Ofício Circular Nº 7, DE 19 DE MAIO DE 1999 Situação: Vigente Ementa: Dispõe sobre Registro do Produto "Frango Caipira ou Frango Colonial

" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial" Histórico:

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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO - MAA DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - DIPOA DIVISÃO DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS - DOI Oficio Circular DOI /DIPOA N° 007/99 EM: 19/05/99 Do : Chefe da Divisão de Operações Industriais - DOI Ao : SIPA's /DFA's Assunto : Registro do Produto "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial". Os grandes avanços :científicos e tecnológicos ocorridos nos últimos anos nos mais diversos setores das atividades ligadas à agropecuária tem propiciado o surgimento de inúmeros novos produtos destinados a um público consumidor cada vez mais esclarecido e interessado em novidades que atendam às suas necessidades. Há, por outro lado, em todo o mundo, especialmente na área de alimentos, uma tendência crescente pela procura dos produtos chamados naturais, ou seja, aqueles obtidos a partir de criações ou de culturas nas quais se adotam técnicas de manejo livres ao máximo de artificialismo que possam alterar de alguma forma o produto final. Em conseqüência com a tendência mencionada, é bem conhecido em nosso país o apreço conferido por uma parcela significativa de consumidores ao denominado "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial”. Ocorre que a oferta do genuíno frango caipira é reduzida o que, em conseqüência, torna esse produto demasiado caro e, portanto, inacessível a grande parte da população. Ultimamente, entretanto, começaram a aparecer algumas iniciativas de produtores interessados em atender a demanda existente em relação a tal produto, apresentando alternativa em princípio viável. Em face do exposto, após criteriosa avaliação dos pedidos e dos correspondentes esclarecimentos de produtos específicos e, ainda, levando em conta os compromissos assumidos pelos mesmos, a Divisão de Operações Industriais - DOI, do DIPOA, houve por bem aprovar o emprego da designação "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo

2. d) Os lotes correspondentes "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial" deverão chegar ao local de abate acompanhados de GTA (Guia de Transito Animal) e anexos. c) Os lotes correspondentes ao "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial" deverão chegar ao estabelecimento de abate acompanhados por Certificação Especial. Dependendo do resultado das mencionadas auditorias. a campo. fazendas ou criatórios. sendo doravante sua criação extensiva." devem ser atendidos os seguintes requisitos: a) Cadastramento de todas as granjas de criação junto ao Serviço de Inspeção Federal. conforme acima estipulado.Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial" na identificação de frangos em cuja produção. aquelas linhagens comerciais específicas para frango de corte. ALIMENTAÇÃO: Constituída por ingredientes. ainda. o Serviço de Inspeção Federal. que a Divisão de Operações Industriais – DOI Procederá. e) Eventualmente quando necessário. Deve conter neste cadastro nome e inscrição de produtor rural. sejam fielmente observadas as seguintes condições: 1. Junto aos anexos o médico veterinário e ou responsável técnico deverá especificar o sistema de criação. garantindo expressamente todas as condições de criação. de responsabilidade dos produtores. f) Atender o artigo 12 do código de proteção e defesa do consumidor. impõe-se a obrigatoriedade de trabalho em turnos específicos. que na operacionalização da produção do "Frango Caipira ou Frango Colonial" ou "Frango Tipo ou Estilo Caipira" ou "Tipo ou Estilo Colonial. É importante ressaltar. lei n° 8078 de 11 de setembro de 1990. LINHAGEM: Exclusivamente as raças próprias para este fim. 3. inclusive proteínas. sendo totalmente proibido o uso de promotores de crescimento de qualquer tipo ou natureza. Fica estabelecido. usar no mínimo 3 metros quadrados de pasto por ave. finalmente. SISTEMA DE CRIAÇÃO (MANEJO): Até 25 (vinte e cinco) dias em galpões. Antonio Jorge Camardelli Chefe da DOI / DIPOA . portanto. O presente documento deverá se adotado a partir desta data. capacidade de alojamento. a auditorias "in loco". incluindo as granjas de produção.IDADE DE ABATE: No mínimo 85 (oitenta e cinco) dias. nas suas diversas fases. para assegurar-se de que as condições fixadas no presente documento estão sendo integralmente atendidas. até a sua embalagem final. endereço e localização (planta de situação). sempre que julgar necessário. vedadas. a presente concessão poderá ser cancelada. com a perfeita identificação dos lotes da produção diferenciadas. b) Embora as instalações de abate possam ser as mesmas utilizadas para o Frango de Corte. exclusivamente de origem vegetal. soltos. poderá certificar "in loco" o sistema de criação deste frango nas granjas. 4. Após essa idade.

05. -Considerando que os avicultores de postura já dão exemplo explorando um nicho de mercado constituido de consumidores bem informados e preocupados com a composição natricional sem nenhum fator de modificação. revogando o Ofício Circular/DOI/DIPOA Nº 008/99. rico em nutrientes essenciais. 8. junto a Divisão de Operações Industriais. 7. levando em conta como referência o número de coleta de ovos no mínimo de 5 coletas diárias e a guarda dos mesmos em sua sala de ovos apropriada e com controle sanitário. -Considerando a versatilidade do produto em uma gama enorme de aplicação na culinária brasileira. Deverá ser assegurado ao produto garantias da sua obtenção nos aspectos referentes a higiene e sanidade. 5. -Considerando os vários pedidos de aprovação do produto em lide. recomenda-se 3 metros quadrados de pasto por ave. de 19. É vedada a reutilização de embalagens ou bandejas ao produto. 9. não necessita ser pré estabalecido mas recomenda-se que seja construido locais cobertos onde previamente estarão fixados os locais de postura. este resolve estabelecer critérios para produção e identificação do produto: 1. vegetal.Serviço Público Federal Ministério da Agricultura e do Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuári – DAS Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA Gabinete do Diretor OFÍCIO CIRCULAR / DIPOA Nº 60/99 EM 04/11/99 Do: Diretor do departamento de Inspeção de Produtos de OrigemAnimal . O produto terá como designação de venda “Ovos Caipira” ou “ Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial”. -Considerando os componentes nutricionais e seus possíveis efeitos na saúde humana como um dos pontos de prioridade na escolha do alimento. -Considerando que o “Ovo” é um dos principais itens na dieta humana. O local de postura. 2. O referido documento entra em vigor a partir da presente data.99. -Considerando que cada vez mais estão presentes no mercado competitivo de alimentos produtos obtidos em sua forma natural. sendo reconhecido como um dos elementos mais completos. livres ao pastoreio. 6. 4. Antonio Jorge Camardelli Médico Veterinário – CRMV – 1633 Diretor do DIPOA/DAS . -Considerando as tendências de mercado buscando as culturas rurais que depois de adaptados consquitaram um mercado abrangente de consumo. É indispensável o relacionamento das granjas produtoras junto ao Serviço de Inspeção Federal com a apresentação de toda a documentação inerente ao processo. sendo proibida a colocação de pigmentos sintéticos na ração.DIPOA Ao: SIPA´s / DFA´s Assunto : Registro do Produto “Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial”. facultando-se a iluminação artificial. de fácil acesso denominados “Ninhos”. Atender o artigo 12 do código de proteção e defesa do consumidor lei nº 8078 de 11de setembro de 1990. As galinhas poedeiras deverão ser alimentadas com dietas exclusivamente de origem 3. O sistema de criação deverá ser o mesmo adotado para as galinhas criadas em sistema extensivos.

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