Lei n° 12.

403/11: altera Código de Processo Penal em relação à prisão processual, fiança, liberdade provisória, e outras demais medidas cautelares A nova Lei traz alterações aos artigos 282, 283, 289, 299, 300, 306, 310, 311, 312, 313, 314, 315, 317, 318, 319, 320, 321, 322, 323, 324, 325, 334, 335, 336, 337, 341, 343, 344, 345, 346, 350 e 439 do Código de Processo Penal. De forma a facilitar a análise das modificações, trabalharemos com tabela comparativa do tratamento antes conferido a tais regras e o atual (após a vigência da nova legislação). Antes da Lei 12.403/11 Depois TÍTULO IX - DA PRISÃO E DA TÍTULO IX - DA PRISÃO, DAS LIBERDADE PROVISÓRIA MEDIDAS CAUTELARES E DA LIBERDADE PROVISÓRIA Art. 282. À exceção do flagrante delito, a prisão não poderá efetuar- Art. 282. As medidas cautelares se senão em virtude de pronúncia previstas neste Título deverão ser ou nos casos determinados em lei, aplicadas observando-se a: e mediante ordem escrita da I - necessidade para aplicação da lei autoridade competente penal, para a investigação ou a instrução criminal e, nos casos expressamente previstos, para evitar a prática de infrações penais; II - adequação da medida à gravidade do crime, circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado. § 1o As medidas cautelares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente. § 2o As medidas cautelares serão decretadas pelo juiz, de ofício ou a requerimento das partes ou, quando no curso da investigação criminal, por representação da autoridade policial ou mediante requerimento do Ministério

Público. § 3o Ressalvados os casos de urgência ou de perigo de ineficácia da medida, o juiz, ao receber o pedido de medida cautelar, determinará a intimação da parte contrária, acompanhada de cópia do requerimento e das peças necessárias, permanecendo os autos em juízo. § 4o No caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas, o juiz, de ofício ou mediante requerimento do Ministério Público, de seu assistente ou do querelante, poderá substituir a medida, impor outra em cumulação, ou, em último caso, decretar a prisão preventiva (art. 312, parágrafo único). § 5o O juiz poderá revogar a medida cautelar ou substituí-la quando verificar a falta de motivo para que subsista, bem como voltar a decretá-la, se sobrevierem razões que a justifiquem. § 6o A prisão preventiva será determinada quando não for cabível a sua substituição por outra medida cautelar (art. 319) Art. 283. A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora, respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio Art. 283. Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou

as precauções . Art. contados da efetivação da medida. a quem se fizer a requisição. § 1o Havendo urgência. respeitadas as restrições relativas à inviolabilidade do domicílio.” (NR) Art. § 2o A autoridade a quem se fizer a requisição tomará as precauções necessárias para averiguar a autenticidade da comunicação. por via telefônica. Havendo urgência. Se a infração for inafiançável. No original levado à agência telegráfica será autenticada a firma do juiz.prisão preventiva. por qualquer meio de comunicação. Art. o juiz poderá requisitar a prisão por telegrama. devendo constar da precatória o inteiro teor do mandado. será deprecada a sua prisão. Quando o réu estiver no território nacional. será deprecada a sua prisão. em lugar estranho ao da jurisdição. as precauções Art. à vista de mandado judicial. § 1o As medidas cautelares previstas neste Título não se aplicam à infração a que não for isolada. A captura poderá ser requisitada. 299. Parágrafo único. 289. bem como. 299. 289. bem como o valor da fiança se arbitrada. § 2o A prisão poderá ser efetuada em qualquer dia e a qualquer hora. a captura poderá ser requisitada. cumulativa ou alternativamente cominada pena privativa de liberdade. se afiançável a infração. a quem se fizer a requisição. o valor da fiança. § 3o O juiz processante deverá providenciar a remoção do preso no prazo máximo de 30 (trinta) dias. à vista de mandado judicial. do qual deverá constar o motivo da prisão. tomadas pela autoridade. Quando o acusado estiver no território nacional. do qual deverá constar o motivo da prisão. fora da jurisdição do juiz processante. o juiz poderá requisitar a prisão por qualquer meio de comunicação. tomadas pela autoridade. devendo constar da precatória o inteiro teor do mandado. o que se mencionará no telegrama.

