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DECRETO-LEI nº 220 DE 18 DE JULHO DE 1975.
ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. O Governador do Estado do Rio de Janeiro, no uso da atribuição que lhe confere o § 1º do art. 3º da Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, DECRETA Art. 1º - Este Decreto-lei institui o regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. Parágrafo único - Para os efeitos deste Decreto-lei funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). * Vide artigo 1º, § 1º, Decreto 2479/79 – Regulamento.

TÍTULO I DO PROVIMENTO, DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA Art. 2º - A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público. * Vide artigo 37, II, Constituição Federal e artigo 5º do Decreto–Lei 2479/79. § 1º - O concurso objetivará avaliar: 1) conhecimento e qualificação profissionais, mediante provas ou provas e títulos; 2) condições de sanidade físico-mental; e 3) desempenho das atividades do cargo, inclusive condições psicológicas, mediante estágio experimental, ressalvado o disposto no § 11 deste artigo. * Redação dada pela Lei nº 1820/1991. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 2º - Revogado. *Revogado pela Lei Complementar Estadual nº140 de 18 de março de 2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 3º - A designação prevista no parágrafo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite das vagas a serem preenchidas, percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo, assegurada a diferença, se nomeado afinal. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.

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2 § 4º - O prazo de validade das provas será fixado nas instruções reguladoras do concurso, aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado e poderá ser prorrogado, uma vez, por período não excedente a 12 (doze) meses. * Vide artigo 37, III e IV da Constituição Federal e artigo 8º, IV do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 5º - O candidato que, ao ser designado para o estágio experimental, for ocupante, em caráter efetivo, de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual direta ou autárquica ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário e vantagens, observado o disposto no inciso IV do art. 20 e ressalvado o salário-família, continuando filiado à mesma instituição de previdência, sem alteração da base de contribuição. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 6º - O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e voltará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado, na hipótese do parágrafo anterior. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 7º - O candidato aprovado permanecerá na situação de estagiário até a data da publicação do ato de nomeação, considerada a mesma data, para, todos os efeitos, início do exercício do cargo ressalvado o disposto no parágrafo terceiro antecedente e no artigo seguinte. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 8º - As atribuições inerentes ao cargo servirão de base para o estabelecimento dos requisitos a serem exigidos para inscrição no concurso, inclusive a limitação da idade, que não poderá ser inferior a 18 (dezoito) nem superior a 45 (quarenta e cinco) anos. * Vide artigo 8º, I do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 9º - Não ficará sujeito ao limite máximo de idade o servidor de órgão da administração pública, direta ou indireta. § 10 - Além dos requisitos de que trata o § 8º deste artigo, são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira; * Vide artigo 37, I da Constituição Federal 2) pleno gozo dos direitos políticos; 3) quitação das obrigações militares. * Vide artigo 8º, § 3º do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 11 - A norma contida no item 3 do § 1º deste artigo não se aplica ao candidato habilitado nas provas para o preenchimento de cargo de professor ou de cargos destinados ao pessoal de apoio ao magistério. * Redação dada pela Lei nº 2289/1994. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 3º - O funcionário nomeado na forma do artigo anterior adquirirá estabilidade após 2 (dois) anos de efetivo exercício, computando-se, para esse efeito, o período de estágio experimental em que tenha sido aprovado.

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3 * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Parágrafo único - O funcionário que se desvincular de um cargo público do Estado do Rio de Janeiro ou de suas autarquias para investir-se em outro conservará a estabilidade já adquirida. * Vide artigo 41, caput e § 1º da Constituição Federal e artigo 87 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 4º - O funcionário estável poderá ser transferido da administração direta para a autárquica e reciprocamente, ou de um para outro Quadro de mesma entidade, desde que para cargo de retribuição equivalente, atendida a habilitação profissional; ou removido de uma Unidade Administrativa para outra do mesmo órgão ou entidade, desde que haja claro na lotação. * Vide artigo 37, II da Constituição Federal. Art. 5º - Invalidada a demissão do funcionário, será ele reintegrado e ressarcido. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigos 40 a 44 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º - Far-se-á a reintegração no cargo anteriormente ocupado; se alterado, no resultante da alteração; se extinto, noutro de vencimento equivalente, atendida a habilitação profissional. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 41, caput do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 2º - Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas no parágrafo anterior, restabelecer-se-á o cargo anteriormente exercido, que ficará como excedente, e nele se fará a reintegração. * Vide artigo 41, p. único do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 3º - A reintegração ocorrerá, sempre, no sistema de classificação a que pertencia o funcionário. * Vide artigo 42 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 4º - Reintegrado o funcionário, aquele que não ocuparia cargo de igual classe se não tivesse ocorrido o ato de demissão objeto da medida será exonerado ou reconduzido ao cargo anterior, sem direito a qualquer ressarcimento, se não estável; caso contrário, será ele provido em vaga existente ou permanecerá como excedente até a ocorrência da vaga. * Vide artigo 41, § 2º da Constituição Federal e artigo 43 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 6º - O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. * Vide artigo 46 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 7º - O funcionário estável fisicamente incapacitado para o pleno exercício do cargo poderá ser ajustado em outro de vencimento equivalente e compatível com suas aptidões e qualificações profissionais. * Vide artigos 49 a 51 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

5) prestação de fiança. ocorrendo motivo relevante.A investidura em cargo em comissão ocorrerá com a posse. da qual se lavrará termo incluindo o compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública.2º e 3 e 4 do parágrafo anterior não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento. § 3º . nos casos de nomeação. § 4º . 2) declaração de bens. 8º.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o prazo para o exercício poderá ser prorrogado.São requisitos essenciais para essa investidura.O funcionário que deva entrar em exercício em nova sede terá. § 3º . 4) bons antecedentes. 2º e 1. contado da publicação do ato de provimento.A competência para dar posse será a indicada em legislação específica. * Vide artigo 15 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O termo de posse consignará a apresentação de declaração de bens. * Vide artigo 37. 1) habilitação em exame de sanidade e capacidade física realizada exclusivamente por órgão oficial do Estado.Quando a investidura de que trata este artigo recair em pessoas estranhas ao serviço público. 9º .Será tornada sem efeito a nomeação se o exercício não se verificar no prazo estabelecido. contados da data da publicação do ato que o determinar. § 2º . verificada a subsistência dos previstos no § 10 do art. Art. 8º .com 4 Art. 6 e 7 do § 1º do art. 10 . transferência e aproveitamento. 2º. Art. 4. para esse efeito. * Vide artigos 56 e 70 do Decreto 2479/79 – Regulamento. prazo de 5 (cinco) dias.A critério da administração. reintegração. ou se percebe proventos de inatividade. * Vide artigo 17 do Decreto 2479/79 – Regulamento. função ou emprego. II e V da Constituição Federal e artigos 14 e 22 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 6) declaração sobre se detém outro cargo. os seguintes: * Vide artigo 18 do Decreto 2479/79 – Regulamento. que. se iniciará no prazo de 30 (trinta) dias. 3) habilitação em concurso público. será exigida a comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 a 3 do § 10 do art.A prova dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3 do § 10 do art. § 2º . § 1º . quando a natureza da função o exigir. * Vide artigo 16 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 2. * Vide artigos 14 e 68 do Decreto 2479/79 – Regulamento.claudetepessoa. § 1º .A investidura em cargo de provimento efetivo ocorrerá com o exercício. . e 7) inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF).

§ 2º .O afastamento para o exterior. *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005. I . hipótese em que a investidura independerá da posse. § 1º . dependerá.Considerar-se-á em efetivo exercício o funcionário afastado por motivo de: * Vide artigo 79 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II . XIII . serão abonadas mediante a apresentação de atestado ou laudo médico expedido pelo órgão médico oficial competente do Estado ou por outros aos quais ele transferir ou delegar atribuições. 11 . XIV . * Redação dada pela Lei Complementar nº 110 de 06 de dezembro de 2005. VI . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. . inclusive em pessoa da família. V . VIII .doença de notificação compulsória. Art. licença à gestante. em substituição.As faltas do servidor por motivo de doença. IV .com 5 Art. da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. XI . XII .suspensão preventiva.casamento e luto. § 2º .desempenho de cargo ou função de confiança na administração pública federal. salvo quando o afastamento exceder de 30 (trinta) dias.licença para tratamento de saúde. * Redação dada pela Lei 214/1978.convocação para serviço militar. 13 . III . júri e outros serviços obrigatórios por lei. acidente em serviço ou doença profissional.licença-prêmio. exceto em gozo de férias ou licença. estadual ou municipal. atestado expedido por órgão médico de outra entidade pública.Ressalvada a hipótese prevista em regulamento. Art. eventualmente. 14 .claudetepessoa.Admitir-se-á. até 8 (oito) dias. até o máximo de 03 (três) dias durante o mês.A substituição não poderá recair em possa estranha ao serviço público.trânsito para ter exercício em nova sede. na hipótese de inexistência de órgão médico oficial do Estado na localidade.prestação de prova ou exame em concurso público. 12 . se absolvido afinal. * Renumerado pela Lei 214/1978. Art. se inocentado afinal.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. dentre estes os Hospitais do IASERJ. § 1º .missão oficial. IX . salvo delegação de competência.O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa dar-se-á somente para desempenho de cargo ou função de confiança e com ônus para a unidade requisitante. a substituição será gratuita.O cargo ou função de confiança poderá ser exercido. *Acrescentado Lei Complementar nº110 de 06 de dezembro de 2005.recolhimento à prisão. de prévia autorização do Governador do Estado.férias.o estágio experimental. X . VII .estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses.

poderá ser designado. 30 (trinta) dias consecutivos de férias. Art. Parágrafo único . 2) no caso de abandono de cargo. aplicando-se à hipótese o disposto no art. II . § 1º da Constituição Federal e artigo 55 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 37. responsável pelo expediente.É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. Parágrafo único . 1) no caso de exercício de cargo ou função de confiança.Declarar-se-á a perda do cargo: * Vide artigo 41. quando extinta a punibilidade por prescrição e o funcionário não houver requerido a exoneração.Revogado. por ano de exercício. * Vide artigos 52 e 53 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Revogado pela Lei Complementar n°121 de 11 de junho de 2008. TÍTULO II DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS Art. parte final. * Vide artigo 39. *Vide artigo 298. Art. ocorrerá: * Vide artigo 54 do Decreto 2479/79 – Regulamento. V. § 2º . 16 . 14.A exoneração ou dispensa. § 1º e artigo 57.com 6 . § 1º do Decreto 2479/79 – Regulamento. deste Estatuto.claudetepessoa. 5º. da Constituição Federal. § 1º . II. § 1º da Constituição Federal. I .Dar-se-á a vacância do cargo ou função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. e até o seu provimento. 18 .O funcionário gozará. que somente poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos. * Vide artigo 41.ex-officio.Na vacância do cargo ou função.Aplicar-se-á a exoneração ou dispensa ex-officio: * Vide artigo 54. I .nos demais casos especificados em lei.Regulamento. em face de imperiosa necessidade do serviço.nas hipóteses previstas na legislação penal e II . * Vide artigo 52. . pela autoridade imediatamente superior. * Redação dada pelo Decreto-Lei 363/77. Art. 15 . * Incluído pela Lei 214/1978. V e § 1º e artigo 303. 17 .a pedido. II do Decreto 2479/79 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 3) na hipótese prevista no art. § 4º. § 3º da Constituição Federal e artigos 90 a 96 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

processar-se-á a movimentação cabível. * Vide artigos 110 a 116 do Decreto 2479/79 – Regulamento. para acompanhar o cônjuge eleito para o Congresso Nacional ou mandado servir em outras localidades se militar. que for contratado por empresa ou aderir a cooperativa que administre hospitais públicos terceirizados. pelo prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses. IX . 19 . com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. * Incluído pela Lei 490/1981.para serviço militar. pelo prazo de cinco anos. em cada caso. pelo prazo de seis meses. e. sendo-lhe garantida a contagem de tempo de serviço para fins de aposentadoria. § 2º do Decreto 2479/79 . com vencimento e vantagens do cargo efetivo. * Vide artigos 125 a 128 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 39 da Constituição Federal. II . III . por no mínimo trinta e no máximo noventa dias. * Vide artigos 129 a 137 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 1) para tratamento de saúde. com dois terços. pelo prazo de 3 (três) meses.No caso de inciso V.com 7 Art. a partir da data do referido laudo.a título de prêmio. servidor público ou com vínculo empregatício em empresa estadual ou particular.claudetepessoa.10. no máximo. ao servidor da área da saúde. * Vide artigos 117 a 119 do Decreto 2479/79 – Regulamento. nos termos fixados em Lei.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. prorrogável. depois de cada quinquênio ininterrupto de efetivo exercício no serviço público estadual ou autárquico do Estado do Rio de Janeiro. * Redação dada pela Lei 800/1984.sem vencimento. VII . IV . existindo. para trato de interesses particulares. durante as licenças: *Vide artigo 129.sem vencimento.sem vencimentos. * Vide artigos 138 a 141 do Decreto 2479/79 – Regulamento. para desempenho de mandato eletivo. * Redação dada pela Lei Complementar n° 128 de 26 de junho de 2009. * Vide artigos 120 a 122 do Decreto 2479/79 – Regulamento.por motivo de doença em pessoa da família. por outros 12 (doze) meses.2001 – licença maternidade e paternidade por adoção. .Regulamento.sem vencimento. * Incluído pela Lei 2878/97. no caso de aleitamento materno.Suspender-se-á.Regulamento. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias. VI . se obedecido o que prevê o § 5º deste artigo. de 26.Conceder-se-á licença: *Vide artigos 97 a 109 do Decreto 2479/79 . § 2º . com vencimento e vantagens. na localidade.à gestante. § 1º . * Vide Lei 3693. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado. VIII . I . V . até o limite de 90 (noventa) dias.para tratamento de saúde. a contagem de tempo de serviço para efeito de Licença-Prêmio. com vencimentos e vantagens. na forma da legislação específica. unidade administrativa onde haja claro na lotação ou vaga. prorrogável uma única vez. * Vide artigos 123 e 124 do Decreto 2479/79 – Regulamento.

a extinção do contrato de trabalho ou o desligamento do cooperado que se encontrar licenciado do serviço público. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.com 8 2) por motivo de doença em pessoa da família e 3) por motivo de afastamento do cônjuge. de 26 de junho de 2009. * Incluído pela Lei 2878/97. § 8º . § 4º . no dia útil imediatamente posterior. § 5º . quando se afastar do exercício do cargo: *Vide artigos 142 a 148 do Decreto 2479/79 . do contrato de trabalho do servidor licenciado na forma do inciso IX deste artigo com a sociedade prestadora de serviços hospitalares terceirizados. ou seu desligamento da cooperativa a esse fim direcionada. imediatamente após o término das mesmas. Art. § 7º . § 6º . * Incluído pela Lei 2878/97. por qualquer motivo. 20 . * Incluído pela Lei 2878/97.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. devidamente comprovada. com base no valor da última remuneração recebida dos cofres públicos. importará em imediata suspensão da licença sem vencimento. .claudetepessoa. mediante requerimento da servidora. corrigida no tempo em função e pelos mesmos percentuais dos reajustes gerais e da categoria.O funcionário deixará de receber vencimentos e vantagens. § 3º .Na hipótese do parágrafo anterior. * Incluído pela Lei 3862/2002.Durante o período de licença a que se refere o inciso IX deste artigo o servidor deverá continuar contribuindo para o Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro IPERJ. licença prêmio a que tiver direito. as cooperativas e as empresas de serviços hospitalares terceirizados deverão comunicar à Secretaria de Estado de Saúde.Regulamento. * Incluído pela LC n°128.No caso do inciso III. §9º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida. a licença à gestante de recém-nascidos pré-termo será acrescida do número de semanas equivalente à diferença entre o nascimento a termo – 37 semanas de idade gestacional – e a idade gestacional do recém-nascido.Revogado.A extinção. o servidor deverá retornar imediatamente ao serviço público. * Incluído pela Lei 2878/97.Expirado o prazo da licença a que se refere o inciso IX deste artigo. exceto gratificação adicional por tempo de serviço. obrigando o servidor a retornar ao serviço público ou a converter sua licença para uma das outras modalidades previstas neste Decreto-Lei.

dois terços do vencimento e vantagens.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver ocorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria Geral do Estado. Art. * Incluído pela LC 96/2001. salvo quando. e IV .ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede. hipótese em que não se admitirá parcelamento.O Poder Executivo disciplinará a concessão de: *Vide artigos 149 e 151 do Decreto 2479/79 . à Empresa Pública. III .diárias ao funcionário que.para exercer cargo ou função de confiança.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Regulamento.um terço do vencimento e vantagens. Art. V . II . reconhecido o afastamento como de interesse do Estado.prêmio por sugestões que visem ao aumento de produtividade e à redução de custos operacionais da Administração. em objeto de serviço. Parágrafo único . salvo por motivo de força maior devidamente comprovado.gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva.Regulamento. de pena privativa de liberdade. à Sociedade de Economia Mista.indenização de representação de gabinete. salvo se inocentado afinal. durante o recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. exceto na ocorrência de má fé. ressalvado o direito à diferença. IV . e III . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.As reposições e indenizações à Fazenda Pública far-se-ão em parcelas mensais não excedentes à décima parte do vencimento.de prestação de alimentos. salvo quando se tratar: *Vide artigo 147 do Decreto 2479/79 .Regulamento. ressalvando o direito à diferença em caso de arquivamento do inquérito. 22 . sem perda do cargo. I .para prestar serviço à União. I .claudetepessoa. durante o cumprimento. 24 . 21 .o vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço. ressalvado o direito de opção legal.de dívida para com a Fazenda Pública.em decorrência de prisão administrativa. a Município.Regulamento.O vencimento e as vantagens pecuniárias do funcionário não serão objeto de penhora.com 9 I . a outro Estado. Art.O funcionário deixará de receber: *Vide artigo 145 do Decreto 2479/79 . II . * Alterado pela LC 96/2001. à Fundação ou à Organização Internacional. 59 o recebimento do vencimento e vantagens será proporcional ao tempo de serviço. Art. se deslocar eventualmente da sede. se absolvido afinal. *Vide artigo 148 do Decreto 2479/79 . I . II . III .para estágio experimental. . e II . a juízo do Governador. Parágrafo único – Na hipótese do art. 23 .

Para efeito de aposentadoria. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 27 . ou pela atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. § 10 da Constituição Federal e artigo 80 do Decreto-Lei 2479/79 . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. será computado: * Nova Redação dada pela LC n° 121.Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade. § 1º . estadual. de 11 de junho de 2008. 29 . e VII .Revogado. Art.Revogado.gratificação de encargos especiais. o funcionário estável será posto em disponibilidade. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. na administração direta ou indireta. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. I . Parágrafo único . observado o limite temporal estabelecido no art. 4º da Emenda Constitucional n.Revogado. VIII .claudetepessoa. de 15 de dezembro de 1998.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Revogado. * Vide artigo 40. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art. * Revogado pela LC°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único . 28 .Revogado. § 3º .Regulamento. § 3º da Constituição Federal e artigo 212 do Decreto 2479/79 – Regulamento. e de disponibilidade. 25 .gratificação pelo encargo de auxiliar ou membro de banca ou de comissão examinadora de concurso.adicional por tempo de serviço. § 2º . 26 .com 10 VI . * Vide artigo 41.Revogado. . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. com proventos proporcionais ao tempo de serviço.º 20.Revogado. Art.Revogado. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. § 4º . ou municipal. * Incluído pela Lei 720/1981.o tempo de serviço público civil federal.

Regulamento.É assegurado aos funcionários o direito de requerer ou representar. computado para concessão de adicional por tempo de serviço. . Art. § 3º . II . vedada a acumulação daquele prestado concomitantemente.Regulamento. compreendendo: I .claudetepessoa. 32 . dentária e hospitalar.O tempo de serviço computar-se-á somente uma vez para cada efeito. a qual se presumirá da publicação do ato. ressalvados os previstos em leis especiais. também. 33 .Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo. § 2º .O Poder Executivo disciplinará a previdência e a assistência ao funcionário e à sua família. seu provimento retroagirá à data do ato impugnado.o tempo de disponibilidade.em 120 (cento e vinte) dias. Art. III . § 1º . Parágrafo único . farmacêutica.O prazo de prescrição contar-se-á da data da ciência do interessado. § 1º .salário-família. III .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. quanto aos atos de demissão. IV .financiamento imobiliário. § 2º .Revogado. * A Lei 1713/90 incluiu o inciso IV ao artigo 29 a Lei 1820/91 o suprimiu. § 9º da Constituição Federal.O recurso não tem efeito suspensivo. de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais.Regulamento.O direito de requerer prescreverá: *Vide artigo 204 do Decreto 2479/79 .o tempo de serviço militar. § 3º .A prestação de serviço gratuito será excepcional e somente surtirá efeito honorífico. II . § 3º da Constituição Federal e artigos 233 e 266 do Decreto 2479/79.em 5 (cinco) anos. nos demais casos. * Vide artigo 39. 31 . II .auxílio-doença. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 30 .assistência médica. *Vide artigos 199 a 203 do Decreto 2479/79 .com 11 * Vide artigo 40. Art. TÍTULO III DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA Art.O recurso interrompe a prescrição até duas vezes.O tempo de serviço a que se referem os incisos I e II deste artigo será. I .

§ 2º . das Sociedades de Economia Mista e das Empresas Públicas. X .dois cargos privativos de médico. 3) de pensões com proventos de disponibilidade. a percepção: 1) conjunta. bem como das Autarquias. com direito a remuneração.um cargo de professor com outro técnico ou científico. 2) de pensões com vencimento. XVI da Constituição Federal e artigos 271 a 284 do Decreto 2479/79 . * Redação dada pela Lei 252/1979.um cargo de juiz com outro de professor. remuneração ou provento. remuneração ou salário. com base no vencimento. a acumulação somente será permitida quando houver correlação de matérias e compatibilidade de horários.O regime de acumulação abrange cargos funções e empregos da União.claudetepessoa. e 5) de proventos com vencimento ou remuneração. exceto o de: * Vide artigo 37.auxílio-funeral. do Distrito Federal e dos Municípios. * Vide artigo 37.auxílio-moradia. § 3º .plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões.É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicos. jubilação ou reforma. VII . * Vide artigo 272 do Decreto 2479/79. exercer cargo ou função de confiança ou ser contratado para prestar serviços técnicos ou especializados.com 12 V . nem exercer mais de uma função gratificada. Art.tratamento por acidente em serviço.Regulamento. I . doença profissional ou internação compulsória para tratamento psiquiátrico. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 36 . dos Estados.auxílio para a educação dos dependentes. bem como participar de órgão de deliberação coletiva.A família do funcionário constitui-se dos dependentes que. sem prejuízo dos proventos. Art.Regulamento.Regulamento. IX . § 10 da Constituição Federal e artigo 273 do Decreto 2479/79.dois cargos de professor. dos Territórios. VI .Não se compreende na proibição de acumular. 34 . aposentadoria.O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. 35 .pensão em caso de morte por acidente em serviço ou doença profissional. nos casos de acumulação legal. vivam a suas expensas. de pensões civis ou militares.Poderá o aposentado. II . VIII . desempenhar mandato eletivo. 4) de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis. nem está sujeita a quaisquer limites. Parágrafo único . ou IV .Em qualquer dos casos. necessária e comprovadamente. TÍTULO IV DA ACUMULAÇÃO Art. . III .

