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56 QUÍMICO(A) QUÍMICO(A) QUÍMICO(A) QUÍMICO(A) DE QUÍMICO(A) DE DE DE DE PETRÓLEO PETRÓLEO PETRÓLEO PETRÓLEO PETRÓLEO
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QUÍMICO(A)
QUÍMICO(A)
QUÍMICO(A)
QUÍMICO(A) DE
QUÍMICO(A)
DE
DE
DE
DE PETRÓLEO
PETRÓLEO
PETRÓLEO
PETRÓLEO
PETRÓLEO JÚNIOR
JÚNIOR
JÚNIOR
JÚNIOR
JÚNIOR
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.
01
-
Você recebeu do fiscal o seguinte material:
a)
este caderno, com o enunciado das 70 questões das Provas Objetivas, sem repetição ou falha, assim
distribuídas:
LÍNGUA
LÍNGUA
INFORMÁTICA
CONHECIMENTOS
PORTUGUESA II
INGLESA I
ESPECÍFICOS
Questões
1 a 10
Pontos
Pontos
Pontos
Questões
Pontos
1,0
Questões
11 a 20
1,0
Questões
21 a 25
1,0
26
a 40
1,3
41
a 55
1,7
56
a 70
2,0
b)
1 CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas às questões objetivas formuladas nas provas.
02
-
Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no
CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.
03
-
Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, preferivelmente a caneta
esferográfica de tinta na cor preta.
04
-
No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e
preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica de tinta na cor preta, de forma
contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto, preencha os campos de marcação
completamente, sem deixar claros.
Exemplo:
A
C
D
E
05
-
Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR .
O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior
- BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.
06
-
Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);
só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA : a marcação em
mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.
07
-
As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.
08
-
SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:
a)
se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,
headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;
b)
se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.
09
-
Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas
no Caderno de Questões NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.
10
-
Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE
PRESENÇA.
Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das
mesmas. Por razões de segurança, o candidato não poderá levar o Caderno de Questões, a qualquer momento.
11
-
O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS.
12
-
As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das
provas na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br) .
JUNHO / 2008
2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
2
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2 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo
LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo
LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo

LÍNGUA PORTUGUESA II

TEMPO DE ESCOLHER

“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”

(Albert Schweitzer)

Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas

5

não têm qualquer prazer no exercício de suas funções. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.

  • 1 Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de

0

Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um caminho: escolher.”

Acredito que quase todas as pessoas passam ao

  • 1 longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão clara, específica e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas

5

  • 2 talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência. Fazer escolhas implica renunciar a alguns dese jos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito

0

  • 2 duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili- dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi- lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.

5

  • 3 PRAZER E VOCAÇÃO

0

Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe- doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse

  • 3 o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos

5

  • 4 hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã. Todavia, é indiscutivelmente importante aliar prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida

0

  • 4 literal mente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade.( ) ...

5

 

Escolhas são feitas com base em nossas prefe- rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-

5

0

vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio. O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-

5

5

lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir

6

0

riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das conseqüências ... Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é

6

5

postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura meramente defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.

7

0

Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio- nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.

7

5

Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio caminho para o fim. Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com paixão?”.

8

0

QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?

 

COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)

1

De acordo com o texto, uma característica apresentada pela

vida, que NÃO é justificativa para a necessidade de se fazer escolhas, é

(A)

irreversibilidade.

(B)

irregularidade.

(C)

instabilidade.

(D)

imprevisibilidade.

(E)

mutabilidade.

2

Semanticamente, o pensamento de Albert Schweitzer está ratificado no

(A)

1 o parágrafo - 1 o período.

(B)

1 o parágrafo - 2 o período.

(C)

2 o parágrafo - 1 o período.

(D)

3 o parágrafo - 1 o período.

(E)

4 o parágrafo - 2 o período.

LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo
  • QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo
LÍNGUA PORTUGUESA II TEMPO DE ESCOLHER “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo
3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento crucial
3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento crucial
3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento crucial

3

 

O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati-

tude do profissional num momento crucial de decisão é

(A)

flexibilidade.

(B)

transigência.

(C)

determinação.

(D)

arrojo.

(E)

retroação.

4

No oitavo parágrafo do texto, os sentidos de “armadilhas”

(l. 54-55) e de “benefício” (l. 59), respectivamente, no contex- to em que se inserem, são

(A)

enganos e risco.

(B)

impasses e proteção.

(C)

dificuldades e conhecimento.

(D)

certezas e sucesso.

(E)

dúvidas e prazer.

5

Quanto ao tipo, o texto classifica-se predominantemente, como

(A)

expositivo.

(B)

injuntivo.

(C)

descritivo.

(D)

narrativo.

(E)

argumentativo.

6

Com base nas idéias apresentadas no oitavo parágrafo, qual interpretação está correta?

(A)

As armadilhas levam às escolhas cujas conseqüências dependem das ponderações feitas anteriormente às decisões.

(B)

As armadilhas geradas pelas escolhas traduzem as ponderações exigidas pelas conseqüências das decisões.

(C)

As decisões originam as ponderações feitas para as escolhas cujas armadilhas se traduzem pelas conse- qüências.

(D)

As conseqüências das decisões tomadas retratam as ponderações estabelecidas pelas armadilhas impostas pelas escolhas.

(E)

As ponderações sobre as escolhas feitas geram as armadilhas que traduzem as conseqüências das decisões.

7

Em relação às idéias apresentadas no fragmento “Prazer e Vocação”, assinale a afirmativa IMPROCEDENTE.

(A)

Nem sempre as preferências implicam segurança.

(B)

No campo profissional, a solução para vários problemas não está numa decisão radical.

(C)

A vocação é um dom que se adquire com o tempo, ao longo da vida.

(D)

Profissionalmente, a mediocridade é um problema que não pode ser contornado.

(E)

Muitas escolhas têm a perda como contraponto.

8

Assinale a opção em que a seqüência de verbos NÃO pode ser considerada uma locução verbal.

(A)

“Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos ” ...

(l.

22-23)

(B)

“Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode

ceder espaço ao conforto de um casamento.” (l. 27-29)

(C)

se

apenas procurarmos fazer o que gostamos,” (l. 37-38)

(D)

“Escolhas são feitas com base em nossas preferências.”

(l.

48-49)

(E)

O que teria

(l. 57-58)

9

Na passagem “Você troca segurança por desafio,” (l. 23-24), substituindo-se o verbo destacado pelo verbo preferir, segun-

do o registro culto e formal da língua, teremos:

(A)

Você prefere mais segurança que desafio.

(B)

Você prefere muito mais segurança à desafio.

(C)

Você prefere mais segurança a desafio.

(D)

Você prefere segurança do que desafio.

(E)

Você prefere segurança a desafio.

10

As palavras destacadas em “mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.” (l. 4-5) e “Quando um ho- mem morria,” (l. 77-78) podem ser substituídas, respectiva- mente, sem alteração de sentido, por

(A)

visto que e Antes que.

 

(B)

porquanto e Posto que.

(C)

entretanto e Depois que.

(D)

portanto e de À medida que.

(E)

de sorte que e Visto que.

3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento crucial
4
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3 O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a ati- tude do profissional num momento crucial

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better The legend
LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better The legend
LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better The legend

LÍNGUA INGLESA I

 

Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better

The legend is that Brazil never lives up to its vast potential. When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in 1941 of his new home that it was the “country of the future”, popular humour quickly added “and it always will be”. More

5

recently, when Goldman Sachs classified Brazil together with Russia, India and China as the “BRIC” countries that collectively represent the world’s economic future, there was much complaining that its mediocre rate of economic growth condemned it to be an intruder in such dynamic

  • 1 company. Yet there are reasons to believe that South America’s economic powerhouse of 190 million people is starting to count in the world. Economic growth has risen steadily, to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—

0

  • 1 but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese rates of growth in the third quarter of the 20th century. That was when it was almost as poor as China. It is much harder for a middle-income country, as Brazil now is, to grow at such rates. And now it looks as if Brazil will

5

  • 2 become an oil power, too. Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and high oil prices, a collapse that obliged its then military government to give way to civilian rule. The early years of restored democracy saw chronic inflation, economic torpor

0

  • 2 and political drift. In the past decade and a half, however, under reforming democratic governments, Brazil has conquered inflation, opened a protected economy to the world and begun to tackle its social problems. Poverty and inequality are falling steadily.

