MANUAL DE PROCEDIMENTOS, ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

Departamento de Obras Públicas Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano
Revisão 08

Manual de Procedimentos, Elaboração e Apresentação de Projetos

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ............................................................................................6 LISTA DE SIGLAS .........................................................................................6 ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DO DOP ...................................................7 1. ATRIBUIÇÕES GERAIS NA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ..................8 2. INSTRUÇÕES GERAIS PARA O ANDAMENTO DOS PROCESSOS ......9 2.1. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELA DPA E PELA DPC ....................9 2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO E AVALIAÇÃO DE ELEMENTOS TÉCNICOS ..................................................................................................9 2.1.2. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROJETO......................................9 2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO ....9 2.2. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELAS CROPs ...............................10 2.2.1. PROCESSOS EM GERAL ...................................................................10 2.2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO......................................................10 2.2.1.2. PLANEJAMENTO DO PROJETO .....................................................10 2.2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO ...............................................................................................10 2.2.2. SITUAÇÕES EMERGENCIAIS ............................................................11 3. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NAS CROPs .....................................12 3.1 ELEMENTOS TÉCNICOS.......................................................................12 3.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES.....................................................................................13 3.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES..............................13 3.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA................................................................14 4. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NA DPA E NA DPC ..........................15 4.1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS .................................................................................... 15 4.1.1. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DO PROCESSO...................................15 4.1.2. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ..................................................15

4.1.2.1. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 16 4.1.2.2. PROJETOS E ELEMENTOS DE ACESSIBILIDADE.............................. 17 4.1.2.3. BIBLIOTECA DE PROJETOS-PADRÃO............................................. 17 4.1.2.4. DETALHAMENTOS....................................................................... 18 4.1.2.5. MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO................................... 18 4.1.3. FINALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO........................ 18 4.1.4. ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E ÀS NORMAS TÉCNICAS ................ 18 4.1.4.1. LEGISLAÇÃO E NORMAS EM GERAL ............................................. 18 4.1.4.2. LICENCIAMENTO AMBIENTAL...................................................... 19 4.1.4.3. ACESSIBILIDADE .......................................................................... 19 4.1.4.4. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO........................................................... 19 4.1.4.5. LEGISLAÇÃO E NORMAS ESPECÍFICAS DE ACORDO COM A TIPOLOGIA DO PROJETO.......................................................................... 20 4.1.4.5.1. PROJETOS DE ESCOLAS E AMBIENTES DE ENSINO:.................... 20 4.1.4.5.2. PROJETOS DE ARQUITETURA PRISIONAL: ................................. 20 4.1.4.5.3. PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS E AMBIENTES DE SAÚDE: ... 20 4.1.4.5.4. PROJETOS DE PRÉDIOS HISTÓRICOS E CULTURAIS (TOMBADOS OU NÃO):............................................................................ 20 4.1.4.5.5 OUTRAS TIPOLOGIAS E CASOS ESPECÍFICOS .............................. 21 4.1.5. PADRÕES DE GRAFICAÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS ......... 21 4.1.5.1. PADRÃO DE ESTILOS DE COTAS ................................................... 21 4.1.5.2. PADRÃO DE TEXTOS .................................................................... 22 4.1.5.3. PADRÃO DE ESPESSURA DE PENAS E CORES DE LAYERS............... 22 4.1.5.4. PADRÃO DE SÍMBOLOS GRÁFICOS............................................... 24 4.1.6. CONVERSÃO DE ARQUIVOS DE DATACAD PARA AUTOCAD............. 25 4.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES .................................................................................. 26 4.2.1. SITUAÇÕES DE PROJETO................................................................. 26 4.2.1.1. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO NA DPA ............................................................................... 26 4.2.1.2. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO POR TERCEIROS .................................................................. 26 4.2.1.3. PROJETOS COMPLEMENTARES DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES ELABORADOS NAS CROPs............................................ 26

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4.2.2. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS HIDROSSANITÁRIOS E DE INSTALAÇÕES DE GLP ...................................... 27 4.2.2.1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................27 4.2.2.2. ELEMENTOS TÉCNICOS ................................................................27 4.2.2.3. MEMORIAL DESCRITIVO ..............................................................28 4.2.2.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ..........................................................29 4.2.2.5. NORMAS E REGULAMENTOS .......................................................29 4.2.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PPCI .................................. 30 4.2.3.1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................30 4.2.3.2. ATIVIDADES TÉCNICAS.................................................................30 4.2.3.2.1. LEVANTAMENTOS ....................................................................31 4.2.3.2.2. LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO .................................................31 4.2.3.2.3. PLANO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO ..............................31 4.2.3.2.4. PROJETO DE SPDA ....................................................................31 4.2.3.2.5. ADEQUAÇÕES NOS PRÉDIOS EXISTENTES PARA O ATENDIMENTO DO PPCI...........................................................................31 4.2.3.3. LEGISLAÇÕES, REGULAMENTOS E NORMAS.................................31 4.2.3.3.1. GERAIS .....................................................................................32 4.2.3.3.2. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS EM PORTO ALEGRE.....................32 4.2.3.3.3. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS NAS DEMAIS CIDADES.................32 4.2.4. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ESTRUTURAIS ............................................................................................ 32 4.2.4.1. SONDAGEM E PROJETO DE FUNDAÇÕES......................................32 4.2.4.2. PROJETOS ESTRUTURAIS – CONCRETO ARMADO .........................32 4.2.4.2.1. PROJETO ESTRUTURAL .............................................................32 4.2.4.2.2. PROJETO ESTRUTURAL DE FOSSA SÉPTICA ................................33 4.2.4.2.3. PROJETO ESTRUTURAL DE MURO DE CONTENÇÃO ...................33 4.2.4.2.4. PROJETO ESTRUTURAL DE CENTRAL DE GÁS .............................33 4.2.4.2.5. ESPECIFICAR NAS PRANCHAS DO PROJETO ESTRUTURAL ..........33 4.2.4.3. PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO ...........34 4.2.4.4. MEMORIAIS DESCRITIVOS ...........................................................34 4.2.4.5. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA ..........................................................34 4.2.4.6. NORMAS TÉCNICAS A SEREM SEGUIDAS CONFORME A COMPLEXIDADE DO PROJETO ESTRUTURAL .............................................34

4.2.5. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS / TELEFONIA / CFTV / REDE LÓGICA / SPDA ............................................... 35 4.2.5.1. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 35 4.2.5.2. MEMORIAL DESCRITIVO.............................................................. 35 4.2.5.3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA.......................................................... 38 4.2.5.4. NORMAS E REGULAMENTOS....................................................... 38 4.2.6. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE EQUIPAMENTOS ....................................................................................... 41 4.2.6.1. ORIENTAÇÕES GERAIS................................................................. 41 4.2.6.2. ELEMENTOS TÉCNICOS................................................................ 41 4.2.6.3. MEMORIAL DESCRITIVO.............................................................. 42 4.2.6.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA.......................................................... 42 4.2.6.5. NORMAS E REGULAMENTOS....................................................... 42 4.3. REVISÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS ................................. 45 5. ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS ................................................. 46 5.1. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NA DOC.......................................... 46 5.2. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NAS CROPs..................................... 46 5.3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PLANILHAS DE ORÇAMENTO (PADRÃO PARA DOC E CROPs) .......................................... 46 5.4. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA DOC) ............................................................ 48 5.5. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA CROPs) ......................................................... 49 6. ELABORAÇÃO DE LEVANTAMENTOS PARA SUBSIDIAR PROJETOS .............................................................................................. 50 6.1 LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ......................................................... 50 6.2 LEVANTAMENTOS FOTOGRÁFICOS .................................................... 50 6.3. RELATÓRIO DE VISTORIA................................................................... 51 7. APRESENTAÇÃO DE PRANCHAS ...................................................... 52 7.1. PRANCHAS........................................................................................ 52 7.2. SELO PADRÃO................................................................................... 52

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PROJETO DE ACESSIBILIDADE................. SITUAÇÃO...............2...1...... PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DAS CROPS NA REDE DE COMPUTADORES EM PORTO ALEGRE..4............. 68 2..4............58 8. 68 2............3....................................................................2.............6.........61 9.......................DIRETRIZES . 64 3......... REPRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES DAS PRANCHAS .. BOXES DE ESTACIONAMENTO PARA PNE . OUTROS DOCUMENTOS INTEGRANTES DO PROCESSO ...... 68 2............ 66 3........................................8...............57 8....2... NOMENCLATURA E ARQUIVAMENTO DE PROJETOS E DOCUMENTOS .......................1...2.........59 8................3....... ELEVAÇÕES .............................. ENDEREÇO E SUBDIVISÃO DAS PASTAS NA REDE DPA 01 ..60 9............. 66 6........ DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA REMOÇÃO OU PODA VEGETAL ..........4..............4............1. NOMENCLATURA DAS PASTAS.......1...... 66 5.............................2..2...................2............................................5...........58 8.. 68 2................ 64 3.............................................................. CORTES.......................7..60 9..1. DETALHE DE TODAS AS RAMPAS ......... 64 3........................................... NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO ........................ ENCAMINHAMENTO ... PLANTAS BAIXAS........... PASSEIOS E ENTORNO............ 63 3..... PERMANÊNCIA DE ARQUIVOS NOS TERMINAIS INDIVIDUAIS .................................................................. TERRENO E ESPAÇO ABERTO.................................... 69 2..1.............4............ 63 2...................2........ PADRÕES DE NOMENCLATURA E ENDEREÇO DE PASTAS .......4............................5..................... NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA CROPs ... DOCUMENTOS E ARQUIVOS PADRÃO ... RELAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO PROCESSO .................. IMPLANTAÇÃO ...5....... DETALHE DE TODAS AS ESCADAS ...................... PLANTA BAIXA DE CADA BLOCO OU PRÉDIO.3............. 65 3........................... NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA DOC.. 66 4.....................56 8..................................... 69 3.....60 9............................53 8................................................... 68 2................................3............................1............................................................1..57 8.. ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS ....... ENCAMINHAMENTO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ............ ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS..................... DETALHES DIVERSOS ..1..................................................................6...................................3.............................1.....1............4.......1.61 10................................. LEVANTAMENTOS. 65 3........... FOLHA DE INFORMAÇÃO........ 64 3..1............................ 64 3.59 9.......59 8..............2............. ART .......................... DETALHE DE COMPONENTES DE CIRCULAÇÃO VERTICAL ......60 9........2.................... ACESSIBILIDADE NO PROJETO ARQUITETÔNICO....4................................................................. 57 8.......1...... 67 ANEXO 2: LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ARQUITETÔNICOS .......................Manual de Procedimentos................................9...53 8................ PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DA DPA........................ REBAIXOS........................................................................... DETALHE DAS SINALIZAÇÕES VISUAIS E TÁTEIS ..1... 65 3....................... 68 1........1....1..............................................................2...................3..................................1............58 8.....PADRÃO PARA CROPs .........................................................1..................56 8.. 69 4 ......................... ATA DE REUNIÃO.........................................53 8......................... DPC E DOC ..... GRAVAÇÃO DO CD PARA MAPOTECA E LICITAÇÃO ...... 68 2.. PADRÕES DE NOMENCLATURA DE ARQUIVOS..7........... 68 2.................................. DETALHE DOS SANITÁRIOS PNE ..............................1.................... LEVANTAMENTO QUANTITATIVO ..... Elaboração e Apresentação de Projetos 8.....................1...2. 65 3...................61 9............................... 63 1..........2............. DAS EDIFICAÇÕES EXISTENTES ....... LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO .................................1......... ACESSIBILIDADE NO PROJETO ESTRUTURAL .............3........................................................ DETALHE DE CAMINHOS............................................................. LEVANTAMENTOS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA DPA E DPC ..........................61 ANEXO 1: PROJETOS DE ACESSIBILIDADE ..........60 9.............1..........1......................................2............. PADRÃO INTERNO DAS CROPs............................................................................................

..... COBERTURA ..................... RESERVATÓRIOS ............................................. LISTA DE SIGLAS ...........................................75 2................................................................. 80 ANEXO 9: LEVANTAMENTOS – CALDEIRA GERADORA DE VAPOR.................... REVESTIMENTOS .....................................1........................................ 78 4...........72 4........... 79 2...............................7.......... LEVANTAMENTOS CADASTRAIS....................76 2....73 3................ CIRCULAÇÕES.................5......73 4......... EDIFICAÇÃO ........75 2................... INFORMAÇÕES DE CALDEIRA GERADORA DE VAPOR... ESTRUTURA......................................4........................................................... ÁREAS ......................72 2............................................... ALTURAS ....................................................... 84 ANEXO 12: FUNDAMENTAÇÕES LEGAIS – LEGISLAÇÕES REFERENTES A OBRAS .............................................................. OBSERVAÇÕES ....................PROJETOS DE ACESSIBILIDADE............................................................2......... INSTALAÇÃO DE GÁS .................................. DADOS A SEREM FORNECIDOS.....................................REFRIGERAÇÃO ....................... 78 ANEXO 8: LEVANTAMENTOS ..................... 78 1................................71 ANEXO 4: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS E DE GLP ...... 82 2.73 1.................................... RELATÓRIO TÉCNICO (DIAGNÓSTICO).................... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA.................75 2......................9.................................................1.........76 2............................... QGBT ................................................ TIPO DE OBRA ............................................................70 1.. 79 1. DADOS GERAIS...................... 76 2..72 ANEXO 5: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS .... PLANTA OU CROQUI ............................................. ESCADAS/RAMPAS .................... PLANTA OU CROQUI .75 1.....75 2..... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 3: LEVANTAMENTOS ....................CLIMATIZAÇÃO ................................................................................... LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO........................72 3............................................................................................. 78 2.... 77 4...................................................3.......................70 1......................... INFORMAÇÕES DO(S) ELEVADOR(ES) ........... 84 1......................... OBSERVAÇÕES GERAIS......... INSTALAÇÃO ELÉTRICA.......... 85 5 ...............................................11...............................................72 5...............75 2................3............................................................ 79 4.......................................... 76 3............................6............... 78 3...................................................................................................................................................1...................................75 2...........................8..............................................................71 1.................. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO ......................................... DADOS A SEREM FORNECIDOS........... OBSERVAÇÕES GERAIS............... INSTALAÇÃO DE GLP ................74 ANEXO 6: LEVANTAMENTOS – PPCI . ÁGUA FRIA ....................................................................................1.. ESGOTO SANITÁRIO ................................73 6........................................................ 77 ANEXO 7: LEVANTAMENTOS ..........................................73 2.................................................... INFORMAÇÕES DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO DE GLP..........70 1..... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA............ DISPOSITIVOS DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO.......... LOCALIZAÇÃO DO TERRENO .... OBSERVAÇÕES GERAIS.............................................Manual de Procedimentos..73 5........................................ 83 ANEXO 11: LEVANTAMENTOS – ESTAÇÃO DE GLP ..10.............. LEVANTAMENTO.. ESGOTO PLUVIAL ...................2......................................................................... 85 2........................................... 84 2..........................................1........................................ DADOS DA MEDIÇÃO..... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA............................................................. LEGISLAÇÕES .......... DADOS PARA PROJETO DE PÁRA-RAIO (SPDA)......................................................... DRENAGEM................................... LOCALIZAÇÃO DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO ..............................................................72 1....... LEVANTAMENTO DIMENSIONAL E QUALITATIVO.......................... 81 1................................................1............................................................................. 85 1........................................76 2............................... ABERTURAS (portas e janelas) ....... 79 3.................................................. 83 3...........................75 2.. 81 1.......75 2....70 1..........................................................................................

A elaboração dos projetos arquitetônicos e complementares.Manual de Procedimentos. Irrigação e Desenvolvimento Urbano DOP: Departamento de Obras Públicas CEOP: Coordenadoria Estadual de Obras Públicas SCEOP: Sub-Coordenadoria Estadual de Obras Públicas CROP: Coordenadoria Regional de Obras Públicas DPA: Divisão de Projetos de Arquitetura DPAPE: Seção de Projetos de Prédios Escolares DPAPS: Seção de Projetos de Prédios Hospitalares e de Saúde Pública DPAPD: Seção de Projetos de Prédios Históricos. bem como os orçamentos relativos aos mesmos. apresentação e arquivamento de projetos e documentos referentes aos processos desenvolvidos pelo Departamento de Obras de Públicas (DOP). Irrigação e Desenvolvimento Urbano (SOP). facilitando o acesso aos projetos e documentos por parte de todos os técnicos do DOP. parâmetros e procedimentos. LISTA DE SIGLAS SOP: Secretaria de Obras Públicas. nas suas diversas fases. deverão seguir as diretrizes deste Manual. Elaboração e Apresentação de Projetos INTRODUÇÃO Este manual define as diretrizes para procedimentos e elaboração. Culturais. O objetivo deste manual é proporcionar uniformidade de conceitos. da Secretaria de Obras Públicas. Diversos e de Paisagismo DPAPSPJ: Seção de Projetos de Prédios para a Segurança Pública DPC: Divisão de Projetos Complementares DOC: Divisão de Orçamentos e Custos 6 .

Elaboração e Apresentação de Projetos ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DO DOP ORGANOGRAMA SIMPLIFICADO DA CEOP 7 .Manual de Procedimentos.

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Com o início das obras, as CROPs são responsáveis pela fiscalização da execução da obra. Alguns serviços poderão não demandar projeto arquitetônico, sendo desenvolvidos diretamente pela DPC. Antes da elaboração dos projetos, será necessária a elaboração de levantamentos cadastrais e fotográficos, conforme estabelecido no capítulo 6. Esta atribuição cabe às CROPs (se solicitado o levantamento), quando o projeto localizar-se no interior do Estado, ou ao técnico da DPA ou DPC, quando o projeto localizar-se em Porto Alegre. A critério do técnico da DPA ou DPC, os mesmos poderão realizar pessoalmente levantamentos no interior.

1. ATRIBUIÇÕES GERAIS NA ELABORAÇÃO
DE PROJETOS
Os projetos de reformas e recuperações em edificações existentes, exclusivamente, sem acréscimo de área, serão desenvolvidos diretamente pelos técnicos das CROPs. Todos os demais projetos arquitetônicos (edificações novas, ampliações e reduções em edificações existentes) serão desenvolvidos pelos técnicos da DPA. Quando o projeto é desenvolvido na CROP, a mesma também deverá elaborar a planilha orçamentária e os projetos complementares. Em algumas situações poderá ser solicitado que algum projeto complementar ou item de orçamento seja elaborado respectivamente pela DPC ou DOC. Os projetos desenvolvidos pela DPA em geral obedecem esta sequência: após a fase de análise e possível complementação da documentação do processo, os projetos arquitetônicos são desenvolvidos pelos técnicos da DPA. Após, o processo é encaminhado à DPC, para execução dos diversos projetos complementares (hidrossanitário, estrutural, elétrico/mecânico). Com a finalização dos projetos complementares, o processo volta ao arquiteto autor do projeto, para revisão e compatibilização. Após essa fase, o processo é encaminhado à DOC, para elaboração do orçamento.

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2.1.2. PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO PROJETO
Após a confirmação dos elementos técnicos necessários ao projeto, deverá ser desenvolvido o mesmo, seguindo as especificidades de cada tipo de projeto (arquitetônico, hidrossanitário, elétrico, etc.). Todos os projetos de obras públicas devem atender a Lei de Licitações e Contratos Públicos (Lei 8666, de 21 de Junho de 1993).

2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO

2. INSTRUÇÕES GERAIS PARA O
ANDAMENTO DOS PROCESSOS
2.1. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELA DPA E PELA DPC
2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO E AVALIAÇÃO DE ELEMENTOS TÉCNICOS
O processo será entregue ao técnico responsável em mãos, e também encaminhado pelo sistema PGP. O técnico deve fazer a conferência dos elementos técnicos que compõem o processo no momento do recebimento. Em caso de necessidade de maiores informações ou esclarecimentos, o fato deve ser comunicado ao Coordenador de Projetos e/ou providenciado junto à origem do processo os elementos técnicos que estiverem faltando para o bom entendimento e resolução do projeto.

Após a finalização do projeto, o técnico responsável deverá proceder ao encaminhamento do processo: a) Anexar os elementos técnicos ao processo. Pranchas e demais documentos devem ser impressos em formato A4, conforme Resolução 01/2005 desta Secretaria. Todas as folhas anexadas ao processo devem ser numeradas, seguindo a sequência já constante no mesmo, e rubricadas pelo técnico. Devem ser anexados, nesta ordem: - Documentos técnicos diversos, quando necessário (ex: relatórios de vistoria, levantamentos fotográficos e cadastrais, emails, atas de reuniões); - Pranchas do projeto de autoria do técnico, em sequência, de acordo com a numeração do selo; - Memorial Descritivo; - 01 via da ART, assinada; - Relação da Documentação Técnica do Processo; - Encaminhamento ao Coordenador da Divisão, para prosseguimento do processo e demais providências. b) Depositar os arquivos eletrônicos do projeto (pranchas, memorial descritivo, ART e outros itens que se fizerem necessários) na rede DPA01. As pranchas dos projetos arquitetônicos deverão ser arquivadas em

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formato AEC (Datacad), PDF e também em arquivos convertidos para formato DWG (Autocad) (ver item 4.1.6), todas com os mesmos nomes de arquivo, independente do formato, para continuação do projeto pela Divisão de Projetos Complementares. As pranchas dos projetos complementares deverão ser arquivadas em formato DWG e também em formato PDF. Os memoriais descritivos e a ART devem ser armazenados em formato PDF. O padrão para armazenamento e nomenclatura dos arquivos e pastas deve seguir o estabelecido no capítulo 8. c) Carregar as informações do projeto no sistema PGP (Programa de Gerenciamento de Processos), preenchendo os dados completos do projeto, anexando as pranchas, memoriais descritivos e ART (todos em formato PDF), e outras informações e documentos que se fizerem necessários (por exemplo, laudos de vistoria, levantamentos fotográficos) e após, proceder ao encaminhamento, pelo sistema PGP, do processo ao Coordenador. Se posteriormente for necessário fazer revisões no projeto, deve-se substituir os arquivos inseridos no PGP. Os arquivos do PGP devem sempre estar em formato que não permita a edição (ex.: pranchas de projetos em PDF e não em arquivos de Datacad ou Autocad; memoriais descritivos e outros documentos em PDF e não em Word, etc.).

2.2. PARA PROJETOS DESENVOLVIDOS PELAS

CROPs
2.2.1. PROCESSOS EM GERAL
2.2.1.1. RECEBIMENTO DO PROCESSO
O processo será enviado para a CROP por malote, e também encaminhado pelo sistema PGP.

2.2.1.2. PLANEJAMENTO DO PROJETO
O técnico deverá ir ao local onde será feita a reforma ou recuperação, ou onde tenha sido demandado levantamento, para conferir in loco a situação existente e fazer os levantamentos necessários. Após, deverá elaborar os elementos técnicos necessários para a resolução do processo, conforme estabelecido no capítulo 3. Em algumas situações, será necessário repassar à DPA ou à DPC a elaboração de algum projeto. Nestes casos, o processo deverá ser encaminhado para a DPA ou DPC após a elaboração dos elementos técnicos de responsabilidade da CROP.

O sistema PGP é de preenchimento e atualização obrigatória, de acordo com a Resolução 01/2010 SOP/RS.

2.2.1.3. FINALIZAÇÃO DO PROJETO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO
Após a finalização do projeto de reforma ou recuperação, o técnico responsável deverá proceder ao encaminhamento do processo: a) Anexar os elementos técnicos ao processo. Pranchas e demais documentos devem ser impressos em formato A4, conforme Resolução 01/2005 desta Secretaria. Todas as folhas anexadas ao processo devem ser numeradas, seguindo a sequência já constante no mesmo, e rubricadas pelo técnico; Devem ser anexados, nesta ordem: - Laudo de Vistoria;

d) Após, o técnico deverá entregar o processo ao Coordenador da sua Divisão, para demais providências. e) Imprimir e assinar outras 04 vias da ART e entregá-las ao Setor Administrativo.