VIII . ainda. exceto quando manifestamente ilegais. pelo órgão competente.O funcionário que não houver informado. 38 . . IX . ferir a disciplina e a hierarquia.levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função. TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I INFRAÇÃO DISCIPLINAR Art. * Vide artigo 305 do Decreto 2479/79 – Regulamento.urbanidade.claudetepessoa.submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente. CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. * Vide artigo 282 do Decreto 2479/79 – Regulamento. VI .se-á a inquérito administrativo. a restituir o que tiver percebido indevidamente. se apurada má fé.observância das normas legais e regulamentares. oportunamente. 39 . XIV .providenciar para que esteja sempre em ordem.zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. II . no assentamento individual. 37 . oportunamente.atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito. acumulação considerada ilegítima quando conhecida pela Administração.Considerada ilegítima.lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir. acumulação informada.boa conduta.discrição. após o qual. salvo justa causa.obediência às ordens superiores. XI . perderá os cargos envolvidos na situação cumulativa ou sofrerá a cassação da aposentadoria ou disponibilidade. IV .guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. Parágrafo único . pelo funcionário. VII .assiduidade. III .São deveres do funcionário: * Vide artigo 285 do Decreto 2479/79 – Regulamento. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. V . obrigando-se. sua declaração de família. X . sujeitar.com 13 Art. será este obrigado a optar por um dos cargos.Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. I . XII .pontualidade.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. XIII .

modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. comissões.retirar objetos de órgãos estaduais. 40 .exercer cargo ou função pública antes de atendido os requisitos legais.cometer a pessoa estranha ao serviço do Estado.praticar a usura. ou continuar a exercê-los sabendo-o indevidamente. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos. remuneração.dedicar-se. ou de alterar a verdade dos fatos. salvo quando se tratar de percepção de vencimento.empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. XVI .fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. XIV .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço. XII . em trabalho assinado.revelar fato ou informação de natureza sigilosa.com 14 CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. quando regularmente intimado. com o fim de criar direito ou obrigação. policial ou administrativo. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados.participar de diretoria. ou censurá-los. solicitar ou receber propinas. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. inclusive de viabilidade. a qualquer órgão estadual.deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. criticá-los. salvo nos casos previstos em lei. inclusive ao trato de interesses de natureza particular.deixar de prestar declaração em inquérito administrativo. para órgãos públicos. XVII . no âmbito do serviço público. a palestras. ou aceitar promessa de tais vantagens. gerência. . VIII . do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. de empresa ou sociedade: 1) contratante.pleitear. porém. VII . 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie. V . I . XI . III . permissionária ou concessionária de serviço público.retirar. X . IX . II .exigir.valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. IV .claudetepessoa. conselho técnico ou administrativo. administração.referir-se de modo depreciativo. junto aos órgãos estaduais. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. podendo. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública. em qualquer de suas formas. XV . provento ou vantagem de parente.Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 286 do Decreto 2479/79 – Regulamento. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade. em informação. até o segundo grau civil. às autoridades e atos da Administração Pública. parecer ou despacho.coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária. VI . nos locais e horas de trabalho. como procurador ou intermediário. consangüíneo ou afim. XIII .

São penas disciplinares: * Vide artigo 292 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o funcionário responde civil. * Vide artigo 290 do Decreto 2479/79 – Regulamento. IV . Art. ou fora dele. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art.cassação de aposentadoria.Pelo exercício irregular de suas atribuições. * Vide artigo 289 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. bem assim as instâncias civil.As cominações civis. penal e administrativamente. 46 . Art. 41 . VI . V .suspensão. * Vide artigo 291 do Decreto 2479/79 – Regulamento. I . 42 . 22. 43 . III .destituição de função. penal e administrativa.Ressalvado o disposto no art. poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração à falta de outros bens que respondam pela indenização.claudetepessoa.A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros.com 15 CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública.advertência. Art.A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função. . VII . responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão de última instância que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. § 1º . * Vide artigo 287 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art.A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. o prejuízo causado à Fazenda Estadual no que exceder os limites da fiança. sendo umas e outras independentes entre si. § 2º . 44 . * Vide artigo 288 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 45 .demissão.repreensão.multa.Tratando-se de dano causado a terceiros. jubilação ou disponibilidade. penais e disciplinares poderão cumular-se.

Art. 47 . 48 . 51 . Art.Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração. nesse caso. Art. V . os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor.Quando houver conveniência para o serviço. § 3º . obrigado. quando de natureza grave.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo. II . Art. 40. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. a juízo da autoridade competente.ofensa física em serviço. III . durante o período de 12 (doze) meses.abandono de cargo. 49 . 50 .ausência ao serviço. VI .A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever. * Vide artigo 297 do Decreto 2479/79 – Regulamento. § 1º .desrespeito a proibições que. salvo em legítima defesa. não ensejarem pena de demissão. III . I .claudetepessoa. Parágrafo único . interpoladamente.falta relacionada no art. * Vide artigo 295 do Decreto 2479/79 – Regulamento. por (vinte) dias. e se comprovada má fé. contra funcionário ou particular. I .com 16 Art. sem causa justificada. 52 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 2º . IV . II . Art. * Vide artigo 294 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 293 do Decreto 2479/79 – Regulamento.falta grave. pela sua natureza.embriaguez habitual ou em serviço.A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência.A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias. prática de jogos proibidos. o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. poderá ser convertida em multa.reincidência em falta já punida com repreensão.A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 298 do Decreto 2479/79 – Regulamento.A pena de suspensão será aplicada em casos de: * Vide artigo 296 do Decreto 2479/79 – Regulamento.As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos.A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. a pena de suspensão. .incontinência pública e escandalosa. * Redação dada pela Lei Complementar nº 85/1996.

57 .Será cassada a disponibilidade ao funcionário que não assumir. Parágrafo único .o Governador. * Vide artigo 299 do Decreto 2479/79 – Regulamento. II . com caráter de habitualidade. privativamente. cargo ou função pública.desídia no cumprimento dos deveres. 55 . caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares. Art. a demissão poderá ser aplicada com a nota a bem do serviço público. quando ainda no exercício do cargo. III . 53 .O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade. Art. II .Entender-se-á por ausência ao serviço com justa causa a que assim for considerada após a devida comprovação em inquérito administrativo. em qualquer caso e. repreensão. § 2º . I . sem justa causa. * Redação dada pela Lei Complementar 85/1996.com 17 VII .A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. § 1º . III .Para fins exclusivamente disciplinares. provada a má fé. Art. ilegalmente. falta suscetível de determinar demissão. em inquérito administrativo. no desempenho dos encargos de sua competência. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 301 do Decreto 2479/79 – Regulamento. I . 54 .ineficiência comprovada. exceto nos de competência privativa do Governador. no prazo legal. IX .Prescreverá: . considera-se como abandono de cargo a que se refere o inciso V deste artigo.claudetepessoa.os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 302 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Conforme a gravidade da falta. sempre que a pena decorrer de inquérito administrativo.insubordinação grave em serviço. nos casos de penas de advertência. Art. por 10 (dez) dias consecutivos.Nos casos dos incisos II e III.praticou. 56 . * Vide artigo 300 do Decreto 2479/79 – Regulamento.aceitou.A pena de cassação de aposentadoria ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. VIII . a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração. § 2º . nos casos de demissão. Art.perdeu a nacionalidade brasileira.os dirigentes de unidades administrativas em geral. § 1º . suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente. a ausência ao serviço.

A suspensão preventiva é medida acautelatória e não constitui pena. terão a arma. desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta. * Redação dada pela LC 96/2001. multa ou suspensão. a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função. repreensão. 56.em 2 (dois) anos. * Redação dada pela LC 96/2001. * Vide artigo 309 do Decreto 2479/79 – Regulamento. o distintivo. Art. a falta sujeita às penas de advertência. 59 .Os policiais civis. a carteira funcional ou qualquer outro bem patrimonial. devidamente recolhidos. a critério da autoridade que determinar a abertura do respectivo inquérito.Revogado pela LC 96/2001. § 4º . Art. 60 . até a decisão final do processo administrativo.O funcionário que responder por malversação. § 2º .claudetepessoa. que mantenham mediante cautela.em 5 (cinco) anos. § 1º . 2) à cassação da aposentadoria ou disponibilidade.com 18 * Vide artigo 303 do Decreto 2479/79 – Regulamento.A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no art. § 2º .A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. II .O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente e interrompe-se pela abertura de inquérito administrativo. Art. CAPÍTULO VII . poderá permanecer suspenso preventivamente. * Vide artigo 308 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Redação dada pela LC 96/2001. * Incluído pela LC 96/2001. § 1º .A suspensão de que trata este artigo poderá ser ordenada. 58 – Revogado pela LC 96/2001. no curso do inquérito administrativo pela autoridade competente para instaurá-lo e estendida até 90 (noventa) dias.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. I . alcance de dinheiro público ou infração de que possa resultar a pena de demissão. a qualquer tempo. § 3º . caso tal providência ainda não tenha sido tomada. suspensos preventivamente. CAPÍTULO VI DA SUSPENSÃO PREVENTIVA * Intitulado pela LC 96/2001.

inclusive em relação a servidores autárquicos. demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade.claudetepessoa.Já existir denúncia do Ministério Público: 2 . por meio de sindicância. que poderá ser realizada por um único funcionário. de imediato.com 19 DA APURAÇÃO SUMÁRIA DA IRREGULARIDADE Art. Art. Art. quando chega a seu conhecimento. * Vide artigo 306 do Decreto 2479/79 – Regulamento. em quaisquer área do Poder Executivo Estadual. sem a necessidade de sindicância sumária. quando: 1 . independentemente de qualquer comunicação. o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato. 63 . repreensão. a instauração de inquérito. * Vide artigo 321 do Decreto 2479/79 – Regulamento.For apurar abandono de cargo ou função. * Redação dada pela Lei 2945/98. por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o inquérito administrativo.A apuração sumária. a apuração sumária.A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover. que solicitará. Parágrafo único . suspensão até 30 (trinta) dias ou multa correspondente.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Mesmo que seja outra a autoria de seu órgão competente para a apuração. constituindo simples averiguação. Art. a ocorrência de irregularidade. sindicância ou mediante inquérito administrativo. pelos canais competentes. por meios sumários.Tiver ocorrido prisão em flagrante. . destituição de função. CAPÍTULO VIII DO INQUÉRITO ADMINISTRATIVO Art. de grave irregularidade de que tenha ciência no Serviço Público (artigo 40 e 52) e secretário de Estado de administração será sempre competente para determinar. * Incluído pela Lei 386/1980. 62 . a instauração do inquérito administrativo. 65 . * Vide artigo 320 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 313 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O inquérito administrativo precederá sempre à aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. e 3 .A determinação de instauração de inquérito é da competência do Secretário de Estado de Administração. inclusive em relação a servidores autárquicos.A autoridade promoverá a apuração da irregularidade diretamente por meio de inquérito administrativo. 64 . Parágrafo único . 61 . inobservância de deveres ou infrações de proibições funcionais.Se no curso da apuração sumária ficar evidenciada falta punível com pena superior à advertência. imediatamente.

a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público.Estando o indiciado em lugar incerto.Ultimada a instrução será feita no prazo de 3 (três) dias a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo. Art. sucessivamente.Se. 70 .claudetepessoa. 67 . em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. a juízo do Secretário de Estado de Administração. 66 . no órgão oficial de divulgação do Estado por 3 (três) dias consecutivos.Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. inclusive requisição de técnicos e peritos. 69 . Art. em caso de força maior a juízo do Secretário de Estado de Administração. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 3º . § 1º . devendo comunicar prontamente a impossibilidade de atendimento. fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do inquérito cabível.O prazo de defesa será contado a partir da última publicação do edital de citação. * Vide artigo 324 do Decreto 2479/79 – Regulamento. de imediato ou no curso do inquérito administrativo. até o máximo de 180 (cento e oitenta) dias. .com 20 Art.Os órgãos estaduais. Art. prorrogáveis.Promoverá o inquérito uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração. Parágrafo único . § 2º . atenderão com a máxima presteza às solicitações da Comissão. * Vide artigo 329 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 325 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Em se tratando de abandono de cargo o inquérito deverá estar concluído no prazo de 60 dias. contados a partir da chegada dos autos à Comissão.O inquérito deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias.O sobrestamento de inquérito administrativo só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. * Vide artigo 322 do Decreto 2479/79 – Regulamento. contados a partir do dia em que os autos chegarem à Comissão. ou com abuso de poder. a juízo do Secretário de Estado de Administração. ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime. § 1º . § 2º . sob pena de responsabilidade de seus titulares. 68 . * Redação dada pela Lei 1497/1989. em caso de força maior. * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Incluído pela Lei 1497/89. quando não se tratar de sobrestamento. por períodos de 30 (trinta) dias. porém. será citado por edital. * Vide artigo 323 do Decreto 2479/79 – Regulamento. que será comum sendo mais de um indiciado. com vista dos autos na sede da Comissão. prorrogáveis por 2 (dois) períodos de 30 (trinta) dias cada um. importando.

o Presidente da Comissão designará. todavia. no prazo máximo de 20 (vinte) dias. determinará o reexame do inquérito pelo órgão competente. por 3 (três) vezes.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. 72 .Se a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente.As diligências e oitivas de testemunhas requeridas pela defesa ficarão a cargo do interessado e deverão ser concluídas no prazo de 10 (dez) dias. * Redação dada pela Lei 1497/1989. Art. de ofício. Art. ou o submeterá. * Vide artigo 337 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 76 .O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do inquérito administrativo a que responder e do qual não resultar pena de demissão. § 1º . * Vide artigo 342 do Decreto 2479/79 – Regulamento.claudetepessoa.com 21 * Redação dada pela Lei 1497/1989. a Comissão iniciará seu trabalho. Art.Em caso de revelia. sob pena de perda de prova. ao Governador do Estado.Será permitido o acompanhamento do inquérito pelo funcionário acusado ou por seu defensor. 71 . CAPÍTULO IX DA REVISÃO . no prazo de 8 (oito) dias. vinculada às conclusões do relatório. * Vide artigo 332 do Decreto 2479/79 – Regulamento. * Vide artigo 330 do Decreto 2479/79 – Regulamento. para defender o indiciado. um funcionário efetivo. § 2º . contados do encerramento da defesa. 75 .Em caso de abandono de cargo ou função. Parágrafo único .Recebido o processo. não ficando. bacharel em Direito.Concluída a defesa a Comissão opinará sobre a inocência ou a responsabilidade do indiciado em relatório circunstanciado que deverá ser concluído no prazo de 60 (sessenta) dias. fazendo publicar. § 3º . * Vide artigo 339 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. 74 . Art. 73 .Nenhum acusado será julgado sem defesa que poderá ser produzida em causa própria. o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias. edital de chamada do acusado. * Redação dada pela Lei 1497/1989. * Vide artigo 336 do Decreto 2479/79 – Regulamento.A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão.

Art. desaparecido ou incapacitado de requerer. 83 . Art. será encaminhado ao Governador. * Vide artigo 347 do Decreto 2479/79 – Regulamento. 77 .O requerimento.O julgamento caberá ao Governador. * Vide artigo 349 do Decreto 2479/79 – Regulamento. concluídas as quais se renovará o prazo. Parágrafo único .Julgada procedente a revisão. * Vide artigo 348 do Decreto 2479/79 – Regulamento. TÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos. podendo. de 1º de julho de 1974.claudetepessoa.Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade.A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário. 78 . 82 . Art. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. 85 . neste diploma legal. que decidirá sobre o pedido. restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos.Contar-se-ão por dias corridos os prazos previstos neste Decreto-Lei. 18 da Lei Complementar n. bem como as vantagens pessoais de funcionários dos Quadros II e III (Suplementares) continuam em vigor no que não colidirem com as disposições deste Decreto-Lei e até posterior disciplinamento da matéria. enquanto não forem incluídos no Quadro I (Permanente).com 22 Art. integrar-seão para todos os efeitos. o processo será encaminhado à Comissão Revisora. que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. 79 . * Vide artigo 345 do Decreto 2479/79 – Regulamento.Tratando-se de funcionário falecido. Art. * Vide artigo 343 do Decreto 2479/79 – Regulamento.As normas legais e regulamentares referentes à promoção e acesso.Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar. 84 . comprobatórios da inocência do funcionário punido.º 20. . a juízo do Secretário de Estado de Administração. bem como no Plano de Retribuição.As disposições de natureza estatutária que se contiverem no Plano de Classificação de Cargos previsto no art. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias. * Vide artigo 346 do Decreto 2479/79 – Regulamento. devidamente instruído. no prazo de 30 (trinta) dias. Parágrafo único . Art. 80 . 81 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. * Vide artigo 344 do Decreto 2479/79 – Regulamento. Art. e que vier a lhe corresponder. Art. nos termos do que vier a dispor o Plano de Classificação de Cargos do Estado do Rio de Janeiro. antes.Autorizada a revisão. será tornada sem efeito a pena imposta. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências.

Prorroga-se para o primeiro dia útil seguinte o prazo vincendo em dia em que não haja expediente.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Este Decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação.Na contagem dos prazos. 88 .claudetepessoa. 18 de julho de 1975. exclui-se o dia do começo e inclui-se o do vencimento. limitadas a duas. Floriano Faria Lima Ilmar Penna Marinho Júnior . 86 .com 23 § 1º . 87 . * Vide Sumula Vinculante nº13 do Supremo Tribunal Federal. * Vide artigo 351 do Decreto 2479/79 – Regulamento.O dia 28 de outubro é consagrado ao serviço público estadual. Art. § 2º . Art. Rio de Janeiro.É vedada a subordinação imediata do funcionário ao cônjuge ou parente até segundo grau. revogadas as disposições em contrário. salvo em funções de confiança. Art.

p. funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público estadual do Quadro I (Permanente). 1º . e aos estagiários. inciso III. * Vide artigos 109. 70. * Vide artigo 1º.Para os efeitos deste Regulamento. fica disciplinado na forma deste Regulamento.com 24 DECRETO Nº 2479 DE 08 DE MARÇO DE 1979 REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Aprova o regulamento do Estatuto dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. Art. Decreto-Lei 220/75 . 193. que acompanha o presente decreto. 2º . . V da Constituição Federal. § 2º .Estatuto. baixado pelo Decreto-Lei nº 220. de provimento efetivo ou em comissão. único e 232.Fica aprovado o Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro. previsto no Plano de Cargos e Vencimentos do Estado do Rio de Janeiro. II. deste Regulamento. O Governador do Estado do Rio de Janeiro. revogadas as disposições em contrário. no uso da atribuição que lhe confere o art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O regime jurídico dos funcionários públicos civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro.Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. instituído pelo Decreto-Lei nº 220. REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO Art. * Vide artigo 37. decreta: Art. com suspensão dos respectivos contratos de trabalho. de 18 de julho de 1975. de 18 de julho de 1975. 1º .Aos servidores contratados no exercício de função gratificada. único. da Constituição Estadual. 08 de março de 1979.claudetepessoa. § 1º . Rio de Janeiro. somente serão reconhecidos e concedidos os direitos e vantagens que expressamente lhes estejam assegurados por este Regulamento. p.

dependendo da natureza do cargo a ser provido. § 2º.Estatuto. 8º . III – o desempenho das atividades do cargo. Art. II e 41. *Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Das instruções para o concurso constarão: I – o limite de idade dos candidatos. 7º . salvo nos casos de acumulação legal. mediante estágio experimental. §§ 2º e 3º da Constituição Federal. 5º . caput do Decreto-Lei 220/75 . com todos os elementos capazes de identificá-la.O concurso objetivará avaliar: I – o conhecimento e a qualificação profissionais. realização. * Vide artigo 37. dele se dando prévia e ampla publicidade da abertura de inscrições. Art. SEÇÃO I DO CONCURSO Art. ser provido em outro cargo efetivo ou admitido como contratado. V – outras formas determinadas em lei.A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. III – aproveitamento. critérios de julgamento e tudo quanto disser respeito ao interesse dos possíveis candidatos. I e II da Constituição Federal e artigo 2º.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O concurso de provas ou de provas e títulos para provimento de cargos por nomeação será sempre público. deste Regulamento.com 25 TÍTULO II DO PROVIMENTO. requisitos exigidos. IV – readaptação. * Vide artigo 52. mediante provas ou provas e títulos. Art.claudetepessoa. XVI da Constituição Federal e 271. II – reintegração.O funcionário não poderá. inclusive as condições psicológicas do candidato. deste Regulamento. * Vide artigo 37. Art. DO EXERCÍCIO E DA VACÂNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. programas. * Vide artigo 359. deste Regulamento. que poderá variar de 18 (dezoito) anos completos até 45 (quarenta e cinco) incompletos. sem prejuízo de seu cargo. 2º . 3º . 53 e 72.O ato de provimento deverá indicar necessariamente a existência de vaga. 6º . Art. II – as condições de sanidade físico-mental.Os cargos públicos são providos por: I – nomeação. * Vide artigo 37. . 4º .

Estatuto. não se abrirão novas inscrições para a mesma categoria funcional antes da publicação da homologação do concurso.com 26 * Vide artigo 2º. havendo motivos relevantes. II – o grau de instrução exigível. § 2º . III e IV da Constituição Federal.Independe de limite de idade a inscrição em concurso de servidores da Administração Direta ou Indireta.O candidato habilitado nas provas e no exame de sanidade físico-mental será submetido a estágio experimental. pela tipicidade das tarefas ou atribuições de cada cargo.Estatuto.Além dos requisitos de que trata este artigo. § 1º . 2) pleno gozo dos direitos políticos. * Vide artigo 37. § 10 do Decreto-Lei 220/75 . IV da Constituição Federal e artigo 12. na forma da legislação federal pertinente. distribuído por especialização. III – o número de vagas a ser preenchido.Estatuto. de 2 (dois) anos no máximo. deste Regulamento. * Vide artigo 37. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. a igualdade de direitos e obrigações civis. Art. * Vide artigo 37. ** Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide artigo 37. § 4º do DecretoLei 220/75 .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. titular de órgão integrante da Governadoria ou dirigente de autarquia. IV – o prazo de validade das provas. § 3º . § 4º . 3) quitação das obrigações militares. para concurso destinado ao provimento de qualquer cargo. são exigíveis para inscrição em concurso público: 1) nacionalidade brasileira ou portuguesa. contados da publicação da classificação geral.As instruções reguladoras do concurso serão aprovadas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil do Estado. I da Constituição Federal. regularmente processadas. só prorrogável uma vez. que não será inferior a 6 (seis) nem superior a 12 (doze) meses. ressalvados os casos em que. a ser comprovado mediante apresentação de documento hábil. III e IV da Constituição Federal e artigo 2º. . a juízo do Secretário de Estado de Administração. § 8º do Decreto-Lei 220/75 . § 5º . por período não excedente a 12 (doze) meses.Encerradas as inscrições.Para as vagas que ocorrerem após a publicação das instruções reguladoras do concurso. 9º .claudetepessoa. quando for o caso. desde que reconhecida. V – o prazo de duração do estágio experimental. desde que dentro do prazo de validade das provas. § 3º. mediante ato de designação do Secretário de Estado. * Vide artigo 2º. deva ser fixado limite próprio pelas instruções especiais de cada concurso. a critério da Administração poderão ser designados para estágio candidatos habilitados.