com o motivo da prisão. mediante recibo. Art. assinada pela autoridade. a nota de culpa. assinada pela autoridade. 300. de 2007). o nome do condutor e o das testemunhas. o nome do condutor e os das testemunhas. § 2° No mesmo prazo. Sempre que possível. Art.449. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. 300. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente. onde ficará preso à disposição das autoridades competentes Art. . será entregue ao preso. necessárias para averiguar a autenticidade desta. § 1° Dentro em 24h (vinte e quatro horas) depois da prisão. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante acompanhado de todas as oitivas colhidas e. 306. (Redação dada pela Lei nº 11. com o motivo da prisão. após a lavratura dos procedimentos legais. nos termos da lei de execução penal. O militar preso em flagrante delito. cópia integral para a Defensoria Pública. Parágrafo único. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e. cópia integral para a Defensoria Pública. caso o autuado não informe o nome de seu advogado.necessárias para averiguar a autenticidade desta. Art. ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. as pessoas presas provisoriamente ficarão separadas das que já estiverem definitivamente condenadas. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou a pessoa por ele indicada. § 2o No mesmo prazo. será entregue ao preso. mediante recibo. 306. a nota de culpa. As pessoas presas provisoriamente ficarão separadas das que já estiverem definitivamente condenadas. será recolhido a quartel da instituição a que pertencer. § 1o Em até 24 (vinte e quatro) horas após a realização da prisão.

converter a prisão em flagrante em preventiva. fundamentadamente. por Art. 19. ou a requerimento do Ministério Público. de 7 de dezembro de 1940 . caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz. 311. ou por representação da autoridade policial. por . a requerimento do Ministério Público. Em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal. ou mediante representação da autoridade policial Art. ou III . mediante termo de comparecimento a todos os atos processuais. Igual procedimento será adotado quando o juiz verificar. I. 23 do DecretoLei no 2. a inocorrência de qualquer das hipóteses que autorizam a prisão preventiva (arts. poderá. sob pena de revogação. 311 e 312) Art. de ofício. da ordem econômica. Art. conceder ao réu liberdade provisória. 311. poderá. do Código Penal. Ao receber o auto de prisão em flagrante. com ou sem fiança. quando presentes os requisitos constantes do art. e se revelarem inadequadas ou insuficientes as medidas cautelares diversas da prisão. 312. conceder ao acusado liberdade provisória. pelo auto de prisão em flagrante. 310. que o agente praticou o fato nas condições constantes dos incisos I a III do caput do art.848. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública. ou do querelante. nas condições do art. Art. II e III. sob pena de revogação. depois de ouvir o Ministério Público. Parágrafo único.relaxar a prisão ilegal. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública. Se o juiz verificar. mediante termo de comparecimento a todos os atos do processo. da ordem econômica. se no curso da ação penal. o juiz deverá fundamentadamente: I . pelo auto de prisão em flagrante. 312 deste Código. 312.conceder liberdade provisória. do querelante ou do assistente. Parágrafo único. caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz.Art. 310. de ofício. Quando o juiz verificar pelo auto de prisão em flagrante que o agente praticou o fato.Código Penal. ou II .

IV . para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.punidos com reclusão. em sentença transitada em julgado. para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. não fornecer ou não indicar elementos para esclarecêla. devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação. III . ou para assegurar a aplicação da lei penal. adolescente. . ressalvado o disposto no parágrafo único do art. Nos termos do art. será admitida a decretação da prisão preventiva: I . em sentença transitada em julgado. havendo dúvida sobre a sua identidade. quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. quando se apurar que o indiciado é vadio ou.se tiver sido condenado por outro crime doloso. criança. ou para assegurar a aplicação da lei penal. Em qualquer das circunstâncias. A prisão preventiva também poderá ser decretada em caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas por força de outras medidas cautelares (art.se o réu tiver sido condenado por outro crime doloso.848. previstas no artigo anterior. 312 deste Código. ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 282. Parágrafo único.se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la. idoso.conveniência da instrução criminal.punidos com detenção.Código Penal. nos termos da lei específica. 313. II . § 4o) Art. 64 do Decreto-Lei no 2. Parágrafo único. 46 do Código Penal. de 7 de dezembro de 1940 . enfermo ou pessoa com deficiência.nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos. Art.se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher. será admitida a decretação da prisão preventiva nos crimes dolosos: I . quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria conveniência da instrução criminal. 313. II . III .

