e com um grande descontentamento. Ao ver o Jornal Ecos de Basto, na sua edição de 4 de Julho de 2011, dou por mim a espreitar para a primei- ra página e vejo o camarada China Pereira e o cama-

NECROLOGIA

página e vejo o camarada China Pereira e o cama- NECROLOGIA António Santos Rodrigues (Bucos) Nasceu

António Santos Rodrigues

(Bucos)

Nasceu a 23/10/1938 Faleceu a 18/06/2011

Rodrigues (Bucos) Nasceu a 23/10/1938 Faleceu a 18/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. rada Joaquim Barreto a mostrar a sua disponibilidade para

rada Joaquim Barreto a mostrar a sua disponibilidade para serem candidatos nas próximas eleições autár- quicas, em 2013 (daqui a 2 anos e 3 meses). É lógico que cada um faz o que quer e o que lhe apetece, mas uma das coisas que me entristece é ver estes militan- tes que já dirigem o partido socialista há mais de 20 anos e nem por sombras têm apetite de alternar o seu poder para outros militantes que serão tão bons ou melhores que eles. Claro que só o podem compro- var se o fizerem. Eu pergunto-me, mas por que raio estes dois can- didatos aparecem no jornal e não aparece o cama- rada Jorge Machado? É que eu sei, como toda a gente sabe que ele está disponível para ser candi- dato. Sempre me apercebi que nos média locais e nos even- tos fomentados pela câmara, o camarada Jorge Ma-

Lugar de Sobreiro - Real 4700 - 272 BRAGA e-mail: dc-cci@netc.pt Telefone 253 625 644

Lugar de Sobreiro - Real 4700 - 272 BRAGA

e-mail: dc-cci@netc.pt

Telefone 253 625 644 Telef. Fax. 253 662 661

NECROLOGIA

NECROLOGIA

253 625 644 Telef. Fax. 253 662 661 NECROLOGIA NECROLOGIA Francisco Teixeira (Boadela - Pedraça) Nasceu

Francisco

Teixeira

(Boadela - Pedraça)

Nasceu a 26/12/1949 Faleceu a 23/06/2011

- Pedraça) Nasceu a 26/12/1949 Faleceu a 23/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Joaquim Augusto da Costa (Arco de Baúlhe) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Joaquim Augusto da Costa (Arco de Baúlhe) Nasceu a

Joaquim Augusto da Costa

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 15/11/1930 Faleceu a 01/07/2011

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 15/11/1930 Faleceu a 01/07/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Aurora Magalhães Ferreira (Arco de Baúlhe)
querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Aurora Magalhães Ferreira (Arco de Baúlhe)

D. Maria Aurora Magalhães Ferreira

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 14/11/1935 Faleceu a 27/06/2011

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 14/11/1935 Faleceu a 27/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria da Conceição Fernandes Moura (Cavez) Nasceu a
D. Maria da Conceição Fernandes Moura (Cavez) Nasceu a 12/10/1931 Faleceu a 21/06/2011
D. Maria da Conceição
Fernandes Moura
(Cavez)
Nasceu a 12/10/1931
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D. Maria Alice

Pereira

Nunes

D. Maria Alice Pereira Nunes (Boadela - Pedraça) Nasceu a 25/04/1918 Faleceu a

(Boadela - Pedraça)

Nasceu a 25/04/1918 Faleceu a 12/07/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Gonçalves Vilela (Chacim - Refojos) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Gonçalves Vilela (Chacim - Refojos) Nasceu a

D. Maria Gonçalves Vilela

(Chacim - Refojos)

Nasceu a 19/10/1947 Faleceu a 14/06/2011

(Chacim - Refojos) Nasceu a 19/10/1947 Faleceu a 14/06/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da Dignidade

Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da

Dignidade

Prestígio

Profissionalismo

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Telefone/Fax 253 768 028 - Telemóveis 966110549 / 96116183

Telefone/Fax 253 768 028 - Telemóveis 966110549 / 96116183 Email: funeraria.carvalho@sapo.pt

Pompas

fúnebres

exclusivas

Mário Leite* (Professor)
Mário Leite*
(Professor)