10 – A designação prevista no artigo anterior observará a ordem de classificação nas provas e o limite de vagas a serem preenchidas. nos 15 (quinze) dias anteriores ao término do estágio. disciplina e eficiência. das vantagens e do auxílio-moradia. conforme o fixado pelas respectivas instruções reguladoras do concurso. Art. nem a base de contribuição. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 1º . percebendo o estagiário retribuição correspondente a 80% (oitenta por cento) do vencimento do cargo. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. ressalvado o adicional por tempo de serviço. idoneidade moral. § 1º . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. relatório circunstanciado sobre o desempenho das atividades do interessado. 11 – O candidato não aprovado no estágio experimental será considerado inabilitado no concurso e retornará automaticamente ao cargo ou emprego de que se tenha afastado. . ficará dele afastado com a perda do vencimento ou salário.Este afastamento não alterará a filiação ao sistema previdenciário do estagiário. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.O candidato que.Não se exigirá o afastamento referido no § 1º.Quando a autoridade competente para a avaliação concluir desfavoravelmente ao estagiário.com 27 Parágrafo único – O ato de designação indicará expressamente o prazo do estágio. § 3º . * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. 12 – Expirado o prazo de duração do estágio experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. inclusive suas condições psicológicas. § 2º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. em caráter efetivo.O chefe imediato do estagiário encaminhará à autoridade referida neste artigo. se motivo relevante não justificar encaminhamento antes deste prazo. fará publicar sua imediata dispensa. assiduidade. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. se o cargo efetivo for acumulável com o do objeto do concurso. Art. § 2º . Art. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. concluindo pela aprovação ou não do candidato. de cargo ou emprego em órgão da Administração Estadual Direta ou Autárquica.claudetepessoa. se for o caso. ao ser designado para estágio experimental. a autoridade que tiver designado o estagiário comunicará ao órgão promotor do concurso o resultado do desempenho das atividades exercidas no cargo. for ocupante. assegurada a diferença se nomeado afinal.

deste Regulamento. será publicada no órgão oficial a classificação final do concurso. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.Enquanto não publicado o ato de nomeação a que se refere o parágrafo anterior. Art. com o exercício. do § 3º. salvo para a percepção da diferença de retribuição a que se refere o artigo 10 e para aquisição de estabilidade. § 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 88. 14 – A investidura em cargo em comissão. II – declaração de bens. o prazo para investidura poderá ser prorrogado ou revalidado. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art.claudetepessoa.Será tornado sem efeito o ato de provimento. o início do exercício do cargo. que se homologará por ato do Secretário de Estado de Administração. iniciar-se-á dentro do prazo de 30 (trinta) dias. o candidato permanecerá na condição de estagiário. contados de sua homologação. Em ambos os casos. e em cargo de provimento efetivo. se a posse ou o exercício não se verificar nos prazos estabelecidos. 13 – A data da publicação do ato de nomeação será considerada. dentro do qual serão nomeados. deste Regulamento. a critério da Administração. contados do término do prazo de que trata este artigo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. para todos os efeitos. II e V da Constituição Federal e artigos 8º e 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 22.Mediante requerimento do interessado e ocorrendo motivo relevante. integrante do Grupo II . por proposta do Secretário de Estado de Administração. § 5º . integrante do Grupo I – Direção e Assessoramento Superiores – DAS.O prazo de validade do concurso é de 90 (noventa) dias. deste Regulamento. ocorrerá com a posse. I – habilitação em exame de sanidade físico-mental realizado exclusivamente por órgão oficial do Estado. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. contados da publicação do ato de provimento ou de simples investidura.Direção e Assistência Intermediária. do Grupo III – Cargos Profissionais. * Vide artigo 37. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 283. * Vide artigo 41 da Constituição Federal. além dos enumerados nos itens 1 a 3. § 4º . 15 – São requisitos para a posse. do artigo 8º: * Vide artigo 10. os candidatos habilitados. SEÇÃO II DA INVESTIDURA Art.com 28 § 3º . § 1º .Recebidos pelo órgão promotor do concurso os resultados da avaliação de todos os estagiários. em cargo em comissão. . quando se computará o período do estágio experimental. artigo 2º. observada rigorosamente a classificação obtida. § 2º . em até 60 (sessenta) dias.

incluídos os do seu cônjuge. inclusive aos dirigentes de autarquias a estas vinculadas. do § 3º.Quando o provimento recair em inativo. aos Secretários de Estado e demais autoridades que lhe sejam diretamente subordinadas. Art. comprovado por atestado de antecedentes expedido por órgão de identificação do Estado do domicílio do candidato à investidura ou mediante informação. exceto os indicados nos incisos II e VI. do artigo 15. I – O Governador. Parágrafo único – Os termos de posse e as correspondentes declarações de bens serão arquivados nas Secretarias de lotação do servidor. IV – declaração sobre se detém outro cargo. aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito dos respectivos órgãos. Art. e o inciso III. ou se percebe proventos de inatividade. III – o Chefe do Gabinete Militar. em processo. do artigo 8º. Parágrafo único – A comprovação dos requisitos a que se referem os itens 1 e 3.claudetepessoa. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. além do requisito estabelecido no item 2. do § 3º. Art. se for o caso. aos ocupantes de cargo em comissão no âmbito das respectivas Secretarias. quando se tratar de investidura em cargos de provimento efetivo. Art. este atenderá às exigências do artigo. na Administração Direta ou Indireta de qualquer esfera de Poder Público. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 18 – São requisitos para o exercício os mesmos estabelecidos para a posse. não será exigida nos casos de reintegração e aproveitamento. * Vide artigo 8º. § 1º . aos ocupantes de cargo em comissão das respectivas entidades. 17 – São competentes para dar posse: * Vide artigo 10. 19 – É competente para dar exercício o Secretário de Estado de Administração.Quando o funcionário efetivo for provido em cargo em comissão. § 2º . ratificada pelo Secretário de Estado de Segurança Pública. bem como a prestação de fiança. do artigo 8º.com 29 III – bom procedimento. IV – os dirigentes de autarquias. V – inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda (CPF). § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. e se consignará a apresentação de declaração de bens do empossado. quando a natureza da função o exigir. o Procurador-Geral do Estado e o Procurador-Geral da Justiça. não se exigirá a comprovação dos requisitos de que trata este artigo. VI – atendimento às condições especiais previstas em lei ou regulamento para determinados cargos. II – os Secretários de Estados. função ou emprego. 16 – Da posse se lavrará termo do qual constará compromisso de fiel cumprimento dos deveres da função pública. . 20 – A competência para dar posse e exercício poderá ser objeto de delegação. * Vide artigo 10.

Não poderá ser autorizado o levantamento da fiança. 3) apólices de seguro de fidelidade funcional. ainda que o valor da fiança seja superior ao prejuízo verificado. * Vide artigo 37. 21 – Quando o provimento em cargo ou função depender de prestação de fiança. antes de tomadas as contas do funcionário.claudetepessoa.com 30 SEÇÃO III DA FIANÇA Art. 2) títulos de dívida pública da União ou do Estado. consulta ou assessoramento superiores. 22 – O cargo em comissão se destina a atender a encargos de direção e de chefia.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. emitidas por instituição oficial ou legalmente autorizada para esse fim. § 1º . II e V da Constituição Federal e artigo 10 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14. § 3º . * Vide artigos 287 e 288. CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA SEÇÃO I DOS CARGOS EM COMISSÃO Art. Parágrafo único – A competência e as atribuições dos cargos em comissão e de seus titulares serão definidas nos regimentos dos respectivos órgãos. não se dará investidura sem a prévia satisfação dessa exigência. e é provido mediante livre escolha do Governador.A fiança poderá ser prestada em: 1) dinheiro. deste Regulamento. podendo esta recair em funcionário.O responsável por alcance ou desvio de material não ficará isento do procedimento administrativo e criminal que couber. . deste Regulamento. desde que reúna os requisitos necessários e a habilitação profissional para a respectiva investidura. 23 – Recaindo a nomeação em funcionário do Estado. § 2º . em servidor regido pela legislação trabalhista ou em pessoa estranha ao serviço público. este optará pelo vencimento do cargo em comissão ou pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo acrescida de uma gratificação correspondente a 70% (setenta por cento) do valor fixado para o cargo em comissão.

Art.com 31 * Vide artigos 132. ressalvados os casos de acumulação legal. Art. Cláudio Brandão de Oliveira. § 2º . para o fim determinado. poderá o ato de nomeação recair em funcionário de outro Poder ou de outra esfera de Governo. observará o procedimento estabelecido no artigo 23.Exonerado do cargo em comissão. pelo exercício do cargo em comissão. 28 a 34 do Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis – RJ. 24 – O servidor contratado. XVI da Constituição Federal. que aceitar nomeação para cargo em comissão da estrutura da Administração Direta ou das autarquias.A retribuição pelo exercício de cargo em comissão será o valor do respectivo símbolo. enquanto durar o exercício do cargo em comissão.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. § 13 da Constituição Federal. não podendo o servidor contratado exercer a opção prevista no artigo 23. caso contrário. bem como nos registros relativos ao servidor. Dr. receberá. o servidor reverterá imediatamente ao exercício do contrato. * Vide artigo 37. § 3º . desde que o funcionário tenha sido colocado à disposição do Governo Estadual sem ônus para a esfera do poder a que pertence.claudetepessoa. § 10 da Constituição Federal. Parágrafo único – A opção pelo vencimento do cargo em comissão não prejudicará o adicional por tempo de serviço devido ao funcionário. § 4º . Parágrafo único – Na hipótese do artigo.O afastamento em virtude da condição temporária do exercício do cargo em comissão e o retorno à situação primitiva serão obrigatoriamente anotados na carteira profissional. que será calculado sobre o valor do cargo que ocupa em caráter efetivo. o Decreto 5952/82. em seu artigo 4º. 26 – O inativo provido em cargo em comissão perceberá integralmente o vencimento para este fixado. terá suspenso seu contrato de trabalho. cumulativamente com o respectivo provento. o vencimento para este fixado. revogadas as disposições em contrário.O regime previdenciário dos servidores no exercício de cargo em comissão é o dos funcionários efetivos da Administração Direta. 133. * Vide artigo 40. 27 – A posse em cargo em comissão determinará o concomitante afastamento do funcionário do cargo efetivo de que for titular. 25 – Somente após ter sido colocado à disposição do Poder Executivo do Estado. traz a seguinte redação: “Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. * Vide artigo 37. e suprimidos pelo respectivo texto as expressões função . deste Regulamento. 156 e 157. Art. § 1º . especialmente as dos arts. SEÇÃO II DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS1 1 Conforme nota de rodapé constante na obra do Exmo.

no âmbito das respectivas unidades administrativas.76. 28 – Função gratificada de preenchimento em confiança. com símbolo próprio.Aplicam-se à função gratificada as regras do § 2º. 34 – Compete à autoridade a que ficar subordinado o servidor designado para função gratificada dar-lhe exercício no prazo de 30 (trinta) dias.A retribuição pelo exercício de função gratificada corresponderá ao valor do respectivo símbolo. V da Constituição Federal.com 32 Art. assessoramento e outros. Art. salvo quando a designação recair em inativo ou em servidor regido pela legislação trabalhista. somente poderá ser designado para prover função gratificada funcionário efetivo do Estado. guardará correspondência de atribuições com as do cargo efetivo exercido pelo funcionário designado. III e IV.) . p. 29 – O Poder Executivo. ou funções gratificadas. de 02 de fevereiro de 1979. como gratificação suplementar temporária. é indispensável a prévia concordância do dirigente desse órgão. Art. em níveis intermediário e inferior. a que se acrescentará. 31 – Com exceção dos aposentados e dos ocupantes de empregos cujos contratos tenham sido suspensos. nos termos do Decreto-Lei nº 147. para atender a encargos de chefia. ao criar as funções gratificadas. observará os recursos orçamentários existentes para esse fim.” (Estatuto do Funcionários Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro / Organização e notas Cláudio Brandão de Oliveira. independentemente de posse. de acordo com o Anexo II do Decreto-Lei nº 408. não constituindo emprego. secretariado. – Rio de Janeiro: Roma Victor. * Vide artigo 37. de 26 de junho de 1975. bem como os símbolos e respectivas gratificações prefixadas em lei. do artigo 22 e do artigo 24 e seus §§ 1º. Art. o valor correspondente ao que o servidor vinha percebendo no exercício do contrato suspenso. 2003. § 1º . integrante do Grupo II – Chefia e Assistência Intermediárias – CAI. do artigo 17. Art. Art. e a gratificação respectiva tem o caráter de vantagem acessória ao seu vencimento. 32 – São competentes para designar e dispensar ocupantes de funções gratificadas. 33 – Independe de exame de sanidade físico-mental a investidura em função gratificada. 30 – O exercício da função gratificada. as autoridades referidas nos incisos II. Art. Parágrafo único – Quando a designação deva recair em servidor lotado em órgão diferente. é a criada pelo Poder Executivo. § 2º . e dentre os servidores que lhes são mediata ou imediatamente subordinados. 2º e 4º.claudetepessoa.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.

que seja ocupante de cargo em comissão ou função de confiança de remuneração e/ou simbologia igual ou superior àquela atribuída ao cargo/função objeto da substituição.299/99. que será automática ou dependerá de ato de designação.A substituição automática é a estabelecida em lei. 1º deste Regulamento. 36 – A substituição não poderá recair em servidor contratado ou em pessoa estranha ao serviço público. * Redação dada pelo Decreto 25.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. cargo em comissão ou função de confiança igual ou superior ao daquele que for substituído. do artigo 14.Quando depender de ato e se a substituição for indispensável. Art. § 3º . * Redação dada pelo Decreto 25.299/99. * Redação dada pelo Decreto 25.A substituição somente será exercida por funcionário estadual. assim definido no §1º do art. Parágrafo único – Aplicam-se ao responsável pelo expediente as disposições desta Seção. § 6º .Na hipótese de o órgão ou entidade não conter. * Redação dada pelo Decreto 25. eventualmente. poderão ser designados funcionários do Estado para responder pelo seu expediente. regulamento ou regimento. independe de posse. nos casos de impedimento legal e afastamento de seus titulares.A substituição. em substituição.com 33 Parágrafo único – Aplica-se à função gratificada o disposto nos §§ 1º e 2º. a proposta de designação do substituto deverá ser encaminhada ao Governador do Estado. § 5º . fazendo jus o substituto somente à diferença de remuneração.A regra do parágrafo anterior não se aplica no caso de substituição automática. se existente. SEÇÃO III DA SUBSTITUIÇÃO Art. Art.claudetepessoa. § 2º . em sua estrutura. desde que a substituição seja superior a 30 dias. * Vide artigo 14 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º .299/99.299/99. * Redação dada pelo Decreto 25. * Vide artigo 14. o substituto será designado pela autoridade imediatamente superior àquela substituída. 35 – Os cargos em comissão ou funções gratificadas poderão ser exercidos. . e processar-se-á independentemente de ato. § 4º . e até o seu provimento. * Vide artigo 14.299/99. 37 – Na vacância de cargo em comissão ou de funções gratificadas. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.

Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 39 – A nomeação em caráter efetivo obedecerá à ordem rigorosa de classificação dos candidatos habilitados em concurso. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 37. 41 – A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado. é o reingresso do funcionário exonerado ex officio ou demitido do serviço público estadual. no resultante da alteração. se extinto. noutro de vencimento equivalente. * Vide artigo 5º. se alterado. Art. quando se tratar de cargo de classe singular ou de cargo de classe inicial de série de classes. 38 – A nomeação será feita: I – em caráter efetivo. se não estável. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. que será restabelecido. recurso hierárquico ou revisão de processo. ou. a ele ou a outro vago da mesma classe será reconduzido. * Vide artigo 5º. Parágrafo único – Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nesse artigo. * Vide artigo 41. SEÇÃO II DA REINTEGRAÇÃO Art. com ressarcimento do vencimento e vantagens e reconhecimento dos direitos ligados ao cargo. que decorrerá de decisão administrativa ou judicial. em virtude de lei. . Art. quem lhe houver ocupado o lugar. em qualquer das hipóteses sem direito à indenização. Art. IV da Constituição Federal. Art. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. quando se tratar de cargo que. assim deva ser provido. * Vide artigo 5º. 42 – A reintegração ocorrerá sempre no sistema de classificação a que pertencia o funcionário. II – em comissão. como excedente. Parágrafo único – A decisão administrativa que determinar a reintegração será sempre proferida em pedido de reconsideração. se exercia outro cargo e este estiver vago. 43 – Reintegrado o funcionário. 40 – A reintegração.claudetepessoa. será exonerado de plano. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o funcionário será reintegrado no cargo extinto. observada a habilitação profissional.com 34 CAPÍTULO III DAS FORMAS DE PROVIMENTO SEÇÃO I DA NOMEAÇÃO Art.

SEÇÃO III DO APROVEITAMENTO Art. ainda que modificada sua denominação. * Vide artigo 8º. Parágrafo único – Provada a incapacidade definitiva em inspeção médica. §§ 2º e 3º da Constituição Federal e artigo 301. § 1º . será decretada a aposentadoria.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa. * Redação dada pelo Decreto 5952/82. * Vide artigo 41. deste Regulamento. § 1º. caput do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 68. * Vide artigo 6º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. I da Constituição Federal. salvo caso de doença comprovada em inspeção médica.com 35 Parágrafo único – Se estável. § 4º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 40. 46 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatível com os do anteriormente ocupado. Art. 45 – Aproveitamento é o retorno ao serviço público estadual do funcionário colocado em disponibilidade. como excedente ou não. * Vide artigo 40. * Vide artigo 41. § 1º. o de maior tempo de serviço público estadual. se o funcionário não entrar em exercício no prazo legal. o funcionário que houver ocupado o lugar do reintegrado será obrigatoriamente provido em igual cargo. I da Constituição Federal. deste Regulamento. Art. 47 – Havendo mais de um concorrente à mesma vaga. 44 – O funcionário reintegrado será submetido à inspeção médica e aposentado se julgado incapaz. no caso de empate. Art. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade quando da sua extinção. terá preferência o de maior tempo de disponibilidade e. SEÇÃO IV DA READAPTAÇÃO .O aproveitamento dependerá de prova de sanidade físico-mental verificada mediante inspeção médica. ainda que necessária a sua criação. * Redação dada pelo Decreto 5952/82. Art. único. p. § 2º da Constituição Federal e artigo 5º. § 2º .Restabelecido o cargo. 48 – Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade.

Art. IV – aposentadoria. II – provimento em outro cargo. consideradas a hierarquia e as funções do seu cargo. 49 – O funcionário estável poderá ser readaptado ex officio ou a pedido em função mais compatível.claudetepessoa. por motivo de saúde ou incapacidade física. § 2º . VII – determinação em lei. .com 36 Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. pela redução ou atribuição de novos encargos ao funcionário. na mesma ou em outra unidade administrativa. 54 – Dar-se-á exoneração ou dispensa: * Vide artigo 16 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 53 – A vacância decorrerá de: I – exoneração. por ato do Governador. II – quando definitiva.A readaptação referida no inciso II deste artigo não acarretará descenso nem elevação de vencimento. ou do cargo de classe singular de que for ocupante. * Vide artigo 7º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 69.A readaptação dependerá sempre de prévia inspeção realizada por junta médica do órgão oficial competente. mediante ato do Secretário de Estado de Administração. VIII – dispensa. CAPÍTULO V DA VACÂNCIA Art. II – ex-officio. deste Regulamento. para cargo vago. * Vide artigo 15 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. respeitadas as atribuições da série de classes a que pertencer. I – a pedido. II – demissão. Art. V – falecimento. 50 – A readaptação de que trata o artigo anterior se fará por: I – redução ou cometimento de encargos diversos daqueles que o funcionário estiver exercendo. 52 – Dar-se-á vacância do cargo ou da função na data do fato ou da publicação do ato que implique desinvestidura. IX – destituição de função. § 1º . 51 – A readaptação será processada: I – quando provisória. VI – perda do cargo. III – transferência. observados os requisitos de habilitação fixados para a classe respectiva. Art.

* Vide artigo 37. § 2º .Estatuto. * Vide artigo 52. quando fixada definitivamente. § 2º – Em caso de desistência do pedido de exoneração ainda não acolhido.A exoneração ou dispensa ex officio ocorrerá nas seguintes hipóteses: * Vide artigo 16. III – nos demais casos especificados em lei. 3) na prevista no artigo 43. § 1º . *Vide artigo 298. não as interromperá. I – em virtude de sentença judicial ou mediante processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. 84.claudetepessoa. TÍTULO III DA REMOÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA CAPÍTULO I DA REMOÇÃO Art. p. salvo se a pedido. 2) de abandono de cargo. * Vide artigo 41. primeira parte.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. mediante manifestação do titular da Secretaria ou órgão equivalente a que ele pertencer. aceito pela Administração. aplicar-se-á o disposto no § 2º do art. II. por despacho do Subchefe para Assuntos de Governo. II – quando.No caso de cessação de freqüência do funcionário desistente. deste Regulamento. * Vide artigo 41. parte final. § 1º. por ser desnecessário. * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 70 e 79. em disponibilidade. for extinto. se estável. V. a Administração poderá deferi-la. * Vide artigo 72. quando em férias. . extinta a punibilidade administrativa por prescrição. § 1º da Constituição Federal. o funcionário não houver requerido exoneração. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 3º . a pedido ou ex officio. XVIII. 56 – A remoção. § 2º da Constituição Federal. é o deslocamento do funcionário de sua lotação para a de outra Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao Governador. II. 1) de exercício de cargo em comissão. deste Regulamento. ficando o seu ocupante. § 1º da Constituição Federal e artigo 17 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. em que houver claro. da Constituição Federal. § 1º e artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 .O funcionário removido.A remoção só poderá dar-se para lotação. 55 – O funcionário perderá o cargo: * Vide artigo 41. quando. Art. deste Regulamento.com 37 § 1º . se for julgada de seu interesse a permanência do funcionário. V e § 1º e artigo 303.

61 – A transferência poderá ser feita de cargo de Administração Direta para outro da autárquica. e no inciso IV. quando não se trata da definida no art. Art. 65 – No caso de transferência para cargo correspondente a atividade profissional regulamentada.com 38 * Vide artigos 90 a 96.-lei 220. realizada perante a Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. ou reciprocamente. II da Constituição Federal. após audiência dos titulares dos órgãos interessados. e não a preenchimento por simples investidura. 57 – A remoção por permuta será processada a pedido escrito de ambos os interessados.07. Art. a remoção decorrerá da publicação do respectivo ato de nomeação. 66 – Não poderá ser transferido o funcionário que não tenha adquirido estabilidade. . Art. Art. alínea “c”.75.79. do art. de 02. * Vide artigo 37. Art. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. é o ato de simples investidura do funcionário em outro cargo de denominação diversa e de retribuição equivalente. de 18. 14 do Dec. Parágrafo único – Quando se tratar de provimento de cargo em comissão. 63 – A transferência será feita a pedido do funcionário. Art. CAPÍTULO II DA TRANSFERÊNCIA Art. atendidos o interesse e a conveniência da Administração. a habilitação será condicionada à prévia comprovação de que o interessado satisfaz às exigências para o exercício da profissão. Art. a transferência não poderá ser feita para cargo vago destinado a provimento por concurso já aberto. 58 – Cabe ao Secretário de Estado de Administração expedir os atos de remoção.-Lei 408. deste Regulamento. 59 – Transferência. 60 – A transferência se fará à vista de comprovação competitiva de habilitação dos interessados para o exercício do novo cargo. 64 – A transferência não interromperá o exercício para efeito de adicional por tempo de serviço.claudetepessoa. 62 – Quando se tratar de cargo de classe inicial de série de classes. e de um para outro cargo de quadros diferentes da mesma entidade. 4º do Dec.02. Art.

69 – A transferência. no máximo por igual período. esse prazo será contado a partir do término do impedimento.Quando em férias. a promoção e a readaptação por motivo de saúde não interrompem o exercício.O prazo a que se refere este artigo será considerado como período de trânsito.O início do exercício e as alterações que nele ocorrerem serão comunicados ao órgão setorial de pessoal. 68 – O funcionário entrará em exercício no prazo de 30 (trinta) dias contados da data: * Vide artigo 8º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigo 14.Ao entrar em exercício o funcionário apresentará ao órgão competente os elementos necessários à abertura de seu assentamento individual. Art. a juízo da autoridade competente para darlhe exercício. de transferência ou de aproveitamento. . licenciado ou afastado legalmente de seu cargo. deste Regulamento. 67 – O início. deste Regulamento. * Vide artigo 49. I – da publicação do ato de nomeação em cargo efetivo. computável como de efetivo exercício para todos os efeitos. deste Regulamento. * Vide artigo 79. Art. por solicitação do interessado. pelo titular da unidade administrativa em que estiver servindo o funcionário. XVIII. § 2º . a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do funcionário. II – da publicação do ato de reintegração. § 1º . Art. 70 – O funcionário removido para outra unidade administrativa terá prazo de 5 (cinco) dias.com 39 TÍTULO IV DO TEMPO DE SERVIÇO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. para reiniciar suas atividades.O prazo referido no caput deste artigo poderá ser prorrogado. III – da publicação do ato de provimento em função gratificada. que é contado na nova classe a partir da validade do ato. * Vide artigo 9º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto e artigos 56 a 58. § 2º . deste Regulamento. § 3º . 71 – O funcionário terá exercício na unidade administrativa para a qual for designado.claudetepessoa. § 1º . contados da data da publicação do respectivo ato.