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em Porto Alegre. em sequência. à SCEOP. Os elementos técnicos a apresentar são os mesmos dos casos de processos em geral. a CROP receberá primeiramente um ofício da Secretaria de Estado pertinente. . A CROP deverá elaborar os elementos técnicos necessários para atender a demanda.Pranchas dos projetos. Após. para prosseguimento do processo e demais providências. proceder ao encaminhamento do processo à SCEOP.Manual de Procedimentos.: no caso dos projetos desenvolvidos nas CROPs. de acordo com o estabelecido no capítulo 8. pelo PGP. . as pranchas dos projetos. ainda sem processo aberto.Levantamentos fotográficos. . ART (todos em formato PDF). a inserção dos arquivos digitais no sistema no PGP serve também para o armazenamento em pastas específicas na rede de computadores da SOP. de acordo com a numeração do selo. de acordo com a Resolução 01/2010 SOP/RS. e anexar o laudo de vistoria. SITUAÇÕES EMERGENCIAIS Em situações emergenciais. Elaboração e Apresentação de Projetos . O sistema PGP é de preenchimento e atualização obrigatória.Ofício de Encaminhamento. as especificações técnicas. b) Carregar as informações do processo e os arquivos em formato digital no sistema PGP (Programa de Gerenciamento de Processos): preencher os dados completos do projeto. e a planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) bem como o levantamento fotográfico.ART.Planilha orçamentária. e encaminhá-los à Secretaria de origem. Obs. 2. para que ela então abra o processo.Especificações técnicas. c) Encaminhar o processo. por malote. o que será de responsabilidade da Mapoteca. . . 11 .Relação da Documentação Técnica do Processo.2. .2.

Nesses casos cabe também ao técnico da CROP a elaboração dos projetos complementares necessários. a DOC deve elaborar o orçamento desses serviços específicos. Elaboração e Apresentação de Projetos 3.Laudo de Vistoria descrevendo a situação existente. . . sempre em escala. e ajustar a planilha orçamentária com os itens já orçados pela CROP. elevações. dependendo de cada situação. as patologias do prédio e as conclusões da vistoria. para armazenamento na rede de computadores da SOP em Porto Alegre. . Situações mais complexas podem ser enviadas à DPC para a elaboração dos projetos complementares.1 ELEMENTOS TÉCNICOS Para os projetos de reformas e recuperações. .Especificações técnicas dos serviços a serem desenvolvidos para as reformas e recuperações. as CROPs devem elaborar os seguintes documentos técnicos: .Outros documentos. notadamente em obras de pequeno porte. 3. A CROP deve também elaborar a planilha orçamentária dos serviços a executar. conforme capítulo 8.Pranchas dos diversos projetos (dos setores a serem reformados / recuperados).ART. descrevendo de forma 12 . ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NAS CROPs As CROPs serão responsáveis pela elaborarão dos projetos de reformas e recuperações em prédios existentes. As orientações para a elaboração das planilhas de orçamento das reformas e recuperações devem seguir o padrão estabelecido no capítulo 5. quando necessário. croquis) mostrando a situação existente da parte a ser reformada / recuperada.Planilha orçamentária com quantificação do material e mão-deobra necessários.Levantamentos (plantas-baixas. Para os projetos das reformas e recuperações deverão ser elaboradas as Especificações Técnicas dos serviços. Todos os documentos e desenhos dos projetos das reformas e recuperações devem ser feitos em formato digital. sem acréscimo de área.Levantamento fotográfico demonstrando os pontos a serem trabalhados na reforma ou recuperação. Os arquivos finais devem ser transformados em formato PDF. cortes. No caso do processo ter parte dos projetos desenvolvidos pela DPC. . .Manual de Procedimentos. . Os arquivos finais devem ser inseridos no sistema PGP. para o andamento do processo ou para esclarecer melhor a proposta.

os projetos devem sempre atender às legislações pertinentes de acessibilidade. mostrando o prédio ou setor que será reformado / recuperado. No que tange às questões arquitetônicas dos serviços a serem realizados nas reformas e recuperações. estabelecidos no item 4. Elaboração e Apresentação de Projetos detalhada a forma de execução dos serviços e as características dos materiais que serão utilizados. O Anexo 1 apresenta diretrizes que servem de parâmetro para atendimento da norma de acessibilidade. . no mínimo: 3. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES Os projetos devem ser apresentados de forma completa e realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos. Deve constar em todas as pranchas. Todos os projetos devem ser apresentados de forma completa e realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos.VERMELHO: a construir / reformar / recuperar As escalas de apresentação dos projetos devem ser as mesmas estabelecidas no item 4. a demolir e a construir. pois consideram projetos arquitetônicos de maior porte. saídas de emergência e outros (ver item 4. respectivos detalhes e obediência às prescrições deste manual. com extensão *. Estas orientações estão tratadas de forma mais abrangente.) das reformas e recuperações. Para a elaboração dos projetos complementares (elétrico. apresentação e representação dos projetos desenvolvidos pela DPA. etc. O técnico responsável da CROP deverá adequar estas orientações à situação específica do projeto de reforma ou recuperação. Mesmo no caso de reformas e recuperações. acima do selo.2.4). Cabe ao técnico responsável a definição dos elementos .1. por tratar-se geralmente de situações de menor complexidade. com legenda de cores: . evitando em situações futuras a necessidade de se fazer alterações em trabalhos já realizados. partindo-se do geral ao específico. A boa representação e a boa especificação do projeto diminuem o risco de alterações durante o andamento da obra.AZUL: existente . técnicos necessários para o perfeito entendimento e representação do projeto. estrutural. que originarão termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária.planta de localização ou implantação geral. em tantas pranchas quanto forem necessárias. devem ser tomadas como 13 .3.2.1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES Os projetos devem ser desenvolvidos no software Datacad. A organização das pranchas e documentos deve ser clara e harmônica. sendo suficientemente claros e com todas as informações necessárias para o entendimento e execução da proposta.1. ou a proposta de reforma.AMARELO: a demolir . devem constar no projeto.planta-baixa mostrando o setor a ser recuperado. Os desenhos e sua ordem devem seguir uma lógica de entendimento do projeto.Manual de Procedimentos.AEC. hidrossanitário. Preferencialmente apresentar os elementos existentes. no mínimo a seguinte observação: “Todas as medidas e níveis deverão ser conferidas no local”. Os desenhos devem estar em pranchas com o selo padrão. de acordo com o capítulo 7. 3. Em todos os casos. devem ser utilizadas as mesmas orientações para o desenvolvimento.

com exceção dos itens referentes a memorial descritivo e representação gráfica. esquadrias). bem como para a posterior elaboração do orçamento dos serviços. de modo a salientar este último.2. pilares.3): quando se tratar de desenho realizado sobre a base do projeto arquitetônico (por exemplo: plantas elétricas e hidrossanitárias) deve-se representar o arquitetônico apenas com as informações básicas (ex.5. Em situações de maior porte ou complexidade.2. Para os projetos complementares deve-se utilizar os mesmos arquivos de configuração de penas (ver 4. 14 .: paredes. etc.4. e as informações do projeto complementar devem ser representados em penas mais grossas. a CROP poderá requisitar à DPC a elaboração do projeto. Elaboração e Apresentação de Projetos parâmetro as mesmas orientações para os projetos realizados pela DPC.1.5. As escalas de apresentação dos projetos complementares são as mesmas estabelecidas no item 4. estabelecidos no item 4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Deverá ser utilizado o software Datacad e os mesmos padrões de representação utilizados pela DPA. 3. incluindose os arquivos de configuração de penas para impressão. As orientações para a elaboração dos projetos pela DPC estão tratadas de forma abrangente. O técnico responsável da CROP deverá adequar estas orientações à situação específica do projeto. mudando-se as cores destes desenhos para que eles sejam impressos em penas finas. estabelecidas no item 4. por tratar-se geralmente de situações de menor complexidade (reformas e recuperações). estilos de cotas. Cabe ao técnico responsável a definição dos elementos técnicos necessários para o perfeito entendimento e representação do projeto.Manual de Procedimentos.1.

o mesmo poderá ir pessoalmente ao local do projeto realizar levantamentos. Se for preciso mais informações para o desenvolvimento do projeto. Todos os detalhes de um projeto que possam interferir em outro projeto da mesma edificação devem ser elaborados em conjunto. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 4. 4. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS NA DPA E NA DPC Após a confirmação de todos os elementos técnicos de levantamento.Manual de Procedimentos. de forma a estarem harmonizados entre si. o técnico deve fazer a conferência dos elementos técnicos que compõem o processo. o técnico poderá encaminhar o processo à Seção de Topografia para realização de levantamento topográfico. O técnico poderá pedir à CROP levantamentos e outras informações necessárias.2. o técnico deve providenciar junto aos setores competentes os elementos que estiverem faltando. de forma a facilitar o entendimento do projeto por parte dos demais técnicos responsáveis pelos projetos complementares. levantamentos cadastrais e fotográficos do projeto na rede DPA01 e na Mapoteca. com extensão *.1. Durante o desenvolvimento do projeto. O projeto deve ter todas as informações necessárias para posterior elaboração de orçamento pela Divisão de Orçamentos e Custos. devendo ser suficientemente claros e detalhados. bem como para facilitar a leitura e a execução na obra.1. deverá ser elaborado o projeto arquitetônico. para o desenvolvimento de soluções de projeto adequadas.AEC. evitando futuras alterações de projeto. em tantas pranchas quanto forem necessárias. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DO PROCESSO Primeiramente. 15 . Todos os projetos de arquitetura devem ser realizados com rigorosa observância dos desenhos dos mesmos. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS 4. Em caso de necessidade e a critério do técnico. Os projetos de arquitetura devem ser realizados no software Datacad.1. Elaboração e Apresentação de Projetos O técnico poderá pesquisar plantas e outros documentos antigos. Se preciso. respectivos detalhes e obediência às prescrições deste Manual. o arquiteto poderá pedir a assessoria dos técnicos da DPC. A boa representação e a boa especificação do projeto diminuem também o risco de alterações durante o andamento da 4.1. Deve também pesquisar se há levantamento topográfico realizado para o projeto em questão. na rede DPA01 e/ou junto à Seção de Topografia.

Memorial Descritivo. .Planta baixa térreo: escala 1/50 . no mínimo a seguinte observação: “Todas as medidas e níveis deverão ser conferidas no local”. . partindo-se do geral ao específico.Implantação geral e tratamento Paisagístico: escalas 1/500. Indicar 16 .Planta de Situação: escalas 1/1000. ou outro tipo de situação específica. apresentar claramente os elementos existentes.): escalas 1/100. . dependendo do porte do projeto. . Por tratar-se de Projeto Legal.Outros desenhos eventualmente necessários (ex. a demolir e a construir. tantos quanto forem necessários para o bom entendimento do projeto: escala 1/50.Arquivo fotográfico. 1/10.1. A escolha dos elementos técnicos necessários para o perfeito entendimento do projeto é de responsabilidade do técnico autor do mesmo. reformado ou demolido (indicar claramente quais os prédios que são motivo do processo). 1/75 ou 1/50. 1/20. 1/250 ou 1/200. D (todas. -Cortes.2.Levantamento.Manual de Procedimentos. localização dos prédios com amarrações em relação às divisas do terreno e aos outros prédios.Plantas de Situação e/ou Localização: com o desenho do quarteirão com nome das ruas limítrofes. Deve constar em todas as pranchas. .Tabela de esquadrias (ver figura 1). 1/125 ou 1/100.1.AZUL: existente . B. .Perspectivas. Em projetos excepcionais em porte. 1/250. C.Fachadas A. Os desenhos e sua ordem devem seguir uma lógica de entendimento do projeto. norte verdadeiro ou magnético (indicar “N” ou “Nm”). . 1/200. 4.Planta de Cobertura: escalas 1/200. 1/25. etc. 1/2. Elaboração e Apresentação de Projetos obra. 1/10. quando for necessário): escala 1/50.Detalhamentos de elementos de acessibilidade: escalas 1/50. deverão ser elencados todos os elementos técnicos que o comporão: . ELEMENTOS TÉCNICOS .VERMELHO: a construir A organização das pranchas e documentos deve ser clara e harmônica. que originarão termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária. .AMARELO: a demolir . a critério do técnico responsável. com legenda de cores: . .Planilha de áreas existentes.: planta de movimento de terra. 1/20. No caso de projetos de reformas ou ampliações. planta a demolir / a construir.ART.Planta de Localização: escalas 1/500. 1/2 (ver anexo 1) . . as escalas acima indicadas podem variar. forma e dimensões do terreno. 1/5. 1/125 ou 1/100. . quando necessário para o melhor entendimento do projeto ou de setores dele.Planta baixa demais pavimentos (quando houver): escala 1/50. 1/750. . a demolir e a construir.Detalhamentos e ampliações setoriais (quando houver): escalas 1/25. . . 1/500 ou 1/250. . 1/5.Detalhamento de esquadrias: escala 1/25 ou 1/20. informações do existente e do a ser construído. acima do selo.

Ver anexo 1 para detalhamentos de acessibilidade..1. PROJETOS E ELEMENTOS DE ACESSIBILIDADE Procedimentos específicos para projetos e elementos de acessibilidade estão estabelecidos no Anexo 1. revestimentos. tubos de queda. área total construída. . elucidativos. . preferencialmente apresentar situação existente e situação alterada. especificar materiais utilizados. Quando houver alterações no existente. quando se basearem em algum projeto-padrão. plantas. Detalhar itens importantes para a compreensão e construção do projeto (ex. . BIBLIOTECA DE PROJETOS-PADRÃO Para algumas tipologias de projeto (ex. detalhados (mostrar escadas. portões. etc.Fachadas: no mínimo duas fachadas (preferencialmente todas).: Escolas.2. Os arquivos de projetos-padrão e seus memoriais descritivos. central de gás. clarabóias.1.: esquadrias. não devendo ser anexados como informações que não condizem com as situações específicas dos projetos. 17 . mas sempre fazendo projetos adequados a cada situação específica. depositados na rede DPA01.2. O técnico deve utilizá-los como referência para os projetos. nomenclatura e área útil das dependências.). Os módulos e projetos-padrão são para informação e utilização apenas interna. cotas gerais e parciais. bem como detalhes imprescindíveis ao orçamento. com a amarração em relação às divisas e aos outros prédios do terreno. banheiros e toda a estrutura da construção).Implantação geral e tratamento paisagístico: mostrando os níveis e as características do espaço aberto: caminhos. Figura 1: tabela de esquadrias 4. com levantamento fotográfico mostrando as situações a serem corrigidas e texto listando as ações a serem desenvolvidas. dimensões e legenda de esquadrias.).). Quando se tratar de adequação de prédios existentes às normas de acessibilidade deve ser elaborado o diagnóstico de acessibilidade.Plantas Baixas: elaboradas com todas as informações. etc.Cortes: em número suficiente para o entendimento do projeto (no mínimo 01 transversal e 01 longitudinal).3. caimentos. Presídos.Planta de Cobertura: indicando tipo de telhado. etc. especificando materiais. . local do reservatório. devem copiar os arquivos para sua pasta pessoal.Manual de Procedimentos..2. calhas. a DPA conta com uma biblioteca de módulos e projetos-padrão. Ginásios de Esporte. detalhes construtivos. quando possível perfil original do terreno em linha tracejada. detalhes de acessibilidade. Unidades Básicas de Saúde). inclinação do telhado.. outros elementos que fazem parte da cobertura (chaminés. nem utilizados como prancha-padrão. . níveis. pisos. revestimentos horizontais. para poder copiar ou editar os desenhos. para a futura locação dos pontos de sondagem pelo Setor de Projetos Estruturais. etc. etc. sanitários PNE.Detalhamentos: Os detalhes e ampliações setoriais devem ter sua localização claramente identificada no projeto (nos cortes. . sentido do caimento das águas. etc. cotas gerais e parciais (internas e externas). Os técnicos. Elaboração e Apresentação de Projetos em pelo menos uma das plantas todo o terreno e as paredes externas da edificação (e não o desenho da cobertura). muros. não podem em hipótese alguma ser editados ou modificados sem a anuência do Coordenador da DPA. níveis internos e externos. escadas com numeração dos degraus e sentido de subida. 4.

sua concepção fundamental.4.2. quando necessário. definindo materiais e serviços. a substituir (evitar textos vagos como “todas as telhas danificadas serão substituídas”). bem como toda e qualquer outra recomendação e orientação necessária à perfeita compreensão dos trabalhos a realizar. no caso de reaproveitamento de pisos indicar a área de piso. 18 . os detalhes devem ser apresentados nas pranchas. as legislações Estadual e Federal pertinentes.1. não devendo. possibilitando que a Divisão de Orçamentos e Custos possa elaborar o orçamento do mesmo. Caso o município não possua Código de Obras. etc. como referência para projeto. Código de Obras). Estes detalhes devem ser utilizados. 4. os acabamentos necessários. O memorial deve também conter a planilha de áreas do projeto.Acessibilidade a edificações. No memorial devem ser especificadas todas as características físicas e dimensionais dos materiais a serem utilizados na obra.2. DETALHAMENTOS A DPA conta com um “Catálogo de Componentes” com detalhespadrão. LEGISLAÇÃO E NORMAS EM GERAL Os projetos devem atender a legislação pertinente do município em questão (Plano Diretor. espaços e equipamentos urbanos. o técnico responsável deverá acompanhar o desenvolvimento do mesmo junto à Divisão de Projetos Complementares.3. Como regra geral.4. bem como normas específicas para projetos e NBRs em geral. Deve-se também atender a legislação e os códigos referentes aos concessionários dos serviços públicos relativos à obra em questão. Especificar no memorial se o projeto foi baseado em algum projeto padrão ou se é projeto específico. etc. Quando o desenho do detalhe for maior que o formato A4. ser utilizados de maneira acrítica. mobiliário. os detalhamentos devem ser apresentados em formato de caderno A4.5.666/1983). o Código de Edificações de Porto Alegre.1. portanto. com as alterações e acréscimos necessários de acordo com o projeto em questão. sem definição de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8.4. O memorial deve estipular as condições mínimas aceitáveis de qualidade dos materiais. ou quando necessário para o melhor entendimento.1. no caso de abertura de vãos para novas esquadrias indicar o local e a área de demolição. telhas. Os padrões de memoriais descritivos podem ser utilizados como referência. Tomar cuidado especialmente com situações de reforma. com especial ênfase para as seguintes: NBR 9050 .1. mas sempre atentando para as especificidades do projeto que está sendo desenvolvido. colocado. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. Deve sempre estar colocada a obrigatoriedade por parte do executante de que seus funcionários utilizem os equipamentos de proteção individual (EPI) e estejam devidamente uniformizados. ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E ÀS NORMAS TÉCNICAS 4.Manual de Procedimentos. por exemplo: quantificação ou porcentagem de vidros. MEMORIAL DESCRITIVO ARQUITETÔNICO O memorial descritivo deve ser feito no Word. dirimindo dúvidas e fazendo alterações no projeto. O memorial deve complementar os projetos. mas sempre deve-se fazer memoriais específicos. quantitativos e procedimentos. Devem sempre ser determinadas com clareza as situações específicas do projeto. o local de onde vai ser retirado e onde vai ser 4. 4.1.1. com a descrição pormenorizada do tipo de construção. FINALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROJETO Após a entrega do projeto arquitetônico. deve-se consultar. em formato A4. recomendações e orientação geral para a execução de todo e qualquer serviço necessário à sua construção. e a técnica construtiva dos mesmos. Deve ser uma dissertação ampla e detalhada. com desenhos em escala adequada.

4. .862. apenas a localização dos equipamentos no projeto). ACESSIBILIDADE A norma de acessibilidade deve ser seguida com rigor. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E LOCALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO O projeto deve seguir com rigor as especificações previstas na NBR 9077. Lei Complementar 420 – Código de Proteção Contra Incêndio de Porto Alegre (para projetos em Porto Alegre. de 03 de agosto de 2000). Obs. Elaboração e Apresentação de Projetos Normas e leis de referência: NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios As leis e normas mostradas a seguir formam uma lista geral de referência. 19 . espaços e equipamentos urbanos. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Para o caso de licenciamento ambiental: empreendimentos que necessitem de 4. reforma. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.). Resolução CONAMA n° 237.4. de 19 de dezembro de 1997. Normas e leis de referência: . Normas técnicas da FEPAM. utilizar as fontes oficiais (ex. da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul. de 19 de dezembro de 2000. com as alterações do Decreto Estadual 38273/98. 4.1.4.296. Decreto Estadual n° 37380/97.4. ou como referência em projetos no interior do estado).2 – Sinalização de Segurança Contra Incêndio e Pânico.1. da Assembléia Legislativa.Proteção contra Incêndio: Lei Federal 6938. de 02 de Dezembro de 2004. Resolução CONAMA n° 001. de 19 de dezembro de 2000. Decreto-Lei 5. NBR 13434 .2. hidrantes) e a sinalização de proteção contra incêndio (não se trata de projeto de PPCI. a Lei Federal 10098. de 24 de maio de 2005. Lei Federal 10098.296. 4. mobiliário. estabelecem que todos os prédios públicos devem atender a legislação de acessibilidade. não excluindo outras que possam incidir sobre os projetos. em todo tipo de projeto (construção nova. de 02 de Dezembro de 2004. Demais resoluções do CONAMA E CONSEMA cabíveis. Resolução CONSEMA n° 102. dimensões e cores. NBR 9050 . NBR 13994 – Elevadores de Passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência.: sites do catálogo da ABNT. de 31 de agosto de 1981 Código Estadual do Meio Ambiente (Lei 11. Ressaltamos que o Decreto-Lei 5. e o Parecer 14.Geral: NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios.Manual de Procedimentos.: quando for necessário pesquisar legislações e normas.3. O arquiteto deve também localizar no projeto arquitetônico os equipamentos (extintores.1. do Congresso Nacional.Acessibilidade a edificações. ampliação ou restauração).520. de 23 de janeiro de 1986. etc. Parte 2: Símbolos e suas formas.

Ministério da Saúde. 2008. Resolução n° 03. de 11 de Julho de 1984 – Lei de Execução Penal. estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. 20 . 4. para projetos no interior.4. Ampliação e Reforma de Estabelecimentos Penais. . Decreto-Lei nº 25. de 10 de Julho de 2001.4. Carta de Veneza. deve ser considerado o prédio como um todo.1. de 02 de junho de 1999.Manual de Procedimentos.3. Portaria Interministerial 1777 / 2003 (legislação relativa à saúde.5. de 23 de Setembro de 2005 – CNPCP .5. 4.5. LEGISLAÇÃO E NORMAS ESPECÍFICAS DE ACORDO COM A TIPOLOGIA DO PROJETO Além das leis e normas indicadas anteriormente. de acordo com a tipologia do projeto: 4. Organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. específica para presídios).1. NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.400/2002.2.231. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 14100 . Observações: . PROJETOS DE ARQUITETURA PRISIONAL: LEI 7210.1.Diretrizes Básicas para Construção.5. Regulamenta os arts. 4. Resolução Técnica nº 015/BM-CCB/2009 9 (Instruções suplementares referente às normas de prevenção e proteção contra incêndio). II Congresso Internacional de Arquitetos e Técnicos dos Monumentos Históricos. utilizar a simbologia das NBRs 13434 e 14100. para efeito de aplicação das leis e normas acima.4. Manual de Estrutura Física das Unidades Básicas de Saúde – Saúde da Família .1. devem ser seguidas as seguintes normas e resoluções. Dispõe sobre o patrimônio cultural do Estado.4.em caso de reformas e ampliações.1. de 30 de Novembro de 1937. da ANVISA. de maio de 1964. de 18 de dezembro de 1978. utilizar a simbologia especificada na LC 420.4.para projetos em Porto Alegre.1. PARECER n° 580/2000. Código Sanitário Estadual .RDC n° 50. Lei nº 10.257.Proteção Contra Incêndio – Símbolos Gráficos Para Projeto. PROJETOS DE PRÉDIOS HISTÓRICOS E CULTURAIS (TOMBADOS OU NÃO): Lei nº 7. PARECER nº 1. PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS E AMBIENTES DE SAÚDE: RESOLUÇÃO .5.4.Decreto Estadual 23430. 4. PROJETOS DE ESCOLAS E AMBIENTES DE ENSINO: Resoluções e pareceres do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande de Sul: RESOLUÇÃO 246. NBR 12693 – Sistemas de Proteção por Extintores de Incêndio. 182 e 183 da Constituição Federal. de 24 de outubro de 1974.