5

  • 3 All this has gradually created a new mood among business people. Brazilian companies, traditionally inward-looking family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise funds, in many cases to finance expansion abroad. Some, such as Vale, the world’s second-biggest mining company,

0

  • 3 and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft, both privatised in the 1990s, are well-known. A string of others are about to become so. Many of these companies are linked to agribusiness or other primary commodities. Additionally, some economists

5

  • 4 argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in which the industrialisation of Asia and the rise of a new middle class in the developing world will keep commodity prices high. Besides, Brazil produces more than just soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And

0

  • 4 its newly discovered offshore fields of oil and natural gas may turn out to be bigger than those in the North Sea in the 1960s.

5

Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken

  • 5 an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s structural problems. These difficulties include an oppressive tax system and a labour code that makes firms cautious in hiring. Between them these have confined some 40% of the workforce to the informal economy.

0

  • 5 Compared with its past, Brazil is indeed doing much better. But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should ask themselves why so many other countries have made bigger returns from a much smaller natural endowment.

5

Apr 17th 2008 From The Economist print edition

11

According to Paragraph 1 (lines 1-10), Brazil

(A)

is not allowed to explore its abundant natural resources.

(B)

will never be ranked with countries such as Russia, India and China.

(C)

will never be a country of the future due to its accelerated economic growth.

(D)

was considered to be a promising land by the Austrian writer Stefan Zweig.

(E)

is condemned to play a small part among the most powerful nations of the world.

12

The sentence “Yet there are reasons to believe that South America’s economic powerhouse of 190 million people is starting to count in the world.” (lines 11-13), which introduces Paragraph 2,

(A)

confirms that the several critics of Brazil were right in their predictions.

(B)

justifies why Brazil could not be added to the group of “BRIC” countries.

(C)

explains why Brazil should depend on South American economic powers.

(D)

criticizes Brazil’s low rate of economic growth, compared to Chinese rates.

(E)

contradicts the criticism that Brazil would not have a role in the world’s economic future.

13

According to Paragraph 2 (lines 11-20),

(A)

China has been growing faster than Brazil lately.

(B)

Brazil is, currently, as poor as China and needs to grow

faster.

(C)

Brazil and China have 190 million economically active people.

(D)

Brazil had similar growth rates as China’s in the early 20 th century period.

(E)

Brazil and China have both reached equal levels of income for their populations.

LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better The legend
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LÍNGUA INGLESA I Oil could transform Brazil’s economy. But not necessarily for the better The legend

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished are
14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished are
14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished are

14

Which alternative contains a correct correspondence of meaning?

(A)

“restored” (line 24) and reestablished are antonyms.

(B)

“tackle” (line 28) and deal with are synonyms.

(C)

“shift” (line 40) is the opposite of change.

(D)

“newly” (line 45) and recently are not synonyms.

(E)

“confined” (line 53) means the same as released.

15

Check the option in which the phrase is INCORRECTLY explained.

(A)

“South America’s economic powerhouse” (lines 11-12) = the economic powerhouse of South America.

(B)

“traditionally inward-looking family-owned affairs” (lines 31-32) = affairs owned by traditional families who look inwards.

(C)

“the world’s second-biggest mining company” (line 34) = a mining company that is the second biggest one in the world.

(D)

“third-largest maker of civilian aircraft” (line 35) = a civilian aircraft maker that is the third largest one.

(E)

“newly discovered offshore fields of oil and natural gas” (line 45) = fields of oil and natural gas that are offshore and that have been newly discovered.

16

In terms of reference, it is correct to affirm that

(A)

“its” (line 8) refers to “world’s” (line 7).

(B)

“That” (line 14) refers to “year” (line 14).

(C)

“this” (line 30) refers to “new mood” (line 30).

(D)

“others” (line 37) refers to “business people” (lines 30-31).

(E)

“those” (line 46) refers to “fields” (line 45).

17

The only item where the boldfaced word may be replaced by furthermore is

(A)

“In the past decade and a half, however, under reforming democratic governments, Brazil has conquered inflation,” (lines 25-27)

(B)

“Some, such as Vale, the world’s second-biggest mining company,” (lines 33-34)

(C)

Additionally, some economists argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift,” (lines 39-40)

(D)

“Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.” (line 55)

(E)

But before oil euphoria kicks in,” (line 56)

18

According to Paragraph 6 (lines 48-54), oil can be considered a cause of concern because

(A)

economic problems can weaken Brazil’s ability to explo- re the new oil resources.

(B)

Brazil’s newly discovered oil resources are not as big as the experts previously expected.

(C)

the current oil drilling technology is not appropriate for the extraction of all the oil discovered.

(D)

the nation’s leaders might forget the structural problems in the euphoric scenario of new oil sources.

(E)

the heavy taxation of oil products might maximize the economic returns of drilling the recently discovered oil wealth.

19

The fragment “Brazil’s leaders should ask themselves why so many other countries have made bigger returns from a much smaller natural endowment.” (lines 56-58) means that Brazil’s leaders

(A)

should not concern themselves about why other countries have been more lucrative than Brazil.

(B)

may be in doubt whether it is true that Brazil will eventually make as much money as countries with vast of natural resources.

(C)

might speculate if Brazil could make more gains if it made a better use of its scarce natural gifts.

(D)

would rather investigate how some countries that are not as rich as Brazil find the means to survive.

(E)

had better analyze why countries with fewer natural

resources than Brazil have been more profitable.

20

The text as a whole is both

(A)

pessimistic and sarcastic.

(B)

optimistic and enthusiastic.

(C)

argumentative and watchful.

(D)

persuasive and comforting.

(E)

hopeless and terrifying.

INFORMÁTICA

21

Suponha que um usuário esteja editando dois documentos, chamados doc1 e doc2, utilizando a versão em português do aplicativo Microsoft Word 2003 com suas configurações padrões. Uma possível forma de o usuário reproduzir no doc2 uma parte contínua de texto contido no doc1, sem alterar o doc1, é

(A)

recortar o texto desejado no doc1 e colar no doc2.

(B)

recortar o texto desejado no doc1 e copiar no doc2.

(C)

colar o texto desejado no doc1 e copiar no doc2.

(D)

copiar o texto desejado no doc2 e colar no doc1.

(E)

copiar o texto desejado no doc1 e colar no doc2.

22

Considere o editor de textos Microsoft Word 2003 em portu-

guês com suas configurações padrões. Qual opção de menu o usuário deve acionar para aumentar o tamanho da fonte de um texto previamente selecionado?

(A)

Formatar => Fonte

(B)

Formatar => Parágrafo

(C)

Formatar => Revelar formatação

(D)

Formatar => Bordas e sombreamento

(E)

Editar => Dimensões

23

Considere o aplicativo Microsoft Excel 2003 em português com suas confi gurações padrões. Um usuário que deseja atribuir à célula C1 o valor da célula B1 subtraído do valor da célula A1 deve, na célula C1, especificar a seguinte fór- mula:

(A)

B1A1

(B) =B1A1

(C)

C1=B1A1

(D) C1=B$1A$1

(E)

SUB(B1, A1)

14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished are
6
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14 Which alternative contains a correct correspondence of meaning? (A) “restored” (line 24) and reestablished are

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

24 28 Suponha que um usuário esteja editando uma planilha de cálculo utilizando a versão em
24 28 Suponha que um usuário esteja editando uma planilha de cálculo utilizando a versão em
24 28 Suponha que um usuário esteja editando uma planilha de cálculo utilizando a versão em

24

 

28

Suponha que um usuário esteja editando uma planilha de cálculo utilizando a versão em português do aplicativo Microsoft Excel 2003 com suas configurações padrões. Uma possível forma de o usuário mesclar duas células

A tabela a seguir apresenta algumas estatísticas das ações de três empresas dos setores de petróleo e química. Os dados referem-se às últimas 80 semanas.

adja centes é selecionar

 

Empresas

(A)

   

as duas células, selecionar a opção de formatar célula e

uma das células e selecionar a opção editar dimensões

 

marcar a opção que indica que as duas células devem

 

Medidas estatísticas

A

B

C

(B)

ser mescladas.

