Você está na página 1de 121
Nº Doc.: 0682-227 Rev.: 01 Data: 01/08/2002 Treinamento iFIX
Nº Doc.: 0682-227
Rev.: 01
Data: 01/08/2002
Treinamento iFIX

Teoria e Prática

www.cadfamily.com EMail:cadserv21@hotmail.com The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Teoria e Prática Treinamento iFIX Nº Doc.: 0682-227 Rev.: 01 Data: 01/08/2002 ATAN Nome Assinatura

Teoria e Prática

Treinamento iFIX

Doc.: 0682-227 Rev.: 01 Data: 01/08/2002

ATAN

Nome

Assinatura

Data

Elaborado por

Luciana C. Fernandes Rocha e David Reis

 

01/08/2002

Verificado por

Luciana C. Fernandes

 

01/08/2002

Aprovado por

Luciana C. Fernandes

 

01/08/2002

www.cadfamily.com EMail:cadserv21@hotmail.com The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

CONTROLE DE REVISÃO DE DOCUMENTOS   Nº Doc.: 0682-227  

CONTROLE DE REVISÃO DE DOCUMENTOS

 

Nº Doc.: 0682-227

 

Rev.: 01

 

Página: 1/1

 
   

de págs.

   

ATAN

Rev.

Natureza da Revisão

Total

Corpo

Data

Elaborado

Verificado

Aprovado

do doc.

principal

00

 

Emissão Inicial

100

93

26/07/2002

Luciana C. Fernandes Rocha e David Reis

Luciana C.

Luciana C.

 

Fernandes

Fernandes

01

 

Revisão

121

112

01/08/2002

 

Luciana C.

Luciana C.

 

Luciana C. Fernandes Rocha e David Reis

Fernandes

Fernandes

www.cadfamily.com EMail:cadserv21@hotmail.com The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Índice 1. VISÃO GERAL 1 1.1 Características Gerais 1 1.2 Perfil do Produto 1 1.3

Índice

1.

VISÃO GERAL

1

1.1

Características Gerais

1

1.2

Perfil do Produto

1

1.3

Arquitetura Básica

4

2.

REQUISITOS DE HARDWARE, SOFTWARE E REDE PARA RODAR O IFIX

6

2.1

Requisitos Mínimos de Hardware

6

2.2

Requisitos

de

Software

6

2.3

Requisitos

de

Rede

6

3.

LICENÇAS DISPONÍVEIS NA CHAVE

7

4.

CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA

8

4.1

Configuração de Caminhos

9

4.2

Configuração de Alarmes e Mensagens

10

4.2.1

Considerações Importantes sobre Alarmes

12

4.3

Configuração de Rede

13

4.4

Configuração de Tarefas

14

5.

O AMBIENTE WORKSPACE

16

5.1

Estruturando o Ambiente Workspace para Trabalhar

18

5.1.1

Criando um Diretório Específico para a Aplicação

18

5.1.2

Visualizando Barra de Ferramentas no Ambiente Workspace

21

6.

LABORATÓRIO 1

25

7.

ANIMAÇÃO DE OBJETOS

26

7.1

Animação Utilizando Objetos Básicos

27

7.1.1

Exemplos de Animação Utilizando Objetos Básicos

27

7.1.2

Animações Experts

33

8.

CONFIGURANDO O AMBIENTE WORKSPACE

37

9.

LABORATÓRIO 2

39

10.

DRIVERS DE COMUNICAÇÃO

43

10.1

Configurando um Driver de Comunicação

43

11.

BLOCOS DE DADOS

48

11.1

Bloco de Entrada Digital – DI

48

11.2

Bloco de Saída Digital - DO

51

11.3

Bloco de Entrada Analógica – AI

53

11.4

Bloco de Saída Analógica – AO

57

11.5

Bloco de Cálculo – CA

61

11.5.1

Operadores Possíveis para Trabalhar no Bloco de Cálculo

62

11.6

Bloco de Evento

63

12.

LABORATÓRIO 3

64

13.

TENDÊNCIA 68

13.1

Tendência

Real

68

13.2

Tendência Histórica

69

13.2.1

Arquitetura

Geral

70

13.2.2

Passos para Criação de uma Tendência Histórica

71

14.

SCHEDULER

75

14.1

Inserindo um Scheduler na Aplicação

77

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

I

14.2 Para Rodar um Scheduler 79 15. LABORATÓRIO 4 82 16. TRABALHANDO COM VBA 86

14.2

Para Rodar um Scheduler

79

15.

LABORATÓRIO 4

82

16.

TRABALHANDO COM VBA

86

16.1

Aplicações do VBA

86

16.2

Conceitos Utilizados na Programação

86

16.3

Exemplos de Utilização do VBA

87

16.3.1

Set de Variável Digital para um Valor

87

16.3.2

Abrindo uma Tela ou Janela

88

16.3.3

Script para Inicialização de um Objeto

89

16.3.4

Escrita em Variáveis da Base de Dados

89

17.

LABORATÓRIO 5

90

18.

ALARMES E EVENTOS

96

19.

OBJETOS ACTIVEX

99

19.1

Inserindo um Objeto ActiveX na Aplicação

99

20.

GRUPO DE TAGS

100

20.1

Criando um Grupo de Tags para uma Animação

100

20.2

Animando Utilizando o Tag Group

101

21.

OPC

103

21.1

Conceitos Básicos sobre Cliente e Servidor

103

21.2

iFIX Trabalhando como Servidor OPC de Outras Aplicações

103

21.3

iFIX Trabalhando como Cliente OPC de Outras Aplicações

105

22.