Blogue do Professor

http://bloguedoprofessor.blogspot.com

O problema dos milhões - Os últimos tempos têm sido de grande discussão em torno das questões económicas e financeiras, em resultado da situação a que chegou Portugal. Como dizia Cavaco Silva, se um País não deve, não se preocupa com os mercados, mas se está dependente a questão agudiza-se. Portugal está “sem tostão”. Endividou-se nos últimos seis anos de forma des-

mesurada, ficando o país e cada um de nós num verdadeiro nó cego. Não há dinheiro para nada, absolutamente nada. Temos de aprender a viver com essa realidade. Acresce ainda o facto de na guerra entre as moedas, o dólar e o euro, acabarmos por ser o elo mais fraco e assim o objecto de um ataque selectivo, permanente e castrador das nossas pos- sibilidades de recuperação. Mas como é que nós chegámos a este estado de coisas? Fundamentalmente por duas razões: a mania das grandezas e o dinheiro fácil. Os portugueses nunca perderam o espírito imperial de outrora. Um país, que já foi um considerável império, ganhou tiques de riquismo balofo. Todos temos de ter uma casa, dois carros, muitos tele- móveis. Todos temos de fazer férias nos sítios mais “in”. Os nossos hábitos de consumo suplantam de forma abissal os nossos compromissos de trabalho, de criação de riqueza, de poupança. Todos nós (a grande maioria) gastamos muito mais do que produzimos. E não vale a pena escon- der essa realidade. Alguns fizeram-no ainda dentro de limites suportáveis, outros nem por isso. Claro que a existência de dinheiro fácil muito ajudou para esta situação. A banca disponibilizou créditos sem crédito. Os muitos projectos, incentivos, programas operacionais, … disponibiliza- ram às pessoas e às instituições muitos milhões de euros sem cuidar de saber se havia condi- ções de suportar os respectivos encargos ou se as verbas envolvidas eram devidamente aplica- das e geradoras de riqueza que permitisse acautelar o futuro. Muitos milhões de euros gastos, estamos em pré-falência, como diz a Moody’s, somos lixo. Claro que no meio disto, muitos há que enriqueceram, que souberam aproveitar os ventos que corriam de feição e o nosso país agravou a disparidade entre os mais ricos e os mais pobres. Mas todos vamos ter de pagar a factura e por certo serão os mais pobres a ter de pagar mais e sofrer de forma mais violenta as consequências.

A pesada herança - Também por cá é preciso fazer contas. Durante este período, na nossa autarquia também se gastaram muitas dezenas de milhões de euros. Quer os resultantes do orçamento ordinário, o das contribuições do poder central, o dos projectos europeus, o dos empréstimos, o das dívidas contraídas. O muito que foi cobrado aos cabeceirenses. Assim num cálculo rápido, muito para cima de cem milhões de euros. Está na hora de pedir responsabilidades. Não pelo gasto do dinheiro. Isso, sabemos que foi gasto dentro das regras da contabilidade oficial. Isso é atestado pela documentação contabilística. Mas pela forma como foi gasto. É urgente analisar as prioridades seguidas. É importante verifi- car o retorno de riqueza produzida para o concelho. Cabeceiras de Basto foi, talvez, dos concelhos mais bafejados com os milhões da benevolência da governação socialista. No entanto, volvidos estes anos, continuamos com o nosso estrutural atraso, ou até vimos agravada a nossa situação. Não foi por se ter gasto rios de dinheiro que mudámos de vida, que nos desenvolvemos. Basta atentar nos índices do desemprego, dos resultados escolares, da qualidade de cuidados de saúde, do crescimento económico, da emigração. As obras feitas serviram apenas para gastar o dinheiro e deixar-nos uma pesada herança. Aqui e no país!

* Colaborador

Albino Antunes*
Albino Antunes*

O QUE OS OLHOS MORTAIS

NÃO ENXERGAM

(CAPÍTULO LXXVI)

Neste capítulo vou fazer uma abordagem possível, sobre a abrangência do “Farol” de Cristo.