 

(%)

(%)

(%)

 
   

Rentabilidade média semanal

0,5

0,6

0,4

(C)

da célula para configurá-las de modo a abran ger a ou- tra célula.

a opção inserir fórmula, escolher a fórmula mesclar e adicionar como argumento as duas células.

a opção de inserir mescla de células e adici onar as

Desvio padrão Rentabilidade mínima

3,5

7,6

3,9

9,2

2,8

5,1

(D)

Rentabilidade máxima

11,9

10,3

8,2

duas células a serem mescladas.

 

(E)

a opção de configurar planilha e indicar que aquelas duas células devem ser unificadas como um único objeto.

 

Considere as afirmações derivadas das estatísticas acima.

25

 

Suponha que um usuário esteja editando uma apresenta- ção, chamada pres1, utilizando a versão em português do

aplicativo Microsoft PowerPoint 2003 com suas configura- ções padrões. Uma possível opção para o usuário inserir um novo slide em pres1 é selecionar a opção

 
  • I - O coeficiente de variação das ações da empresa A é o mesmo que o das ações da empresa C.

    • II -

A rentabilidade média das ações da empresa B é maior do que das demais e apresenta menor dispersão relati va, ou seja, menor risco.

  • III - A rentabilidade média das ações da empresa C é menor

(A)

Arquivo => Novo….

 

do que das demais e apresenta menor dispersão

(B)

Inserir => Novo arquivo…

relati va, ou seja, menor risco.

(C)

(D)

Inserir => Novo slide

Formatar => Apresentação

Estão corretas as afirmações

   

(E)

Editar => Slides

(A)

I, apenas.

 

(B)

I e II, apenas.

 

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

 
 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

29

26

 
B
B
 

Em um concurso público serão chamados para contratação

média 5,5 e desvio padrão 3. A nota mínima para que o

   

imediata 20% dos candidatos com as maiores notas.

 

V B = 4 nós

 

As notas obtidas seguem uma distribuição normal com

candidato seja chamado para contratação imediata é, apro ximadamente,

 

(A)

7,0

 
A
A

V A = 3 nós

 

(B)

7,5

 

P

(C)

8,0

 

(D)

8,5

 

(E)

9,0

27

 

As unidades comumente utilizadas por veículos náuticos para expressar distâncias e velocidades são, respectivamente, a

A figura acima ilustra dois pequenos barcos que se movi-

Quanto vale a área da região delimitada pelo eixo das abscissas, as retas x = 0 e x = 3 π , e o gráfico da função de IR em IR cuja lei é f(x) = cos(2x)?

milha náutica e o nó. Um nó corresponde a 1 milha náutica por hora.

mentam com velocidades constantes, em trajetórias perpen- diculares. Quando os barcos A e B estão, respectivamente,

(A)

  • 1 2 (B)

1

a 0,8 e a 0,6 milhas náuticas do ponto P, interseção das

4

trajetórias, qual a taxa, em nós, com a qual os barcos estão

(C)

4 3

(D)

3 1
3
1

se aproximando um do outro?

 

4

(A)

0,0

(B) 4,8

 
 
4 3
4
3

4

(C)

5,0

(D) 6,2

(E)

(E)

7,0

7
7
7
7
   
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO
30
Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir.
nKNO 2
+ mKMnO 4
+
3H 2 SO 4 xKNO 3
+ yK 2 SO 4 + zMnSO 4 +3H 2 O
Os coeficientes n, m, x, y e z correspondem, respectivamente, a
(A)
1, 2, 1, 1, 2
(B) 2, 5, 1, 1, 2
(C) 3, 1, 5, 2, 3
(D) 4, 3, 2, 5, 1
(E) 5, 2, 5, 1, 2
31
33
Dependendo do potencial de redução do metal, a reatividade
dos compostos organometálicos varia enormemente.
Geralmente os compostos organometálicos mais
reativos não reque rem temperaturas elevadas para a sua
preparação e uso, mas, por outro lado, exigem condições de
operação isentas de umidade. Em geral, a reatividade dos
compostos organometálicos segue a mesma ordem do ca-
ráter metálico da ligação carbono-metal. Considere os com-
postos organometálicos mostrados a seguir.
A razão de compressibilidade, Z, de um gás é a razão entre
o volume molar do gás e o volume molar de um gás ideal nas
mesmas condições de temperatura e pressão. A figura a
seguir mostra a variação no fator de compressibilidade de
alguns gases em função de variações na pressão.
CH 3 Li; (CH 3 ) 2 Cd; (CH 3 ) 2 Zn; (CH 3 ) 2 Mg, (CH 3 ) 2 Hg
A análise do caráter iônico das ligações presentes nestes
compostos permite concluir que sua ordem crescente de
reatividade é
(A)
CH 3 Li < (CH 3 ) 2 Cd < (CH 3 ) 2 Zn < (CH 3 ) 2 Mg < (CH 3 ) 2 Hg
(B)
(CH 3 ) 2 Hg < (CH 3 ) 2 Cd < (CH 3 ) 2 Zn < (CH 3 ) 2 Mg < CH 3 Li
(C)
(CH 3 ) 2 Zn < (CH 3 ) 2 Mg < CH 3 Li < (CH 3 ) 2 Hg < (CH 3 ) 2 Cd
(D)
(CH 3 ) 2 Cd < CH 3 Li < (CH 3 ) 2 Hg < (CH 3 ) 2 Zn < (CH 3 ) 2 Mg
(E)
(CH 3 ) 2 Mg < (CH 3 ) 2 Hg < (CH 3 ) 2 Cd < CH 3 Li < (CH 3 ) 2 Z
32
Em temperaturas elevadas, a azida de sódio decompõe-se
vigorosamente a sódio metálico e nitrogênio gasoso. Este
comportamento é aproveitado nos dispositivos do tipo airbag,
presente em alguns automóveis. Quando ocorre um
impacto, uma corrente elétrica é disparada e provoca
o aquecimento da azida que se encontra no interior do
dispositivo, que é então inflado pelo nitrogênio liberado
na reação de decomposição mostrada a seguir.
ATKINS, P & de PAULA, J. Físico-Quí-
mica, volume 1, 7 a edição, LTC Editora,
São Paulo, 2002, p. 17. (Adaptado)
Com base nas informações contidas no gráfico, analise as
afirmações a seguir.
aquecimento
2 NaN 3
2 Na + 3 N 2
I
-
Na pressão de 200 atm, as forças repulsivas são predo-
minantes nas moléculas de H 2 .
Considerando um airbag que contenha aproximadamente
II
-
65
g de NaN 3 , o volume de nitrogênio (em litros), produzido
quando a azida é detonada na temperatura e pressão
ambi entes (20 o C e 1 atm) é, aproximadamente, igual a
(Dados:
Nos níveis de pressão indicados, as moléculas de amô-
nia sempre apresentam predominância de forças atrati-
vas.
III - Um gás ideal deveria apresentar Z = 0, pois não há qual-
quer tipo de interação entre suas moléculas.
PV = nRT. Considerar que o nitrogênio se comporta como
um gás ideal).
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)
(A)
11
(A)
I
(B)
22
(B)
II
(C)
33
(C)
III
(D)
44
(D)
I e II
(E)
66
(E)
II e III
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO
8
8
30 Considere a reação de oxidação-redução com balanceamento parcial mostrada a seguir. nKNO 2 + mKMnO