Manual de Procedimentos. deve sempre ser feita pesquisa prévia para conferir se o prédio é tombado ou não. por exemplo: presídios com ambulatório. 4. nas três esferas: .1. Elaboração e Apresentação de Projetos Para este tipo de projeto.5. depois nos outros órgãos. após a definição dos projetos arquitetônico e complementares deve-se proceder à aprovação dos projetos nos órgãos acima referidos. orientações técnicas e leis aplicáveis a casos específicos.1. Obs.5.5.1. etc. Neste caso o ambulatório deve seguir os requisitos para ambientes de saúde.5 OUTRAS TIPOLOGIAS E CASOS ESPECÍFICOS O técnico deverá pesquisar normas. uma tipologia de projeto pode abranger outras. Layer: Dimensões Cor: Branco Cotas devem ser “associativas”. PADRÃO DE ESTILOS DE COTAS Devem ser utilizados estilos de cotas associados com a escala de impressão da prancha. . inicialmente no IPHAE. exceto quando for necessário escalar algum desenho. regulamentos.Federal: IPHAN Se o prédio for tombado. 4. PADRÕES DE GRAFICAÇÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS 4. de acordo com a configuração a seguir. Escala de Impressão 1/5 1/10 1/20 1/25 1/50 1/75 1/100 1/125 1/200 1/250 1/500 1/750 e maiores Arquivo de estilo de Cotas COTAS_5 COTAS_10 COTAS_20 COTAS_25 COTAS_50 COTAS_75 COTAS_100 COTAS_125 COTAS_200 COTAS_250 COTAS_500 COTAS_750 Tabela 1: arquivos de estilos de cotas 21 .: eventualmente.Estadual: IPHAE .Municipal: na EPAHC (para Porto Alegre).4. ou nos órgãos responsáveis em cada município.1.

dimensão de esquadrias.50 1.1.dpf Penas_Arq_esc-75.05 0.06 0.60 0.dpf 1/500 1/750 1/1000 Tabela 2:padrão de textos Tabela 4: arquivos de tábua de penas 22 .12 0. de acordo com a escala de impressão. de acordo com a relevância da informação.010 0. Layer: Textos Aspecto: 0. PADRÃO DE ESPESSURA DE PENAS E CORES DE LAYERS É utilizada a mesma configuração de cores de layers para todas as escalas de desenho.016 0.00 1.02 0.dpf Penas_Arq_esc-200-250.00 Cor Datacad VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL VERMELHO VERDE AZUL 4.10 0. indicação de materiais.60 2.50 2.32 0.dpf Penas_Arq_esc-500.5.5.03 0. 1/125 1/200 1/250 Escala de impressão da prancha Escalas 1/5.dpf Penas_Arq_esc-50.20 0. conforme tabelas 2 e 3.23 0.40 0.00 3.50 0.25 0.Manual de Procedimentos.015 0.15 0.16 0.dpf Penas_Arq_esc-20-25.2.03 0.25 1. etc.dpf Penas_Arq_esc-100-125.20 0.20 1. alterando-se apenas a configuração da tábua de penas.375 0.30 0.008 0.40 0.3.15 0. Elaboração e Apresentação de Projetos Escala de Impressão 1/5 Hierarquia Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Texto geral Texto principal Títulos Altura da fonte 0.80 1.075 0.04 0.08 0. Denominação dos ambientes Título do desenho 1/50 1/75 Tabela 3: hierarquia de textos 1/100 4. 1/10 e menores Escala 1/20 ou 1/25 Escala 1/50 Escala 1/75 Escala 1/100 ou 1/125 Escala 1/200 ou 1/250 Escala 1/500 e maiores Arquivos de tábuas de penas Penas_Arq_esc-5-10.75 Fonte: hlv11-br Hierarquia Texto geral Texto principal Títulos Cor VERMELHO VERDE AZUL 1/10 1/20 1/25 Utilização Informações gerais: áreas. PADRÃO DE TEXTOS Trabalha-se com 03 tamanhos e cores de textos.04 0.1.75 0.

Elaboração e Apresentação de Projetos Tabela 5: padrão de cores de layers e espessura de penas. 23 .Manual de Procedimentos.

. 4. hachuras em layer “hachuras”. em todas as escalas. “pisos”. fora do limite da prancha.: pelas características do Datacad. O técnico poderá criar e nomear layers de acordo com sua necessidade. Esta medida é para facilitar a consulta aos desenhos. Nestes casos.). posição de fotos (para levantamentos fotográficos). 24 . torna-se mais simples. o técnico que fizer o projeto estrutural irá congelar os layers que não interessam ao seu projeto. azulejos.aec” (ver capítulo 10) mostra esses padrões de textos. Elaboração e Apresentação de Projetos Obs.4. desde que siga a mesma lógica de cores / espessura de penas estabelecida na tabela 5. quando necessário colocar dois desenhos de escalas diferentes na mesma prancha.1.5. em diferentes escalas: Indicação do Norte Cota de Nível Horizontal Cota de Nível Vertical Indicação de fachadas. etc. etc. convém deixar no arquivo.Manual de Procedimentos.).: o arquivo “Estilos_Arq. o desenho original (nas dimensões reais). em planta Marcação do ponto de início de paginação de pisos. ou para facilitar futuras alterações.: paredes em layer “paredes”. É importante que os desenhos representando os mesmos tipos de elementos estejam nos mesmos layers (ex. pilares e vigas em layer “estrutura”. Obs. Indicação de acessos (em planta-baixa). etc. hachuras etc. nos arquivos digitais. em planta Marcação de cortes Inclinação de telhados. evitando misturar os desenhos em outros layers. por parte de outros técnicos. etc.aec mostra os padrões de símbolos gráficos e hachuras. PADRÃO DE SÍMBOLOS GRÁFICOS O arquivo Estilos_Arq. “escalar” um dos desenhos. símbolos gráficos. como “hachuras”. o que dificulta a posterior consulta ao arquivo por parte de outro técnico (por exemplo.

dimensões diferentes nos desenhos). Caso tenha sido utilizada outra paleta de cores. Alguns procedimentos devem ser seguidos na conversão. Observação 1: a tabela de cores “DC12_BASE.2. e na pasta do projeto. que podem fazer com que o arquivo de Autocad apresente discrepâncias em relação ao original do Datacad (por exemplo. na rede DPA01. Deve-se manter os mesmos nomes dos arquivos. automaticamente essa opção aparecerá na janela de conversão. mantendo-se o mesmo nome de arquivo. e em seguida salvar o arquivo. Mesmo com a utilização destes procedimentos. evitando-se problemas comuns de compatibilização entre os dois softwares. Observação 2: na guia “Unidade de Medida ao Exportar”. deverão ser armazenadas as pranchas nos dois formatos.6. Para fazer a conversão do arquivo. A seguir aparecerá a seguinte janela. Figura 2: conversão de Datacad para Autocad. acessar no Datacad o menu Arquivo / Exportar / DWG / Todas as Layers. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. deve-se marcar sempre a opção “Metros”. mesmo que como unidade de desenho no Datacad tenha sido utilizado centímetros.1. com opções de conversão (figura 2). elaboradas no Datacad. o técnico da DPA deverá converter os arquivos das pranchas em formato DWG (Autocad). CONVERSÃO DE ARQUIVOS DE DATACAD PARA AUTOCAD Após a finalização das pranchas do projeto arquitetônico. além do PDF.Manual de Procedimentos. 25 . para acesso aos mesmos pelos técnicos da DPC.TBL” é a tabela de cores padrão dos arquivos do Datacad. conforme estabelecido no item 8. Devem ser marcadas as mesmas opções indicadas na figura 2. o técnico deverá fazer a conferência do arquivo de Autocad antes de armazená-lo na rede DPA01.

2. evitando assim alterações durante o andamento da mesma. observando a não interferência entre os elementos dos diversos sistemas e considerando a facilidade de acesso para inspeção e manutenção das instalações. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO NA DPA Todos os Projetos Complementares deverão estar harmonizados com o Projeto Arquitetônico e entre si. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. alguns processos poderão ter como demanda a execução direta de algum projeto complementar. SITUAÇÕES DE PROJETO A DPC deverá realizar os projetos complementares dos Projetos Arquitetônicos desenvolvidos pela DPA. Todos os projetos complementares deverão apresentar os quantitativos de serviços.2. Além disso. 4. Em caso de ausência de informações necessárias no projeto arquitetônico.2. para posterior elaboração do orçamento pela DOC.2.1. de custo.1. 4. As mesmas orientações quanto à compatibilização dos projetos explicitadas no item anterior devem ser seguidas. servindo como referência para o desenvolvimento dos mesmos.1. Da mesma forma. dúvidas ou falta de informações no Projeto Arquitetônico. o processo deverá voltar à DPA para esclarecimento. se na elaboração de um dos Projetos Complementares o técnico perceber problemas de compatibilização com outro Projeto Complementar. para que se faça a alteração no projeto. de projetos arquitetônicos terceirizados. 4. Em caso de dúvidas no processo. com todos os elementos necessários para o bom entendimento do projeto e a execução da obra. o técnico deverá estudar as pranchas e o memorial descritivo do projeto arquitetônico e de outros projetos complementares já realizados. o técnico autor do mesmo deverá ser procurado. o processo deverá ser devolvido à DPA. deve-se esclarecê-las junto ao técnico da CROP. legais.2. ou ainda se no desenvolvimento do Projeto Complementar houver interferências no Projeto Arquitetônico. que poderão originar termos aditivos ao contrato e gastos suplementares não previstos em verba orçamentária. dos projetos de reformas e recuperações desenvolvidos pelas CROPs.2. a fim de que os projetos estejam perfeitamente harmonizados.3. mas serão desenvolvidos projetos específicos por parte dos técnicos da DPA.1. PROJETOS COMPLEMENTARES DO ARQUITETÔNICO ELABORADO POR TERCEIROS Neste caso o processo será encaminhado à DPC após a aprovação do arquitetônico pela DPA.Manual de Procedimentos.1. Caso o técnico responsável por qualquer dos Projetos Complementares observe erros. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS COMPLEMENTARES Todos os projetos complementares devem ser suficientemente representados e descritos.1. 4. procedendo-se o esclarecimento ou a alteração no projeto. etc. PROJETOS COMPLEMENTARES DOS PROJETOS DE REFORMAS E RECUPERAÇÕES ELABORADOS NAS CROPs As mesmas orientações quanto à compatibilização dos projetos explicitadas em 4.). em algumas situações. ou observe situações que do ponto de vista do Projeto Complementar deveriam ser resolvidas de outra forma (por questões técnicas. Ressaltamos que os “projetos-padrão” de arquitetura são apenas bibliotecas de projeto. sem passar pela DPA ou pela CROP. Se necessário for. devem ser seguidas. Quando do recebimento do processo.2.1. e em alguns casos. o técnico autor do projeto deverá ser procurado para que se proceda o esclarecimento ou a solução no projeto. e em caso de falta de informações necessárias ao desenvolvimento do projeto 26 .

Manual de Procedimentos. . 27 . a ampliar ou a construir.dimensões das caixas de inspeção pluvial/cloacal e caixa retentora de gordura. .2. dimensões do terreno. .Memorial descritivo. – Planta de Barrilete: escala 1/50. filtro anaeróbico. caixas de gordura. – Implantação: escala 1/250 ou 1/200. . indicar o ramal de abastecimento de água fria desde o hidrômetro ou ramal predial existente até o prédio a reformar. .. etc. – Implantação: indicar dentro do terreno.instalações de esgoto primário e secundário.ART. ELEMENTOS TÉCNICOS – Planta de situação: indicar o nome das ruas que formam a quadra onde está situado o terreno. dependendo do porte do projeto.: o Anexo 1 apresenta diretrizes para o projeto hidrossanitário atender a norma de acessibilidade. ampliar ou a construir.colunas de água fria numeradas. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS HIDROSSANITÁRIOS E DE INSTALAÇÕES DE GLP 4.indicação dos diâmetros das tubulações. etc.tubos de queda pluvial numerados.2. .tubos de queda sanitário numerados.2.tubos de ventilação.2.2. – Cortes Esquemáticos de Água fria: escala 1/50. – Planta baixa de todos os pavimentos e cobertura: escala 1/50 ou 1/75. Elaboração e Apresentação de Projetos complementar. 1/750. norte verdadeiro ou norte magnético. . . o processo deverá ser reencaminhado à CROP para a solução. ORIENTAÇÕES GERAIS Os projetos serão compostos pelos seguintes elementos técnicos. 1/1000.Detalhamentos: escala 1/25. com a especificação do material e diâmetros. . 4.traçado do ramal de abastecimento de água fria. fossa séptica. – Estereogramas: escala 1/25.2. os prédios existentes e também aqueles a reformar. de acordo com a demanda e a complexidade do processo: – Planta de Situação: escala 1/2000. . .inclinação das calhas .inclinação e sentido do fluxo da tubulação do esgoto primário.1. indicar: 4. . ou menor.Planta baixa de todos os pavimentos e cobertura. ou eventualmente sem escala. . mostrando também todas as caixas e equipamentos sanitários necessários para o projeto (caixas de inspeção cloacal/pluvial. sumidouro) e a sua ligação com a rede pública ou rede existente se existir.2. Obs.

ventilação. .traçado da rede de instalações hidráulicas de combate a incêndio desde a saída do reservatório de incêndio até os hidrantes e ao hidrante de calçada.traçado da tubulação de GLP desde a central de gás até os pontos de consumo. ventilação. . 28 .Manual de Procedimentos. . .Cortes Esquemáticos de Água fria: mostrar a distribuição vertical da rede de água fria desde a saída do reservatório até as colunas de água fria. expurgo. devendo indicar. .fossa séptica.materiais a empregar (louças sanitárias. 4.Detalhamentos: os detalhes devem ter sua localização claramente identificada no projeto. conexões. tubulação de ladrão/limpeza. registros de gaveta. Indicar detalhes que forem necessários. ralo seco. . desde a saída do reservatório até as colunas de água fria. especificação dos diâmetros.tubos de queda sanitário e pluvial. . especificação dos materiais e diâmetros. descrever e especificar os materiais a serem empregados. em formato A4. . .Outros que se fizerem necessários.sistema de drenagem. sem definição de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8.Planta de Barrilete: mostrar a distribuição horizontal da rede de água fria. MEMORIAL DESCRITIVO O memorial descritivo deve ser feito no Word. . . . registros de gaveta. caixas de gordura. ventilação. etc. . etc. etc.tubos de ventilação. . ramais e sub-ramais de água fria. com a especificação do material e diâmetros.filtro anaeróbico. com a especificação do material e diâmetros. traçado das instalações de GLP.sistema de esgoto cloacal e pluvial adotados. materiais do sanitário para PNE).Detalhamento da central de gás.666 / 1983).caixas de gordura. .Detalhamento das caixas de inspeção pluvial e cloacal. reduções. nome e altura dos pontos de consumo. fossa séptica.sumidouro. sumidouro e filtro anaeróbico. . . apresentando tubulações de extravasor. .reservatórios. .caixas de inspeção cloacal e pluvial. metais. .barrilete. . tais como: .instalações de GLP.2.3. tubulação de ladrão/limpeza.Detalhamento dos reservatórios.2.sistema de bombeamento.sistema de abastecimento adotado (direto ou indireto). caixas sifonadas. Elaboração e Apresentação de Projetos . descrevendo todos os materiais e equipamentos utilizados no projeto com suas dimensões e especificações técnicas completas: . torneira-bóia ou chave-bóia. até os pontos de consumo mostrando altura das esperas e registro regulador de 2º estágio. . com especificações dos diâmetros das tubulações. O memorial descritivo deve ser completo.colunas de água fria. .Estereogramas: mostrar a distribuição dos ramais e sub-ramais de água fria desde as colunas até os pontos de consumo. tubos e conexões. etc.instalações hidráulicas de combate a incêndio. .

HIDRÁULICO. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.30 0.5.: sites do catálogo da ABNT.: quando for necessário pesquisar legislações e normas.). NBR 10844 – Instalações prediais de águas pluviais.35 0.10 0. Tabela 6: tábua de penas – hidrossanitário O técnico poderá criar e nomear layers de acordo com sua necessidade.2.15 0.20 0. utilizar as fontes oficiais (ex. Para todas as pranchas dos projetos Hidrossanitário e de GLP deve ser utilizado o seguinte arquivo de tábua de penas de impressão: .Projeto e execução. de forma que os textos e desenhos do projeto sejam apresentados de forma legível e mais saliente que o projeto Arquitetônico.CTB Este arquivo de penas tem a seguinte configuração: COR AUTOCAD VERMELHO (COR 1) AMARELO (COR 2) VERDE (COR 3) CIANO (COR 4) AZUL (COR 5) MAGENTA (COR 6) BRANCO/PRETO (COR 7) DEMAIS CORES COR IMPRESSÃO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PRETO PENA (mm) 0.05 4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os desenhos do projeto arquitetônico devem ser representados em penas finas. desde que siga esta mesma lógica de cores de layers / espessura de penas. NBR 13523 – Central predial de gás liquefeito de petróleo.2. da Assembléia Legislativa.Proteção contra incêndio por chuveiro automático. equipamentos. etc. Deverão ser observados as seguintes normas e regulamentos: NBR 5626 – Instalações prediais de água fria. Obs. com o plugin PROHIDRAULICO. do Congresso Nacional.2. e as tubulações. textos e demais itens dos projetos Hidrossanitário e de GLP em penas mais grossas. NBR 7198 – Projeto e execução de instalações prediais de água quente.40 0. Código de Proteção Contra Incêncio e Legislação Estadual. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas em formato DWG (Autocad). NBR 15526 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais . NBR 7229 – Projeto. NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.2.60 0. 29 .Manual de Procedimentos. NBR 10897 . construção e operação de sistemas de tanques sépticos. Os projetos devem ser realizados no software Autocad. NORMAS E REGULAMENTOS Para a elaboração do projeto deverão ser consultadas e adotadas as normas técnicas da ABNT. NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.4.

3.Entrega do PPCI ao Corpo de Bombeiros. .2. que os usuários são predominantemente crianças e adolescentes. na concepção de todos os projetos.2. pavimentação das ruas.Certidão de Lotação da edificação. Quando a atividade existente for ESCOLA. e cópia do protocolo de entrada do Laudo na SMOV (itens exclusivos para prédios em Porto Alegre). para prédios anteriores a 28/03/1997 (item exclusivo para prédios em Porto Alegre). Deve-se primeiramente realizar levantamento minucioso preliminar de reconhecimento da área onde será feito o PPCI. Por tratar-se de PRÉDIOS PUBLICOS. de modo a garantir a proteção e conservação do patrimônio.3. extensão de rede de água. infraestrutura física. e que existem locais onde a liberdade das pessoas sofre restrições. deverão ser levados em consideração. ORIENTAÇÕES GERAIS O PPCI (Plano de Prevenção Contra Incêndio) deve ser realizado no software Autocad. as questões pertinentes ao Patrimônio Histórico. deverá ser considerado que os usuários são funcionários e público variado. . esgoto e energia elétrica. funcionários e visitantes. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas conforme capítulo 7. Pode ser eventualmente necessário propor a alteração de uso de algum ambiente.Levantamentos cadastral e fotográfico completos: plantas e relatório de vistoria. objetivando a verificação dos aspectos gerais referentes aos regimes urbanísticos. para a comprovação do tempo de existência. deverão ser levadas em consideração.Laudo de Proteção Contra Incêndio – para prédios existentes.2. 4. havendo acesso diário de muitas pessoas. que os usuários são apenados. Elaboração e Apresentação de Projetos Quando o prédio existente for PATRIMÔNIO HISTÓRICO. para a concepção de todos os projetos.Laudo técnico de inspeção das instalações elétricas. 4.2.Plano de Prevenção contra Incêndio . à legislação. na concepção de todos os projetos deverão ser levadas em consideração. Em caso de PRESÍDIO ou FASE-CASE. de gás e do Sistema de Proteção Contra Incêndio existente (no caso de PPCI para edificações existentes). além da atividade existente. para aprovação. de acordo com a LC 420.Adequações nos prédios existentes para o atendimento do PPCI . bem como às condições topográficas e cadastrais existentes. com cópia do protocolo de entrada . ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PPCI 4. . . ATIVIDADES TÉCNICAS Deverão ser realizadas as seguintes atividades: . O PPCI poderá ser realizado para projetos novos ou em prédios existentes.1. normas e regulamentos vigentes e aplicáveis. encaminhado à SMOV/PMPA.Projeto de SPDA .3. na concepção de todos os projetos.Aprovação do PPCI no Corpo de Bombeiros 30 .Manual de Procedimentos.

REGULAMENTOS E NORMAS Obs.Memorial Descritivo .Manual de Procedimentos. se o técnico que estiver elaborando o PPCI observar a necessidade de alterações ou mais informações no projeto arquitetônico ou em projetos complementares.2.7 destas diretrizes. . contendo recomendações técnicas pertinentes..2.ART 4. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. 4.). LEVANTAMENTOS Como referência. da Assembléia Legislativa. indicando as medidas preventivas e corretivas que servirão de subsídios para a elaboração do PPCI. No Projeto do SPDA deverão constar: . Elaboração e Apresentação de Projetos . verificar a compatibilidade com as normas da ABNT e os padrões da concessionária de energia elétrica local.Inspeção das Instalações Elétricas: Efetuar uma avaliação das instalações elétricas do prédio.2. 31 . consoantes com a edificação.3.3.Inspeção das instalações de Gás: Efetuar uma avaliação da Instalação de Gás conforme ABNT e item 6. 4.3.1. LAUDO TÉCNICO DE INSPEÇÃO . se for necessário realizar adequações arquitetônicas.2.2.Inspeção do Sistema de Proteção Contra Incêndio existente: Efetuar uma avaliação do Sistema de Proteção Contra Incêndio. utilizar as fontes oficiais (ex.ART 4.2. de instalações elétricas.Memória de Cálculo . 4. do Congresso Nacional. para solução no projeto.2. de gás.3.5. etc.1.Plantas: apresentação conforme o exigido no Corpo de Bombeiros e normas técnicas da ABNT.4.2. LEGISLAÇÕES. .3. No caso de projetos novos.2.3.2. utilizar o documento “Anexo 6 – Levantamentos – PPCI”. ADEQUAÇÕES NOS PRÉDIOS EXISTENTES PARA O ATENDIMENTO DO PPCI No caso de PPCI em edificações existentes. PROJETO DE SPDA Elaborado pelo Setor de Projetos Elétricos e Equipamentos. PLANO DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO No Plano de Prevenção contra Incêndio deverão constar: .3. etc.3.Memorial de Proteção Contra Incêndio aprovado pela SMOV (item exclusivo para prédios em Porto Alegre).Memorial Descritivo (padrões do Comando Regional de Bombeiros) . SPDA. de acordo com item 4. .2.Plantas: apresentação e escalas conforme o exigido pelo Corpo de Bombeiros e pelas normas ABNT aplicáveis.: quando for necessário pesquisar legislações e normas.2. o processo deverá ser encaminhado ao setor competente (DPA ou setores específicos da DPC) para a elaboração da alteração.: sites do catálogo da ABNT. o processo deverá retornar à DPA ou DPC. .2. 4.5.