REDUNDÂNCIA

109

22.1

Configurações Necessárias nas Estações para Atender à Redundância

109

22.2

Passos para Configurar a Redundância

110

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

II

Figuras Figura 1 2 Figura 2 2 Figura 3 3 Figura 4 3 Figura 5

Figuras

Figura

1

2

Figura

2

2

Figura

3

3

Figura

4

3

Figura

5

3

Figura

6

4

Figura

7

7

Figura

8

8

Figura

9

9

Figura

10

11

Figura

11

12

Figura

12

13

Figura

13

14

Figura

14

16

Figura

15

19

Figura

16

19

Figura

17

20

Figura

18

22

Figura

19

24

Figura

20

27

Figura

21

27

Figura

22

28

Figura

23

29

Figura

24

30

Figura

25

31

Figura

26

31

Figura

27

32

Figura

28

33

Figura

29

34

Figura

30

35

Figura

31

35

Figura

32

37

Figura

33

37

Figura

34

38

Figura

35

38

Figura

36

39

Figura

37

40

Figura

38

41

Figura

39

41

Figura

40

42

Figura

41

43

Figura

42

44

Figura

43

44

Figura

44

45

Figura

45

46

Figura

46

47

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

III

Figura 47 48 Figura 48 49 Figura 49 50 Figura 50 51 Figura 51 52

Figura

47

48

Figura

48

49

Figura

49

50

Figura

50

51

Figura

51

52

Figura

52

53

Figura

53

54

Figura

54

55

Figura

55

55

Figura

56

56

Figura

57

57

Figura

58

58

Figura

59

59

Figura

60

60

Figura

61

61

Figura

62

61

Figura

63

62

Figura

64

63

Figura

65

63

Figura

66

65

Figura

67

66

Figura

68

68

Figura

69

68

Figura

70

69

Figura

71

70

Figura

72

71

Figura

73

72

Figura

74

73

Figura

75

73

Figura

76

74

Figura

77

76

Figura

78

78

Figura

79

79

Figura

80

80

Figura

81

80

Figura

82

81

Figura

83

83

Figura

84

84

Figura

85

85

Figura

86

87

Figura

87

89

Figura

88

91

Figura

89

93

Figura

90

95

Figura

91

96

Figura

92

97

Figura

93

97

Figura

94

97

Figura

95

99

Figura 96

100

Figura 97

100

Figura 98

101

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

IV

Figura 99 102 Figura 100 103 Figura 101 104 Figura 102 105 Figura 103 106

Figura 99

102

Figura

100

103

Figura

101

104

Figura

102

105

Figura

103

106

Figura

104

107

Figura

105

108

Figura

106

109

Figura

107

110

Figura

108

110

Figura

109

111

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

V

Tabelas Tabela 1 10 Tabela 2 11 Tabela 3 15 Tabela 4 26 Tabela 5

Tabelas

Tabela

1

10

Tabela

2

11

Tabela

3

15

Tabela

4

26

Tabela

5

34

Tabela

6

54

Tabela

7

62

Tabela

8

64

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

VI

1. VISÃO GERAL 1.1 Características Gerais Software Supervisório destinado à Automação Industrial,

1.

VISÃO GERAL

1.1

Características Gerais

Software Supervisório destinado à Automação Industrial, permitindo uma interface adequada de operação para o usuário, enfocando duas características básicas:

Aquisição de dados:

 

Comunicação direta com dispositivos I/O na planta.

Interface com dispositivos de hardware via drivers I/O.

 

Gerenciamento dos dados:

Habilidade de processar e manipular dados adquiridos.

O gerenciamento dos dados é composto de vários itens, incluindo:

 

Monitoramento do processo via tela gráfica

Controle supervisório.

Alarme.

Relatório.

Armazenamento de dados.

1.2

Perfil do Produto

Neste item abordaremos a filosofia de aquisição e tratamento de dados pelos nós, caracterizando-os segundo o tipo e segundo a configuração:

Tipos de nós:

O nó que adquire dados do hardware do processo é chamado SCADA cujas funcionalidades são encontradas nos pacotes iFIX HMI Pack ou iFIX Scada Server.

Funcionalidades:

SCADA – Supervisory Control And Data Acquisition.

Comunica-se com o hardware do processo através do driver de I/O.

Carrega e gerencia a base de dados do processo.

1

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Arquitetura utilizando funcionalidades SCADA: Figura 1 Figura 2 O nó iClient cujas funcionalidades podem ser

Arquitetura utilizando funcionalidades SCADA:

Arquitetura utilizando funcionalidades SCADA: Figura 1 Figura 2 O nó iClient cujas funcionalidades podem ser encontradas

Figura 1

Arquitetura utilizando funcionalidades SCADA: Figura 1 Figura 2 O nó iClient cujas funcionalidades podem ser encontradas

Figura 2

O nó iClient cujas funcionalidades podem ser encontradas nos pacotes iFIX Client, iFIX Client Read Only, iClient TS.

Funcionalidades:

O

iclient recebe dados do servidor SCADA via rede.

Um iclient também pode executar outras aplicações.

Este nó também é chamado de vista.

O

iClient é referenciado nas literaturas como HMI (Human Machine Interface).

2

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Arquitetura utilizando funcionalidades iClient: iFIX Client iFIX Client Read Only Figura 3 iFIX Client TS

Arquitetura utilizando funcionalidades iClient:

iFIX Client

Arquitetura utilizando funcionalidades iClient: iFIX Client iFIX Client Read Only Figura 3 iFIX Client TS Figura

iFIX Client Read Only

Figura 3

iClient: iFIX Client iFIX Client Read Only Figura 3 iFIX Client TS Figura 4 Figura 5

iFIX Client TS

Figura 4

iFIX Client Read Only Figura 3 iFIX Client TS Figura 4 Figura 5 www.cadfamily.com 3 0682

Figura 5

3

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

1.3 Arquitetura Básica Figura 6 0682-227-002/00 A – Drivers I/O: • O iFIX comunica com

1.3 Arquitetura Básica

1.3 Arquitetura Básica Figura 6 0682-227-002/00 A – Drivers I/O: • O iFIX comunica com o

Figura 6

0682-227-002/00

A – Drivers I/O:

O iFIX comunica com o CLP através de um driver I/O.

Cada driver I/O suporta a comunicação com um fabricante específico.

O driver I/O possui as seguintes funções:

Leitura e escrita de dispositivos de I/O.

Transferência de dados leitura/escrita para a DIT(tabela imagem de dados).

B – DIT – Tabela Imagem do Driver.

É importante lembrar que a tabela imagem de dados é composta de poll records. Estes são denominados registros que podem conter um simples ponto ou um conjunto de pontos de comunicação. Geralmente um poll record tem um mesmo tipo de dado.

Cada poll record é atualizado pelos drivers na DIT com uma taxa.

C – SAC – Scan (varredura), Alarm and Control possui a função de:

Escrita/leitura na tabela imagem de dados(DIT).

Escrita/leitura na base de dados do processo (PDB).

4

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

D – PDB – Base de Dados do Processo. A base de dados do processo

D – PDB – Base de Dados do Processo.