II – enquanto durar o mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito. considerado o ano como de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. federal ou estadual. 72 – Haverá lotação única de funcionários em cada Secretaria de Estado ou órgão diretamente subordinado ao chefe do Poder Executivo. CAPÍTULO II DA APURAÇÃO Art. até decisão transitada em julgado. * Vide artigo 40.Feita a conversão. que.Entende-se por lotação o número de funcionários de cada série de classes ou de classes singulares. § 2º . I – enquanto durar o mandato legislativo ou executivo. devam ter exercício em cada órgão de Governo referido neste artigo. 74 – O funcionário será afastado do exercício de seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal e artigo 138. os dias restantes até 182 (cento e oitenta e dois) não serão computados.O funcionário nomeado integrará lotação na qual houver claro. Art. §§ 3º e 10 da Constituição Federal. quando para desempenho de função de confiança no Estado. observando-se igual critério quanto às demais formas de provimento. arredondando-se para um ano quando exceder esse número.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o exercício de função gratuita. § 1º . dar-se-á somente com ônus para a unidade requisitante. ainda. inclusive de ocupantes de funções de confiança. § 1º . § 1º . § 2º . para qualquer efeito. 76 – A apuração do tempo de serviço será feita em dias. 73 – O afastamento do funcionário de sua unidade administrativa. afastado o funcionário condenado por sentença definitiva à pena que não determine demissão. Art.O número de dias será convertido em anos. ou preso administrativamente. deste Regulamento. III – enquanto durar o mandato de Vereador. o funcionário será afastado do exercício do cargo. Art. . se não existir compatibilidade de horário entre o seu exercício e o da função pública. pronunciado. segundo as necessidades. nos casos de cálculo para aposentadoria. não considerado.Será. será afastado do exercício do cargo. IV – durante o lapso de tempo que mediar entre o registro da candidatura eleitoral e o dia seguinte ao da eleição. 75 – Preso preventivamente.com 40 Art. denunciado por crime funcional ou condenado por crime inafiançável em processo no qual não haja pronúncia. § 2º .claudetepessoa.O funcionário suspenso disciplinar ou preventivamente.

empresas públicas e sociedades de economia mista. § 1º . extraída de folha de pagamento. inclusive respectivas autarquias. sem prejuízo do vencimento do funcionário. somente sendo admitido o posterior quando acompanhado de certidão negativa. extraída de folha de ponto. XIII – estudo no exterior ou em qualquer parte do território nacional. IV – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. inclusive respectivas autarquias. desde que não exceda o prazo de 12 (doze) meses.Quando se tratar de tempo de serviço prestado ao Estado. 79 – Será considerado como de efetivo exercício o afastamento por motivo de: * Vide artigo 11 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. . VII – licença para repouso à gestante. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. XII – missão oficial. no serviço público da União. III – exercício de outro cargo ou função de governo ou de direção. de provimento em comissão ou em substituição. as certidões a que se referem os I e II do caput deste artigo serão fornecidas ex officio pelo próprio órgão competente para processar a aposentadoria. será prévia e obrigatoriamente ouvida a Procuradoria-Geral do Estado. quando o afastamento houver sido autorizado pelo Governador. I – férias. II – casamento e luto.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 78 – Admitir-se-á como documentação própria comprobatória do tempo de serviço público: I – certidão de tempo de serviço. ou serviço prestado à Presidência da República em virtude de requisição oficial. II – certidão de freqüência. no serviço público do Estado do Rio de Janeiro. Art.claudetepessoa. de outros Estados e dos Municípios. XI – doença de notificação compulsória. até 8 (oito) dias. empresas públicas e sociedades de economia mista. desde que de interesse para a Administração e não ultrapasse o prazo de 12 (doze) meses. Art. 77 – Os dias de efetivo exercício serão computados à vista de documentação própria que comprove a freqüência. IX – licença por motivo de doença em pessoa da família. de provimento em comissão ou em substituição. fornecida pelo órgão competente para a expedição do elemento a que se refere o anterior. XIV – prestação de prova ou de exame em curso regular ou em concurso público. VI – licença-prêmio.Sobre tempo de serviço comprovado mediante justificação judicial. § 2º . quando não forem apresentadas pelo requerente.com 41 Art. § 3º . V – estágio experimental. III – justificação judicial. VIII – licença para tratamento de saúde.Os elementos probantes indicados nos incisos acima são exigíveis na ordem direta de sua enumeração. X – acidente em serviço ou doença profissional.

estadual e municipal. observado o limite temporal estabelecido no art. 80 – Para efeito de aposentadoria. XV – recolhimento à prisão. ressalvado o direito à contagem de períodos anteriores para os amparados por legislação vigente até a edição do Decreto-Lei nº 363. * Vide artigo 40. 8º e 483/81. limitadas a 60 (sessenta) dias. dependerá de prévia autorização do Governador. § 9º da Constituição Federal. XVII – convocação para serviço militar ou encargo da segurança nacional. empresa pública ou sociedade de economia mista. VII – em dobro. 1º). até o máximo de 3 (três) durante o mês.claudetepessoa. como de serviço público estadual. nos termos do disposto no inciso III. VI – o tempo em que o funcionário esteve em disponibilidade ou aposentado. mediante iniciativa da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o servidor. III – o tempo de serviço prestado como extranumerário ou sob qualquer outra forma de admissão. qualquer que tenha sido o regime da relação empregatícia. * Vide artigo 40. desde que remunerado pelos cofres públicos. I – o tempo de serviço público federal.com 42 * Vide artigo 11. de 04 de outubro de 1977. . por imperiosa necessidade de serviço (Leis 423/81. inciso X do Decreto-Lei 220/1975. art. do artigo 74. e de disponibilidade. Art. e outros casos de força maior. art. IX – em dobro. 81 – Ao funcionário será assegurada a contagem. XVIII – trânsito para ter exercício em nova sede. conforme o disposto nos incisos IV e V. será computado: *Nova Redação dada pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. do tempo prestado anteriormente à Administração Direta ou Indireta do Estado. de 15 de dezembro de 1998. se absolvido afinal. o tempo de licença-prêmio não gozada. inclusive quando prestado nas Forças Auxiliares e na Marinha Mercante. XVI – suspensão preventiva. se inocentado afinal. Parágrafo único – O afastamento para o exterior. XXII – mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito. § 10 da Constituição Federal e artigo 29 do Decreto 220/75 Estatuto. 4º da Emenda Constitucional nº 20. XX – candidatura a cargo eletivo. exceto em gozo de férias ou licenças. A prova de imperiosa necessidade de serviço será feita por despacho do Secretário de Estado. Art. V – o período de trabalho prestado à instituição de caráter privado que tiver sido transformada em estabelecimento de serviço público. qualquer período de férias não gozado por ocupante de cargo em comissão – DAS. II – o período de serviço ativo nas Forças Armadas. computado pelo dobro o tempo em operações de guerra. inclusive em pessoas da família. IV – o tempo de serviço prestado em autarquia. VIII – em dobro. júri e outros serviços obrigatórios por lei. os períodos de férias não gozadas a partir do exercício de 1977. XXI – mandato legislativo ou executivo. federal ou estadual. XIX – faltas por motivo de doença comprovada. do artigo 74. XXIII – mandato de Vereador.

bem como abonar faltas ao serviço. salvo nos casos expressamente previstos em lei ou regulamento. mediante expediente submetido a sua apreciação pelo Secretário de Estado de Administração. § 3º .claudetepessoa. Art. deste Regulamento. Art. 86 – O Governador determinará.Ponto é o registro pelo qual se verificarão. * Vide artigo 39. 80. 84 – É vedado dispensar o funcionário do registro do ponto. presença ao serviço. Jornadas ou quaisquer outras formas de reunião de profissionais. § 2º . funções ou empregos em qualquer das hipóteses previstas no art. Seminários. CAPÍTULO III DA FREQÜÊNCIA E DO HORÁRIO Art. diariamente. comprovadamente.Nos dias úteis. e quando assim considerar de interesse público. * Vide artigo 79. § 1º . 83 – A freqüência será apurada por meio de ponto. participarem de Congressos. § 1º . para todos os efeitos. Art. em dois ou mais cargos.com 43 Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica para os efeitos de concessão de licença-prêmio. * Vide artigo 37. § 1º . poderá dispensar do registro de ponto funcionários que. § 2º . poderá ser justificada falta ao serviço.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O abono e a justificação de faltas ao serviço serão da competência do chefe imediato do funcionário.Excepcionalmente e apenas para elidir efeitos disciplinares. técnicos. especialistas. 85 – O Governador. XIX. religiosos ou desportistas. concorrente ou simultaneamente.A falta abonada é considerada. poderão deixar de funcionar os serviços públicos ou ser suspensos os seus trabalhos. quando convocado.Nos registros do ponto deverão ser lançados todos os elementos necessários à apuração da freqüência. as entradas e saídas do funcionário. . quando não discriminado em lei ou regulamento.O funcionário deverá permanecer em serviço durante as horas de trabalho ordinário e as do extraordinário. Art. somente por determinação do Governador. no todo ou em parte. 82 – É vedada a acumulação de tempo de serviço prestado. XVI da Constituição Federal. § 2º . o número de horas diárias de trabalho dos órgãos e unidades administrativas do Estado e das várias categorias profissionais. § 3º da Constituição Federal.

* Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. Art. que continuará subordinado. quando nomeado em caráter efetivo. sem interrupção do exercício. § 3º da Constituição Federal e artigo 18 do Decreto 220/75 Estatuto. § 2º . obrigatoriamente. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ao órgão de pessoal correspondente. o funcionário desvincular-se de seu cargo estadual. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigos 12.claudetepessoa. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental.com 44 TÍTULO V DOS DIREITOS E DAS VANTAGENS CAPÍTULO I DA ESTABILIDADE Art. com antecedência mínima de sessenta dias em relação a cada desses trimestres. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. 30 (trinta) dias consecutivos de férias remuneradas por ano civil. nos termos da legislação trabalhista. . ao regime de tempo de serviço a que estava vinculado. agosto a outubro e novembro a janeiro. inclusive autárquico. deste Regulamento. encaminhando-as. * Vide artigo 41 da Constituição Federal e artigo 3º do Decreto 220/75 Estatuto. 90 – O funcionário gozará. Art. para esse efeito. para investir-se em outro. 87 – Estabilidade é o direito que adquire o funcionário de não ser demitido senão em virtude de sentença judicial ou processo administrativo disciplinar em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. * Vide artigo 39. o período e estágio experimental. maio a julho. § 1º . necessariamente. § 5º e 13. depois de aprovado no estágio experimental. computando-se. CAPÍTULO II DAS FÉRIAS Art. Parágrafo único – O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes dos cargos em comissão.As escalas de férias serão elaboradas pelas chefias imediatas. de acordo com escala respectiva. 88 – A estabilidade será adquirida pelo funcionário.É de 2 (dois) anos de efetivo exercício o prazo aquisitivo da estabilidade. obedecido o interesse do serviço e tendo por base os trimestres de fevereiro a abril. 89 – A estabilidade já adquirida será conservada se.As disposições deste Capítulo não se aplicam ao contratado ocupante de função gratificada.

§ 3º . § 1º . § 8º . § 6º . inclusive as relativas ao ano da publicação do ato de aposentadoria. § 1º . caso não utilizado o respectivo período. Art.Quando o ocupante de cargo efetivo participar. o prazo será contado para efeito da acumulação de que trata o artigo precedente. caso comprovada a não-correspondência à realidade do declarado. devendo o seu chefe imediato comunicar o fato. § 4º . para o gozo de férias pelo funcionário.Na hipótese de interrupção de férias.Excluído o pessoal da área do magistério. 93 – Por motivo de provimento em outro cargo. * Vide artigo 94. quando for o caso. as respectivas férias serão gozadas. como membro.com 45 § 2º . responsabilizar-se-á pela declaração da imperiosa necessidade de serviço. obrigatória e simultaneamente.O impedimento por imperiosa necessidade de serviço. § 2º .É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao trabalho.Somente depois do primeiro ano de efetivo exercício adquirirá o funcionário direito a férias. 91 – Somente por absoluta necessidade de serviço o funcionário deixará de gozar as férias do período.Não serão concedidas férias com início em um exercício e término no seguinte. ao respectivo órgão de pessoal.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 7º . Art. § 5º . § 2º .Os ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada farão jus a 30 (trinta) dias ininterruptos de férias. se o período restante não se ajustar ao estabelecido nos itens do parágrafo anterior. a investidura decorrente. ainda que o regime de seu cargo efetivo estabeleça período diverso. Art.A chefia imediata do funcionário impedido de gozar férias. fica vedada a possibilidade da concessão de férias coletivas ao funcionalismo público estadual.As férias parceladas poderão ser gozadas: 1) em períodos de 10 (dez) dias. deste Regulamento. as quais corresponderão ao ano em que se completar esse período.claudetepessoa. terá como termo inicial do seu prazo a data em que o funcionário voltar ao serviço. o funcionário em gozo de férias não será obrigado a interrompê-las. não será presumido. 2) em períodos de 15 (quinze) dias. por memorando. nas duas situações funcionais. de órgão de deliberação coletiva. as férias poderão ser interrompidas ou admitido o seu gozo parcelado.O funcionário aposentado que exerça cargo em comissão fará jus ao gozo das férias previstas neste artigo. sujeitando-se às penalidades previstas neste Regulamento. 92 – No absoluto interesse do serviço. .

ao entrar em férias. expirado o prazo deste artigo e ressalvada a hipótese referida no parágrafo anterior. serão concedidas pelo órgão médico oficial competente ou por outros aos quais aquele transferir ou delegar atribuições. . III – para repouso à gestante. quando o funcionário for considerado recuperável. I – para tratamento de saúde. 99 – As licenças nos incisos I. não parceláveis nem acumuláveis.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Nas licenças dependentes de inspeção médica. o funcionário será submetido a nova inspeção. 96 – As disposições deste Capítulo são extensivas aos contratados em exercício de função gratificada. do artigo anterior. se for julgado definitivamente inválido para o serviço público em geral.com 46 Art. Art. Art. na hipótese do § 5º do artigo 12. 97. VI – a título de prêmio. II e III. poderá estender o disposto no presente artigo aos servidores que lidem diretamente com outras substâncias consideradas altamente tóxicas ou insalubres. 94 – Todos os servidores.Conceder-se-á licença: * Vide artigo 19 do Decreto 220/75 . V e VII. que concluirá pela sua volta ao serviço.Excetua-se do prazo estabelecido neste artigo a licença para tratamento de saúde. § 1º . 98 – Salvo os casos previstos nos incisos IV. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. § 2º .Estatuto. ou pela aposentadoria. pela readaptação. na forma da legislação específica. II – por motivo de doença em pessoa da família. IV – para serviço militar. 95 – O funcionário.claudetepessoa. a juízo da junta médica. comunicará ao chefe imediato o seu endereço eventual. ou estejam em contato direto e permanente com portadores de doenças infecto-contagiosas. Parágrafo único – O Secretário de Estado de Administração. 97. V – para acompanhar o cônjuge. CAPÍTULO III DAS LICENÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. e pelo prazo indicado nos respectivos laudos. gozarão obrigatoriamente férias remuneradas de 20 (vinte) dias consecutivos por semestre de atividade. o funcionário não poderá permanecer em licença por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses. do art. e aos estagiários. em ato próprio. VII – para desempenho de mandato legislativo ou executivo. que operem diretamente com Raios X ou substâncias radioativas. Art.

um e outro. § 5º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. ressalvados os casos de prorrogação e o previsto no artigo 111. com firma reconhecida. § 2º .Será facultado ao órgão competente. Art. as ausências serão havidas como faltas ao serviço. § 4º . § 3º . se indeferido. a critério médico. o tempo necessário à inspeção médica será considerado como de licença. poderá ser admitido laudo expedido por órgão médico de outra entidade pública e. caso o médico atestante não esteja vinculado ao Estado para fins disciplinares. os dias de ausência do funcionário serão tidos como faltas ao serviço. na falta. que será tida como de abono de faltas. a qual será sempre publicada. a processo administrativo disciplinar. Art. o funcionário será obrigado a reassumir o exercício do cargo dentro de 3 (três) dias contados da publicação do despacho denegatório. no prazo máximo de 3 (três) dias contados da primeira falta ao serviço.Nas hipóteses referidas no parágrafo anterior. § 2º . o funcionário reassumirá o exercício. § 1º . absolutamente impossibilitado de locomover-se e não havendo na localidade qualquer dos órgãos referidos neste artigo. Art. 100 – Terminada a licença. o laudo ou atestado deverá ser encaminhado ao órgão médico competente. na hipótese do parágrafo anterior.Se. a licença respectiva somente será considerada concedida com a homologação do laudo ou atestado. § 1º . § 2º .Se da inspeção ficar constatada simulação do funcionário. atestado passado por médico particular. exigir nova inspeção por outro médico ou junta oficial.claudetepessoa.Considerado apto. em caso de dúvida razoável. a não homologação decorrer de falsa afirmativa por parte do médico atestante. sujeitos.Estando o funcionário.com 47 § 1º . contar-se-á como de licença o período compreendido entre a data do término e a da publicação oficial do despacho. o funcionário reassumirá imediatamente o exercício. 101 – A licença poderá ser prorrogada ex officio ou a pedido.O pedido de prorrogação deverá ser apresentado antes de findo o prazo da licença. em que seja inscrito. que apurará e definirá responsabilidades. este comunicará o fato ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina. por esse motivo. 102 – Ressalvada a hipótese referida na primeira parte do inciso XIX. sendo considerados como de efetivo exercício os dias em que deixou de comparecer ao serviço. do artigo 79. e o fato será comunicado ao órgão de pessoal para as providências disciplinares cabíveis. considerada como sua prorrogação. ou pessoa de sua família.No caso do laudo ou atestado não ser homologado.A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias contados do término da anterior será. . sob pena de serem computados como faltas os dias de ausência ao serviço.

ou designado para função gratificada. a ocorrência de qualquer fato ou circunstância tipificadora daquelas licenças importará no seu imediato afastamento do estágio e eliminação do respectivo concurso. quando no exercício de função gratificada. VI e VII. . do artigo 97. § 3º . V.Aos providos em substituição não se concederão. 109 – Os estagiários não gozarão.As disposições do parágrafo precedente aplicam-se ao ocupante de cargo em comissão não detentor de cargo efetivo estadual. nesta qualidade. 103 – Ao funcionário provido em comissão. de que trata este artigo. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. contrair doença profissional ou sofrer internação compulsória para tratamento psiquiátrico. nesta condição. do artigo 97. dependerá de inspeção por junta médica. serão considerados como faltas ao serviço. até que reassuma o exercício do cargo. 108 – O funcionário licenciado comunicará ao chefe imediato o local onde poderá ser encontrado.claudetepessoa. 107 – No curso das licenças a que se referem os incisos I e II.Aos contratados.com 48 Art. exceto a decorrente de acidente em serviço ou de doença profissional. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. não se concederão. das licenças referidas no artigo 97. Art. Art. que se fará até que o órgão médico oficial competente declare seu pleno restabelecimento. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 105 – A licença superior a 90 (noventa) dias. será observado o devido sigilo sobre os respectivos laudos ou atestados. § 2º . Parágrafo único – Os dias correspondentes à perda de vencimento. nesta qualidade. as licenças referidas no artigo 97. conceder-se-ão apenas as licenças de que tratam os incisos I a III. Art. quando esta se der em virtude do caráter precário ou temporário de seu provimento. a eliminação do concurso não prejudicará a percepção de sua retribuição. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. § 1º . § 2º . o funcionário abster-se-á de qualquer atividade remunerada. as licenças referidas nos incisos IV. 106 – No processamento das licenças dependentes de inspeção médica. Art.Aplica-se aos estagiários o disposto no artigo 246. § 1º . não impedirá a sua exoneração ou dispensa. sob pena de interrupção da licença. com perda total do vencimento e demais vantagens. excetuada a regra estabelecida em seu § 1º. do artigo 97. com fundamento nos incisos I e II. do artigo 97. 104 – A concessão de licença ao funcionário.Na hipótese do estagiário sofrer acidente em serviço.

§ 1º . poderá a junta médica. caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou de ser aposentado. § 2º . bem como o dano resultante da agressão não provocada. que imponha cuidados permanentes. § 1º . esta circunstância se fará expressamente consignada. * Vide artigo 19.Em qualquer dos casos é indispensável a inspeção médica. 112 – Em caso de doença grave. Art. que será realizada.com 49 SEÇÃO II DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE Art.Estatuto.Considera-se acidente em serviço todo aquele que se verifique pelo exercício das atribuições do cargo. da capacidade física ou mental para o trabalho. ficar impedido do exercício do cargo. pela readaptação do funcionário ou pela sua aposentadoria. permanente ou temporária. determinar. a perda total ou parcial. no local onde se encontrar o funcionário. será realizada obrigatoriamente por uma junta composta de pelo menos 3 (três) médicos. I do Decreto 220/75 . lesão corporal. 111 – O funcionário não reassumirá o exercício do cargo sem nova inspeção médica. pela prorrogação da licença. ex officio ou a pedido do funcionário ou de seu representante. sofrida pelo funcionário no desempenho do cargo ou em razão dele. 115 – Quando a licença para tratamento de saúde for concedida em decorrência de acidente em serviço ou de doença profissional. para os efeitos deste artigo. ou prorrogada. sempre que este a solicitar. sempre que necessário. por força do disposto neste artigo. 110 – A licença para tratamento de saúde será concedida. Art. Parágrafo único – Os dias em que o funcionário.Incumbe à chefia imediata promover a apresentação do funcionário à inspeção médica. Parágrafo único – A inspeção. contagiosa ou não. deste Regulamento. realizada essa nova inspeção.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o respectivo atestado ou laudo médico concluirá pela volta ao serviço. Art. serão tidos como faltas ao serviço. 114 – No curso da licença poderá o funcionário requerer inspeção médica. quando não possa ele fazê-lo. § 2º . * Vide artigo 102. sua imediata aposentadoria.Equipara-se ao acidente em serviço o ocorrido no deslocamento entre a residência e o local do trabalho. como resultado da inspeção. quando a licença concedida assim o tiver exigido. 113 – O funcionário que se recusar à inspeção médica ficará impedido do exercício do seu cargo. Art. .claudetepessoa. até que se verifique a inspeção. Art. provocando. perturbação funcional ou doença que determine a morte. direta ou indiretamente. se considerar o doente irrecuperável.

por no mínimo trinta e no máximo noventa dias. a partir da data do referido laudo. ou pessoa que vive a suas expensas e conste do respectivo assentamento individual.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. sem vínculo efetivo com o Estado. a pedido do funcionário. Art. SEÇÃO III DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA Art. *Nova Redação dada pela LC n°128. prorrogável. mediante requerimento. . * Vide artigo 19. 116 – A licença para tratamento de saúde será concedida sempre com vencimento e vantagens integrais. até o 2º grau civil. mediante a apresentação de laudo médico circunstanciado emitido pelo serviço de perícia médica oficial do Estado. no prazo de 8 (oito) dias. Art. colateral consangüíneo ou afim. SEÇÃO IV DA LICENÇA PARA REPOUSO À GESTANTE2 Art. descendente. IX. 117 – O funcionário poderá obter licença por motivo de doença na pessoa de ascendente. 119 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais nos primeiros 12 (doze) meses. § 5º . ou prorrogada. * Vide artigo 79. quando as circunstâncias o exigirem. § 4º . às condições inerentes ao serviço ou fatos nele ocorridos. 118 – A licença referida no artigo anterior será concedida. 8º da LC n°128 de 26/06/2009 . II do Decreto 220/75 .Entende-se por doença profissional a que se deve atribuir. Art.com 50 § 3º .A prova do acidente será feita em processo especial. desde que prove ser indispensável sua assistência pessoal e esta não possa ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. cônjuge do qual não esteja legalmente separado.claudetepessoa. no máximo. de 26 de junho de 2009. como relação de efeito e causa. no caso de aleitamento materno. 120 – À servidora pública gestante será concedida licença pelo prazo de seis meses. deste Regulamento. prorrogável por igual período. podendo retroagir sua prorrogação até 15 (quinze) dias.A prova pericial da relação de causa e efeito a que se refere o parágrafo anterior será produzida por junta médica oficial. imediatamente após o término da licença concedida pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. 2 Art. também às detentoras de empregos públicos junto à Administração Pública Estadual e às servidoras ocupantes de cargos em comissão. e com 2/3 (dois terços) por outros 12 (doze) meses.Estatuto.O disposto nesta Lei Complementar aplica-se. ficando sob a responsabilidade do Tesouro Estadual o pagamento do tempo restante.