Regulamento de Instalações Consumidoras . NBR 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios.3.1. Demais normas brasileiras incidentes e aplicáveis ABNT.1. com as alterações do Decreto Estadual 38273/98.3.2.Baixa Tensão. Código de Edificações do município.3. observando as questões de compatibilização entre os projetos já expostas.Forma de cada pavimento do projeto: escala 1:50. . ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ESTRUTURAIS O projeto estrutural será desenvolvido a partir do projeto arquitetônico.4.2.3. Essas atividades técnicas serão realizadas de forma terceirizada. 4. GERAIS Legislações e Códigos referentes aos Conselhos Nacionais. Demais legislações que sejam pertinentes e estejam em vigência. dos Serviços Públicos.2. de acordo com a demanda de cada projeto: 4. 4.2.2.2. Decreto Estadual n° 37380/97. PROJETO ESTRUTURAL . relativos aos Prédios Públicos do Estado do Rio Grande do Sul. O técnico do Setor Estrutural deve marcar em planta de Implantação do projeto arquitetônico a locação dos pontos de sondagem.2.1. 4. Estaduais e Municipais. Lei Complementar 284 – Código de Edificações de Porto Alegre. 4.Plano Diretor de Porto Alegre.3.3. Lei Estadual 10.: o Anexo 1 apresenta algumas diretrizes para o projeto estrutural atender a norma de acessibilidade.4. Obs.4.2. RIC.2. SONDAGEM E PROJETO DE FUNDAÇÕES 4. ESPECÍFICAS PARA PROJETOS EM PORTO ALEGRE Lei Complementar 420 – Código de Proteção Contra Incêndio de Porto Alegre. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. Lei Complementar 646 .3. Ministério do Trabalho – Portaria 3214/78 – Federal. Resolução Técnica nº 015/BM-CCB/2009 9 (Instruções suplementares a serem aplicadas em estabelecimentos prisionais e similares). ESPECÍFICAS PARA PROJETOS NAS DEMAIS CIDADES Plano Diretor do município.Manual de Procedimentos. 32 . PROJETOS ESTRUTURAIS – CONCRETO ARMADO O projeto estrutural deve conter os seguintes elementos técnicos.4.Locação dos pontos de carga e/ou pilares com as respectivas cargas: escala 1:50.2.987/97.

Formas: escala 1:50 ou 1:20 .Detalhamento das armaduras: escala planta forma 1:50 ou planta armadura 1:20.2.Manual de Procedimentos. . PROJETO ESTRUTURAL DE CENTRAL DE GÁS .Detalhamento das armaduras das lajes: escala 1:50. . .4. . . . . .2.Formas e detalhamentos das armaduras da escada e reservatório: escalas 1:20 ou 1: 25. . .Volume de concreto.ART.Formas: escala 1:50 ou 1:20.Detalhes de armadura de muro de divisas e contenção: escala planta forma 1:20. PROJETO ESTRUTURAL DE MURO DE CONTENÇÃO O projeto estrutural de muros de contenção deverá especificar todos os parâmetros de projeto e indicações de cuidados necessários para sua execução.2.Seção transversal do muro: escala 1:20. .Indicar em prancha o volume de concreto. 4.2. Elaboração e Apresentação de Projetos .Memorial descritivo. .Detalhes estruturais necessários para melhor esclarecimento do projeto: escalas 1:20 ou 1:25.Detalhamento da armadura quando for em concreto armado: escala 1:20. . . .Memorial Descritivo.ART.Memorial descritivo. ESPECIFICAR NAS PRANCHAS DO PROJETO ESTRUTURAL Nas pranchas dos projetos estruturais devem ser especificados também: . .ART. 4. . volume concreto e área de forma. .Detalhamento das armaduras dos pilares: escala planta forma 1:20.4. .Área de formas. e especificar parâmetros de projeto.2. . PROJETO ESTRUTURAL DE FOSSA SÉPTICA Devem indicar capacidade.Relação e tipo de aço indicado. .Memorial descritivo. área de formas e relação de aço e fck do projeto.2. 4. 4. 33 . .Informações técnicas julgadas importantes pelo projetista.2.4.3. .Detalhes construtivos de elementos especiais de projeto: escala 1:20 ou 1:25.Relação aço.ART.4. .Resistência característica do concreto à compressão.Capacidade.Indicar a drenagem do muro.Detalhamento das armaduras das vigas: escala planta forma 1:50 e seções na escala 1:20.4. . .5.2.2.Detalhamento da armadura: escala 1:50 ou 1:20.

PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO Quando o projeto arquitetônico exigir este tipo de estrutura.FORMAS PARA CONCRETO .Lançamento. . . .Cimbramento. MEMORIAIS DESCRITIVOS Deverá acompanhar o projeto o memorial descritivo do projeto estrutural.Colocação das armaduras. NORMAS TÉCNICAS A SEREM SEGUIDAS CONFORME A COMPLEXIDADE DO PROJETO ESTRUTURAL NBR 6118: Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento. bem como o relatório de sondagem.ESTRUTURAL.4.Composição e dosagem. NBR 14931: Execução de Estruturas de Concreto – Procedimento. .Adensamento.Dosagem.Travamento.PASSAGENS DE DUTOS 4. .4.IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO . 34 .Materiais componentes. e de acordo com as NBR 9062.Recebimento e estocagem.2. . o projeto estrutural não será realizado pela Seção de Projetos Estruturais.2. 6120.6.3. NBR 6123: Forças devido aos ventos em edificações.Painéis. Deve ser feito no Word. NBR 6120: Cargas para o cálculo de estruturas de edificações. O projeto estrutural e de fundações.CARREGAMENTO DA ESTRUTURA .ARMADURAS 4.Cura.5.DESFORMA E DESCIMBRAMENTO .Preparo das armaduras. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.CONCRETO . em formato A4. o projeto estrutural e de fundações deverá ser desenvolvido pelo fornecedor da estrutura.4.2.2.Controle de qualidade.Manual de Procedimentos. 4. Deve ser utilizado para a impressão e geração dos arquivos em formato PDF o seguinte arquivo de configuração de penas: . constando os seguintes itens: . . . .4. deverão ser remetidos à SOP para análise da Seção de Projetos Estruturais. .CTB . com as ART dos responsáveis técnicos. .Aço. .Transporte. . baseado no projeto de arquitetura e seu memorial descritivo. . Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas em formato DWG (Autocad). .METODOLOGIA NAS CONCRETAGENS . REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os projetos estruturais deverão ser desenvolvidos no software CYPECAD. .Preparo do concreto.4. acompanhado pela ART. e NB 949.

.: o Anexo 1 apresenta diretrizes para os projetos elétricos atenderem a norma de acessibilidade. . NBR 14432: Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de Edificações – Procedimento. 1/75 ou 1/50. dependendo do porte do projeto. MEMORIAL DESCRITIVO O memorial descritivo deve ser feito no Word. Obs. envolvem fundamentalmente: redes de média e baixa tensão. medidores: escala 1/1000.Instalações elétricas e telefônicas. . iluminação e tomadas. NBR 10067 – Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico. . Obs.1.Carga a instalar.2.5. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 8681: Ações e Seguranças nas Estruturas. do Congresso Nacional.Planta da Subestação: escala 1/25.: sites do catálogo da ABNT. Devem constar no Memorial Descritivo: 4.5. .2. etc. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ELÉTRICO / TELEFONIA / CFTV / REDE LÓGICA / SPDA Os assuntos relativos à Engenharia Elétrica desenvolvidos no Setor de Projetos Elétricos e de Equipamentos. sendo as principais a NBR5410 e a NBR13570. SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) e demais assuntos relativos à habilitação do Engenheiro Eletricista. 1/100.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. detalhando o máximo possível o objeto a ser contratado. a) PROJETO ELÉTRICO . NBR 7190: Projeto de Estruturas de Madeira. subestações. indicando. 1/500. utilizar as fontes oficiais (ex. além das normas regulamentadoras (sendo a principal a NR10) e os Regulamentos de instalações consumidoras.). NBR 8800: Projeto de Estruturas de Aço e de estruturas mistas de aço e concreto de Edifícios.5.Entrada de energia.Diagrama Unifilar: sem escala. descrevendo e especificando os materiais a serem empregados. 4. bem como atendendo as normas da ABNT. NBR 6122 – Projeto e Execução de Fundações.Planta das redes externas: escala 1/50 ou 1/100. NBR 8036: Programação de Sondagens de Simples Reconhecimento dos Solos para Fundações de Edifícios.Manual de Procedimentos. ELEMENTOS TÉCNICOS Os principais elementos técnicos a serem apresentados nos projetos elétricos são os seguintes: . em formato A4. .Plantas baixas: escala 1/100. sem especificação de marcas e modelos (conforme determina a Lei de Licitações e Contratos Públicos – Lei 8.2. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.Quadro de cargas. . 35 . telefone e circuito fechado de tevê. da Assembléia Legislativa.Planta de Localização / Implantação. 4. tubulação das redes de lógica.2.666/1983).

.Ventiladores de teto. .Guia de Cabos 3. .Serviços.Medição.Alimentação.Sistema de emergência.2 – Aterramento de proteção 6.4 – Modem Padrão Ethernet 2.Rack 2. . .2 – Patch Panel 2. .1 . .Pontos de telecomunicações . 6. .Proteção .1 – Caixas de PVC 9 – Serviços c) PROJETO DE REDE LÓGICA 1 – Apresentação 2 – Rede lógica 2.5 .Manual de Procedimentos.1 – Aterramento do neutro 6.Eletrodutos.Condutores .Condutores 8 – Caixas de inspeção 8.3 – Switch 2.PT 4 – JUMPER CORD RJ45/RJ45 4 Pares 5 – PATCH CORD RJ45/RJ45 4 Pares 6 – Serviços d) PROJETO DE CFTV 1 – Apresentação 36 . .Disjuntor Diferencia Residual.3 – Aterramento – pára-raio 6. Elaboração e Apresentação de Projetos .Luminárias padrão SOP.4 – Ligação equipotencial 7 .Tomadas e Interruptores.Ligação Equipotencial .DPS Dispositivo de proteção contra surto.Centros de distribuição. . . b) PROJETO DE SPDA (sistema de proteção contra descargas atmosféricas) 1 – Apresentação 2 – Características gerais 3 – Subsistema captor 4 – Subsistema de descidas 5 – Fixações e conexões 6 – Aterramento.Ventilador 2.Caixas de passgem e inspeção.Aterramentos .6 .

2.3 – Câmera móvel 3. 10 – Serviços e) PROJETO DE SUBESTAÇÃO 1 – Apresentação 2 – Alimentação 2.1 – Materiais 8. piso ou laje. 8.1.2 – Aparentes no exterior do prédio 8.4 – Subestação transformadora 3 – Medição 3.1 – Emendas e conexões 6 – Proteção geral 6.2 – DVR – Gravador de vídeo digital 3.Entrada de energia 4. Elaboração e Apresentação de Projetos 2 – Objetivo 3 – Definições de elementos 3.1.2 – Caixas metálicas esmaltadas 9.1 – Aterramento 6.5 – Lentes 4 – Alimentação 4.2 – Cabine de medição 4 – Alimentação do QGBT 7 – Caixas de passagem 5 – Aterramento 5.1 – Tipos de medição 3.2 – Alimentação do sistema de gravação digital e câmeras 5 – Cabeamento de sinal de vídeo 5. quando não forem nas caixas de passagem no piso.2 – Câmera externa fixa 3.1.3 – Para conexões entre dutos.1.2 – Transformador 2.3 – Postes 2.2 – Fixações e conexões 9 – Caixas 9.4 – Monitor de vídeo 3.Condutores 8 .1 – Câmera 3.1.1 – Câmera interna fixa 3.1.Eletrodutos 8.1 – Ligação equipotencial 6 – Condutores 8 – Observações gerais 9 – Serviços 37 .3 – Time lapse 3.Manual de Procedimentos.1 – Entrada de energia 2.1 – Caixas de alvenaria 9.2 – Aterramento do neutro 7 .1 – Embutidos em alvenaria.

mais salientes que o projeto arquitetônico. Elaboração e Apresentação de Projetos 4.). NBR 6232: Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo. esquadrias. etc.). a) SIMBOLOGIA NBR 5444 – Símbolos Gráficos para instalações Elétricas. NBR 6248: Isoladores de porcelana tipo castanhas dimensões e características – Padronização.5. com o plugin PROELÉTRICO. com rosca ANSI/ASME – Especificação. com rosca NBR 6414 – Especificação.2. NORMAS E REGULAMENTOS Obs. 38 . NBR 6231: Poste de madeira – Resistência à flexão. NBR 5361: Disjuntor de baixa tensão – Especificação. com revestimento protetor. b) REDES DE BAIXA TENSÃO Principais normas e regulamentos: RIC. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.5. NBR 6150: Eletroduto de PVC rígido – Especificação.Manual de Procedimentos. com revestimento protetor e rosca NBR 8133 – Especificação. As plantas do projeto arquitetônico devem ser mantidas apenas com as informações fundamentais (paredes.4. Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência. da Assembléia Legislativa.Regulamento de Instalações Consumidoras – Baixa Tensão.2.6/1kV sem cobertura Especificações. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas formato DWG (Autocad). com costura. 4. NBR 5624: Eletroduto rígido de aço-carbono. etc. NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão – Especificação. etc. NBR 6323: Aço ou ferro fundido . NBR 7286: Cabos de potência isolação sólida estrutura de borracha etileno . NBR 6148: Fios e cabos com isolação sólida estruturada de cloreto de polivinila para tensões até 750V sem cobertura – Especificação. Outras normas: NBR 5597: Eletroduto rígido de aço-carbono. NBR 6249: Isoladores de porcelana ou vidro tipo roldana.3. representados em linhas finas. NBR 7285: Cabos de potência com isolação sólida estrutura de polietileno termofixo para tensões até 0.propileno (EPR) para tensões de 1 a 35kV – Especificações. do Congresso Nacional. NBR 6880: Condutores de cobre para cabos isolados – Padronização. NBR 5598: Eletroduto rígido de aço-carbono. com revestimento protetor. e os itens dos projetos elétricos / iluminação. utilizar as fontes oficiais (ex. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA Os projetos elétricos devem ser realizados no software Autocad. NBR 6591: Tubos de aço-carbono com estrutura de seção circular – Especificação. dimensões e características – Padronização. pilares.: sites do catálogo da ABNT. NBR 5419: Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas – Especificação. NR 10: Segurança em instalações e serviços em eletricidade.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. representados em penas mais grossas.Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação.

Resolução 456 de 2000 da ANEEL . NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 5381: Disjuntor de baixa tensão – Especificações. NBR 8456: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica. formatos. NBR 7282: Dispositivos fusíveis tipo expulsão Especificação. NBR 5419: Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. dimensões e tolerâncias – Padronização.Manual de Procedimentos. NBR 6146: Invólucros de equipamentos elétricos Proteção Especificação. NBR 7286: Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno (EPR) para tensões de 1 kV a 35 Kv.Especificações. NBR 5460: Sistemas elétricos de potência Terminologia. NBR 8159: Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica. NBR 8451: Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica –Especificação. NBR 7288: Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para tensões de 1 a 20kV – Especificações.Regulamento de Instalações Consumidoras – Baixa Tensão. NBR 8456: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica . NBR 8458: Cruzetas de madeira para redes de distribuição de energia elétrica . com roscaANSI/ASMEB1. NBR 6251: Cabos de potência com isolação extrudada para tensões de 1 kV a 35 kV Requisitos Construtivos. NBR 5434: Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica Padronização. com rosca NBR 6414. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 7287: Cabos de potência com isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para tensões de 1 a 35kV – Especificações. NBR 8453: Cruzeta de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação. c) REDES DE MÉDIA TENSÃO Principais normas e regulamentos: RIC.20. NBR 6150: Eletroduto de PVC rígido . NBR 8451: Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação.Procedimento. NBR 5598: Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor. NBR 14306: Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações em edificações – Projeto. NBR 5597: Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor. NBR 5413: Iluminância de interiores . NBR 8457: Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica –Dimensões. NBR 5463: Tarifas e mercado de energia elétrica Terminologia.Especificação. NBR 6979: Conjunto de manobra e controle em invólucro metálico para tensões acima de 1 kV até 36.Especificação. NBR IEC 60050: Instalações elétricas em edificações.Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.Especificação. 39 .1.2 kV . Outras normas: NBR 5433: Redes de distribuição aérea rural de energia elétrica Padronização.

ABNT NBR 11191: Subestações de distribuição tipo I-69-34. taking into account non-diabatic Heating. IEC 60038 International Electrotechnical Vocabulary Electrical installations of buildings.Iluminância de interiores. e) ILUMINAÇÃO ABNT: 5413 . ABNT NBR 5419: Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. Systems Part 0: Calculation of currents.0 kV a 36. 40 . IEC-CISPR18-1 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 1: Description of phenomena. NBR13571: Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios – Especificação. IEC-CISPR18-3 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 3: Code of practice for minimizing the generation of radio noise. IEC 60909-0 Short-circuit currents in three-phase a. transmissão e distribuição. 13. NBR IEC 60050: Vocabulário eletrotécnico internacional Capítulo 826 : Instalações elétricas em edificações.Manual de Procedimentos.2 kV. ABNT NBR 13231: Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração. IEC 60949 Calculation of thermally permissible short-circuit currents. IEC-CISPR18-2 Radio interference characteristics of overhead power lines and high-voltage equipment Part 2: Methods of measurement and procedure for determining limits. d) SUBESTAÇÕES ABNT NBR 15751: Sistemas de aterramento de subestações – Requisitos.Diagramas unifilares e arranjos de subestações – Padronização. NBR 14039: Instalações elétricas de média tensão de 1.8kV até 3.c. NBR 9511: Cabos elétricos Raios mínimos de curvatura para instalação e diâmetros mínimos de núcleos de carretéis para acondicionamento.75MVA . f) SPDA (Sistema de proteção contra descargas atmosféricas) NR 10: Segurança em instalações e serviços em eletricidade. ABNT NBR 10898: Sistema de iluminação de emergência.8kV até 5MVA e 34. NBR 10478: Cláusulas comuns a equipamentos elétricos de manobra de tensão nominal acima de 1 kV – Especificação. ABNT NBR 5123:1998: Relé fotelétrico e tomada para iluminação Especificação e método de ensaio. NBR 11301: Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos isolados emregime permanente (fator de carga 100%) Procedimento. ABNT NBR 13859: Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição.5kV.5 ou 13. Elaboração e Apresentação de Projetos NBR 8669: Dispositivos fusíveis limitadores de corrente Especificação.

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- Visita a empresas e universidades para levantamento de informações e definição da solução dos problemas; - Levantamento de valores de mercado para definir a viabilidade do conserto, ou optar pela compra do equipamento novo;

4.2.6. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE EQUIPAMENTOS
Os assuntos relativos à Engenharia Mecânica desenvolvidos no Setor de Projetos Elétricos e de Equipamentos envolvem fundamentalmente: climatização, ventilação, refrigeração, redes de vapor para caldeiras e boilers, equipamentos de transporte vertical e escadas rolantes, instalações de gás e demais assuntos relativos à habilitação do Engenheiro Mecânico. Dentro destes assuntos estão compreendidas as seguintes atividades: elaboração de relatórios, laudos, pareceres, memoriais descritivos, redimensionamentos, projetos, análises de projetos, acompanhamentos de execução e fiscalização de obras.

- Estudo de NBRs para definições de projetos; - Cálculos e argumentações técnicas sobre a escolha de equipamentos; - Elaboração de planta, nos formatos A0, A1, A2, A3 ou A4 com escala adequada à apresentação do projeto; - Elaboração de memorial descritivo, laudo, parecer, ou vistoria. Os projetos mecânicos, dependendo da solicitação do processo, podem ser compostos por um ou mais dos seguintes elementos técnicos: - Vistorias; - Laudos; - Pareceres; - Plantas de projetos com escala; - Análises de Projeto; - Memorial descritivo; - ART.

4.2.6.1. ORIENTAÇÕES GERAIS
Em geral, a sequência de tarefas realizadas para o atendimento aos processos é: - Leitura do processo e identificação da sua solicitação; - Visita ao local para a verificação da situação real da solicitação escrita no processo; - Documentação fotográfica completa do local durante a visita; - Identificação das pessoas envolvidas no assunto e presentes na visita, com nome, telefone e e-mail. - Coleta das informações da placa de identificação do(s) equipamento(s) existente(s), quando for o caso de substituição de equipamento(s); - Utilização de planta baixa do local objeto do projeto;

4.2.6.2. ELEMENTOS TÉCNICOS - Vistorias: Constatação através de inspeção visual de algo com o objetivo de manifestar o estado em que se encontra para que fique registrado; - Laudos: Relatório expositivo, fundamentado, elaborado por profissional habilitado, escrito, versando sobre conclusões técnicocientíficas relativamente a atos e fatos; -Pareceres: Opinião técnico-científica fundamentada;

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- Plantas de projetos: Os desenhos devem ser realizados no software Autocad (DWG). A escala e o grau de detalhamento devem ser avaliados pelo projetista para a adequação do desenho às pranchas nos formatos A0, A1, A2, A3 ou A4. - Análises de Projetos: Verificação de projetos realizados por escritórios, empreiteiras e profissionais com o objetivo de avaliar o atendimento ao edital, memorial descritivo, normas e contrato da obra ou serviço. 4.2.6.3. MEMORIAL DESCRITIVO
O memorial descritivo deve ser feito no Word, em formato A4. Deve detalhar o máximo possível o objeto a ser contratado, atendendo sempre a lei 8666/1983 (Lei de licitações e contratos Públicos).

a) CLIMATIZAÇÃO E VENTILAÇÃO Principais normas: Portaria nº 3523, de 28 de agosto de 1998 - MINISTÉRIO DA SAÚDE; Resolução nº 9, de 16 de janeiro de 2003 – ANVISA; Instrução Normativa IBAMA Nº. 207, DE 19 de novembro de 2008. NBR 16401(partes 1, 2 e 3) – Instalações de ar Condicionado – Sistemas centrais e unitários; NR 17 – Ergonomia – Ministério do Trabalho e Emprego; NR 15 – Atividades Insalubres – Ministério do Trabalho e Emprego; Outras normas: NBR 7008: Chapas de aço-carbono zincada pelo processo contínuo de imersão a quente NBR 14679: Sistemas de condicionamento de ar e ventilação – Execução de serviços de higienização; NBR 10152: Níveis de ruído para conforto acústico – Procedimento; NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão; NBR 6111: Torres de resfriamento de água; NBR 9792: Torres de resfriamento de água – Teste para verificação do desempenho em torres de tiragem mecânica – Método de ensaio NBR 14518: Ventilação para Cozinhas Industriais; b) REFRIGERAÇÃO Principais normas: NBR 15828: Compressores para refrigeração — Apresentação dos dados de desempenho; NBR 15373: Resfriadores de ar para refrigeração.

4.2.6.4. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
Os projetos elétricos devem ser realizados no software Autocad. Os arquivos finalizados deverão estar em pranchas formato DWG (Autocad). As plantas do projeto arquitetônico devem ser mantidas apenas com as informações fundamentais (paredes, pilares, esquadrias, etc.), representados em linhas finas; e os itens dos projetos de equipamentos representados em penas mais grossas, mais salientes que o projeto arquitetônico.

4.2.6.5. NORMAS E REGULAMENTOS
Obs.: quando for necessário pesquisar legislações e normas, utilizar as fontes oficiais (ex.: sites do catálogo da ABNT, do Congresso Nacional, da Assembléia Legislativa, etc.), evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor.