A

base de dados do processo é composta de tags e é identificada da seguinte forma:

Sintaxe:

SERVER.NODE.TAG.FIELD

Onde:

SERVER:

Nome do servidor de dados OPC.O nome default utilizado na representação da base de dados é Fix32. O servvidor OPC do iFIX é disponibilizado a sistemas externos com o nome Intellution.OPCEDA.

NODE:

Nome do nó SCADA onde fica a base de dados.

TAG:

Nome do Tag na base de dados.

FIELD:

campo específico do bloco do tag.

Exemplo:

Mostrar o valor atual (F_CV) do bloco Analogica_1, residente na PDB do nó SCADA1, que é disponibilizado pelo servidor OPC FIX32.

Como Ficaria:

FIX32.SCADA1.Analogica_1.F_CV

É importante observar que por filosofia, os dados mostrados localmente no nó

SCADA1 ou a partir de um nó remoto usa o mesmo nome fonte dos dados.

Em caso de dúvida consulte a Figura 6.

É importante observar que Fix32 é servidor OPC nativo, visto internamente à

arquitetura do iFIX.

5

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

2. REQUISITOS DE HARDWARE , SOFTWARE E REDE PARA RODAR O IFIX 2.1 Requisitos Mínimos

2.

REQUISITOS DE HARDWARE, SOFTWARE E REDE PARA RODAR O IFIX

2.1

Requisitos Mínimos de Hardware

Computador Pentium, com clock no mínimo 266 MHz.

Memória:

 

96 MB RAM.

120 MB de espaço livre no HD.

 

Monitor com resolução de no mínimo 800x600 e 65535 cores.

Portas

 

Serial para acesso a driver I/O.

Paralela para conexão da chave de hardware.

2.2

Requisitos de So ware

ft

Windows NT 4.0 ou Windows 2000. É importante mencionar que Windows 95 e Windows 98 não são compatíveis.

Service Pack 5 ou superior.

As redes possíveis são NetBIOS ou TCP/IP.

Drivers de Vídeo: foram relatados problemas com alguns tipos de drivers de vídeo. Estes problemas foram detectados tanto nas aplicações de iFIX, como em outras aplicações.

2.3

Requisitos de Rede

 

O acesso à rede é opcional e os nós que não estão em rede são denominados “stand

alone”.

É recomendável a utilização do cartão de rede Ethernet 3COM.

Utilizando NetBIOS, o iFIX suporta o protocolo NetBEUI ou permite a utilização do TCP/IP.

No caso de utilização do TCP/IP, devemos observar os seguintes detalhes:

Antes de instalar o iFIX, configurar os endereços IP com o nome dos nós (utilizar arquivo HOSTS, presente em C:\WINNT\system32\drivers\etc)

Habilitar o protocolo TCP/IP no SCU.

6

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

3. LICENÇAS DISPONÍVEIS NA CHAVE Para verificar os componentes que estão habilitados na chave de

3. LICENÇAS DISPONÍVEIS NA CHAVE

Para verificar os componentes que estão habilitados na chave de hardware, basta rodar o executável contido no caminho indicado:

C:\Dynamics\KEYDIAG.exe.

Para rodar este comando utilize o prompt do MS-DOS.

Veja uma janela gerado por este comando, de exemplo:

MS-DOS. Veja uma janela gerado por este comando, de exemplo: Figura 7 www.cadfamily.com 7 0682 -

Figura 7

7

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

4. CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA Quando o iFIX é iniciado, este busca um arquivo contendo as

4. CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA

Quando o iFIX é iniciado, este busca um arquivo contendo as informações para serem carregadas localmente na máquina. Este arquivo contém informações sobre programas e configurações específicas da estação em questão. Este item traz a abordagem dos detalhes de configuração. Isto é feito utilizando o utilitário SCU – System Configuration Utility.

Em linhas gerais o SCU permite:

Configuração de caminhos.

Configuração de alarmes e mensagens.

Configuração de rede.

Configuração de tarefas.

Configuração de rede. Configuração de tarefas. Figura 8 Conforme mostrado na Figura 8, vemos as tarefas

Figura 8

Conforme mostrado na Figura 8, vemos as tarefas do utilitário de configuração de sistema, numeradas para facilitar o entendimento:

1. Path Configuration:

Configuração dos diretórios relativos à aplicação.

2. Alarm Configuration:

Habilitação das tarefas de alarme.

3. Network Configuration:

Configuração geral de rede, tipos de protocolo, configuração de nós.

4. SCADA Configuration:

Habilitar suporte SCADA, definir nome da base de dados, definir drivers para serem utilizados.

8

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

5. Task Configuration: Configuração de tarefas para sere m chamadas pelo supervisório. 6. Security Configuration:

5. Task Configuration:

Configuração de tarefas para serem chamadas pelo supervisório.

6. Security Configuration:

Configuração de níveis de segurança de usuários.

7. SQL Accounts:

Configuração de contas de usuários para acesso a banco de dados.

8. Alarm Area Configuration:

Configuração das áreas de alarmes, para criação de filtros de alarme por área.

4.1 Configuração de Caminhos

A configuração de caminhos (path configuration) especifica os nomes dos diretórios a serem utilizados pelo iFIX /Aplicação.

Devemos atentar, no entanto, para o impacto da alteração dos caminhos:

O SCU criará automaticamente os novos diretórios.

Os arquivos antigos relativos ao ambiente workspace instalado de forma default NÃO são copiados automaticamente para o novo diretório.

Para acessar a janela de configuração de caminhos basta clicar no ícone 1, mostrado conforme Figura 8 e então teremos:

no ícone 1, mostrado conforme Figura 8 e então teremos: Figura 9 www.cadfamily.com 9 0682 -

Figura 9

9

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Onde: Caminho Usado para Base Armazena todos os arquivos executáveis utilizados pelo iFIX. Local

Onde:

Caminho

Usado para

Base

Armazena todos os arquivos executáveis utilizados pelo iFIX.

Local

Arquivos de configuração para a estação local. Arquivos de SCU e arquivos de segurança.

Database

Arquivos de configuração de base de dados e arquivos de configuração de I/O

Language

Arquivo de configuração de linguagem utilizado para todo o ambiente.

Picture

Todos os arquivos associados a telas, janelas, etc.