Art.imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência.gestante a partir do 7o (sétimo) mês de gravidez ou sendo esta de alto risco. 318. IV .extremamente debilitado por motivo de doença grave.848. o juiz exigirá prova idônea dos requisitos estabelecidos neste artigo. 314. 314. do Código Penal. ainda nos casos em que este Código Ihe atribuir tal efeito Art. A prisão administrativa CAPÍTULO V . Para a substituição. 23 do Decreto-Lei no 2. 318. confessando crime de autoria ignorada ou imputada a outrem. 317. I. Em relação àquele que se tiver apresentado espontaneamente à prisão. só podendo dela ausentar-se com autorização judicial. OUTRAS Art. Art. II e III do caput do art.salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida. A prisão preventiva em nenhum caso será decretada se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente praticado o fato nas condições previstas nos incisos I. de 7 de dezembro de 1940 Código Penal. A prisão preventiva em nenhum caso será decretada se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente praticado o fato nas condições do art. A prisão domiciliar consiste no recolhimento do indiciado ou acusado em sua residência. II . Art. A apresentação espontânea do acusado à autoridade não impedirá a decretação da prisão preventiva nos casos em que a lei a autoriza. II ou III. Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for: I . não terá efeito suspensivo a apelação interposta da sentença absolutória. Art. 317.DAS MEDIDAS CAUTELARES . Parágrafo único. 19.” (NR) Art.maior de 80 (oitenta) anos. III . 319.

IV . a fim de compeli-los a que o façam. no prazo e nas condições fixadas pelo juiz. para informar e justificar atividades. III . § 3° Os que forem presos à requisição de autoridade administrativa ficarão à sua disposição.recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos. § 1° A prisão administrativa será requisitada à autoridade policial nos casos dos ns. § 2° A prisão dos desertores não poderá durar mais de três meses e será comunicada aos cônsules. pelo cônsul do país a que pertença o navio. VI . surto em porto nacional.nos demais casos previstos em lei. II .contra remissos ou omissos em entrar para os cofres públicos com os dinheiros a seu cargo.terá cabimento: I .suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua utilização para a prática de infrações penais. VII . deva o indiciado ou acusado dela permanecer distante.proibição de manter contato com pessoa determinada quando. pela autoridade que a tiver decretado e. 26 do Código Penal) e houver risco de reiteração.comparecimento periódico em juízo. quando os peritos concluírem ser inimputável ou semiimputável (art. no caso do no II. V . por circunstâncias relacionadas ao fato. III .proibição de acesso ou frequência a determinados lugares quando. por circunstâncias relacionadas ao fato.fiança.internação provisória do acusado nas hipóteses de crimes praticados com violência ou grave ameaça. 319. II . deva o indiciado ou acusado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações. São medidas cautelares diversas da prisão: I .proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução. Art. VIII . nas infrações que a . I e III.contra estrangeiro desertor de navio de guerra ou mercante.

. impondo. 320. cominada pena privativa de liberdade. Ausentes os requisitos que autorizam a decretação da prisão preventiva. evitar a obstrução do seu andamento ou em caso de resistência injustificada à ordem judicial. Art. o juiz deverá conceder liberdade provisória.admitem.monitoração eletrônica. não exceder a três meses. para assegurar o comparecimento a atos do processo.quando o máximo da pena privativa de liberdade. II .(revogado) II .(revogado). Art. III e IV. isolada. 319 deste Código e observados os critérios constantes do art. as medidas cautelares previstas no art. podendo ser cumulada com outras medidas cautelares Art. cumulativa ou alternativamente. 282 deste Código. independentemente de fiança: I . intimando-se o indiciado ou acusado para entregar o passaporte. isolada. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. 321. se for o caso. Ressalvado o disposto no art. A proibição de ausentar-se do País será comunicada pelo juiz às autoridades encarregadas de fiscalizar as saídas do território nacional. 321.no caso de infração. 320. cumulativa ou alternativamente cominada. 323. IX . a que não for. o réu livrar-se-á solto. A prisão decretada na jurisdição cível será executada pela autoridade policial a quem forem remetidos os respectivos mandados Art. I . § 4o A fiança será aplicada de acordo com as disposições do Capítulo VI deste Título.