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Outras normas: NBR 14666: Sistema de refrigeração com gás R134a – Determinação do resíduo interno – Método de ensaio NBR 7541: Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar-condicionado – Requisitos; NBR 15627(partes 1 e 2): Condensadores a ar remotos para refrigeração; NBR 11752: Materiais celulares de poliestireno para isolamento térmico na construção civil e refrigeração industrial; NBR 15371: Evaporadores tipo circulação forçada para refrigeração – Especificação, requisitos de desempenho e identificação; NBR 15372: Resfriadores de ar para refrigeração – Métodos de ensaio; NBR 15374 (partes 1 e 2): Equipamento de refrigeração monobloco para câmaras frigoríficas; c) EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTES VERTICAL E ESCADAS ROLANTES Principais normas: NBR 5666: Elevadores Elétricos; NBR 5665: Cálculo do tráfego nos elevadores; NBR NM 195: Escadas rolantes e esteiras rolantes – Requisitos de segurança para construção e instalação NBR NM 207: Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação. Outras normas: NBR 14712: Elevadores elétricos – Elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca – Requisitos de segurança para projeto, fabricação e instalação;

NBR12892: Elevadores unifamiliares ou de uso restrito à pessoa com mobilidade reduzida – Requisitos de segurança para construção e instalação; NBR 15597: Requisitos de segurança para a construção e instalação de elevadores – Elevadores existentes – Requisitos para melhoria da segurança dos elevadores elétricos de passageiros e elevadores elétricos de passageiros e cargas; NBR 10982: Elevadores elétricos – Dispositivos de operação e sinalização – Padronização; NBR 14364: Elevadores e escadas rolantes – Inspetores de elevadores e escadas rolantes – Qualificação; NBR 10083: Elevador de degrau sobre esteira – Procedimento NBR 10147: Escadas rolantes e esteiras rolantes – Inspeções e ensaios de aceitação, periódicos e de rotina; NBR 9050: Acessibilidade equipamentos urbanos; a edificações, mobiliário, espaços e

NBR 14020: Acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência física; NBR NM 196: Elevadores de passageiros e monta-cargas – Guias para carros e contrapesos – Perfil T; NBR NM 267: Elevadores hidráulicos de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação; NBR NM 313: Elevadores de passageiros – Requisitos de segurança para construção e instalação – Requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com deficiência; d) CALDEIRAS E REDES DE VAPOR Principais normas: NR-13: Caldeiras e Vasos de Pressão - Ministério do Trabalho e Emprego; NBR ISO 16528 (partes 1 e 2) – Caldeiras e vasos de pressão.

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Outras normas: NBR 5883: Solda branda. NBR 6925: Conexão de ferro fundido maleável. soldado por resistência elétrica.: sites do catálogo da ABNT. com rosca NPT para tubulação. para caldeiras.: quando for necessário pesquisar legislações e normas. 44 . do Congresso Nacional. para gases. NBR 12177 (partes 1 e 2 ): Caldeiras estacionárias a vapor – Inspeção de segurança. instalação. utilizar as fontes oficiais (ex. Parte 29-2: Detectores de gases – Seleção. NBR 5596: Tubo de aço-carbono. com costura – Pressão de ensaio menor ou igual a 60 bar. sem costura. NBR 5593: Tubos de aço-carbono-molibdênio. de classes 150 e 300. sem costura para caldeiras e superaquecedores. NBR ISO 4706: Cilindros de gás — Cilindros recarregáveis. NBR 11906: Conexões roscadas e de engate rápido para postos de utilização dos sistemas centralizados de gases de uso medicinal sob baixa pressão – Especificação. NBR 15903: Qualificação de pessoas no processo construtivo de edificações — Perfil profissional do instalador predial e de manutenção de tubulações de gás. etc. NBR 12176: Cilindros para gases – Identificação do conteúdo. trocadores e fornos) – Dimensões básicas.). NBR 5592: Tubo de aço médio carbono.Manual de Procedimentos. Obs. utilização e manutenção de detectores para gases inflamáveis e oxigênio. para trabalho em média e alta temperatura. sem costura para caldeiras e superaquecedores. NBR 5595: Tubo de aço-carbono soldado por resistência elétrica para caldeiras. superaquecedores e permutadores de calor – Especificação. evitando o uso de legislações desatualizadas ou que não estejam mais em vigor. e) INSTALAÇÕES DE GÁS Principais normas: NBR 13932: Instalações internas de gás liquefeito de petróleo (GLP) – Projeto de execução. NBR 13587: Estabelecimento assistencial de saúde – Concentrador de oxigênio para uso em sistema centralizado de oxigênio medicinal. NBR 6358: Tubos de aço carbono e aço liga com e sem costura para troca térmica (caldeiras. sem costura. NBR 15526: Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução. Elaboração e Apresentação de Projetos Outras normas: NBR 11096: Caldeiras estacionárias aquotubulares e flamotubulares a vapor NBR 13203: Caldeiras estacionárias elétricas a vapor – Inspeção de segurança Terminologia. da Assembléia Legislativa. NBR 5002: Chapas grossas de aço-carbono para caldeiras e outros vasos de pressão. NBR IEC 60079-29-2: Atmosferas explosivas. NBR 5591: Tubo de aço-carbono para alta temperaturas requisitos adicionais ISO para aplicação em caldeiras. para caldeiras e superaquecedores de alta pressão. NBR 12274: Inspeção em cilindros de aço. NBR 10252: Tubos de aço-liga ferríticos e austeníticos. de aço.

3. o técnico responsável pelo respectivo projeto complementar deverá ser comunicado para que se faça a alteração no Projeto Complementar. procedendo-se após à nova compatibilização dos projetos por parte do arquiteto. revisão e compatibilização geral de todo o projeto. REVISÃO E COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS Após a elaboração de todos os Projetos Complementares desenvolvidos na DPC. Caso o arquiteto encontre interferências entre os projetos. até que todos os projetos estejam perfeitamente harmozinados entre si. ou projetos executados em desarmonia com o arquitetônico. Elaboração e Apresentação de Projetos 4. para que o arquiteto autor do projeto faça a conferência. 45 . o processo retornará para a Divisão de Projetos Arquitetônicos. o processo deve ser encaminhado à DOC para elaboração do orçamento.Manual de Procedimentos. Após a finalização desta fase.

1. seguindo os materiais e técnicas especificados. conforme segue: a) os serviços serão dispostos em grupos. seguindo exatamento o mesmo padrão estabelecido para a DOC. e elaborará a planilha final do processo. O orçamento dos elementos técnicos elaborados (projetos e respectivos memoriais descritivos ou especificações técnicas) deve ser apresentado em Planilha de Orçamento Global. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PLANILHAS DE ORÇAMENTO (PADRÃO PARA DOC E CROPs 5. No caso de projetos em parte desenvolvidos nas CROPs e que tenham tido algum projeto complementar elaborado pela DPC.Nome e endereço (logradouro. para que se faça o esclarecimento ou a correção dos projetos. a DOC incluirá na planilha já elaborada pela CROP os valores relativos e este último projeto. devendo enquadrar-se na classificação abaixo: 46 . de acordo com suas características e similitudes. 5. ELABORAÇÃO DOS ORÇAMENTOS 5. quantidade. . O orçamento deverá ser realizado de acordo com os Projetos Arquitetônico e Complementares e seus respectivos memoriais descritivos.Data de elaboração da planilha. com quantitativos. preços unitários de material e de mãode-obra. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NA DOC Após a compatibilização de todos os projetos realizados na DPA e na DPC.2. ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NAS CROPs As CROPs deverão elaborar as planilhas de orçamento dos projetos de reforma e recuperação de sua autoria.Descrição. Quando houver dúvidas ou se observar falta de informações. nº e município) do estabelecimento objeto de intervenção. preços unitários de material e mão-de-obra e preços totais. o arquiteto responsável pela compatibilização dos projetos deverá ser comunicado. unidade. no formato “Global”. o processo será encaminhado à DOC. .Manual de Procedimentos. preços totais de material e de mão-de-obra. preço total de cada item discriminado nos elementos técnicos e custo total do orçamento. Elaboração e Apresentação de Projetos 5. para elaboração do orçamento da obra. As planilhas de orçamento devem sempre conter os seguintes itens: .3. O orçamento deverá ser feito por meio dos softwares Pleo-2 ou Pleo-3 (Franarin). A planilha deverá contemplar alguns aspectos básicos em sua elaboração.

Administração da Obra .Filtro Anaeróbio .Esquadrias de Madeira .Instalações internas .Ramal de Alimentação .Alambrados .Instalações de Gás .Rede de Água Fria .Cobertura vegetal .Ramal de Entrada .Esgoto Cloacal: .Vidros .Impermeabilização .Quadra: . 47 . Esquadrias de Madeira.Cercas .Infraestrutura: . Saliente-se a necessidade de inclusão de subgrupos sempre que houver serviços de natureza diferenciada dentro do mesmo grupo.Reservatório de água fria .Drenagem .Manual de Procedimentos.viga de Baldrame .Ramal de Ligação .Instalações de Climatização .Paisagismo .Muros .Ferragens para Esquadrias .Cópias de documentos .Pavimentação . Drenagem. Exemplos: Instalações Hidrossanitárias (Rede de Água Fria.Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) .Esquadrias: . etc. Esquadrias (Esquadrias de Ferro.Esquadrias de Alumínio .Reservatório de Incêndio .Equipamentos sanitários .Subestação .Sumidouro .Fundações .Torre de Reservatório: .Pavimentação externa .Instalações de CFTV .Dreno .Cópias de pranchas .Instalações externas .Alambrado .Paredes e Painéis .Movimento de Terra .Esgoto Pluvial: .Instalação da Obra .Pinturas .Portões .Instalações Telefônicas e de Lógica .Instalações Hidrossanitárias: . Esquadrias de Alumínio). Rede de Esgoto Pluvial.Cobertura .Fossa Séptica . . Rede de Esgoto Sanitário.Demolições ou Retiradas .Projetos: .Esquadrias de Ferro .Revestimentos .Serviços Finais.Implantação: .).Muros de arrimo .Equipamentos .Prevenção e Proteção contra Incêndio (PPCI) . Elaboração e Apresentação de Projetos .Acessibilidade.Piso . etc.Supraestrutura .Instalações Elétricas: .

quando forem em grade quantidade). conexões hidrossanitárias e elétricas.00%. Exemplos: rodapés. quando houver projeto específico. eletrodutos.Encargos sociais: 175.00: Isentas de placa. d) No grupo “Instalação da Obra” deverão se previstos todos os elementos necessários à implantação da obra.01 e R$ 150.000.00 m (6. galpão de obra. aterros.BDI (Benefício e Despesas Indiretas): .00 m²). o prazo de execução do serviço e o cronograma de desembolsos.00 m x 2. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA DOC) Quando finalizado. O quantitativo deste item corresponderá ao prazo de execução previsto para a obra.00% do somatório dos preços globais de todos os grupos integrantes da planilha. lastros de brita e areais. .Obras entre R$ 21. o percentual do BDI e dos Encargos Sociais.00: 3. em metros quadrados.00: 2. excluído ele próprio deste somatório. por exemplo.00 m (4.Obras até R$ 21. c) Alguns elementos. em formato PDF. tais como: limpeza do terreno. f) O grupo “Administração da Obra” será constituído por um único item. O mesmo será equivalente a 5. Deve também ser armazenado na rede DPA01 (ver nomenclatura e caminho de pastas no Capítulo 3).000. .Obras novas ou ampliações: 22. válidos à época da elaboração da planilha. No ofício de encaminhamento.4. soleiras. andaimes e placa de obra. locação da obra. a saber. em metros cúbicos. os demais a constarem na planilha serão aqueles especificados nos elementos técnicos. Após. . em unidades. carga e transporte dos entulhos gerados pela obra. devem constar como grupos na planilha de orçamento. h) O grupo “Serviços Finais” deverá contemplar toda a remoção de terra. escavações.000. o orçamento deverá ser apresentado em uma planilha impressa no tamanho A4 e anexada ao processo. cercamento com tapumes.Reformas: 30. ligações provisórias de água e de energia elétrica.Reformas COM ampliações: 25. k) Serão adotados os seguintes parâmetros na elaboração da planilha: . deve ser informado o valor total orçado. em metros. j) Os itens integrantes da planilha de orçamento que constarem no banco de composições do Pleo-2 ou Pleo-3 deverão obrigatoriamente apresentar os preços unitários indicados pelo referido software. pisos. em dois formatos: arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”. ferragens para esquadrias. bem como a desmontagem de galpões provisórios e a limpeza final da obra e limpezas específicas (equipamentos sanitários.00%. e) A placa de obra terá as seguintes dimensões: .00 m²). entre outros. amontoamento. concreto.00 m x 2. tubos. alvenarias. . 48 . como quadras de esporte e torres de reservatórios. 5.Manual de Procedimentos.57% sobre os custos de mão-de-obra. deve-se inserir a planilha de orçamento no sistema PGP. revestimentos. cobertura. g) Todos os itens devem ser quantificados. “Administração da Obra” e “Serviços Finais” são obrigatórios. i) Não será aceita “verba” como unidade de quantificação.00%. “Honorários Básicos (Engenheiro + Mestre)”.000.Obras acima de R$ 150. unidade sanitária. Elaboração e Apresentação de Projetos b) Os grupos “Instalação da Obra”. em meses. . retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades).

49 . No ofício de encaminhamento.Manual de Procedimentos. Elaboração e Apresentação de Projetos 5.5. Deve também ser inserido no sistema PGP. FINALIZAÇÃO DO ORÇAMENTO E ENCAMINHAMENTO DO PROCESSO (PADRÃO PARA CROPs) Quando finalizado. o prazo de execução do serviço e o cronograma de desembolsos. deve ser informado o valor total orçado. o orçamento deverá ser apresentado em uma planilha impressa no tamanho A4 e anexada ao processo. retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades). juntamente com os outros elementos técnicos do processo. em dois formatos: arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”. o percentual do BDI e dos Encargos Sociais.

os técnicos da DPA e/ou DPC serão os responsáveis pela realização dos levantamentos.2 LEVANTAMENTOS FOTOGRÁFICOS Deve ser feito levantamento fotográfico geral. informar ao técnico da CROP quando for necessário fazer o levantamento apenas de alguns elementos. Os levantamentos cadastrais devem ser impressos e anexados ao processo. etc. Os Anexos 2 a 11 apresentam de forma genérica as informações que devem ser observadas nos levantamentos cadastrais. Quando o projeto localizar-se em Porto Alegre. os técnicos das CROPs deverão realizar levantamentos cadastrais e fotográficos para projetos localizados no interior do Estado. seguindo os padrões de graficação e nomenclatura especificados neste manual. ou enviados por email ao técnico que solicitou o levantamento. para subsidiar na elaboração dos projetos arquitetônicos e complementares pela DPA e pela DPC. 6. Se o levantamento for feito por técnico da CROP. constando a data do levantamento e o nome do técnico que fez o levantamento. pareceres do CEED. O técnico da DPA ou DPC deve. Devem também levar em conta as 50 . 6.1 LEVANTAMENTOS CADASTRAIS Os levantamentos cadastrais devem conter as informações suficientes para que os técnicos da DPA e DPC elaborem os projetos arquitetônicos e complementares. bem como da tipologia dos prédios. Os levantamentos cadastrais preferencialmente devem ser “passados a limpo” em formato digital (Datacad ou Autocad). As fotos devem estar em 6. bem como para atendimento de legislações específicas (por exemplo. A seu critério. das características do terreno e da área onde será feita a construção ou ampliação. Elaboração e Apresentação de Projetos informações necessárias para o atendimento no projeto das normas de acessibilidade. A critério do técnico da DPA ou DPC. possibilitando a visualização. nas fotos. de saídas de emergência. suas características e detalhes importantes a serem mostrados.Manual de Procedimentos. Os Anexos 2 a 11 deste Manual. entretanto. ELABORAÇÃO DE LEVANTAMENTOS para subsidiar projetos Quando requerido. constando data e o nome do técnico que fez o levantamento. DPA e DPC. estes técnicos também poderão fazer levantamentos no interior. sempre respeitando as situações específicas dos prédios e dos processos em questão. O levantamento fotográfico deve ser formatado em folha A4. poderá ser enviada à CROP planta indicando situações específicas a serem fotografadas. ou quando for necessário levantar situações específicas que não constem nos documentos citados. com instruções para levantamentos.) que indiquem a numeração e a posição em que foram tiradas as diferentes fotos. impresso e anexado ao processo. Deve apresentar um ou mais desenhos de referência (plantas. planta de implantação. no caso de prédios escolares). os arquivos digitais sevem ser gravados em CD anexado ao processo. para poderem ser armazenados em formato digital. devem servir de parâmetro na realização dos mesmos por parte dos técnicos das CROPs. e de proteção contra incêndio.

Quando o levantamento for realizado pela CROP. ou gravadas em CD anexado ao processo.3. 51 . O relatório de vistoria deve ser impresso e anexado ao processo. Elaboração e Apresentação de Projetos dimensões adequadas à visualização quando impressas. deverá também ser realizado Relatório de Vistoria. O levantamento fotográfico formatado em tamanho A4 e os arquivos de fotos também devem ser depositados na pasta do projeto. 6. as fotos em formato digital devem também ser enviadas por email ao técnico que requisitou o levantamento. contar com legendas explicativas e seguir a numeração indicada no desenho de referência.Manual de Procedimentos. constando a data e o nome do técnico que fez a vistoria. O nome de cada arquivo de foto deve ser o número que consta no desenho de referência. de acordo com o estabelecido no capítulo 8. na rede DPA01. explicitando as condições do prédio e outras informações que o técnico jugar pertinentes ao processo. RELATÓRIO DE VISTORIA Após os levantamentos. ou ainda inseridas no PGP. ou outros tipos de visitas técnicas.

Recomenda-se prever que todas as pranchas de um mesmo projeto. preenchidos conforme a figura 3.2. tenham pelo menos a mesma altura. APRESENTAÇÃO DE PRANCHAS 7. se não puderem ter as mesmas dimensões. tomar o cuidado de uma das dimensões não ser maior que 914 mm.1. A3 (297x420mm). já formatadas de acordo com as diversas escalas de impressão e com o selo padrão. A2 (420x594mm). Para o melhor planejamento do layout da prancha. no entanto. suas medidas poderão ser alteradas.Manual de Procedimentos. PRANCHAS Os projetos devem ser apresentados em pranchas com o selo padrão da Secretaria. devendo-se. O arquivo Pranchas e Selos (ver capitulo 10) contém as pranchas nos formatos conforme ABNT: A4 (210x297mm). SELO PADRÃO Todas as pranchas dos projetos da SOP devem estar com o selo padrão desta Secretaria. A1 (594x841mm) e A0 (841x1189mm). Figura 3: preenchimento do selo padrão 52 . 7. Elaboração e Apresentação de Projetos 7.

1. LV LP LF PN EV EP Levantamentos.Manual de Procedimentos. constante na capa do processo.: os projetos finalizados desenvolvidos pela SOP em geral configuram-se como Projeto Legal. Todos os arquivos que forem parte integrante dos processos de Obras Públicas devem seguir obrigatoriamente estes padrões. Elaboração e Apresentação de Projetos b) 111 será a sigla da ATIVIDADE TÉCNICA desenvolvida. NOMENCLATURA E ARQUIVAMENTO DE PROJETOS E DOCUMENTOS Este sistema foi elaborado para que haja unidade na nomenclatura e arquivamento dos arquivos. Condições Existentes Levantamento de Patologias Levantamento Fotográfico Programa de Necessidades Estudo de Viabilidade Estudo Preliminar 53 .1. PADRÕES DE NOMENCLATURA DE ARQUIVOS 8. c) 22 será a sigla da FASE DE DESENVOLVIMENTO do projeto: Obs. de acordo com a seguinte convenção: ARQ REC PSG DEC CMV CNT CRO ACU TOP SDG EST PCI HID ELE SPD LMT MEC AUT EQP GER ORÇ Arquitetônico Recuperação ou Reforma (Arquitetônico) (CROPs) Paisagismo Interiores Comunicação Visual Projeto Cenotécnico Cronograma Projetos Especiais de Acústica Topografia Sondagem Estrutural PPCI Instalações Hidrossanitárias Instalações Elétricas Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas Luminotécnica Instalações Mecânicas Automação Predial Equipamentos Geral (pranchas com mais de uma atividade técnica) Orçamento 8. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA DPA E DPC A nomenclatura dos arquivos desenvolvidos na DPA e na DPC deve obedecer à seguinte composição: 000000-0000-00-0-111-22-333-444-5555 Onde: a) 000000-0000-00-0 será o número do expediente SPI.1. 8.

Elaboração e Apresentação de Projetos AP PL PE AO DC ME ART ET CE CC LV LT RT AV Anteprojeto Projeto Legal Projeto Executivo Alterações de Obra Documentos Memorial Descritivo ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) Especificações Técnicas Caderno de Encargos Catálogo de Componentes Laudo de Vistoria Laudo Técnico Relatório Avaliação d) 333 será a sigla do tipo de DOCUMENTO TÉCNICO constante no arquivo: SIT LOC IMP PLA CRT ELV ELI DET AMP LAY MOD DEM CON EXI DIG SIN MOB FRR Situação Localização Implantação Planta Baixa Cortes Elevações Externas Elevações Internas Detalhamentos (em geral) Ampliação setorial Layout Perspectivas.: se houver duas ou mais pranchas com o mesmo tipo de documento técnico (item 333 do nome do arquivo). e não for possível diferenciar o nome do arquivo pela localização dos elementos (item 444 do nome do arquivo).Manual de Procedimentos. desenhos em 3D Planta A Demolir Planta A Construir Existente Diagramas Sinalização Mobiliário Planta de Forro ILU ALM QUA PIL ARM BAS EST FOR SAP VIG LCP SPK EXT RES HDT GAS PRU MLT GER Planta de Iluminação Alarmes Quadro Elétrico Pilares Armação Base Estacas Formas Sapatas Vigas Locação e Cargas nos Pilares Sprinklers Extintores Reservatórios Hidrantes Gás GLP Completa (prancha única ou múltipla) Múltiplos Planos Geral Obs. poderá ser feita a diferenciação por números (por exemplo: CRT1 e CRT2). e) 444 será a sigla da LOCALIZAÇÃO DOS ELEMENTOS de Projeto: LOC BEM UNI 2SS Localização ou locação Embasamento Pavimento único 2° Subsolo 54 .

quando convertidos para outros formatos (ex. etc. em arquivo DataCAD (extensão aec). Elaboração e Apresentação de Projetos 1SS TER MEZ TIP 01P 02P 03P BLC1 BLC2 SET1 SET2 SUP COB TEL ATC TPV QPC QPD LBI SNT VES REF ESQ CXA BAR MUR TAL CVA TUB VEG NIV RAM DEM EXI TVE 1° Subsolo Térreo Mezanino Pavimento-tipo 1° Pavimento 2° Pavimento 3° Pavimento. Bloco 1 Bloco 2. devem manter o mesmo nome do arquivo original.: pranchas de Datacad convertidas para Autocad e PDF).aec significa: Escola Estadual Desidério Finamor – Arquitetônico – Projeto Legal – Planta Baixa – Térreo – 3ª revisão. Obs. etc. 55 .Manual de Procedimentos. em arquivo de Autocad. Terreno Completo (para múltiplas localizações) Fundações Equipamentos Pavimentação Nomenclatura de Detalhes-Padrão Proj. Setor 1 Setor 2.: os arquivos.dwg significa: Escola Estadual Desidério Finamor – Elétrico – Projeto Legal – Planta Baixa – 2º subsolo – Sem revisão. dwg) diferente. Hidrossanitário f) 5555 será o código das revisões: R000 R001 R002 R003 R00N Sem revisão (primeiro projeto) 1ª Revisão 2ª Revisão 3ª Revisão N° Revisão EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO: Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-ARQ-PL-PLA-TER-R003. Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-ELE-PL-PLA-2SS-R000. etc. tendo apenas a extensão (pdf. Superior Cobertura Telhado Ático Todos os Pavimentos Quadra Poliesportiva Coberta Quadra Poliesportiva Descoberta Laboratório de Informática Sanitários Vestiários Refeitório Esquadrias Caixa d´Água Barriletes Muros e arrimos Taludes Curvas de Nível Tubulação Vegetação Níveis Rampas Demolições Existente Transporte Vertical (elevadores) TRN COM FUN EQP PVT A01. A02. etc.