Application

Arquivos de dados e configuração de aplicações criadas pelo usuário para acesso à base de dados.

Historical

Arquivos contendo a configuração feita para dados históricos.

Historical Data

Arquivos contendo os dados históricos.

Alarms

Arquivos contendo dados de alarme. A cada dia um novo arquivo é criado.

Mater Recipe

Arquivos de receitas principais e também são encontrados arquivos contendo informações de erro logadas pelo iFIX.

Control Recipe

Arquivos contendo receitas de controle e também são encontrados arquivos contendo informações de erro logadas durante as operações de download e upload das receitas configuradas.

Alarm Areas

Localização da base de dados das áreas de alarme.

Tabela 1

4.2 Configuração de Alarmes e Mensagens

A configuração de alarmes habilita/desabilita as funções de alarme para o nó de configuração local.

As funções de alarme possíveis são:

Habilitar ou desabilitar, individualmente, as tarefas de alarme.

Configurar a distribuição dos alarmes e mensagens em rede.

Configuração geral das mensagens e tipos de informação (Date, time, description, alarm type, etc) a serem enviados via rede.

Habilitar o envio de alarmes para banco de dados relacionais via ODBC.

10

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Para acessar a janela de configuração de caminhos basta clicar no ícone 2, mostrado conforme

Para acessar a janela de configuração de caminhos basta clicar no ícone 2, mostrado conforme Figura 8 e então teremos:

no ícone 2, mostrado conforme Figura 8 e então teremos: Figura 10 Tarefa de Alarme Função

Figura 10

Tarefa de Alarme

Função

Alarm Printers

Alarmes e mensagens para impressora

Alarm Summary

Habilita o objeto de sumário de alarmes.

Service

Alarm File Service

Mensagem gerada para o arquivo de alarme. O arquivo é salvo com o nome YYMMDD.ALM e constitui um arquivo texto.

Alarm History

Mostra alarmes e mensagens em tempo real

Alarm ODBC Service

Envia dados para uma fonte de dados previamente configurada no Control Panel da máquina.

Alarm Network

Envia e recebe alarmes pela rede

Service

Alarm Startup Queue Service

Atualiza alarmes e mensagens ocorridos em um nó SCADA, quando o nó vista á iniciado, sendo a data da ocorrência no período anterior ao definido pelo usuário em fase de configuração.

Tabela 2

11

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

4.2.1 Considerações Importantes sobre Alarmes Para configurar alarme para uma variável, basta editar normalmente a

4.2.1 Considerações Importantes sobre Alarmes

Para configurar alarme para uma variável, basta editar normalmente a base de dados e então configurar a guia de Alarms na caixa de configuração da variável:

a guia de Alarms na caixa de configuração da variável: Figura 11 Conforme mostrado na Figura

Figura 11

Conforme mostrado na Figura 11, para alguns tipos de bloco é possível gerar alarmes(Enable Alarming) e/ou eventos(Enable Event Messaging).

O arquivo que guarda a configuração feita para as variáveis que possuem alarme é

armazenado em \PDB com a extensão *.AAD armazenando-as por área de alarme em ordem alfabética.

É

de

importante lembrar que a base de dados só pode ser editada, de forma default, a partir

um nó SCADA.

Em caso da necessidade de utilização de arquivos de som para gerar alarme, basta colocar o arquivo wav dentro do diretório c:\Dynamics\App.

12

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

4.3 Configuração de Rede Para acessar a janela de configuração de rede , bastar clicar

4.3 Configuração de Rede

Para acessar a janela de configuração de rede, bastar clicar no botão referente ao ícone 3 do SCU, conforme indicada na Figura 8.

ao ícone 3 do SCU, conforme indicada na Figura 8. Figura 12 A configuração de rede

Figura 12

A configuração de rede permite o estabelecimento da comunicação entre estações iFIX.

Os nós que não tiverem esta configuração são definidos como Stand alone

Confome ilustrado na Figura 12, podemos definir os campos:

Network:

Configura o tipo de suporte a rede a ser utilizado

Remote Nodes:

Define os nomes dos Servidores Scada e seus backup (redundância), configurados via botão Configure.

Os nós aqui definidos são nós lógicos. Desta forma é associado o nó lógico ao nó físico (principal e redundante), permitindo disponibilizar o nó lógico na base de dados para trabalharmos as animações. Com as animações referentes ao nó lógico, todas as estações presentes na arquitetura, inclusive estações vista, compartilharão a base de dados da servidora.

Dynamic Connections:

Permite a conexão automática para um nó não configurado no item remote nodes, devido à solicitação de um objeto.

Advanced Configuration:

Configuração para habilitar a redundância.

13

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

4.4 Configuração de Tarefas Para acessar a janela de configuração de tare fas, bastar clicar

4.4 Configuração de Tarefas

Para acessar a janela de configuração de tarefas, bastar clicar no botão referente ao ícone 5 do SCU, conforme indicada na Figura 8.

ao ícone 5 do SCU, conforme indicada na Figura 8. Figura 13 A configuração de tarefas

Figura 13

A configuração de tarefas é utilizada para definir os programas que serão executados automaticamente com a partida do iFIX.

Pode ser chamado qualquer arquivo executável.

Para cada tarefa configurada, podemos selecionar a opção desta ser executada em modo minimizado, normal ou em background.

Quando a tarefa é utilizada em modo background, esta inicia como uma tarefa de fundo. Esta opção permite executar uma tarefa como um serviço do iFIX, e também é possível habilitar o iFIX como um serviço do Windows NT, bastando acessar o menu

Configure\Local Startup no ambiente SCU.

Na opção linha de comando (Command Line) é possível adicionar um argumento para modificar o modo de execução da tarefa.

14

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Veja na Tabela 3 a opção de parâm etros para a tarefa SAC e IOCNTRL.

Veja na Tabela 3 a opção de parâmetros para a tarefa SAC e IOCNTRL.

Task

Argumento

Parâmetro Adicional

Descrição

SAC(Scan,

S

 

Sincroniza o relógio do sistema

Alarm,

 

segundos

Atrasa a partida do SAC por um número determinado de segundos.

Control)

D

Q

tamanho

Configura o número de alarmes em fila para o programa Alarm Queue Status.