323. em sentença transitada em julgado. 324. que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas Art. de 24.(revogado). Art. civis ou militares. 324.nos crimes cometidos por grupos armados. V . Art.aos que. Parágrafo único. Art.322.nos crimes dolosos punidos com pena privativa da liberdade. a fiança será requerida ao juiz. se o réu já tiver sido condenado por outro crime doloso. Não será. concedida fiança: Art.nos crimes de racismo. concedida fiança: I . Nos demais casos do art. terrorismo e nos definidos como crimes hediondos. A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a 4 (quatro) anos. 59 e 60 da Lei das Contravenções Penais. II nas contravenções tipificadas nos arts. 323.(revogado). III .5.nos crimes punidos com reclusão.1977) Parágrafo único.em qualquer caso.(Redação dada pela Lei nº 6. Nos demais casos. se houver no processo prova de ser o réu vadio. que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas.nos crimes punidos com reclusão em que a pena mínima cominada for superior a 2 (dois) anos. igualmente. 322. Não será concedida fiança: I . a fiança será requerida ao juiz. que provoquem clamor público ou que tenham sido cometidos com violência contra a pessoa ou grave ameaça. tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. III . contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. no mesmo . IV .nos crimes de tortura. A autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração punida com detenção ou prisão simples.416. V . II . IV . Não será concedida fiança: I . 323. igualmente. Art. Não será.

b) (revogada).780. com pena privativa da liberdade. quando se tratar de infração punida. sem motivo justo. b) de 5 (cinco) a 20 (vinte) salários mínimos de referência.1989) a) de 1 (um) a 5 (cinco) salários mínimos de referência. II . III .de 10 (dez) a 200 (duzentos) salários mínimos. a .6. quando o máximo da pena privativa de liberdade cominada for superior a 4 (quatro) anos. no grau máximo.quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva (art. tiverem quebrado fiança anteriormente concedida ou infringido.I . tiverem quebrado fiança anteriormente concedida ou infringido.ao que estiver no gozo de suspensão condicional da pena ou de livramento condicional. O valor da fiança será fixado pela autoridade que a conceder nos seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 7. no grau máximo. sem motivo justo. 350. Art. c) de 20 (vinte) a 100 (cem) processo. II . até 2 (dois) anos. II . I . quando se tratar de infração cuja pena privativa de liberdade.(revogado). no mesmo processo.aos que. até 4 (quatro) anos. de 22.em caso de prisão por mandado do juiz do cível. 312). Art. salvo se processado por crime culposo ou contravenção que admita fiança. c) (revogada).em caso de prisão civil ou militar. de prisão disciplinar.quando presentes os motivos que autorizam a decretação da prisão preventiva (art. não for superior a 4 (quatro) anos. qualquer das obrigações a que se referem os arts. 327 e 328 deste Código. IV . 312).de 1 (um) a 100 (cem) salários mínimos. 325. IV . III . qualquer das obrigações a que se refere o art. quando se tratar de infração punida com pena privativa da liberdade. no grau máximo. 325. § 1o Se assim recomendar a situação econômica do preso. O valor da fiança será fixado pela autoridade que a conceder nos seguintes limites: a) (revogada). administrativa ou militar.

a fiança poderá ser: I .4.dispensada. (Incluído pela Lei nº 8. . não se aplica o disposto no art. 350 deste Código.(revogado).reduzida até o máximo de dois terços. § 2° Nos casos de prisão em flagrante pela prática de crime contra a economia popular ou de crime de sonegação fiscal. III .reduzida até o máximo de 2/3 (dois terços).(revogado).aumentada em até 1.000 (mil) vezes. § 1° Se assim o recomendar a situação econômica do réu.(revogado).035.aumentada. por decisão do juiz competente e após a lavratura do auto de prisão em flagrante.salários mínimos de referência. pelo juiz. 310 e parágrafo único deste Código. da data da prática do crime.035.o valor de fiança será fixado pelo juiz que a conceder. devendo ser observados os seguintes procedimentos: (Incluído pela Lei nº 8. § 2o (Revogado): I . quando o máximo da pena cominada for superior a 4 (quatro) anos. até o décuplo. de 27.4. de 27.a liberdade provisória somente poderá ser concedida mediante fiança.se assim o recomendar a situação econômica do réu. III .BTN.1990) II . na forma do art.1990) I . nos limites de dez mil a cem mil vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional . Il . II . ou III . o limite mínimo ou máximo do valor da fiança poderá ser: I . II .