§2º deste Decreto. § 2º .Estatuto.A licença será concedida à vista do documento oficial que prove a incorporação ou convocação. aplicando-se o disposto pelo art. SEÇÃO V DA LICENÇA PARA SERVIÇO MILITAR Art. 123 – Ao funcionário que for convocado para serviço militar ou outro encargo da segurança nacional.Ao funcionário desincorporado ou desconvocado conceder-se-á prazo não excedente de 30 (trinta) dias para que reassuma o exercício. § 1º . de 26 de junho de 2009. § 2º Em caso de atraso injustificado na emissão do laudo mencionado pelo caput deste artigo. *Incluído pela LC n°128. IV do Decreto 220/75 .3 Art.Do vencimento descontar-se-á a importância que o funcionário percebe na qualidade de incorporado. sendo militar ou servidor da Administração 3 Leia-se inciso I. Art. salvo se optar pelas vantagens do serviço militar. . Art. do artigo 50. 121 – À funcionária gestante. provisoriamente. do artigo 58. assegurar-se-lhe-á o direito de opção. Parágrafo único – Quando o estágio for remunerado. a qual deverá retroagir à data do término do período inicial de licença. 102.claudetepessoa.com 51 § 1º Salvo prescrição médica em contrário. será permitido à servidora. será concedida licença pelo prazo que durar a sua incorporação ou convocação. de 26 de junho de 2009. o disposto no inciso I.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a partir do quinto mês da gestação e até o início da licença de que trata o artigo anterior. se aplicará. sem perda do vencimento. III do Decreto – Lei 220/75 – Estatuto. 122 – A licença de que trata esta Seção será concedida com vencimento e vantagens integrais. 124 – Ao funcionário oficial da reserva das Forças Armadas será também concedida a licença referida no artigo anterior durante os estágios previstos pelos regulamentos militares. SEÇÃO VI DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. *Incluído pela LC n°128. 125 – O funcionário casado terá direito à licença sem vencimento quando se cônjuge for exercer mandato eletivo ou. quando em serviço incompatível com seu estado. * Vide artigo 19. permanecer licenciada até o final deferimento da prorrogação solicitada. a licença será concedida a partir do oitavo mês de gestação. * Vide artigo 19. § 3º .

em caso de interesse da Administração. V do Decreto 220/75 . conceder-se-á licença-prêmio de 3 (três) meses. Art. SEÇÃO VII DA LICENÇA-PRÊMIO Art. salvo se o cônjuge for transferido novamente. renovar o pedido de licença senão depois de 2 (dois) anos da data da reassunção. 128 – As normas desta Seção aplicam-se aos funcionários que vivem maritalmente. poderá ser-lhe concedida. não podendo. o funcionário deverá reassumir o exercício dentro de 30 (trinta) dias. . 126 – A licença dependerá de pedido devidamente instruído. VI do Decreto 220/75 . § 3º . Art. em outro ponto do território estadual. ou não havendo. nacional ou no exterior.Suspender-se-á.O gozo da licença prevista no inciso III. deste Regulamento. 3) gozado as licenças para tratamento de saúde. salvo se abonada a falta.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 97. enquanto ali durar sua permanência. * Vide artigo 19. * Vide artigo 19. for mandado servir. em cada caso.claudetepessoa. ao funcionário que a requerer. com todos os direitos e vantagens de seu cargo efetivo. ou a suas autarquias. em cada uma das licenças referidas no item 3. 129 – Após cada qüinqüênio de efetivo exercício prestado ao Estado.Não será concedida a licença-prêmio se houver o funcionário. § 2º . por motivo de doença em pessoa da família e por motivo de afastamento do cônjuge. a partir dos quais a sua ausência será computada como falta ao trabalho. não prejudicará a contagem do tempo de serviço para efeito de licença-prêmio. Art. do art. 127 – Independentemente do regresso do cônjuge. § 1º . finda a sua causa. * Vide artigo 19. havendo claro. que deverá ser renovado de 2 (dois) em 2 (dois) anos. o funcionário nele será lotado. do parágrafo anterior. ex officio. permissão de exercício. Parágrafo único – Existindo no novo local de residência órgão estadual. no qüinqüênio correspondente: 1) sofrido pena de suspensão ou de multa. 2) faltado ao serviço. por prazo superior a 90 (noventa) dias. § 2º.com 52 Direta.Estatuto. a contagem de tempo de serviço para efeito de licença-prêmio. desde que haja impedimento legal ao casamento e convivência por mais de 5 (cinco) anos. até o limite de 90 (noventa) dias. o funcionário poderá reassumir o exercício a qualquer tempo. neste caso. § 2º do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 183. de empresa pública. de autarquia. de sociedade de economia mista ou de fundação instituída pelo Poder Público.Estatuto.

Para apuração do qüinqüênio computar-se-á. também. licença prêmio a que tiver direito. apurados na forma do artigo 129. Parágrafo único – Se na interrupção da licença se verificar que o funcionário gozou período não conforme o disposto no artigo 135. inciso VII. XVI da Constituição Federal. 131 – A competência para a concessão de licença-prêmio é do Diretor da Divisão de Pessoal do Departamento de Administração de cada Secretaria de Estado ou de órgão diretamente subordinado ao Governador. desde que entre um e outro não haja interrupção de exercício. o prazo restante da licença referente ao mesmo qüinqüênio. Art. 135 – A licença-prêmio poderá ser gozada integralmente. ou em períodos de 1 (um) a 2 (dois) meses. no gozo da licença. Parágrafo único – Adquirido o direito à licença-prêmio de acordo com o estabelecido neste artigo. Parágrafo único – Será independente o cômputo do qüinqüênio em relação a cada um dos cargos acumuláveis. imediatamente após o término das mesmas. Art. . 130 – O direito à licença-prêmio não tem prazo para ser exercitado. sendo computável apenas para efeito de aposentadoria. 134 – Em caso de acumulação de cargos. 136 – O funcionário poderá. Art. assegurar-se-lhe-á. a ulterior exoneração do cargo em comissão ou dispensa da função gratificada não prejudicará a forma de remuneração nele adotada. 133 – Quando o funcionário ocupar cargo em comissão ou função gratificada por mais de 5 (cinco) anos. reassumir o exercício do seu cargo. * Nova Redação dada pela LC n°128 de 26 de junho de 2009.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. quando do efetivo gozo da licença pelo funcionário. mediante requerimento da servidora. * Vide artigo 37. ficará insuscetível de gozo. o tempo de serviço prestado anteriormente em outro cargo estadual. Art. qualquer que seja ele. 132 – O funcionário investido em cargo de provimento em comissão ou função gratificada será licenciado com o vencimento e vantagens do cargo de que seja ocupante efetivo. Art.claudetepessoa. a licença-prêmio será concedida em relação a cada um deles. a qualquer tempo. condicionado o gozo dos dias restantes da licença à regra contida no artigo anterior. Parágrafo único – Se a licença for gozada em períodos parcelados. simultânea ou separadamente. § 5º A servidora pública em gozo da licença maternidade e ou aleitamento materno será concedida.com 53 § 4º . nos termos do artigo 80. Art. Art. importância igual à que venha percebendo pelo exercício do cargo em comissão ou da função gratificada. deve ser observado intervalo obrigatório de 1 (um) ano entre o término de um período e o início de outro.

até o término do mandato.com 54 Art. Art. Art. a Município. inexistindo compatibilidade. 142 – Vencimento é a retribuição pelo efetivo exercício do cargo. II – em decorrência de prisão administrativa. a fundação instituída pelo Poder Público ou a Organização Internacional. a juízo do Governador. desde a posse. * Vide artigo 38 da Constituição Federal. 141 – Investido o funcionário no mandato de Vereador e havendo compatibilidade de horários. SEÇÃO VIII DA LICENÇA PARA DESEMPENHO DE MANDATO LEGISLATIVO OU EXECUTIVO Art. a sociedade de economia mista. para desempenho de mandato eletivo. 139 – O funcionário investido no mandato eletivo de Prefeito ou Vice-Prefeito ficará licenciado desde a diplomação pela Justiça Eleitoral. deste Regulamento. * Vide artigo 19. * Vide artigo 38.claudetepessoa. salvo se inocentado afinal. a outro Estado. 143 – Perderá o vencimento e vantagens do cargo efetivo o funcionário que se afastar: * Vide artigo 20 do Decreto 220/75 . IV. sendo-lhe facultado optar pela percepção do vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. ficará afastado do exercício do seu cargo sem percepção do vencimento e vantagens. e perdurará pelo prazo do mandato. mandato executivo federal ou municipal. ficará. VII do Decreto 220/75 – Estatuto e artigo 74. 140 – Quando o funcionário exercer. * Vide artigo 37.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. a empresa pública. reconhecido o afastamento como de interesse do Estado.Estatuto. CAPÍTULO IV O VENCIMENTO Art. inciso III da Constituição Federal. para o âmbito municipal. . licenciado sem vencimento e vantagens do seu cargo efetivo. o direito de opção pela remuneração do cargo efetivo. X e XI da Constituição Federal. Art. Parágrafo único – A licença a que se refere este artigo será concedida a partir da diplomação do eleito. 138 – O funcionário será licenciado sem vencimento ou vantagens de seu cargo efetivo. por nomeação. perceberá o vencimento e as vantagens do seu cargo sem prejuízo dos subsídios a que faz jus. Art. federal ou estadual. I – para prestar serviço à União. pela Justiça Eleitoral. 137 – É vedado transformar em licença-prêmio faltas ao serviço ou qualquer outra licença concedida ao funcionário. ressalvado. correspondente à referência ou símbolo fixado em lei. salvo quando.

do artigo 79.Estatuto. ou se o afastamento exceder o prazo de condenação definitiva.com 55 III – para exercer cargo em comissão. de pena privativa de liberdade. II – dois terços do vencimento e vantagens. ou retirar-se antes dos 60 minutos finais. ou. ausentar-se sem autorização por mais de 60 minutos. Art. ressalvado o direito à diferença se absolvido afinal. IV – vencimento e vantagens do dia. II – enquanto durar o mandato executivo municipal. V – um terço do vencimento e vantagens do dia. havendo incompatibilidade de horários com o exercício de seu cargo. salvo o direito de opção previsto nos artigos 139 e 140. ainda. salvo o disposto no inciso XIX. § 1º . federal ou estadual. dele ficar afastado. 145 – O funcionário deixará de receber: * Vide artigo 21 do Decreto 220/75 . ou ainda. dentro dos 60 minutos finais. o vencimento e vantagens do seu cargo: * Vide artigo 38 da Constituição Federal. e se. ressalvado o direito de opção e o de acumulação legal. sem perda do cargo. III – quando estiver no efetivo exercício de seu mandato. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. durante o afastamento por motivo de suspensão preventiva ou recolhimento à prisão por ordem judicial não decorrente de condenação definitiva. para efeito de descontos. I – enquanto durar o mandato eletivo. domingos. se eleito Vereador. IV – para estágio experimental. 146 – Nenhum funcionário poderá perceber menos do que o salário-mínimo vigente na capital do Estado. ausentar-se sem autorização por período inferior a 60 minutos. ainda. os sábados. se comparecer ao serviço dentro dos 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente ou retirar-se sem autorização. Art. durante o cumprimento. eletivo ou por nomeação. Art. se comparecer ao serviço após os 60 minutos seguintes à hora inicial do expediente. III – vencimento e vantagens do dia em que não comparecer ao serviço.No caso de faltas sucessivas serão computados. feriados e pontos facultativos intercalados.claudetepessoa. Parágrafo único – Os afastamentos de que tratam os incisos deste artigo não implicam suspensão de pagamento adicional por tempo de serviço. em cujo gozo se encontre o funcionário. § 2º .Na hipótese do inciso V.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. I – um terço do vencimento e vantagens. 144 – O funcionário perderá. . os descontos acumuláveis havidos em um mesmo mês não serão convertidos em faltas para efeito de contagens de tempo de serviço.

a quantia devida será inscrita como dívida ativa e cobrada judicialmente. SEÇÃO III DAS GRATIFICAÇÕES SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 149 – Além do vencimento. I – prestação de alimentos determinada judicialmente.claudetepessoa. do Decreto-Lei nº 408. de 02 de fevereiro de 1979. não excedentes da décima parte do vencimento ou provento. . de 20 de fevereiro de 1979. 151 – Conceder-se-á gratificação: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . se deslocar eventualmente da sede. o provento. ou qualquer vantagem pecuniária não sofrerá descontos além dos previstos em lei. II – dívida para com a Fazenda Pública.Será dispensada a reposição nos casos em que a percepção indevida tiver decorrido de entendimento expressamente aprovado pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil ou pela Procuradoria-Geral do Estado.Quando o funcionário for exonerado. demitido ou vier a falecer.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. nem será objeto de penhora. SEÇÃO II DO ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO Art. salvo quando se tratar de: * Vide artigo 23 do Decreto 220/75 . III – ajuda de custo e transporte ao funcionário mandado servir em nova sede. Art. 150 – O adicional por tempo de serviço será objeto de disciplina própria a ser baixada.Estatuto. exceto na ocorrência de má fé.Estatuto.Estatuto. § 1º . poderá o funcionário perceber as seguintes vantagens pecuniárias: * Vide artigo 24 do Decreto 220/75 . I – adicional por tempo de serviço. observado o disposto no artigo 19. IV – diárias. * Vide artigo 22 do Decreto 220/75 .com 56 Art. II – gratificações. 147 – O vencimento. àquele que. em parcelas mensais consecutivas. em objeto de serviço. 148 – As reposições e indenizações devidas à Fazenda Estadual serão descontadas.Estatuto. § 2º . CAPÍTULO V DAS VANTAGENS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. e no § 6º do artigo 7º do Decreto-Lei nº 415. hipótese em que não se admitirá parcelamento.

poderá ser atribuída. exceto convocação para serviço militar. V – de representação de Gabinete. segunda parte. e a ela faz jus o funcionário que. Art. X. Parágrafo único – Na hipótese do afastamento referido no inciso VI do artigo 79. XII. VIII. III – pela prestação de serviço extraordinário. Art. Capítulo II.com 57 I – de função. na forma de regulamentação específica. VI – pela participação em órgão de deliberação coletiva. conforme o estabelecido no artigo 23. gratificação de função a funcionários que desempenhem atividades especiais ou excedentes às atribuições de seu cargo. aplica-se o disposto nos artigos 153 e 154. IV – de representação de Gabinete. SUBSEÇÃO III DA GRATIFICAÇÃO PELO EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. do artigo 79. 153 – A gratificação de função será mantida nos casos de afastamento previstos nos incisos I. 157 – À gratificação de que trata o artigo anterior. II – pelo exercício de cargo em comissão. XIV. Art. XIII. e XIX. haja optado pelo vencimento do seu cargo efetivo. b) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. SUBSEÇÃO IV DA GRATIFICAÇÃO PELA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO . 152 – Gratificação de função é a que corresponde ao exercício de função gratificada instituída e remunerada na forma do que dispõe a Seção II. SUBSEÇÃO II DA GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO Art. ao disposto no artigo 133. XI. Título II. 154 – O exercício de função gratificada impede o recebimento da gratificação pela prestação de serviço extraordinário. 155 – Além do exercício de função gratificada regularmente instituída. XVII. 156 – A gratificação pelo exercício de cargo em comissão equivale a 70% do valor fixado para o símbolo a ele correspondente. VII. VII – pelo exercício: a) de encargos de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso. vedado o seu recebimento cumulativo com as gratificações específicas das funções de confiança. II. obedecer-se-á. no exercício desse cargo. quando for o caso. Art.claudetepessoa.

Art. incêndio. c) de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. o disposto no artigo 161. a 50% (cinqüenta por cento) do valor do vencimento. 160 – O acréscimo de horas extraordinárias será proposto pelos Secretários de Estado ou órgãos equivalentes ao Governador. inundação e outros motivos de casos fortuitos ou de força maior. Parágrafo único – A prestação de serviço extraordinário poderá dar-se em outro órgão que não o de lotação do funcionário. Parágrafo único – Os limites a que se refere o artigo poderão ser ampliados. Art. 159 – A duração normal do trabalho dos funcionários da Administração Direta poderá. observado. Parágrafo único – As horas extraordinárias a que se refere este artigo poderão ser compensadas posteriormente por folga em período equivalente. excepcionalmente. empregos ou funções.A gratificação pela prestação de serviço extraordinário não poderá exceder. Art. 158 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário se destina a remunerar as atividades executadas fora do período normal de trabalho a que estiver sujeito o funcionário. III – em regime de acumulação de cargos. que será publicada no órgão oficial. havendo concordância expressa do funcionário designado para a realização do serviço extraordinário. para autorização.com 58 Art. porém. Art. § 2º . não se admitindo recusa por parte do funcionário em prestá-las. 163 – Considerar-se-ão automaticamente autorizadas as horas extraordinárias ocorridas em virtude de acidente com o equipamento de trabalho. respeitado o limite de duas horas diárias.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. caracterizar a natureza da medida e justificar a necessidade da prestação de serviço no horário pretendido.claudetepessoa. 161 – A gratificação pela prestação de serviço extraordinário será paga por hora de trabalho prorrogado ou antecipado. II – a prestação do serviço extraordinário decorrer de execução de atividade a ser retribuída pela gratificação: a) de representação de Gabinete. Art. § 1º . desde que se manifestem favoravelmente os respectivos dirigentes. b) de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso.O valor da hora extraordinária será obtido dividindo-se o valor do vencimento mensal por trinta vezes o número de horas da jornada normal. ressalvados os casos previstos neste regulamento. Art. aumentando-se 50%. em cada mês. Parágrafo único – A proposta deverá indicar o horário normal e o extraordinário de cada servidor contemplado. ser acrescida de horas extraordinárias. 162 – Ao funcionário não se concederá gratificação por serviço extraordinário quando: I – no exercício de cargo em comissão ou função gratificada. 164 – Não será submetido ao regime de serviço extraordinário: . no desempenho de seu cargo efetivo.

será aprovado pelo Governador. Art. V – licenças para tratamento de saúde e repouso à gestante. SUBSEÇÃO VI DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM ÓRGÃO DE DELIBERAÇÃO COLETIVA . 165 – A gratificação por serviço extraordinário tem caráter transitório. sobre ela não incidindo o cálculo de qualquer vantagem.O valor global da gratificação de representação de Gabinete. IV – júri e outros serviços obrigatórios por lei. até o máximo de 3 (três) durante o mês. Art. III – luto. Parágrafo único – O desempenho de atividades em horas extraordinárias não será computado como tempo de serviço público para qualquer efeito.O valor individual da gratificação será fixado em tabela aprovada pelos titulares dos órgãos referidos no inciso II deste artigo. II – o ocupante de cargo beneficiado por horário especial em virtude do exercício de atividades com risco de vida ou saúde. nos Gabinetes da Governadoria e nos da Procuradoria Geral do Estado e Procuradoria Geral da Justiça.com 59 I – o funcionário em gozo de férias ou licenciado.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Parágrafo único – A representação dos funcionários ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada é a fixada em lei. 168 – A gratificação de representação de Gabinete não será suspensa nos afastamentos seguintes: I – férias. II – casamento. por motivo de doença comprovada pelo órgão competente. SUBSEÇÃO V DA GRATIFICAÇÃO DE REPRESENTAÇÃO DE GABINETE Art. 167 – A gratificação poderá ser concedida: I – aos funcionários em exercício nos Gabinetes dos Secretários de Estado. Art. observado o disposto no parágrafo anterior. § 1º . não podendo exceder a 50% (cinqüenta por cento) do vencimento do cargo efetivo do funcionário. 166 – A gratificação de representação de Gabinete é a que tem por fundamento a compensação de despesas de apresentação inerentes ao local do exercício ou a remuneração de encargos especiais. inclusive quando em pessoa da família. § 2º .claudetepessoa. assim devam ser remunerados. por Secretaria. ouvida a Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral quanto aos aspectos orçamentários e financeiros. VI – faltas. II – Aos funcionários que. não gerando a sua percepção qualquer direito de incorporação ao vencimento ou provento de aposentadoria. a critério dos titulares dos órgãos referidos no inciso anterior.

ou para a atividade temporária de auxiliar de curso oficialmente instituído. Art. apenas o suplente perceberá a gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva.claudetepessoa.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 169 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva destina-se a remunerar a presença dos componentes dos órgãos colegiados regularmente instituídos. Art. quando eventualmente realizados pelos órgãos da Administração Direta do Estado para provimento de cargos. 170 – É vedada a participação do funcionário em mais de um órgão de deliberação coletiva. organização e aplicação de provas. § 2º . poderá optar pela gratificação de valor mais elevado. Parágrafo único – Durante os afastamentos legais do titular. para exercer atividade temporária de magistérios nas áreas de treinamento e aperfeiçoamento de pessoal. deste Regulamento. Art. Art. SUBSEÇÃO VII DA GRATIFICAÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM BANCA EXAMINADORA DE CONCURSO OU EM CURSO OFICIALMENTE INSTITUÍDO Art. 173 – Entende-se como encargo de membro de banca ou comissão examinadora de concurso a tarefa desempenhada. 174 – Professor de curso oficialmente instituído é o designado pela autoridade competente. 172 – Pelo exercício de encargo de auxiliar ou membro de banca ou comissão examinadora de concurso ou de atividade temporária de auxiliar ou professor de curso oficialmente instituído. no planejamento. 171 – A gratificação pela participação em órgão de deliberação coletiva é acumulável com quaisquer outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. correção e apuração dos resultados. 175 – Somente funcionário do Estado poderá ser designado para exercer as atividades de auxiliar de banca ou comissão examinadora de concurso. salvo quando na condição de membro nato. e paga por dia de presença às sessões do órgão colegiado. até a classificação definitiva. Parágrafo único – Quando o funcionário for membro nato de mais de um órgão de deliberação coletiva. § 1º . * Vide artigo 358. nos concursos.com 60 Art. preenchimento de empregos ou admissão a cursos oficialmente instituídos. revisão e decisão dos recursos interpostos. ao funcionário será atribuída gratificação conforme o estabelecido nesta Subseção. provas de seleção ou de habilitação. por designação especial de autoridade competente.Não serão remuneradas as sessões que excederem ao número de doze por mês.A gratificação de que trata este artigo será fixada por decreto em base percentual calculada sobre o valor de símbolo de cargo em comissão ou função gratificada. . Art.