IOCNTRL

/A

 

Inicia todos os drivers

/S

xxx

Inicia um determinado driver (onde xxx com 3 letras é o código do driver)

Tabela 3

Exemplos de Command Line

* C:\Dynamics\ALMHIS.EXE ->

A

tarefa de alarme histórico irá partir minimizada(*)

% C:\DYNAMICS\WSACTASK.EXE D 5 ->

A

tarefa será iniciada em background (%) sendo o seu start atrasada de 5 segundos do

 

iFIX.

C:\DYNAMICS\WORKSPACE.EXE ->

A

tarefa Workspace irá rodar em modo normal, sem parâmetro adicional.

C:\DYNAMICS\IOCNTRL.EXE /SABH -> Inicia o driver ABH

Observação:

Os drivers da versão 7.x ou superior dão Start automático com o servidor OPC nativo, não sendo necessária nenhuma linha de comando para tal.

15

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

5. O AMBIENTE WORKSPACE Figura 14 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for

5. O AMBIENTE WORKSPACE

5. O AMBIENTE WORKSPACE Figura 14 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for study

Figura 14

www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01)

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

EMail:cadserv21@hotmail.com

16

O Workspace é um ambiente de desenvolvimento, representando o projeto sob forma de árvore. Para

O Workspace é um ambiente de desenvolvimento, representando o projeto sob forma

de árvore. Para acessá-lo basta clicar em Start\iFIX\Intellution Dynamics\Workspace.

Neste ambiente podemos visualizar todas as ferramentas básicas para desenvolvimento

da

aplicação, tais como:

Alarm History:

Histórico de alarmes

Database Manager:

Base de dados

Documents:

Links de chamada para Word e Excel de dentro da própria aplicação.

Dynamo Sets:

Objetos previamente animados. Servem como biblioteca de animação.

Fix Recipes:

Receitas para passagem de parâmetros.

Globals:

Área disponível para definição de variáveis globais que poderão ser utilizadas nos scripts. As variáveis aqui definidas podem ser vistas pelo compilador em qualquer parte dos scripts, sem a necessidade de serem declaradas localmente nestes.

Help &Information:

Contém arquivos de help diversos.

I/O Drivers:

Aqui estarão listados todos os drivers instalados e selecionados na configuração SCU (utilitário de configuração de sistema) feita para a aplicação. Mais tarde, abordaremos o SCU com mais detalhes, mas por enquanto já nos atende saber que se trata de um módulo do iFIX que busca um arquivo na máquina para determinar a configuração local. Este arquivo contém informações sobre os programas e opções específicas para o nó local. Basicamente podemos dizer que são configurados no SCU:

Caminhos.

Alarmes e mensagens.

Rede.

Tarefas que rodam junto com a aplicação. Neste item é possível, inclusive, configurar um executável externo para ser chamado pela aplicação.

Dentro da pasta I/O drivers também podemos encontrar um objeto denominado Mission Control (Missão de Controle) que se trata de uma controle de parâmetros de algumas tarefas podendo ser útil em desenvolvimento/runtime. Um exemplo de aplicação é para uma boa análise da estrutura de comunicação associada a um driver.

Pictures:

Aqui são visualizadas as telas e janelas utilizadas na aplicação.

Reports:

Visualização dos objetos configurados para relatório.

17

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Schedule s: Permite a criação de objetos para contro le de ações baseadas em tempo

Schedules:

Permite a criação de objetos para controle de ações baseadas em tempo e em evento.

Security:

Objetos que permitem a configuração de níveis de acessos dos usuários à aplicação.

System Configuration:

Chamada do SCU de dentro da própria aplicação.

5.1

Estruturando o Ambiente Workspace para Trabalhar

Para tornar o ambiente de trabalho mais produtivo, vamos dar enfoque a duas linhas importantes:

Criando um diretório específico para armazenar a aplicação

Visualizando as barras de ferramenta que dão mais facilidade e conseqüentemente produtividade ao desenvolvimento.

5.1.1

Criando um Diretório Específico para a Aplicação

Este item traz a abordagem da criação de um diretório específico para a aplicação, separada do diretório de instalação do iFIX. Este tipo de procedimento traz vantagens de organização e possibilidade de reinstalação do iFIX, em caso de necessidade, sem nenhum dano aos arquivos da aplicação.

Uma vez instalado o iFIX, este criará de forma default uma estruturação de diretórios em c:\Dynamics.

Para criar um diretório específico para a aplicação, devemos seguir os seguintes passos:

Ir em Start\Programs\iFIX\System Configuration.

Ir no menu File >> New.

Ir no menu Configure e habilitar Scada Support. Este procedimento irá possibilitar adicionar o(s) driver(s) de comunicação, definir o arquivo de extensão pdb utilizado para base de dados. Neste item selecione o driver a ser utilizado e nomeia o arquivo de base de dados.

Ir no menu Configure\paths e alterar os diretórios para a nova aplicação. Todos os diretórios devem ser mudados, exceto Base e Language. Estes últimos devem ser mantidos conforme a instalação do iFIX. Veja como ficaria para um subdiretório dentro de C:\Dynamics que abrigaria toda a aplicação:

18

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Figura 15 A consequência mais importante do procedimento citado na Figura 15 é o fato
Figura 15 A consequência mais importante do procedimento citado na Figura 15 é o fato

Figura 15

A consequência mais importante do procedimento citado na Figura 15 é o fato de se ter isolado em C:\DYNAMICS\NOVA APLIC o backup deste subdiretório e a restauração deste em qualquer máquina que já possua a instalação default do iFIX permitirá rodar a aplicação sem nenhum problema.

Salvar a configuração de sistema para esta aplicação indo em File\Save As.

Este procedimento cria um arquivo com extensão scu em C:\DYNAMICS\NOVA APLIC\LOCAL.