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os
34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os
34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os
34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os
34
Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os centros dos íons
H r
e que a diferença de tamanho dos íons favorece a solubilidade do sal em água, é correto afirmar que
Solubilidade em água
(A)
BaCO 3 < MgCO 3 ,
BaSO 4 < MgSO 4 ;
LiI < NaI
(B)
MgCO 3 < BaCO 3
BaSO 4 < MgSO 4+
NaClO 4 < KClO 4+
(C)
Sr(OH) 2 < Mg(OH) 2
Mg SO 4 <BaSO 4
KClO 4 < NaClO 4
(D)
Mg(OH) 2 < Ca(OH) 2
SrSO 4 < MgSO 4
NaClO 4 < KClO 4
(E)
Mg(OH) 2 < Ca(OH)
SrSO 4 < MgSO 4
LiF < LiBr
35
36
A distribuição da energia cinética molecular em duas tempe-
raturas distintas pode ser vista na figura a seguir.
Analise as afirmações a seguir.
É possível distinguir a força ácida de HBr e HI em água.
PORQUE
energia de
ativação
T 1
HBr e HI transferem de forma praticamente completa os seus
prótons para a água, formando H 3 O + .
A esse respeito conclui-se que
T 2
(A)
as duas afirmações são verdadeiras e a segunda
justi fica a primeira.
(B)
B
as duas afirmações são verdadeiras e a segunda não
justifica a primeira.
A
(C)
a primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa.
(D)
a primeira afirmação é falsa e a segunda é verdadeira.
energia cinética
(E)
as duas afirmações são falsas.
37
Sabendo que a temperatura de um sistema é a medida da
energia cinética média de todos os átomos e moléculas
presentes no sistema, considere as seguintes afirmações a
respeito das temperaturas T 1 e T 2 mostradas no gráfico:
I
-T 1 >T 2 porque, em qualquer sistema, somente um
pequeno número de moléculas pode apresentar energia
cinética maior do que a energia de ativação, como
exemplificado na região A.
As propriedades coloidais são, geralmente, exibidas por
dispersões de substâncias com tamanhos de partícula entre
0,1 m e 1nm. Considere as afirmações a seguir, relativas às
propriedades características da maioria das partículas
coloidais.
I
-
Não podem ser separadas das soluções pelo processo
de diálise.
II
-
T 2 >T 1 porque a região B apresenta um maior número de
moléculas com energia cinética maior do que a energia
de ativação.
II
-
Podem provocar o espalhamento de luz incidente.
III - São retidas em papel de filtro comum.
III
- T 1 >T 2 porque a área total sob a curva na temperatura T 1 é
maior do que a área sob a curva na temperatura T 2 .
IV- Possuem cargas elétricas e podem migrar sob a
influ ência de potencial adequado.
Estão corretas APENAS as afirmações
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)
(A)
I e II
(A)
I
(B)
II e IV
(B)
II
(C)
III e IV
(C)
III
(D)
I, III e IV
(D)
I e II
(E)
II, III e IV
(E)
II e III
número relativo
de moléculas
34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os
9
9
34 Sabendo que a entalpia de rede dos sais é inversamente proporcional à distância entre os

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.
H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.
H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.

H

H

38

O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço. Nesse processo de eletrodeposição, o material a ser protegido deve ser colocado

  • (A) tanto como catodo quanto como anodo de uma cuba eletrolítica se o eletrólito contiver um sal de zinco.

  • (B) como catodo de uma cuba eletrolítica, onde o eletrólito contém um sal de zinco.

  • (C) como catodo de uma cuba eletrolítica, e o eletrólito não pode conter sais de zinco.

  • (D) como anodo de uma cuba eletrolítica, onde o catodo é uma

  • (E) como anodo de uma cuba eletrolítica, onde o catodo é uma

39

barra de zinco. barra de zinco metálico.

Sabendo que a dissolução de 0,3 g de uréia em 10,0 g de água de ebulição da água, considere as afirmações a seguir.

  • I -

    • II -

provoca uma alteração de aproximadamente 0,3 o C no ponto

Uma solução 0,5 molal de uréia em água terá ponto de ebulição normal de aproximadamente 100,3 o C.

Uma solução 0,5 molal de NaCl em água terá ponto de ebulição normal de aproximadamente 100,3 o C.

III - A solubilização de 0,3 g de KCl em 10 g de água acarretará uma elevação na temperatura de ebulição da água de, aproximadamente, 0,3 o C. IV - A solubilização de 0,6 g de uréia em 10 g de água acarretará uma elevação na temperatura de ebulição da água igual a 0,6 o C.

(Dados:

Ponto de ebulição normal da água: 100 o C;

Estão corretas APENAS as afirmações

  • (A) I e II

40

(B) III e IV

Massa molecular da uréia = 60 gmol - 1 )

(D) I, II e IV

(E) II, III e IV

K e = 0,5 o Cm - 1 ;

T e = K e .m;

Um processo de alquilação utilizado nas refinarias de petróleo

para a produção de gasolinas com alta octanagem consiste da

H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.

reação de isobutano com isobuteno, catalisada por ácido sulfúrico.

+
+
  • (A) isobutano, gerando um carbânion terciário que reage com terciário que, ao reagir com o isobuteno, produz o isoctano.

(isoctano)

Sobre as principais etapas envolvidas nesse processo de alquilação, o ácido sulfúrico protona uma molécula de

uma outra molécula de isobutano, gerando um outro carbânion

uma molécula de isobuteno, gerando um segundo carbânion

uma outra molécula de isobuteno, gerando um outro carbocátion

  • (B) isobutano, gerando um carbânion primário que reage com primário que, ao reagir com isobutano, produz o isoctano.

  • (C) isobuteno, gerando um carbocátion terciário que reage com

terciário que, ao reagir com o isobutano, produz o isoctano.

  • (D) isobuteno, gerando um carbocátion terciário que reage com uma outra molécula de isobuteno, gerando um carbânion primário que, ao reagir com o isobutano, produz isoctano.

  • (E) isobuteno, gerando um carbocátion primário que reage com que, ao reagir com isobutano, produz o isoctano.

41

outra molécula de isobuteno, gerando um carbocátion terciário

Observe o ponto de ebulição e a basicidade dos compostos nitrogenados mostrados a seguir.

O H N H
O
H
N
H

A esse respeito, é correto afirmar que a

H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.

CN

  • (A) amina é a substância mais básica e de maior ponto de ebulição.

  • (B) nitrila é a substância mais básica e de menor ponto de ebulição.

  • (C) amida é a substância mais básica e apresenta o maior ponto de ebulição.

  • (D) amida é a substância menos básica e de menor ponto de

  • (E) amina é a substância menos básica e de menor ponto de

H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.
10
10
H 38 O zinco é um metal amplamente utilizado na galvanização, principalmente, de ferro e aço.

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42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o
42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o
42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o
42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o
42
Considere a reação a seguir.
Cl
H 2 O
O
Os possíveis produtos e o mecanismo de reação envolvido na formação de cada produto são:
Produto I / Mecanismo
Produto II / Mecanismo
Produto III / Mecanismo
OH
O
(A)
OH
SN
1
E
SN 2
1
OH
(B)
NÃO SE FORMA.
OH
SN
2
E
2
OH
(C)
NÃO SE FORMA.
OH
SN
1
SN 1
O
(D)
NÃO SE FORMA.
OH
E 1
SN
1
O
(E)
NÃO SE FORMA.
NÃO SE FORMA.
SN
1
43
Considere as transformações envolvidas na síntese do 3-metil-2-buteno-1-ol utilizando a acetona como substrato inicial.
OH
O
O
O
O
I
II
III
IV
2
C
CH 3
H 3 C
H 3 C
C
CH 2
C
CH 3
H 3 C
H 3 C
C
CH
C
CH 3
H 3 C
H 3 C
C
CH
C
OH
H 3 C
H 3 C
C
CHCH 2 OH
H 3 C
Os reagentes capazes de viabilizar as transformações requeridas são:
Reagentes
I
II
III IV
(A)
Ba(OH)
I 2
NaOCl, NaOH
2
(B)
HCl
Br
H 2 SO 4 , NaCl
2
(C)
Ba(OH)
Br
NaOCl, NaOH
H 2 / Pt
NaBH 4
H 2 / Pt
2
2
(D)
HCl
I
H 2 SO 4 , NaCl
NaBH 4
2
(E)
Ba(OH)
I
NaOCl, NaOH
LiAlH 4
2
2
42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o
11
11
42 Considere a reação a seguir. Cl H 2 O O Os possíveis produtos e o