335. o valor que a constituir. Julgar-se-á Art. 336. O dinheiro ou objetos dados como fiança ficarão sujeitos ao pagamento das custas. se o réu for condenado. 335. Art. da indenização do dano. Art. ou alguém por ele. salvo o disposto no parágrafo do artigo anterior. poderá prestá-la. Parágrafo único. Recusando ou demorando a autoridade policial a concessão da fiança. Art. se o réu for condenado. 336. Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado a sentença que houver absolvido o réu ou declarado extinta a ação penal. 341. 341. A fiança poderá ser prestada em qualquer termo do processo. Este dispositivo terá aplicação ainda no caso da prescrição depois da sentença condenatória (art. perante o juiz competente. Julgar-se-á quebrada a . o valor que a constituir será restituído sem desconto. atualizado. que decidirá. Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado sentença que houver absolvido o acusado ou declarada extinta a ação penal. 337. o preso. que decidirá em 48 (quarenta e oito) horas Art. Parágrafo único. poderá prestá-la. 334. Art. salvo o disposto no parágrafo único do art. será restituído sem desconto. 110 e seu parágrafo). A fiança poderá ser prestada enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. O dinheiro ou objetos dados como fiança servirão ao pagamento das custas. Este dispositivo terá aplicação ainda no caso da prescrição depois da sentença condenatória (Código Penal. Art. da prestação pecuniária e da multa. mediante simples petição. 337. Art. Recusando ou retardando a autoridade policial a concessão da fiança. perante o juiz competente. mediante simples petição. art. ou alguém por ele. 110 do Código Penal). depois de ouvida aquela autoridade. Art. da indenização do dano e da multa. 334. enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. o preso. 336 deste Código.fiança poderá ser reduzido em até nove décimos ou aumentado até o décuplo Art.

praticar nova infração penal dolosa. motivo justo. deixar de comparecer. cabendo ao juiz decidir sobre a imposição de outras medidas cautelares ou.regularmente intimado para ato do processo.descumprir medida cautelar imposta cumulativamente com a fiança. 343. se for o caso. sem provar. na vigência da fiança. 346. 345. O quebramento injustificado da fiança importará na perda de metade do seu valor. condenado.fiança quando o réu. o valor da fiança. III . Art. legalmente intimado para ato do processo. 346. 343. Art. na forma da lei. o acusado não se apresentar para o início do cumprimento da pena definitivamente imposta. deixar de comparecer. II deliberadamente praticar ato de obstrução ao andamento do processo. depois de deduzidas as custas e mais encargos a que o réu estiver obrigado. por parte do réu. o réu não se apresentar à prisão Art. Art. de recolher-se à prisão. o seu valor. se. deduzidas as custas e mais encargos a que o acusado estiver obrigado. se. no processo e julgamento. 344. Entender-se-á perdido. entretanto. praticar outra infração penal quebrada a fiança quando o acusado: I . Art. condenado. O quebramento da fiança importará a perda de metade do seu valor e a obrigação. enquanto não for preso. ou quando. sem motivo justo. o saldo será recolhido ao Tesouro Nacional. a decretação da prisão preventiva Art. na totalidade. Art. No caso de quebramento Art. 345. No caso de perda da fiança. V . Entender-se-á perdido. 344. No caso de perda da fiança. à sua revelia. incontinenti. IV resistir injustificadamente a ordem judicial. prosseguindo-se. na totalidade. o valor da fiança. será recolhido ao fundo penitenciário. No caso de .

até metade do valor da fiança. verificando a situação econômica do preso.de fiança. o valor restante será recolhido ao fundo penitenciário. poderá conceder-lhe liberdade provisória. recolhido ao Tesouro Federal. 350. O juiz competente providenciará o imediato registro do mandado de prisão em banco de dados mantido pelo Conselho Nacional de Justiça para essa finalidade. sujeitando-o às obrigações constantes dos arts. Nos casos em que couber fiança. poderá conceder-lhe a liberdade provisória. Parágrafo único. sujeitando-o às obrigações constantes dos arts. Art. 345 deste Código. quebramento de fiança. aplicar-se-á o disposto no § 4o do art. verificando ser impossível ao réu prestá-la. 350. qualquer das obrigações ou medidas impostas. Se o réu infringir. O exercício efetivo da função de jurado constituirá serviço público relevante e estabelecerá presunção de idoneidade moral Art. se for o caso. Nos casos em que couber fiança. sem motivo justo. qualquer dessas obrigações ou praticar outra infração penal. o saldo será. 282 deste Código. feitas as deduções previstas no art. sem motivo justo. Art. ainda que . 327 e 328. o juiz. Art. será revogado o benefício. 327 e 328 deste Código e a outras medidas cautelares. Se o beneficiado descumprir. 289-A. o juiz. 439. na forma da lei. 439. feitas as deduções previstas no artigo anterior. O exercício efetivo da função de jurado constituirá serviço público relevante. estabelecerá presunção de idoneidade moral e assegurará prisão especial. até o julgamento definitivo INOVAÇÃO “Art. em caso de crime comum. por motivo de pobreza. § 1o Qualquer agente policial poderá efetuar a prisão determinada no mandado de prisão registrado no Conselho Nacional de Justiça.