claudetepessoa. bem como as condições de vida no local do novo exercício ou no desempenho da missão. efetivamente deslocar sua residência. Parágrafo único – A ajuda de custo será calculada sobre o valor atribuído ao símbolo do cargo em comissão. 178 – A concessão das gratificações de que cuida esta Subseção não prejudicará a percepção cumulativa de outras vantagens pecuniárias atribuídas ao funcionário. 180 – A ajuda de custo será arbitrada pelos Secretários de Estado ou dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador e não será inferior a uma nem superior a três vezes a importância correspondente ao vencimento do funcionário. Art. a título de compensação das despesas de viagem. em razão de exercício em nova sede com caráter de permanência. mediante proposta fundamentada do órgão promotor do curso ou do concurso. pelo Governador. § 2º .Compete ao Governador arbitrar a ajuda de custo a ser paga ao funcionário designado para missão no exterior. 182 – Não se concederá ajuda de custo: I – ao funcionário que. 177 – As gratificações de que trata esta Subseção serão arbitradas. o funcionário obrigado a permanecer fora da sede de sua unidade administrativa. em objeto de serviço. III – quando a designação para a nova sede se der a pedido. 181 – Sem prejuízo das diárias que lhe couberem. II – ao funcionário posto a serviço de qualquer outra entidade de direito público. em cada caso. . mudança e instalação. em virtude de mandato legislativo ou executivo. Art.com 61 Art. Art. § 1º . ao funcionário que. quando o seu ocupante não for também de cargo efetivo.No arbitramento da ajuda de custo serão levados em conta o vencimento do cargo do funcionário designado para nova sede ou missão no exterior. Art. salvo quando se tratar de missão no exterior. perceberá ajuda de custo correspondente a um mês do vencimento de seu cargo. 179 – Será concedida ajuda de custo. 176 – A gratificação pelo exercício de atividade temporária de auxiliar de professor de curso oficialmente instituído somente será atribuída ao funcionário se o trabalho for realizado além das horas de expediente a que está sujeito.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. por mais de 30 (trinta) dias. deixar ou reassumir o exercício do cargo. Art. SEÇÃO IV DA AJUDA DE CUSTO E DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE SUBSEÇÃO I DA AJUDA DE CUSTO Art. as despesas a serem por ele realizadas.

serão custeados pela Administração o transporte do mobiliário e bagagens do funcionário e de seus dependentes. § 2º .Não haverá obrigação de restituir: 1) quando o regresso do funcionário for determinado ex officio ou decorrer de doença comprovada ou de motivo de força maior. II – quando. para efeitos desta Subseção: I – o cônjuge ou a companheira legalmente equiparada. à percepção da importância integral correspondente ao valor da tarifa rodoviária no mesmo percurso.O funcionário que houver percebido ajuda de custo não entrará em gozo de licença-prêmio antes de decorridos 90 (noventa) dias de exercício na nova sede. acrescida de 50% (cinqüenta por cento) do referido valor por dependente que o acompanhe. II – o filho de qualquer condição ou enteado.00m³ (doze metros cúbicos) ou 4. 184 – Independentemente da ajuda de custo concedida ao funcionário. até o máximo de 3 (três). inclusive para seus dependentes. acrescida de 3. § 3º . . SUBSEÇÃO II DA INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE AO FUNCIONÁRIO MANDADO SERVIR EM NOVA SEDE Art. antes de decorridos 3 (três) meses do deslocamento ou do término da incumbência. a este será assegurado transporte para a nova sede. regressar. Art. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. observado o limite máximo de 12. § 1º . pedir exoneração ou abandonar o serviço. a Administração fornecerá passagens para o transporte rodoviário dos dependentes que comprovadamente não viajem em companhia do funcionário. Art.Na hipótese do parágrafo anterior. até o máximo de 3 (três). 185 – Nos deslocamentos a que se refere o artigo 179.500kg (quatro mil e quinhentos quilogramas) por passagem inteira.00m³ (três metros cúbicos) ou 900kg (novecentos quilogramas) por passagem adicional. 2) quando o pedido de exoneração for apresentado após 90 (noventa) dias de exercício na nova sede ou local da missão.A restituição é de exclusiva responsabilidade do funcionário e não poderá ser feita parceladamente. bem assim o menor que. até o número de duas. viva sob a guarda e o sustento do funcionário. § 2º .com 62 Art. nos prazos determinados.O funcionário que utilizar condução própria no deslocamento para nova sede fará jus. para indenização da despesa de transporte. 183 – O funcionário restituirá a ajuda de custo: I – quando não se transportar para a nova sede ou local da missão. 186 – São considerados dependentes do funcionário. mediante autorização judicial.claudetepessoa. ou de finda a missão.

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63 III – os pais, sem economia própria, que vivam a expensas do funcionário; IV – 1 (um) empregado doméstico, desde que comprovada essa condição. § 1º - Atingida a maioridade, os referidos no inciso II deste artigo perdem a condição de dependente, exceto a filha que se conservar solteira e sem economia própria, o filho inválido e, até completar 24 (vinte e quatro) anos, quem for estudante, sem exercer qualquer atividade lucrativa. § 2º - Para efeito do disposto neste artigo, sem economia própria significa não perceber rendimento em importância igual ou superior ao valor do salário-mínimo vigente na região em que resida. Art. 187 – Em face da peculiaridade do serviço, poderá ser concedido o pagamento da indenização de despesa de transporte aos funcionários que tenham assegurado o direito ao uso individual de viaturas oficiais e que utilizarem veículo próprio no desempenho de suas funções, conforme faixas de remuneração a serem definidas em Resolução do Secretário de Estado de Administração. § 1º - Na Resolução a que se refere este artigo serão reservadas faixas próprias de indenização de despesa de transporte a serem atribuídas aos funcionários que, para o desempenho de seus cargos, tenham de se deslocar habitualmente pelo interior do Estado. § 2º - Os valores da indenização serão fixados de acordo com os índices apurados pela Superintendência de Transportes Oficiais e aprovados pelo Governador. Art. 188 – A autorização para a utilização da viatura de propriedade do funcionário a serviço do Estado será da competência do Secretário de Estado de Administração, por intermédio da Superintendência de Transportes Oficiais, ouvido o órgão interessado. Art. 189 – Concedida a autorização, o Estado não se responsabilizará por danos causados a terceiros, ou ao veículo, ainda que a ocorrência se verifique em serviço. Parágrafo único – Todas as despesas decorrentes do uso do veículo correrão por conta do usuário. Art. 190 – Quando convier, o Estado cancelará, em qualquer época, a atribuição da indenização de despesas de transporte, cuja concessão não gerará qualquer direito à continuidade da respectiva percepção. Art. 191 – É vedado o uso de viatura oficial por quem já seja portador de autorização para utilização de veículo particular a serviço do Estado. Parágrafo único – A infração do disposto neste artigo sujeita o funcionário às penalidades cabíveis, cancelando-se, ainda, a autorização concedida em seu favor. Art. 192 – Ao receber a autorização para utilização de viatura própria em serviço, o usuário assinará, na Superintendência de Transportes Oficiais, o competente “Termo de Compromisso”, submetendo-se aos preceitos regulamentares da matéria.

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64 SEÇÃO V DAS DIÁRIAS Art. 193 – Ao funcionário que se deslocar, temporariamente, em objeto de serviço, da localidade onde estiver sediada sua unidade administrativa, conceder-se-á, além de transporte, diária, a título de compensação das despesas de alimentação e pousada ou somente de alimentação. Parágrafo único – A vantagem de que trata este artigo poderá também ser concedida ao servidor contratado, no exercício de função gratificada, bem como ao estagiário. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. Art. 194 – Será concedida diária: I – de alimentação e pousada, nos deslocamentos superiores a 100km (cem quilômetros) de distância da sede, desde que o pernoite se realize por exigência do serviço; II – de alimentação, nos deslocamentos inferiores a 100km (cem quilômetros) e superiores a 50km (cinqüenta quilômetros) de distância da sede; III – em qualquer caso: a) de alimentação e pousada, quando o afastamento da sede exceder de 18 (dezoito) horas; b) de alimentação, quando o afastamento for inferior a 18 (dezoito) e superior a 8 (oito) horas. Art. 195 – O valor da diária resultará da incidência de percentuais sobre o valor básico da UFERJ, atendida a tabela que for expedida por ato do Governador, observados, em sua elaboração, a natureza, o local, as condições do serviço e o vencimento do funcionário. Art. 196 – Não se concederá diária: I – durante o período de trânsito; II – quando o deslocamento se constituir em exigência permanente do exercício do cargo ou da função; III – quando o município para o qual se deslocar o funcionário seja contíguo ao da sua sede, constituindo-se, em relação a este, em unidade urbana e apresentando facilidade de transporte, ressalvadas as hipóteses do inciso III do artigo 194; IV – quando as despesas do deslocamento correrem por conta de outras entidades subordinadas ou vinculadas à Administração Pública. Art. 197 – Ao regressar à sede, o funcionário restituirá, dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas, as importâncias recebidas em excesso. Parágrafo único – O descumprimento do disposto neste artigo ocasionará o desconto em folha das importâncias recebidas em excesso pelo funcionário, sem prejuízo das sanções disciplinares aplicáveis à espécie. Art. 198 – A concessão indevida de diárias sujeitará a autoridade que as conceder à reposição de importância correspondente, aplicando-se-lhe, e ao funcionário que as receber, as cominações estatutárias pertinentes.

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CAPÍTULO VI DO DIREITO DE PETIÇÃO Art. 199 – É assegurado ao funcionário o direito de petição em toda a sua amplitude, assim como o de representar. *Vide artigo 31 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 200 – O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a quem estiver imediatamente subordinado o requerente. § 1º - O erro na indicação da autoridade não prejudicará a parte, devendo o processo ser encaminhado, por quem o detiver, à autoridade competente. § 2º - Do requerimento constará: 1) o nome, cargo, matrícula, unidade administrativa em que é lotado o funcionário, e sua residência; 2) os fundamentos, de fato e de direito, da pretenção; 3) o pedido, formulado com clareza. § 3º - Não será recebido, e se o for, não será despachado, sem a prévia satisfação da exigência, o requerimento que não contiver as indicações do item 1, do parágrafo anterior. § 4º - O requerimento será instruído com os documentos necessários, facultando-se ao funcionário, mediante petição fundamentada, a respectiva anexação no curso do processo. § 5º - Os documentos poderão ser apresentados por cópia, fotocópia, xerocópia ou reprodução permanente por processo análogo, autenticada em cartório ou conferida na apresentação pelo servidor que a receber. § 6º - Excetuam-se da disposição de que trata o parágrafo precedente as certidões de tempo de serviço, que serão apresentadas sempre em seus originais, e outros documentos que assim sejam exigidos pela Administração. § 7º - Nenhum documento será devolvido sem que dele fique, no processo, cópia ou reprodução autenticada pela repartição. Art. 201 – Da decisão que for prolatada caberá, sempre, pedido de reconsideração. § 1º - O pedido de reconsideração será diretamente encaminhado à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a decisão, não podendo ser renovado. § 2º - O requerimento e o pedido de reconsideração terão prazo de 8 (oito) dias para sua

em escala ascendente. Art. da data do ato que a interrompeu. § 2º . ao funcionário interessado ou a seu representante legal é assegurado o direito de vista do processo administrativo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Não correrá a prescrição enquanto o processo estiver em estudo. e serão decididos no prazo máximo de 30 (trinta) dias. quanto aos atos de demissão.Ressalvado o disposto no Decreto-Lei nº 114. Art. 204 – O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá: *Vide artigo 32 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. pelas demais autoridades. § 3º .Se consumada a prescrição administrativa. § 3º . *Vide artigo 32. em seus efeitos. Art.Os prazos de prescrição estabelecidos neste artigo contar-se-ão da data da ciência do interessado. mas o que for provido retroagirá. 203 – O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico não têm efeito suspensivo. ou do último ato do processo para a interromper.O pedido de reconsideração e o recurso hierárquico. Art. de 22 de maio de 1975.com 66 instrução e encaminhamento. quando cabíveis. 205 – Após despacho decisório.A autoridade que receber o pedido de reconsideração poderá processá-lo como recurso hierárquico. o recurso será decidido pela autoridade imediatamente superior àquela que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. § 1º .A prescrição interrompida recomeça a correr. § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. *Vide artigo 32. encaminhando-o à autoridade superior. ressalvados os previstos em leis especiais. § 1º . II – das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. pela metade do prazo. no recinto do órgão competente e durante seu horário de expediente.No processamento do recurso observar-se-á o disposto no § 2º do artigo 201. § 2º . *Vide artigo 32. I – em 5 (cinco) anos. § 2º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e quanto às questões que envolvam direitos patrimoniais. § 4º . que deverá constar sempre do processo respectivo. sucessivamente. interrompem a prescrição até duas vezes. poderá a Administração relevá-la caso seja ilegal o ato impugnado e não estiver exaurido o acesso à via judicial.claudetepessoa. a qual se presumirá da publicação do ato impugnado. à data do ato impugnado. salvo em caso que obrigue a realização de diligência ou de estudo especial. 202 – Caberá recurso hierárquico: I – do indeferimento do pedido de reconsideração. § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. . nos demais casos. § 5º . da data da ciência do interessado. ou quando este for de natureza reservada. II – em 120 (cento e vinte) dias.

deverão ser mencionados o direito em questão. requeridas para defesa de direito do funcionário ou para esclarecimento de situações. das autoridades do mesmo nível e dos presidentes das autarquias a quem estiver subordinada a autoridade incumbida de expedi-la.Quando a finalidade da certidão for instruir processo judicial. § 1º . 210 – Caberá o pronunciamento da Procuradoria Geral do Estado: I – nos pedidos de certidões formulados pelo Poder Judiciário. Art. 211 – As certidões sobre matéria de pessoal só serão fornecidas pelo Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil. 209 – O pedido de certidão será indeferido quando: I – o requerente não tiver interesse legítimo no processo. CAPÍTULO VII DA INATIVIDADE SEÇÃO I DA DISPONIBILIDADE . se o Estado for parte na ação em curso ou a ser proposta. salvo se a decisão proferida aos mesmos se reporte. deverá instruí-lo previamente com a minuta da certidão a ser expedida. os documentos que o instruem ou sobre a maneira de atendê-lo. II – a matéria a certificar se referir a: a) assunto cuja divulgação afete a segurança pública. Parágrafo único – Nas hipóteses previstas nos incisos I e III. ao encaminhar o processo. em que o aludido pronunciamento é obrigatório. podendo ser delegada.Se o requerimento for assinado por procurador. se a ação já tiver sido proposta. 206 – É assegurada a expedição de certidões de atos ou peças de processos administrativos. Art. o nome das partes e o respectivo juízo. b) pareceres ou informações. o tipo de ação. § 2º . 207 – A certidão deverá ser requerida com indicação de finalidade específica a que se destina. deverá ser juntado o competente instrumento de mandato.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. III – se a autoridade competente para autorizar a certidão tiver dúvidas sobre o requerimento. Art. a fim de que se possa verificar o legítimo interesse do requerente na sua obtenção. a autoridade. II – no caso de certidões para prova em juízo. à vista de dados e elementos constantes dos seus registros.com 67 Art. c) processo sem decisão final da Administração. 208 – A competência para decidir sobre o pedido de certidão é do Secretário de Estado. Art. Art.claudetepessoa.

claudetepessoa. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado. ainda que modificada a sua denominação. Art. 212 – Extinto o cargo. § 3º da Constituição Federal e artigo 25 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Art.O funcionário em disponibilidade perceberá provento proporcional ao tempo de serviço e poderá ser aproveitado em cargo de natureza e vencimento compatíveis com os do anteriormente ocupado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. Art. SEÇÃO II DA APOSENTADORIA Art.Restabelecido o cargo. * Vide artigo 41. colocado em disponibilidade. 217 – Será aposentado o funcionário que for considerado inválido para o serviço e não puder ser readaptado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art. poderá nele ser aproveitado o funcionário posto em disponibilidade. se estável. ou declarada sua desnecessidade. quando de sua extinção ou da declaração de sua desnecessidade. 215 – Revogado. salvo quando ocorrer a hipótese prevista no artigo 112.com 68 Art. por ato do Poder Executivo. § 1º . 216 – Revogado. § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 214 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Parágrafo único – Revogado. § 2º . 218 – A aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença por período não inferior a 24 (vinte e quatro) meses. conforme o previsto no artigo 57. 213 – O funcionário em disponibilidade poderá ser aposentado. será o funcionário. ressalvado o direito de optar por outro cargo em que já tenha sido aproveitado. Art. 219 – Revogado.

§ 4º . 223 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.claudetepessoa. § 5º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 3º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. 221 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 224 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 Art.Revogado.Revogado.Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 1º . Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 2º . 222 – Revogado.Revogado.com 69 § 2º . * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. 220 – Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. .Revogado. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008 § 4º . § 1º .Revogado. § 3º .Revogado.Revogado. Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008. Parágrafo único – Revogado.Revogado. § 2º . Art. * Revogado pela LC n°121 de 11 de junho de 2008.

oficial.Computar-se-ão. concedido transporte à família do funcionário falecido no desempenho do serviço. Art.A qualidade de companheiro ou companheira. Art. nos dias de provas ou de exames. direitos e vantagens. os sábados. § 2º .Estatuto. X do Decreto 220/75 . domingos e feriados compreendidos no período.Ao estudante que necessitar mudar de domicílio para passar a exercer cargo ou função pública. deste Regulamento. as despesas com a remoção e com o sepultamento do funcionário falecido no desempenho do serviço. companheiro ou companheira. desnecessária em havendo filho comum. para outro da nova residência. 229 .com 70 TÍTULO VI DAS CONCESSÕES CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. inclusive para um acompanhante. pais. inclusive quando no exterior.Correrão. será permitido faltar ao serviço. 226 . § 1º .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Sem prejuízo do vencimento. I . fora da sede de seus trabalhos. . reconhecido ou equiparado àquele em que o interessado esteja matriculado. § 2º . será concedido transporte à conta dos cofres estaduais. mediante apresentação de atestado fornecido pelo respectivo estabelecimento.Ao funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino de qualquer grau. por conta do Estado. será assegurada transferência do estabelecimento de ensino que estiver cursando. Art. filhos ou irmãos. II .Os atos que deslocarem ex-offício os funcionários estudantes de uma para outra cidade ficarão suspensos. III. 228 . se. não existir estabelecimento congênere. exclusivamente para esse efeito. que deva ser deslocado de sua sede para qualquer ponto do território nacional. Art.falecimento do cônjuge. para os efeitos deste artigo. 225 . § 1º. na nova sede ou em localidade próxima. * Vide artigo 11.casamento. o funcionário poderá faltar ao serviço até (oito) dias consecutivos por motivo de: * Vide artigo 79. 227 .claudetepessoa. ainda.Ao licenciado para tratamento de saúde em virtude de acidente em serviço ou doença profissional. por exigência do laudo médico. sem prejuízo do seu vencimento ou de quaisquer direitos e vantagens. oficial ou reconhecido. se integrante do sistema estadual de ensino. também.Será. onde será matriculado em qualquer época. independentemente de vaga. será demonstrada pela coabitação por prazo mínimo de 02 (dois) anos.

VI e VII.Anualmente o interessado deverá fazer prova. 231 . III. que não exerça atividade remunerada. II – por filho inválido. IV. VI e VII. conforme o caso. sempre que possível. poderá.O funcionário estudante matriculado em estabelecimento de ensino que não possua curso noturno. as constantes dos artigos 225. de que está matriculado. for reprovado.aos servidores contratados no exercício de função gratificada. Art. Parágrafo único . Parágrafo único – A cada dependente relacionado no artigo seguinte corresponderá uma cota de salário-família. iniciar o serviço uma hora depois do expediente ou dele se retirar uma hora antes do seu término. Art. do Título VI.Sendo impossível o aproveitamento a que se refere o presente artigo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. § 2º . prorrogando ou antecipando o expediente normal. Parágrafo único . remuneração e tempo de serviço público. que versará sobre as qualificações preferenciais dos candidatos. 233 – Salário-família é o auxílio pecuniário especial concedido pelo Estado ao funcionário ou inativo. do Título VI. II . que viva a expensas do funcionário. III – por filha solteira.com 71 § 1º . . ser aproveitado em serviços cujo horário não colida com o relativo ao período das aulas.A locação se fará pelo aluguel que for fixado e mediante concorrência. relativas ao número de dependentes. * Vide artigo 39.Efetivar-se-á deslocamento se o funcionário concluir o curso. para sua moradia. CAPÍTULO II DO SALÁRIO-FAMÍLIA Art. IV – por filho estudante que freqüente curso médio ou superior e que não exerça atividade lucrativa. V – pelo ascendente. Art. 230 . com assentimento do respectivo chefe.As concessões estabelecidas neste Título aplicam-se: I . § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. até a idade de 24 (vinte e quatro) anos.aos estagiários. 232 .O funcionário terá preferência. sem rendimento próprio. desde que a compense. separada judicialmente ou divorciada sem economia própria. Art. 226 e 227 e as dos Capítulos II. como contribuição ao custeio das despesas de manutenção de sua família. na locação de imóvel pertencente ao Estado. as dos artigos 225 e 226 e as dos Capítulos IV.claudetepessoa. perante o órgão setorial de pessoal a que esteja subordinado. 234 – Conceder-se-á salário-família: I – por filho menor de 21 (vinte e um) anos. poderá o estudante. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. ou deixar de renovar sua matrícula.

242 – O cancelamento do salário-família será feito de ofício nos casos de implemento da idade pelo dependente. sujeito a qualquer imposto ou taxa.claudetepessoa. o salário-família continuará a ser pago aos seus beneficiários. estadual ou municipal. Parágrafo único – Se não viverem em comum. VIII – pela companheira. Art. a Administração. nem servirá de base para qualquer contribuição. nem ser objeto de transação ou consignação em folha de pagamento. 238 – O salário-família será pago independentemente de freqüência do funcionário e não poderá sofrer qualquer desconto. ou presumida. 235 – Quando pai e mãe forem funcionários ou inativos de qualquer órgão público federal. 236 – Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta e. se ambos os tiverem. desde que atendidos os requisitos necessários à concessão desse benefício. na falta deste. o enteado. Parágrafo único – A invalidez que caracteriza a dependência é a comprovada incapacidade total e permanente para o trabalho. Parágrafo único – Compreendem-se neste artigo o filho de qualquer condição. VII – pelo esposo que não exerça atividade remunerada. mediante autorização judicial. Art. será concedido ao que tiver os dependentes sob sua guarda. por motivo de invalidez permanente. Art. Parágrafo único – O salário-família não está. Art. 241 – Em caso de falecimento do funcionário ou inativo. 240 – Nos casos de acumulação legal de cargos. assim conceituada na lei civil. tenham sob sua guarda e sustento os dependentes a que se refere o artigo 234. de acordo com a distribuição dos dependentes. apresentar comprovação de . Art. Art. o adotivo e o menor que comprovadamente viva sob a guarda e o sustento do funcionário.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. 239 – O salário-família será pago mesmo nos casos em que o funcionário ou inativo deixar de receber o respectivo vencimento ou provento. Parágrafo único – Se o funcionário ou inativo falecido não se houver habilitado ao salário-família. mediante requerimento de seus beneficiários.com 72 VI – pela esposa que não exerça atividade remunerada. Art. no caso de filho estudante que não exerça atividade remunerada. em caso de ancianidade. salvo se o funcionário ou inativo. providenciará o seu pagamento. o salário-família será concedido exclusivamente ao pai. também. o salário-família será pago somente em relação a um deles. 237 – A cota de salário-família por dependente inválido corresponderá ao triplo da cota normal. ainda que de finalidades previdenciária e assistencial. os representantes legais dos incapazes ou os que. e viverem em comum.