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44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n
44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n
44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n
44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n
44
perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir.
I
II
O
O
O
OOOO
n
n
III
O
O
O
O
O
O
O
O
n
OOO IV
OOO
n
Os monômeros usados na produção dos polímeros I a IV mostrados acima, respectivamente, são:
Polímero
I
II
III
IV
O
O
O
O
(A)
O
+
HO
HO
OH
OH
H
OH
O
O
O
OH
O
HO
(B)
O
+
OH
CO 2
OH
O
O
O
OH
O
O
O
+
(C)
O
H
H
OH
O
O
O
O
OH
O
O
(D)
O
+
H
OH
O
OH
O
OH
O
O
HO
(E)
+
OH
CO 2
O
O
OH

O aumento na profundidade dos poços de petróleo marinhos exige que seja freqüente a otimização das formulações de fluidos de perfuração. Polímeros oxigenados como os poliglicóis e poliéteres são amplamente utilizados na formulação de fluidos de

44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n
12
12
44 perfuração. Considere os polímeros oxigenados mostrados a seguir. I II O O O OOOO n

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de
45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de
45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de
45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de
45
Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de petróleo, foram separadas as
substâncias indicadas no cromatograma abaixo.
Coluna GS-GasPro, 60 m x 0,32 mm d.i.
Injetor: 200°C, 1:15 vazão de split
Injeção manual de 100 microlitros de amostra
Programação do forno: -80°C (3 min), -80°C a 260°C
a 25°C/min, isoterma a 260°C
3
11
13
11
- Isobutano
1
- Hidrogênio
12
- n-butano
2
- Oxigênio
6
6
- Etano
13
- l-buteno
3
- Nitrogênio
7
- Dióxido de carbono
14
- trans-2-buteno
4
- Monóxido de carbono
8
- Etileno
15
- cis-2-buteno
5
- Metano
9
- Propano
10 -Propileno
16
- Isopentano
17
- n-pentano
4
12
9
7
14
2
15
5
16
8
10
17
1
2
4
6
8
10
12
14
16
http://www.chem.agilent.com/temp/rad4EE1D/00000618.PDF acessado em 12 maio 2008.
O gás de arraste e o detector capazes de viabilizar a detecção de todos os compostos indicados no cromatograma são,
respectivamente,
(A)
He e condutividade térmica (TCD).
(B)
He e ionização em chama (FID).
(C)
H
e ionização em chama (FID).
(D)
H 2 e captura de elétrons (ECD).
2
(E)
N 2 e condutividade térmica (TCD).
46
Os dados da tabela a seguir foram usados na construção de uma curva de calibração utilizada na dosagem da concentração
de um metal presente numa água oriunda de um despejo industrial, através da técnica de ultravioleta-visível.
(Dados: A = k.b.C, onde k é uma constante característica do complexo metálico, b é a distância do percurso ótico e C é a
concentração composto orgânico.)
μg/mL
Absorvância
0
0,05
5
0,06
10
0,07
15
0,08
20
0,092
25
0,107
30
0,120
40
0,145
50
0,170
60
0,190
80
0,240
A análise de uma alíquota desse rejeito industrial apresentou um valor de absorvância (já corrigido em relação ao branco) igual
a 0,150. A concentração do composto orgânico presente no rejeito industrial, em g/mL, é
(A)
41,7
(B) 58,3
(C) 62,5
(D) 66,6
(E) 83,3
45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de
13
13
45 Na análise por cromatografia gasosa de uma mistura de gases oriunda de uma refinaria de

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47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma
47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma
47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma
47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma
47
Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma solução de
ácido acético por solução de NaOH 0,1 M mostrados a seguir.
7
6
5
4
3
2
1
0
20,5
20, 7
20,9
21,1
21,3
21,5
21,7
21,9
22, 1
22,3
22,5
V / mL
15
10
5
0
20,5
20,7
20,9
21, 1
21,3
21,5
21,7
21,9
-5
-10
-15
V / mL
Com base na análise dos gráficos, o ponto de equivalência dessa titulação ocorre com a adição de
(A)
20,7 mL de titulante com base no gráfico de derivada segunda.
(B)
20,9 mL de titulante com base no gráfico de derivada primeira.
(C)
21,2 mL de titulante com base no gráfico de derivada segunda.
(D)
21,4 mL de titulante com base no gráfico de derivada segunda.
(E)
21,9 mL de titulante com base no gráfico de derivada primeira.
48
Ao ser titulado por uma base, um ácido polifosfórico apresentou pontos de equivalência em 30,4 cm 3 e 45,6 cm 3 . O número de
átomos de fósforo e a quantidade de hidrogênios ácidos dessa molécula correspondem, respectivamente, a
(A)
2 e 4
(B)
3 e 5
(C)
3 e 6
(D)
4 e 6
(E)
4 e 8
pH / V
2pH / V2
47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma
14
14
47 Considere os gráficos de derivada primeira e derivada segunda correspondentes à titulação potenciométrica de uma

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

49 Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação
49 Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação
49 Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação

49

Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação de 100 mL de uma solução 0,1 M de NaCl e à titulação de 100 mL de uma solução 0,1 M de KI são, respectivamente, os gráficos

16 14 12 GRÁFICO I 10 8 6 4 2 0 90 95 100 105 110
16
14
12
GRÁFICO I
10
8
6
4
2
0
90
95
100
105
110
log [Ag + ]

Volume de solução 0,1mol.L 1 de AgNO 3 adicionado (mL)

16 14 12 + 10 GRÁFICO II 8 6 4 2 0 90 95 100 105
16
14
12
+
10
GRÁFICO II
8
6
4
2
0
90
95
100
105
110
log [Ag + ]

Volume de solução 0,1mol.L 1 de AgNO 3 adicionado (mL)

16 14 12 10 GRÁFICO III 8 6 4 2 0 90 95 100 105 110
16
14
12
10
GRÁFICO III
8
6
4
2
0
90
95
100
105
110
log [Ag + ]

Volume de solução 0,1mol.L 1 de AgNO 3 adicionado (mL)

16 14 12 10 + 8 GRÁFICO IV 6 4 2 0 90 95 100 105
16
14
12
10
+
8
GRÁFICO IV
6
4
2
0
90
95
100
105
110
log [Ag + ]

Volume de solução 0,1mol.L 1 de AgNO 3 adicionado (mL)

16 14 12 10 8 GRÁFICO V 6 4 2 0 90 95 100 105 110
16
14
12
10
8
GRÁFICO V
6
4
2
0
90
95
100
105
110
log [Ag + ]

Volume de solução 0,1mol.L 1 de AgNO 3 adicionado (mL)

(Dados: K sol (AgCl) = 1,2 x 10 10 e K sol (AgI) = 1,7 x 10 16 )

  • (A) I e II

  • (B) I e V

  • (C) II e III

  • (D) III e IV

  • (E) IV e V

49 Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação
15
15
49 Dentre os gráficos de I a V mostrados a seguir, os que correspondem à titulação

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

50 Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G Temperatura, T Considerando a pressão constante, e com
50 Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G Temperatura, T Considerando a pressão constante, e com
50 Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G Temperatura, T Considerando a pressão constante, e com

50

Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G
Gás
Líquido
Sólido
Energia de Gibbs, G

Temperatura, T

Considerando a pressão constante, e com base na interpre- tação das informações apresentadas no gráfico acima, ana- lise as afirmações a seguir.