§ 2o Qualquer agente policial poderá efetuar a prisão decretada.fora da competência territorial do juiz que o expediu. será comunicado à Defensoria Pública. o registro do mandado na forma do caput deste artigo.” . 290 deste Código. adotando as precauções necessárias para averiguar a autenticidade do mandado e comunicando ao juiz que a decretou. § 3o A prisão será imediatamente comunicada ao juiz do local de cumprimento da medida o qual providenciará a certidão extraída do registro do Conselho Nacional de Justiça e informará ao juízo que a decretou. caso o autuado não informe o nome de seu advogado. aplica-se o disposto no § 2o do art. § 4o O preso será informado de seus direitos. § 5o Havendo dúvidas das autoridades locais sobre a legitimidade da pessoa do executor ou sobre a identidade do preso. nos termos do inciso LXIII do art. ainda que sem registro no Conselho Nacional de Justiça. devendo este providenciar. em seguida. § 6o O Conselho Nacional de Justiça regulamentará o registro do mandado de prisão a que se refere o caput deste artigo. 5o da Constituição Federal e.

Trata-se. 282. o inciso IV do art. em sua atual redação (vigente até 04. principalmente em relação ao tema . a serem consideradas as primeiras opções ao magistrado. os incisos I e II do art. a exemplo da presunção de inocência e direito de recorrer em liberdade. no ordenamento jurídico-penal brasileiro.403/11). os §§ 1o a 3o do art. 313.689. em mais detalhes. trazendo alterações pontuais. Com a Lei n° 12. iniciado em 2011. Vejamos. trata das hipóteses em que. 321. destacamos as principais mudanças. de modificações que se alinham a importantes princípios constitucionais. até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória e. o inciso III do art.403/1. de novas medidas cautelares. Analisemos as principais delas. vem a integrar o projeto de Reforma global do CPP (Código de Processo Penal). à realidade do sistema carcerário brasileiro. . de 3 de outubro de 1941 Código de Processo Penal. todos do Decreto-Lei no 3. tal dispositivo passará a contemplar os requisitos e as hipóteses de cabimento das novas medidas cautelares. II e III do art. é possível a decretação da prisão preventiva: pronúncia e demais casos consubstanciados em lei.07 do corrente ano. 324. igualmente. 319. a nosso ver.REVOGAÇÃO São revogados o art. quando tais medidas não se mostrarem suficientes). alternativas à prisão preventiva. Na tabela acima. à exceção da prisão em flagrante. O art. o § 2o e seus incisos I. 393 e 595. 325 e os arts. antes da decretação da prisão (essa passa a ter caráter subsidiário. 323. que terá vigência a partir de 04.com a inserção. 60 dias após publicação VACATIO LEGIS Nossos Comentários A nova Lei (n° 12. os incisos IV e V do art. 298.07).prisão cautelar .