Entende-se por farol a energia emanada pelo Mestre. Energia que chega a todos os pontos receptivos da Terra. Digo receptivos porque a energia Divina não vibra no mal, motivo por que quem desejar receber essa energia não pode estar a vibrar no mal. A Energia Divina está diluída em todos os universos pronta a ser recebida, basta haver conexão. Para haver conexão é necessário acreditar que não somos matéria mas sim energia. Matéria é o invólucro (corpo) que serve apenas para carregarmos as limitações físicas que atraímos. Essas limitações são necessárias para trabalharmos as fragilidades e limparmos os maus karmas. Porque existe tanta negação? Porque o ser humano não sabe quem é. Pensa que é aquela figura que nasceu, cresceu, trabalhou, fez mal ou bem, foi direito ou um burlão, depois morre e lá vai aquela figura no caixão para o buraco. Viveu na negação e

quando se está a conspurcar o ambiente ou a causar desarmonia seja em que sentido for. Porque é que a humanidade tem o portal tão fechado? Porque a humanidade vibra na mentira. Tem vindo a ser

instruída para que a trapalhice evolua paralelamente

á ciência, é a lei do desenrasca-te. A consequência

é a lei da negação, da mentira dos desequilíbrios e

desarmonias. Depois as doenças, as catástrofes, as incertezas, os stress os desentendimentos. Mas não fica por aqui, como já referi em capítulos anteriores,

depois vêm os retornos com as perdas, doenças e deficiências físicas, é a lei do karma a funcionar, no entanto, o “farol” do Mestre continua com a mesma intensidade à espera que a humanidade entre em harmonia sem lhe alterar o livre arbítrio. O homem tem de se pacificar com os opostos para que o Universo entre em harmonia. Havendo harmonia diminuem as catástrofes, as doenças e as pessoas passam a viver melhor, mas como vêm estamos longe dessa meta. A energia da humanidade está a circular em sentido oposto à energia da harmonia, é por isso que se geram as crises, porque tudo aquilo que sobe fora da energia da harmonia cai a curto ou longo prazo. A nível das nações parece haver grandes intervenções de pacificação, mas é claro que é tudo feito por interesse, onde não há interesse não há intervenção, é o jogo da hipocrisia

e do poder, do grupo de gente importante, mas estes

feitos talvez não sejam iluminados porque não têm

a chancela da energia do Universo.

a

maior parte continua para lá do túmulo refractária

à

Energia Universal.

O

“farol” do Mestre continua a iluminar, sempre com

a

mesma intensidade e a atingir todos os ângulos,

é

só necessário que o ser humano deixe entrar a

Luz no peito e se deixe diluir nessa Luz. Como é evidente, esta Luz não ilumina as injustiças, não brilha quando se está a tramar o próximo, não brilha

Paulo Pinto* (Professor)
Paulo Pinto*
(Professor)

A papelada

Escuto frequentemente colegas de pro- fissão – dos mais valorosos, dos mais esforçados – dominados por sentimentos de desânimo e de frustração. Não por causa dos cortes nos salários nem do congelamento das carreiras, que decor- rem da situação económica e financeira de todos conhecida. Os melhores profes-

sores não costumam dedicar muita im- portância à paga que recebem. São outras as razões do seu descontentamento. Entre elas conta-se decerto a perda de capacidade de inter- venção na escola e na comunidade educativa. Os poderes públicos encerram escolas e extinguem agrupamentos sem consultar os interessados. Com os professores em minoria no órgão máximo das escolas, e os assentos dos pais entregues muitas vezes e gente sem representatividade nem indepen- dência, as autarquias ficam com o controlo incontestado das escolas. As direcções vêem-se obrigadas a não desagradar à Câmara Municipal, mas em contrapartida têm rédea livre para pôr e dispor internamente sem necessidade de gerar consen- sos nem de promover a participação e o debate de propostas. Resta ainda o plano «micro», o da sala de aula e o do trabalho pedagógico, onde um professor dedicado pode encontrar refú- gio e realização. Mas aí intervém uma outra evolução perver- sa da profissão docente: a burocratização. Ainda a aula não

acabou e já o professor tem o monstro à sua espera. Para tudo e para nada se multiplicam as actas, as convocatórias, os rela- tórios, as minutas, as grelhas, os planos, as planificações, os projectos, as caracterizações, as fichas, as sínteses, as anua- lizações, os portfolios, os registos, as monitorizações, etc., etc. Horas e horas são consumidas em reuniões e tarefas de utili- dade no mínimo duvidosa, que retiram tempo e energia àquilo que importa de facto que os professores façam: actualizar co- nhecimentos, preparar aulas e actividades, delinear estratégi- as criativas, ensinar, educar, formar. A cereja no cimo do bolo é o impagável processo de avaliação de desempenho que, de tão mal concebido que foi, tem pouco de justo e nada de rigoroso. Representa, isso sim, mais uma montanha de formalidades e horas mal gastas a interpretar minudências catroguianas baseadas em premissas erradas. Para que serve tudo isto? – interrogam-se as pessoas. As prioridades estão invertidas: o que devia ser secundário e acessório tornou-se central. Os professores deixaram de ter disponibilidade para acompanhar os alunos, conversar com eles, inovar, investigar por conta própria, investir emocional- mente. Os que ainda o fazem são autênticos heróis que pres- cindem praticamente de vida pessoal. Após as horas passa- das a debitar aulas como obedientes funcionários, os docen- tes viram-se depois para a sua nova verdadeira função: produ- zir papelada e preencher documentos. A nova equipa ministe- rial parece desejar que recentremos a nossa acção no trabalho com os alunos; mas será que o monstro da burocracia o vai