  • I - A Energia de Gibbs se altera mais sensivelmente na fase gasosa do que na fase líquida porque a entropia de uma substância é maior na fase gasosa do que na fase líquida. II - A Energia de Gibbs se altera mais sensivelmente na fase sólida do que na fase líquida porque a entropia de uma substância é maior na fase líquida do que na fase sólida. III - A Energia de Gibbs nas fases sólida, líquida e gasosa não depende da entropia.

Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)

(A)

(C)

(E)

I

III

II e III

(B) II

(D)

I e II

51

Considere desprezível a resistência do elemento filtrante de seção circular numa filtração convencional a vácuo (a pressão constante). (Dados:

tempo de filtração =

cV 2

2

2A P

onde = viscosidade do fluido = resistência específica da torta

  • c = concentração da suspensão

  • v = volume de filtrado P = pressão)

Ao se dobrar o raio do elemento filtrante, o tempo de filtração será

(A)

(C)

(E)

aumentado 16 vezes.

mantido inalterado.

diminuído 16 vezes.

(B)

aumentado 4 vezes.

(D)

diminuído 2 vezes.

52 Na figura abaixo encontra-se esquematizada uma unidade de destilação azeotrópica. decantador S I T 1
52
Na figura abaixo encontra-se esquematizada uma unidade
de destilação azeotrópica.
decantador
S
I
T 1
T 2
coluna 2
coluna 1
F
F
1
2
Para exemplificar o funcionamento de uma unidade desse
tipo, considere a produção de etanol anidro a partir do etanol
hidratado em que se usa o benzeno como solvente que for-
ma azeótropo de máxima pressão de vapor.
A esse respeito, analise as afirmações a seguir.
I
- O etanol anidro é retirado na corrente F 1 e a água, na
corrente F 2 .
- O etanol anidro é retirado na corrente T 2 e a água, na
corrente F 2 .
III - A fase I no decantador é rica em etanol e água.
II
IV -
O solvente sai majoritariamente na corrente F 1 .
V
- O etanol hidratado sai na corrente T 2 e a água, na cor-
rente F 2 .
Estão corretas APENAS as afirmações
(A)
I e III
(B)
II e IV
(C)
I, III e V
(D)
II, III e IV
(E)
III, IV e V
50 Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G Temperatura, T Considerando a pressão constante, e com
16
16
50 Gás Líquido Sólido Energia de Gibbs, G Temperatura, T Considerando a pressão constante, e com

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n
A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n
A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n

A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n os 53 e 54.

53

I II III IV
I
II
III
IV

A trietanolamina em solução aquosa é um solvente utilizado na retirada do H 2 S contido em diversos gases industriais. Numa refinaria, o gás proveniente de uma coluna de destila- ção de petróleo está contaminado com pequena quantidade de H 2 S. Deseja-se reduzir drasticamente a concentração de H 2 S no produto final usando a coluna recheada mostrada acima. Considerando as correntes que serão introduzidas ou removidas da coluna nas posições de I a IV, conclui-se que se trata de uma operação de

  • (A) esgotamento, na qual o gás contaminado deverá ser in- troduzido na posição II e a trietanolamina pura deverá ser introduzida na posição III.

  • (B) esgotamento, na qual o gás contaminado deverá ser in- troduzido na posição III e a trietanolamina contaminada deverá ser removida na posição IV.

  • (C) esgotamento, na qual a trietanolamina pura deverá ser introduzida na posição IV e o gás contaminado deverá ser introduzido na posição III.

  • (D) absorção, na qual a trietanolamina pura deverá ser introduzida na posição II e o gás purificado deverá ser removido na posição I.

  • (E) absorção, na qual a corrente gasosa contaminada deve- rá ser introduzida na posição I e a trietanolamina pura deverá ser introduzida na posição III.

54

Um rejeito industrial que está contaminado por compostos orgânicos voláteis solúveis em água precisa ser tratado para poder ser descartado. Pretende-se remover esses compos-

tos voláteis usando vapor d’água.

Considerando as correntes que serão introduzidas ou remo-

vidas da coluna nas posições de I a IV, conclui-se que se trata de uma operação de

(A)

(B)

esgotamento, na qual o rejeito contaminado deverá ser introduzido na posição II e o vapor deverá ser introduzido

na posição III.

esgotamento, na qual o rejeito contaminado deverá ser

introduzido na posição III e o vapor deverá ser introduzi- do na posição I.

(C)

(D)

(E)

esgotamento, na qual o rejeito contaminado deverá ser introduzido na posição IV e o vapor, na posição I.

absorção, na qual o vapor entra na posição IV e o rejeito tratado sai pela posição III.

absorção, na qual o vapor entra na posição II e sai com

os compostos orgânicos voláteis pela posição I.

55

Extrações líquido-líquido podem ser feitas em equipamentos simples do tipo mostrado na figura a seguir. G
Extrações líquido-líquido podem ser feitas em equipamentos
simples do tipo mostrado na figura a seguir.
G
L
L+G
Planovsky & Nikolaev. Unit Operations and Equipment of
Chemical Engineering. p. 378, Mir Publishers, 1990.
a
b
c

Considere a equação a h + (b-a) 1 = c h onde:

h = densidade da fase mais densa 1 = densidade da fase menos densa a, b e c = alturas L = corrente mais densa G = corrente menos densa Essa equação mostra a relação existente entre as densidades da corrente mais densa (L) e da corrente menos densa (G). Assim, a análise do equipamento e da equação que rege o seu funcionamento mostram que a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

altura da saída da corrente menos densa define a concentra- ção máxima de soluto que pode ser transferida entre L e G.

altura da saída da corrente mais densa define a concentra- ção máxima de soluto que pode ser transferida entre L e G.

altura da saída onde a corrente mais densa deixa o equi- pamento depende da posição da interface L/G no interior do tanque.

altura da saída onde a corrente mais densa deixa o equi- pamento só depende da densidade da corrente menos densa.

a altura de todas as saídas independe de qualquer den- sidade.

A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n
17
17
A coluna de recheio mostrada na figura abaixo será empregada na resolução das questões de n

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

56 Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no
56 Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no
56 Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no

56

Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no seu centróide são peso, empuxo e uma força externa. (Dados:

Massa específica do cubo de bronze 86,9 kN/m 3 . Massa específica da água 9,81 kN/m 3 )

O módulo da força externa requerida para manter o cubo em equilíbrio e completamente submerso em água é, em kN, aproximadamente, igual a

(A)

0,9

(B)

9,7

(C)

19,4

(D)

96,0

(E)

108,0

57

Uma tubulação cilíndrica tem um trecho com uma seção de 300 mm de diâmetro e outro com 200 mm de diâmetro. A redução de seção é feita através de um elemento cônico colocado entre os dois trechos. Na parte maior da seção escoa ar com peso específico 9,8 N/m³ a uma vazão de 3,06 m³/s. Ao fluir para o trecho de menor seção, o ar sofre uma redução de pressão e aumento de velocidade, provo cando uma expansão no mesmo e reduzindo o peso específico para 7,85 N/m³. Para o sistema descrito acima, a vazão e a velocidade do ar no trecho de menor seção, respectivamente, em m 3 /s e m/s, são

 

(Dados:

VA=constante é a massa específica do fluido V é a velocidade do fluido é a área da seção transversal ao escoamento)

(A)

3,06 e 43,3

(B)

3,06 e 121,6

(C)

3,82 e 43,3

(D)

3,82 e 121,6

(E)

3,82 e 243,2

58

Com relação às características termodinâmicas de um

fluido em escoamento, é correto afirmar que

(A)

o estado termodinâmico é a condição de um sistema

descrito por suas propriedades intensivas.

(B)

o ciclo termodinâmico sempre é idêntico ao ciclo mecâ nico.

(C)

a pressão é uma propriedade vetorial.

(D)

a temperatura é independente da intensidade média do movimento molecular.

(E)

suas propriedades extensivas independem do tamanho do sistema.

59

A respeito das máquinas termodinâmicas, assinale a afir- mativa correta.