1.: pranchas de Datacad convertidas para Autocad e PDF). conforme estabelecido no item 8.: os arquivos.1. constante na capa do processo.1. Elaboração e Apresentação de Projetos 8. utilizando-se o número do expediente SPI. 8. 22. b) n°_CROP será escrito da seguinte forma: Exemplo: 25ª CROP ficará: 25_CROP c) 111. 333. bem como para evitar a confusão no caso de processos que tenham alguns arquivos desenvolvidos nas CROPS.2.1. em arquivo DataCAD (extensão aec). Onde: a) 0000-0000-00-0 é o número do processo.3. A nomenclatura dos arquivos desenvolvidos nas CROPs deve portanto obedecer à seguinte composição: 000000-0000-00-0-n°_CROP-111-22-333-444-5555 Escola Estadual Desidério Finamor – arquivo elaborado na 22 ª CROP Recuperação ou Reforma – Projeto Legal – Planta “a Demolir” – Térreo – sem revisão. devendo ter como diferenciação apenas a inclusão do n° da CROP no nome do arquivo.1. devem manter o mesmo nome do arquivo original. 444 e 5555 terão os mesmos códigos estabelecidos no item 8.aec significa: EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Arquivo “PROC 2386-1900-10-2 ORÇ 11_0152” significa: Processo número 2386-1900/10-2 Orçamento de número 152 do ano de 2011 56 . de acordo com o controle interno da Divisão de Orçamentos e Custos. EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Nome do arquivo: 002150-1900-04-0-22_CROP-REC-PL-DEM-TER-R000. NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA DOC Os arquivos finalizados da planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) devem ser nomeados da seguinte forma: PROC.: 11=2011).1. constante na capa do processo. tendo apenas a extensão (pdf. quando convertidos para outros formatos (ex. c) 2222 será o número do orçamento realizado no ano. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS (EXCETO PLANILHAS DE ORÇAMENTO) – PADRÃO PARA CROPS A nomenclatura dos arquivos de documentos e projetos elaborados nas CROPs segue o mesmo padrão dos arquivos da DPA e DPC. Esta diferenciação serve para que se identifique facilmente onde foi elaborado o arquivo (nas CROPs ou na DPA/DPC). substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“. Obs. substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“.Manual de Procedimentos. 0000-0000-00-0 ORÇ 11_2222 Onde: a) 000000-0000-00-0 será o número do expediente SPI. b) 11 será o ano da execução do orçamento (ex. dwg) diferente. e outros na DPA ou DPC.

substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“. ART e outros itens que se fizerem necessários).1. PADRÕES DE NOMENCLATURA E ENDEREÇO DE PASTAS 8. Onde: n°_CROP será escrito da seguinte forma: Exemplo: 25ª CROP ficará: 25_CROP 0000-0000-00-0 é o número do processo. para continuação do projeto pela Divisão de Projetos Complementares. É de responsabilidade única do técnico o correto arquivamento dos projetos no DPA01. independente do formato. 0000-0000-00-0 8. NOMENCLATURA DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO – PADRÃO PARA CROPS Os arquivos finalizados da planilha de orçamento (em formatos PDF e XLS) devem ser nomeados da seguinte forma: n°_CROP_PROC. DPC E DOC Após a finalização de cada projeto ou orçamento. Projetos que forem arquivados incorretamente serão imediatamente deletados do DPA01. PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DA DPA. Obs. Sempre que surgirem dúvidas quanto à correta forma de arquivamento o Coordenador deverá ser comunicado. o técnico deverá retirar os arquivos anteriores.1. Os memoriais descritivos e ART devem ser armazenados em formato PDF. constante na capa do processo. PDF e também em arquivos convertidos para formato DWG (Autocad). após o arquivamento. devendo ser executado diretamente pelo técnico ou pelo acadêmico. Deverão ser arquivados no DPA01 apenas os arquivos que fizerem parte do processo.Manual de Procedimentos. o técnico autor do mesmo deverá depositá-lo em arquivos eletrônicos na rede DPA01 (pranchas. todas com os mesmos nomes de arquivo. utilizando-se o número do expediente SPI. orçado pela 25ª CROP. As pranchas dos projetos complementares deverão ser arquivadas em formato DWG e também em formato PDF. Elaboração e Apresentação de Projetos 8.2. armazená-los em seu arquivo pessoal e deixar depositado na rede apenas os arquivos finais já reformulados. Caso seja necessária qualquer alteração de projeto. com a sua fiscalização. As planilhas de orçamento devem ser armazenadas em arquivo PDF e planilha de Excel (a planilha do Excel deve ser “zerada”.4.: a diferenciação em relação ao padrão de nomenclatura estabelecido para a DOC serve especialmente para evitar a confusão no caso de algum processo ter parte orçada na CROP e parte na DOC. 57 .2. Memorial Descritivo. EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO: Arquivo “25CROP_PROC 2386-1900-10-2” significa: Processo número 2386-1900/10-2. retirando-se os valores e deixando-se somente os quantitativos e suas respectivas unidades). As pranchas dos projetos arquitetônicos deverão ser arquivadas em formato AEC (Datacad).

os PDFs das pranchas. listagem de escolas ou prédios dos projetos executados na SOP.) / N° DO PROCESSO / TIPO DE PROJETO Exemplo: Projeto Arquitetônico para Escola Estadual de Ensino Fundamental Freitas Valle Secretaria de Educação Município: Alegrete 10ª CROP Processo n° 37357-1900/04-0 Pastas ficam assim: Rede / DPA01 / CROPS / 10_CROP / ALEGRETE / SECRETARIA_EDUCACAO_SEDUC / EEEF_FREITAS_VALLE / 37357-1900-040 / ARQUITETÔNICO 8. Esta medida é para que todos possam ter acesso aos projetos em execução ou já executados. Particularidades ou arquivos em desuso deverão ser mantidos na memória de cada terminal. . ART e laudos de vistoria (todos em PDF) ficam na pasta principal. memorial descritivo. etc. será feito o download dos arquivos.2. com nomenclatura que identifique claramente o seu conteúdo.).as pranchas em Autocad ficam na pasta “AUTOCAD”. Em Porto Alegre. Rede / DPA01 / CROPS / n° CROP / MUNICÍPIO / SECRETARIA / NOME DA INSTITUIÇÃO (Escola. especificações técnicas. Cada terminal deverá possuir na sua Rede apenas pastas com a denominação das Coordenadorias Regionais. com a listagem de Municípios. o que será. e o seguinte sistema de nomenclatura das mesmas: .outras sub-pastas podem ser criadas se for necessário. neste caso.1. não devendo ser compartilhada na Rede desta Secretaria. Não será permitida outra forma de arquivamento na Rede.2.1. Estrutural. Não deverá ser armazenado na Rede qualquer tipo de arquivo próprio ou acadêmico que não seja referente aos projetos em processo. sendo armazenados na rede DPA01. sem que seja necessário desgaste de tempo tentando descobrir o local onde esteja arquivado tal processo. PADRÃO PARA ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DAS CROPS NA REDE DE COMPUTADORES EM PORTO ALEGRE Os arquivos finalizados dos processos desenvolvidos pelas CROPs serão inseridos no PGP (em formato PDF) pelo técnico responsável da CROP. de responsabilidade do técnico da Mapoteca. .os levantamentos fotográficos ficam na pasta “FOTOS”.3. Unidade de Saúde.Manual de Procedimentos.2. devem ser criadas sub-pastas separando os arquivos: . etc. .2. 58 . 8. Dentro da pasta do tipo de Projeto (Arquitetônico. PERMANÊNCIA DE ARQUIVOS NOS TERMINAIS INDIVIDUAIS A permanência de arquivos nos terminais individuais é de responsabilidade dos técnicos usuários dos mesmos. ENDEREÇO E SUBDIVISÃO DAS PASTAS NA REDE DPA 01 Deverá ser utilizado o seguinte endereço de pastas na rede DPA01.as pranchas em Datacad ficam na pasta “DATACAD”. Elaboração e Apresentação de Projetos 8.

PADRÃO INTERNO DAS CROPS Cada CROP poderá criar o seu próprio padrão de armazenamento de arquivos. Exemplo: Município de Porto Alegre Nome da pasta: PORTO_ALEGRE Exemplo : Secretaria da Educação Nome da pasta: SECRETARIA_EDUCAÇÃO .1.Manual de Procedimentos.ESTRUTURAL b) quando o nome da pasta for TEXTO. 8. Este CD será gravado após todos os projetos e orçamentos estarem executados e conferidos. mas sugere-se um modelo semelhante ao da DPA/DPC/DOC. conforme estabelecido no item 8.ELÉTRICO . substituindo-se a barra de espaço “/” por hífen “-“.5. GRAVAÇÃO DO CD PARA MAPOTECA E LICITAÇÃO É de responsabilidade da Mapoteca a gravação de um CD com todos os arquivos inerentes ao processo.3. apenas suprimindo-se o número da CROP: MUNICÍPIO / SECRETARIA / NOME DA INSTITUIÇÃO (Escola. Jaques Nome da pasta: EEEF_ANTÔNIO_M_P_JAQUES d) as pastas com o número do processo devem ser nomeadas com o número do expediente SPI. NOMENCLATURA DAS PASTAS As pastas devem ser nomeadas da seguinte forma: a) pastas com os números das CROPS: Exemplo: 25ª CROP Nome da pasta: 25_CROP e) as pastas com o tipo de projeto deverão seguir este padrão: . Todos os arquivos deverão ser na extensão PDF.) / N° DO PROCESSO / TIPO DE PROJETO c) as abreviaturas do nome da instituição (escola. P.MECÂNICO .REFORMA (projetos desenvolvidos pelas CROPs) . Exemplo: Processo n° 37357-1900/04-0 Nome da pasta: 37357-1900-04-0 8.) devem ser escritas com as iniciais SEM separação por ponto ou underline.HIDROSSANITARIO .etc. presídio.PPCI .SPDA .2. etc. constante na capa do processo. Exemplo: Escola Estadual de Ensino Fundamental Antônio M.ARQUITETÔNICO (projetos em geral da DPA) . Elaboração e Apresentação de Projetos 8. etc. visto que este tipo de extensão de arquivo é somente leitura.2. Unidade de Saúde.2. 59 .2.3. as palavras devem ter letras maiúsculas e separadas por underline ( _ ).4. resguardando assim a integridade dos arquivos e a responsabilidade do técnico.

e as assinaturas das partes. Deve conter os nomes completos. FOLHA DE INFORMAÇÃO Este documento será anexado ao processo caso o técnico julgue necessário explicitar formalmente alguma informação relevante relativa ao processo ou ao andamento dele.1. contendo os dados de identificação do mesmo. Todos os arquivos de Word devem conter o cabeçalho padrão da SOP. Fim” deve ser de 60 dias após. com números escritos por extenso. RELAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO PROCESSO Deverá ser anexada ao processo quando da entrega do projeto. 9.4. 9. O campo “Data de Início” deve ser preenchido com a data em que o projeto foi finalizado. o campo “Contratante” deve ser a SOP. e as outras 04 vias entregues ao Setor Administrativo. OUTROS DOCUMENTOS INTEGRANTES DO PROCESSO Todos os demais documentos integrantes de um processo devem ser impressos em formato A4 e anexados ao processo. 9. ATA DE REUNIÃO Documento que registra resumidamente as deliberações e ocorrências de reuniões relativas ao processo. Para todos os projetos deve ser preenchida a respectiva ART. 01 via será anexada ao processo. O campo “Proprietário” deve ser preenchido com o nome da Instituição para a qual se fez o projeto (ex. presídio. A ata de reunião deve ser redigida sem parágrafos ou alíneas.3.). ART No preenchimento da ART. sem rasuras nem emendas. Elaboração e Apresentação de Projetos Devem ser impressas e assinadas 05 vias da ART. 9. 60 . etc. 9.: nome da escola. Atentar para que no campo “Dimensão (m²)” seja colocada exatamente a mesma Área de Projeto indicada no selo das pranchas e no sistema PGP. sem abreviaturas. cargo e nome da Instituição da qual fazem parte os integrantes da reunião.2. e um índice com o número das folhas do processo em que estão os elementos técnicos que fazem parte do projeto. com verbo no tempo pretérito perfeito do indicativo e com verbo de elocução para registrar as diversas opiniões.Manual de Procedimentos. e a data do campo “Prev.

aec Arquivo de Datacad com padrões para graficação de projetos arquitetônicos: estilos de hachuras. Pasta Rede / DPA01 / Configurações: . ou se o técnico desejar encaminhar o processo a outro setor. em todas as escalas. símbolos gráficos. ENCAMINHAMENTO Após o projeto ser finalizado. 9. DOCUMENTOS E ARQUIVOS PADRÃO Na pasta Rede / DPA01 / Configurações estão localizados os arquivos eletrônicos de referência citados neste manual. Elaboração e Apresentação de Projetos 9.. renomeados. sem a autorização do Coordenador da DPA ou DPC.Manual de Procedimentos. etc.5. Os arquivos devem ser copiados para o computador de cada técnico. devendo constar o tipo de informação a ser levantada.6. Estes arquivos da rede DPA01 não podem ser editados. deverá ser anexado ao processo o ofício de Encaminhamento ao Coordenador.Pranchas e Selos. texto e outros.aec (Datacad) e Pranchas e Selos. 61 .dwg (Autocad): Arquivos com formatos de pranchas e selo padrão em todas as escalas. 9. para serem utilizados nos projetos. . deverá ser pedido pelo técnico da DPA junto à SMAM (para projetos em Porto Alegre) ou aos órgãos e Prefeituras do interior. 10. para que este dê prosseguimento ao processo. DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO PARA REMOÇÃO OU PODA VEGETAL Quando necessário.7.Estilos_Arq. para evitar a alteração dos documentos padrão. ENCAMINHAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Solicitado quando for necessário realizar levantamento topográfico.

dimstyle .dimstyle .dimstyle 62 .dimstyle . Elaboração e Apresentação de Projetos .dimstyle .dpf .Manual de Procedimentos.Relação Documentação Técnica_modelo.aec e Legendas_PPCI. símbolos gráficos para identificação das placas de sinalização.Cotas_100. . hidrantes.Cotas_25.dpf .doc .Penas_Arq_esc-100-125.Cotas_125. detalhamento das placas de sinalização.Cotas_750.Planilha Esquadrias.doc . em planta-baixa.Encaminhamento Topografia_modelo.Encaminhamento Remoção Vegetação_modelo.Cotas_5. etc.dimstyle .dpf . Sub-pasta Modelos de Documentos: .).Penas_Arq_esc-5-10.dimstyle .doc .dimstyle . de acordo com a NBR 14100 (para projetos no interior) e LC 420 (para projetos em Porto Alegre).Encaminhamento_modelo.dpf Sub-pasta Estilos de cotas arquitetônico: Arquivos com padrões de estilos de cotas para o Datacad (projetos arquitetônicos): .dimstyle .aec Arquivo de Datacad com Planilha de quantitativos de esquadrias.Cotas_10.dpf .Penas_Arq_esc-50.Cotas_20.Cotas_50.dimstyle .Penas_Arq_esc-20-25. para utilização em planta-baixa.Legendas_PPCI.Cotas_500.Penas_Arq_esc-75.dpf .dimstyle .Cotas_200.Penas_Arq_esc-200-250.Cotas_75.Penas_Arq_esc-500.dwg Arquivo com símbolos gráficos de equipamentos de proteção contra incêndio (extintores. para anexar a uma das pranchas do projeto arquitetônico.dpf .doc Sub-pasta Tábua de penas arquitetônico: Arquivos com padrões de tábuas de penas para o Datacad (projetos arquitetônicos): .

LEVANTAMENTOS Ver documento “Anexo 3 . independente de suas habilidades e limitações. quanto às dimensões mínimas e características dos componentes. h) seguir rigorosamente as prescrições da NBR 9077/2001 quanto à saída de emergência em edifícios. em todos os tipos de projeto (construção nova. ampliações. independente das habilidades sensoriais. O principal objetivo destas diretrizes é propiciar uniformidade de conceitos. minimizando as situações de risco de acidente. 1. Sugere-se que os projetistas elaborem planilhas de check-list para conferir e complementar as informações antes da conclusão do projeto. incluindo os espaços de convivência. As diretrizes foram tratadas de forma genérica. Esta orientação vida à elaboração de projetos de construções novas. com especial atenção aos PNE. conhecimento. b) possibilitar o deslocamento autônomo dos pedestres desde o passeio público até o bloco principal. da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul. alunos e alunas. PROJETO DE ACESSIBILIDADE O projeto de acessibilidade deve ter como principais diretrizes: a) permitir o acesso às dependências e equipamentos do prédio público. f) atender às prescrições e exigências da NBR 9050/2004 e Código de Edificações municipal. porém. foram colocadas de forma mais específica. g) garantir a segurança de todos os usuários do prédio público. reforma ou ampliação). e adequação de edificações existentes à norma de acessibilidade. bem como o Parecer 14. funcionários. d) criar ou reformar os sanitários destinados aos professores. propiciando ao projetista sugerir novas soluções. As normas de acessibilidade devem ser seguidas com rigor. e deste até os demais blocos. prevendo sanitários para PNE. Outras orientações. de 02 de Dezembro de 2004.862. Principais normas de referência: NBR 13994 – Elevadores de Passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. mobiliário. NBR 9050 – Acessibilidade a edificações. experiência. para que os projetos de acessibilidade das edificações públicas tenham representação uniforme e sigam os padrões estabelecidos pela Divisão de Projetos de Arquitetura da SOP. eliminando as barreiras arquitetônicas. grau de concentração e linguagem dos usuários. 2. e) propiciar informações de fácil entendimento. Ressaltamos que o Decreto-Lei 5.Levantamentos – Projetos de Acessibilidade”. espaços e equipamentos urbanos. estabelecem que todos os prédios públicos devem atender plenamente a legislação de acessibilidade. conduzidos por PNE. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 1: PROJETOS DE ACESSIBILIDADE DIRETRIZES Estas diretrizes foram desenvolvidas para orientar os responsáveis técnicos no desenvolvimento de projetos de acessibilidade arquitetônica e urbanística. sinalizando adequadamente os sanitários. escadas.Manual de Procedimentos.296. parâmetros e procedimentos. c) prever boxe de estacionamento de veículos no interior do terreno. rampas e demais componentes construtivos e dependências. direcionando a sua execução. 63 . O projeto não pode segregar qualquer indivíduo ou grupo de usuários.

Representação dos pisos táteis de alerta e direcional em locais amplos e sem guia de balizamento.Localização dos bebedouros. . 3. escada 1.Sinalização podotátil de alerta. a demolir e existente.1.Rebaixamento dos meio-fios nas esquinas e junto às faixas de segurança. as intervenções deverão contemplar os componentes específicos.01. .1.Na implantação deverá constar os prédios existentes.3. .Altura de interruptores.Representação do pictograma na vaga. atentar para que a localização das placas de sinalização e demais elementos que a NBR 9050/2004 exige fiquem em locais que não danifiquem nem agridam a edificação histórica. 3. REPRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES DAS PRANCHAS 3. tomada baixa. telefones públicos e demais elementos suspensos. Deverá constar no projeto legenda de paredes a construir. O projeto deverá ter tantas pranchas quanto forem necessárias. . DETALHE DE CAMINHOS.Colocar sinalizador de entrada e saída de veículos junto aos portões específicos. sinalização tátil direcional e de alerta.Localização de todos os elementos construídos e especificação funcional dos diversos espaços descobertos. etc.Denominação codificada das dependências por bloco (prédio). e demais componentes e equipamentos que necessitarem de referência.01 tomada baixa (h= 50 cm) em cada sala. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ARQUITETÔNICO Para que o projeto se torne acessível e de fácil compreensão devese separar as intervenções e componentes em pranchas distintas.1. 3. .2. .1. IMPLANTAÇÃO (escala indicada: 1/100 < escala < 1/500) . .Identificação de degraus isolados e desníveis. . a demolir e a construir.Codificação de componentes arquitetônicos (calçadas externas. por sala).01. ou informações específicas. BOXES DE ESTACIONAMENTO PARA PNE (escala indicada: 1/50) Representação através de planta baixa: . até o interior do prédio.01. Atenção especial deve ser dada ao item 8. .A implantação deverá ser desenhada com todas as barreiras e intervenções. . Elaboração e Apresentação de Projetos i) quando se tratar de Patrimônio Histórico.).Altura dos comandos das janelas (ao menos 01 comando dentro da faixa de altura admissível pela norma. PLANTA BAIXA DE CADA BLOCO OU PRÉDIO (escala indicada: 1/50 < escala < 1/100) . 64 . para atender esta diretriz.Codificação das portas das salas (Exemplo para Bloco 1: sala de aula 1. escadas. mostrando desde o passeio público e o espaço aberto do terreno. . Mesmo sendo este um desenho de escala reduzida. maçaneta de porta tipo alavanca. . REBAIXOS. Não é necessário colocar cotas.1: Bens tombados.Manual de Procedimentos. rampas e portões). 3.1. Todos os detalhamentos devem ter seu posicionamento e numeração claramente identificados nas pranchas do projeto. deixando as mesmas para os detalhamentos e demais pranchas. . porta 1. da NBR 9050.

DETALHE DOS SANITÁRIOS PNE (escala indicada: 1/25) Representação através de planta baixa e cortes/vistas internas: . .Marcação da faixa de circulação ao lado da vaga.Sinalização visual de degraus (20x3cm) em ambos os lados da escada (obs.5. .Indicação do sentido de subida.Sinalização tátil de alerta no piso. DETALHE DE COMPONENTES DE CIRCULAÇÃO VERTICAL (escala indicada: 1/25 < escala <1/50) Representação através de planta baixa e corte. 65 . término e patamares da rampa. .: em escolas o corrimão das escadas deve ser duplo. DETALHE DE TODAS AS RAMPAS (escala indicada: 1/50 ou 1/25) Representação através de planta baixa e cortes .Declividade do piso em porcentagem (preferencialmente adotar 8%). papeleira e porta-toalha). . . corrimão duplo c/ sistema e pontos de fixação (montante ou suporte parafusado em parede). quando houver desnível superior a 19cm (risco de queda).Sinalização tátil de alerta no início e término de escadas e rampas.Guias de balizamento.Plataforma(s) elevatória(s) ou inclinada. . . 3.7.Numeração de cada degrau.Sinalização tátil de alerta para piso.Grelha pluvial em rampas externas. .Placa indicativa (planta baixa e corte transversal).4.1.Manual de Procedimentos. .1.Colocação de acessórios (saboneteira.Guarda-corpos. DETALHE DE TODAS AS ESCADAS (escala indicada: 1/50 ou 1/25) Representação através de planta baixa e cortes . sinalização em braile e anel com textura contrastante. em placas de borracha para rampas e escadas internas e em placas cimentícias em rampas externas. . Nas escadas de alunos de educação infantil o corrimão deverá ser triplo). .05m). . 3. . em borracha para escadas e rampas internas e em placas cimentícias em escadas e rampas externas. Elaboração e Apresentação de Projetos . comprimento e largura da rampa. Acrescentar guarda-corpo (h=1.05m). .Barras de apoio junto à bacia sanitária e ao lavatório. .Indicação dos níveis no início. sinalização em braile e anel com textura contrastante. conforme NBR 9077.Colocação do poste com placa indicativa. no início e término de escadas e rampas. 3.Guarda-corpos e corrimões c/ sistema e pontos de fixação (montante ou suporte parafusado em parede).1.6.Indicação dos níveis no início e término das escadas e nos patamares. 3.Indicação do sentido de subida. quando houver desnível superior a 19cm (risco de queda).Portas com puxador horizontal e placas de sinalização internacional de acesso. . .1. Acrescentar guarda-corpo (h=1. conforme NBR 9077. com guia de balizamento incorporada à estrutura do corrimão.