consentir? Não sei.

*Colaborador

É sabido que existe uma grande franja da humanidade que se encontra

escondida na concha por causa do medo, mas quando sente as costas

protegidas sai da concha e faz os distúrbios mais absurdos e indignos. Solta o monstro que estava escondido por trás da aparência e baixa ao seu submundo onde não há luz.

O Universo está a direccionar nova vida, por isso é que as economias

estão a desmoronar-se. Já está tudo velho, tudo contrafeito, é preciso

renovar, no entanto existem grandes resistências , aparecem novos políticos com novas palavras a rolar por caminhos velhos, não querem admitir que os sistemas estão caducos, ou se entra em novos sistemas

claros em que a vida não seja um negócio, ou o Universo encarrega-se de repor a harmonia, mas com lágrimas e ranger de dentes.

A humanidade goza do livre arbítrio, mas não pode caminhar

eternamente para o abismo. No próximo capítulo vou tentar fazer uma abordagem sobre as razões por que não devemos ter tanto medo da morte.

*Colaborador

Os artigos de opinião publicados são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”.

são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”. 20 de

20 de Julho de 2011

são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”. 20 de
Teresa Magalhães (Sub-Directora)

Teresa Magalhães

(Sub-Directora)

Editorial

“Censo” comum

Os residentes das Terras de Basto estão a diminuir significativamente, o resultado dos últimos censos vem comprovar esta drástica perda de população. Se por um lado o envelhecimento da população está na origem da escassez de gente, por outro, a falta de emprego vem piorar

notoriamente esta agravante. A crise económica faz-se sentir em todo o país e as Terras de Basto não são excepção. Os habitantes da região de Basto, sobretudo, os cabeceirenses têm, cada vez mais, partido em busca do que dificilmente encontrarão por cá, novas oportunidades. Recentemente, tivemos conhecimento, através do Diário do Minho, que Cabeceiras é o concelho do Baixo Minho a somar o maior número de perdas de emprego. Ora, se vigora a falta de postos de trabalho e ainda aumenta fortemente o número de cidadãos a ficarem sem sustento, a redução populacional tende a aumentar. Com estas estatísticas, alguém se atreve a dar um palpite de quantos habitantes haverá na região de Basto aquando dos resultados dos próximos censos? Fica a sugestão…

Convívio da Academia de Cultura da Santa Casa da Misericórdia de Cabeceiras

Por Mamede Mendes

Tanto estas viagens, como a manutenção da Academia, tiveram e têm os seus custos, mas todos eles suportados única e exclusivamente pelos membros da Aca- demia, já que esta está “riscada”, a lápis vermelho, por parte dos serviços de cul- tura do município, da atribuição de qualquer subsídio

tura do município, da atribuição de qualquer subsídio A Academia de Cultura da Santa Casa da