Veja o ambiente do SCU com seus menus:

APLIC\LOCAL. Veja o ambiente do SCU com seus menus: Figura 16 www.cadfamily.com 19 0682 - 227

Figura 16

19

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Copiar os arquivos com extensão fxg do diretório C:\DYNAMICS\PIC para o diretório C:\DYNAMICS\NOVA APLIC\PIC. Este
Copiar os arquivos com extensão fxg do diretório C:\DYNAMICS\PIC para o diretório C:\DYNAMICS\NOVA APLIC\PIC. Este
Copiar os arquivos com extensão fxg do diretório C:\DYNAMICS\PIC para o
diretório C:\DYNAMICS\NOVA APLIC\PIC. Este procedimento permitirá
visualizarmos as barras de ferramenta default da instalação do iFIX no novo
ambiente que criamos para rodar a aplicação separadamente, conforme abordado no
item Error! Reference source not found
Criar um ícone para a aplicação.
Basta alterar a propriedade target do ícone, de forma que esta passe a conter o
nome do nó, nome da nova aplicação e nome do arquivo com extensão scu.
Figura 17
Conforme mostrado na Figura 17, o target passa a ser:
Rodando com chave de hardware:
C:\Dynamics\Launch.exe /nFIX /sC:\Dynamics\Nova
aplic\LOCAL\FIX.SCU.
Rodando em modo DEMO:

C:\Dynamics\Launch.exe /t /nFIX /sC:\Dynamics\Nova aplic\LOCAL\FIX.SCU.

No caminho indicado acima, o nome do arquivo scu deve ser o mesmo que você salvou para a configuração de sistema (SCU) criada para a Aplicação.

20

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

5.1.2 Visualizando Barra de Fe rramentas no Ambiente Workspace 5.1.2.1 Standard Toolbar Para visualizarmos a

5.1.2

Visualizando Barra de Ferramentas no Ambiente Workspace

5.1.2.1

Standard Toolbar

Para visualizarmos a barra de ferramenta Standard do Workspace, basta acessar dentro do Ambiente Workspace o menu Workspace\Toolbars, com Workspace em destaque, selecionar opção Standard Toolbar, conforme mostrado na Figura 18.

21

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Figura 18 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for study only,if tort to
Figura 18 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for study only,if tort to

Figura 18

www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01)

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

EMail:cadserv21@hotmail.com

22

Esta barra de ferramentas permite entre outras opções, a possibilidade de criar:   Criar uma

Esta barra de ferramentas permite entre outras opções, a possibilidade de criar:

 

Criar uma nova picture (tela ou janela).

Criar um novo Schedule (controle de ações e eventos, associados a um timer ou a um trigger qualquer).

Criar um novo Dynamo Set.

Visualizar em tela inteira (full screen) para o desenvolvimento.

Visualizar o desenvolvimento em runtime.

Abrir o editor Visual Basic, para criação de scripts.

Trabalhar com Task Wizard (tarefas experts utilizadas para criação de animações pré-prontas).

5.1.2.2

Toolbox

Para visualizarmos a barra de ferramenta Toolbox do Workspace, basta acessar dentro do ambiente Workspace o menu Workspace\Toolbars, com picture em destaque, selecionar opção Toolbox, conforme mostrado na Figura 19.

23

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Figura 19 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for study only,if tort to
Figura 19 www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01) The document is for study only,if tort to

Figura 19

www.cadfamily.com 0682-227 (R ev.: 01)

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

EMail:cadserv21@hotmail.com

24

6. LABORATÓRIO 1 Segue um roteiro de atividades a serem desenvolvidas após termos trabalhado os

6. LABORATÓRIO 1

Segue um roteiro de atividades a serem desenvolvidas após termos trabalhado os itens anteriores.

1. Instale o iFIX, mantendo a instalação default. Esta será em c:\Dynamics.

2. Execute o programa c:\Dynamics\KEYDIAG.exe e observe as características liberadas para o tipo de chave que você está utilizando.

3. Crie os paths para uma nova aplicação, no ambiente SCU.

4. Configure o ambiente SCU, para criar um configuração Local.

5. Estruture as barras de ferramenta do ambiente Workspace que você precisará para trabalhar.

6. Crie um ícone para chamada da aplicação.

25

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

7. ANIMAÇÃO DE OBJETOS Objeto do Toolbox Função Time Insere Hora:Minuto:Segundo Date Insere a data

7. ANIMAÇÃO DE OBJETOS

Objeto do Toolbox

Função

Time Insere Hora:Minuto:Segundo

Time Insere Hora:Minuto:Segundo

Date Insere a data atual

Date Insere a data atual

Objetos Básicos

Objetos Básicos

linha,elipse, etc.

Para estes objetos é possível a utilização de vários tipos de animação, tais como preenchimento, mudança de acordo com o estado.

Text

Text

Insere texto

Push Button Insere um botão

Push Button Insere um botão

OLE Object Insere um objeto OLE, ou seja, este tipo de animação permite ampliar as

OLE Object Insere um objeto OLE, ou seja, este tipo de animação permite ampliar as possibilidades de animações. Basta que o objeto OLE esteja registrado na máquina para que possa ser inserido.

Datalink Insere um objeto de animação que permite leitura e ou escrita de dados.

Datalink Insere um objeto de animação que permite leitura e ou escrita de dados.

Alarm Summary Insere um sumário de alarme.

Alarm Summary Insere um sumário de alarme.

Variable Insere uma variável para ser utiliz ada em animação, podendo ser esta do tipo

Variable Insere uma variável para ser utilizada em animação, podendo ser esta do tipo local ou global.

Timer Insere um objeto que permite animação utilizando script , cujo trigger é um horário

Timer Insere um objeto que permite animação utilizando script, cujo trigger é um horário de start.

Event Objeto que permite a edição de script para controle de um evento, associado a

Event Objeto que permite a edição de script para controle de um evento, associado a uma variável fonte.

De acordo com a mudança de estado da variável fonte, o script é executado.

Chart Insere um objeto gráfico, permite c onfigurar a cor de fundo, inserir penas, escalas

Chart Insere um objeto gráfico, permite configurar a cor de fundo, inserir penas, escalas associadas às penas, etc.

Bitmap Insere um objeto gráfico. Admite as extensões de arquivos gráficos mais utilizadas, tais como:

Bitmap Insere um objeto gráfico. Admite as extensões de arquivos gráficos mais utilizadas, tais como: bmp, jpg, pcx, msp.

Color Abre a paleta de cores para defi nição da cor associado ao objeto.

Color Abre a paleta de cores para definição da cor associado ao objeto.

Font Permite configuraç ão de fonte.

Font Permite configuração de fonte.

Tabela 4

26

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

7.1 Animação Utilizando Objetos Básicos Os objetos básicos de animação estão mostrados no item 7.

7.1

Animação Utilizando Objetos Básicos

Os objetos básicos de animação estão mostrados no item 7.