(A)

A perda de calor por atrito reduz a eficiência termodinâmica do ciclo.

(B)

A eficiência termodinâmica é independente das tempe raturas sob as quais o ciclo está operando.

(C)

Quanto menor a diferença entre as temperaturas de operação, maior será a eficiência termodinâmica.

(D)

Ciclos irreversíveis são mais eficientes que os reversí veis.

(E)

Ciclos reversíveis são desenvolvidos em máquinas termodinâmicas reais.

60

Um Ciclo de Carnot é definido como um processo cíclico reversível que utiliza um gás perfeito e que consta de trans formações isotérmicas e adiabáticas. A representação gráfica do Ciclo de Carnot em um diagrama P-V é mostrada a seguir.

 
59 A respeito das máquinas termodinâmicas, assinale a afir- mativa correta. (A) A perda de calor

Sobre esse processo e com base na figura acima, conclui- se que

(A)

a temperatura Ta é menor que a temperatura Tb.

(B)

o Ciclo de Carnot é a máquina térmica menos eficiente

que opera em duas temperaturas Ta e Tb.

(C)

o Ciclo de Carnot demonstra que o maior rendimento possível para uma máquina térmica é o de uma máquina que realiza um ciclo de duas transformações adiabáticas e duas transformações isotérmicas, alternadas entre si.

(D)

os caminhos a-b e c-d correspondem a transformações adiabáticas.

(E)

os caminhos b-c e d-a correspondem a transformações isotérmicas.

61

No escoamento turbulento de fluidos em tubos, o fator de atrito é dependente do(a)

(A)

número de Re, apenas.

(B)

número de Re e do comprimento do tubo.

(C)

número de Re, da rugosidade e do diâmetro do tubo.

(D)

número de Re e independente das características do tubo.

(E)

velocidade do fluido e independente da densidade do fluido.

56 Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no
18
18
56 Considere um cubo de bronze de 0,5 m de aresta. As forças que atuam no

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre
62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre
62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre
62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre
62
Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre o NPSH disponível pelo
sistema na sucção e o requerido pela bomba:
Região 1
Região 2
Região 3
NPSH disponível
P2
NPSH requerido
Vazão volumétrica
A esse respeito, considere as afirmativas a seguir.
I
-
O ponto P2 corresponde ao ponto de operação do sistema de bombeio.
II
-
III -
A operação na faixa de vazão correspondente à região 2 indica risco de cavitação.
A faixa de vazão para operação eficiente do sistema de bombeio corresponde à região 1.
IV - A faixa de vazão para operação eficiente do sistema de bombeio corresponde à região 3.
Estão corretas APENAS as afirmativas
(A)
I e II
(B)
I e IV
(C) II e III
(D) II e IV
(E) III e IV
63
A figura a seguir ilustra a relação entre a curva característica de uma bomba centrífuga e a curva de perda de carga do sistema
de escoamento de um líquido, no qual a bomba mencionada será instalada.
Curva característica da bomba
P1
Curva do sistema
Vazão volumétrica
Neste sistema, o(a)
(A)
ponto P1 é um ponto estável de operação, pois quaisquer perturbações momentâneas na carga do sistema ou na vazão da
bomba levarão o ponto de operação novamente para o ponto P1.
(B)
ponto P1 é um ponto instável de operação, pois quaisquer perturbações momentâneas na carga do sistema ou na vazão
da bomba deslocarão o ponto de operação no sentido do aumento da vazão.
(C)
ponto de interseção entre as curvas da bomba e do sistema se deslocará no sentido do aumento da vazão para fluidos
mais viscosos que o considerado na figura.
(D)
curva não é influenciada pela viscosidade do fluido.
(E)
operação com vazões acima daquela referente ao ponto P1 provocará cavitação do fluido.
Carga
Carga
62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre
19
19
62 Um sistema de bombeio de fluido usando uma bomba centrífuga apresenta a seguinte relação entre

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é
h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é
h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é
h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é
h 1
A 1
h 2
A 2
V
V
1
2
2
1
V é o módulo da velocidade média do fluido
A é a área da seção transversal do tubo
h é a altura do menisco em relação ao centro do tubo
V 2 é dependente apenas de V 1 , A 1 e A 2 .
V 2 é independente apenas de A 1 .
V 2 é (A 1 /A 2 ) vezes menor que V 1 , se o fluido é incompressível.
a diferença (h 2 − h 1 ) é maior que zero.
diminuição do coeficiente global de transferência de calor do equipamento.
diminuição da resistência à transferência de calor do equipamento.
diminuição da condutividade térmica dos tubos do trocador de calor.
aumento do coeficiente global de transferência de calor do equipamento.
aumento da condutividade térmica dos tubos do trocador de calor.
mm e 8 passes através do casco.
(B)
5,10 Kg . s - 1 e 4,1 m
(D)
10,50 Kg . s - 1 e 6,0 m

64

O Tubo de Venturi é um instrumento usado como medidor de estrangulamento, conforme indica a figura.

vazão de fuidos e corresponde a um tubo horizontal, dotado de um

Com base na figura acima, conclui-se que

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

V 2 é proporcional à raíz quadrada da diferença de pressão entre os pontos 1 e 2, considerando fluido incompressível, escoamento permanente e sem atrito.

65

A formação de incrustações é um fenômeno típico no escoamento em tubulações que compõem trocadores de calor do tipo

casco e tubos. Um exemplo típico é a deposição de carbonato de cálcio (CaCO 3 ) incrustando as tubulações dos trocadores de calor que usam água como fluido refrigerante. Esse efeito reduz a eficiência de troca térmica e o calibre desses dutos.

A esse respeito, sob o ponto de vista de transferência de deposição de carbonato de cálcio, que provoca

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

calor, a redução da eficiência térmica pode ser explicada pela

66

Um trocador de calor casco-tubos opera com escoamento de óleo através do casco para aquecer uma corrente de

2,5 Kg.s - 1 de água, desde a temperatura de 15 o C até 85 o C. A

temperatura do óleo na entrada do trocador é igual a 160 o C e

na saída é igual a 100 o C. Tal trocador é formado por 10 tubos de parede muito fina, cada tubo com diâmetro igual a

25

(Dados:

Coeficiente convectivo médio de transferência de calor, nas condições de operação do trocador para o óleo, é igual a 354 W.m - 2 e para a água pode ser considerado infinito.

• O calor específico da água é aproximadamente constante igual a 2.400 KJ.Kg - 1 .K - 1 .)

e igual a 4.200 KJ.Kg - 1 .K - 1 , assim como o do óleo, admitido

O fator de correção para o trocador é igual a 1 e a média logarítmica da diferença entre as temperaturas dos fluidos é igual a 80 o C.

Para atender as condições de projeto, a vazão mássica de óleo devem ser iguais a

e o comprimento do casco do trocador, respectivamente,

  • (A) 1,50 Kg . s - 1 e 6,0 m

  • (C) 5,10 Kg . s - 1 e 33,1 m

  • (E) 10,50 Kg . s - 1 e 33,1 m

h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é
20
20
h 1 A 1 h 2 A 2 V V 1 2 2 1 V é

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

67 Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos,
67 Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos,
67 Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos,

67

Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos, o coeficiente convectivo de trans- ferência de calor é influenciado

(A)

pela intensidade do campo gravitacional terrestre.

(B)

pelas propriedades físicas do fluido avaliadas na tempe- ratura média do fluido, da intensidade do campo de for- ças, sob o qual o fluido está submetido e pelo diâmetro do tubo.

(C)

pelas propriedades físicas do fluido avaliadas na tempe- ratura da parede do tubo.

(D)

pelo diâmetro do tubo apenas.

(E)

pelo comprimento do tubo.

68

Um trocador de calor de tubos concêntricos foi projetado para promover o resfriamento de uma corrente de óleo

usando água como fluido refrigerante. De acordo com as condições de projeto, a temperatura de saída da corrente de óleo era menor que a temperatura de saída da corrente de água. Assim, esse trocador de calor

(A)

opera com escoamento em contracorrente.