A Academia de Cultura da Santa Casa da Misericórdia de São Miguel de Refojos festejou no passado dia 29 de Junho, o encerramento do ano lectivo, com um jantar convívio, no qual se reuniram todos os seus componentes, após ter estado em permanente actividade académica desde o princípio do mês de Setembro do ano findo. Foi, na verdade um convívio maravilhoso, onde novamente se verificou a grande amiza- de entre todos, mas sobretudo a alegria fascinante que os invade e contagia com os seus cantares de modinhas regionais, das anedotas, algumas bem picantes e declamação de poesia, o que aliás, sempre assim tem acontecido nestas circunstâncias. Fez-se, ainda, a retrospectiva do “Ano Lectivo” que se projectou como sendo muito esti- mulante, de excelente qualidade, chegando mesmo ao ponto de se verificar uma vasta faixa cultural. Também foram lembrados e comentados os belos passeios culturais que durante esse período, se realizaram, designadamente, o do Alentejo visitando Castelo de Vide, Mar- vão, Reguengos, Monsaraz, Alqueva e Évora, onde se pernoitou duas noites, em Hotel do mesmo nome; o do Nordeste Transmontano com visita a Mirandela, Macedo de Cavalei- ros e Miranda do Douro, dormindo nesta cidade, para da parte da manhã de Domingo se visitar o centro da mesma e assistir à Santa Missa na Sé Catedral, indo em seguida para Mogadouro e daí, após o almoço, para Alfandega da Fé e Cerejais; e, por último, os passeios a Espanha: - um à monumental cidade de Santiago de Compostela e outro pela Galiza visitando Vigo, Pontevedra, Porto Novo, com alojamento no Hotel Pirâmide, La Toga, Grove e Corunha. Tanto estas viagens, como a manutenção da Academia, tiveram e têm os seus custos, mas todos eles suportados única e exclusivamente pelos membros da Academia, já que esta está “riscada”, a lápis vermelho, por parte dos serviços de cultura do município, da atribuição de qualquer subsídio. Entrou-se agora na época de férias, mas querendo Deus, em Setembro lá estare- mos, novamente, na Academia a frequentar os respectivos cursos didácticos que terão lugar durante o período de funcionamento do respectivo “ano lectivo”. Lembrei-me de “botar” isto no Jornal, visto saber que ainda há cabeceirenses que desconhecem a existência desta Academia, onde entre outras coisas de cultura, também se tem aprendido o culto da verdadeira amizade.

Opinião

ALERTA

tem aprendido o culto da verdadeira amizade. Opinião ALERTA Ilídio Santos * Exorto, quem tem leg

Ilídio Santos*

Exorto, quem tem legítimas expectativas e ambições, especial- mente aqueles que, de uma ou doutra forma, estão ligados ao exercício continuado de funções relevantes e que só um troca- dilho de mau gosto ousa subverter, a não aceitar passivamente atropelos ao direito político. Quando a causa nos conduz ao abstracto e à possível contradição do nosso impulso, importa pouco a forma como se equaciona o de- sejável, desde que nos sobre a coragem de dar o passo em frente.

Esse passo, que a alguns a consciência pede, é tanto mais apete- cido quando mais sentirmos as dificuldades da tarefa. Acode-me à memória escritos vários que anunciavam a imperatividade de enfrentarmos o futuro na perspectiva da salvação da nossa saúde mental. É minha obrigação, enquanto

cidadão livre, provocar todos quantos estão disponíveis para assumir a defesa dos valores que esta democracia ainda nos empresta. Com o aproximar do fecho de um ciclo para muitos autarcas, os mais astutos juntam as ferramentas adequadas e prosseguem indife- rentes os caminhos tortuosos que uma verdadeira democracia não sanciona. Não pode haver lugar a distracções nem aceitação de estratégias que encapotadamente deixe tudo como está, como quem coloca o louro num lado e vende o vinho num outro. Exorto, quem tem legítimas expectativas e ambições, especialmente aqueles que, de uma ou d’outra forma, estão ligados ao exercício continuado de funções relevantes e que só um trocadilho de mau gosto ousa subverter, a não aceitar passivamente atro- pelos ao direito político. Não podemos concordar com soluções que, pela sua dinâmi- ca egocêntrica, pretendem tornar firme opções de cariz pessoal, condicionando por expoentes titulados, uma escolha livre e que, cada um, julgue a mais sensata. Temos obrigação de por cobro às formulas inevitáveis, quase sempre associadas a processos de exclusão, transformando a política em atos ensaiados que nos conduzem ao arbi- trário convencimento de que eu sou a excepção e o outro a regra.

A condição humana não se condói com cenários que não correspondam à satisfação

de expectativas e, muito menos, permita a criação de um quadro político de rejeitados. Eu sei que qualquer que seja o sinal que indicie uma quebra do contrato vigente,

gerará um sentimento de cobrança dificilmente controlável, mas, mesmo assim, en- tendo que vale a pena pagar o preço, mesmo que experimentemos o gosto amargo do regresso à nossa real dimensão de cidadão. Sabemos como o tempo é voraz e nada

contemporizador com estratégias de equilíbrios feitos na base de expectativas sadias. Julgo chegada a hora de se abrirem as janelas do convento e deixar que os ventos que passam nos tragam alma nova e nos encham os pulmões de ar refrescado.