Para todos os objetos básicos é utilizada uma estrutura de animação padrão, variando as paletas de possibilidades de acordo com os tipos de animação permitidas para cada tipo de objeto, conforme mostrado:

Command Button.

 
 

Figura 20

 

Datalink

 
 

Figura 21

 

É importante observar que para cada tipo de objeto, as paletas de animação variam possibilitando animar diversos tipos de efeitos de acordo com a estrutura do objeto.

Mostramos como exemplo, a estrutura de animação do Command Button e do Datalink, porém vale reforçar que todos os outros objetos possíveis para animação possuem paletas específicas.

7.1.1

Exemplos de Animação Utilizando Objetos Básicos

7.1.1 Exemplos de Animação Utilizando Objetos Básicos 1. Push Button a) Após ter inserido o objeto

1. Push Button a) Após ter inserido o objeto na tela que se deseja animar, clique com o botão direito do mouse no objeto e após selecionar a opção Animation é possível configurar as propriedades associadas a ele.

27

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

• Na paleta Behavior podemos configurar o comporta mento do objeto,alterando as suas propriedades. Neste

Na paleta Behavior podemos configurar o comportamento do objeto,alterando as suas propriedades. Neste item iremos habilitar e desabilitar um botão segundo o comportamento de uma variável de controle. Esta funcionalidade é bastante utilizada no caso da necessidade da inibição de comandos por outras partes do sistema.

Vamos utilizar a variável Fix32.FIX.A38BV104_LIGA.A_CV como variável de controle para permitir habilitar ou desabilitar o comando do botão. A propriedade Enable do objeto retorna a string TRUE ou FALSE. Veja como fica a animação:

a string TRUE ou FALSE . Veja como fica a animação: Figura 22 b) Uma outra

Figura 22

b) Uma outra forma de se obter o mesmo resultado é alterar as propriedades do botão via VBA (Visual Basic Application). Ou seja, vamos criar um script para o botão sem ter que fazer a animação via o processo animation mostrado no item anterior.

Para criar um script para o objeto button, basta clicar com o botão direito do mouse no objeto e selecionar a opção Edit Script. O código que reproduz o mesmo efeito do animation é mostrado conforme Figura 23:

28

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Figura 23 É importante observar o ambiente de programa ção VBA para atentarmos a alguns
Figura 23 É importante observar o ambiente de programa ção VBA para atentarmos a alguns

Figura 23

É importante observar o ambiente de programação VBA para atentarmos a alguns itens importantes:

O código está aplicado localmente à tela que contém o objeto em questão, no caso o conteúdo está dentro do Project_Tela_Treinamento.

As propriedades do objeto são mostradas na janela

Properties – CommandButon1 (nome atribuído ao objeto). Devemos lembrar que podemos alterar estas propriedades em tempo de execução da aplicação (Runtime), bastando preparar o código para isto.

O código será executado no evento Click do botão, como podemos ver abaixo:

Private Sub CommandButton1_Click() If Fix32.Fix.A38BV104_LIGA.A_CV = 0 Then CommandButton1.Enabled = False Else CommandButton1.Enabled = True End If End Sub

29

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

2. DataLink a) Após ter inserido o objeto na tela que se deseja animar, clique
2. DataLink a) Após ter inserido o objeto na tela que se deseja animar, clique

2. DataLink a) Após ter inserido o objeto na tela que se deseja animar, clique com o botão direito do mouse no objeto e após selecionar a opção Animation é possível configurar as propriedades associadas a ele. O objeto datalink é utilizado para leitura/escrita de variáveis.

Vamos ressaltar neste exemplo as paletas mais relevantes: Visibility, Text, Color, Behavior.

Visibility:

Permite visualizar ou não o objeto em tempo de execução, baseado no comportamento de uma variável de controle (Configurada no Data Source). Veja como ficaria a animação:

no Data Source ). Veja como ficaria a animação: Figura 24 • Text: permite alterar as

Figura 24

Text:

permite alterar as propriedades do texto em tempo de execução. O texto é a imagem do conteúdo da variável configurada no Data Source.

Veja como ficaria a animação:

/

30

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Figura 25 • Color: Permite trocar a cor do texto em tempo de execução. Esta
Figura 25 • Color: Permite trocar a cor do texto em tempo de execução. Esta

Figura 25

Color:

Permite trocar a cor do texto em tempo de execução. Esta funcionalidade pode ser aplicada à mudança de faixas de alarme de variáveis analógicas.

Veja como ficaria a animação:

de variáveis analógicas. Veja como ficaria a animação: Figura 26 www.cadfamily.com 31 0682 - 227 (Rev

Figura 26

31

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

b) Uma outra forma de se obter o mesmo resultado é alterar as propriedades do

b) Uma outra forma de se obter o mesmo resultado é alterar as propriedades do datalink via VBA (Visual Basic Application), ou seja, vamos criar um script para o datalink sem fazer a animação via o processo Animation mostrado no item anterior.

Para criar um script para o objeto datalink, basta clicar com o botão direito do mouse no objeto e selecionar a opção Edit Script. O código que reproduz o mesmo efeito do Animation é mostrado conforme Figura 27:

mesmo efeito do Animation é mostrado conforme Figura 27: Figura 27 7.1.1.1 Conclusões Sobre a Utilização

Figura 27

7.1.1.1 Conclusões Sobre a Utilização da Ferramenta Animation e da Utilização de VBA

Nos itens anteriores abordamos a utilização da ferramenta Animation e do VBA.

Conforme observamos, em muitos casos, podemos chegar a um mesmo resultado utilizando a ferramenta Animation ou VBA Script, porém existem vantagens e desvantagens de se utilizar cada uma delas em cada aplicação.

De forma geral, podemos observar que a o Animation traz as seguintes vantagens:

Atualização da animação toda vez que ocorre mudança na variável, já embutida na estrutura da animação do objeto, independente de evento.

32

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Facilidade de configuração, pois as caixas de diálogo para animação são bastante amigáveis. Com outro

Facilidade de configuração, pois as caixas de diálogo para animação são bastante amigáveis.

Com outro enfoque podemos avaliar as vantagens da utilização de código VBA:

Toda a estrutura de animação do objeto concentrada em um único lugar.

Melhor visualização dos eventos que controlam o objeto.

Em linhas gerais podemos concluir que a utilização da ferramenta Animation deve ser aplicada em casos em que se desejar obter efeitos nos objetos, toda vez que mudar o valor da variável monitorada, pois o evento de atualização da animação do objeto com a alteração da variável já está embutido na ferramenta.