por circunstâncias relacionadas ao fato. Adequação da medida às circunstâncias do fato E 3. b) proibição de acesso ou freqüência a determinados lugares quando. deva o indiciado ou acusado dela permanecer distante. como o faz na prisão preventiva. Investigação penal OU 3. Note-se que. a decretação da prisão preventiva.É possível observar que os requisitos para tais medidas são praticamente os mesmos da prisão preventiva. previstas no art. Adequação da medida à gravidade do crime E 2. deva o indiciado ou acusado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações. no prazo e nas condições fixadas pelo juiz. e) recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos. quando os peritos . circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado. de forma a evitar a prática da infração Observado 1. nos casos expressamente previstos. d) proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução. c) proibição de manter contato com pessoa determinada quando. g) internação provisória do acusado nas hipóteses de crimes praticados com violência ou grave ameaça. Necessidade da aplicação da lei penal OU 2. f) suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou financeira quando houver justo receio de sua utilização para a prática de infrações penais. b) adequação da medida à gravidade do crime. para informar e justificar atividades. Casos expressamente previstos em lei. 319: a) comparecimento periódico em juízo. Instrução criminal OU 4. salvo no que diz respeito à garantia da ordem pública: a) necessidade para aplicação da lei penal. que já deveria ser excepcional. ou seja. passará a ser subsidiária. para fins de imposição de medida cautelar. por circunstâncias relacionadas ao fato. apenas cabível quando não possível substitui a prisão por uma das medidas cautelares. Temos o seguinte: 1. Adequação da medida às condições pessoas do indiciado ou acusado Com o reconhecimento das medidas cautelares. para evitar a prática de infrações penais. para a investigação ou a instrução criminal e. a norma não menciona a garantia da ordem pública.

inclusive. Outra novidade foi trazida pelo art. i) monitoração eletrônica. quando essa (medida cautelar) for aplicada e o acusado a descumprir. Seguindo nesta linha. principalmente no que pertine ao reconhecido direito de recorrer em liberdade. 26 do Código Penal) e houver risco de reiteração. a mesma deveria ser comunicada ao juiz competente. nas infrações que a admitem. O tema até então abordado no art. Até hoje. Defendemos. Do que se vê. 306 – comunicação da prisão. sedimentado. tema que sempre causou grandes discussões na doutrina. quando não em flagrante. quando da sua realização. h) fiança. também. a nova Lei incluiu o Ministério Público. b) em razão de sentença penal condenatória definitiva. 283 – hipóteses em que possível a decretação da prisão. . em várias oportunidades a sua incongruência com a atual jurisprudência. 282 passará a ser regulamentado no art. A grande novidade está na extinção da prisão automática. surge a possibilidade de o juiz a substituir pela prisão. a prisão cautelar. 312 continua a regulamentar as hipóteses de prisão preventiva. não alcançando aquelas para quais previstas pena restritiva de direito. família ou pessoa indicada pelo preso.concluírem ser inimputável ou semi-imputável (art. é possível concluir o seguinte: prisão preventiva possível quando a medida cautelar não suficiente. será possível em duas situações: a) no curso da investigação (temporária ou preventiva). Vale lembrar. Neste rol. o monitoramento eletrônico ganhou previsão expressa no Código de Processo Penal. evitar a obstrução do seu andamento ou em caso de resistência injustificada à ordem judicial. dentre as quais restou incluída mais uma: quando descumprida a medida cautelar imposta anteriormente. que as medidas acima elencadas apenas são aplicáveis às infrações a que cominada pena privativa de liberdade. salvo quando em caso de flagrância. para assegurar o comparecimento a atos do processo. no âmbito do direito internacional. decorrente da decisão de pronúncia. Desta feita. O art. mas.

Esse trata da sua concessão sem fiança: as ressalvas relacionadas às hipóteses de crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade e de réu vadio (incisos III e IV. sem fiança serão outras. Em sua atual redação. Até então. 312. a prisão visa a garantir a eficácia das medidas de urgência decretadas. contempla os crimes punidos com reclusão. Os requisitos para da fiança também foram alvo das alterações trazidas pela Lei. Na sequência. Vislumbra-se grandes alterações em relação à liberdade provisória com ou sem fiança. as condições trazidas pelos incisos I (infração a que não cominada pena privativa de liberdade) e II (pena privativa máxima não superior a três meses) deste mesmo art. o já tão conhecido art. Com a sua vigência. Assim. tortura. fala-se em crime punido com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos. contemplando. foram revogadas. mesmo em se tratando de fiança arbitrada por autoridade policial. criança/adolescente. Com a Lei. 321. idosos e portadores de deficiência. como hoje. Assim. 313. imposição de medida cautelar. no que se refere à concessão pela autoridade policial. para a concessão de liberdade provisória. o art. prevê que nos crimes previstos como hediondo e equiparado também não pode haver a aplicação do beneficio. a partir da vigência da nova legislação: a) ausência dos requisitos para a prisão preventiva. A novidade está na hipótese que se relaciona aos crimes de violência doméstica contra mulher. de forma ampla. do art. tráfico de drogas e terrorismo. de forma expressa. Por meio de cláusula aberta. Aqui. excluindo a previsão relacionada aos crimes punidos com detenção e. poderá ser aplicada. b) em sendo o caso. tratada a partir dos art. será possível em crimes punidos com pena privativa de liberdade. os crimes de racismo.Na seqüência. o que se altera é a previsão de imediata liberação quando promovida a identificação. 321. Contemplamos a revogação do inciso III do artigo 324 – não possível fiança a quem no gozo de livramento . desde que não superior a quatro anos. há a possibilidade de prisão em razão da dificuldade na identificação civil. à vadiagem. deve a infração ser apenada com pena de prisão simples ou detenção. com as hipóteses de cabimento da prisão preventiva que. 323) já não serão mais consideradas e. quando preenchidos os requisitos do art. 323 traz as situações em que não cabível fiança.