(B)

opera com escoamento em paralelo.

(C)

está mal dimensionado, pois neste caso há subaproveitamento de energia.

(D)

não funcionará adequadamente, pois suas condições de projeto não estão de acordo com a lei zero da termodinânica.

(E)

não funcionará adequadamente, pois suas condições de projeto não estão de acordo com a primeira lei da termodinâmica.

69

Considere um sistema de decantação para separação sóli do/fluido cujas partículas estão apenas sob influência do

campo gravitacional e das forças de superfície. Nes- se caso, a veloci dade da “frente” de sedimentação

(A)

aumenta com o aumento da concentração volumétrica de sólidos.

(B)

aumenta com o aumento da viscosidade do fluido.

(C)

é independente da concentração volumétrica de sólidos.

(D)

é independente da viscosidade do fluido.

(E)

diminui com o aumento da concentração volumétrica de sólidos.

70

Hidrociclones são equipamentos de separação sólido/fluido freqüentemente empregados na retirada de areia do óleo extraído em plataformas marítimas.

Com relação a esse equipamento, assinale a afirmativa correta.

(A)

O diâmetro de corte de um hidrociclone é independente do diâmetro da seção cilíndrica do equipamento.

(B)

O diâmetro de corte de hidrociclones só é dependente das características geométricas do equipamento.

(C)

Os hidrociclones são separadores gravitacionais.

(D)

A distribuição de diâmetros efetivos do sólido na corrente de alimentação de um hidrociclone não influencia a eficiência do equipamento.

(E)

A eficiência total de hidrociclones depende do seu diâmetro de corte e da distribuição de diâmetros efetivos do sólido na corrente de alimentação do equipamento.

CONTINUA

67 Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos,
21
21
67 Com relação ao fenômeno de troca de calor por convecção forçada no interior de tubos,

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

22 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
22 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
22 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
22 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR
22
22
22 QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR

no último dígito é ± 1, exceto quando

Massa atômica relativa. A incerteza

indicado entre parênteses.

no último dígito é ± 1, exceto quando Massa atômica relativa. A incerteza indicado entre parênteses.
no último dígito é ± 1, exceto quando Massa atômica relativa. A incerteza indicado entre parênteses.
no último dígito é ± 1, exceto quando Massa atômica relativa. A incerteza indicado entre parênteses.
FRÂNCIO CÉSIO RUBÍDIO POTÁSSIO SÓDIO LÍTIO HIDROGÊNIO NOME DO ELEMENTO 1 CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS 18
FRÂNCIO
CÉSIO
RUBÍDIO
POTÁSSIO
SÓDIO
LÍTIO
HIDROGÊNIO
NOME DO ELEMENTO
1
CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS
18
IA
Com massas atômicas referidas ao isótopo 12 do carbono
VIIIA
1
2
RÁDIO
BERÍLIO
BÁRIO
ESTRÔNCIO
CÁLCIO
MAGNÉSIO
13
14
15
16
17
1
H
2
He
1,0079
IIA
IIIA
IVA
VA
VIA
VIIA
4,0026
3
4
5
6
7
8
9
10
ÍTRIO
ESCÂNDIO
2
Li
Be
B
C
N
O
F
Ne
6,941(2)
9,0122
10,811(5)
12,011
14,007
15,999
18,998
20,180
11
12
13
14
15
16
17
18
Na
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
ACTÍNIO
LANTÂNIO
RUTHERFÓRDIO
HÁFNIO
ZIRCÔNIO
TITÂNIO
3
Mg
Al
Si
P
S
Cl
Ar
22,990
24,305
IIIB
IVB
VB
VIB
VIIB
VIII
VIII
VIII
IB
IIB
26,982
28,086
30,974
32,066(6)
35,453
39,948
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
K
Ca
Sc
Ti
V
Cr
Mn
Fe
Co
Ni
Cu
Zn
Ga
Ge
As
Se
Br
Kr
TÓRIO
CÉRIO
DÚBNIO
TÂNTALO
NIÓBIO
VANÁDIO
4
39,098
40,078(4)
44,956
47,867
50,942
51,996
54,938
55,845(2)
58,933
58,693
63,546(3)
65,39(2)
69,723
72,61(2)
74,922
78,96(3)
79,904
83,80
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
5
Rb
Sr
Y
Zr
Nb
Mo
Tc
Ru
Rh
Pd
Ag
Cd
In
Sn
Sb
Te
I
Xe
PROTACTÍNIO
PRASEODÍMIO
SEABÓRGIO
TUNGSTÊNIO
MOLIBDÊNIO
CRÔMIO
85,468
87,62
88,906
91,224(2)
92,906
95,94
98,906
101,07(2)
102,91
106,42
107,87
112,41
114,82
118,71
121,76
127,60(3)
126,90
131,29(2)
55
56
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
57 a 71
6
Cs
Ba
Hf
Ta
W
Re
Os
Ir
Pt
Au
Hg
Tl
Pb
Bi
Po
At
Rn
URÂNIO
NEODÍMIO
BÓHRIO
RÊNIO
TECNÉCIO
MANGANÊS
La-Lu
132,91
137,33
178,49(2)
180,95
183,84
186,21
190,23(3)
192,22
195,08(3)
196,97
200,59(2)
204,38
207,2
208,98
209,98
209,99
222,02
87
88
104
105
106
107
108
109
110
111
112
89 a 103
7
Fr
Ra
Rf
Db
Sg
Bh
Hs
Mt
Uun
Uuu
Uub
Ac-Lr
NETÚNIO
PROMÉCIO
HASSIO
ÓSMIO
RUTÊNIO
FERRO
223,02
226,03
261
262
PLUTÔNIO
SAMÁRIO
MEITNÉRIO
IRÍDIO
RÓDIO
COBALTO
Série dos Lantanídios
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
Número Atômico
6
La
Ce
Pr
Nd
Pm
Sm
Eu
Gd
Tb
Dy
Ho
Er
Tm
Yb
Lu
AMERÍCIO
EURÓPIO
UNUNILIO
PLATINA
PALÁDIO
NÍQUEL
138,91
140,12
140,91
144,24(3)
146,92
150,36(3)
151,96
157,25(3)
158,93
162,50(3)
164,93
167,26(3)
168,93
173,04(3)
174,97
Símbolo
Série dos Actinídios
CÚRIO
GADOLÍNIO
UNUNÚNIO
OURO
PRATA
COBRE
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
101
102
103
Massa Atômica
7
Ac
Th
Pa
U
Np
Pu
Am
Cm
Bk
Cf
Es
Fm
Md
No
Lr
227,03
232,04
231,04
238,03
237,05
239,05
241,06
244,06
249,08
252,08
252,08
257,10
258,10
259,10
262,11
BERQUÉLIO
TÉRBIO
UNÚNBIO
MERCÚRIO
CÁDMIO
ZINCO
CALIFÓRNIO
DISPRÓSIO
TÁLIO
ÍNDIO
GÁLIO
ALUMÍNIO
BORO
EINSTÊINIO
HÓLMIO
CHUMBO
ESTANHO
GERMÂNIO
SILÍCIO
CARBONO
FÉRMIO
ÉRBIO
BISMUTO
ANTIMÔNIO
ARSÊNIO
FÓSFORO
NITROGÊNIO
MENDELÉVIO
TÚLIO
POLÔNIO
TELÚRIO
SELÊNIO
ENXOFRE
OXIGÊNIO
NOBÉLIO
ASTATO
BROMO
CLORO
FLÚOR
ITÉRBIO
IODO
LAURÊNCIO
LUTÉCIO
RADÔNIO
XENÔNIO
CRIPTÔNIO
ARGÔNIO
NEÔNIO
HÉLIO
no último dígito é ± 1, exceto quando Massa atômica relativa. A incerteza indicado entre parênteses.
23
23
no último dígito é ± 1, exceto quando Massa atômica relativa. A incerteza indicado entre parênteses.

QUÍMICO(A) DE PETRÓLEO JÚNIOR