É preciso um novo período com gosto pela democracia, onde o humano se sinta parte

activa da comunidade e não uma coisa permanentemente descartável. Precisamos de um aligeiramento na pressão e isso só acontecerá quando formos capazes de reconhecer e sentir o ato que nos humilha. Não é mais possível, independentemente dos aspectos legalistas, conviver com as difi- culdades de discernimento que se vêm notando e que têm expressão em espessa nebu- losa, onde os homens e os deveres cívicos já não convergem, caminham em paralelo. Em democracia, todas as eleições são gestos dignificantes de cidadania, umas não são mais importantes que outras, pelo que, nas próximas autárquicas, ouse-se desa- fiar o destino.

* Colaborador

“Oh! Como é doce e decoroso mentir mentir por amor da Patria” O modo de

“Oh! Como é doce e decoroso mentir mentir por amor da Patria”

O modo de recrutamento das elites políticas não garante a exclu-

são dos medíocres. Podem subir, pois, à ribalta, daquelas elites, políticos que amam a verdade acima do êxito excepto quando o êxito próprio vale mais do que a verdade. Aqueles mesmos são capazes de defraudar, em tudo dando a sensa- ção de serem profundamente virtuosos, - louvam-se sem causa e sem fim… pensam ”Oh! Como é doce e decoroso mentirmentir por amor da Pátria” - essa duplicidade entre o que dizem e o que fazem é um dos mistérios dessa hipócrita casta que se

apresenta como a flor da terra. Por isso a honra desses actores da política é curta e folgada como a saia daquelas mulheres voluptuosas e resvaladiças lá do lupanar. Não há que admirar que prostituam o sentido de Serviço Público ao olharem mais pelo (re)pasto que pelo rebanho, não há, portanto, ainda que admirar que a consciência daqueles iguale à que vigora lá no prostíbulo quando recebem a espórtula com que se locupletam nos estipêndios imorais. Em verdade, a eles, a musa da malícia não é nada avara a prodigalizar os seus recursos que até o próprio Criador espanta.

E o que é que resulta da mediocridade, falta de verdade e cobardia moral, acima descrita quando instalada na governação Autárquica… ou Nacional?

*António Basto

Certamente já sabeis …

* Colaborador

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Telefone: 256 661 460, Fax: 256 673 861, e-mail: grafica@coraze.com | Tiragem: 3500 xemplares. 14 20

20 de Julho de 2011

Gaspar Miranda Teixeira*
Gaspar Miranda
Teixeira*

Discurso Directo!

De facto, em Portugal, a cultura democrática não tem sido boa. Os partidos proclamam seus ideári- os e programas, visando captar votos para ganhar e governar. Escolhem-se políticos hábeis, em ter- mos de capacidade para convencer os votantes.

Ganham eleições e governam, mas muitos fazem- no mal e os que lhes sucedem não conseguem as mudanças ne- cessárias.

Com a instauração da democracia, Portugal passou naturalmente a ter parti- dos políticos e os portugueses fizeram as suas escolhas. Antes só havia partido único, o que significava não haver partidarismos. Os portugueses passaram a partidários. E muitos foram mudando de partido, confessando que se enganaram antes. De facto, em Portugal, a cultura demo- crática não tem sido boa. Os partidos proclamam seus ideários e programas, visando captar votos para ganhar e governar. Escolhem-se políticos hábeis, em termos de capacidade para convencer os votantes. Ganham eleições e governam, mas muitos fazem-no mal e os que lhes sucedem não conseguem as mudanças necessárias. O problema está na cultura criada, conducente a que ideias, programas, procedimentos que os políticos apresentam acabam no politicamente correcto. Ora, o correcto politi- camente está longe da realidade. Há muita mentira e não se resolvem proble- mas graves que se estão a agudizar. Promete-se o que se sente dar voto, dar ganho. E como o povo e todos foram alcançando conquistas desde o 25 de Abril, tudo o que visa alterar o que está mal, não se revela exequível. A verdade é amarga. Surgem sempre manifestações de repulsa dos afectados – greves, obs- truções, impasses. Ou seja, tudo quanto dado governo ou dado gover- nante pretenda fazer, caso afecte os “direitos adquiridos” é impossível de viabilizar… Há volta a dar? Responde-se que a volta seria conseguida se os por- tugueses em geral mudassem de comportamentos. Em vez de exigi- rem mais do Estado, que somos todos nós, exigirem mais de si pró- prios.

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