248 – Nos casos de acumulação legal de cargos. Art. 244 – Deixará de ser devido o salário-família.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.O auxílio-doença não sofrerá descontos de qualquer espécie. separação judicial ou divórcio do dependente. a requerimento do interessado. penal e administrativamente pela omissão ou inexatidão de suas declarações. casamento. respondendo o funcionário ou inativo. relativo a cada dependente. acometido de doença profissional ou internado compulsoriamente para tratamento psiquiátrico. 243 – O salário-família. § 1º . correrá integralmente por conta dos cofres do Estado.com 73 freqüência de curso secundário ou superior até 30 (trinta) dias antes de completar 21 (vinte e um) anos. a título de auxílio-doença. abandono de lar. por ocasião da matrícula escolar. Art.claudetepessoa.Ainda que o funcionário venha a ser aposentado em decorrência de acidente em serviço. embora ocorrido no primeiro dia do mês. nos casos de exercício de atividade remunerada. 246 – O tratamento do funcionário acidentado em serviço. em estabelecimento estadual de assistência médica. CAPÍTULO III DO AUXÍLIO-DOENÇA Art. § 1º . as despesas previstas neste artigo continuarão a correr pelos cofres do Estado. e será realizado.Nas hipóteses deste artigo não será devido ao funcionário o pagamento do auxíliodoença. § 2º . o funcionário terá direito a um mês de vencimento. o auxílio-doença devido será pago . Parágrafo único – O cancelamento será feito. 247 – O titular do órgão competente para a concessão de licenças médicas aos funcionários do Estado decidirá sobre os pedidos de pagamento do auxílio-doença e do tratamento a que se refere o artigo anterior. Art. relativo a cada dependente. e anualmente. o auxílio-doença a que tiver feito jus será pago de acordo com as normas que regulam o pagamento de vencimento não recebido. sempre que possível. § 2º . será devido a partir do mês em que tiver ocorrido o fato ou ato que lhe deu origem. falecimento. no mês seguinte ao em que se tenha verificado o ato ou fato que haja determinado a sua supressão. 245 – Após cada período de 12 (doze) meses consecutivos de licença para tratamento de saúde. embora verificado no último dia do mês. Art. até que atinja 24 (vinte e quatro) anos. Art. de doença profissional ou de internação compulsória para tratamento psiquiátrico. civil. ainda que para fins de previdência e assistência.Quando ocorrer o falecimento do funcionário.

Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. 3) for convocado para prestação de serviço militar. pago mensalmente junto com vencimento do funcionário. incorrendo em pena de suspensão o responsável pelo retardamento. XVIII e XX do artigo 79. se ambos forem estaduais. será suspenso nas hipóteses previstas nos incisos III. CAPÍTULO IV DO AUXÍLIO-FUNERAL Art. Art. § 1º . e calculado sobre o de maior vencimento. .A despesa com auxílio-funeral correrá à conta de dotação orçamentária própria. 255 – O período de 1 (um) ano a que se refere o inciso I do artigo 253 começa a ser contado a partir da data em que o funcionário iniciar o exercício na nova sede. federal ou estadual. § 2º . 253 – O pagamento do auxílio-moradia é devido a partir da data em que o funcionário passar a ter exercício na nova sede e cessará: I – quando completar 1 (um) ano de serviço na nova sede. 250 – Aplica-se ao auxílio-funeral a norma estabelecida no artigo 248. II – quando passar a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. § 1º . 252 – O auxílio-moradia corresponderá a 20% (vinte por cento) do vencimentobase do funcionário. V. Art. 2) exercer mandato municipal e este importar no afastamento do funcionário do exercício de seu cargo.claudetepessoa. recomeçando a contagem do prazo a cada nova designação. IV. § 2º . o respectivo auxílio será pago a quem as tiver comprovadamente realizado.O pagamento do auxílio-funeral obedecerá a processo sumaríssimo. Art. Art. 254 – O auxílio-moradia. Art. 251 – Será concedido auxílio-moradia ao funcionário que for designado ex officio para ter exercício definitivo em nova sede e nesta não vier a residir em imóvel pertencente ao Poder Público. 249 – À família do funcionário ou inativo falecido será concedido auxílio-funeral. Parágrafo único – Será ainda suspenso o pagamento do auxílio quando o funcionário: 1) exercer mandato legislativo ou executivo. CAPÍTULO V DO AUXÍLIO-MORADIA Art.O auxílio será pago no valor correspondente a 15 UFERJs.com 74 somente em relação a um deles. concluído no prazo de 48 (quarenta e oito) horas da apresentação da certidão de óbito e documentos que comprovem a satisfação da despesa pelo requerente.Se as despesas do funeral não forem ocorridas por pessoa da família do funcionário ou inativo.

além do seu Presidente. nos termos de regulamentação própria a ser baixada pelo Secretário de Estado de Administração. 257 – A prova das circunstâncias do falecimento será feita por junta médica oficial. composta de 5 (cinco) membros. que indicará seu Presidente. aos beneficiários do inativo. 262 – Caberá a uma Comissão. quando o evento morte for conseqüência direta de acidente em serviço ou doença profissional. § 3º . de laudo médico-legal. 260 – A Administração estimulará a apresentação. 256 – Aos beneficiários do funcionário falecido em conseqüência de acidente ocorrido em serviço ou doença nele adquirida. Art. por parte de funcionários.Integrarão a Comissão. Parágrafo único – Em nenhuma hipótese. em importância a ser fixada pelo Governador.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. Art. que se valerá. avaliar e julgar os trabalhos recebidos. 258 – Do valor da pensão concedida serão abatidas as importâncias correspondentes à pensão recebida do IPERJ. representantes das Secretarias de Governo.com 75 CAPÍTULO VI DA PENSÃO ESPECIAL EM CASO DE MORTE POR ACIDENTE EM SERVIÇO OU DOENÇA PROFISSIONAL Art. de reconhecida competência em técnicas de administração.O julgamento da Comissão será irrecorrível. além da comprovação a que se refere o § 3º do artigo 115. § 2º . de Planejamento e Coordenação Geral e de Fazenda e da Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro. de sugestões e trabalhos que visem ao aumento da produtividade e à redução de custos operacionais do serviço público. quando for o caso. destinado ao trabalho que melhor se ajustar às finalidades de sua instituição. 261 – Será estabelecido um prêmio anual. a soma das pensões será inferior ao valor do salário-mínimo vigente na capital do Estado.claudetepessoa. indicados pelos respectivos titulares.Anualmente será designada a Comissão por ato do Secretário de Estado de Administração. CAPÍTULO VII DO PRÊMIO POR SUGESTÕES DE INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO Art. é assegurada pensão mensal equivalente ao vencimento mais as vantagens percebidas em caráter permanente. . 259 – O disposto neste Capítulo aplica-se. Art. Art. § 1º . por ocasião do óbito. também. se necessário.

no dia 28 de outubro. ao inativo. farmacêutica. Art. VIII – centros de aperfeiçoamento moral e cultural dos funcionários e suas famílias. 268 – Legislação especial estabelecerá os planos. TÍTULO VII DA PREVIDÊNCIA E DA ASSISTÊNCIA CAPÍTULO ÚNICO Art. os equipamentos próprios exigidos pelas disposições específicas relativas à higiene e segurança do trabalho. 269 – Nos trabalhos insalubres executados pelos servidores do Estado. 270 – Aos servidores contratados no exercício de função gratificada.claudetepessoa. às quais poderá o funcionário ou inativo ser obrigatoriamente filiado. criadas por lei. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. aperfeiçoamento e especialização profissional. 263 – Ao autor do trabalho premiado se reconhecerá a relevância do serviço e o respectivo prêmio será entregue em ato solene. . Art. sob qualquer das formas. Parágrafo único – Para execução do disposto neste artigo poderão ser celebrados convênios com entidades públicas ou privadas.com 76 Art. I – assistência médica. sob pena de suspensão. bem como as condições de organização e funcionamento dos serviços assistenciais referidos neste Título. além de outras julgadas necessárias. II – a manutenção obrigatória dos sistemas previdenciários e de seguro social. Art. 266 – Entre as formas de assistência incluem-se: * Vide artigo 39. V – financiamento para aquisição de imóvel destinado à residência. e a suas famílias. Parágrafo único – Os equipamentos de que trata este artigo serão de uso obrigatório pelos servidores do Estado. VI – auxílio para a educação dos dependentes. VII e VIII. gratuitamente. do artigo 266. este é obrigado a fornecer-lhes. em favor de todos os funcionários e inativos. Art. fora das horas de trabalho. será prestada diretamente pelo Estado ou através de instituições próprias. aplicam-se as disposições dos incisos IV. IV – assistência judiciária.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art. e aos estagiários. inclusive em sanatórios e creches. 264 – Não será distribuído o prêmio no ano em que os trabalhos apresentados forem julgados insatisfatórios pela Comissão. § 3º da Constituição Federal e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. VII – cursos e centros de treinamento. III – plano de seguro compulsório para complementação de proventos e pensões. 267 – A assistência. 265 – O Estado prestará assistência ao funcionário. e as do artigo 269. dentária e hospitalar.

e aos estagiários a que se refere o § 1º. 273 – Fica excluído da proibição de acumular provento o aposentado quanto ao exercício de mandato eletivo. Parágrafo único – Exceto quanto ao exercício de mandato eletivo. do artigo 10. Art. em qualquer dos casos. III – um cargo de professor com outro técnico ou científico IV – dois cargos privativos de médico. nem ao aposentado por invalidez. único. * Vide artigo 35 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o estabelecido nos incisos I e VI. 272 – O funcionário não poderá participar de mais de um órgão de deliberação coletiva. com direito à remuneração. § 2º . salvo nas hipóteses previstas no § 1º do artigo 10. do artigo 266. Estadual ou Municipal. XVI da Constituição Federal e artigo 34 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. seja qual for a natureza desta. p. nos artigos 23 e 24. * Vide artigo 37. nem exercer mais de uma função gratificada. Art. § 10 da Constituição Federal e artigo 36 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.claudetepessoa. funções de qualquer modalidade ou empregos no Poder Público Federal. da Administração Centralizada ou Autárquica. TÍTULO VIII DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA ACUMULAÇÃO Art. XVII da Constituição Federal. funções ou empregos referidos no parágrafo anterior. e no § 4º. se não cessadas as causas determinantes de sua aposentadoria.A proibição de acumular se estende a cargos.A acumulação. § 3º . inclusive em sociedade de economia mista e empresas públicas. cargo em comissão.com 77 Parágrafo único – Aplica-se. função gratificada. aos servidores contratados quando no exercício de função gratificada. ainda. o disposto neste artigo não se aplica ao aposentado compulsoriamente. ou ao contrato para prestação de serviços técnicos ou especializados. I – um cargo de juiz com outro de magistério superior. § 1º . I da Constituição Federal II – dois cargos de professor. só é permitida quando haja correlação de matérias e compatibilidade de horários.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.A supressão do pagamento relativo a um dos cargos. 271 – É vedada a acumulação remunerada de cargos e funções públicas. * Vide LC Estadual nº140 de 18/03/2011 – Extinguiu o Estágio Experimental. * Vide artigo 37. . bem quanto à participação em órgão de deliberação coletiva. exceto a de: * Vide artigo 37. do artigo 35. * Vide artigo 95. não descaracteriza a proibição de acumular.

III – de pensões. V – de provento. cujo ensino ou aplicação constitua atribuição principal dos cargos acumuláveis. com provento de disponibilidade. XVI. privativo de ocupante de cargo técnico ou científico. com vencimento nos casos de acumulação legal. XVI. regulamentares ou regimentais do cargo. 278 – A correlação de matéria pressupõe a existência de relação íntima e recíproca entre os conhecimentos específicos. Art. nem está sujeita a quaisquer limites. Parágrafo único – Considera-se. também. * Vide artigo 37.com 78 Art. 275 – Cargo técnico ou científico é aquele para cujo exercício seja indispensável e predominante a aplicação de conhecimento científico ou artístico de nível superior de ensino. o cargo de direção privativo de professor. de segundo grau ou de nível superior de ensino. mas terá de ficar provada mediante consulta a dados objetivos. “b” da Constituição Federal. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalhos determinado para cada um. 280 – A compatibilidade de horários será reconhecida quando houver possibilidade do exercício dos dois cargos. Art. para efeito de acumulação. aposentadoria. XVII da Constituição Federal. Parágrafo único – Tal relação não se haverá por presumida. em horários diversos. de sorte que o exercício simultâneo favoreça o melhor desempenho de ambos os cargos. de pensões civis ou militares. funções ou empregos referidos no § 2º do artigo 271. da Constituição Federal. .Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Parágrafo único – Inclui-se. IV – de proventos resultantes de cargos legalmente acumuláveis. II – de pensões. Art. Parágrafo único – As atribuições do cargo. * Vide artigo 37. como técnico ou científico: 1) o cargo para cujo exercício seja exigida habilitação em curso legalmente classificado como técnico. no caso de cargo técnico ou científico. e as atribuições legais. Art. a expressão “cargo” compreende os cargos. Art. no caso de professor. a percepção: I – conjunta. serão consideradas na forma do parágrafo único do artigo 278. * Vide artigo 37. Art. 276 – Cargo de Professor é o que tem como atribuição principal e permanente lecionar em qualquer grau ou ramo de ensino legalmente previsto. 277 – A simples denominação de “técnico” ou “científico” não caracteriza como tal o cargo que não satisfizer às condições dos artigos 275 e 276. com vencimento ou salário. 279 – Para os efeitos deste Capítulo.claudetepessoa. também. jubilação ou reforma. 274 – Não se compreende na proibição de acumular. tais como os programas de ensino. para efeito de reconhecimento de seu caráter técnico ou científico. 2) o cargo de direção.

No caso de cargos a serem exercidos no mesmo local ou em municípios diferentes. do artigo 15.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. o funcionário optará por um dos cargos. § 1º . Art.A verificação dessa compatibilidade far-se-á tendo em vista o horário do servidor na unidade administrativa em que estiver lotado.Apurada a má fé do inativo. ensejando. sem obrigação de restituir. continue no exercício de suas atribuições. são insuscetíveis de serem computados ou usufruídos em outras. restituirá o que tiver percebido indevidamente pelo exercício do cargo que gerou a acumulação. Art. Art. bem como quaisquer direitos ou vantagens adquiridos em função de determinada situação jurídica.com 79 § 1º . em processo administrativo disciplinar. este sofrerá a cassação de sua aposentadoria ou disponibilidade. constituirá presunção de má fé. 282 – Verificada. levar-se-á em conta a necessidade de tempo para a locomoção entre um e outro. que fará a apreciação de sua legalidade. ainda. a suspensão do pagamento do respectivo vencimento e vantagens. § 2º . a ela ficarão indissoluvelmente ligados. seja observado o disposto neste artigo. . se o cargo gerador da acumulação proibida for de outra esfera de Poder Público. em determinada situação.O tempo de serviço.Se computados na hipótese do parágrafo anterior. com relação a um deles. § 2º . ainda que um dos cargos integre os quadros de outra esfera de poder.claudetepessoa. além de perder ambos os cargos. § 2º . em relação ao outro cargo. obrigado. § 3º . ainda que ocorra a hipótese de estar dela legalmente afastado. 281 – O funcionário que ocupe dois cargos em regime de acumulação legal poderá ser investido em cargo em comissão. de logo. o funcionário restituirá o que houver percebido desde a acumulação ilegal. o ato de provimento do funcionário mencionará em qual das duas condições funcionais está sendo nomeado para que. ou provento. desde que. § 1º .Ocorrendo a hipótese. ressalvado o caso de ocorrer também sua extinção. observado sempre o disposto no artigo anterior. Art.Provada a má fé. 283 – A inexatidão das declarações feitas pelo funcionário no cumprimento da exigência constante do inciso IV.Na hipótese do parágrafo anterior. in fine. * Vide artigo 37 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. a acumulação proibida. 284 – As acumulações serão objeto de estudo e parecer individuais por parte do órgão estadual para esse fim criado. salvo se extinto seu fato gerador. e provada a boa fé. a restituir o que tiver recebido indevidamente. § 3º .

com 80 CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. III – urbanidade. XIV – submeter-se à inspeção médica determinada por autoridade competente. I – referir-se de modo depreciativo. V – boa conduta. inclusive de viabilidade. exceto quando manifestamente ilegais. III – valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. pela imprensa ou qualquer outro órgão de divulgação pública. podendo. 285 – São deveres do funcionário: * Vide artigo 39 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. VI – lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas a que servir. administração. com o fim de criar direito ou obrigação. permissionária ou concessionária de serviço público. V – participar de diretoria.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. para órgãos públicos. CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. X – zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. 286 – Ao funcionário é proibido: * Vide artigo 40 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. bem como apresentar documento falso com a mesma finalidade. XII – atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões para defesa de direito. XI – providenciar para que esteja sempre em ordem. 3) de consultoria técnica que execute projetos e estudos. II – retirar. de empresa ou sociedade: 1) contratante. IV – coagir ou aliciar subordinados com objetivo de natureza partidária. a qualquer órgão estadual. modificar ou substituir livro ou documento de órgão estadual. parecer ou despacho. no assentamento individual. . VIII – observância às ordens superiores. conselho técnico ou administrativo. I – assiduidade. salvo justa causa. porém. 2) fornecedora de equipamento ou material de qualquer natureza ou espécie. criticá-los. II – pontualidade. do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço.claudetepessoa. IX – levar ao conhecimento de autoridade superior irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função. XIII – guardar sigilo sobre a documentação e os assuntos de natureza reservada de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função. ou de alterar a verdade dos fatos. em informação. às autoridades e atos da Administração Pública. sua declaração de família. IV – discrição. em trabalho assinado. VII – observância das normas legais e regulamentares. gerência. ou censurá-los.

Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. salvo nos casos previstos em lei.Ressalvado o disposto no artigo 148. a palestras. ou continuar a exercê-lo. 289 – A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao funcionário nessa qualidade. deste Regulamento. salvo quando se tratar de percepção de vencimento. até o segundo grau civil. XIV – retirar objetos de órgãos estaduais. presentes ou vantagens de qualquer espécie em razão do cargo ou função. XIII – empregar material ou quaisquer bens do Estado em serviço particular. IX – revelar fato ou informação de natureza sigilosa. comissões. leituras ou quaisquer outras atividades estranhas ao serviço. XII – deixar de comparecer ao trabalho sem causa justificada. penal e administrativamente. como procurador ou intermediário. à falta de outros bens que respondam pela indenização. nos locais e horas de trabalho. § 1º . Art. CAPÍTULO IV DA RESPONSABILIDADE Art. Art. quando regularmente intimado. XVII – exercer cargo ou função pública antes de atendidos os requisitos legais. policial ou administrativo. inclusive ao trato de interesses de natureza particular. § 2º . o prejuízo causado à Fazenda estadual.com 81 VI – praticar a usura. ou aceitar promessa de tais vantagens. VII – pleitear. * Vide artigo 43 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.claudetepessoa. de que tenha ciência em razão do cargo ou função. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. . XV – fazer cobranças ou despesas em desacordo com o estabelecido na legislação fiscal e financeira. no que exceder os limites da fiança. XVI – deixar de prestar declaração em processo administrativo disciplinar. 287 – Pelo exercício irregular de suas atribuições. solicitar ou receber propinas. X – cometer à pessoa estranha ao serviço do Estado. * Vide artigo 21. salvo quando autorizado por escrito pela autoridade competente. provento ou vantagem de parente. no âmbito do serviço público. * Vide artigo 42 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. poderá ser ressarcido mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte do vencimento ou remuneração.Tratando-se de dano causado a terceiros. in fine. em qualquer de suas formas. responderá o funcionário perante a Fazenda Estadual em ação regressiva proposta depois de transitar em julgado a decisão que houver condenado a Fazenda a indenizar o terceiro prejudicado. sabendo-o indevidamente. junto aos órgãos estaduais. remuneração. * Vide artigo 41 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o funcionário responde civil. XI – dedicar-se. 288 – A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Estadual ou de terceiros. consangüíneo ou afim. o desempenho de encargo que lhe competir ou a seus subordinados. VIII – exigir.

com 82 Art. persista. Parágrafo único – Só é admissível. VII – cassação de aposentadoria. V – destituição de função. Parágrafo único – Havendo dolo ou má fé. VI – demissão. os danos que dela provierem para o serviço público e os antecedentes funcionais do servidor. Parágrafo único – As penas impostas ao funcionário serão registradas em seus assentamentos. penais e disciplinares poderão cumular-se. 295 – A pena de repreensão será aplicada por escrito em casos de desobediência ou falta de cumprimento dos deveres. III – reincidência em falta já punida com repreensão. 291 – As cominações civis. 290 – A responsabilidade administrativa resulta de atos praticados ou omissões ocorridas no desempenho do cargo ou função. II – repreensão. 296 – A pena de suspensão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 50 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. bem como de reincidência específica em transgressão punível com pena de advertência. jubilação e disponibilidade. ou fora dele. 292 – São penas disciplinares: * Vide artigo 46 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. penal e administrativa. Art.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. embora afastada a qualificação do fato com crime.claudetepessoa. bem assim as instâncias civil. * Vide artigo 44 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. pela sua natureza. não ensejarem pena de demissão. III – suspensão. . II – desrespeito a proibições que. Art. Art. quando comprometedores da dignidade e do decoro da função pública. I – advertência. 294 – A pena de advertência será aplicada verbalmente em casos de negligência e comunicada ao órgão de pessoal. * Vide artigo 47 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. residualmente. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. 293 – Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração. sendo umas e outras independentes entre si. porém. * Vide artigo 49 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. falta disciplinar. VI – multa. I – falta grave. quando. a falta de cumprimento dos deveres será punida com pena de suspensão. Art. * Vide artigo 48 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. a ação disciplinar ulterior à absolvição no juízo penal. * Vide artigo 45 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.