.Detalhe dos tubos dos guarda-corpos.Prever exaustor para ventilação dos sanitários PNE.: essas são diretrizes gerais de desenhos a apresentar.Detalhe dos pisos táteis.Prever um telefone público para PCR.Indicar a substituição das grelhas que não atendam a NBR 9050. PO e PMR). . .90m. poderão ser apresentados outros desenhos (ex. ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS . 3. DETALHE DAS SINALIZAÇÕES VISUAIS E TÁTEIS (escala indicada: 1/2 < escala < 1/10) Detalhamentos com especificações técnicas: .Prever em cada sala pelo menos um ponto de tomada baixa na altura de 0.Prever iluminação independente.Sinalização visual e tátil de ambientes.Anel com textura contrastante (em corrimãos). com interruptor na altura de 0.Prever drenagem nas rampas em taludes. Dependendo da quantidade de usuários e o tipo de edificação deverá ser previsto aparelho telefônico com teclado para atender as pessoas com deficiência auditiva. .Placas de Sinalização em Braille nos corrimãos de rampas e escadas. DETALHES DIVERSOS (escala indicada: 1/10 < escala < 1/25) . sem definir detalhes de vedação ou ancoragem perfis e espessuras. .Detalhe dos pisos táteis para elementos suspensos.Sinalização tátil nos batentes das portas. . . .Sinalização visual de degraus. . . . 5.1. . A critério do técnico. no interior do boxe de sanitário para PNE. .Sinalização visual e tátil para escadas.Todos os desenhos que irão gerar produtos de outras especialidades podem ser representados de forma mais esquemática.8. . . se necessário. 66 .Lugares em arquibancadas e auditórios (prever lugares para PCR. 4.50m. Dentro do projeto elétrico.1. .Detalhe de mesa acessível para PCR e lousa móvel. .Manual de Procedimentos. passeios públicos e internos). a fim de esclarecer a proposta.Detalhe das barras de apoio.Prever a inclusão de grelhas em locais das calçadas onde ocorra acúmulo de água pluvial (áreas pavimentadas. bem como a tubulação e os pontos de entrada. cabendo aos especialistas propor a solução mais eficiente e eficaz.Identificar os pontos próximos às escadas e rampas que carecem de iluminação elétrica.Pictogramas. Elaboração e Apresentação de Projetos 3. ACESSIBILIDADE NOS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS . . Obs.Prever ponto elétrico para bebedouro acessível.9. deverão estar contemplados os pontos telefônicos. quando não existir janela para o exterior. .: plantas a demolir / a construir) ou utilizadas outras escalas.

assim como válvulas de descarga especiais para PNE. .5 da NBR 9050/2004.Indicar os pontos de água e esgoto para instalação dos bebedouros. ACESSIBILIDADE NO PROJETO ESTRUTURAL . . .Quando houver necessidade de executar pilares isolados. 6.Prever louças e bacias sanitárias que atendam as exigências da norma de acessibilidade.Prever torneiras com acionamento do tipo alavanca.1.As tubulações de água dos sanitários. . quando embutidas. . Elaboração e Apresentação de Projetos . . 67 .Prever nivelamento das tampas das caixas de inspeção com os pisos adjacentes. . os mesmos deverão ter as quinas chanfradas ou arredondadas até a altura de 2.Manual de Procedimentos. deverão ser verticais a fim de evitar vazamentos quando forem instaladas as barras de apoio.00m.As juntas de dilatação deverão ser adequadas conforme item 6.Quando houver necessidade de abrir vão em laje para instalação de plataforma elevatória o projeto deverá contemplar os reforços ou adequações necessárias para manter a estabilidade estrutural.O projeto estrutural das escadas e rampas deverá considerar os revestimentos dos pisos adjacentes.

Manual de Procedimentos. . 1.Localização das construções existentes no terreno. especificar tipo de pavimentação das calçadas e ruas internas.Marcação e descrição de vegetação de porte.número de bebedouros. e outros elementos importantes. em caso de escolas: alunos. bocas-delobo. árvores. . rebaixos de meio-fio. avenidas e estradas limítrofes do quarteirão (endereço completo). faixas de travessia de pedestres. . etc. escadas. 2. dimensão e inclinação). Dependendo do caso.Passeios públicos: largura e tipo de pavimentação dos passeios públicos em frente ao terreno.Planta de situação do terreno no quarteirão com nomenclatura de ruas.número de salas de aula (no caso de escolas). LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO Levantamento cadastral o mais completo possível das edificações e do terreno.Indicação da orientação solar. hidrantes. Diretrizes do serviço: . contenção. . com as dimensões externas e amarrações aos limites do terreno (alinhamento predial) e entre si. boca-de-lobo.3.Verificar se a área destinada à ampliação é de propriedade do Estado. grelhas. portões. funcionários. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 2: LEVANTAMENTOS CADASTRAIS ARQUITETÔNICOS Os itens abaixo relacionados deverão constar das informações para execução de projetos novos. .4. tela.4.1. 2. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO O levantamento quantitativo tem o objetivo de caracterizar os usuários permanentes. (para definir quantidade de aparelhos sanitários e bebedouros). muros (alvenaria.Planta-baixa ou croqui em escala dos prédios existentes. pode ser necessário levantamento completo apenas de um setor. localização de árvores. . outros) e sua altura. n° de sanitários: com nº de vasos.). postes. quando mais de um prédio.usuários freqüentes: por exemplo. taludes. grelhas. postes e outros elementos importantes. 2.Representação de todos os componentes arquitetônicos do espaço aberto: calçadas externas. lavatórios. .Formato e dimensões do terreno. rampas (material. mictórios. placas de sinalização. 2. professores.1.2. PLANTAS BAIXAS . auxiliando na tomada de decisões do projeto. cerca.Indicação do acesso principal e secundários no terreno. DAS EDIFICAÇÕES EXISTENTES . e levantamento quantitativo do restante. hidrantes.Indicação no terreno do local mais indicado para a ampliação solicitada. 68 . SITUAÇÃO 2. . . .Localização de elementos e equipamentos nas calçadas internas (postes. TERRENO E ESPAÇO ABERTO . PASSEIOS E ENTORNO . identificados por blocos. ampliações e/ou reformas. 2. placas de sinalização.

forros). beirais ou platibandas. .Corrimãos e guarda-corpos (tipo. parabólicas. bem como informações gerais de instalações elétricas e hidrossanitárias.Demais informações necessárias. CORTES . . Observação: quando a melhor situação para a ampliação do prédio for implantação em um segundo pavimento. autoportante ou misto). . altura.Tipologia estrutural (estruturado. sentido do caimento das águas. 2. altura. material. .LEVANTAMENTOS – PROJETOS DE ACESSIBILIDADE”. etc. existência de antenas. .4. patamares.Circulações (piso.Escadas (base. . inclinação.Mobiliários e equipamentos. LEVANTAMENTOS PARA PROJETOS DE ACESSIBILIDADE 2.Tipos de revestimentos (pisos. perfeitamente cotado.Cotas gerais e parciais. ELEVAÇÕES . pára-raios.Em número suficiente para compreender a edificação. madeira.Níveis. pé-direito. Ver documento “ANEXO 3. Todos os projetos devem atender à norma de acessibilidade. . cortinas.Elevações contendo as especificações dos materiais. existência ou não de grades.. .Manual de Procedimentos. com indicação completa do mesmo. número de graus.Material e tipo da cobertura (tipo de telha.Indicação de pilares e projeção de vigas.Rampas (largura. . Elaboração e Apresentação de Projetos . paredes interna e externamente. 3. mostrando níveis. peitoris. tipo e sentido de abertura da esquadria). ponto da cumeeira). material.3.Esquadrias (dimensões: largura. piso). persianas. larguras. altura do telhado. material). desníveis).4. cotas verticais. o levantamento do pavimento térreo do prédio existente deverá ser total. . .Identificação real do uso dos ambientes.Material da edificação (alvenaria. revestimento). altura e peitoril. ponto mais alto da edificação (cumeeira / reservatório / chaminé). inclinação. .2. painéis). 69 . concreto. . .

. Escadas: .medir largura. Pisos: .conferir corrimão: diâmetro e alturas do corrimão. .tubos de queda pluvial. . .medir largura. RELATÓRIO TÉCNICO (DIAGNÓSTICO) 1. .rebaixos de meio-fio: medir largura e inclinação. Os itens de levantamento neste documento estão tratados de forma resumida. largura da porta. . Sanitários: .dimensões boxes para bacias sanitárias comuns. .afastamentos entre o início e término de rampas até as circulações. inclusive itens que eventualmente não constem nestes documentos.conferir altura e base dos degraus e dimensão longitudinal do patamar.tipo de torneiras. .Manual de Procedimentos.largura das escadas. .localizar faixas de travessia de pedestres.largura das rampas..guarda-corpo: altura. .1.conferir se espelhos são vazados ou não.conferir projeção do bocel ou espelho inclinado. . LEVANTAMENTO Para a elaboração do projeto de acessibilidade o levantamento da situação atual da edificação (“as built”) é fundamental para propor intervenções. Diretrizes do serviço: Desníveis: .conferir corrimão: diâmetro e alturas do corrimão.1. Circulações: .medir desnível entre pavimentos (caso tenha mais de um pavimento). Rampas: . Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 3: LEVANTAMENTOS . quantitativas e qualitativas. 70 . Calçadas: . . . O técnico responsável pela vistoria deverá levantar todas as questões pertinentes ao projeto de acessibilidade.identificar se pisos são regulares.1. Deverá ser feito o diagnóstico levantando situações dimensionais. .identificar e medir todos os desníveis em rotas acessíveis. Recomenda-se a elaboração de checklists para conferir os dados.medir se há espaço para áreas de transferência e área de aproximação aos equipamentos. antiderrapantes e se não provocam trepidação em cadeiras de rodas.altura da borda superior e altura livre inferior do lavatório.PROJETOS DE ACESSIBILIDADE 1. LEVANTAMENTO DIMENSIONAL E QUALITATIVO O levantamento dimensional e qualitativo da situação existente exige conhecimento prévio daquilo que irá ser proposto no projeto. . espaçamento entre os elementos se o guardacorpo for vazado.conferir declividade existente.altura do assento da bacia. 1.

N. . .E. altura e altura livre inferior.conferir espaço para transposição das portas por P.mesas (para definir nº de mesas acessíveis para PCR) . .lugares em auditório. (espaços entre portas e paredes ou obstáculos perpendiculares à porta).3. com volume maior na parte superior que na base. professores.2. LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO Deverá ser realizado levantamento fotográfico.localizar objetos suspensos entre 0. .1. arquibancadas e refeitórios (para definir nº destinado aos PNE) 1. (para definir quantidade de aparelhos sanitários e bebedouros) .localizar e testar o funcionamento de todos os equipamentos destinados às pessoas com restrições. Outros itens: . elementos suspensos. As fotos deverão ilustrar as características do terreno e dos prédios existentes.localizar grelhas pluviais que não atendam a NBR 9050. para PDA (pessoa com deficiência auditiva) 71 . . localizar tampas de caixas de inspeção que não estejam niveladas com o piso adjacente. Elaboração e Apresentação de Projetos Esquadrias: . funcionários. altura e tipo de maçaneta. e demais componentes fixos e permanentes.medir altura dos comandos de pelo menos uma janela por sala.salas de aula (para definir nº de mesas e lousas acessíveis) . Equipamentos e componentes: . além de todas as barreiras arquitetônicas.telefones públicos (para PCR e.60m e 2.1.medir os vãos das portas. auxiliando na tomada de decisões do projeto. 1. posicionamento de hidrantes. .10m de altura. Diretrizes do serviço: .Balcões de atendimento: medir extensão. LEVANTAMENTO QUANTITATIVO O levantamento quantitativo tem o objetivo de caracterizar os usuários permanentes.Manual de Procedimentos.usuários freqüentes: alunos. em caso especial.o redesenho do projeto da situação existente deverá demonstrar as saliências de pilares. extintores.

dimensões (altura) e material. Amarrar cotas em relação a divisas e prédios.Manual de Procedimentos. ESGOTO SANITÁRIO – Localização de Rede Pública cloacal (se houver). – Informação se for Caixa de Descarga ou Válvula de Descarga. – Profundidade da Rede Pública e Diâmetro da Canalização. – Indicar fluxo das águas pluviais. – Cotas de nível. 5. – Ramal de abastecimento. capacidade. ou pontos de gás. – Nº de Reservatórios – Croquis deste esquema e capacidades. – Sentido da rede de esgoto pluvial pública. – Nº de Pontos abastecidos por cada Reservatório. 4. – Indicar cotas de nível para todos os itens acima. 2. –Reservatório (Castelo d’água) – Localização. – Capacidade e quantidade de botijões. dimensões (altura). dimensões e capacidade do Poço da Escola. ESGOTO PLUVIAL – Localização da rede pública pluvial (se houver). casa de gás. Amarrar cotas em relação a prédios e divisas). capacidade e material. – Informação sobre o Lençol Freático. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 4: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS E DE GLP 1. INSTALAÇÃO DE GLP – Localização e dimensões da central de gás. – Posição do hidrômetro em relação ao alinhamento. DRENAGEM – Indicar se existe ou não Rede Pública Pluvial. localização. Filtro Anaeróbio e Sumidouro (vala de infiltração). – Indicar Fluxo do esgoto cloacal. dados fornecidos pelos Departamento Municipal de Esgoto Pluvial. – Bomba – Capacidade do Motor. – Croquis do Ramal Predial existente. – Localização das Caixas de Inspeção Cloacais existentes. – Reservatório no corpo do prédio: Localização. 3. – Pontos de consumo – tipo de equipamento. – Indicar cotas de nível para todos os itens acima. – Localização. ÁGUA FRIA – Localização da Rede Pública (se houver). – Tipo de Solo (caso seja conhecido). – Cotas de fundo das bocas de lobo. 72 . – Localização e dimensões da Fossa Séptica. – Posição de Caixas de Inspeção Pluvial e Caixas de Areia existentes.

....... neutro e terra...... 4.Localização em planta baixa. ..... aparelhos de ar-condicionado.... Se existe QGBT........ bipolar e/ou tripolar)... Trifásica.... LEVANTAMENTOS CADASTRAIS Elaborar CROQUIS e/ou plantas baixas das edificações.... As cargas deverão ser relacionadas nos quadros de cargas a serem apresentados nas plantas baixas dos prédios...................... Apresentar todas as plantas baixas arquitetônicas.... 2º CASO: Novos projetos de instalações elétricas. 220/127V ou .. que potência? ....Plantas de cobertura (caimento.... Indicar número da Instalação (ver na conta de luz): ..Localização da entrada de energia.Indicar rede lógica na planta/croqui.......... antenas e demais elementos que se localizem acima da cobertura). . Localizar cada ponto de consumo de energia.. exceto iluminação. chuveiro elétrico............Localização do Painel de Medição...... Disjuntor geral da medição: . DADOS GERAIS Alta Tensão: 23 KV ou 13.. Bifásica.... ... . .. 5... Descrever toda a carga instalada nos prédios existentes.....Identificar se as redes de ligação dos prédios da escola são redes aéreas e/ou subterrâneas... em escala ou cotadas (peça por peça)....Quantos espaços de reserva existem.......Localização dos Quadros de Energia...Disjuntores existentes (Amperagem..... aquecedores......)... 73 ...8 KV Baixa Tensão: 380/220V. QGBT Existe Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT)? Sim ou Não........................................ identificando-os (computador.... DADOS DA MEDIÇÃO Fornecimento: Monofásica... Prédio possui subestação? Não Sim............ com as seguintes informações: ... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 5: LEVANTAMENTOS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 1.. .. . TIPO DE OBRA 1º CASO: A obra é uma ampliação............ definindo se existem barramentos para fases. 2.../...... etc.... informar os seguintes itens: ..... ... Nome da concessionária que fornece energia: ................... ....Identificar o tamanho do quadro (QGBT)...... 3... Nota: É o quadro que abriga as proteções de cada bloco e/ou centro de Distribuição. Xerox..........Localização dos postes da Concessionária local em via pública.Manual de Procedimentos........ e definir se é monopolar.. Condições da medição: ........... localização dos reservatórios................

Relevo do local: Plano. DADOS PARA PROJETO DE PÁRA-RAIO (SPDA) . Elaboração e Apresentação de Projetos 6. . .Altura dos prédios. Bastante Edificada. .Se possível incluir fotos: cobertura e acessórios instalados acima.Manual de Procedimentos. .Plantas baixas arquitetônicas completas. Rebaixo. Colina Pouco Densa. 74 .Localização da Estrutura: Isolada.

No terreno: pavimentação.Altura dos peitoris (de janelas da fachada principal ou de fachadas voltadas para afastamentos laterais). .Área total. Altura e largura dos degraus. pórtico (material e dimensões) grades. 2. 2. CIRCULAÇÕES ..Altura até o último pavimento utilizado (terraços também são considerados). protegida. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 6: LEVANTAMENTOS – PPCI 1.Ponto mais alto da edificação (cumeeira/ reservatório/chaminé). . . ÁREAS . . . autoportante ou misto).Existência de antenas.3. rebaixo de meio-fio. . ALTURAS .Sentido do caimento das águas do telhado.Tipo (estruturado. contenção. árvores. pára-raios. EDIFICAÇÃO 2.No passeio: largura.1.Dimensões do terreno e amarrações dos prédios ao terreno e entre si. registro de passeio. painéis)..).Altura da cumeeira e inclinação (aproximado). . em “U”. 2.. 2. 2. outros elementos. outros).).Área do maior pavimento.Altura do pé direito das dependências e das salas de aula. muros (alvenaria. altura do muro. em leque. metálica. .Área de cada pavimento.4. bancos. LOCALIZAÇÃO DO TERRENO . norte.Material (alvenaria. tipo de pavimentação.Dimensões (largura e comprimento) dos lances e patamares. parabólicas. ESTRUTURA . tela. . taludes ou qualquer objeto que impeça ou dificulte o acesso do caminhão de bombeiros à escola. barro. .. COBERTURA . laje.Nomes das ruas de contorno da quadra.2.Número. .5. .Tipo de cobertura (fibrocimento. . .Marcar em planta o uso de cada ambiente e área. madeira.Manual de Procedimentos. cerca.Dimensões de cada sala (largura e comprimento). . ESCADAS/RAMPAS .Verificação do tipo (enclausurada. . postes. árvores.Piso. concreto. 75 . . .6. . 2.Largura dos corredores. aberta.Desníveis.Número de pavimentos.

Capacidade Inferior. (observar se existem dos dois lados).Capacidade Superior.Existência de reserva de incêndio. metálico. postes da concessionária local em via pública. .10.Tipo de reservatório (fibra. .. painel de medição.Localização e dimensões. INSTALAÇÃO ELÉTRICA . .11.Material. . . verificar se o giro da porta não invade a área de circulação da escada. 2. Obs. ABERTURAS (portas e janelas) .Existência de portas corta fogo e suas dimensões caso existam.9. sua distância e se o ralo é sifonado. 2.).Existência de grades.).Identificar se as redes de ligação dos prédios são redes aéreas e/ou subterrâneas e indicar na planta de cobertura os equipamentos possíveis instalados nesta. amianto..Localização. . definindo se existem barramentos para fase. material.: Caso existam portas próximas das escadarias....Tipo de esquadria (báscula. . medição. quadros de energia distribuídos nos prédios.Informar se existe QGBT. . 76 .Quantidade e peso dos botijões. .Identificar o tamanho do quadro (QGBT). . . 2. .Alimentação direta ou indireta.8. . REVESTIMENTOS . neutro e terra.Revestimentos das paredes (principalmente nas rotas de saída de emergência). .Sentido da abertura das portas.Tipo de piso utilizado no interior do prédio. RESERVATÓRIOS . 2. eixo vertical/horizontal.Dimensões das portas de saída dos prédios.Barra anti-pânico (aglomeração de público. amperagem do disjuntor geral e definição se é monopolar.Corrimão: tipo.Inclinação das rampas.Dimensões de janelas na fachada principal ou voltadas para afastamentos laterais (saída alternativa). altura. como antenas. bipolar e/ou tripolar. ginásios.7.Central de gás ou instalação individual. . .Localização da entrada de energia.Revestimento do piso. etc.. INSTALAÇÃO DE GÁS .Verificar a existência de ralos próximos a central ou instalação de gás. 2. Elaboração e Apresentação de Projetos .Existência de aberturas para ventilação nas escadas. . . . concreto. . qual a sua localização. . .Manual de Procedimentos.).

Manual de Procedimentos.. 77 . OBSERVAÇÕES . sinalização de proibido fumar. iluminação de emergência. sinalização de saída. alarmes. saída alternativa.Verificar se há algum reforma ou processo em andamento. DISPOSITIVOS DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO . (locar em planta). 4.. Elaboração e Apresentação de Projetos 3.Verificar existência de extintores. . hidrantes. sprinklers.Verificar se nos prédios existe algum tipo de material ou cadastro referente à prevenção de incêndio.

............................. indicando a orientação solar......................................................... DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Dados da placa de identificação do(s) equipamento(s): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip................................................................................................ ........... .................................................................................... OBSERVAÇÕES GERAIS ............... Utilização da construção: Escritórios Museu Saúde Tipo do(s) equipamento(s): Parede Mini-split Self-contained Chiller Outros: ........................................................................ 3................................ DADOS A SEREM FORNECIDOS Tipo de sistema: Unitário Central Área do ambiente climatizado: ............... Quantidade de pessoas que ocupam o ambiente: ........ 02 Equip.............................................................................................................. 2.......................................... ................................................................................................................................................................................................................................................................. Área das janelas envidraçadas e sua orientação solar: ................... ..... 01 Equip......................03 Equip.................................. Quantidade de equipamentos elétricos existentes no ambiente: ............................................................. .................Manual de Procedimentos.................................. ......................................... ........................... 4............. Área das paredes e sua orientação solar: ......................... PLANTA OU CROQUI Apresentar planta-baixa ou croqui do prédio.............................................. 78 ..........................................................................04 Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes............... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 7: LEVANTAMENTOS CLIMATIZAÇÃO 1.......................

3............................ ........................ Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 8: LEVANTAMENTOS REFRIGERAÇÃO 1.......... 01 Equip... DADOS A SEREM FORNECIDOS Tipo de câmara fria: Resfriados Congelados Dados da placa de identificação da unidade evaporadora (interna): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip........ Gás refrigerante utilizado pelo compressor: ................................. 02 Equip...................... 02 Equip.............. Temperatura de evaporação: .................................... ............................ Temperatura interna da câmara: .................................................................. 79 ...................................................................................03 Equip............................................................................................................ DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes........................................................................04 Tipo de produto(s) armazenado(s): ............................ com a posição da unidade condensadora (externa) e evaporadora (interna)..................................................................... 01 Equip................................................................................ Dados da placa de identificação da unidade condensadora (externa): Informações: Número de série Capacidade de refrigeração Data de fabricação Potência elétrica Fabricante Modelo Voltagem Equip.................................................04 2........................................... ........................................................................ PLANTA OU CROQUI Apresentar planta-baixa ou croqui......03 Equip. ...................................... Dimensões da câmara frigorífica: .....Manual de Procedimentos......................................................................

...................................................... .................................................................... OBSERVAÇÕES GERAIS . ..........................................................................Manual de Procedimentos............ .......................... Elaboração e Apresentação de Projetos 4............................................................................................................................................................................... 80 ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ .......................... ................... .................. ..................................................................................................

..........................Fabricante: ................................ ......... .......................................Capacidade de produção com água a 20°C (kg/h): ...... ..Pressão de Teste Hidrostático (kgf/cm²): ............................... ................. ............................................. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 9: LEVANTAMENTOS – CALDEIRA GERADORA DE VAPOR 1......Código de Projeto: ....... .............Tipo de construção: Aquatubular Flamotubular Horizontal Vertical .............................. 81 ...................Tensão (Volts): ......................................Registro nº: ...........................Ano de Fabricação: ..........................................................................................................................................................Pressão Máxima de Trabalho Admitida (kgf/cm²): ................................................Combustível: GLP GN Lenha Diesel ....................................Natureza do Vapor: ...............................................................Superfície de Aquecimento (m²): ............ ...................... ................Modelo: . INFORMAÇÕES DE CALDEIRA GERADORA DE VAPOR (dados de placa do fabricante) .................... ................................Categoria (Letra): .........................Capacidade Térmica (kcal/h): .................... ............ ...Capacidade de produção com água a 80°C (kg/h): ...... .............................................................................Manual de Procedimentos. ...................................................................................................................Custo mensal (R$/mês): .........................................................................PMTA ...........................Consumo (m³/mês ou litros/mês): .............. ..................................................................... .......