A utilização do VBA Script deve ser recomendada no caso de aplicações que requeiram

resposta da animação a eventos específicos, tais como Mouse_Click, Mouse_up, Mouse_down, Evento_DataChange, Key_Press.

Mais tarde, abordaremos com mais detalhes a utilização do VBA.

7.1.2 Animações Experts

detalhes a utilização do VBA. 7.1.2 Animações Experts Figura 28 Os experts de animação são ferramentas

Figura 28

Os experts de animação são ferramentas que possibilitam gerar o script de animação para

o objeto automaticamente, a partir de uma caixa de preenchimento amigável.

33

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Objeto do Toolbox Função Foreground Color Expert Fill Expert Rotate Expert Position Expert Scale

Objeto do Toolbox

Função

Foreground Color Expert

Foreground Color Expert

Fill Expert

Fill Expert

Rotate Expert

Rotate Expert

Position Expert

Position Expert

Scale Expert

Scale Expert

Visibility Expert

Visibility Expert

Generate Picture Expert

Generate Picture Expert

Open Picture Expert

Open Picture Expert

Close Picture Expert

Close Picture Expert

Replace Picture Expert

Replace Picture Expert

Refresh Rate Expert

Refresh Rate Expert

Data Entry Expert

Data Entry Expert

Tabela 5

7.1.2.1 Alguns Exemplos de Utilização da Ferramenta Expert

Open Picture Expert:

Este objeto de animação permite gerar o script, automaticamente, da abertura de uma tela ou janela a partir de uma caixa de diálogo amigável. Para podermos aplicar a ferramenta é necessário que tenhamos um objeto em tela, ao qual será aplicado este script. Por exemplo, um botão. Veja:

será aplicado este script . Por exemplo, um botão. Veja: Figura 29 www.cadfamily.com 34 0682 -

Figura 29

34

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Após ter preenchido a caixa de diálogo mo strada na Figura 29, a ferramenta gera

Após ter preenchido a caixa de diálogo mostrada na Figura 29, a ferramenta gera automaticamente o script que podemos visualizar abaixo:

automaticamente o script que podemos visualizar abaixo: Figura 30 Como podemos visualizar, a sintaxe padrão para

Figura 30

Como podemos visualizar, a sintaxe padrão para abertura de uma janela é:

OpenPicture [Picture as string], [Picture Alias as String], [Top Position], [Left Position], [intErrorMode as Integer = 0].

Close Picture Expert:

Este objeto de animação permite gerar o script, automaticamente, na abertura de uma tela ou janela, a partir de uma caixa de diálogo amigável. Para podermos aplicar a ferramenta é necessário que tenhamos um objeto em tela, ao qual será aplicado este script. Por exemplo um botão. Veja:

será aplicado este script . Por exemplo um botão. Veja: Figura 31 www.cadfamily.com 35 0682 -

Figura 31

35

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Após ter preenchido a caixa de diálogo mo strada na Figura 31, a ferramenta gera

Após ter preenchido a caixa de diálogo mostrada na Figura 31, a ferramenta gera automaticamente o script mostrado abaixo:

Private Sub CommandButton3_Click() 'The Comments below have been added automatically. 'Any changes could cause adverse effects to the functionality 'of the Script Authoring Experts. 'WizardName=ClosePicture

'Property1=Analogica.grf

'Property2=False

'Property3=

'Property4=False

ClosePicture "Analogica.grf" End Sub

Conforme podemos observar, a sintaxe a ser utilizada no fechamento de uma tela ou janela é:

ClosePicture [Picture as String], [intErrorMode as Integer = 0].

Podemos observar também que a ferramenta experts traz algumas linhas comentadas no código gerado. Caso o usuário queira deixar o código mais compacto, basta retirar estas linhas e compilar novamente o programa.

36

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

8. CONFIGURANDO O AMBIENTE WORKSPACE Após ter feito uma abordagem da utilização da s barras

8. CONFIGURANDO O AMBIENTE WORKSPACE

Após ter feito uma abordagem da utilização das barras de ferramentas de animação para o ambiente Workpace, vamos tratar agora o comportamento geral das configurações do ambiente no contexto da aplicação.

O padrão de configurações do modo de execução e do modo configuração que será carregado para a aplicação pode ser setado em Workspace\menu workspace\User Preferences, conforme podemos ver abaixo:

workspace\User Preferences , conforme podemos ver abaixo: Enviroment Protection: Figura 32 Configura a proteção do

Enviroment Protection:

Figura 32

Configura a proteção do ambiente, ou seja, permite configurar características a serem adotadas em runtime desabilitando algumas características de acesso a tarefas gerais tal como Ctrl ALT Del e outras:

acesso a tarefas gerais tal como Ctrl ALT Del e outras: Figura 33 www.cadfamily.com 37 0682

Figura 33

37

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

Background StartUp: Permite adicionar tarefas que irão rodar em Background na partida do sistema. Permite
Background StartUp: Permite adicionar tarefas que irão rodar em Background na partida do sistema. Permite
Background StartUp:
Permite adicionar tarefas que irão rodar em Background na partida do sistema.
Permite adicionar tarefas do tipo evs, ou seja controle de eventos feitos na tarefa
Schedule.
Figura 34
Startup Pictures:

Permite adicionar as telas que serão abertas na partida do sistema.

adicionar as telas que serão abertas na partida do sistema. Figura 35 www.cadfamily.com 38 0682 -

Figura 35

38

The document is for study only,if tort to your rights,please inform us,we will delete

9. LABORATÓRIO 2 Objetivo Criar uma tela simples que utilize recursos do iFIX como Experts

9. LABORATÓRIO 2

Objetivo

Criar uma tela simples que utilize recursos do iFIX como Experts, animações, datalinks e outros.

Crie uma tela de supervisão para uma analógica utilizando o driver de simulação. Essa tela deverá possuir um datalink mostrando o valor atual da analógica e que permita ao usuário alterar seu valor e um gráfico de tendência mostrando sua evolução com o tempo. Além disso deverá ser criado um botão que só será visível quando o valor do sinal analógico for maior que 80.

Sugestão de resposta:

Criar um bloco analógico no driver de simulação. − Abra o Database Manager, selecione a
Criar um bloco analógico no drive