com pequena. A nova Lei alterou os parâmetros antes utilizados na fixação do valor da fiança. em até o décuplo. nos casos do art. Contamos até o momento. mas.condicional ou suspensão condicional da pena. O art. b) durante vigência da fiança. teremos apenas dois. nos incisos I e V. HOJE 1 a 5 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de até 2 anos 5 a 20 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de até 4 anos 20 a 100 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade superior a 4 anos VIGÊNCIA DA LEI 1 a 100 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de não superior a 4 anos 10 a 200 salários mínimos quando infração punida em grau máximo com pena privativa de liberdade de superior a 4 anos De acordo com o atual regramento. As situações em que evidenciada a quebra da fiança também passaram por reforma. com a inclusão de uma nova hipótese – dispensa da fiança. deixar de comparecer. sem motivo justo. a depender da condição econômica do réu. importante alteração em relação à segunda – incluída a necessidade de se tratar de nova infração penal dolosa. 341 contempla: a) réu regularmente intimado para ato do processo. referente à imposição de prazo para a autoridade judicial decidir sobre a concessão da fiança. com três patamares. O atual art. Outras hipóteses foram consideradas: a) .prazo de 48 horas. Essas regras continuarão existindo (aumento em 1000 vezes). 350. salvo quando crime culposo ou contravenção. o beneficiário praticar nova infração penal. nos casos em caracterizada a demora pela autoridade policial . era possível a redução da fiança em até 2/3 ou o seu aumento. estes dois casos continuaram a ser contemplados. 335 traz importante novidade. Com a vigência da Lei. Em sua nova redação.

até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. O art. os incisos IV e V do art. De suma importância as alterações contempladas na Lei n° 12. b) descumprimento da medida cautelar imposta em conjunto com a fiança. o recolhimento automático do acusado à prisão.Código de Processo Penal. 319.689. restam revogados os art. A novidade está na necessidade de se tratar de pena definitiva. 313. até o julgamento. o § 2o e seus incisos I. c) resistência injustificada à ordem judicial. excepcional. apenas cabível quando tais medidas não suficientes. ao invés de determinar o recolhimento à prisão. quem exercer tal função contará. 321. Como efeito da quebra. como alternativas à prisão se coaduna com os preceitos consagrados pelo nosso Direito Constitucional e.403/11. que tem como objetivo principal evitar o encarceramento. 319. Internacional . aplicar uma das medidas cautelares do art. os §§ 1o a 3o do art. conseqüentemente. restará perdido metade do valor e o magistrado.prática de ato de obstrução do processo. 298. 323.a prisão deve ser considerada. 324. com a prestação de serviço público relevante e idoneidade moral. medida de caráter extremo e. 349. apenas. Seguindo na linha adotada pela nova Lei. Sem dúvida. em havendo a quebra da fiança. A perda do valor total pago a título de fiança ocorrerá no caso já contemplado atualmente – condenado não se apresentar à prisão para o cumprimento da pena definitivamente imposta. em análise ao caso concreto. que prevê os benefícios em razão do exercício da função de jurado não mais contemplará a possibilidade de prisão especial (nos crimes comuns). a sua vigência terá início em 04. Assim. o inciso IV do art. o inciso III do art. 325 e os arts. 393 e 595.07. poderá. Como a própria lei prevê o período de vacatio de 60 dias. principalmente. A inserção das medidas cautelares no ordenamento jurídico brasileiro. um grande avanço! . prevê-se a perda da metade do valor e. Por fim. todos do Decreto-Lei no 3. os incisos I e II do art. II e III do art. de 3 de outubro de 1941 .

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