..................... ....................................................................... 02 Equip........................................................................... 01 Equip......................... INFORMAÇÕES DO(S) ELEVADOR(ES) ..................................................... poço.................03 Equip......................CC Tipos de comandos: ......................... ......................................................../subida Em grupo ..............................................................04 ........... ...........................................................................Verificar se há ART de manutenção emitida por profissional habilitado: .......................................................... coletivo seletivo desc...........................Tipo de elevador: Monta-carga Elevadores de passageiros PNE Dados do elevador Fabricante Modelo Capacidade (pessoas / carga) Velocidade Percurso total Dimensões internas da caixa de corrida Profundidade do poço Espaço livre superior Equip................................................... Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 10: LEVANTAMENTOS – ELEVADORES 1............................................... Número de paradas Tipo de porta: abertura lateral / central Tensão de trabalho ........................................... ..... ................... coletivo seletivo descida Aut..... Automático coletivo Aut..................................Verificar estado geral do equipamento: ......................................Verificar qual é a empresa responsável pela manutenção do equipamento: ........Fluxo estimado de pessoas no prédio: ........................................................... caixa de corrida: ........ Tipo de acionamento: CA(1V) – CA(2V) – VVVF ................................Verificar situação da casa de máquinas........... 82 ..............Manual de Procedimentos.........................................

............................ .......................................................................................................................... Elaboração e Apresentação de Projetos 2................................................................... 83 ............................................................................................................................................................................ .................................................................Manual de Procedimentos............................................................. .............................. ........................................................................... .......... ................ DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA Mostrando os equipamentos e todas as informações relevantes......................................................... ........................................................ 3................................................................................................ OBSERVAÇÕES GERAIS ..............................................................................................................

.Localização do(s) recipiente(s): Superfície Enterrado (subterrâneo) Aterrado Portátil Sobre rodas 2.....Formato do recipiente: Cilíndrico Esférico ........ LOCALIZAÇÃO DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO Apresentar planta-baixa ou croqui.... INFORMAÇÕES DA ESTAÇÃO DE ARMAZENAMENTO DE GLP .Tipo de manuseio: Transportável Estacionário ..............Manual de Procedimentos.................. com a posição da Estação de Armazenamento de GLP..................Vaporização: Natural Forçada ..... ............Tipo de abastecimento No local Trocável .......Posição do recipiente: Vertical Horizontal 84 .Tipos de extintores contra incêndio ....Tipo de recipientes: P13 P45 P90 P125 P190 P500 P500V ......Quantidade de recipientes: ......Periodicidade de abastecimento: Semanal Quinzenal Mensal .. .. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 11: LEVANTAMENTOS – ESTAÇÃO DE GLP 1............Empresa fornecedora do produto: ................... .........

art.art. 113 AUDITORIA OPERACIONAL: . § 1°.LEI 8.art.art.F. IV AUMENTO DE DESPESA x OBRAS: .REGIMENTO INTERNO TCE/RS . 8° par. § 4° 2.LRF (101/00) .art. 30. 139 ACRÉSCIMOS OU SUPRESSÕES EM OBRAS OU SERVIÇO: . .art.VER LEGISLAÇÃO MUNICIPAL ANEXOS DO EDITAL: . 40 § 2° ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ART): OBRIGAÇÃO: . 26 SANÇÕES: .: Lei de Responsabilidade Fiscal PORT.666/93 . ún.LEI 8.666/93 .art.ESTATUTO DA CIDADE: LEI 10. 86 PRORROGAÇÃO: .L.LEI 8.257/01 . 36 .RES.: Portaria REG.70 AUDITORIA OU INSPEÇÕES: . MULTA: .LEI 8.496/77 .art. 2° ALVARÁ PARA CONSTRUIR: .art.C.: Constituição Federal CÓD.RESOLUÇÃO TCE/RS nº382/2001 .LEI 8.F. LISTA DE SIGLAS C.art. 138.666/93 .art.art.666/93 .C.666/93 .C.LEI 8. LEGISLAÇÕES ACESSO A INFORMAÇÕES E DOCUMENTOS: . .F. 138 e § 2° 85 . 57.R.666/93 .F.C. art. 5° .16. 86 AUDIÊNCIA: .F.666/93 . 2° PUBLICAÇÃO: . . LEI: Decreto-Lei L.: Lei Complementar L.: Regimento RES. 65. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXO 12: FUNDAMENTAÇÕES LEGAIS – LEGISLAÇÕES REFERENTES A OBRAS 1.Manual de Procedimentos.: Código CDC: Código de Defesa do Consumidor CTB: Código de Trânsito Brasileiro DEC.art.LEI 8.art.art. 71. 243/03 .C.: Resolução .art.art.666/93 .LEI 8.LEI 6.art. § 1° a 8° AGENTE PÚBLICO: -LEI 8.LEI 8.429/92 .art. 1° e 2° . N° 425/98 DO CONFEA ATRASO NA EXECUÇÃO DA OBRA: RETARDAMENTO: . 113 . I e VIII .666/93 .

art. CONFEA N. 65.406/02 CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: .NBR 12. 15 . 8° ASSINATURA: . 51 COMPROVANTES DE PAGAMENTO: DOCUM.404/76 .LEI 8. 16/94 .666/93 .art.RES.666/93 .art.LEI 5. § 3° DISPENSÁVEL: . I. de 07/12/40 CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO: .LEI 8. 65.NBR 8799/85 E NB 613 AVALIAÇÕES DE GLEBAS: . II e III AUTORIA E DIREITOS PATRIMONIAIS (PROJETOS TERCEIRIZADOS): . Elaboração e Apresentação de Projetos AUTOR DO PROJETO: VEDAÇÕES: . ún.666/93 .LEI 8. 111 AVALIAÇÃO E PERÍCIA: .art. par. de 23/09/1997 COMISSÃO DE LICITAÇÃO: . § 1° e 2° e art.NBR 13.LEI 8.NBR 8951/85 E NB 899 AVALIAÇÕES DE UNIDADES PADRONIZADAS: .666/93 .LEI 8. 58.NBR 12.666/93 . 13.666/93 . 2° par. II .RES.848/40.RES. 68 e 69 ALTERAÇÃO: . 3°.LEI 8.LEI 9.666/93 .LEI 8.art. DE 27/07/90 AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS URBANOS: . CONFEA N. I.art.art.820 CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO: -LEI 10.LEI 8. CIVIL: LEI 10.° 345/90.NBR 8976/89 AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS. 212 .NBR 8977/85 AVALIAÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS E PREPARO DE ORÇAMENTO DE CONSTRUÇÃO PARA CONSTUÇÃO DE EDIFÍCIO EM CONDOMÍNIO: .666/93 .DEC.LEI 6. C CONTRATO: . 27. 6°.666/93 . de 11/09/1990 CÓDIGO PENAL: .722/92 PERÍCIAS DE ENG.666/93 .art.078/90.NBR 5676/89 E NB 502/89 AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS RURAIS: .503/97. DE 29/06/73 .721/93 DISCRIMINAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS PARA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS: . 7° -c.art.art. e art. 8° .194/66 .406/02 .LEI 8. 64 e 81 AUSÊNCIA DE PREÇOS UNITÁRIOS: .752/96 AVALIAÇÕES PARA SERVIDÃO: . 9°. EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS: .art. 61. ún. 65 ADITAMENTO – DISPENSADO: .art.art.Manual de Procedimentos.art. 62 e § 4° 86 .LEI 8. NA CONSTRUÇÃO CIVIL: . LEI 2.LEI 8.NBR 13. FISCAL – OBRIGATÓRIO: .° 218/73.CÓD.

192/01 . 72 SUSTAÇÃO: . XXIV.LEI 8.art. . § 1° SUBCONTRATAÇÃO . ún.art.666/93 .art.art. 81 e 82 . 116.C. 8° DIÁRIO DE OBRA OU REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: -LEI 8. 79 e 80 REAJUSTAMENTO: .666/93 .art.art.ESTATUTO DA CIDADE: LEI 10. § 2°.666/93 .Manual de Procedimentos. § 3° DEFEITO VÍCIO DE PRODUTO OU SERVIÇO: . 65.art. 79.art.art.LEI 9. § 4°.LRF (101/00) .666/93 .365/41.078/90) . 77 e 87 OBRIGATORIEDADE: . 76 .art.F.III. 81 RESCISÃO: .666/93 .art.CDC (LEI 8. art.666/93 . 7°.666/93 .art. 17 a 23 DIREITO DE DEFESA: -C. 74.LEI 8. art. LV EDITAL: REQUISITOS: . § 1° e 2°. 101 e 113 § 1° DESAPROPIAÇÃO DE IMÓVEIS: .666/93 . 46 .F.art.LEI 8. 185 . 182 § 4° -III .DEC.LEI 8. XVI – b.art.LEI 8.IV.666/93 . de 24/06/1941 . § 2° . 2° CONTROLE EXTERNO: .194/66 .art. § 1°.art.320/64 . 5°. 78. de 29/01/1999 .666/93 .16. 61.F. 62 PUBLICAÇÃO (CONTRATO E ADITIVOS): .art.LEI 4.785/99.C.LEI 5.666/93 .art.LEI 8. . II . § 5° CUSTOS UNITÁRIOS: .art.art. 40 87 . 40.666/93 . art. § 1°.12 a 27. art. art.art..F. Elaboração e Apresentação de Projetos FORMALIZAÇÃO: .666/93 . art.art. V e VI CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO: .LEI 4.LEI 8.art.116.LEI 8.art. . 113 CONVÊNIOS: PLANO DE TRABALHO: .320/64 .F.C. par.LEI 8.art.LEI 8.LEI 8.F.LEI 10.LEI 8.art. 60 e 61 GARANTIA: . .LEI 8. 92 RECUSA EM ASSINAR: .art. . 67. 39 a 41.art.art. art.LEI 8. 56 INEXECUÇÃO: . 74 .666/93 . 46 a 53 DENÚNCIA: .257/01 .§ 3° CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO: .LEI 8. 113 CONTROLE INTERNO: . 54. 3°.666/93 . 71 . 71. 184.666/93 .C. 5°.666/93 .art.C. §1° .LEI 8. § 1° DIREITO DE AUTORIA DE PROJETO: . . LEI 3.

6°.LEI 8. art. 36 a 38 EMPENHO: DA DESPESA: .art. CONAMA n° 001/86 .C. 41. 58 ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO E DESTINAÇÃO: .LEI 6.F. 6°. 58-III.LEI 8.art.art.320/64 . § 1° a 3° PRAZO DE PÚBLICAÇÃO: .art.LEI 8. 6. 40.LEI 8. .LEI 8.938/81 .VER ITENS “EIA/RIMA” E “MEIO AMBIENTE” IMPACTO DE VIIZNHANÇA: . 75 EQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO: . § 1°.art. 8° FISCALIZAR A EXECUÇÃO: -LEI 8. XII 88 .666/93 . art. VIII. . 6° VIII EXECUÇÃO PARCELADA: . 60 LIMITAÇÃO: .VER ITEM “MEIO AMBIENTE” EIV (ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA): ESTATUTO DA CIDADE.art. 225.art.LEI 8.LEI 4. art. 1 PRÉVIO: .257/01.Manual de Procedimentos.666/93 .LEI 10.art.666/93 .666/93 . VI.art. 40. IV .LEI 8. IX.art. 71.320/64 .art. Elaboração e Apresentação de Projetos ANEXOS: .LEI 8.LEI 10. IV INSTALAÇÃO DE CANTEIRO E MOBILIZAÇÃO: .RES. 112 IMPACTO AMBIENTAL: .666/93 .VII . 47 IMPUGNAÇÃO: . II – a.art.LEI 8.art. § 1° a 3° e 5° EXECUÇÃO NA TOTALIDADE: . § 6°.LEI 8.art. de 10/07/2001 EXECUÇÃO INDIRETA: . 65.C.art. 47 INTEGRAL: . 4°. 56.666/93 .LEI 8.RES.LEI 8. 9° EMPREITADA: POR PREÇO GLOBAL: .666/93 .art. art.art. 12. 23.art.666/93 .LEI 8. art.LEI 4.art.666/93 .429/92.F.LRF (101/00) . 58 § 2° ESTATUTO DA CIDADE: .666/93 .666/93 . de 02/06/1992 INPEÇÕES OU AUDITORIAS: .666/93 . TC 16/94 .a. § 2°. 67 a 70.VER ITEM “EIV” IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA: .art. VIII . 21 EIA (ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO AMBIENTAL)/ RIIMA (RELATÓRIO DE IMPACTO AO MEIO AMBIENTE): .e ENSAIOS E TESTES DE QUALIDADE: . art.257/01 .666/93 .

666/93 .666/93 . 49 LICENÇAS PARA CONSTRUIR E AMBIENTAIS: .274/90 ALTERA LEI 6. 1° a 53 CRIMES: .Manual de Procedimentos. 37.LEI 9. 243/03 – art. INDUST.LEI 8. MEIO AMBIENTE: . I.666/93 . de 19/12/97 .RES.F.LEI 4.666/93 .795/99 UNID. 66. CONAMA 237.LEI 8.666/93 .165/00 ESPECIALISTA EM MEIO AMBIENTE: .179/99 REGULAMENTA LEI 6.RES.art.LEI 10.RES. 24. DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA: . 89 a 99 DISPENSADA: . PERIGOSOS: .LEI 8.666/93 . I. I e II.LEI 10. XXI .RES. 23. II NORMAS DE COMPETÊNCIA DAS ENTIDADES: . § 3°. TCU 16/94 .L.23. 65.LEI 6.LEI 8. CONAMA 006/87 LICENC.RES.art.LEI 8.938-81: -DECRETO 99. de 24/05/05 . 23. CONAMA 001/86 LICENCIAMENTO DE OBRAS DE SANEAM.LEI 8. I e II.938/81 CRIMES AMBIENTAIS: . 24 INEXIGÍVEL: .art.L.LEI 8.115 e 119 PARCELAMENTO: .25 LIMITES: . 24.410/02 POLÍTICA MEIO AMBIENTE: .art. art. c MARCAS: VEDADA INDICAÇÃO DE MARCAS NO MEMORIAL DESCRITIVO/ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: .RES. .art.art.RES.LEI 8.320/64 .320/64 .7°. 138 .art.art. 20 LICENCIAMENTO AMBIENTAL: . 62 e 63 .605/ 98 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: . . 17.LEI 9.LEI FEDERAL 6938/81 .art.art.§6° MEIO AMBIENTE: CONDUTAS LESIVAS AO MEIO AMBIENTE: -DECRETO 3.art. único. 243/03 . § 1°. CONSEMA 102.LEI 8. 55. NAC. 2° e 5° REVOGAÇÃO: .art. OBRAS RESID. Elaboração e Apresentação de Projetos INVESTIMENTO EM OBRAS: -LEI 4.666/93 .C.666/93 .§ 5°.666/93 .art.VER ITEM “MEIO AMBIENTE” LICITAÇÃO: -C.LEI 8. CONAMA 005/88 LICENCIAMENTO DE OBRAS DE GRANDE PORTE : . LIQUIDAÇÃO DA DESPESA: .938 – POLÍT. CONAMA 006/88 89 . I e II DISPENSÁVEL: .art. II e par. II e par.C.985/00 IMPACTO AMBIENTAL: .666/93 .LEI 8.art.666/93 . BÁSICO: . 138 e 2° LIMITES DE LICITAÇÃO: .art. art.LEI 9.LEI 8.666/93 .ún.art.

71. art. 100.RES. § 2° ORDEM DE INÍCIO DE SERVIÇO: -LEI 8. 62.art. .666/93 . DESCRIT. de 23/07/97 NOVOS “PROJETOS” (LRF): -LRF (1001/00) .RES.666/93 . CONAMA 319/02 MEMORIAL DESCRITIVO: -LEI 8.art.LEI 8.LEI 8.art.C. CONAMA 237/97 DERRAMAMENTO DE ÓLEO: . MARE 2. CONAMA 279/01 MODELOS DE PEDIDO DE LICENCIAMENTO: . IV ORÇAMENTO DETALHADO (QUANTITATIVOS): .art. 1 OBRAS.666/93 . INTERNO/TC NORMAS CONSTRUTIVAS SETORIAIS: CONST. 55. 11 e 112 PARCELAMENTO DE OBRA: .296. 6°. CONST.RES.L. 6°. FEDERAIS – ORGÃOS DO SISG (M.§ 2° .RES. DEMOLIÇÃO FEDERAIS – ORGÃOS DO SISG: . IX-f.257/01 .40.art. 55.666/93 .art. § 2°-II PADRONIZAÇÃO DE PROJETOS: . 78. 73.RES. 138 e § 2° OBRIGAÇÕES DO EMPREITEIRO OU CONTRATADO: -CÓDIGO CIVIL .art.RES. Elaboração e Apresentação de Projetos CRITÉRIO PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL . 8° LICENÇAS PARA CONSTRUIR E AMBIENTAIS: .RES. CONAMA 265/00 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE PEQUENO PORTE: .art.REG.LEI 10.39 a 42 90 .Ver ITEM “EXECUÇÃO PARCELADA” PLANO DIRETOR: ESTATUTO DA CIDADE . 610 a 626 -LEI 8. CONAMA 307/02 RESÍDUOS SÓLIDOS NOS MUNICÍPIOS: .666/93 . e art.LEI 8. III.CONS.C.F.art. V e XV PROGRAMAR NA TOTALIDADE: . art. CONAMA 283/01 AUDITORIA AMBIENTAL: . 243/03 . c e d.LEI 8. IX-a. V OBRAS: PARALISADAS: . CONAMA 308/02 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS: . 45 OBRAS (DEFINIÇÃO): .DEC. 40. 6°.Manual de Procedimentos. de 10/12/1995 PRÁTICAS DE PROJ.art. SERVIÇOS DE GRANDE VULTO (DEFINIÇÃO): .art.LEI 8. b. CONAMA 281/01 RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: . 92.RES.666/93 .666/93 ./ RECEBIMENTO): -PORT.666/93 .art. IV e 78.art.RES.arts. 6°. 7°. art.LEI 8. § 4°. 68 a 71 e art. CONAMA 306/02 RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: . § 2°-II.IV MULTAS PELO TCE: . MANUT. VIII .666/93 .

LEI 8.666/93 .666/93 .666/93 . 40.069/95.DEC. 7°. 182 PRAZOS DE EXECUÇÃO (OBRA): -LEI 8. 65.LEI 8.art.F.LEI 8.art. 6° IX REQUISITOS: . § 1° a 3° UNITÁRIOS: . 9° PROJETO BÁSICO: DEFINIÇÃO: .LEI 8.LEI 8.F.LEI 8.art.666/93 . X INEXEQÜÍVEIS: .666/93 .I .666/93 .art. 57.LEI 8.LEI 8.art. 7°. §3° POLÍTICA URBANA: . § 4° PROIBIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO NA OBRA OU SERVIÇO: .art.art.LEI 8.art.art.666/93 .LEI 8. 12 PROJETO PADRONIZADO: VER ITEM “PADRONIZAÇÃO DE PROJETO” PROJETO TERCEIRIZADO (Autoria e direitos patrimoniais): . 74 REGISTRO DE PREÇOS: . Elaboração e Apresentação de Projetos PLANO PLURIANUAL: -C.art. § 2°.LEI 8.LEI 8.art.art.art.art.art. DE 10/12/91 OBRIGATORIEDADE: .192/01.C. .C. . DE 29/06/1995 -LEI 10.666/93 . § 2° .art. 12 PROJETO EXECUTIVO: DEFINIÇÃO: . DE 14/02/2001 POLÍTICA AMBIENTAL: .Ver ITEM “DIÁRIO DE OBRA” REJEIÇÃO DO OBJETO: .666/93 . 76 91 . 57.LEI 8. CONFEA 361/91. § 8° RECEBIMENTO DA OBRA OU SERVIÇO: -LEI 8. 48.165 -LEI 8.art. DE 21/08/98 REGISTRO DE OCORRÊNCIAS: . 6° IX .art.666/93 .art. FEDERAL 2.666/93 .743/98.666/93 . § 1° PREÇOS: MÁXIMO E MÍNIMO: . 65.666/93 . 111 PRORROGAÇÃO DE PRAZO: . 225 § 1°.art.Manual de Procedimentos. 73 e 74 RECEBIMENTO PROVISÓRIO (DISPENSADO): .666/93 .666/93 .666/93 . . IV PLANO REAL: -LEI 9.666/93 .F. 7°.LEI 8. § 3° PREVISÃO DE QUANTITATIVOS: -LEI 8.RES. § 1° e 2° REAJUSTE DE PREÇOS: .REQUISITOS: .666/93 .art.

138. art.art.CTB (9. INT/TC . inciso XIV TCE/RS – REGIMENTO INTERNO: art. 6° II SERVIÇOS TÉCNICOS PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS: .C. 618 . art.LEI 8. 49 § 4°. 66 RESPONSABILIDADE FISCAL (LEI): -L. 202/00 .LEI 8.Ver ITEM “OBRIGAÇÕES DO EMPREITEIRO” RETARDAMENTO DA OBRA: . TC 16/94 . art. 001/86 DO CONAMA SOP – SECRETARIA DE OBRAS DO ESTADO/ RS COMPETÊNCIA DAS COORDENADORIAS REGIONAIS DE OBRAS: .666/93 .art.art. VII . 42.666/93 .LEI 8.art.Ver ITEM “ACRÉSCIMOS OU SUPRESSÕES” TCE/RS – TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO: LEI ORGÂNICA DO TCE/RS: .REGIMENTO INTERNO SOP SEQÜÊNCIA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS: . 107. .art.Manual de Procedimentos.RES.art.RES.art.C.LEI 8. 98 REPRESENTAÇÃO: . 71. art. 73 a 81. 243/03 . . 225. art. 5° TOMADA DE CONTAS ESPECIAL: -L.art. 13 SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO: .F. 33.art.593/97) .938/81 .F.° 382/2001 . 11.C. 87 a 94 . 6°. § 5° 92 .666/93 . 101/00. XI .Ver ITEM “ATRASO NA EXEC.LEI 8. N.LEI 6.666/93 . § 3° SUB CONTRATAÇÃO: .art.RESOLUÇÕES: . 139 TCE/RS . DA OBRA” RIMA (RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL): . . 7° SERVIÇO – DEFINIÇÃO: .art.73. IV .art.C.REG. 72 SUPRESSÕES EM OBRAS E SERVIÇOS: . 50.RES.666/93 .art. IX. 109 a 114 TRATADOS INTERNACIONAIS: -LEI 8.666/93 . Elaboração e Apresentação de Projetos RELATÓRIOS: .art.art.666/93 .art.424/00 .LEI EST. § 2° RESPONSABILIDADE DO EMPREITEIRO OU CONTRATADO: .LEI C.art.LEI 8.art. DE 04/05/2000 RESPONSABILIDADE PELA SOLIDEZ OBRA: -CÓDIGO CIVIL. 12. 80 a 95 SISTEMA DE CUSTOS: -LRF (101/00) .

Divisão de Projetos de Arquitetura Colaboração: equipe técnica da DPA. DOC e CEOP Foto da capa: Arquivo Público do Estado do RS Foto de: arquiteta Maria da Graça Sebben Departamento de Obras Públicas Secretaria de Obras Públicas. Elaboração e Apresentação de Projetos Elaboração do Manual: arquiteto Felipe Loss Reck .Manual de Procedimentos. Irrigação e Desenvolvimento Urbano Porto Alegre. julho de 2011 93 . DPC.

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