IX – desídia no cumprimento dos deveres. VIII – ineficiência comprovada. Art. * Vide artigo 84. habitual ou em serviço.A pena de suspensão não poderá exceder a 180 (cento e oitenta) dias. Art. por 20 (vinte) dias. no desempenho dos encargos de sua competência. independentemente de instauração de processo administrativo disciplinar. § 1º . a pena de suspensão. por 10 (dez) dias consecutivos. com justa causa. sem justa causa. VI – ausência ao serviço. § 2º . § 3º . ocupante de cargo efetivo. III – embriaguez. obrigado. justificará as faltas apenas para fins disciplinares. II – incontinência pública e escandalosa ou prática de jogos proibidos. e se comprovada má fé. sem causa justificada. Parágrafo único – O disposto neste artigo não impede a aplicação da pena disciplinar cabível quando o destituído for. V – abandono de cargo.Quando houver conveniência para o serviço. salvo em legítima defesa. .Entender-se-á por ausência ao serviço. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração.claudetepessoa. por iniciativa do chefe imediato do funcionário. deste Regulamento. * Vide artigo 51 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Redação dada pela Lei Complementar 85/96. durante o período de 12 (doze) meses. I – falta relacionada no art. também. o funcionário a permanecer no serviço durante o número de horas de trabalho normal. a que assim for considerada após a devida comprovação em processo administrativo disciplinar. § 2º . § 3º. caso em que as faltas serão justificadas apenas para fins disciplinares. com caráter de habitualidade. 298 – A pena de demissão será aplicada nos casos de: * Vide artigo 52 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 286.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Caso o Secretário de Estado de Administração. nesse caso. pelos elementos de comprovação de que dispuser. 297 – A destituição de função dar-se-á quando verificada falta de exação no cumprimento do dever.Considera-se abandono de cargo a ausência ao serviço. VII – insubordinação grave em serviço. § 3º . quando de natureza grave.com 83 § 1º . IV – ofensa física. interpoladamente. poderá ser convertida em multa.O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo. * Redação dada pela Lei Complementar 85/96. contra funcionário ou particular. em serviço. entenda haver ocorrido justa causa para a ausência do servidor. a juízo da autoridade competente. * Incluído pelo Decreto 15285/90.

privativamente. § 5º . sempre que a pena decorrer de processo administrativo disciplinar. § 3º. nos casos de demissão. II – os Secretários de Estado e demais titulares de órgãos diretamente subordinados ao Governador em todos os casos.A aplicação da pena de destituição de função caberá à autoridade que houver feito a designação do funcionário. I – praticou. jubilação ou de disponibilidade será aplicada se ficar provado. a competência para decidir e para aplicá-la é do Secretário de Estado de Administração. Art. nos casos de penas de advertência. I. Art. quando estas tiverem uma configuração penal típica. II – aceitou. suspensão até 30 (trinta) dias e multa correspondente. * Vide artigo 54 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. o exercício do cargo ou função em que for aproveitado. se e quando o pronunciamento da Justiça for favorável ao indiciado. ou. cassação de aposentadoria.claudetepessoa. em processo administrativo disciplinar. 301 – A pena de cassação de aposentadoria. deste Regulamento.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. nos termos da lei penal. * Vide artigo 8º. no prazo legal. se português.com 84 § 4º . . * Vide artigo 53 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 299 – O ato de demissão mencionará sempre a causa da penalidade. ainda. § 1º . repreensão. jubilação ou disponibilidade. 302 – São competentes para aplicação de penas disciplinares: * Vide artigo 56 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. da ação disciplinar que couber. Parágrafo único – Será cassada a disponibilidade do funcionário que não assumir. I – O Governador. Art. porém. III – os dirigentes de unidades administrativas em geral. quando ainda no exercício do cargo. demitido o funcionário que. incorrer na pena acessória de perda da função pública. será cancelada e o funcionário reintegrado administrativamente. cargo ou função pública.Nos casos dos incisos II e III. a demissão poderá ser aplicada com a nota “a bem do serviço público”. III – perdeu a nacionalidade brasileira. for de declarada extinta a igualdade de direitos e obrigações civis e do gozo de direitos políticos. na forma do parágrafo único do artigo 291. falta suscetível de determinar demissão. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. em qualquer caso e. * Renumerado pelo Decreto 15285/90. sem prejuízo. Art. que o aposentado ou disponível: * Vide artigo 55 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. deste Regulamento. exceto nos de competência privativa do Governador. 300 – Conforme a gravidade da falta. * Vide artigo 45. provada a má fé. § 2º .A demissão aplicada nas hipóteses previstas nos incisos I a IX.Será. ilegalmente.

305 – Constitui infração disciplinar toda ação ou omissão do funcionário capaz de comprometer a dignidade e o decoro da função pública. § 1º . jubilação ou disponibilidade. LXI da Constituição Federal. desvio ou omissão em efetuar as entradas. 304 – Poder disciplinar é a faculdade conferida ao Administrador Público com o objetivo de possibilitar a prevenção e repressão de infrações funcionais de seus subordinados. TÍTULO IX DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR E DA SUA REVISÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.A autoridade que ordenar a prisão comunicará imediatamente o fato à autoridade . de dinheiro ou valores pertencentes à Fazenda Estadual ou que se acharem sob a guarda desta. a falta sujeita às penas de advertência. § 2º . Art. por meios sumários ou mediante processo administrativo disciplinar. e interrompe-se pela abertura de processo administrativo disciplinar.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.claudetepessoa. ou do seu conhecimento. no âmbito interno da Administração. § 1º . * Vide artigo 38 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. a falta sujeita: 1) à pena de demissão ou destituição de função. * Vide artigo 61 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 5º. I – em 2 (dois) anos. prejudicar a eficiência do serviço ou causar dano à Administração Pública. 307 – Cabe aos Secretários de Estado e demais dirigentes de órgãos diretamente subordinados ao Governador ordenar. fundamentalmente e por escrito. a prisão administrativa do funcionário responsável pelo alcance. nos devidos prazos.com 85 Art. ferir a disciplina e a hierarquia. 303 – Prescreverá: * Vide artigo 57 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. II – em 5 (cinco) anos. 306 – A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover-lhe a apuração imediata. repreensão. Art. CAPÍTULO II DA PRISÃO ADMINISTRATIVA E DA SUSPENSÃO PREVENTIVA Art. multa ou suspensão.A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este.O curso da prescrição começa a fluir da data do evento punível disciplinarmente. 2) à cassação da aposentadoria.

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86 judiciária competente e providenciará no sentido de ser realizado, com urgência, o processo de tomada de contas. § 2º - A prisão administrativa, que será cumprida em estabelecimento especial e não excederá de 90 (noventa) dias, será relaxada tão logo seja efetuada a reposição do quantum relativo ao alcance ou desfalque. § 3º - Não se ordenará a prisão administrativa quando o valor da fiança seja suficiente para garantir o ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Estadual, ou quando o responsável pela malversação, alcance ou desfalque haja oferecido as necessárias garantias de indenização. Art. 308 – A suspensão preventiva até 30 (trinta) dias será ordenada pelas autoridades mencionadas no artigo 308, desde que o afastamento do funcionário seja necessário para que este não venha a influir na apuração da falta. * Vide artigo 59 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 1º - A suspensão de que trata este artigo poderá, ainda, ser ordenada pelo Secretário de Estado de Administração, no ato de instauração de processo administrativo disciplinar, e estendida até 90 (noventa) dias, findos os quais cessarão automaticamente os efeitos da mesma, ainda que o processo não esteja concluído. * Vide artigo 59, § 1º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. § 2º - O funcionário suspenso preventivamente poderá ser administrativamente preso. § 3º - Não estando preso administrativamente, o funcionário que responder por malversação ou alcance de dinheiro ou valores públicos será sempre suspenso preventivamente, e seu afastamento se prolongará até a decisão final do processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 59, § 3º do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 309 – A prisão administrativa e a suspensão preventiva são medidas acautelatórias e não constituem pena. * Vide artigo 60 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 310 – O funcionário, afastado em decorrência das medidas acautelatórias referidas no artigo anterior, terá direito: I – à contagem de tempo de serviço relativo ao afastamento, desde que reconhecida sua inocência afinal; II – à contagem do tempo de serviço relativo à suspensão preventiva, se do processo resultar pena disciplinar de advertência ou repreensão; III – à contagem do período de afastamento que exceder do prazo da suspensão disciplinar aplicada. § 1º - O cômputo do tempo de serviço nos termos deste artigo implica o direito à percepção do vencimento e vantagens no período correspondente.

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87 § 2º - Será computado na duração da pena ou suspensão disciplinar imposta o período de afastamento decorrente de medida acautelatória. § 3º - Ocorrendo a hipótese do parágrafo anterior, o funcionário restituirá, na proporção do que houver recebido, o vencimento e vantagens percebidos na forma do disposto no inciso I, do artigo 145.

CAPÍTULO III DA APURAÇÃO SUMÁRIA DE IRREGULARIDADE Art. 311 – A apuração sumária por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito determinado para o processo administrativo disciplinar, constituindo-se em simples averiguação. Parágrafo único – A critério da autoridade que a instaurar, e segundo a importância maior ou menor do evento, a sindicância poderá ser realizada por um único funcionário ou por uma Comissão de 3 (três) servidores, preferivelmente efetivos. Art. 312 – A instauração de sindicância não impede a adoção imediata, através de comunicação à autoridade competente, das medidas acautelatórias previstas no Capítulo II, deste Título. Art. 313 – Se, no curso da apuração sumária, ficar evidenciada falta punível com pena superior à de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, ou multa correspondente, o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato que solicitará, pelos canais competentes, a instauração de processo administrativo disciplinar. * Vide artigo 63 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 314 – São competentes para determinar a apuração sumária de irregularidades, ocorridas no serviço público do Estado, os dirigentes de unidades administrativas até o nível de Chefe de Seção. § 1º - Se o fato envolver a pessoa do chefe da unidade administrativa, a abertura de sindicância caberá ao superior hierárquico imediato. § 2º - Em qualquer caso, a designação será feita por escrito. Art. 315 – O sindicante deverá colher todas as informações necessárias, ouvindo o denunciante, à autoridade que ordenou a sindicância, quando conveniente; o suspeito, se houver; os servidores e os estranhos eventualmente relacionados com o fato, bem como procedendo à juntada do expediente de instauração da sindicância e de quaisquer documentos capazes de bem esclarecer o ocorrido. Art. 316 – Por se tratar de apuração sumária, as declarações do servidor suspeito serão recebidas também como defesa, dispensada a citação para tal fim, assegurada, porém, a juntada pelo mesmo, no prazo de 5 (cinco) dias, de quaisquer documentos que considere úteis.

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88 Art. 317 – A sindicância não poderá exceder o prazo de 30 (trinta) dias, prorrogável uma única vez até 8 (oito) dias em caso de força maior, mediante justificativa à autoridade que houver determinado a sindicância. Art. 318 – Comprovada a existência ou inexistência de irregularidades deverá ser, de imediato, apresentado relatório de caráter expositivo, contendo, exclusivamente, de modo claro e ordenado, os elementos fáticos colhidos ao curso da sindicância, abstendose o relator de quaisquer observações ou conclusões de cunho jurídico, deixando à autoridade competente a capitulação das eventuais transgressões disciplinares verificadas. Art. 319 – O relatório a que se refere o artigo anterior será encaminhado à Assessoria Jurídica vinculada à autoridade que houver promovido a sindicância, a qual proporá imediatamente: * Redação dada pelo Decreto 15285/90. a) arquivamento da sindicância, no caso de verificação de inexistência de irregularidades ou de identificação de autoria; b) Aplicação das penas de advertência, repreensão e suspensão de até trinta dias e multa correspondente; c) Encaminhamento do expediente à Secretaria de Estado de Administração, no caso de entender cabível pena superior a trinta dias de suspensão. CAPÍTULO IV DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR Art. 320 – O processo administrativo disciplinar precederá sempre a aplicação das penas de suspensão por mais de 30 (trinta) dias, destituição de função, demissão, cassação de aposentadoria, jubilação ou disponibilidade. * Vide artigo 64 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 321 – A determinação de instauração do processo administrativo disciplinar é da competência do Secretário de Estado de Administração, inclusive em relação a servidores autárquicos. Parágrafo único – Excetua-se desta norma a instauração de processo disciplinar para apuração de ilícitos administrativos, cuja competência esteja atribuída por legislação específica a outra autoridade. * Vide artigo 65 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. 322 – Promoverá o processo uma das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo da Secretaria de Estado de Administração. * Vide artigo 66 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – Não se aplica a regra estabelecida neste artigo aos casos previstos no parágrafo único do artigo anterior. Art. 323 – Se, de imediato ou no curso do processo administrativo disciplinar, ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime, a autoridade instauradora ou o Presidente da Comissão a comunicará ao Ministério Público.

a juízo do Secretário de Estado de Administração. em responsabilidade administrativa dos membros da Comissão. Art. . inclusive requisições de Técnicos e Peritos. § 4º . ou.A não observância desses prazos não acarretará nulidade do processo. em letras vermelhas. no todo ou em parte. importando. quando se tratar de servidor do quadro permanente da administração estadual. no processo administrativo disciplinar. nos termos da legislação pertinente.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. devendo comunicar no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a impossibilidade do atendimento no prazo estabelecido. 324 – O processo administrativo disciplinar deverá estar concluído no prazo de 90 (noventa) dias. * Vide artigo 68 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. fará comunicação do fato à autoridade administrativa competente para a instauração do processo disciplinar cabível. Art. podendo aceitálo ou rejeitá-lo. não podendo supri-lo a confissão do acusado. à destituição do cargo em comissão ou função gratificada do titular do órgão solicitado. Sociedades de Economia Mista e Fundações mantidas pelo Estado do Rio de Janeiro. à aplicação da pena disciplinar cabível.A inobservância do disposto acima dará lugar. § 2º . Parágrafo único – A autoridade julgadora não ficará adstrita ao laudo. o sigilo necessário à elucidação do fato ou o exigido pelo interesse da Administração. porém.O sobrestamento do processo administrativo disciplinar só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. Art.As solicitações e respectivas respostas não estão sujeitas a autuações e serão encaminhadas diretamente aos órgãos envolvidos. * Vide artigo 69 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. ou com abuso de poder. * Vide artigo 67 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Nos expedientes de solicitações de que trata este artigo. em caso de força maior e a juízo do Secretário de Estado de Administração. direto ou indireto.Aplicam-se estas disposições às Empresas Públicas. no prazo máximo de sete dias. contados da data em que os autos chegarem à Comissão prorrogáveis sucessivamente por períodos de 30 (trinta) dias. até o máximo de 3 (três). a expressão Comissão de Inquérito – Urgente – Sujeito a Prazo. 327 – Quando a infração deixar vestígio.com 89 Parágrafo único – Quando a autoridade policial tiver conhecimento de crime praticado por funcionário público com violação de dever inerente ao cargo. § 1º . § 1º . constará. 326 – A Comissão assegurará. as solicitações das Comissões Permanentes de Inquérito Administrativo. 325 – Os órgãos estaduais atenderão. § 3º . conforme o caso. § 2º . direta ou indireta. Art. será indispensável o exame pericial.claudetepessoa. devidamente justificada. quando não se tratar de sobrestamento.

330 – Nenhum acusado será julgado sem defesa. fazendo-se acompanhar de defensor. será feita.A falta de comparecimento do defensor. reduzindo-se a termo o ato de acareação. a todo tempo. um funcionário efetivo. e poderá. . § 3º . ressalvado o seu direito de. Parágrafo único – Os acareados serão reperguntados. será designado pelo Presidente da Comissão um funcionário estável. publicado 3 (três) vezes no órgão oficial de imprensa durante 15 (quinze) dias. quando designado pelo Presidente da Comissão. se assim o quiser. e fazer juntada de documentos em qualquer fase do processo. o acusado será sempre intimado. 329 – Ultimada a instrução. durante todo esse período. * Vide artigo 71 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – A constituição de defensor independerá de instrumento de mandato.Estando o indiciado em lugar incerto. § 2º .claudetepessoa. Art. que poderá ser produzida em causa própria. não determinará o adiantamento de ato algum do processo. 333 – Para assistir pessoalmente aos atos processuais. entre acusados e testemunhas e entre testemunhas. se o acusado o indicar por ocasião do interrogatório. a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de 10 (dez) dias. 328 – A acareação será admitida entre acusados. 331 – Sempre que o acusado requeira. contando-se o prazo de 10 (dez) dias para a defesa da última publicação. nas perícias apresentar assistente e formular quesitos cujas respostas integrarão o laudo. Art. de ofício.O defensor do acusado. ainda que provisoriamente ou para só o efeito do ato. bacharel em Direito. * Vide artigo 72 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. nomear outro de sua confiança ou a si mesmo. 332 – Em caso de revelia. § 2º . sendo-lhe facultada vista do processo. sempre que divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias relevantes. * Vide artigo 70 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. formular perguntas e reinquirir testemunhas.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. na sede da Comissão. será citado por edital. § 1º . o Presidente da Comissão designará. § 1º .O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. para promover-lhe a defesa. levantar contradita. Art. Art.Havendo dois ou mais indiciados. ainda que motivada. devendo o Presidente da Comissão designar substituto. na hipótese da parte final do caput do artigo anterior. para diligências consideradas imprescindíveis. não poderá abandonar o processo senão por motivo imperioso. Art. nas inquirições. bacharel em Direito. para defender o indiciado. no prazo de 3 (três) dias. para que expliquem os pontos de divergência. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. sob pena de responsabilidade.com 90 Art.

o Secretário de Estado de Administração proferirá a decisão no prazo de 20 (vinte) dias. nas perícias. observará o disposto no artigo anterior. Art. vinculada às conclusões do relatório.Findo o prazo do parágrafo anterior e não havendo manifestação do faltoso. 336 – Concluída a defesa. o prazo de julgamento será contado da data do novo recebimento do processo. nessa fase. 334 – No interrogatório do acusado. Art. qualquer diligência requerida. as disposições legais que entender transgredidas e a pena que julgar cabível. contados da data de sua designação. para que julgue nos 20 (vinte) dias seguintes ao seu recebimento. * Vide artigo 74 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. os autos retornarão à Comissão para cumprimento das diligências expressamente determinadas e consideradas indispensáveis à decisão da autoridade julgadora. 337 – Recebido o processo.O prazo para apresentação da defesa pelo acusado começará a correr da última publicação do edital no órgão oficial. 338 – Quando a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente. todavia. o funcionário intimado a prestar declarações à Comissão poderá fazer-se acompanhar de advogado. o assistente divergir dos resultados. no último caso. § 2º . ao Governador.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www.Na hipótese do artigo. a Comissão iniciará seu trabalho fazendo publicar. no prazo de 8 (oito) dias. * Vide artigo 73 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 75 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. entretanto. que se desincumbirá do encargo no prazo de 15 (quinze) dias. Art.claudetepessoa. concluindo pela inocência ou responsabilidade do indiciado. Parágrafo único – A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela Comissão. com relatório onde será exposta a matéria de fato e de direito. por 3 (três) vezes. no prazo máximo de 20 (vinte) dias. § 1º . edital de chamada do acusado. § 3º . não ficando.As diligências determinadas na forma do parágrafo anterior serão cumpridas no prazo máximo de 30 (trinta) dias. ou o submeterá. 339 – Em caso de abandono de cargo ou função. que. . serlhe-á designado pelo Presidente da Comissão defensor.Verificado o caso tratado neste artigo.com 91 Parágrafo único – Se. determinará o reexame do processo. 335 – Antes de indiciado. Art. poderá oferecer observações escritas que serão examinadas no relatório final e na decisão. Art. § 1º . indicando. a Comissão remeterá o processo à autoridade competente. seu defensor não poderá intervir de qualquer modo nas perguntas e nas respostas. § 2º . Art. Parágrafo único – Não se deferirá.

p. o processo será encaminhado à Comissão Revisora. 349 – Julgada procedente a revisão. Art. . 346 – O requerimento devidamente instruído será encaminhado ao Governador que decidirá sobre o pedido. e não colidir com as deste. desaparecido ou incapacitado de requerer. Art.claudetepessoa. no prazo de 30 (trinta) dias. Art. Art. CAPÍTULO V DA REVISÃO Art. a juízo do Secretário de Estado de Administração. comprobatórios da inocência do funcionário punido. * Vide artigo 81. * Vide artigo 76 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. no que couber. podendo. 344 – A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário. * Vide artigo 81 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos. Art. Art. antes. prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias. * Vide artigo 77 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Parágrafo único – Tratando-se de funcionário falecido. no que couber. propondo o arquivamento do processo ou a expedição do ato de demissão. fará a sua apreciação sobre as alegações e encaminhará relatório à autoridade instauradora. a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa. * Vide artigo 80 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. 347 – Autorizada a revisão.com 92 Art. que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias. concluídas as quais se renovará o prazo. conforme o caso. Art. * Vide artigo 79 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. * Vide artigo 78 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art. recebendo a defesa. 348 – O julgamento caberá ao Governador. as disposições deste Capítulo. 342 – O funcionário só poderá ser exonerado a pedido após a conclusão do processo administrativo disciplinar a que responder e do qual não resultar pena de demissão. o Secretário de Estado de Administração determinar diligências. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar. Parágrafo único – No desenvolvimento de seus trabalhos a Comissão Revisora observará as disposições do Capítulo anterior.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos. 345 – Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade. único do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. será tornada sem efeito a pena imposta. 340 – A Comissão. 341 – O processo administrativo disciplinar de abandono de cargo observará.

VIII da Constituição Federal. quando. salvo em funções de confiança ou livre escolha. 2) Excluir-se-á o dia do começo e incluir-se-á o do vencimento. nenhum servidor poderá ser privado de qualquer de seus direitos. 353 – Os prazos previstos neste Regulamento serão contados por dias corridos. 357 – Por motivo de convicção filosófica. 350 – O Secretário de Estado de Administração expedirá os atos complementares de natureza procedimental necessários à plena execução das disposições do presente Regulamento. feriado ou ponto facultativo. Art. neste caso. Art. ou por qualquer motivo não houver ou for suspenso o expediente nas repartições públicas. na forma de regulamentação própria. TÍTULO X DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. não estiver definido de forma diversa. Art. Art. para efeitos específicos. Parágrafo único – Na contagem dos prazos observar-se-á ainda: 1) Os prazos dependentes de publicação serão dilatados de tantos dias quantos forem os relativos ao atraso na circulação do órgão oficial. Domingo.com 93 * Vide artigo 82 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. Art.claudetepessoa. nem sofrer alteração em sua atividade funcional. quando incidir em Sábado. . 358 – Com a finalidade de elevar a produtividade dos servidores e ajustá-los às suas tarefas e ao seu meio de trabalho. 351 – O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público do Estado. 354 – É vedado ao funcionário e ao contratado servir sob a direção imediata do cônjuge ou parente até o segundo grau. quaisquer pessoas que. fizerem jus a direitos e vantagens com a mesma finalidade. necessária e comprovadamente. Art. por força do regime especial a que se achem sujeitos. desde que este não exerça aquela atividade no órgão onde trabalha e não incida em acumulação ilegal. ressalvado o caso de acumulação legal. 355 – A função de jornalista profissional é compatível com a de servidor público. o Estado promoverá o treinamento necessário. exceder de 2 (dois) o seu número. 356 – Aos servidores do Estado regidos por legislação especial não se reconhecerão direitos nem se deferirão vantagens pecuniárias previstos neste regulamento. Art. além do cônjuge e filhos. religiosa ou política. 352 – Quando. não podendo. * Vide artigo 5º. consideram-se pertencentes à família do funcionário. vivam a suas expensas e constem do seu assentamento individual. prorrogando-se este para o primeiro dia útil seguinte. * Vide artigo 87 do Decreto-Lei 220/75 – Estatuto. Art.

neste Regulamento. Art. terá suspenso o pagamento do vencimento e vantagens. para cargos ou empregos especificados em lei. Art. Art. para todos os efeitos.claudetepessoa. 360 – O funcionário que. deste Regulamento. pela natureza da atividade exercida. Parágrafo único – A carteira a que se refere este artigo será padronizada para todos os funcionários do Estado. lavrado para cumprimento ao artigo 18 da Lei Complementar nº 20. * Vide artigos 6º e 49. salvo quando. deixar de atender a qualquer exigência para cujo cumprimento seja assinado prazo certo. que surtirão apenas efeito honorífico. carteira de identificação funcional. 364 – As disposições regulamentares de natureza estatutária que decorrerem do Plano de Cargos. aos funcionários das autarquias estaduais. direitos ou vantagens em razão da deficiência física já existente ao tempo de sua admissão. segundo modelo a ser aprovado pelo Secretário de Estado de Administração.com 94 * Vide artigo 172. gratuita e obrigatoriamente. salvo os excepcionalmente prestados. inclusive os portadores de cegueira parcial ou total. sem prejuízo das sanções disciplinares cabíveis. bem como do Plano de Vencimentos que lhe corresponde. deste Regulamento. 363 – Este Regulamento é extensivo.Estatuto dos Servidores Públicos do Rio de Janeiro Professora Claudete Pessôa Site: www. VIII da Constituição Federal. no que lhes for aplicável. sem justa causa. Art. deva obedecer o modelo próprio. até que satisfaça essa exigência. 359 – Mediante seleção e concurso adequados. Art. 362 – É vedada a prestação de serviços gratuitos. de 1º de julho de 1974. não se concederão quaisquer benefícios. poderão ser admitidos servidores de capacidade física reduzida. 361 – Ao funcionário será fornecida. * Vide artigo 37. integrarse-ão. Parágrafo único – Aos servidores admitidos na forma deste artigo. Art. .

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